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‘Superman’ ganha estande ESPECIAL na Bengaluru Comic Con; Confira!

Superman chega este ano como o primeiro filme do DCU sob a direção de James Gunn, gerando grandes expectativas entre os fãs.

Com o lançamento se aproximando, a DC Studios levou uma estande especial do filme diretamente para a Índia, na Bengaluru Comic Con.

O belo estande deSuperman está chamando a atenção dos fãs ao redor do mundo nas redes sociais.

Confira:

Vale lembrar que, segundo o The Hollywood Reporter, Milly Alcock vai estar no filme do ‘Superman‘. Ela interpreta a Supergirl do novo universo da DC.

Além disso, o ator David Corenswet foi supostamente visto em Londres, no Reino Unido, poucos dias antes do início das filmagens de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã.’

A informação foi compartilhada por uma página, porém não foram divulgadas fotos para comprovar a presença do ator em Londres.

Caso David Corenswet realmente esteja no Reino Unido, isso pode indicar que o astro aparecerá como Clark Kent/Superman no filme da Supergirl.

Lembrando que Mille Alcock será a personagem titular de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’.

Superman, o longa de James Gunn que marca o início do DCU, ganhou uma nova versão do trailer em IMAX, agora disponível online em qualidade 4K.

Entre as novas cenas, podemos ver Lex Luthor (Nicholas Hoult) e Sr. Incrível (Edi Gathegi), além de uma breve aparição do Homem de Aço (David Corenswet), enquanto ele luta para escapar do forte de Luthor.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que ‘Superman’ será lançado em julho de 2025.

Confira o trailer dublado:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Milly Alcock, a Supergirl, é confirmada em ‘Superman’

Atores com ilustrações de Supergirl e Superman ao fundo
supergirl e superman

Segundo o The Hollywood Reporter, Milly Alcock vai estar no filme do ‘Superman‘. Ela interpreta a Supergirl do novo universo da DC.

Além disso, o ator David Corenswet foi supostamente visto em Londres, no Reino Unido, poucos dias antes do início das filmagens de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã.’

A informação foi compartilhada por uma página, porém não foram divulgadas fotos para comprovar a presença do ator em Londres.

Caso David Corenswet realmente esteja no Reino Unido, isso pode indicar que o astro aparecerá como Clark Kent/Superman no filme da Supergirl.

Lembrando que Mille Alcock será a personagem titular de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’.

Superman, o longa de James Gunn que marca o início do DCU, ganhou uma nova versão do trailer em IMAX, agora disponível online em qualidade 4K.

Entre as novas cenas, podemos ver Lex Luthor (Nicholas Hoult) e Sr. Incrível (Edi Gathegi), além de uma breve aparição do Homem de Aço (David Corenswet), enquanto ele luta para escapar do forte de Luthor.

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Lembrando que ‘Superman’ será lançado em julho de 2025.

Confira o trailer dublado:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Cameron Diaz retornaria em ‘O Máskara 2’? Atriz responde!

Em entrevista ao Access Hollywood, Cameron Diaz (‘Professora Sem Classe’) comentou sobre a possibilidade de retornar para uma sequência do clássico ‘O Máskara‘ – seu primeiro papel nos cinemas.

A atriz, que estava distante das telas há mais de uma década, retornou recentemente à atuação em ‘De Volta à Ação‘.

“Se o Jim [Carrey] topar retornar [para uma sequência]… Quero dizer, eu tenho andado nessa onda desde o primeiro dia.”

Anteriormente, Jim Carrey havia revelado condição para retornar para uma sequência: “Ah, meu Deus, sabe, tem que ser a ideia certa. Se alguém tivesse a ideia certa, eu acho… Não é realmente sobre o dinheiro. Eu faço piada sobre o dinheiro… Mas nunca se sabe. Não dá para ser definitivo sobre essas coisas. Eu disse que gostaria de me aposentar, mas acho que estava falando mais sobre descansar. Porque assim que uma boa ideia surge, ou um grupo de pessoas com quem você realmente gostou de trabalhar, as coisas mudam”.

Lançado em 1994, O Máskara foi um grande sucesso de bilheteira, arrecadando US$ 351 milhões em todo o mundo, a partir de um orçamento modesto de US$ 23 milhões.

A trama acompanha Stanley Ipkiss, um homem bom e introvertido que trabalha em um banco, mas não tem sucesso no amor nem nas interações sociais. Quando encontra uma estranha máscara de Loki, um deus escandinavo, ele se transforma em O Máskara, um ser de rosto verde com coragem para fazer coisas ousadas e irreverentes que Stanley teme, incluindo flertar com Tina Carlyle, a sensual cantora do Coco Bongo, a discoteca mais badalada da cidade.

O Máskara’ está disponível no Max.

Relembre ‘Twin Peaks’ – Série que é a Maior Obra-Prima da carreira de David Lynch

Existem três formas de começar este texto. Primeiro, podemos apontar que a série Twin Peaks é uma das melhores e mais completas definições do termo obra cult na história do audiovisual, sem exageros. O que isso engloba é o seguinte: o programa fez sucesso pelo mundo, arrancando elogios da imprensa especializada, com grande parte do público tendo consciência de sua reputação, mesmo sem terem assistido a qualquer episódio – por seu conteúdo não ser, de forma alguma, palatável a todo tipo de espectador. Justamente por isso atraiu atenção de um público mais seleto e alternativo, leia-se cinéfilos que apreciam a mistura de obras de arte abstratas com entretenimento escapista. E não se engane, Twin Peaks tem sua legião de fãs.

Em segundo lugar, devemos dizer que muito de Twin Peaks deve-se a seu criador, David Lynch, mas já voltamos a ele em breve. Em terceiro, se encontra a memória afetiva que minha geração possui do programa e nosso primeiro contato com ele: numa época que precede a entrada das TVs a cabo em nosso país, Twin Peaks era exibido pela rede Globo nos domingos à noite. Minha geração embora muito jovem para absorver cada detalhe ou significado de uma ideia tão complexa neste primeiro encontro, era surpreendida, ainda na pré-adolescência, pelo mistério de uma investigação de assassinato que chocava toda uma pequena cidade fria e pacata no coração dos EUA. Ao mesmo tempo, ficávamos perplexos e perdidos com a psicodelia de universos paralelos, onde numa sala vermelha um anão dançava de maneira bizarra – misturando humor e terror.

A experiência de revisitar Twin Peaks hoje, passados 30 anos de sua estreia, é, pessoalmente, algo muito satisfatório e enriquecedor. É um contato nostálgico com uma memória adormecida, o encontro de dois mundos: passado e presente. Duas versões de nós mesmos. Voltando para Lynch, que eu e muitos sequer sabíamos quem era em nossa apresentação à série, o diretor já mantinha um currículo elogiado, premiado e dono de grande prestígio. A esta altura, David Lynch tinha na bagagem três indicações ao Oscar, e uma filmografia de títulos como Eraserhead (1977), O Homem Elefante (1980), Duna (1984), Veludo Azul (1986) e se preparava para lançar Coração Selvagem (1990). Todos, donos de uma peculiaridade que parece misturar sonho (ou pesadelo, muitas vezes) com realidade.

No dia 7 de abril de 1990, ia ao ar pela rede norte-americana ABC o episódio piloto de Twin Peaks. E já de cara deixava a pergunta que viria a ser o mote do seriado: “Quem Matou Laura Palmer?” – esclarecendo para qualquer dúvida que esse era um mistério policial. A tal pergunta serviu bem para seu sucesso mundial, deixando o espectador instigado a acompanhar e investigar junto. É preciso levar em conta a época de seu lançamento e perceber o evento sem precedentes que foi este fenômeno – traduzindo para os dias de hoje seria algo como Lost ou Game of Thrones, ou seja, uma comoção que mobilizava plateias.

