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Os 10 Melhores Filmes Musicais dos Anos 2000

Na virada dos anos 1990 para os anos 2000, os filmes musicais não tinham a mesma força que tinham algumas décadas antes – talvez por uma superexposição do gênero que já não conquistava o público. Porém, não demorou muito até que títulos de extremo aclame e aceitação revitalizassem o gênero, como foi o caso de ChicagoMoulin Rouge e até mesmo ‘8 Mile’.

Pensando nisso – e continuando nosso especial-, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores filmes musicais dos anos 2000. Para tanto, não estamos levando em consideração produções animadas (como as da Walt Disney Studios), e sim obras em live-action.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. MAMMA MIA! O FILME (2008)

“[N]ão podemos tirar mérito de Streep encarnando mais um icônico personagem e entregando-se de corpo e alma para Donna, cuja personalidade irreverente, rebelde e totalmente livre conversa diretamente com a própria construção imagética – ou seja, com as paisagens oníricas perscrutadas pelas cristalinas águas do Mediterrâneo e pelo pôr-do-sol que mais se assemelha a uma pintura em tinta a óleo. Ainda que não ouse muito mais da zona de conforto, a fotografia elaborada por Haris Zambarloukos consegue captar a atmosfera em questão, afastando-se dos retratos panfletários que costumamos encontrar em filmes de tal vertente. Mas não espere algo extremamente minucioso – ainda mais porque o foco da história é fazer com que o público saia do cinema cantando diversas vezes a discografia de ABBA” – Thiago Nolla

9. APENAS UMA VEZ (2007)

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O drama romântico musical Apenas Uma Vez costuma passar despercebido no cenário mainstream, mas com certeza tem um lugarzinho especial no coração dos inveterados apreciadores do gênero. A trama traz a química resplandecente de Glen HansardMarkéta Irglová como dois musicistas em Dublin, na Irlanda, que lutam para conquistar fama e reconhecimento. Para além de atuações emocionantes, o filme conta com a direção on point de John Carney, responsável pelo roteiro, e mostra que mesmo gêneros engessados como esse ainda têm muito a contar.

8. DREAMGIRLS: EM BUSCA DE UM SONHO (2006)

Dreamgirls: Em Busca de um Sonho’ rendeu a Jennifer Hudson nada menos que o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por seu impecável trabalho – mas a produção também contou com ótimas performances de BeyoncéAnika Noni RoseJamie Foxx em uma epopeia musical tocante e aplaudível. A trama acompanha Effie White, Deena Jones e Lorrell Robinson, três mulheres que moram em Chicago e resolver formar um grupo musical, as Dreamettes. As três começam a fazer sucesso graças ao manipulador empresário Curtis Taylor Jr., que consegue fazer com que elas acompanhem um cantor de “soul”. Os conflitos começam quando Curtis sonha em transformar as Dreamettes em Dreams. Sua ideia é trocar Effie por Deena e fazer dela a vocalista principal do grupo, o que deixa evidente seu interesse romântico pela jovem.

7. BILLY ELLIOT (2000)

Em 2000, um jovem Jamie Bell encarnava o papel titular do ambicioso projeto conhecido como Billy Elliot. Baseado em uma peça lançada um ano antes, o longa-metragem tornou-se um sucesso inesperado de crítica e de público, principalmente pelo comprometimento e pela habilidade de Bell aliados às firmes mãos do diretor Stephen Daldry – que construíram uma narrativa tour-de-force que desmistificou os estereótipos acerca de bailarinos masculinos e aproveitaram para colocar uma dose de críticas sociopolíticas. Não é surpresa que a produção seja uma das favoritas dos fãs de musicais até hoje.

6. ENCANTADA (2007)

Em 2007, a Walt Disney Studios promovia uma interessante revolução dentro do subgênero das adaptações de contos de fada que imortalizou ao longo da história. Encantada, estrelado por ninguém menos que a icônica Amy Adams, é uma releitura muito interessante e bem-vinda dessas adoradas fábulas que faz questão de garantir que os elementos musicais sejam autorreferenciados em uma divertida e cândida aventura. Na trama, a princesa Giselle é expulsa por uma rainha malvada do seu próprio conto de fadas e vai parar em Manhattan, Nova York, onde música, mágica e finais felizes já não são tão fáceis de encontrar. Giselle está completamente perdida no novo mundo, até que um advogado divorciado resolve ajudá-la. A situação se complica quando o príncipe de sua história chega para salvá-la.

5. HAIRSPRAY (2007)

“Baseado na peça homônima da Broadway e no subversivo clássico de John Waters dos anos 1980 (que inclusive trouxe a icônica Divine em um de seus últimos papéis antes de falecer), a história nos leva para a pequena cidade de Baltimore, no começo dos anos 1960, e acompanha a divertida Tracy Turnblad (Nikki Blonsky em sua estreia no cenário cinematográfico), uma garota plus-size cujo sonho é participar do maior programa de televisão local, o The Corny Collins Show, quebrando os paradigmas estéticos da época e, ao mesmo tempo, lutando contra a crescente segregação racial que ocorria à sua volta. Movido a músicas esplendorosas, performances irretocáveis e coreografias exuberantes, Hairspray, de fato, se tornou uma das melhores produções do século e, até hoje, é adorado por inúmeros fãs do gênero” – Thiago Nolla

4. MOULIN ROUGE – AMOR EM VERMELHO (2001)

Baz Luhrmann trouxe para os cinemas uma obra que fala sobre o amor em um contexto de outros séculos, por dentro da boemia e das questões que se amontoam sobre as classes sociais. Moulin Rouge, possui um narrador personagem detalhista, engraçado, atrapalhado, apaixonado, que transforma sentimentos em palavras. Seguindo lema de que: ‘A grande coisa que aprenderá na vida é amar’, somos testemunhas do contraponto do mágico com o trágico numa Paris quase em 1900. Vencedor de dois Óscares das oito categorias que fora nomeado, indicado também à Palma de Ouro em Cannes em 2001, é protagonizado por Nicole Kidman e Ewan McGregor.” – Raphael Camacho

3. SWEENEY TODD: O BARBEIRO DEMONÍACO DA RUA FLEET (2007)

“Apesar do tenso e perigoso ambiente, esse longa-metragem configura-se como um incrível musical. John Logan (que ganharia ainda mais fama com sua rendição ao terror com a série ‘Penny Dreadful’) fica responsável pela adaptação da peça e mesmo que não traga todas as incríveis músicas, entrega-se de corpo e alma para relê-las dentro de um escopo satisfatório. Desde as suaves baladas como “Johanna” e “Nothing’s Gonna Hurt You”, passando pelo iconoclasta “There’s No Place Like London” e encontrando seu ápice com uma das canções mais memoráveis do filme, intitulada “A Little Priest”, é incrível notar como o roteirista consegue criar pequenos núcleos cênicos que funcionam dentro de suas próprias completudes tanto de modo isolado quanto justapostos; em outras palavras, os blocos sequenciados buscam uma maestria inenarrável e que, em grande parte, encontram aproveitamento máximo” – Thiago Nolla

2. HEDWIG: ROCK, AMOR & TRAIÇÃO (2001)

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Em 2001, John Cameron Mitchell ficou responsável por adaptar a peça homônima off-Broadway Hedwig: Rock, Amor e Traição’ para os cinemas, carregando consigo o fardo de honrar a incrível história da personagem-titular – e o resultado não decepcionou em nenhum aspecto. A tragicomédia gira em torno de Hansel, uma estrela do rock desconhecida que sonha em se tornar um astro nos Estados Unidos. Seu caminho acaba se cruzando com o de um belo americano, que lhe promete amor, liberdade e a realização de todos os seus desejos. Entretanto, para que isso se torne realidade, ele precisará fazer uma operação de mudança de sexo, admitindo-se como a icônica Hedwig.

