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Patolino e Gaguinho enfrentam uma invasão alienígena no teaser do novo filme dos Looney Tunes; Confira!

O novo filme dos Looney Tunes, ‘The Day the Earth Blew Up’ (O Dia que a Terra Explodiu, em tradução livre), ganhou um teaser focado em Patolino e Gaguinho.

A estreia do filme está prevista para o segundo semestre de 2024, embora ainda não haja uma data oficial confirmada.

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Devido a uma série de travessuras na fábrica de chicletes, Patolino e Gaguinho descobrem uma conspiração alienígena secreta para dominar a Terra por meio do controle mental. A dupla deve trabalhar junta para deter os alienígenas, enquanto tenta evitar enlouquecer um ao outro.

O elenco de dublagem conta com Eric Bauza como as vozes dos personagens protagonistas, bem como Candi MiloPeter MacNicolFred TatascioreLaraine Newman.

Confira o primeiro cartaz oficial da produção:

Nova série do ‘Star Wars’, focada na Mara Jade, pode estar em desenvolvimento

De acordo com o @MyTimeToShineH, uma nova série do universo de ‘Star Wars‘ está em desenvolvimento, e alegadamente será focada na Mara Jade.

Introduzida na trilogia ‘Herdeiro do Império‘, Mara Jade foi a mão do Imperador. Disfarçada no palácio de Jabba the Hutt durante os eventos de ‘O Retorno de Jedi‘, ela não conseguiu chegar ao barco a vela a tempo e não conseguiu assassinar Luke Skywalker. A soldado leal de Palpatine posteriormente o culpou tanto pela derrota de Palpatine quanto pelo fato de ela ter perdido tudo, levando-a a caçar Luke anos depois.

Apesar de inicialmente ter a intenção de matar o Jedi, Mara finalmente percebe que Palpatine plantou a ideia em sua cabeça no momento de sua morte e abraça a ideia de ser uma Jedi também… depois de se livrar da voz dos Sith ao desferir o golpe mortal em um clone de Luke, criado pelo Jedi das Trevas Jorrus C’baoth.

Boatos que a personagem será introduzida em um futuro filme da franquia, que alegadamente será baseado na trilogia de Timothy Zahn.

O insider ainda afirma que a Zendaya (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’) está sendo considerada para o papel principal.

Infelizmente, nenhuma dessas informações foram confirmadas. Trate-as como um rumor.

‘Michael’: Cinebiografia do Rei do Pop revela cenas gravadas no Rancho Neverland

A aguardada cinebiografia de Michael Jackson, intitulada ‘Michael’, ganhou um toque de autenticidade ao ter cenas gravadas no lendário Rancho Neverland, a icônica propriedade do falecido Rei do Pop.

Segundo à Entertainment Weekly, a informação foi revelada pelo ator Miles Teller.

Teller, que interpreta John Branca, o advogado de longa data de Michael Jackson, compartilhou detalhes sobre a experiência de filmar no local que já abrigou um parque de diversões particular.

“Filmamos em Neverland, foi surreal”, disse o ator de 37 anos. “Interpretar John Branca e estar naquele lugar com toda a sua história foi uma experiência única”.

Lembrando que Neverland foi adquirida por outro proprietário, após a morte de Michael Jackson No entanto, a equipe de produção do longa trabalhou arduamente para recriar a atmosfera original do rancho.

“Nós decoramos o local para a produção. Foi incrível ver como a equipe conseguiu trazer de volta a magia de Neverland”, explicou Teller.

Miles Teller também compartilhou sua admiração pelo Rei do Pop, revelando que era um grande fã do cantor na juventude.

“Eu aprendi a fazer o moonwalk quando tinha 11 anos”, relembrou o ator.Michael Jackson foi um ícone para mim e para muitas pessoas. Fazer parte deste filme é uma honra”.

Vale lembrar que o filme foi adiado para 02 de outubro.

O elenco conta com Jaafar Jackson interpretando Michael Jackson na fase adulta, enquanto Juliano Krue Valdi assume o papel na fase infantil. Colman Domingo interpreta Joe Jackson, e Nia Long representa Katherine Jackson, os pais do Rei do Pop. Miles Teller desempenha o papel do advogado John Branca.

Para quem não sabe, Jaafar é filho de Jermaine Jackson, um dos integrantes da banda The Jackson 5, na qual Michael iniciou sua carreira artística.

A sinopse oficial do filme destaca que “Michael levará o público a uma representação envolvente e honesta do homem brilhante, mas complicado, que se tornou o Rei do Pop. O filme apresenta seus triunfos e tragédias em uma escala épica e cinematográfica – desde seu lado humano e lutas pessoais até seu inegável gênio criativo, exemplificado por suas performances mais icônicas. Como nunca antes, o público terá uma visão interna de um dos artistas mais influentes e inovadores que o mundo já conheceu.”

Chase Stokes vive um BAD BOY no teaser inédito de ‘Na Sua Pele – A Série Marked Men’; Confira!

Diamond Films divulgou um teaser inédito de ‘Na Sua Pele – A Série Marked Men‘ (Marked Men).

Baseado no best-seller de Jay Crownover, o filme chega aos cinemas brasileiros com distribuição da Diamond Films.

Na trama, acompanhamos a relação de Shaw, uma estudante de medicina vinda de uma família rica que sempre guardou sentimentos secretos por Rule (Chase Stokes), um tatuador rebelde de espírito livre e vida caótica.

A estreia acontece dia 06 de março.

Confira:

Chase Stokes, Sydney Taylor e Alexander Ludwig estrelam. Nick Cassavetes dirige.

‘Deli Boys’: Série de COMÉDIA ganha data de estreia no Disney+ Brasil!

O Disney+ Brasil revelou a data de estreia oficial de Deli Boys, sua mais nova série de comédia.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 06 de março, mesmo dia de estreia nos Estados Unidos.

Confira o cartaz nacional:

deli boys

A série foi criada por Abdullah Saeed e conta com dez episódios.

Quando seu pai, um magnata das lojas de conveniência, morre repentinamente, dois mimados irmãos paquistaneses-americanos perdem tudo e são forçados a levar em conta a criminosa vida secreta de seu Baba enquanto tentam assumir seu manto no submundo.

Asif Ali, Saagar Shaikh, Poorna Jagannathan, Alfie Fuller e Brian George estrelam.

‘The Dark Knight’: Após acusações de canibalismo, Armie Hammer aparece como “Batman” no novo filme do PIOR diretor do mundo

Após ser acusado de assédio e canibalismo, o ator Armie Hammer apareceu como “Batman” na primeira imagem de The Dark Knight, o novo longa do cineasta alemão Uwe Boll, conhecido por ser considerado o pior diretor da história do cinema.

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As filmagens estão acontecendo na Croácia.

De acordo com a Variety, o ator australiano Costas Mandylor (‘Jogos Mortais – O Final’) foi escalado para o filme, no qual interpretará o oficial da Interpol, Henry, que tem a missão de derrubar Sanders.

Baseado em um roteiro original de Boll, Hammer interpreta Sanders, um homem que decide fazer justiça com as próprias mãos, iniciando uma missão para caçar criminosos. Enquanto sua cruzada o transforma em uma sensação nas redes sociais e em um herói aos olhos do público, o chefe de polícia local o vê como uma ameaça à sociedade e tenta impedi-lo.

Vale lembrar que, após dirigir fracassos como ‘House of the Dead’, ‘Alone in the Dark’ e ‘BloodRayne’, o diretor Uwe Boll anunciou sua aposentadoria aos 51 anos, em 2016.

Na época, ele ficou furioso ao ser eleito o pior diretor da história do cinema e criou um abaixo-assinado, prometendo parar de dirigir filmes caso o número de assinaturas chegasse a 1 milhão — o que realmente aconteceu.

‘Star Wars’: Daisy Ridley defende demora no lançamento de novo filme; “A espera vai valer a pena”

A estrela Daisy Ridley defendeu recentemente a demora no lançamento do novo filme de Star Wars, que será focado em sua personagem Rey.

Em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, a atriz explicou que a espera é uma consequência da busca pela qualidade do filme.

