‘O Brutalista’ se tornou um dos filmes mais aclamados do ano passado – e sagrou-se o favorito para conquistar inúmeros prêmios na temporada de premiações. Isso é, ao menos até agora.
Depois de vir a conhecimento público que o longa havia utilizado inteligência artificial para melhoras alguns de seus aspectos, o projeto recebeu inúmeras críticas nas redes sociais, possivelmente colocando em xeque suas chances de conquistar o Oscar de Melhor Filme.
Os internautas comentaram que a utilização da IA reduz o teor artístico de qualquer produção audiovisual, visto que não parte de uma criação humana, e sim algo artificial e sem vida. Além disso, notaram que ‘Emilia Pérez’, outro favorito da temporada de premiação, também se dispôs de softwares similares para o polimento de algumas cenas.
Faltando 4 dias para sair os indicados ao Oscars 2025, é confirmado o uso de IA em O Brutalista em cenários do filme e auxílio no sotaque dos protagonistas. A ver o quão isso deve afetar a votação final e a força do filme na temporada, pra mim, já era. https://t.co/5jzuLJ1xCk
A bomba da cumulia perez já não bastava ser aquele chorume ainda revelou que usou ia agora o brutalista também, e estão sendo os filmes queridinhos da academia, a indústria acabou mesmo https://t.co/DL5B8ZrlSV
Em uma recente entrevista ao RedShark News, o editor Dávid Jancsó revelou que o time criativo responsável pelo longa-metragem, que contou com o diretor Brady Corbet, não mediu esforços para garantir uma precisão histórica e cultural significativa à narrativa – e, considerando que boa parte do filme é falado em húngaro, parte do elenco tinha dificuldades em pronunciar os diálogos com fluidez.
Dessa forma, tomou-se a decisão de utilizar um programa ucraniano conhecido como Respeecher para “nativizar” possíveis equívocos dos atores.
“Eu sou falante nativo de húngaro e sei que essa é uma das línguas mais difíceis de serem pronunciadas”, Jancsó explicou. “Mesmo com o histórico húngaro de Adrien [a mãe de Brody é uma refugiada húngara que emigrou aos Estados Unidos em 1956], não é tão simples. É uma linguagem bastante única. Nós guiamos [Adrien e Felicity] e eles fizeram um trabalho fabuloso – mas também queríamos aperfeiçoá-lo para que nem os nativos percebessem qualquer diferença”.
O editor afirma que foram necessários ajustes para aprimorar letras específicas de seus sons vocais: “se você vem do mundo anglo-saxão, certos sons podem ser particularmente difíceis de entender. Primeiro tentamos abordar esses elementos mais difíceis com os atores. Então tentamos abordar completamente com outros atores, mas isso simplesmente não funcionou. Então procuramos outras opções de como melhorá-los”.
“É polêmico na indústria falar em IA, mas não deveria ser”, Jancsó completa. “Deveríamos ter uma discussão muito aberta sobre quais ferramentas a IA pode nos fornecer. Não há nada no filme usando IA que não tenha sido feito antes. Isso apenas torna o processo muito mais rápido. Usamos IA para criar esses pequenos detalhes que não tínhamos dinheiro ou tempo para filmar”.
Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 20 de fevereiro.
A trama é centrada na vida do arquiteto visionário László Toth (Brody), recém-fugido da Europa, que chega aos Estados Unidos em busca de reconstruir sua vida por completo, incluindo seu trabalho e principalmente seu casamento, após uma separação forçada. Sozinho em um novo país, encontrará quem reconheça seu talento para a construção, mas o preço disso pode ser alto.
Andrew Lauren e D.J. Gugenheim entram como produtores ao lado de Brian Young, TrevorMatthews e Nick Gordon.
‘The Pitt‘, novo drama médico dos mesmos produtores de ‘ER – Plantão Médico‘, já está disponível na Max.
Agora, foi divulgado um vídeo inédito nos levando aos bastidores da atração.
Confira:
Com 15 episódios, a série trará uma abordagem realista dos desafios enfrentados pelos profissionais de saúde na América nos dias atuais, sob a perspectiva dos heróis da linha de frente que trabalham em um hospital moderno em Pittsburgh.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de março.
A trama acompanha a trajetória de vida da personagem-título, desde seu nascimento na década de 1950 até os dias atuais. Parthenope, a protagonista, carrega o mesmo nome da sereia da mitologia grega, cultuada como divindade pelos napolitanos da Antiguidade, e acompanha várias décadas da vida dessa mulher de inúmeros admiradores.
Um brilhante matemático (Leo Woodall) está prestes a fazer uma grande descoberta quando um inimigo misterioso tenta detê-lo. Em uma corrida contra o tempo, ele se alia a uma agente do governo para desvendar uma conspiração mortal e salvar sua vida.
A produção é uma adaptação da série de livros ‘Wool’, escritos por Hugh Howey.
A trama é ambientada em um futuro distópico onde uma comunidade existe em um silo gigante com centenas de andares abaixo da terra, homens e mulheres vivem em uma sociedade cheia de regulamentações que acreditam ser destinada a protegê-los. Depois que seu xerife quebra uma regra fundamental e os residentes morrem misteriosamente, a engenheira Juliette começa a descobrir segredos chocantes sobre o silo.
No Brasil, a produção está disponível através do Disney+.
Com pleno acesso às suas vidas, a célebre e amada família Kardashian retorna com sua nova série. Kris, Kourtney, Kim, Khloé, Kendall e Kylie ligam novamente as câmeras para revelar a verdade por trás das manchetes. Desde a intensa pressão de administrar negócios multimilionários até momentos simples do dia a dia, de brincadeiras entre as irmãs a levar as crianças na escola, a nova série vai prender os telespectadores com a honesta e fascinante história de vida.