1. CHICAGO (2002)

“Levando em conta que a atmosfera recria a crescente disparidade de gênero da década de 1920 nos Estados Unidos, Roxie (Renée Zellweger) tenta alegar legítima defesa. Porém, tentando contrapor-se às palavras da figura masculina da casa, seu marido Amos (John C. Reilly), ela acaba sendo presa e levada para a prisão, dentro da qual irá esperar por um julgamento, o qual nos é premeditado ser contra sua sobrevivência e a favor de uma dura pena de morte – o enforcamento ou a cadeira elétrica. Mas nada disso seria compreendido caso não fosse uma introdução de peso em um dos prólogos mais bem-montados de todos os tempos: a entrada de Velma Kelly.

Catherine Zeta-Jones, em todo seu carisma e talento que resgata de performances predecessoras, dá vida à companheira de cela de Roxie e principal ídolo ao qual a aspirante à dançarina se espelha. Velma é um nome conhecido e, juntamente à sua irmã Veronica, realiza um dos shows mais aguardados da cidade. Quer dizer, isso até ser pega pela polícia e ser acusada de homicídio duplo – mas não antes de nos dar uma pequena palhinha de sua capacidade artística com “All That Jazz”, um dos hinos do musical. O apreço por esse gênero musical alcança novos patamares aqui e, aliado a uma montagem anacrônica e paralela, serve como modo de aproximação de duas personalidades tão diferentes e que, no final das contas, se complementam” – Thiago Nolla

‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw 2’: Roteirista comenta sobre o futuro do derivado

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‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw’, o derivado de sucesso da franquia ‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw’, focado nos personagens Luke Hobbs (Dwayne Johnson) e Deckard Shaw (Jason Statham), recebeu uma nova atualização sobre sua sequência.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Chris Morgan, roteirista do filme, falou sobre o futuro do projeto:

“Isso é algo que o estúdio precisaria comentar. Nós estamos discutindo sobre o que vem a seguir e como, mas vou deixar isso para mentes mais brilhantes que a minha”, afirmou Morgan.

Embora mais detalhes sobre a sequência ainda não tenham sido revelados, é natural que o filme ganhe uma continuação, considerando o sucesso de ‘Hobbs & Shaw’.

O longa teve uma pontuação respeitável de 67% dos críticos e 88% do público geral no site Rotten Tomatoes, além de arrecadar mais de US$ 750 milhões de dólares nas bilheteiras ao redor do mundo.

‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw’ está disponível na Netflix.

No filme, “o corpulento policial Luke Hobbs se junta ao fora da lei Deckard Shaw para combater um terrorista geneticamente aprimorado que possui força sobre-humana”.

Live-action de ‘Lilo & Stitch’ ganha cartaz em homenagem a ‘Moana 2’

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A adaptação live-action de Lilo & Stitch ganhou seu novo cartaz, homenageando ‘Moana 2‘.

O filme chega no Brasil no dia 22 de Maio, mesmo dia de ‘Missão Impossível – O Acerto Final‘.

Confira o cartaz e o trailer:

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No original, Lilo é uma garota havaiana que adora cuidar de animais menos favorecidos e tem o costume de coletar lixo reciclável nas praias para, com o dinheiro recebido, comprar comida para peixes. Até que, em um belo dia, ela encontra um cachorro e decide adotá-lo. Entretanto, este cachorro na verdade é Stitch, um ser alienígena considerado um dos criminosos mais perigosos da galáxia. Agora, Stitch esconde duas de suas seis pernas e decide se fazer passar por um cachorro comum, ficando amigo de Lilo.

Entre os personagens, também há o agente Wendy Pleakley, um ex-membro da Federação Galáctica forçado a ajudar na captura de Stitch, mas que acaba virando amigo de Lilo e seu novo ‘pet’.

O escolhido para interpretá-lo foi Billy Magnussen (‘Lift: Roubo nas Alturas’).

O elenco também conta com Maia Kealoha no papel de Lilo, Kahiau Machado, Billy MagnussenZach Galifianakis.

A nova versão [e dirigida pelo vencedor do Oscar Dean Fleischer Camp (‘Marcel The Shell With Shoes On).

Dan Lin e Jonathan Eirich, que trabalharam no remake de ‘Aladdin‘, entram como produtores. Chris Kekaniokalani Bright assina o roteiro.

Relembre o trailer:

‘Kraven, o Caçador’ NÃO deve ter cenas pós-créditos ou conexão com o Homem-Aranha

O insider Cryptic revelou possíveis novas informações sobre a adaptação de ‘Kraven, o Caçador‘, que contará a história de um vilão do Homem-Aranha.

Segundo as informações, o filme não contará com cenas pós-créditos e não fará nenhuma menção ao Amigão da Vizinhança.

Além da franquia ‘Venom‘, vale lembrar que os dois últimos filmes do universo da Sony, ‘Morbius‘ e ‘Madame Teia‘, apresentaram referências diretas ao popular herói.

Com o longa estrelado por Aaron Taylor-Johnson, no entanto, o estúdio parece querer focar na história de origem do antagonista dos quadrinhos, sem forçar conexões com um universo pré-existente.

Infelizmente, as informações não foram confirmadas. Trate-as como um rumor.

De acordo com o Box Office Pro, ‘Kraven, o Caçador’ deverá arrecadar entre US$ 20 milhões e US$ 25 milhões em seu final de semana de estreia.

Para efeito de comparação, ‘Madame Teia’ abriu com US$ 15,3 milhões, enquanto ‘Morbius’ arrecadou US$ 39 milhões e ‘Venom: A Última Dança’ faturou US$ 51 milhões em seus respectivos lançamentos.

Com esses números em mente, as previsões indicam que ‘Kraven’ corre o risco de se tornar um fracasso, com grande chance de não ultrapassar os ‘US$ 100 milhões’ em sua bilheteira.

J.C. Chandor, diretor de ‘Kraven, o Caçador’, comentou recentemente sobre como os fracassos recentes do universo cinematográfico do Homem-Aranha têm impactado seu novo filme.

Durante uma entrevista ao ComicBook, o cineasta abordou a má reputação do Universo do Homem-Aranha da Sony e pediu aos fãs que dessem uma chance à sua produção.

“Não quero me aprofundar muito nos detalhes, mas aqui está o que eu diria: como cineasta, meu principal objetivo — especialmente nos últimos anos, em que vocês têm acompanhado de perto este universo — é entender que alguns fãs, muitos fãs, ficaram decepcionados com certas decisões e resultados [do Universo do Homem-Aranha da Sony]”, disse Chandor.

Ele também ressaltou: “Mas, com outros filmes, houve grandes sucessos. Então, temos uma taxa de sucesso mista. As pessoas precisam nos dar uma chance, apoiar este filme e, literalmente, tentar deixar para trás algumas das coisas que aconteceram. Dêem uma chance ao nosso filme”.

O diretor concluiu com otimismo: “Acho que o público perceberá que fizemos tudo o que podíamos para entregar uma história divertida. Quando o filme terminar, vocês verão que há potencial para muitas coisas acontecerem. Meu objetivo era isolar nosso filme, protegê-lo e apenas contar uma boa história. Depois disso, teremos oportunidades de fazer muitas coisas legais”.