“As pessoas têm falado muito sobre isso, que a data de lançamento muitas vezes afeta os filmes e a rapidez com que as coisas entram em produção. Então, a liberdade de garantir que esse roteiro seja a melhor maneira de contar essa história é maravilhosa, e eu não acho que nenhum fã gostaria que fosse apressado. A espera vai valer a pena. Eu sei no que o George está trabalhando, e ele é um escritor fenomenal. Então, estou realmente ansiosa para ler, e sim, tudo vai valer a pena”, afirmou.

Lembrando que o último longa-metragem da saga intergaláctica foi Star Wars: A Ascensão Skywalker’, lançado em 2019.

Apesar das críticas mistas, o filme arrecadou mais de US$1,07 bilhão mundialmente e conquistou três indicações ao Oscar – Melhor Trilha Sonora OriginalMelhor Efeitos VisuaisMelhor Edição de Som).

Relembre o trailer:

Com o retorno do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), todos voltam a temer seu poder. Assim, a Resistência toma a frente da batalha que ditará os rumos da galáxia. Treinando para ser uma completa Jedi, Rey (Daisy Ridley) ainda se encontra em conflito com seu passado e futuro, mas teme pelas respostas que pode conseguir a partir de sua complexa ligação com Kylo Ren (Adam Driver), que também se encontra em conflito pela Força.

Dica do fim de semana | Filmes subestimados da Pixar para ver no Disney+

As crianças que cresceram entre os anos 1990 e 2000 provavelmente cresceram idolatrando os estúdios Pixar. Enquanto a Disney embarcava em uma grave crise criativa, a Pixar entrava em uma crescente avassaladora, lançando clássico atrás de clássico, conquistando crianças e adultos com longas repletos de carisma, humor e personagens memoráveis.

Porém, como todo grande estúdio, após praticamente 20 anos do mais puro e genuíno sucesso, houve algumas mudanças internas e a Pixar começou a patinar com produções que não conseguiram mais cativar o público da mesma forma que antes. Se isso é o bastante para declarar ‘crise’ no estúdio eu não sei, mas fato é que até mesmo na época de ‘vacas magras’, a Pixar conseguiu trazer ao mundo longas sensacionais. Então, neste fim de semana, vamos indicar algumas produções que muitos não consideram clássicas, mas que certamente são espetaculares e merecem sua atenção. Confira!

Vida de Inseto

Vamos começar a lista com o primeiro ‘susto’ da Pixar no mercado. Lançado entre Toy Story e Toy Story 2, Vida de Inseto teve a ingrata missão de surpreender o público após a Pixar ‘reinventar a roda’ da animação com seus avançados e impressionantes gráficos 3D. Infelizmente, o filme não fez o mesmo sucesso de seu antecessor, ainda que tenha feito uma boa jornada pelos cinemas. No Home Video, as famosas fitas VHS, Vida de Inseto acabou sendo um fenômeno e se perpetuou por gerações. A trama acontece na Ilha da Formiga e acompanha uma colônia que faz a colheita de grãos para uma milícia de gafanhotos em troca de proteção contra insetos maiores. Porém, após Flick, uma formiga inventora, acidentalmente perder toda a colheita, eles ficam nas mãos dos gafanhotos do mal, precisando coletar tudo de novo antes do inverno. Só tem um problema: não há comida para todos. Decidido a consertar a burrada que fez, Flick deixa a ilha atrás de insetos guerreiros dispostos a ajudá-lo. Ele pensa ter encontrado seus heróis em um bar, mas, ao retornar à ilha, ele descobre ter contratado artistas de circo desempregados. Agora, ele vai tentar esconder sua nova burrada montando um plano mirabolante para enganar e afastar os gafanhotos. É sensacional!

Wall-E

Wall-E é um espetáculo. Não apenas das animações, mas do cinema em geral. É, sem sombra de dúvidas, uma das ficções científicas mais sensacionais já feitas na história da arte. Infelizmente, o filme é construído com pouquíssimos diálogos (arrisco a dizer que 80% da trama é contada sem falas), o que acabou prejudicando o desempenho do filme com a molecada de 2008. A história é ambientada em um futuro distante, no qual as grande corporações dominaram o mundo, incentivando o consumo desenfreado. Com essa alta taxa de compra, o nível de lixo descartado incorretamente foi crescendo, até impossibilitar a vida humana na Terra. Diante desse desafio, as grandes corporações montaram espaçonaves e levaram a humanidade para o espaço sideral, enquanto os robozinhos da marca Wall-E foram deixados no planeta para limparem o lixo e tentarem reabilitar a natureza. Só que os anos foram se passando, a humanidade se adaptou ao conforto do espaço e os robozinhos da Terra foram quebrando, até sobrar apenas um: Wall-E. Ele segue com sua rotina de empacotar lixo, só que a inteligência artificial dele se molda conforme vai encontrando objetos que atiçam sua curiosidade. Dessa forma, ele se apaixona por cinema, dança e sonha em viver junto a outras máquinas e pessoas. Sua vidinha pacata, porém, muda de uma hora par outra, quando ele encontra uma plantinha. A forma biológica desperta sua atenção e acaba enviando uma mensagem para os humanos, que enviam a robô de elite E.V.A. para pegar a planta. Com esse encontro inusitado, Wall-E se apaixona por E.V.A. e acaba sendo levado para o espaço, onde vai viver uma aventura “Kubrickiana”.

Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica

Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica é sinônimo de injustiça. Essa aventura inspirada nas rodas de RPG foi lançada praticamente na mesma semana que o mundo entrou em lockdown por conta da pandemia de Covid-19. Ou seja, acabou tendo um desempenho fraquíssimo nas bilheterias porque simplesmente não tinha mais cinemas abertos para exibir o longa, que acabou indo para o streaming muito antes do previsto. E é realmente uma pena que não tenha conseguido desempenhar uma boa bilheteria, porque é um filme que transborda coração. A história se passa em um mundo formado por criaturas mágicas. Nele, dois irmãos elfos adolescentes vivem diferentes fases da juventude. Enquanto o mais velho sente que é um peso para a mãe, o caçula tenta encontrar seu lugar no mundo, enquanto lamenta de saudade pelo pai falecido. Em seu aniversário, o menino encontra um artefato místico que permitirá ressuscitar o pai por um dia, contanto que ele domine corretamente o feitiço. Só que as coisas saem errado e ele traz de volta apenas as pernas do pai. Dessa forma, ele se junta ao irmão para tentar encontrar um artefato que permita trazer a ‘parte de cima’ do falecido de volta, embarcando em uma jornada inesquecível que aproximará a família de formas inesperadas. O longa foi inspirado na própria vida do diretor, que perdeu o pai quando era muito novinho, mas se sentiu próximo dele ao descobrir que o pai gravou uma porção de fitas para ele antes de morrer. É uma aventura que vale muito o seu tempo.

Red: Crescer é uma Fera

Se Dois Irmãos sofreu com a pandemia, Red: Crescer é uma Fera sofreu com outro mal terrível que parece crescer a cada dia: o preconceito. Essa animação foi a última da Pixar lançada diretamente no streaming por conta da Covid. No entanto, essa escolha por não levar o filme aos cinemas se deu muito por conta da onda de ódio que o longa recebeu no lançamento de seu primeiro trailer. A história é focada no público feminino e acompanha a jovem Mei Lee, uma menina de família chinesa que vive no Canadá no auge dos anos 2000. Aos 13 anos, ela é apaixonada por uma boyband e dedica sua vida a idolatrá-los junto a seu grupo de amigas. Porém, certo dia, ela se transforma em um Panda Vermelho gigante, causando uma série de mudanças em seu humor e um constrangimento terrível na escola. As mulheres sacaram logo de cara que o filme trazia uma analogia forte à primeira menstruação, o que inexplicavelmente causou raiva e ódio (?) em parte do público, que acusou a Pixar de estar tentando empurrar “lacração” goela abaixo das pessoas, como se mulheres não fossem ao cinema e não gostassem de animação. Com essa campanha de boicote, o longa foi tirado do calendário cinematográfico e chegou diretamente no Disney+, e foi realmente uma pena que esse filme não tenha podido fazer uma bela trajetória nas telonas, porque é uma comédia boa demais. A dinâmica entre Mei Lee e a mãe, que enchia a cabeça da menina com pressões culturais ancestrais, é fantástica, e o filme traz uma porção de referências a diversas culturas pop do oriente, como a música Pop Sul-coreano, as tradições familiares chinesas e os famosos monstros gigantes do cinema japonês. É um filme que realmente merecia mais destaque.