David Krumholtz usou suas redes sociais para celebrar sua escalação em ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’, longa do DCU, onde interpretará Zor-El.
“Eu era aquela criança. Gavetas transbordando de quadrinhos… escapando para mundos desconhecidos… imaginando a mim mesma com poderes que beneficiariam o bem maior”, disse ele.
“Ingressar no Universo DC é um privilégio impressionante. Representar o símbolo da esperança em Supergirl como Zor-El é uma conquista pessoal. Minha gratidão transborda agora, assim como aquelas gavetas”, concluiu.
Craig Gillespie, renomado cineasta por trás de ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’, ficará responsável pela direção de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’.
Escrito porAna Nogueira, o longa chega aos cinemas em 2026.
Baseado na série de oito edições do escritor Tom King, ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ será uma aventura de ficção científica que mostrará a prima do Superman de uma maneira que os espectadores não estão acostumados a vê-la. Na trama, Kara Zor-El, acreditando estar sem propósito, é procurada por uma garota alienígena para uma missão de vingança contra os vilões que exterminaram seu planeta. Agora, uma kryptoniana, um cachorro e uma criança com o coração partido partem para o espaço em uma jornada que mudará suas vidas para sempre.
Entra ano, sai ano, e as animações continuam a ter um lugar especial no coração dos cinéfilos e nos apreciadores da sétima arte.
Há duas décadas, icônicas produções do gênero ganhavam espaço nas salas de cinema ao redor do mundo e que, mesmo não tendo garantido um sucesso imediato de crítica e de público, permaneceram vivas na cultura pop e são relembradas mesmo nos dias de hoje – gerando, inclusive, inúmeros memes nas redes sociais.
Pensando nisso, preparamos uma breve lista compilando famosas animações que completam vinte anos em 2025.
Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:
Cinco anos depois de ter entregue a icônica animação ‘A Fuga das Galinhas’, a Aardman Studios continuou a trabalhar com produções em stop-motion e nos entregou mais uma maravilha da sétima arte: ‘Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais’. Aliando-se à DreamWorks Animation, o estúdio deu vida a uma narrativa que expandiu os curtas-metragens de Nick Park e mergulhou de cabeça em uma aventura simplesmente apaixonante e nostálgica por todos os motivos certos. Não é surpresa que a Netflix tenha adquirido os direitos da franquia para a produção de uma sequência em longa-metragem – que já está disponível na plataforma de streaming, inclusive.
A NOIVA CADÁVER
Apesar de Tim Burton ter uma carreira relativamente irregular, quando o famoso cineasta dá tudo de si, ele consegue criar maravilhas. E, felizmente, esse é o caso de ‘A Noiva Cadáver’. A animação conquistou o público ao trazer à vida uma fictícia vila vitoriana e focar no complexo relacionamento de Victor (Johnny Depp), um jovem estabanado que é visto com olhos tortos onde mora, e Emily, a personagem titular que volta dos mortos ao ser pedida em casamento por Victor. Trazendo também no elenco nomes como Emily Watson e Richard E. Grant, o filme foi aclamado pela crítica especializada e arrecadou quase US$120 milhões ao redor do mundo, além de ter sido indicado ao Oscar de Melhor Animação.
Na icônica e adorada animação ‘Madagascar’, o leão Alex é o rei da selva urbana, a principal atração no zoológico de Nova York. Ele e seus melhores amigos – a zebra Marty, a girafa Melman e a hipopótamo fêmea Gloria – sempre viveram em cativeiro, felizes, com refeições regulares e um público para adorá-los. No entanto, Marty quer explorar o mundo e foge com a ajuda dos pinguins. Apesar das críticas mistas, ‘Madagascar’ se tornou um grande sucesso de bilheteria, arrecadando mais de US$530 milhões mundialmente e rendendo duas sequências diretas, bem como um spin-off.
ROBÔS
Em ‘Robôs’, somos levados a um mundo de robôs conscientes, onde o jovem inventor Rodney Copperbottom quer trabalhar para Bigweld Industries, que fabrica peças para robôs. Porém Bigweld acaba de ser deposto como chefe da empresa pelo vilão Ratchet T. Phineas, que quer fazer todos os robôs se submeterem a atualizações forçadas. Nesta aventura, Rodney e seu amigo Fender vão combater os planos malignos Ratchet.
Chicken Little é um galo cheio de imaginação que apronta as maiores confusões. Um dia, ele provoca pânico generalizado na cidade onde vive, ao confundir a queda de uma avelã com um pedaço do céu despencando. Após a verdade vir à tona, o galinho perde todo o crédito junto aos habitantes. Porém, quando um pedaço do céu realmente cai em sua cabeça e ele identifica que se trata de um alienígena, Chicken Little precisa salvar a cidade sem fazer com que todos entrem em pânico mais uma vez.
DEU A LOUCA NA CHAPEUZINHO
‘Deu a Louca na Chapeuzinho’ parece uma produção que não passa de nada além de um surto coletivo na mente dos espectadores – mas, na verdade, existiu e tornou-se uma divertida e descompromissada sátira guiada por nomes como Anne Hathaway, Glenn Close e Patrick Warburton no elenco de vozes. Na trama, policiais do mundo animal investigam um caso de distúrbio doméstico na casa de uma senhora envolvendo uma garota, um lobo e um machado. As acusações são muitas: invasão de domicílio, distúrbio do silêncio, e manuseio de um machado sem licença.
‘De Volta à Ação’, filme estrelado por Cameron Diaz e Jamie Foxx, chegou recentemente ao catálogo da Netflix – e já está conquistando os assinantes da plataforma de streaming.