Twin Peaks funciona em três vertentes: é, ao mesmo tempo, um thriller sério sobre o assassinato de uma jovem loira e querida na cidade; um misterioso conto sobrenatural (com outras dimensões, entidades e possessões) onde nada parece o que é; e, por fim, um “novelão” cômico e nonsense, onde David Lynch deixa fluir seu senso de humor igualmente, digamos, único. Ah sim, devemos mencionar também o cocriador do programa Mark Frost, igualmente responsável por tudo que vemos em tela.

Tudo começa com o corpo da bela Laura Palmer (Sheryl Lee) morto, enrolado em plástico (como afirma o personagem que a encontra) e deixada ao lado de um tronco à beira de um lago. Este é o pontapé inicial para a narrativa ir se desenrolando ao longo dos 8 episódios exibidos semanalmente da primeira temporada, que foi ao ar até o dia 23 de maio de 1990. Para a pequena cidade, de 51 mil habitantes, é enviado o agente do FBI Dale Cooper (Kyle MacLachlan), o protagonista incorruptível e responsável pelo caso. Ele terá a ajuda da amistosa força policial de lá, composta pelo correto xerife Truman (Michael Ontkean), seu braço direito, o eficiente nativo-americano Hawk (Michael Horse) e o alívio cômico, o abobalhado Andy (Harry Goaz) – no local encontra-se também o interesse amoroso deste último, a “cabeça de vento” Lucy (Kimmy Robertson).

A lista dos personagens é simplesmente muito extensa para ser adereçada individualmente, mas todos tem sua importância e significado para a construção desta trama, e vão desde os pais da jovem assassinada, passando pelos colegas de escola (uma gama de estudantes de um típico drama adolescente) e, de forma geral, os moradores da cidadezinha, com suas questões de folhetim ou personas salteadas pelo surrealismo (temos uma mulher que fala com um pedaço de tronco, o qual ela carrega como um bebê, por exemplo). Todos estes elementos contribuíram para aguçar a curiosidade dos espectadores. Tida como imagem da perfeição e cidadã modelo, vamos descobrindo também sobre o passado não tão exemplar de Laura Palmer, assim como os esqueletos no armário de cada um dos personagens que a cercavam.

A intenção de Lynch, no entanto, sempre foi brincar com a expectativa do público, jamais resolvendo o mistério e revelando o assassino. O cineasta crê na jornada, na experiência muito mais do que em respostas fáceis. Twin Peaks na realidade não era sobre um mistério de assassinato, mas sim sobre algo muito maior: sobre os habitantes da cidade e sobre as esquisitices da mente de seus criadores impressas em celuloide.

Com o sucesso do programa, a rede ABC correu para encomendar a segunda temporada para os gênios criadores. Assim, em setembro de 1990, apenas quatro meses do final da primeira temporada, ouviríamos novamente a onírica e melancólica “Falling”, de Julee Cruise, a música tema do programa que voltava ao ar para mais um round. Esta, no entanto, seria uma luta mais ingrata. O canal deu carta branca aos criadores, mas exigiu somente uma coisa em troca: que revelassem ao público o assassino de Laura Palmer – mesmo que não quisessem focar nisso. Assim, a contragosto, uma explicação pra lá de doida (no estilo de Lynch) colocava um fim na maior pergunta do início dos anos 1990.

O problema é que esta revelação era feita logo nos primeiros episódios da continuação, no sétimo para ser mais preciso, e a temporada continuaria por mais quinze episódios. Com isso, os executivos tiveram seu desejo atendido, e Lynch pôde mostrar que Twin Peaks era mais que este mistério. Porém, a esta altura o público gradativamente perdia o interesse, uma vez revelado o que todos se questionavam. De fato, é sentido um grande desnível no segundo ano, que com 22 episódios ao todo (ao contrário dos 8 iniciais) se mostra um desafio mesmo ao maior entusiasta. Fora isso, neste ponto o interesse do próprio Lynch também havia caído, e ele se afastava do programa para se concentrar no lançamento do citado Coração Selvagem. Tudo isso resultou no cancelamento de Twin Peaks após duas temporadas. Bem, e quanto tempo mais a série aguentaria? Porém, Lynch finalizou em grande estilo, deixando um apoteótico gancho no ar sem resolução em seu finale, sendo o suficiente para angariar cada vez mais seguidores desta mitologia. Em junho de 1991, Twin Peaks encerrava sua história e nos abandonaria para sempre.

Ou quase. Em 16 de maio de 1992, estreava no Festival de Cannes o primeiro derivado da cultuada série: Twin Peaks – Fire Walk With Me. O programa ganhava sobrevida através de um longa-metragem, que chegou aos cinemas norte-americanos em agosto do mesmo ano, e no Brasil no dia 14 de maio de 1993. Era a chance dos fãs finalmente receberem respostas quanto ao enigmático final. Bem, seria, caso o criador não fosse David Lynch. O diretor optou por uma pré-sequência ao invés, justamente por isso o filme o subtítulo Os Últimos Dias de Laura Palmer por aqui. O longa apresentava mais sobre o passado da personagem motivadora de tudo, sua relação com os pais e com todos na cidade. Alguns atores não toparam retornar para a nova empreitada, como Lara Flynn Boyle, que deveria fazer uma cena de nudez no filme, tendo sua personagem Donna agora nas formas de Moira Kelly.

Os Últimos Dias de Laura Palmer ainda provocava mais o espectador, abrindo a trama com novos personagens em uma outra investigação de assassinato, ocorrida um tempo antes do que vimos na série. Nada do que todos esperavam. Neste contexto tínhamos apresentados os personagens de Chris Isaak, Harry Dean Stanton, Kieffer Sutherland e até mesmo do lendário David Bowie, todos inéditos no seriado. Era o encontro dos fãs com seus personagens queridos, mas nos termos de David Lynch.

O que David Lynch faz, além de, não apenas quebrar, mas despedaçar expectativas, são obras que o satisfazem pessoalmente. Não é que ele não ligue para a audiência, mas a restringe. Assim como com todos os cineastas e suas obras, podemos gostar, entender, querer entender ou não. Depende de cada um. O importante é que o cineasta aprendeu a criar o que quer sem amarras, rendições ou comprometimentos. E esse é o sinal de um verdadeiro artista. Porém, quando temos envolvidos muitos milhões de dólares, como nas indústrias do cinema e TV, resultados são esperados, e a arte muitas vezes conflita com os negócios.

Seriam longos 25 anos órfãos de Twin Peaks até um dos eventos mais celebrados dos últimos anos. Numa época de revivals, David Lynch e Twin Peaks fizeram as pazes, e em seus termos, através do canal Showtime, o programa retornava ao ar em 2017. Com Lynch e Mark Frost à frente, o retorno de uma penca de rostos conhecidos, todos agora na meia idade, vide Mädchen Amick, Sherylin Fenn, James Marshall e Dana Ashbrook (além de MacLachlan e Lee), alguns falecidos e outros tendo nos deixado durante a confecção da nova temporada (como Miguel Ferrer e Catherine E. Coulson), além de novidades muito bem-vindas como Naomi Watts e Laura Dern abrilhantando o elenco, Twin Peaks: O Retorno, como ficou conhecido no Brasil, contou com 18 episódios.

