‘O Brutalista’, que venceu o Leão de Prata no Festival de Veneza em 2024 e é um dos principais concorrentes ao Oscar 2025, fez bonito no anúncio de indicados à próxima edição do Oscar.
O filme concorre em dez categorias, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator para Adrien Brody, Melhor Atriz Coadjuvante para Felicity Jones e Melhor Ator Coadjuvante para Guy Pearce.
Os vencedores serão revelados no dia 02 de março.
A produção obteve uma impressionante aprovação de 97% no Rotten Tomatoes, com base em 76 análises.
Os críticos elogiaram amplamente o trabalho do diretor Brady Corbet e a performance de Brody.
Confira os principais comentários:
“Embora não alcance totalmente seu ambicioso objetivo, o filme exerce um encantamento peculiar e frequentemente transborda de imaginação”, disse Damon Wise do Deadline.
“É claro que Corbet fez este filme porque deseja que ele tenha um significado importante. Se ele realmente o tiver pode depender do olhar de cada espectador. No geral, ‘O Brutalista’ faz você sentir que está testemunhando a vida de um homem passar diante de seus olhos. Isso já pode ser um significado suficiente”, disse Owen Gleiberman da Variety.
“‘O Brutalista’ pode ter tentado um pouco mais do que consegue administrar, mas é um verdadeiro prazer ver um cineasta se arriscar e, durante a maior parte do filme, acertar um sucesso após o outro”, disse Liam Hess da Vogue.
“Brody raramente esteve tão bem, trazendo uma gravidade notável, além de uma dor que corrói o orgulho de László e seu senso de propósito e destino. É uma atuação magistral; testemunhar o arquiteto sendo tratado como lixo é profundamente devastador”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“Não se trata apenas de que não fazem mais filmes como este — é claro que não! — mas que ninguém se empenha em contar essas narrativas expansivas com um nível tão alto de habilidade, ousadia e vitalidade”, disse David Fear da Rolling Stone.
“É um filme que realmente merece essa amplitude e grandiosidade, uma conquista ambiciosa e impressionante, mesmo que apresente algumas falhas em sua segunda metade”, disse Ross Bonaime da Collider.
“‘O Brutalista’ se revela um marco monumental na história do cinema moderno, que merece ser visto. Além disso, este épico histórico envolvente pode sinalizar o surgimento de um novo autor no cineasta Brady Corbet”, disse Yasmine Kandil da Discussing Film.
“Brody está cru, sincero e imponente em um papel que evoca “O Pianista” de muitas maneiras, com seu corpo magro e rosto anguloso lentamente se transformando em um retrato de desilusão que Corbet exagerará de várias formas trágicas”, disse David Ehrlich do IndieWire.
O filme estreia dia 6 de Fevereiro nos cinemas nacionais, e tem 3 h 35 min de duração.
Quando o visionário arquiteto László Toth (Brody) e sua esposa, Elizabeth (Jones), fogem da Europa pós-guerra para reconstruírem seu legado e testemunham o nascimento da América moderna, suas vidas mudam para sempre por um cliente misterioso e rico.
Essa história de amor nada convencional levará László e Erzsébet para alturas monumentais e depressões devastadoras.
Andrew Lauren e D.J. Gugenheim entram como produtores ao lado de Brian Young, TrevorMatthews e Nick Gordon.
O filme ‘Emilia Pérez’, estrelado por Selena Gomez, Zoe Saldaña, Karla Sofía Gascón e Adriana Paz, se tornou um dos mais elogiados do ano – e continua fazendo bonito temporada de premiações.
Durante o anúncio de indicados ao Oscar 2025, o longa conquistou nada menos que treze indicações – incluindo Melhor Filme, Melhor Direção para Jacques Audiard, Melhor Atriz para Karla Sofía Gascón e Melhor Atriz Coadjuvante para Zoe Saldaña.
Os vencedores serão revelados no dia 02 de março.
No Brasil, o filme será lançado nos cinemas pela Paris Filmes em 06 de fevereiro.
“Em Emília Perez, ambientado no México, acompanhamos a história de Rita (interpretada por Zoe Saldana), uma advogada excepcional cujo talento é subutilizado em uma firma de baixa qualidade. Em vez de buscar a justiça, a firma encobre crimes. Um dia, surge uma proposta irrecusável para Rita: ajudar Juan Del Monte, o temido chefe do cartel, a se aposentar de seu negócio e desaparecer para sempre”.
Durante o anúncio de indicados à 97ª edição do Oscar, o filme conquistou nada menos que oito indicações – incluindo Melhor Filme, Melhor Ator para Ralph Fiennes e Melhor Atriz Coadjuvante para Isabella Rossellini.
Os vencedores serão revelados no dia 02 de março.
Lembrando que ‘Conclave’ chega no Brasil em 23 de janeiro de 2025.
“O filme explora um dos eventos mais secretos e antigos do mundo: a escolha do novo Papa. O Cardeal Lawrence é designado para conduzir esse processo sigiloso após a morte inesperada do querido Papa. Quando os líderes mais poderosos da Igreja Católica se reúnem no Vaticano, trancados juntos nos corredores, Lawrence descobre uma série de segredos profundos deixados pelo Papa falecido, segredos que podem abalar as fundações da Igreja”, revela a sinopse.
A adaptação musical ‘Wicked‘ se tornou uma das produções mais aclamadas do ano – e não ficaria de fora da próxima temporada de premiações.
Durante o anúncio dos indicados ao Oscar 2025, Cynthia Erivo conquistou uma indicação à categoria de Melhor Atriz por seu aclamado trabalho como Elphaba. Além disso, Ariana Grande foi relembrada na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante.
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas revelou hoje (23) os indicados à 97ª edição do Oscar, o prêmio mais cobiçado do ano.
Os vencedores serão revelados no dia 02 de março.