Elementos

Em um ano com Homem-Formiga, Indiana Jones e As Marvels, a Disney jamais imaginaria que sua grande bilheteria ficaria com Elementos. Principalmente porque o filme abriu com a pior arrecadação da história da Pixar e chegou a sofrer um boicote por parte do público por conta do trailer lançado nos cinemas, que era realmente péssimo. Inclusive, se o editor desse trailer não foi demitido, a Pixar deu mole, porque ele quase pôs a perder um filme sensacional! A história lembra bastante a de Zootopia (2016), só que a execução é mais voltada para a temática familiar e as expectativas que pais e mães depositam nos filhos. A trama se passa em um mundo em que os quatro elementos se materializaram em criaturinhas humanoides, então os bairros e cidades se desenvolveram para abrigar esses elementos. O filme acompanha uma jovem de fogo que foi treinada a infância inteira para assumir a mercearia dos pais. Só que ela tem um forte talento artístico e não sabe exatamente se quer passar o resto da vida como dona de mercadinho. Após um acidente, ela tenta negociar uma multa com um fiscal feito de água, que é todo bobão e inocente. Sem saber que poderia falir o negócio de família da moça, ele tenta retirar a notificação que aplicou, mas vai precisar passar por toda a burocracia do sistema. Nesse processo, água e fogo se apaixonam, fazendo com que ela reflita sobre muitos conceitos que cresceu escutando e repense sobre seus planos de futuro. Felizmente, Pixar decidiu dar uma chance para o filme, que permaneceu por muito tempo em cartaz nos cinemas, encerrando sua passagem com cerca de US$ 500 milhões em bilheteria, o que fez dela a animação Disney de maior sucesso desde Frozen 2 (2019). E quando foi para o streaming, o sucesso se repetiu, fazendo com que muitas pessoas conferissem esse sucesso inesperado. Ainda assim, muita gente, influenciada por aquele péssimo trailer, optou por não ver o filme. Mas pode assistir sem medo, porque Elementos é incrível!

Todos os filmes citados no texto estão disponíveis no Disney+.

‘Emilia Pérez’: Netflix quebra o SILÊNCIO sobre polêmicas do longa; “Eu realmente acho uma pena”

A Netflix finalmente quebrou o silêncio sobre as diversas polêmicas envolvendo o longa indicado ao Oscar ‘Emilia Pérez’ e a estrela Karla Sofía Gascón.

De acordo com o The Hollywood Reporter, a diretora de conteúdo Bela Bajaria abordou a controvérsia recentemente.

“Eu realmente acho uma pena para as 100 pessoas incrivelmente talentosas que fizeram um filme incrível”, disse Bajaria. “Se você olhar as indicações e todo o reconhecimento que o filme recebeu nas premiações, é uma pena que isso tenha desviado a atenção disso. A conversa acabou tomando um rumo diferente, afastando-se do incrível trabalho feito por Jacques Audiard — que é um diretor excepcional. E é uma pena também para muitos, como [as co-estrelas] Zoe [Saldaña] e Selena [Gomez]. Nossa equipe de premiações fez um trabalho incrível na campanha deste filme”.

Quando questionada se a Netflix começaria a verificar as postagens nas redes sociais de seus astros antes de escalá-los, a diretora respondeu: “Não é algo comum verificar tweets dessa maneira… Muitas pessoas estão reavaliando isso… Eu realmente acredito que isso está levantando questões para muitos sobre a necessidade de reavaliar esse processo”.

Sobre a possibilidade de a Netflix revisar esse processo especificamente, Bajaria confirmou que a empresa estava sim reconsiderando. “Eu acho que você também tem que se perguntar: ‘Vamos realmente verificar as redes sociais pessoais de dezenas de milhares de pessoas, todos os dias ao redor do mundo, dado o número de filmes originais, séries de TV e co-produções que fazemos e licenciamos?’ Isso levanta muitas questões sobre como isso deveria ser feito”.

Ainda assim, Bajaria acrescentou: “Se você me perguntasse hoje, com tudo o que eu sei, nós ainda compraríamos o filme. Esse filme é incrível, criativo e ousado — é isso que você quer, e ressoou com muitas pessoas este ano”.

emilia perez

O cineasta Jacques Audiard, responsável por ‘Emilia Pérez’, comentou recentemente sobre as polêmicas envolvendo Karla Sofía Gascón, estrela do longa-metragem.

Em uma entrevista ao Deadline, o cineasta francês demonstrou sua decepção com a atriz.

“Infelizmente, isso está ocupando todo o espaço, e isso me deixa muito triste. É muito difícil para mim lembrar do trabalho que fiz com Karla Sofía. A confiança que compartilhamos, a atmosfera excepcional que tivemos no set, que realmente se baseava na confiança”, afirmou.

“E quando você tem esse tipo de relacionamento e, de repente, lê algo que essa pessoa disse, coisas absolutamente odiosas e que merecem ser odiadas, claro que esse relacionamento é afetado. É como se você caísse em um buraco. Porque o que Karla Sofía disse é injustificável”, completou.

Questionado sobre ter retomado o contato com Gascón após a viralização dos tweets, ele respondeu:

“Não falei com ela, e não quero falar. Ela está em uma abordagem autodestrutiva na qual eu não posso interferir, e eu realmente não entendo por que ela está continuando. Por que ela está se prejudicando? Por quê? Eu não entendo, e o que eu não entendo também é por que ela está prejudicando as pessoas que estavam muito próximas dela”, declarou.

“Estou pensando nisso, em como ela está machucando os outros, em como ela está prejudicando a equipe e todas essas pessoas que trabalharam tão incrivelmente duro neste filme. Estou pensando em mim mesmo, estou pensando na Zoe [Saldaña] e na Selena [Gomez]. Eu simplesmente não entendo por que ela continua a nos prejudicar”, ressaltou.

“Eu não estou entrando em contato com ela porque, neste momento, ela precisa de espaço para refletir e assumir a responsabilidade por suas ações”, acrescentou.

Por fim, ele ainda afirmou que, em meio a toda a polêmica, Gascón está se fazendo de vítima.

“Absolutamente não. Ela está realmente se fazendo de vítima. Está falando de si mesma como uma vítima, o que é surpreendente. É como se ela pensasse que palavras não machucam”, concluiu.

A atriz Karla Sofía Gascón, estrela de ‘Emilia Pérez’, se emocionou durante uma entrevista recente, onde chorou e desabafou sobre as críticas que recebeu após a internet resgatar tweets polêmicos nos quais ela fazia comentários racistas, ofensas ao Islã, a George Floyd, entre outros.

De acordo com o Deadline, durante a conversa com Juan Carlos Arciniegas, da CNN Espanha, Gascón reafirmou que “não é racista” e pediu desculpas sinceras a todas as pessoas que possam ter se sentido ofendidas pela forma como se expressou no passado, no presente e no futuro.

Ela acrescentou: “Acredito que fui julgada, condenada, sacrificada, crucificada e apedrejada sem julgamento e sem a opção de me defender”.

Gascón também falou sobre sua “maravilhosa filha”, que, segundo ela, a ensinou “valores importantes”.

A atriz compartilhou que se identifica com as lutas das pessoas negras.

“Eu me sinto e me identifico muito com as pessoas que foram expulsas dos ônibus pela cor da pele, com aquelas que não podiam estudar na universidade, com as que eram odiadas simplesmente por existirem, assim como sou odiada neste momento”, disse, emocionada.

Em outro momento, Gascón se emocionou ainda mais ao falar sobre um “relacionamento com uma mulher maravilhosa que é muçulmana” e que a ensinou sobre respeito. Ela afirmou que essa pessoa tem sido seu apoio “100%” neste momento.

