A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anuncia os Indicados Ao Oscar nesta quinta-feira, 23 de janeiro, às 10h30, e você pode assistir AO VIVO aqui.
Assista, com nossos comentários:
A cerimônia do Oscar permanece agendada para domingo, 2 de março, no Dolby Theatre, em Ovation Hollywood.
MELHOR FILME Anora O Brutalista Um Completo Desconhecido Conclave Duna: Parte 2 Emilia Pérez Ainda Estou Aqui Nickel Boys A Substância Wicked
MELHOR DIREÇÃO Anora, Sean Baker O Brutalista, Brady Corbet Um CompletoDesconhecido, James Mangold Emilia Pérez, Jacques Audiard A Substância, Coralie Fargeat
MELHOR ATRIZ
Cynthia Erivo, Wicked
Karla Sofía Gascón, Emilia Pérez
Mikey Madison, Anora
Demi Moore, A Substância
Fernanda Torres, Ainda Estou Aqui
MELHOR ATOR
Adrien Brody, O Brutalista
Timothée Chalamet, Um Completo Desconhecido
Colman Domingo, Sing Sing
Ralph Fiennes, Conclave
Sebastian Stan, O Aprendiz
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Monica Barbaro, Um Completo Desconhecido
Ariana Grande, Wicked
Felicity Jones, O Brutalista
Isabella Rossellini, Conclave
Zoe Saldaña, Emilia Pérez
MELHOR ATOR COADJUVANTE
Yura Borisov, Anora
Kieran Culkin, A Verdadeira Dor
Edward Norton, Um Completo Desconhecido
Guy Pearce, O Brutalista
Jeremy Strong, O Aprendiz
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO Um Completo Desconhecido Conclave Emilia Pérez Nickel Boys Sing Sing
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Anora O Brutalista A Verdadeira Dor Setembro 5 A Substância
MELHOR ANIMAÇÃO Flow Divertida Mente 2 Memórias de um Caracol Wallace & Gromit: Avengança</em Robô Selvagem
MELHOR DOCUMENTÁRIO Black Box Diaries No Other Land Porcelain War Soundtrack to a Coup D’Etat Sugarcane
MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM Death by Numbers I Am Ready, Warden Incident Instruments of a Beating Heart The Only Girl in the Orchestra
MELHOR FILME INTERNACIONAL Ainda Estou Aqui The Girl with the Needle Emilia Pérez A Semente da Árvore Sagrada Flow
MELHOR FIGURINO Um Completo Desconhecido Conclave Gladiador II Nosferatu Wicked
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO O Brutalista Conclave Duna: Parte 2 Nosferatu Wicked
MELHOR MONTAGEM Anora O Brutalista Conclave Emilia Pérez Wicked
MELHOR FOTOGRAFIA O Brutalista Duna: Parte 2 Emilia Pérez Maria Callas Nosferatu
MELHORES EFEITOS VISUAIS Alien: Romulus Better Man Duna: Parte 2 Planeta dos Macacos: O Reinado Wicked
MELHOR MAQUIAGEM & CABELO Um Homem Diferente Emilia Pérez Nosferatu A Substância Wicked
MELHOR SOM Um Completo Desconhecido Duna: Parte 2 Emilia Pérez Wicked Robô Selvagem
MELHOR TRILHA SONORA O Brutalista Conclave Emilia Pérez Wicked Robô Selvagem
MELHOR MÚSICA ORIGINAL
“El Mal”, Emilia Pérez
“The Journey”, Batalhão 6888
“Like a Bird”, Sing Sing
“Mi Camino”, Emilia Pérez
“Never Too Late”, Elton John: Never Too Late
MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMADO Beautiful Men In the Shadow of the Cypress Magic Candies Wander to Wonder Yuck!
MELHOR CURTA-METRAGEM EM LIVE-ACTION A Lien Anuja I’m Not a Robot The Last Ranger The Man Who Could Not Remain Silent
A atriz, que já figurou na pré-lista de indicados da categoria, é uma das mais cotadas para ser nomeada na próxima edição do Oscar.
“Eu ficarei mais do que feliz se eu for indicada ao Oscar. Mas, ao mesmo tempo, o Globo de Ouro já é uma conquista tão grande. No Brasil, é como se tivéssemos vencido a Copa do Mundo. Se eu conseguir um lugar na base 1 do Everest, eu ficarei mais que satisfeita, mas ganhar…”
Ela completa, “Eu odeio expectativas. Sou uma pessimista por natureza. E o que vier, vou ficar feliz. Sabe, estou mais do que feliz com o meu pesado Globo de Ouro na minha mala. E eu amaria ser indicada porque isso seria muito simbólico. Mas eu não meço a vida em termos de ganhar ou perder.”
Vale lembrar que os indicados serão revelados pela Academia amanhã (23), a partir das 10h30.
US actor Leonardo DiCaprio arrives for the 92nd Oscars at the Dolby Theatre in Hollywood, California on February 9, 2020. (Photo by VALERIE MACON / AFP)
Inicialmente desenvolvida como uma minissérie para o Hulu, a produção passará a ser um longa-metragem para os cinemas.
Leonardo DiCaprio (‘Assassinos da Lua das Flores’) está em negociações para estrelar.
Martin Scorsese, de ‘O Irlandês‘, será responsável pela direção.
Anteriormente, a dupla serviria apenas como produtores executivos do seriado.
Baseada no livro homônimo de Erik Larson, a produção irá contar a história do primeiro serial killer da América, H. H. Holmes.
A trama segue a história de dois homens, um arquiteto e um serial killer, cujos destinos são ligados para sempre. Daniel H. Burnham é um brilhante arquiteto correndo contra o tempo para deixar sua marca no mundo. Já Henry H. Holmes é um lindo médico, que mandou construir um palácio para seduzir, torturar e mutilar jovens mulheres – que ficou conhecido como “Castelo do Assassinato”.
20th Century Studios é o estúdio por trás da adaptação.
Em tempos de redes sociais, emprego terceirizado, hiperinflação e corre atrás de corre para pagar os boletos, torna-se virtualmente impossível parar e observar a beleza das coisas simples da vida. Ou apenas a beleza. Porque a luta do dia a dia tem sido tão intensa e desgastante, que, sozinhos, não conseguimos avançar em nada. Estes temas embasam o argumento do surpreendente ‘Kasa Branca’, filme brasileiros que teve exibições em uma penca de festivais nos últimos meses (inclusive, vai encerrar a Mostra de Cinema de Tiradentes este ano) e que estreia no circuito nacional de cinema no próximo dia 30.
Em uma casinha na Baixada Fluminense, Dé (Big Jaum) passa os dias e as noites cuidando de sua vozinha, Dona Almerinda (Teca Pereira), diagnosticada com Alzheimer em fase terminal. Essa rotina é muito puxada para este jovem sem mãe e com o pai (Babu Santana) ausente, mas felizmente ele pode contar com uma rede de apoio muito presente no lugar onde mora: os amigos Martins (Ramon Francisco), Adrianim (Diego Francisco) e Talita (Gi Fernandes) fazem de tudo para ajudá-lo com tudo que precisa, seja para arrecadar dinheiro para pagar o aluguel e comprar os remédios da vó Almerinda, seja para organizar um show na ‘Kasa Branca’ onde o rapper L7nnon prometeu se apresentar.
Escrito e dirigido por Luciano Vidigal (que estreia na direção de longas-metragens com este projeto, após longa carreira como ator), ‘Kasa Branca’ é um dos filmes mais sensíveis deste ano – não à toa está sendo exibido em tantos festivais. Em uma camada mais evidente, é claro que o filme está retratando todas as inúmeras dificuldades que um jovem preto e periférico enfrenta cotidianamente nos tempos atuais em um estado cosmopolita como o Rio de Janeiro: os grandes deslocamentos, a dependência do transporte público, a falta de recursos dos hospitais públicos quando precisamos deles, o desemprego, o abandono parental, entre outros. Sim, todos esses temas estão no filme e são abordados com muita responsabilidade por Luciano Vidigal, mas sem fazer com que esses elementos pesem no filme ao ponto de transformarem a produção em algo excessivamente dramático.
Ao contrário, Luciano prefere abordar o “apesar de”. Ou seja, apesar de todos esses elementos cercarem a juventude periférica, há esperança, há amor, há amizade, porque felizmente há aquilombamento, única forma de sobreviver quando se é preto e periférico numa cidade grande. A beleza sutil que o filme de Luciano encontra é mostrar um quilombo jovem, de garotos e garotas experimentando a vida em muitos aspectos, forçados a amadurecerem prematuramente por motivos variados, mas, ainda assim, “apesar de” tudo isso, eles estão lá, uns para os outros.
