A nova versão será lançada nos cinemas nacionais em 22 de agosto.
Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador) é responsável pela direção.
A trama acompanha Eric Draven (Skarsgård), um homem que encontra em Shelly Webster (FKA twigs) sua alma gêmea. Até que um dia, eles são brutalmente assassinados e Eric, preso no limbo entre os vivos e os mortos, assume a identidade de Corvo para ir atrás de vingança.
Com Post Malone, Ozzy Osbourne e Travis Scott na trilha sonora, o elenco deO Corvo ainda inclui Danny Huston (“O Convento”), Jordan Bolger (“A Mulher Rei”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), e David Bowles (As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian). Na equipe artística, o filme tem trilha sonora de Volker Bertelmann (ganhador do Oscar por Nada de Novo no Front), e desenho de produção de Robin Brown.
A inesperada saída de Joaquin Phoenix do romance gay de Todd Haynes, poucos dias antes do início das filmagens, causou um prejuízo milionário à produção, que foi abruptamente cancelada.
A produtora Christine Vachon confirmou a saída do ator e se manifestou sobre o ocorrido. Segundo à People, ela defendeu a decisão de escalar Phoenix, um ator heterossexual, para um papel gay.
“Uma versão disso realmente aconteceu. Tem sido um pesadelo. E, POR FAVOR — se você está pensando em criticar ou em nos advertir que ‘é isso que vocês ganham por escalar um ator heterossexual’ — NÃO FAÇA ISSO. Este foi um PROJETO DELE, que ele trouxe PARA NÓS, e o histórico da Killer Films com atores, equipe e diretores LGBTQ fala por si só. (E para aqueles que JÁ FIZERAM isso — saibam que estão piorando ainda mais uma situação já terrível)”.
Lembrando que embora Phoenix ainda não tenha se pronunciado oficialmente, especulações compartilhadas pela Variety, apontam que a saída pode estar ligada ao conteúdo sexual explícito do filme.
A produção, ainda sem título definido, era descrita como uma intensa história de amor entre dois homens ambientada na década de 1930. Phoenix, que também co-escreveu a história, interpretaria um detetive gay em um papel que exigia cenas de sexo explicitas com Danny Ramirez (‘Top Gun: Maverick’).
Fontes próximas ao ator afirmam que ele ficou com “medo”da repercussão que o filme poderia ter. Embora essa teoria cause alguma confusão, já que a ideia do filme e seu conceito para maiores partiram originalmente de Phoenix e foram desenvolvidos com Haynes.
Haynes contou à Variety em setembro de 2023 que o filme começou com “fragmentos de ideias”de Phoenix, que o diretor formulou em “uma narrativa real”.
“Basicamente, foi uma maneira maravilhosa e orgânica de criar o roteiro”, disse Haynes. “E Joaquin estava levando isso ainda mais para um território sexualmente mais ousado”.
A saída de Phoenix representa um duro golpe para Haynes e para toda a equipe envolvida no projeto. O ator era considerado fundamental para o sucesso do filme, não apenas por seu talento, mas também para o financiamento do longa.
Ainda de acordo com o Deadline, o filme foi cancelado e não há planos para substituir Phoenix no papel. Vários sets foram construídos, uma equipe está inteira desempregada e o prejuízo chegará a milhões.
Essa não é a primeira vez que Phoenix abandona um projeto de última hora. Em ocasiões anteriores, o ator já havia deixado produções como ‘Coringa’ e ‘Sempre em Frente’, mas em ambos os casos foi convencido a retornar.
A A24 divulgou o novo trailer do terror psicológico ‘The Front Room‘, estrelado por Brandy Norwood (‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’).
O filme chega aos cinemas norte-americanos no dia 06 de setembro.
Tem sido uma longa jornada para a franquia ‘Alien’.
Tendo início em 1979 com o lendário longa-metragem ‘Alien, o Oitavo Passageiro’, encabeçado por Ridley Scott, o icônico terror de ficção científica transformou-se em uma saga que atravessou décadas e mídias diversas até sagrar-se uma das mais influentes da sétima arte, principalmente dentro do gênero. Entre altos e baixos, é notável como os fãs inveterados continuam apaixonados nessas instigantes narrativas – e, sete anos depois do último capítulo, ‘Alien: Covenant’, somos convidados a retornar a esse cosmos intergaláctico com o ambicioso e antecipado ‘Alien: Romulus’.