A atriz também relembrou o trágico falecimento de seu irmão, quando ela tinha 20 anos: “Quando eu era muito pequena, meu irmão morreu em um acidente de Natal, e sempre senti um ressentimento em relação aos seres humanos de todos os espectros, porque me parece que os seres humanos são algo deplorável, mas também algo no qual tenho uma esperança incrível”.

Ela também revelou que sempre enfrentou ódio por ser trans e, certa vez, foi atacada no México por ser espanhola, com pessoas a chamando de “mulher espanhola que veio de novo roubar o ouro deles”.

Entre lágrimas, ela disse: “Eu não parei de receber ódio, ameaças de morte, insultos, abusos. Eu não vi ninguém sair em qualquer mídia, em qualquer espaço, em qualquer lugar, levantando a mão por mim e dizendo: ‘Ei, o que está acontecendo com essa pessoa que vocês estão massacrando?’ E ninguém, ninguém levantou um dedo por mudança”.

Quando questionada sobre um tweet polêmico no qual chamou George Floyd, assassinado por policiais em 2020, de “viciado em drogas e um vigarista”, Gascón confirmou que escreveu o post e afirmou que, na época, via as redes sociais “infelizmente mais como um diário”, cheio de “reflexões” em vez de algo que pudesse influenciar os outros.

Ela ainda acrescentou que o tweet foi escrito em tom de “ironia, sarcasmo e, às vezes, exagero”, e usou um recurso de “falar em terceira pessoa” para expressar algo negativo.

Gascón enfatizou que, “obviamente”, é uma apoiadora do movimento Black Lives Matter e que escreveu o tweet para apontar os comentários racistas de outros.

A atriz também reconheceu que seu tweet sobre o Oscar de 2021, onde chamou as vitórias de Daniel Kaluuya e Yuh-Jung Youn de “festival afro-coreano”, foi “estupidez” e afirmou que “certamente eles mereceram esses prêmios por todo o trabalho deles, e não pelo que são”.

Sobre um outro tweet, onde comparou a guerra contra Hitler à forma como a representação de negros e mulheres é abordada, Gascón explicou que usava a “terceira pessoa” para se referir a uma visão extremista, como se fosse uma nazista.

Ela acrescentou que, com seus tweets sobre Floyd, muçulmanos e Hitler, “parece que essa é uma pessoa terrível e má, quando precisamente estou tentando refletir o oposto”.

Gascón também desmentiu um tweet que circulou, no qual ela parecia chamar sua colega de elenco Selena Gomez de “rata rica”.

Ela afirmou que a acusação era falsa e que nunca havia feito tal comentário. “Eu disse: ‘Bem, o que fiz na minha vida? O que fiz — se não matei uma mosca, que, quando vou a lugares e vejo uma aranha em minha casa, eu coloco em um copo para não matá-la e a levo para a rua?’”, disse entre lágrimas, expressando que a resposta à controvérsia a fez sentir como se tivesse cometido um “crime.”

Gascón acrescentou que não tem “nada a esconder” e que sua “consciência está limpa”.

“Se o mundo inteiro acha que sou uma pessoa tão má que tenho que voltar para minha casa, então vou para casa com minha família, meus gatos e as pessoas que me amam, e vou continuar minha vida como sempre fiz. Nunca me faltou um prato de sopa porque fiz as coisas de maneira honesta, sem machucar ninguém neste mundo”, afirmou.

Quando perguntada se acredita que o “orgulho” teve algum papel em tudo isso, Gascón respondeu:

“Quando você vem de um lugar onde tem que se defender constantemente… é realmente feio se acostumar a receber violência, e a ser capaz de lutar e viver em um mundo onde você é ameaçado de morte constantemente, às vezes você tem que se elevar acima disso para que não te afundem. Porque se eu fosse um tipo diferente de pessoa, talvez, que tivesse deixado isso passar e não tivesse essa capacidade, com certeza já teria tirado minha vida diante de tudo o que aconteceu comigo”, afirmou.

Gascón concluiu a entrevista pedindo desculpas à sua filha por ela ter que lidar com a controvérsia em vez de celebrar, e acrescentou que está ciente de que suas palavras “vão ser distorcidas para o que [os outros] gostam ou desejam”.

“Isso é óbvio, e eles vão tirar as conclusões que cada um quiser tirar, mas como eu te disse antes, sou responsável apenas pelo que meu coração sente”, concluiu.

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Vale lembrar que, recentemente, o diretor francês Jacques Audiard, que comandou ‘Emilia Pérez‘, também causou polêmica ao afirmar que “o espanhol é uma língua de países modestos, de países em desenvolvimento, dos pobres e migrantes”.

Mesmo em meio as polêmicas, ‘Emilia Pérez’ conquistou treze indicações ao Oscar, incluindo uma indicação de melhor atriz para a espanhola Karla Sofía Gascón.

Segundo a Variety, a estrela e à primeira atriz abertamente transgênero a ser indicada ao Oscar.

Este não é o primeiro aceno histórico de Gascón nesta temporada de premiações: ela se tornou a primeira mulher transgênero a ganhar o prêmio de melhor atriz no Festival de Cinema de Cannes, além de ser a primeira mulher trans indicada para atuação no Globo de Ouro.

Lembrando que o Oscar já premiou diversos atores cisgêneros por retratar personagens transgêneros em ocasiões anteriores, incluindo Jared Leto por Clube de Compras Dallas e Hilary Swank por ‘Boys Don’t Cry’. Eddie Redmayne também ganhou uma indicação por A Garota Dinamarquesa’.

Os vencedores serão revelados no dia 02 de março.

“Em Emília Perez, ambientado no México, acompanhamos a história de Rita (interpretada por Zoe Saldana), uma advogada excepcional cujo talento é subutilizado em uma firma de baixa qualidade. Em vez de buscar a justiça, a firma encobre crimes. Um dia, surge uma proposta irrecusável para Rita: ajudar Juan Del Monte, o temido chefe do cartel, a se aposentar de seu negócio e desaparecer para sempre”.

O filme é dirigido por Jacques Audiard, conhecido porO Profeta, com roteiro também de Jacques Audiard (Paris, 13º Distrito).

‘Horizon’: Kevin Costner fala sobre sucesso do filme na Netflix nos EUA

O ator Kevin Costner comentou recentemente sobre o sucesso de Horizon: An American Saga – Chapter 1’ nas plataformas de streaming, seis meses após o lançamento inicial.

De acordo com o Screen Rant, apesar do fracasso nas bilheteiras, com apenas US$ 38,7 milhões arrecadados contra um orçamento de US$ 100 milhões, o filme conquistou um grande sucesso na Netflix, garantindo uma vaga no Top 10 da plataforma nos EUA na primeira semana.

“Acho interessante que o filme saiu há seis meses e as pessoas ainda o estão encontrando, com pouco impulso de qualquer lugar. Ele está por aí, figurando entre os maiores filmes do ano e sendo transmitido mais do que outros. Isso me diz que as pessoas querem ir a lugares em seus corações e suas mentes…”, afirmou Costner em uma entrevista ao Decider.

O ator também destacou um aspecto importante de sua obra: “Este western americano, especificamente, tem mulheres nele. Quando começamos a escrevê-lo, as mulheres dominaram minha história. Não há Oeste sem mulheres. Mas elas muitas vezes foram arrastadas para lá contra sua vontade, e tiveram que viver com medo, na sujeira e tudo mais, tentando manter suas famílias limpas”, completou.

Vale lembrar que, após o desempenho abaixo das expectativas de Horizon: An American Saga – Chapter 1’, que arrecadou apenas US$ 34 milhões nas bilheteiras, a saga corre o risco de ser cancelada.

O primeiro filme, dirigido por Kevin Costner, foi desenvolvido originalmente como a “primeira parte de uma saga de quatro filmes”.