Tal cumplicidade é mérito desse elenco potente, entrosado e dinâmico que Luciano encontrou para dar vida à personagens tão reais. O trio principal de rapazes tem sintonia e interage tal qual na vida real, com tamanha desenvoltura que faz com que todo carioca tenha a sensação de conhecê-los de algum lugar. Em um belo encontro de gerações, os três dividem muitas cenas com a querida Dona Teca, e são essas as cenas mais comoventes de ‘Kasa Branca’, pois os rapazes – especialmente o doce Big Jaum – imprimem tanta ternura no trato com Teca Pereira, que fica evidente o respeito e a honra que sentem em contracenar com ela. Disso, Luciano pode se orgulhar.
Encantador, ‘Kasa Branca’ precisa ser visto pelo maior número de pessoas possível, pois “apesar de” todas as dificuldades do dia a dia, é preciso ver beleza nas coisas para seguir adiante.
Indiscutivelmente, os canais abertos foram a porta de entrada para a cinefilia de toda uma geração. Antes dos streamings e sequer da internet, a forma mais acessível de assistir a filmes era mesmo na TV. É claro que os que cresceram nos anos 80 já possuíam as videolocadoras, mas tanto elas quanto os cinemas custavam e não estavam ao alcance de todos. Já na televisão, tudo o que bastava era ligar o aparelho, descobrir a data e hora da exibição daquele filme que se queria assistir e aparecer diante da tela.
Dentro deste seguimento da TV aberta no passado, nenhuma reinava tão absoluta quanto a rede Globo. E em sua programação, a Tela Quente sempre foi o supra-sumo da novidade quando o assunto era filme inédito de qualidade. E bem, mesmo com a concorrência desleal durante esses anos todos, com a TV a cabo, as mídias digitais (DVDs e Blu-rays) e agora o streaming, o programa das noites de segunda se mantém como um baluarte do entretenimento.
Abaixo daremos uma olhada em dez filmes de bastante prestígio, que tiveram exibições inéditas na TV aberta em 2024, estreando para grande parte da população brasileira na Tela Quente. Confira.
Indicado ao Oscar de melhor filme em 2021, ‘Bela Vingança’ será a exibição de hoje à noite na Tela Quente. O filme é um trabalho da cineasta Emerald Fennell, cujo longa seguinte foi o igualmente polêmico ‘Saltburn’. Fennell foi indicada ao Oscar de melhor direção e saiu vitoriosa com a estatueta de melhor roteiro original. Além destes, ‘Bela Vingança’ também foi nomeado para melhor edição e melhor atriz. Quem protagoniza é Carey Mulligan, no papel de uma mulher que se coloca numa posição fragilizada, apenas para se vingar de homens que tentam abusar dela.
Por falar em filmes indicados ao Oscar, ‘Creed’ é o derivado de um longa vencedor: falamos de ‘Rocky – Um Lutador’, que ganhou o Oscar de melhor filme em 1977. ‘Rocky’ teve cinco continuações até 2006. E depois disso viria seu primeiro derivado, com ‘Creed – Nascido para Lutar’ (2015). O filme indicou o astro Sylvester Stallone na categoria de coadjuvante no Oscar, se tornando um dos poucos da história a serem nomeados pelo mesmo personagem. ‘Creed’ levantou e bateu asas sozinho. O terceiro filme, lançado em 2023, estreou na Tela Quente no fim de novembro, no dia 25, e trouxe o protagonista de Michael B. Jordan enfrentando um velho amigo de infância nos ringues, papel de Jonathan Majors.
King Richard: Criando Campeãs
Exibido na segunda-feira anterior a ‘Creed III’, ‘King Richard’ é outro filme com pompa de Oscar. Infelizmente, o longa também ficaria marcado para sempre pelo ato impensado e completamente desnecessário (para dizer no mínimo) do tapa de Will Smith em Chris Rock na cerimônia televisionada para o mundo todo. Apesar da violência e agressão física, Smith não foi preso ou expulso, mas sim venceu o Oscar de melhor ator. Infelizmente, a história bela de superação de um pai criando duas campeãs de tênis foi totalmente ofuscada, já que quando pensamos no filme, lembramos da cena estarrecedora. Além da vitória de Smith, ‘King Richard’ também foi indicado para melhor filme, atriz coadjuvante, edição, roteiro original e canção.
Agora finalmente temos um filme de puro entretenimento, sem qualquer obrigação de prêmios. O longa foi exibido na semana anterior a ‘King Richard’, no dia 11 de novembro. Trata-se da segunda iteração do grupo de mercenários do governo americano, todos prisioneiros, trabalhando para a diminuição de sua pena (ou liberdade), em uma missão secreta. Escrito e dirigido por James Gunn, o diferencial é a censura alta, mas também o uso de mais dramaticidade envolvendo os personagens. As musas Margot Robbie e Viola Davis retornaram em seus papeis já clássicos. E a adição mais bem-sucedida foi John Cena como o insano Pacificador, que ganhou até série própria depois do filme.
Um dos maiores sucessos do cinema do pós-pandemia também estreou no horário nobre para o cinema da Globo. ‘Top Gun: Maverick’ foi muito alardeado como o filme que salvou os cinemas. Bem, podemos dizer que ao menos foi um deles. O fato é que foi sim um dos mais rentáveis destes últimos anos, arrecadando mais de um bilhão de dólares mundialmente, e se tornou o mais rentável da carreira do astro Tom Cruise. A tão prometida sequência do clássico dos anos 80 deu muito certo, e chegou a ser indicado ao Oscar de melhor filme em 2023, além de edição, canção, efeitos visuais e até roteiro, levando para casa o Oscar de melhor som. O filme foi exibido na Tela Quente do dia 7 de outubro.
Uncharted: Fora do Mapa
No mesmo ano de ‘Top Gun: Maverick’, estreava também nas telonas uma ambiciosa adaptação de um famoso videogame. Falamos de ‘Uncharted’, que se comporta como um ‘Indiana Jones’ dos jogos eletrônicos e possui uma verdadeira legião de fãs. O filme foi aventura e adrenalina do início ao fim, e contou com as presenças de Tom Holland e Mark Wahlberg. Em breve, uma continuação deve sair do papel. Dois anos depois de sua estreia nos cinemas, o longa chegava à TV aberta, mostrando que essa janela também diminuiu. Sua exibição inédita foi no dia 15 de julho.
Por falar em Tom Holland e em filmes que ajudaram a levar o público de volta aos cinemas após a pandemia, o terceiro ‘Homem-Aranha’ da Marvel também desempenhou um importante papel nisso. De fato, ‘Sem Volta para Casa’ foi o primeiro filme a arrecadar mais de um bilhão de dólares em bilheteria pelo mundo, depois do fatídico ano de 2020. Todos devem lembrar do hype imenso do filme, e da maior surpresa que ajudou a vender e muito o longa: a participação dos dois outros Homem-Aranha (Tobey Maguire e Andrew Garfield) e também seus vilões. O filme deu o pontapé na temporada 2024 dos filmes inéditos da Tela Quente, estreando no dia 22 de abril.
A Guerra do Amanhã
O mais interessante no acervo de filmes da Globo agora, é que a emissora não possui acordo somente com estúdios de cinema para exibir seus filmes, como era antigamente. Hoje, a rede de TV número um do país também fechou com plataformas de streaming para exibir seu conteúdo exclusivo. Ou seja, além da Disney (Fox/ Marvel/ LucasFilm/ Pixar), Paramount, Universal, Warner e Sony, e das distribuidoras brasileiras como Imagem Filmes, Paris Filmes, e Globo Filmes (é claro), a Globo também possui em seu acervo, em um contrato do ano passado, produções da Amazon Prime Video e da Netflix. É deste primeiro que a Tela Quente pegou ‘A Guerra do Amanhã’, uma das superproduções mais ambiciosas da casa, com Chris Pratt combatendo uma raça alienígena devastadora, em uma guerra no futuro. A estreia foi no dia 14 de outubro.
É claro que uma das franquias mais populares da atualidade, e que faz um tremendo sucesso em todas as suas exibições na rede Globo, não poderia ficar de fora do acervo da casa com um recente exemplar. À altura que este nono capítulo foi exibido de forma inédita na Tela Quente, a franquia ‘Velozes e Furiosos’ já havia lançado seu décimo longa nas telonas. Mas não faz mal, pois os fãs adoram revisitar e relembrar o que acontece em cada um dos filmes desta saga motorizada. Aqui, Toretto, ou melhor, nós o público, descobrimos que a família do careca zangado tinha mais um irmão escondido, o qual ninguém jamais havia mencionado. Ele chega nas formas de John Cena. O filme passou de forma inédita no dia 19 de agosto.
