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SÉRIE live-action de ‘Scooby-Doo’ da produtora de ‘Garotos Detetives Mortos’ ganha novidades

Foi confirmado há alguns meses que o desenho ‘Scooby-Doo‘ vai ganhar uma série live-action produzida pela Netflix, com episódios de uma hora, roteirizados por Josh Appelbaum e Scott Rosenberg.

A Television produzirá, tendo o estúdio lançado recentemente a série cancelada ‘Garotos Detetives Mortos‘.

Por enquanto, os detalhes exatos do enredo estão sendo mantidos em sigilo, exceto pelo fato de que será baseado no desenho animado de Hanna-Barbera.

No entanto, novidades podem chegar em breve, pois o produtor Greg Berlanti já está analisando o enredo dos episódios.

Em entrevista para o Deadline, o cineasta disse que o roteiro do primeiro episódio já está praticamente pronto.

“Quando nos perguntam sobre [a série live-action] ‘Scooby-Doo’, eu digo que estudamos possíveis enredos por um ano e meio e finalmente encontramos um que realmente sentimos que captura a essência do material original. Eu estava trabalhando no enredo da série esta manhã, para o primeiro episódio. Então, estamos realmente animados para começar a gravar.”

Apesar de Berlanti não ter revelado nada da trama, é possível que os detalhes sejam divulgados em breve.

Greg Berlanti, Sarah Schechter e Leigh London Redman serão os produtores executivos da Berlanti Productions (a empresa está atualmente sob um acordo geral com a WBTV). Jonathan Gabay da Berlanti Productions e Adrienne Erickson serão os co-produtores executivos.

Em live-action, a franquia ganhou dois filmes lançados em 2002 e 2004, que trouxeram Freddie Prince Jr. (Fred) Sarah Michelle Gellar (Daphne), Matthew Lillard (Salsicha) e Linda Cardellini (Velma) como a turma da Mistério S/A.

Juntos, os títulos renderam US$ 456.9 milhões aos cofres da Warner Bros.

‘Garota Infernal’, ‘A Órfã’, ‘Premonição 4’ | 16 Filmes de Terror Famosos que Completam 15 ANOS em 2024

Filmes de terror nunca saem de moda. Além dos clássicos que amamos, todo ano somos brindados com novidades fresquinhas que chegam para arrepiar todos os nossos fios de cabelo. Mas o que acontece quando as novidades se tornam clássicos? Bem, isso é sinal de quem estamos ficando velhos. O tempo passa para todos, para mim, para você e até mesmo para os filmes de terror. Parece que foi ontem, mas algumas obras muito famosas do horror já estão completando quinze anos de seu lançamento.

Pensando nisso, o CinePOP resolveu em sua nova lista, relembrar com vocês esses filmes que completam 15 anos em 2024. Não esqueça de comentar abaixo quais são os seus preferidos e quais cometeu a heresia de ainda não ter assistido. Vem lembrar.

Zumbilândia

Aqui, temos um exemplar do “terrir” – que está em vias de lançar sua tão planejada continuação (que passou por uma verdadeira epopeia, entre projetos para o cinema e TV cancelados). Quando foi lançado em 2009, os filmes de zumbis não eram novidade e estavam começando a crescer em seu status (a série Walking Dead, por exemplo, seria lançada no ano seguinte). Nem mesmo os filmes de terror cômico sobre zumbis eram mais novidade, com exemplares como Todo Mundo Quase Morto (2004) e os fracassos Fido (2006) e As Strippers Zumbi (2008). Mas Zumbilândia elevou o jogo e mostrou como fazer, se tornando um cult imediato. Fora isso, Jesse Eisenberg e Emma Stone se tornaram astros depois do filme. E a participação de Bill Murray é simplesmente hilária.

 

Garota Infernal

Novamente utilizando o título referente ao inferno – ao menos no Brasil -, este longa aproveitava o auge de popularidade da musa Megan Fox e explorava sua sexualidade latente e inerente. Em Jennifer´s Body (ou o Corpo de Jennifer), Fox viveu a menina mais popular da escola, melhor amiga da nerd vivida por Amanda Seyfried – igualmente em ascensão na carreira, tendo saído do sucesso de Mamma Mia no ano anterior. Uma banda de rock em busca de fama e sucesso – da qual a dupla de amigas é fã -, resolve usar Jennifer como sacrifício para uma oferenda ao demônio. Assim, o grupo consegue o que deseja, e a protagonista se torna uma criatura maligna devoradora de homens – literalmente. Este é outro exemplar do terrir – filmes de terror com muito humor implícito, diálogos sarcásticos e sacadas espertas.

Arraste-me para o Inferno

Outro item que mostrou que os gêneros terror e comédia podem funcionar muito bem quando trabalhados da maneira certa, esta produção é dirigida por ninguém menos do que Sam Raimi. Também pudera, por trás temos um verdadeiro mestre do estilão – vide a franquia Evil Dead – A Morte do Demônio/Uma Noite Alucinante. E Arraste-me para o Inferno é o mais legítimo herdeiro no cinema de sua famosa franquia citada, mesmo sem pertencer ao mesmo universo. E pensar que Ellen Page deixou passar a chance de ser divertir horrores como a protagonista. Na trama, uma funcionária de banco (a sumida Alison Lohman) nega um empréstimo a uma velha cigana, que termina ficando sem casa. A idosa então joga uma maldição na jovem – que agora tem os dias contados para reverter a situação ou ir direto para o inferno.

A Órfã

Adaptado de uma história real, e dirigido por Jaume Collet-Serra (Águas Rasas), o filme conta sobre Esther (a ótima Isabelle Fuhrman), uma menininha de 9 anos, saída do orfanato direto para a casa dos Coleman (papel de Vera Farmiga e Peter Sarsgaard). A história poderia ser perfeita e repleta de amor, mas este é um thriller, então a coisa não acaba bem. Esther não é tão inocente quando diz e guarda um terrível segredo. A Órfã poderia ser um filme de terror qualquer, mas dois motivos o fazem um dos maiores acertos da Warner no gênero nos últimos tempos: a atuação da pequena atriz principal e a reviravolta gélida da trama – da qual ninguém esquece jamais.

A Trilha

Este é um filme mais nos moldes do whodunit – subgênero do suspense ou terror no qual o espectador precisa adivinhar quem cometeu o crime. Aqui, um grupo de três casais viaja junto por locais paradisíacos no Havaí. Maravilhoso, certo? O único problema é que o sexteto recebe a informação de que um casal de serial killers está passando pelo local e acaba de matar mais algumas pessoas. E agora? Quem são os assassinos? Os hippies vividos por Chris Hemsworth (numa era pré-Thor) e Marley Shelton?  Os certinhos Milla Jovovich e Steve Zahn? Ou os aventureiros Timothy Olyphant e Kiele Sanchez (saída do sucesso de Lost)? No mesmo ano, Jovovich lançava o terror extraterrestre Contatos de 4º Grau – todo gravado no estilo found footage.

Remakes

O ano de 2009 lançou uma verdadeira enxurrada de refilmagens de produções do gênero. Isso demonstra que nesta época elas estavam mais populares do que nunca. Veja abaixo as mais famosas:

Dia dos Namorados Macabro

Esta refilmagem ainda pegou carona em outra tendência crescente há quinze anos, os filmes em 3D. O longa foi fortemente vendido com tal mote – no mesmo ano em que Avatar revolucionava o seguimento. Tanto que seu título original é My Bloody Valentine 3D. O remake é bem fiel ao original, contando a história de um assassino mascarado, usando o uniforme dos operários de uma mina, que ataca suas vítimas no dia dos namorados. Por trás do assassino existe uma lenda, já que ataca em épocas diferentes, e o novo filme brinca bem com isso. O filme original era uma produção canadense de 1981. Protagonizando o remake, outro veterano da série Sobrenatural, Jensen Ackles, o Dean.

 

Sexta-Feira 13

Não poderíamos começar por outra que não fosse a icônica releitura de uma das três franquias slasher mais amadas do cinema (as outras duas sendo Halloween e A Hora do Pesadelo). Aqui, no entanto, os criadores misturam pelo menos os três primeiros filmes da década de 1980 em sua trama. Apesar do sucesso moderado e dos planos, uma continuação ainda não conseguiu sair do papel. O remake traz Jared Padalecki, o Sam da série “eterna” Sobrenatural, como o protagonista.

 

O Padrasto

Aqui o remake é de um longa de 1987, protagonizado por Terry O´Quinn, o Locke da série Lost – que rendeu uma continuação em 1989. O protagonista é um psicopata completo, que romanceia e se casa com mulheres divorciadas ou viúvas, somente para se infiltrar em sua família, ganhar sua confiança e depois matar todos. O remake traz Dylan Walsh no papel do vilão, que contrasta bem com sua aparência de bom moço. Uma curiosidade é que no papel do filho mais velho da próxima família na lista do louco, está Penn Badgley, que recentemente fez muito sucesso vivendo justamente um psicopata, na série da Netflix, YOU (Você). O elenco conta ainda com a polêmica Amber Heard.

A Última Casa

Refilmagem de uma obra barra-pesada de 1972, dirigida por Wes Craven, intitulada Aniversário Macabro no Brasil. A nova versão conta com a ótima Sara Paxton no papel de uma jovem atacada e abusada por criminosos, que tentam matá-la, mas ela sobrevive. Ela é encontrada por seus zelosos pais. Um tempo depois e esta “quadrilha de sádicos” pede abrigo, justamente na casa da vítima. O que significa que é hora da vingança. No elenco, Aaron Paul, o Jesse de Breaking Bad, vive um dos criminosos.

 

O Mistério das Duas Irmãs

Um dos longas mais subestimados da lista, trata-se da refilmagem do asiático Medo (A Tale of Two Sisters, 2003).  Na refilmagem temos a talentosa Emily Browning no papel da protagonista, uma jovem que precisou de tratamento numa clínica após a morte suspeita de sua mãe. Ao voltar para a casa de sua família, se junta à sua irmã mais velha (papel da gracinha Arielle Kebbel) e começam a investigar a nova esposa de seu pai (papel de Elizabeth Banks), a antiga enfermeira de sua mãe. Ao mesmo tempo, as duas começam a ser assombradas por estranhos acontecimentos no local.

Pacto Secreto

Quem disse que terror é um gênero exclusivamente masculino? Clamando seu lugar entre os slashers, este terror “feminista” traz um grupo de estudantes de uma casa de sororidade, passando o pão que o diabo amassou após um trote sair do controle causando a morte de uma das alunas. A versão original, intitulada Assassinatos na Fraternidade Secreta, foi lançada em 1983. No elenco do remake, Jamie Chung, a Blink da série The Gifted, Rumer Willis (filha de Bruce Willis e Demi Moore) e a saudosa Carrie Fisher no papel da administradora do local.

Sequências

Premonição 4

Tudo que faz sucesso, precisa ser continuado. E quando falamos em terror, isso se torna uma certeza absoluta. O difícil é depois saber a hora de parar. Assim, o sucesso surpresa Premonição (Final Destination, 2000) se tornou uma das franquias mais rentáveis do gênero na década passada. A premissa é simples, mas eficiente – o problema é que as sequências a repetiram à exaustão, uma ou outra adicionando algum elemento novo e criativo. Na trama, um grupo de jovens “dribla” a morte em algum evento trágico – sempre com a ajuda de um integrante que possui “o dom da premonição” e antevê o acidente. A graça deste quarto exemplar é dar uma de “Sexta-Feira 13” e brincar com o público prometendo ser o capítulo final, assim como no quarto episódio dos filmes do Jason. Em ambos os casos a série continuou.

 

H2: Halloween 2

Este é um caso curioso na lista, pois se trata da continuação de uma refilmagem, mas não exatamente a refilmagem da continuação. Deu para entender? O primeiro filme dirigido por Rob Zombie era declaradamente um remake do clássico de 1978, imortalizado por John Carpenter. É difícil ocupar a sombra da obra, mas a refilmagem tem seus admiradores. No entanto, Zombie pôde seguir seu próprio caminho quando chegou a hora de comandar a continuação dois anos depois. E o diretor até brinca com referências a Halloween II (1981), que se passa todo em um hospital (ou ao menos 90%). Aqui, esta sequência também dá a entender que teremos uma trama no hospital, mas logo depois o filme caminha com as próprias pernas, desbravando uma estrada completamente nova – seja para o bem ou para o mal.

[REC]² – Possuídos

Continuação do bem sucedido terror espanhol, que se transformou em filme cult, e contava a história de uma repórter no plantão da madrugada, seguindo um grupo de bombeiros por suas emergências noturnas. A mais nova é um chamado de um prédio, no qual estranhos acontecimentos estão ocorrendo. Logo, a repórter, os bombeiros e os moradores se veem presos no prédio lutando por sobrevivência. Este é um criativo terror, todo produzido no estilo found footage, no qual a câmera da reportagem serve como nossos olhos para as ocorrências no filme. A parte 2, lançada dois anos depois, consegue ir ainda mais além, elevando todos os elementos, inclusive o terror, e adicionando na mistura novos itens, como adrenalina (o ritmo é mais frenético) e mais sobre a mitologia do tema principal – que não vale a pena ser revelado. Uma pena que depois disso, a série tenha apenas decaído com seus últimos dois exemplares. Fora isso, o longa foi refilmado nos EUA logo no ano seguinte, com o título Quarentena (2008).

Abismo do Medo – Parte 2

Ao contrário do item acima, esta continuação vai pelo caminho oposto e joga na lama o nome da obra-prima de 2005, dirigida e criada pelo britânico Neil Marshall (que está no comando do novo Hellboy). O filme original era claustrofóbico, intimista e inesperado – esta talvez seja a sua melhor característica. Um grupo formado só por mulheres, se reúne numa cabana para passar o fim de semana, conversar, beber e relaxar. Muito necessário, já que a protagonista Sarah (Shauna Macdonald) perdeu seu marido e filha num terrível acidente de carro. Além do tempo, as amigas decidem se exercitar, explorando uma caverna inóspita através do rapel. No local, precisam combater seus demônios internos e externos. Pois algo as espreita nas sombras. A sacada genial é a mescla de gêneros e o desfecho. E isso é exatamente o que a continuação trata de apagar. Ou seja, a parte 2 não é somente ruim por ser um caça-níquel desavergonhado que não acrescenta nada de novo e apenas suga, como também tenta manchar o original desfazendo o que havia sido estabelecido.

O Grito 3

Aposto que muitos de vocês sequer sabiam da existência desta continuação. Pois bem, aqui temos um caso parecido ao do item acima. O primeiro O Grito (The Grudge, 2004) era a refilmagem americana de uma obra japonesa de 2002 – Ju-on, no original. O longa trazia Sarah Michelle Gellar, a eterna Buffy, como protagonista, uma jovem morando no Japão e se deparando com uma forte presença maligna na casa na qual cuidava de uma idosa senhora. Dois anos depois e chegava a continuação, que também contava com uma participação de Gellar, mas apresentava um elenco de jovens talentos promissores, vide Amber Tamblyn, Arielle Kebbel, Sarah Roemer, Teresa Palmer e a veterana Jennifer Beals. A terceira parte foi lançada direto em vídeo, tanto no Brasil quanto nos EUA, e no elenco, o nome mais conhecido é o de Shawnee Smith, musa da década de 1980, de filmes como Curso de Verão (1987) e A Bolha Assassina (1988), e veterana da franquia Jogos Mortais – que lançava também há quinze anos o seu sexto exemplar, com a presença da atriz no papel da pupila Amanda.

