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‘Sua Culpa’: Sequência do romance ‘Minha Culpa’ ganha mais um cartaz OFICIAL; Confira!

Sua Culpa, sequência deMinha Culpa, ganhou mais um cartaz oficial dando destaque aos astros Gabriel Guevara e Nicole Wallace.

O filme será lançado exclusivamente no Prime Video em 27 de dezembro.

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O amor entre Noah e Nick parece inquebrável, apesar das manobras de seus pais para separá-los. Mas o emprego dele e a entrada dela na faculdade abrem suas vidas para novos relacionamentos. O aparecimento de uma ex-namorada em busca de vingança e da mãe de Nick com intenções pouco claras abalará os alicerces não apenas do relacionamento deles, mas da própria família Leister. Quando tantas pessoas querem destruir uma história de amor, será que ela realmente pode terminar bem?

Além de Gabriel Guevara e Nicole Wallace, o elenco conta com Marta Hazas, Iván Sánchez, Victor Varona e Eva Ruiz reprisando seus papéis. Novos nomes, como Goya Toledo, Gabriela Andrada, Álex Béjar, Javier Morgade, Felipe Londoño e Fran Morcillo, também integram o elenco.

Baseado na trilogia da autora argentina Mercedes Ron, o novo filme é dirigido por Domingo González, responsável também pelo primeiro filme da franquia.

Pôster do filme 'Sua Culpa' na Amazon Prime.

A história vira LENDA na prévia inédita de ‘O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim’; Confira!

lord of the rings the war of rohirrim

A Warner Bros. divulgou uma prévia inédita de O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim’.

Confira:

O filme contará a história do lendário rei de Rohan, Helm Hammerhand, e sua filha, a Princesa Hera, com a trama se passando 183 anos antes dos eventos da trilogia de Peter Jackson.

No longa, Helm e seu povo defendem a fortaleza de Hornburg contra os ataques do lorde Dunlending, Wulf.

Brian Cox dará voz a Helm, enquanto Gaia Wise interpretará Hera.

A produção é realizada pela ‘Sola Entertainment’ e o filme tem a consultoria de Philippa Boyens, parte da equipe de roteiristas da trilogia original.

O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim’ será lançado no dia 12 de dezembro nos cinemas nacionais.

‘Esqueceram de Mim 3’: Fã cria trailer fictício com Macaulay Culkin e retorno de vilões

Esqueceram de Mim, o clássico natalino estrelado por Macaulay Culkin, conquistou uma legião de fãs ao longo dos anos. Em homenagem a esse ícone do cinema, um fã criou um trailer imaginando um possível terceiro filme com o ator retornando ao papel de Kevin McCallister.

Lembrando que após os dois primeiros longas, Macaulay Culkin decidiu se afastar da franquia, o que resultou emEsqueceram de Mim 3’, que apresentou uma história diferente, com Alex D. Linz assumindo o papel principal.

O vídeo segue a trajetória de Kevin McCallister (Macaulay Culkin) e imagina o que aconteceria se os infames bandidos molhados (Joe Pesci e Daniel Stern), presos em Esqueceram de Mim 2’, saíssem da prisão e voltassem a perseguir o protagonista.

Combinando montagens criativas, trechos de outros filmes com o elenco original e o uso de ferramentas de IA, o trailer traz uma abordagem inovadora para a história, agora situada nos dias de hoje.

‘Fallout’: Walter Goggins está de VOLTA na nova imagem de bastidores da 2ª temporada

Através das redes sociais, Walter Goggins compartilhou uma nova imagem de bastidores da 2ª temporada da aclamada série Fallout, do Prime Video.

Na postagem, Goggins se prepara para encarnar mais uma vez o icônico personagem conhecido como Cooper Howard/Necrótico.

“De volta à sela… #Dois. Caramba, é muito bom voltar a usar essa pele. Faço essa m**** pelo amor ao jogo”, ele escreveu.

Lembrando que Macaulay Culkin (‘Esqueceram de Mim’) fará parte dos novos episódios, interpretando um personagem descrito como “genial e insano”.

Anteriormente, Vernon Sanders, chefe de televisão da Amazon MGM Studios, havia revelado que os roteiros da segunda iteração já estão prontos: “em Fallout, a equipe sempre teve uma visão nítida e clara, então posso compartilhar que já temos roteiros em mãos para a segunda temporada. Estabelecemos um padrão de alta qualidade, então vamos garantir que A 2ª temporada não apenas faz jus à 1ª temporada, mas oferece ainda mais. Temos um plano com o qual estamos avançando muito rapidamente. Não posso dizer uma data exata, mas acho que todos ficarão felizes com a rapidez que poderemos voltar com a segunda temporada.”

A expectativa é que o próximo ciclo seja lançado em 2025.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco conta com Ella Purnell (‘Yellowjackets’), Walton Goggins (‘Os Oito Odiados’), Xelia Mendes-JonesAaron MotenKyla MacLachlan (‘Twin Peaks’).

Jonathan Nolan, co-criador de ‘Westworld‘, será responsável pela série. Ele também irá dirigir o primeiro episódio da produção, cujas filmagens devem começar ainda em 2022.

Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’) servirão como showrunners da adaptação.

Além disso, Nolan também será produtor executivo do projeto ao lado de Lisa JoyAthena Wickham, Todd HowardJames Altman.

