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Dua Lipa apresenta “Illusion” e “Happy For You” no ‘Saturday Night Live’; Confira!

Dua Lipa foi a artista musical convidada do último episódio do programa ‘Saturday Night Live’ – e aproveitou para fazer performances de duas músicas do álbum Radical Optimism.

Dua subiu aos palcos do show para cantar o single “Illusion” e a faixa “Happy For You”.

Confira:

Relembre a tracklist:

1. End of an Era
2. Houdini
3. Training Season
4. These Walls
5. Whatcha Doing
6. Illusion
7. Falling Forever
8. Anything for Love
9. Maria
10. Happy for You

Vale lembrar que, em 2020, Lipa lançou o álbum Future Nostalgia, que contou com os singles “Don’t Start Now”“Physical”“Break My Heart”“Hallucinate”“Levitating”.

A produção foi aclamada pela crítica especializada e pelo público, conquistando nada menos que 6 indicações ao Grammy Awards e levando o prêmio de Melhor Álbum Pop Vocal para casa.

Além disso, ela lançou outras duas versões da produção, ‘Club Future NostalgiaFuture Nostalgia: Moonlight Edition’.

Recentemente, a artista integrou o elenco do aclamado live-action ‘Barbie’, além de ter assinado a faixa original “Dance The Night”. Este ano, ela também fez parte do elenco de ‘Argylle – O Superespião’ ao lado de Henry CavillBryce Dallas Howard.

‘Bridgerton’: 3ª temporada estreia ESTE MÊS na Netflix!

A 3ª temporada de ‘Bridgerton‘ chega este mês ao catálogo da Netflix.

A primeira parte da nova leva de episódios estreia no próximo dia 16 de maio na plataforma de streaming. A segunda parte, por sua vez, tem lançamento agendado para o dia 13 de junho.

Relembre a sinopse e o trailer oficiais:

“Na trama, Penelope Featherington entra na 3ª temporada finalmente pronta para desistir de sua paixão de longa data por Colin Bridgerton. No entanto, isso não significa que ela acabou com o amor. Em vez disso, Penelope decidiu que é hora de ter um marido – e de preferência um que lhe dê a liberdade para continue sua vida dupla como Lady Whistledown, longe dos olhares indiscretos de sua mãe e irmãs. Sem confiança, as tentativas de Penelope no mercado matrimonial falham espetacularmente.

1. A Flor Despertou
2. Sob a Luz do Luar
3. Forças da Natureza
4. Velhos Amigos
5. Corrida Contra o Tempo
6. Os Segredos de Colin Bridgerton
7. De Mãos Dadas
8. Revelações

Bridgerton está de volta para sua terceira temporada e mostra Penelope Featherington (Nicola Coughlan) finalmente tendo desistido de sua paixão de longa data por Colin Bridgerton (Luke Newton) depois de ouvir suas palavras depreciativas sobre sua última temporada. Ela, no entanto, decidiu que é hora de arranjar um marido, de preferência um que lhe proporcione independência suficiente para continuar sua vida dupla como Lady Whistledown, longe de mãe e das irmãs. Mas, sem confiança, as tentativas de Penelope no mercado matrimonial falham espetacularmente.

Enquanto isso, Colin voltou de suas viagens de verão com um novo visual e um senso sério de arrogância. Mas ele está desanimado ao perceber que Penelope, a única pessoa que sempre o apreciou como ele era, o trata com indiferença. Ansioso para reconquistar sua amizade, Colin se oferece para orientar Penelope nos caminhos da confiança para ajudá-la a encontrar um marido. Mas, quando suas aulas começam a funcionar um pouco bem demais, Colin deve questionar se seus sentimentos por Penelope são realmente apenas amigáveis, enquanto a crescente presença de Penelope na sociedade torna ainda mais difícil manter seu alter ego Lady Whistledown em segredo.

Vale lembrar que, em entrevista à VarietyPhoebe Dynevor, intérprete de Daphne Bridgerton, revelou que não irá aparecer no próximo ciclo.

“Bom, eu fiz as minhas duas temporadas”, ela conta. “Fiz o que eu queria com a personagem e ela teve um ótimo arco. Se eles me chamarem no futuro, quem sabe?”.

Dynevor continua , dizendo sobre a possibilidade de aparecer nos novos episódios: “infelizmente, não na 3ª temporada. Potencialmente no futuro. Mas a 3ª temporada estou animada para ver apenas como espectadora”.

Criada por Chris Van Dusen, a série é baseada nos romances de Julia Quinn.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

Hannah New (‘Black Sails’) também fará parte do novo ciclo.

A atriz interpretará a jovem viúva Lady Tilley Arnold, que “aproveita do privilégio e poder de comandar a fortuna do seu falecido marido, vivendo em seus próprios termos com independência financeira e liberdade sexual”.

Bernard Hill, astro de ‘O Senhor dos Anéis’ e ‘Titanic’, morre aos 79 anos

O ator Bernard Hill veio a óbito neste último dia 05 de maio, como revelado por seu agente, Lou Coulson. Ele tinha 79 anos (via Deadline).

O nativo de Manchester nasceu em uma família de mineiros de carvão. Ele teve uma carreira variada no cenário do entretenimento, ganhando destaque atuando em pequenos dramas realistas, antes de estrelar filmes que faturaram bilhões em todo o mundo.

Hill alcançou fama mundial que encarnar o Capitão Edward Smith em Titanic, de 1997, e também ao interpretar o Rei Théoden na saga O Senhor dos Anéis, aparecendo em ‘As Duas Torres’ e em ‘O Retorno do Rei’.

Já nas telinhas, ele teve seu primeiro grande papel no drama ‘Boys from the Blackstuff’, em que viveu Yosser Hughes – personagem que tentava lidar, sem muito sucesso, com o desemprego na cidade de Liverpool.

Seus outros créditos incluem ‘I, Claudius’ (1976), ‘Sonho de uma Noite de Verão’ (1999), ‘O Escorpião Rei’ (2002) e ‘Operação Valquíria’ (2008).

Vale lembrar que Hill aparecerá na segunda temporada de ‘The Responder’ em caráter póstumo. A série é estrelada por Martin Freeman e está disponível na Apple TV+.

Show de Madonna em Copacabana reúne 1,6 MILHÃO de pessoas

A icônica rainha do pop Madonna voltou a se tornar o centro dos holofotes neste último dia 04 de maio ao dar as caras na Praia de Copacabana para o show de encerramento da The Celebration Tour.

O espetáculo gratuito contou com os maiores hits da carreira da artista e reuniu nada menos que 1,6 milhão de pessoas no local, consagrando-se como o maior público da performer até então. O maior número de espectadores de Madonna, até então, havia sido em Paris, em 1987, com 130 mil fãs.

Além disso, o show da cantora e compositora configura-se como um dos maiores de todos os tempos no local, ficando à frente da apresentação do The Rolling Stones em 2006 (1,2 milhão de pessoas) e atrás do maior concerto gratuito de rock da história, guiado pelas mãos de Rod Stewart em 1994 (4 milhões de pessoas).

The Celebration Tour in Rio | Madonna reitera seu legado em apoteótico e poderoso grand finale

Produzida pela Live Nation, a ‘The Celebration Tour‘ começou em 14 de outubro, em Londres, Inglaterra – tendo sido reprogramada após Madonna ter tido uma grave infecção bacteriana.

O show foi recebido com aclame por parte dos críticos, que rasgaram elogios para a performance da artista e por seu contínuo impacto no cenário fonográfico.

‘Atlas’: Thriller sci-fi da Netflix estrelado por Jennifer Lopez ganha teaser INÉDITO; Confira!

Netflix divulgou um teaser inédito de ‘Atlas’, novo thriller de ficção científica estrelado por Jennifer Lopez (‘As Golpistas’).

O projeto é dirigido por Brad Peyton (‘Terremoto: A Falha de San Andreas’, ‘Rampage: Destruição Total’).

Atlas Shepherd (Jennifer Lopez), uma analista de dados brilhante, porém antissocial, que não confia nem um pouco na inteligência artificial, embarca em uma missão para capturar um robô rebelde, com quem ela compartilha um passado misterioso. Mas, quando o plano não funciona, a única esperança de Atlas para salvar o futuro da humanidade será confiar na inteligência artificial.

A produção estreia no dia 24 de maio.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

Aron Eli Coleite fica responsável pelo último tratamento do roteiro, que foi escrito originalmente por Leo Sardarian.

Lopez também entra como produtora ao lado de Peyton, Elaine Goldsmith-ThomasBenny MedinaJoby HaroldTory TunnellJeff Fierson.

‘Atlas’: Thriller sci-fi estrelado por Jennifer Lopez chega ESTE MÊS à Netflix

‘Atlas’, novo thriller de ficção científica estrelado por Jennifer Lopez (‘As Golpistas’), chega este mês ao catálogo da Netflix.

O projeto é dirigido por Brad Peyton (‘Terremoto: A Falha de San Andreas’, ‘Rampage: Destruição Total’).

Atlas Shepherd (Jennifer Lopez), uma analista de dados brilhante, porém antissocial, que não confia nem um pouco na inteligência artificial, embarca em uma missão para capturar um robô rebelde, com quem ela compartilha um passado misterioso. Mas, quando o plano não funciona, a única esperança de Atlas para salvar o futuro da humanidade será confiar na inteligência artificial.