‘Kraven, o Caçador’ estreia nos cinemas em 13 de dezembro de 2024.

O elenco também é formado por Ariana DeBoseRussell CroweAlessandro NivolaChristopher AbbottFred HechingerLevi Miller.

J.C. Chandor (‘Operação Fronteira’) é o responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Art Marcum & Matt HollowayRichard Wenk.

kraven o caçador

Amigo de Liam Payne pode ser indiciado por abandono após deixar cantor sozinho

Homem tatuado sentado em sofá com almofadas.
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Um novo capítulo na trágica morte de Liam Payne veio à tona. Roger Nores, amigo próximo do cantor, está sob investigação por possível abandono, segundo o TMZ. A suspeita se intensifica com novas revelações sobre o comportamento de Nores nos dias que antecederam a fatalidade.

De acordo com a reportagem, o pai de Liam foi entrevistado pelas autoridades e afirmou que, em maio de 2024, Roger se ofereceu para assumir os cuidados de Liam e providenciar sua internação em uma clínica de reabilitação.

O pai de Liam também ressaltou que era crucial que o cantor estivesse sempre ocupado e nunca ficasse sozinho. No entanto, mesmo ciente dessa situação, Roger Nores se hospedou em outro hotel, enquanto o cantor ficou sozinho no Hotel CasaSur.

Segundo os promotores, Roger sabia que Liam havia recaído. Eles afirmam que, às 22h do dia anterior à morte do artista, ele pediu 4 garrafas de uísque, e, às 6h36 da manhã seguinte, pediu mais 5 garrafas.

Às 7h, Liam enviou uma mensagem a Roger dizendo: “Cara, acho que vou transar com uma prostituta.” Além disso, às 9h32, Liam enviou outra mensagem a Roger perguntando: “Você consegue 6 gramas?”… presumivelmente se referindo à cocaína.

No dia da morte, quando Roger chegou ao hotel pela manhã, ele e Liam tomaram café da manhã, onde o cantor continuou a beber uísque. Depois, ao voltar para o quarto, Liam procurou algo de forma caótica até encontrar um “pó”.

Às 11h30, duas prostitutas chegaram e disseram à polícia que tiveram relações sexuais com Liam. Elas afirmaram que ele pediu cocaína, pois estava sem, e também relataram que o cantor ficou enfurecido quando pediram o pagamento, socando a TV três vezes.

Por volta das 14h, as autoridades informam que Liam pediu a um funcionário do hotel: “Vou precisar de mais 7 gramas para hoje”.

Roger voltou ao hotel às 15h45 para pagar as prostitutas, e, às 16h, um funcionário alegou que Liam estava “visivelmente bêbado” e com as pupilas dilatadas.

Às 16h04, Roger deixou o hotel. Pouco depois, uma camareira ouviu Liam quebrando objetos no quarto, e alguém do hotel tentou ligar para Roger, mas ele não atendeu.

Já às 16h25, Roger enviou uma mensagem a Liam perguntando: “Como você está?”, mas não obteve resposta.

Embora a investigação aponte para um possível abandono, os promotores nacionais, que investigaram o caso, não podem indiciar Roger, pois o juiz determinou que casos envolvendo abandono devem ser tratados pelos promotores locais.

Até o momento, os promotores locais não apresentaram acusações. Os promotores nacionais tentaram recorrer da decisão do juiz, mas o recurso foi rejeitado.

O promotor André Madrea declarou que ainda está totalmente envolvido no caso e que o juiz ainda não tomou uma decisão final sobre sua jurisdição. Madrea também afirmou que outras pessoas podem ser acusadas em conexão com a morte de Liam.

Homem cantando em show com microfone na mão

A investigação liderada pelo promotor Andrés Esteban Madrea revelou a existência de “conduta ilícita” em relação à morte do cantor. A declaração oficial indicou que “três pessoas foram acusadas pelos crimes de abandono de pessoa seguida de morte, fornecimento e facilitação de narcóticos”.

“Desde o início da investigação e em poucos dias, medidas e ações meticulosas e exaustivas foram tomadas para esclarecer as circunstâncias que envolvem a morte do artista”, afirmo a declaração oficial.

“Como resultado das provas reunidas e após a análise dos diversos corpos de provas e dos numerosos anexos documentais e do histórico do caso, a promotora Andrea Madrea acusou formalmente três pessoas, solicitando sua denúncia e detenção em um relatório de 180 páginas apresentado na última sexta-feira ao juiz Bruniard”, afirmou a promotoria.

De acordo com os promotores, um dos acusados, que acompanhava Liam diariamente durante sua estadia em Buenos Aires, foi acusado de abandono de incapaz seguido de morte. Esse indivíduo também foi acusado de fornecer e facilitar o fornecimento de narcóticos.

O segundo réu, um funcionário do hotel, é acusado de fornecer cocaína a Liam Payne durante sua estadia no local. O terceiro acusado também foi responsabilizado por fornecer narcóticos ao cantor pop.

Como parte da investigação, a polícia apreendeu nove celulares, três computadores, dois discos rígidos e um pote de maconha. Além disso, as autoridades realizaram buscas em nove locais, sendo que oito estão relacionados aos três acusados.

O nono local é o quarto alugado por uma das duas mulheres que, segundo relatos, estiveram com Payne algumas horas antes de sua morte.

Segundo informações do The Guardian, Liam Payne faleceu devido a múltiplos traumas e sangramentos internos e externos provocados por uma queda de uma sacada no terceiro andar de um hotel em Buenos Aires.

A autópsia confirmou que as lesões na cabeça do pop star foram suficientes para resultar em sua morte.

As investigações também indicaram que ele estava sozinho no momento da queda. Cinco testemunhas foram ouvidas, e substâncias apreendidas em seu quarto sugeriram o consumo de álcool e drogas.

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O paramédico que atendeu o artista compartilhou detalhes sobre como ele foi encontrado após a queda do terceiro andar. Em uma entrevista ao La Nación, o paramédico Alberto Crescenti explicou o ocorrido.

“Quando os oficiais chegaram, o responsável do hotel informou que ouviu um forte barulho na parte interna traseira do estabelecimento e constatou a morte de um homem que havia se jogado da varanda do seu quarto”, constou no boletim policial.

Após a chegada da equipe médica, o artista foi identificado por meio de seu passaporte como Liam Payne. “Até que não tivéssemos o passaporte com seus dados precisos, não queríamos divulgar nenhuma informação”, admitiu Crescenti.

“Gostaríamos de ter tido uma chance para ele, mas as lesões que ele apresentava eram gravíssimas”, lamentou. “Acredito que a queda foi de quase 14 metros. A equipe não pôde fazer nada; não houve possibilidade de reanimação. Todo o corpo apresentava lesões severas”, acrescentou o especialista.

“Depois, soubemos que ele era o cantor de um grupo musical”, indicou Crescenti.

Em junho de 2021, ele lutou contra o vício em álcool e medicamentos prescritos em um momento, e as coisas ficaram tão ruins que ele teve pensamentos suicidas “graves”.

Homem sorrindo em foto em preto e branco.
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‘Wicked’: Dublê de Ariana Grande, Isabelle Bernardo, é brasileira e compartilha experiência no set

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O musical ‘Wicked’ já está em cartaz e tem encantado o público com sua versão cinematográfica, estrelada por Ariana Grande e Cynthia Erivo como as icônicas bruxas da Terra de Oz. Além das estrelas internacionais, o filme contou com a colaboração de uma brasileira: a dublê Isabelle Bernardo.

