O aguardado spin-off de ‘WandaVision’, ‘Agatha All Along’, promete ser uma das séries mais cativantes do Universo Cinematográfico Marvel – teve seu teaser divulgado em um evento de Upfront da Disney.
Segundo o IGN, o vídeo começa com Agatha Harkness como uma detetive investigando um assassinato. Ela está analisando uma lista de datas, e percebe que próximo a 13 de outubro aparece um nome familiar: “W. Maximoff”.
A personagem de Aubrey Plaza aparece e pergunta a Agatha: “É realmente assim que você se vê? Aquela bruxa se foi, deixando você em um feitiço distorcido. Supere.”
Agatha então se recupera e diz: “Ela tirou todo o poder que eu tinha. Mas eu posso ser aquela bruxa de novo.”
Depois surgem cenas sombrias, penumbras e aparições de bruxas, enquanto Agatha promete ir até a Estrada das Bruxas e construir seu Coven de Bruxas.
No fim, a personagem de Patti LuPone aparece e diz: “Qual bruxa em sã consciência se juntaria ao Coven de Agatha Harkness?”
Agatha engasga e responde: “Não estou procurando bruxas sãs.”
A produção chega à plataforma de streaming no dia 18 de setembro.
Segundo o insider CanWeGetSomeToast, a série deve revelar uma nova faceta de Agatha, já que não tivemos muitos detalhes sobre sua vida pessoal na série anterior.
De acordo com as informações, a personagem se revelará como bissexual em sua própria série de TV.
Além disso, o relato de Alex Perez, do Cosmic Circus, sugere que a personagem inédita de Aubrey Plaza pode ter um relacionamento afetivo com Agatha, vivida por Kathryn Hahn.
Mephisto, Wiccano e muito mais: Confira os rumores de ‘Agatha All Along’!
Enquanto aguardamos ansiosamente o lançamento desta obra focada em Agatha Harkness (interpretada por Kathryn Hahn), uma série de rumores estão saindo sobre a trama.
De acordo com um rumor a série terá a aparição de Mephisto, talvez interpretado por Sacha Baron Cohen. Esse vilão foi amplamente discutido pelos fãs durante ‘WandaVision’, embora nunca tenha feito uma aparição oficial no Universo Cinematográfico Marvel.
Segundo outro rumor recente compartilhado por @CanWeGetToast, o incidente em Westview, ocorrido durante os eventos de ‘WandaVision’, foi encoberto e rotulado como um “Exercício de Treinamento dos Vingadores”. Isso resultou na falta de conhecimento do público em geral sobre as ações de Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen), mantendo assim sua imagem de super-heroína.
Entretanto, nem todos estão convencidos, e um grupo de Redditors se reúne na tentativa de descobrir a verdade por trás do ocorrido… e alguns deles afirmam serem residentes de Westview!
Em ‘WandaVision’, a Feiticeira Escarlate mantém os habitantes de Westview sob seu controle, essencialmente torturando-os para criar uma realidade onde poderia desfrutar de uma vida feliz ao lado do Visão (Paul Bettany) e de seus filhos fictícios, Billy (Julian Hilliard) e Tommy (Jett Klyne).
Além disso, há especulações de que a trama se concentrará principalmente nos descendentes do convento de Evanora Harkness – agora conhecidos como Salem Seven – que retornam em busca de vingança pela morte de sua mãe. Essa investigação pode ser o catalisador que revela a presença de Agatha na cidade.
Recentemente, a sinopse do primeiro episódio foi divulgada.
“No primeiro episódio, vemos Agatha finalmente quebrar um feitiço no qual estava aprisionada,” diz uma sinopse recentemente divulgada segundo o ComicBookMovie.
“Ela mal pode esperar para retomar seus antigos caminhos assassinos, apenas para descobrir que está sem poderes. O único caminho para ela é embarcar em uma perigosa busca para recuperar seus poderes, com a ajuda de um ou dois amigos improváveis.”
Rumores indicam que na série, Agatha e seus aliados partirão em uma jornada pela Estrada das Bruxas, um plano místico de existência acessível apenas por feiticeiros, onde a bruxa estará acompanhada pelo filho de Wanda, Wiccano, interpretado por Joe Locke.
Confira o vídeo LEGENDADO dos bastidores e as primeiras imagens:
Para o elenco de apoio da série contará com vários rostos familiares de ‘WandaVision’, incluindo Emma Caulfield Ford (Sarah Proctor), Debra Jo Rupp (Sharon Davis), David Payton (John Collins), David Lengel (Harold Proctor), Asif Ali (Abilash Tandon), Amos Glick (Dennis), Brian Brightman (Sheriff Miller) e Kate Forbes (Evanora Harkness).
Em uma entrevista recente à CBR, o cineasta Goro Taniguchi e o diretor Junichi Yamamoto descartaram preocupações com a globalização de ‘One Piece’, após o sucesso da adaptação live-action da Netflix.
Taniguchi se mostrou surpreso com a pergunta sobre a ansiedade de criar anime para um público globalizado, respondendo: “Algo que me deixa ansioso?! De jeito nenhum! Mesmo desde o meu primeiro trabalho, nunca pensei que estava criando meu trabalho apenas para o mercado japonês. Então, isso nunca foi algo a que me limitei. Então, eu não penso nisso de jeito nenhum”.
Yamamoto, por sua vez, destacou a paixão global pelo anime: “Eu mesmo estive no Anime Expo. Estive no evento Azuki outro dia. Vi todos os fãs olhando para o Taniguchi-san. Você pode perceber que todos estão apaixonados pelo anime e há essa pureza e eu adoro que tenhamos uma comunidade assim. Para mim, é poder compartilhar o que amamos sobre o anime. Sem preocupações, sem apreensões. Só me sinto animado.”
Vale lembrar que ‘One Piece’ está disponível na Netflix e a plataforma já anunciou a produção de um remake.
O filme chegará aos cinemas brasileiros em 13 de junho.