Finalizando a matéria dos filmes inéditos na Tela Quente 2024, temos uma das mais recentes obras intrigantes do diretor que adora plot twists, M. Night Shyamalan. Baseado em uma Graphic novel, o longa mostra uma família de férias em um resort, em um local paradisíaco. Em um passeio até uma praia remota, ao lado de outros hóspedes, esse ‘White Lotus’ possui consequências mortais e sobrenaturais, quando o grupo fica preso no local, sem conseguir sair, enquanto o tempo passa de maneira assustadoramente acelerada, transformando crianças em adolescentes e adultos em velhos em questão de horas. O longa estreou no dia 22 de setembro.
Todo fã de cinema conhece o conceito dos “blockbusters” ou arrasa-quarteirões. Em resumo, bem resumido, são os filmes que deixam de ser filmes e se tornam eventos culturais. Porém, ainda existe confusão sobre o que de fato cria um blockbuster. Muitos acreditam que os blockbusters são planejados e dependem unicamente do tamanho de seu orçamento. Hoje, a coisa até pode ser assim. É só pensar que os filmes mais caros serão os que terão mais retorno financeiro.
Mas se formos olhar para os primórdios dos blockbusters, para os filmes que deram origem ao conceito, entenderemos que os blockbusters quem faz é o público. Ou seja, são os filmes que caem nas graças dos espectadores, e eles sim o elegem e o transformam em fenômeno. Alguns blockbusters hoje até tentam ser fabricados, mas nem todos conseguem.
‘Tubarão’, de Steven Spielberg, com mais de US$200 milhões nos EUA, foi o primeiro blockbuster da história do cinema.
Em 2025 os blockbusters fazem 50 anos de idade. Pois é, querido leitor, temos apenas meio século com estes filmes que atingiram um novo patamar. Se levarmos em conta que o cinema tem 130 anos, a coisa é relativamente recente. E qual foi o primeiro blockbuster da história, você pergunta? Esta resposta, todo cinéfilo de carteirinha sabe. Foi ‘Tubarão’, de Steven Spielberg. Este filme foi lançado em 1975 e está completando 50 anos este ano – trazendo consigo um rastro de meio século dos blockbusters.
É claro que antes de ‘Tubarão’ já tínhamos grandes sucessos da sétima arte. Obras lendárias como ‘E o Vento Levou’ e ‘O Mágico de Oz’ podem ser consideradas algumas das superproduções da sétima arte. O que acontece é que depois da revolução cultural da década de 1970, e a chegada de realizadores que formavam “a nova Hollywood”, a forma de consumo dos filmes mudou, e o contato do público com tais obras também. Era aberto um espaço maior de entretenimento, de produções mais dinâmicas, que visavam entregar um espetáculo antes inimaginável ao espectador.
Os blockbusters no cinema completam 50 anos em 2025. Isso porque ‘Tubarão’ também completa a mesma idade.
‘Tubarão’, bancado pela Universal Pictures, custou ao estúdio US$7 milhões. Para o comando foi trazido um diretor novato, mas cheio de aspirações. Seu nome: Steven Spielberg. Hoje, já foi muito relatado em entrevistas, vídeos e livros, o pesadelo que o jovem de então menos de 30 anos passou no comando da obra. Nada funcionava. O boneco mecânico do tubarão só quebrava. E o cineasta descobriu da pior maneira o que significa filmar na água. É irônico, como em muitos casos no cinema, ‘Tubarão’ era para ter se tornado um fiasco. Mas quando o produto ficou pronto, foi a sensação do verão norte-americano de 1975. Literalmente tirando as pessoas das praias para as salas de cinema. Ao término das sessões, as filas se formavam de novo.
‘Tubarão’ estreou no seu primeiro fim de semana com o exato valor de seu orçamento, se pagando nos primeiros três dias. É claro que o longa permaneceu em cartaz por muito tempo – e qual cinema era louco de tirá-lo de cena? Na América do Norte, o filme terminou sua carreira com US$267 milhões. Ou seja, por isso recebeu o título de primeiro blockbuster de todos, sendo o primeiro filme a atingir esse valor na história de Hollywood. Pelo resto do mundo a coisa foi ainda melhor, já que naquela época, ‘Tubarão’ chegou perto do meio bilhão de dólares, com US$ 477 milhões mundiais. Algo impressionante e sem precedentes.
Mesmo com filmes como ‘Rocky’, ‘Superman’ e ‘Alien’, depois de ‘Tubarão’, o próximo blockbuster seria ‘Star Wars’.
Na segunda metade dos anos 1970, ainda teríamos grandes sucessos do cinema, como ‘Rocky – Um Lutador’ (1976), ‘Superman – O Filme’ (1978) e ‘Alien – O Oitavo Passageiro’ (1979). Todos se tornaram filmes muito queridos, mas havia ficado estipulado por ‘Tubarão’ que para se tornar um verdadeiro blockbuster, um filme precisava ultrapassar a marca de US$200 milhões dentro dos EUA. E nenhum destes atingiu esta meta. O próximo filme que viria a realizar o feito iria ainda mais longe, criando um universo próprio, e mesclando como nunca o cinema e a cultura popular.
É claro que falamos de ‘Star Wars’, antes conhecido como ‘Guerra nas Estrelas’. Criado pelo amigo de Steven Spielberg, e também parte do movimento da “nova Hollywood’, George Lucas escreveu, produziu e dirigiu a aventura espacial com toques de cinema matinê, que estreou em 1977. Uma aposta arriscadíssima, em um filme que misturava ficção científica, aventura, efeitos especiais revolucionários, maquiagem, criaturas, robôs, em um produto antes tipicamente consumido por crianças.
Com ‘Star Wars’, George Lucas conseguiria transformar sonho e realidade, e criar uma marca que gera lucro até hoje.
A aventura espacial de George Lucas bebeu em muitas fontes para criar sua mitologia, em especial os seriados de matinê exibidos nos cinemas nas manhãs dos fins de semana, antes da criação da televisão. ‘Star Wars’ capturou a imaginação dos fãs de cinema e atingiu um público muito maior do que o planejado, pois criou algo sem precedentes para a sétima arte. George Lucas começava a demonstrar que não existia limites para a imaginação e que o cinema era realmente um lugar de magia, de sonhos, onde tudo poderia virar realidade.
‘Star Wars’ se tornou um passo acima de ‘Tubarão’, em especial porque criou algo que ainda dá frutos até hoje. E não apenas isso, como também se tornou uma das maiores marcas do entretenimento mundial, um empreendimento multibilionário, que domina diversas vertentes, como parques temáticos, videogames, animações, livros, quadrinhos, brinquedos, séries de TV e, claro, filmes. ‘Tubarão’ ganhou três Oscar e foi indicado para melhor filme naquele ano. ‘Star Wars’ também foi indicado para melhor filme no Oscar, e levou para casa outras seis estatuetas.
O próximo filme a ser considerado um blockbuster legítimo seria ‘O Império Contra-Ataca’, de 1980, a continuação de ‘Star Wars’.
Essa fase inicial dos blockbusters misturava cinema entretenimento na sua melhor forma, com a qualidade de um cinema de alto padrão, e o prestígio de prêmios. Qualidade essa que veio se diluindo até chegar aos dias de hoje. ‘Star Wars’ custou US$11 milhões, e arrecadou só na América do Norte US$460 milhões. Mundialmente, fez impressionantes US$775 milhões. Nem mesmo o trabalho seguinte de Steven Spielberg, o pai de ‘Tubarão’, conseguiria se tornar um blockbuster. ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau’ foi lançado no mesmo ano de ‘Star Wars’ e foi eclipsado pela aventura espacial. ‘Contatos…’ mostra da forma mais realista até então, a visita de seres de outro planeta na Terra, um tema que fascina o diretor.
O terceiro blockbuster da história viria pelas mãos de George Lucas novamente. E sem grandes surpresas, ele era a continuação de ‘Star Wars’. O primeiro filme da saga começa com um texto em que o anuncia como o episódio 4. Se não tivesse dado certo, ficaria por aí mesmo. O final, apesar de vermos nitidamente que o vilão não morreu, é fechadinho e não deixa necessariamente a porta aberta. Mas o sucesso absurdo garantiu o episódio 5. E para a surpresa de todos, ele era ainda melhor que o filme original, embora mais sombrio e melancólico.
Depois de criarem os blockbusters com ‘Tubarão’ e ‘Star Wars’, Steven Spielberg e George Lucas se uniram em ‘Indiana Jones’.
‘O Império Contra-Ataca’ foi lançado em 1980, e não fez o mesmo sucesso financeiro que o anterior. A continuação acrescentou muito à mitologia original, apresentando novos personagens e novas questões; além de possuir a maior reviravolta que o cinema já viu, quando ao final é revelada uma paternidade inesperada, que mexeu com os alicerces do que poderia ser um roteiro de um filme de entretenimento – ou seja, mexer com as emoções do público em outro nível. ‘O Império Contra-Ataca’ custou US$18 milhões e arrecadou nos EUA US$292 milhões, mundialmente fazendo US$550 milhões. Mas seu maior feito foi ser considerado pelos fãs como o melhor filme da saga até hoje.
