Através de um vídeo inédito, o elenco de ‘Spellbound’, nova animação musical da Netflix, revelou que o trailer da atração será divulgado amanhã, 30 de julho.
O longa-metragem chega à plataforma de streaming no próximo dia 22 de novembro.
Alan Menken entra como compositor da trilha sonora, além de assinar as canções originais ao lado do colaborador de longa data e liricista Glenn Slater.
‘Silo’ se tornou uma das produções mais aclamadas da Apple TV+ e, em entrevista ao Collider, a atriz Rebecca Ferguson comentou sobre o futuro da série, especificamente sobre como a narrativa deve terminar e que as prováveis 3ª e 4ª temporadas devem ser rodadas juntas.
Ela também confirmou que as filmagens do segundo ciclo, que haviam sido adiadas em virtude da greve dos atores e de roteiristas do ano passado, foram concluídas.
“Eu acredito que o show tem um final, e eu sei quando isso acontecerá”, ela explicou.
“Então, essa é a resposta. Vocês vão descobrir quando a série terminar. Para ser honesta, não acredito que isso seja um segredo. Os livros são os livros. São três romances, e esses três volumes são divididos entre quatro temporadas. Então, acredito que, a não ser que a Apple resolva se apressar, digo que estamos absolutamente bem com a 1ª temporada. A 2ª já foi rodada e prestes a sair, e agora estamos esperando o sinal verde da 3ª e da 4ª. E acho que iremos rodá-las juntos, e esse será o fim”.
A produção é uma adaptação da série de livros ‘Wool’, escritos por Hugh Howey.
A trama é ambientada em um futuro distópico onde uma comunidade existe em um silo gigante com centenas de andares abaixo da terra, homens e mulheres vivem em uma sociedade cheia de regulamentações que acreditam ser destinada a protegê-los. Depois que seu xerife quebra uma regra fundamental e os residentes morrem misteriosamente, a engenheira Juliette começa a descobrir segredos chocantes sobre o silo.
Uma grande história que assistimos nas telonas muitas vezes aconteceram de fato na realidade. Com muitos roteiros sendo baseado em fatos reais, as vezes por completo, outras vezes parcialmente, conhecemos personagens e situações em muitos conflitos. Pensando em alguns desses projetos, fizemos uma poderosa lista abaixo com 10 histórias reais que viraram filmes competentes:
Na trama, conhecemos uma espécie de Indiana Jones dos novos tempos, Kenny Wells (Matthew McConaughey) um homem que passou grande parte da vida na empresa caçadora de ouro do pai. Quando há mudanças drásticas na empresa onde trabalha, provocada pelo falecimento de seu pai, Kenny resolve se arriscar atrás de um sonho, conseguir ter sucesso em um ramo complicado (onde precisa ter muita sorte). Assim, parte para indonésia com uns trocados no bolso e vendendo um presente valioso que tinha dado para sua namorada Kay (Bryce Dallas Howard) para encontrar Michael Acosta (Edgar Ramírez) um geólogo renomado que descobriu um lugar em uma selva inexplorada onde há a probabilidade de encontrarem muito ouro.
Na trama, conhecemos Reality (Sydney Sweeney), uma veterana da força aérea dos Estados Unidos, instrutora de Yoga, que trabalha como tradutora numa agência de segurança norte-americana. Um dia, ao voltar de compras, é cercada por agentes do FBI com um mandato para revistar sua casa, seu carro e possuem informações de que ela vazou informações secretas para um famoso site. Ao longo de 83 minutos, com o nervosismo sendo exposto a cada minuto que passa, vamos vendo a sequência de um interrogatório feito na própria casa da suspeita.
Na trama, ambientada no ano de 2010, conhecemos o chefe de manutenção da plataforma Deepwater Horizon Mike Williams (Mark Wahlberg), um mecânico que mora com sua esposa Felicia (Kate Hudson) e sua única filha. Em abril de 2010, Mike irá enfrentar o maior desafio de sua experiente carreira quando a plataforma em que está começa a pegar fogo por conta de descaso nas políticas de prevenções. Lutando contra a vida e tentando ajudar a todos se salvarem, Mike e Jimmy Harrell (Kurt Russell), um dos chefes da Deepwater Horizon, precisarão reunir forças para enfrentar o caos em alto mar.
Argentina, 1985
Na trama, voltamos no tempo indo para um recorte importante na Argentina, em meados da década de 80 onde logo após um regime bruto de ditadura imposta no país, um promotor chamado Julio César Strassera (Ricardo Darín) tem a missão de juntamente com um grupo de jovens advogados liderar uma equipe de julgamento onde precisam reunir provas suficientes para condenar militares que impuseram o terror na população durante os tempos de ditadura. Strassera contará principalmente com a ajuda de outro promotor público, Luis Moreno Ocampo (Peter Lanzani). Durante todo os meses que cercaram o início, meio e fim do julgamento, sem poderem contar muito com a polícia, que em grande parte era a favor dos militares, os promotores sofrem ameaças e tem a rotina completamente abalada mas sem nunca deixarem de acreditar na importância do que faziam.
Baseado em fatos reais, o longa-metragem mexicano conta a história de Miguel (Pablo Cruz), um depressivo locutor de uma rádio, que tem um programa voltado para o público infantil, que vive uma verdadeira crise existencial passando os dias sem pensar no seu futuro e tendo que cumprir seus afazeres profissionais apenas por obrigação. Tudo muda em sua vida quando, enquanto está no ar, recebe a ligação de uma criança dizendo que gostaria de realizar o sonho de ver o mar só que essa criança está com câncer terminal e mora em um hospital. A história mexe com o protagonista que resolve remodelar toda sua vida para enfim conseguir realizar o sonho do pequeno ouvinte.