‘Uma Vida de Esperança’ conta a história inspiradora de Sharon Stevens, uma cabeleireira da cidade de Louisville, Kentucky, que se torna uma heroína improvável em 1994.
Ao ler um artigo no jornal sobre a pequena Michelle Schmitt, de apenas 5 anos, que precisa urgentemente de um transplante de fígado, Sharon decide que fará tudo o que puder para salvar a vida da menina.
Movida por um desejo de redenção e superação do vício em álcool, Sharon se envolve profundamente com a família Schmitt e se torna incansável na luta por um tratamento adequado para Michelle. Ela mobiliza toda a comunidade local, organiza eventos beneficentes e enfrenta desafios burocráticos e financeiros para garantir que a menina receba a ajuda que precisa.
A direção é de Jon Gunn, responsável por títulos como ‘Você Acredita?’ (2015) e ‘O Caso de Cristo’ (2017).
A primeira imagem do novo filme de animação ‘Looney Tunes’, ‘The Day the Earth Blew Up’ (‘O Dia em que a Terra Explodiu’, em tradução livre), foi divulgada pela CBR e mostra os amados personagens Patolino e Gaguinho em apuros.
A imagem apresenta Patolino e Gaguinho se escondendo de uma invasão alienígena.
Confira a sinopse:
Devido a uma série de travessuras na fábrica de chicletes, Patolino e Gaguinho descobrem uma conspiração alienígena secreta para dominar a Terra por meio do controle mental. A dupla deve trabalhar junta para deter os alienígenas, enquanto tenta evitar enlouquecer um ao outro.
A tão aguardada sequência de ‘Os Feiticeiros de Waverly Place‘, que marca o retorno de David Henrie e Selena Gomez, reprisando seus papéis como os irmãos Russos da clássica série do Disney Channel, ganhou fotos.
‘Wizards Beyond Waverly Place‘ será o título da nova série.
O elenco será composto por Max Matenko (‘Platonic’), que interpretará o filho mais novo de Justin, Milo. Mimi Gianopulos (‘O Que Esperar Quando Você Está Esperando’) será a esposa de Justin, Giada; Janice LeAnn Brown (‘Euphoria’) assumirá o papel da protagonista Billie, enquantoAlkaio Thiele (‘Call Me Kat’) será o filho mais velho de Justin, Roman.
Do elenco original, volta David Henrie (Justin Russo), Selena Gomez (Alex Russo), David DeLuise (Jerry Russo) e Maria Canals-Barrera (Theresa Russo).
Conforme a sinopse, ‘Wizards’ seguirá Justin Russo que “optou por levar uma vida normal e mortal com sua família, Giada, Roman e Milo. Quando a irmã de Justin, Alex, traz Billie para sua casa em busca de ajuda, Justin percebe que deve resgatar suas habilidades mágicas para orientar a feiticeira em treinamento, enquanto também equilibra suas responsabilidades cotidianas – e protege o futuro do Mundo dos Feiticeiros”.
Além de atuar, Gomez e Henrie são produtores executivos ao lado de Jed Elinoff e Scott Thomas (‘Casa da Raven’), que assim os roteiros.
As ações daParamount Global caíram nas negociações da tarde devido a uma reportagem da CNBC de que a Sony pode estar “repensando” sobre a oferta conjunta com a Apollo pela empresa.
Uma pessoa familiarizada com a situação disse que não há indicação de que a Sony esteja desistindo do acordo. E o relatório da CNBC observou que “repensar” pode significar uma reestruturação do que seria uma transação muito complexa.
O estúdio fez uma oferta formal, mas preliminar, de US$ 26 bilhões pela empresa controlada por Shari Redstone no momento em que a janela de negociação exclusiva de um mês da Paramount com a Skydance expirou no início deste mês.
As informações indicam que a Sony e a Apollo, uma empresa de capital privado, enviaram uma carta com a oferta não vinculativa nesta última quarta-feira (01) à Paramount Global, conforme relatado pelo Wall Street Journal. A oferta, que incluiria a assunção de dívidas, ocorre no momento em que o comitê especial do conselho da Paramount Global estabelecido para considerar propostas de fusões e aquisições está avaliando a melhor e última oferta da Skydance Media para fundir a Paramount e a Skydance, mantendo a Paramount Global pública.
Todavia, Shari Redstone, acionista controladora da Paramount Global, continua inclinada a consumar um acordo com a Skydance de David Ellison, cuja oferta é apoiada pela RedBird Capital Partners e pela KKR.
Os representantes da Paramount Global e do comitê especial do conselho não quiseram comentar. Os representantes da Apollo e da Sony Entertainment não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.
Além disso, as ações da Paramount Global aumentaram em mais de 13% com a notícia da oferta da Apollo e da Sony, subindo para US$13,90 por ação nas negociações da tarde.
Não está claro como o conselho da Paramount irá proceder com a proposta Sony-Apollo, tendo rejeitado propostas anteriores da empresa. A companhia tem janela de negociação exclusiva com a Skydance, que termina nesta próxima sexta-feira, 03 de maio – mas as discussões entre ambas partes podem se estender além disso.
Se a proposta seja aceita, a combinação da Sony Pictures com a Paramount Pictures provavelmente resultaria em demissões em massa – e reduziria o número de grandes estúdios de Hollywood de cinco para quatro, depois que a Disney assumiu o controle da 20th Century Studios. A Sony Corp., que adquiriu a Columbia Pictures em 1990 por US$3,5 bilhões, é a maior operadora de estúdio do setor que não possui um serviço de streaming direto ao consumidor em larga escala.
Segundo a Variety, o filme é baseado em um roteiro escrito por Moshe e Mark Bacci (‘Prisoner’s Daughter’), a partir de uma ideia original de Bazzel Baz (‘Lista Negra’).