Os blockbusters surgiram no fim da década de 1970. Mas foram apenas dois filmes que causaram tamanha comoção. Esse número aumentou na década seguinte, por isso dizemos que os arrasa-quarteirões engataram mesmo nos anos 1980. Na primeira metade da década, George Lucas e Steven Spielberg se revezavam criando a cada ano um novo blockbuster. A dupla de amigos é considerada os pais deste cinema grandioso. Daí vieram ‘Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida’ (1981), ‘E.T. – O Extraterrestre’ (1982) e ‘O Retorno de Jedi’ (1983), todos superando a marca em bilheteria para se tornar um blockbuster verdadeiro.
No início dos anos 80, Spielberg e Lucas se revezavam a cada ano lançando um novo blockbuster. ‘E.T.’ e ‘O Retorno de Jedi’ estão na lista.
Em 1984, outros estúdios e diretores resolviam entrar na brincadeira, confiando no carisma de seus astros. Lucas e Spielberg começavam a perder um pouco de força a partir daí, mas não deixaram de ser a cara da década, em especial o pai de ‘Tubarão’ e ‘E.T.’. O segundo ‘Indiana Jones’, considerado o mais sombrio e de forma geral o menos apreciado da trilogia original, não chegou perto do sucesso do primeiro e não se tornou um blockbuster legítimo, arrecadando menos de US$200 milhões em seu país de origem. Por outro lado, comédias de ação e fantasia como ‘Os Caça-Fantasmas’ e ‘Um Tira da Pesada’ se juntavam ao clube dos blockbusters, impulsionados pelos carismas de Bill Murray e Eddie Murphy, respectivamente.
Curiosamente, na década de 1980, teríamos apenas mais dois blockbusters legítimos: ‘De Volta para o Futuro’ (1985) e ‘Batman’ (1989). Nem mesmo as sequências ‘Indiana Jones 3’, ‘De Volta para o Futuro 2’ e ‘Os Caça-Fantasmas 2’ conseguiram atingir o status de blockbuster. Eles fizeram sucesso sim, e mundialmente fizeram fortuna, mas não chegaram à marca de US$200 milhões no mercado interno. Ou seja, com o fim dos anos 1980, tínhamos ao todo 10 blockbusters.
Esse número aumentaria significativamente com a chegada de mais uma década, os anos 1990. Com o surgimento do CGI e o investimento cada vez maior em superproduções, a nova década elevou o jogo em todos os sentidos. Mais do que isso, as “regras” para definir os blockbusters agora haviam mudado. Isso porque o mercado internacional começou a contar muito, e os estúdios prestaram atenção nisso. Por exemplo, um filme não dependia mais unicamente de sua bilheteria no próprio território. Ele poderia lucrar muito mais internacionalmente e se tornar um sucesso, mesmo que dentro dos EUA não tivessem ultrapassado a marca de US$200 milhões.
Esse efeito também serviu para apontar a diferença entre os continentes e países, no que diz respeito ao gosto. Por exemplo, alguns filmes são produzidos com o público americano em mente, em especial os filmes de esportes como o baseball. Isso prova que certos filmes fazem enorme sucesso nos EUA, mas passam em branco em outros locais pelo mundo, como o Brasil, por exemplo. Em contrapartida, alguns filmes caem nas graças dos fãs pelo mundo, mesmo que nos EUA não tenham se tornado fenômeno.
A década de 1990 serviu também para redefinir o jogo em termos de o quanto um filme poderia arrecadar em bilheteria. Isso porque em 1997 foi lançado ‘Titanic’, um filme problemático, que muitos classificavam prematuramente como fracasso (por ter estourado o orçamento e o prazo da produção). Demonstrando que nunca se deve apostar contra ele, James Cameron entregou um filme que se tornou sensação mundial, e o primeiro longa da história a ultrapassar a marca de US$1 bilhão em bilheteria pelo mundo.
Bem, se o mundo fosse justo mesmo esse título pertenceria a outro filme. Clássico dos clássicos dos anos 1990, ‘Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros’, de 1993, fez estrondosos US$914 milhões mundiais, e por muito pouco não se tornava o primeiro filme bilionário na história do cinema, ainda no início da década. Hoje, o filme ultrapassou essa marca (meio que como uma questão de honra) devido a diversos relançamentos nos cinemas. Ao contrário de ‘Jurassic Park’, ‘Titanic’ não precisou de uma segunda vez nos cinemas (embora também tenha tido várias) para atingir a marca. O filme parecia nunca deixar as salas de cinema, você lembra? Era preciso diversas idas até finalmente encontrar vaga em algum horário para conseguir assistir ao fenômeno.
‘Titanic’, em 1998, foi o primeiro filme da história a ultrapassar a marca de US$1 bilhão mundial. ‘Jurassic Park’ por pouco não chegou.
Hoje, o que seria classificado como blockbuster não mais é medido por US$200 milhões nos EUA, mas sim por US$1 bilhão no mundo. Hoje temos o chamado “clube do bilhão”, um seleto grupo de filmes cuja popularidade parece poder ser sentida até na lua. É claro que hoje também temos um investimento gigantesco nestas superproduções, já que vivemos numa era de excessos. A grande diferença, como dito no início, é que esse espetáculo cada vez maior acabou sacrificando boas histórias e personagens. A coisa hoje funciona como uma busca desenfreada pelo sucesso, já que a indústria se profissionalizou em blockbusters. E não mais o sucesso como consequência da qualidade.
A quarta temporada de ‘The White Lotus‘ recebeu sinal verde da HBO, revelou a Variety. As filmagens estão sendo planejadas para 2026.
Não está claro onde a quarta temporada acontecerá, ou se algum membro do elenco retornará. Mas o criador e showrunner Mike White já apresentou ideias para Casey Boys, revelou o chefe da HBO e da Max em novembro.
Ambientada na Tailândia, a terceira temporada focará em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.
“Foi uma ótima busca. Vimos locais absolutamente deslumbrantes por todo Honshu. O showrunner adorou tudo, e eu estava confiante de que tinha tudo sob controle”, disse a produtora GeorginaPope.
“O governo tailandês acabara de anunciar uma renovação e melhoria em seu sistema de incentivos para filmes. Um reembolso de 30 por cento. Para o projeto deles, isso significava sozinho US$ 4,4 milhões. Todos olharam para mim com simpatia. Na época, no Japão, não tínhamos nenhum incentivo em vigor. Eu não pude responder com uma resposta concreta. Tudo o que pude ouvir foi o som de um projeto de US$ 35 milhões voando pela janela.”
A produção será lançada na plataforma no dia 13 de fevereiro.
Um empresário bem-sucedido (Foley) vai à Itália para impedir sua filha sonhadora (Maia Reficco) de restaurar um casarão caindo aos pedaços. Só que a Itália tem outros planos para ele, oferecendo muita beleza, magia e romance.
A franquia cinematográfica de sucesso, ‘Onze Homens e Um Segredo’, está se expandindo com a confirmação de mais uma sequência. E parece que já temos um diretor.
David Leitch está supostamente em negociações para dirigir ‘14 Homens e um Segredo‘ para a Warner Bros, revelou o The InsNider.
George Clooney, conhecido por interpretar Danny Ocean, retorna.
“Temos um roteiro ótimo para outro Onze Homens agora. Na verdade, é um ótimo sensacional.”, afirmou.
Por fim, ele sugeriu que o quarto filme não seguirá o padrão de nomenclatura como “Quatorze Homens e um Segredo”: “Não quero chamar assim… quer dizer, a ideia é meio que como ‘Despedida em Grande Estilo’.”
Junto a Clooney, o elenco estelar da franquia inclui renomados nomes de Hollywood, como Julia Roberts (Tess Ocean), Matt Damon (Linus Caldwell),Brad Pitt (Rusty Ryan), Andy García (Terry Benedict), entre outros talentosos atores.
Anteriormente, a franquia havia ganhado continuidade com o spin-off feminino ‘Oito Mulheres e Um Segredo‘. O longa conquistou 68% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, além de arrecadar quase US$ 300 milhões mundialmente.