Confira os indicados:
MELHOR FILME Anora O Brutalista Um Completo Desconhecido Conclave Duna: Parte 2 Emilia Pérez Ainda Estou Aqui Nickel Boys A Substância Wicked
MELHOR DIREÇÃO Anora, Sean Baker O Brutalista, Brady Corbet Um CompletoDesconhecido, James Mangold Emilia Pérez, Jacques Audiard A Substância, Coralie Fargeat
MELHOR ATRIZ
Cynthia Erivo, Wicked
Karla Sofía Gascón, Emilia Pérez
Mikey Madison, Anora
Demi Moore, A Substância
Fernanda Torres, Ainda Estou Aqui
MELHOR ATOR
Adrien Brody, O Brutalista
Timothée Chalamet, Um Completo Desconhecido
Colman Domingo, Sing Sing
Ralph Fiennes, Conclave
Sebastian Stan, O Aprendiz
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Monica Barbaro, Um Completo Desconhecido
Ariana Grande, Wicked
Felicity Jones, O Brutalista
Isabella Rossellini, Conclave
Zoe Saldaña, Emilia Pérez
MELHOR ATOR COADJUVANTE
Yura Borisov, Anora
Kieran Culkin, A Verdadeira Dor
Edward Norton, Um Completo Desconhecido
Guy Pearce, O Brutalista
Jeremy Strong, O Aprendiz
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO Um Completo Desconhecido Conclave Emilia Pérez Nickel Boys Sing Sing
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Anora O Brutalista A Verdadeira Dor Setembro 5 A Substância
MELHOR ANIMAÇÃO Flow Divertida Mente 2 Memórias de um Caracol Wallace & Gromit: Avengança</em Robô Selvagem
MELHOR DOCUMENTÁRIO Black Box Diaries No Other Land Porcelain War Soundtrack to a Coup D’Etat Sugarcane
MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM Death by Numbers I Am Ready, Warden Incident Instruments of a Beating Heart The Only Girl in the Orchestra
MELHOR FILME INTERNACIONAL Ainda Estou Aqui The Girl with the Needle Emilia Pérez A Semente da Árvore Sagrada Flow
MELHOR FIGURINO Um Completo Desconhecido Conclave Gladiador II Nosferatu Wicked
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO O Brutalista Conclave Duna: Parte 2 Nosferatu Wicked
MELHOR MONTAGEM Anora O Brutalista Conclave Emilia Pérez Wicked
MELHOR FOTOGRAFIA O Brutalista Duna: Parte 2 Emilia Pérez Maria Callas Nosferatu
MELHORES EFEITOS VISUAIS Alien: Romulus Better Man Duna: Parte 2 Planeta dos Macacos: O Reinado Wicked
MELHOR MAQUIAGEM & CABELO Um Homem Diferente Emilia Pérez Nosferatu A Substância Wicked
MELHOR SOM Um Completo Desconhecido Duna: Parte 2 Emilia Pérez Wicked Robô Selvagem
MELHOR TRILHA SONORA O Brutalista Conclave Emilia Pérez Wicked Robô Selvagem
MELHOR MÚSICA ORIGINAL
“El Mal”, Emilia Pérez
“The Journey”, Batalhão 6888
“Like a Bird”, Sing Sing
“Mi Camino”, Emilia Pérez
“Never Too Late”, Elton John: Never Too Late
MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMADO Beautiful Men In the Shadow of the Cypress Magic Candies Wander to Wonder Yuck!
MELHOR CURTA-METRAGEM EM LIVE-ACTION A Lien Anuja I’m Not a Robot The Last Ranger The Man Who Could Not Remain Silent
‘Ainda Estou Aqui’, dirigido por Walter Salles, continua a aparecer na temporada de premiações – e conquistou uma indicação ao Oscar 2025.
O longa foi relembrado nas categorias de Melhor Filme e Melhor Filme Internacional, enquanto Fernanda Torresfoi indicada na categoria de Melhor Atriz.
Os vencedores serão anunciados no dia 02 de março.
Lembrando que o filme subiu para 91% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 33 avaliações.
Os críticos elogiaram amplamente o filme, destacando a forma humanizada com que retrata os eventos reais, bem como o desempenho notável do diretor Walter Salles e da atriz Fernanda Torres.
“Ainda Estou Aqui é um filme envolvente e profundamente tocante, que revela uma rica camada de emoção. Sem dúvida, é uma das melhores obras de Salles”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“O excelente filme de Walter Salles, baseado em fatos reais — uma vez que ele foi amigo da família Paiva na adolescência — é um tributo profundo e comovente a uma mulher e sua família notáveis”, disse Wendy Ide do Screen International.
“Fazer com que o destino desta casa bem equipada, de classe média alta, remeta ao de um Brasil cada vez mais oprimido pode parecer uma metáfora forçada, mas o empenho de Salles na direção é notável por sua elegância e realismo”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.
“Clássico na forma, mas radical na empatia, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) talvez não precise das seções adicionais que alteram um pouco o ritmo emocional. Mas, por outro lado, esses personagens são tão vívidos que não queremos deixá-los também”, disse Jessica Kiang da Variety.
“Fernanda Torres oferece uma atuação que, sem dúvida, será aclamada como um dos maiores marcos de sua carreira e, provavelmente, a tornará mais reconhecida internacionalmente”, disse Nicholas Bell da IonCinema.
“O respeito que ele demonstra pela família Paiva, com a qual mantém uma relação próxima, comprova que ele foi a escolha certa para este filme”, disse Robert Ruggio do AwardsWatch.
“O relato baseado em fatos de [Walter Salles] sobre a situação dos desaparecidos é compreensivelmente afetado e pode carregar uma certa dose de sentimentalismo. No entanto, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) continua sendo um drama profundo e comovente sobre os desaparecidos da nação”, disse Xan Brooks do The Guardian.
“Vibrante e comovente, com uma performance excepcional de Fernanda Torres no papel de Eunice Paiva, o filme se destaca por nos fazer experimentar a essência da absoluta arbitrariedade”, disse Fernando E. Juan Lima do Otroscines.
“Talvez, se Ainda Estou Aqui fosse apresentado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, a maior parte dos amplos e idealizadores traços desse retrato santificado seriam muito mais aceitáveis”, disse Savina Petkova do The Film Stage.
“Independentemente de qualquer vínculo pessoal com esse período sombrio, os espectadores serão cativados pela história desta família corajosa e, especialmente, pela força de Eunice, tudo graças à atuação de Torres”, disse Ema Sasic do Next Best Picture.
‘Ainda Estou Aqui‘ já foi assistido por mais de 1,9 milhões de espectadores no Brasil – ultrapassando o público do clássico ‘Central do Brasil‘ (1.6M) e se tornando o filme mais popular do diretor em nosso país.
A produção ainda deve superar os números de ‘Minha Irmã e Eu‘ (2.3M).
‘Ainda Estou Aqui‘ se beneficiou da vitória de Fernanda Torres como Melhor Atriz no Globo de Ouro e DOBROU o número de salas nos cinemas do Brasil.
A Sony Pictures do Brasil revelou o número exato ao CinePOP:
• 350 cinemas (de 145) • 400 salas (de 187)
Relatos informam que várias sessões do filme chegaram a lotar essa semana, e ele registrou a maior MÉDIA de público por sessão no fim de semana.
Em sua quarta semana em cartaz, o filme arrecadou mais R$ 1,27 milhão e já soma R$ 66,6 milhões nas bilheterias do Brasil.
Assista ao trailer:
O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.
No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.
A adaptação musical ‘Wicked‘ se tornou uma das produções mais aclamadas do ano – e não ficaria de fora da próxima temporada de premiações.
Durante o anúncio dos indicados ao Oscar 2025, Ariana Grande conquistou uma indicação à categoria de Melhor Atriz Coadjuvante por elogiado trabalho como Glinda.