Na trama, anos depois de abandonarem a vida na CIA para constituir família, dois ex-espiões são arrastados de volta ao mundo da espionagem quando seus disfarces são descobertos.
A produção apostou fichas na comédia de espionagem, reavivando nosso gosto pelo subgênero narrativo e nos fazendo recordar de outras obras similares. Pensando nisso, preparamos uma breve lista com cinco produções parecidas para você conferir nos streamings.
Trazendo ninguém menos que Cary Grant e Audrey Hepburn como os protagonistas – que lhe renderam indicações ao BAFTA nas categorias de ação -, ‘Charada’ é um dos melhores filmes de comédia de espionagem do cinema. A trama nos leva à Paris, onde Regina Lambert está prestes a se divorciar de seu marido quando descobre que ele foi misteriosamente assassinado durante uma viagem de trem, logo após ter sacado todo o dinheiro do casal. O dinheiro agora está desaparecido e Regina é ajudada por Peter Joshua, que pode ou não também ter interesses financeiros em relação a ela.
AUSTIN POWERS – UM AGENTE NADA DISCRETO (1997)
Onde assistir: Prime Video
Eternizando Mike Myers como dos gênios da comédia dos anos 1990, ‘Austin Powers – Um Agente Nada Discreto’ é considerado um marco à época em que chegou aos cinemas. No filme, um playboy de nível internacional e agente especial nas horas vagas, Austin Powers é descongelado depois de 30 anos para combinar sua inteligência com a do Dr. Evil. Com habilidades de espião antiquadas e maneirismos dos anos 60, Austin precisa enfrentar um vilão como nenhum outro e dar um jeito em sua sexualidade fora de moda.
Dirigido por ninguém menos que os Irmãos Coen, ‘Queime Depois de Ler’ é uma comédia ácida que trouxe um elenco estelar às telonas – incluindo George Clooney, Frances McDormand, Tilda Swinton e Brad Pitt. O enredo segue Osbourne Cox, um analista da CIA que, em uma reunião secreta, é demitido. Revoltado, ele começa beber e escrever um livro de memórias. Linda Litzke, funcionária de uma rede de academias, faz planos para uma grande cirurgia plástica. Um dia, um CD cai nas mão de Linda e de Chad Feldheimer, um professor da academia, seu melhor amigo. Ao perceberem que se trata de material confidencial, eles ligam para Osbourne Cox, tentando conseguir dinheiro para evitar que seu conteúdo seja divulgado.
O DESINFORMANTE (2009)
Onde assistir: Prime Video (Aluguel)
Estrelado por ninguém menos que Matt Damon, o longa-metragem ‘O Desinformante’ chegou aos cinemas em 2009 e conquistou sólidos 80% de aprovação no Rotten Tomatoes. No filme, Damon interpreta Mark Whitacre, um homem que tem uma carreira promissora numa empresa de agronegócio – mas um fanático da espionagem decide desmoralizar a empresa. Ele alerta o FBI que a empresa está manipulando preços e concorda em investigar o empregador em nome da agência.
A ESPIÃ QUE SABIA DE MENOS (2015)
Onde assistir: Disney+
‘A Espiã que Sabia de Menos’ é, sem sombra de dúvida, uma das melhores comédias da década passada – e traz uma das interpretações mais memoráveis e aplaudidas da indicada ao Oscar Melissa McCarthy. A trama, inspirada na franquia ‘007’, acompanha Susan Cooper, uma despretensiosa analista de base da CIA e uma heroína não reconhecida por trás das missões mais perigosas da Agência. Mas quando seu parceiro sai da jogada e outro agente fica comprometido, Susan decide se infiltrar no mundo de um traficante de armas mortais e evitar um desastre global.
O abismo e as reflexões. Lançado na Prime Video nesse início de 2025, o suspense alemão O Assassino do Calendário nos apresenta peças embaralhadas num suspense que tem como estrutura base fortes reflexões sobre a violência doméstica. Partindo da tensão criada por ações de um serial killer inescrupuloso que coloca em dilema suas vítimas, partimos para um forte drama tendo dois personagens que não se conhecem no epicentro dos acontecimentos durante horas de um dia cheio de variáveis. A direção é de Adolfo J. Kolmerer.
Amargurada por anos de sofrimento e sem saber o que fazer quando é ameaçada pelo conhecido Assassino do Calendário, Klara (Luise Heyer) está à beira de um precipício emocional e acaba entrando em contato com um telefone que ajuda vítimas a chegarem em casa. Do outro lado da linha, o traumatizado Jules (Sabin Tambrea) faz de tudo para ajudá-la durante toda noite que se segue. Só que aos poucos vamos entendendo melhor toda essa história que apresenta muitas surpresas.
Baseado no livro Der Heimweg, do escritor e jornalista alemão Sebastian Fitzek, o projeto busca nas surpresas apresentar os elos que se fecham numa história onde as subtramas acabam sendo uma parte importante do discurso. O roteiro baseado na obra de Fitzek tenta adaptar as sensações de angústia através de lacunas soltas que vão sendo preenchidas, passando por um forte clima de tensão. Tem momentos que a narrativa, em busca de criar caminhos para suas reviravoltas se perde ou mesmo fica óbvia mas mesmo assim consegue prender a atenção.
Se você pensa que esse filme é igual a outros onde rumamos para a descoberta do assassino e somente isso, não se engane. A violência doméstica ganha o holofote por aqui, se tornando o principal ponto de reflexão. Através das dores de uma protagonista indecisa sobre seu futuro, sem saber como se livrar de uma marido completamente doente, vamos sendo apresentados a uma história parecida com muitas que infelizmente acontecem na realidade. O forte discurso explorando esse assunto se torna um dos méritos do projeto. As revelações do Serial Killer, motivações, psicopatia, acabam sendo apenas um complemento. Algo que se mostra certeiro.