Com 21 críticas publicadas até o momento, o terror de ficção científica ‘Acompanhante Perfeita‘ (Companion), estrelado por Sophie Thatcher (‘Yellowjackets’) e Jack Quaid (‘The Boys’), abriu com impressionantes 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral aclama a estreia diretorial de Drew Hancock, além de elogiar a performance de Thatcher e o excelente timing cômico da produção.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Não é o enredo que te mantém antecipando o que irá acontecer, mas sim o elenco vibrante que está totalmente comprometido com este filme insano de Drew Hancock.” (Bloody Disgusting)
“Ao dirigir seu primeiro longa, Drew Hancock traz um grau impressionante de controle a um projeto que depende inteiramente da execução. Se o timing e o tom não estivessem certos, a vibe satírica não funcionaria.” (Variety)
“É difícil lamentar a falta de profundidade quando tudo o que o filme realmente quer fazer é entreter. Com sua construção inteligente e excelente timing cômico, esta produção é uma brincadeira maldosa com uma contagem crescente de mortes e algumas piadas divertidas.” (Vulture)
“A estreia de Drew Hancock na direção de um longa é uma fantasia de vingança revigorante, que se torna ainda mais satisfatória por sua própria autoconsciência.” (Entertainment Weekly)
“Um potencial sucesso inesperado que desmente a reputação de janeiro como um depósito de lixo cinematográfico, ‘Acompanhante Perfeita’ marca o cineasta Drew Hancock como um verdadeiro talento a ser observado.” (The Hollywood Reporter)
“Há muito que podemos apreciar em ‘Acompanhante Perfeita’, desde os visuais elegantes de Drew Hancock, ritmo suave e roteiro tortuoso, até a performance fantástica de Sophie Thatcher como uma androide que beira a humanidade sem nunca cruzar este limite.” (IndieWire)
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de fevereiro.
Além de assinar o roteiro, Drew Hancock faz sua estreia diretorial.
O elenco ainda conta com Harvey Guillén (‘What We Do in the Shadows’), Lukas Gage (‘Você’), Megan Suri (‘It Lives Inside’) e Rupert Friend (‘Obi-Wan Kenobi’).
Zach Cregger, diretor de ‘Noites Brutais‘, é responsável pela produção.
A quinta temporada de ‘Stranger Things’ tem gerado muitas expectativas nos fãs, principalmente por ser a última da produção da Netflix.
Segundo a Neflix API, o novo ano ganhou data de estreia: 27 de novembro de 2025, que coincidentemente é o Dia de Ação de Graças.
Longe, né? Por enquanto considere como um rumor.
Além disso, os fãs podem conferir um novo vídeo de bastidores que mostra a gravação de uma cena com Mike e Jim Hopper, interpretados por Finn Wolfhard e David Harbour, respectivamente.
Nesta última terça-feira (21), o ator e diretor Justin Baldoni divulgou um vídeo de bastidores de quase dez minutos do recente ‘É Assim que Acaba’ a inúmeros consórcios de imprensa.
O material em questão mostra outtakes de uma cena romântica do longa-metragem, em que divide os holofotes com a co-protagonista Blake Lively.
Baldoni afirma que o vídeo em questão serve como evidência para refutar as alegações de assédio sexual proferidas por Lively. Porém, a atriz já ofereceu sua resposta ao material e disse que a gravação é “condenatória”e corrobora seus argumentos.
O vídeo em questão mostra o set de um bar e se inicia com uma legenda que diz que as gravações “claramente refutam” as alegações de Lively de comportamento impróprio, mostrando ambos os atores “claramente se comportando bem dentro do escopo da cena e com respeito mútuo e profissionalismo”.
Em contrapartida, os advogados de Lively afirmaram que o vídeo mostra Baldoni “repetidamente se inclinando em direção [à atriz], tentando beijá-la, beijando sua testa, pressionando seu rosto e sua boca contra o pescoço dela, passando os dedos em seus lábios, acariciando-a, dizendo a ela o quão cheirosa ela está e falando com ela fora do personagem”.
Cada momento foi “improvisado pelo Sr. Baldoni sem discussão ou consentimento prévios, e sem nenhum coordenador de intimidade presente”, eles afirmaram. “Qualquer pessoa que já tenha sido tocada de maneira inapropriada no local de trabalho irá reconhecer o desconforto da Srta. Lively”.
Anterior, Lively e seu marido, Ryan Reynolds, se manifestaram sobre as acusações feitas por Baldoni, que entrou com uma ação judicial alegando que o casal sequestrou seu filme e tentou “destruir sua reputação com falsas acusações de assédio sexual”.
De acordo com o Deadline, Lively se pronunciou, afirmando que se trata de mais uma tática do “manual do abusador”.
“Este último processo de Justin Baldoni, Wayfarer Studios e seus associados é mais um capítulo no manual do abusador. É uma história antiga: uma mulher denuncia com provas concretas de assédio sexual e retaliação, e o abusador tenta inverter a situação e virar o jogo contra a vítima. Isso é o que os especialistas chamam de DARVO: Negar. Atacar. Inverter a vítima com o agressor”, disseram os advogados de Lively.
A equipe jurídica também acrescentou: “A Wayfarer escolheu usar os recursos de seu cofundador bilionário para emitir declarações à mídia, lançar processos sem mérito e ameaçar com litígios, sobrecarregando a capacidade do público de entender que o que estão fazendo é retaliação contra as alegações de assédio sexual”.
“Eles estão tentando mudar a narrativa sobre a Sra. Lively, alegando falsamente que ela assumiu o controle criativo e alienou o elenco de Mr. Baldoni. As evidências mostrarão que o elenco e outras pessoas tiveram suas próprias experiências negativas com Mr. Baldoni e a Wayfarer. As evidências também mostrarão que a Sony pediu à Sra. Lively para supervisionar a versão do filme da Sony, que foi então escolhida para distribuição e teve grande sucesso”, afirmaram.
“A resposta deles às alegações de assédio sexual: ela quis isso, a culpa é dela. A justificativa deles para o que aconteceu com ela: veja o que ela estava vestindo. Em resumo, enquanto a vítima foca no abuso, o abusador foca na vítima. A estratégia de atacar a mulher é desesperada, não refuta as evidências na queixa da Sra. Lively e falhará”, completaram.
As estrelas Blake Lively e Ryan Reynolds pediram a um juiz que imponha uma ordem de silêncio ao advogado de Justin Baldoni, alegando que ele está fazendo declarações falsas sobre o caso.
De acordo com o TMZ, o casal apresentou uma carta ao tribunal solicitando que o juiz emita uma ordem de proteção para impedir que os advogados de Baldoni – liderados por Bryan Freedman – se envolvam em “conduta imprópria”, incluindo uma alegada “campanha midiática de assédio e retaliação”.
Eles afirmam ainda que o advogado está violando as regras do tribunal, que proíbem declarações à imprensa que sejam irrelevantes para o caso e que possam prejudicar o júri.
Na carta, Blake e Ryan mencionam especificamente a liberação de imagens não editadas das filmagens de ‘É Assim Que Acaba’, as quais a equipe de Blake afirma “corroboram, de forma literal, o que a Sra. Lively descreveu”em sua reclamação inicial, feita em dezembro.
A equipe de Baldoni liberou as imagens dos bastidores do filme para provar que ele nunca fez comentários de assédio, enquanto a equipe de Blake rebateu, dizendo que Baldoni nunca discutiu ou coreografou as cenas de intimidade, o que a deixou desconfortável.
Conforme apurado pela reportagem, fontes próximas a Baldoni consideram “extremamente injusto” impor uma ordem de silêncio após ele ter sido difamado pelo New York Times, em um artigo que, segundo elas, lhe custou três empregos e centenas de milhões de dólares.
A fonte ainda afirma que tudo o que Baldoni deseja é liberar vídeos e mensagens de texto para provar que as alegações são falsas.
A mesma fonte acrescenta que é “inacreditável”queBlake Lively esteja conduzindo uma campanha de destruição contra ele, em seguida, imediatamente peça uma ordem de silêncio para impedir que ele se defenda.
A atrizBlake Lively e seu marido, Ryan Reynolds, se manifestaram sobre as acusações feitas por Justin Baldoni, que entrou com uma ação judicial alegando que o casal sequestrou seu filme e tentou “destruir sua reputação com falsas acusações de assédio sexual”.
De acordo com o Deadline, Lively se pronunciou, afirmando que se trata de mais uma tática do “manual do abusador”.
“Este último processo de Justin Baldoni, Wayfarer Studios e seus associados é mais um capítulo no manual do abusador. É uma história antiga: uma mulher denuncia com provas concretas de assédio sexual e retaliação, e o abusador tenta inverter a situação e virar o jogo contra a vítima. Isso é o que os especialistas chamam de DARVO: Negar. Atacar. Inverter a vítima com o agressor”, disseram os advogados de Lively.
A equipe jurídica também acrescentou: “A Wayfarer escolheu usar os recursos de seu cofundador bilionário para emitir declarações à mídia, lançar processos sem mérito e ameaçar com litígios, sobrecarregando a capacidade do público de entender que o que estão fazendo é retaliação contra as alegações de assédio sexual”.
“Eles estão tentando mudar a narrativa sobre a Sra. Lively, alegando falsamente que ela assumiu o controle criativo e alienou o elenco de Mr. Baldoni. As evidências mostrarão que o elenco e outras pessoas tiveram suas próprias experiências negativas com Mr. Baldoni e a Wayfarer. As evidências também mostrarão que a Sony pediu à Sra. Lively para supervisionar a versão do filme da Sony, que foi então escolhida para distribuição e teve grande sucesso”, afirmaram.