Isabelle atuou como dublê de Ariana Grande em algumas cenas do longa. Embora não apareça fisicamente no filme, a experiência de estar no set de Wicked foi inesquecível para a atriz de Joinville.

“Foi surreal. Nossa, foi lindo os sets de Wicked são incríveis. Eles tornaram tudo muito real, os atores também encarnaram muito os personagens. Então, você conseguia ver a magia acontecendo”, comentou Isabelle ao NSC Total.

Ela também elogiou o trabalho do diretor, John M. Chu: “O diretor do filme [John M. Chu], ele é muito gentil, uma pessoa muito aberta e amorosa. O set de filmagem geralmente é muito estressante, porque são muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo, ele fazia aquele negócio dar certo, fazia tudo fluir muito bem. […] Artistas tão renomados, tão talentosos. Foi um sonho, uma experiência que me agregou demais”.

Wicked não foi a única grande produção que contou com o talento de Isabelle. Ela também foi dublê de Jenna Ortega no filme ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice’. 

Nesse trabalho, Isabelle chegou a aparecer como Astrid Deetz, mas como a dublê de Ortega, seu rosto não é mostrado nas cenas, apenas sua silhueta, mãos ou ombros.

“Eu apareço em algumas cenas, mas não dá para identificar o rosto, são geralmente de costas. Nestes casos, também são as mãos, os ombros. É uma coisa muito legal, que a gente faz é quando a atriz não está disponível, uma cena de última hora e eles precisam que alguém leia as falas da pessoa com um outro ator que está realmente em câmera, porque a gente não aparece. O que a gente faz é estar com um grande ator, como Willem Dafoe, Catherine O’Hara ou Michael Keaton. Poder atuar com esse tipo de gigante do cinema é uma oportunidade muito legal”, revela Isabelle.

Outra experiência marcante foi durante as filmagens de ‘Velozes e Furiosos 10’, onde Isabelle gravou uma cena com Vin Diesel. Embora a cena tenha sido cortada, ela ainda se lembra com carinho do momento.

“Infelizmente minha cena não foi para o ar porque eu fechei a porta [do carro] no pé do Jason. Não sei se foi por isso, mas aconteceu. Era um pouquinho estreito o caminho entre a câmera e o carro para conseguir filmar e eu estava com salto muito alto. A gente não teve tempo de ensaiar e foi muito em cima da hora. Como ele era muito grande o carro era muito baixo, eu não consegui ver que o pé dele ainda tava para fora. Fechei a porta do carro no pé dele”, lembra, rindo.

Além de sua carreira internacional, Isabelle tem planos de atuar também em produções brasileiras.

“Meu polo industrial, onde eu mais recebo trabalho, é na Inglaterra. Eu vim para cá porque eu queria começar uma carreira no Brasil mesmo. Quero abrir este espaço um pouquinho já que eu nunca trabalhei profissionalmente aqui. Então, eu tive uma oportunidade no começo do ano, trabalhei numa longa-metragem que vai sair ano que vem, mas eu tenho mais vontade de trabalhar com o cinema nacional, novelas, séries brasileiras. Eu admiro muito nosso mercado”, finaliza Isabelle.

Aclamado pelos críticos – com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes –, ‘Wicked‘ também parece agradou os espectadores, recebendo uma nota A do público no CinemaScore.

A avaliação está dentro da média de filmes do gênero, como ‘Os Miseráveis‘ (A), ‘Chicago‘ (A-), ‘Annie‘ (A-) e ‘Mamma Mia‘ (A-).

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Filme de Guerra dirigido por Michael Bay com ator de ‘Um Lugar Silencioso’ estreia na Netflix

Tiro, Porrada e Bomba

O diretor Michael Bay ficou conhecido como “o mestre da destruição”. Um mestre do cinema de ação (alguns dirão sem cérebro). Sua carreira, no entanto, pode ser dividida em “antes e depois de Transformers”. É inegável que os filmes dos robôs gigantes deram projeção astronômica ao diretor, maior do que já havia tido com produções como Armageddon (1998) e Pearl Harbor (2001).

Ao buscarmos os melhores filmes em sua carreira, a maioria aponta A Rocha (1996) e A Ilha (2005), ambos da era “pré-Transformers”. No pós, muitos citarão Sem Dor, Sem Ganho (2013), realizado por “míseros” US$ 25 milhões. Agora, Bay volta em outra produção longe dos Decepticons e Autobots com o filme 13 Horas, que estreou no Top 10 da Netflix.

E, como não poderia deixar de ser, o mundo está de olho nele, já que trata-se de um cineasta amado e odiado em doses equivalentes – amado pelo grande público e odiado pelos críticos.

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Aqui, Bay tenta seu novo filme sério de guerra após o citado Pearl Harbor (sobre o ataque japonês durante a Segunda Guerra Mundial). Ao contrário da obra de 2001, este não é um romance trágico, apesar do diretor enfatizar sua pieguice extrema em variados momentos e inclusive utilizar um ponto de vista idêntico: o da câmera na bomba caindo – a tomada mais reconhecível daquele filme.

Baseado no livro de Mitchell Zuckoff, com roteiro de Chuck Hogan (Atração Perigosa, 2010), 13 Horas conta a história de uma equipe de segurança, trabalhando junto com o governo americano na proteção do embaixador dos EUA na Líbia em 2012. Encabeçando o grupo de mercenários estão James Badge Dale (Homem de Ferro 3), o líder da equipe, e John Krasinski (Sob o Mesmo Céu), o protagonista novato que serve como nossos olhos em meio a insanidade fervente.

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O grupo de brucutus, aliás, não fica devendo nada para Stallone e cia nos filmes dos Mercenários (2010, 2012, 2014) – talvez apenas na idade – tamanha é a falta de comprometimento de Bay e dos envolvidos em olharem um pouco além das caricaturas básicas. Esses caras malham, falam e pensam em suas famílias e são bons em atirar. A graça nem sempre é voluntária, com situações clichê que já esperamos encontrar nos filmes do diretor; e com 2h24min de projeção (que soam verdadeiramente como 13 horas), situações se repetem exaustivamente.

O resultado fica com cara de um grande vídeo game, o qual sequer podemos assumir o joystick. Diferente do Bay mudado de Sem Dor, Sem Ganho, o Bay de 13 Horas é o mesmo de sempre. Troque robôs gigantes por soldados robóticos. A montagem picotada do cineasta causa vertigem a todos nascidos antes da era dos clipes da MTV. É curioso notar que Bay não consegue passar meio minuto sem cortar uma tomada. Em filmes assim, muitas vezes passamos toda a projeção sem da fato dar uma boa olhada no rosto do protagonista. Se o sentimento almejado por Bay era nos jogar dentro do conflito, a proposta teve êxito. Como toda guerra, 13 Horas é feio, sujo, exaustivo e faz feridos.

‘ÓRFÃ 3’ ganha distribuição e será lançado NOS CINEMAS do Brasil

Os fãs de terror já podem comemorar: a Diamond Films anunciou a aquisição e distribuição do terror ‘ÓRFÃ 3‘ nos cinemas de todo o Brasil. O longa faz parte da franquia de terror já consolidada e é o terceiro capítulo da saga de sucesso.