“Estou emocionado em dar as boas-vindas a Liam Neeson em ‘Hotel Teerã'”, disse Moshe. “Ele é um verdadeiro ator e um ícone em nossa indústria. O personagem que ele interpreta, Larry, é complexo, irreverente e inspirado em pessoas reais. Eu sei que seus fãs ao redor do mundo vão adorar vê-lo assumir esse papel distinto e mal posso esperar para estar lá para capturá-lo”.
Kevin Costner, o astro que deu vida ao icônico personagem John Dutton na série de sucesso ‘Yellowstone’, finalmente se pronunciou sobre sua abrupta saída do programa.
Em entrevista ao Deadline, Costner detalhou: “Bem, não me senti bem com isso no último ano, com a forma como falaram sobre isso. Não foi verdadeiro. Então agora estou falando um pouco sobre qual foi a verdade real disso. Eu fiz um contrato para as temporadas cinco, seis e sete. Em fevereiro, após uma negociação de dois ou três meses, eles fizeram outro contrato. Eles queriam refazer aquele, e em vez das temporadas seis e sete, era 5A e 5B, e talvez faríamos a seis. Eles não foram capazes de fazer isso. Horizon estava no meio, mas Yellowstone era a primeira posição. Eu encaixei [Horizon] nos intervalos. Eles simplesmente continuavam movendo seus intervalos”.
Anteriormente, o criador Taylor Sheridan havia quebrado o silêncio sobre a polêmica de sua repentina saída: “Minha última conversa com o Kevin [Costner] foi sobre um projeto que ele queria dirigir. Ele e a emissora estavam discutindo sobre quando ele poderia terminar as filmagens de ‘Yellowstone’. Então, eu disse que poderíamos filmar no período de preferência dele, e assim o fizemos.”
Apesar dos conflitos reportados nos bastidores da produção, Sheridan afirmou que sua opinião sobre o ator e seu trabalho na série “não mudou”, mas que “as pessoas não se comunicam e começam a dizer coisas que não são verdades” quando os advogados se envolvem nas discussões. “O filme [que o Costner quer dirigir] parece ser uma grande prioridade para ele. É onde ele quer focar. Espero que valha a pena – e que seja um ótimo filme.”
Sobre o destino do personagem do ator, Sheridan declara: “Tivemos que acelerar a conclusão do personagem. Não tivemos que alterar nada, apenas acelerar. Não vamos ter nenhum acidente de carro vingativo. Se [o destino de Dutton] infla o ego [de Costner] ou o insulta, isso é um dano colateral que não considero em relação à narrativa.”
Além disso, foi revelado que a próxima temporada estreia no dia 27 de agosto. No Brasil, não há confirmação de estreia.
Confira:
Em entrevista à People, Steve Martin, intérprete de Charles Haden Savage, disse que eles estão quase na metade das filmagens e:
“Estamos com um elenco repleto de estrelas e estamos gostando muito desta temporada. Achamos que pode ser uma de nossas melhores temporadas até agora. Embora todas sejam perfeitas.”
Obviamente, ele não deu detalhes, mas o público espera um grande espetáculo para os próximos episódios.
Para quem não se lembra, o final da 3ª temporada mostrou o personagem de Jane Lynch, Sazz Pataki, levar um tiro.
E a 4ª temporada trará Charles (Martin), Oliver (Martin Short) e Mabel (Selena Gomez) em busca de respostas sobre o assassinato de Sazz, se os culpados estavam realmente mirando em Charles, e por que alguém iria querer matar qualquer um deles.
Anteriormente, o Deadlinedivulgou que Zach Galifianakis, estrela da franquia ‘Se Beber, Não Case‘, entrou para o elenco da nova temporada.
Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.
Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Eva Longoria (‘Desperate Housewives’), Molly Shannon (‘The Other Two’) e Eugene Levy (‘Schitt’s Creek’) também serão introduzidos no quarto ciclo.
Anteriormente, John Hoffman, o criador da série, havia comentado sobre a mudança no cenário da narrativa: “Eu amo Nova York – os personagens, a riqueza, a profundidade são infinitas – e é uma série de Nova York. Mas não quero ter medo de coisas que fazem você pensar: ‘O quê? Onde estamos?’ ‘Onde eles estão agora?’ Acho que você tem que fazer isso para não parecer muito insular.”
Vale lembrar que as três primeiras temporadas estão disponíveis no Brasil pelo Star+.
Estrelada por Selena Gomez,Steve Martin e Martin Short, o mais recente ciclo também trouxe nomes como Paul Rudd (‘Homem-Formiga’), Jesse Williams (‘Grey’s Anatomy’) e Ashley Park (‘Emily em Paris’) no elenco.
O desfecho do segundo ano apresentou um salto temporal de um ano. Na aguardada estreia da peça, um novo mistério é desencadeado com uma morte chocante.
Pouco depois do término filmagens principais da primeira parte da série ‘Demolidor: Renascido’, foi revelado que a produção ganhou precisão de estreia no Disney+.
A atração chega à plataforma de streaming em março de 2025.
As boas novas vêm pouco depois da escalação de Lou Taylor Pucci (‘A Morte do Demônio’) para o elenco
A série também contará com o retorno de Charlie Cox no papel titular.
O ator já havia aparecido anteriormente no MCU, no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ e na série ‘She-Hulk: Defensora de Heróis‘.
John Bernthal (Justiceiro), Vince D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Henson (Foggy Nelson) e Deborah Ann Woll(Karen Page) também irão reprisar seu papéis no projeto.
‘Demolidor: Renascido‘ faz referência ao título homônimo dos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.
O aguardado spin-off de ‘WandaVision’, ‘Agatha All Along’, promete ser uma das séries mais cativantes do Universo Cinematográfico Marvel – e, agora, ganhou data de estreia no Disney+.
A produção chega à plataforma de streaming no dia 18 de setembro.
Segundo o insider CanWeGetSomeToast, a série deve revelar uma nova faceta de Agatha, já que não tivemos muitos detalhes sobre sua vida pessoal na série anterior.
De acordo com as informações, a personagem se revelará como bissexual em sua própria série de TV.