A produção estreia no dia 24 de maio.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Aron Eli Coleite fica responsável pelo último tratamento do roteiro, que foi escrito originalmente por Leo Sardarian.

Lopez também entra como produtora ao lado de Peyton, Elaine Goldsmith-ThomasBenny MedinaJoby HaroldTory TunnellJeff Fierson.

‘Entrevista com o Vampiro’: 2ª temporada ganha mais um teaser INÉDITO; Confira!

AMC divulgou mais um teaser inédito da 2ª temporada de ‘Entrevista com o Vampiro‘, série baseada na clássica saga literária de Anne Rice.

Confira:

O novo ciclo abriu com 88% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca a narrativa envolvente, os personagens complexos e o sólido desempenho de seus talentosos atores.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Os novos membros do elenco se encaixaram perfeitamente no melodrama complexo da série, onde as motivações mais mesquinhas têm consequências terríveis. Impulsionada por performances ferozes, essa é a personificação perfeita da capacidade única das histórias de vampiros em combinar desejo e horror.” (IGN Movies)

“A segunda temporada de ‘Entrevista com o Vampiro’ é ambiciosa, complexa e parece nada mais do que uma extensão natural do primeiro ciclo.” (Paste Magazine)

“É frustrante ver uma história tão promissora prejudicada por problemas de ritmo, especialmente devido ao alto nível da primeira temporada. A série sempre foi lenta, mas a segunda temporada parece que perdeu força – ou pior: tem uma mordida fraca.” (Inverse)

“A 2ª temporada de ‘Entrevista com o Vampiro’ dá continuidade ao brilho bem executado que o ciclo antecessor deixou.” (Creepy Kingdom)

“A segunda temporada de ‘Entrevista com o Vampiro’ é tão sedutora e sinistra quanto a primeira, continuando sua adaptação inteligente dos amados romances de Anne Rice.” (Collider)

“‘Entrevista com o Vampiro’ sempre teve sucesso na exploração de dinâmicas complicadas, e a 2ª temporada continua a ser bem-sucedida nesta área.” (Mama’s Geeky)

“O novo ciclo de ‘Entrevista com o Vampiro’ traz uma visão íntima e comovente do amor. A temporada mais uma vez captura a beleza e a crueldade das conexões eternas pelas quais Anne Rice é conhecida, e faz isso sem esforço.” (But Why Tho? A Geeky Community)

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 12 de maio.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na nova temporada, após os eventos sangrentos em Nova Orleans, em 1940, quando Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson) e a adolescente Claudia (Delainey Hayles) conspiraram para matar o vampiro Lestat de Lioncourt (Sam Reid), Louis passa a contar suas aventuras na Europa, em sua busca pelos Vampiros do Mundo Antigo e o Teatro dos Vampiros. Em Paris, ele conhece o vampiro Armand (Assad Zaman). O relacionamento dos dois terá consequências devastadoras no passado e no futuro, e o jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian) irá arriscar tudo para descobrir as verdades enterradas nestas memórias.

Vale lembrar que a atriz Delainey Hayles dará vida à personagem Claudia no novo ciclo, substituindo Bailey Bass, que interpretou a vampira na primeira temporada.

O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que interpreta o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dá vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que vive Daniel Molloy; e Assad Zaman, que interpreta Rashid.

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Rolin Jones entra como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

Dua Lipa nos leva aos bastidores dos clipes de “Houdini” e “Training Season”; Confira!

A icônica vencedora do Grammy Dua Lipa divulgou dois vídeos promocionais inéditos nos levando aos bastidores dos clipes de “Houdini”“Training Season”singles do recém-lançado álbum Radical Optimism.

Lembrando que o compilado de originais conta também com a faixa “Illusion” e já está disponível nas plataformas de streaming.

Confira:

Relembre a tracklist:

1. End of an Era
2. Houdini
3. Training Season
4. These Walls
5. Whatcha Doing
6. Illusion
7. Falling Forever
8. Anything for Love
9. Maria
10. Happy for You

Vale lembrar que, em 2020, Lipa lançou o álbum Future Nostalgia, que contou com os singles “Don’t Start Now”“Physical”“Break My Heart”“Hallucinate”“Levitating”.

A produção foi aclamada pela crítica especializada e pelo público, conquistando nada menos que 6 indicações ao Grammy Awards e levando o prêmio de Melhor Álbum Pop Vocal para casa.

Além disso, ela lançou outras duas versões da produção, ‘Club Future NostalgiaFuture Nostalgia: Moonlight Edition’.

Recentemente, a artista integrou o elenco do aclamado live-action ‘Barbie’, além de ter assinado a faixa original “Dance The Night”. Este ano, ela também fez parte do elenco de ‘Argylle – O Superespião’ ao lado de Henry CavillBryce Dallas Howard.

‘Hacks’: 3ª temporada da ACLAMADA comédia estreia na Max!

A 3ª temporada de ‘Hacks‘, aclamada comédia estrelada pela vencedora do Emmy Jean Smart, já estreou no catálogo da Max.

Os dois primeiros episódios do novo ciclo foram lançados no último dia 02 de maio na plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que o segundo ciclo acompanhou Deborah Vance (Smart) e Ava Daniels (Hannah Einbinder) saindo em turnê pelo Estados Unidos.

Mark Indelicato, Carl Clemons-Hopkins, Rose Abdoo, Susie Essman, Devon Sawa, Ming-Na Wen, Laurie Metcalf, Martha Kelly e Margaret Cho estão no elenco.

O show é uma criação de Paul W. Downs, Lucia Aniello e Jen Statsky.

The Celebration Tour in Rio | Madonna reitera seu legado em apoteótico e poderoso grand finale

“Talvez a coisa mais controversa que eu já fiz foi ter ficado por aqui”.

Sob um sol escaldante, uma noite igualmente abafada e uma espera angustiante, uma legião de espectadores se aglomerava na Praia de Copacabana neste último dia 04 de maio para um evento histórico: a The Celebration Tour in Rio, a grande despedida da rainha do pop Madonna.

Não existe sequer uma pessoa ao redor do planeta que nunca tenha ouvido falar do nome de um dos maiores nomes da música. Desde sua estreia oficial em 1983 com seu álbum homônimo até seu último compilado de originais com o subestimado Madame X, em 2019, Madonna driblou os diversos obstáculos em sua carreira de nada menos que quatro décadas para se manter firme em uma longevidade irrestrita e que continua a inspirar diversos artistas até os dias de hoje.

A cantora, compositora e produtora já havia nos agraciado com sua presença inúmeras vezes, incluindo com a memorável e aplaudida ‘Blonde Ambition Tour’ nos anos 1990 e, mais de duas décadas depois, com a ‘MDNA Tour’ em uma performance espetacular. Mas nada poderia nos preparar para o anúncio de um show gratuito como despedida de seu momento no show business da melhor maneira possível – entregando-se de corpo e alma a um público de 1,5 milhão de pessoas, que trouxe fãs de longa data ou recém-descobertos do poder performático de Madonna. Não é surpresa que, considerando a personalidade irrefreável e indesculpável da artista, a apresentação se desenrolasse em uma comemoração testamentária de cada um de seus capítulos.

Seguindo os passos dos outros shows da turnê, Bob The Drag Queen deu as caras em um breve prólogo, vestida com uma emulação do figurino de Maria Antonieta que Madonna utilizou no MTV Awards em 1990 ao cantar “Vogue”. Emergindo como a MC de um compilado de blocos fantásticos e enérgicos, Bob logo deu espaço para que a atração principal erguesse aplausos e urros com “Nothing Really Matters”, um dos singles de Ray of Light, migrando para “Everybody” e “Into the Groove” antes de conversar com a plateia sobre o que tudo aquilo significava – um convite para conhecer todas as fases de sua carreira e de que forma cada acontecimento de sua vida, profissional e pessoal, culminou na eterna lenda que posa diante de nós sem medo de ser quem é.

Parece redundante e idiótico dizer que ninguém conhece Madonna melhor do que ela mesma – mas, considerando os constantes ataques que a cantora sofreu desde seu début e que perpassaram acusações como heresia, libertinagem e uma normatização assustadora do etarismo, é sempre bom deixar claro que ninguém além dela consegue contar sua narrativa. Não é por qualquer motivo que Madonna tenha dominado os palcos após a breve introdução supracitada para se apossar de uma guitarra elétrica e apresentar uma versão irretocável de “Burning Up”, facilmente um dos pontos altos da noite – ou até mesmo ao reiterar seu apoio e sua defesa da comunidade LGBTQIA+, ainda mais durante a avassaladora epidemia de AIDS nos anos 1980 e 1990, com uma rendição tocante de “Live to Tell” e uma homenagem às vítimas da doença – que arrancaram lágrimas de qualquer um ali.

Mais do que isso, a performer não pensa duas vezes antes de “jogar sal em uma ferida” que nunca foi cicatrizada por completo, mostrando que não se importa com a dor de ser taxada como rebelde – ora, ela nunca viveu de acordo com as normas, por que faria isso agora? É a partir daí que temos uma profunda e gloriosa montagem de Like a Prayer, reunindo-a com a imagética religiosa e uma interpolação magnífica de “Unholy”. Em contraste com sua afeição a quebrar tabus, ela também nos convidou a uma sensual performance de Eroticae Fever, exaltando a necessidade dos debates sobre corpos e sexo com uma versão estilizada de “Hung Up” e, por fim, unindo-se à filha Mercy James no piano para “Bad Girl”.

