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‘Demolidor: Renascido’: Elden Henson diz estar satisfeito com desfecho de Foggy

Demolidor: Renascido trouxe consigo uma das reviravoltas mais polêmicas e comentadas do ucm: a morte de Foggy Nelson. O ator Elden Henson, que deu vida ao fiel escudeiro de Matt Murdock desde a série original da Netflix, quebrou o silêncio sobre o desfecho de seu personagem, revelando sentimentos mistos sobre a despedida.

Em entrevista ao ScreenRant, Henson admitiu que, embora a tragédia tenha abalado os espectadores, ele ficou satisfeito com a execução da cena. O ator destacou a qualidade do roteiro e a importância de ter tido um ponto final claro para a trajetória de Foggy.

“Quando li a cena, achei que era realmente muito boa. Gostei bastante. É triste quando algo chega ao fim, mas me senti com sorte por ter interpretado o personagem, e, pelo menos, houve algum tipo de encerramento para sua história”, afirmou o ator.

Se por um lado Henson encarou o fim com gratidão profissional, o protagonista Charlie Cox revelou uma reação emocionalmente oposta. Para o intérprete de Matt Murdock, a perda foi dupla: a do pilar moral do herói e a da convivência diária com seu melhor amigo no set.

“É difícil pensar em uma amizade mais bonita do que a de Matt Murdock e Foggy Nelson. A perda do Foggy, e do Elden, meu amigo no set, foi traumática. Foi muito difícil lidar com isso durante as gravações”, desabafou Cox.

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EmDemolidor: Renascido, Matt Murdock tenta equilibrar sua vida como advogado cego e vigilante mascarado na Cozinha do Inferno. Ao mesmo tempo, o ex-chefe do crime Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio) inicia uma perigosa trajetória política em Nova York. Quando os segredos do passado de ambos vêm à tona, os antigos rivais entram em uma rota de colisão inevitável que promete mudar a cidade para sempre.

A produção marca o retorno definitivo de Charlie Cox ao papel titular, após suas participações especiais em ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ e Mulher-Hulk: Defensora de Heróis.

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‘Hot Year’: Kathryn Newton estrelará novo THRILLER de vingança

De acordo com o Deadline, Kathryn Newton (‘Casamento Sangrento 2: A Viúva’) será a protagonista do thriller de vingança ‘Hot Year‘ (Ano Quente, em tradução livre).

O elenco ainda contará com Storm Reid (‘O Homem Invisível’), Dove Cameron (’56 Dias’), J. Smith Cameron (‘Succession’) e Owen Painter (‘Wandinha’).

Na trama…

“Ambientado em uma pequena cidade do noroeste do Pacífico durante uma onda de calor implacável, o filme acompanha duas melhores amigas de infância cujo laço é posto à prova após um plano de vingança contra um ex-namorado se transformar em um incidente violento do qual elas não conseguem escapar.”

“Ao longo de uma noite febril, a dupla precisa lidar com as consequências de seus atos enquanto traumas antigos, lealdade e identidades se chocam.”

Roxy Sophie Sorkin será responsável pela direção e roteiro.

“O filme é uma exploração da honestidade brutal e da feminilidade fervilhante, fervente e grotesca,” declarou a cineasta. “É um projeto que eu gostaria de ter guardado com carinho quando tinha 18 anos. É um beijo na testa e um cuspe na cara.”

As filmagens estão programadas para maio, em Oklahoma.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Crítica 2 | ‘Super Mario Galaxy: O Filme’ é uma aventura que entende PERFEITAMENTE seu público

Por anos, uma nova adaptação cinematográfica da franquia Super Mario Bros. foi um grande tabu dentre os estúdios. Isso porque o trauma deixado pela versão live-action dos anos 1990, estrelada por Bob Hoskins e John Leguizamo, foi tão grande que ajudou a consolidar um dos estigmas mais injustos de Hollywood nos anos 2000: o de que histórias de videogames não funcionam nas telonas.