A trama dos jogos se passa em uma realidade alternativa durante o século XXII, nos EUA, após uma guerra nuclear. Os sobreviventes da guerra vivem em abrigos subterrâneos conhecidos como Cofres. A franquia é conhecida pelo seu estilo futurista, humor negro e violência extrema.

Lançado em 1997, a primeira iteração teve aclame universal por parte da crítica especializada. O sucesso de público rendeu outras três sequências, bem como cinco games derivados.

‘Liga da Justiça’: James Gunn revela se o grupo existe no novo DCU

O novo DCU, sob a direção de James Gunn, está prestes a estrear com o lançamento de ‘Comando das Criaturas’, série animada que chega ao Max. Com isso, muitos fãs estão ansiosos para ver seus heróis favoritos de volta às telas, especialmente com a expectativa de um novo filme da Liga da Justiça.

Pensando nesse grupo icônico, que reúne os heróis mais poderosos da Terra, os fãs têm se questionado se a Liga já existe nesse novo universo, especialmente após a cena final de Pacificador, série canônica do DCU, que apresenta a Liga da Justiça.

No entanto, James Gunn descartou essa possibilidade em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, onde explicou o que é canônico e o que não é em Esquadrão Suicida e Pacificador.

Pacificador é bem direto, com exceção da aparição de um certo grupo [a Liga da Justiça] no final. Eles ainda não existem”, disse Gunn. “Mas a regra é: se mencionarmos [algo do passado] em um dos novos shows [e filmes] do DCU, então aconteceu. Então, é assim que estamos lidando com isso.”

Vale lembrar que ‘Comando das Criaturas’ estreia no serviço de streaming Max no dia 5 de dezembro.

Os sete episódios do seriado foram escritos por Gunn, que também serve como produtor executivo do projeto. Os episódios serão exibidos semanalmente até sua conclusão, que está marcada para o dia 16 de janeiro de 2025.

Lembrando que ‘Comando das Criaturas’ faz parte de ‘Deuses e Monstros’, o primeiro capítulo da nova safra de produções da DC Studios.

O elenco inclui Frank Grillo como Rick Flag Sr., Maria Bakalova como Princesa Ilana Rostovic, Indira Varma como A Noiva, Zoe Chao como Nina Mazursky, Alan Tudyk como Dr. Phosphorus e David Harbour como Eric Frankenstein. Sean Gunn também emprestará sua voz a G.I. Robot, enquanto Steve Agee reprisa o papel de John Economos, que ele interpretou em Esquadrão Suicida e Pacificador.

‘Wicked’: Mattel é processada após URL de site pornográfico ser impresso em embalagem de bonecas do filme

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A Mattel está sendo processada em uma ação coletiva após vender bonecas do filme Wicked com o URL de um site pornográfico impresso na embalagem, conforme revelou o ComicBook.

De acordo com documentos judiciais, uma mulher da Carolina do Sul entrou com a ação após sua filha acessar o site impresso na embalagem, que, segundo ela, “não tinha nenhuma relação com a boneca Wicked”.

Em comunicado à Variety, a Mattel explicou o erro, alegando que o objetivo era direcionar os consumidores para o site oficial do filme, WickedMovie.com. No entanto, por engano, o link os levou a um site de distribuição de filmes pornográficos chamado Wicked.

A autora da ação, que não foi identificada, afirma que a Mattel não ofereceu reembolso quando foi contatada sobre o problema. Ela também alega que ela e sua filha sofreram “sofrimento emocional” devido ao ocorrido.

“Essas cenas eram de conteúdo hardcore, com imagens nuas e pornográficas, mostrando relações sexuais reais”, diz a ação coletiva. “A filha menor da autora imediatamente mostrou as fotografias para a mãe, e ambas ficaram horrorizadas com o que viram. Se a autora soubesse de tal defeito inadequado no produto, ela não teria comprado”.

Os brinquedos já foram retirados das prateleiras de varejistas dos EUA para que o erro de impressão fosse corrigido.

Além disso, o diretor de marketing da Universal Pictures, Michael Moses, comentou sobre o problema. Ele afirmou: “Eu não acho que toda a imprensa seja boa. Eu sempre separo os incidentes entre o que pode realmente prejudicar o desejo de assistir ao filme e o que pode não prejudicar. Acho que isso foi mais uma anedota do que uma ameaça”.

Vale lembrar que o filme segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Ridley Scott recorda críticas no início da carreira por não fazer filmes sobre “pessoas normais”

Segundo a Variety, Ridley Scott, cineasta aclamado por obras como ‘Blade Runner’ e ‘Alien’, relembrou recentemente o início de sua carreira, revelando que foi criticado por produtores na época por não fazer filmes sobre “pessoas normais”.

A trajetória de Scott como diretor começou com o drama histórico vencedor de Cannes ‘Os Duelistas’, seguido por ‘Alien’, ‘Blade Runner’ e a aventura de fantasia ‘A Lenda’.

“Só um filme deu certo de todos aqueles, mas são quatro filmes bastante bons para começar. Então eu sabia que estava no caminho certo. Mas alguém em um dos estúdios me disse: ‘Por que você não faz um filme sobre pessoas normais?’ Eu respondi: ‘Que diabos isso significa?’. Porque ninguém é normal, a menos que você seja totalmente chato, certo?”, disse Scott.

Sobre ‘Blade Runner’, Scott ainda recorda que a respeitada crítica de cinema Pauline Kael “destruiu” o filme em sua resenha: “Eu nem cheguei a conhecê-la. Para mim, foi quase como se fosse espionagem industrial, porque você está destruindo um produto antes mesmo dele ser lançado”.