Distribuidora reconhecida por trazer grandes sucessos do gênero terror para os cinemas brasileiros, a Diamond Films foi responsável pelo lançamento do segundo filme da franquia, ‘Órfã 2: A Origem‘, em 2022. O longa alcançou a marca de mais de 2,1 milhões de ingressos vendidos.

Apesar de já ter 27 anos, a atriz Isabelle Fuhrman voltará a viver A Órfã com ajuda de prostéticos e efeitos visuais.

O roteirista David Coggeshall (‘Plano Família’) e o diretor William Brent Bell (‘Boneco do Mal’) também retornam.

O diretor William Brent Bell comentou ao site Bloody Disgusting sobre os planos para a história.

“Há 30 anos da vida dela [que não exploramos]. E há tanta experiência de vida com a qual podemos brincar. E acho que por causa do tom deste filme, podemos ficar cada vez mais claros. Torne-a mais responsável e má, mas também se divirta ainda mais às vezes. Então, é claro que queremos fazer o terceiro filme. As possibilidades para esta franquia são infinitas. Qualquer coisa é possível. E, sabendo a direção que estamos seguindo [para o terceiro filme], estou extremamente animado com as reviravoltas que temos reservadas para os espectadores,” declarou o cineasta.

O novo filme deve seguir o mesmo caminho que o capítulo anterior, servindo de pré-sequência ao longa original.

No primeiro filme, Esther é uma mulher de 33 anos chamada Leena Klammer, que tem hipopituitarismo – um distúrbio hormonal raro que atrapalhou seu crescimento físico e causou nanismo proporcional. Ela passou a maior parte de sua vida se passando por uma garotinha.

Na sequência, Lena Klammer orquestra uma fuga brilhante de uma unidade psiquiátrica russa e viaja para os Estados Unidos representando a filha desaparecida de uma família rica. Mas a nova vida de Lena como Esther vem com um problema inesperado e a coloca contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo.

 

Astro de ‘IT – A Coisa’ revela que a própria filha CRITICOU o segundo filme

Em 2017, uma das obras mais conhecidas de Stephen King‘IT – A Coisa’, ganhava um aclamado remake que não apenas conquistou 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, como alcançou a sólida marca de US$704,2 milhões arrecadados ao redor do mundo.

Dois anos depois, a segunda parte da adaptação chegou aos cinemas – mas não obteve o mesmo sucesso do capítulo anterior, dividindo tanto a crítica quanto o público. E parece que até mesmo membros próximos à equipe e ao elenco do segundo filme tiveram críticas a fazer.

Em uma recente entrevista ao podcast Where Everybody Knows Your NameBill Hader (que interpretou a versão mais velha de Richie Tozier), revelou que sua própria filha teve uma crítica bastante pontual em relação à sequência.

“A única coisa de que participei e que despertou interesse nos meus filhos foi o fato de eu estar em ‘IT – Capítulo 2’, ele conta. “Eu estava no filme – e eles foram em várias festas do pijama. [‘IT’] é o tipo de filme que as crianças colocam nessas festas. Então, minha filha me disse: ‘eu vi você [no filme]’. E eu perguntei: ‘o que você achou?’. E ela respondeu: ‘o primeiro foi melhor'”. 

Lembrando que a saga ganhará uma série pré-sequência intitulada ‘Bem-Vino a Derry’, que chega ao catálogo da Max em 2025.

Bill Skarsgård retornará como o icônico Pennywise.

O elenco ainda contará com Alixandra Fuchs (‘Hatfields & McCoys’), Kimberly Guerrero (‘A Inglesa’), Dorian Grey (‘Star Trek: Discovery’), Thomas Mitchell (‘Spiral’), BJ Harrison (‘Family Law’), Peter Outerbridge (‘Jogos Mortais VI’), Shane Marriott (‘Fargo’), Chad Rook (‘Joe Pickett’), Joshua Odjick (‘Wildhood’) e Morningstar Angeline (‘Westworld’). Os fãs da obra de Stephen King terão que esperar um pouco mais para mergulhar de volta em Derry.

Bem-Vindo a Derry‘ terá como produtor executivo Andy Muschietti, o diretor dos dois filmes de 2017 e 2019, ao lado de sua irmã Barbara Muschietti.

Além da origem de Pennywise, a série contará a história da cidade Derry na década de 1960, anos antes dos eventos de ‘It – A Coisa’.

‘Gangs of London’: 3ª temporada ganha TEASER, sinopse oficial e previsão de estreia; Confira!

Sky divulgou o teaser trailer oficial da 3ª temporada de Gangs of London.

Além disso, foi revelada a sinopse oficial do novo ciclo.

Confira:

À medida que o caos irrompe em Londres depois de um carregamento fortificado de cocaína matar centenas de pessoas, nossos personagens colidem com novos rostos ligados por laços de sangue, desencadeando lutas brutais pelo poder, alianças inesperadas e rivalidades ferozes.

O ex-policial disfarçado como gângster Elliot desempenha seu novo papel como um criminoso de alto nível ao lado dos Dumanis, mas o aumento coloca suas operações em desordem. Os Wallaces, Luan, Lale e as gangues de rua enfrentam consequências devastadoras à medida que vinganças pessoais colidem com lutas profissionais pelo poder que se transformam em violentas guerras territoriais.

Na luta implacável pelo controle do submundo do crime em Londres, ninguém está seguro. Isto não foi acidente – foi um ataque calculado. Mas quem está puxando as cordas?

Os próximos episódios estreiam em 2025.

Lembrando que as duas primeiras iterações estão disponíveis no Brasil através da plataforma da Lionsgate+, do Prime Video e da Globoplay.

Criada por Gareth Evans e Matt Flannery, da franquia ‘The Raid’, a série investiga o submundo do crime moderno de Londres.

Colm MeaneyJoe Cole, Sope DirisuLucian MsamatiMichelle FarleyMark Lewis Jones e Valene Kane fazem parte do elenco.

Tom Hardy, Pierce Brosnan e Helen Mirren irão estrelar nova série de Guy Ritchie

Segundo o DeadlineTom HardyPierce BrosnanHelen Mirren foram oficialmente confirmados como os protagonistas da nova série de Guy Ritchie (‘Magnatas do Crime’), que segue sem título oficial.

As gravações da produção, supervisionada pela Showtime e pela Paramount+, já se iniciaram em Londres.

Hardy dá vida a Harry Da Souza, um conciliador profissional que trabalha em nome da família Harrigan; Brosnan é Conrad Harrigan, líder de uma família criminosa irlandesa de enorme sucesso que vive em Londres, além de funcionar como chefe de Harry; Mirren interpreta Maeve Harrigan, matriarca da família e esposa de Conrad.

A sinopse revela que a série é “uma nova e eletrizante produção de crimes globais centrada em duas famílias em guerra em Londres, cujos empreendimentos se estendem por todos os cantos do globo e o ‘consertador’ ferozmente leal encarregado de proteger uma delas a todo custo”.

Keith Cox, Nina L. Diaz, David C. Glasser, Guy Ritchie, Jez Butterworth, Ronan Bennett, Kris Thykier, Ivan Atkinson, Tom Hardy, Dean Baker, Ron Burkle, David Hutkin e Bob Yari entram como produtores executivos.

Mais informações não foram reveladas.

Confira o trailer completo de ‘Dexter: Pecado Original’, pré-sequência da série original

A Paramount+ divulgou o trailer completo de ‘Dexter: Original Sin‘, que servirá de pré-sequência ao seriado original.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção estreará oficialmente no dia 13 de dezembro.