Após algumas outras tentativas falhas, a maré começou a virar em 2019, quando Pokémon: Detetive Pikachu chegou às telonas e conquistou público e crítica, mantendo-se fiel ao universo adaptado, mas usando uma linguagem mais cinematográfica. No ano seguinte, mesmo com a pandemia, Sonic: O Filme se tornou um sucesso dentre a molecada, adotando a mesma fórmula do ratinho amarelo. No entanto, por mais sucesso que esses filmes tenham feito, nenhum deles deu tão certo quanto a adaptação do grande rosto da Nintendo. Lançado em 2023, Super Mario Bros. O Filme apostou no riquíssimo universo dos jogos para contar uma história simples e divertida que abria portas para a criação de um novo universo cinematográfico compartilhado. Era uma investida ambiciosa, mas os mais de 1.3 bilhão de dólares arrecadados foram um grande indício de que a Illumination estava no caminho correto.

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Sem precisar se preocupar com as possíveis “reações negativas” do público ao ver os videogames na telona, o estúdio chegou com os dois pés na porta, empurrando elementos clássicos da mitologia do encanador italiano em uma trama simples e conservadora. Para não dar a sensação de deixar a aventura muito jogada, eles criaram um contexto familiar para os Irmãos Mario e, a partir daí, foi videogame purinho, com direito ao eterno rival, Donkey Kong, sequências de Mario Kart e um Bowser vivido pelo Sr. Carisma, Jack Black – que ainda emplacou o hit “Peaches” nas principais plataformas de streaming de música, o que ajudou a promover ainda mais o filme. O resultado? Sucesso absoluto e uma sequência confirmada.

E se tem uma coisa que Hollywood sabe fazer é aprovar sequências com mais liberdade para seus realizadores quando a primeira aventura bate a marca do bilhão. Coringa (2019) está aí para provar isso. Entretanto, ao contrário da franquia do Príncipe Palhaço do Crime, a equipe de Super Mario Bros. realmente queria fazer um novo filme e usou essa maior liberdade para romper as amarras da trama mais conservadora do primeiro capítulo, investindo pesado em uma nova aventura 100% voltada para o mundo dos videogames, incluindo suas ferramentas narrativas. E foi assim que nasceu Super Mario Galaxy: O Filme, o grande Blockbuster de 2026 até o momento.

‘Super MARIO Bros.’ (1993) | Relembre a Primeira adaptação em live-action que completa 33 anos…

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A trama desta nova aventura começa exatamente de onde o primeiro filme acabou. Aqui, porém, eles optam por abandonar 99% do núcleo da Terra (fica resumido a um flashback sensacional de um novo personagem) – mostrando que aquela subtrama humana do longa de 2023 provavelmente foi uma pedida do estúdio, que visava ter um checkpoint para a saga caso as abordagens mais fantasiosas não dessem tão certo. Como a reação do público foi amar tudo que remetia aos games, o núcleo descartado acabou sendo o da relação familiar dos encanadores. Pois bem, Mario e Luigi seguem com seu trabalho de desentupir canos, só que no reino mágico da Peaches. Tratados como heróis, os irmãos resolvem problemas dos cogumelos, enquanto mantém o Bowser encolhido em um castelo em miniatura.

O que eles não esperavam, no entanto, é que o Rei Koopa tinha um filho perdido por aí, o pequeno e maquiavélico Bowser Jr., um geniozinho do mal que não vai poupar esforços para resgatar o pai, nem que isso signifique capturar todas as princesas do universo para roubar sua energia vital e carregar uma arma capaz de destruir toda a existência. Após sequestrar Rosalina, o vilãozinho vai atrás do pai. Ele só não sabia que a irmã da princesa, Peaches, sairia em uma aventura pela galáxia para resgatá-la, deixando Mario, Luigi e o dinossaurinho Yoshi na proteção do Reino dos Cogumelos. Faz sentido um negócio desses? Não, mas funciona nos videogames e, mais importante, funciona muito bem no filme.

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Os jogos do Mario são contados por meio de fases bem segmentadas, quase como esquetes, que acabam se conectando nas sequências de embate. E esse formato de esquete vem sendo trabalhado com frequência na Illumination, principalmente na comédia dos Minions. Com a expertise, o time adotou essa estratégia narrativa para o longa, que tem uma trama central, mas a desenvolve por meio de “fases” de seus dois núcleos. A aventura de Peaches e Toad é mais focada na expansão desse universo cinematográfico da Nintendo, enquanto a “missão” de Mario, Luigi e Yoshi remonta mais aos videogames clássicos da saga.