O próximo filme da franquia ‘Predador‘, intitulado ‘Predator: Badlands‘, finalmente ganhou data de estreia no Brasil.
O longa está programado para estrear nos cinemas nacionais no dia 6 de novembro – um dia antes do lançamento nos EUA –, e enfrentará a competição direta do reboot de ‘O Sobrevivente‘.
A trama alegadamente irá explorar a relação entre duas irmãs gêmeas em um futuro distópico. Thia é uma cientista curiosa e aventureira, e Tessa é uma militante determinada a alcançar seus objetivos. Seus laços familiares serão testados ao máximo quando elas se veem envolvidas em uma missão perigosa.
Foi divulgado um novo teaser promocional de ‘Suits L.A.‘, série derivada do aclamado drama jurídico ‘Suits‘.
Na trama, Stephen Amell (‘Arrow’) estrela como Ted Black, um ex-promotor federal de Nova York que se reinventou representando os clientes mais poderosos de Los Angeles.
A produção estreará oficialmente no dia 23 de fevereiro de 2025.
O elenco ainda conta com Bryan Greenberg, Josh McDermitt, Lex Scott Davis e Troy Winbush.
“Para salvar sua empresa em crise, Ted Black deverá assumir um papel que desempenhou com desprezo durante toda a sua carreira. Ele estará acompanhado por um grupo estelar de pessoas que testam sua lealdade, enquanto falham em evitar misturar suas vidas pessoais e profissionais.”
Aaron Korsh, criador da série original, assina o roteiro do piloto e serve como produtor executivo ao lado de David Bartis, Doug Liman, Gene Klein e da diretora Victoria Mahoney.
No vasto catálogo da Netflix sempre encontramos filmes de diversos países que nos mostram recortes variados nos levando do drama ao suspense em narrativas que chamam a atenção. Pensando em alguns bons títulos contidos nessa plataforma, segue abaixo algumas dicas:
Na trama, conhecemos o britânico Leonard (Mark Rylance), um experiente alfaiate que após uma tragédia se mudou para Chicago em meados da década de 1950. Nesse novo lugar, acabou se envolvendo, mesmo que de forma indireta, com a máfia, inclusive um dos chefões da região é o seu principal cliente. Quando em uma noite, uma série de acasos acontecem, o alfaiate precisará de muita habilidade para se livrar de uma peculiar situação.
Na trama, conhecemos Terry (Aaron Pierre), um ex-fuzileiro naval que chega até uma cidadezinha do interior dos Estados Unidos com o objetivo de pagar a fiança de um primo que está sendo transferido para uma penitenciária. Quando chega no lugar, tem o dinheiro da fiança roubado por policiais corruptos. Tendo que improvisar com novas soluções para seu objetivo após uma tragédia, sem nada a perder, acaba travando um explosivo duelo com a gangue da maior autoridade do local, o chefe de polícia Sandy Burnne (Don Johnson).
Piano de Família
Na trama, ambientada em uma Pittsburgh (Pensilvânia) em meados dos anos 1930, acompanhamos a chegada de Boy Willie (John David Washington) à casa do tio Doaker (Samuel L. Jackson) onde também mora sua irmã Berniece (Danielle Deadwyler). Quando o motivo da chegada de Boy Willie é revelado, uma briga por um piano antigo desencadeia uma série de lembranças e assim vamos conhecendo toda uma história dessa família.
Na trama, conhecemos Lee Na Mi (Woo-hee Chun) uma jovem super alegre que conseguiu uma oportunidade numa empresa de geleias e ainda ajuda seu pai no bem frequentado café da família. Certo dia, após uma noitada daquelas, ela deixa seu celular cair no ônibus. Uma misteriosa pessoa encontra o aparelho e a partir daí um jogo maquiavélico é imposto por um obsessivo criminoso. Ela precisara lutar com todas as forças quando seu mundo desaba completamente.
Mais uma página dos horrores de uma guerra. Baseado em um livro chamado Wil do autor belga Jeroen Olyslaegers, o novo longa-metragem disponível no início de 2024 na Netflix, Caminhos da Sobrevivência, explora o caminho dos dilemas para retratar os labirintos das escolhas na visão de um jovem oficial da força policial em uma Bélgica ocupada pelos nazistas no início da década de 40.
A sobrevivência em meio as leis da selva. Reunindo uma série de detalhes sobre um dos resgates mais emocionantes de toda a história da América do Sul, o excelente documentário As Crianças Perdidas nos leva até uma região conflituosa, onde grupos paramilitares, indígenas e militares entram em embates faz muitos anos e se tornam variáveis de uma busca por crianças que sofreram uma traumática tragédia no coração da Amazônia Colombiana.
Na trama conhecemos o casal Stella (Josephine Bornebusch) e Gustav (Pål Sverre Hagen) que estão em um relacionamento de anos, já em ruínas. Ela uma mulher amargurada pelo rumo do seu casamento com uma notícia que esconde da família, ele um psicólogo que deixou faz tempo de ser presente como pai e marido. Juntos embarcam em uma viagem para acompanhar a filha adolescente Anna (Sigrid Johnson) numa competição de pole dance. Durante esse tempo, aprenderão mais uns sobre os outros e dilemas aparecerão, principalmente por conta do segredo que Stella esconde de todos.