A trama se passa entre os eventos do primeiro filme e do segundo, ‘Aliens, o Resgate’, e nos leva a um planeta terraformado que funciona como colônia humana. Lá, os habitantes são obrigados a trabalhar copiosamente para coletar horas o suficiente para sair dessa espécie de prisão sem grades e ir para o merecido “paraíso”, por assim dizer, ainda mais considerando que seu atual lar é desprovido de qualquer contato com a luz do sol. Nesse cenário quase apocalíptico, acompanhamos Rain (Cailee Spaeny), uma jovem órfã que vive com o irmão, um sintético chamado Andy (David Jonsson). Rain tenta a todo custo sair de lá com a única pessoa que restou de sua família, mas se vê num beco sem saída até uma oportunidade imperdível aparecer através de seu amigo, Tyler (Archie Renaux).
Tyler, acompanhado da irmã, Kay (Isabela Merced), e dos companheiros Bjorn (Spike Fearn) e Navarro (Aileen Wu), pretendem viajar até uma estação espacial desativada, recuperar as câmaras de criogênio que lá estão e, assim, assegurar a viagem de todos até a “terra prometida” – só que o grupo precisa da ajuda de Andy para acessar o centro de controle. Com hesitações, Rain acata o plano de todos e, juntos, eles partem para essa instalação abandonada flutuando ao redor do planeta, sem imaginar que estavam caminhando em direção à morte certeira. Afinal, a estação se tornou um antro de xenomorfos que destruíram qualquer vida em prol de se manterem vivos.
O longa-metragem funciona em um âmbito que beira a perfeição cinematográfica e que, ao mesmo tempo, não deseja dar um passo maior que a perna. Um dos elementos que precisa ser explorado é a sólida direção de Fede Álvarez, que já emprestou suas habilidades para o ótimo suspense ‘O Homem nas Trevas’. Álvarez sabe como conduzir a câmera sem entregar de bandeja as reviravoltas de cada ato, permitindo que as sequências falem por si só e que elas sejam transformadas em pequenas joias artísticas – seja pela instigante fotografia, seja pelas referências que promove aos capítulos anteriores da saga. Há, também, uma predileção consistente às incursões do expressionismo, em que Álvarez une-se ao diretor de fotografia Galo Olivares para um jogo de luz e sombras que antecipa e desencaminha, na mesma medida, a atenção dos espectadores – alimentando a angústia que nos persegue até os créditos de encerramento.
O cineasta constrói uma épica carta de amor a Scott, a James Cameron e a todos os diretores que já tiveram a honra de participar da franquia ‘Alien’, ainda mais quando promove uma expansão mitológica que não premedita conhecimento prévio, podendo ser conferida para os estreantes nesse mundo do terror sci-fi. Na mesma medida, escolhas de enquadramento e de cenário homenageiam cenas memoráveis, sem se render ao puro mimetismo, mas adornadas com uma originalidade que é sempre bem-vinda – e é claro que nada disso seria possível sem o comprometimento aplaudível de um elenco de peso nas telonas.
É claro que todos se entregam de corpo e alma, com distinção clara a Merced e a Jonsson – cujas performances nos tiram o fôlego e nos engolfam nesse claustrofóbico labirinto espacial. Mas é Spaeny quem rouba os holofotes com uma interpretação soberba e fabulosa, reiterando sua incrível versatilidade artística, principalmente depois de ter brilhado em títulos como ‘Priscilla’ e ‘Guerra Civil’. Afastando-se de quaisquer tangências a uma teatralidade exagerada, ela sabe como entregar os diálogos e mostra conhecer Rain a fundo, permitindo que ela nutra de similaridades com Ellen Ripley (Sigourney Weaver), a heroína da quadrilogia clássica. Não é surpresa, pois, que ela domine as telas com uma força descomunal, sem deixar que seus companheiros sejam ofuscados.