Se cada álbum de Madonna converge para o outro em um organismo complexo e intrincado, era apenas de se esperar que ela misturasse as setlists a seu bel-prazer. Um dos blocos mais interessantes e que chamou a atenção de inúmeros internautas foi o segmento do Ballroom, em que ela amalgama “Vogue” à faixa “Break My Soul – The Queens Remix”, de Beyoncé, para celebrar essa contracultura setentista que está fazendo seu retorno ao mainstream de modo ímpar e poderoso. Mais do que isso, ela convida Anitta, com quem colaborou na faixa “Faz Gostoso” cinco anos atrás, para uma sequência divertida e despojada.

Dentre os outros ápices do espetáculo, tivemos a versão country-pop acústica de “Express Yourself”, a solene aparição de ritmistas de bateria para uma modalidade electro­-samba de Music – e ao lado de ninguém menos que Pabllo Vittar, a drag queen mais conhecida do planeta -, o remix de Ray of Light que trouxe Madonna com um traje futurista, uma reverência ao saudosos Michael Jackson, e, é claro, uma conclusão que não poderia ter sido construída sem a track “Celebration”.

A verdade é que The Celebration Tour in Rio’ foi apenas a cereja do bolo de uma carreira espetacular, apoteótica e inapagável da rainha do pop – e o número inacreditável de espectadores que se reuniram nas areias de Copacabana para prestigiá-la confirmam o contínuo impacto dessa zeitgeist e de como seu legado está mais vivo do que nunca. De fato, Madonna não poderia ter escolhido um lugar melhor para um grand finale que ficará marcado para a história como nenhum outro.

As 10 Melhores Músicas de Dua Lipa

Dua Lipa está de volta!

A cantora e compositora britânica ascendeu a uma fama meteórica após o lançamento de seu álbum de estúdio homônimo em 2017. Lipa lançou singles de extremo sucesso que caíram no gosto popular e que lhe renderam um Grammy Award de Artista Revelação.

Em 2020, a artista lançou seu segundo CD, Future Nostalgia, que tornou-se um dos queridinhos dos fãs de pop e da crítica por seu teor saudosista e por suas dançantes e cativantes canções – isso sem mencionar os incríveis videoclipes que acompanharam as faixas. E, neste ano, ela retornou aos holofotes com o lançamento do antecipado Radical Optimism que, apesar de não ter tido a mesma solidez das iterações predecessoras, contou com algumas incursões muito bem-vindas.

Para celebrar essa carreira que certamente ainda tem muito a nos contar – e para comemorar seu aniversário -, separamos uma breve lista com suas dez melhores canções.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua favorita:

10. “THESE WALLS”

Álbum: Radical Optimism

“These Walls”, uma das entradas mais vibrantes de Radical Optimism, é uma faixa pensada com extrema cautela e, além de arrancar vocais poderosos da cantora, permite que ela navegue através de um enredo midtempo de separação em uma bem-vinda melancolia que reitera alguns contrastes já presentes ao longo de sua recém-nascida carreira.

9. “HOTTER THAN HELL”

Álbum: Dua Lipa

Assim como as outras canções promocionais, “Hotten Than Hell” mostrou-se como uma mixórdia instrumental que variou desde o dance-pop e o disco até o tropical house e o R&B (estética que voltaria a se mostrar com força em Future Nostalgia). Com aclamação generalizada por parte da crítica, a track rendeu a primeira entrada da cantora nos charts do Reino Unido, debutando em #15.

8. “TRAINING SEASON”

Álbum: Radical Optimism

“Training Season” é alicerçada na potência do euro-disco, revelando as predileções da cantora e compositora por um passado não muito longínquo e que ganha uma roupagem, ao mesmo tempo, nostálgica e modernizada; os versos, que falam das dúvidas de um amor em potencial que apenas se concretizará caso entregue exatamente o que ela queira, são demarcados por batidas profundas e saudosistas, afastando-se de um conceitualismo exaustivo ou de uma reinvenção do gênero. O que Dua promove é a celebração daquilo que a inspira até hoje – e que reitera seu merecido status no escopo da música.

7. “LOVE AGAIN”

Álbum: Future Nostalgia

Em “Love Again”, a icônica Chelcee Grimes empresta sua incrível habilidade como compositora para auxiliar Dua em uma das melhores faixas de Future Nostalgia. Essa obra-prima que busca inspiração em nomes como Donna Summer e Roberta Kelly, aproveitando os agudos violinos para mostrar seu respeito para os anos 1970 e abrir as portas para um onírico e narcótico night club movido a disco e ao classicismo dos embalos de sábado à noite.

6. “BREAK MY HEART”

Álbum: Future Nostalgia

“Break My Heart” foi lançado dois dias antes do lançamento de Future Nostalgia – e foi uma escolha bastante interessante para integrar os singles do álbum. Apesar do título, a faixa segue a identidade vibrante das outras investidas, dessa vez rendendo-se ao disco e ao dance-pop que nos transporta imediatamente para a década de 1980 em uma narrativa romântica que pode ou não dar certo.

5. “ONE KISS”

Single sem álbum

Uma outra famosa colaboração de Dua Lipa foi com o produtor e DJ escocês Calvin Harris, um dos artistas mais conhecidos da contemporaneidade. “One Kiss” se tornou a música mais vendida do ano no Reino Unido e alcançou o topo dos charts em nada menos que vinte países diferentes. A amálgama de dance-pop, diva house e funk house faz uma homenagem cativante ao cenário musical dos anos 1990.

4. “NEW RULES”

Álbum: Dua Lipa

“New Rules” parou o mundo com sua batida cativante, estandarte do maior patamar possível do tropical house e do EDM. Construída a partir de baterias e sintetizadores minimalistas, a faixa conquistou o público com força descomunal e alcançou o topo das paradas em vários países – além de render à Dua sua primeira entrada na Hot 100 da Billboard (#6) e uma indicação às categorias de Música do Ano e Melhor Coreografia no VMA 2018.

3. “BLOW YOUR MIND (MWAH)”

Álbum: Dua Lipa

Lipa uniu-se com o famoso produtor e compositor canadense Jon Levine para o nu-disco “Blow Your Mind (Mwah)”. Digna de ter maior reconhecimento pelo público – e um hino irretocável para as pistas de dança -, a canção foi elogiada por sua mensagem positiva que fala sobre estar confortável com seu próprio corpo independente do que as outras pessoas falam.

2. “DON’T START NOW”

 

Álbum: Future Nostalgia

Com pouquíssimo tempo de carreira, Dua Lipa viria a alcançar maturidade com Future Nostalgia, sua segunda produção musical. O single principal, “Don’t Start Now”, foi lançado em 2019 e, sem sombra de dúvidas, entrou para várias listas de melhores músicas do ano passado. Recebendo aclame pela crítica especializada e conquistando o mundo, a canção permaneceu vinte semanas no Top 10 da Billboard e foi elogiada pelos vocais e pela produção.

1. “PHYSICAL”

Álbum: Future Nostalgia

O power pop “Physical” foi aclamado por sua energia incomparável e por sua homenagem aos clássicos dos anos 1980. Para além da canção, o single foi acompanhado de dois vídeos impecáveis – incluindo uma versão mimética dos clipes de ginástica de Jane Fonda. A canção é uma exuberante e sensual aventura que merece ser levada para as pistas de dança quando tudo voltar ao normal, é claro.

Radical Optimism | As MELHORES músicas do novo álbum de Dua Lipa

Dua Lipa transformou-se em uma powerhouse da música pop desde sua estreia oficial no cenário fonográfico em 2017, com o lançamento de seu álbum homônimo. Em pouco tempo, a cantora e compositora quebrou inúmeros recordes de streaming, levou para casa um merecido Grammy de Artista Revelação e entregou a obra-prima de sua carreira (ao menos até agora) com o aclamado e premiado Future Nostalgia.

Levou quase meia década até que Dua voltasse à ativa com o anúncio do antecipadíssimo Radical Optimism – uma espécie de declamação sobre sua própria vida, pincelada com o melhor do Europop, do electropop, do dance-pop e de tantos outros estilos que ela ajudou a eternizar na contemporaneidade. Apesar de não ter a mesma solidez das iterações predecessoras, é notável como o novo compilado tem faixas competentes e bem produzidas.

Pensando nisso, preparamos um breve ranking com as cinco melhores músicas do álbum para você conferir.

Veja abaixo e conte para nós qual a sua favorita:

5. “ILLUSION”

Álbum após álbum, Dua se reitera como uma conhecedora do mercado em que trabalha e de que forma ela utiliza essa perspectiva para escolher singles memoráveis. E é claro que isso não seria diferente em Radical Optimism – e, dentre desse escopo, “Illusion” foi um tiro certeiro para ajudar a promover o compilado, apostando em um comedido house clássico que traz inspirações de nomes como Kylie Minogue, com quem trabalhou no ótimo remix de “Real Groove”, do álbum ‘Disco’.

4. “HOUDINI”

Há quatro anos, Dua havia causado um grande impacto na cultura pop com o lançamento do já mencionado Future Nostalgia, que lhe rendeu uma indicação ao Grammy de Álbum do Ano. Em 2023, a artista revelou que estava pronta para sua próxima fase da carreira e nos presenteou com “Houdini”lead single de seu vindouro terceiro álbum de estúdio. A produção traz elementos dos anos 1980, mas mergulha no ítalo-disco eternizado por Giorgio Moroder e no electro-pop de seus primeiros anos de carreira para nos guiar em uma dançante e narcótica narrativa musical.