Novamente, quem estava esperando respostas e coesão entrou bem. Sim, é verdade que algumas linhas narrativas foram continuadas, saindo do marco zero – mas no geral obtivemos muito mais perguntas do que respostas. Foi aqui que Lynch pôde verdadeiramente pirar no tópico Twin Peaks e definitivamente de todas as versões do programa, esta é a que tem mais a sua cara. O diretor não filmava nada além de curtas fazia mais de dez anos, e comandou todos os episódios do Retorno na direção e roteiro (em parceria com Frost). Como resultado, apesar de deixar o público a ver navios, os fãs esmiuçando por teorias, O Retorno foi eleito a melhor produção audiovisual da década pela prestigiada publicação elitista Cahiers du Cinéma, veículo francês tido como a nata da crítica e bíblia dos cinéfilos. Fora isso, está entre os 200 melhores programas de TV de todos os tempos na opinião do grande público no IMDB, e foi indicado ao Globo de Ouro de Ator para MacLachlan.

Já a série original segue agradando mais, talvez por nostalgia, talvez por acessibilidade, e se encontra entre os 55 melhores programas de TV de todos os tempos para o grande público. Fora isso, ganhou o Globo de Ouro de melhor série, ator para MacLachlan, atriz para Piper Laurie (que viveu a vilanesca Catherine Martell) e deu uma indicação para Sherylin Fenn (a querida Audrey). Se algum dia no futuro veremos novamente Twin Peaks talvez não importe muito. Nem ao menos o resultado agridoce (e muitos dirão amargo) desta nova incursão – mesmo tendo nos apresentado ícones como Dougie e os mafiosos irmãos Mitchum. O que é de Twin Peaks e ninguém jamais irá tirar é seu legado: um marco divisor de águas para a televisão mundial.

‘Teacup’: Série de terror é CANCELADA após uma temporada

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O Peacock cancelou oficialmente ‘Teacup‘, série de terror produzida pelo James Wan (‘Invocação do Mal’), depois de apenas uma temporada.

Estrelada por Scott Speedman (‘Grey’s Anatomy’) e Yvonne Strahovski (‘Dexter’), a produção era baseada no livro Stinger, escrito por Robert McCammon.

A trama gira em torno de um grupo de pessoas em um rancho que deve se lutar para sobreviver a uma ameaça misteriosa.

O seriado alcançou 77% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Ian McCulloch (“Yellowstone”) atua como showrunner.

O elenco conta com Scott SpeedmanYvonne Strahovski, Chaske SpencerKathy BakerBoris McGiverCaleb DoldenEmilie Bierre e Luciano Leroux.

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Manic | Os 5 anos do álbum que redefiniu a carreira de Halsey

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Ashley Nicolette Frangipane é um poderoso nome na indústria fonográfica que não é conhecido dessa maneira, e sim por sua atribuição profissional Halsey. A artista estadunidens fez seu début com Badlands em 2015 e logo chamou a atenção por seus vocais diferenciados e por sua estética contraditoriamente minimalista e explosiva; pouco depois, colaborou com a dupla The Chainsmokers, ganhando fãs ao redor do mundo e pavimentando seu caminho até Hopeless Fountain Kingdom, amadurecendo sua arte musical. Três anos depois de se manter reclusa, ela retornou com um novo e experimental capítulo de sua carreira, Manic – cujas escolhas nada convencionais são, de fato, o que mais chamam a atenção.Logo de cara, percebe-se que Halsey alcançou um louvável amadurecimento lírico, fruto de seu envolvimento com causas como prevenção ao suicídio e ao assédio sexual, imprimindo suas características únicas em uma coesa produção supervisionada por nomes como Jon Bellion, John Cunningham e Lido. “Ashley”, faixa que abre o terceiro álbum de estúdio, é propositalmente evocativo e nostálgico, nutrindo de uma letra saudosista sobre alguém que já não existe mais, e que, ao mesmo tempo, permanece na fluência do tempo; tudo isso à medida que desenvolve um pano de fundo abafado, inclinado para as tendências contemporâneas do trap e do R&B (porém, não da forma explícita que artistas como Ariana Grande e Lil Nas X as utilizaram em suas últimas investidas).A performer abusa da essência do country-pop nas novas músicas, mostrando que não pensa duas vezes antes de honrar suas principais influências: a ambientação explorada na emergência de Alanis Morissette é retraída para um dark-country em “You Should Be Sad”, cujas declarações de superação são acompanhadas de uma frenética guitarra e uma ecoante superposição de vozes. Ora, até mesmo a recém-vencedora do Grammy, Kacey Musgraves, empresta parte de sua estética para as delineações oscilantes que a lead singer esquadrinha aqui.  Não é surpresa, pois, que Morissette apareça na familiar, ainda que não tão palatável “Alanis’ Interlude”, que já premedita as últimas tracks do CD.Halsey também brinca com as concepções minimalistas que abraçava com tanta força em suas obras predecessoras: de um lado, rende-se ao seu lado mais pueril e inocente com “Forever… (Is a Long Time)”, que chama a atenção por um primeiro ato onírico e pela transição inesperada para uma apresentação puramente sintética e adulta (terminando de forma abrupta antes de dar espaço para a próxima composição); do outro, volta-se para uma declamatória e flutuante análise com “Clementine” (uma das melhores e mais pessoais músicas que a cantora nos apresenta este ano).É interessante observar como o elemento-surpresa é a principal força-motriz do álbum. Em “I Hate Everybody”, o impactante e resumitivo título vai de encontra ao que poderíamos esperar, ao passo que dialoga com os estilos que já conhecemos da artista: é por isso que temos um pungente “pontilhismo” instrumental que respalda todo o almejo indie que, por mais que tenha deixado o principado de Halsey quando esta alcançou uma fama iminente, ainda é sutilmente cultivado para nos mostrar algo novo e que não esteja mais tanto em voga – como Kim Petras fez com o industrial pop ou Charli XCX fez com sua transgressora revitalização do PC music. Entretanto, não podemos deixar de apontar certas arquiteturas mercadológicas (que se postam com força quando ela é acompanhada de inúmeros compositores e produtores).Enquanto poderíamos pensar que a performer trabalharia melhor por conta própria, várias faixas voltadas para a esfera mainstream são tão competentes quanto suas marcas registradas. Uma dessas primeiras aparições insurge na forma de “Graveyard”, que isola-se nos melódicos acordes do violão e no retorno para uma mescla entre a cantoria falada, o soubrette e o soprano falhado que a colocou no topo das paradas. Seguindo passos similares, temos a demarcada e trivial “Without Me”, enquanto “3 AM” se distancia da singela tecedura e acaba não funcionando tão bem quanto poderia. Em outras como “Finally // Beautiful Stranger”, Halsey nos agracia com uma memorável e narcótica apresentação que retoma aspectos de seus primeiros anos de carreira e os repagina do começo ao fim.A cantora parece seguir sólida durante mais da metade de sua obra, mas começa a desandar conforme nos aproximamos do final. “Killing Boys” é uma monótona e esquecível investida; “Suga’s Interlude” a reúne com Suga, da boyband BTS, e se transforma em uma melancólica e inexplicável construção que varia do pop alternativo para o rap. Felizmente, “More” a coloca de volta nos trilhos através de sua atmosfera ressonante e romântica, caminhando para as duas últimas tracks, que voltam para o intimismo explorado no início do CD.Manic ganha pontos pelo amadurecimento de Halsey em relação à sua própria estética e, ainda que repleto de pequenos deslizes e algumas escolhas que não cabem dentro da organicidade do álbum, a maior parte das canções avança em direção a um belo onirismo sensorial e autossuficiente que nos cativa desde a primeira nota.