Um mirabolante plano que tinha tudo para dar errado em alguma hora. Baseado em fatos reais que aconteceram na cidade de Turim, na Itália, em meados na década de 90, Homens de Ouro, que teve exibições em uma das edições do Festival de Cinema Italiano (que acontece todo ano no Brasil), nos mostra os detalhes de um roubo à um carro de transporte de valores dos correios italiano. Focando em algumas perspectivas sobre início, meio e presente em relação ao roubo, somos apresentados a histórias que se unem pela insatisfação que vivem em suas vidas naquele momento. A direção é do cineasta Vincenzo Alfieri.
Vencedor de três importantes prêmios do prestigiado Festival de Sundance em 2021, A Colmeia nos mostra a trajetória de Fahrije (Yllka Gashi) uma mulher guerreira e batalhadora que está com o marido desaparecido por conta da guerra. Ela, precisando ter dinheiro para sobreviver junto aos filhos e o sogro que mora com ela, resolve empreender com a ajuda de outras mulheres. Fato esse que gera uma enxurrada de preconceitos e até mesmo assédio de vários tipos, principalmente dos homens da região.
Na trama, conhecemos Kate (Kristin Scott Thomas) a esposa de um general de uma base militar na Inglaterra que não possui muito contato com as outras espoas de militares, principalmente após o falecimento do seu único filho. Certo dia, resolve se juntar a Lisa (Sharon Horgan), uma mulher que possui muito problemas de relacionamento com a filha e comanda uma espécie de mercearia na base militar. Elas resolvem criar um coral com as mulheres dos militares. A iniciativa é um sucesso e assim elas conseguirão encontrar forças umas nas outras principalmente quando notícias ruins chegam.
Na trama, conhecemos três histórias que ocorrem no mesmo ambiente de trabalho mas em situações diferentes. Gretchen Carlson (Nicole Kidman) é um experiente apresentadora que está há 14 anos na Fox News e decide por conta de acontecimentos do passado e do presente denunciar o assédio contra um chefão do alto setor do comando da emissora que trabalha, Roger Ailes (John Lithgow). Paralelo a isso, acompanhamos também a novata Kayla Pospisil (Margot Robbie) que sofre um terrível assédio na sala de Roger e após conseguir tomar coragem se une ao grupo de mulheres que também sofreram assédio de Ailes. E no foco principal disso tudo Megyn Kelly (Charlize Theron) a apresentadora mais famosa da emissora resolve liderar e reunir as denúncias contra Ailes.
Na trama, ambientada na década de 70, conhecemos o jovem Martin (Bill Skarsgård) que vive uma vida difícil ao lado de sua mãe e seu pai, esse último alcoolatra agressivo. Pensando em novos ares, consegue um trabalho de verão no prestigiado e exclusivo Royal Yacht Club localizado em Estocolmo. Mesmo no início não sendo tudo que ele tinha imaginado, nesse novo lugar conhece o primeiro amor da vida e se envolverá nas falcatruas do trambiqueiro Gösta (Peter Dalle) o que se tornará um dos maiores escândalos de todos os tempos na história do crime sueco.
Em entrevista ao site People, Jesse Williams (‘Grey’s Anatomy’) confirmou que não retornará na 4ª temporada da aclamada série ‘Only Murders in the Building‘.
Ao ser questionado sobre a possibilidade de reprisar o seu papel, o ator simplesmente declarou: “Não faço mais parte daquela série”.
Vale lembrar que ele foi introduzido na terceira temporada como Tobert, um cineasta que se torna envolvido romanticamente com a Mabel (Selena Gomez).
O novo ciclo será lançado no Disney+ no dia 27 de agosto.
Na nova temporada, Charles (Martin), Oliver (Short) e Mabel (Gomez) estarão em busca de respostas sobre o assassinato de Sazz, se os culpados estavam realmente mirando em Charles, e por que alguém iria querer matar qualquer um deles.
Péssima notícia para os fãs que estavam ansiosos para o retorno do Ty Burrell às telinhas. A nova comédia do ator, intitulada ‘Forgive & Forget‘, teve o seu piloto engavetado pela ABC, sendo cancelada antes mesmo de ter a chance de ser exibida.
De acordo com o Deadline, o canal preferiu aprovar o piloto de ‘Shifting Gears‘, estrelado por Tim Allen. O ator também é um veterano em séries de comédias, tendo estrelado ‘Last Man Standing‘ por sete temporadas.
Christopher Lloyd, cocriador de ‘Modern Family‘, iria servir como consultor na nova comédia, marcando sua reunião com Burrell.
O site afirma que a produção sofreu alguns problemas nos bastidores. Além de precisar reescalar um dos papéis principais, o resultado final do piloto ficou abaixo das expectativas.
Criada por Eugene Garcia-Cross e Robin Shorr, a trama seguiria o animado Hank (Burrell), que após receber um diagnóstico de Alzheimer, tenta se reconectar com seu filho adulto Ben na esperança de fazer novas memórias juntos.
Além de estrelar, Burrell também serviria como produtor executivo da série.