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anuncia os Indicados Ao Oscar nesta quinta-feira, 23 de janeiro, às 10h30, e você pode assistir AO VIVO aqui.
Assista, com nossos comentários:
A cerimônia do Oscar permanece agendada para domingo, 2 de março, no Dolby Theatre, em Ovation Hollywood.
MELHOR FILME Anora O Brutalista Um Completo Desconhecido Conclave Duna: Parte 2 Emilia Pérez Ainda Estou Aqui Nickel Boys A Substância Wicked
MELHOR DIREÇÃO Anora, Sean Baker O Brutalista, Brady Corbet Um CompletoDesconhecido, James Mangold Emilia Pérez, Jacques Audiard A Substância, Coralie Fargeat
MELHOR ATRIZ
Cynthia Erivo, Wicked
Karla Sofía Gascón, Emilia Pérez
Mikey Madison, Anora
Demi Moore, A Substância
Fernanda Torres, Ainda Estou Aqui
MELHOR ATOR
Adrien Brody, O Brutalista
Timothée Chalamet, Um Completo Desconhecido
Colman Domingo, Sing Sing
Ralph Fiennes, Conclave
Sebastian Stan, O Aprendiz
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Monica Barbaro, Um Completo Desconhecido
Ariana Grande, Wicked
Felicity Jones, O Brutalista
Isabella Rossellini, Conclave
Zoe Saldaña, Emilia Pérez
MELHOR ATOR COADJUVANTE
Yura Borisov, Anora
Kieran Culkin, A Verdadeira Dor
Edward Norton, Um Completo Desconhecido
Guy Pearce, O Brutalista
Jeremy Strong, O Aprendiz
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO Um Completo Desconhecido Conclave Emilia Pérez Nickel Boys Sing Sing
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Anora O Brutalista A Verdadeira Dor Setembro 5 A Substância
MELHOR ANIMAÇÃO Flow Divertida Mente 2 Memórias de um Caracol Wallace & Gromit: Avengança</em Robô Selvagem
MELHOR DOCUMENTÁRIO Black Box Diaries No Other Land Porcelain War Soundtrack to a Coup D’Etat Sugarcane
MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM Death by Numbers I Am Ready, Warden Incident Instruments of a Beating Heart The Only Girl in the Orchestra
MELHOR FILME INTERNACIONAL Ainda Estou Aqui The Girl with the Needle Emilia Pérez A Semente da Árvore Sagrada Flow
MELHOR FIGURINO Um Completo Desconhecido Conclave Gladiador II Nosferatu Wicked
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO O Brutalista Conclave Duna: Parte 2 Nosferatu Wicked
MELHOR MONTAGEM Anora O Brutalista Conclave Emilia Pérez Wicked
MELHOR FOTOGRAFIA O Brutalista Duna: Parte 2 Emilia Pérez Maria Callas Nosferatu
MELHORES EFEITOS VISUAIS Alien: Romulus Better Man Duna: Parte 2 Planeta dos Macacos: O Reinado Wicked
MELHOR MAQUIAGEM & CABELO Um Homem Diferente Emilia Pérez Nosferatu A Substância Wicked
MELHOR SOM Um Completo Desconhecido Duna: Parte 2 Emilia Pérez Wicked Robô Selvagem
MELHOR TRILHA SONORA O Brutalista Conclave Emilia Pérez Wicked Robô Selvagem
MELHOR MÚSICA ORIGINAL
“El Mal”, Emilia Pérez
“The Journey”, Batalhão 6888
“Like a Bird”, Sing Sing
“Mi Camino”, Emilia Pérez
“Never Too Late”, Elton John: Never Too Late
MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMADO Beautiful Men In the Shadow of the Cypress Magic Candies Wander to Wonder Yuck!
MELHOR CURTA-METRAGEM EM LIVE-ACTION A Lien Anuja I’m Not a Robot The Last Ranger The Man Who Could Not Remain Silent
A atriz, que já figurou na pré-lista de indicados da categoria, é uma das mais cotadas para ser nomeada na próxima edição do Oscar.
“Eu ficarei mais do que feliz se eu for indicada ao Oscar. Mas, ao mesmo tempo, o Globo de Ouro já é uma conquista tão grande. No Brasil, é como se tivéssemos vencido a Copa do Mundo. Se eu conseguir um lugar na base 1 do Everest, eu ficarei mais que satisfeita, mas ganhar…”
Ela completa, “Eu odeio expectativas. Sou uma pessimista por natureza. E o que vier, vou ficar feliz. Sabe, estou mais do que feliz com o meu pesado Globo de Ouro na minha mala. E eu amaria ser indicada porque isso seria muito simbólico. Mas eu não meço a vida em termos de ganhar ou perder.”
Vale lembrar que os indicados serão revelados pela Academia amanhã (23), a partir das 10h30.
Inicialmente desenvolvida como uma minissérie para o Hulu, a produção passará a ser um longa-metragem para os cinemas.
Leonardo DiCaprio (‘Assassinos da Lua das Flores’) está em negociações para estrelar.
Martin Scorsese, de ‘O Irlandês‘, será responsável pela direção.
Anteriormente, a dupla serviria apenas como produtores executivos do seriado.
Baseada no livro homônimo de Erik Larson, a produção irá contar a história do primeiro serial killer da América, H. H. Holmes.
A trama segue a história de dois homens, um arquiteto e um serial killer, cujos destinos são ligados para sempre. Daniel H. Burnham é um brilhante arquiteto correndo contra o tempo para deixar sua marca no mundo. Já Henry H. Holmes é um lindo médico, que mandou construir um palácio para seduzir, torturar e mutilar jovens mulheres – que ficou conhecido como “Castelo do Assassinato”.
20th Century Studios é o estúdio por trás da adaptação.
Em tempos de redes sociais, emprego terceirizado, hiperinflação e corre atrás de corre para pagar os boletos, torna-se virtualmente impossível parar e observar a beleza das coisas simples da vida. Ou apenas a beleza. Porque a luta do dia a dia tem sido tão intensa e desgastante, que, sozinhos, não conseguimos avançar em nada. Estes temas embasam o argumento do surpreendente ‘Kasa Branca’, filme brasileiros que teve exibições em uma penca de festivais nos últimos meses (inclusive, vai encerrar a Mostra de Cinema de Tiradentes este ano) e que estreia no circuito nacional de cinema no próximo dia 30.
Em uma casinha na Baixada Fluminense, Dé (Big Jaum) passa os dias e as noites cuidando de sua vozinha, Dona Almerinda (Teca Pereira), diagnosticada com Alzheimer em fase terminal. Essa rotina é muito puxada para este jovem sem mãe e com o pai (Babu Santana) ausente, mas felizmente ele pode contar com uma rede de apoio muito presente no lugar onde mora: os amigos Martins (Ramon Francisco), Adrianim (Diego Francisco) e Talita (Gi Fernandes) fazem de tudo para ajudá-lo com tudo que precisa, seja para arrecadar dinheiro para pagar o aluguel e comprar os remédios da vó Almerinda, seja para organizar um show na ‘Kasa Branca’ onde o rapper L7nnon prometeu se apresentar.
