Segundo a Variety, o terror francês ‘Sob as Águas do Sena’, que se tornou um sucesso entre os assinantes da Netflix, teve sua sequência oficialmente confirmada.
O novo filme trará de volta o diretor Xaiver Gens, bem como os astros Nassim Lyes (Adil) e Bérénice Bejo (Sophia).
As informações também indicam que a continuação está em estágios iniciais de desenvolvimento, com as gravações previstas para iniciarem no final de 2025 ou no início de 2026.
Com 63% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Sob as Águas do Sena‘ está disponível na plataforma de streaming.
Uma bióloga marinha Sophia descobre que um tubarão gigante invadiu o rio Sena pouco antes da realização de um triatlo internacional. Embora as autoridades relutem em acreditar nela, Sophia deve se unir a um policial e uma ativista climática para impedir um literal banho de sangue.
Na trama, um jovem desafiador parte em uma aventura em Londres durante a II Guerra Mundial apenas para se encontrar em imenso perigo, enquanto uma perturbada Rita procura por seu filho desaparecido.
‘Thunderbolts’, filme que mostrará uma nova equipe no UCM, conseguiu uma boa recepção em sessões de teste, o que revelou alguns detalhes do longa da Marvel Studios.
No X, antigo Twitter, o usuário Chad Ryan compartilhou com seus seguidores algumas informações que surgiram após as exibições de teste do filme.
De acordo com os vazamentos, Yelena, interpretada por Florence Pugh, será a protagonista da trama, com o filme começando em uma missão da personagem.
Também foi revelado que o Sentinela terá um traje muito fiel aos quadrinhos e se tornará O Vazio no terceiro ato do filme.
Além disso, foi mencionado que o filme conta com cenas de ação incríveis, com destaque para uma de Ghost, enquanto o enredo tem um tom parecido com o de ‘Capitão América 2: O Soldado Invernal’.
Ryan ainda compartilhou mais detalhes sobre a participação do Sentinela no filme, afirmando que os Thunderbolts enfrentarão o personagem no topo da Torre dos Vingadores e, após a luta, passarão a ser conhecidos como os Novos Vingadores.
Bob is on “Vals” side
-He refuses to kill The Thunderbolts. He has high morals in this film
-The Thunderbolts help Bob defeat his evil persona
-Val Drugs him so he doesnt remember anything.
-Bob doesn’t know much besides his name
-Val puts everyone against eachother in the vault.… pic.twitter.com/ddAxeQx11e
Recentemente, a Marvel divulgou o novo trailer de ‘Thunderbolts‘, que mostrará a mais nova equipe do MCU – formada por personagens desajustados que terão que trabalhar em conjunto.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de maio de 2025.
Além de Sebastian Stan, o longa terá um elenco composto por Florence Pugh (Yelena Belova/Viúva Negra), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Wyatt Russell (Agente Americano).
A Walt Disney Studios não é considerado um dos impérios da animação por qualquer motivo: ao longo de sua longa existência, a companhia deu origem a alguns dos melhores e mais aclamados títulos da sétima arte – e um deles é ‘A Pequena Sereia’.
A trama, dirigida por John Musker e Ron Clements, acompanha Ariel, uma sereia princesa de dezesseis anos de idade que está insatisfeita com a vida no fundo do mar e curiosa sobre o mundo na terra. Não demora muito até ela se apaixonar por um príncipe humano e faz um acordo com a bruxa do mar para transformar-se em humana.
Conquistando inúmeros elogios por parte da crítica, a produção também fez um sucesso enorme de bilheteria, arrecadando US$235 milhões ao redor do mundo contra um orçamento de US$40 milhões. Além disso, a animação levou para casa duas estatuetas do Oscar – Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original por “Under the Sea” – e abriu o período que ficaria conhecido como a Era da Renascença da Disney após uma série de projetos que não tiveram grande sucesso.
No dia de hoje, 17 de novembro de 2024, a produção completa 35 anos. Para celebrar seu aniversário, preparamos uma breve lista elencando curiosidades de bastidores sobre a obra.
Confira:
Na cena de abertura, quando o Rei Tritão chega à arena de seu castelo, Mickey Mouse, Pateta, Pato Donald e Caco podem ser vistos brevemente na multidão de marinheiros quando ele passa por cima deles.
Originalmente, Sebastião deveria ter sotaque inglês. Porém, o letrista e produtor Howard Ashman sugeriu que ele tivesse um sotaque caribenho. Isso abriu as portas para números no estilo calipso, como “Under the Sea”, que ganhou o Oscar.
“Part of Your World”, uma das canções mais populares do filme e também do panteão da Casa Mouse, foi responsável por lançar uma tendência nas produções subsequentes do estúdio: músicas em que o protagonista vocalizaria seus desejos e seus sonhos bem no início da narrativa. A faixa serviu de inspiração para “Belle”, em ‘A Bela e a Fera’; “One Jump Ahead”, em ‘Aladdin’; “I Just Can’t Wait To Be King”, em ‘O Rei Leão’; “Just Aroud the Riverbend”, em ‘Pocahontas’; e várias outras.