Além disso, o relato de Alex Perez, do Cosmic Circus, sugere que a personagem inédita de Aubrey Plaza pode ter um relacionamento afetivo com Agatha, vivida por Kathryn Hahn.
Mephisto, Wiccano e muito mais: Confira os rumores de ‘Agatha All Along’!
Enquanto aguardamos ansiosamente o lançamento desta obra focada em Agatha Harkness (interpretada por Kathryn Hahn), uma série de rumores estão saindo sobre a trama.
De acordo com um rumor a série terá a aparição de Mephisto, talvez interpretado por Sacha Baron Cohen. Esse vilão foi amplamente discutido pelos fãs durante ‘WandaVision’, embora nunca tenha feito uma aparição oficial no Universo Cinematográfico Marvel.
Segundo outro rumor recente compartilhado por @CanWeGetToast, o incidente em Westview, ocorrido durante os eventos de ‘WandaVision’, foi encoberto e rotulado como um “Exercício de Treinamento dos Vingadores”. Isso resultou na falta de conhecimento do público em geral sobre as ações de Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen), mantendo assim sua imagem de super-heroína.
Entretanto, nem todos estão convencidos, e um grupo de Redditors se reúne na tentativa de descobrir a verdade por trás do ocorrido… e alguns deles afirmam serem residentes de Westview!
Em ‘WandaVision’, a Feiticeira Escarlate mantém os habitantes de Westview sob seu controle, essencialmente torturando-os para criar uma realidade onde poderia desfrutar de uma vida feliz ao lado do Visão (Paul Bettany) e de seus filhos fictícios, Billy (Julian Hilliard) e Tommy (Jett Klyne).
Além disso, há especulações de que a trama se concentrará principalmente nos descendentes do convento de Evanora Harkness – agora conhecidos como Salem Seven – que retornam em busca de vingança pela morte de sua mãe. Essa investigação pode ser o catalisador que revela a presença de Agatha na cidade.
Recentemente, a sinopse do primeiro episódio foi divulgada.
“No primeiro episódio, vemos Agatha finalmente quebrar um feitiço no qual estava aprisionada,” diz uma sinopse recentemente divulgada segundo o ComicBookMovie.
“Ela mal pode esperar para retomar seus antigos caminhos assassinos, apenas para descobrir que está sem poderes. O único caminho para ela é embarcar em uma perigosa busca para recuperar seus poderes, com a ajuda de um ou dois amigos improváveis.”
Rumores indicam que na série, Agatha e seus aliados partirão em uma jornada pela Estrada das Bruxas, um plano místico de existência acessível apenas por feiticeiros, onde a bruxa estará acompanhada pelo filho de Wanda, Wiccano, interpretado por Joe Locke.
Confira o vídeo LEGENDADO dos bastidores e as primeiras imagens:
Para o elenco de apoio da série contará com vários rostos familiares de ‘WandaVision’, incluindo Emma Caulfield Ford (Sarah Proctor), Debra Jo Rupp (Sharon Davis), David Payton (John Collins), David Lengel (Harold Proctor), Asif Ali (Abilash Tandon), Amos Glick (Dennis), Brian Brightman (Sheriff Miller) e Kate Forbes (Evanora Harkness).
O astro Pierce Brosnan (‘007 contra GoldenEye’) apareceu irreconhecível para interpretar o treinador Brendan Ingle no novo drama esportivo ‘Giant’ (Gigante), cinebiografia do boxeador britânico yemenita Prince Naseem “Naz” Hamed.
O filme acompanha a jornada de Naz (El-Masry) desde suas origens humildes nas ruas de Sheffield até sua ascensão ao estrelato do boxe mundial sob a tutela de seu treinador Brendan Ingle (Brosnan).
A história retrata os primórdios de Hamed, marcados por dificuldades na classe trabalhadora, e seu encontro com Ingle, um ex-operário da siderurgia que se tornou treinador de boxe.
A parceria improvável entre os dois, aliada ao estilo de luta pouco ortodoxo de Naz, sua personalidade arrogante e seu domínio no ringue, os levou ao topo do boxe e à fama global, tudo isso em um contexto marcado pela Islamofobia e pelo racismo na Grã-Bretanha dos anos 80 e 90.
Recentemente o mundo passou a falar mais abertamente sobre saúde mental. A importância de termos equilibrado, resolvido assuntos e traumas que existem na nossa cabeça, na nossa memória, e que podem acabar influenciando o nosso cotidiano e a forma como interagimos socialmente com os outros. Mas o que hoje chamamos de saúde mental é fruto de muito estudo sobre a psique humana, cuja uma das pessoas que mais se dedicaram ao assunto foi o checo Sigmund Freud, popularmente conhecido como o pai da psicanálise. Freud influenciou todo o século XX e continua a influenciar o pensar no século XXI, inclusive no cinema, rendendo histórias como a que pode ser vista em ‘A Última Sessão de Freud’, filme que chegou esta semana para aluguel sob demanda nas principais plataformas.
Setembro, 1939. A Europa atravessa a 2ª Guerra Mundial, a Inglaterra declara sua oposição à Alemanha nazista e as pessoas tentam sobreviver aos bombardeios constantes nas cidades. Nesse contexto, Sigmund Freud (Anthony Hopkins, vencedor do Oscar) foge com sua filha Anna (Liv Lisa Fries) para a Inglaterra, onde começa a dar sinais de sofrer com dores intensas, a ponto de necessitar do uso de anti-inflamatórios. Certo dia, Freud se prepara para receber a visita de um jovem acadêmico da Universidade de Oxford, o escritor C. S. Lewis (Matthew Goode, de ‘O Jogo da Imitação’) para uma longa sessão de bate-papo, onde ambos revelarão minúcias de suas experiências pessoais e, juntos, atravessarão uma tarde de desabafos enquanto o mundo lá fora é bombardeado.