Escrito e dirigido por Luciano Vidigal (que estreia na direção de longas-metragens com este projeto, após longa carreira como ator), ‘Kasa Branca’ é um dos filmes mais sensíveis deste ano – não à toa está sendo exibido em tantos festivais. Em uma camada mais evidente, é claro que o filme está retratando todas as inúmeras dificuldades que um jovem preto e periférico enfrenta cotidianamente nos tempos atuais em um estado cosmopolita como o Rio de Janeiro: os grandes deslocamentos, a dependência do transporte público, a falta de recursos dos hospitais públicos quando precisamos deles, o desemprego, o abandono parental, entre outros. Sim, todos esses temas estão no filme e são abordados com muita responsabilidade por Luciano Vidigal, mas sem fazer com que esses elementos pesem no filme ao ponto de transformarem a produção em algo excessivamente dramático.
Ao contrário, Luciano prefere abordar o “apesar de”. Ou seja, apesar de todos esses elementos cercarem a juventude periférica, há esperança, há amor, há amizade, porque felizmente há aquilombamento, única forma de sobreviver quando se é preto e periférico numa cidade grande. A beleza sutil que o filme de Luciano encontra é mostrar um quilombo jovem, de garotos e garotas experimentando a vida em muitos aspectos, forçados a amadurecerem prematuramente por motivos variados, mas, ainda assim, “apesar de” tudo isso, eles estão lá, uns para os outros.
Tal cumplicidade é mérito desse elenco potente, entrosado e dinâmico que Luciano encontrou para dar vida à personagens tão reais. O trio principal de rapazes tem sintonia e interage tal qual na vida real, com tamanha desenvoltura que faz com que todo carioca tenha a sensação de conhecê-los de algum lugar. Em um belo encontro de gerações, os três dividem muitas cenas com a querida Dona Teca, e são essas as cenas mais comoventes de ‘Kasa Branca’, pois os rapazes – especialmente o doce Big Jaum – imprimem tanta ternura no trato com Teca Pereira, que fica evidente o respeito e a honra que sentem em contracenar com ela. Disso, Luciano pode se orgulhar.
Encantador, ‘Kasa Branca’ precisa ser visto pelo maior número de pessoas possível, pois “apesar de” todas as dificuldades do dia a dia, é preciso ver beleza nas coisas para seguir adiante.
Indiscutivelmente, os canais abertos foram a porta de entrada para a cinefilia de toda uma geração. Antes dos streamings e sequer da internet, a forma mais acessível de assistir a filmes era mesmo na TV. É claro que os que cresceram nos anos 80 já possuíam as videolocadoras, mas tanto elas quanto os cinemas custavam e não estavam ao alcance de todos. Já na televisão, tudo o que bastava era ligar o aparelho, descobrir a data e hora da exibição daquele filme que se queria assistir e aparecer diante da tela.
Dentro deste seguimento da TV aberta no passado, nenhuma reinava tão absoluta quanto a rede Globo. E em sua programação, a Tela Quente sempre foi o supra-sumo da novidade quando o assunto era filme inédito de qualidade. E bem, mesmo com a concorrência desleal durante esses anos todos, com a TV a cabo, as mídias digitais (DVDs e Blu-rays) e agora o streaming, o programa das noites de segunda se mantém como um baluarte do entretenimento.
Abaixo daremos uma olhada em dez filmes de bastante prestígio, que tiveram exibições inéditas na TV aberta em 2024, estreando para grande parte da população brasileira na Tela Quente. Confira.
Indicado ao Oscar de melhor filme em 2021, ‘Bela Vingança’ será a exibição de hoje à noite na Tela Quente. O filme é um trabalho da cineasta Emerald Fennell, cujo longa seguinte foi o igualmente polêmico ‘Saltburn’. Fennell foi indicada ao Oscar de melhor direção e saiu vitoriosa com a estatueta de melhor roteiro original. Além destes, ‘Bela Vingança’ também foi nomeado para melhor edição e melhor atriz. Quem protagoniza é Carey Mulligan, no papel de uma mulher que se coloca numa posição fragilizada, apenas para se vingar de homens que tentam abusar dela.
Por falar em filmes indicados ao Oscar, ‘Creed’ é o derivado de um longa vencedor: falamos de ‘Rocky – Um Lutador’, que ganhou o Oscar de melhor filme em 1977. ‘Rocky’ teve cinco continuações até 2006. E depois disso viria seu primeiro derivado, com ‘Creed – Nascido para Lutar’ (2015). O filme indicou o astro Sylvester Stallone na categoria de coadjuvante no Oscar, se tornando um dos poucos da história a serem nomeados pelo mesmo personagem. ‘Creed’ levantou e bateu asas sozinho. O terceiro filme, lançado em 2023, estreou na Tela Quente no fim de novembro, no dia 25, e trouxe o protagonista de Michael B. Jordan enfrentando um velho amigo de infância nos ringues, papel de Jonathan Majors.
King Richard: Criando Campeãs
Exibido na segunda-feira anterior a ‘Creed III’, ‘King Richard’ é outro filme com pompa de Oscar. Infelizmente, o longa também ficaria marcado para sempre pelo ato impensado e completamente desnecessário (para dizer no mínimo) do tapa de Will Smith em Chris Rock na cerimônia televisionada para o mundo todo. Apesar da violência e agressão física, Smith não foi preso ou expulso, mas sim venceu o Oscar de melhor ator. Infelizmente, a história bela de superação de um pai criando duas campeãs de tênis foi totalmente ofuscada, já que quando pensamos no filme, lembramos da cena estarrecedora. Além da vitória de Smith, ‘King Richard’ também foi indicado para melhor filme, atriz coadjuvante, edição, roteiro original e canção.
Agora finalmente temos um filme de puro entretenimento, sem qualquer obrigação de prêmios. O longa foi exibido na semana anterior a ‘King Richard’, no dia 11 de novembro. Trata-se da segunda iteração do grupo de mercenários do governo americano, todos prisioneiros, trabalhando para a diminuição de sua pena (ou liberdade), em uma missão secreta. Escrito e dirigido por James Gunn, o diferencial é a censura alta, mas também o uso de mais dramaticidade envolvendo os personagens. As musas Margot Robbie e Viola Davis retornaram em seus papeis já clássicos. E a adição mais bem-sucedida foi John Cena como o insano Pacificador, que ganhou até série própria depois do filme.