E é justamente nessa fidelidade aos games que o longa cativa. A produção entendeu certinho o público que tem como alvo e adaptou uma fórmula praticamente infalível da Illumination para divertir a molecadinha com seu típico estilo de humor infantil e cativar os marmanjos com a nostalgia dos videogames que marcaram diferentes fases de suas vidas. É uma história simples, muitas vezes bobinha e sem sentido, só que todo o ambiente construído, as situações adaptadas e os personagens que aparecem, demonstram tanto carinho que fica impossível não embarcar nessa aventura.

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Essa simplicidade talvez seja o maior trunfo da saga. O histórico da franquia nos cinemas já mostrou que o público não quer muita invenção. Os fãs se apaixonaram pelas tramas dos jogos e não foram muito receptivos lá nos anos 1990, quando os estúdios tentaram transformar a história de dois irmãos encanadores que pisam em tartarugas em uma história de máfia. Se a essência da saga é a fantasia, não tem motivo para o cinema não abraçar essa ideia.

Não existe explicação para as viagens espaciais, para os poderes dos protagonistas ou as armas do vilão, porque o longa assume que os fãs já compraram o funcionamento dos jogos. E dá certo, porque é simples. É como diria o Chicó: “não sei, só sei que foi assim”. E isso basta para os fãs. Ao mesmo tempo, o filme chega a abordar brevemente umas questões mais profundas, como a necessidade de validação do pai que motiva o Bowser Jr., ou a busca pelas origens da princesa Peaches, mas não vai muito a fundo. São questões que rendem momentos diferentes e poderiam ser um pouco mais trabalhadas, é verdade, só que claramente não é o foco da franquia.

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A cada novo capítulo que passa, fica mais nítido como Super Mario Bros. caminha para ser o Universo Cinematográfico Marvel dessa geração. Uma prova disso é a chegada do Yoshi, que é simplesmente encantador. Esse ladrãozinho de cena nasceu para ser o coadjuvante perfeito, porque basta ele aparecer em tela para todos os olhos se voltarem para ele. Carisma puro em forma de dinossauro. Além dele, a chegada de Fox McCloud – que traz um gancho incrível para um spin-off de Starfox – prova que o público está mais do que pronto para uma adaptação de Super Smash Bros., o videogame que reúne as principais franquias da Nintendo em uma aventura só, que fatalmente será realizado após um terceiro capítulo da franquia solo do Mario.

Enfim, Super Mario Galaxy: O Filme é uma aventura divertidíssima que encanta pela fidelidade ao material original. Há momentos em que o longa consegue recriar com perfeição a sensação de sentar no sofá depois da aula, desligar a mente e jogar com Mario, Luigi e Yoshi em cenários como a Terra das Areias Movediças e afins, em meio a uma gama de personagens extremamente carismáticos. É um filme sem compromisso que, por sinal, consegue ser muito melhor na versão brasileira do que na original. Por mais que o Jack Black seja incrível como Bowser, foi a dublagem brasileira quem melhor entendeu a essência dos personagens. Uma salva de palmas para Manolo Rey, Raphael Rossatto, Charles Emmanuel, Felipe Drummond e tantos outros craques da arte brasileira que deram ao filme uma aura especial ao abraçarem as características dos videogames nos heróis das telonas.

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‘Super Mario Galaxy’ tem a maior estreia do ano nas bilheterias brasileiras, mas fica bem atrás do primeiro filme…

Super Mario Galaxy: O Filme está em cartaz nos cinemas.

Crítica | ‘Mike e Nick e Nick e Alice’ – Sci-fi MAL executado e sem qualquer consistência estreia no streaming

Com o objetivo apenas de entreter, sem maiores pretensões, o longa-metragem Mike & Nick & Nick & Alice, novo filme disponível no catálogo da Disney Plus, busca se sustentar em um roteiro que usa da sátira ao universo dos gângsters para apresentar o caos violento e generalizado de uma noite muito doida. É aquele show de mentirinhas que funciona como um passatempo momentâneo – e, provavelmente, esqueceremos rapidamente.

Mike (James Marsden) é membro de uma organização criminosa e acaba se apaixonando pela esposa do amigo, Alice (Eiza González). Esse amigo, Nick (Vince Vaughn), é um respeitado gângster que vive um momento intenso após descobrir um objeto capaz de fazê-lo voltar no tempo e confrontar as próprias ações em um dia cheio de revelações – quando Mike é condenado à morte, acusado de ser um informante. Ao longo de uma noite cheia de tiros e sangue, Mike, o Nike do presente, o Nike do futuro e Alice precisarão enfrentar a ira de Sosa (Keith David), chefe da organização criminosa.

Crítica | ‘40 Acres’ – Canibais e a luta pela sobrevivência em uma narrativa eficiente

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Escrito e dirigido pelo cineasta norte-americano BenDavid Grabinski, a obra tenta se aproximar de temáticas pop, com direito a diálogos obre Gilmore Girls e até uma espécie de karaokê de uma grande obra musical, deixando de lado qualquer desenvolvimento mais profundo de seus caricatos personagens. O que sobra é um espetáculo de ação com muitos excessos, ritmo acelerado, desencontros narrativos e completamente sem propósito convincente.

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Você pode até definir esse filme como um projeto de ficção científica – afinal, há uma viagem no tempo. No entanto, essa questão é completamente deixada de lado pelo roteiro, sendo apenas um elemento isolado em meio a um fluxo incessante de ação. Uma opção que se mostra uma tentativa arriscada e que, no final das contas, deixa a narrativa com uma sucessão de espaçamentos, quebrando até a continuidade da história.

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Ainda dentro desse contexto limitado, ao construir os personagens de forma simplificada, repleto de exageros e diversas pontas não exploradas, a sátira não atinge todo seu potencial, resultando em um humor raso e bobo, marcado por provocações apenas superficiais.

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Mike & Nick & Nick & Alice pode ser definido como uma experiência oca, uma obra que muitas vezes não leva a lugar a nenhum e insiste em uma ser uma comédia de erros camuflada de sci-fi mal executado e sem qualquer consistência.

Crítica | ‘Inteligência Humana’ – Interessante filme de espionagem que coloca em evidência os conflitos morais

Quem não curte um bom filme de espionagem, não é mesmo? Aquele jogo imprevisível e estratégico de gato e rato, onde a moral e a ética se tornam apenas alguns dos elementos centrais. Para nos levar de volta a esse tema, chegou à Netflix nesse início de abril Inteligência Humana, uma produção sul-coreana que aborda a corrupção e o tráfico humano em uma produção pra lá de eletrizante.

Jo (Zo In-sung) é um oficial de alta patente da inteligência sul-coreana que vai para Vladivostok investigar algumas pessoas suspeitas de tráfico humano envolvendo integrantes da força policial norte-coreana e a máfia russa. Logo, seu caminho se cruza com Chae Seon-hwa (Shin Sae-Kyeong), que vira sua informante. Mas, quando descobrem esse fato, surge na trama Park Geon (Park Jeong-min), um oficial norte-coreano que teve uma relação próxima de Chae Seon-hwa no passado.

Crítica | ‘Depois do Fogo’ – As cicatrizes de uma tragédia e a beleza do recomeçar

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Escrito e dirigido por Ryoo Seung-wan, um cineasta sul-coreano com três décadas de experiência e que, ao lado de Park Chan-wook e outros artistas, fez parte da ‘onda coreana’, conhecida como Hallyu – a expansão de vários setores culturais sul-coreanos com foco internacional, incluindo o cinema -, o filme caminha por um certo desequilíbrio emocional de seus protagonistas, chegando em um desenvolvimento dinâmico, com ótimo ritmo, que, mesmo com alguns deslizes narrativos por conveniências, prende a atenção por conta da imprevisibilidade que logo se apresenta.

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Com uma trama muito bem amarrada e um ótimo contexto que corre pelas entrelinhas, a obra nos leva até um jogo geopolítico que envolve países com problemáticas desde a guerra da coreia, no início dos anos 1950 – dois lados completamente diferentes em quase todos os aspectos, a começar pelo regime de governo: um democrático (sul), o outro autoritário (norte). Em terras geladas russas, a espionagem e a contraespionagem ganham contornos explosivos ao longo das quase duas horas de projeção.

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Para você que está acostumado a assistir aos filmes de espionagem hollywoodianos, essa produção oriental não perde em nada para muitos deles. Impressiona como o roteiro consegue trabalhar os conflitos morais que surgem de forma minuciosa, nos levando até dilemas que atravessam o lado emocional dos personagens. Da corrupção aos horrores do tráfico humano, passando pelas drogas, as traições e a máfia russa, vemos personagens de lados opostos, mas com um ponto em comum os interligando, caminhando por uma ambiguidade ambivalente sugerida.

 

‘Marvel Zumbis’ é RENOVADA para a 2ª temporada

Em entrevista ao The Escape Pod, Brad Winderbaum, chefe de streaming, televisão e animação da Marvel, confirmou que a 2ª temporada da série animada ‘Marvel Zumbis‘ está oficialmente em desenvolvimento.

“Acho que não é um spoiler, mas eu já assisti ao primeiro episódio da segunda temporada de ‘Marvel Zumbis’. É insano. Não posso dizer nada sobre isso, mas, além de zumbis, [a nova temporada] vai trazer algo nunca antes visto no MCU. Estamos muito animados,” declarou.

Na trama, após os Vingadores serem dominados por uma praga zumbi, um grupo desesperado de sobreviventes descobre a chave para acabar com os mortos-vivos superpoderosos, correndo por uma paisagem distópica e arriscando a própria vida para salvar seu mundo.

Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível no Disney+.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco conta com David Harbour (Guardião Vermelho), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Florence Pugh (Yelena), Simu Liu (Shang Chi), Iman Vellani (Ms. Marvel), Awkwafina (Katy Chen), Randall Park (Agente Jimmy Woo), Dominique Thorne (Coração de Ferro) e Hailee Steinfeld (Kate Bishop), reprisando seu papéis do MCU.

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Anna Faris relembra inseguranças em ‘Todo Mundo em Pânico’: “Medo de ser demitida”

A atriz Anna Faris, eternizada como a protagonista Cindy Campbell na franquia de paródias Todo Mundo em Pânico, abriu o jogo sobre os desafios emocionais que enfrentou no início de sua trajetória em Hollywood. Em entrevista à revista People, Faris, hoje com 49 anos, revelou que as gravações dos primeiros filmes foram marcadas por um temor constante de perder o emprego.

No início dos anos 2000, Faris era uma iniciante na indústria, sem currículo prévio ou sequer um agente artístico. Essa falta de experiência refletiu-se em um comportamento retraído durante as produções comandadas pelos irmãos Wayans.

“Lembro de estar com muito medo de ser demitida, porque eu não tinha nenhum trabalho anterior. Eu era muito quieta e me sentia intimidada nos dois primeiros filmes. Eu chegava a me esconder no canto, esperando que ninguém me notasse”, desabafou a atriz.

A virada de chave ocorreu apenas em 2003, durante as filmagens de Todo Mundo em Pânico 3’. Naquele momento, Faris começou a se sentir integrada ao ambiente criativo.

“Passei a me envolver mais. Senti-me confortável para conversar, brincar e agir como uma pessoa normal”, relembrou.

Décadas após sua última aparição na saga, Anna Faris prepara seu aguardado retorno em Todo Mundo em Pânico 6’. Para a atriz, o convite do diretor Michael Tiddes foi recebido com choque e uma empolgação imediata. Mais do que um novo trabalho, o projeto representa uma “celebração dos irmãos Wayans”, Marlon, Shawn e Keenen, responsáveis por lançar sua carreira.

A atriz descreveu o reencontro como algo terapêutico, permitindo que ela fechasse um ciclo de gratidão que ficou pendente por anos.

“Para todos nós estarmos juntos novamente, para mim, foi uma vitória. Não importa o que aconteça, como o filme será recebido. Naquele momento, foi algo muito especial para mim. E é ainda melhor ver que o público está animado. É um momento muito especial na minha vida. Me sinto grata”, afirmou.

O novo capítulo da franquia promete resgatar a essência do humor que a tornou um fenômeno global. Além de Anna Faris, o elenco deTodo Mundo em Pânico 6’ contará com o retorno de nomes icônicos como Regina Hall (Brenda Meeks) e Jon Abrahams, além de novas adições que serão reveladas em breve.

O filme tem estreia mundial agendada para o dia 5 de junho de 2026, prometendo ser um dos grandes destaques da temporada de comédias nos cinemas.