3. “WHATCHA DOING”

Apesar de não ter de tornado single oficial – ao menos até agora, “Whatcha Doing” é carregado com um grande potencial mercadológico e, por essa razão, é movido por uma dançante estrutura que mantém-se fiel à identidade hedonista de Dua Lipa. A faixa brinca com incursões do electro-funk com o pandeiro e um impactante baixo para nos levar a uma viagem no tempo para os anos 1990 – por mais que escolhas no refrão soem um pouco inesperadas.

2. “THESE WALLS”

“These Walls”, uma das entradas mais vibrantes dessa breve jornada musical, é uma faixa pensada com extrema cautela e, além de arrancar vocais poderosos da cantora, permite que ela navegue através de um enredo midtempo de separação em uma bem-vinda melancolia que reitera alguns contrastes já presentes ao longo de sua recém-nascida carreira.

1. “TRAINING SEASON”

“Training Season” é alicerçada na potência do euro-disco, revelando as predileções da cantora e compositora por um passado não muito longínquo e que ganha uma roupagem, ao mesmo tempo, nostálgica e modernizada; os versos, que falam das dúvidas de um amor em potencial que apenas se concretizará caso entregue exatamente o que ela queira, são demarcados por batidas profundas e saudosistas, afastando-se de um conceitualismo exaustivo ou de uma reinvenção do gênero. O que Dua promove é a celebração daquilo que a inspira até hoje – e que reitera seu merecido status no escopo da música.

10 ÓTIMOS filmes que você provavelmente não conhece e estão pelos streamings

Ninguém é obrigado a assistir tudo que é filme quando lança, muito menos em curto tempo depois. Tem filmes que vamos visitar décadas depois. E tudo bem! Para te ajudar a relembrar, ou até mesmo conhecer pela primeira vez grande obras, segue uma lista bem legal abaixo:

 

Fim da Sentença (MAX)

A decepção é um labirinto. Escondido no catálogo da HBO Max, esse poderoso drama que parte do recorte de um pai e sua conflituosa com o filho dilacera as mágoas do passado entre idas e vindas da liberdade até a oportunidade. Fim da Sentença, dirigido por Elfar Adalsteins, em seu primeiro longa-metragem, é um interessante road movie que caminha na melancolia para se achar um norte, uma direção, mas de forma próxima à realidade, humana, numa relação angustiante presa em um passado que não existe mais. John Hawkes e Logan Lerman estão sublimes nos seus respectivos papéis.

 

A Linha (Reserva Imovision)

Um longo caminho para o perdão. Com um slow motion tenso como abre alas, algo que fortifica um importante detalhe do momento de alto clímax ao longo da narrativa, o longa-metragem francês A Linha, indicado ao Urso de Ouro em Berlim em 2022, busca uma profunda análise dentro do que acontece entre quatro paredes de uma família disfuncional onde o antes, o agora e o depois parecem interligados por um reflexo de relações conturbadas. Dirigido pelo cineasta francesa Ursula Meier, o filme, todo rodado todo em Port-Valais, na Suíça, dilacera aos olhos do público a angústia da culpa e do arrependimento por meio de vários personagens em uma narrativa detalhista.

 

Acertando o Passo (Telecine)

A busca pelo sorriso no rosto até a hora de partir. Trazendo um olhar delicado e divertido para a melhor idade, associado também ao campo da redescobertas da vida, o longa-metragem britânico Acertando o Passo, lançado em 2017, é uma explosão dançante de sentimentos aos olhos de uma protagonista em crise existencial. Dirigido pelo cineasta britânico Richard Loncraine, o alegre projeto mostra a dança como uma ponte para descobertas nas novas maneiras de enxergar a vida.

 

Até Amanhã (Filmicca)

Quando a responsabilidade bate na porta. Exibido no Festival de Berlim, o drama iraniano Até Amanhã aborda as escolhas de uma jovem mãe e os dilemas que precisa enfrentar quando o destino e suas inconsequências se chocam em um dia intenso onde viverá horas de incertezas, descobertas e muitos aprendizados. Escrito e dirigido pelo cineasta Ali Asgari, o longa-metragem tem seu alicerce nas emoções conflitantes de uma forte protagonista na busca pelos seus sonhos e independência, driblando os olhares julgadores de um país onde a repressão contra a mulher ainda é um chocante retrato dessa sociedade.

 

Reality (Mubi)

A verdade e a lei. Baseado numa peça teatral do ano de 2019 chamada This A Room, e filmado em apenas 16 dias, o interessante filme Reality nos mostra um interrogatório feito com uma especialista em linguística da inteligência norte-americana acusada de vazar informações que culminaram na exposição de dados que expôs a possível interferência russa nas eleições norte-americanas em 2016. Escrito e dirigido pela norte-americana Tina Satter, o filme possui uma narrativa intrigante, com eficácia no uso da linguagem cinematográfica, buscando interpretações aos conflitos emocionais em todos os momentos.

 

Suncoast (Star Plus)

Toda vida é preciosa. Inspirado em partes das experiências de vida da própria diretora Laura Chinn, em sua primeira direção de um longa-metragem, Suncoast lida com as variáveis de uma iminente tragédia aos olhos de uma adolescente com inúmeros embates com a mãe. O projeto, que estreou recentemente no catálogo da Star Plus e antes fora apresentado pela primeira vez no Festival de Sundance desse ano, aborda alguns assuntos delicados, reflexões que geram debates na sociedade.

 

Bunny Drop – Surpresas da Vida (Prime Video)

Na trama, acompanhamos um jovem trabalhador de vinte e poucos anos, o Daikichi (Ken’ichi Matsuyama), que volta para casa após anos para o funeral de seu querido avô e descobre que o mesmo tinha uma filha pequena de cinco anos fora do casamento. Como toda sua família não quer cuidar da jovem, Daikichi assume essa responsabilidade e assim passará por situações e aprendizados que nunca esperava.

 

Caminhos da Sobrevivência (Netflix)

Mais uma página dos horrores de uma guerra. Baseado em um livro chamado Wil do autor belga Jeroen Olyslaegers, o novo longa-metragem disponível no início de 2024 na Netflix, Caminhos da Sobrevivência, explora o caminho dos dilemas para retratar os labirintos das escolhas na visão de um jovem oficial da força policial em uma Bélgica ocupada pelos nazistas no início da década de 40.

 

A Rota Selvagem (MAX)

Na trama, exibida no Festival de Toronto de 2017 e no Festival do Rio, acompanhamos a história de Charley (Charlie Plummer), um adolescente de 15 anos que mora com o pai solteiro em Portland. O jovem vive em uma casa humilde e acaba conseguindo trabalho, uma espécie de emprego de verão, como treinador (ou ajudante) de cavalos. Aos poucos vai gostando muito desse trabalho e fica próximo de um dos cavalos de corrida chamado Pete. Quando Pete acaba sendo enviado para ser sacrificado no México, Charley, em um impulso inconsequente resolve fugir com o cavalo.

 

Antes de Partir (Prime Video)

Na trama, conhecemos Rory MacNeil (Brian Cox) um emburrado senhor que vive seus dias isolado na distante Vallasay, uma ilha na Escócia. Quando precisa de um atendimento médico que não tem por aquelas terras, arruma um pretexto para se consultar de emergência e vai para São Francisco nos Estados Unidos visitar o filho Ian (JJ Feild), um especialista em gastronomia molecular, que não vê faz uma década e meia. Ao longo do tempo que passam juntos, entre encontros e desencontros, uma aproximação acontece, principalmente por Rory enfim conhecer pessoalmente seu neto que o faz encontrar novos rumos para sua fase final da vida.

‘The Celebration Tour’ – Os 40 Anos de Carreira de Madonna | Elegemos os MELHORES e PIORES filmes da cantora

Madonna, a eterna rainha do POP, irá se apresentar hoje, dia 4 de maio no Rio de Janeiro, em um show histórico na praia de Copacabana. O evento será gratuito e promete arrastar uma verdadeira multidão a um dos cartões postais mais belos do mundo. A apresentação é parte da turnê ‘The Celebration Tour‘, que comemora os 40 anos de carreira da cantora. Madonna esteve no Brasil profissionalmente outras três ocasiões: em 1993 com a turnê ‘The Girlie Show‘; em 2008 com a turnê ‘Sticky & Sweet‘; e em 2012 com ‘MDNA‘.

Madonna é um verdadeiro ícone da cultura mundial, importantíssima para a consolidação da música dançante (conhecida como pop) durante a chamada “geração MTV” nos anos 80. Pensa só, essa geração foi agraciada simplesmente com o rei e a rainha da música pop: Michael Jackson e Madonna. E sem dúvida a época foi o auge destes artistas e seu momento de ouro. De fato, Madonna “nasceu” para o mundo da música ao mesmo tempo em que o canal especializado em videoclipes nos EUA, e a simbiose entre estas duas forças da natureza foi perfeita, com os clipes de Madonna ajudando a impulsionar a MTV nos lares americanos, e por sua vez o canal servindo como trampolim para o estrelato absoluto da cantora.

Desde que surgiu em cena Madonna ficou conhecida por uma personalidade que gostava de quebrar padrões e o fazia de uma forma muito livre e avassaladora. Tanto que ficou automaticamente conhecida como uma figura que chocava. Madonna era pura e simplesmente um tapa na cara do conservadorismo. A artista tratava seu corpo e o sexo de uma forma despudorada, assumindo total controle de sua sexualidade.