“A resposta deles às alegações de assédio sexual: ela quis isso, a culpa é dela. A justificativa deles para o que aconteceu com ela: veja o que ela estava vestindo. Em resumo, enquanto a vítima foca no abuso, o abusador foca na vítima. A estratégia de atacar a mulher é desesperada, não refuta as evidências na queixa da Sra. Lively e falhará”, completaram.
O ator Justin Baldoni entrou oficialmente com um processo contraBlake Lively e Ryan Reynolds, acusando o casal de ter roubado seu filme, ‘É Assim Que Acaba’, e de tentar destruir sua carreira com falsas acusações de assédio sexual.
De acordo com a Variety, no processo de 179 páginas, apresentado no Distrito Sul de Nova York, Baldoni e seus publicitários acusam Lively e Reynolds de extorsão civil, difamação e invasão de privacidade.
A ação judicial solicita pelo menos US$ 400 milhões em danos.
“Em essência, este não é um caso de celebridades se atacando na imprensa”, afirma o processo de Baldoni. “Este é um caso sobre duas das estrelas mais poderosas do mundo utilizando seu imenso poder para roubar um filme inteiro das mãos de seu diretor e estúdio de produção… Quando os demandantes tiverem seu dia no tribunal, o júri reconhecerá que nem a celebridade mais poderosa pode manipular a verdade para seu próprio benefício”.
Anteriormente, foram reveladas mensagens de texto que supostamente mostram queJustin Baldoni e sua equipe jurídica fabricaram uma campanha difamatória contra Blake Lively durante o lançamento do filme.
“Ele quer sentir que ela pode ser derrotada”, escreveu uma publicitária que trabalha com o estúdio e o Sr. Baldoni em uma mensagem de 2 de agosto para a especialista em gerenciamento de crises, Melissa Nathan.
Melissa respondeu:
“Você sabe que podemos acabar com qualquer um”.
A publicista respondeu:
“A narrativa on-line é tão boa e os fãs ainda estão defendendo Justin e literalmente não houve captação desses dois artigos, o que é realmente chocante para mim. Mas eu vejo isso como um sucesso total, assim como Justin.”
Foram reveladas mensagens de texto que supostamente mostram que Justin Baldoni e sua equipe jurídica fabricaram uma campanha difamatória contra Blake Lively durante o lançamento de ‘É Assim que Acaba’ pic.twitter.com/xXdY2dRlUc
Justin Baldoni foi dispensado pela agência de talentos WME.
A decisão de se separar do diretor e estrela de ‘É Assim que Acaba’ veio da agência no sábado, depois que Blake Lively entrou com uma queixa de assédio sexual e retaliação contra ele na sexta-feira à noite, confirmaram fontes.
Baldoni foi informado da decisão no sábado, disseram fontes. A WME também representa Lively, e com base na seriedade das alegações na reclamação de Lively, a agência sentiu que ações precisavam ser tomadas rapidamente.
A WME não fez comentários.
Lively moveu um processo judicial contra Baldoni, seu ex-diretor e colega de elenco no filme, acusando-o de assédio sexual e de liderar uma campanha destinada a manchar sua reputação pública.
Baldoni refuta as acusações e contra-ataca, afirmando que Lively estaria utilizando a situação para tentar recuperar sua imagem, que, segundo ele, teria sido prejudicada por seu próprio comportamento no set.
Conforme documentos judiciais obtidos pelo TMZ, as tensões entre os dois teriam escalado a ponto de ser necessária uma reunião de emergência com toda a equipe de produção.
O encontro, que contou até mesmo com a presença do marido de Blake, o ator Ryan Reynolds, buscava resolver o que ela descreve como um ambiente de trabalho hostil.
No processo, Blake descreve episódios que teriam contribuído para essa atmosfera tóxica.
Ela alega que Baldoni teria exibido imagens de mulheres nuas, abordado assuntos pessoais inapropriados, incluindo supostos problemas de vício, e feito comentários desrespeitosos sobre a aparência dela e de outros membros da equipe.
A atriz também denuncia que seu falecido pai foi mencionado de maneira inadequada durante as gravações, além de relatar pressões para incluir cenas explícitas que não estavam previstas no roteiro original.
Lively acusa Baldoni de ser o principal responsável por uma estratégia de manipulação social com o objetivo de prejudicar sua carreira.
Por outro lado, Bryan Freedman, advogado de Baldoni, repudiou as alegações, classificando-as como “falsas e sensacionalistas”.
Ele ainda caracterizou Lively como uma figura problemática no set, afirmando que a atriz teria ameaçado abandonar as filmagens e boicotar a promoção do longa, ações que, segundo ele, contribuíram para o fracasso do projeto.
Vale lembrar que a adaptação de ‘É Assim que Acaba‘, que arrecadou mais de US$ 350 milhões mundialmente, está disponível no streaming do Max.
O cantor Chris Brown decidiu recentemente processar a Warner Bros. e os produtores de sua série documental, ‘Chris Brown: A History of Violence’, da Investigation Discovery, por US$ 500 milhões, em razão de alegações de agressão sexual.
De acordo com a Variety, Brown acusa os produtores, incluindo a Warner Bros. e a Ample, de difamação e de causar intencionalmente sofrimento emocional por meio de alegações falsas e prejudiciais contra ele.
O cantor também afirma que as evidências apresentadas para sustentar essas alegações são completamente fabricadas.
“Para ser claro, este caso trata da mídia priorizando seus lucros em detrimento da verdade”, diz o processo. “Desde outubro de 2024, a Ample LLC e a Warner Bros. foram notificadas de que estavam promovendo e divulgando informações falsas em busca de curtidas, cliques, downloads e dinheiro, prejudicando Chris Brown. No dia 27 de outubro de 2024, exibiram o documentário Chris Brown: A History of Violence (O ‘Documentário’), cientes de que estava repleto de mentiras e enganação, violando princípios básicos do jornalismo”.
O processo também alega que as acusações de “Jane Doe”, usadas como evidência contra Brown no documentário, foram “desacreditadas repetidamente”, e que ela era “uma perpetradora de violência doméstica e agressora por si mesma”.
Por fim, embora o processo reconheça que o vencedor do Grammy cometeu erros no passado, ele ressalta que esses erros foram “publicamente reconhecidos e abordados por ele em seu documentário de 2017, Chris Brown: Welcome To My Life”. Desde então, ele tem “crescido com essas experiências, e sua evolução fala por si mesma”.
A sinopse destaca que a obra “traça o passado de Chris Brown desde sua infância problemática, explora o impacto duradouro do ciclo de abuso e levanta a questão: como um homem com um histórico público tão violento mantém seu status de superstar? Com comentários de especialistas e culturais entremeados ao longo da narrativa, a produção oferece reflexões profundas sobre a experiência de cada sobrevivente e a destruição psicológica que se segue ao abuso que sofreram”.
O documentário revisita incidentes de abuso envolvendo Brown, incluindo os casos com suas ex-namoradas Rihanna e Karrueche Tran.
É importante lembrar que Brown foi preso em 2009 por agredir severamente Rihanna, resultando em ferimentos faciais significativos. Ele se declarou culpado de agressão e recebeu cinco anos de liberdade condicional, além de serviços comunitários e tratamento para violência doméstica.
Já em 2017,Karrueche Tran obteve uma ordem de restrição contra ele, alegando ameaças e abuso físico.
Outras denúncias também serão abordadas, incluindo acusações de assalto sexual em 2017 e uma detenção em Paris em 2019 por possíveis acusações de estupro agravado, que foram posteriormente arquivadas.
Quem viveu intensamente a década de 1990 sabe que – pensando em cinema – esse período foi um dos melhores quando pensamos em filmes de aventuras. Para refrescar nossas memórias, fizemos uma lista abaixo com vários filmes bem legais dentro desse recorte:
Jurassic Park – Parque dos Dinossauros
Lançado nos cinemas brasileiros no ano de 1993, a mega produção (que marcaria para sempre seu nome na indústria cinematográfica mundial) Jurassic Park – Parque dos Dinossauros nos mostra a história de um grupo de pessoas que é levada até uma ilha onde dinossauros foram recriados a partir de DNA mas um problema na segurança do local leva a todos em uma luta pela sobrevivência contra feras indomáveis.
O Rei Leão
Uma das mais aclamadas animações da Disney, O Rei Leão teve uma bilheteria mundial quase na casa do bilhão. No filme acompanhamos o carismático leão Simba que após uma tragédia na sua família precisa lutar pelo seu reino de volta numa briga com o seu venenoso tio.