Uma equipe de fracking liderada por americanos trabalhando nas profundezas da natureza selvagem da Sérvia se encontra em desacordo com os consultores ambientais designados pelo governo. Quando recebem aprovação para perfurar, os trabalhadores descobrem o inimaginável: um monstro parasita adormecido sepultado nas profundezas da rocha congelada. Agora desperto, ele atravessa a instalação de mineração em busca do hospedeiro perfeito.
O elenco conta com Toby Poser, John Adams, Max Portham, Olivera Peruničić, Anders Hove,Aleksandar Trmčić, Petar Arsić, Bruno Veljanovski, Marko Vučković, Joana Knežević e Ivan Đorđević.
O terror será lançado pelo Shudder no dia 23 de agosto.
Sucesso! o aclamado terror psicológico ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, que traz o astro Nicolas Cage como um sinistro serial killer, já arrecadou impressionantes US$ 66.7 milhões mundialmente.
Atualmente, o longa representa o terceiro maior terror do ano nas bilheterias, atrás apenas de ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um‘ (US$253M) e ‘Exhuma‘ (US$97M).
Nos EUA, a produção soma US$ 58.6 milhões. O longa superou arrecadação total do aclamado ‘Parasita‘ (US$53.3M) no país, tornando-se a maior bilheteria da história da NEON.
Em apenas três semanas, a produção também se tornou a maior arrecadação doméstica de um terror para maiores de 2024, além de ter conquistado o maior retorno de uma produção indie do gênero nos últimos dez anos no território norte-americano – superando sucessos como ‘Fale Comigo‘ (US$48.2M) e ‘Hereditário‘ (US$44M).
Internacionalmente, o terror acrescenta US$ 8.1 milhões.
Com orçamento estimado em menos de US$ 10 milhões, o longa já arrecadou mais de seis vezes o valor de seu custo de produção.
Vale lembrar que o filme superou todas as expectativas e fechou o seu primeiro final de semana nos EUA com impressionantes US$ 22.6 milhões. O valor representa o dobro das projeções iniciais, que indicavam um lançamento em torno de US$ 10-15 milhões.
Além de ter se tornado a maior estreia da história da produtora NEON – facilmente superando o lançamento de ‘Imaculada‘ (US$5.3) –, o longa também registrou a maior abertura do ano para um terror original no território norte-americano.
Para Nicolas Cage, este é o seu primeiro live-action a ter uma estreia maior que US$ 20 milhões desde o lançamento de ‘Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança‘, em 2011.
Aclamado entre os críticos e considerado “um dos melhores filmes de terror dos últimos anos”, ‘Longlegs‘ alcançou sólidos 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de Agosto.
“A agente do FBI Lee Harker (Monroe) é a talentosa nova recruta designada para o caso não resolvido de um perigoso serial killer (Cage). À medida que o caso sofre reviravoltas complexas, desenterrando evidências de ocultismo, Harker descobre uma conexão pessoal com o assassino impiedoso e deve correr contra o tempo para detê-lo antes que ele reivindique a vida de outra família inocente.”
Comandado por Osgood Perkins, diretor de ‘A Enviada do Mal‘ e ‘Maria e João: O Conto das Bruxas‘, o projeto está sendo descrito como “um horror psicológico na mesma veia dos antigos clássicos de Hollywood”.
Além de dirigir, Perkins também é responsável pelo roteiro do terror.
C2 Motion Picture Group irá produzir, além de financiar o longa.
Cage também servirá como produtor ao lado de Dan Kagan (‘Significant Other’), Brian Kavanaugh-Jones (‘Sobrenatural’), Dave Caplan (‘The End We Start From’) e Chris Ferguson (‘Brinquedo Assassino’).
Parece que o novo filme trará uma visão diferente do que havia sido originalmente planejada. Vale lembrar que a sequência iniciou sua produção em 2021, mas as gravações foram interrompidas depois de apenas oito dias após a saída de um dos seus produtores.
“Depois de cinco anos tentando resolver a questão dos direitos autorais, o Colecionador está livre. O Colecionador poderá retornar. [Os atores] Josh Stewart e Emma Fitzpatrick estão muito empolgados. Queremos continuar a franquia do jeito certo.”
Ele completa, “Qual será nosso próximo passo? Vamos nos reunir e queremos aproveitar o tempo que já passou, e também reconhecer isso na narrativa. Não queremos voltar e fazer exatamente o que havíamos planejado originalmente, porque isso pode parecer um pouco falso. Aquela versão da história era um reflexo de uma época diferente. Nós realmente amamos e queremos fazer justiça a esses personagens.”
“É o aniversário de 21 anos de Alex, mas ela está presa no fliperama em um turno atrasado. Seus amigos decidem surpreendê-la, porém um assassino mascarado, vestido como Mickey Mouse, decide jogar um jogo próprio com eles, e agora ela precisa lutar pela própria sobrevivência.”
O diretor Jamie Bailey comentou: “Nós apenas queríamos nos divertir com tudo isso. Quer dizer, é o Mickey Mouse de O Vapor Willie assassino. É ridículo. Nos divertimos muito fazendo este filme e acho que isso se reflete nele.”