Saiba quem interpretará os pais da ‘Supergirl’ no novo live-action do DCU

De acordo com o Deadline, David Krumholtz (‘Oppenheimer’) e Emily Beecham (‘1899’) foram confirmados no elenco de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã‘, próximo filme live-action do DCU – após o lançamento de ‘Superman‘.

Os atores irão interpretar os pais da Kara Zor-El, a heroína titular.

Milly Alcock (‘A Casa do Dragão’) será a protagonista. O elenco ainda contará com Matthias Schoenaerts (Krem das Colinas Amarelas), Jason Momoa (Lobo) e Eve Ridley (Ruthye Mary Knolle).

Craig Gillespie, renomado cineasta por trás de ‘Cruella‘ e ‘Eu, Tonya‘, será responsável pela direção.

Escrito por Ana Nogueira, o longa chega aos cinemas em 2026.

Baseado na série de oito edições do escritor Tom King, ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ será uma aventura de ficção científica que mostrará a prima do Superman de uma maneira que os espectadores não estão acostumados a vê-la. Na trama, Kara Zor-El, acreditando estar sem propósito, é procurada por uma garota alienígena para uma missão de vingança contra os vilões que exterminaram seu planeta. Agora, uma kryptoniana, um cachorro e uma criança com o coração partido partem para o espaço em uma jornada que mudará suas vidas para sempre.

É DO BRASIL! Selton Mello se junta a Jack Black e Paul Rudd no elenco de ‘Anaconda’

Selton Mello foi confirmado no elenco do reboot de ‘Anaconda‘, Segundo o Hollywood Reporter.

O ator está em alta nos cinemas com ‘Ainda Estou Aqui‘ e ‘O Auto da Compadecida 2‘.

Além dele, também foram confirmados Thandiwe Newton (‘Westworld’), Steve Zahn (‘Silo’) e Ione Skye no elenco que já conta com Jack Black e Paul Rudd.

Tom Gormican, que dirigiu o meta-filme de Nicolas Cage, ‘O Peso do Talento‘, está coescrevendo com o colaborador Kevin Etten e dirigirá o longa.

O filme original foi estrelado por Jennifer Lopez, Owen Wilson, Ice Cube e Jon Voight, e acompanhou uma equipe de filmagem da National Geographic em busca da maior e mais mortal cobra do mundo, apenas para descobrir que o jogo se inverteu.

A nova história, de acordo com fontes, envolve um grupo de amigos enfrentando crises de meia-idade que estão refazendo seu filme favorito da juventude. Eles vão para a floresta tropical, apenas para se encontrarem em uma luta por suas vidas contra desastres naturais, cobras gigantes e criminosos violentos.

Black interpretará um antigo diretor, um homem preso em seu trabalho como cinegrafista de casamentos, enquanto Rudd interpretará um ator que fez uma participação em um programa policial, mas vê seus sonhos de Hollywood se distanciarem cada vez mais.

Newton e Zahn são outros amigos de infância que se juntam aos dois na aventura malfadada, enquanto Mello interpretará um domador de animais brasileiro. Skye interpretará a esposa de Black.

O filme está sendo filmado na Austrália, onde conta com o apoio do Governo de Queensland por meio da Estratégia de Atração de Produção da Screen Queensland.

A Sony Pictures revelou que o novo filme da franquia Anaconda será lançado no Natal de 2025.

Confira:

 

A franquia original rendeu quatro filmes (mas apenas os dois primeiros foram lançados nos cinemas) e um crossover com ‘Pânico no Lago‘. Ao todo, os dois primeiros filmes arrecadaram US$ 207.7 milhões mundialmente.

Vídeo | Os Filmes de TERROR que estreiam EM BREVE nos cinemas em 2025 – Parte 1

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Quem acessa o CinePOP sabe que o nosso carro-chefe são os filmes de terror. Nós amamos. E adoramos trazer todas as novidades do gênero em primeira mão.

Pensando nisso, o editor-chefe Renato Marafon – que começou o site por sua paixão pela franquia ‘Pânico‘ – traz uma matéria especial em vídeo com os filmes de terror que estreiam nos cinemas em 2025.

Essa é a Parte 1, com os filmes que estreiam de Janeiro a Julho. Na próxima semana, traremos a Parte 2.

Antes de continuar, não esquece de seguir o CinePOP no YouTube!

O próximo filme de terror a ser lançado é ‘Lobisomem‘, que estreia na quinta-feira, dia 16.

Na trama, Blake (Christopher Abbott) herda a remota casa de sua infância na zona rural do Oregon depois que seu próprio pai desaparece e é dado como morto. Desgastado com sua vida na cidade grande, Blake convence sua esposa Charlotte (Julia Garner) a dar um tempo do tumulto e visitar a propriedade com sua filha, Ginger (Matlida Firth).

Mas quando a família se aproxima da casa da fazenda na calada da noite, eles são atacados por um animal monstruoso e, em uma fuga desesperada, se barricam dentro da casa enquanto a criatura ronda o perímetro. Conforme a noite avança, no entanto, Blake começa a se comportar estranhamente, transformando-se em algo irreconhecível, e Charlotte será forçada a decidir se o terror dentro de sua casa é mais letal do que o perigo de fora.

‘De Volta para o Futuro’ e os Grandes Clássicos dos Anos 80 que Completam 40 Anos em 2025!

E os anos 80 seguem completando 40 anos de idade. Quando falamos em filmes, todos os que foram lançados de 1980 a 1984 já completaram aniversário de quatro décadas de sua estreia. É incrível pensar nisso. Ano passado, por exemplo, foi a vez de clássicos atemporais como ‘Um Tira da Pesada’, ‘Karatê Kid’, ‘O Exterminador do Futuro’, ‘Gremlins’, ‘Indiana Jones 2’, ‘A História Sem Fim’, ‘A Hora do Pesadelo’, ‘Sexta-Feira 13 – Parte 4’ e ‘Os Caça-Fantasmas’, entre outros, chegarem à meia idade. E o que significa isso? Bem, que o público jovem de hoje está cada vez mais distante destes clássicos.

Em geral o que significa o envelhecimento de um filme é o distanciamento do agora, ou seja, das novas gerações. Afinal, dependendo de sua idade, os filmes da década de 2000 podem ser considerados “antigos”, já que possuem vinte anos nas costas. Bem, e como não podia deixar de ser, em 2025 mais uma leva de novos filmes se tornam quarentões. Abaixo recordaremos esses verdadeiros ícones da sétima arte, que nos farão sentir um pouco mais velhos. Confira.

De Volta para o Futuro

Clássico irretocável dos anos 80, ‘De Volta para o Futuro’ segue para muitos como o melhor filme da história do cinema. Bem, certamente pode ser verdade quando falamos de cinema entretenimento. Mas não apenas isso, ‘De Volta para o Futuro’ é o filme que define os anos 80 para a grande maioria dos fãs de cinema. A obra é pura essência da época. Afinal, existe aventura maior do que poder voltar três décadas no passado e encontrar seus pais ainda na adolescência, na mesma idade que você? Tudo é perfeito aqui, é aquela história de capturar um raio na garrafa. Sabemos que não rola sempre, aliás, é bem difícil acontecer.