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“Ambientada em 1991 em Miami, ‘Dexter: Original Sin’ segue Dexter enquanto ele faz a transição de estudante para assassino em série vingador. Quando seus impulsos sanguinários não puderem mais ser ignorados, Dexter deverá aprender a canalizar sua escuridão interior. Com a orientação de seu pai, Harry (Slater), ele adota um Código criado para ajudá-lo a encontrar e matar pessoas que merecem ser eliminadas da sociedade sem entrar no radar das autoridades. Este é um desafio particular para o jovem Dexter quando ele inicia um estágio forense no Departamento de Polícia Metropolitana de Miami.”

Patrick Gibson (‘Sombra e Ossos’) interpretará a versão mais jovem do personagem titular, enquanto Molly Brown (‘Evil’) dará vida a sua irmã, Debra Morgan.

O elenco ainda contará com Patrick Dempsey (‘Grey’s Anatomy’), James Martinez (Angel Batista), Christina Milian (Maria LaGuerta), Alex Shimizu (Vince Masuka), Sarah Michelle Gellar (Tanya Martin) e Reno Wilson (Bobby Watt).

Com 10 episódios, a produção se passará 15 anos antes dos eventos da série original.

O showrunner original de Dexter, Clyde Phillips, assume o comando da nova série, enquanto o experiente diretor Michael Lehmann, conhecido por seu trabalho em Atração Mortal, assume a direção e a produção executiva.

Dexter: Original Sin’ faz parte da estratégia da Paramount+ de expandir o universo de Dexter, após o sucesso da série original e da sequência Dexter: New Blood’.

Vale lembrar que o revivalNew Blood‘ se tornou a série mais assistida da história do canal Showtime. Os 10 episódios da produção registraram uma média semanal de mais de 8 milhões de espectadores através de todas as plataformas, batendo recordes históricos do canal.

Ao vivo, o último episódio da série foi assistido por 3 milhões de espectadores, o que representa a melhor audiência para uma finale do canal em mais de 8 anos – desde o controverso desfecho da série original ‘Dexter‘, que foi assistido por 3.3 milhões de espectadores, em 2013.

O elenco conta com Michael C. Hall (‘Safe’), Jamie Chung (‘Lovecraft Country’) Clancy Brown (‘Tropas Estelares’), Julia Jones (‘O Mandaloriano’), Alano Miller (‘Sylvie’s Love’), Johnny Sequoyah (‘Believe’), John Lithgow (‘The Crown’), Jennifer Carpenter (‘O Exorcismo de Emily Rose’), Michael Cyril Creighton e Jack Alcott.

‘Brinquedo Assassino’, ‘A Dama de Vermelho’, ‘Menino do Rio’ e os Clássicos Imperdíveis dos anos 80 para curtir na Amazon Prime Video

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A Amazon Prime Video segue sua caminhada como o melhor serviço de streaming da atualidade. O segredo da plataforma é misturar produções originais, novidades de outros estúdios e clássicos das décadas de 80 e 90 para os nostálgicos. A Netflix, por exemplo, investe muito mais em produções próprias. E como sabemos, nem tudo que a empresa cria é ouro. Para não dizer, muito pouco do que cria é ouro.

É claro que toda plataforma investe em produções de seu respectivo estúdio. Por exemplo, a Max tem no acervo a filmoteca da Warner, e a Disney+, da Fox e da própria Disney (Star Wars e Marvel). O acerto da Amazon, no entanto, é além de disponibilizar as obras da MGM (de propriedade da empresa agora), é fazer acordo com estúdios como a Universal e a própria Warner, para também dispor, com exclusividade, de seu conteúdo.

Aqui, em mais uma matéria nostálgica, separamos um novo lote de filmes dos anos 80 para os fãs da época degustarem na Amazon Prime Video. Esses são os clássicos que acabaram de chegar na plataforma. Confira.

S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço (1987)

Se você é fã de Star Wars precisa assistir a esta paródia realizada pelo mestre do humor nonsense Mel Brooks. Se você não é fã de Star Wars, mas gosta de comédias dos anos 80, precisa assistir também. Essa é a versão escrachada de Brooks para a saga espacial criada por George Lucas. Lembrando que àquela altura, tínhamos apenas a trilogia original lançada nos cinemas. Figuras marcantes dos anos 80, como Rick Moranis e John Candy, dão as caras, além do próprio Brooks em papel duplo.

Brinquedo Assassino (1988)

A Amazon Prime Video traz um presentaço para os fãs de terror. Em especial para os fãs de terror dos anos 80. Um dos maiores ícones do gênero na época era o boneco Good Guy, possuído pelo espírito do assassino em série Charles Lee Ray. O psicopata interpretado por Brad Douriff estava sendo caçado pelo detetive Mike Norris (Chris Sarandon), e quase foi morto por ele. Mas o vilão sagaz, conhecedor de magia negra, passou seu espírito para o objeto inanimado, fazendo-o ganhar vida. Muitos podem não saber, mas ‘A Hora do Espanto’ e ‘Brinquedo Assassino’ foram dirigidos pelo mesmo cineasta, Tom Holland, e contam com o mesmo Chris Sarandon protagonizando.

Jogos de Guerra (1983)

Três anos antes de sacudir o mundo com ‘Curtindo a Vida Adoidado’, o ator adolescente mais famoso dos anos 80, Matthew Broderick, já estrelava uma produção cult muito querida. Em ‘Jogos de Guerra’, Broderick vive David, uma fera dos videogames da época (hoje em dia é até engraçado ver como era a tecnologia), que termina inadvertidamente invadindo os computadores do Pentágono, e quase inicia a Terceira Guerra Mundial, acreditando estar apenas jogando.

Os Três Amigos! (1986)

Essa é para os fãs da série ‘Only Murders in the Building’ que querem conhecer um pouco mais das carreiras dos astros Steve Martin e Martin Short. Esse filme resume bem a amizade da dupla, iniciada na década de 1980. Aqui, os “Martins” se unem a outro ícone dos anos 80, Chevy Chase (dos filmes ‘Férias Frustradas’). Aliás, Chase é um ator que precisava aparecer na citada série atual. No filme, o trio interpreta atores acreditando estarem filmando um faroeste. Na verdade, estão no meio de uma revolução armada no México.

TV Pirata (1989)

Em 2022, o ator Daniel Radcliffe (o eterno ‘Harry Potter’) estrelou a biografia ‘Weird – A História de Al Yankovic‘. Muitos podem ter se perguntado: quem diabos é Al Yankovic? Realmente, só os que viveram na década de 80 conhecem o artista, que ficou famoso por parodiar clipes famosos de cantores consagrados, criando sua versão escrachada. Ele fez, exemplo, ‘Fat’, ‘Eat It’ e ‘Like a Surgeon’, paródias de ‘Bad’, ‘Beat It’, de Michael Jackson, e ‘Like a Virgin’, de Madonna. Mas Yankovic também fez um filme. Em ‘TV Pirata’ (UHF), ele vive um programador de uma rede pública, que se torna um sucesso graças à inovações. E claro, muitas paródias.

Totalmente Selvagem (1986)

Melanie Griffith, a mãe de Dakota Johnson, é quem estrela essa comédia alucinada. Era comum nos anos 80 vermos romances entre homens retraídos e mulheres de espírito livre, que chegam para lhes mostrar que a vida não é só trabalho, e pode ser divertida. Acontece que essa era a época dos Yuppies, jovens executivos que só pensavam em trabalho e dinheiro. Quem vive o Yuppie da vez é Jeff Daniels.