Na trama, ambientada na época onde os VHS dominavam as prateleiras das milhares de locadoras pelo mundo, um misterioso assalto a banco, com vítimas, deixa Varsóvia em estado de alerta. Com uma proposta para voltar à ativa na forças da lei caso consiga desamarrar a investigação do crime, o policial Tadeusz Gadacz (Olavo Lubaszenko) fará de tudo para chegar as verdades.
Na trama, conhecemos Thomas Edison (Alex Lutz), um tenista perto dos 40 anos em fim de carreira, decadente na profissão, que sofre pelas oportunidades perdidas, de não ter conseguido o sucesso esperado na carreira. Com 18 anos como profissional, completa a renda mensal de sua família dando aulas particulares no clube de sua mãe Judith (Kristin Scott Thomas). Certo dia consegue a última oportunidade da carreira, disputar as classificatórias para o único Grand Slam jogado no saibro, o torneio francês Roland Garros. Ao mesmo tempo que vai avançando nesse pré-torneio, chegam em sua frente conflitos com a mãe e a esposa, a ex-tenista Eve (Ana Girardot).
A importância do diálogo num envolvimento amoroso. Escrito e dirigido pela cineasta de apenas 28 anos Joosje Duk, em seu primeiro longa-metragem na carreira, Um Clímax entre Nósé uma fita holandesa que de forma leve e divertida aborda um assunto que ainda é tabu para algumas pessoas: o sexo. Tenda a consciência como um peculiar narrador, vamos acompanhando os conflitos que se sucedem na vida de uma jovem insatisfeita na sua relação sexual com o namorado, sem conseguir chegar ao orgasmo, que tem a ideia de dar uma apimentada no relacionamento.
Em mais de um século desde que o cinema surgiu, é notável como certos gêneros são tratados, até hoje, como representantes máximos da indústria fílmica – como os dramas, que normalmente dominam as temporadas de premiações e são caracterizados por especialistas e críticos como o suprassumo de tal criação artística.
Porém, é impossível desassociar os outros gêneros da história do cinema – algo que continua acontecendo quando voltamos nossa atenção para o terror.
Esses tipos de narrativa estão intrinsecamente ligadas à história da sétima arte, acompanhando suas revoluções técnicas e estilísticas e servindo de base para a eternização de obras de icônicos diretores – incluindo mestres como Quentin Tarantino, Akira Kurosawa e Martin Scorsese, apenas para citar alguns. E isso não é tudo: mergulhando de cabeça na psique humana e provocando o medo ou o desconforto em seu público, histórias de terror permitem que se abra espaço para discussões sobre tópicos transgressores e considerados tabus – desde eventos apocalípticos a crenças religiosas ou populares.
E, quando fazemos um breve recorte para os anos 1970, é impressionante ver como o gênero em questão começava a emergir como uma importante ramificação criativa que geraria clássicos relembrados até os dias de hoje. Por isso, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores filmes de terror daquela época para você conferir.
Veja abaixo:
10. CARRIE, A ESTRANHA (1976)
Nessa clássica e arrepiante adaptação do romance de Stephen King, a quieta e sensível adolescente Carrie White enfrenta insultos dos colegas na escola e abuso em casa de sua mãe, uma fanática religiosa. Quando estranhos acontecimentos começam a acontecer em torno de Carrie, ela começa a suspeitar que tem poderes sobrenaturais. Convidada para o baile da escola pelo autoritário Tommy Ross, Carrie tenta relaxar, mas as coisas tomam um rumo sombrio e violento. O filme ganhou aclame generalizado pela crítica e chamou a atenção por servir como um profundo retrato humano de vingança e loucura.
David Lynch tem um estilo de direção e de narrativa único que conquistou uma legião de fãs – e, em 1977, fez sua estreia oficial na sétima arte com o lançamento do icônico ‘Eraserhead’, um suspense body-horror surrealista que se tornou um dos símbolos do movimento conhecido como “filme da meia-noite”. Na trama, Henry Spencer vive em uma cidade industrial, em meio à fumaça, ao barulho e a prédios abandonados. Nesse cenário desolador, ele tem estranhas visões enquanto tenta sobreviver à raiva da namorada, Mary X, e aos gritos incessantes de seu filho recém-nascido, uma criança mutante.
Se há um diretor a quem podemos atribuir o adjetivo “polêmico”, este é Dario Argento. E, em 1977, o cineasta encabeçou um ambicioso projeto intitulado ‘Suspiria’ – relembrado como uma das maiores produções do século XX e uma das mais influentes da história do cinema. Apostando fichas em um encontro vibrante de cores e uma trilha sonora marcante, a trama traz Jessica Harper como uma estrela de balé em ascensão que se vê no centro de uma onda de assassinatos horríveis, começando a acreditar que a escola onde estuda está cheia de maldade e que seus professores são mais malignos do que aparentam.
Considerado um dos filmes de terror e de ficção científica mais influentes de todos os tempos, ‘Alien, o 8º Passageiro’ serve de modelo para incursões do gênero que são ambientadas na vastidão e na solidão do espaço. Dirigido por Ridley Scott, o filme é centrado em uma nave espacial que, ao retornar para Terra, recebe estranhos sinais vindos de um asteroide. Enquanto a equipe investiga o local, um dos tripulantes é atacado por um misterioso ser. O que parecia ser um ataque isolado se transforma em um terror constante, pois o tripulante atacado levou para dentro da nave o embrião de um alienígena, que não para de crescer e tem como meta matar toda a tripulação
6. O MASSACRE DA SERRA ELÉTRICA (1974)
De maneira similar a vários clássicos do terror, ‘O Massacre da Serra Elétrica’ teve recepção divisiva quando chegou aos cinemas em meados dos anos 1970 – mas seu impacto o sagrou como uma das produções de maior influência da sétima arte. Dirigido por Tobe Hooper e dando origem a uma franquia multimidiática que ainda rende frutos, a trama acompanha um grupo de amigos que se torna alvo de uma família de canibais quando vão visitar uma antiga herdade. O filme eternizou um dos maiores vilões do cinema, Leatherface, e aterrizou audiências ao redor do mundo.