Com orçamento estimado em US$ 100 milhões – e parcialmente bancado pelo bolso do próprio Kevin Costner –, o longa arrecadou apenas US$ 11 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Além disso, o filme também dividiu a opinião dos críticos, conquistando apenas 48% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral parabeniza a ambição do projeto, mas aponta que o primeiro capítulo da saga é muito difuso para manter uma experiência cinematográfica satisfatória.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Horizon’ acompanha a história de diversos personagens durante e após a Guerra Civil Americana, enquanto eles lutam para sobreviver e construir uma vida no Oeste Selvagem.

Ao lado de Kevin Costner, um elenco de peso dá vida aos personagens: Sienna Miller, Jena Malone, Isabelle Fuhrman, Abbey Lee e Ella Hunt.

‘Guardiões da Galáxia 4’: Dave Bautista revela CONDIÇÃO para reprisar papel de Drax

O ator Dave Bautista revelou recentemente sua condição para voltar a interpretar Drax, membro dos Guardiões da Galáxia, no Universo Cinematográfico da Marvel.

Durante uma entrevista ao ComicBook, Bautista explicou que só retornaria ao papel caso James Gunn estivesse envolvido no projeto.

“Drax está completamente fechado para mim. A menos que o James Gunn me ligasse e perguntasse se eu faria algo como Drax novamente, eu simplesmente não estaria interessado”, afirmou Bautista. “Se o James me ligasse, o que obviamente não vai acontecer. Ele está bem, seguiu um caminho diferente”.

Vale lembrar que James Gunn atualmente é CEO da DC Studios.

No entanto, Bautista ressaltou que está aberto à possibilidade de interpretar outro personagem.

“Mas eu quero estar nesse mundo, sou fã desse universo, sou fã de quadrinhos”, disse Bautista. Marvel, DC, eu só quero estar nele. Deixei isso claro para o James, deixei claro para os irmãos Russo. Pessoalmente, conversei com eles, com todos eles, e disse: ‘Não me descartem. Se houver um personagem que eu seria ideal e que vocês querem que eu interprete, cara, eu estaria totalmente aberto para isso’. O personagem Drax cumpriu seu ciclo”.

Lembrando que Guardiões da Galáxia Vol. 3’ está disponível no Disney+.

Relembre o trailer:

Crítica | ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ é um sólido e EMOTIVO encerramento da trilogia de James Gunn

Nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O filme conta com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter no elenco.

Vale lembrar que ‘Guardiões da Galáxia 3‘ arrecadou US$ 838.8 milhões nas bilheterias mundiais, consolidando-se como um dos grandes sucessos de 2023.

‘Mickey 17’: Robert Pattinson e Bong Joon-ho revelam detalhes sobre o longa

O ator Robert Pattinson e o cineasta Bong Joon-ho recentemente falaram sobre ‘Mickey 17’, a adaptação da obra de Edward Ashton.

Durante uma entrevista a VarietyPattinson comentou sobre os desafios de interpretar papéis duplos como Mickey 17 e 18, afirmando: “Você basicamente faz o mesmo que faria na frente de uma tela verde… Você imagina o outro personagem ali, mas no final, só espera ter feito certo”.

Já o diretor Bong destacou qual o foco da trama: “É um filme de ficção científica com planetas e criaturas alienígenas, mas a única coisa realmente nova para mim foi a história de amor entre Mickey e Nasha, entre Rob e Naomi. Esse foi o maior desafio novo para mim neste filme”.

Bong também destacou o trabalho de Pattinson: “Rob interpreta Mickey 17 e 18, e especialmente no caso do 18, a energia explosiva e a loucura nos olhos dele… Eu não consigo nem imitar esses olhos que ele trouxe para sua performance. Foi bastante surpreendente e extremamente memorável”.

Mickey 17′ estreia dia 06 de março nos cinemas.

Na trama, Mickey (Robert Pattinson) faz parte de um programa espacial de colonização e sempre é enviado para missões perigosas, quase suicidas. Se morrer, ele é clonado e boa parte de suas memórias são recuperadas. Mas, após seis mortes, ele começa a entender o porquê de seu cargo nunca ter sido ocupado antes.

O elenco também conta com Steven Yeun, Mark Ruffalo e Toni Collette.

‘Branca de Neve’: Como o cancelamento AFETOU a atriz Rachel Zegler

O primeiro trailer do live-action de ‘Branca de Neve‘, estrelado por Rachel Zegler no papel principal e Gal Gadot como a Rainha Má, atraiu uma chuva de hate.

O trailer atingiu uma marca negativa de 1 milhão de “dislikes” no Youtube, contra apenas 81 mil “curtidas”, antes da Disney desativar o discutir.

Rachel Zegler desabafou sobre seu cancelamento após ser escalada para o papel após muitos fãs expressaram o descontentamento com a escolha da atriz, especialmente após ela afirmar que o filme original de 1937 continha ideias ultrapassadas sobre as mulheres e precisava ser atualizado.

A atriz explicou que, inicialmente, tentava lidar com as críticas de forma irônica, mas o assédio se intensificou a ponto de afetar sua saúde mental.

“Onde eu queria, de uma forma que parecesse uma ironia. Mas chegou a um ponto em que não era mais engraçado e eu realmente me odiava por algo que outras pessoas estavam me dizendo sobre mim. Mas minha capacidade de me recuperar disso e ainda ser apaixonada pelo trabalho que fiz para aquele projeto é algo que admiro em mim mesma”, declarou.

Em entrevista à Cosmopolitan, ela revelou ter sido alvo de ataques e cancelamentos por conta de sua escolha para o papel.

“Por ser parda. Por ter pele parda. Por interpretar a Branca de Neve. Houve muito assédio de um certo grupo de pessoas — elas apareciam no meu apartamento gritando palavras de baixo calão”, relatou Zegler.

Zegler também refletiu sobre a idealização das celebridades na era do streaming:

“É uma idolatrização, em vez de uma humanização, que nos priva da capacidade de cometer erros e de ter controle sobre nossa própria narrativa. Entrei nesta indústria durante a era do streaming. Então, todos que não vão ao cinema te veem nas telas de casa e pensam que te conhecem porque passam tempo com você no sofá todos os dias”.

Ela continuou:

“Eu chego no set, vou e faço meu trabalho, mas é aí que o trabalho termina. Eu não preciso manter a aparência de ser uma “ingênua” quando estou na rua todos os dias”.

Por fim, ela concluiu:

“Não sei se você já teve essa experiência em que as pessoas esperam que você esteja disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, e querem conversar. Como já tive reações negativas do público em algumas ocasiões, não sei o que as pessoas estão pensando quando apontam para mim no metrô. Se estou passando pela pizzaria em uma determinada rua, não quero ser encarada, porque isso não é realmente o trabalho. Você sabe o que quero dizer?”

Você acha que pegaram pesado com a atriz? Comente no tweet abaixo:

A direção fica por conta de Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’).

O filme tem estreia marcada para o dia 21 de março de 2025.

Confira o trailer, o cartaz oficial e siga o CinePOP no Youtube:

Pôster do filme Branca de Neve com personagens e castelo
branca de neve 427×640

‘Com Carinho, Kitty’ é RENOVADA para a 3ª temporada!

Através das redes sociais, a Netflix revelou que ‘Com Carinho, Kitty’, série derivada de Para Todos os Garotos que Já Amei, foi oficialmente renovada para a 3ª temporada.

As boas novas vieram acompanhadas de um primeiro vídeo promocional.

Confira:

Lembrando que os dois primeiros ciclos já estão disponíveis na plataforma de streaming.

A série acompanha a adolescente – uma autodeclarada expert no amor – que acaba viajando para fora do país para reencontrar o seu amado. No entanto, quando ela se muda para o outro lado do mundo para se reunir com seu namorado de longa distância, ela logo perceberá que os relacionamentos são muito mais complicados quando o seu próprio coração está em jogo.

Jenny Han, autora da saga literária que inspirou os filmes, entra como co-showrunner ao lado de Sacha Rothchild, cujos créditos profissionais incluem as séries ‘GLOW‘ e ‘O Clube das Babás‘.

Anna CathcartChoi Min-youngAnthony KeyvanGia KimSang Heon LeePeter ThurnwaldRegan Aliya estrelam.

‘The White Lotus’: 3ª temporada ganha teaser INÉDITO; Confira!