Toy Story
Dirigido por John Lasseter, uma das franquias de animações mais conhecidas da história do cinema teve seu início em 1995 contando o início da história de Woody e Buzz Lightyear que embarcam em aventuras com outros brinquedos.
Stargate
Lançado no ano do tetra da seleção brasileira masculina de futebol, no fantástico Stargate, com direção assinada pelo cineasta alemão Roland Emmerich, conhecemos um inteligente cientista, especialista na extinta civilização egípcia (período faraônico), que é recrutado pelo governo quando descobrem um portal interestelar.
Aladdin
Baseado no conto árabe Aladim e a Lâmpada Maravilhosa, que tem na obra em As Mil e uma Noites, uma das clássicas animações da Disney chegou aos cinemas em 1992 e foi um estrondoso sucesso. Na trama conhecemos um jovem que liberta um gênio e assim embarca em uma aventura inesquecível.
Tormenta
Esse filmaço lançado em 1996, dirigido por Ridley Scott, nos mostra um grupo de adolescentes e um exigente capitão em um navio-escola que precisam enfrentar uma tempestade no meio do oceano.
O Último dos Moicanos
Dirigido pelo cineasta Michael Mann e protagonizado por Daniel Day-Lewis, em O Último dos Moicanos, ambientado no século XVIII, no período conflituoso da América colonial, conhecemos a história de um homem criado por índios que vai faz de tudo para defender o que acredita. Baseado no livro homônimo de James Fenimore Cooper.
Dirigido por Roland Emmerich, esse estrondoso sucesso nos mostra o nosso planeta sendo invadido por uma raça alienígena onde corajosas pessoas vão contribuir para o combate dessa invasão.
Lançado 25 anos atrás, com direito a uma música chiclete que todo mundo conhece, esse trabalho de Michael Bay nos mostra um experiente perfurador e sua equipe que precisam ir até o espaço para evitar que um enorme meteoro colida com a terra.
Na trama, conhecemos Johnny Rico (Casper Van Dien), um jovem estudante que por conta de seu amor por Carmen (Denise Richards) resolve se alistar ao serviço militar quase ao mesmo tempo da explosão de uma intensa batalha entre a humanidade e enormes insetos. Acontece que Rico e Carmen acabam indo para lados opostos nas forças militares, ela para a força aérea ele para a infantaria. Seguindo caminhos opostos em uma guerra sem precedentes, Rico aos poucos vai se tornando o líder de batalhões de combate e se aproximando da ex-amiga de escola Dizzy Flores (Dina Meyer).
O ano começou a todo vapor. E já temos a lista com as Séries que Estreiam em 2025.
Recentemente, lançamos nossa matéria, dividida em duas partes, sobre os filmes mais esperados deste novo ano. Foram 50 filmes ao total. Mas aqui no CinePOP, além de filmes, falamos também sobre séries, que são uma verdadeira paixão para os cinéfilos na atualidade também. Aliás, nessa nova era das séries de TV, muitos fãs dão preferência a estes programas, já que contam com verdadeiros talentos de prestígio, saídos das telonas.
Essa nova matéria também será dividida em duas partes. Na primeira, esta, falaremos sobre as séries de sucesso que ganharão novas temporadas em 2025. E na segunda parte, falaremos dos programas novos que irão estrear nos mais variados streamings em 2025. Portanto, prepare o caderninho para anotar, certamente aquela série que você tanto adora irá dar as caras em breve. Confira.
A primeira a estrear é a segunda temporada desta que é o maior sucesso da AppleTV+ (atrás somente de ‘Ted Lasso’). Diferente dos outros streamings, a Apple aposta na qualidade sobre a quantidade. Ou seja, a empresa se esforça para colocar produções elogiadas pela crítica em seu acervo, mas infelizmente emplacou poucos programas populares. ‘Ruptura’, com produção de Ben Stiller, mistura ‘Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças’ e ‘Quero ser John Malkovich’, ou seja, dois cult adorados, cuja receita não tinha como dar errado. Muitas das perguntas começarão a ser respondidas a partir do dia 17 de janeiro. Época perfeita para assinar a plataforma, após um gostinho que ela nos deu nesse último fim de semana – quando teve o sinal aberto para todos.
White Lotus
E se o ano abre com a ficção cômica e dramática de ‘Ruptura’, quem chega logo em seguida é a terceira temporada de ‘White Lotus’, também conhecida como “White People Problem”. Brincadeiras à parte, a criação de Mike White fala justamente do relacionamento e do choque entre hóspedes ricos em uma rede de hotéis pelo mundo, e os seus funcionários. Na primeira temporada tivemos o Havaí como pano de fundo, e na segunda, a Itália – na Sicília. Agora, temos como cenário para as histórias a Tailândia, em um terceiro resort da mesma rede. Com novas tramas e novos personagens, já que esta é uma série de antologia. A terceira temporada conta com nomes como Michelle Monaghan, Parker Posey, Carrie Coon e Walton Goggins e estreia no dia 16 de fevereiro na Max.
Daqui em diante, todas as novas temporadas ainda não divulgaram suas datas de estreia (mês e dia), tudo o que sabemos é que serão lançadas em 2025. Aqui, temos a maior delas. O triste é que também temos um clima de despedida. ‘Stranger Things’, a série que apaixonou o mundo inteiro, e foi responsável por um novo frescor de popularidade à cultura dos anos 80, chega ao fim este ano, após cinco temporadas.
Em 2025, finalmente ganharemos a conclusão da saga com a quinta e última temporada – depois de um hiato de nada menos que quase três anos. As crianças já são adultos, e Eleven se tornou uma bela mulher. Mas será que a Netflix estará disposta a abrir mão de sua galinha dos ovos de ouro (sua série mais popular de todos os tempos)? Minha aposta: creio que veremos algo situado no mesmo universo em breve, mesmo que não seja com os mesmos personagens, ou exatamente ‘Stranger Things’.
Por falar em fenômeno de audiência, ‘The Last of Us’ foi uma aposta arriscada, pois adapta para as telas um famoso e querido videogame (e sabemos bem como a maioria destes produtos se saem no cinema ou nas séries). Mas o programa chegou para ser o ponto fora da curva, mostrando como o material deve ser adaptado. E pensar que pertence a um gênero que todos já estão saturados: os zumbis. O seriado, porém, demonstra que quando existe qualidade, uma boa história, personagens bem desenvolvidos e atores talentosos, o mesmo tema pode ser recriado, que sempre haverá frescor. Foi um golaço da Max. A data de estreia acaba de ser definida (ou pelo menos o mês), com o lançamento de um novo trailer: abril.
Por falar em Netflix, além de ‘Stranger Things’, outra de suas séries mais icônicas irá retornar em 2025, também sem data definida. ‘Black Mirror’, o pesadelo da modernidade, começou como um programa em um canal inglês, e após duas temporadas foi cancelado. Mas vendo potencial na coisa, a Netflix resgatou o programa e deve estar soltando fogos agora, pois obteve mais um enorme sucesso em mãos. Porém, o que temos notado agora é uma mudança de tema no programa.
‘Black Mirror’ sempre foi sobre tecnologia e os malefícios que ela pode trazer para a sociedade. A série sempre foi uma grande crítica ao futuro da humanidade. Na temporada mais recente, a sexta (de 2023), a maioria dos episódios fez uso de uma tecnologia retrô, como se olhasse mais para o passado desta vez. Além disso, aderiu pela primeira vez a uma temática sobrenatural, em contos que envolviam lobisomens e entidades demoníacas. A sétima temporada chega em 2025, resta saber se continuará esta tendência ou voltará ao que sempre foi.
Outra que fez bastante sucesso na Netflix em 2023 foi ‘Treta’, drama cômico sobre a intolerância e a incapacidade de nos darmos bem como cidadãos e seres humanos. Imagine o filme ‘Relatos Selvagens’, mas passado nos EUA, e com dois protagonistas asiáticos. Tudo começa com uma briga de trânsito, em um comportamento já não muito aceitável entre dois motoristas. Como estão revoltados com suas vidas e os momentos que estão passando, eles resolvem levar a coisa para o lado pessoal, não esquecer a picuinha, e elevar a vingança ao nível da insanidade.
Os protagonistas Ali Wong e Steven Yeun brilham e a série foi modificada de uma minissérie para um programa de antologia. Ainda bem, pois este ano ganharemos uma segunda temporada – contendo gente talentosíssima no elenco, vide Carey Mulligan, Oscar Isaac, Cailee Spaeny, Charles Melton (‘Segredos de um Escândalo’), Youn Yuh-jung (vencedora do Oscar por ‘Minari’) e Song Kang-ho (‘Parasita’). A data ainda não foi divulgada.