5. TUBARÃO (1975)
Dirigido por Steven Spielberg, ‘Tubarão’ é relembrado como o primeiro blockbuster da história do cinema – e é conhecido por basicamente qualquer um que já tenha ouvido falar o nome do diretor. Na trama, um terrível ataque a banhistas é o sinal de que a praia da pequena cidade de Amity virou refeitório de um gigantesco tubarão branco, que começa a se alimentar dos turistas. Embora o prefeito queira esconder os fatos da mídia, o xerife local (Roy Scheider) pede ajuda a um ictiologista (Richard Dreyfuss) e a um pescador veterano (Robert Shaw) para caçar o animal. Mas a missão vai ser mais complicada do que eles imaginavam.
4. INVERNO DE SANGUE EM VENEZA (1973)
Em 1973, Donald Sutherland e Julie Christie estrelavam o icônico suspense de terror ‘Inverno de Sangue em Veneza’. Contando com a direção de Nicolas Roeg e funcionando como adaptação do conto homônimo de Daphne du Maurier, o longa-metragem ascendeu a um patamar invejável de influência, principalmente pela construção dúbia e atmosférica que seria remodelada nas décadas seguintes, principalmente no cenário fílmico britânico. A trama acompanha um casal que viaja para Veneza após a recente morte acidental de sua filha, depois que o marido aceita uma comissão para restaurar uma igreja. Eles encontram duas irmãs, uma das quais afirma ser clarividente e informa que sua filha está tentando contatá-los e alertá-los de um perigo mortal. O marido, a princípio rejeita as afirmações da vidente, mas as coisas mudam quando ele começa a ter visões estranhas.
É claro que o maior clássico de Dia das Bruxas, ‘Halloween – A Noite do Terror’, merecia um lugar na nossa lista: o clássico estabeleceu as fundações estéticas e narrativas do subgênero slasher e, até hoje, é considerado uma das produções mais influentes de todos os tempos, além de ter eternizado Jamie Lee Curtis como uma das grandes scream queens do cinema. Na trama, o perigoso assassino Michael Myers escapa de seu confinamento e retorna para sua pacata cidade natal para continuar a coletar vítimas e se consagrar como um verdadeiro bicho-papão impetuoso e muito mortal
Dentro do terror, existe um subgênero bastante conhecido que permanece no imaginário popular até os dias de hoje: os filmes de zumbis. Porém, antes de várias franquias conquistarem o público, George A. Romero emergiu como o responsável por popularizar tais narrativas com o aclamado ‘Despertar dos Mortos’. Servindo como divisor de águas para o gênero, o filme acompanha quatro sobreviventes de um ataque de mortos-vivos que se escondem em um shopping abandonado e planejam contra-atacar. No entanto, milhares de zumbis descobrem o esconderijo e iniciam um novo massacre, contaminando alguns deles que retornam à vida e somam-se ao exército de criaturas.
Nenhum outro filme poderia ocupar o primeiro lugar da nossa lista além de ‘O Exorcista’. Lançado em 1973, o título chocou espectadores ao redor do mundo, causando uma comoção generalizada e sagrando-o como um dos melhores longas-metragens de todos os tempos. Ao conquistar inúmeras indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, a produção quebrou os estigmas sofridos pelas obras do gênero, começando a livrá-lo do desdém sofrido pelos mais tradicionalistas – permitindo, inclusive, que os estúdios aumentassem os orçamentos dos longas de terror.
Na trama, uma atriz vai gradativamente tomando consciência de que a sua filha de doze anos está tendo um comportamento completamente assustador. Deste modo, ela pede ajuda a um padre, que também é um psiquiatra, e este chega a conclusão de que a garota está possuída pelo demônio. Ele solicita então a ajuda de um segundo sacerdote, especialista em exorcismo, para tentar livrar a menina desta terrível possessão.
Pânico 7 teve suas filmagens iniciadas e estreia em 26 de Fevereiro de 2026.
Para aquecermos os motores para o novo exemplar desta querida franquia da sétima arte, o CinePOP tem matérias que não acabam mais sobre os filmes anteriores.
Tudo o que você quiser saber sobre os quatro filmes predecessores e mais um pouco tempos aqui – é só procurar no site. Recentemente, trouxemos para você uma matéria sobre as curiosidades mais interessantes dos bastidores do segundo filme, Pânico 2 (1997), o único que estava faltando fazermos. Aqui, continuaremos focados na primeira continuação que o filme recebeu, desta vez para escancarar uma versão completamente diferente que o filme teria.
Acontece que Pânico 2 foi um dos primeiros grandes filmes (ou quem sabe o primeiro) a sofrer com o advento da internet. Explico. O longa de terror teve seu roteiro vazado online por um figurante, e isso numa época em que ainda vivíamos os primórdios do mundo virtual. Pioneirismo até mesmo nas derrotas.
Na versão original do roteiro de Pânico 2, a protagonista Sidney (Neve Campbell) morria!
