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Versão live-action de ‘South Park’ ganha trailer conceitual feito por FÃ; Confira!

South Park é uma das animações de maior sucesso da televisão pelo estilo único de animação que traz ao audiovisual – e, enquanto continua a ser transmitida, os fãs estão se perguntando se a atração ganharia uma versão em live-action.

Agora, a página MULTIVERSE OF AI divulgou um trailer conceitual trazendo ninguém menos que Jonah Hill como Eric Cartman, Michael Cera como Stan Marsh, Seth Green como Kyle Broflovski, Pete Davidson como Kenny Marsh e vários outros no elenco.

No vídeo, Seth Rogen é citado como responsável pela direção.

Confira o resultado:

Baseada no curta-metragem The Spirit of Christmas’, South Park é uma série animada ao ar desde 1997 que acompanha os quatro amigos boca-suja da 4ª série, Stan (Trey Parker), Kyle (Matt Stone), Kenny (Stone) e Cartman (Parker). Na cidade de South Park, no Colorado, coisas estranhas não param de acontecer, desde abdução alienígena até o irmão mais novo de Kyle, Ike (Betty Boogie Parker). É nesse bizarro universo que eles vivenciam várias desventuras sinistras dentro e ao redor da cidade, envolvendo tanto o comum quanto o sobrenatural.

A produção foi lançada em 1997 e já teve nada menos que 328 episódios exibidos, além de sagrar-se uma das melhores séries animadas de todos os tempos.

A série está disponível na Paramount+ e no Prime Video.

Saiba AONDE assistir ao suspense com Denzel Washington que tem 92% de aprovação da crítica…

Denzel Washington sempre acerta na escolha de seus projetos, e não foi diferente com o sucesso de crítica A Tragédia de Macbeth (‘The Tragedy of Macbeth’), que está disponível no streaming Apple TV+.

O longa conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, e recebeu fortes elogios pelas poderosas performances dos vencedores do Oscar Denzel Washington e Frances McDormand, bem como pela original abordagem do diretor.

Washington vive o personagem-título, enquanto McDormand é Lady Macbeth. O elenco também é formado por Brendan Gleeson como o Rei Duncan Moses Ingram como Lady Macduff.  

Segundo o consenso geral, liderado por um Denzel Washington estelar, o filme desnuda a clássica história aos seus fundamentos visuais e narrativos.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Confira as principais avaliações:

“Cruel, mas totalmente atraente, esta visão arrepiante de Macbeth é um tour de force visualmente deslumbrante. É tão bom quanto você esperaria deste elenco e equipe, o que diz muito”. – Helen O’Hara, Empire Magazine

“O filme triunfante de Joel Coen sobre a tragédia de Shakespeare surpreende em todos os níveis, com Denzel Washington e Frances McDormand, dois titãs atuantes, interpretando um casal idoso dando sua última chance à ambição assassina. Você não consegue tirar os olhos deles”. – Peter Travers, ABC News

“Todos os anos chega um momento em que o público assiste a um filme que acredita ser a obra-prima deste ano. Essa é aquela hora, aquele filme”. – Dwight Brown, National Newspaper Publishers Association

“Ao escolher Washington e McDormand como seus protagonistas, Coen dá uma nova interpretação à frases familiares”. – Charlotte O’Sullivan, London Evening Standard

“Por melhores que sejam as performances, é a forma como elas estão alinhadas com a direção e a encenação que fazem de A Tragédia de Macbeth uma experiência totalmente emocionante”. – Esther Zuckerman, Thrillist  

A produtora A24 é responsável por lançar o projeto.

Na trama original, um casal escocês passa por cima de tudo e todos para assumir o trono, cometendo assassinatos e outras atrocidades. No entanto, a sede pelo poder trará um alto preço, com ambos sendo assombrados pelas terríveis consequências de seus atos.

‘Twisters’ ultrapassa US$ 350 milhões nas bilheterias mundiais

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O thriller de ação ‘Twisters‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 350 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o longa segue no TOP 9 das maiores arrecadações do ano, acima de ‘Alien: Romulus‘ (US$285.8M), ‘É Assim que Acaba‘ (US$285.5M),  ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um‘ (US$261.5M), ‘Garfield – Fora de Casa‘ (US$230.2M) e ‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo‘ (US$201.8M).

O filme já arrecadou sólidos US$ 259.6 milhões no território norte-americano.

No mercado internacional, o filme acrescenta US$ 98.7 milhões – totalizando US$ 358.3 milhões mundialmente.

Vale lembrar que o longa superou as expectativas em sua estreia nos EUA, arrecadando sólidos US$ 80.5 milhões em seu primeiro final de semana. O valor representa a quarta maior estreia do ano no país, atrás apenas de ‘Deadpool e Wolverine‘ (US$205M) ‘Divertida Mente 2‘ (US$154.2M) e ‘Duna: Parte 2‘ (US$82.5M).

Para termos de comparação, o novo filme arrecadou quase o dobro do lançamento do longa original, que abriu domesticamente com US$ 41 milhões, em 1996. Além disso, a produção também superou as projeções iniciais, que indicavam uma estreia em torno de US$ 50 milhões.

Twisters‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer:

Dirigido por Lee Isaac Chung, o longa é um reboot de ‘Twister‘, filme clássico de 1996.

Na trama, Kate Cooper (Edgar-Jones) é uma ex-caçadora de tempestades assombrada por um encontro devastador com um tornado durante seus anos de faculdade, que agora estuda padrões de tempestades nas telas em segurança na cidade de Nova York. Ela é atraída de volta às planícies por seu amigo, Javi, para testar um novo sistema revolucionário de rastreamento. Lá, ela cruza seu caminho com Tyler Owens (Powell), o carismático e imprudente ícone das redes sociais que se diverte postando suas aventuras de caça a tempestades com sua equipe barulhenta, quanto mais perigoso melhor. À medida que a temporada de tempestades se intensifica, fenômenos aterrorizantes nunca antes vistos são desencadeados e Kate, Tyler e suas equipes concorrentes se encontram diretamente no caminho de múltiplos sistemas de tempestades convergindo sobre o centro de Oklahoma na luta de suas vidas.

O elenco ainda conta com David Corenswet, Brandon Perea, Sasha Lane, Daryl McCormack, Kiernan Shipka, Nik Dodani e Maura Tierney.

Conheça a série de terror que surpreendeu até mesmo Stephen King

Os episódios finais da 4ª e última temporada da série de terror ‘Evil‘ chegam ao catálogo da Globoplay no dia 03 de Setembro, mas o autor Stephen King já teve a oportunidade de assistir e rendeu elogios à produção.

A trama gira em torno da batalha entre ciência e religião. A narrativa principal foca em Kristen Bouchard, uma psicóloga cética que cruza caminho com David Dacosta, um padre católico ainda em treinamento, e um empreiteiro corrupto para investigar supostos milagres, possessões demoníacas e outras ocorrências extraordinárias para encontrarem alguma explicação científica ou sobrenatural por trás dos eventos.

Em seu perfil do X/Twitter (atualmente indisponível no Brasil), o Mestre do Horror escreveu:

“Há uma série eu gosto muito, chamada ‘Evil’, no catálogo da Paramount+. Que entrega do elenco… A química entre o trio de caçadores sobrenaturais é incrível! É uma ótima produção. É engraçado, espirituosa e muito, muito afiada. Fazia tempo que eu não via nada tão inteligente, instigante e tão assustador.”

Infelizmente, a produção criada por RobertMichelle King, dupla responsável pela aclamada ‘The Good Wife‘, foi encerrada na 4ª temporada.

O elenco conta com Katja Herbers, Mike Colter, Aasif Mandvi, Michael Emerson, Christine Lahti, Kurt Fuller, Brooklyn Shuck, Skylar Gray, Maddy Crocco e Dalya Knapp.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘É Assim que Acaba’ já arrecadou quase US$ 300 milhões mundialmente

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Sucesso! O romance ‘É Assim que Acaba‘, estrelado pela Blake Lively (‘Águas Rasas’), já conseguiu arrecadar quase US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa segue no TOP 3 das maiores arrecadações do final de semana. Ao total, a produção já soma sólidos US$ 135.8 milhões no país.