Ela é o Diabo (1989)

Que tal uma comédia escrachada com Meryl Streep? Curiosamente, esse filme tem muito a ver com ‘A Morte lhe Cai Bem’, outra comédia estrelada por Streep, dona de uma história muito parecida. Em ambos os filmes, a recordista do Oscar interpreta uma mulher bem-sucedida profissionalmente, que termina roubando o marido de outra, despertando o desejo de vingança na mulher traída.

A Dama de Vermelho (1984)

Certamente você já ouviu a canção “I Just Called to Say I Love You”, do lendário Stevie Wonder, que levou o Oscar. Pois bem, o que muitos podem não saber é que a música é deste filme. Baseado em uma produção francesa (‘O Doce Perfume do Adultério’), a versão americana é dirigida e estrelada por Gene Wilder. Ele vive um pai de família, bem-casado e pacato. Em uma crise, ele começa a contemplar o adultério, quando vê e fica apaixonado por uma mulher usando um vestido vermelho – papel de Kelly LeBrock.

Procura-se Rapaz Virgem (1985)

Jim Carrey foi revelado ao mundo no ano de 1994, quando estrelou ‘Ace Ventura’. Mas antes disso, o ator já estrelava filmes cult. Um que se tornou famoso entre os cinéfilos é este ‘Procura-se Rapaz Virgem’, no qual Carrey interpreta um colegial retraído, que não tem muita sorte com as mulheres. Ele termina se tornando alvo dos avanços de uma mulher mais velha e sedutora. O grande problema é que ela é uma vampira milenar (papel de Lauren Hutton), em busca de seu sangue para a eternidade.

Vou te Pegar Otário (1988)

Por falar em filmes paródia, depois de Mel Brooks e seu escracho com Star Wars, aqui temos os irmãos Wayans, muitos anos antes de ‘Todo Mundo em Pânico’ e ‘As Branquelas’. Eles realizam uma paródia de um tipo de filme muito famoso na década de 1970, o “Blaxplotation”, produções policiais e criminais estrelados por atores negros, geralmente produzidos por uma equipe negra também.

A Mulher do Tenente Francês (1981)

Outro filme com a “monstra sagrada” Meryl Streep. Esse aqui, um drama ao invés de uma comédia. Inovador por sua metalinguagem, o filme foi indicado para 5 Oscar, incluindo, é claro, para melhor atriz (Streep). A musa e o veterano Jeremy Irons interpretam dois atores. Eles fazem um filme de época passado na Inglaterra, onde seus personagens estão apaixonados. A vida imita a arte quando os atores também iniciam um relacionamento.

Entrega Mortal (1989)

Se você é fã de filmes de ação, aqui temos um protagonizado por duas verdadeiras lendas de Hollywood. Do mesmo diretor de ‘O Fugitivo’, o icônico Gene Hackman interpreta o Sargento do exército Johnny Gallagher. Ele é incumbido da missão de transportar um prisioneiro, papel de Tommy Lee Jones. Mas desta vez, Jones é o fugitivo, e escapa das garras do militar, iniciando uma verdadeira caçada humana. No percurso ele irá descobrir uma conspiração envolvendo seu prisioneiro.

O Vingador (1986)

Por falar em ícones durões da década de 1980, poucos foram tão implacáveis quanto Charles Bronson. Menino de ouro da “picareta” Cannon Films, esse é justamente um filme de tal estúdio. No filme, Bronson vive Jack Murphy, um policial incorruptível e infalível de Los Angeles. O policial acima de qualquer suspeita termina caindo em uma cilada que o coloca como culpado pelo assassinato da ex-mulher. Agora, ele precisa escapar das autoridades para colocar a história a limpo – tendo a tiracolo uma incomum aliada.

Menino do Rio (1982)

Clássico do cinema brasileiro, quem estrela essa produção que fez bastante sucesso na época é André de Biase, famoso nos anos 80 por ter sido o Lula, da dupla Juba e Lula, da série sensação ‘Armação Ilimitada’ (1986). A trama acompanha um grupo de adolescentes surfistas no Rio de Janeiro e suas aventuras românticas.

Romance da Empregada (1988)

Filme de Bruno Barreto (‘Dona Flor e seus Dois Maridos’ e ‘O que é Isso, Companheiro?’), narra as desventuras da empregada doméstica Fausta. Sua relação com o marido e com as pessoas que a cercam em seu universo. Quem protagoniza é Betty Faria, a eterna ‘Tieta’. A atriz viria a interpretar sua citada personagem mais famosa das telinhas no ano seguinte.

Aventuras de um Paraíba (1982)

Outra produção nacional disponível na Amazon Prime Video é este filme estrelado por Claudia Ohana e que tem participação do eterno Velho Guerreiro, Chacrinha. Na trama, um rapaz nordestino, vem ao Rio de Janeiro tentar a vida. Chegando aqui, ele encontra inúmeras adversidades, mas também o amor.

‘Beleza Fatal’: Novela brasileira do Max ganha cartaz INÉDITO; Confira!

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Beleza Fatal, a primeira novela brasileira do Max, ganhou um novo cartaz oficial.

A produção chega à plataforma no dia 27 de janeiro de 2025.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

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A produção foi criada por Raphael Montes.

A trama vai a fundo no mundo da beleza e dos procedimentos estéticos. A trama é liderada pela busca passional por justiça de Sofia que, ainda criança, viu a mãe ser presa por um crime que não cometeu. Ela é acolhida pela família Paixão que, assim como ela, demanda compensação pela filha, vítima de uma cirurgia plástica falha. Em qual ponto a justiça e a vingança se confundem?

Camila QueirozMurilo RosaCaio BlatMarcelo SerradoGiovanna AntonelliVanessa GiácomoHerson CapriAugusto MadeiraJulia Stockler e outros completam o elenco.

‘Superman’: James Gunn revela como novo DCU será diferente da visão de Zack Snyder

Superman, o novo filme de James Gunn, marcará o início de uma nova era para o DCU, e recentemente o cineasta compartilhou sua visão sobre o personagem, explicando como seu enfoque será diferente do de Zack Snyder.

“Tudo vai ser totalmente diferente”, começou Gunn, conforme o ComicBookMovie. “Uma das coisas que eu adoro nos quadrinhos da DC é que sempre conseguiram contar histórias de maneiras muito distintas. Eles têm histórias mais voltadas para a família, outras mais adultas, histórias sombrias, histórias leves. Eu acho que, para nós, queremos contar uma variedade de histórias. Muitas dessas histórias farão parte do DCU”.

“Temos algo relativamente sério, como Superman, e algo mais cômico, como Pacificador, todos dentro do mesmo universo. Algo bem adulto, como Pacificador, e algo mais amigável para a família, como Superman, continuou Gunn.

“Eu acredito que poder contar diferentes tipos de histórias é o que torna tudo mais interessante. Uma das coisas das quais já estou um pouco cansado é ver todas as histórias sendo praticamente iguais. Estou tentando sair dessa zona de conforto. Nós, da DC, estamos tentando fazer algo diferente”, concluiu o cineasta.

Marcado para julho de 2025, ‘Superman também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo, Isabela Merced como Mulher-Gavião, e Edi Gathegi como Sr. Incrível.

Com lançamento marcado para 11 de julho de 2025, Superman será o primeiro filme do novo DCU.