O filme pode não ser livre de alguns equívocos, considerando certas barrigas que aparecem na transição do segundo para o terceiro ato e na extensão um tanto quanto demasiada que antecipa o grand finale. Porém, tais deslizes não têm vigor o bastante para apagar essa vibrante space opera que reaviva o gênero em uma epopeica investida técnica e artística – e fica óbvio que as boas intenções e uma cautela minuciosa com cada detalhe do projeto têm chances de encantar mesmo os mais céticos.
‘Alien: Romulus’ emerge como um dos melhores títulos da saga ‘Alien’, sendo arquitetado com uma sagacidade invejável e culminando em um aprazível e satisfatório filme. Posso dizer, inclusive, que o surpreendente resultado é um sopro de ar fresco a uma série que já vinha sofrendo com um desgaste criativo há vários anos.
A produção estreará oficialmente no dia 17 de setembro.
A primeira temporada da nova antologia conta com dez episódio e é baseada no podcast Gladiador: Aaron Hernandez e Football Inc, traçando a ascensão e queda do astro da NFL, Aaron Hernandez.
A temporada vai explorar ainda mais “as conexões das vertentes díspares de sua identidade, sua família, sua carreira, seu suicídio e seu legado nos esportes e na cultura americana”, conforme pontua o comunicado oficial.
O vindouro projeto será conduzido por Murphy e sua equipe de produção executiva, formada porBrad Falchuck, Nina Jacobson e Brad Simpson.
Stu Zicherman ficará à frente da minissérie como roteirista e produtor executivo.
A decisão abrupta de Joaquin Phoenix de abandonar o romance gay de Todd Haynes, dias antes do início das filmagens, gerou uma onda de choque em Hollywood.
Segundo o The Hollywood Reporter, a indignação entre os produtores é grande. “Houve uma grande quantidade de indignação”, afirmou um executivo de estúdio.
A possibilidade de processos judiciais contra Phoenix tem sido amplamente discutida, com alguns citando casos anteriores como precedentes.
Em 1993, Kim Basinger foi condenada a pagar milhões de dólares por abandonar o filme ‘Encaixotando Helena’. Embora a decisão tenha sido revertida posteriormente, o caso serve como um lembrete dos riscos de sair de um projeto cinematográfico.
Outro exemplo citado é o de Bruce Willis, que precisou compensar a Disney após abandonar ‘Broadway Brawler’.
A possibilidade de um boicote a Joaquin Phoenix também foi mencionada informalmente por alguns produtores, mas a maioria considera essa medida inviável, especialmente considerando o sucesso esperado de ‘Coringa: Delírio a Dois’.
Um agente, não relacionado aos filmes de Haynes, acredita que Phoenix não sofrerá um grande impacto em sua carreira.
“Enquanto ameaçarem, ele vai se acertar. Não é nada para ele”, afirmou o agente, citando os altos salários do ator como prova de sua capacidade financeira.
Lembrando que a produtora Christine Vachon confirmou a saída do ator e se manifestou sobre o ocorrido. Segundo à People, ela defendeu a decisão de escalar Phoenix, um ator heterossexual, para um papel gay.
“Uma versão disso realmente aconteceu. Tem sido um pesadelo. E, POR FAVOR — se você está pensando em criticar ou em nos advertir que ‘é isso que vocês ganham por escalar um ator heterossexual’ — NÃO FAÇA ISSO. Este foi um PROJETO DELE, que ele trouxe PARA NÓS, e o histórico da Killer Films com atores, equipe e diretores LGBTQ fala por si só. (E para aqueles que JÁ FIZERAM isso — saibam que estão piorando ainda mais uma situação já terrível)”.
Embora Phoenix ainda não tenha se pronunciado oficialmente, especulações compartilhadas pela Variety, apontam que a saída pode estar ligada ao conteúdo sexual explícito do filme.
A produção, ainda sem título definido, era descrita como uma intensa história de amor entre dois homens ambientada na década de 1930. Phoenix, que também co-escreveu a história, interpretaria um detetive gay em um papel que exigia cenas de sexo explicitas com Danny Ramirez (‘Top Gun: Maverick’).