Um dos maiores sucessos do cinema do pós-pandemia também estreou no horário nobre para o cinema da Globo. ‘Top Gun: Maverick’ foi muito alardeado como o filme que salvou os cinemas. Bem, podemos dizer que ao menos foi um deles. O fato é que foi sim um dos mais rentáveis destes últimos anos, arrecadando mais de um bilhão de dólares mundialmente, e se tornou o mais rentável da carreira do astro Tom Cruise. A tão prometida sequência do clássico dos anos 80 deu muito certo, e chegou a ser indicado ao Oscar de melhor filme em 2023, além de edição, canção, efeitos visuais e até roteiro, levando para casa o Oscar de melhor som. O filme foi exibido na Tela Quente do dia 7 de outubro.
Uncharted: Fora do Mapa
No mesmo ano de ‘Top Gun: Maverick’, estreava também nas telonas uma ambiciosa adaptação de um famoso videogame. Falamos de ‘Uncharted’, que se comporta como um ‘Indiana Jones’ dos jogos eletrônicos e possui uma verdadeira legião de fãs. O filme foi aventura e adrenalina do início ao fim, e contou com as presenças de Tom Holland e Mark Wahlberg. Em breve, uma continuação deve sair do papel. Dois anos depois de sua estreia nos cinemas, o longa chegava à TV aberta, mostrando que essa janela também diminuiu. Sua exibição inédita foi no dia 15 de julho.
Por falar em Tom Holland e em filmes que ajudaram a levar o público de volta aos cinemas após a pandemia, o terceiro ‘Homem-Aranha’ da Marvel também desempenhou um importante papel nisso. De fato, ‘Sem Volta para Casa’ foi o primeiro filme a arrecadar mais de um bilhão de dólares em bilheteria pelo mundo, depois do fatídico ano de 2020. Todos devem lembrar do hype imenso do filme, e da maior surpresa que ajudou a vender e muito o longa: a participação dos dois outros Homem-Aranha (Tobey Maguire e Andrew Garfield) e também seus vilões. O filme deu o pontapé na temporada 2024 dos filmes inéditos da Tela Quente, estreando no dia 22 de abril.
A Guerra do Amanhã
O mais interessante no acervo de filmes da Globo agora, é que a emissora não possui acordo somente com estúdios de cinema para exibir seus filmes, como era antigamente. Hoje, a rede de TV número um do país também fechou com plataformas de streaming para exibir seu conteúdo exclusivo. Ou seja, além da Disney (Fox/ Marvel/ LucasFilm/ Pixar), Paramount, Universal, Warner e Sony, e das distribuidoras brasileiras como Imagem Filmes, Paris Filmes, e Globo Filmes (é claro), a Globo também possui em seu acervo, em um contrato do ano passado, produções da Amazon Prime Video e da Netflix. É deste primeiro que a Tela Quente pegou ‘A Guerra do Amanhã’, uma das superproduções mais ambiciosas da casa, com Chris Pratt combatendo uma raça alienígena devastadora, em uma guerra no futuro. A estreia foi no dia 14 de outubro.
É claro que uma das franquias mais populares da atualidade, e que faz um tremendo sucesso em todas as suas exibições na rede Globo, não poderia ficar de fora do acervo da casa com um recente exemplar. À altura que este nono capítulo foi exibido de forma inédita na Tela Quente, a franquia ‘Velozes e Furiosos’ já havia lançado seu décimo longa nas telonas. Mas não faz mal, pois os fãs adoram revisitar e relembrar o que acontece em cada um dos filmes desta saga motorizada. Aqui, Toretto, ou melhor, nós o público, descobrimos que a família do careca zangado tinha mais um irmão escondido, o qual ninguém jamais havia mencionado. Ele chega nas formas de John Cena. O filme passou de forma inédita no dia 19 de agosto.
Finalizando a matéria dos filmes inéditos na Tela Quente 2024, temos uma das mais recentes obras intrigantes do diretor que adora plot twists, M. Night Shyamalan. Baseado em uma Graphic novel, o longa mostra uma família de férias em um resort, em um local paradisíaco. Em um passeio até uma praia remota, ao lado de outros hóspedes, esse ‘White Lotus’ possui consequências mortais e sobrenaturais, quando o grupo fica preso no local, sem conseguir sair, enquanto o tempo passa de maneira assustadoramente acelerada, transformando crianças em adolescentes e adultos em velhos em questão de horas. O longa estreou no dia 22 de setembro.
Todo fã de cinema conhece o conceito dos “blockbusters” ou arrasa-quarteirões. Em resumo, bem resumido, são os filmes que deixam de ser filmes e se tornam eventos culturais. Porém, ainda existe confusão sobre o que de fato cria um blockbuster. Muitos acreditam que os blockbusters são planejados e dependem unicamente do tamanho de seu orçamento. Hoje, a coisa até pode ser assim. É só pensar que os filmes mais caros serão os que terão mais retorno financeiro.
Mas se formos olhar para os primórdios dos blockbusters, para os filmes que deram origem ao conceito, entenderemos que os blockbusters quem faz é o público. Ou seja, são os filmes que caem nas graças dos espectadores, e eles sim o elegem e o transformam em fenômeno. Alguns blockbusters hoje até tentam ser fabricados, mas nem todos conseguem.
‘Tubarão’, de Steven Spielberg, com mais de US$200 milhões nos EUA, foi o primeiro blockbuster da história do cinema.
Em 2025 os blockbusters fazem 50 anos de idade. Pois é, querido leitor, temos apenas meio século com estes filmes que atingiram um novo patamar. Se levarmos em conta que o cinema tem 130 anos, a coisa é relativamente recente. E qual foi o primeiro blockbuster da história, você pergunta? Esta resposta, todo cinéfilo de carteirinha sabe. Foi ‘Tubarão’, de Steven Spielberg. Este filme foi lançado em 1975 e está completando 50 anos este ano – trazendo consigo um rastro de meio século dos blockbusters.
É claro que antes de ‘Tubarão’ já tínhamos grandes sucessos da sétima arte. Obras lendárias como ‘E o Vento Levou’ e ‘O Mágico de Oz’ podem ser consideradas algumas das superproduções da sétima arte. O que acontece é que depois da revolução cultural da década de 1970, e a chegada de realizadores que formavam “a nova Hollywood”, a forma de consumo dos filmes mudou, e o contato do público com tais obras também. Era aberto um espaço maior de entretenimento, de produções mais dinâmicas, que visavam entregar um espetáculo antes inimaginável ao espectador.
Os blockbusters no cinema completam 50 anos em 2025. Isso porque ‘Tubarão’ também completa a mesma idade.