‘Como Treinar o Seu Dragão’: Gerard Butler relembra os desafios durante as filmagens do live-action

A adaptação live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’ já concluiu suas filmagens, e Gerard Butler, que reprisará seu papel como o imponente Stoick, compartilhou sua experiência durante as gravações na Irlanda do Norte.

Segundo o Collider, o ator revelou que teve dificuldades em lidar com o frio intenso do país.

“Estava muito frio e meio miserável, porque fomos filmar na pior época. Foi em dezembro, ou melhor, no começo de janeiro”, contou Butler.

As filmagens ocorreram entre janeiro e maio, o período mais gelado e úmido da região. Além disso, o ator decidiu iniciar sua rotina matinal com banhos de gelo às 5 da manhã.

“Eu tinha um quarto de hotel com a janela bem próxima à banheira, e, por algum motivo, resolvi tomar banhos de gelo todas as manhãs”, revelou.

“Então, às cinco da manhã, meu fisioterapeuta — porque eu não ia colocar gelo na banheira sozinho — vinha e enchia a banheira. Eu entrava no banho de gelo, mas lá fora estava escuro, com o vento soprando e tudo encharcado. Você pode imaginar o quão gelado estava. Pelo menos, se você estiver fazendo um banho de gelo em LA, tem um céu azul. Mas lá era: ‘Eu vou sair para aquilo?'”, brincou.

Durante as filmagens, o ator não teve dificuldades com as baixas temperaturas, graças ao traje que usava.

“Eu usava sete camadas, roupas grossas, uma barba espessa e uma pele de urso ou lobo por cima. Era pesadíssimo. Quando eu usava a espada, o escudo e o capacete — tudo muito pesado — e todas aquelas camadas com fivelas por todo lado, meu traje pesava uns 40 quilos. E no meio do dia mais gelado, eu estava encharcado de suor por dentro, porque era como uma fornalha lá dentro”, contou ele, rindo.

O ator também lembrou de uma situação curiosa durante as gravações.

“Eu acho que acabei tendo o benefício de não sentir tanto frio, enquanto todo mundo ao meu redor estava congelando”, Butler riu. “Minha barba estava caindo por causa do suor. Tive que colá-la de volta. Minhas sobrancelhas estavam caindo também. Tive que fixá-las de novo, porque eu estava suando demais”.

Lembrando que o elenco conta com Mason ThamesNico Parker como os protagonistas Soluço e Astrid, respectivamente.

Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisará seu papel na adaptação.

Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn JamesHarry TrevaldwynRuth Codd também estrelam.

Este novo longa adaptará a trilogia de filmes que foram feitos pela DreamWorks Animation e lançados na década de 2010 com grande sucesso.

O longa está programado para estrear no dia 13 de junho de 2025.

Zendaya fala sobre retorno em ‘Euphoria’: “Estou um pouco aterrorizada”

A estrela de cinema Zendaya recentemente falou sobre a terceira temporada de Euphoria, a aclamada série em que interpreta Rue Bennett.

Em uma entrevista à Vanity Fair, a atriz compartilhou alguns de seus sentimentos em relação ao retorno ao set da série, revelando seus receios após um tempo fora das filmagens.

“Eu diria que fiquei fora de cena por alguns anos, então o atraso não foi por minha causa… Eu estava disponível, só esperando. [Risos.] Eu estive esperando. Na verdade, vou começar a filmar um projeto antes de Euphoria, e estou tipo: ‘Cara, estou enferrujada.’ Não apareço em um set há quase dois anos. Estou um pouco aterrorizada. Será que ainda consigo fazer isso? Não sei”, afirmou.

Zendaya também comentou sobre a ansiedade que sente ao iniciar novos projetos, algo que acontece sempre que entra em cena para uma nova produção.

“Para ser sincera, sempre sinto isso toda vez que começo um novo projeto. Você sempre fica se perguntando: ‘O que estou fazendo aqui?’ No primeiro dia de gravação, você pensa: ‘Fui péssima. Eu fui horrível. Todo mundo me odeia. Vou ser demitida amanhã.’ E quando o diretor diz: ‘Você fez um ótimo trabalho’, você pensa: ‘Você está mentindo. Está mentindo para mim.’ Mas isso é só parte da autocrítica, de novo, do meu lado virginiano”, ressaltou.

Embora não tenha dado detalhes sobre a trama da nova temporada, Zendaya enfatizou seu compromisso em fazer justiça à sua personagem.

“Eu acredito que Euphoria está programado para janeiro. Ainda não li nada sobre o roteiro, mas estou muito empolgada para ver o que todos têm trabalhado e como será o futuro da série. Não tenho muito a dizer, além do fato de que as filmagens devem começar em janeiro. Minha maior prioridade é fazer justiça às pessoas que amam e se importam com a Rue, e garantir que ela seja tratada da melhor forma possível como personagem. Acho que essa é minha principal responsabilidade”, concluiu.

Personagens da série de televisão juntos em montagem colorida.

Vale ressaltar que segundo a HBO, o novo ciclo da série vencedora do Emmy começará a ser rodado em janeiro de 2025, com todos os membros do elenco principal retornando (via Variety).

“Estou emocionado por estarmos prontos para começar a produção de Euphoria em janeiro. Não poderíamos estar mais felizes com a nossa parceria criativa com [o criador Sam Levinson] e este elenco incrível. Estamos ansiosos para dar vida a esta nova temporada de Euphoria para os fãs”, disse Francesca Orsi, vice-presidente executiva de programação da HBO e chefe de séries dramáticas e filmes da HBO.

Isso significa que a produção dos novos capítulos começarão quase três anos depois da estreia da segunda iteração.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

Zendaya estrela a produção. O elenco também conta com Sydney Sweeney, Maude Apatow, Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Hunter Schafer e Storm Reid.

Os 10 Melhores Filmes Musicais de Todos os Tempos

Os filmes musicais costumam ter um espaço especial no coração dos cinéfilos – principalmente por aqueles que são apaixonados por teatro musical. Afinal, ambos estão conectados por características bastante similares, visto que as produções cinematográficas do gênero também são acompanhadas de canções intrinsecamente conectadas com a narrativa e com o arco de cada um dos personagens, além de dança e de um ensemble que serve de apoio a determinado protagonista ou coadjuvante.

Desde o início da sétima arte, produções variadas conquistaram o público e a crítica, incluindo O Mágico de Oz‘A Noviça Rebelde’Mary PoppinsCantando na Chuva – e cuja popularização acompanhou o advento e o desenvolvimento do cinema falado e das conquistas sonoras para as telonas. E é notável como o legado de tais produções permanece vivo, ainda mais em pleno século XXI.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores filmes musicais de todos os tempos para dar início a um novo especial. Para tanto, não estamos levando em consideração produções animadas (como as da Walt Disney Studios), e sim obras em live-action.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. HEDWIG: ROCK, AMOR & TRAIÇÃO (2001)

hedwig

Em 2001, John Cameron Mitchell ficou responsável por adaptar a peça homônima off-Broadway Hedwig: Rock, Amor e Traição’ para os cinemas, carregando consigo o fardo de honrar a incrível história da personagem-titular – e o resultado não decepcionou em nenhum aspecto. A tragicomédia gira em torno de Hansel, uma estrela do rock desconhecida que sonha em se tornar um astro nos Estados Unidos. Seu caminho acaba se cruzando com o de um belo americano, que lhe promete amor, liberdade e a realização de todos os seus desejos. Entretanto, para que isso se torne realidade, ele precisará fazer uma operação de mudança de sexo, admitindo-se como a icônica Hedwig.