A 3ª temporada da aclamada série ‘The White Lotus‘ chega muito em breve ao catálogo da Max – e acabou de ganhar um teaser inédito.

Confira:

No Rotten Tomatoes, o novo ciclo abriu com espetacular 95% de aprovação – tendo a maior porcentagem da série até agora (contra 90% de aprovação na 1ª temporada e 94% de aprovação na 2ª).

Segundo o consenso geral, “mais sombria e paciente com sua narrativa do que as temporadas anteriores, ao mesmo tempo em que ostenta um novo conjunto excelente cheio de performances ácidas, a terceira temporada de The White Lotus oferece uma trégua espiritual que abala a alma”.

Confira os principais comentários:

“No seu melhor, é um retrato incisivo de classe, riqueza, poder e o vaivém entre as aparências e a realidade” – The Daily Beast.

“Mais uma vez apoiado por cenários lindos, escrita excelente e um elenco de estrelas, Mike White reafirma o status de The White Lotus como um dos melhores programas da televisão” – The Gate.

“Os primeiros seis episódios são indicativos de grandeza, um retorno à forma que faz a série alcançar novos patamares, buscar novos níveis de estranheza e voltar a ser o programa mais quente da televisão” – AwardsWatch.

“Essa temporada é sombria, distorcida e extremamente desconfortável de assistir (mas no bom sentido). O novo elenco se encaixa perfeitamente neste mundo, mas Jennifer Coolidge faz falta” – Mama’s Geeky.

“Um novo capítulo grandioso, o festival de miséria de White aproveita os pontos fortes de seus antecessores, ao mesmo tempo que mantém as coisas novas e interessantes” – Empire Magazine.

Lembrando que o próximo ciclo está programado para estrear neste próximo domingo, 16 de fevereiro.

Ambientada na Tailândia, a terceira temporada focará em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.

O elenco contará com Walton Goggins, Carrie Coon, Leslie Bibb, Michelle Monaghan, Parker Posey e Lisa, além do retorno de Natasha Rothwell.

“Foi uma ótima busca. Vimos locais absolutamente deslumbrantes por todo Honshu. O showrunner adorou tudo, e eu estava confiante de que tinha tudo sob controle”, disse a produtora Georgina Pope.

“O governo tailandês acabara de anunciar uma renovação e melhoria em seu sistema de incentivos para filmes. Um reembolso de 30 por cento. Para o projeto deles, isso significava sozinho US$ 4,4 milhões. Todos olharam para mim com simpatia. Na época, no Japão, não tínhamos nenhum incentivo em vigor. Eu não pude responder com uma resposta concreta. Tudo o que pude ouvir foi o som de um projeto de US$ 35 milhões voando pela janela.”

Crítica | ‘Seu Amigão da Vizinhança: Homem-Aranha’ chega à reta final de forma inconstante

Lançada em 29 de janeiro, a primeira temporada da série animada Seu Amigão da Vizinhança: Homem-Aranha está se encaminhando para o fim. Com um calendário de lançamento especial, a primeira semana trouxe dois episódios, enquanto essas duas últimas vieram com três episódios, cada. Os dois capítulos finais chegarão ao Disney+ na próxima quarta-feira (19).

Apesar de ter um início avassalador, com uma boa introdução dessa realidade alternativa ao MCU e um resgate da essência do personagem dos quadrinhos, esses últimos seis capítulos apresentaram uma incômoda variação de qualidade, muito por conta do foco dos episódios. Enquanto houve capítulos espetaculares, outros beiraram o insuportável de tão chatos e desinteressantes.

Enquanto a primeira semana terminou com o equilíbrio perfeito entre Peter Parker e Homem-Aranha, com o menino utilizando um traje improvisado e penando para equilibrar a vida de estudante com a de combatente do crime, tendo uma boa guinada na vida com o apadrinhamento de Norman Osborn, a segunda semana apostou em desenvolver o gancho bombástico do final do segundo episódio.

Com Norman descobrindo a identidade secreta do Homem-Aranha, a segunda semana caiu no mesmo ‘problema’ da introdução do herói no Universo Cinematográfico Marvel. Em vez de deixar que o menino desenvolvesse suas habilidades, descobrindo que grandes poderes trazem grandes responsabilidades, a série colocou novamente a figura de Peter Parker sob influência de um tutor bilionário e influente na sociedade. Essa relação de mestre e aprendiz já era incômoda com Tony Stark, com o Osborn fica ainda mais complexa, porque o cientista é reconhecidamente um controlador.

O protagonista, então, perde muito da própria personalidade ao ser colocado sob controle de Norman Osborn. Ele não está preocupado em ser um grande herói, ele está preocupado em não desapontar seu novo chefe. Essa dinâmica pode agradar a alguns, mas é muito decepcionante, porque se tem algo que o Peter tem, seja nos quadrinhos, jogos ou filmes, é personalidade. Colocá-lo novamente nessa posição de abdicar de certos ideais por conta do estágio é realmente frustrante.

Mais do que isso, uma grande parte dos episódios da segunda semana foi dedicada a mostrar o garoto testando os novos uniformes produzidos pela Oscorp. Além disso, mesmo não estando no MCU, esse universo é similar em alguns pontos. Então, novamente, vemos os eventos dos Vingadores influenciarem nos caminhos do Homem-Aranha, como Norman Osborn utilizando o herói como barganha com o governo ante o Tratado de Sokovia. Isso poderia ser bem trabalhado, mas é meramente mencionado.

Porém, há de se ressaltar que os momentos dedicados a desenvolver a relação de amizade com Harry Osborn e a crise com Nico Minoru são excelentes. E isso reflete diretamente na crescente que os episódios entram na terceira semana. Paralelamente ao Peter, a jornada de Lonnie Lincoln para se transformar no supervilão Lápide vem sendo trabalhada de forma muito eficaz e interessante.

De forma geral, as duas primeiras semanas pecam muito na abordagem do Homem-Aranha, mas acertam nos breves momentos dedicados a trabalhar o núcleo do Peter Parker. E eles corrigem isso na terceira semana, que traz um equilíbrio um pouco maior, tendo um episódio quase que 80% dedicado a essas relações de confiança e crises de amizade adolescente entre o trio principal.

Quanto ao Homem-Aranha, Peter consegue partir mais para a ação, enfrentando vilões clássicos e encontrando heróis consagrados. O confronto com o Demolidor é incrível, e só não é melhor porque o estilo de animação investe em uma movimentação mais vagarosa, que reduz muito o impacto das cenas de ação. Há também um embate espetacular contra o Escorpião, que encontra nesta série sua adaptação mais violenta até hoje. É um duelo realmente de alto nível e com muitas surpresas.

Com apenas dois episódios para o fim, Seu Amigão da Vizinhança: Homem-Aranha entra nesta reta final no ponto mais alto da série. No entanto, esse retrospecto inconstante da segunda semana ainda segue como um incômodo. Esses dois capítulos finais serão decisivos para definir se a série poderá ser considerada um sucesso ou se ficará aquém de seu potencial, dando aquela sensação de frustração. Vamos ver o que vem por aí. A expectativa é boa, já que o traje clássico do herói enfim fez sua estreia.

Os últimos episódios de Seu Amigão da Vizinhança: Homem-Aranha chegam ao Disney+ em 19 de fevereiro de 2025.

Capitão América: Admirável Mundo Novo

(Captain America: Brave New World)

 

Elenco:

Anthony Mackie
Harrison Ford
Tim Blake Nelson
Danny Ramirez

 

Direção:  Julius Onah

Gênero: Ação

Duração: 135 min.

Distribuidora: Marvel

Orçamento: US$ 220 milhões

Estreia: 13 de Fevereiro de 2025

Sinopse: 

CAPITÃO AMÉRICA: ADMIRÁVEL MUNDO NOVO se passa após a eleição de Thaddeus Ross como presidente dos Estados Unidos. Sam Wilson se encontra no meio de um incidente internacional e deve trabalhar para deter os verdadeiros cérebros por trás dele.