“Esses são todos bons filmes, então há algo profundamente errado com o público ou com o marketing. Mas você sabe, eu não sou amargo. Estou muito feliz onde estou. Essa é a melhor atitude que alguém pode ter. Acho que essa é a melhor atitude: amar todos os seus filmes, confiar e seguir em frente”, afirmou Scott.

Lembrando que Gladiador II’, o recente longa de Ridley Scott, segue em exibição nos cinemas nacionais!

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A sequência ‘Gladiador 2‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 220 milhões nas bilheterias mundiais.

Com 71% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Gladiador 2‘ recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a avaliação ficou abaixo do longa original, que havia recebido uma nota A dos espectadores.

Apesar disso, o filme mantém uma média de 85% de aprovação do público no RT.

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‘M3GAN’: Terror da Blumhouse estreia no Prime Video; Confira o trailer dublado!

O terror ‘M3GAN‘ já está disponível no catálogo brasileiro do Prime Video.

Na trama, M3GAN é uma maravilha da inteligência artificial, uma boneca realista programada para ser a melhor amiga de uma criança. Uma robótica brilhante dá a sua jovem sobrinha um protótipo M3GAN, mas a máquina logo se torna violenta.

Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou US$ 180 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de apenas US$ 12 milhões. Além disso, o terror foi extremamente aclamado pelos críticos, conquistando 93% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira o trailer dublado e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que a sequência está oficialmente em desenvolvimento, e está programada para estrear no dia 27 de junho de 2025.

Além de Allison WilliamsViolet McGraw reprisando seus papéis do filme anterior, a continuação contará também com Timm Sharp (‘Percy Jackson e os Olimpianos’), Aristotle Athari (‘SNL’), Ivanna Sakhno (‘Ahsoka’) e Jemaine Clement (‘O Que Fazemos nas Sombras’).

Akela Cooper volta a assinar o roteiro.

No filme original, Williams interpreta a roboticista que cria M3GAN (Amie Donald) para sua sobrinha órfã, Cady (McGraw), na tentativa de ajudá-la a superar a morte dos pais – e conquistou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Williams também será uma das produtoras da sequência, junto com Jason Blum (Blumhouse) e James Wan (Atomic Monster).

O diretor Gerard Johnstone também retornará.

Conheça o DESFECHO da saga literária de fantasia que ganhará adaptação pela Amazon Studios!

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Se você gosta de histórias repletas de magia, mistério e intriga, hoje é seu dia de sorte: recentemente, a Editora Intrínseca lançou o aguardado romance ‘O Complexo de Atlas’, que finaliza a trilogia best-seller do New York Times‘A Sociedade de Atlas’.

Confira a sinopse:

Depois de dois anos na Sociedade Alexandrina, os seis mágicos atingiram o ápice do conhecimento, e seus princípios morais são postos à prova na busca incessante por um poder sem limites. 

Dividida em partes intituladas Existencialismo, Estoicismo, Niilismo, Racionalismo e outras importantes correntes filosóficas, a obra traz questionamentos relativos a cada uma dessas doutrinas, que funcionam como fio condutor da história. Nico, Libby, Tristan, Parisa, Callum e Reina descobriram muito cedo que nem sempre o conhecimento pode levar a uma vida de glórias. Na verdade, poder é sinônimo de violência e de carnificina. Tanto que, para entrar na Sociedade Alexandrina, participaram de um jogo perverso que exigia um sacrifício mortal.

Mesmo assombrados e fascinados pelas escolhas que fizeram e pelo prazer que a força dos seus poderes lhes proporciona, eles enfrentam um evento que pode alterar o tecido da realidade e determinar o futuro da humanidade. Numa corrida contra o tempo para deter os planos perversos de Atlas Blakely, Guardião da Sociedade, os jovens terão, também, que escapar das garras de uma organização que tem como objetivo eliminá-los.

Os seis mágicos serão forçados a formar alianças improváveis, ao mesmo tempo que as relações entre os membros do grupo sofrem abalos comprometedores. Afinal, o poder e o conhecimento são sedutores, e nem sempre caem nas mãos certas.

Assinada por Alexene Farol Follmuth, sob o pseudônimo de Olivie Blake, a saga teve seus direitos adquiridos pela Amazon Studios – e trará Follmuth e a Brighstar como co-produtores executivos.

Para mais informações, clique aqui!

‘Aquele Natal’: Animação do diretor de ‘Love, Death & Robots’ chega ao streaming!

Papai Noel de cabeça para baixo na neve.

A animação ‘Aquele Natal‘, comandada por Simon Otto (‘Love, Death & Robots’), já está disponível na Netflix.

A produção foi lançada hoje, 04 de dezembro, na plataforma de streaming.

Na trama, uma nevasca atinge uma cidade litorânea, dando início a diversas histórias sobre família, amigos, amor e solidão. E a cereja do bolo é o erro cometido pelo Papai Noel.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa é baseado na encantadora trilogia de livros infantis de Richard Curtis.

A produção conta com as vozes de Brian Cox, Fiona Shaw, Jodie Whittaker, Lolly Adefope, Alex MacQueen, Katherine Parkinson, Sindhu Vee, India Brown e Zazie Hayhurst.

DIVERTIDA comédia adulta com Jennifer Lawrence ganha data de estreia no Prime Video!