Hoje, diversas estrelas da música pop seguem pelo mesmo caminho e tal atitude se tornou lugar comum. Porém, Madonna fez primeiro e conquistou o feito numa época em que não era visto com bons olhos. Isso se chama pioneirismo, quando um indivíduo consegue ver além dos padrões sociais para se destacar. É claro que isso acarretou em diversas polêmicas envolvendo sua vida pessoal. E essas controvérsias seguem acontecendo até hoje, com a cantora já na terceira idade.

O sucesso avassalador que foi Madonna nos anos 80, é claro, despertou o interesse da musa pop em se enveredar por outros caminhos, como o cinema. E nessa trajetória ela também conheceu os altos e baixos dos resultados das produções nas quais esteve envolvida. Aqui, para homenagear esse tesouro cultural de nossa época, iremos dar uma olhada nos destaques positivos e negativos da carreira de Madonna no cinema, com os melhores e piores filmes de seu currículo. Confira abaixo.

PIORES

05 | W.E. – O Romance do Século (2011)

Como nem tudo são flores na carreira da musa Madonna, no cinema a cantora também teve seus maus momentos. E aqui começamos com número 5 de seus pontos baixos no currículo cinematográfico. O primeiro que chega pode causar preocupação sobre a tão falada autobiografia que a material girl iria dirigir nas telonas. Acontece que aqui em W.E., Madonna não atua, e somente dirige o longa – marcando assim, o segundo e último (até o momento) filme dirigido por ela, com um resultado… digamos, nada impressionante.

Fora isso, a rainha do pop também é responsável pelo roteiro da obra ambiciosa. O tema é caro para a estrela e retrata uma de suas heroínas, a socialite Wallis Simpson, uma americana divorciada que foi responsável pela abdicação ao trono do monarca Edward VIII, que deveria se tornar o Rei da Inglaterra em linha de sucessão, mas escolheu se casar a mulher que era o amor de sua vida.

Leia também: ‘Uma Equipe Muito Especial’ estreia na Amazon | Madonna foi um PESADELO nos bastidores do filme que deu origem à Série

MELHORES

05 | Dick Tracy (1990)

Madonna adentrava os anos 90 com um sucesso nas costas. Produzido pela Disney, através da subsidiária Touchstone Pictures, Dick Tracy foi a resposta do estúdio do camundongo Mickey para o sucesso rolo-compressor que foi Batman (1989), da Warner. O filme de Tim Burton sobre o Homem-Morcego ligou o sinal de alerta em Hollywood sobre a possibilidade de tratar histórias em quadrinhos de forma séria, adulta e mais sombria. Era a mescla na medida certa entre o mundo real e suas questões, levadas ao mundo de fantasia.

Assim, sem perder muito tempo, a Disney tirava do papel outro personagem clássico saído das tirinhas de papel, o detetive incorruptível de queixo quadrado e vilões tão grotescos quanto os de Batman em sua galeria, Dick Tracy. Ao contrário do citado blockbuster da Warner, a Disney deu o controle total de Dick Tracy para o astro Warren Beatty, que realmente investiu pesado na ideia, produzindo, estrelando e dirigindo o longa.

Beatty escalou Madonna para impulsionar o projeto, no papel de Breathless Mahoney, uma cantora de cabaré felina e extremamente sensual, que é uma verdadeira “Mulher-Gato” sem máscara. Madonna, é claro, ficou responsável pela trilha sonora, e o filme foi indicado para 7 Oscar, levando 3 estatuetas técnicas, incluindo para a canção ‘Sooner or Later’, performada pela cantora.

PIORES

04 | Sobrou pra Você (2000)

Verdadeiro campeão de indicações no Framboesa de Ouro, o resultado deste filme fez Madonna adentrar a década de 2000 com os “dois pés esquerdos”. De fato, as coisas só piorariam para a musa e ela logo sairia de cena, sem protagonizar nenhum outro filme (depois de duas produções desastrosas) até hoje. Aqui, bancado pela Paramount, Madonna vive Abbie, uma mulher cansada de relacionamentos fracassados em sua vida.

Então, ela e seu melhor amigo gay (um clichê que toda comédia romântica precisava ter no passado) terminam caindo em tentação e passando uma noite juntos. Dessa noite de amor um imprevisto acontece, a mulher fica grávida, e agora os dois decidem ter o filho juntos. Uma ideia arriscada que fica na tênue linha do aceitável – mas que até poderia ter funcionado nas mãos certas.

Do jeito que ficou, Sobrou pra Você recebeu indicações de pior filme do ano, pior diretor, pior dupla, pior roteiro e saiu “vitorioso” de pior atriz para Madonna. Mas não apenas isso, a cantora também seria indicada como pior atriz da década pelo filme.

MELHORES

04 | Evita (1996)

Em quarto lugar dos melhores filmes de Madonna no cinema temos outro musical. Aliás, o primeiro, já que apesar de Dick Tracy ter momentos de apresentações cantadas de Madonna, ele não é exatamente um musical. Com esta aqui a coisa muda de figura. Trata-se de um ambicioso projeto do diretor Alan Parker (O Expresso da Meia-Noite e Mississippi em Chamas), baseado no clássico musical dos palcos da Broadway da década de 70, sobre a primeira-dama argentina Evita Perón, considerada pelos cidadãos do país uma figura quase santificada.

Justamente por isso, causou enorme polêmica a escolha da “depravada” Madonna para uma personagem celestial para toda uma nação. Muitos protestos ocorreram depois da escolha da estrela pop para o papel, mas Parker e a Disney compraram o barulho e lançaram o filme nos cinemas do mundo. Afinal, se tem uma coisa que Madonna sabe fazer é cantar. E para a surpresa de todos, a performance da estrela terminou elogiada, o filme perdoado e prestigiado com 5 indicações ao Oscar, com a vitória pela música ‘You Must Love Me’.

PIORES

03 | Corpo em Evidência (1992)

No mesmo ano em que lançou Uma Equipe Muito Especial (considerado seu melhor filme), Madonna resolveu investir numa obra… digamos, mais picante. Embora tenha sido lançado em apenas um país da Ásia em 1992, sua estreia foi mesmo em 1993 no resto do mundo, incluindo nos EUA, onde foi lançado em janeiro do ano citado.

Não tem jeito, quando todos pensam em Corpo em Evidência, pensam logo numa “cópia deslavada” de Instinto Selvagem, um dos maiores acertos de 1992, que soprou nova vida aos thrillers eróticos nos anos 90 e ainda por cima serviu para jogar a carreira de Sharon Stone rumo ao estrelato.

Madonna queria algo nos mesmos moldes, mas o tiro terminou saindo pela culatra. No filme, ela vive uma mulher indo a julgamento pela morte de um companheiro. A arma do crime? Seu próprio corpo. Ela é simplesmente sensual demais e o matou na hora do sexo. O elenco conta ainda com Willem Dafoe e Julianne Moore.

MELHORES

03 | Procura-se Susan Desesperadamente (1985)

Voltamos agora para a década de 80, “berço” do surgimento de Madonna em cena. De fato, esse foi seu primeiro papel de destaque no cinema após sua explosão como fenômeno da música pop, que havia ocorrido no ano anterior com o hit Like a Virgin e o início da MTV. Assim, os produtores da Orion Pictures viram a oportunidade de levar o estilo MTV de ser da cantora (que incluía o figurino extravagante e os apetrechos típicos da década, além de toda uma atitude) para as telonas num longa-metragem.

Escrito por uma mulher (Leora Barish) e dirigido por uma mulher (Susan Seidelman), Procura-se Susan… é um filme muito girl power e totalmente à frente de seu tempo. A mensagem aqui é o empoderamento e libertação de uma jovem dona de casa que vivia apenas para o marido. Ela sofre um acidente, fica com amnésia e é confundida com uma jovem de espírito livre e festeira chamada Susan (papel de Madonna). Ao se colar com Susan, Roberta (Rosanna Arquette) começa a dar valor a si e à sua vida.

PIORES

02 | Surpresa de Shanghai (1986)

Mesmo sendo uma das figuras mais emblemáticas da época, nem tudo foram rosas para Madonna nos anos 1980. Na parte profissional, a cantora se tornava a maior estrela da música no período, e de quebra realizava uma transição muito bem-sucedida para a frente das telonas em uma estreia de grande estilo em Procura-se Susan Desesperadamente (1985).

O segredo do sucesso de tal filme talvez tenha sido ter Madonna interpretando… bem, basicamente a própria Madonna. As coisas começaram a sair dos trilhos para a material girl quando conheceu o ator e bad boy de plantão Sean Penn. Foi “paixão à primeira treta”, os dois se apaixonaram, se casaram, mas viviam entre tapas e beijos, declarando guerra aos paparazzi e um ao outro.

O fato refletiu no primeiro e único filme que os pombinhos decidiram protagonizar juntos – um fracasso retumbante de crítica e público. Todos estavam cansados a esta altura do relacionamento problemático do casal. A trama tenta pegar carona no sucesso das aventuras de matinê trazido de volta à tona por Indiana Jones, e “copiado” por longas como Tudo por uma Esmeralda e As Minas do Rei Salomão.