‘Tubarão’, bancado pela Universal Pictures, custou ao estúdio US$7 milhões. Para o comando foi trazido um diretor novato, mas cheio de aspirações. Seu nome: Steven Spielberg. Hoje, já foi muito relatado em entrevistas, vídeos e livros, o pesadelo que o jovem de então menos de 30 anos passou no comando da obra. Nada funcionava. O boneco mecânico do tubarão só quebrava. E o cineasta descobriu da pior maneira o que significa filmar na água. É irônico, como em muitos casos no cinema, ‘Tubarão’ era para ter se tornado um fiasco. Mas quando o produto ficou pronto, foi a sensação do verão norte-americano de 1975. Literalmente tirando as pessoas das praias para as salas de cinema. Ao término das sessões, as filas se formavam de novo.
‘Tubarão’ estreou no seu primeiro fim de semana com o exato valor de seu orçamento, se pagando nos primeiros três dias. É claro que o longa permaneceu em cartaz por muito tempo – e qual cinema era louco de tirá-lo de cena? Na América do Norte, o filme terminou sua carreira com US$267 milhões. Ou seja, por isso recebeu o título de primeiro blockbuster de todos, sendo o primeiro filme a atingir esse valor na história de Hollywood. Pelo resto do mundo a coisa foi ainda melhor, já que naquela época, ‘Tubarão’ chegou perto do meio bilhão de dólares, com US$ 477 milhões mundiais. Algo impressionante e sem precedentes.
Mesmo com filmes como ‘Rocky’, ‘Superman’ e ‘Alien’, depois de ‘Tubarão’, o próximo blockbuster seria ‘Star Wars’.
Na segunda metade dos anos 1970, ainda teríamos grandes sucessos do cinema, como ‘Rocky – Um Lutador’ (1976), ‘Superman – O Filme’ (1978) e ‘Alien – O Oitavo Passageiro’ (1979). Todos se tornaram filmes muito queridos, mas havia ficado estipulado por ‘Tubarão’ que para se tornar um verdadeiro blockbuster, um filme precisava ultrapassar a marca de US$200 milhões dentro dos EUA. E nenhum destes atingiu esta meta. O próximo filme que viria a realizar o feito iria ainda mais longe, criando um universo próprio, e mesclando como nunca o cinema e a cultura popular.
É claro que falamos de ‘Star Wars’, antes conhecido como ‘Guerra nas Estrelas’. Criado pelo amigo de Steven Spielberg, e também parte do movimento da “nova Hollywood’, George Lucas escreveu, produziu e dirigiu a aventura espacial com toques de cinema matinê, que estreou em 1977. Uma aposta arriscadíssima, em um filme que misturava ficção científica, aventura, efeitos especiais revolucionários, maquiagem, criaturas, robôs, em um produto antes tipicamente consumido por crianças.
Com ‘Star Wars’, George Lucas conseguiria transformar sonho e realidade, e criar uma marca que gera lucro até hoje.
A aventura espacial de George Lucas bebeu em muitas fontes para criar sua mitologia, em especial os seriados de matinê exibidos nos cinemas nas manhãs dos fins de semana, antes da criação da televisão. ‘Star Wars’ capturou a imaginação dos fãs de cinema e atingiu um público muito maior do que o planejado, pois criou algo sem precedentes para a sétima arte. George Lucas começava a demonstrar que não existia limites para a imaginação e que o cinema era realmente um lugar de magia, de sonhos, onde tudo poderia virar realidade.
‘Star Wars’ se tornou um passo acima de ‘Tubarão’, em especial porque criou algo que ainda dá frutos até hoje. E não apenas isso, como também se tornou uma das maiores marcas do entretenimento mundial, um empreendimento multibilionário, que domina diversas vertentes, como parques temáticos, videogames, animações, livros, quadrinhos, brinquedos, séries de TV e, claro, filmes. ‘Tubarão’ ganhou três Oscar e foi indicado para melhor filme naquele ano. ‘Star Wars’ também foi indicado para melhor filme no Oscar, e levou para casa outras seis estatuetas.
O próximo filme a ser considerado um blockbuster legítimo seria ‘O Império Contra-Ataca’, de 1980, a continuação de ‘Star Wars’.
Essa fase inicial dos blockbusters misturava cinema entretenimento na sua melhor forma, com a qualidade de um cinema de alto padrão, e o prestígio de prêmios. Qualidade essa que veio se diluindo até chegar aos dias de hoje. ‘Star Wars’ custou US$11 milhões, e arrecadou só na América do Norte US$460 milhões. Mundialmente, fez impressionantes US$775 milhões. Nem mesmo o trabalho seguinte de Steven Spielberg, o pai de ‘Tubarão’, conseguiria se tornar um blockbuster. ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau’ foi lançado no mesmo ano de ‘Star Wars’ e foi eclipsado pela aventura espacial. ‘Contatos…’ mostra da forma mais realista até então, a visita de seres de outro planeta na Terra, um tema que fascina o diretor.
O terceiro blockbuster da história viria pelas mãos de George Lucas novamente. E sem grandes surpresas, ele era a continuação de ‘Star Wars’. O primeiro filme da saga começa com um texto em que o anuncia como o episódio 4. Se não tivesse dado certo, ficaria por aí mesmo. O final, apesar de vermos nitidamente que o vilão não morreu, é fechadinho e não deixa necessariamente a porta aberta. Mas o sucesso absurdo garantiu o episódio 5. E para a surpresa de todos, ele era ainda melhor que o filme original, embora mais sombrio e melancólico.
Depois de criarem os blockbusters com ‘Tubarão’ e ‘Star Wars’, Steven Spielberg e George Lucas se uniram em ‘Indiana Jones’.
‘O Império Contra-Ataca’ foi lançado em 1980, e não fez o mesmo sucesso financeiro que o anterior. A continuação acrescentou muito à mitologia original, apresentando novos personagens e novas questões; além de possuir a maior reviravolta que o cinema já viu, quando ao final é revelada uma paternidade inesperada, que mexeu com os alicerces do que poderia ser um roteiro de um filme de entretenimento – ou seja, mexer com as emoções do público em outro nível. ‘O Império Contra-Ataca’ custou US$18 milhões e arrecadou nos EUA US$292 milhões, mundialmente fazendo US$550 milhões. Mas seu maior feito foi ser considerado pelos fãs como o melhor filme da saga até hoje.
Os blockbusters surgiram no fim da década de 1970. Mas foram apenas dois filmes que causaram tamanha comoção. Esse número aumentou na década seguinte, por isso dizemos que os arrasa-quarteirões engataram mesmo nos anos 1980. Na primeira metade da década, George Lucas e Steven Spielberg se revezavam criando a cada ano um novo blockbuster. A dupla de amigos é considerada os pais deste cinema grandioso. Daí vieram ‘Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida’ (1981), ‘E.T. – O Extraterrestre’ (1982) e ‘O Retorno de Jedi’ (1983), todos superando a marca em bilheteria para se tornar um blockbuster verdadeiro.
No início dos anos 80, Spielberg e Lucas se revezavam a cada ano lançando um novo blockbuster. ‘E.T.’ e ‘O Retorno de Jedi’ estão na lista.