Esse foi o último filme de animação da Disney a usar células pintadas à mão e câmeras analógicas e filmes. 1.000 cores diferentes foram usadas em 1.100 fundos. Mais de um milhão de desenhos foram feitos no total.
Muitas criaturas marinhas famosas aparecem no filme, como sereias e tritões. Porém, Úrsula é um tipo menos conhecido de criatura mitológica conhecida como cecaelia: metade humana e metade polvo. Porém, muitos fãs discutem se Úrsula é uma lula ou um polvo com base no número de seus tentáculos. Ela tem apenas seis tentáculos, porque era mais barato desenhar; no entanto, foi sugerido que seus braços contem como os outros dois.
A música “Part of Your World” quase foi cortada do projeto; o presidente da Disney à época, Jeffrey Katzenberg, a considerava “chata” – e, em uma exibição-teste, as crianças ficaram inquietas durante a música, cuja animação ainda não havia sido finalizada. Uma delas, inclusive, se sentou à frente de Katzenberg, derrubando a pipoca que segurava e mais interessada em pegá-la do que em assistir à sequência em questão.
As caudas de Ariel e de suas irmãs consistem nas cores do arco-íris. Attina: laranja, Alana: violeta, Aquata: azul, Arista: vermelho, Adella: amarelo, Andrina: índigo e Ariel: verde.
Christopher Daniel Barnes tinha apenas 16 anos quando gravou sua voz para o Príncipe Eric. Os produtores sentiram que sua voz parecia muito mais velha do que realmente era.
‘A Pequena Sereia’ foi o primeiro filme da Disney a conquistar um Oscar desde ‘Se Minha Cama Voasse’, lançado em 1971. Porém, vale lembrar que outros filmes do estúdio foram indicados nesse intervalo.
O conto ‘A Pequena Sereia’ era propriedade da Disney desde 1941. A companhia planejava incluir a versão original história de Hans Christian Andersen em um filme antológico planejado das obras do autor de fantasia. Depois de uma dura greve dos animadores naquele mesmo ano e do foco crescente em curtas de propaganda por causa da II Guerra Mundial, a versão inicial foi oficialmente engavetada em 1943.
De acordo com o Deadline, a aguardada sequência ‘Gladiador II‘ arrecadou US$ 87 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias internacionais.
Lançado em 63 mercados, o longa quebrou recorde e se tornou a maior estreia internacional da carreira do diretor Ridley Scott (‘Prometheus’).
A produção – que ainda estreará no território norte-americano, no dia 22 de novembro –, alcançou o topo e teve o seu melhor desempenho no Reino Unido, com uma abertura de US$ 11.4 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais ainda conta com a França (US$10.3M), Espanha (US$5.6M), Austrália (US$4.9M) e México (US$4.7M).
No Brasil, o longa registrou R$ 17.4 milhões em seu primeiro final de semana.
Derivada de ‘Karate Kid‘, a série ‘Cobra Kai’ está prestes a chegar ao fim na 6ª temporada, que foi dividida em três partes ao longo de 15 episódios.
A parte 3 da última temporada estreia apenas em 13 de fevereiro de 2025 – e, enquanto os fãs esperam ansiosamente pela leva de encerramento, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional inédito compilando os melhores combates da atração até agora.
“A parte mais divertida de montar a temporada final, é cumprir a promessa de tudo o que estabelecemos desde as primeiras cinco temporadas e finalizar tudo de maneira satisfatória e inesperada”, disse Heald.
“Ao contrário de todas as outras temporadas, não estamos construindo um monte de histórias que permanecerão em fluxo e sem solução. Agora, estamos nos despedindo enquanto chegamos ao momento de angústia da temporada, onde queremos aumentar a tensão. Há muito disso ao longo da 6ª temporada, obviamente, porque está dividido em três partes.”
Ele continuou, dizendo que os episódios finais vão fechar as lacunas que ficaram em aberto.
“Uma das coisas mais divertidas foi pensar no final do jogo que tínhamos em mente desde o início. Para os personagens que tínhamos no episódio 1, e depois ter adquirido todos esses outros personagens que amamos e que tornaram-se tão importantes para este universo ao longo do caminho. Nos certificamos de que todos os seus desfechos fizessem sentido com o que ficou em aberto, todos se encaixando e coexistindo de maneiras diferentes e explosivas.”
Hurwitz acrescentou o seguinte:
“Antes mesmo de termos uma sala de roteiristas na 1ª temporada, já sabíamos o que fazer com nossos principais personagens, você conhece o Johnny e o Daniel apresentados desde 1984, e seus destinos foram os tipos de coisas sobre as quais conversamos durante um longo tempo. Estamos muito gratos por termos tido a oportunidade de fazer isso da maneira que imaginamos.”