Baseado na peça de teatro homônima de Mark St. Germain, que, inclusive, já foi adaptada no Brasil e levou quase 100 mil pessoas ao teatro, a versão fílmica de ‘A Última Sessão de Freud’ acaba trazendo muito da característica da dramaturgia para o set, o que acaba, de certa forma, restringindo o dinamismo em cena. Por outro lado, isso significa que o diretor Matthew Brown confiou toda a sua produção no poder de interpretação da sua dupla de protagonistas – majoritariamente em Sir Anthony Hopkins. O resultado é que muitas das cenas, principalmente as do segundo ato, são um bocado verborrágicas, com diálogos longuíssimos e bastante intensos. Considerando que o assunto não é leve, é nesses momentos que Hopkins expõe seu talento, porém acaba ficando em demasia os debatesFreud-Lewis, cansando o espectador com tanta informação.
O elemento mais interessante neste filme é a ideia desse encontro ficcional entre Freud e C. S. Lewis, o que dá margem para a imaginação de quem teria influenciado quem a partir desse encontro, especialmente porque no roteiro de Matthew Brown há diálogos de Lewis comentando sobre sua infância, o que permite ao espectador pensar nos primórdios da criação do que mais tarde seria ‘As Crônicas de Nárnia’, e também há menções sobre outro grande escritor de fantasia, J.R.R. Tolkien, amigo de Lewis, o que nos provoca a pensar que ambos escritores e Freud viveram no mesmo tempo, num contexto de guerra, e, ainda assim, criaram obras espetaculares.
‘A Última Sessão de Freud’ é um bom drama, porém bastante intenso. Não é exatamente um passatempo, posto que levanta debates importantes sobre diversos temas que, ao longo do século XX, foram aos poucos sendo abertamente discutidos.
Depois de sete temporadas conquistando o coração dos fãs como o Dr. Levi Schmitt,Jake Borelli se despede de ‘Grey’s Anatomy’. O ator, que se tornou um dos personagens mais amados da série nos últimos anos, não retornará como membro regular do elenco na próxima temporada.
Segundo o Deadline, a saída de Borelli está ligada a cortes no orçamento da série, que busca reduzir custos para sua 21ª temporada. Com um elenco extenso, a maioria dos quais veteranos do programa, a ABC está renegociando contratos e buscando alternativas para manter a série viável.
Parte dessa estratégia inclui a redução do número de episódios de alguns dos atores mais experientes. Isso significa que, embora seus salários por episódio permaneçam os mesmos, eles aparecerão em menos episódios na próxima temporada. Essa medida exige cuidado dos roteiristas na hora de elaborar as tramas, para que todos os personagens tenham um desenvolvimento satisfatório.
Embora a despedida seja sentida, Borelli deve retornar para alguns episódios da próxima temporada para concluir a história do Dr. Schmitt. O ator, que se tornou um ícone da representatividade LGBTQ+ na série, deixa um legado importante.
Em 2018, ele fez história ao interpretar o primeiro personagem masculino gay assumido da série e protagonizar o primeiro beijo entre dois homens do drama, entre Levi e Nico (Alex Landi).
Vale lembrar que ‘Grey’s Anatomy’ se encontra atualmente em sua 20ª temporada, com a ABC já renovando oficialmente a série para uma 21ª temporada.
Segundo o Deadline, o próximo ciclo contará com 18 episódios.
Apesar de não fazer mais parte do elenco fixo da produção, Ellen Pompeo deve continuar fazendo participações especiais como Meredith Grey, além de narrar todos os capítulos da série.
O astro Nicolas Cage, conhecido por filmes como ‘Motoqueiro Fantasma’ e ‘A Outra Face’, foi CONFIRMADO no papel de Homem-Aranha Noir em uma série live-action do personagem.
Cage dublou o personagem na animação ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ (2018), que foi um grande sucesso de crítica e público.
Nas redes sociais, os cinéfilos foram à loucura:
Pô pprt que essa série do Spider Noir com Nicolas cage não vai ter relação com o aranha?
Simplesmente vai ter uma série do homem aranha noir live action e Nicolas cage vai ser o protagonista e pra melhorar roteirista de justiceiro tá no meio ,absolute cinema.
Nicolas Cage talvez seja o ator de Hollywood que mais oscila em relação a qualidade de suas atuações. Alterna papeis brilhantes como em Despedida em Las Vegas e PIG a outros bisonhos como o Motoqueiro Fantasma e O Imperador. Sua escalação como Homem Aranha noir é uma incógnita.
— alexandre clistenes (@alexclistenes) May 14, 2024
Bicho Nicolas Cage vai ser o Noir em Homem-aranha, os cara n erra uma mn GRAÇAS A DEUS
Cage vai estrelar a série live-action ‘Noir‘, que foi encomendada para ser lançada na MGM+ e Amazon Prime Video.
O anúncio foi feito antes da apresentação inicial da Amazon aos anunciantes em Nova York, hoje.
“Expandir o universo Marvel com ‘Noir’ é uma oportunidade única e especial e estamos honrados em trazer esta série para nossos clientes globais do Prime Video”, disse Vernon Sanders, chefe de televisão da Amazon MGM Studios.
“O extremamente talentoso Nicolas Cage é a escolha ideal para o nosso novo super-herói e o excelente equipe de produção com Phil Lord, Christopher Miller, Amy Pascal e a incrível equipe da Sony está empenhada em expandir esta franquia da forma mais autêntica.”
‘Noir‘ contará a história “de um investigador particular (Cage) envelhecido e sem sorte na Nova York dos anos 1930, que é forçado a lidar com sua vida passada como o único super-herói da cidade”.
Oren Uziel (Mortal Kombat) e Steve Lightfoot (O Justiceiro) serão os showrunners. Harry Bradbeer (Fleabag, Killing Eve) será o diretor.
‘Homem Aranha no Aranhaverso’ está disponível no Prime Video.
Além disso, foi revelado que os novos episódios chegam à plataforma de streaming no dia 29 de agosto.