Os Goonies

Em 2025, diversos clássicos atemporais do cinema estão completando 40 anos de sua estreia nas telonas. E se para muitos, ‘De Volta para o Futuro’ é o maior resumo dos anos 80 no cinema, para outra metade do público, ‘Os Goonies’ é o filme que mais se encaixa nessa definição. E o que eles têm em comum: ambos foram produzidos por Steven Spielberg, o midas da época. ‘Os Goonies’ é uma espécie de ‘Indiana Jones’ para um público mais novo, ao menos foi como definiram os críticos da época. Uma aventura ainda mais juvenil do que ‘De Volta para o Futuro’, em que um grupo de crianças parte atrás de um tesouro, com a ajuda de um mapa, para salvar as casas de seus pais. Piratas, cavernas, mafiosos, um monstro (bonzinho) e Cyndi Lauper na trilha sonora, só mostram que não se faz mais filmes como antigamente.

Clube dos Cinco

Para uns é ‘De Volta para o Futuro’, para outros ‘Os Goonies’, e ainda temos aqueles que resumem o cinema de 40 anos atrás com ‘Clube dos Cinco’. Tudo depende de seu gosto e de qual era a sua bolha na época. O que posso dizer é que ‘De Volta para o Futuro’ e ‘Os Goonies’ são aventuras que divertem mais, então se você era criança na época, certamente estes seriam suas preferências. ‘Clube dos Cinco’, de John Hughes, é uma comédia dramática, sobre cinco adolescentes muito diferentes, precisando conviver no castigo de sábado na detenção, que terminam criando um elo que levarão para a vida. É uma realidade mais dura e crua, e justamente por isso se tornou um cult adorado.

Rocky IV

Voltando 40 anos no passado, podemos dizer que aquele foi o ano de ‘Os Goonies’ e ‘De Volta para o Futuro’. Mas foi também o ano de Sylvester Stallone. O ator atingia o auge de sua carreira na época, com dois dos maiores filmes de seu currículo. O primeiro é ‘Rocky IV’, que foi lançado na época de Natal e continuava a saga do maior lutador de boxe no cinema. E pensar que depois de três filmes, Rocky já teria visto de tudo, mas ledo engano, pois para o quarto exemplar foi preparado o seu maior adversário: o russo Ivan Drago (Dolph Lundgren). ‘Rocky IV’ se tornou não apenas a maior bilheteria da franquia, como também o filme mais querido. E como não poderia deixar de ser, é puro suco dos anos 80!

Rambo 2 – A Missão

Como dito, há 40 anos, o astro Sylvester Stallone via o maior ano de sua carreira nas telonas. Aqui, continuamos com ‘Rambo 2’. Ambos os filmes eram continuações de longas que Sly havia lançado em 1982, porém, tanto ‘Rambo 2’, quanto ‘Rocky IV’, conseguiram superar em todos os aspectos seus filmes anteriores. Para termos uma ideia, foi ‘Rambo 2’ que criou a chamada “Rambomania” nos anos 80. Pense no sucesso dos filmes de super-heróis da Marvel na atualidade para ter uma ideia do que foi a febre ‘Rambo 2’ há 40 anos. Desenho animado, todo tipo de mercadoria, desde bonecos, lancheiras, fantasias, lençóis, além, é claro, do concurso Rambo brasileiro no SBT, o guerrilheiro de Stallone simplesmente dominou na época. O hype era real e parecia não ter fim.

Comando para Matar

Nessa época também, há 40 anos, Hollywood já via surgir uma enorme rivalidade entre dois astros de ação. Esqueça Vin Diesel e The Rock, antes da treta dos atores de ‘Velozes e Furiosos’, o mundo já havia presenciado a disputa entre Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger. Os astros, que são amigos hoje e vivem aparecendo um no vídeo do outro, contam essa disputa hoje dando muita risada. Ambos são muito competitivos, e seus filmes precisavam superar o do outro em todos os quesitos: desde quem tem a arma maior, até quem mata mais em seus filmes. E Stallone diz que depois que fez ‘Rambo’, Arnold se meteu a fazer ‘Commando’ (título original), que tem a sonoridade bem parecida. Esse foi outro que marcou época. Quem estava vivo, sempre irá respeitar.

Mad Max – Além da Cúpula do Trovão

Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger podem ter sido os maiores heróis de ação dos anos 80, mas o cinema da época também tinha outros representantes que garantiam a adrenalina nas telonas. Um deles vinha de “Down Under”, diretamente da Austrália. Falamos de Mel Gibson e seu Mad Max. Muitos podem não saber, mas ‘Mad Max’ é uma franquia australiana. Bem, ao menos os seus dois primeiros filmes, que começaram a saga pós-apocalíptica do guerreiro das estradas. Em especial o segundo filme fez tanto sucesso, que a Warner resolveu comprar os direitos, e o terceiro já seria lançado em clima de superprodução. Esse foi o encerramento da trilogia original, e contou com a participação de Tina Turner no papel da vilã, além da trilha sonora, é claro, com a inesquecível “We Don’t Need Another Hero”.

Mulher Nota Mil

Por falar em John Hughes, o diretor também marcou a década de 80 com seu retrato certeiro do mundo dos adolescentes da época. Fosse com ‘Gatinhas e Gatões’ ou ‘Curtindo a Vida Adoidado’, o cineasta ficou eternizado na cultura pop com alguns dos filmes jovens com mais coração e significado da história da sétima arte. Há 40 anos, além de ‘Clube dos Cinco’, Hughes entregava também sua comédia mais escrachada, mas dona de grande crítica e pensamento também. ‘Mulher Nota Mil’ possui elementos sobrenaturais, mas se comporta como uma brincadeira com o clássico ‘Frankenstein’. Dois adolescentes tímidos criam a mulher perfeita em seu computador, e ela chega nas formas de Kelly LeBrock (uma das atrizes mais belas de Hollywood de todos os tempos). Ela, no entanto, os dará o melhor presente de todos, os fará crescer.

A Cor Púrpura

Mais um filme de Steven Spielberg na lista, esse o primeiro dirigido por ele. Baseado no livro quintessencial de Alice Walker, o próprio Spielberg se questionava sobre o fato de ser a pessoa certa para comandar essa história tão intimamente ligada à cultura negra norte-americana. Se fosse nos dias de hoje talvez não caberia, mas na época, o diretor teve a benção da autora e a insistência do colega, o saudoso Quincy Jones, o produtor do longa. Para Jones, o que importava mais era que o filme recebesse um tratamento luxuoso, digno da história magnânima. E na época, Spielberg era o maior diretor do mundo. Nada mais justo. Uma história forte e potente, sobre o poder da perseverança, de duas irmãs separadas na infância, que passam uma vida inteira para poder se reencontrar.

A Lenda

Finalizando a matéria dos filmes mais emblemáticos do cinema que estão completando 40 anos em 2025, temos dois itens cult. O primeiro deles conta com ninguém menos do que Tom Cruise, em um de seus primeiros papeis de destaque nas telonas, demonstrando todo o carisma de um então jovenzinho ator. Nessa aventura de fantasia, gênero muito em voga na época e que só viria a retornar nos anos 2000 com ‘Harry Potter’ e ‘O Senhor dos Anéis’. Dirigido por Ridley Scott, esse foi o filme que Cruise estrelou um ano antes de ‘Top Gun’, que o transformaria em um astro internacional. Aqui, ele precisa impedir que as forças do mal matem o último unicórnio de seu mundo, ao mesmo tempo em que luta para proteger sua amada, uma princesa vivida por Mia Sara. O que chama atenção mesmo no filme é a atuação e a maquiagem em Tim Curry para a criação do vilão, o Senhor das Trevas, um grande demônio vermelho e assustador.