MELHORES

02 | Na Cama com Madonna (1991)

Em segundo lugar dentre os melhores projetos de Madonna nos cinemas está este documentário intitulado Truth or Dare no original – algo como “Verdade ou Consequência”. Desde que explodiu nas paradas de sucesso nos anos 80, os fãs criaram uma verdadeira fixação por Madonna. A cantora estava em todos os lugares, e havia se tornado um verdadeiro fenômeno, incapaz de ser mensurado hoje em dia – numa época em que fenômenos surgem a cada esquina de cinco em cinco minutos.

Antes era uma coisa única mesmo. Assim, a paixão do público por Madonna só aumentava e os fãs tinham curiosidade de saber como era a vida da estrela e o seu dia a dia. E o ídolo pop fez questão de responder, presenteando seus fãs com este documentário que, para variar, foi alvo de inúmeras polêmicas por seu conteúdo, digamos, explícito demais para as mentes pudicas da época.

Hoje, seria considerado uma grande bobagem já que temos coisas bem mais fortes vindas das celebridades. No ano seguinte, Madonna lançaria seu livro do sexo e apareceria topless num desfile de moda, mas aqui expunha de forma nua e crua os bastidores de sua turnê Blond Ambition, de 1990.

PIORES

01 | Destino Insólito (2002)

Chegamos ao primeiro lugar da lista, com o pior filme da carreira da estrela Madonna. Não tem jeito, por mais que a cantora tenha alguns filmes bem ruins em seu currículo, eles não se comparam em termos de “desastre de trem” a Destino Insólito. O mundo do cinema de Hollywood é feito de glamour, fama e dinheiro. Mas pode ser muito prejudicial também para a vida pessoal destes astros.

Um filme ruim fica para a história e pode ser responsável pelo divórcio de seus envolvidos. Veja por exemplo o caso de Ben Affleck e Jennifer Lopez com Contato de Risco (Gigli, 2003). A própria Madonna viu o fiasco Surpresa de Shanghai contribuir para o fim do casamento caótico com Sean Penn. E mais de dez anos depois o mesmo acontecia com outro casamento da diva pop – desta vez com o diretor Guy Ritchie, que a comandou aqui.

O longa é o remake de uma produção italiana da década de 70. Na trama, uma dondoca insuportável maltrata seus funcionários. Após uma tempestade avariar seu iate, ela e um empregado terminam náufragos numa ilha deserta. Desta vez a hierarquia de poder irá mudar, com o sujeito “domesticando” a socialite. E no fim, os dois ainda se apaixonam. É mau gosto para todo o lado.

Não por menos, Destino Insólito venceu os Framboesas de Ouro de pior filme, atriz para Madonna, diretor para Ritchie, casal e remake. Em 2005 foi nomeado para pior drama dos últimos 25 anos no mesmo “prêmio” e também para pior drama e pior atriz da década. Além, é claro, de ser conhecido como um dos piores filmes da história do cinema. Feito para poucos.

MELHORES

01 | Uma Equipe Muito Especial (1992)

Recentemente, falei em algumas matérias deste agora clássico drama cômico, que aborda um tema importantíssimo de empoderamento feminino no baseball e no esporte em geral, e está completando 30 anos de seu lançamento em 2022. Para a comemoração, a Amazon Prime Video acaba de lançar uma série baseada no argumento do longa, agora incluindo atletas femininas negras em seu elenco.

Madonna foi uma peça-chave no sucesso do filme, que ainda conta com as presenças de Geena Davis e Tom Hanks protagonizando. Apesar de ser reportado que o comportamento da diva pop tenha sido algo próximo a um pesadelo durante os bastidores, Madonna batalhou, treinou baseball e atuação, e ainda entregou uma canção de sucesso para a trilha sonora.

Leia também: ‘Uma Equipe Muito Especial’ estreia na Amazon | Relembre o Clássico dos anos 90 que deu origem à Série

Jedis estão em PERIGO no novo trailer de ‘Star Wars: The Acolyte’; Assista!

O Disney+ divulgou o novo trailer da série ‘Star Wars: The Acolyte‘.

Confira:

A produção será lançada oficialmente no dia 4 de junho.

Na trama, uma investigação sobre uma chocante onda de crimes coloca um respeitado Mestre Jedi (Lee Jung-jae) contra uma perigosa guerreira de seu passado (Amandla Stenberg). À medida que mais pistas surgem, eles viajam por um caminho sombrio onde forças sinistras revelam que nem tudo é o que parece…

Leslye Headland (‘Boneca Russa’) serve como showrunner.

A trama é ambientada 100 anos antes dos eventos do filme ‘Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma‘ (1999).

O elenco conta com Amandla Stenberg, Lee Jung-jae, Manny Jacinto, Dafne Keen, Jodie Turner-Smith, Rebecca Henderson e Charlie Barnett.

Madonna no Cinema! Conheça TODOS os Filmes em que a Icônica Cantora Trabalhou como Atriz

 Madonna, a eterna rainha do POP, irá se apresentar hoje, dia 4 de maio no Rio de Janeiro, em um show histórico na praia de Copacabana. O evento será gratuito e promete arrastar uma verdadeira multidão a um dos cartões postais mais belos do mundo. A apresentação é parte da turnê ‘The Celebration Tour‘, que comemora os 40 anos de carreira da cantora.  Madonna esteve no Brasil profissionalmente outras três ocasiões: em 1993 com a turnê ‘The Girlie Show‘; em 2008 com a turnê ‘Sticky & Sweet‘; e em 2012 com ‘MDNA‘.

 Madonna é um verdadeiro ícone da cultura mundial, importantíssima para a consolidação da música dançante (conhecida como pop) durante a chamada “geração MTV” nos anos 80. Pensa só, essa geração foi agraciada simplesmente com o rei e a rainha da música pop: Michael Jackson e Madonna. E sem dúvida a época foi o auge destes artistas e seu momento de ouro. De fato, Madonna “nasceu” para o mundo da música ao mesmo tempo em que o canal especializado em videoclipes nos EUA, e a simbiose entre estas duas forças da natureza foi perfeita, com os clipes de  Madonna ajudando a impulsionar a MTV nos lares americanos, e por sua vez o canal servindo como trampolim para o estrelato absoluto da cantora.

Desde que surgiu em cena  Madonna ficou conhecida por uma personalidade que gostava de quebrar padrões e o fazia de uma forma muito livre e avassaladora. Tanto que ficou automaticamente conhecida como uma figura que chocava. Madonna era pura e simplesmente um tapa na cara do conservadorismo. A artista tratava seu corpo e o sexo de uma forma despudorada, assumindo total controle de sua sexualidade.

Hoje, diversas estrelas da música pop seguem pelo mesmo caminho e tal atitude se tornou lugar comum. Porém,  Madonna fez primeiro e conquistou o feito numa época em que não era visto com bons olhos. Isso se chama pioneirismo, quando um indivíduo consegue ver além dos padrões sociais para se destacar. É claro que isso acarretou em diversas polêmicas envolvendo sua vida pessoal. E essas controvérsias seguem acontecendo até hoje, com a cantora já na terceira idade.

O sucesso avassalador que foi  Madonna nos anos 80, é claro, despertou o interesse da musa pop em se enveredar por outros caminhos, como o cinema. E nessa trajetória ela também conheceu os altos e baixos dos resultados das produções nas quais esteve envolvida. Aqui, para homenagear esse tesouro cultural de nossa época, iremos dar uma olhada em simplesmente TODOS os filmes da carreira de Madonna no cinema – ou seja, todos os filmes nos quais a estrela apareceu como atriz. Confira abaixo.

Um Certo Sacrifício (1979)

No cinema tudo começou aqui para Madonna. Porém, na época do lançamento deste drama obscuro com toques policiais, Madonna ainda não era a Madonna que conhecemos. Isso porque sua carreira meteórica como musa pop começaria em 1983/1984. Nos créditos ela inclusive usa seu nome de batismo (Louise Ciccone). Na trama, ela é a adolescente Bruna, se metendo em problemas perigosos.

Em Busca da Vitória (1985)

Esse é oficialmente o primeiro filme de Madonna depois de seu estouro na música pop. Mas aqui ela não é a protagonista, e só aparece em um momento como uma cantora num papel que não possui sequer nome. O filme de romance é estrelado por Matthew Modine e sua paixão avassaladora por Linda Fiorentino.

Procura-se Susan Desesperadamente (1985)

Agora sim é oficial! Esse é o primeiro filme estrelado pela Madonna superstar que estamos acostumados. Madonna redefiniu a cultura pop e a moda dos anos 80 com seu jeito despojado e espalhafatoso. E aqui, ela interpreta basicamente a si mesmo (assim como a nossa Xuxa fazia em seus filmes). Na trama, ela ajuda uma dona de casa retraída (Rosanna Arquette) a curtir a vida.

Surpresa de Shanghai (1986)

O relacionamento problemático da diva pop com o ator Sean Penn (um bad boy notório da época), no qual os dois viviam caindo no pau, se refletiu nas telas quando a dupla resolveu protagonizar seu primeiro (e único) filme juntos. Parte da onda das aventuras de matinê revigorada por ‘Indiana Jones’ – que fez surgir longas como ‘Tudo por uma Esmeralda’ e ‘As Minas do Rei Salomão’, o filme traz Madonna e Penn atrás de um tesouro nos anos 1930.

Quem É Esta Garota! (1987)

Nenhum outro filme define o furacão que foi Madonna nos anos 80 como ‘Quem é Esta Garota!’. A prova disso é que o longa começa com créditos na forma de animação, onde vemos a versão em cartoon da musa (e vislumbramos que sua popularidade poderia ter virado desenho para as crianças). Novamente aqui temos a material girl basicamente interpretando a si mesma e fazendo da vida de um pacato sujeito, um verdadeiro pesadelo.