Fontes próximas ao ator afirmam que ele ficou com “medo”da repercussão que o filme poderia ter. Embora essa teoria cause alguma confusão, já que a ideia do filme e seu conceito para maiores partiram originalmente de Phoenix e foram desenvolvidos com Haynes.
Haynes contou à Variety em setembro de 2023 que o filme começou com “fragmentos de ideias”de Phoenix, que o diretor formulou em “uma narrativa real”.
“Basicamente, foi uma maneira maravilhosa e orgânica de criar o roteiro”, disse Haynes. “E Joaquin estava levando isso ainda mais para um território sexualmente mais ousado”.
Ainda de acordo com o Deadline, o filme foi cancelado e não há planos para substituir Phoenix no papel. Vários sets foram construídos, uma equipe está inteira desempregada e o prejuízo chegará a milhões.
Essa não é a primeira vez que Phoenix abandona um projeto de última hora. Em ocasiões anteriores, o ator já havia deixado produções como ‘Coringa’ e ‘Sempre em Frente’, mas em ambos os casos foi convencido a retornar.
A sequência de ‘Eu Sou a Lenda’ continua a gerar grande expectativa entre os fãs e, agora, o roteirista Akiva Goldsman ofereceu atualizações bastante interessante sobre o projeto.
Em entrevista ao Collider, Goldsman forneceu breves detalhes sobre a continuação e disse que a história irá surpreender os fãs.
“Estamos sequenciando a versão alternativa”, ele afirmou. “Aquela de que falamos antes, onde Will mora e as coisas não correram tão bem para a humanidade.”
Para aqueles que não se recordam, a versão alternativa trouxe o personagem de Will Smithadministrando com sucesso a cura a uma vampira na frente de um Alfa, que revelou não ter perdido sua humanidade após ser infectado. Esse final foi pautado na ideia da esperança, em comparação com o que o público viu na versão para os cinemas, que retratava os vampiros como selvagens implacáveis.
“É uma mensagem muito diferente do filme que pretendíamos fazer, mas fizemos isso de boa vontade com o comercialismo grosseiro em mente”, ele continua, confirmando que o final alternativo, de fato, era canônico ao universo.
O roteirista também acrescenta que “o mundo retorna, e retorna de uma forma espetacular. É algo muito animador com o que brincar, porque não é nada do que você imagina. Não é ‘Eu Sou a Lenda’ que seu pai assistiu”.
De acordo com o Deadline, a Warner Bros está em negociações com o cineasta Steven Caple Jr. (‘Creed II’) para assumir a direção do filme.
Além de Smith, a continuação também contará com Michael B. Jordan (‘Pantera Negra’).
Veterano em franquias de sucesso, Smith define um critério rigoroso para sequências: “ela precisa] se destacar por si só. Eu me disse que nunca faria aos fãs uma sequência apenas porque seria legal ter uma sequência”.
Na trama, um terrível vírus incurável, criado pelo homem, dizimou a população de Nova York. Robert Neville (Smith) é um cientista brilhante que, sem saber como, tornou-se imune ao vírus. Há 3 anos ele percorre a cidade enviando mensagens de rádio, na esperança de encontrar algum sobrevivente. Robert é sempre acompanhado por vítimas mutantes do vírus, que aguardam o momento certo para atacá-lo. Paralelamente ele realiza testes com seu próprio sangue, buscando encontrar um meio de reverter os efeitos do vírus.
‘Game of Thrones’ se tornou uma das séries mais populares e premiadas de todos os tempos por inúmeras razões – incluindo uma gama de personagens bastante complexa e envolvente.
Um desses personagens, sem sombra de dúvida, é o Montanha, cujo nome verdadeiro é Gregor Clegane. Ainda que a inteligência e a sagacidade não sejam seu forte, Montanha compensa esses defeitos com uma bravura e uma força invejáveis. Todavia, é notável como inúmeros atores interpretaram-no nas telinhas (via CBR).
Na primeira temporada, o lutador Conan Stevens causou uma grande impressão ao viver a primeira encarnação do Montanha, provando ser perfeito para o papel com sua robustez e seu tamanho. Porém, ele teve que abandonar o projeto após ser escalado como Blog na trilogia ‘O Hobbit’, de Peter Jackson’.
Logo, coube a Ian Whyte substituí-lo na 2ª temporada, interpretando o personagem até o final da 3ª temporada até deixar a série por motivos criativos, em que não conseguia encontrar as motivações certas ou se distanciar emocionalmente da violência que se desenrolava em cena, segundo o DigitalSpy. Por fim, Hafþór Júlíus Björnsson foi contratado como a terceira e última versão do Montanha na 4ª temporada, mantendo-se fiel ao personagem até a conclusão do show.
Lembrando que a série derivada de ‘Game of Thrones’, ‘A Casa do Dragão’, já está disponível na Max. A atração original também está disponível na plataforma de streaming.
A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance ‘Fogo & Sangue’, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.
O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei;Steve Toussainté Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly Alcock e Emily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.
Em 2017, chegava aos cinemas a ambiciosa adaptação do romance neo-western‘A Torre Negra’, assinado por Stephen King.
Apesar das boas intenções e de um competente time criativo envolvido no longa-metragem, o resultado ficou bem aquém do esperado – sendo massacrado pela crítica com 15% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$113,2 milhões nas bilheterias contra um orçamento de US$66 milhões.
Agora, em entrevista ao Collider, o co-roteirista Akiva Goldman comentou sobre os motivos que culminaram na fraca adaptação do livro.
“Nós falhamos com ‘A Torre Negra’“, ele afirmou. “Não é que isso tenha escapado. Nós simplesmente falhamos. Tentamos juntar as peças, não conseguimos aguentar, isso continuou mudando, todos tinham um ponto de vista diferente. Muitos de nós que começamos isso perdemos qualquer chance de mantê-lo e, no final, foram muitas esperanças e sonhos significativos que levaram a quase nada. Isso não é exatamente transmitir uma coisa, mas é uma perda dela”.
Lembrando que os romances ganharão uma nova adaptação, dessa vez em uma série supervisionada pela Amazon Studios e criada por Mike Flanagan (‘A Queda da Casa de Usher’).
‘A Torre Negra‘ é uma saga de oito livros que acompanha um eterno duelo entre forças sobrenaturais, acompanhando um pistoleiro chamado Roland em sua busca por um ser conhecido como O Homem de Preto.
Considerada a produção mais extensa da carreira King, a saga supera as 4.300 páginas e tem elementos de horror, faroeste e ficção científica, e serve para conectar todo o universo das obras de Stephen King. O plano de Flanagan é adaptar ‘A Torre Negra‘ em cinco temporadas, além de dois filmes adicionais.
Vale lembrar que o filme arrecadou US$122,5 milhões ao redor do mundo, sendo US$68,6 milhões apenas nos EUA – tornando-se a segunda maior arrecadação da história da A24 no país atrás apenas de do fenômeno ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ (US$77.1M).
Em um futuro não tão distante, quando uma guerra civil se instaura nos Estados Unidos, uma equipe pioneira de jornalistas de guerra viaja pelo país para registrar a dimensão e a situação de um cenário violento que tomou as ruas em uma rápida escalada, envolvendo toda a nação. No entanto, o trabalho de registro se transforma em uma guerra de sobrevivência quando eles também se tornam o alvo.
Apesar de grande parte do público não estar comentando sobre ‘Robô Selvagem‘, a vindoura animação DreamWorks é uma das promessas de 2024, junto com ‘Gladiador 2′ e ‘Coringa: Delírio a Dois’.
Escrito e dirigido por Chris Sanders (‘Como Treinar o seu Dragão’), o filme é baseado no best-seller homônimo escrito por Peter Brown, e acompanha um robô chamado Rozzum 7134, carinhosamente apelidado como Roz, que tenta se adaptar à natureza ao se perder após o naufrágio da embarcação na qual ele era transportado.
Durante sua passagem pelo novo habitat, Roz acaba se relacionando com a fauna e a flora da região e acaba se tornando parte da floresta em uma emocionante jornada de descoberta.
Com estreia marcada para 20 de setembro, o filme conquistou o coração de Mark Hamill, o eterno Luke Skywalker da saga ‘Star Wars‘, que dá voz a um dos narradores da trama.