Confira:
A adaptação inspirada nos escritos do icônico romancista J.R.R. Tolkien, causou um grande barulho quando estreou no Prime Video em 2022 – deixando os fãs animados para o futuro da narrativa.
Agora, segundo os criadores J.D. Payne e Patrick McKay, a nova temporada da obra fantástica está mais perto do que poderíamos imaginar (via ComicBook.com).
As informações indicam que o próximo ciclo chegará ao catálogo da plataforma de streaming no final de 2024, ainda sem dia confirmado.
Anteriormente, conversando com o MovieZine, a diretora Charlotte Brändström, que ficou responsável por um dos episódios da temporada de estreia e por quatro da nova iteração, disse que os vindouros capítulos serão ainda mais ousados e sombrios.
“O que eu posso dizer é que [a 2ª temporada] será mais sombria, mais ousada e mais focada nos personagens”, ela comentou.
“Ainda acho que temos temos episódios muito interessantes vindo aí. Assisti a todos eles durante o Natal, apenas os cortes. Acho que vai ser uma temporada muito boa. Tentamos fazê-los mais ousados, um pouco mais ‘sujos’, pr assim dizer. E não em relação à imagem, mas em relação a fazê-los os mais autênticos possíveis. Temos várias reviravoltas surpreendentes, também”.
Embora não tenham sido divulgados detalhes exatos sobre os novos episódios, espera-se que a história traga uma maior participação de Sauron, que foi formalmente apresentado nos momentos finais da primeira temporada.
Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa Hamri e Louise Hooper foram recentemente contratadas para completar o time.
A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.
A infinitude de possibilidades que o artifício da viagem temporal traz a qualquer narrativa já foi utilizado como tema bem aproveitado em diversas mídias, como o audiovisual, em especial o cinema. O que vem sem titubear à mente é a trilogia De Volta para o Futuro – ícone do cinema entretenimento que possui como núcleo de sua história justamente a viagem pelo tempo. Hoje, até mesmo colossos como a Marvel Studios resolveu brincar com as linhas temporais em seu universo cinematográfico (algo que era comum nas suas HQs). Criativo e repleto de possibilidades, o artifício da viagem no tempo é o meio de conectar passado, presente e futuro, apostando quase sempre na nostalgia, certa melancolia e muita emoção.
O que muitos talvez não saibam é que grande fonte de inspiração para De Volta para o Futuro, assim como toda história moderna sobre deslocamento temporal, voltas ao passado e acesso ao futuro teve influência direta do livro A Máquina do Tempo, escrito pelo especialista em ficção científica H.G. Wells, e publicado ainda 1895. Wells, é claro, foi também responsável por trabalhos literários atemporais que seguem dando frutos até hoje, vide O Homem Invisível, Guerra dos Mundos e A Ilha do Dr. Moreau.
A Máquina do Tempo ganhou algumas versões em diferentes mídias desde sua criação, como por exemplo programas de rádio, histórias em quadrinhos, filmes feitos para a TV, tentativas de séries e, claro, produções para o cinema. Até mesmo na forma literária o próprio Wells criou uma espécie de pré-sequência intitulada When the Sleeper Wakes, lançado em 1899 – que faz parte do mesmo universo e serve para entender um pouco o cenário apresentado em A Máquina do Tempo, mesmo sem ter uma ligação oficial. Outros autores igualmente absorveram o trabalho de Wells e deram continuidade para sua clássica história. É o caso com The Time Ships, de 1995, escrito por Stephen Baxter, que teve a moral de se tornar a continuação oficial do clássico, canonizado pelos representantes de H.G. Wells.
‘A Máquina do Tempo’ é baseado num livro clássico, mas rendeu um flop no cinema para a Warner.
No cinema, A Máquina do Tempo possui duas versões famosas. A primeira, de 1960, é dirigida por George Pal (produtor de Guerra dos Mundos, 1953) e pegou carona na febre da ficção científica que havia tomado Hollywood durante a década de 1950. A segunda e mais recente é uma superprodução da Warner que está completando 20 anos de lançamento em 2022. O longa está disponível na plataforma de streaming da Amazon Prime Video (para aluguel) para todos que quiserem conferi-lo. Talvez muitos sequer tenham ouvido falar sobre este blockbuster, que foi produzido em parceria com a Dreamworks Pictures pelo orçamento de US$80 milhões – o mesmo valor de algumas das grandes produções da época. Como mais nada foi feito com a propriedade desde então e como outros materiais de Wells continuando gerando lucro, como séries de Guerra dos Mundos e a elogiadíssima nova versão de O Homem Invisível, da Blumhouse; está mais do que na hora da Warner se mexer e investir novamente no produto promissor, quem sabe desta vez na forma de uma série para sua plataforma. Assunto é o que não falta.
A trama de A Máquina do Tempo apresenta um brilhante homem da ciência. Um estudioso que perde o amor de sua vida para a violência urbana já na Nova York de 1899. Desolado, ele passa os anos seguintes aprimorando seu mais novo experimento, uma máquina (similar aos automóveis da época) capaz de se locomover no tempo-espaço. Assim, ele consegue retornar para o dia antes do assassinato de sua amada e impedir o crime. Porém, misturando espiritualidade com ciência, a proposta aqui é que não podemos mudar o inevitável. Assim, por mais que o Dr. Alexander Hartdegen (no livro apenas creditado como “o viajante”) tenha impedido o destino de sua companheira momentaneamente, a hora dela chega eventualmente não importa o que ele faça. Novamente com mais dúvidas e sofrimentos do que respostas na cabeça, ele decide se enveredar ao futuro desta vez, para tentar solucionar esta questão.
Guy Pearce não era um nome muito conhecido e não conseguiu segurar o protagonismo da superprodução.