Que Horas Eu te Pego?‘ (No Hard Feelings), comédia adulta estrelada por Jennifer Lawrence, ganhou data de estreia no Prime Video.

O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming no próximo dia 20 de dezembro.

Na trama, Lawrence vive uma garota falida que é contratada para namorar um adolescente introvertido e socialmente desajeitado, que está se preparando para a faculdade.

Crítica | Jennifer Lawrence BRILHA na divertida comédia adulta ‘Que Horas Eu Te Pego?’

Relembre o trailer:

Dirigido por Gene Stupnitsky (‘The Office’), o longa será para maiores de 18 anos.

Além de dirigir, Stupnitsky co-escreveu o o roteiro junto com John Phillips (‘Tirando o Atraso’), enquanto Lawrence também foi anexada como produtora.

Andrew Barth FeldmanMatthew BroderickLaura BenantiNatalie MoralesScott MacArthurEbon Moss-BachrachHasan MinhajKyle Mooney completam o elenco.

Taika Waititi nos leva aos bastidores de seu novo curta natalino, ‘O Menino e o Polvo’; Confira!

boy with octopus on head

O curta-metragem natalino ‘O Menino e o Polvo‘ já está disponível no catálogo do Disney+ e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional inédito em que o diretor Taika Waititi revela segredos de bastidores da obra.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A trama segue a jornada de uma criança que descobre um polvo curioso preso à sua cabeça durante suas férias no litoral. Após retornar para casa, o garoto forma uma amizade verdadeira com o polvo ao apresentar seu novo companheiro à sua vida em terra.

‘Euphoria’: 3ª temporada vai estrear apenas em 2026

Em uma aparição à Wells Fargo TMT SummitJB Perrette, CEO e presidente da Warner Bros. Discovery, trouxe algumas atualizações sobre a 3ª temporada de Euphoria (via Deadline).

Durante o evento, Perrette confirmou que o próximo ciclo da elogiada série estrelada por Zendaya deve estrear apenas em 2026 – quatro anos depois do lançamento da segunda iteração.

As previsões estão de acordo com recentes comentários da própria HBO, que afirmou que as gravações dos novos episódios devem começar em janeiro de 2025, com os principais membros do elenco principal retornando.

Mais informações não foram reveladas.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

Zendaya estrela a produção. O elenco também conta com Sydney Sweeney, Maude Apatow, Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Hunter Schafer e Storm Reid.

3ª temporada de ‘The White Lotus’ ganha previsão de lançamento

Em comunicado recente, JB Perrette, CEO e presidente de streaming global para a HBO/Max, revelou a previsão de lançamento da 3ª temporada da aclamada série ‘The White Lotus‘.

O próximo ciclo está programado para estrear em fevereiro de 2025.

Ambientado na Tailândia, a terceira temporada focará em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.

O elenco contará com Walton Goggins, Carrie Coon, Leslie Bibb, Michelle Monaghan, Parker Posey e Lisa, além do retorno de Natasha Rothwell.

Confira as primeiras cenas e siga o CinePOP no Youtube:

“Foi uma ótima busca. Vimos locais absolutamente deslumbrantes por todo Honshu. O showrunner adorou tudo, e eu estava confiante de que tinha tudo sob controle”, disse a produtora Georgina Pope.

“O governo tailandês acabara de anunciar uma renovação e melhoria em seu sistema de incentivos para filmes. Um reembolso de 30 por cento. Para o projeto deles, isso significava sozinho US$ 4,4 milhões. Todos olharam para mim com simpatia. Na época, no Japão, não tínhamos nenhum incentivo em vigor. Eu não pude responder com uma resposta concreta. Tudo o que pude ouvir foi o som de um projeto de US$ 35 milhões voando pela janela.”

As 15 Melhores Músicas Internacionais de 2024

sabrina carpenter

A década de 2020 vem se mostrando um ótimo momento para a música – seja com a presença de gêneros que estavam às vésperas de conquistar uma popularização necessária, seja com o resgate de incursões mais antigas com roupagens modernizadas e nostálgicas.

E é claro que 2024 não ficaria de fora de um ano incrível para artistas apresentarem o que têm de melhor. Ora, dentre nomes que dominaram os holofotes, podemos citar Lady GagaBruno MarsBeyoncéAriana GrandeSabrina Carpenter, Kendrick Lamar e vários outros.

Pensando nisso, montamos mais um ranking musical relembrando o suprassumo de 2024 ao elencar as quinze melhores canções internacionais do ano.

Confira as nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua favorita:

15. “LOML”, Taylor Swift

Para aqueles que acompanham a carreira de Swift, sabe-se que a performer tem uma habilidade invejável e espetacular de construir baladas pungentes e bastante impactantes – e é claro que ‘The Tortured Poets Department’ traria algumas incursões muito bem arquitetadas. Nesse âmbito, insurge “Loml”, uma derradeira reflexão desde os primeiros toques do piano clássico, reiterando a mágica que Swift tem a habilidade de criar com o instrumento, projetando uma tristeza teatral e confessional em cada uma das palavras proferidas.

14. “TRAINING SEASON”, Dua Lipa

“Training Season” é alicerçada na potência do euro-disco, revelando as predileções da cantora e compositora por um passado não muito longínquo e que ganha uma roupagem, ao mesmo tempo, nostálgica e modernizada; os versos, que falam das dúvidas de um amor em potencial que apenas se concretizará caso entregue exatamente o que ela queira, são demarcados por batidas profundas e saudosistas, afastando-se de um conceitualismo exaustivo ou de uma reinvenção do gênero. O que Dua promove é a celebração daquilo que a inspira até hoje – e que reitera seu merecido status no escopo da música.