Em entrevista para o ComicBook, o astro disse que ‘Robô Selvagem‘ chamou sua atenção pela semelhança com ‘Star Wars: Uma Nova Esperança’ no sentido deque ambos são capazes de mudar a vida de quem está assistindo:
“Quando embarquei no projeto, eu já conhecia o livro [que serviu de inspiração para a animação], eu Pensei: ‘Se ao menos eles pudessem capturar apenas uma pequena porcentagem do efeito que essas páginas causa nos leitores… E digo que a adaptação foi fantástica ao fazer isso.”
Ele continuou:
“Vocês precisam assistir esse filme. Isso me lembra como foi tentar descrever ‘Star Wars’ para pessoas que ainda não tinham assistido. É deslumbrante. É emocionante. Te conquista em muitos níveis emocionais. As crianças vão adorar. Os adultos vão adorar. Toda a família vai adorar.”
Três vezes indicado ao Oscar, Sanders descreve o estilo do filme como “uma pintura de Monet em uma floresta de Miyazaki”, criando um universo único e cheio de magia.
A épica aventura acompanha a jornada de uma robô – a unidade ROZZUM 7134, “Roz” – que naufraga em uma ilha desabitada e precisa aprender a se adaptar ao ambiente hostil, construindo pouco a pouco relacionamentos com os animais nativos, e até adotando um filhotinho de ganso órfão.
LOS ANGELES, CA - JANUARY 27: Michelle Yeoh attends the 25th Annual Screen Actors Guild Awards at The Shrine Auditorium on January 27, 2019 in Los Angeles, California. 480543 (Photo by Mike Coppola/Getty Images for Turner)
A expectativa dos fãs da saga ‘Avatar’ só aumenta!James Cameron, o aclamado cineasta, falou sobre a participação da talentosa Michelle Yeoh, vencedora do Oscar por ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’, que terá um papel de destaque nos próximos filmes da série.
Em entrevista à Entertainment Weekly, Cameron esclareceu que Yeoh não fará sua estreia na Pandora no terceiro filme.
“Michelle Yeoh não estará no terceiro filme. Ela estará no quarto e no quinto. Isso foi um pouco mal interpretado. Ela vai aparecer em breve para fazer a sua parte, que é um personagem interessante e divertido. Quer dizer, estamos nos antecipando agora. Tudo isso foi planejado há anos. Os roteiros foram escritos há anos, até o final do quinto filme. Então, estamos trabalhando em partes do quarto filme enquanto avançamos, principalmente porque temos um elenco jovem. Tivemos que filmar todos enquanto ainda eram jovens”.
A atriz, por sua vez, já havia expressado sua admiração por Cameron e por participar da franquia. “Ele é um gênio; é um gênio ambulante”, disse Yeoh em 2022. “E eu realmente, realmente gostei da experiência, e mal posso esperar para voltar em breve”.
O terceiro filme da saga ‘Avatar‘, que será nomeado ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ (Avatar: Fire and Ash, em tradução literal), ganhou data de estreia no Brasil.
A Disney lança o filme por aqui no dia 18 de Dezembro de 2025.
Assista ao painel:
Acabaram de anunciar em #D23 o título para o próximo filme Avatar:
Avatar: Fire and Ash. Prepare-se para viajar de volta para Pandora, nos cinemas em 19 de dezembro de 2025. pic.twitter.com/TQ7RlqE4Nj
Lembrando que ‘Avatar: O Caminho da Água’ está disponível no Disney Plus.
O filme lançado em 2022 foi um sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 2,32 bilhões. Recebeu indicação ao Oscar em 4 categorias, incluindo Melhor Filme, e ganhou o prêmio de Melhores Efeitos Visuais.
E a página oficial da série no Twitter divulgou novas imagens destacando Sauron, os elfos e os anões, além de um vislumbre da coroa do Senhor do Escuro, que faz referência ao seu elmo na trilogia dirigida por Peter Jackson.