Assim, o cientista avança no tempo e quando não encontra as respostas que procura, segue adiante. Um acidente, no entanto, faz com que ele perca o controle de sua engenhoca e termina jogado 800 mil anos no futuro. Já pensou? É nesta nova realidade pós-apocalíptica que a maior parte da história de A Máquina do Tempo concentra-se, para desenvolver sua grande analogia social. Neste cenário tipicamente apresentado em ficções científicas sobre realidades desoladas, vide Mad Max e Eu Sou a Lenda, o protagonista acorda e conhece os novos humanos. Chamados Eloi, esta nova raça de humanos é extremamente ingênua, e no livro vivem sem grande propósito, a não ser se alimentar e procriar. No blockbuster de 2002, os Eloi são praticamente uma tribo de nativos americanos. A outra espécie, como os familiarizados devem saber bem, são os antagonistas aqui: os Morlocks. Eles vivem nos subterrâneos e provém comida, vestimentas e conforto aos Eloi, já que trabalham nas máquinas que sustentam o mundo. Os Morlocks se desenvolveram para se tornar criaturas horrendas e grotescas, bestiais. E de tempos em tempos, os Morlocks perturbam a vidinha perfeita dos Eloi, os caçando para come-los.
A analogia de H.G. Wells em sua obra é clara sobre sua previsão do futuro: a burguesia contra a classe trabalhadora. A burguesia depende da classe operária para continuar desfilando sua beleza e seu estilo de vida. A classe trabalhadora é a base do estilo de vida “vazio” e belo, porém, a burguesia eventualmente será comida por eles. Diversas obras atuais enfatizam a luta de classes, desde o vencedor do Oscar Parasita (2019) até o blockbuster Pantera Negra, como tema de suas narrativas. Ou seja, o tema utilizado por Wells debaixo do manto da ficção científica se mostra mais atual do que nunca para uma nova investida. O segredo de sua obra famosa é justamente esse: ao buscarmos respostas para determinada questão, poderemos nos deparar com outras dúvidas que podem desviar nosso caminho.
O visual dos antagonistas, os Morlocks, foi muito criticado, até mesmo pela empresa que os criou.
Esta versão de vinte anos atrás foi significativa por alguns motivos. O principal deles, e que vendeu o projeto para a Warner foi a direção de Simon Wells, especialista em animação, tendo comandado O Príncipe do Egito(1998) para a Dreamworks, que também calha de ser o bisneto do autor H.G. Wells. Ou seja, o sobrenome não é apenas coincidência. O roteiro foi adaptado por John Logan, responsável pelos textos de A Invenção de Hugo Cabret e 007 – Operação Skyfall.
Por outro lado, um dos fatores responsáveis por não chamar o público almejado pela produção foi a falta de nomes famosos no elenco. O escolhido para protagonizar e carregar basicamente o filme nas costas foi o australiano Guy Pearce, então saído dos sucessos Priscilla – A Rainha do Deserto (1994), Los Angeles – Cidade Proibida (1997) e Amnésia (2000). Apesar do grande valor cult destes longas, Pearce era um nome ainda desconhecido do grande público. O único nome de real peso no elenco é o de Jeremy Irons, que está no filme apenas por alguns minutos na cena final, como o líder dos Morlocks. Terminando o elenco principal, a cantora e atriz Samantha Mumba, a Eloi Mara, que emergiu para seus quinze minutos de fama e retornou ao anonimato.
Aspirante a estrela, a atriz Samantha Mumba teve seus 15 minutos de fama no papel da Eloi Mara, e depois sumiu.
Existiu uma certa polêmica envolvendo o visual dos Morlocks no filme e a empresa que os criou, o estúdio do saudoso Stan Winston. A produção foi problemática e houve falha de comunicação entre os realizadores e a empresa de efeitos e maquiagem. No fim das contas, a criação dos Morlocks (o sonho para qualquer técnico em efeitos) foi renegada pela companhia de Stan Winston por não ter ficado do jeito que imaginaram originalmente. Fora isso, a produção foi empurrada de dezembro de 2001, para março de 2002 por atrasos, o filme precisou ter cenas cortadas (como uma chuva de meteoros na cidade que poderia remeter ao recém-ocorrido atentado terrorista de 11 de setembro de 2001) e até mesmo o diretor Simon Wells se afastou da produção por motivo de exaustão, sendo substituído no fim das filmagens por Gore Verbinski (que no mesmo ano lançaria o terror O Chamado e no ano seguinte, o primeiro Piratas do Caribe) – retornando depois para a pós-produção. Até mesmo Steven Spielberg, que filmava Inteligência Artificialpara a mesma Warner na época, ofereceu ajuda em alguns dos visuais. E por falar em visual, a criação mais cara do filme foi mesmo o design da máquina do tempo.
Em sua estreia nos cinemas dos EUA,A Máquina do Tempo foi bem e com US$22.6 milhões no fim de semana em bilheteria descolou o primeiro lugar do ranking, desbancando o campeão anterior, o drama de guerra com Mel Gibson, Fomos Heróis. A força de A Máquina do Tempo, no entanto, só diminuiria, sendo jogado para quarta posição na semana seguinte com as estreias de A Era do Gelo, Resident Evil – O Hóspede Maldito e Showtime; para sétimo com a estreia de Blade IIe o relançamento de E.T. – O Extraterrestre; e finalmente saindo do ranking em décimo terceiro após os lançamentos de O Quarto do Pânico, Desafio do Destino, Clockstoppers – O Filme e Morra, Smoochy, Morra.
O nome mais conhecido do elenco, Jeremy Irons, está escondido atrás de maquiagem e fica em cena poucos minutos.
Com um orçamento de US$80 milhões, A Máquina do Tempo sequer se pagou nos EUA, terminando sua estadia nos cinemas norte-americanos com US$56.8 milhões em bilheteria. Ao redor do mundo foi um pouco melhor, com um total de US$123.7 milhões, mesmo assim permanecendo bem longe do sucesso esperado. Para termos uma ideia esse foi o mesmo ano que viu nascer sucessos do nível de Homem-Aranha, de Sam Raimi, MIB – Homens de Preto 2, Triplo X, Harry Pottere a Câmara Secreta, O Senhor dos Anéis – As Duas Torres, Star Wars – Ataque dos Clones, e 007 – Um Novo Dia para Morrer.