13. “PLEASE PLEASE PLEASE”, Sabrina Carpenter

Enquanto Sabrina Carpenter conquistou o mundo com o lançamento de “Espresso”, ela continuaria sua onde de extremo sucesso com a divulgação da segunda faixa promocional, intitulada “Please Please Please”. A track se afasta do escopo pop do single anterior, mergulhando em uma mistura soberba de Yacht rock e country que começa a dar as caras de uma versatilidade apaixonante – e que arranca alguns dos melhores vocais da cantora em uma rendição bastante caprichosa (no melhor sentido do termo).

12. “LIGHTS CAMERA ACTION”, Kylie Minogue

“Lights Camera Action” é exatamente o que esperamos de uma artista com o calibre de Kylie Minogue: uma investida impulsionada pelo melhor do dance-pop e do techno, milimetricamente arquitetada para maximizar uma experiência sensorial e pautada em um instigante hedonismo sonoro. Através das estrofes, Kylie aposta em uma entrega vocal que se afasta da teatralidade e se volta para as incursões mais “robotizadas” do cenário mainstream atual – mas sem deixar de lado seu potente soubrette como o conhecemos e amamos.

11. “BROKEN MAN”, St. Vincent

Três anos depois de sua última incursão no cenário fonográfico, St. Vincent voltou com força total com o lançamento de ‘All Born Screaming’, um dos melhores álbuns do ano e uma das melhores entradas de sua fabulosa e encantadora carreira. Dentro desse exuberante compilado de originais, a cantora e compositora deu início à era com o potente art-rockrock industrial de “Broken Man”: aqui, as impactantes e dissonantes notas da guitarra são acompanhadas de versos angustiantes que preza por uma roupagem punk e pós-industrial de tirar o fôlego.

10. “THE DINER”, Billie Eilish

“THE DINER”, considerado por este que vos escreve como a melhor canção do álbum ‘Hit Me Hard and Soft’ – e como uma das melhores incursões da década no mundo fonográfico -, nos leva de volta a algo similar ao que Lenka nos presenteara em 2009 com a ótima “Trouble Is a Friend” – remodelada ao bel-prazer de Billie e garantindo mais uma performance aplaudível que une “bad guy”“oxytocin” “nda” em um mesmo lugar.

9. “VON DUTCH”, Charli XCX

Charli XCX já vinha nos preparando para a exagerada e vibrante jornada de ‘BRAT’ com a divulgação de vários faixas promocionais, incluindo a irretocável investida “Von Dutch” – uma mistura pungente e dançante de electroclash e dance-pop, cuja lírica é uma exploração de um autoempoderamento necessário e que é tradução quase direta da intitulação do álbum, com uma repetição antêmica da frase “eu sou sua número 1” (“I’m your number one”), quase funcionando como um epítome que resume as principais mensagens.

8. “YA YA”, Beyoncé

Como bem sabemos, Beyoncé é um gênio no tocante a construir baladas que ficam marcadas como algumas de suas melhores canções – procurando uma atmosfera cândida para declamar e explorar angústias internas. Mas seu lado mais insano e indesculpável explode em avidez quando ela se apropria de arquiteturas uptempo e dançantes – como é o caso da vibrante “Ya Ya”. Seguindo uma menção à lendária Linda Martell, a track é uma amálgama dançante de country-popcountry-rock e go-go, cujas notas iniciais buscam referência na clássica “These Boots Are Made For Walkin’”, de Nancy Sinatra – e que nos carregam em uma aventura frenética e inescapável.

7. “DISEASE”, Lady Gaga

Apresentando uma amálgama diabolicamente equilibrada de referências a ‘The Fame Monster’ e a ‘Born This Way’“Disease” abre a mais nova era de Lady Gaga com uma força irrefreável e um comprometimento arrepiante – sendo lançada em uma época certeira e revelando que nossa Mother Monster ainda tem muito a nos contar.

6. “WE CAN’T BE FRIENDS (WAIT FOR YOUR LOVE)”, Ariana Grande

O segundo single de ‘eternal sunshine’ se tornou uma das iterações mais bem construídas do álbum e, em um piscar de olhos, conquistou os ouvintes ao redor do planeta pela produção nostálgica e pela lírica pungente. “we can’t be friends (wait for your love)”, arquitetado sobre uma estrutura synth-pop cortesia das habilidosas mãos de Max Martin e Ilya Salmanzadeh, nutre de similaridades envolventes com o trabalho de Robyn, por exemplo, e serve como reflexo de um coração partido que precisa se curar.

5. “GUESS”, Charli XCX feat. Billie Eilish

Neste ano, Charli XCX lançou o que apenas podemos considerar como um dos seus melhores álbuns com o aclamado ‘BRAT’ – e, como forma de promover uma das obras-primas do ano, a artista uniu-se a ninguém menos que Billie Eilish para uma vibrante colaboração que emergiu no remix de “Guess”. A versão aposta fichas no pop industrial, no EDM e no electro-clash e une uma química invejável e extremamente sensual que traz o melhor de ambas as artistas à tona.