Internacionalmente, a adaptação do livro de Colleen Hoover acrescenta US$ 150 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 285.8 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com Reino Unido (US$24.2M), Austrália (US$13.1M), México (US$12.6M), Alemanha (US$11.9M) e Brasil (US$9.1M).

Vale lembrar que o romance superou as expectativas em sua estreia nos EUA, arrecadando US$ 50 milhões em seu primeiro final de semana. O valor ficou muito acima das projeções iniciais, que indicavam um lançamento em torno de US$ 23-30 milhões.

Desconsiderando sua participação especial no novo filme do Deadpool, ‘É Assim que Acaba‘ se tornou o segundo maior lançamento da carreira de Lively, atrás apenas do live-action de ‘Lanterna Verde‘ (US$53.1M).

Vale lembrar que o romance já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção é baseada no romance homônimo da Colleen Hoover.

Brandon Sklenar, Jenny Slate e Hasan Minhaj completam o elenco da produção.

Justin Baldoni também está atado à direção, a partir de um roteiro escrito por Christy Hall (‘I Am Not Okay With This’).

Lily nem sempre teve tudo fácil na vida, mas isso nunca a impediu de trabalhar duro pelo que deseja. Ela percorreu um longo caminho desde a pequena cidade no Maine, onde cresceu – formou-se na faculdade, mudou-se para Boston e abriu seu próprio negócio. Então, quando ela sente uma faísca com um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo na vida de Lily de repente parece quase bom demais para ser verdade.

Ryle é assertivo, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e tem uma quedinha total por Lily. E a aparência dele de uniforme certamente não dói. Lily não consegue tirá-lo da cabeça. Mas a completa aversão de Ryle a relacionamentos é perturbadora. Mesmo quando Lily se vê se tornando a exceção à sua regra de “não namorar”, ela não pode deixar de se perguntar o que o tornou assim em primeiro lugar.

À medida que as perguntas sobre seu novo relacionamento a oprimem, os pensamentos sobre Atlas Corrigan – seu primeiro amor e um elo com o passado que ela deixou para trás – também retornam. Ele era sua alma gêmea, seu protetor. Quando Atlas reaparece repentinamente, tudo o que Lily construiu com Ryle está ameaçado.

‘Alien: Romulus’ ultrapassa ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um’ e se torna o MAIOR terror do ano

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Sucesso! Em menos de três semanas, o aclamado ‘Alien: Romulus‘ já arrecadou sólidos US$ 285.6 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa conseguiu ultrapassar a arrecadação total de ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um‘ (US$261.5M), tornando-se o maior filme de terror do ano.

Além disso, a produção também superou ‘Alien: Covenant‘ (US$240.8M), tornando-se a segunda maior arrecadação da franquia – atrás apenas de ‘Prometheus‘ (US$403.3M).

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 90.9 milhões. No mercado internacional, foram US$ 194.7 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a China (US$92.7M), Reino Unido (US$14.1M), Coreia (US$12.6M), França (US$9.4M) e México (US$7.1M).

Em IMAX, a produção soma US$ 37.2 milhões, tornando-se a maior arrecadação para um filme de terror da história do formato.

Crítica | ‘Alien: Romulus’ é um dos MELHORES capítulos da icônica saga sci-fi

Orçamento em US$ 80 milhões – valor consideravelmente mais baixo do que ‘Prometheus‘ (US$130M) e ‘Alien: Covenant‘ (US$97M) –, ‘Alien: Romulus‘ está no caminho para se tornar um novo sucesso da franquia.

Aclamado pelos críticos – com 80% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o terror também agradou o público, recebendo uma nota B+ dos espectadores no CinemaScore.

Vale lembrar que o longa segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Ambientada entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), a trama gira em torno de um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada.

O elenco conta com Cailee Spaeny, Isabela Merced, David Jonsson, Archie Renaux, Spike Fearn e Aileen Wu.

Ridley Scott, diretor do longa original e das pré-sequências, serve como produtor.

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‘Agatha: Desde Sempre’: Série com Kathryn Hahn chega ESTE MÊS ao streaming!

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agatha desde sempre

Agatha: Desde Sempre’, série derivada de WandaVision estrelada por Kathryn Hahn, chega este mês ao catálogo do Disney+.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 18 de setembro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Agatha Harkness se vê impotente depois de escapar de seu aprisionamento em Westview, Nova Jersey. Ela espera que alguns aliados improváveis ​​se juntem a ela em sua busca para recuperar seus antigos poderes. 

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Conheça as bruxas da série ‘Agatha: Desde Sempre’ em vídeo de bastidores INÉDITO; Confira!

Agatha: Desde Sempre’, série derivada de WandaVision estrelada por Kathryn Hahn, chega no dia 18 de setembro ao catálogo do Disney+.

Agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo inédito nos levando aos bastidores da atração e também apresentando as personagens principais.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

Agatha Harkness se vê impotente depois de escapar de seu aprisionamento em Westview, Nova Jersey. Ela espera que alguns aliados improváveis ​​se juntem a ela em sua busca para recuperar seus antigos poderes. 

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Projeções indicam abertura SÓLIDA para ‘Coringa: Delírio a Dois’, mas abaixo de ‘Deadpool e Wolverine’

Coringa: Delírio a Dois’ é um dos filmes mais aguardados do ano e trará ninguém menos que Joaquin Phoenix como o palhaço do crime Arthur Fleck e Lady Gaga como Lee, a nova Harley Quinn, no elenco – e as projeções de abertura de bilheteria são bastante sólidas.

Segundo Shawn Robbins, do Box Office Theory, o longa almeja a uma estreia entre US$120 e US$150 milhões apenas nos Estados Unidos – um montante considerável para um projeto desse calibre. Todavia, a venda de ingressos ainda não começou e, nas próximas semanas, as projeções devem se tornar mais certeiras.

A encargo de comparação, ‘Deadpool e Wolverine’, o título mais recente da Marvel Studios, abriu com estrondosos US$211 milhões, quebrando inúmeros recordes de arrecadação que se estendem até hoje (um mês depois de seu lançamento).

O valor, entretanto, é maior que a abertura do filme de 2019 – que arrecadou US$93,5 milhões e assegurou mais de US$1 bilhão em seu período de exibição nos cinemas.

Coringa: Delírio a Dois’ fará sua estreia na 81º edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza, que acontece de 28 de agosto a 07 de setembro.

Vale lembrar que o filme ganhou classificação indicativa para maiores de 18 anos devido a cenas de violência, linguagem inapropriada, nudez completa e sexo.

Essa é a mesma classificação do filme anterior, mas a sequência deve ser um pouco menos perturbadora, já que o original foi classificado para maiores por “extrema violência sangrenta”.

O filme estreia oficialmente em 04 de outubro de 2024.

O longa será um musical maníaco. A decisão de transformá-lo em um musical dividiu os fãs, mas o filme está sendo descrito como um “jukebox”.

Para quem não está familiarizado, musicais jukebox são aqueles que usam canções populares interpretadas pelos próprios atores, como vimos em ‘Mamma Mia!’ e ‘Moulin Rouge!’.

Segundo a Variety, o filme apresentará pelo menos 15 reinterpretações de músicas “muito conhecidas”, além de algumas canções originais. Uma das músicas em destaque será “That’s Entertainment”, do musical ‘The Band Wagon’ (1953).

O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.

Dica | Cinco clássicos de Steven Spielberg para ver nos streamings

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Poucos seres humanos na história do cinema conseguiram emplacar tantas obras-primas quanto Steven Spielberg. Perguntar a um fã qual o melhor filme do diretor é certeza de não receber uma única resposta. Da mesma forma, é bem possível que todas as respostas estejam corretas, porque são muitas obras irretocáveis.

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Steven Spielberg nos sets de filmagem de ‘Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros’

Em homenagem a esse diretor incrível, o CinePOP foi atrás de cinco clássicos essenciais do diretor que estão disponíveis em diferentes streamings para você conhecer ou matar a saudade. Confira!