Com o slogan de “Para Onde Você Iria?”, essa talvez seja a pergunta que os engravatados da Warner e da HBO Max estejam se fazendo neste momento, pois numa Hollywood regida por marcas pré-estabelecidas, perder tempo com uma propriedade potencialmente lucrativa é o mesmo que… bem, você já sabe.
‘Creature Commandos’, a série animada que marca o início oficial do Universo Cinematográfico da DC sob a direção de James Gunn, ganhou uma nova sinopse!
Sinopse oficial:
“Do produtor executivo e roteirista James Gunn, Creature Commandos é a próxima série de eventos animados Max Original, baseada em personagens da DC e produzida pelos Estúdios DC e Warner Bros. Animação. A série acompanha Amanda Waller enquanto ela reúne um esquadrão de operações especiais composto por prisioneiros monstruosos. Prepare-se para uma análise profunda da arte e dos processos criativos por trás dessa série altamente antecipada, que inaugura uma nova era de narrativa no Universo DC, com Rick Morales (produtor supervisor) e Balak Yves (diretor supervisor).”
Anteriormente,Sean Gunn, irmão de James Gunn e a voz de G.I Robot na série, revelou que a animação está prevista para estrear no outono dos EUA, entre setembro e novembro.
A série de sucesso do Prime Video, ‘Reacher’, baseada nos livros de Lee Child, foi oficialmente renovada para sua 3ª temporada, que chegará à plataforma de streaming em 2025.
A notícia foi confirmada pelas redes sociais do Prime Video, deixando os fãs em êxtase com a volta do imponente investigador interpretado por Alan Ritchson.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o autor da saga de livros Lee Child revelou qual dos 26 livros publicados pode ser adaptado para a terceira temporada.
“Eles podem fazer o que quiserem porque o lance dos dos livros é que você não precisa lê-los em ordem. Todos se seguram sozinhos. O mesmo personagem, obviamente, mas todos se seguram sozinhos. Reacher não é uma pessoa que pensa no passado. Ele nunca prevê o futuro e que vive no hoje então nunca há referências nos livros a livros anteriores. Você não perderá nada se os ler fora de ordem. Podemos fazer a série fora de ordem também.”, ele afirmou.
Assista à entrevista:
Lembrando que os dois primeiros ciclos estão disponíveis no Prime Video.
Na segunda temporada, o veterano investigador da polícia militar Jack Reacher recebe uma mensagem codificada de que os membros de sua antiga unidade do Exército dos EUA, a 110ª MP de Investigações Especiais, estão sendo misteriosa e brutalmente assassinados um por um. Para desvendar os culpados e as razões por trás dos crimes, Reacher se reúne com três de seus ex-companheiros de equipe: Frances Neagley (Maria Sten), Karla Dixon (Serinda Swan) e David O’Donnell (Shaun Sipos).
Nick Santora (‘Scorpion’) é o showrunner da série.
Vale lembrar que a saga já foi adaptada para as telonas em dois longas estrelados por Tom Cruise, ‘Jack Reacher: O Último Tiro‘ (2012) e ‘Jack Reacher: Sem Retorno‘ (2016). Juntos, os dois filmes arrecadaram mais de US$ 380 milhões mundialmente.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o cineasta Stephen Sommers, diretor da franquia original de ‘A Múmia’, falou sobre a possibilidade de um quarto filme da popular franquia iniciada em 1999, que rendeu três filmes e um reboot fracassado.
“Todas as pessoas na Universal são novas desde que eu saí. Eu realmente não os conheço, e eles não me contataram, então não sei o que se passa na cabeça deles. Ao mesmo tempo, teria que ser algo realmente especial. Claro, eu trabalharia com todos esses atores novamente.”
Em entrevista ao Variety, Brendan Fraser revelou que adoraria retornar para um novo filme.
“Não sei como isso poderia funcionar, mas eu adoraria retornar [para um novo filme da franquia] se alguém apresentar o conceito certo.”
Ele completa, “É difícil dar continuidade [aos filmes originais]. O elemento que eles tinham, e eu não vi no reboot do Tom Cruise, é a diversão. Não havia diversão naquela versão da história. Foi apenas um filme sério. ‘A Múmia’ deveria ser uma aventura divertida, não apenas assustadora.”
Arnold Vosloo, o talentoso ator que deu vida ao vilão Imhotep nos filmes ‘A Múmia‘ e ‘O Retorno da Múmia‘, compartilhou seus pensamentos sobre o futuro da franquia durante uma recente entrevista ao Reel Talker.
Vosloo, que já está com 60 anos, expressou entusiasmo com o retorno de Brendan Fraser ao cenário cinematográfico e mencionou a possibilidade de um novo filme da série.
O ator falou sobre a receptividade positiva em relação ao retorno triunfante de Fraser aos cinemas, que lhe rendeu um Oscar de Melhor Ator por sua interpretação no filme ‘A Baleia’.
“Estamos todos felizes por ele. Falei com todos da equipe de ‘A Múmia’ e também conversamos com Brendan. Hollywood é uma cidade movida pelos negócios, e com esse ressurgimento ou renascimento, o estúdio certamente vai prestar atenção e talvez faça outro filme”, revelou o ator.
Recentemente, rumores apontavam que a Universal Pictures estaria cogitando produzir um novo longa.
Para reforçar ainda mais as especulações, o artista conceitual Jean-David Solon, que já trabalhou em filmes consagrados como ‘Doutor Estranho‘ e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘, também compartilhou algumas artes conceituais de um projeto intitulado ‘Imhotep‘, em sua página oficial no site Artstation.
O material compartilhado ainda confirma que o possível filme teria uma estética do Egito Antigo.
Confira duas das artes e clique aqui para ver os demais materiais: