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Sony ACREDITAVA na indicação de ‘Ainda Estou Aqui’ ao Oscar de Melhor Filme

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A lista de indicados ao Oscar 2025 foi divulgada na última quinta-feira, e o filme brasileiro ‘Ainda Estou Aqui‘ conquistou uma indicação na categoria de Melhor Filme.

Embora houvesse expectativas de que a obra fosse indicada em Melhor Filme Internacional e Melhor Atriz (para Fernanda Torres), categorias em que de fato marcou presença, muitos não acreditavam que o longa receberia apoio suficiente dos membros da Academia para disputar o prêmio principal.

No entanto, Michael Barker, co-presidente da Sony Pictures Classics, distribuidora do filme, afirmou ao TheWrap que sempre teve confiança na qualidade da produção.

“Os membros da Academia sempre gravitam em direção a trabalhos de alta qualidade. Obviamente, sabíamos que este filme era de alta qualidade e que, se conseguíssemos que membros suficientes da Academia o assistissem, teríamos uma chance”, disse Barker.

Michael Barker ainda revelou que é importante começar a campanha cedo para ter uma chance de garantir uma indicação.

“Essa estratégia começou há muito tempo. Tom Bernard (co-presidente) e eu sempre acreditamos que, se o filme for realmente bom e você começar cedo o suficiente, é possível entrar na disputa.”

Lembrando que os vencedores do Oscar serão anunciados no dia 02 de março.

Ainda Estou Aqui subiu para 91% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 33 avaliações.

Os críticos elogiaram amplamente o filme, destacando a forma humanizada com que retrata os eventos reais, bem como o desempenho notável do diretor Walter Salles e da atriz Fernanda Torres.

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Ainda Estou Aqui é um filme envolvente e profundamente tocante, que revela uma rica camada de emoção. Sem dúvida, é uma das melhores obras de Salles”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“O excelente filme de Walter Salles, baseado em fatos reais — uma vez que ele foi amigo da família Paiva na adolescência — é um tributo profundo e comovente a uma mulher e sua família notáveis”, disse Wendy Ide do Screen International.

“Fazer com que o destino desta casa bem equipada, de classe média alta, remeta ao de um Brasil cada vez mais oprimido pode parecer uma metáfora forçada, mas o empenho de Salles na direção é notável por sua elegância e realismo”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.

“Clássico na forma, mas radical na empatia, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) talvez não precise das seções adicionais que alteram um pouco o ritmo emocional. Mas, por outro lado, esses personagens são tão vívidos que não queremos deixá-los também”, disse Jessica Kiang da Variety.

Fernanda Torres oferece uma atuação que, sem dúvida, será aclamada como um dos maiores marcos de sua carreira e, provavelmente, a tornará mais reconhecida internacionalmente”, disse Nicholas Bell da IonCinema.

“O respeito que ele demonstra pela família Paiva, com a qual mantém uma relação próxima, comprova que ele foi a escolha certa para este filme”, disse Robert Ruggio do AwardsWatch.

“O relato baseado em fatos de [Walter Salles] sobre a situação dos desaparecidos é compreensivelmente afetado e pode carregar uma certa dose de sentimentalismo. No entanto, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) continua sendo um drama profundo e comovente sobre os desaparecidos da nação”, disse Xan Brooks do The Guardian.

“Vibrante e comovente, com uma performance excepcional de Fernanda Torres no papel de Eunice Paiva, o filme se destaca por nos fazer experimentar a essência da absoluta arbitrariedade”, disse Fernando E. Juan Lima do Otroscines.

“Talvez, se Ainda Estou Aqui fosse apresentado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, a maior parte dos amplos e idealizadores traços desse retrato santificado seriam muito mais aceitáveis”, disse Savina Petkova do The Film Stage.

“Independentemente de qualquer vínculo pessoal com esse período sombrio, os espectadores serão cativados pela história desta família corajosa e, especialmente, pela força de Eunice, tudo graças à atuação de Torres”, disse Ema Sasic do Next Best Picture.

Ainda Estou Aqui‘  já foi assistido por mais de 1,9 milhões de espectadores no Brasil – ultrapassando o público do clássico ‘Central do Brasil‘ (1.6M) e se tornando o filme mais popular do diretor em nosso país.

A produção ainda deve superar os números de ‘Minha Irmã e Eu‘ (2.3M).

Ainda Estou Aqui‘ se beneficiou da vitória de Fernanda Torres como Melhor Atriz no Globo de Ouro e DOBROU o número de salas nos cinemas do Brasil.

A Sony Pictures do Brasil revelou o número exato ao CinePOP:

• 350 cinemas (de 145)
• 400 salas (de 187)

Relatos informam que várias sessões do filme chegaram a lotar essa semana, e ele registrou a maior MÉDIA de público por sessão no fim de semana.

‘Ainda Estou Aqui’ é o segundo filme mais bem avaliado no Letterboxd; Confira o top 10!

Você já assistiu? Conta pra gente nos comentários no post abaixo:

Em sua quarta semana em cartaz, o filme arrecadou mais R$ 1,27 milhão e já soma R$ 66,6 milhões nas bilheterias do Brasil.

Assista ao trailer:

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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‘Lanternas’: Ator revela ESTÁGIO da produção nas redes sociais

Após o ator Ulrich Thomsen ser anunciado como Sinestro no elenco deLanternas‘, um de seus colegas celebrou a escalação nas redes sociais e revelou que a leitura do roteiro já está em andamento.

Por meio de seu perfil no Instagram, Garret Dillahunt elogiou a escolha de Ulrich Thomsen para interpretar Sinestro e afirmou que o primeiro dia de leitura já foi realizado.

Na série dos Lanternas Verdes, Garret Dillahunt, conhecido por seu papel em ‘The Walking Dead’, interpretará William Macon, um personagem descrito como orgulhoso e bastante ambicioso, que acredita em teorias da conspiração.

Já Sinestro, o personagem de Ulrich Thomsen (‘The Blacklist’), é um ex-Lanterna Verde que se tornou um rebelde e é descrito como implacável, mas inegavelmente charmoso. A natureza manipuladora de Sinestro impulsiona sua obsessão duradoura por seu antigo pupilo, Hal Jordan.

O personagem foi criado por John Broome e Gil Kane, e apareceu pela primeira vez na história em quadrinhos do Lanterna Verde, em 1961.

A trama da série vai girar em torno do novo recruta John Stewart (Aaron Pierre) e a lenda dos Lanternas Hal Jordan (Kyle Chandler), dois policiais intergalácticos envolvidos em um mistério obscuro na Terra enquanto investigam um assassinato no coração dos Estados Unidos.

Kelly Macdonald (Xerife Kerry), Nathan Fillion (Guy Gardner) e Garret Dillahunt (William Macon), também estão confirmados no elenco.

O projeto, que integra o capítulo ‘Deus e Monstros‘ do DCU, terá um tom sombrio, inspirado em ‘True Detective‘.

Chris Mundy, Damon Lindelof e Tom King são responsáveis pelo roteiro.

A atração contará com oito episódios, sendo exibida simultaneamente na HBO e na plataforma da Max, em vez de estrear sob a marca Max Originals.

Fã-trailer de live-action de ‘Os Cavaleiros do Zodíaco’ VIRALIZA na internet

O canal no YouTube da Fifth District Studio divulgou um trailer falso de um live-action de ‘Cavaleiros do Zodíaco‘ produzido com inteligência artificial, que viralizou na internet.

O vídeo de ‘Saint Seiya: Os Doze Templos do Zodíaco‘ apresenta os Cavaleiros de Bronze em uma jornada que envolve Atena e os Templos do Zodíaco.

Assista:

A franquia ganhou um filme live-action com ‘Os Cavaleiros do ZodíacoSaint Seiya: O Começo‘, que está no catálogo da Max.

O live-action enfrentou dificuldades no desempenho comercial após ter sido produzido com um alto investimento de US$ 60 milhões. Esse desempenho comercial abaixo do esperado afetou a expectativa do estúdio de desenvolver uma franquia completa de até sete filmes com base em ‘Os Cavaleiros do Zodíaco‘.

A trama escrita por Josh Campbell e Matt Stuecken acompanha Seiya, um órfão que mora nas ruas e recebe um chamado após uma energia cósmica despertar dentro de si. O protagonista embarca em uma jornada para conquistar a antiga armadura grega de Pegasus, e escolhe seu lado em uma batalha sobrenatural pelo destino de Athena (Iseman), uma jovem que luta para controlar seus poderes.

O longa também conta com Famke Janssen (‘X-Men: O Confronto Final’), Sean Bean (‘Game of Thrones’), Madison Iseman (‘Eu sei o que vocês fizeram no verão passado’), Mark Dacascos (‘John Wick 3: Parabellum’), Nick Stahl (‘Fear The Walking Dead’) e Diego Tinoco (‘On My Block’).

Originalmente, Os Cavaleiros do Zodíaco surgiu como uma série japonesa de mangá escrita e ilustrada por Masami Kurumada. Foi publicada originalmente de 1986 a 1990, e adaptada para anime pela Toei Animation de 1986 a 1989.

Especial | E se ‘Os Cavaleiros do Zodíaco’ ganhasse um filme live-action?

A série conta a história de guerreiros místicos chamados “Cavaleiros”, que lutam vestindo “Armaduras” sagradas baseadas nas diversas constelações. Os Cavaleiros têm como missão defender a reencarnação da deusa grega Athena em sua batalha contra outros deuses do Olimpo, ou de outras mitologias que pretendem dominar a Terra.

‘Segredos do Deserto’: Terror que tras Nicolas Cage como o pai de Jesus ganha data de estreia no Brasil

"THE SORCERER'S APPRENTICE"BTS: Nicolas CagePh: Abbot Genser© 2009 Disney Enterprises, Inc. and Jerry Bruckheimer, Inc. All rights reserved.

Nicolas Cage, que recentemente roubou a cena em ‘Longlegs‘, está prestes a liderar uma visão perturbadora e sombria da infância de Jesus em Segredos do Deserto (The Carpenter’s Son).

O filme, que promete ser bastante polêmico, será lançado nos cinemas nacionais dia 14 de Agosto de 2025.

As filmagens da produção já começaram.

Segundo o Deadline, o longa se baseia no Evangelho da Infância de Tomé, um apócrifo do século II d.C. que narra a infância de Jesus de forma pouco convencional.

A trama “conta a sombria história de uma família escondida no Egito romano. O filho, conhecido apenas como ‘o Menino’, é levado à dúvida por outra criança misteriosa e se rebela contra seu guardião, o Carpinteiro, revelando poderes inerentes e um destino além de sua compreensão. Enquanto ele exerce seu próprio poder, o Menino e sua família se tornam alvos de horrores, naturais e divinos.”

A direção fica a cargo do cineasta egípcio-americano Lotfy Nathan (‘Harka’).

Nicolas Cage dá vida ao Carpinteiro, pai de Jesus. A cantora e compositora FKA twigs (‘Honey Boy’) será a Mãe.

Já o jovem ator Noah Jupe (‘Um Lugar Silencioso’) interpretará o Menino Jesus.

Data de estreia do novo terror de Mike Flanagan, de ‘A Maldição da Residência Hill’, que adapta conto de Stephen King

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A NEON finalmente anunciou quando ‘A Vida de Chuck‘, novo filme dirigido pelo aclamado Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), será lançado.

A adaptação do conto homônimo de Stephen King estreará nos cinemas norte-americanos no dia 30 de maio de 2025. No Brasil, a estreia foi marcada para o dia 21 de Maio.

Esta será a terceira adaptação de King pelo o cineasta após os incríveis ‘Jogo Perigoso‘ e ‘Doutor Sono‘.

A trama gira em torno de Charles ‘Chuck’ Krantz, começando pelo final, desde sua trágica morte aos 39 anos causada por um tumor cerebral, até sua infância, crescendo em uma casa amaldiçoada.

Confira as imagens e siga o CinePOP no Youtube:

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Tom Hiddleston (‘Loki’) estrela a adaptação. O elenco ainda conta com Chiwetel EjioforKaren Gillan, Jacob Tremblay, Mark Hamill, Matthew LillardHeather Langenkamp.

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Roteirista não queria Bane como vilão em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’, mas sim ESTE personagem

O roteirista Jonathan Nolan compartilhou recentemente sua experiência de trabalhar com seu irmão, Christopher Nolan, na trilogia ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’, revelando que inicialmente tinha reservas sobre Bane (Tom Hardy) ser o vilão de ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’.

“Discutimos bastante sobre isso”, disse Jonathan, conforme relatado pelo The Hollywood Reporter.

“A ideia de Bane surgiu durante uma conversa com David [Goyer] e Chris. Eu estava um pouco incerto sobre isso na fase inicial da história, mas não queria ser uma voz discordante. Chris compreendeu que, considerando o que havíamos feito até então e o que Heath [Ledger] havia alcançado com o [Coringa], não seria prudente seguir por esse caminho”.

Ele prosseguiu,

“Então comecei a considerar a possibilidade do Charada e explorar o que poderia ser feito com esse personagem. No entanto, percebi que isso poderia acabar se assemelhando ao que já havíamos feito com Heath, então decidimos mudar de direção. Essa mudança representaria também uma mudança de gênero. Uma das coisas que mais me entusiasmava em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’ era a oportunidade de, após um filme de gênero de crime urbano como ‘O Cavaleiro das Trevas’, explorar uma atmosfera pós-apocalíptica. Afinal, por que não arriscar e ver o que aconteceria se Gotham fosse destruída e observar suas consequências?” 

Os filmes da franquia ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’ são amplamente aclamados como alguns dos melhores do gênero de super-heróis, alcançando tanto sucesso de bilheteria quanto de crítica.

Em 2005, Batman Begins arrecadou impressionantes US$ 373,7 milhões e recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Fotografia. Logo depois veio ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’ em 2008, que ultrapassou a marca dos US$ 1,006 bilhão em bilheteria e recebeu oito indicações ao Oscar, incluindo Melhor Ator Coadjuvante para Heath Ledger (1979-2008), que postumamente levou para casa a estatueta. O capítulo final da trilogia, ‘O Cavaleiro das Trevas Ressurge’ (2012), foi o mais lucrativo de todos, arrecadando US$ 1,085 bilhão.

‘Premonição 6’ ganha NOVO logo e novidades

Crânio em chamas sobre fundo escuro
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O aguardado sexto filme da franquia ‘Premonição‘, intitulado ‘Final Destination: Bloodlines‘ (Premonição: Linhagens de Sangue, em tradução livre), ganhou um novo logotipo.

Além disso, foi revelado que o filme já foi editado e a trilha sonora acaba de ser finalizada. Ou seja, o filme está pronto meses antes da estreia.

O longa será lançado nos cinemas nacionais pela Warner Bros. no dia 15 de maio de 2025 – um dia antes da estreia no território norte-americano.

Confira o logo e a sinopse:

O mais novo capítulo da bem-sucedida franquia sangrenta da New Line Cinema leva o público de volta ao início do senso distorcido de justiça da Morte. Atormentada por um pesadelo violento recorrente, a estudante universitária Stefanie volta para casa para encontrar a única pessoa que pode quebrar o ciclo e salvar sua família do destino horrível que inevitavelmente os aguarda. 

Zach Lipovsky e Adam B. Stein, de ‘Aberrações‘, são responsáveis pela direção.

Kaitlyn Santa Juana (‘O Jogo da Amizade’), Brec Bassinger (‘Stargirl’) e Teo Briones (‘Chucky’) estrelam. O elenco ainda conta com Richard Harmon (‘The 100’), Anna Lore (‘They/Them – O Acampamento’), Owen Patrick Joyner (‘Julie and the Phantoms’), Max Lloyd-Jones (‘O Livro de Boba Fett’), Rya Kihlstedt (‘Obi-Wan Kenobi’) e Tinpo Lee (‘A Mansão’).

O roteiro é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.

‘Premonição 2’ faz 22 anos; Veja curiosidades sobre a subestimada sequência!

Se há uma franquia que merecia mais reconhecimento, essa franquia é Premonição. E, dentre os cinco filmes lançados, o segundo capítulo é o que mais precisava ser redescoberto, por funcionar como uma ótima e subestimada sequência da iteração inicial.

Na trama, Kimberly (A.J. Cook) tem a premonição de que um horrível acidente na estrada matará muitas pessoas, inclusive ela e seus amigos. Assustada com a visão, ela para o carro e impede os que estão atrás de passar. Logo, um policial rodoviário chega e o acidente realmente acontece. Agora, a morte está perseguindo esse grupo de sobreviventes e, um a um, eles estão morrendo como deveriam: na estrada.

Contando também com Michael LandesDavid PaetkauJames KirkKeegan Connor TracyAli Larter (reprisando seu papel como Clear Rivers, do filme anterior) no elenco, o longa teve recepção bastante desfavorável por parte da crítica e arrecadou apenas US$90 milhões mundialmente. Entretanto, ganhou uma legião de fãs e transformou-se em um clássico cultgore que é relembrado como uma das obras mais subestimadas dos anos 2000.

Para comemorar seu aniversário de duas décadas, preparamos uma breve lista trazendo curiosidades de bastidores do filme.

Confira abaixo:

  • Toras de madeira reais foram testadas para a sequência de falha, mas elas “não pulava  o suficiente”; portanto, as toras, no filmes, são feitas com CGI.

  • O acidente na rodovia foi baseado no engavetamento de 125 carros na Interestadual 75 em Ringgold, Geórgia, em 14 de março de 2002.

  • Uma versão instrumental de “Rocky Mountain High”, de John Denver – a música que acompanha a maior parte das mortes em Premonição -, toca na sala de espera do dentista.

  • Por volta dos cinco minutos, vemos um ônibus escolar cheio de adolescentes gritando “engavetamento”. Os estudantes são de Mt. Abraham, a mesma escola de todas as vítimas do primeiro longa-metragem.

  • O sanatório Stonybrook Institution em que Clear se interna é o mesmo utilizado na sequência de abertura de ‘Halloween: Ressurreição’, de 2002.

  • No filme, um pombo quebra a janela e entra na sala de espera do consultório do dentista. De acordo com algumas superstições, um pássaro dentro de um prédio significa que alguém lá irá morrer.

  • Este desastre tem a exceção de ser o único da série em que a ordem das mortes foi invertida, já que a Morte o fez para recomeçar sua lista – devido a uma das vítimas do voo 180 ainda estar viva (Claire).

  • No primeiro longa, vários personagens têm nomes que prestam homenagem a vários diretores de filmes de terror. Neste, o nome de Kimberly Corman faz referência ao cineasta Roger Corman (‘Terror no Castelo’, ‘Frankenstein’).

  • O personagem de Tim deveria ter nove e depois treze anos, mas a New Line Cinema decidiu que não seria bom matar uma criança; então, eles acabaram decidindo ter quinze anos.

  • Quando Evan está examinando seu novo anel, o formato de ferradura está apontando para baixo – cuja superstição antecipa má sorte. A cadeia de eventos que culmina em sua morte começa momentos depois.

  • Quando Nora coloca Tim para dormir, diminuindo as luzes, o rosto dele é iluminado com uma espécie de contorno em forma de caveira – premeditando sua morte.

‘Vingadores: Apocalipse’: Benedict Cumberbatch revela REAÇÃO ao saber que Robert Downey Jr. voltará como Doutor Destino

O ator Benedict Cumberbatch, conhecido por interpretar o Dr. Estranho no UCM, revelou, em entrevista à Variety, sua reação imediata ao saber que Robert Downey Jr. voltaria à Marvel como o vilão Doutor Destino.

De acordo com a reportagem, Cumberbatch ficou surpreso com a novidade.

“Eu mandei uma mensagem dizendo ‘Que porra?’ e depois rapidamente adicionei, ‘Boa porra! Quer dizer, boa porra'”, contou o ator.

Lembrando que o ator revelou que sua participação no MCU foi alterada após a demissão de Jonathan Majors, cujo personagem, Kang, serviria como o grande antagonista da próxima fase do Universo da Marvel.

Ele explicou que sua ausência se deve ao fato do seu “personagem não se alinhar com esta parte da narrativa”. Apesar disso, o ator confirmou que estará presente em ‘Vingadores: Guerras Secretas‘, que estreará em 2027.

“[Doutor Estranho] é uma figura central no decorrer da narrativa. Eles são muito abertos em discutir sobre seu futuro. Quem você quer que dirija e roteirize o próximo filme? Qual parte da mitologia dos quadrinhos você gostaria de explorar? Ele é um personagem muito rico. Ele é um humano complexo, contraditório e problemático, que possui habilidades extraordinárias.”

Vale lembrar que Robert Downey Jr., intérprete original do Homem de Ferro, já foi anunciado no elenco – onde dará vida ao vilão Doutor Destino.

Chris Evans e Hayley Atwell (‘Missão: Impossível – Acerto De Contas Parte 1’) também tiveram seus retornos confirmados no elenco.

Joe e Anthony Russo (‘Vingadores: Ultimato’) serão responsáveis pela direção.

Enquanto ‘Vingadores: Apocalipse‘ está programado para no dia 1º de maio de 2026, a sequência ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ está prevista para maio de 2027.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

As Aventuras de Paddington 2 | Relembrando o SEGUNDO filme da aclamada franquia!

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O que esperar de um filme cujo personagem principal é um pequeno e muito fofo urso pardo que vai morar em uma vizinhança habitada pelos atores e atrizes mais versáteis da indústria do entretenimento britânica? Exatamente aquilo que tal escopo nos leva a imaginar: uma narrativa satisfatória, agradável e que, ao final do dia, nos faz refletir sobre as pequenas coisas que tornam o nosso cotidiano mais feliz. E bom, se a história original já se tornou um sucesso tanto de crítica quanto de público, só posso dizer que As Aventuras de Paddington 2’ é uma sequência digna e que mantém o ritmo otimista que nos foi apresentado no predecessor de forma muito minimalista e aplaudível.

O protagonista-título retornou às telonas em 2017 para mais uma de suas aventuras – e o inocente e muito bem antropomorfizado animal tem como principal objetivo encontrar o presente perfeito para o centésimo aniversário de sua Tia Lucy (Imelda Staunton), a qual o resgatou de uma trágica morte quando era apenas um filhotinho. Agora, residindo em Londres, mais precisamente na casa da cômica e adorável família Brown, ele receberá sua “musa inspiradora” e precisa fazer com que essa viagem valha a pena demonstrando todo o seu amor. Mas não espere que Paddington (marcando o retorno do carismático Hugh Bonneville à franquia) se renda às ostentações e às superficialidades de roupas de marca, perfumes caríssimos ou qualquer coisa do tipo; ele busca sim por algo singelo e marcante, como um poema, uma história – ou até mesmo um escondido livro pop-up escondido em meio às inúmeras tralhas de uma loja de antiguidades.

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Desde o início do primeiro ato, somos apresentados a uma narrativa que definitivamente não segue o mesmo padrão dos filmes de gênero. Ao invés de nos apresentar a um núcleo familiar conturbado e que mantém esse padrão até a grande reviravolta do terceiro ato, toda a atmosfera é propositalmente otimista, como forma de nos direcionar aos clássicos contos de fada e até mesmo às histórias da carochinha que ouvíamos quando criança. Por mais que os obstáculos existam, eles em momento algum são perigosos ou frutos de um acontecimento ocasional, mas resgatam situações prováveis que ocorrem de jeitos cômicos e aventureiros – por mais bobos que possam parecer à prima-vista. Sem sombra de dúvida, todo o conjunto do produto final é o que realmente vale a pena e o que o torna uma obra belíssima, ainda que com seus aparentes, porém ignoráveis, deslizes.

Paddington é como qualquer vizinho que você possa conhecer; ele tem uma rotina, ele trabalha, ele tem desejos e comete erros – mas aqui, a principal fonte de envolvência que a trama emana é utilizar sua inocência e seu altruísmo e esperança em relação a todos com quem convive como base para quebras de expectativa que nos fazem rir e torcer para que as coisas deem certo no final das coisas. Há uma sequência, na verdade a principal que dá continuidade à sua futura jornada, em que ele acaba causando um erro irreversível no couro cabeludo de um cliente e perde seu emprego; tal acontecimento faz com que sua família o leve para um circo próximo, onde conhecem o ator e ilusionista Phoenix Buchanan (Hugh Grant) e, após conversar com ele pessoalmente, acaba revelando quais são seus planos para o aniversário da Tia.

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Acontece que o livro que deseja comprar é a chave para descobrir um tesouro de uma contorcionista assassinada há muito tempo e que se perdeu conforme os anos passaram. Sabe-se que a fortuna escondida tem suas pistas escondidas nas páginas do romance e que, caso caiam em mãos erradas, podem ser utilizadas não como forma de garantir o legado da artista em questão, mas sim para outros propósitos. Logo, Phoenix, com a mente ambiciosa que possui, acaba utilizando um de seus vários disfarces para roubar o pop-up e incriminar o urso, que eventualmente é pego pelos policiais e mandado para a prisão local.

O ápice do longa-metragem não é sua história, por mais comovente e completa que seja: com a chegada do último ato, Paul King e Simon Farnaby parecem se perder com a ordem de resolução dos eventos e prezam muito mais por uma estética que remonte ao gênero de ação e aventura em detrimento de algo mais original – temos até mesmo a insurgência da possível morte do protagonista e de sua ressurreição final por meio de forças externas. Mas toda a sua estética definitivamente rouba a atenção, principalmente pela montagem, que preza por flashbacks bem posicionados e cortes paralelos fluidos e que permitem o entrelace entre cenas divergentes entre si. King também entra como diretor do projeto e sua visão logo nos remonta a outros cineastas de grande peso dentro do cenário cinematográfico.

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É quase impossível não realizar comparações entre ‘Paddington 2’ e ‘O Grande Hotel Budapeste’. Desde sua narrativa rocambolesca e com núcleos narrativos bem definidos até o uso excessivo de enquadramentos simétricos e que permanecem na linha do horizonte, o filme pode não alcançar a mesma maestria, mas sem sombra de dúvida funciona como uma boa e comedida homenagem. O uso de tons pasteurizados também é muito bem-vindo, principalmente quando todo o foco da trama volta-se para dentro da prisão, onde o protagonista se encontra com o caricato e ao mesmo tempo complexo cozinheiro Knuckles McGinty (Brendan Gleeson). Aqui, a opção por tons como vermelho, rosa, laranja e seus derivados entra em constante choque com a atmosfera que uma facilidade carcerária normalmente deveria nos passar – e mais uma vez, nos recordamos da irreverência com a qual Wes Anderson trabalha magnificamente em sua obra.

Além de Gleeson, Sally Hawkins também tem os seus momentos de glória, principalmente quando em conjunto a Hugh Bonneville. Os dois interpretam a Sra. e o Sr. Brown, um casal diferente de todos que conhecemos e que nutrem uma paixão indescritível tanto por seu “filho adotivo” quanto pelas pessoas que os cercam. King sabe dosar muito bem o tempo de cena de cada um dos personagens quando em relação ao papel que ocupam dentro do arco principal, e não é nenhuma surpresa que a Sra. Brown e Paddington tenham momentos de pura comédia e também de um melodrama que se faz necessário dentro dos limites impostos pelo filme.

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As Aventuras de Paddington 2’ é uma obra que nos faz pensar em ser pessoas melhores. Funcionando tão bem quanto a obra original, tudo aqui se encaixa quase perfeitamente, ainda que não se preocupe de forma mais endossada no tocante à narrativa; definitivamente, esta é uma daquelas histórias que beiram o impossível e que, mesmo assim, conversam com a nossa própria realidade em diversos níveis.

Crítica | ‘Vítimas do Dia’ – Filme do Globoplay com Jéssica Ellen traz história TENSA e impactante

Divulgacao Globoplay

Disponível com exclusividade no Globoplay, o drama Vítimas do Dia é mais uma obra audiovisual que traz a guerra imposta em muitos cantos da cidade do Rio de Janeiro, sob o ponto de vista de dois personagens, que representam de inúmeras formas o choque entre a expectativa da vida e a possibilidade da morte em uma cidade marcada pela violência. Esse retrato comovente que mostra através da tensão a realidade, atravessa também o amor, a compaixão e o afeto através de um ótimo elenco.

Divulgacao Globoplay

O motorista de aplicativo Elder (Amaury Lorenzo) estava em uma noite comum na sua rotina. Chegando em casa, no subúrbio do Rio de Janeiro, após trabalhar o dia todo, vai ao supermercado comprar um item desejado pela esposa Daiane (Jéssica Ellen), grávida. Chegando no lugar, é atingido por uma bala perdida. Em meio a um intenso tiroteio, precisa aguardar atendimento, sendo amparado por frequentadores e funcionários do estabelecimento. Em paralelo, Daiane sem saber notícias do marido, acaba entrando em trabalho de parto e tem dificuldades de sair de casa pois a violência também bate em sua porta.

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Com direção de Bruno Safadi e roteiro de Dino Cantelli, Vítimas do Dia apresenta de forma emocionante uma noite como tantas outras já vividas por muitos moradores do Rio de Janeiro, uma amostra do reflexo do cotidiano do carioca. Pelos jornais e até mesmo por histórias nem contadas, sabemos o barril de pólvoras que marcam o cotidiano do carioca, uma cidade dominada por guerra urbanas imparáveis, onde a pessoa sai de casa e não sabe se volta. Tendo esse contexto bem amarrado, a narrativa apresenta através de um intenso drama diversos olhares sobre a situação.

Divulgacao Globoplay

Em cerca de 80 minutos de projeção – nesse que é o terceiro longa-metragem do Núcleo de Filmes dos Estúdios Globo – as dores da violência acabam encontrando refúgio no campo da humanidade. O afeto e o amor abrem espaço para ótimos personagens coadjuvantes darem sua contribuição e visão a essa história. A fé representada por uma nova gerente que descobriu uma gravidez, uma cliente do supermercado com marcas no passado, outra que fica de frente na ajuda para Elder, uma policial que se solidariza com o momento de Daiane, são alguns dos ótimos personagens que ajudam a contar essa história.

Drama urbano que percorre horas em uma noite, tendo apenas dois cenários, Vítimas do Dia consegue preencher as lacunas de seu discurso através do começo, meio e fim de situações ligadas entre a vida e a morte sem deixar de plantar reflexões por todos os lados através de críticas sociais certeiras.

 

 

Crítica | ‘Sol de Inverno’ – Um retrato poético sobre o observar e suas conclusões

As relações humanas e as estações do ano andam de mãos dadas num filme que apresenta um retrato poético sobre o observar e suas conclusões. Selecionado para a mostra Um Certo Olhar no último Festival de Cannes, o delicado drama japonês Sol de Inverno atravessa um interessante recorte de três pessoas completamente diferentes tendo a referência como elemento que se chega até um despertar.

Numa das 14.125 ilhas geladas do Japão encontramos três personagens que através de um objetivo passam por reflexões sobre a própria vida. Um garoto chamado Takuya (Keitatsu Koshiyama) pratica Hockey mas se fascina pela patinação artística, ajudado pelo professor e ex-atleta Arakawa (Sousuke Ikematsu) começa a treinar junto de Sakura (Kiara Takanashi), uma garota prodígio desse esporte, para uma competição em duplas. Mas algo entre as alegrias, imaturidade e olhares curiosos podem ser obstáculos no forte vínculo criado.

Escrito e dirigido por Hiroshi Okuyama, esse é um filme que acontece no estático, num nada previsível vazio existencial que acaba indo de encontro aos personagens. Tentar traduzir o profundo das emoções – com margens para interpretações – é um dos pontos bem lapidados de um roteiro que possui um discurso que anda pelas estradas da melancolia sem se perder. A narrativa é ponderada, sua força acontece muitas vezes num olhar, num gesto, elementos que ganham intensidade no campo do refletir.

Sobre as águas do oceano pacífico, as relações humanas encontram as várias formas de enxergar situações personificado pela força do sentido das estações do tempo. Assim, logo chegamos no preciso que essa trama nos traz, o elemento que é a interseção dos três personagens, a referência, como ponto que se chega até a paixão e incertezas. No centro de tudo, Arakawa é o vértice que representa os encontros e desencontros, ligando todos os personagens.

Sol de Inverno é uma obra sobre pessoas e suas percepções sobre os próprios sentimentos que se apresentam em conflitos circulando – entre dúvidas e imaturidade – as emoções de gestos carinhosos, as riquezas das amizades, com as dores de preconceitos.

 

Astro de ‘Pinguim’ entra para o elenco do suspense cômico ‘The Saviors’

theo rossi pinguim

O astro Theo Rossi (‘Pinguim’) foi escalado para o elenco do novo suspense cômico ‘The Saviors’ (via Deadline).

Rossi se junta aos previamente confirmados Adam Scott (‘Ruptura’) e Danielle Deadwyler (‘Piano de Família’).

O filme é centrado em um casal suburbano cujas vidas saem de controle quando eles alugam sua garagem para inquilinos misteriosos.

O projeto está sendo produzido pela Highway 10, pela Invention Studios e pela Great Scott Productions.

Kevin Hamedani fica a encargo da direção. Ele também assina o roteiro ao lado de Travis Betz, que permaneceu na lista negra de Hollywood desde 2018.

As filmagens terminaram recentemente em Los Angeles, tendo começado em dezembro do ano passado.

Mais detalhes não foram revelados.

Quarteto Fantástico será CRUCIAL em novo ‘Vingadores’, revela insider

vingadores apocalipse

O próximo filme dos Vingadores, intitulado ‘Vingadores: Apocalipse’, promete grandes mudanças no centro das atenções do UCM.

Com o Doutor Estranho confirmado fora do elenco principal e Kang, o Conquistador, descartado como o grande vilão, novos protagonistas estão prontos para assumir os holofotes – e as expectativas recaem sobre o Quarteto Fantástico e o Homem-Aranha de Tom Holland.

De acordo com a insider MTTSH, ‘Vingadores: Apocalipse’, previsto para 2026, será amplamente focado nos heróis do Quarteto Fantástico.

Introduzidos em ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘, Reed Richards, Sue Storm, Johnny Storm e Ben Grimm terão um papel essencial na batalha contra Victor Von Doom, que será interpretado por Robert Downey Jr.

O retorno dos Irmãos Russo na direção e de Stephen McFeely como roteirista transformou os planos iniciais, ajustando a história para centralizar Doutor Destino como o principal antagonista do filme.

Enquanto ‘Vingadores: Apocalipse‘ está programado para no dia 1º de maio de 2026, a sequência ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ está prevista para maio de 2027.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘The Studio’: Série de COMÉDIA com Catherine O’Hara e Seth Rogen terá estreia no Festival SXSW

the studio series apple tv+

The Studio, nova série de comédia criada e estrelada por Seth Rogen, terá sua estreia oficial no Festival South by Southwest (SXSW).

Segundo o Deadline, a produção irá abrir a nova edição do festival, que ocorre entre os dias 07 e 15 de março em Austin, Texas.

Lembrando que a produção estreia na Apple TV+ no dia 26 de março.

Relembre o trailer:

Evan Goldberg co-escreve o projeto.

A trama acompanha um estúdio de cinema de Hollywood tentando sobreviver em um mundo em que a convivência entre arte e comércio se torna cada vez mais difícil.

Catherine O’HaraKathryn HahnIke BarinholtzChase Sui Wonders fazem parte do elenco. Bryan CranstonKeyla Monterroso MejiaDewayne Perkins farão participações especiais.

Este é a mais nova colaboração entre Rogen e a Apple TV+, que já trabalharam juntos na aclamada série ‘Platonic’.

‘Lanternas’: Ulrich Thomsen interpretará o vilão Sinestro na série do DCU

De acordo com o Deadline, Ulrich Thomsen (‘The Blacklist’) foi confirmado na série ‘Lanternas‘, que está sendo desenvolvida pela DC Studios e a HBO.

O ator interpretará o vilão Sinestro, um ex-Lanterna Verde que se tornou um rebelde e é descrito como implacável, mas inegavelmente charmoso. A natureza manipuladora de Sinestro impulsiona sua obsessão duradoura por seu antigo pupilo, Hal Jordan.

O personagem foi criado por John Broome e Gil Kane, e apareceu pela primeira vez na história em quadrinhos do Lanterna Verde, em 1961.

A trama da série vai girar em torno do novo recruta John Stewart (Aaron Pierre) e a lenda dos Lanternas Hal Jordan (Kyle Chandler), dois policiais intergalácticos envolvidos em um mistério obscuro na Terra enquanto investigam um assassinato no coração dos Estados Unidos.

Kelly Macdonald (Xerife Kerry), Nathan Fillion (Guy Gardner) e Garret Dillahunt (William Macon), também estão confirmados no elenco.

O projeto, que integra o capítulo ‘Deus e Monstros‘ do DCU, terá um tom sombrio, inspirado em ‘True Detective‘.

Chris Mundy, Damon Lindelof e Tom King são responsáveis pelo roteiro.

A atração contará com oito episódios, sendo exibida simultaneamente na HBO e na plataforma da Max, em vez de estrear sob a marca Max Originals.

Reboot live-action de ‘Resident Evil’ é CONFIRMADO com diretor de ‘Noites Brutais’

Resident Evil‘ vai ganhar um novo reboot nos cinemas, e já tem um diretor escolhido.

O diretor de ‘Noites Brutais‘, Zach Cregger, foi confirmado na direção.

O filme será mais terror do que ação, e a história será mais fiel aos games.

No que parece ter se tornado o primeiro grande leilão do ano, uma intensa guerra de lances está em andamento para o reboot.

Quatro estúdios estão cotovelando pela vitória, entre eles Warner Bros. e Netflix, de acordo com fontes do THR.

A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produzirá o reboot junto com a PlayStation Productions.

A produtora fará o novo filme com um orçamento maior do que ‘Bem-Vindo a Raccoon City‘, que se estima ter custado US$ 25 milhões (ganhando apenas US$ 41 milhões nas bilheterias mundiais).

Anteriormente, rumores apontavam o governo local de Sudbury, no Canadá, teria aprovado um financiamento de 11 milhões de dólares canadenses para o desenvolvimento de diversos projetos, incluindo um intitulado ‘Umbrella Chronicles‘.

Por causa do título, acredita-se que o novo projeto deve adaptar o jogo ‘Resident Evil 0‘ para as telonas.

O elenco e as filmagens começarão em breve, de acordo com a reportagem.

Vale lembrar que ‘Bem-vindo a Raccoon City‘ foi massacrado pelos críticos – apenas 30% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.

Relembre o trailer:

‘Ainda Estou Aqui’ é o 2º Filme brasileiro a ser indicado na categoria MELHOR FILME no Oscar

Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles, se tornou o SEGUNDO filme a ser indicado na categoria principal de Melhor Filme no Oscar na história da premiação.

Em 1986, a coprodução brasileira ‘O Beijo da Mulher-Aranha‘ recebeu quatro indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor para o brasileiro naturalizado Héctor Babenco.

O filme conta a história do prisioneiro político de esquerda Valentín Arregui e Luís Molina, um homossexual efeminado condenado por “corrupção de menor”. Os dois dividem uma cela numa prisão brasileira durante a ditadura militar.

Agora, temos nossa segunda indicação na categoria principal. Ainda Estou Aquiarrebatou as categorias de Melhor Filme e Melhor Filme Internacional, enquanto Fernanda Torres foi indicada na categoria de Melhor Atriz.

Ainda nos anos 1990, três representantes brasileiros disputaram a estatueta de Melhor Filme Internacional: ‘O Quatrilho‘ (em 1996), ‘O Que É Isso, Companheiro?‘ (em 1998) e ‘Central do Brasil‘ (em 1999), sendo que este último rendeu ainda uma indicação de Melhor Atriz para Fernanda Montenegro.

Os vencedores serão anunciados no dia 02 de março.

Lembrando que o filme subiu para 91% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 33 avaliações.

Os críticos elogiaram amplamente o filme, destacando a forma humanizada com que retrata os eventos reais, bem como o desempenho notável do diretor Walter Salles e da atriz Fernanda Torres.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Ainda Estou Aqui é um filme envolvente e profundamente tocante, que revela uma rica camada de emoção. Sem dúvida, é uma das melhores obras de Salles”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“O excelente filme de Walter Salles, baseado em fatos reais — uma vez que ele foi amigo da família Paiva na adolescência — é um tributo profundo e comovente a uma mulher e sua família notáveis”, disse Wendy Ide do Screen International.

“Fazer com que o destino desta casa bem equipada, de classe média alta, remeta ao de um Brasil cada vez mais oprimido pode parecer uma metáfora forçada, mas o empenho de Salles na direção é notável por sua elegância e realismo”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.

“Clássico na forma, mas radical na empatia, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) talvez não precise das seções adicionais que alteram um pouco o ritmo emocional. Mas, por outro lado, esses personagens são tão vívidos que não queremos deixá-los também”, disse Jessica Kiang da Variety.

Fernanda Torres oferece uma atuação que, sem dúvida, será aclamada como um dos maiores marcos de sua carreira e, provavelmente, a tornará mais reconhecida internacionalmente”, disse Nicholas Bell da IonCinema.

“O respeito que ele demonstra pela família Paiva, com a qual mantém uma relação próxima, comprova que ele foi a escolha certa para este filme”, disse Robert Ruggio do AwardsWatch.

“O relato baseado em fatos de [Walter Salles] sobre a situação dos desaparecidos é compreensivelmente afetado e pode carregar uma certa dose de sentimentalismo. No entanto, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) continua sendo um drama profundo e comovente sobre os desaparecidos da nação”, disse Xan Brooks do The Guardian.

“Vibrante e comovente, com uma performance excepcional de Fernanda Torres no papel de Eunice Paiva, o filme se destaca por nos fazer experimentar a essência da absoluta arbitrariedade”, disse Fernando E. Juan Lima do Otroscines.

“Talvez, se Ainda Estou Aqui fosse apresentado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, a maior parte dos amplos e idealizadores traços desse retrato santificado seriam muito mais aceitáveis”, disse Savina Petkova do The Film Stage.

“Independentemente de qualquer vínculo pessoal com esse período sombrio, os espectadores serão cativados pela história desta família corajosa e, especialmente, pela força de Eunice, tudo graças à atuação de Torres”, disse Ema Sasic do Next Best Picture.

Ainda Estou Aqui‘  já foi assistido por mais de 1,9 milhões de espectadores no Brasil – ultrapassando o público do clássico ‘Central do Brasil‘ (1.6M) e se tornando o filme mais popular do diretor em nosso país.

A produção ainda deve superar os números de ‘Minha Irmã e Eu‘ (2.3M).

Ainda Estou Aqui‘ se beneficiou da vitória de Fernanda Torres como Melhor Atriz no Globo de Ouro e DOBROU o número de salas nos cinemas do Brasil.

A Sony Pictures do Brasil revelou o número exato ao CinePOP:

• 350 cinemas (de 145)
• 400 salas (de 187)

Relatos informam que várias sessões do filme chegaram a lotar essa semana, e ele registrou a maior MÉDIA de público por sessão no fim de semana.

‘Ainda Estou Aqui’ é o segundo filme mais bem avaliado no Letterboxd; Confira o top 10!

Você já assistiu? Conta pra gente nos comentários no post abaixo:

Em sua quarta semana em cartaz, o filme arrecadou mais R$ 1,27 milhão e já soma R$ 66,6 milhões nas bilheterias do Brasil.

Assista ao trailer:

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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10 filmes que viraram memes virais!

As vezes basta uma cena para uma obra ser reconhecida por todos. Você já deve se lembrar de algum filme só de ler essas primeiras palavras. Pensando em alguns projetos que tiveram cenas que viraram verdadeiros memes virais, segue abaixo uma lista abaixo:

 

O Sexto Sentido

Você sabe porque sente medo quando está sozinho? Nos guiando para olhares diversos sobre o medo e o luto sob uma peculiar perspectiva, O Sexto Sentido e sua hipnotizante trama tem no seu alicerce o trauma como a estrada que percorrem dois protagonistas que se unem por respostas para seus conflitos. Escrito e dirigido pelo cineasta M. Night Shyamalan, Indicado para seis Oscars, esse projeto é aquele que na segunda vez que assistimos tudo fica mais óbvio. Então as surpresas de uma primeira jornada só se tem uma vez.

 

Pulp Fiction – Tempo de Violência

O ano de 1994 ficou guardado com muito carinho no coração dos cinéfilos. Uma das maravilhosas obras lançadas nesse grande ano para o cinema percorre gerações: Pulp Fiction – Tempo de Violência. Segundo longa-metragem da carreira do genial cineasta Quentin Tarantino, esse projeto com diálogos afiados que dá um bico em qualquer cronologia, coloca na mesa reflexões sobre a sociedade e a violência de uma maneira poucas vezes vistas até então. Além de tudo, foi um dos filmes mais rentáveis da história do cinema, custou 8 milhões de dólares e arrecadou, só em bilheteria, mais de 200!

 

As Branquelas

Na trama, adorada por grande parte do público brasileiro, acompanhamos dois agentes do FBI que se disfarçam de duas jovens socialites em uma missão.

 

O Sacrifício

Remake de um filme da década de 70, dirigido por Neil LaBute, O Sacrifício nos leva até a história de um homem da lei que começa uma investigação sobre um desaparecimento em uma ilha.

 

300

Dirigido por Zack Snyder, o longa-metragem 300 nos mostra a guerra entre o Rei Leônidas e seu exército contra o Rei Xerxes. Baseado na série de quadrinhos homônima de Frank Miller e Lynn Varley.

 

Eurotrip – Passaporte para a Confusão

Na trama, conhecemos Scott (Scott Mechlowicz), um jovem que acabou de concluir o ensino médio norte-americano e ao mesmo tempo acaba terminando de maneira abrupta seu relacionamento com a namorada Fiona (Kristin Kreuk) com quem achou que ficaria pra sempre. Ingênuo é sempre zoado pelos amigos e por seu irmão menor. Ele pratica alemão com uma pessoa que mora em Berlim e que ele acredita ser um homem, só que ele está enganado e a pessoa com quem ele fala todo dia pelo computador na verdade é uma linda garota chamada Mieke (Jessica Boehrs). Desesperado em fazer acontecer esse relacionamento, ele se junta a Jenny (Michelle Trachtenberg), Jamie (Travis Wester) e seu grande amigo Cooper (Jacob Pitts) para uma volta pela Europa à procura de Mieke.

 

Meninas Malvadas

Com uma bilheteria que chegou na casa dos 130 milhões de dólares e até hoje faz sucesso quando exibido na televisão, Meninas Malvadas, dirigido por Mark Waters, é um dos mais lembrados filmes adolescentes mais lembrados de algumas gerações. Na trama, acompanhamos uma jovem que foi educada na África e acaba voltando ao Estados Unidos indo parar numa escola pública onde conhece as meninas mais populares da escola.

 

O Grande Gatsby

Na trama, somos jogados para dentro de uma história que mais parece um conto de fadas trágico, narrada pelo jovem e talentoso escritor Nick Carraway envolvido até o pescoço com o universo glamuroso em que seu vizinho Jay Gatsby vive. Aos poucos, vamos descobrindo junto com Carraway os mistérios de Gatsby, seu amor e sua obsessão que o leva ao limite.

 

Cinquenta Tons de Cinza

Na trama acompanhamos uma jovem estudante que acaba conhecendo um jovem bilionário e logo descobre suas fantasias mais secretas.

 

Homem-Aranha

Lançado em 2012 e dirigido por Sam Raimi, Homem-Aranha foi um estrondoso sucesso e trazia a história que todo mundo conhece, de Peter Parker um estudante muito inteligente que é picado por uma aranha e ganha superpoderes. Assim, enfrenta enormes desafios e dilemas.

 

Trailer do terror ‘O Macaco’, adaptação de Stephen King, ultrapassa 100 milhões de visualizações

Macaco assustador em jaqueta vermelha.

Sucesso! O primeiro trailer do terror ‘O Macaco‘ (The Monkey) alcançou a marca de 109 milhões de visualizações nas primeiras 72 horas desde o seu lançamento.

O longa, baseado no conto do Stephen King, alcançou 43 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas, quebrando o recorde de trailer mais visto para um filme de terror independente.

Para termos de comparação, o trailer do novo terror da NEON superou a popularidade de outros sucessos recentes do gênero, incluindo ‘Sorria‘ (100M views e estreia de US$22.6M nos EUA), ‘O Telefone Preto‘ (73M views e estreia de US$23.6M nos EUA) e ‘Nosferatu’ (74M views e estreia de US$21.6M nos EUA).

Dirigido por Osgood Perkins (‘Longlegs – Vínculo Mortal’), ‘O Macaco‘ conta a história de dois irmãos gêmeos que encontram um macaco de brinquedo do pai no sótão. A partir daí, uma série de mortes horríveis começa a acontecer ao redor deles.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de fevereiro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

“Na trama, quando os irmãos gêmeos Hal e Bill descobrem o antigo brinquedo de macaco de seu pai no sótão, uma série de mortes horríveis começa a ocorrer ao seu redor. Os irmãos decidem se livrar do macaco e seguir com suas vidas, se afastando ao longo dos anos. No entanto, quando as misteriosas mortes começam novamente, os irmãos precisam se reunir para encontrar uma maneira de destruir o macaco de uma vez por todas antes que ele tire a vida de todos os que estão próximos a eles”. 

O elenco inclui Theo James, Tatiana Maslany, Elijah Wood, Christian Convery, Colin O’Brien, Rohan Campbell e Sarah Levy.

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