Doce Inocência (1989)

Outro dos trabalhos desconhecidos de Madonna no cinema, aqui a cantora aceitava novamente um papel coadjuvante, trabalhando ao lado de um grande elenco em um filme cômico sobre a máfia de Nova York na década de 1920. O filme se passa no réveillon em uma boate, onde diversas figuras se encontram, incluindo cantoras, aspirantes a criminosos e donos de estabelecimento. No elenco, Matt Dillon, Jennifer Grey e Rutger Hauer.

Dick Tracy (1990)

Um dos maiores sucessos da carreira de Madonna como atriz, a musa adentrava os anos 90 com o pé direito. A Disney resolveu bancar esse “filme de quadrinhos” visando repetir o fenômeno que havia sido ‘Batman’, da Warner, no ano anterior. Assim trouxe Warren Beatty, Al Pacino e Dustin Hoffman para encabeçar o elenco, e Madonna para estrelar e cantar a trilha sonora. Pena que nunca rendeu continuação.

Neblina e Sombras (1991)

Você sabia que Madonna já trabalhou em um filme de Woody Allen? O encontro inusitado ocorreu em um dos longas mais obscuros do cineasta. Todo em preto e branco, a proposta é um thriller noir que homenageia o expressionismo alemão. Na trama, em um vilarejo pacato dos anos 1920, um estrangulador está à solta, e os cidadãos querem encontra-lo, com a ajuda do atrapalhado Allen. Madonna vive uma artista de circo em participação especial.

Uma Equipe Muito Especial (1992)

Madonna marcou dois “golaços” consecutivos no início dos anos 90 no cinema, com ‘Dick Tracy’ e ‘Uma Equipe Muito Especial’. Aqui, ela vive uma das mulheres jogadoras de baseball escaladas para a primeira liga feminina do esporte, criada para substituir a dos homens, durante a Segunda Guerra Mundial – já que grande parte dos atletas havia partido para lutar no conflito. Um filme totalmente girl power que ainda conta com Geena Davis e Tom Hanks no elenco. Madonna também canta na trilha sonora.

Corpo em Evidência (1993)

O maior “clone descarado” de ‘Instinto Selvagem’ é este veículo para Madonna estrelar seu próprio thriller erótico. Assim como no filme citado, aqui também temos uma loira fatal acusada de matar seu companheiro durante o ato sexual, se envolvendo em um caso tórrido como o homem responsável por defende-la. No elenco, nomes badalados como os de Willem Dafoe e Julianne Moore.

Olhos de Serpente (1993)

Aqui Madonna apostava suas fichas e adentrava a cena “indie” dirigida por Abel Ferrara. Em um filme nu, cru e metalinguístico, temos Harvey Keitel como um diretor trabalhando em seu mais recente filme. Madonna vive a atriz principal do projeto. Como os dois estão envolvidos em um relacionamento amoroso, a arte começa a imitar a vida e a relação dos dois fica cada vez mais conturbada. Esta é uma das atuações mais elogiadas de Madonna.

Sem Fôlego (1995)

Madonna novamente trabalha com Harvey Keitel nesta comédia independente que relata diversas micro histórias. O protagonista é Keitel, que vive o dono de uma tabacaria, encontrando diversas figuras inusitadas em seu estabelecimento. Madonna interpreta um “telegrama cantado” numa ponta. O elenco conta com Michael J. Fox, Lily Tomlin e Jim Jarmusch.

Grande Hotel (1995)

Uma das ideias de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez que não deram muito certo (anos antes de ‘Grindhouse’), ‘Grande Hotel’ acabou se tornando uma comédia cult dos anos 90, ao apresentar quatro histórias dirigidas por cineastas promissores da época (incluindo os citados), todas ligadas por um atendente em um hotel da Califórnia vivido por Tim Roth. A história de Madonna é dirigida por Allison Anders e fala sobre um covil de bruxas, da qual a popstar é a líder, tentando ressuscitar sua Deusa.

Garota 6 (1996)

Dirigido por Spike Lee, essa comédia dramática é um dos filmes mais desconhecidos do acervo do cineasta e fala sobre uma jovem negra (Teresa Randle) aspirante à atriz, trabalhando como telefonista em um disque-sexo (algo que a geração atual nunca saberá o que é). Madonna faz uma pontinha como a dona do negócio.

Evita (1996)

Um dos papeis mais importantes da carreira de Madonna, que deveria tê-la rendido uma indicação ao Oscar. Muitos diriam que é sua melhor atuação. Apesar disso, na época em que foi anunciada como a “Santa Evita”, uma das figuras mais queridas da história da Argentina, sua escalação causou muita polêmica e repúdio por parte da população do país. O musical de Alan Parker foi indicado para 5 Oscar técnicos e levou o de canção original. Madonna levou o Globo de Ouro de melhor atriz.

Sobrou pra Você (2000)

Um dos últimos filmes de Madonna como atriz, a estrela optou por esta parceria com a Paramount para ser seu retorno triunfal adentrando os anos 2000. Na comédia romântica, ela vive uma mulher engravidando do melhor amigo gay e decidindo ficar com a criança, depois de uma série de decepções com os homens. Apesar da presença em destaque da estrela, o resultado não agradou muito.

Destino Insólito (2002)

O último filme protagonizado por Madonna, foi resultado da relação de 10 anos com o diretor Guy Ritchie. Assim como ‘Surpresa de Shanghai’ havia feito nos anos 80, ‘Destino Insólito’ sacudiu a relação do casal. Refilmagem de um clássico italiano da década de 70, o longa sobre o choque de classes entre uma socialite insuportável e seu oprimido funcionário que vão parar em uma ilha deserta após um naufrágio foi motivo de piada, e é considerado uma das piores obras cinematográficas de todos os tempos. Exagero? Seja como for, depois disso, Madonna nunca mais estrelou um filme – apenas dirigiu um em 2011.

007 – Um Novo Dia para Morrer (2002)

Destino Insólito’ foi o último filme estrelado por Madonna. Mas não foi o último filme que faria, pois no fim do mesmo ano ela estava lá, cantando a abertura do último 007 com Pierce Brosnan (‘Um Novo Dia para Morrer’) e fazendo uma participação especial como uma professora de esgrima. No mesmo ano ela fez a trilha sonora do “clone cômico” de 007 também: ‘Austin Powers’.

É HOJE! Celebrando os 40 anos de carreira de Madonna, a eterna rainha do pop

Em 16 de agosto de 1958, o mundo dava as boas-vindas (ainda sem saber, é claro) a maior popstar da história da música: Madonna Louise Ciccone – ou, simplesmente, Madonna. Desde sua estreia em 1983 com seu álbum homônimo até os dias de hoje, a artista, consagrada por muitos (inclusive este que vos escreve) como uma lenda iconográfica da indústria do entretenimento, vem inspirando novos nomes e comumente aparece, por mais sutil que seja, em produções musicais que rodeiam o dance-pop e electro-pop, suas marcas registradas desde sempre, para ser honesto.

Entretanto, os explosivos números de sua extensa carreira, que já beira as quatro décadas de existência, não são o bastante para explicar a importância cultural e social que a performer exala mesmo na contemporaneidade. É claro que não podemos deixar de colocar Madonna no pedestal que merece, seja como a Rainha do Pop, seja como a mulher mais bem-sucedida da esfera fonográfica (com mais de 250 milhões de discos/músicas vendidos), seja como a cantora com a turnê mais lucrativa da década (Sticky & Sweet Tour, em promoção ao seu álbum Hard Candy); porém, mais do que isso, ela é um modelo a ser seguido, uma forte e independente mulher que, constante e inexplicavelmente diminuída por sua idade, quebrou barreiras e mudou o cenário para sempre, alcançando o mesmo feito que The Beatles conquistara décadas antes.

Mas antes de tudo, precisamos entender quem realmente é Madonna. Vinda de um panorama que incluía Blondie e Pretenders (mais especificamente as icônicas Debbie Harry e Chrissie Hynde), a artista encontrou sua voz pouco depois de seu début. Após fazer um estrondoso sucesso como o rosto de uma nova geração feminina – que vinha lutando tanto para se afastar dos grupos que pipocavam a todo segundo quanto para conseguir seu espaço num território dominado pelo rock’n’roll e pela tóxica e engessada masculinidade de certas figuras. A partir disso, Madonna encontrou seu verdadeiro eu e tomou as rédeas de sua identidade quando mais ninguém a ajudou, culminando numa artística veia que nunca se conformou aos moldes a que fora destinada e sempre nos surpreendeu com mudanças drásticas e conceitos experimentais muito à frente de seu tempo.

Entre altos e baixos – assim como a carreira de qualquer performer -, Madonna nunca deixou de ouvir seus instintos, levando o aclamado diretor David Fincher (que comandou videoclipes como “Vogue” e “Bad Girl”) a dizer em 2014 que “a melhor forma de lidar [com ela] era seguir seu ímpeto”, o que realmente não está longe da verdade. É por isso que temos a divertida (e mais profunda do que parece) “Material Girl” em Like a Virgin, a chocante iconoclastia imperialista da música titular em Like a Prayer, o retorno às suas origens com a provocante e revolucionária “Deeper and Deeper” em Erotica e o poderoso hino de conscientização em “God Control”, lançado ano passado com Madame X.