A fuga da razão, por diversos elementos possíveis, é o caminho que muitos personagens passam para chegarem em dilemas ou mesmo ir direito ao encontro a uma total ruptura com o sentido de realidade. Pensando em filmes que abordam a LOUCURA na trajetória de seus personagens, resolvemos criar uma lista bem interessante:
Na trama, conhecemos Antoine (Guillaume Laurin) um pai de família que logo percebemos é um aficionado em proteção e muito fã de um youtuber que fala sobre táticas de sobrevivências caso o mundo entre em parafuso por qualquer motivo. Querendo ir mais a fundo nesses ensinamos, que vão desde o manuseio de armas e armadilhas, até como estocar arroz por 20 anos, o protagonismo resolve ir ao treinamento pessoal desse youtuber, que é em uma área isolada cheia de neve no interior de Quebec. Chegando lá, ele e mais alguns alunos precisarão enfrentar uns aos outros quando, após uma aula de explosivos, um deles acaba morrendo acidentalmente. Sem saberem o que fazer, se chamam a polícia ou não, a loucura toma conta do lugar.
Na trama, ambientada na década de 80 na famosa Gotham City, conhecemos o jovem Arthur (Joaquin Phoenix), um trabalhador norte-americano que entre alguns bicos faz parte de uma empresa que seleciona palhaços para campanhas publicitárias de ruas e eventos pela cidade. Ele mora com sua mãe debilitada em um apartamento em uma zona violenta de Gotham e passa seus dias entre suas escritas para futuros stand up comedies e assistindo a um famoso programa de televisão (Talk Show) apresentado por Murray Franklin (Robert de Niro). Após ser ridicularizado, uma série de acontecimentos acabam despertando nele uma fúria incontrolável e ele começa sua trajetória de loucura transformando caoticamente para sempre sua cidade.
Na trama, conhecemos Eva (Grazi Massafera), uma artesã de bonecos de bebês à espera do terceiro filho, o primeiro menino, que vive seus dias felizes ao lado do marido, o advogado Vicente (Reynaldo Gianecchini), e das duas filhas gêmeas em um condomínio de alto padrão numa grande cidade brasileira. Certo dia, já após o nascimento do novo filho, e em meio a uma depressão pós-parto evidente, suas filhas aparecem machucadas e Eva acaba sendo acusada de ter cometido tal ato. Assim, sua vida muda completamente, desencadeando uma série de conflitos que rebatem em acontecimentos estranhos e duvidosos.
Na trama, conhecemos o recém chegado à faculdade de Oxford, o aparente solitário Oliver (Barry Keoghan), um jovem que parece sofrer com a vida que leva fora daquele lugar. Quando conhece Felix (Jacob Elordi), um jovem milionário também estudante de Oxford, Oliver se vê atraído pelo universo de Felix, de riqueza e poder. Até que um dia que Felix o convida para passar o verão na mansão da família, Saltburn, junto com sua família cheia de peculiaridades.
Bem-Vinda, Violeta!
Filmado em Ushuaia, na Patagônia argentina, na trama conhecemos a escritora Ana (Débora Falabella) que resolve embarcar em uma viagem para uma espécie de laboratório criativo onde ela e outros escritores participam de dinâmicas comandadas pelo enigmático Holden (Darío Grandinetti), um homem cheio de personalidade que ficara famoso no mundo literário após queimar exemplares dos seus livros no dia do lançamento. Os dias nesse lugar são intensos e provocantes, há uma necessidade de um abandono de si mesmo e um embarque na personalidade dos principais personagens das respectivas obras. Aos poucos, a forte protagonista começa a se perder, se descontruindo em torno de uma de suas personagens do seu último livro.
Na trama, conhecemos o publicitário Javier (Javier Gutiérrez), um homem que sempre teve bons empregos, morava em ótimos lugares que certo dia acaba perdendo todo esse status que conquistou após ser demitido e nunca mais conseguir um outro emprego muitas vezes por ser considerado velho demais para algumas empresas. Tendo que fazer uma nova engenharia financeira na sua vida, precisa vender o apartamento luxuoso que morava com a família. Só que os dias vão passando e Javier não consegue ficar longe do apartamento, inclusive invandindo-o várias vezes para saber mais detalhes da vida do novo morador, o vice-presidente de uma empresa de transportes Tomás (Mario Casas). Assim, começa uma obsessão que terá um destino trágico para alguns.
Ata-me!
Na trama, conhecemos Ricky (Antonio Banderas) um jovem sedutor que passou grande parte do seu tempo em vida em instituições psiquiátricas. Quando enfim consegue a liberdade, não pensa duas vezes e vai atrás de sua atual obsessão, Marina (Victoria Abril) uma ex-atriz pornô que está atualmente rodando um longa-metragem. A perseguição começa e logo Ricky consegue prender Marina em seu próprio prédio buscando durante dias fazer com que ela o aceite como seu amado.
Na trama, conhecemos o casal Rachel (Teresa Palmer) e Anthony (Steven Cree) que após uma trágico acidente de carro, onde perdem um dos filhos gêmeos, resolvem se mudar para Finlândia, numa casa isolada que servia como uma espécie de paróquia do lugar. Anthony que é escritor finlandês, conhece mais a região do que a esposa. No início buscam se familiar com tradições locais em uma região que insiste em falar a língua local mesmo sabendo o inglês. Não conseguindo de adaptar, seu cotidiano é repleto de sonhos estranhos e a desconfiança em relação a tudo e a todos começa a ser algo presente.
Na trama, conhecemos Signe (Kristine Kujath Thorp), uma jovem que está em um relacionamento com o artista Thomas (Eirik Sæther). Os dois vivem juntos faz algum tempo e possuem uma relação estranha, repleta de disputas, competitiva ao extremo. Quando Thomas começa a fazer muito sucesso na sua área, Signe entra em um colapso emocional e começa a fazer de tudo por atenção rumando rapidamente para um show de situações constrangedoras.
Na trama, conhecemos R.P. McMurphy (Jack Nicholson), um criminoso de 38 anos de idade chegando em uma clínica psiquiátrica para ser analisado se é um doente mental ou não. Aos poucos, o protagonista começa a quebrar as regras e as rotinas do lugar, se aproxima de outros pacientes colocando forte influência e novas ideias do viver ali, fato que o leva a um confronto com a cruel enfermeira Ratched (Louise Fletcher).
A mente artística de Beyoncé é algo que sempre esteve em pauta de discussão.
Tendo começado sua carreira oficialmente em 1997 ao integrar o grupo Destiny’s Child, Beyoncé sempre se uniu a nomes de grande calibre para revolucionar não apenas a si própria, mas também a indústria musical. Não é surpresa que ela seja considerada um dos ícones do R&B e do pop dos anos 2000, desde o lançamento de seu primeiro álbum solo, ‘Dangerously in Love’, passando pelo subestimado ‘4’ e culminando em uma profunda mudança estilística que ocorreria a partir de 2013 com o aclamado disco homônimo que inclusive sacudiu as bases do cenário fonográfico. E, se em 2016 ela entregou aos fãs sua magnum opus com o testamentário e celebratório ‘Lemonade’, ninguém poderia imaginar o que ela vinha nos preparando para seis anos mais tarde.
Em 2022, o mundo clamava pelo retorno da Queen B à música – o que ela já tinha feito ao lado do marido, Jay-Z, com o compilado ‘The Carters’, e até mesmo com sua releitura do clássico ‘O Rei Leão’ através das incursões ‘The Gift’ e ‘Black Is King’. Todavia, seria com o anúncio de ‘Renaissance’ (primeiro capítulo de uma importante trilogia) que ela voltaria a chamar nossa atenção, fazendo um glorioso comeback que, em pouco tempo, marcou década e reiterou sua enorme importância cultural mainstream. Com um total de dezesseis faixas impecáveis, o álbum ergueu-se em um arauto de homenagem a estilos originalmente arquitetados pela comunidade negra dos Estados Unidos e possibilitou uma ampla discussão sobre o resgate de elementos que haviam sido apropriados por musicistas brancos.
A princípio, é preciso comentar que toda a estrutura do disco é pautada em uma confluência de samples utilizados com inteligência ímpar e que transforma o compilado em um encontro entre passado e presente. Infundido em espetaculares arranjos de house e dance, seja nas batidas bem demarcadas de “BREAK MY SOUL”, no sensual pot-pourri de “PURE/HONEY” ou na eletricidade reverberante de “ALIEN SUPERSTAR”, Beyoncé une-se a um time de habilidosas mãos por trás da composição e da produção que exalta uma necessidade de dar os devidos créditos a quem promoveu a revolução – e a quem utilizou a música em si como arma política, identitária e racial para reafirmar seu lugar no planeta.
Se pararmos para pensar, a essência house e dance promovida por ‘Renaissance’ é um convite a revisitar a história como ela realmente é. Tais subgêneros da música eletrônica partiram de uma remodelação do disco, em que DJs como Frankie Knuckles, Ron Hardy, Jesse Saunders e tantos outros desejavam fornecer uma atmosfera mais mecanizada a essas faixas. Então, a partir do final dos anos 1980, essas investidas culturais ganharam força no mainstream e começaram a viralizar ao redor do mundo – ora, não é surpresa que encontremos marcas registradas do house clássico desde “Vogue”, de Madonna (que ajudou a popularizar o estilo), passando por “Waiting for Tonight”, de Jennifer Lopez (aqui, incorporando-se à ascensão do latin house), e culminando em tracks recentes como “Rain On Me”, de Lady Gaga e Ariana Grande, e “Contact”, de Kelela.
E é a partir daí que Beyoncé permite que o house ganhe uma nova dimensão, não sagrando-se a porta-voz de um movimento contracultural de extrema importância, mas utilizando a plataforma pela qual lutou a vida inteira para resgatar nomes que merecem maior destaque e reconhecimento. Ora, temos menções a Donna Summer e Giorgio Moroder em “SUMMER RENAISSANCE”, enquanto Kilo Ali é sutilmente transposto às interpolações de “AMERICA HAS A PROBLEM”. Mais do que isso, a artista permite que as faixas tragam temáticas importantes para discussão e que tomaram fortes proporções ao viralizarem nas redes sociais – ora, é só pensarmos na promoção da liberdade sexual com “CUFF IT” e “PLASTIC OFF THE SOFA”, ou nas pautas raciais que emergem com “COZY” e “HEATED” (todas mascaradas com um hedonismo diabolicamente apaixonante e energizante).
Beyoncé também usa a plataforma para garantir que a comunidade queer seja aplaudida como deve – novamente, buscando as raízes da cultura clubber de Chicago. Não é surpresa que ela pinte a bandeira LGBTQIA+ com uma textura deliciosa em “COZY”, ou que ela mencione diretamente uma de suas maiores inspirações – seu Tio Johnny, a quem inclusive agradeceu ao receber a estatueta de Melhor Álbum Eletrônico no Grammy Awards – em “HEATED” (duas faixas que já foram comentadas no parágrafo acima). Como se não bastasse, há a presença de Big Freedia em um rearranjo geracional que nos enche os olhos e que garante uma proximidade de suma importância, algo que apenas uma artista do calibre da nossa Queen B poderia fazer.