Em 1984, outros estúdios e diretores resolviam entrar na brincadeira, confiando no carisma de seus astros. Lucas e Spielberg começavam a perder um pouco de força a partir daí, mas não deixaram de ser a cara da década, em especial o pai de ‘Tubarão’ e ‘E.T.’. O segundo ‘Indiana Jones’, considerado o mais sombrio e de forma geral o menos apreciado da trilogia original, não chegou perto do sucesso do primeiro e não se tornou um blockbuster legítimo, arrecadando menos de US$200 milhões em seu país de origem. Por outro lado, comédias de ação e fantasia como ‘Os Caça-Fantasmas’ e ‘Um Tira da Pesada’ se juntavam ao clube dos blockbusters, impulsionados pelos carismas de Bill Murray e Eddie Murphy, respectivamente.
Curiosamente, na década de 1980, teríamos apenas mais dois blockbusters legítimos: ‘De Volta para o Futuro’ (1985) e ‘Batman’ (1989). Nem mesmo as sequências ‘Indiana Jones 3’, ‘De Volta para o Futuro 2’ e ‘Os Caça-Fantasmas 2’ conseguiram atingir o status de blockbuster. Eles fizeram sucesso sim, e mundialmente fizeram fortuna, mas não chegaram à marca de US$200 milhões no mercado interno. Ou seja, com o fim dos anos 1980, tínhamos ao todo 10 blockbusters.
Esse número aumentaria significativamente com a chegada de mais uma década, os anos 1990. Com o surgimento do CGI e o investimento cada vez maior em superproduções, a nova década elevou o jogo em todos os sentidos. Mais do que isso, as “regras” para definir os blockbusters agora haviam mudado. Isso porque o mercado internacional começou a contar muito, e os estúdios prestaram atenção nisso. Por exemplo, um filme não dependia mais unicamente de sua bilheteria no próprio território. Ele poderia lucrar muito mais internacionalmente e se tornar um sucesso, mesmo que dentro dos EUA não tivessem ultrapassado a marca de US$200 milhões.
Esse efeito também serviu para apontar a diferença entre os continentes e países, no que diz respeito ao gosto. Por exemplo, alguns filmes são produzidos com o público americano em mente, em especial os filmes de esportes como o baseball. Isso prova que certos filmes fazem enorme sucesso nos EUA, mas passam em branco em outros locais pelo mundo, como o Brasil, por exemplo. Em contrapartida, alguns filmes caem nas graças dos fãs pelo mundo, mesmo que nos EUA não tenham se tornado fenômeno.
A década de 1990 serviu também para redefinir o jogo em termos de o quanto um filme poderia arrecadar em bilheteria. Isso porque em 1997 foi lançado ‘Titanic’, um filme problemático, que muitos classificavam prematuramente como fracasso (por ter estourado o orçamento e o prazo da produção). Demonstrando que nunca se deve apostar contra ele, James Cameron entregou um filme que se tornou sensação mundial, e o primeiro longa da história a ultrapassar a marca de US$1 bilhão em bilheteria pelo mundo.
Bem, se o mundo fosse justo mesmo esse título pertenceria a outro filme. Clássico dos clássicos dos anos 1990, ‘Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros’, de 1993, fez estrondosos US$914 milhões mundiais, e por muito pouco não se tornava o primeiro filme bilionário na história do cinema, ainda no início da década. Hoje, o filme ultrapassou essa marca (meio que como uma questão de honra) devido a diversos relançamentos nos cinemas. Ao contrário de ‘Jurassic Park’, ‘Titanic’ não precisou de uma segunda vez nos cinemas (embora também tenha tido várias) para atingir a marca. O filme parecia nunca deixar as salas de cinema, você lembra? Era preciso diversas idas até finalmente encontrar vaga em algum horário para conseguir assistir ao fenômeno.
‘Titanic’, em 1998, foi o primeiro filme da história a ultrapassar a marca de US$1 bilhão mundial. ‘Jurassic Park’ por pouco não chegou.
Hoje, o que seria classificado como blockbuster não mais é medido por US$200 milhões nos EUA, mas sim por US$1 bilhão no mundo. Hoje temos o chamado “clube do bilhão”, um seleto grupo de filmes cuja popularidade parece poder ser sentida até na lua. É claro que hoje também temos um investimento gigantesco nestas superproduções, já que vivemos numa era de excessos. A grande diferença, como dito no início, é que esse espetáculo cada vez maior acabou sacrificando boas histórias e personagens. A coisa hoje funciona como uma busca desenfreada pelo sucesso, já que a indústria se profissionalizou em blockbusters. E não mais o sucesso como consequência da qualidade.
A quarta temporada de ‘The White Lotus‘ recebeu sinal verde da HBO, revelou a Variety. As filmagens estão sendo planejadas para 2026.
Não está claro onde a quarta temporada acontecerá, ou se algum membro do elenco retornará. Mas o criador e showrunner Mike White já apresentou ideias para Casey Boys, revelou o chefe da HBO e da Max em novembro.
Ambientada na Tailândia, a terceira temporada focará em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.
“Foi uma ótima busca. Vimos locais absolutamente deslumbrantes por todo Honshu. O showrunner adorou tudo, e eu estava confiante de que tinha tudo sob controle”, disse a produtora GeorginaPope.
“O governo tailandês acabara de anunciar uma renovação e melhoria em seu sistema de incentivos para filmes. Um reembolso de 30 por cento. Para o projeto deles, isso significava sozinho US$ 4,4 milhões. Todos olharam para mim com simpatia. Na época, no Japão, não tínhamos nenhum incentivo em vigor. Eu não pude responder com uma resposta concreta. Tudo o que pude ouvir foi o som de um projeto de US$ 35 milhões voando pela janela.”
A produção será lançada na plataforma no dia 13 de fevereiro.
Um empresário bem-sucedido (Foley) vai à Itália para impedir sua filha sonhadora (Maia Reficco) de restaurar um casarão caindo aos pedaços. Só que a Itália tem outros planos para ele, oferecendo muita beleza, magia e romance.
A franquia cinematográfica de sucesso, ‘Onze Homens e Um Segredo’, está se expandindo com a confirmação de mais uma sequência. E parece que já temos um diretor.
David Leitch está supostamente em negociações para dirigir ‘14 Homens e um Segredo‘ para a Warner Bros, revelou o The InsNider.
George Clooney, conhecido por interpretar Danny Ocean, retorna.
“Temos um roteiro ótimo para outro Onze Homens agora. Na verdade, é um ótimo sensacional.”, afirmou.
Por fim, ele sugeriu que o quarto filme não seguirá o padrão de nomenclatura como “Quatorze Homens e um Segredo”: “Não quero chamar assim… quer dizer, a ideia é meio que como ‘Despedida em Grande Estilo’.”