9. THE ROCKY HORROR PICTURE SHOW (1975)

The Rocky Horror Picture Show’ fala sobre a liberdade sexual, os prazeres, a libido, um contrafluxo contra a maior parte de uma sociedade que obediente por si só gerou engessamentos do pensar, do agir, deixando a felicidade e o prazer sempre em segundo plano. É uma engenharia de loucura, pulsante, dançante, orquestrada por O’Brien e Cia que se aprofunda em entrelinhas para gerar seus pontos reflexivos” – Raphael Camacho

8. CABARET (1972)

Ambientada na Alemanha nazista, Cabaret trouxe Liza Minelli no papel da dançarina e cantora Sally Bowles, que trabalha num cabaré chamado Kit Kat Club e acaba se envolvendo ao mesmo tempo com um professor inglês e um nobre alemão. Mais uma vez, Bob Fosse mostrou seu amor por musicais e transformou uma simples narrativa em um clássico longa-metragem que levou para casa diversos prêmios. Além da indicação para Melhor Filme, Minelli levou para casa a estatueta de Melhor Atriz no Oscar do ano seguinte, enquanto Fosse faturou o prêmio de Melhor Diretor e Joel Grey, que criou uma mágica performance ao lado da atriz, recebeu o de Melhor Ator Coadjuvante

7. MINHA BELA DAMA (1964)

“A história de Eliza Doolittle chegou aos palcos da Broadway em 1956 com My Fair Lady, em uma montagem até hoje exaltada pelos fanáticos por teatro e musical. Não por acaso, afinal a peça trazia ninguém menos que Julie Andrews no papel de protagonista. Ela contracenava ao lado de Rex Harrison. Curiosamente, quando chegou a hora de adaptar a peça para a tela grande, os produtores mantiveram Harrison no projeto, mas acharam que Andrews era inexperiente demais – sem outros trabalhos no cinema – e preferiam fazer a aposta menos arriscada em Audrey Hepburn. O resultado já conhecemos: Minha Bela Damasagrou-se um belo filme e viveu para conquistar oito estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator e Melhor Diretor” – Lucas Salgado

6. AGORA SEREMOS FELIZES (1944)

Agora Seremos Felizes talvez seja um dos títulos menos conhecidos, ao menos atualmente, do ícone do cinema Judy Garland – apesar de ter feito um sucesso gigantesco à época de seu lançamento, em 1944. Dividindo os holofotes com nomes como Margaret O’BrienMary Astor e Lucille Bremer, a história acompanha a história da família Smith em uma série de vinhetas sazonais que começam em 1903 e terminam em 1904.

5. MARY POPPINS (1964)

“Em cada beco, em cada rua geometricamente construída, temos a presença de famílias que dialogam com os valores tradicionalistas defendidos por uma monarquia secular – e essa ideologia é encarnada, em uma investida paradoxal e quase bizarra, por uma personagem adorável e que empresta seu nome ao título do longa. Poppins nos é apresentada logo no prólogo, em um instigante plano-sequência aéreo que nos leva a conhecer Londres e logo depois repousa em uma novem (sim, isso mesmo) e nos mostra às sorridentes feições de Julie Andrews. Andrews e Poppins parecem ser a mesma pessoa – e quem já leu os livros sabe muito bem do que estou falando. Não é à toa que tal semelhança seja até mesmo assustadora: bochechas rosadas, uma polidez aguda e “praticamente perfeita de todo jeito” – Thiago Nolla

4. CHICAGO (2002)

Rob Marshall marca uma de suas primeiras parcerias ao lado do diretor de fotografia Dion Beebe, com o qual trabalharia em produções posteriores, incluindo ‘Memórias de uma Gueixa’. A colaboração entre os dois permite que o filme transforme-se em uma homenagem mimética e de grande respaldo estilístico para a peça original, tornando-se uma construção teatral que não segue os passos do teatro filmado, mas mesmo assim resgata inúmeros elementos que aproximam e distanciam propositalmente o público em um jogo dicotômico necessário para a compreensão da obra como um todo” – Thiago Nolla

3. A NOVIÇA REBELDE (1965)

Ao longo de usa carreira, Julie Andrews protagonizou inúmeras produções de aclame universal por parte da crítica e do público – sagrando-se uma das melhores atrizes de todos os tempos. Em 1965, Andrews encarnou a protagonista de ‘A Noviça Rebelde’, musical que revitalizou e reiterou a importância do gênero na sétima arte. A trama nos leva ao fim dos anos 1930, pouco antes da Segunda Guerra, e acompanha uma noviça que vive num convento, mas não consegue se adaptar às regras religiosas. Ela, então, vai trabalhar como governanta de um capitão viúvo com sete filhos e leva alegria de novo à casa.

2. CANTANDO NA CHUVA (1951)

Cantando na Chuva não é apenas uma irresistível comédia sobre alguns dos personagens mais icônicos já criados, mas também uma aula de História – afinal, todas as relações mais intimistas que se desenrolam e se completam durante o filme são respaldadas por um pano de fundo verídico e que causou muita discordância na época: a transição do Cinema mudo para o Cinema falado. Tal acontecimento deu-se em meados da década de 1920 e representou uma mudança brusca no cenário mercadológico do entretenimento. Como reafirmado por Simpson e Lockwood na introdução do segundo ato, ninguém botava fé que a sincronização de imagem e som vingaria – aliás, ninguém cria que realmente era possível aquilo” – Thiago Nolla

1. O MÁGICO DE OZ (1939)

“Encarar O Mágico de Oz como uma simples obra de ficção fantástica é cometer um erro imperdoável. Fleming não apenas imprime sua perspectiva acerca do romance de Baum, mas recupera também seus elementos críticos. Escrito em 1900, a ascensão de uma força poderosa e temida é reflexo dos governos imperialistas que impõe suas vontades às minorias – nesse caso, a relação abusiva entre a Bruxa e os munchkins.

A aparição de uma força etérea e ‘intangível’ insurge com Glinda (Billie Burke), a Bruxa Boa do Sul, e preconização uma iminente mudança nas configurações autoritárias de Oz. Afinal, pelo que podemos apreender, é Dorothy quem traz o necessário para destituir a Bruxa Má do Oeste e revelar as reais intenções do Mágico (Frank Morgan), um charlatão que assumiu tal papel para enganar e ganhar o respeito da população de Esmeralda. Trazer esses elementos para o final da década de 1930 também tem sua carga, visto que a época era propícia para o crescimento de movimentos extremistas, incluindo o nazi-fascismo, e para o início da II Guerra Mundial” – Thiago Nolla

MENÇÃO HONROSA: AMOR, SUBLIME AMOR (2021)

“O principal feito da obra é sua atemporalidade: Steven Spielberg em momento algum resvala no anacronismo – pelo contrário, se mostra ciente do que quer fazer e conduz cada enquadramento e sequência com naturalidade invejável, resplandecendo cores vivazes e uma fotografia requintada que nunca deseja ser mais do que consegue. Mas isso não é tudo, visto que a própria estética oferecida aos espectadores abraça a arte teatral e rompe as barreiras entre as telonas e os palcos, levando-nos a conhecer um pedacinho esquecido de uma antiga Broadway. No topo de tudo isso, coreografias cuidadosamente demarcadas e absorvidas por um corpo de baile on point que nunca decepciona – e um roteiro assinado pelo vencedor do Pulitzer Tony Kushner, que imprime sua identidade sem perder a bem-vinda reverência ao clássico” – Thiago Nolla

‘Um Amor Feito de Neve’: Romance natalino conquista 88% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

O romance natalino Um Amor Feito de Neve (Hot Frosty) já está disponível na Netflix. No Rotten Tomatoes, o filme conquistou uma aprovação de 88%, com base em 16 análises, e 66% de aprovação do público.