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Crítica | Anaconda – Selton Mello Faz a Cobra Subir em Puro Cinema de Entretenimento

Não é exagero dizer que o ano foi de Selton Mello. 2025 começou com o ator brasileiro percorrendo o mundo inteiro na divulgação de ‘Ainda Estou Aqui’ – que culminou na vitória do longa nacional com o Oscar de Melhor Filme Internacional. Mas, Selton não estava presente na ocasião. O motivo? O artista recebera o irrecusável convite para gravar uma superprodução hollywoodiana: o remake de ‘Anaconda’. É assim que o ano começou com Selton estrelando o primeiro filme brasileiro vencedor do Oscar e terminou com ele brilhando na refilmagem de um dos maiores ícones da cultura pop cinéfila: ‘Anaconda’. O filme já está disponível no catálogo da HBO Max.

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Ronald (Paul Rudd, de ‘Homem-Formiga’) é um ator frustrado pois, mesmo tendo corrido atrás de seu sonho cinematográfico, as coisas não deram certo pra ele. Então, ele tem uma brilhante ideia: propõe ao seu grande amigo, Doug (Jack Black, de ‘Escola do Rock’), saírem numa aventura no Amazonas com seus colegas da época de escola, Claire (Thandiwe Newton, de ‘Westworld’) e Kenny (Steve Zahn, de ‘Planeta dos Macacos: A Guerra’), para reviverem o sonho juvenil de se tornarem cineastas realizando um grande projeto – o remake de ‘Anaconda’, o qual Ronald afirma deter os direitos autorais. Nessa aventura amazônica, tudo poderá acontecer, e uma cobra gigante talvez seja apenas o menor dos problemas do grupo.

Em uma hora e quarenta de duração, o novo ‘Anaconda’ é um prato cheio de pura diversão e entretenimento garantido. A sintonia do elenco em conjunto com Selton Mello (que dá vida a Carlos Santiago, o brasileiro cuidador de cobras contratado pelo grupo para fornecer o réptil para as gravações) constrói um dinamismo que, em muitos momentos, confunde o espectador sobre se o que estamos vendo é parte do roteiro ou apenas a química de um grupo de amigos que se juntou pra gravar um filme – na ficção e na realidade.

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Mas, da mesma forma como quando reunimos os amigos, eventualmente alguém passa uma linha, também o filme escorrega nesses momentos, exagerando ou criando situações completamente desnecessárias e que acabam pesando a cena, como colocar um esquilo morto na boca de Doug (ainda que explicado, não tinha necessidade para o que acontecia na sequência) ou a todo o background do personagem Kenny, cujo trauma do passado faz o filme parar para uma sequência escatológica cuja única função é quebrar o ritmo do longa. O cinema cômico estadunidense muitas vezes recorre à escatologia como recurso, como que infantilizando seu público. Não tinha necessidade, ficou mal montado e desvia a narrativa para um outro lugar.

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Escrito e dirigido por Tom Gormican (‘O Peso do Talento’), o longa se apropria da metalinguagem para alcançar os fãs e cinéfilos, fazendo-nos entender os sentimentos dos protagonistas em sua realização pessoal. Tom fez uma ótima escolha ao elencar Selton para o seu filme, pois, junto com o ator, vai toda a torcida brasileira, que ajuda a engajar a produção mundialmente, além de, claro, em se tratando de uma história que na ficção se passa no Brasil, ter Selton no elenco (e também o ator Rui Ricardo Diaz) ajudou a “abrasileirar” a produção, seja na sequência do “toma”, seja no jeitinho de se resolver os perrengues.

Anaconda’ mantém a constância ao equilibrar cenas de ação, de aventura, de terror conduzidas pelo humor, ora genuíno, ora ensaiado – mas que sempre arrancam risadas, entregando um sólido resultado que, como diria o slogan da rede Severiano Ribeiro e divulgada pelo próprio Selton, ‘Anaconda’ é um filme que define a máxima “cinema é a maior diversão”. E a ver pelo final (tem pós-créditos) é totalmente possível esperarmos por uma continuação.

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Lars Eidinger revela bastidores da escalação como Brainiac em ‘Superman: Homem do Amanhã’

O ator alemão Lars Eidinger, escolhido para dar vida ao icônico vilão Brainiac no novo Universo DC (DCU), compartilhou recentemente detalhes fascinantes sobre o seu processo de entrada na franquia. Em entrevista ao portal ComicBookMovie, Eidinger relembrou o caminho percorrido desde a primeira chamada de vídeo com James Gunn até os testes físicos exaustivos para assumir o papel na sequência do aguardado Superman.