4. “NOT LIKE US”, Kendrick Lamar

São poucas as pessoas que não conhecem a infame rixa entre os rappers DrakeKendrick Lamar, que se iniciou na década de 2010 e estendeu-se até os dias de hoje. O conflito entre ambos os artistas chegou a uma espécie de fim com a última “pá de cal” jogada por Lamar no impressionante e chocante single “Not Like Us”: o single, que quebrou inúmeros recordes de vendas (alcançando o primeiro lugar da Hot 100 da Billboard) é uma inflexão do hip-hop e do hyphy pautada em versos tão cínicos e impactantes que chega a ser difícil não ficar boquiaberto. Ora, Kendrick não pensa duas vezes antes de criticar a posição de Drake no cenário raphip-hop, chamando-o de “colonizador” e de estar afiliado a um grupo de pedofilia.

3. “16 CARRIAGES”, Beyoncé

“16 Carriages” emerge como uma culminação testamentária do que Bey já nos ofereceu até hoje. Diferente de “Texas Hold ‘Em”, que aposta fichas no bluegrass e na comunhão de instrumentos como o banjo, a viola e o cajón, aqui ela volta-se para a potência retumbante da guitarra elétrica, em uma atmosfera soul-country pincelada com uma percussão apaixonante – e que reitera sua predileção por investidas, ao mesmo tempo, conceituais e mercadológicas. Há aspectos do rock que dão as caras nos quase quatro minutos da track, possivelmente premeditando o capítulo de encerramento de ‘Renaissance’; há uma junção do country com o gospel à medida que caminhamos para o terceiro ato da canção; e, mais do que tudo, temos rendições vocais que nos recordam do egrégio status da cantora no cenário musical.

2. “GOOD LUCK, BABE!”, Chappell Roan

Chappell Roan finalmente está tendo o reconhecimento que merece, sagrando-se como uma das maiores artistas da nova geração – em um nível que a propulsiona e a prevê como uma artista a níveis de Lady Gaga ou Beyoncé. E, com “Good Luck, Babe!”, a cantora e compositora explora um dos temas mais difíceis de ser analisado no cenário fonográfico: o da heterossexualidade compulsória. Através de uma pungente e ansiosa lírica, movida por uma construção pop e orquestral arrepiante e irretocável do começo ao fim, Roan fala sobre as angústias de uma personagem que não consegue aceitar quem é por quaisquer que sejam as razões. E, para além do enredo indesculpavelmente potente, temos uma rendição performática aplaudível que puxa elementos até mesmo do oitentismo irrefreável de Kate Bush.

1. “DIE WITH A SMILE”, Lady Gaga & Bruno Mars

Quando pensamos em colaborações musicais, é costumeiro ficarmos com um pé atrás pelo fato de, talvez, um dos nomes envolvidos ofuscar o outro. Porém, considerando o calibre artístico e performático de Bruno Mars e Lady Gaga, sabíamos que essa certeira parceria havia encontrado sucesso antes mesmo do lançamento oficial: em “Die With a Smile”, não existe uma superposição de entregas que se digladia para roubar os holofotes, e sim uma comunhão sinérgica e simbiótica que se desenrola com naturalidade apaixonante e que, ao nos arrancar de uma brutal realidade, transporta os ouvintes a um lugar perdido no tempo em que nada importa além de um amor que atravessa os mais árduos obstáculos.

Diretor nos leva aos BASTIDORES da comédia de terror ‘Y2K’; Confira!

rachel zegler y2k fotor
rachel zegler y2k fotor

A comédia de desastre Y2K, estrelada por Rachel ZeglerJaeden Martell, ganhou um novo vídeo promocional.

No material, o diretor Kyle Mooney (que também faz parte do elenco) nos convida aos bastidores da atração – que chega aos cinemas dos EUA em 06 de dezembro.

Confira, junto ao mais recente trailer:

Na trama, dois ninguéns do ensino médio tomam a decisão de invadir a última grande festa antes do novo milênio, na véspera de Ano Novo de 1999. A noite se torna ainda mais louca do que eles jamais poderiam ter sonhado quando o relógio marca meia-noite.

No Rotten Tomatoes, a produção dividiu a crítica internacional e abriu com 64% de aprovação, com nota 6.60/10 baseada em 33 reviews até o momento.

Confira os principais comentários:

Y2K é uma boa diversão, mas fica aquém da grandeza” – Mashable.

“Não é que as duas partes do filme não combinem. É que a última hora… Simplesmente não é muito boa” – Variety.

“As referências do filme ao amanhecer do novo milênio… São absolutamente desenfreadas. Mas a falta de personagens intrigantes e o fracasso em seguir um ótimo conceito para uma história de terror deixam Y2K… Com grandes bugs de software” – The Daily Beast.

“Uma ambiciosa comédia de ficção científica que, como o boato que a impulsiona, não corresponde à própria expectativa” – THR.

“Armado com um elenco perfeito e ótimos efeitos práticos por trás da carnificina e calamidade, Y2K é uma festa pela qual vale a pena voltar no tempo” – Bloody Disgusting.

O filme é dirigido por Kyle Mooney, que co-assina o roteiro ao lado de Evan Winter.

Julian DennisonFred DurstLachlan WatsonMason GoodingThe Kid LaroiEduardo FrancoMiles RobbinsAlicia Silverstone, Mooney e mais completam o elenco.

Nicole Kidman em jogo perigoso de sedução no vídeo promocional INÉDITO de ‘Babygirl’; Confira!

A A24 divulgou um vídeo promocional inédito de ‘Babygirl‘, aclamado thriller erótico estrelado por Nicole Kidman e Harris Dickinson.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais em 9 de janeiro de 2025.