Sucesso! A sequência ‘Venom 3: A Última Rodada‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 430 milhões mundialmente – entrando para o TOP 8 das maiores bilheterias do ano.
Nos EUA, o longa soma US$ 127.6 milhões. Internacionalmente, foram US$ 308.5 milhões através de 66 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 436.1 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados ainda conta com a China (US$90.3M), México (US$18.8M), Reino Unido (US$15.3M), Alemanha (US$13.1M) e Coreia (US$12.1M).
Além disso, o longa já acumula US$ 29.6 milhões no formato IMAX.
Ao total, a franquia do simbionte já arrecadou US$ 1.7 bilhão globalmente.
Vale lembrar que o longa segue em exibição nos cinemas nacionais!
EmVenom: A Última Rodada,Tom Hardy retorna ao papel de Venom, um dos maiores e mais complexos personagens da Marvel, para o filme final da trilogia. Eddie e Venom estão fugindo. Perseguidos pelos dois mundos, a dupla é forçada a tomar uma decisão devastadora que vai fechar as cortinas da última rodada de Venom e Eddie.
Kelly Marcel, roteirista dos filmes anteriores, assume a direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Hardy.
O elenco ainda conta com Chiwetel Ejiofor, Juno Temple, Rhys Ifans, Peggy Lu, Alanna Ubach e Stephen Graham.
Sucesso! A animação ‘Robô Selvagem‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa tem registrado uma excelente estabilidade no território norte-americano, e segue no TOP 5 das maiores arrecadações do país dois meses após o seu lançamento oficial. Neste novo final de semana, a produção sofreu uma queda de apenas -35% em comparação ao anterior.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 137.8 milhões. No mercado internacional, foram US$ 170.7 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 308.5 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados conta com México (US$20M), Reino Unido (US$17M), França (US$12.4M), Austrália (US$10.9M) e Espanha (US$9.3M).
Vale lembrar que a produção registrou uma estreia doméstica de US$ 35 milhões, ficando acima das projeções, que indicavam uma abertura em torno de US$ 20 milhões. O valor representa a terceira maior estreia da história para uma animação no mês de setembro nos EUA.
Além de ter conquistado impressionantes 98% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa também conquistou os espectadores, recebendo uma nota A do público no CinemaScore.
O diretor Chris Sanders, três vezes indicado ao Oscar, descreve o estilo do filme como “uma pintura de Monet em uma floresta de Miyazaki”, criando um universo único e cheio de magia.
Escrito e dirigido por Chris Sanders (‘Como Treinar o Seu Dragão’), o filme é baseado no best-seller homônimo escrito por Peter Brown.
A épica aventura acompanha a jornada de uma robô – a unidade ROZZUM 7134, “Roz” – que naufraga em uma ilha desabitada e precisa aprender a se adaptar ao ambiente hostil, construindo pouco a pouco relacionamentos com os animais nativos, e até adotando um filhotinho de ganso órfão.
Uma curta jornada no falecido streaming YouTube Red, um sucesso à galope mediante sua chegada na Netflix e cá estamos. Cobra Kaiapresenta seu ato final a conta gotas e convida a audiência a desfrutar de seus últimos episódios com cautela e paciência. Coroando os instantes remanescentes de sua inesperada jornada de popularidade com o aguardado campeonato Sekai Taikai, as duas primeiras partes da sexta temporada entremeiam os dilemas familiares na burocracia e desafios de um evento esportivo grandioso. E entre momentos nostálgicos que flertam com o humor dos anos 80 e os fatigados traumas e complexos juvenis que continuam andando em círculos, a série sequência deKarate Kidcomeça a se despedir. Mas o faz a passos de tartaruga.
As desavenças culturais e comportamentais entre Daniel Larusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka) e a tirania vilanesca de figuras como John Kreese (Martin Kove) e Terry Silver (Thomas Ian Griffith) ditam o ritmo dos novos episódios, à medida em que os problemas exagerados do elenco adolescente continuam a conduzir o nível de profundidade da trama. Ainda não se levando tão a sério, mas também vez outra forçando um dramalhão novelesco, Cobra Kaichega em sua última temporada como um prazer culposo que, embora permaneça divertidíssimo, já estende suas boas-vindas mais do que deveria. E sem muitas rotas novas para seguir, a trama aqui se torna prolixa, um pouco enfadonha e muito repetitiva.
Se apoiando mais do que nunca no carisma de seu elenco original e na ótima dinâmica contrastante entre ele e seus protagonistas jovens, Cobra Kai ainda tem seu brilho e apelo popular, mas prova que seus limites criativos atingiram o ponto máximo. E com dificuldades de se despedir da audiência, o showrunner Jon Hurwitz tenta esticar os arcos o quanto pode, com proselitismo narrativo, ruminando os dilemas dos personagens e os reiterando a cada 20 minutos, sem oferecer algo novo por qualquer ponto de vista. E assim, entre uma treta e outra que se resolve facilmente – mas também se repete como se nada tivesse acontecido -, os capítulos finais entregam pouco, na expectativa de que as cenas de ação escondam as rachaduras de um roteiro fraco.
E, honestamente, até funciona. Ainda que o dramalhão tão prazeroso de outrora retorne aqui mais desgastado, Cobra Kaicresce em tela quando as miudezas juvenis são silenciadas e resolvidas nos confrontos corpo a corpo. Com um campeonato mirabolante repleto de provas aleatórias que não fazem muito sentido na vida real, Sekai Taikai é apresentado na trama como um divisor de águas, algo que separa homens de garotos e mulheres de meninas. Como uma provação quase metafísica, o torneio é também uma metáfora do contexto pessoal de seus personagens e serve de lição para as agruras da vida adulta. Adicione a isso umas psicodelias extravagantes, como o sequestro de Larusso por um ávido sensei, e temos uma temporada final pitoresca que mira para todos os lados, na tentativa de acertar alguma coisa.
Entre erros, acertos, tropeços e pequenos desvios de foco, a última temporada da original Netflix é uma mistura desorganizada, que tenta caminhar para a reta final, mas não sem antes criar pequenas complicações irrelevantes nos arcos de seus elencos. Com ambições desnecessárias que visam fortalecer a conexão da audiência a partir de um sentimentalismo barato, os 10 capítulos já disponíveis seriam mais do que o bastante para encerrar a jornada da amada produção, mas aqui são apens estepes que impedem a narrativa de fluir naturalmente. Mas tentando extrair cada pequena gota dessa seiva, Hurwitz não cede e se aproveita de seu próprio sucesso para postergar seu adeus enquanto ainda pode, mesmo que isso lhe custe a excelência da série que criou. E sem saber o que esperar do verdadeiro fim de Cobra Kai, fica a esperança de que ela não seja vítima do mesmo ego algoz que custou a eternização de tantas outras brilhantes séries que não souberam a hora de parar.
Enquanto ‘Blade’, estrelado por Mahershala Ali, segue nos planos da Marvel Studios, um novo rumor interessante surgiu, expandindo as possibilidades do UCM.
De acordo com a insider MTTSH, Wesley Snipes, primeiro intérprete do caçador de vampiros nas telonas, voltará ao papel, e o retorno acontecerá “mais cedo do que todos pensam”.
Vale lembrar queWesley Snipes já retornou como Blade em ‘Deadpool & Wolverine’, filme que introduziu os personagens no UCM e contou com outras participações especiais.
Caso Snipes realmente apareça em outro filme da Marvel Studios, uma boa aposta seria em ‘Vingadores: Guerras Secretas’, filme que promete entregar um grande crossover, trazendo um enorme evento multiversal ao UCM.
Enquanto o futuro da versão de Snipes permanece incerto, o Blade “oficial” do UCM, interpretado por Mahershala Ali, deve ter seu filme solo entrando em produção no próximo ano.
Após o projeto passar por problemas, incluindo adiamentos e perda de diretor, o filme parece ter finalmente encontrado um bom roteiro, que conta com a aprovação do protagonista, de acordo com o insider Daniel Richtman.
“Ali gosta do novo rascunho e eles estão perto de encontrar um diretor. É o filme do MCU com mais probabilidade de entrar em produção no ano que vem, sem nada tão próximo”, escreveu Daniel Richtman.
Yes, Ali likes the new draft and they’re close to finding a director. It’s the MCU film most likely to go into production next year with nothing else as close. So aside from the ones we already have (Cap 4, Thunderbolts, F4) it seems like Spidey and Blade are all that’s left for… https://t.co/VMtKFjTy7f
Vale lembrar que recentemente Richtman informou que o filme do caçador de vampiros será mais sombrio do que outras produções do Universo Cinematográfico da Marvel e terá um orçamento reduzido.
Além de Mahershala Ali, o elenco ainda contará com Mia Goth, Delroy Lindo, Aaron Pierre e Milan Ray.
“Como meio-humano/meio vampiro, Eric Brooks (Ali) aprimorou suas habilidades para caçar os mortos-vivos que há muito aterrorizaram a humanidade. Um híbrido humano-vampiro desde seu trágico nascimento, Blade passou sua longa tentando livrar o mundo de vampiros como aquele que matou sua mãe. Ao longo dos anos, ele dominou seu próprio estilo para lutar contra monstros de todos os tipos.”
Gareth Edwards, diretor de filmes como Godzilla e Resistência, comandará ‘Jurassic World: Renascimento’, sendo o responsável pelo novo capítulo da famosa saga Jurassic.
Em conversa com a Empire, o diretor revelou que o novo filme tentará resgatar o espírito do longa original, lançado em 1993, trazendo cenas de ação enquanto também aborda dilemas éticos.
“Volta ao que eu amava no original, com uma abundância de diferentes cenários de grande ação e momentos tensos e divertidos. Havia muitas oportunidades, como cineasta, para me divertir muito e tentar brincar com a audiência”, declarou Edwards.
Com Scarlett Johansson como protagonista, o longa contará com uma trama repleta de novos personagens na franquia, com um elenco que também inclui nomes como Jonathan Bailey e Mahershala Ali.
Recentemente, o site Empire Online divulgou uma nova imagem de ‘Jurassic World: Renascimento’ que destaca Johansson como Zora Bennett, sua personagem que é uma especialista em operações secretas.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de julho de 2025.
Cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros.
Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.
David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.
A franquia ‘Jurassic’ é uma das mais bem-sucedidas na história do cinema. O filme da Universal, lançado em 1993, redefiniu os efeitos especiais e teve um impacto duradouro na cultura pop. Ao longo de três décadas, foram produzidos seis filmes, arrecadando mais de US$ 6 bilhões em todo o mundo.
Sendo um dos títulos da temporada de produções natalinas, ‘Um Amor Feito de Neve’ chegou à Netflix no dia 13 de novembro e já está no top 2 do serviço de streaming no Brasil.
Conquistando o público, o longa tem recebido diversos elogios dos espectadores nas redes sociais, após também ter encantado os críticos, conseguindo 88% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Confira alguns comentários feitos no X, antigo Twitter:
Segundo uma nova reportagem (via ComicBook.com), Peter Dinklage (‘Game of Thrones’) e Gillian Anderson (‘Sex Education’) estão sendo cotados para estrelar o spin-off ‘Dexter: Resurrection’.
Detalhes sobre seus possíveis papéis não foram divulgados.
A nova produção funciona como sequência de ‘Dexter’ e ‘Dexter: New Blood’.
Com poucas informações reveladas, sabe-se que Michael C. Hallirá retornar para a nova trama, que será ambientada nos dias atuais.
“Estamos emocionados por ter o brilhante Michael C. Hall reprisando seu papel icônico como Dexter Morgan na série de maior sucesso da Showtime”, disse Chris McCarthy, co-CEO da Paramount Global e CEO da Showtime & MTV Entertainment Studios. “Enquanto ‘Dexter: Resurrection‘ vai agradar a dezenas de milhões de fãs de longa data, ‘Dexter: Pecado Orginal‘ vai introduzir uma nova geração de espectadores para testemunharem o início dessa icônica narrativa, o que certamente vai satisfazer o público mais antigo também.”
Em uma recente entrevista ao ComicBook.com, Carrie Coon, uma das estrelas do recente ‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo’, trouxe uma atualização decepcionante sobre a franquia.
Durante a conversa, Coon, que interpreta Callie Spengler, revelou que ainda não leu qualquer roteiro para uma possível sequência.
“Ainda não [vi nenhum roteiro]. A piada é sempre que Callie está morta por alcoolismo e volta como um fantasma irritante. Mas suspeito que essa provavelmente não é a direção que eles estão seguindo”, ela afirmou.
Lembrando que ‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo‘ está disponível no catálogo da Max.
No mais recente filme da franquia, a família Spengler retorna ao icônico quartel de Nova York, onde os Caça-Fantasmas originais atuaram em seus anos de glória. Quando a descoberta de um artefato antigo desencadeia uma força maligna, novos e antigos Caça-Fantasmas precisam se unir para proteger seu lar e salvar o mundo de uma segunda era glacial.
O clássico e adorado longa-metragem ‘O Diabo Veste Prada’ vai ganhar sequência, e a sinopse foi revelada.
Ao contrário do que muitos imaginavam, a narrativa não será baseada no livro-sequência ‘A Vingança Veste Prada’, lançado em 2013, mas focará em uma Miranda Priestly agora enfrentando a decadência de sua revista de moda, a Runway.
Confira a sinopse:
‘O Diabo Veste Prada 2’ acompanha a luta de Miranda Priestly (Meryl Streep) contra Emily Charlton (Emily Blunt), sua ex-assistente que se tornou uma grande executiva de um grupo de luxo de investidores – e cuja publicidade viria a calhar para salvar a reputação de Miranda.
Ela, então, será obrigada a lidar com Emily para salvar a reputação de Miranda.
A produtora vencedora do Oscar Wendy Finerman convenceu as atrizes Meryl Streep (Miranda Priestly) e Emily Blunt (Emily Charlton) a reprisarem seus papéis na continuação.
Aline Brosh McKenna, que assinou o roteiro do filme de 2006, retorna para escrever a história do projeto.
Mais informações não foram reveladas.
Lembrando que o filme original está disponível no Disney+.
‘O Diabo Veste Prada’, lançado em 2006, foi dirigido por David Frankel e tornou-se um sucesso de bilheteria e de crítica, faturando quase US$328 milhões ao redor do mundo, bem como duas indicações ao Oscar, cinco ao BAFTA e três ao Globo de Ouro.
Andy, uma moça recém-formada e com grandes sonhos, vai trabalhar na conceituada revista de moda Runway; sua função é ser assistente da diabólica Miranda Priestly. Andy, que não se sente bem no ambiente tenso de trabalho, questiona sua habilidade em continuar como assistente de Miranda.
Em entrevista concedida ao CinePOP, no último dia 10 de novembro, os atoresJavier Bardem e Nicholas Alexander Chávez trouxeram reflexões sobre o impacto cultural da série antológica Monstros: Irmãos Menendez – Assassinos dos Pais, lançada no dia 21 de setembro, na Netflix.
Baseada no polêmico caso dos irmãos Lyle e Erik Menendez, condenados por assassinar os pais —José e Kitty Menendez —, em 1989, a produção despertou o interesse do debate público e resultou na reabertura do caso judicial, algo significativo na história do sistema jurídico dos Estados Unidos.
Lyle e Erik Menendez na vida real durante o julgamento
Revisão do Caso: A Justiça em Movimento
Após o sucesso da série e a repercussão do caso, os irmãos Menendez terão uma nova audiência no dia 11 de dezembro, após 34 anos de prisão, para decidir se terão direito à liberdade condicional. Ao comentar o fato, Nicholas Chávez celebrou a chance de reavaliação judicial: “Estou feliz que [eles] tenham outra oportunidade no tribunal. No julgamento original, muitas evidências cruciais, como o histórico de abusos, não foram consideradas. Parece que nunca tiveram, de fato, um julgamento justo.”
Já Bardem enfatizou a importância de revisitar questões como abuso emocional e físico, evidências que, mesmo sem confirmação completa de abuso sexual, já apontavam para um histórico familiar altamente problemático. Segundo o ator espanhol, a reabertura do caso demonstra a força das indústrias culturais e o seu impacto social. “As histórias que contamos podem transformar consciências e provocar ações, e isso é incrivelmente poderoso”, declarou em entrevista ao CinePOP.
Ambos os atores destacaram o trabalho dos criadores da série Ryan Murphy e Ian Brennan, cuja atenção aos detalhes e abordagem cuidadosa contribuíram para o impacto gerado. Nicholas comentou: “A forma como o caso foi retratado mostrou a profundidade e a delicadeza da situação, algo que, antes, talvez não fosse tão claro para o público.”
Para Bardem, a arte é um instrumento poderoso para abordar questões complexas, principalmente quando se trata de casos com implicações tão humanas e controversas. Ele afirmou: “O desafio ao interpretar José Menendez foi equilibrar as perspectivas. Não sabemos exatamente o que aconteceu, mas é importante explorar as múltiplas camadas de sua personalidade, sem reduzi-lo a um vilão ou a uma vítima.”
Desafios e Dinâmica no Set
Nicholas Alexander Chávez também compartilhou sobre a experiência de trabalhar ao lado do ganhador do Oscar Javier Bardem, por Onde os Fracos Não têm Vez (2007), dos irmãos Ethan e Joel Coen. Aos 25 anos, o jovem ator norte-americano o descreveu como uma força inspiradora no set.
Nicholas elogiou sua liderança e profissionalismo, mesmo enfrentando longas jornadas de trabalho em um material emocionalmente exigente. “Javier é muito mais do que um ator talentoso; ele é um líder que torna o ambiente de trabalho mais leve e produtivo, mesmo com os desafios do tema abordado.” Bardem, por sua vez, retribuiu os elogios, destacando a dedicação dos jovens atores Nicholas Chavez e Cooper Koch, além de toda equipe.
Assim como na primeira temporada da antologia Monstros, sobre o assassino em série Jeffrey Dahmer, esta temporada trouxe visibilidade a um caso controverso, mas também humanizou as pessoas envolvidas, permitindo que o público refletisse sobre as complexidades do sistema judicial e das relações humanas. Com o sucesso das obras de Ryan Murphy e Ian Brennan, aNetflix já anunciou a terceira temporada sobre o caso do Ed Gein, conhecido como o “Açougueiro de Plainfield”, o qual será interpretado por Charlie Hunnam, conhecido por Círculo de Fogo (2013) e a série Sons of Anarchy (2008-2014).
Preso em 1957 após o desaparecimento de Bernice Worden, Glein admitiu os crimes de necrofilia, exumações de cadáveres e dois assassinatos. Seus atos inspiraram personagens do cinema, como Norman Bates, de Psicose(1960) e Leatherface, de O Massacre da Serra Elétrica(1974), de acordo com IMDb.