Tubarão

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Clássico irretocável do cinema mundial, Tubarão é marcante por ser considerado o primeiro Blockbuster da história – e também o filme que lançou Spielberg na cena dos anos 70. Neste suspense espetacular, uma cidadezinha tem sua paz interrompida por um sangrento ataque de tubarão. Porém, temendo perder o faturamento que viria com o turismo, o prefeito se recusa a fechar a praia e contrata um cientista e um pescador para matarem o tubarão-branco antes que ele faça mais vítimas. Só que a missão está longe de ser tão fácil quanto parece.

Onde assistir: Amazon Prime Video e Telecine.

 

Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros

Dizem que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, mas Steven Spielberg estava lá para provar que o ditado estava errado. Após inventar o Blockbuster nos anos 70, o grande mago do entretenimento foi lá e reinventou o Blockbuster com Jurassic Park. Adaptando o romance de Michael Crichton, o filme acompanha um grupo de cientistas em uma visita a uma ilha remota na América Central, onde um milionário excêntrico investiu na engenharia genética para recriar dinossauros por meio do DNA extraído do Âmbar. Sua ideia era criar um parque temático com os lagartões como atração, só que as coisas saem do controle, a energia é cortada e o grupo fica preso na ilha com os dinossauros mais mortais da história soltos por lá. É uma aventura com alguns dos efeitos visuais mais impressionantes já vistos pela humanidade.

Onde assistir: Amazon Prime Video, Disney+ e Telecine.

 

A Lista de Schindler

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Diferentemente de outros filmes da Segunda Guerra Mundial, A Lista de Schindler não é focado nas batalhas e confrontos do evento histórico, mas no impacto direto dele nas pessoas. Spielberg, que é judeu, embarcou de corpo e alma para contar a história do sofrimento de seu povo nas mãos dos nazistas ao contar a história do empresário Oskar Schindler (Liam Neeson), que prospera durante a Segunda Guerra Mundial, fazendo uso de mão de obra judia. No entanto, conforme vai se construindo o Holocausto, ele abre mão de sua fortuna para salvar o máximo de judeus que conseguir. É um drama fortíssimo, bem diferente das aventuras que encantam o mundo, e traz uma curiosidade impressionante: foi gravado ao mesmo tempo que Jurassic Park.

Onde assistirNetflix e Telecine.

 

E.T. O Extraterrestre

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Clássico que marcou a infância de diferentes gerações, E.T. O Extraterrestre é o filme favorito do próprio Spielberg, que já afirmou ter assistido o longa várias vezes. A história da amizade improvável entre um alienígena perdido e um garoto comum dos EUA encantou o mundo. E o mais curioso de tudo é que esse filme começou como um projeto de terror, mas acabou virando uma aventura sobre amizade – e cá entre nós, não tem do que reclamar do resultado. É um filmaço sem defeitos.

Onde assistir: Amazon Prime Video e Telecine.

 

Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida

Fechando a lista, temos a primeira missão do maior personagem já criado para o cinema de aventura. Em Os Caçadores da Arca Perdida, acompanhamos a jornada de Indiana Jones (Harrison Ford), um arqueólogo e professor universitário que viaja o mundo atrás de artefatos históricos. Durante a Segunda Guerra Mundial, ele é convocado pelo serviço secreto dos EUA para encontrar a Arca da Aliança, um artefato bíblico repleto de misticismo, que supostamente esconderia uma arma que seria usada pelos nazistas para vencer a guerra. Dessa forma, ele viaja pelo mundo para tentar localizar a arca e impedir que Hitler saia vitorioso. O personagem veio do desejo de Spielberg de dirigir um filme do James Bond. Como o convite nunca veio, ele foi lá e criou um personagem tão bom quanto.

Onde assistir: Disney+ e Paramount+.

 

Marvel 85 anos | Produções diferentonas do MCU para ver nos streamings

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A Marvel completou 85 anos e não dá para negar sua influência no entretenimento atual. Ela redefiniu os conceitos de entretenimento e criou um mercado próprio nos cinemas, capaz de arrancar bilhões em bilheteria com lançamentos surpreendentes.

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Em comemoração aos 85 anos da Marvel, o CinePOP separou cinco produções bem diferentes do padrão do estúdio para você assistir no Disney+. Confira!

Lobisomem na Noite

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Dirigido pelo compositor Michael Giacchino, Lobisomem na Noite é um especial lançado para o Halloween de 2022, que adapta a história de Jack Russell (Gael García Bernal), que é um caçador de monstros, mas também é um lobisomem. O especial acompanha o rapaz em uma caçada junto a outros mercenários para encontrar uma joia na mansão do falecido Ulysses Bloodstone. É uma trama fechadinha, mas divertida e criativa, apelando para uma fotografia em preto e branco e personagens clássicos do universo sobrenatural da Marvel, que certamente ganhará as telas nos próximos anos.

WandaVision

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Para muitos, a melhor série do MCU no Disney+. Lançada durante a pandemia, WandaVision acompanha a jornada de luto de Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen), que supostamente perdeu o marido nos filmes dos Vingadores, mas apareceu vivendo com ele em um mundinho perfeito inspirado nas séries de TV que marcaram sua infância. É uma série repleta de mistérios e personagens interessantes, mas o grande destaque é mesmo a viagem pela história das sitcom dos EUA.

Cavaleiro da Lua

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Com um dos elencos mais afiados de todas as produções da Marvel, Cavaleiro da Lua acompanha o distraído Steven Grant (Oscar Isaac). Ele trabalha no Museu de Londres, mas costuma acordar cansado quando dorme, podendo sumir por dias. Ao longo da série, descobrimos que ele sofre de Transtorno Dissociativo de Identidade e sua outra identidade é, na verdade, um aventureiro mercenário que tem um pacto com Konshu, o deus egípcio da lua. Quando ele descobre isso, suas vidas vão começar a se misturar e ele se transforma no Cavaleiro da Lua, um anti-herói que está tentando impedir que um fanático religioso entregue essa realidade para uma entidade mortal do Egito Antigo.

Guardiões da Galáxia: Especial de Festas

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Lançado em 2022, esse especial de natal é parte canônica da história dos Guardiões da Galáxia nos cinemas. Escrito e dirigido por James Gunn, ele mostra Peter Quill (Chris Pratt) amuadinho na época do natal, então Drax (Dave Bautista) e Mantis (Pom Klementieff) decidem alegrá-lo trazendo o clima natalino pra sua nova base espacial. Para surpreendê-lo, eles viajam até a Terra em busca de luzes, pinheiros, enfeites, elfos infláveis e… Kevin Bacon. Pois é, eles ficam de porre e acreditam que o melhor presente possível para o Peter é ter o seu grande herói de infância, então eles sequestram o ator e o levam para o espaço. É uma aventura muito divertida, que além de tudo traz uma canção original boa demais.

Eternos

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Lançado no meio da pandemia, Eternos é um daqueles filmes que não deixou muita saudade. Sua trama é bem desligada do resto do MCU até aqui, apesar de deixar elementos que serão explorados em breve nas próximas produções. A história aborda um grupo de criaturas extremamente poderosas que foram enviadas para a Terra há milhares de anos. Eles acompanharam o surgimento da humanidade e se tornaram deuses para muitas culturas ao longo dos anos. Atualmente, porém, na Era dos Heróis, eles se separaram e vivem escondidos na sociedade como pessoas comuns. O problema é que o desaparecimento de um deles vai fazer com que os Eternos se unam novamente, levando o grupo a desvendar suas origens e tudo que sua existência significa para a Terra. É um filme curiosamente contemplativo e que foge bastante da linguagem da chamada ‘Fórmula Marvel’.

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Todas as produções citadas no texto estão disponíveis no Disney+.

Crítica | ‘O Som e a Sílaba’ traz leveza e boa música para o Disney+

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Lançada na última semana, a minissérie O Som e a Sílaba é a nova produção nacional original do Disney+. Escrita e dirigida por Miguel Falabella, a série é uma adaptação da peça teatral homônima e traz para as telinhas uma questão bastante complexa de ser retratada: a vida de uma jovem no espectro autista.