No filme, Kidman interpreta uma CEO bem-sucedida que se envolve com seu novo estagiário, Samuel (Dickinson). O relacionamento entre os dois ameaça colocar em risco tanto a vida profissional quanto pessoal de ambos.

Além de dirigir, Halina Reijn também assina o roteiro do longa.

O elenco ainda conta com Antonio Banderas, Sophie Wilde, Gaite Jansen, Izabel Mar e Esther McGregor.

Babygirl rendeu a Kidman o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza deste ano.

Pôster do filme Babygirl com Nicole Kidman.

‘Sandman’: Netflix escala OITO novos membros ao elenco da 2ª temporada!

Segundo o Redanian Intelligence, a Netflix escalou oito novos membros ao elenco da 2ª temporada de ‘Sandman‘.

As informações indicam que Wil Coban (Lorde Azazel), Amber Rose Revah (Ishtar), Jake Fairbrother (Remiel), Umulisa Gahiga (Nada), Morgal Dun-Campbell (Aurora), Assiba Blejah (Makena), Jordan Stamatiadis (Aphy), Lance C. Fuller (Leonard) e Kem Hassan (Phil Jones) faram parte dos novos episódios.

O próximo ciclo estreia em 2025, ainda sem um dia específico confirmado.

A nova temporada também irá introduzir o Orfeu (Ruairi O’Connor), o filho de Morfeu (Tom Sturridge), e os deuses nórdicos Odin (Clive Russell), Thor (Laurence O’Fuarain), Loki (Freddie Fox), Adrian Lester (como Destino), Esmé Creed-Miles (Delírio) e Barry Sloane (Pródigo).

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

‘Inexplicável’: Leticia Spiller e Eriberto Leão revelam as tragédias que os levaram a ter fé [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Letícia Spiller (‘O Sétimo Guardião’) e Eriberto Leão (‘Além da Ilusão’) falaram sobre ‘Inexplicável’  e também sobre fé.

Eles relembraram os momentos em que perceberam que realmente existe um mundo muito maior que o nosso.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Baseado no livro “O Menino que Queria Jogar Futebol: Uma História de Fé e Superação”, de Phelipe Caldas, o filme retrata a vida do jogador mirim paraibano Gabriel Varandas. Após conquistar um título de campeão no futsal, o jovem enfrentou graves problemas de saúde e chegou a ser dado como morto. Milagrosamente, ele se recuperou, deixando os médicos sem explicação.

O longa tem estreia marcada para o dia 5 de Dezembro nos cinemas.

Dirigido por Fabrício Bittar (‘Amor Sertanejo’), o longa conta com um elenco de peso, incluindo Letícia Spiller, no papel da mãe de Gabriel, Yanna; Eriberto Leão, interpretando o pai, Marcus; e Miguel Venerabile dando vida ao protagonista.

André Ramiro (‘Tropa de Elite’) vive o Dr. Christian, o médico que luta pela vida do jovem atleta, enquanto Suely Franco (‘Minha Mãe É uma Peça’) interpreta a avó, Suelene.

Adriana Lessa (‘Amado’) e Victor Lamoglia (‘Tá Escrito’) completam o elenco.

 

Os 10 Melhores Álbuns de 2024

Por incrível que pareça, 2024 está chegando ao fim – e, felizmente, tivemos uma coleção considerável de ótimas produções musicais que conquistaram o público e a crítica (e ajudaram a aumentar ainda mais as nossas playlists).

Dentre os artistas que fizeram um retorno significativo, podemos citar o ótimo Orquídeas, de Kali Uchis, a infusão country-gospel de Cowboy Carter, que continuou a trilogia de Beyoncé iniciada com ‘Renaissance’, a antecipada volta de Billie Eilish com Hit Me Hard and Soft e de Ariana Grande com Eternal Sunshine – e vários outros.

Pensando nisso, montamos um ranking elencando os dez melhores álbuns do ano.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual foi o seu favorito:

10. ONLY GOD WAS ABOVE US, Vampire Weekend

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Indie rockchamber popneo-psychedelia são os estilos musicais que regem a soberba e inebriante arquitetura de Only God Was Above Us. O quinto álbum de uma das melhores bandas de rock da atualidade, Vampire Weekend, é inesperadamente emblemático para o grupo em si, funcionando como uma melódica exploração de seus membros em um intrincado enredo pelo conflito entre beleza e feiura, melodia e silêncio. E, talvez, o aspecto de maior sucesso seja a capacidade da banda em condensar temas de difícil escrutínio em apenas dez faixas simples e muito funcionais.

9. ETERNAL SUNSHINE, Ariana Grande

Enquanto muitos poderiam estar com um pé atrás com a suposta pressa com que o álbum foi construído, é notável como eternal sunshine é uma obra pensada com minúcia e muita atenção a cada um dos detalhes. O resultado é uma gloriosa jornada tour-de-force que nos guia por um amadurecimento compulsório, um abandono da imagem que Ariana Grande carregava consigo e a abertura de um novo capítulo recheado de questões pendentes que só podem ser resolvidas com seu próprio eu – e que a eterniza como uma das vocalistas e compositoras mais honestas da contemporaneidade.