Ao longo de sua discografia, conhecemos inúmeros alter-egos da artista, como Dita Parlo ou as catorze outras complexas personalidades construídas especialmente para seu último álbum. Cada uma delas, por mais escondida ou misteriosa que seja, contribui para que compreendamos o que Madonna trouxe de novo para a “monótona” (por assim dizer) atmosfera que a permanência de gêneros causava nos anos 1980. É certo dizer uma coisa: a Rainha do Pop revolucionou sem qualquer pedantismo mercadológico basicamente tudo que se propôs a fazer, tecendo a princípio linhas que se transformaram numa ardente e inextinguível fama. Madonna recuperou a carreira solo dos artistas que vinham bombardeados com a cultura disco das bandas musicais, abrindo portas para suas conterrâneas – como Kylie Minogue, que depois a influenciaria com a estética dance de Fever – e para as novatas que ganhariam força na transição da era analógica para a digital – como Rihanna e Lady Gaga.

Em 1998, Madonna sairia da mimética e onírica Bedtime Stories para nos colocar em êxtase com Ray of Light, uma de suas obras-primas que permitiu ao techno-pop ganhar uma escala global muito maior do que tinha, mantendo essa estética com Music e voltando a explorá-la de 2008 em diante. Like a Prayer, por mais que não tenha feito um barulho considerável na temporada de premiações à época do seu lançamento, colocou o pop como um state-of-art, uma joia irretocável que representava um pastiche muito bem formulado a ser cultuado por várias gerações. Ora, até mesmo suas incursões na literatura transformariam o cenário, clamando pela expressividade artística de seus fãs com a divulgação de ‘Sex’ e das polêmicas e sensuais fotografias. Mesmo na moda Madonna não ficaria de fora, com seus figurinos haute culture eternizados pela preferência sádica do couro e pelos sutiãs em forma de cone (Blonde Ambition Tour mandou lembranças).

A cantora é até hoje associada a uma imagética sexual, mas nunca permitiu que fosse difamada pelos mais reacionários e conservadores. Não é surpresa que seus discursos são pautados em sexualidade, autoafirmação, gênero, feminismo e condenação da religião – levando vários líderes católicos a condenarem-na do mesmo modo que Gaga sofreria anos mais tarde com The Fame Monster e ‘Born This Way’. De qualquer forma, Madonna deu às costas a esses discursos e continuou a utilizar de modo explícito deturpações simbólicas e comportamentos irreverentes em todas as suas apresentações, colocando-a num pedestal quase sacro por todas as razões “erradas”.

No final das contas – na verdade, em um momento que ainda está longe de acabar -, Madonna transformou a estrutura du jour de basicamente tudo o que conhecemos em uma continuidade inenarrável, borbulhando com investidas interessantes e originais que ainda têm muito para nos contar. Mas o que mais é próprio de sua estética é uma capacidade metamórfica que jamais deixa claro o que podemos esperar de seu próximo retorno aos holofotes.

Hoje, Madonna fará o maior show de sua carreira nas areias de Copacabana, Rio de Janeiro, com um espetáculo que promete ser extremamente memorável.

Com início previsto para as 21h45min, a performance será exibida pela TV Globo após a novela ‘Renascer’, bem como no canal Multishow e na plataforma da Globoplay (com o sinal aberto).

Vale lembrar que o show será gratuito e terá cerca de duas horas de duração, contando um setlist recheado de seus maiores sucessos.

A última turnê mundial de Madonna foi a The Celebration Tour, comemorando os quarenta anos de sua carreira.

 

‘Michael Jackson’: Cinebiografia do Rei do Pop ganha data de estreia no Brasil; Confira a descrição do trailer!

A cinebiografia do Rei do Pop, ‘Michael’, ganhou data de estreia no Brasil.

O filme chega nos cinemas nacionais dia 17 de Abril.

O trailer do filme emocionou o público durante a CinemaCon 2024 em Las Vegas.

O vídeo compartilhado mostra cenas de fãs gritando e corta para Jackson como um garotinho cuja mãe lhe diz: “Pode haver algumas pessoas que pensam que você é diferente e isso vai tornar a vida um pouco mais difícil para você, mas você nunca foi como ninguém”. Na narração, um Jackson adulto diz sobre a performance: “Isso transporta todo o seu ser, é isso que eu quero que o mundo sinta – magia”.

As imagens cobrem todas as eras icônicas de Jackson, desde suas raízes humildes com o Jackson 5 até o auge de sua fama como artista solo.

O trailer começa com cenas da infância de Jackson em Gary, Indiana, com a música “ABC” do Jackson 5 tocando ao fundo. Vemos então uma montagem que acompanha a ascensão de Jackson ao estrelato, desde suas aparições na televisão com seus irmãos até a era “Thriller”, que definiu sua carreira.

Algumas das imagens mostradas revelam momentos da era Off the Wall e Bad, com a música “Man in the Mirror” como destaque. O sobrinho do cantor pop, Jaafar Jackson, interpreta seu tio no palco, e em um momento emocionante, a voz de Katherine Jackson diz: “Você tem uma luz muito especial, então deixe a luz brilhar no mundo”.

Imagens icônicas da carreira de Jackson são recriadas, desde o início com o Jackson 5 até a era “Thriller”, com Jaafar Jackson capturando a voz e os movimentos de seu tio com impressionante fidelidade.

O trailer também aborda os aspectos mais controversos da vida de Jackson. Uma cena mostra o cantor em um hospital após o acidente com a Pepsi, enquanto outra sugere o incidente do bebê pendurado. Há também um breve vislumbre de Michael tomando uma pílula, possivelmente um aceno para seus problemas com o uso de medicamentos.

Em um momento emocionante, a mãe de Michael diz a ele: “Você nunca foi como todos os outros”. O trailer termina com uma imagem poderosa de Michael se apresentando para uma multidão de fãs.

O filme ‘Michael’ tem um orçamento de US$ 155 milhões.

O elenco conta com Jaafar Jackson interpretando Michael Jackson na fase adulta, enquanto Juliano Krue Valdi assume o papel na fase infantil. Colman Domingo interpreta Joe Jackson, e Nia Long representa Katherine Jackson, os pais do Rei do Pop. Miles Teller desempenha o papel do advogado John Branca.

Para quem não sabe, Jaafar é filho de Jermaine Jackson, um dos integrantes da banda The Jackson 5, na qual Michael iniciou sua carreira artística.

A sinopse oficial do filme destaca que “Michael levará o público a uma representação envolvente e honesta do homem brilhante, mas complicado, que se tornou o Rei do Pop. O filme apresenta seus triunfos e tragédias em uma escala épica e cinematográfica – desde seu lado humano e lutas pessoais até seu inegável gênio criativo, exemplificado por suas performances mais icônicas. Como nunca antes, o público terá uma visão interna de um dos artistas mais influentes e inovadores que o mundo já conheceu.”

‘Turma da Mônica’: Cinebiografia Mauricio de Sousa ganha data de estreia

Mauricio de Sousa, lendário quadrinista brasileiro, ganhará uma cinebiografia. O filme será lançado nos cinemas nacionais dia 6 de Março de 2025.

O longaserá protagonizado por Mauro Sousa, filho do quadrinista, e passeia pela vida e obra do criador da ‘Turma da Mônica‘.

Além disso, o filme também teve as primeiras imagens divulgadas, mostrando Mauricio já trabalhando em personagens clássicos como Franjinha e Bidu, e também a infância do quadrinista.

Confira as imagens logo abaixo:

Elizabeth Savalla, Thaty Lopes, Natalia Lage e Emílio Orciollo Neto completam o elenco principal.

‘Bridget Jones: Louca Pelo Garoto’ ganha data de estreia no Brasil

Renée Zellweger, conhecida por seu papel como Bridget Jones na bem-sucedida saga ‘O Diário de Bridget Jones, vai voltar para o quarto filme da comédia romântica produzida pela Universal Pictures e Working Title.

Bridget Jones: Louca Pelo Garoto‘ (Bridget Jones – Mad about the boy) estreia nos cinemas nacionais no dia 13 de Fevereiro de 2025.

Além de Zellweger, Hugh Grant (‘Wonka’) e Emma Thompson (‘Boa Sorte, Leo Grande’) também estão confirmados para retornar. Entre os novos integrantes do elenco estão Chiwetel Ejiofor (’12 Anos de Escravidão) e Leo Woodall (‘The White Lotus’).

Colin Firth não retorna.

O novo filme será baseado no terceiro livro da série de Helen Fielding, Bridget Jones: Louca Pelo Garoto”, que acompanha Bridget em seus primeiros cinquenta anos, enfrentando os desafios da vida moderna e conciliando as responsabilidades da maternidade.

Tim Bevan e Eric Fellner, produtores de todos os filmes da saga, estão de volta para assumir a produção, desta vez ao lado de Jo Wallett, conhecida por seu trabalho em ‘Catarina, a Menina Chamada Passarinha’.

Baseada nos amados romances de Helen Fielding, o filme ‘O Diário de Bridget Jones arrecadou US$ 282 milhões com o filme lançado em 2001, que também rendeu a Renée Zellweger uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz. A sequência lançada em 2004,Bridget Jones: No Limite da Razão’, conquistou US$ 265,1 milhões nas bilheterias, enquanto ‘O Bebê de Bridget Jones, lançado em 2016, arrecadou US$ 212 milhões.