Durante a temporada de prêmios 2025, Monstros: Irmãos Menendez – Assassinos dos Pais está entre um dos títulos mais cotados para as disputas na categoria do Globo de Ouro de melhor Minissérie, Antologia ou Telefilme, ao lado de Bebê Rena, também lançada pela Netflix. Ambas são inspiradas em fatos reais e tiveram enorme repercussão do público e da mídia este ano.
Assista a Entrevista completa em Video no YouTube:
Anunciada originalmente com uma temporada de 18 episódios, ‘Demolidor: Renascido’ passou por uma grande mudança, e a produção terá uma primeira temporada com apenas 9 episódios.
Conversando com o Phase Hero, Brad Winderbaum, chefe de streaming da Marvel Studios, revelou a mudança de estratégia para a série.
“Nossa primeira ideia para ‘Demolidor’ foi tentar um formato mais longo. Vamos pegar esse personagem e o mundo de Nova York e construir um elenco. Então, aprendemos muitas lições fazendo dessa forma. Por várias razões, incluindo as paralisações devido às greves, pudemos reavaliar os episódios e ver o que tínhamos”, declarou Winderbaum.
Defendendo a escolha do estúdio, o chefe de streaming citou a qualidade dos episódios de ‘Demolidor: Renascido’ e indicou que o restante, planejado anteriormente, chegará com novas temporadas da produção.
“São apenas os melhores nove episódios. Parece uma ótima espécie de primeira temporada”, afirmou.
Vale lembrar que, durante a D23 Brasil, o CinePOP conversou com o astro da série,Charlie Cox, que falou sobre a nova temporada de Demolidor e o universo Marvel.
Em ‘Demolidor: Renascido’, da Marvel Television, Matt Murdock (Charlie Cox), um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk () vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.
‘Demolidor: Renascido‘ chega dia 04 de março de 2025 no Disney+
Além deCharlie Cox como o personagem-título e Vincent D’Onofrio como Wilson Fisk, Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário) integram o elenco.
Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.
Apesar de estar na média esperada para os filmes do gênero, o valor representa um desempenho decepcionante para um filme orçado em gigantescos US$ 250 milhões.
De acordo com o Deadline, apenas 2.4 milhões de pessoas foram conferir o longa nos cinemas domésticos durante o final de semana de estreia.
Apesar da abertura morna, o longa parece ter agradado o público. A produção recebeu uma nota A- dos espectadores no CinemaScore. Para termos de comparação, a avaliação supera outros lançamentos recentes do The Rock, como ‘Adão Negro‘ e ‘Arranha-Céu – Coragem sem Limite‘ (ambos ganharam um B+).
Além disso, a produção também se tornou a maior estreia para um filme produzido por serviços de streaming no território norte-americano, superando ‘Assassinos da Lua das Flores‘ (US$23.2M).
Vale lembrar que ‘Operação Natal‘ segue em exibição nos cinemas nacionais.
Na trama, depois que o Papai Noel – codinome: Das Neves – é sequestrado, o Chefe de Segurança do Polo Norte deve se unir ao mais infame caçador de recompensas do mundo em uma missão global e cheia de ação para salvar o Natal.
Sendo uma sequência direta do clássico estrelado por Russell Crowe, ‘Gladiador II’ já está se tornando mais um grande sucesso deRidley Scott.
Com poucos dias de exibição, o filme quebrou um recorde na carreira do diretor, registrando a maior abertura internacional entre todos os longas de sua autoria.
Em seu fim de semana de estreia, ‘Gladiador II’ conseguiu arrecadar mais de US$ 87 milhões fora dos Estados Unidos, superando todas as estreias de filmes feitos por Scott.
Vale lembrar que o filme ainda não estreou nos cinemas norte-americanos.
Com Paul Mescal interpretando o protagonista Lucius, o longa épico apresenta novos conflitos em uma escala ainda maior no Coliseu.
Vale lembrar que Gladiador II, atualmente, tem 75% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, com 153 análises contabilizadas.
Lançado em 2018, Jurassic World: Reino Ameaçado não foi muito bem recebido pela crítica, mas manteve um público fiel. A sequência apostou em um clima de terror para contar a história de um resgate na Ilha Nublar.
Além de trazer um novo híbrido para a trama, o longa apresentou uma porção de novos dinossauros que ainda não haviam aparecido na franquia. Diante disso, o CinePOP escolheu 10 curiosidades que você talvez não conhecia sobre o filme. Confira!
Fora da lista
Grande ameaça de Jurassic Park III (2001), o Espinossauro é descrito como uma espécie que não constava na lista de embriões da InGen, indicando a realização de experimentos não-oficiais nas dependências do parque. Em Jurassic World: Reino Ameaçado, uma porção de dinossauros que não constavam na lista de espécies ‘oficiais’ do parque Jurassic World deram as caras, mostrando que esses experimentos fora de controle continuaram mesmo após as mudanças de gestão.