Aos 50 anos, Eidinger admitiu que não esperava mais uma oportunidade de tamanha magnitude em Hollywood. O processo começou de forma remota, em sua própria sala, e evoluiu para uma maratona de testes de vídeo.

“Eu realmente achava que, aos 50 anos, Hollywood não era mais uma possibilidade para mim. E então, de repente, surgiu uma chamada no Zoom com James Gunn. Eu estava na minha sala, totalmente nervoso, tentando me concentrar. Não fazia ideia de como estava sendo percebido ou se aquilo daria em algo. Depois, pediram que eu gravasse um teste. Fiz isso 15 vezes, repetindo até sentir que estava certo. E, de repente, eles ficaram completamente obcecados”, revelou o ator.

Após a aprovação inicial, Eidinger viajou para Atlanta, onde enfrentou protocolos de segurança rigorosos para evitar vazamentos.

“Depois, fui para Atlanta. No avião, assisti ao novo filme do Superman para entrar no clima. Lá, fizeram escaneamento corporal, modelagem 3D e tudo mais. Em seguida, recebi a máscara do Brainiac. Durante todo o tempo, eu não sabia se havia outros candidatos ou se eu era o único. Quando saí da maquiagem, fui escoltado com um guarda-chuva para evitar fotos. O estúdio parecia uma cidade fantasma, mas fui completamente protegido”, relembrou.

O ator destacou a recepção de James Gunn no set e o clima colaborativo, apesar da grandiosidade da produção: “Então entrei em um estúdio enorme, do tamanho de vários galpões. Havia uma equipe no centro, e James Gunn estava mais ao lado com os produtores. Para mim, marcaram um espaço pequeno no chão e disseram: ‘Fique aí’. Gunn veio, me cumprimentou e perguntou se eu tinha dúvidas. Eu disse que não”.

“Eles disseram: ‘Vamos gravar. Ação’. Eu estava tremendo, cheio de adrenalina. Mas também foi muito colaborativo. Gunn disse que queria construir o personagem comigo. Agora estou treinando quatro vezes por semana, porque as filmagens devem começar em abril de 2026”, acrescentou.

Atualmente, o ator segue uma rotina de treinos intensos, quatro vezes por semana, preparando-se para o início das gravações. Antes de sua confirmação, nomes como Matt Smith, Sam Rockwell e Dave Bautista foram ventilados por rumores, mas Gunn negou oficialmente as especulações na época.

Superman: Homem do Amanhã’ promete elevar as apostas do DCU ao apresentar uma aliança improvável: o Homem de Aço de David Corenswet precisará unir forças com o Lex Luthor de Nicholas Hoult para deter a ameaça tecnológica de Brainiac, que visa a coleção de mundos.

As filmagens oficiais estão agendadas para começar no próximo dia 17 de abril de 2026, dividindo-se entre os estúdios de Atlanta e locações em Londres. O longa tem estreia mundial marcada para 9 de julho de 2027, consolidando a nova era da DC nos cinemas sob o comando de James Gunn e Peter Safran.

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Minha Irmã e Eu 2

Duas mulheres sorridentes brincando de cavalinho na rua

 

Elenco:

Ingrid Guimarães
Tatá Werneck

 

Direção: Susana Garcia

Gênero: Comédia

Duração: — min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 22 de Julho de 2027

Sinopse: 

Em MINHA IRMÃ E EU 2, as irmãs Mirian e Mirelly retornam para novas confusões.

Curiosidades: 

» Sucesso nos cinemas, o longa original ultrapassou a marca de dois milhões de espectadores – sendo o primeiro filme nacional a superar a marca desde a pandemia de COVID-19;

Trailer:

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Natal Sangrento

(Silent Night, Deadly Night)

 

Elenco:

Rohan Campbell
Ruby Modine
David Tomlinson

 

Direção: Mike P. Nelson

Gênero: Terror

Duração: 95 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 11 de Dezembro de 2025

Sinopse: 

Em NATAL SANGRENTO, o pequeno Billy testemunha o assassinato de seus pais pelas mãos de um maníaco fantasiado de Papai Noel. Anos depois, ele sai do orfanato e decide se tornar a lendária figura natalina… com a intenção de punir todos que foram malvados.