— The Lord of the Rings on Prime (@TheRingsofPower) August 14, 2024
Em entrevista à Empire, o time criativo da série comentou sobre o que os fãs podem esperar da 2ª temporada – e aproveitaram para deixar claro que os próximos episódios trarão cenas de batalha “obscuras” e “violentas”.
“Nós amamos uma boa batalha”, revelou o co-showrunnerPatrick McKay. “O plano com a 2ª temporada seria algo muito maior, em uma escala muito maior que não apenas aconteceria à noite, mas durante vários dias, semanas, meses e episódios”.
Charlotte Brändström, que foi promovida à diretora de produção do próximo ciclo, acrescentou que a batalha será “dez vezes maior” que a da primeira temporada.
“É realmente a batalha entre a escuridão e a luz… Com momento muito obscuros e bastante violentos”, ela afirmou.
“As coisas tomaram um rumo bem intenso desde que Sauron voltou e moveu as peças de xadrez no tabuleiro”, acrescentou a produtora executiva Lindsey Weber. “Então, temos um tipo diferente de ação e veremos a Terra-média em seus momentos de maior terror”.
A adaptação é inspirada nos escritos do icônico romancista J.R.R. Tolkien.
Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa Hamri e Louise Hooper foram contratadas para completar o time.
A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Direção para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.
A aclamada produtora A24 revelou o novo trailer oficial do terror psicológico ‘The Front Room‘, estrelado por Brandy Norwood (‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’).
O filme chega aos cinemas norte-americanos no dia 06 de setembro.
Durante a D23 Expo, a Disney finalmente divulgou o primeiro trailer do aguardado live-action de ‘Branca de Neve‘, estrelado por Rachel Zegler no papel principal e Gal Gadot como a Rainha Má.
E a prévia deixou o público bastante dividido nas redes sociais…
Enquanto alguns zombaram da aparência de Zegler, alegando que Gadot é mais bonita que ela, outros justificaram que o espelho elege Branca de Neve como a mais bela por conta do que ela representa interiormente.
Além disso, os elogios vão desde ao visual do longa, à fidelidade ao material original e à sensação de magia e nostalgia que o remake carrega.
o espelho fala que ela é “a mais bela de todas” pq em seu coração carrega bondade e pureza, diferente da rainha má que é linda por fora mais por dentro é podre . Sendo assim a rainha tinha raiva e inveja, pois jamais carregaria essa pureza https://t.co/gLNfrCEslYpic.twitter.com/betDfqYRaL
O filme tem estreia marcada para o dia 21 de março de 2025.
Há alguns meses, Zegler, que interpreta a icônica princesa titular, revelou que o remake terá bastante mudanças em relação à animação de 1937, que mostra a personagem como a típica mocinha indefesa e inocente.
Já o remake dará a ela uma personalidade forte e destemida, entre outras alterações na trama.
Em entrevista para o Collider, a estrela voltou a tocar no assunto e disse que apoia essas mudanças.
Para ela, essa foi uma importante adição feita pelo diretor Marc Webb (‘O Espetacula Homem-Aranha’), a fim de mostrar que a personagem não é uma donzela indefesa.
“Marc e eu chamamos essa nova visão de abertura de um terceiro olho. Há momentos nos quais ela se expressa como se fosse alguém que já acumulou muita experiências em outras vidas, e isso é algo com o qual eu me identifico, algo que foi dito sobre mim durante toda minha vida.”
Ela continuou:
“Trazer essa sabedoria para uma personagem que eu amo tão profundamente e que interpretei por tanto tempo é simplesmente incrível, e eu mal posso esperar para que as pessoas testemunhem isso na tela.”
A versãolive-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso crítico e comercial do remake de ‘Rei Leão‘.
A direção fica por conta de Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’).
Hugh Jackmanvolta a interpretar o amado mutante Wolverine em ‘Deadpool e Wolverine‘, desta vez usando o clássico traje amarelo e azul que os fãs tanto queria ver por anos.
E não foram só os fãs que ficaram emocionados com o filme: Jackman compartilhou sua reação ao assistir ao filme pela primeira vez.
Ao lado do diretor Shawn Levy, o astro se emocionou após a exibição.