Cocoon

Embora muitos acreditem, esse filme não tem o dedo de Steven Spielberg. É verdade que o longa repleto de aventura, efeitos especiais e muito afeto, tem a cara do diretor, mas era preciso existir um filme destes sem a produção do cineasta. A trama é puro coração, e mostra um grupo de idosos em uma casa de repouso descobrindo a fonte da juventude. Bem, essa fonte é na verdade uma piscina ao lado de sua residência, onde casulos extraterrestres encontram-se. A água dos casulos dá energia aos idosos, que a utilizam dançando, namorando e se divertindo. Mas e quanto a estes alienígenas? São uma raça bondosa, que só querem preservar a sua espécie, por mais que sua forma real possa assustar à princípio (são seres de luz). E eles se disfarçam de humanos, já estando entre nós.

‘Gladiador 2’ ULTRAPASSA a bilheteria do primeiro filme

A sequência ‘Gladiador 2‘ conseguiu ultrapassar o primeiro filme nas bilheterias após 8 semanas em cartaz.

O épico histórico romano de Ridley Scott estrelado por Paul Mescal como o filho do personagem-título original de Russell Crowe concluiu sua oitava semana nos cinemas na quinta-feira, 16 de janeiro.

Em dois meses, o filme arrecadou US$ 454 milhões mundialmente e passou ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem‘ (que arrecadou US$ 451,1 milhões em todo o mundo) para se tornar o 11º filme de maior bilheteria de 2024.

O primeiro filme arrecadou US$ 451,7 milhões mundialmente em 2000.

Gladiador II‘ chegou nas plataformas digitais no dia 2 de janeiro de 2025 pela Paramount Home Entertainment, com uma grande quantidade de conteúdo bônus dos bastidores.

Quem optar pela compra poderá fazer por meio do Amazon Prime Video, Apple TV, Google Play e Microsoft Store. Já quem decidir alugar o filme tem como opções a Claro TV+, Vivo Play e Oi.

Os fãs que adquirirem o filme terão acesso a mais de 100 minutos de cenas de bastidores e entrevistas.

Com 71% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Gladiador 2‘ recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a avaliação ficou abaixo do longa original, que havia recebido uma nota A dos espectadores.

Apesar disso, o filme mantém uma média de 85% de aprovação do público no RT.

Considerando a reação positiva, Ridley Scott já comenta sobre a possibilidade de mais uma sequência. Questionado pela Variety sobre a chance de um terceiro filme, o cineasta indicou que ‘Gladiador III‘ realmente acontecerá: “Acho que tenho que fazer isso”, afirmou o diretor.

Vale lembrar que o longa segue em exibição nos cinemas nacionais!

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David Lynch | 5 produções para conhecer a carreira do ICÔNICO cineasta

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No dia de hoje (16), nos despedimos de um dos maiores cineastas da história da sétima arte – o disruptivo David Lynch.

O saudoso diretor deixou um legado bastante sólido antes de partir, dando origem a produções memoráveis e que influenciaram e influenciam gerações de realizadores do cinema. Apostando fichas na maximização dos aspectos surrealistas do audiovisual, Lynch foi considerado o cineasta mais importante da era contemporânea da sétima arte e é citado por outras lendas como inspiração.

Ao longo de sua carreira, que teve início em 1977 com ‘Eraserhead’, Lynch conquistou aclame e inúmeros prêmios, incluindo um Oscar honorário em 2019 pelo conjunto de sua obra. E, por mais que você não conheça a fundo o trabalho do diretor, é quase impossível encontrar alguém que nunca tenha ouvido falar de obras como Cidade dos SonhosTwin Peaks – ou até mesmo de Duna, ainda mais depois da adaptação encabeçada por Denis Villeneuve.

Para além de seu tempo no audiovisual, Lynch envolveu-se com a literatura, a arte e a música, sagrando-se um artista multifacetado que deixou sua marca em praticamente todos os âmbitos da criação.

Para celebrar seu legado, preparamos uma breve lista separando cinco obras para conhecer a carreira do cineasta.

Veja abaixo:

ERASERHEAD (1977)

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David Lynch tem um estilo de direção e de narrativa único que conquistou uma legião de fãs – e, em 1977, fez sua estreia oficial na sétima arte com o lançamento do icônico ‘Eraserhead’, um suspense body-horror surrealista que se tornou um dos símbolos do movimento conhecido como “filme da meia-noite”. Na trama, Henry Spencer vive em uma cidade industrial, em meio à fumaça, ao barulho e a prédios abandonados. Nesse cenário desolador, ele tem estranhas visões enquanto tenta sobreviver à raiva da namorada, Mary X, e aos gritos incessantes de seu filho recém-nascido, uma criança mutante.

O HOMEM ELEFANTE (1980)

o homem elefante

Inspirado na vida de Joseph MerrickO Homem Elefante é uma das produções mais aclamadas da filmografia de Lynch – e com razão. O drama biográfico conta a história de um homem extremamente deformado que morava em Londres, no século XIX. Contando com nomes como John HurtAnthony HopkinsAnne Bancroft no elenco, o longa é considerado um dos mais acessíveis do cineasta e deixa de lado o surrealismo em excesso para envolver o público em uma inesperada jornada inspirada em eventos reais. O aclame generalizado da crítica garantiu nada menos que oito indicações ao Oscar para a obra, incluindo Melhor FilmeMelhor Direção.

VELUDO AZUL (1986)

veludo azul

Dois anos depois do controversa adaptação de Duna, Lynch resolveu retornar para o universo a que estava extremamente acostumado a explorar com o thriller neo-noir Veludo Azul. Lançado em 1986 e trazendo nomes como Kyle MacLachlanIsabella RosselliniLaura Dern no elenco protagonista, o projeto foi inspirado na clássica canção de mesmo nome (“Blue Velvet”, no original), e garantiu ao cineasta a segunda indicação ao Oscar de Melhor Direção. Na trama, um rapaz volta à cidade natal após longo tempo e descobre uma orelha humana decepada em um jardim. Insatisfeito com a investigação policial, ele e a filha do detetive encarregado começam a averiguar por conta própria, e descobrem coisas estranhas.

TWIN PEAKS (1990 – 1992, 2017)

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Twin Peaks talvez seja a produção de maior aclame e fama da carreira de Lynch. O drama de mistério estreou em 1990 e durou apenas duas temporadas – mas seu sucesso garantiu um longa-metragem em 1992 e um revival em 2017, mostrando o impacto causado pela obra. Amalgamando gêneros bastante diferentes em um mesmo lugar, incluindo incursões surrealistas, narrativas neo-noir e um humor bastante característico e infame, a trama é centrada no Agente Dale Cooper (Kye MacLachlan), que viaja para a cidade litorânea de Twin Peaks para investigar o assassinato da jovem Laura Palmer (Sheryl Lee).

CIDADE DOS SONHOS (2001)

Lynch é conhecido por gostar de chocar seu público. E é isso o que ele faz com grande sucesso no filme ‘Cidade dos Sonhos, protagonizado por Naomi Watts e Laura Harring. Misturando o mundo real com as inconstâncias do paralelismo onírico, a história de mistério é perscrutada por uma gradativa tensão sexual, pautada no desejo e no primitivismo humano, entre as personagens principais, que eventualmente consumam sua atração uma pela outra em uma cena incrível. Ao contrário de outros filmes do gênero, a crueza é a opção narrativa principal, com passagens explícitas e que não se preocupam com a catarse absorvida pelo espectador.

BÔNUS: DUNA (1984)

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Antes de Denis Villeneuve, o épico romance sci-fi Duna já havia ganhado uma adaptação para os cinemas pelas mãos de Lynch. Transformando os escritos de Frank Herbert em uma space opera que não fez o sucesso prometido (arrecadando apenas US$30,9 milhões ao redor do mundo e tendo uma recepção bastante desfavorável pelos especialistas), o filme ganhou uma legião de fãs com o passar dos anos e sagrou-se um clássico cult – por mais que continue dividindo as opiniões entre até mesmo os fãs mais inveterados do diretor.

Diretor revela que a cena dos portais em ‘Vingadores: Ultimato’ seria BEM diferente; Saiba como!

A icônica cena dos portais de ‘Vingadores: Ultimato’ levou os fãs ao delírio nos cinemas, mas ela quase foi muito diferente.

Joe Russo revelou à Empire qual era o plano original para o momento climático – e como eles lutaram “por meses” para mudá-lo na pós-produção.

“Provavelmente houve algum debate sobre o momento mais famoso, eu acho, de todos os filmes da Marvel, que são os portais se abrindo no final de Vingadores: Ultimato”, disse Russo.

Em vez do Falcão de Anthony Mackie aparecer à esquerda de Steve Rogers (uma referência à cena de corrida deles juntos em Capitão América: O Soldado Invernal), seguido pela constante abertura de portais para revelar mais heróis revividos da Marvel, o primeiro corte mostrou “a câmera girando em torno de Steve Rogers e todos estavam reunidos atrás dele”.

“Eu me lembro de lutar contra isso por meses na sala de edição”, Russo lembrou. “Eu não vou dizer quem estava de que lado, mas isso foi uma luta. Eu me lembro de [Anthony] e eu dizendo, ‘Foda-se, vamos filmar durante as refilmagens.”

A cena dos portais foi retrabalhada na pós-produção (junto com a famosa frase de efeito de Robert Downey Jr. em “Eu Sou o Homem de Ferro” ) e o resto é história — mesmo que o roteirista de Ultimato, Stephen McFeely, tenha admitido livremente: “Achei que o primeiro corte funcionou muito bem”.

McFeely acrescentou: “Uma das lições que aprendi ao longo do trabalho com esses caras e com a Marvel é que a lógica emocional supera a lógica. Não é uma desculpa. É o que o filme quer. É o que seu público quer.”

Assista a cena:

O supervisor de efeitos visuais, Dan Deleeuw, compartilhou detalhes sobre a versão alternativa da icônica cena dos portais em ‘Vingadores: Ultimato‘.

Em uma entrevista ao Comic Book, Deleeuw revelou que inicialmente consideraram uma longa panorâmica com todos os atores, mas a ideia acabou sendo descartada.

“Foi interessante porque tivemos várias ideias diferentes. Havia uma versão que era como uma longa panorâmica com todos os atores”, disse Deleeuw.

“Era um dia em que todos os atores estavam lá. Foi muito caro, mas simplesmente não funcionou tão bem quanto pensávamos. Precisávamos diminuir um pouco o ritmo, dando ao público a chance de ver seus heróis enquanto eles voltavam. O Homem-Aranha tinha que ser o último, porque é o Homem-Aranha. A cena foi elaborada para ser emocionante. Foi ótimo ver a reação do público no fim de semana de estreia”, concluiu. 

Julia Garner fez com que sua personagem passasse pelos SETE estágios do luto em ‘Lobisomem’ [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a atriz Julia Garner falou sobre o terror ‘Lobisomem‘ e revelou quais foram suas inspirações para compor sua personagem.

“No começo do projeto eu disse para o Leigh que eu estava lendo muito sobre luto. A história acontece em uma noite, então os sete estágios do luto eram muito importantes para mim, deveria haver momentos em que ela está em negação, então deveria haver momentos em que ela fica brava, até com Blake, mas então ela fica chateada, então ela fica esperançosa, então quase delirante, então ela está desesperada, então ela fica triste como se houvesse estágios diferentes. Isso foi minha principal inspiração. Eu também entrevistei mães trabalhadoras e fazia muitas perguntas a elas sobre coisas que elas têm medo”, ela afirmou.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

LOBISOMEM apresenta a história de Blake, marido e pai residente de San Francisco, que herda sua casa de infância na remota zona rural do Oregon, após seu pai desaparecer e ser dado como morto. Ciente do atual desgaste de seu casamento com a enérgica Charlotte, Blake convence a esposa a dar um tempo da cidade, fazer uma viagem relaxante e aproveitar para visitar a propriedade com a pequena filha do casal, Ginger. Mas quando a família se aproxima da casa da fazenda ao cair da noite, eles são atacados por um animal invisível e, em uma fuga desesperada, acabam se trancando dentro da casa, numa espécie de barricada de proteção, já que a criatura continua lá fora, rondando a área.

Além de Christopher Abbott, o elenco conta com a presença de Julia Garner (‘Ozark’). A trama, que parece seguir a linha de mãe e filha contra pai, promete uma história de terror familiar com elementos sobrenaturais.

O novo filme de terror ‘Lobisomem’ é dirigido por Leigh Whannel (‘Jogos Mortais’).

Reboot de ‘Lobisomem’ deve arrecadar US$ 20 milhões em estreia nos EUA

De acordo com o Deadline, o reboot de ‘Lobisomem‘, comandado por Leigh Whannell (‘O Homem Invisível’), deve arrecadar US$ 20 milhões durante o final de semana estendido nos EUA.

O longa arrecadou US$ 1.4 milhões durante sua pré-estreia, ficando abaixo de ‘O Homem Invisível‘ (US$1.65M), que abriu com sólidos US$ 28.2 milhões no país.

O site ainda destaca que este deve ser pior final de semana estendido no feriado de Martin Luther King desde o início da pandemia. Desde então, nenhum filme no topo das bilheterias domésticas havia arrecadado menos do que US$ 33 milhões.

Vale lembrar que as reações ao reboot têm sido mistas. Além de ter alcançado 55% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa também dividiu o público, com 67% de aprovação.

Lobisomem‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Assista a entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

LOBISOMEM apresenta a história de Blake, marido e pai residente de San Francisco, que herda sua casa de infância na remota zona rural do Oregon, após seu pai desaparecer e ser dado como morto. Ciente do atual desgaste de seu casamento com a enérgica Charlotte, Blake convence a esposa a dar um tempo da cidade, fazer uma viagem relaxante e aproveitar para visitar a propriedade com a pequena filha do casal, Ginger. Mas quando a família se aproxima da casa da fazenda ao cair da noite, eles são atacados por um animal invisível e, em uma fuga desesperada, acabam se trancando dentro da casa, numa espécie de barricada de proteção, já que a criatura continua lá fora, rondando a área.

Além de Christopher Abbott, o elenco conta com a presença de Julia Garner (‘Ozark’). A trama, que parece seguir a linha de mãe e filha contra pai, promete uma história de terror familiar com elementos sobrenaturais.

O novo filme de terror ‘Lobisomem’ é dirigido por Leigh Whannel (‘Jogos Mortais’).

Romance com vampira tem consequências SANGRENTAS no trailer do terror ‘Drained’; Confira!

O terror de vampiros ‘Drained‘ ganhou o primeiro trailer.

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Peter StylianouSean Cronin são responsáveis pela direção.

Nas ruas encharcadas de neon de Londres, Thomas, um artista conceitual pós-graduado e desempregado, se apaixona por Rhea, uma mulher misteriosa que se revela uma vampira. À medida que seu romance distorcido se desenrola, a saúde de Thomas se deteriora e ele perde totalmente o controle.

O elenco conta com Ruaridh AldingtonMadalina Bellariu IonCraig ConwayAngela DixonAndrew Lyle-Pinnock, Natasha Patel, Andrew Lee PottsDiana Yekinni, Ayvianna Snow, Kenton Lloyd Morgan e Timothy Blore.

Sem data de estreia, o terror está programado para 2025.

‘Silo’: Atriz de ‘Punho de Ferro’ se junta ao elenco da 3ª temporada

De acordo com o Deadline, Jessica Henwick (‘Punho de Ferro’) foi confirmada no elenco da 3ª temporada da série de ficção científica ‘Silo‘.

A atriz interpretará Helen, uma repórter astuta.

Ashley Zukerman, da trilogia ‘Rua do Medo‘, também foi anunciado no próximo ciclo. Ele dará vida ao Daniel, um jovem e ambicioso congressista.

Baseada na trilogia homônima de Hugh Howey, a trama se passa em um futuro pós-apocalíptico, tóxico e arruinado. Em um silo subterrâneo, os últimos dez mil sobreviventes da Terra tentam se manter protegidos contra o caos mortal do mundo lá fora. Porém, ninguém sabe quem ou porquê o abrigo foi criado, e toda vez que alguém tenta desvendar sua origem, acaba sofrendo consequências fatais. Quando alguns habitantes morrem de forma misteriosa, a engenheira Juliette (Rebecca Ferguson) inicia sua própria jornada para conseguir respostas, mas acaba encontrando ameaças maiores do que imaginava.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção é uma adaptação da série de livros ‘Wool’, escritos por Hugh Howey.

Também estrelam Common (‘Esquadrão Suicida’), Harriet Walter (‘Ted Lasso’), Chinaza Uche (‘Dickinson’), Avi Nash (‘The Walking Dead’), David Oyelowo (‘Selma: Uma Luta Pela Igualdade’) e Rashida Jones (‘On the Rocks’).

Graham Yost (‘Justified’) é responsável pela adaptação.

Série derivada de ‘The Equalizer’ contrata seus protagonistas

De acordo com o Deadline, Titus Welliver (‘Bosch’) e Juani Feliz (‘Harlem’) serão os protagonistas do spin-off de ‘The Equalizer‘, que está sendo desenvolvido pela CBS.

Welliver interpretará Hudson Reed, um ex-agente de alto escalão da CIA com um segredo obscuro que está conectado a Robin McCall (Queen Latifah) por um antigo mentor.

Feliz dará vida a Samantha Reed, que foi treinada por seu pai para ser uma especialista em armas e uma lutadora habilidosa, enquanto esconde um passado misterioso.

Ambos personagens serão introduzidos na série original, no décimo sexto episódio da quinta temporada.

O episódio em questão será assinado por Joseph C. Wilson, que atuará como produtor executivo do derivado em potencial.

Criada por Andrew W. MarloweTerri Edda Miller, a produção é baseada no seriado original ‘O Justiceiro‘, exibido entre 1985 e 1989. Posteriormente, Denzel Washington estrelou dois filmes baseados na série, os quais arrecadaram mais de US$ 400 milhões nas bilheterias.

A trama segue Robyn McCall, uma mulher enigmática e mãe solo de sua filha adolescente Delilah. Robyn é uma mulher com histórico misterioso que usa suas extensas habilidades para ajudar aqueles que não tem a quem recorrer, agindo como “anjo da guarda” e defensora daqueles que não podem defender-se. Além de ajudar muitas pessoas, Robyn atua como vigilante da justiça, mas sempre em busca de suas próprias vinganças.

Queen Latifah estrela a produção. O elenco ainda conta com Adam GoldbergLorraine ToussaintLiza Lapira.

Filmagens de ‘Dexter: Ressurreição’ já começaram; Confira o vídeo dos bastidores!

Através do seu Instagram, Michael C. Hall (‘A Sete Palmos’) confirmou que as filmagens de já foram iniciadas.

A produção dará continuidade aos eventos de ‘Dexter: New Blood‘.

“Ei, como vocês estão? Sou o Michael C. Hall. Estou no set do primeiro dia de filmagem de ‘Dexter: Ressurreição’. Estou ansioso para embarcar neste nova aventura e, quando as gravações terminarem, vocês poderão embarcar nesta jornada conosco,” declarou o ator.

Confira o vídeo dos bastidores e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que a atração contará com o retorno de três rostos conhecidos no universo da franquia.

David Zayas (‘O Urso’), Jack Alcott (‘The Good Lord Bird’) e James Remar (‘IT: Bem-vindos à Derry’) irão retornar na série que dará continuidade aos eventos de ‘Dexter: New Blood‘.

Em caráter regular, eles irão reprisar seus papéis como Detetive Angel Batista, Harrison Morgan (filho do Dexter) e Harry Morgan (pai do Dexter), respectivamente.

Michael C. Hall retornará como o psicopata titular, e a série se passará nos dias atuais.

Vale lembrar que uma pré-sequência, intitulada ‘Dexter: Pecado Original‘, está atualmente em exibição – revelando a adolescência do Dexter.

‘Ruptura’: 2ª temporada chega ao streaming; Saiba onde assistir!

ruptura

A segunda temporada de Ruptura, aclamada série de suspense estrelada por Adam Scott, finalmente chegou ao catálogo da Apple TV+.

O primeiro episódio do novo ciclo foi lançado hoje, 17 de janeiro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

O novo ciclo conquistou uma impressionante aprovação de 100% dos críticos no Rotten Tomatoes, com base em 34 análises.

Para efeito de comparação, a primeira temporada obteve 97% de aprovação da crítica, com 116 avaliações, e 88% de aprovação do público.

Homem saindo de elevador em cena de 'Severance'.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“A temporada se apresenta mais sombria, com menos momentos de humor e não necessariamente mais satisfatória — mas, se há algo a destacar, é que ela se aproxima ainda mais de forma assustadora da realidade”, disse Angie Han do The Hollywood Reporter.

“Independentemente do destino que Ruptura busca, a jornada dramatiza as regras arbitrárias e a natureza compartimentalizada do trabalho moderno melhor do que qualquer outra produção no ar”, disse Alison Herman da Variety.

Ruptura ainda tem a fórmula. Há alguns tropeços na narrativa aqui e ali (como houve, para ser justo, na primeira temporada), mas, na maior parte do tempo, a nova temporada é tão empolgante, surpreendente, sombriamente engraçada e distinta quanto antes”, disse Alan Sepinwall da Rolling Stone.

“Na segunda temporada, Ruptura obriga tanto seus personagens quanto seus espectadores a confrontarem nossa feia tendência de avaliar o valor do outro com base principalmente em como as necessidades e desejos dessa pessoa se alinham com os nossos próprios”, disse Kristen Baldwin do Entertainment Weekly.

“Embora não atinja completamente a genialidade da primeira temporada, a série segue por direções empolgantes que irão encantar os fãs e deixá-los ansiosos por mais”, disse Sean Boelman do FandomWire.

“É como se Erickson, Stiller e sua equipe vissem a oportunidade à sua frente e estivessem determinados a tirar o melhor proveito dessa jornada; a colocar o trabalho necessário; a valorizar cada passo da mesma forma que esperam que o público faça”, disse Ben Travers do IndieWire.

Criada por Dan Erickson, a série é dirigida por Ben Stiller (‘Trovão Tropical’), que também serve como produtor executivo do projeto.

“Mark Scout (Adam Scott) lidera uma equipe nas Indústrias Lumon, cujos funcionários foram submetidos a um procedimento de separação, que divide cirurgicamente suas memórias entre o trabalho e a vida pessoal. Essa experiência ousada de ‘equilíbrio entre trabalho e vida pessoal’ é questionada quando Mark se encontra no centro de um mistério que o forçará a confrontar a verdadeira natureza de seu trabalho… e de si mesmo.”

O elenco também conta com Patricia Arquette, Christopher Walken e John Turturro.