8. TIGERS BLOOD, Waxahatchee

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Waxahatchee, projeto musical firmado por Katie Crutchfield, parece existir em uma suspensão animada que não lhe dá o devido crédito – e, por mais um ano em que nos agracia com sua música, ela volta a criar mágica com o idílico Tigers Blood. O álbum, cujo lançamento foi precedido pelos singles “Right Back to It”“Bored”“365”, é um compilado de contos elegíacos que se abrem em um intimismo universalizante ao narrar histórias sobre conflitos amorosos ou amizades fragilizadas pelo tempo – tudo acompanhado de versos e construções sonoras deslumbrantes.

7. ORQUÍDEAS, Kali Uchis

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É inegável como Kali Uchis vem se mostrando uma power-house da música ano após ano, investindo esforços em uma transmutação artística que une passado, presente e futuro em um mesmo cosmos. Logo, não é nenhuma surpresa que Orquídeas seja mais uma obra-prima de sua discografia: ao unir forças com nomes como Peso PlumaKarol GRauw Alejandro, Uchis denota sua predileção para o R&B, o reggaeton e o pop em catorze faixas bem articuladas e estilizadas ao bel-prazer da performer.

6. ALL BORN SCREAMING, St. Vincent

Se St. Vincent havia nos presenteado com uma impecável jornada indie-rock com ‘Daddy’s Home’ lá em 2021, ela estava apenas preparando terreno para um comeback espetacular, narcótico e viciante com a explosão artística de All Born Screaming. Em seu sétimo compilado de originais, a artista usa e abusa de suas habilidades para uma mixórdia inescapável e indesculpável de art rockrock industrial, reiterando sua importância no cenário contemporâneo da música e o motivo pelo qual é considerada uma das melhores guitarristas de todos os tempos.

5. GNX, Kendrick Lamar

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Não é nenhuma surpresa dizer que Kendrick Lamar é um dos artistas de maior prestígio do século – e, álbum após álbum, consegue se renovar à medida que se mantém fiel à imagem que construiu desde sua estreia no cenário musical. Com GNX, um disco surpresa que em pouco tempo conquistou os ouvintes ao redor do mundo, ele presta homenagens ao hip hop da Costa Oeste dos Estado Unidos em uma mimética produção que conta com nomes como Jack AntonoffMustard – e que reitera sua visão única dentro de uma sinestésica dimensão fonográfica.

4. HIT ME HARD AND SOFT, Billie Eilish

Hit Me Hard and Soft não foca apenas em um mercadológico produto para alimentar sua crescente legião de fãs, como posa em um conceitualismo marcante que amalgama diversos gêneros em um microcosmos vibrante e recheado de inflexões rítmicas arrepiantes e que nos mantêm dinamizados e energizados dentro de uma jornada sinestésica. À medida que Billie Eilish e Finneas O’Connell continuam a se aventurar nos altos e baixos da indústria e firmam seus nomes para as futuras gerações de artistas, percebe-se uma renegação do que está em voga e um contraposto movimento de vaivém que nos impede de imaginar o que eles estão nos preparando.

3. CAJU, Liniker

caju liniker

Em seu primeiro álbum de estúdio solo, ‘Índigo Borboleta Anil’Liniker mostrou que veio para ficar – e sagrou-se como uma das maiores artistas brasileiras da atualidade. Com sua mais nova incursão fonográfica, CAJU, a cantora e compositora reiterou seu importante status no cenário musical brasileiro ao apresentar uma amálgama explosiva e bastante sólida de inúmeros gêneros musicais (incluindo soul, samba, MPB, housejazz e vários outros), permitindo se deixar levar por um intimismo expansivo de tirar o fôlego e de nos envolver do começo ao fim.

2. BRAT, Charli XCX

Palavra "brat" em fundo verde.

Partindo da premissa de que Charli XCX tem uma afeição descomunal pelo experimentalismo, ela poderia ter escorregado em repetições cansativas e que poderiam não trazer nada de novo à sua discografia com o ambicioso álbum BRAT. Todavia, ela sabe como trabalhar cada uma de suas eras a fim de construir um laço que as unifique em uma identidade vulcânica e disruptiva, sem ceder às falácias de uma pseudo-reinvenção. É claro que temos a presença do hyperpop, do club e do synth regendo a estrutura das faixas, mas a comunhão dos instrumentos é rearranjada a seu bel-prazer, pincelada com excessos viciantes que nos convidam a uma aventura como nenhuma outra – e é essa beleza que mais nos chama a atenção nesse glorioso compilado de originais.

1. COWBOY CARTER, Beyoncé

Já é redundante dizer que Beyoncé faz mágica com seus álbuns – e ‘Act II: Cowboy Carter é uma excelente adição a uma discografia que beira a transcendentalidade. Mais uma vez, nossa Queen B reitera seu inescapável status na indústria fonográfica com um disco que celebra a cultura negra não apenas ao reavivá-la, mas ao reclamá-la e retirá-la da subjugação a uma supremacia artística branca que se esquece do que veio antes e de quem merece, de fato, ser idolatrado como precursor e pioneiro.

MENÇÃO HONROSA: HARLEQUIN, Lady Gaga

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Harlequin, que conta com nada menos que treze faixas, é um encontro explosivo entre passado e presente, mesmo deslizando em pontuais momentos. Logo de início, podemos sentir a veia teatral e camp de Lady Gaga permeando com precisão cada uma das notas, entregando-se de corpo e alma conforme busca elementos de Judy GarlandMickey RooneyBetty Noyes e Gene Kelly para nos transportar a uma época saudosista e que, de certa maneira, estende seu legado à contemporaneidade.