Os críticos, em geral, destacaram que, apesar da premissa simples e boba, o longa é divertido e vale a pena ser assistido.

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“Aqui estão as duas possíveis reações do público: ‘Que idiota!’ e ‘Que idiota — não vejo a hora de assistir!'”, disse Amy Nicholson do New York Times.

“A narrativa traz alguns momentos refrescantes para o benefício do Universo Cinematográfico de Férias da Netflix, reconhecendo especificamente o desejo de seu público-alvo por uma pitada de desejo atrevido e desenfreado, ao lado de uma dramatização suave, mas genuína”, disse Courtney Howard da Variety.

“É barato, bobo e tem uma premissa risível que algumas pessoas vão confundir com algo terrível. Mas também é irreverente e caprichoso. Sabe exatamente o que está fazendo e faz isso de propósito. De algum jeito, acaba funcionando”, disse William Bibbiani do TheWrap.

“É uma ideia sinceramente boba, mas executada com tanta sinceridade, que todos os envolvidos parecem totalmente comprometidos com o fato de que, sim, este é um filme sobre um boneco de neve com abdômen definido. Por enquanto, eu aceito esse tipo de ‘congelamento cerebral'”, disse Adrian Horton do The Guardian.

“Uma comédia romântica de Natal autoconsciente, com “momentos sem camisa” calculados, ‘Um Amor Feito de Neve’ é um entretenimento leve que não se destina a ser levado a sério”, disse Katie Rife do IGN Movies.

“‘Um Amor Feito de Neve’ é bobo, doce e mágico. Sabe exatamente quem é seu público e presenteia-o com uma fantasia perfeitamente aconchegante, no estilo Capra”, disse Marya E. Gates do RogerEbert.

“Os elementos de comédia de ‘peixe fora d’água’ foram realmente divertidos”, disse Rachel Wagner do Hallmarkies Podcast.

“‘Um Amor Feito de Neve’ é, no fim das contas, uma diversão boba e leve. A premissa de um boneco de neve ganhando vida como um homem de carne e osso e se envolvendo em travessuras pela cidade contribui para isso, e é aí que está sua força”, disse Sarah Musnicky do But Why Tho? A Geek Community.

Um Amor Feito de Neve’ está disponível na Netflix

Relembre a sinopse:

“Uma jovem viúva dá vida a um boneco de neve, mas será que ele conseguirá ajudá-la a reencontrar o amor e a alegria do Natal antes de derreter?”.

O filme tem direção de Jerry Ciccoritti, conhecido porAnjo de Natal’.

o elenco conta com Lacey Chabert, Dustin Milligan, Craig Robinson, Joe Lo Truglio, Katy Mixon, Lauren Holly e Chrishell Stause.

‘Premonição 6’ ganha logotipo

A saga de sucesso Premonição em breve retornará com seu aguardado sexto filme, e agora o longa recebeu seu logotipo.

Confira:

Em declarações anteriores, o criador da franquia Jeffrey Reddick havia adiantado que este novo filme abordaria a franquia de uma forma única.

“Este filme aborda a franquia de uma maneira tão única que a explora de um ângulo diferente. Você não sentirá, ‘Ah, há um setup incrível e depois uma reviravolta que pode potencialmente salvar todos vocês, exigindo uma decisão moral ou uma ação para resolver isso.’ Há uma expansão do universo que – estou sendo tão cuidadoso”, revelou Reddick.

Apesar de prometer novidades, Reddick garantiu que o sexto filme manterá a essência da franquia.

“Isso meio que desenterra uma camada profunda da história, tornando-a realmente interessante. É um verdadeiro filme de ‘Premonição’, mas que não segue aquele tipo de fórmula que estabelecemos”, revelou.

O sexto filme, intitulado ‘Final Destination: Bloodlines‘, será estrelado por Kaitlyn Santa Juana (‘O Jogo da Amizade’), Brec Bassinger (‘Stargirl’) e Teo Briones (‘Chucky’).

O elenco ainda contará com Richard Harmon (‘The 100’), Anna Lore (‘They/Them – O Acampamento’), Owen Patrick Joyner (‘Julie and the Phantoms’), Max Lloyd-Jones (‘O Livro de Boba Fett’), Rya Kihlstedt (‘Obi-Wan Kenobi’) e Tinpo Lee (‘A Mansão’).

Na trama…

Stefani fez 18 anos e está prestes a sair de casa, mas começa a ter pesadelos horríveis sobre a morte em um acidente em uma torre na década de 1960, e descobre que seu sonho é na verdade uma premonição que aconteceu com sua avó, Esther, que frustrou a morte aos cinquenta anos. Stefani descobre que embora sua avó tenha frustrado a Morte (até ela morrer aos 80 anos), ela está perseguindo as supostas vítimas daquela catástrofe antiga, matando-as e depois perseguindo seus filhos. Stefani e sua família percebem que sua linhagem não está a salvo da Morte, que os levará de forma violenta e horrível, a menos que alguém como Stefani descubra uma maneira de impedir isso. 

O roteiro do filme é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).

A direção fica a cargo de Zach Lipovsky e Adam B. Stein, ambos de ‘Aberrações‘.

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.

Relembre o trailer.

Ryan Reynolds muda de opinião sobre RETORNAR em ‘Deadpool 4’

Deadpool e Wolverine‘ se tornou um dos maiores sucesso recentes da Marvel, agradando o público e os críticos. Por conta disso, muitos já estão imaginando um possível quarto filme para a franquia.

Após dizer que não planeja outro filme solo do Mercenário Tagarela, Ryan Reynolds mudou de ideia.

Em entrevista à EXTRATV, ele revelou que adoraria retornar.

“Eu adoraria fazer o quarto filme, mas há uma razão para já terem se passado 6 anos desde a última vez… Tenho quatro filhos que mal me conhecem”, brincou.

Deadpool & Wolverine arrecadou US$ 1,33 bilhão.

Ryan Reynolds embolsou nada menos que US$ 30 milhões. Já Hugh Jackman, de volta ao papel de Wolverine após uma breve aposentadoria, recebeu US$ 20 milhões.

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

‘A Múmia’, com Brendan Fraser, vai ganhar pré-sequência focada em ‘Imhotep’

Segundo o insider Daniel Richtman, a Universal Pictures está desenvolvendo uma pré-sequência de ‘A Múmia‘ (1999) focada no vilão Imhotep.

A história se passará antes dele ter um embate com os protagonistas Rick O’Connell (Brendan Fraser) e Evie (Rachel Weisz).

Ele afirma que Wes Tooke (‘Midway – Batalha em Alto-Mar’) foi contratado para roteirizar o projeto.

Para reforçar ainda mais as especulações, o artista conceitual Jean-David Solon, que já trabalhou em filmes consagrados como ‘Doutor Estranho‘ e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘, também compartilhou algumas artes conceituais de um projeto intitulado ‘Imhotep‘, em sua página oficial no site Artstation.

O material compartilhado ainda confirma que o possível filme teria uma estética do Egito Antigo.

Confira duas das artes e clique aqui para ver os demais materiais:

 

Filme ‘Star Wars’ é REMOVIDO do calendário de estreias da Disney em 2026

O filme de ‘Star Wars‘ programado para estrear em 18 de dezembro de 2026 foi REMOVIDO do calendário da Disney.

Na data, o estúdio adicionou a estreia de ‘A Era do Gelo 6‘.

O filme seria focado na Rey Skywalker, vivida por Daisy Ridley. Sharmeen Obaid-Chinoy iria dirigir a partir de um roteiro de Steven Knight, que abandonou o projeto.

Essa semana, foi anunciada uma nova trilogia que será encabeçada por Simon Kinberg, conhecido por seu trabalho na franquia ‘X-Men’.

Kinberg, que possui um histórico misto em Hollywood, com sucessos como ‘Sr. & Sra. Smith’ e fracassos como ‘X-Men: Fênix Negra’, foi escolhido para o projeto graças a sua relação com a equipe criativa da Lucasfilm.

Lembrando que o último longa-metragem da saga intergaláctica foi Star Wars: A Ascensão Skywalker’, lançado em 2019.

Apesar das críticas mistas, o filme arrecadou mais de US$1,07 bilhão mundialmente e conquistou três indicações ao Oscar – Melhor Trilha Sonora OriginalMelhor Efeitos VisuaisMelhor Edição de Som).

Relembre o trailer:

Com o retorno do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), todos voltam a temer seu poder. Assim, a Resistência toma a frente da batalha que ditará os rumos da galáxia. Treinando para ser uma completa Jedi, Rey (Daisy Ridley) ainda se encontra em conflito com seu passado e futuro, mas teme pelas respostas que pode conseguir a partir de sua complexa ligação com Kylo Ren (Adam Driver), que também se encontra em conflito pela Força.

‘Coração de Ferro’ ganha nova sinopse com DETALHES da trama; Confira!

Com lançamento marcado para 2025, ‘Coração de Ferro acaba de receber uma nova sinopse oficial, que revela um pouco mais sobre o enredo.

A produção da Marvel Studios acompanhará a personagem Riri Williams, uma jovem genial que deseja deixar sua marca no mundo.

Confira a sinopse:

“A série coloca a tecnologia contra a magia quando Riri Williams, uma jovem e genial inventora determinada a deixar sua marca no mundo, retorna à sua cidade natal, Chicago. Sua abordagem única na criação de trajes de ferro é brilhante, mas, na busca por seus objetivos, ela acaba se envolvendo com o misterioso e encantador Parker Robbins, também conhecido como O Capuz.”

Vale lembrar que, recentemente, a Marvel Studios revelou um teaser que mostra Riri Williams construindo uma nova armadura, que será utilizada na série do Disney+.

A produção promete entregar uma armadura realista, feita com o uso de efeitos práticos em vez de CGI.

Confira o teaser:

Coração de Ferro será lançada na plataforma de streaming em junho de 2025.

Anunciada pelo presidente do estúdio, Kevin Feige, como parte da fase 5 do MCU, a série também conta com Anthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes, Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash, Cree Summer e Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.

Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.

Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

‘Back to Black’: Cinebiografia de Amy Winehouse já está disponível no streaming!

A cinebiografia ‘Back to Black‘, que conta a história da icônica cantora e compositora Amy Winehouse, estreou oficialmente no catálogo brasileiro do Prime Video.

A produção acompanha o relacionamento tumultuado da cantora Amy Winehouse com Blake Fielder-Civil, que a inspirou a escrever e gravar o álbum Back to Black – que dá título à cinebiografia.

Com 35% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou mais de US$ 50 milhões nas bilheterias mundiais.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O roteiro foi escrito por Matt Greenhalgh, que trabalhou em ‘O Garoto de Liverpool‘ e em ‘Controle: A História de Ian Curtis‘ (2007).

O título é uma referência ao álbum homônimo que a cantora lançou em 2006 com hits como ‘Rehab’, ‘You Know I’m No Good’ e a faixa título.

Zack Snyder revela QUAL é o seu filme de super-heróis é o seu favorito… e não é do DCEU!

Zack Snyder, aclamado cineasta responsável por sucessos como ‘O Homem de Aço’ e Liga da Justiça de Zack Snyder, além de ser um dos nomes mais proeminentes do Universo Cinematográfico DC, revelou recentemente qual de seus filmes baseados em quadrinhos é o seu favorito.

Durante uma entrevista ao ComicBook, o cineasta surpreendeu ao revelar queWatchmen de 2009 é sua preferência.

“Bem, é um pouco estranho, porque por um lado, eu penso em ‘O Homem de Aço’, ‘Batman vs Superman’, ‘Liga da Justiça’, que são obras à parte… Não sei se, para mim, eles se encaixam perfeitamente na definição clássica de filme de quadrinhos. Mas entendo por que as pessoas os consideram assim, já que são adaptações de personagens de quadrinhos. No entanto, minha visão para esses filmes se baseava mais em ideias próprias sobre os personagens”, explicou Snyder.

“Eu diria que ‘Watchmen’, para mim, representa a experiência mais completa de adaptar um quadrinho para o cinema. O processo de transformar o quadrinho em um filme, com todos os desafios e alegrias que isso envolve, foi extremamente gratificante em ‘Watchmen'”, continuou Snyder. “Acho que ‘Watchmen’ é a adaptação mais fluida e satisfatória que já realizei”, completou.

Zack Snyder comandará novo thriller policial da Netflix

Apesar do reconhecimento crítico, Watchmen não obteve grande sucesso de bilheteria, arrecadando US$185,4 milhões, e nunca teve uma sequência.

Assim como vários filmes de Snyder, como Madrugada dos Mortos, ‘Sucker Punch – Mundo Surreal’ e Liga da Justiça de Zack Snyder, Watchmen também recebeu uma versão estendida do diretor lançada em DVD.

Atualmente, o filme está disponível para ser assistido no Max.

Relembre o trailer de ‘Watchman’.

Dica | ‘A Chegada’ completa oito anos e segue a melhor ficção do século XXI

Nesta semana, fui surpreendido com a informação de que o filme A Chegada completou oito anos de seu lançamento. O longa de Denis Villeneuve é uma obra-prima e provavelmente é a melhor ficção científica do século XXI, mas é também um grande exercício de empatia e particularmente me lembra de um momento muito curioso do Rio de Janeiro.

Em 2016, o Rio foi o centro do mundo com a realização das Olimpíadas. E o grande coração do evento foi o Parque Olímpico, na Barra da Tijuca/ Curicica. Nesse mesmo ano, após a cerimônia de abertura encantar o planeta, e diversos ícones olímpicos desfilarem suas capacidades super-humanas nos estádios e arenas cariocas, o Festival do Rio decidiu aproveitar essa onda de atenção e melhorias no transporte urbano da Barra para levar seus grandes eventos para a Cidade das Artes, que fica no centro do bairro. E o filme de abertura daquele ano foi justamente A Chegada, que vinha sendo muito comentado no exterior, já que diversas críticas apontavam o longa como presença certa no Oscar.

Divulgação/ Prefeitura do Rio

O resultado disso foi uma sessão concorridíssima que, mesmo realizada em uma sala gigantesca, acabou não conseguindo atender a todos os interessados em ver a obra de Villeneuve. No fim das contas, a organização do Festival do Rio entendeu que não dava para se separar do Odeon, na região Central, e a realização do evento voltou para seu lar tradicional pouco tempo depois. Ainda assim, ficou essa marca da sessão abarrotada de gente ávida por assistir a ficção científica do século.

Para quem nunca assistiu, A Chegada é uma adaptação do livro História da sua vida e outros contos, de Ted Chiang. O texto desse conto é primoroso, não por acaso foi adaptado quase na íntegra. A história acompanha um planeta Terra aparentemente comum, cuja vida vira de ponta-cabeça com a chegada de 12 naves alienígenas espalhadas pelo mundo. Elas não fazem absolutamente nada além de ficarem paradas, flutuando numa paz terrível. Contudo, como são gigantescas, os exércitos do mundo convocam tropas para tentar a comunicação ou destruição dos OVNIs.

É interessante reparar como cada nação reage de forma distinta às naves, com alguns exércitos tentando bombardeá-las imediatamente, enquanto outras tentam estudá-las para evitar maiores danos.

Nesse contexto, a Dra. Louise Banks (Amy Adams), uma professora universitária de linguística, é convocada para tentar decifrar o idioma dos alienígenas, fazendo com que ela embarque em uma jornada de empatia, autodescoberta e negociações, já que além de tentar dialogar com os aliens, ela ainda busca meios de intervir nas estratégias militares de destruição. E afinal, qual o objetivo desses alienígenas tão diferentes com o planeta Terra? Destruí-lo ou ensiná-lo?

Ostentando uma fotografia de tirar o fôlego – que trabalhou em grande parte com iluminação natural -, com uma trilha sonora fabulosa, um requinte estético muito interessante e uma construção de universo exemplar, A Chegada é um filme tecnicamente perfeito, mas que cativa, além de tudo, pela humanidade de seus personagens.

É impossível não se prender a essa corrida contra o tempo da Dra. Louise, e também não é possível não se emocionar com sua trajetória de vida, que é contada de forma não-linear. É um daqueles filmes que se você ainda não viu, vai ficar se questionando: “por que não vi isso antes?”. E se já tiver visto, vai poder rever e se encantar novamente pela poesia em forma de filme que Denis Villeneuve construiu e entregou ao mundo.

A Chegada está disponível no Paramount+.

‘Moana 2’ era uma série, que foi reeditada em forma de filme… mas POR QUE?

Criado para ser uma série do Disney+, Moana 2‘ teve suas cenas reeditadas para caber no formato de um longa-metragem – que será lançado nos cinemas.

Em uma recente entrevista à EWJennifer Lee, Chefe Criativa dos Estúdios de Animação Disney, comentou sobre a aguardada sequência e revelou por que a Casa Mouse resolveu transformar o projeto em um longa-metragem em vez de manter a ideia original em forma de série.

“Nós constantemente exibimos [nossos projetos], mesmo nas fases iniciais, com os rascunhos”, Lee afirmou. 

“Estava se tornando maior e maior e mais épico – e nós realmente queríamos ver isso nas telonas. Criativamente, [o projeto] evoluiu e pareceu algo orgânico”.

Algo similar ocorreu com os cineastas por trás da sequência, que disseram que todos trabalhando no estúdio podiam sentir o filme ganhando dimensões inesperadas.

“Ficou aparente, logo no princípio, que queríamos isso nas telonas. Pareceu que uma onda tomava conta de todo o estúdio”, afirmou o diretor David G. Derrick Jr.

Vale lembrar que ‘Moana 2‘ estreará nos cinemas nacionais no dia 28 de novembro.

Moana 2 reúne Moana e Maui três anos depois para uma nova viagem expansiva ao lado de uma tripulação de marinheiros improváveis. Depois de receber uma ligação inesperado de seus ancestrais, Moana deve viajar para os mares distantes da Oceania e em águas perigosas há muito tempo perdidas para uma aventura diferente de tudo que ela já enfrentou.”

Auli’i CravalhoDwayne Johnson retornam como Moana e Maui.

O filme é dirigido por Dave Derrick Jr. com músicas de Abigail Barlow, Emily Bear, Opetaia Foa’i e Mark Mancina.

Sucesso de crítica e público, ‘Moana – Um Mar de Aventuras’ arrecadou US$ 643 milhões pelo mundo.

O Deadline revelou que a sequência ‘Moana 2‘ deve conseguir ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões durante sua estreia no final de semana estendido nos EUA.

Projeções recentes ainda indicam que o longa deve arrecadar em torno de US$ 75-82 milhões no final de semana regular no país.

Para termos de comparação, o primeiro final abriu com US$ 82 milhões durante o final de semana estendido no território norte-americano, e encerrou sua passagem pelos cinemas domésticos com sólidos US$ 248.7 milhões.

O site ainda afirma que a animação está registrando um desempenho melhor do que ‘Wicked: Parte 1‘ e ‘Gladiador 2‘.

‘Demolidor: Renascido’ será acessível para TODOS, garante Marvel Studios

Embora Demolidor: Renascido’ continue a história que vimos nas temporadas feitas pela Netflix, a produção da Marvel Studios não exigirá que o público tenha acompanhado os três ciclos anteriores.

Conversando com o Omelete, Brad Winderbaum, chefe de streaming da Marvel Studios, afirmou que ‘Renascido’ será acessível para fãs que ainda não sabem nada sobre a série.

“A série dá continuidade a muita coisa que os fãs das temporadas anteriores vão reconhecer. Mas, se você é um novo fã, pode começar do primeiro episódio de ‘Renascido’ e sentir que está recebendo uma história nova”, declarou Winderbaum.

Vale lembrar que, durante a D23 Brasil, o CinePOP conversou com o astro da série, Charlie Cox, que falou sobre a nova temporada de Demolidor e o universo Marvel.

Em ‘Demolidor: Renascido’, da Marvel Television, Matt Murdock (Charlie Cox), um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk () vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

Demolidor: Renascido‘ chega dia 04 de março de 2025 no Disney+

Além de Charlie Cox como o personagem-título e Vincent D’Onofrio como Wilson Fisk, Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário) integram o elenco.

Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.

Fique ligado para mais informações!

Saiba quando ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem’ chegará no catálogo da Max

‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice’ é um dos maiores destaques do ano e agora está prestes a chegar ao catálogo da Max.

O novo filme, dirigido por Tim Burton, estará disponível para os assinantes do serviço de streaming a partir do dia 6 de dezembro, podendo ser conferido sem qualquer custo adicional.

Com o retorno de membros do elenco original e a adição de novos nomes, como Willem Dafoe e Jenna Ortega, ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice’ foi um enorme sucesso.

A sequência do filme original conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 420 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor representa o melhor desempenho de uma produção comandada pelo Tim Burton em mais de uma década. O último grande sucesso do diretor, a adaptação ‘Alice no País das Maravilhas‘, arrecadou mais de US$ 1 bilhão, em 2010.

Confira nossas entrevistas e siga o CinePOP no Youtube:

‘Branca de Neve’: Orçamento ultrapassa os US$ 250 milhões, revela Disney

O novo live-action da Disney, Branca de Neve, teve seu custo de produção revelado e, até o final de 2023, já ultrapassava os US$ 200 milhões.

Segundo a Forbes, o orçamento atual do filme é de impressionantes US$ 269,4 milhões, fazendo dele uma das produções mais caras do estúdio e colocando-o no caminho de exceder seu orçamento um ano antes de sua estreia.

Lembrando que a versão live-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso crítico e comercial do remake de ‘Rei Leão‘.

A direção fica por conta de Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’).

O filme tem estreia marcada para o dia 21 de março de 2025.

Confira o trailer, o cartaz oficial e siga o CinePOP no Youtube:

branca de neve poster

‘Ainda Estou Aqui’ é alvo de tentativa de BOICOTE por perfis de direita

Ainda Estou Aqui chegou aos cinemas nacionais na última quinta-feira, 7 de novembro, apresentando a história da família de Rubens Paiva, engenheiro civil e político que desapareceu após ser levado pelos militares.

Nas redes sociais, o filme tem gerado incômodo em perfis de direita, que estão até mesmo tentando promover um boicote contraAinda Estou Aqui’.

Fernanda Torres, que interpreta a protagonista Eunice Paiva, tem sido alvo de ataques, com perfis utilizando diversos argumentos, incluindo muitos inverídicos, para criar uma campanha contra o filme brasileiro.

Alguns perfis de direita também estão tentando descredibilizar o filme, alegando um suposto fracasso de bilheteira, o que não está ocorrendo.

De acordo com a Comscore, entre os dias 7 e 10 de novembro,Ainda Estou Aqui atingiu um total de 358 mil espectadores, o que representa 27% do total da bilheteira nacional neste período.

O filme levou mais de 50 mil espectadores aos cinemas apenas na quinta-feira, 7, e arrecadou R$ 1,1 milhão em apenas um dia.

O longa liderou isolado das outras produções em cartaz.

Escolhido pela Academia Brasileira de Cinema para concorrer na categoria de Melhor Filme Internacional na 97ª Premiação do Oscar, o filme recebeu 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 20 avaliações.

Os críticos elogiaram amplamente o filme, destacando a forma humanizada com que retrata os eventos reais, bem como o desempenho notável do diretor Walter Salles e de Torres.

O filme tem apenas 2 críticas negativas.

Confira os comentários:

“Salles obtém performances convincentes de todo o elenco. Eles se sentem como família e amigos presos em um regime maligno.”, disse Dwight Brown.

Ainda Estou Aqui é um filme envolvente e profundamente tocante, que revela uma rica camada de emoção. Sem dúvida, é uma das melhores obras de Salles”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Fazer com que o destino desta casa bem equipada, de classe média alta, remeta ao de um Brasil cada vez mais oprimido pode parecer uma metáfora forçada, mas o empenho de Salles na direção é notável por sua elegância e realismo”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.

“Clássico na forma, mas radical na empatia, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) talvez não precise das seções adicionais que alteram um pouco o ritmo emocional. Mas, por outro lado, esses personagens são tão vívidos que não queremos deixá-los também”, disse Jessica Kiang da Variety.

“O excelente filme de Walter Salles, baseado em fatos reais — uma vez que ele foi amigo da família Paiva na adolescência — é um tributo profundo e comovente a uma mulher e sua família notáveis”, disse Wendy Ide do Screen International.

“O relato baseado em fatos de [Walter Salles] sobre a situação dos desaparecidos é compreensivelmente afetado e pode carregar uma certa dose de sentimentalismo. No entanto, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) continua sendo um drama profundo e comovente sobre os desaparecidos da nação”, disse Xan Brooks do The Guardian.

“Vibrante e comovente, com uma performance excepcional de Fernanda Torres no papel de Eunice Paiva, o filme se destaca por nos fazer experimentar a essência da absoluta arbitrariedade”, disse Fernando E. Juan Lima do Otroscines.

Fernanda Torres oferece uma atuação que, sem dúvida, será aclamada como um dos maiores marcos de sua carreira e, provavelmente, a tornará mais reconhecida internacionalmente”, disse Nicholas Bell da IonCinema.

“O respeito que ele demonstra pela família Paiva, com a qual mantém uma relação próxima, comprova que ele foi a escolha certa para este filme”, disse Robert Ruggio do AwardsWatch.

“Talvez, se Ainda Estou Aqui fosse apresentado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, a maior parte dos amplos e idealizadores traços desse retrato santificado seriam muito mais aceitáveis”, disse Savina Petkova do The Film Stage.

“Independentemente de qualquer vínculo pessoal com esse período sombrio, os espectadores serão cativados pela história desta família corajosa e, especialmente, pela força de Eunice, tudo graças à atuação de Torres”, disse Ema Sasic do Next Best Picture.

Já as duas críticas negativas dizem:

“O filme tem dificuldade em extrair qualquer humanismo grosseiro dessa história decididamente humana, optando, em vez disso, por pintar a família em seu centro com pinceladas amplas e pouco inspiradas.”, por Cole Kronman, da Slant.

“Talvez se Ainda Estou Aqui fosse enquadrado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, então a maioria das pinceladas amplas e idealizadoras neste retrato santo seriam muito mais permissíveis.”, afirmou Savina Petkova, do Movie Stage.

No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

O filme estreia em Nova York e Los Angeles em 17 de janeiro, com uma semana de duração, válida para premiações, antes de estrear nos cinemas de todo o país em 14 de fevereiro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção é inspirada no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

Exibido nos festivais de Toronto e San Sebastián, o filme foi selecionado para o Festival de Nova York, e venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza.

‘Avatar 3: Fogo e Cinzas’ ganha artes conceituais INCRÍVEIS, logo e já está em pós-produção

James Cameron revelou, durante a D23 Brasil, alguns detalhes interessantes sobre o terceiro filme da saga Avatar, que trará aos fãs uma nova tribo de Na’vi como parte central da trama.

Ele afirmou que o longa, intitulado ‘Avatar: Fogo e Cinza’, já está em pós-produção.

Confira as artes conceituais, a logo e siga o CinePOP no Youtube:

 

O filme mostrará como nova a tribo habita um território devastado por erupções vulcânicas, o que faz com que o Povo das Cinzas tenha características diferentes de outros Na’vi.

“Eles foram destruídos por erupções vulcânicas, então se ressentem da natureza e de tudo o que os Na’vi da floresta pregam”, afirmou James Cameron.

Embora mais detalhes não tenham sido revelados, especula-se que o Povo das Cinzas será a grande ameaça do terceiro título da franquia, com os humanos ficando de lado no longa, enquanto a tribo amargurada tenta unificar todos os Na’vi sob seu domínio.

Vale lembrar que durante a apresentação na D23, foram divulgadas as primeiras artes conceituais da aguardada sequência ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ (Avatar: Fire and Ash).

O terceiro filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de Dezembro de 2025.

Durante sua apresentação na Expo D23, o diretor James Cameron (‘Titanic’) explicou o significado do trás do título.

“Fogo pode representar ódio, violência, trauma e um possível abuso de poder. As cinzas representam as consequências de toda essa energia, que é o pesar de ter que viver com o que você fez,” declarou o cineasta.

“Está realmente incrível. Vocês vão adorar. E eu não posso falar sobre isso”.

Em relação aos quarto e quinto filmes da saga, Cameron confirmou que ainda planeja dirigir os projetos, desmentindo os rumores de que abandonaria a franquia.

“Claro. Absolutamente. Quero dizer, eles vão ter que me parar. Tenho muita energia, amo o que estou fazendo. Por que eu não faria? E, por sinal, os roteiros estão escritos. Eu os reli há cerca de um mês. São histórias fantásticas. Eles precisam ser feitos. Olha, se eu for atropelado por um ônibus e acabar em um pulmão de ferro, alguém mais vai fazê-los”, declarou o cineasta.

Assista ao painel:

Lembrando que ‘Avatar: O Caminho da Água’ está disponível no Disney Plus.

O filme lançado em 2022 foi um sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 2,32 bilhões. Recebeu indicação ao Oscar em 4 categorias, incluindo Melhor Filme, e ganhou o prêmio de Melhores Efeitos Visuais.