A trama mostra a vida de Sarah Leighton (Alessandra Maestrini), uma jovem que sempre se sentiu diferente, tanto que sempre saía de costas nas fotos da infância. Rejeitada pela própria mãe, ela cresceu muito apegada ao pai e à ópera. Já adulta, ela segue vítima do preconceito, mas vê sua vida mudar quando seu irmão a inscreve em aulas com a soprano Leonor (Mirna Rubim), sua grande referência na arte. De início, elas não se entendem muito bem, só que vão encontrando meios de se falar pela música.

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Antes de qualquer coisa, não tenho conhecimento sobre o autismo para falar se a série é ou não uma boa adaptação sobre pessoas nesse espectro. No entanto, é interessante ver como há uma preocupação em mostrar os personagens de forma respeitosa. Em entrevista, Maestrini me revelou ter entrado em contato com pessoas no espectro autista para repassar o texto e checar se havia algo ofensivo para elas ali.

A personagem de Sarah é leve e determinada. Mesmo diante do preconceito em sua própria casa, ela segue firme a quem é e não se deixa mudar pelo entorno para tentar se encaixar. Na verdade, quem mais muda ao longo da série é Leonor, a professora. Sua personagem começa extremamente fechada e rancorosa, vivenciando uma solidão terrível por conta de traumas do passado, refletido principalmente no afastamento da filha. Conforme a série se desenvolve, ela vai se aproximando de Sarah, que adentra sua vida e traz uma luz para seu isolamento.

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E é nessas ‘incursões’ de Sarah na personalidade de Leonor que os personagens secundários brilham. O núcleo do prédio em que a soprano mora ganha um desenvolvimento leve e adorável. É um amor puro que vai surgindo e consegue divertir nesse processo.

Paralelamente, Sarah desenvolve uma trama de primeiro amor que surge de forma orgânica, apesar da motivação dela buscar um namoradinho seja justamente para tentar entender sua personagem na ópera. Mais do que isso, a trama do concurso internacional, em que a protagonista comete seus pequenos ‘delitos’ para se inscrever, é divertidíssima.

oseas ep07 0234 Mais do que a pureza de Sarah e da bondade de suas intenções, o que mais prende na tela é a voz de Maestrini e a playlist da série. A capacidade vocal da atriz é fascinante, e a série faz questão de explorar isso ao máximo, principalmente nos episódios finais. E a escolha de músicas foi a dedo, trazendo obras, nas palavras de Falabella, ‘palatáveis para todos’, mas sem perder o refinamento das grandes óperas.

E por ser uma história ambientada nesse meio da ópera, a leveza da produção é uma surpresa muito positiva, já que essas tramas geralmente são mais trágicas que divertidas. Enfim, é uma boa surpresa dessa leva de produções nacionais do Disney+ e uma série muito bem-vinda para quem curte o mundo da música.

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O Som e a Sílaba está disponível no Disney+.

Marvel completa 85 anos com um legado que atravessa gerações

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Fundada em 31 de agosto de 1939, a Marvel chegou aos 85 anos como um verdadeiro império do entretenimento. Nascida com o nome de Timely Comics, ele chega sob forte influência de um gênero de gibis – e cinema – que acabou caindo no esquecimento com o passar dos anos: o Faroeste. Isso se deu porque seu grande fundador, Martin Goodman, era filho da chamada ‘Grande Depressão’. Com os EUA em crise, ele rodou o país atrás de emprego até se encontrar em Nova York, onde começou a trabalhar com editoras de revistas ‘pulp’.

Essas revistas eram feitas com polpa de celulose, um papel mais barato – considerado menos nobre – e que permitia a produção de maior quantidade de exemplares. Não havia um gênero específico dessas revistas, mas predominavam a ficção científica, o faroeste e as tramas noir. Ou seja, era um entretenimento sem muita preocupação técnica, voltada para uma diversão rápida. Um ‘fast food’ artístico. Com esses trabalhos na bagagem, Martin se arriscou e abriu uma sociedade para lançar a editora que viria a se tornar a Archie Comics. Mais tarde, em sua nova empreitada, foi a vez da Timely, a futura Marvel.

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Porém, com nomes como Superman e Batman fazendo sucesso na DC, eles entenderam que era a vez de arriscar no mercado dos super-heróis, mas sem perder a identidade que havia consolidado as revistas pulp. Dessa forma, Martin lança a Marvel Mystery Comics #1, em outubro de 1939, trazendo ao mundo os dois primeiro ícones do panteão de supers da Universo Marvel: Namor, o Príncipe Submarino, e o Tocha Humana. E foi um sucesso estrondoso de vendas.

Para encorpar o time da Timely, ele contratou nomes como Joe Simon e Jack Kirby, além do primo de sua esposa, um tal de Stanley Martin Lieber, que começaria como auxiliar de escritório e viraria quadrinista, assinando suas obras com o nome Stan Lee. A maioria vinha do time da Funnies Inc, que criava histórias bem-humoradas. Esses nomes coincidiram com a chegada da Segunda Guerra Mundial, trazendo para os quadrinhos um cenário muito propenso a explorar a criatividade dos quadrinistas: os heróis atuando no front. Daí surgem nomes como o Capitão América, BuckyMiss América e muitos outros.

marvel mystery comics vol 1 nnOs anos 40 foram excelentes para a Timely, que virou sucesso entre a molecada, que não tinha TV para acompanhar as notícias da guerra, então restava ouvir as notícias no rádio e ler as revistinhas com os super-heróis defendendo os interesses do país no front. Com o fenômeno dos heróis, outras revistas da editora foram ganhando verba para lançarem histórias de terror, religiosas, de espionagem e até mesmo sobre personalidades famosas da época. O céu era o limite. Ou assim parecia…

Na década de 1950, com o fim da Segunda Guerra Mundial, os super-heróis perderam o apelo. Com uma crise financeira chegando, eles mudaram o nome da Timely, que passou a ser chamada de Atlas Comics. Houve também uma mudança editorial, que priorizou as histórias essencialmente infantis, em vez de produzir contos para jovens, como vinha fazendo na reta final da última década.

Houve uma tentativa de reviver seus super-heróis, mas parecia não haver mais espaço para eles no gosto popular. O sucesso da vez eram as histórias de monstros e as grandes criaturas que dominavam os cinemas e matinês. Porém, na virada dos anos 50 para os 60, a DC teve êxito em seu projeto de resgatar os heróis.

stan lee 2Vendo o sucesso da concorrência, em 1961, a Atlas virou Marvel Comics e Stan Lee ganhou liberdade para reformular a empresa e implementar o chamado ‘Método Marvel, em que os artistas desenhavam as histórias e a equipe de texto escrevia os argumentos com base na arte. Mas havia algo além desse método que fez toda a diferença: enquanto a DC olhava para o espaço e as ameaças megalomaníacas, a Marvel olhava para o cotidiano.

Suas histórias não eram ambientadas em planetas distantes ou terras exóticas, mas no quintal de casa, em Nova York. Seus heróis tinham superpoderes, mas seus dilemas pessoais ocupavam mais espaço nas páginas do que as ameaças dos vilões. Dessa proposta, surgiram nomes como Quarteto Fantástico, Homem de Ferro, Incrível Hulk, X-Men, Demolidor, Wolverine, Vingadores e claro, o Homem-Aranha.

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Na década de 60, a Marvel ‘nadou de braçada’, tirando as histórias em quadrinhos exclusivamente das mãos das crianças e levando esses gibis para as universidades. E como os times criativos eram provenientes daquela leva de quadrinistas da Funnies, trazida por Martin como apostas nos anos 40, o bom humor era presença certa nos textos. As tramas jovens e divertidas trouxeram uma leveza para as propostas típicas da ficção científica.