Junto a Clooney, o elenco estelar da franquia inclui renomados nomes de Hollywood, como Julia Roberts (Tess Ocean), Matt Damon (Linus Caldwell),Brad Pitt (Rusty Ryan), Andy García (Terry Benedict), entre outros talentosos atores.
Anteriormente, a franquia havia ganhado continuidade com o spin-off feminino ‘Oito Mulheres e Um Segredo‘. O longa conquistou 68% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, além de arrecadar quase US$ 300 milhões mundialmente.
Com 21 críticas publicadas até o momento, o terror de ficção científica ‘Acompanhante Perfeita‘ (Companion), estrelado por Sophie Thatcher (‘Yellowjackets’) e Jack Quaid (‘The Boys’), abriu com impressionantes 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral aclama a estreia diretorial de Drew Hancock, além de elogiar a performance de Thatcher e o excelente timing cômico da produção.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Não é o enredo que te mantém antecipando o que irá acontecer, mas sim o elenco vibrante que está totalmente comprometido com este filme insano de Drew Hancock.” (Bloody Disgusting)
“Ao dirigir seu primeiro longa, Drew Hancock traz um grau impressionante de controle a um projeto que depende inteiramente da execução. Se o timing e o tom não estivessem certos, a vibe satírica não funcionaria.” (Variety)
“É difícil lamentar a falta de profundidade quando tudo o que o filme realmente quer fazer é entreter. Com sua construção inteligente e excelente timing cômico, esta produção é uma brincadeira maldosa com uma contagem crescente de mortes e algumas piadas divertidas.” (Vulture)
“A estreia de Drew Hancock na direção de um longa é uma fantasia de vingança revigorante, que se torna ainda mais satisfatória por sua própria autoconsciência.” (Entertainment Weekly)
“Um potencial sucesso inesperado que desmente a reputação de janeiro como um depósito de lixo cinematográfico, ‘Acompanhante Perfeita’ marca o cineasta Drew Hancock como um verdadeiro talento a ser observado.” (The Hollywood Reporter)
“Há muito que podemos apreciar em ‘Acompanhante Perfeita’, desde os visuais elegantes de Drew Hancock, ritmo suave e roteiro tortuoso, até a performance fantástica de Sophie Thatcher como uma androide que beira a humanidade sem nunca cruzar este limite.” (IndieWire)
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de fevereiro.
Além de assinar o roteiro, Drew Hancock faz sua estreia diretorial.
O elenco ainda conta com Harvey Guillén (‘What We Do in the Shadows’), Lukas Gage (‘Você’), Megan Suri (‘It Lives Inside’) e Rupert Friend (‘Obi-Wan Kenobi’).
Zach Cregger, diretor de ‘Noites Brutais‘, é responsável pela produção.
A quinta temporada de ‘Stranger Things’ tem gerado muitas expectativas nos fãs, principalmente por ser a última da produção da Netflix.
Segundo a Neflix API, o novo ano ganhou data de estreia: 27 de novembro de 2025, que coincidentemente é o Dia de Ação de Graças.
Longe, né? Por enquanto considere como um rumor.
Além disso, os fãs podem conferir um novo vídeo de bastidores que mostra a gravação de uma cena com Mike e Jim Hopper, interpretados por Finn Wolfhard e David Harbour, respectivamente.
Nesta última terça-feira (21), o ator e diretor Justin Baldoni divulgou um vídeo de bastidores de quase dez minutos do recente ‘É Assim que Acaba’ a inúmeros consórcios de imprensa.
O material em questão mostra outtakes de uma cena romântica do longa-metragem, em que divide os holofotes com a co-protagonista Blake Lively.
Baldoni afirma que o vídeo em questão serve como evidência para refutar as alegações de assédio sexual proferidas por Lively. Porém, a atriz já ofereceu sua resposta ao material e disse que a gravação é “condenatória”e corrobora seus argumentos.
O vídeo em questão mostra o set de um bar e se inicia com uma legenda que diz que as gravações “claramente refutam” as alegações de Lively de comportamento impróprio, mostrando ambos os atores “claramente se comportando bem dentro do escopo da cena e com respeito mútuo e profissionalismo”.
Em contrapartida, os advogados de Lively afirmaram que o vídeo mostra Baldoni “repetidamente se inclinando em direção [à atriz], tentando beijá-la, beijando sua testa, pressionando seu rosto e sua boca contra o pescoço dela, passando os dedos em seus lábios, acariciando-a, dizendo a ela o quão cheirosa ela está e falando com ela fora do personagem”.
Cada momento foi “improvisado pelo Sr. Baldoni sem discussão ou consentimento prévios, e sem nenhum coordenador de intimidade presente”, eles afirmaram. “Qualquer pessoa que já tenha sido tocada de maneira inapropriada no local de trabalho irá reconhecer o desconforto da Srta. Lively”.
Anterior, Lively e seu marido, Ryan Reynolds, se manifestaram sobre as acusações feitas por Baldoni, que entrou com uma ação judicial alegando que o casal sequestrou seu filme e tentou “destruir sua reputação com falsas acusações de assédio sexual”.
De acordo com o Deadline, Lively se pronunciou, afirmando que se trata de mais uma tática do “manual do abusador”.
“Este último processo de Justin Baldoni, Wayfarer Studios e seus associados é mais um capítulo no manual do abusador. É uma história antiga: uma mulher denuncia com provas concretas de assédio sexual e retaliação, e o abusador tenta inverter a situação e virar o jogo contra a vítima. Isso é o que os especialistas chamam de DARVO: Negar. Atacar. Inverter a vítima com o agressor”, disseram os advogados de Lively.
A equipe jurídica também acrescentou: “A Wayfarer escolheu usar os recursos de seu cofundador bilionário para emitir declarações à mídia, lançar processos sem mérito e ameaçar com litígios, sobrecarregando a capacidade do público de entender que o que estão fazendo é retaliação contra as alegações de assédio sexual”.
“Eles estão tentando mudar a narrativa sobre a Sra. Lively, alegando falsamente que ela assumiu o controle criativo e alienou o elenco de Mr. Baldoni. As evidências mostrarão que o elenco e outras pessoas tiveram suas próprias experiências negativas com Mr. Baldoni e a Wayfarer. As evidências também mostrarão que a Sony pediu à Sra. Lively para supervisionar a versão do filme da Sony, que foi então escolhida para distribuição e teve grande sucesso”, afirmaram.
“A resposta deles às alegações de assédio sexual: ela quis isso, a culpa é dela. A justificativa deles para o que aconteceu com ela: veja o que ela estava vestindo. Em resumo, enquanto a vítima foca no abuso, o abusador foca na vítima. A estratégia de atacar a mulher é desesperada, não refuta as evidências na queixa da Sra. Lively e falhará”, completaram.