Roberta
Dona de diversos momentos icônicos no filme, a T-Rex rouba a cena toda vez que aparece. Segundo o roteirista Colin Trevorrow, a tiranossauro do filme é a mesma do Jurassic Park original, fazendo dela a personagem-símbolo da franquia. Nos bastidores do JP 1, o animatrônico da T-Rex foi apelidado de Roberta.
Merecido
Jurassic World: Mundo dos Dinossauros (2015) foi duramente criticado pela morte da Zara (Katie McGrath), a assessora que fica tomando conta dos meninos no parque. Segundo o público, ela teve uma morte muito cruel para alguém cujo único ‘erro’ era não querer deixar o noivo ter uma despedida de solteiro e ficar incomodada por ser designada para ser babá dos sobrinhos da chefe. Por conta disso, Colin Trevorrow escreveu o roteiro matando apenas os personagens que fossem “realmente maus”. Segundo o roteirista: “só morreu quem mereceu”.
Spoilers
Por incrível que pareça, Chris Pratt chegou à reunião com o diretorJ.A. Bayona já sabendo da história inteirinha do filme. Isso aconteceu porque o diretor havia comentado com o ator Tom Holland (com quem trabalhou em O Impossível) sobre a história do novo Jurassic World no sigilo. Só que o Tom é conhecido por falar demais, e assim o fez. Durante as filmagens de Vingadores: Guerra Infinita (2018), Tom e Chris dividiram os sets por meses. Nesse tempo, ele contou o roteiro todo para Pratt que não levou a sério. Então, quando ele teve acesso ao roteiro oficial de Reino Ameaçado, ele começou a rir, porque lembrou do que Holland tinha falado e foi confirmando cada detalhe nas páginas.
Conforto
A coitada da Claire (Bryce Dallas Howard) foi zoada durante o primeiro filme inteirinho por conta de seu visual. Além dos fãs dizerem que ela parecia com a Dora, A Aventureira, correndo de franja no meio do mato, os infames sapatos de salto alto para fugir da T-Rex renderam memes a torto e a direito. Para esse filme, além de darem um cabelo mais ‘adequado’, colocaram a cientista para usar tênis confortáveis o filme inteiro. Há, inclusive, uma cena em que focam nos tênis dela momentos antes dela dar uma corridinha.
Conhecido
A cena em que a Velociraptor Blue reencontra Owen Grady (Chris Pratt) revisitou um cenário do primeiro Jurassic Park. O ‘ninho’ da Raptor foi construído sobre um Ford Explorer capotado e esmagado, mas não é um carro qualquer. É o carro do passeio original que foi derrubado pela T-Rex com o Dr. Alan Grant (Sam Neill) e as crianças. Isso quer dizer que a Blue montou seu ninho no antigo cercado da T-Rex.
Animatrônicos
Diferentemente do primeiro Jurassic World, que só teve um animatrônico, O Reino Ameaçado apostou em efeitos práticos e trouxe cinco dinossauros robóticos para os sets de filmagens. Além da justificativa de trazerem mais realidade para as cenas, a produção afirmou que teriam mais cenas de humanos e dinossauros interagindo, como na cena em que a Claire monta na T-Rex sedada para tentar colher o sangue.
Como reagiriam?
Outra justificativa dada pela produção para o investimento nos animatrônicos foi que o cerne dessa sequência seria explorar ao máximo as interações entre humanos e dinossauros nas mais diferentes oportunidades. O que inspirou a criação do roteiro do segundo filme foi justamente uma fala do Dr. Alan Grant no Jurassic Park original, em que ele diz que humanos e dinossauros, duas espécies dominantes separadas por 65 milhões de anos, estão dividindo o planeta pela primeira vez. O que esperar dessa interação? Ninguém sabe. Isso meio que se tornou um mantra para a produção.
A grande ameaça da vez é o Indoraptor. Um dinossauro geneticamente alterado, criado em laboratório com base do DNA da Indominus-Rex e do Velociraptor. Bayona pediu ao time de efeitos visuais que a aparência do dinossauro fosse um reflexo de seu humor. Segundo seu conceito, a criatura deveria ser extremamente irritada e violenta por ser híbrida. Ela é extremamente inteligente, mas não se reconhece como nenhuma espécie, mais ou menos como o monstro de Frankenstein. Essa pegada acabou influenciando diretamente em suas cenas, que remetem a um clima de terror clássico. Mais do que isso, eles estudaram pacientes com transtornos de identidade em hospitais psiquiátrico e trouxeram um tremor corporal para o dinossauro que foi observado em alguns pacientes.
Final original
Logo na cena de abertura do filme, o público vê uma sequência de contrabandistas tentando roubar o antigo Jurassic World, quando têm seu helicóptero interceptado pela T-Rex, que morde a escada e quase derruba a aeronave. Essa cena foi retirada dos rascunhos do roteiro do primeiroJurassic Park. A ideia era que o filme de 1993 terminasse desse jeito, com a T-Rex perseguindo e quase derrubando o helicóptero da InGen.