O legal das séries, assim como filmes, é que tem para todos os gostos, todos os públicos, dependendo de sua predileção. Por exemplo, ‘Big Little Lies’ é uma série que fala muito sobre o universo feminino, seus anseios e questões. Podemos dizer inclusive que é quase uma mistura de ‘Sex and the City’ e ‘Desperate Housewives’, misturado com a onda do momento, séries criminais. A trama da primeira temporada gira em torno de uma morte misteriosa e de um suposto assassinato, onde todas as personagens principais são suspeitas.
Elas por si só, escondem seus próprios segredos. A segunda, lida com as consequências de tal morte, além de adicionar Meryl Streep, a um elenco que já tinha Reese Witherspoon, Nicole Kidman, Shailene Woodley, Laura Dern e Zoe Kravitz. E bem, seriam apenas essas duas temporadas e nada mais (aliás, a segunda surgiu por clamor público). Agora a terceira chega no mesmo esquema, depois de seis anos. Ninguém esperava, mas será muito bem-vinda. Só pensamos em quais serão as adições ao elenco desta vez.
E se ‘Big Little Lies’ é uma série criminal de mistério voltada ao público feminino, podemos dizer que ‘Only Murders in the Building’ é uma série criminal cômica voltada a um público, digamos, de terceira idade. Mesmo com Selena Gomez no elenco, puxando o espectador mais jovem para a produção, é inegável pelo estilo de produção e narrativa, que essa é uma série à moda antiga, mesmo que sua roupagem seja mais moderninha. Também pudera, quem comanda o show são Steve Martin e Martin Short, rei das comédias dos anos 80. A série já conseguiu arrastar todo tipo de talento para participações especiais, passando de Melissa McCarthy a Paul Rudd e Tina Fey, chegando até Amy Schumer, Sting e a lendária Shirley MacLaine. Mas o auge mesmo foi terem conseguido Meryl Streep para as duas últimas temporadas. Quem será que vem aí na quinta?
Mas pera aí, ‘Round 6’ acabou de lançar sua segunda temporada no fim de 2024! Como assim teremos mais uma temporada este ano? Pois é, desta vez não precisaremos esperar três angustiantes anos como foi da primeira para a segunda. Logo depois de termos degustado todos os episódios de mais uma série de jogos doentios, ganharemos a terceira temporada. Bem, esperávamos que ela fosse lançada no fim do ano de novo, até para dar um respiro. Porém, segundo novos rumores, a Netflix coreana teria acidentalmente vazado a data da estreia para 2025. A terceira temporada, ao que tudo indica, irá ao ar mais cedo do que pensávamos, no dia 27 de junho. Será?
Finalizando com outra produção de sucesso, muito querida, da Netflix. ‘Cobra Kai’ se despede dos fãs esse ano, depois de uma trajetória de seis temporadas. E pensar que tudo começou como uma brincadeira, que visava subverter o que pensávamos sobre o clássico dos anos 80, ‘Karatê Kid’. Acontece que alguns anos antes da estreia de ‘Cobra Kai’ em 2018, um dos primeiros memes online, tratava de dizer que Daniel San era o verdadeiro “vilão” do primeiro filme, e não Johnny. Pois foi o protagonista que se engraçou e roubou a namorada do rival, além de aprontar com o loiro e seus amigos.
É claro que essa versão é apenas uma brincadeira, que não tem o menor cabimento, basta assistir ao filme. Mas não deixa de ser divertida, e fez todos falarem em ‘Karatê Kid’ novamente. Foi o mote que bastava para tirar uma ideia do papel, e deu muito certo. Após duas temporadas como um programa original do Youtube, a série foi comprada pela Netflix e permanece até hoje lá. Porém, a estratégia de lançamento do programa é um pouco estranha, já que teve duas temporadas em um mesmo ano, e em outras, foi dividida por metades na mesma temporada. Por exemplo, essa última, a sexta, já vai para a sua terceira parte. Tudo o que queríamos na real era a participação de Hilary Swank como Julie. Netflix, nunca te pedimos nada.
Após as polêmicas envolvendo ‘Emilia Pérez’ e a forma como a obra retrata uma mulher trans, o longa foi esnobado no 36º Prêmio Anual GLAAD Media Awards, que homenageia representações da comunidade LGBTQIAP+ no cinema, TV, música, videogames, podcasts, jornalismo e muito mais.
De acordo com o Deadline, o filme não recebeu nenhuma indicação, apesar de ter vencido o Globo de Ouro e ser considerado um dos favoritos ao Oscar de Melhor Filme Internacional.
Recentemente, o GLAAD publicou um artigo intitulado “‘Emilia Pérez’ Não é uma Boa Representação Trans”, no qual o filme é classificado como uma “representação profundamente retrógrada de uma mulher trans” e é descrito como “um retrocesso”.
Além disso, a estrela do longa, a atriz trans Karla Sofía Gascón, que também venceu um Globo de Ouro e está indicada ao SAG e BAFTA por sua atuação em ‘Emilia Pérez’, também ficou de fora das indicações do GLAAD.
Vale lembrar que, segundo o site World of Reel, o diretor Jacques Audiard pediu desculpas por possíveis ofensas ao povo mexicano.
“Se há coisas que parecem escandalosas para você em Emilia, peço desculpas. O que eu gostaria de dizer é que não estou tentando fornecer respostas. O cinema não fornece respostas; o cinema apenas faz perguntas. E talvez as perguntas feitas em Emilia estejam erradas. Talvez eu simplesmente as tenha achado interessantes. Eu não queria, e não quero ser pretensioso”, afirmou o diretor.
Vale lembrar que Audiard afirmou, diversas vezes, que não tinha a intenção de explorar a cultura mexicana no filme, que foi, na verdade, filmado na França. Para ele, o México no filme é apenas um pano de fundo para sua história.
A problemática de um filme abordar um assunto tão delicado no México através da vista de um diretor Francês em um elenco recheado de atrizes americanas pesou bastante.
Vencedor nas categorias “Melhor Filme de Língua Não Inglesa”, “Melhor Filme Musical ou de Comédia”, “Canção Original” e “Atriz Coadjuvante” (Zoe Saldaña), o longa chegará aos cinemas brasileiros em 06 de fevereiro, com distribuição da Paris Filmes.
Mas será que ele terá tanto poder no Oscar?
As fortes críticas a Emília Perez por mostrar o México através do olhar de um diretor Francês e estrelado por atrizes americanas pode influenciar os votantes da Academia e diminuir as chances do filme no Oscar… pic.twitter.com/WuG2HKI1W9
O longa acompanha Rita (Saldãna), uma advogada de um grande escritório que está mais interessada em libertar os criminosos do que em levá-los à justiça. Certo dia, ela recebe uma inesperada proposta: o líder do cartel, Manitas (Karla Sofía Gascón), a contrata para ajudá-lo a se retirar de seu negócio e realizar um plano que vem preparando secretamente há anos: tornar-se a mulher que ele sempre sonhou ser. A trama é livremente adaptada do romance ‘‘Ecoute’’ de Boris Razon. O elenco ainda conta com Selena Gomez, Adriana Paz e Edgar Ramírez.
A ideia do programa é juntar 15 homens e 15 mulheres que se comunicam se ver uns aos outros, conversando através de espécies de cápsulas que se assemelham a salas. No final, os casais que tiveram uma real conexão se unem em matrimônio (e se veem pela primeira vez).
Paul dá voz a Powerplex. Um novo vilão com um passado emocional, Powerplex absorve energia – permitindo-lhe usar a força do inimigo contra eles. E esse inimigo é Invencível.
Mara é Becky Duvall. Com um ódio profundo por Invencível, Becky trabalha com Powerplex para fazer justiça que ela acredita ter sido negada.
DiMaggio interpreta O Elefante. Um vilão sério com um nome sério e um olhar sério. Ele quer que o mundo pare de comer carne. Ele provavelmente quer outras coisas também. Não importa, desde que ele seja levado a sério… Por alguém. Por favor.
Ma é o Sr. Liu. Sob esse exterior enrugado, ele é o líder implacável da Ordem – um sindicato do crime internacional. Mas não é só isso que esse velho misterioso esconde.
Maridueña dá voz a Fightmaster e Dropkick. Gêmeos que lutam pela liberdade vindos de um futuro conturbado, eles estão dispostos a arriscar tudo em uma busca desesperada para salvar seu mundo.
Convery é Oliver Grayson. O irmão mais novo de Mark era um bebê da última vez que o vimos, mas quando você é meio Viltrumite e meio Thraxan, você cresce MUITO rápido.
Liu dá voz a Multi-Paul. Assassino de elite da organização criminosa secreta do Sr. Liu, Multi-Paul seguiu o caminho oposto de sua irmã Dupli-Kate. Mas o sangue é mais espesso que a água…
Detalhes sobre os personagens de Banks e Bradley não foram divulgados.
Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.
Lembrando que o astro Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead’, ‘The Boys’) fará parte do novo ciclo. Detalhes sobre seu personagem não foram revelados.