Completando dois anos no dia de hoje, 29 de julho, ‘Renaissance’ já carrega um impacto significativo na cultura pop – e esse legado é reiterado pelas inúmeras discussões que despertou desde seu lançamento. O álbum foi apenas o primeiro passo para que Beyoncé pudesse resgatar os estilos musicais que foram criados pelas comunidades afro-americanas ou que beberam dessas mesmas comunidades, nos envolvendo em um vórtice explosivo do mais puro prazer sonoro e de um cuidado detalhista de tirar o fôlego. Não é por qualquer motivo que o compilado já possa ser considerado não apenas um dos melhores da década, mas do século XXI – reafirmando o intocável status da performer.
O terror psicológico ‘Bagman’ (Homem do Saco – tradução livre) acaba de ganhar seu primeiro trailer e promete causar arrepios na espinha.
Estrelado por Sam Claflin, conhecido por sua atuação em ‘Jogos Vorazes: Em Chamas’, o filme acompanha um pai assombrado por uma ameaça de sua infância que retornou para assombrá-lo.
Em entrevista exclusiva à Us Weekly, o ator revelou que está em negociações para reprisar o papel de Ray Bronson no reboot do clássico slasher. “Nada está garantido até que o contrato esteja assinado, mas estou definitivamente conversando com eles”.
“Se conseguirmos fazer tudo funcionar — e eu sei que eles querem que funcione, assim como eu quero — então vamos tentar. Mas precisamos garantir que as agendas de todos se encaixem”, continuou.
Ele acrescentou: “Todos precisam estar satisfeitos com o roteiro. Conheço Jen Robinson, a diretora do reboot, e gosto muito dela, tanto como diretora quanto como pessoa. Acho que pessoas como ela representam o futuro deste setor. Há muitos aspectos positivos que me fazem querer participar do filme”.
Embora o retorno de Prinze Jr. ainda não seja oficial, tanto ele quanto a produção demonstram interesse em concretizar a participação do ator. “Estou motivado, sei que eles estão motivados. Sei que ambos os lados estão tentando fazer isso funcionar. E, espero, conseguiremos”.
Sobre onde os fãs poderiam encontrar Ray e Julie em 2024, Prinze Jr. afirmou que é um mistério. “Eu não sei. Não sei onde os encontraríamos. Não sei em que contexto eles estarão. Só sei que todos estão tentando fazer isso acontecer”.
Camila Mendes (Riverdale), Sarah Pidgeon (The Wilds), Madelyn Cline (Outer Banks), Tyriq Withers (Atlanta) e Jonah Hauer-King (A Pequena Sereia) foram confirmados no elenco.
Madelyn Cline, Camila Mendes, Tyriq Withers, Jonah Hauer-King e Sarah Pidgeon vão estrelar o reboot de ‘EU SEI O QUE VOCÊS FIZERAM NO VERÃO PASSADO’. pic.twitter.com/x5ShBrw4bP
O terror estreará nos cinemas nacionais no dia 17 de julho de 2025 – um dia antes do lançamento no território norte-americano.
Anteriormente, Hewitt havia revelado uma condição para reprisar o seu papel no novo filme: “Eu não interpreto a Julie James morta. Eu já havia dito isso quando tinha 18 anos, e digo novamente aos 45 anos. Não irá acontecer.”
“Acho que o próximo filme deveria ser intitulado ‘Eu Sempre Vou Saber o que Vocês Fizeram Naquele Verão’. Só posso dizer que o novo filme está em desenvolvimento. Eu já tive algumas discussões sobre isso no telefone, mas é muito legal ver que as pessoas estão animadas com a possibilidade do meu retorno. Se tudo der certo, eu não sei como vou me sentir; provavelmente sobrecarregada e grata.”
Ela completa, “Honestamente, estou aterrorizada porque já faz 26 anos [desde o filme original]. Há poder em estar mais velha. Depois de ter três filhos, tenho a sensação de que posso fazer qualquer coisa atualmente. A vulnerabilidade da Julie James, presente nos dois primeiros filmes, definitivamente não existe mais. Estou animada em mostrar uma versão mais madura da personagem.”
Jennifer Kaytin Robinson (‘Justiceiras’) será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Leah McKendrick (‘M.F.A.’).
Eles atropelaram e supostamente mataram um desconhecido. Com medo das consequências, o quarteto decide se livrar do corpo e o joga no mar. Um ano depois, eles se reencontram na mesma cidade e uma das jovens recebe um bilhete dizendo: “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado”. A partir deste momento, um por um começa a pagar caro pelo que fez.
‘Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘ faturou US$ 125 milhões pelo mundo e teve uma continuação em 1998, ‘Eu Ainda Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘. Um terceiro filme, ‘Eu Sempre Vou Saber o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, foi lançado diretamente em home vídeo em 2006.
O documentário ‘Super/Man: A História de Christopher Reeve‘ (Super/Man: The Christopher Reeve Story, em tradução livre) ganhou data de estreia nos cinemas brasileiros.
A Warner Bros. Pictures lançará o documentário no dia 17 de outubro.