O debate chegou aos estudiosos da época, que começaram o debate se gibis eram literatura ou não. Mas isso pouco importava para os fãs, que viram seus heróis ganharem as telas entre as décadas de 1970 e 1980. Se nos quadrinhos os super-heróis viviam uma fase mais sombria, com histórias mais adultas e repletas de dilemas tensos, os desenhos animados adaptavam de forma simples as HQs dos anos 60, enquanto as séries de TV tinham suas liberdades criativas para fazerem de heróis como O Incrível Hulk e o Homem-Aranha ‘furarem a bolha’.

Dessa forma, a Marvel deixou de ter apenas heróis dos quadrinhos e passou a te verdadeiros ícones da Cultura Pop sob seus domínios. Na categoria de TV, por exemplo, a empresa produziu animações como Transformers e Caverna do Dragão.

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Na década de 1990, a maior crise da história da empresa levou a Marvel a tomar medidas desesperadas. Comprada pelo empresário Ronald Perelman na reta final dos anos 80, a Marvel viu as promessas de lançar uma quantidade maior de títulos de quadrinhos virar fumaça, dando espaço às acusações que Perelman havia desviado verba da empresa para seus uso próprio. Ele também fechou o estúdio de animação e a editora se viu em meio a uma crise financeira sem precedentes.

Após uma longa batalha judicial, Isaac Perlmutter, da Toy Biz, assumiu o controle da Marvel em 1997 e apertou os cintos da empresa. Ele licenciou os heróis para adaptações cinematográficas e vendeu os direitos para estúdios como Sony e 20th Century Fox. A medida foi controversa, mas deu certo. Para tentar lucrar mais, os quadrinhos lançaram um novo selo de histórias adultas, o Marvel MAX, e foi estabelecida a filosofia de renovar os heróis para os tempos atuais.

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Os anos 2000 chegaram e as adaptações dos super-heróis da Marvel começaram a fazer sucesso nas telonas. Filmes como Blade, X-Men e Homem-Aranha fizeram dos ícones Marvel fenômenos de popularidade e sinônimo de boa bilheteria. E apesar da Marvel Comics não lucrar diretamente, eles recebiam uma verba monstruosa de produtos licenciados e indiretamente lucravam com o interesse público pelos heróis dos quadrinhos.

Assim surgiu o Universo Ultimate, que repaginava os supers para a realidade dos tempos atuais e traziam elementos próximos dos filmes. No universo regular, os heróis foram encontrando seus públicos novamente até chegarem a uma verdadeira revolução nas HQs: Guerra Civil. A saga reuniu todos os títulos da empresa e fez o maior crossover da história desse universo, mobilizando fãs no mundo inteiro a comprarem até mesmo títulos que não acompanhavam regularmente para não perderem nada dessa trama eletrizante.

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Em 2008, em parceria com a Paramount, um antigo sonho do produtor Kevin Feige tomou forma. Ele queria fazer filmes que se conectassem nos cinemas, reunindo os principais heróis da Marvel em grandes produções cinematográficas. O primeiro e o segundo capítulos foram lançados naquele ano, com Homem de Ferro e O Incrível Hulk, este último lançado em parceria com a Universal. Assim nasceu o Universo Cinematográfico Marvel.

Houve quem não botasse fé no projeto, principalmente depois da escalação de Robert Downey Jr., um dos atores mais problemáticos da época, já que havia sido preso e convivia com um complicado vício em drogas, mas foi justamente desta união inesperada que surgiu a galinha dos ovos de ouro da Casa das Ideias. O longa virou um sucesso, Downey Jr. ficou eternizado no papel e o Marvel Studios virou realidade.

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No ano seguinte, em 2009, um acordo bilionário chocou – e mudou – o mundo do entretenimento de uma vez por todas. A Disney abriu os bolsos e comprou a Marvel pela bagatela de 4 bilhões de dólares. O valor impressiona, mas quando se percebe que somente Vingadores: Ultimato (2019) arrecadou cerca de 2,8 bilhões em bilheteria, fica claro que o Mickey pagou barato na Casa das Ideias.

Com a nova parceria, a Marvel nunca mais passou dificuldade financeira e passou a dominar não apenas as bancas de jornais, mas também os cinemas, as TVs e agora os streamings. O sonho de Kevin Feige virou realidade e a Marvel virou, por mais de uma década, sinônimo de qualidade e sucesso. Atualmente, porém, a empresa passa por uma reformulação interna, já que recuperou os direitos de praticamente todos os seus personagens, ficam sem o controle apenas do Homem-Aranha e seus personagens, que participam dos filmes por meio de um acordo costurado com a Sony.

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Há quem diga que a Marvel passa por uma crise atualmente, mas com o sucesso de Deadpool & Wolverine, que passou dos 1,2 bilhão de dólares em bilheteria e ainda segue em cartaz, parece que a tal crise começou a ser contornada.

São 85 anos de altos e baixos e milhares de personagens inesquecíveis que marcaram e vão marcar a vida de bilhões de pessoas pelo mundo. Um marca dos sonhos para qualquer empresa que viva do entretenimento.

Ryan Reynolds, Hugh Jackman, Glen Powell e atores que estão bombando nessa temporada em Hollywood!

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O status de um ator em Hollywood funciona muito como um passe de jogador, por exemplo. Conforme mais a estrela brilha, mais ela vale. No esporte, o passe de um jogador se valoriza de acordo com seu desempenho, acompanhando o número de gols, jogadas ou passes, mesmo que seu time não seja sempre o vencedor. Com o cinema de Hollywood o mesmo acontece. Primeiramente, o valor pago a um ator aumenta exponencialmente de acordo com o sucesso dos filmes em que estrela – muitas vezes creditado a sua presença.

O sucesso de um ator pode se dar também pela qualidade dos projetos em que se envolve, o que não necessariamente reflete em sucesso financeiro. Além, é claro, do talento performático do intérprete, o que pode resultar em prêmios para tal artista. O melhor dos dois mundos é quando um artista possui reconhecimento de prêmios por seu trabalho, ao mesmo tempo em que mescla filmes populares e de muito sucesso. Pensando nisso, seguimos com a segunda parte da matéria dos artistas mais populares desta temporada, agora focando nos atores do momento. Confira abaixo.

Glen Powell

Não tem jeito, o nome do momento em Hollywood é Glen Powell. Embora muitos possam pensar que o ator apareceu do dia para a noite, Powell já está rodando no meio há bastante tempo, desde o início dos anos 2000 para ser mais preciso – e marcou presença em blockbusters como ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge’ e ‘Os Mercenários 3’. Powell tem uma presença física imponente e seu jeitão do galã faz dele um astro nato. O reconhecimento veio após a participação em ‘Top Gun: Maverick’ em 2022, mas no fim do ano passado foi quando ele se tornaria um nome quente de verdade ao estrelar como protagonista a comédia romântica ‘Todos Menos Você’. Esse ano o ator marcou mais dois golaços, com ‘Assassino por Acaso’, da Netflix, e ‘Twisters’, o sucesso surpresa da temporada.

Ryan Reynolds

Reynolds também já está na estrada há bastante tempo – desde a época da série ‘Três é Demais’ (Two Guys, a Girl and a Pizza Place, 1998-2001). O ator canadense de 47 anos já esteve em tudo quanto é tipo de blockbuster, mas se tornou verdadeiramente um astro após mostrar que tem força na indústria, tirando o filme ‘Deadpool’ (2016) do papel e fazendo do seu jeito. Os dois primeiros foram sucessos, mas com ‘Deadpool e Wolverine’, o ator atingiu um novo patamar em sua carreira – estrelando seu primeiro filme de US$1 bilhão em bilheteria.

Hugh Jackman

Em um lugar semelhante está o australiano Hugh Jackman, ator indicado ao Oscar, de 55 anos, que se tornou um astro de reconhecimento mundial graças ao papel do mutante Wolverine, o qual já interpretou em dez filmes diferentes. Jackman dividiu o sucesso de ‘Deadpool e Wolverine’ com o colega Ryan Reynolds, e é igualmente parte desta vitória. O filme foi, entre outras coisas, a consolidação de uma rivalidade de mentirinha, alimentada pelas redes sociais desde que os dois trabalharam juntos pela primeira vez em 2009, com ‘X-Men Origens: Wolverine’.

Henry Cavill

Outro ator que dispensa apresentações, Henry Cavill recai na categoria dos bons atores, queridos pelos fãs, mas que não são, por assim dizer, um grande sucesso de bilheteria. É claro que Cavill apareceu para o mundo com o maior super-herói de todos na versão realista, sombria e violenta de Superman em ‘O Homem de Aço’, de Zack Snyder. Foram mais três vezes no papel, mas Cavill precisou se despedir da capa vermelha com a reformulação do universo DC nas telonas. O ator lançou dois filmes em 2024 (‘Argylle’ e ‘Guerra sem Regras’), mas o motivo de sua nova onda de popularidade se deve por uma pequena participação no maior filme do ano, ‘Deadpool e Wolverine’, no qual deu asas ao desejo dos fãs e apareceu como uma versão bombada de Wolverine – criando expectativa sobre um futuro no universo Marvel.

Josh Hartnett

Todos esperam por anos um ressurgimento do ator Josh Hartnett. Tendo surgido em cena de forma extremamente promissora no fim dos anos 90 em filmes como ‘Halloween H20’ e ‘Prova Final’, Hartnett seguiu para trabalhos ao lado de cineastas como Sofia Coppola, Michael Bay, Ridley Scott, Robert Rodriguez e Brian De Palma, até ver sua estrela se apagar em meados dos anos 2000. É incrível perceber o quanto o ator ainda é querido, e o quanto os fãs desejam que sua carreira ressurja. Com ‘Armadilha’, novo filme de M. Night Shyamalan, lançado há pouco tempo, não faltaram elogios para o ator, e seu desempenho como um psicopata, que carrega o longa, apesar de pouco entusiasmo com o resultado da obra em si.

Channing Tatum

Outro que parece estar dando a volta por cima é Channing Tatum. Curiosamente, a vida pessoal das celebridades nunca esteve tão próxima como nesses tempos em que tempos uma mídia de fofocas no alcance de nossos dedos – chamado rede social. Sendo assim, o que muitos artistas fazem em suas vidas pessoais afetam a percepção que os fãs têm deles de maneira imediata. Foi o caso com Tatum e seus relacionamentos amorosos. Apesar disso, o ator teve a chance de concretizar um sonho que parecia perdido: interpretar Gambit nas telonas, graças ao amigo Ryan Reynolds e seu ‘Deadpool e Wolverine’. E Tatum logo emendou com o suspense ‘Pisque Duas Vezes’, que vem lhe rendendo elogios.

Bill Skarsgard

A vida de um ator não é fácil. E ser conhecido significa que você fez trabalhos que atingiram o público, por bem ou por mal. Bill Skarsgard vem se provando a cada novo trabalho. Desde seu aterrorizante retrato do palhaço Pennywise em ‘It – A Coisa’, ficamos esperando o novo trabalho do ator. ‘Noites Brutais’, ‘John Wick 4’ e ‘Contra o Mundo’ são alguns dos últimos filmes do ator. Seu desempenho mais recente é no remake de ‘O Corvo’, que não recebeu as melhores críticas, mas todas elas mencionaram a entrega do ator.  Esse ano ele voltará ao terreno assustador como o Conde Orlok do remake de ‘Nosferatu’. E ano que vem coloca a maquiagem do palhaço novamente para ‘Bem-vindo a Derry’, série de tudo relacionado a Stephen King.

Mark Wahlberg

Mark Wahlberg é outro ator consagrado, que define bem a palavra astro em Hollywood. Seu mais recente sucesso e o que o colocou nessa nova lista de popularidade é o thriller de ação e comédia ‘A Liga’, da Netflix – que tem arrasado nos números da plataforma, sendo a produção original mais assistida de qualquer streaming no mês de agosto. Wahlberg já havia feito outros dois filmes originais da plataforma (‘Troco em Dobro’ e ‘De Férias da Família’), mas é certo dizer que esse foi o maior sucesso da parceria. Esse ano ele lança ainda o suspense ‘Ameaça no Ar’, dirigido por Mel Gibson.

Russell Crowe

Vencedor do Oscar e indicado a outros dois prêmios da Academia, o lendário Russell Crowe parece apenas perder seu tempo atualmente em filmes indignos de seu talento, em especial alguns filmes de terror sobre exorcismo (o ator já fez dois!). Quem já foi rei jamais perde a majestade, por outro lado, e Crowe voltou aos radares dos cinéfilos, graças a projetos futuros do ator e um específico que sequer faz parte. Acontece que em breve será lançado nos cinemas ‘Gladiador II’, que NÃO traz o ator no elenco, mas é claro que o interesse pelo filme original voltou a bombar – e Crowe voltou à fama por uma obra do passado. E não é só isso, porque o ator estará no blockbuster ‘Kraven’, como Nikolai, o pai do protagonista vivido por Aaron Taylor-Johnson.

David Jonsson

O último ator mais popular da temporada é também o mais desconhecido do lote. Bem, desconhecido para todos que não assistiram ao sucesso ‘Alien: Romulus’, e se você ainda não viu, o que está fazendo? Corra para o cinema para conferir esse exercício magistral em adrenalina. Jonsson é um dos atores mais comentados da atualidade graças ao seu desempenho com Andy, um personagem que rouba totalmente a cena no mais recente capítulo da ficção científica / terror espacial – que promete colocar a franquia novamente nos eixos. No meio de um elenco inspiradíssimo, Jonsson consegue ganhar grande parte dos holofotes. Esperamos que o ator tenha novas oportunidades de brilhar. Ele merece.

10 Dicas de Filmes onde há a tentativa de crimes perfeitos

Série policial com quatro homens em escadaria iluminada.
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Todos nós sabemos que crime perfeito não existe. Mesmo assim, dentro do universo cinematográfico, conhecemos histórias de personagens que buscam romper essa certeza. Pensando sobre isso, resolvemos criar uma lista bem legal com 10 filmes onde há a tentativa de crimes perfeitos:

 

Homens de Ouro

Um mirabolante plano que tinha tudo para dar errado em alguma hora. Baseado em fatos reais que aconteceram na cidade de Turim, na Itália, em meados na década de 90, Homens de Ouro, que teve exibições em uma das edições do Festival de Cinema Italiano (que acontece todo ano no Brasil), nos mostra os detalhes de um roubo à um carro de transporte de valores dos correios italiano. Focando em algumas perspectivas sobre início, meio e presente em relação ao roubo, somos apresentados a histórias que se unem pela insatisfação que vivem em suas vidas naquele momento. A direção é do cineasta Vincenzo Alfieri.

 

A Verdadeira História do Roubo do Século

As explicações entre o simples e o mirabolantes de um dos mais famosos roubos de todo o mundo. Disponível no catálogo da Netflix, o documentário A Verdadeira História do Roubo do Século nos leva de volta à Argentina no ano de 2006 onde um grupo de pessoas conseguiu roubar uma enorme quantia (até hoje não se sabe ao certo quanto) de dinheiro do Banco Río em Acassuso (situada na brande Buenos Aires). Aqui, com depoimentos dos próprios criminosos e pessoas que estiveram como coadjuvantes no dia do roubo, vamos sabendo surpreendentes detalhes desde o plano até o intenso pós assalto.

 

O Roubo do Século

Na trama, acompanhamos Fernando (Diego Peretti) um homem de meia idade, fumante, falador que vai ao psicólogo toda semana buscando encontrar algum sentido para sua vida. Certo dia, após sair da aula de Jiu Jitsu, próximo a uma locadora encapada por diversos filmes clássicos do cinema, percebe que o banco que fica de frente à locadora pode ser roubado e o dinheiro ser ‘resgatado’ por uma correnteza de água que passa por debaixo daquela parte da cidade. Assim, resolve ir atrás de ajuda e acaba encontrando algumas outras pessoas fundamentais para o sucesso do plano, entre eles, Luis Mario (Guillermo Francella) um trambiqueiro e ladrão conhecido da região.

 

King of Thieves

Na trama, conhecemos um grupo de velhinhos que planejam roubar joias de um conhecido lugar no centro de Londres. O líder do grupo, Brian Reader (Michael Caine), é procurado por um jovem que mexe com eletrônica, o único com menos de 50 anos no grupo, aqui chamado de Basil (Charlie Cox) para realizar esse roubo que consiste em acessar o poço de um elevador e conseguir pegar dezenas de milhões de libras.

 

O Roubo da Taça

Na trama, ambientada no começo da década de 80 no Rio de Janeiro, conhecemos Peralta (Paulo Tiefenthaler, em grande atuação) um trambiqueiro, flamenguista e corretor de seguros que passa os dias se atolando em dívidas de jogo e dando pouco atenção a sua charmosa esposa Dolores (Taís Araújo). Certo dia, após receber um singelo ultimato do dono da casa de jogos onde passa a maioria de suas noites perdendo dinheiro, tem a inusitada ideia de invadir a sede da CBF com a ajuda do enrolado amigo Borracha (Danilo Grangheia) e roubar a Taça Jules Rimet, que está em posso dos brasileiros após o tricampeonato mundial, após vencer a Copa do Mundo de Futebol do México, em 1970. Obviamente muitas coisas dão erradas após o roubo e a polícia começa a desconfiar da dupla de malandros.

 

Jogada de Mestre

Na trama, voltamos ao ano de 1983 na Holanda, onde o magnata holandês de cervejas Freddy Heineken (Anthony Hopkins) foi seqüestrado e ficou preso, junto de seu motorista, durante 3 semanas em um galpão.  Ambos só foram soltos depois do pagamento de 35 milhões de guilders holandeses (aproximadamente 21 milhões de dólares) aos criminosos, o valor mais alto da história pago por um sequestro. O bando de criminosos era comandando por Cor Van Hout (Jim Sturgess) um desiludido homem que a beira do desespero e com a esposa grávida resolve arquitetar este plano juntamente com outros quatro colegas.

 

Ambulância: Um Dia de Crime

Na trama, conhecemos Will (Yahya Abdul-Mateen II), um ex-fuzileiro do exército norte-americano que se vê em uma situação muito difícil atualmente tendo que conseguir dinheiro para pagar a operação que a esposa precisa. Assim, acaba indo procurar trabalho com seu irmão Danny (Jake Gyllenhaal), um criminoso que já participou de mais de 30 assaltos a bancos, conhecido pelo alto escalão da polícia. Sem muitas opções, Will acaba entrando para a equipe de um próximo assalto o que desencadeia uma série de consequências que vão fazer parar as ruas de Los Angeles. Em paralelo a isso, conhecemos uma destemida paramédica de ambulância, Cam (Eiza González), que cruzará o caminho dos irmãos.

 

Assalto ao Banco da Espanha

Na trama, conhecemos o caçador de tesouros, o milionário Walter (Liam Cunningham), um homem que reúne equipes pelo mundo em busca de tesouros e mais especificamente um em especial que lhe fora tomado pelas autoridades espanholas em alto mar deixando esse objeto preso no Banco da Espanha, um dos lugares mais seguros de toda a Europa. Walter descobre uma maneira de entrar no local mas precisará de um brilhante engenheiro para conseguir decifrar alguns enigmas sobre como é feita a segurança no local, assim chega ao nome de Thom (Freddie Highmore) um brilhante estudante de Cambridge que fica de cara fascinado em ser peça fundamental no plano e na equipe de Walter.

 

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Na trama, conhecemos Gisela Werler (Nadeshda Brennicke), uma batalhadora que trabalha em uma fábrica de impressão e vive, além de sustentar, os pais já bem idosos. Sem propósitos na vida, vivendo uma solidão evidente desencontrada com seus sonhos de ser popular, ou mesmo, ter a mesma vida das modelos de revistas que sempre observa, a protagonista conhece Hermann (Charly Hübner), um ladrão de bancos que após algumas situações resolve desafiar Gisela para um assalto a banco. A partir desse ponto, a vida de Gisela muda e ela se torna impulsiva e imprevisível. Dentro de um universo machista, acaba sendo elemento surpresa durante um bom tempo.

 

O Plano Perfeito

Quando pensamos em filmes sobre engenhosos e premeditadas ações criminosas, impossível não pensar nesse filme! Dirigido por Spike Lee e com um elenco maravilhoso, Em O Plano Perfeito um grupo invade um banco em Nova Iorque e confunde a polícia a toda instante sobre qual o objetivo da ação.

 

 

Trystan Gravelle fala sobre CARMA e sobre o arco de Pharazôn na 2ª temporada de ‘Anéis de Poder’ [EXCLUSIVO]

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A 2ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘ já está disponível no catálogo do Prime Video e, recentemente, tivemos a oportunidade de entrevistar Ismael Cruz Córdova (Arondir), Trystan Gravelle (Pharazôn) e Ben Walker (Gil-galad).

Durante a conversa, Gravelle comentou sobre o arco de seu personagem que, no 3º episódio, encabeça uma espécie de “golpe de Estado” em Númenor, destronando a rainha regente Míriel (Cynthia Addai-Robinson) e se “autoproclamando” o novo governante. Todavia, Gravelle não acredita que o personagem esteja fadado ao carma, considerando que isso anteciparia que ele teria feito algo de errado.

“Não acredito nisso, porque isso sugere que ele fez algo errado, não é?”, ele comentou, em meio a risada de Córdova e Walker. “Ele está em uma posição onde pode ajudar seu povo. Pensemos em termos humanos, por exemplo, como as tartarugas gigantes dos Galápagos, que vivem cerca de 500 anos. Ou o tubarão da Groenlândia. Você não os inveja; mas, de repente, você pega outra espécie humanoide que são imortais. Você foi colocado nesta ilha, não pode ir para o Oeste. O relacionamento deles com a natureza é muito diferente do seu, é muito mais profundo. Sua vida é cheia de conflitos e dificuldades. Você tem que superar a natureza. Sua relação com os pássaros, as abelhas, os animais. Tudo é muito diferente. Eles podem esperar que as árvores cresçam e amadureçam e talvez tenham um tipo diferente de conexão com elas”.

O ator continua: “esse não é o nosso caso. Portanto, nosso relacionamento com a terra em que estamos é muito mais parecido com um cavalo com viseiras, e isso pode ser bastante irritante. Agora, estamos em uma posição em que podemos seguir um de dois caminhos: aderir aos velhos costumes dos elfos, dos fiéis, continuar vivendo como cidadãos de segunda classe; ou podemos compreender o nosso próprio destino e acreditar na nossa ideologia sobre o que poderíamos ser e realizar”.

Confira a entrevista na íntegra:

Em entrevista à Empire, o time criativo da série comentou sobre o que os fãs podem esperar da 2ª temporada – e aproveitaram para deixar claro que os próximos episódios trarão cenas de batalha “obscuras” e “violentas”.

“Nós amamos uma boa batalha”, revelou o co-showrunner Patrick McKay“O plano com a 2ª temporada seria algo muito maior, em uma escala muito maior que não apenas aconteceria à noite, mas durante vários dias, semanas, meses e episódios”.

Charlotte Brändström, que foi promovida à diretora de produção do próximo ciclo, acrescentou que a batalha será “dez vezes maior” que a da primeira temporada.

“É realmente a batalha entre a escuridão e a luz… Com momento muito obscuros e bastante violentos”, ela afirmou.

“As coisas tomaram um rumo bem intenso desde que Sauron voltou e moveu as peças de xadrez no tabuleiro”, acrescentou a produtora executiva Lindsey Weber“Então, temos um tipo diferente de ação e veremos a Terra-média em seus momentos de maior terror”.

A adaptação é inspirada nos escritos do icônico romancista J.R.R. Tolkien.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa HamriLouise Hooper foram contratadas para completar o time.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Direção para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.

Jon Watts NÃO retorna para ‘Homem-Aranha 4’; Sam Raimi é o FAVORITO para dirigir!

Homem-Aranha 4‘ — que deve ser lançado entre ‘Vingadores: Apocalipse‘ e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ — se encontra sem diretor porque Jon Watts não retornará para comandar a próxima aventura do escalador de paredes.