Crítica: 

Crítica | ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ é um filme morno, mas de entretenimento honesto

Crítica 2 | Com uma história esquecível, ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ não justifica a própria existência

 

Crítica em Vídeo: 

Entrevistas: 

Curiosidades: 

» A Marvel Studios ANTECIPOU ‘Deadpool 3‘ de 8 de novembro de 2024 para 3 de maio de 2024, mas adiou seus próximos filmes. ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ foi transferido de 3 de maio de 2024 para 26 de agosto de 2024, o que, por sua vez, está atrasando ‘Thunderbolts‘ para 20 de dezembro de 2024. ‘Blade‘ foi para 14 de fevereiro de 2025 e ‘Quarteto Fantástico‘ mudou para 2 de maio de 2025.

» O longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘;

» A atriz Shira Haas (‘Nada Ortodoxa’) foi escalada como a mutante Sabra;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

capitão américa

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capitão américa admirável novo mundo
capitão américa admirável novo mundo

Crítica | ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ é um filme morno, mas de entretenimento honesto

Faz seis anos que Steve Rogers (Chris Evans) voltou no tempo e decidiu viver sua merecida vida como civil, deixando o escudo e o manto do Capitão América para Sam Wilson (Anthony Mackie). Nesse espaço de tempo, o que parecia ser uma despedida digna de um ícone das telonas e o nascimento do novo símbolo que lideraria essa nova fase do Universo Cinematográfico Marvel acabou se perdendo diante de fatores completamente improváveis, como a pandemia de Covid-19 e o desinteresse crescente dos fãs de filmes com super-heróis por essas produções, muito por conta do bombardeio de produções que a própria Marvel promoveu em seu universo.

Esse intervalo abriu uma crise sem precedentes no Marvel Studios, que viu suas críticas sempre positivas descambarem para longas decepcionantes e sofrerem com campanhas de ódio antes mesmo dos filmes estrearem, como ocorreu com Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis (2021), que foi boicotado na China por conta de posicionamento do protagonista em relação ao regime da República Popular, assim como As Marvels (2023), que já nasceu fadado ao fracasso com fake news, atrasos e uma forte antipatia do público pela protagonista. Além disso, a grande quantidade de séries lançadas no streaming reduziram o interesse do grande público, que deixou de acompanhar o desenvolvimento do MCU de forma tão fervorosa quanto nas primeiras fases deste universo compartilhado.

captain america: brave new world

Pois bem, tendo de enfrentar fracassos pela primeira vez desde 2008, quando lançou O Incrível Hulk, a Marvel redefiniu seu calendário de lançamentos, deixou apenas Deadpool & Wolverine para estrear nas telonas em 2024, o que resgatou o interesse do público por assistir produções da casa novamente. Com esse ‘intervalo’, o estúdio chega a 2025 com três filmes de cinema por vir, cabendo a Capitão América: Admirável Mundo Novo abrir o calendário. Era uma aposta segura, com título forte e dando prosseguimento a uma das séries de maior sucesso do estúdio: Falcão e o Soldado Invernal (2021). Porém, o filme novamente já chega aos cinemas com uma campanha de ódio promovida por pessoas que sequer assistiram o longa e usam de notícias falsas de supostos insiders para vender a ideia de que o projeto teve bastidores caóticos, com demissão de diretor – que não aconteceu – e uma suposta refilmagem de 50% do filme, o que jamais foi comprovado.

Diante dessa campanha negativa, muitos sequer querem dar uma chance para o longa, já achando que será uma bomba. No entanto, o filme passa longe de ser essa tragédia anunciada por portais do exterior. A trama dá prosseguimento aos eventos de Falcão e o Soldado Invernal, já em uma realidade na qual Sam Wilson é inquestionavelmente o Capitão América. Ele não perde tempo tentando se provar para as pessoas, porque todos sabem que ele é o ‘Caps’ e o respeitam como tal. Nesse meio tempo, os EUA elegeram o General Ross (Harrison Ford) como presidente do país, trazendo mais conservadorismo para a Casa Branca. O antigo rival dos Vingadores, porém, entende que sua visão sobre os heróis, intensificada em Capitão América: Guerra Civil (2016), se provou errada. Então, ele convida Sam para trabalhar junto a ele em uma reconstrução dos Vingadores. O problema é que ele sofre um atentado que é atribuído a Isaiah Bradley (Carl Lumbly), o ‘Capitão apagado da história’, que foi apadrinhado por Sam durante a série de 2021. Ele é mandado para a prisão, mas o Capitão América não se convence de um possível surto, dando início a uma investigação que o leva a uma trama conspiratória envolvendo velhos conhecidos do presidente dos EUA.

Vale destacar que o filme é uma típica aventura do Capitão América. Quem já pegou um gibi regular do herói, naquelas revistinhas que não integram grandes sagas e estão nas bancas apenas por conta do compromisso mensal de lançamento, vai sentir a mesma sensação da leitura. Dito isso, por mais que o longa flerte com o thriller político em certos momentos, ele nunca se desenvolve nesse molde. Ele é essencialmente uma aventura voltada para dois heróis, cujas habilidades incluem voar e bater. Sabendo disso, o filme não tenta ir além, criando uma trama ridiculamente simples, mas eficaz.

Entretanto, diante dos coadjuvantes e do núcleo que permeia Sam Wilson, o longa parece mais uma sequência de O Incrível Hulk do que dos filmes do Capitão América. O filme retoma várias pontas soltas da aventura de 2008 e as conclui de forma satisfatória. O ponto aqui é que muitos fãs não faziam questão de revisitar esse núcleo, ainda mais em uma aventura do Capitão América, que tem seus personagens, como a Sociedade da Serpente, reduzidos a meras participações sem relevância. Neste ponto, a série do Falcão lidou melhor com a construção de vilões e coadjuvantes que dialogassem melhor com o protagonista.

Ao fim do filme, de todos os personagens abordados, fica a sensação de que o público só deveria se importar mesmo com o Capitão América e o novo Falcão. É a única relação efetivamente desenvolvida no entorno do herói, e isso se deve muito à química de Anthony Mackie e Danny Ramírez, que parece amigos de longa data. Com essa relação de amizade entre mestre e aprendiz, eles desenvolvem esse núcleo do Capitão América de forma competente e divertida.

Também há muita química entre Mackie e o lendário Harrison Ford. O carrancudo mais amado de Hollywood assume o papel de Presidente Ross, substituindo o falecido William Hurt. E essa provavelmente foi a primeira vez que o personagem conseguiu extrair sentimentos não-odiosos do público. Em sua nova empreitada, agora na política, Ross tenta ser mais diplomático e aberto a ideias. Acima de tudo, ele quer provar para a filha que é um homem mudado, deixando que sua obsessão por prender o Hulk e os outros heróis desse espaço a sentimentos mais importantes. Sua relação com Sam é interessante, porque envolve uma clara briga de egos. O entendimento de Mackie e Ford em cena é fundamental para o desenrolar da trama, segurando o interesse do público em momentos de menor inspiração narrativa, por assim dizer.

Outra grande preocupação criada no público, e aí a culpa recai sobre os próprios trailers, era quanto o uso de CGI no filme. As versões divulgadas oficialmente não estavam finalizadas e traziam cenários incomodamente artificiais. O resulto final está bem melhor do que aquilo prometido nos trailers, com um melhor acabamento nos efeitos visuais, ficando dentro dos padrões recentes de CGI de Hollywood. O problema mesmo é o uso de cores pastéis e da baixa saturação, que dão um resultado esteticamente feio, pouco inspirado. A batalha final é tão opaca que parece ter saído diretamente de Wicked. É meio decepcionante, porque é um filme que traz alguns bons elementos dos quadrinhos, então poderia trabalhar um pouco melhor essa coloração dos cenários e contrastes visuais.

Falando sobre essa inspiração dos quadrinhos, os fãs do Hulk vão sentir um alívio. Após a Marvel apostar no Professor Hulk, a versão grosseirona e irracional deixou saudades nos apaixonados pelo monstrão. O Hulk Vermelho de Harrison Ford vem para ocupar esse espaço, causando uma destruição gigantesca e utilizado golpes de luta icônicos do Hulk das HQs. O mesmo se aplica ao Capitão América, que combina o lançamento do escudo com suas asas de vibranium, criando combos visualmente interessantes e bem cartunescos. É muito legal de ver Sam Wilson lutando com o novo traje.