Assista:
Em se perfil do Instagram, Levy compartilhou um vídeo dos bastidores que mostra o astro dublando o personagem em cenas de ação, um recurso muito usado para melhorar o áudio em cenas externas.
Confira:
“Como o resto de nós, sou viciado no vídeo em que Hugh Jackman captura áudio paras as cenas de ação em ‘Logan‘ há alguns anos. Hoje, orgulhosamente, divulgo a próxima parte dessa lenda no trabalho. Ligue o som.”
Lembrando que ‘Deadpool e Wolverine‘ continua dominando os cinemas mundiais, onde já arrecadou impressionantes US$ 824.1 milhões. Em menos de duas semanas, o valor supera bilheteria total dos dois primeiros filmes – que arrecadaram US$783 milhões e US$786 milhões, respectivamente.
O novo longa da Marvel também conseguiu superar a arrecadação total de ‘Duna: Parte 2‘ (US$711.8M) e ‘Meu Malvado Favorito 4‘ (US$689.1M), subindo para o TOP 2 das maiores bilheterias de 2024.
Atualmente, a produção só se encontra atrás de ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.5B).
Além disso, o novo filme do mercenário tagarela entrou para o TOP 3 das maiores arrecadações globais de um filme para maiores da história do cinema, atrás apenas de ‘Coringa‘ (US$1B) e ‘Oppenheimer‘ (US$977M).
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 395.6 milhões – superando ‘A Paixão de Cristo‘ (US$370.7M), e se tornando a maior arrecadação de um filme para maiores na história do país.
Internacionalmente, o filme acrescenta US$ 428.5 milhões. O TOP 5 dos maiores mercados conta com a China (US$45.2M), Reino Unido (US$42.4M), México (US$32.8M), Austrália (US$24.6M) e Alemanha (US$19.1M).
Com o sucesso da produção – e o excelente desempenho de ‘Divertida Mente 2‘ –, a Disney se tornou o primeiro estúdio a ultrapassar a marca de US$ 3 bilhões em arrecadação em 2024.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
Uma ambiciosa ficção científica estrelada por Hugh Jackman (‘Logan’) e Rebecca Ferguson voltou a fazer sucesso na Max após o lançamento de ‘Deadpool e Wolverine‘.
‘Caminhos da Memória‘ (Reminiscence) foi lançado em 2021 e logo caiu no esquecimento após ter sido um fracasso nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 15,4 milhões com um orçamento de US$ 67,9 milhões.
Além disso, o filme recebeu apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes. Segundo o consenso geral, “apesar [do filme] ter uma ambição narrativa, sua mistura incerta de sci-fi e thriller noir traz memórias de produções melhores”.
A trama segue Nick Bannister (Jackman), um investigador particular da mente, que navega no mundo sombrio e atraente do passado, ajudando seus clientes a acessar memórias perdidas. Morando na periferia da costa afundada de Miami, sua vida muda para sempre quando ele aceita uma nova cliente, Mae (Rebecca Ferguson). Uma simples questão de achados e perdidos torna-se uma obsessão perigosa. Enquanto Bannister luta para descobrir a verdade sobre o desaparecimento de Mae, ele descobre uma violenta conspiração e deve responder à pergunta: até onde você iria para manter aqueles que ama?
“‘Caminhos da Memória’ claramente almeja ao estilo noir e clássico com um toque sci-fi, mas cada virada é calculada sem precisão” – ComicBookMovie.com.
“Um neo-noir engenhoso e tenso com a quantidade certa de romance e intriga” – Fresh Fiction.
A série foi criada por Alexi Hawley (‘State of Affairs’).
Começar de novo não é fácil, especialmente para John Nolan, um cara do interior que, depois de um incidente, passa a perseguir seu sonho de ser um policial de Los Angeles. Como o novato mais velho da força, ele se depara com o ceticismo de alguns superiores, que o consideram apenas uma crise de meia-idade ambulante. Se ele não conseguir acompanhar os jovens policiais e os criminosos, estará arriscando vidas, inclusive a sua. Mas se ele puder usar sua experiência de vida, determinação e senso de humor para lhe dar uma vantagem, ele poderá se tornar um sucesso neste novo capítulo de sua vida.