Em conversa com o The Hollywood Reporter, o cineasta quebrou o silêncio sobre deixar o MCU ao admitir que está ciente de que será quase impossível acompanhar o sucesso de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘.

“Aquele foi um momento muito específico, e a reação ao filme foi simplesmente inacreditável”, ele diz, explicando que chegou à conclusão de que “nunca mais será assim”.

A Sony Pictures ainda não contratou nenhum diretor para comandar a sequência.

Dentre os vários rumores, nomes como Justin Lin (‘Velozes e Furiosos’) e Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’) estavam cotados para supervisionar o novo capítulo da saga super-heroica – mas, segundo o World of ReelSam Raimi tornou-se o favorito para assumir o projeto.

As informações indicam que o aclamado cineasta, que recentemente dirigiu ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, deve receber uma oferta nos próximos dias, ainda que nada tenha sido formalmente oficializado. Vale lembrar que Raimi não é nenhum estranho ao cosmos do “Cabeça de Teia”, considerando que comandou a trilogia original estrelada por Tobey Maguire.

A aventura mais recente do herói, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, arrecadou US$ 1.9 bilhão mundialmente – tornando-se a sétima maior bilheteria da história do cinema.

Com poucas informações reveladas sobre a sequência, sabe-se que, além de Tom Holland no papel principal, Zendaya deve reprisar seu papel como MJ.

 

De ‘A Morte do Demônio: A Ascensão’ a ‘Imaginário’: Confira as estreias de SETEMBRO do Prime Video

O Prime Video anuncia os lançamentos e destaques no Brasil para o mês de setembro. Os membros Prime podem conferir esses e outros conteúdos exclusivos nas versões on-line, via streaming, ou off-line, por meio de download, e também podem perguntar para a Alexa quais são os principais lançamentos do mês.

Confira a lista:

  • Magic Mike: A Última Dança (2023) – 2 de setembro
  • Lisa Frankenstein (2024) – 2 de setembro
  • A Garota de Miller (2024) – 4 de setembro
  • Terremoto Magnitude 9.5 (2022) – 4 de setembro
  • Enclausurados (2018) – 4 de setembro
  • O Cara da Piscina (2023) – 6 de setembro
  • 65: Ameaça Pré-Histórica (2023) – 7 de setembro
  • Thiago Ventura (2024) – 11 de setembro
  • Assassino Por Acaso (2023) – 12 de setembro
  • Imaculada (2023) – 13 de setembro
  • Flutuar (2023) – 13 de setembro
  • Garotas em Fuga (2024) – 16 de setembro
  • Detetive Knight: Redenção (2023) – 18 de setembro
  • He Went That Way (2023) – 18 de setembro
  • Imaginário – Brinquedo Diabólico (2024) – 19 de setembro
  • Ilha da Tentação: Brasil – Temporada 1 (2024) – 20 de setembro
  • Courtois – Temporada 1 (2024) – 20 de setembro
  • Armageddon Time (2022) – 23 de setembro
  • A Morte do Demônio: A Ascensão (2023) – 23 de setembro
  • O Matador: Missão Resgate (2022) – 24 de setembro
  • Kung Fu Panda 4 (2024) – 25 de setembro
  • Killer Heat (2024) – 26 de setembro

Remake chinês de clássico de Denzel Washington se tornou um sucesso BOMBÁSTICO de bilheterias

O remake chinês do amado clássico ‘Um Ato de Coragem‘, estrelado por Denzel Washigton, se tornou um sucesso bombástico na China.

A produção, intitulada ‘Fireflies in The Sun‘, teve a sua estreia na primeira posição nos cinemas locais, faturando impressionantes US$ 54.2 milhões. No total, o filme somou épicos US$ 177 milhões nas bilheterias chinesas.

Segundo a Variety, a franqueza da abordagem sociopolítica da trama original, dirigida por Nick Cassavetes, foi o aspecto que mais chamou a atenção da produtora Wanda Pictures, responsável pelo remake.

Os problemas com o próprio sistema de saúde da China aparentemente criaram um terreno fértil para que tais comentários fossem explorados por meio do cinema.

Fireflies in the Sun é descrito como “a história de Lin Rilang, um pai e marido cujo filho é diagnosticado com um coração dilatado e que acaba reunindo todos os seus esforços para arrecadar o dinheiro necessário para a cirurgia do garotinho“.

Em ‘Um Ato de Coragem‘, John Q. Archibald é um homem comum, que trabalha em uma fábrica e vive feliz com sua esposa Denise e seu filho Michael. Até que Michael fica gravemente doente, necessitando com urgência de um transplante de coração para sobreviver. Sem ter condições de pagar pela operação e com o plano de saúde de sua família não cobrindo tais gastos, John Q. se vê então numa luta contra o tempo pela sobrevivência de seu filho. Em uma atitude desesperada, ele decide tomar como refém todo o setor de emergência de um hospital, passando a discutir uma solução para o caso com um negociador da polícia e com um impaciente chefe de polícia, que deseja encerrar o caso o mais rapidamente possível.

Embora tenha sido duramente criticado na época de sua estreia, o longa lançado em 2002 e escrito por James Kearns foi abraçado pelos cinéfilos e acabou se tornando um clássico cult.

Assista ao trailer do original:

Crítica | ‘Resident Evil – Ilha da Morte’ está disponível na Max e traz a reunião de personagens que os fãs aguardavam

Mais do mesmo? Quem diria que um videogame, baseado em um outro chamado Sweet Home, criado pela empresa Capcom em meados dos anos 90 ultrapassaria as barreiras dos consoles e invadiria as telas cinematográficas passando de geração a geração suas histórias recheadas de tensão? Reunindo pela primeira vez todos os protagonistas da super conhecida franquia trabalhando juntos num mesmo objetivo, a sexta animação da saga Resident Evil – Ilha da Morte está disponível no catálogo da Max.

Dirigido por Eiichirô Hasumi, com roteiro assinado por Makoto Fukami, o filme gira em torno da já conhecida luta de organizações de combate ao bioterrorismo contra criaturas horripilantes, provocada pela mente psicopata da vez.

Na trama, acompanhamos um surto de criaturas zumbis na cidade de São Francisco provocadas por um enigmático vilão com um passado repleto de culpa. Com o número de pessoas infectadas aumentando, com o objetivo de ser usadas futuramente como armas através de contato com biodrones, Leon, Jill, Rebecca, Chris e Claire, cada um à sua maneira (já que fazem parte cada qual da sua respectiva organização: BSAA, DSO, Terrasave), descobrem que vítimas estão interligadas por visitas recentes à famosa prisão desativada de Alcatraz. Assim, os heróis precisarão trabalhar em conjunto para combater o inimigo.

Com muitas referências aos jogos ligados à franquia, ainda mais com a reunião de personagens emblemáticos no mesmo campo de ação, o roteiro se prende na bolha acomodada de abordar os já conhecidos dilemas, as formas como acontecem a transformação dos infectados, batalhas intermináveis, que andam na estrada do alto clima de tensão. A história, que vem sendo desenvolvida desde o lançamento do jogo Resident Evil 3, possui uma narrativa toda pensada como se o espectador tivesse a mesma sensação de estar jogando o videogame no confortável de sua casa.

A Indiferença e o resto da humanidade. Com um olhar mais observador, podemos perceber nessa produção japonesa que há um elemento de forte razão existencial que contorna parte do roteiro, algo que também é visto ao longo dos outros projetos. A traição já vista no passado da saga, aqui se enxerga a culpa. Pena que a maneira simplista como são resolvidos os conflitos transformam o roteiro em algo completamente previsível, longe de qualquer surpresa.

Mais uma aresta oriunda do famoso videogame, Resident Evil – Ilha da Morte não é um total naufrágio, quem adora Resident Evil desde o primeiro vai assistir de qualquer forma, mas foi perdida uma chance de surpreender os milhões de fãs com uma história mais sólida sem perder toda a essência desse enorme sucesso do mundo dos games.