Desta forma, com a história nas mãos de qualquer um que quisesse ler, o mistério estava revelado. E como sabemos, os filmes desta franquia dependem muito das reviravoltas, de quem morre e quem fica vivo e, principalmente, quem são os assassinos da vez. Como consequência deste ato sem noção, o roteirista Kevin Williamson precisou basicamente reescrever a história, modificando diversos fatos, inclusive a identidade dos assassinos. Confira abaixo como seriaPânico 2 antes do vazamento. Ah sim, o texto abaixo contém inúmeros spoilers da trama, ou seja, continue se você já está cansado de saber tudo. Ou por sua conta e risco.
Os Assassinos Originais
Apenas a Sra. Loomis, vulgo Debbi Salt (Laurie Metcalf) foi mantida como uma das identidades do Ghostface.
Como sabemos, Pânico 2 contém dois Ghostface assim como o original. E suas identidades são: Mickey, o estudante de cinema que está sempre com uma câmera na mão filmando tudo (vivido por Timothy Olyphant) e a jornalista Debbie Salt (Laurie Metcalf) que vive atormentando a outra repórter do filme Gale Weathers (Courteney Cox). Debbie, é claro, revela-se a Sra. Loomis, a mãe de Billy Loomis, o assassino do original, que é citada no primeiro Pânicocomo tendo abandonado o marido após descobrir uma traição. Pelo visto a família não era muito boa da cabeça, já que a mãe resolveu orquestrar sua própria matança, seguindo os passos do filho. A Sra. Loomis encontra Mickey num site e o contrata para seu plano sanguinolento.
Mas nem sempre foi assim. No primeiro roteiro vazado, Kevin Williamson havia programado os assassinos para serem Derek e Hallie; além da Sra. Loomis, a única mantida do roteiro original. Ou seja, no segundo filme teríamos três Ghostface: duas mulheres e um homem. Embora não saibamos a dinâmica dos três no filme, podemos imaginar que a mãe de Billy estaria no comando novamente, orquestrando os planos e usando os jovens como seus peões na matança. Essa revelação viria como dupla faca nas costas da protagonista Sidney (Neve Campbell). Isso porque Hallie, papel de Elise Neal, é sua melhor amiga no segundo filme. E Derek (Jerry O’Connell), seu novo namorado. Isso explica porque existe numa versão – que fez parte do trailer – Ghostface chama Sidney de “girlfriend” ao telefone. À princípio podemos pensar que está emulando Billy, mas com a conclusão originalmente pensada faz todo sentido. Essa versão foi mudada no filme. Ou seja, Sidney teria novamente um namorado se revelando um psicopata. Isso que é dedo podre.
Dewey, o segurança do campus
O policial “trapalhão” Dewey (David Arquette) deveria ter morrido no desfecho do original. Mas o diretorWes Craven gostou tanto do desempenho de Arquette no papel, que gravou dois finais, um que ele morria e outro que ficava vivo. No final, terminou optando pelo segundo. Assim, na continuação Dewey dá as caras novamente e aparece no campus da universidade da amiga Sidney quando novos assassinatos começam a ocorrer. Neste segundo filme, Dewey não é mais um policial e tem a marca de seu ferimento, com uma perna manca e um braço quase inutilizado. Mas se pararmos para pensar, o personagem não tem uma profissão e nem muito o que fazer ali, a não ser ficar de olho na colega.
No texto original, Dewey seria um dos seguranças do campus da universidade. O personagem propositalmente iria pedir transferência da polícia de Woodsboro para o campus da faculdade, a fim de ficar perto de Sidney. Esse trabalho faz mais sentido e daria uma função maior ao personagem.
Randy, o cameraman
Randy (Jamie Kennedy), o nerd preferido de todos, seria o cameraman de Gale na versão original.
Randy (Jamie Kennedy) foi um dos personagens favoritos dos fãs no primeiro filme. O nerd especialista em filmes de terror infelizmente é morto neste segundo longa, decisão que Wes Craven diz ter tomado para demonstrar que ninguém estava seguro desta vez. O diretor, no entanto, muitos anos depois disse ter se arrependido de matar o querido personagem. Seja como for, Randy é outro estudante de cinema na mesma universidade de Sidney. No roteiro original não seria assim, e Randy seria na verdade o cameraman de Gale Weathers. Essa dinâmica seria muito divertida.
Por outro lado, Joel (Duane Martin), o sujeito que de fato é o cameraman de Gale, e que espertamente “se manda” quando os corpos começam a se empilhar, conseguindo sobreviver no fim das contas, seria um estudante de medicina da mesma universidade. Joel seria um dos melhores amigos de Sidney nesta versão. Resta saber se ele também sobreviveria assim, ou com a mudança de profissão encontraria um destino pior.
Debbie Salt mais agressiva
Laurie Metcalf viveu a psicopata Sra. Loomis, vulgo Debbie Salt. Vinte anos depois seria indicada ao Oscar por Lady Bird.
A Sra. Loomis, vulgo Debbie Salt, é uma personagem que aparece pouco no filme, mas suas incisões são certeiras. Seu “disfarce” no filme é o de uma jornalista “abelhuda” que está sempre no lugar certo, na hora certa. É claro, assim estudando bastante não apenas os avanços da polícia em relação às mortes, como também o cenário de sua matança. Existe um meme na internet que diz que se Sidney a visse em algum momento, iria reconhece-la e o filme acabaria bem rápido. É verdade, mas justamente por isso a mulher se certificou de nunca cruzar o caminho com a ex-nora.
Na versão original do roteiro, Debbie Salt era mais agressiva e ácida, dando alfinetadas em suas perguntas jornalísticas. Talvez essa característica tenha sido mudada para que as pessoas não desconfiassem dela como sendo uma das assassinas. Em uma cena do roteiro original, ela perguntaria para Sidney se ela havia “finalmente surtado e se era ela cometendo todos os assassinatos”. No fim da cena, ela seria socada no rosto por Gale, emulando a cena do original em que Sidney soca Gale após a repórter fazer um comentário irônico sobre a acusação da protagonista. Só não sabemos como Sidney não reconheceria a Sra. Loomis. Talvez por isso a cena tenha sido mudada. Ou quem sabe a explicação viria com muitas cirurgias plásticas.