Confira a sinopse:
A história de Christopher Reeve é de uma ascensão surpreendente de ator desconhecido a estrela de cinema icônica, e sua interpretação clássica de Clark Kent/Superman estabeleceu a referência para os universos cinematográficos de super-heróis que dominam o cinema hoje. Reeve interpretou Superman em quatro filmes e atuou em dezenas de outros papéis que reiteraram seu talento e alcance como ator, antes de se ferir em um acidente de equitação quase fatal em 1995, que o deixou paralisado do pescoço para baixo.
A produção, que narra a trajetória do astro que deixou sua marca no cinema ao interpretar o Homem de Aço, foi amplamente elogiado durante o Festival de Cinema de Sundance de 2024 e conquistou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O site afirma que o estúdio teve que desembolsar US$ 15 milhões para garantir os direitos globais do documentário.
O longa, dirigido por Ian Bonhote (‘The Contestant’) e Peter Ettedgui (‘A Verdade sobre Marlon Brando’), com roteiro de Bonhote, Ettedgui e Otto Burnham, apresenta filmagens e arquivos pessoais inéditos para proporcionar uma visão íntima do cotidiano de Christopher Reeve e contar a história do homem que foi de um ator desconhecido a uma estrela do cinema.
Infelizmente, Christopher Reeve ficou tetraplégico após um acidente de cavalo em 1995. O ator faleceu em 2004, aos 52 anos, devido a uma grave infecção relacionada ao seu estado de saúde.
A expectativa para ‘Lobos’, o novo thriller psicológico estrelado por George Clooney e Brad Pitt, só aumenta! Em entrevista à Empire, o diretor Jon Watts revelou que a ideia para o filme surgiu de uma pergunta simples, mas intrigante: o que aconteceria se dois dos maiores astros de Hollywood se encontrassem em uma situação limite?
“Eu só queria saber como seria se dois desses caras se encontrassem”, confessou Watts. “Eles se matariam ou se tornariam melhores amigos?”
A parceria entre Jack (George Clooney) e Nick (Brad Pitt) é, sem dúvida, um dos grandes destaques do filme. Os personagens foram escritos especialmente para explorar a dinâmica entre esses dois ícones do cinema, conhecidos por sua imagem de homens durões e calculistas.
“Eles já interpretaram esse papel. É como dois Michael Claytons”, observa Watts, referindo-se ao personagem de Clooney em ‘Conduta de Risco’.
“Eles parecem ter estado em todos esses filmes como parceiros”, comenta Watts, “mas na verdade são apenas três filmes, e eu senti que essa era uma relação completamente subutilizada”.
Com pouquíssimas informações reveladas, sabe-se que a trama acompanha dois reparadores profissionais que são contratados para o mesmo trabalho. A produção chega aos cinemas norte-americanos no dia 20 de setembro de 2024.
‘Batman: Cruzado Encapuzado’ teve uma estreia positiva no Rotten Tomatoes, com a animação conquistando a aprovação máxima dos críticos, 100%, com base em 15 análises até o momento.
Os críticos, em geral, elogiaram a produção por conseguir reinventar o Homem-Morcego, mantendo suas principais qualidades e a considerando a melhor obra do herói dos últimos anos.
“Este é um esforço inicial notável, com o potencial de ser lembrado ao lado de seu lendário predecessor, caso retorne com novas aventuras em Gotham no futuro próximo”, disse Bradley Russell da Total Film.
“Este é um retorno às raízes fundamentais de Batman: A série Animada, de Bruce Timm e Paul Dini – uma série que parece mais uma renovação do que uma simples repetição”, disse Kambole Campbell da Empire Magazine.
“Apesar de alguns momentos mais lentos, ‘Batman: Cruzado Encapuzado’ é uma série animada extraordinária. Trata-se de uma abordagem inovadora e ambiciosa do Batman, que vai além da mera nostalgia para oferecer algo verdadeiramente original e envolvente”, disse Hoai-Tran Bui do Inverse.
“Aqui, você encontrará menos histórias de origem grandiosas para supervilões, mas em compensação, há mistérios cativantes e visitas ocasionais de personagens de outros mundos”, disse Erik Adams da IGN Movies.
“Batman: Cruzado Encapuzado apresenta o Cavaleiro das Trevas retornando às suas raízes em uma nova interpretação que ainda busca definir sua própria identidade”, disse Michael Thomas da Collider.
“Embora Caped Crusader não reinvente o Batman, ele se inspira com sucesso em várias fases do super-herói, que é o favorito de todos, mas que sempre teve suas dificuldades”, disse Elijah Gonzalez da Paste Magazine.
“A série desenvolve uma trama criminal com um tom mais sombrio, mantendo-se dentro dos limites de um programa voltado para o público jovem”, disse Ross McIndoe da Slant Magazine.
“É a melhor obra relacionada ao Batman da última década”, disse Witney Seibold da Slashfilm.
Lembrando que a atração chegará ao catálogo da plataforma de streaming no dia 01 de agosto.
Anteriormente, o The Hollywood Reporter divulgou que a Amazon já encomendou duas temporadas da animação, que conta com roteiros de Ed Brubaker, quadrinista que já trabalhou em diversos títulos da DC e da Marvel.
Cada temporada deve ter 10 episódios, com o objetivo de reinventar o Homem-Morcego e sua icônica galeria de vilões com uma narrativa sofisticada, personagens diferenciados e sequências de ação intensas… Tudo isso ambientado em um mundo visualmente impressionante.