Por fim, é uma pena que dois atores de altíssimo calibre tenham sido desperdiçados em papéis menores. Tim Blake Nelson, que interpreta o Líder, não tinha muito o que fazer. Ele foi escalado para o papel em 2008 e apenas retornou para continuar a desenvolvê-lo em tela. Mesmo sem ter muito o que fazer, ele segue com uma boa presença e até chega a ser ameaçador em alguns momentos, mas merecia um destaque muito maior. O mesmo acontece com Giancarlo Esposito, que interpreta o mercenário líder da Sociedade da Serpente. Não que ele esteja mal no papel, mas a verdade é que é um vilão tão genérico que poderia ser interpretado por qualquer um. Gastar um ator desse calibre em um personagem assim é extremamente frustrante.

No fim das contas, o grande problema do filme é essa falta de foco. Ao mesmo tempo que há uma trama do Capitão América, o universo do Hulk toma conta de tempo demais de tela, o que surpreendentemente acaba diminuindo a sensação de urgência, de ameaça. Porque por mais que haja um vilão maligno ali, todos sabem que o clímax será a luta contra o Hulk Vermelho, e como o Capitão será parte central dos próximos filmes dos Vingadores, todos sabem que não vai acontecer nada de ruim para o herói. É engraçado lembrar que o próprio Steve Rogers sofreu com isso em seu primeiro filme. Ele foi o último longa antes de Os Vingadores (2012), então Capitão América: O Primeiro Vingador (2011) também teve de lidar com essa redução da sensação de urgência, só encontrando o ‘tom certo’ no segundo capítulo da saga.

Mesmo com tanto pontos conflitantes, Capitão América: Admirável Mundo Novo passa longe de ser um filme ruim, um fracasso ou uma bomba, como muitos previam antes do lançamento. É uma aventura bastante honesta, que consegue entreter de forma eficaz. Também passa longe de ser um excelente filme, bom dizer. É um típico entretenimento ao estilo Sessão da Tarde, que certamente passará a ser mais valorizado quando estiver sendo exibido na TV aberta daqui a uns dois anos. Vale a pena ser visto com um saco de pipocas, doces superfaturados e um copão de refrigerante. Um entretenimento despretensioso que consegue agradar mesmo sem ousar ou trazer algum diferencial.

Bridget Jones: Louca Pelo Garoto

(Bridget Jones: Mad About the Boy)

 

Elenco:

Renée Zellweger
Hugh Grant
Leo Woodall
Emma Thompson

 

Direção: Michael Morris

Gênero: Comédia

Duração: 124 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 13 de Fevereiro de 2025

Sinopse: 

O novo filme será baseado no terceiro livro da série de Helen Fielding. BRIDGET JONES: LOUCA PELO GAROTO acompanha Bridget em seus primeiros cinquenta anos, enfrentando os desafios da vida moderna e conciliando as responsabilidades da maternidade.

Pressionada a forjar um novo caminho em direção à vida e ao amor, Bridget volta ao trabalho e até experimenta aplicativos de namoro, e logo se torna a ‘favorita’ de um homem mais jovem, sonhador e entusiasmado. Agora entre os malabarismos com trabalho, casa e romance, Bridget ainda tem que lidar com o julgamento das mães perfeitas na escola, se preocupar com Billy ainda em luto pela ausência de seu pai e se envolver em uma série de estranhos contatos com o racional professor de ciências de seu filho.

Crítica: 

Crítica | ‘Bridget Jones: Louca Pelo Garoto’ é como REVER uma amiga antiga

Curiosidades: 

» Colin Firth não retorna para o novo filme;

» Renée Zellweger ficou ARRASADA que Colin Firth não volta em ‘Bridget Jones: Louca Pelo Garoto’

» Tim Bevan e Eric Fellner, produtores de todos os filmes da saga, estão de volta para assumir a produção, desta vez ao lado de Jo Wallett, conhecida por seu trabalho em ‘Catarina, a Menina Chamada Passarinha‘;

» O primeiro filme, ‘O Diário de Bridget Jones‘, arrecadou US$ 282 milhões e rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz à Renée Zellweger. A sequência lançada em 2004, ‘Bridget Jones: No Limite da Razão‘, conquistou US$ 265.1 milhões nas bilheterias, enquanto ‘O Bebê de Bridget Jones‘, lançado em 2016, arrecadou US$ 212 milhões;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Foto: The Grosby Group

Crítica | ‘Bridget Jones: Louca Pelo Garoto’ é como REVER uma amiga antiga

Ela está de volta! Uma das personagens queridinhas do início do milênio, a britânica Bridget Jones dialogou com a mulher urbana e cosmopolita no início do século abordando temas relevantes à época e ao universo feminil e que mais tarde seriam falados mais abertamente pela sociedade, tais como a gordofobia e o orgulho do próprio corpo, a autossuficiência emocional e, também, responsabilidade emocional. Entre uma paixonite e um coração partido, as décadas se passaram e essa personagem literária extrapolou as páginas dos livros de Helen Fielding e ganhou três filmes para chamar de seu. Agora, vinte e quatro anos após a primeira adaptação, chega aos cinemas hoje o mais novo capítulo dessa história: a comédia românticaBridget Jones: Louca Pelo Garoto’.

Depois de ter encontrado seu final feliz com Darcy (Colin Firth), hoje Bridget Jones (Renée Zellweger) é uma viúva, mãe de dois filhos pequenos e que tenta equilibrar uma rotina que inclui as agendas de ambas as crianças, deixando sua própria vida pessoal de lado. Quando sua ginecologista Dr. Rawlings (Emma Thompson) sugere que ela volte ao trabalho, e seus amigos sugerem que ela entre em um app de relacionamentos, Bridget decide fazer tudo isso, na tentativa de retomar sua vida quatro anos após o trágico acidente que levou seu marido. Assim, tentando acompanhar a vida escolar de seus filhos com a chegada de um novo professor, Mr. Wallaker (Chiwetel Ejiofor), e entender como será sua nova vida amorosa quando conhece o jovem Roxster (Leo Woodall).

Para quem leu e viu todos os outros filmes, ‘Bridget Jones: Louca Pelo Garoto’ tem o mesmo formato ao qual já estamos acostumados (e esperamos) ver: nossa protagonista enrolada, com crises de autoestima, dividida entre dois boys extremamente opostos que fazem ela se sentir insegura e corajosa ao mesmo tempo. Ainda temos, claro, a participação dos queridos Darcy e de Daniel (Hugh Grant), cada um a sua forma, mostrando não só a passagem de tempo, mas, acima de tudo, a maturidade e a serenidade que vem a todos justamente por causa dessa passagem de tempo.

Atentos às questões atuais da mulher moderna, o roteiro (baseado no livro homônimo) constrói situações com as quais o público feminino facilmente irá se relacionar, seja com relação à maternidade, à necessidade de se relacionar, depois de um tempo, com alguém novo ou sobre voltar à ativa num mercado de trabalho competitivo. Nessa jornada, a protagonista atrapalhada recupera alguns cacos que a fizeram famosa, como seu jeito sempre positivo de ver as coisas ou de acabar falando demais quando está nervosa. Às vezes, entretanto, não dá para entender algumas escolhas, como a manutenção da protagonista sempre descabelada, mesmo quando ela dá a volta por cima. Ainda assim, o diretor Michael Morris faz um bom trabalho em captar a essência da saga com um elenco que segue entrosado e disposto a entender e entregar o que seu público quer.

Voltar ao universo de Jones é como rever uma amiga a quem viemos acompanhando nos últimos vinte e cinco anos, de quem sabemos tudo a respeito e que dá gosto de reencontrar e ver bem, apesar de tudo que enfrentou. Divertido e leve, ‘Bridget Jones: Louca Pelo Garoto’ retrata os desafios da mulher contemporânea em uma história com a qual a mulher cosmopolita vai se identificar.