Derek, o documentarista
“Copia, mas faz diferente”. Jerry O’Connell como Derek seria o segundo namorado de Sidney a ser revelado o assassino.
Faz sentido que o assassino do segundo filme agora ande com uma câmera filmando os crimes e suas vítimas. Bem, isso foi antes da época dos Smartphones e das câmeras de celulares, o que facilitaria bem mais a vida do Ghostface. Seja como for, em determinado momento do filme, esse fato entra em jogo quando os protagonistas descobrem estar sendo filmados pelo assassino. E bem, só um personagem anda com uma câmera para cima e para baixo no filme: Mickey. E adivinhe só: ele é o assassino. Porém, na versão original do roteiro, Derek seria o assassino. E não apenas isso, mas também seria ele o estudante de cinema que viveria com uma câmera documentando tudo à sua volta.
Mickey, o cantor
Em seu início de carreira, Timothy Olyphant era sempre o vilão.
Basicamente, teríamos os papeis de Derek e Mickey invertidos. A não ser pelo fato de que Derek ainda seria o namorado de Sidney. Nesta versão original do roteiro também seria adereçado de forma mais efusiva a paixão de Mickey por Hallie, a melhor amiga de Sidney – com os dois talvez engatando em um romance. O fato é levemente pincelado na versão que ganhamos nas telonas. No original, Mickey é quem cantaria no refeitório, assim como Derek fez para Sidney. O rapaz, porém, cantaria para Hallie e a canção também seria outra, ao invés de ‘I Think I Love You’, a escolhida seria ‘I Will Always Love You’, de Whitney Houston.
Sidney e Gale morreriam
Cotton Weary (Liev Schreiber) seria o assassino de Gale e Sidney na versão original.
Na versão original deste roteiro, o desfecho terminaria com um verdadeiro bad ending, onde numa matança todos os personagens principais seriam mortos. Além de Randy, Gale e Sidney também morreriam, e possivelmente Dewey também. Isso nos faz pensar que Kevin Williamson planejava encerrar a franquia com este segundo filme. O terceiro não havia sido planejado, e demoraria três anos até finalmente chegar aos cinemas – e sem um roteiro de Williamson.
Na primeira história do roteirista para Pânico 2, assim como no original a Sra. Loomis termina matando seus comparsas – aqui Derek e Hallie. No filme, a Sra. Loomis tenta convencer Cotton Weary (Liev Schreiber), que chega ao local armado, de deixa-la matar Sidney, já que a protagonista o acusou de assassinato e o manteve na cadeia por um ano. Por alguns momentos acreditamos que o sujeito irá aceitar a proposta, mas finalmente ele atira na assassina a matando. Na versão original do roteiro, Cotton iria esfaquear a Sra. Loomis, mas não iria parar por aí. Considerando que ambas Sidney e Gale foram responsáveis por arruinar sua vida, Cotton surtaria, e esfaquearia Gale a matando também. No fim, Cotton perseguiria Sidney, e o filme terminaria com os dois se esfaqueando até a morte, e caindo lado a lado. Um baita final mórbido.
Porta aberta para o três
Ambos Pânico (1996) e Pânico 2 (1997) terminam de uma forma que não necessariamente pedem continuações. Kevin Williamson disse que pensou na ideia para o dois enquanto ainda escrevia o primeiro. Mesmo assim, nada no desfecho do original indicava que o longa poderia ter uma sequência. Afinal, ele é uma história fechadinha em si. O que empurrou a continuação, podemos pensar que foi unicamente o sucesso e, claro, o dinheiro. O mesmo ocorre comPânico 2. Mas nem sempre foi assim. No roteiro original de Williamson, o segundo filme terminaria revelando outro Ghostface, que olharia tudo de longe, do alto da torre do sino do campus. Esse final indicaria a existência de um quarto assassino na trama, ou simplesmente um novo psicopata se preparando para entrar em ação no três.
A produção estreia ainda em 2025, sem dia confirmado.
Confira:
Horowitz também assina o roteiro da minissérie.
Após um desastre aéreo, nove estranhos ficam abandonados numa selva mexicana. No entanto, quando começam a morrer um por um, os sobreviventes devem resolver o mistério de quem os está matando.
O aclamado ‘Flow‘, favorito ao Oscar de Melhor Animação e vencedora do Globo de Ouro, arrecadou US$ 11 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa independente, que foi produzido por apenas US$ 3.8 milhões através de um software grátis, já soma quase três vezes o valor de seu orçamento.
Nos EUA, o longa soma US$ 3.4 milhões. No mercado internacional, foram US$ 7.6 milhões.
Com 97% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de janeiro, distribuído pela Mares Filmes e Alpha Filmes.
Na trama, quando seu lar é devastado por uma grande inundação, um gato solitário encontra refúgio em um barco povoado por várias espécies, e tem que se unir a elas apesar de suas diferenças.
O filme é assinado porGints Zilbalodis, que também é responsável pelo roteiro e direção.
A trama se passa em um mundo à beira do fim, repleto de vestígios da presença humana. O protagonista, um gato solitário, vê sua casa devastada por uma grande enchente e encontra refúgio em um barco habitado por diversas espécies. Juntos, eles precisarão superar suas diferenças enquanto navegam por paisagens místicas e deslumbrantes, enfrentando os desafios e perigos da adaptação a esse novo mundo.