A série vai marcar o tão esperado retorno de Timm à animação do Batman na televisão depois que ele comandou ‘Batman: A Série Animada‘, vencedora do Emmy.
O mistério sobre o Hulk Vermelho finalmente chegou ao fim quando o trailer de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ confirmou Harrison Ford na pele do vilão, que é o alter-ego do presidente Ross.
E, durante sua participação na San Diego Comic Con, Ford conversou com o Comic Book sobre sua introdução ao MCU e disse que está orgulhoso e honrado por interpretar o papel do falecido William Hurt.
“Este é um personagem que vem de uma história desenvolvida junto com Bill [William Hurt], que interpretou o personagem antes de mim. Mas, agora, eu sou Thaddeus, e estou honrado e orgulhoso de me tornar um membro do universo Marvel. Tenho assistido a atores fantásticos — alguns dos quais estão aqui esta noite — se divertindo muito trabalhando no universo Marvel, e eu queria um pouco disso para mim.”
Ele continuou, sem dar muitos detalhes sobre a transformação e Ross em Hulk Vermelho:
“O que eu posso dizer é que ficou fantástico, vocês vão ver.”
Lembrando que ‘Capitão America: Admirável Mundo Novo’ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.
Confira o trailer:
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Segundo o WorldOfReel, as extensas refilmagens do longa jogaram o orçamento para US$ 350 milhões a US$ 375 milhões.
Oficialmente, o filme mais caro da Marvel foi ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (2015) com US$ 365 milhões.
O trailer de Capitão América – Admirável Mundo Novo tem a mesma vibe de O Soldado Invernal, é mais pé no chão. O presidente dos EUA pede pro Sam Wilson montar um novo Os Vingadores. Ele pergunta: “E o que vai acontecer quando a gente discordar?”. pic.twitter.com/fM9nDTdteH
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
O personagem Alexei Shostakov/Guardião Vermelho, interpretado por David Harbour, retornará às telonas em ‘Thunderbolts*’, um filme que reúne diversos vilões do UCM. Durante a San Diego Comic-Con, o ator fez uma breve aparição, revelando o novo traje do Guardião Vermelho.
“A Marvel Studios apresenta ‘Thunderbolts*’, a irreverente reunião entre a depressiva assassina Yelena Belova com o grupo de desajustados menos esperado da franquia.”
“Marvel Studios present Thunderbolts*, an irreverent team-up featuring depressed assassin Yelena Belova alongside the MCU’s least anticipated band of misfits.” pic.twitter.com/sbSeIFlAF1
— The Hollywood Handle (@HollywoodHandle) July 29, 2024
O elenco de ‘Thunderbolts‘ contará com o retorno de Florence Pugh (Viúva Negra), David Harbour(Guardião Vermelho), Sebastian Stan (Bucky Barnes), Hannah John-Kamen (Fantasma), Louis-Dreyfus (Valentina), Olga Kurylenko (Treinadora) e Wyatt Russell (Agente Americano), além de introduzir Ford.
Atualmente, o filme está programado para estrear no dia 02 de maio de 2025.
Robert Downey Jr. está prestes a retornar ao Universo Cinematográfico Marvel, desta vez para interpretar o icônico vilão Doutor Destino. Mas você sabia que essa não é a primeira vez que o ator é ligado ao personagem?
De acordo com a Variety, um vídeo divulgado pela Marvel Entertainment no ano passado revela que, durante uma conversa entre o diretor Jon Favreau e o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, foi revelado que Downey já havia sido cogitado para interpretar Victor Von Doom há mais de duas décadas.
“Lembro que Robert veio para uma reunião geral sobre Homem de Ferro, e você já havia conversado com ele sobre Doutor Destino ou algo semelhante”, contou Favreau a Feige.
Julian McMahon (‘Nip/Tuck’), acabou assumindo o papel de Victor Von Doom/Doutor Destino em ‘Quarteto Fantástico’ (2005). No entanto, agora Downey terá finalmente a oportunidade de interpretar o lendário vilão da Marvel.
Na época, Downey enfrentava sérios problemas com drogas e sua carreira estava em um momento delicado. Apesar disso, Favreau e outros executivos da Marvel viam um grande potencial no ator.
O ex-presidente da Marvel Studios, David Maisel, também queria escalar Downey, mas “meu conselho achava que eu estava louco por colocar o futuro da empresa nas mãos de um viciado”.
“Eu ajudei a mostrar o quão bom ele era para o papel”, disse Maisel no ano passado. “Todos nós confiávamos que ele estava limpo e permaneceria limpo”.
Lembrando que Robert Downey Jr. estará em ‘Avengers: Doomsday‘ e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘, quinto e sexto filme dos heróis
O anúncio foi feito durante a Comic Con San Diego.
Os diretores Joe e Anthony Russo voltam para comandar os dois filmes.
Confira:
Robert Downey Jr retorna na Marvel como VICTOR VON DOOM
ELE VAI ESTRELAR O QUINTO VINGADORES, QUE SE CHAMARÁ VINGADORES: DOOMSDAY
A aguardada série nacional ‘O Som e a Sílaba’, criada e dirigida por Miguel Falabella, finalmente ganhou um gostinho do que está por vir! O primeiro trailer e cartaz da produção foram divulgados, aumentando ainda mais a expectativas.
“Inspirada na obra de teatro homônima, a série acompanha a emocionante jornada de Sarah Leighton, uma jovem autista com um talento musical extraordinário que sonha em conquistar o mundo da ópera”.