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‘Babilônia’: Margot Robbie revela que não entende por que filme foi um fracasso

A estrela de Hollywood Margot Robbie falou recentemente sobre ‘Babilônia’, revelando que, até hoje, não consegue entender por que o filme teve tão baixo desempenho nas bilheteiras.

O longa, estrelado por Robbie e Brad Pitt, teve um orçamento de cerca de US$ 80 milhões de dólares, mas arrecadou apenas US$ 15 milhões nos cinemas dos Estados Unidos e US$ 63 milhões mundialmente.

“Eu ainda fico dizendo isso”, comentou Robbie. “Eu adoro o filme. Eu também não entendo. Sei que sou tendenciosa, porque estou muito envolvida no projeto e, obviamente, acredito nele, mas ainda não consigo entender por que as pessoas não gostaram. Fico me perguntando se, daqui a 20 anos, as pessoas vão dizer: ‘Espera, Babilônia não fez sucesso na época?’ Como quando você ouve que Um Sonho de Liberdade foi considerado um fracasso na época e você pensa: ‘Como isso foi possível?'”

Sobre sua experiência no filme, a atriz só tem boas lembranças de ter participado de ‘Babilônia’.

“Damian [Chazelle] é muito detalhista”, afirmou Robbie. “Sabe o que eu mais amei ao trabalhar com ele? Eu senti que ninguém havia realmente pressionado o acelerador, mas ele queria isso o tempo todo. Ele queria mais, sempre. Mesmo durante a preparação”.

Ela continuou: “Quando estávamos tentando descobrir qual deveria ser o sotaque da personagem, eu dei 51 versões diferentes para ele. Foi como fazer um espetáculo de uma mulher só. Começamos com o sotaque de Boston. Nellie é de Boston. Aqui está como ela soaria se fosse do Arkansas. Depois fui ficando mais específica. Aqui está Nellie se ela fosse uma mistura de Snooki do Jersey Shore com Joe Pesci. Agora vou ser um pouco de Fran Drescher misturada com a Snooki. Esse foi o nível de especificidade. Em um ponto, eu contei todas as versões que ofereci a ele e eram 51”.

‘Babilônia’ está disponível na Netflix.

Roteirizado e dirigido por Damian Chazelle, o filme é ambientado no final dos anos 1920, durante a transição da indústria cinematográfica dos filmes mudos para os falados. Babylon explora a ascensão e queda de várias estrelas do cinema durante essa turbulenta época.

2ª temporada de ‘The Walking Dead: Daryl Dixon’ já está disponível em streaming!

A 2ª temporada de ‘The Walking Dead: Daryl Dixon‘ já está disponível no catálogo brasileiro do Prime Video.

Na nova temporada, Daryl continua a sua jornada na França, tentando encontrar um caminho de volta para casa. As conexões que forma ao longo do caminho complicam o seu plano, enquanto velhos amigos estão à sua procura.

Além de Norman Reedus, o próximo ciclo também conta com o retorno de Melissa McBride como a Carol Peletier.

Confira o trailer legendado e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Clémence Poésy, Adam Nagaitis, Anne CharrierEriq EbanoueyLaika Blanc Francard, Louis Puech Scigliuzzi Romain Levi.

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‘Loki’: Deus da trapaça cita Hércules em cena deletada

Loki, a série de sucesso do Disney+, teve algumas cenas deletadas que aprofundam ainda mais o arco de redenção do deus da trapaça, interpretado por Tom Hiddleston.

Segundo a Variety, uma dessas cenas, recentemente revelada, mostra Loki relembrando quantas pessoas “disseram que eu era um problema” enquanto conversa com seu amigo Mobius (Owen Wilson) sobre fatias de torta de limão.

Durante a conversa, Loki menciona vários personagens, começando pelos companheiros de Thor em Asgard: Volstagg (Ray Stevenson), Hogan (Tadanobu Asano) e Fandral (Josh Dallas e Zachary Levi).

Ele também fala de Laufey (Colm Feore), o rei dos Gigantes de Gelo e seu pai biológico, além de Bor (Tony Curran), o pai de Odin e avô adotivo de Loki.

Loki ainda menciona Heimdall duas vezes, dizendo: “Heimdall era um grande nome!”

O deus da trapaça também cita personagens da Terra, como Jane Foster (Natalie Portman), seu colega de trabalho científico Erik Selvig (Stellan Skarsgard) e sua estagiária Darcy Lewis (Kat Dennings).

Também são mencionados o diretor da S.H.I.E.L.D., Nick Fury (Samuel L. Jackson), e a agente Maria Hill (Cobie Smulders), além de Donald Blake, “quem Thor finge ser quando vai à Terra”.

Entre as figuras citadas, há ainda referências a dois vilões dos quadrinhos da Marvel que ainda não apareceram no MCU: Amora, a Encantor e o Homem Absorvente.

E, para surpresa dos fãs, Loki também menciona Hércules, o semideus grego, que fez sua estreia no MCU na cena pós-créditos de ‘Thor: Amor e Trovão’ (2022).

“Hércules — outro grandalhão”, diz Loki a Mobius. “Eu fui um grande problema para ele.”

Lembrando queLoki está disponível no Disney +.

‘Submissão’: Terror com Megan Fox já está disponível em streaming; Confira o trailer LEGENDADO!

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O terror de ficção científica ‘Submissão‘ (Subservience), estrelado pela Megan Fox (‘Garota Infernal’), já está disponível no catálogo brasileiro do Prime Video.

Na trama, um pai em dificuldades e com sua esposa adoecida, decide comprar Alice, uma androide com inteligência artificial extremamente realista. No entanto, Alice se torna repentinamente autoconsciente e deseja tudo o que sua nova família tem a oferecer, começando pelo afeto de seu dono.

Michele Morrone, da franquia ‘365 Dias‘, também estrela a produção.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

S.K. Dale (‘Até a Morte’) é responsável pela direção.

O roteiro foi assinado por Will Honley (‘Escape Room 2: Tensão Máxima’) e April Maguire (‘Lost Girls’).

Samuel L. Jackson não considera indicação ao Oscar como uma honra

O astro do cinema Samuel L. Jackson falou recentemente sobre sua visão sobre as indicações ao Oscar.

Embora seja um dos atores mais aclamados de Hollywood, ele foi indicado ao prêmio apenas uma vez, em 1995, por sua atuação inesquecível como Jules Winnfield em Pulp Fiction, mas acabou perdendo para Martin Landau, por Ed Wood.

Segundo à Entertainment, Jackson foi questionado sobre uma possível indicação ao Oscar e afirmou: “Já estamos nesse negócio há tempo suficiente para saber que as pessoas falam, ‘Bem, é só uma honra ser indicado.’ Não, não é. É uma honra ganhar”.

Ele continuou: “Você sabe, você é indicado, as pessoas falam, ‘Sim, sim, eu lembro disso. Mas a maioria das pessoas esquece, sabe? Geralmente, é uma competição na qual você não se voluntariou a entrar. Eu não fui lá para me exibir, tipo, ‘Bem, espere um minuto. Deixa eu fazer minha cena então! Segura aí!'”.

Em 2021, Jackson recebeu o Oscar Honorário, em reconhecimento ao seu trabalho como um “ícone cultural cujo trabalho dinâmico ressoou através de gêneros, gerações e públicos ao redor do mundo”.

O icônico ator ainda observou que, no final das contas, “as pessoas têm dificuldade em lembrar quem realmente ganhou”.