Crítica: 

Crítica | Natal Sangrento – Papai Noel Serial Killer Toca o TERROR em Divertida Nova Adaptação

Curiosidades: 

» O longa é um remake do terror clássico ‘Natal Sangrento‘, de 1984. A produção já havia ganhado uma refilmagem em 2012, estrelada por Jaime King e Malcolm McDowell;

» Do mesmo diretor de ‘Pânico na Floresta: A Fundação‘;

» Rohan Campbell (‘Halloween Ends’) interpretará Billy Chapman, o protagonista que embarca em uma brutal onda de assassinatos vestido como Papai Noel;

» Ao contrário da fita original, esta versão investe em uma subtrama romântica entre Billy e Pamela (Ruby Modine), que adiciona tensão emocional ao enredo e expande o papel da “final girl”.

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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Natal Sangrento

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Entre Nós – Uma Dose Extra de Amor

(The Threesome)

 

Elenco:

Jonah Hauer-King
Zoey Deutch
Ruby Cruz

 

Direção: Chad Hartigan

Gênero: Comédia

Duração: 112 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 11 de Dezembro de 2025

Sinopse: 

Em ENTRE NÓS – UMA DOSE EXTRA DE AMOR, um jovem crê que seus sonhos estão sendo realizados quando sua crush o envolve em um ménage à trois inesperado, porém os três precisam encarar as consequências preocupantes do ato logo a seguir.

Curiosidades: 

» Ethan Ogilby assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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Rebbeca: Becky G

(Rebbeca)

 

Elenco:

Becky G

 

Direção: Gabriela Cavanagh, Jennifer Tiexiera

Gênero: Documentário

Duração: 98 min.

Distribuidora: Trafalgar

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 10 de Dezembro de 2025

Sinopse: 

REBBECA: BECKY G traz um mergulho na história de Becky G, uma das vozes mais marcantes de sua geração. Ao lado da família, Becky G abre o coração para compartilhar uma trajetória de perda, amor, dor e reconstrução, vivida durante o ano mais intenso e transformador de sua carreira.

Curiosidades: 

» Becky G é uma cantora, compositora e atriz norte-americana de origem mexicana. Ela já lançou quatro álbuns de estúdio, além de ter estrelado filmes como ‘Besouro Azul‘ e o live-action de ‘Power Rangers‘;

Trailer:

Cartazes: 

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Sorry, Baby

(Sorry, Baby)

 

Elenco:

Eva Victor
Naomi Ackie
Lucas Hedges

 

Direção: Eva Victor

Gênero: Drama

Duração: 103 min.

Distribuidora: Mares Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 11 de Dezembro de 2025

Sinopse: 

Em SORRY, BABY, Agnes passa por um evento trágico, mas o mundo continua seguindo em frente. Enquanto ela lida com os traumas, aqueles ao seu redor seguem com suas vidas.

Crítica: 

Crítica | Sorry, Baby – Eva Victor assina um dos filmes mais honestos e sensíveis sobre trauma

Curiosidades: 

» Além de estrelar e dirigir, Eva Victor também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

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Traição Entre Amigas

(Traição Entre Amigas)

 

Elenco:

Larissa Manoela
Giovanna Rispoli
Gabrielle Joie

 

Direção: Bruno Barreto

Gênero: Comédia

Duração: 119 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 11 de Dezembro de 2025

Sinopse: 

Em TRAIÇÃO ENTRE AMIGAS, Penélope e Luiza sempre foram inseparáveis, até que uma escolha errada coloca a amizade à prova e muda o rumo de suas vidas. Entre mágoas, romances e reflexões, elas descobrem que amadurecer é bem mais complicado do que parece. Enquanto Penélope tenta a sorte como atriz em Nova York, Luiza mergulha no universo da música. E no meio de tantas mudanças, elas vão descobrir que toda amizade tem amor, promessas e segredos, mas que também tem os seus limites.

Curiosidades: 

» O longa é baseado no livro homônimo da Thalita Rebouças, que também assina o roteiro da adaptação ao lado de Marcelo Saback;

Trailer:

Cartazes: 

Traicao Entre Amigas Poster Oficial

Fotos: 

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traicao entre amigas

O Castigo

(El Castigo)

 

Elenco:

Antonia Zegers
Nestor Cantillana
Catalina Saavedra

 

Direção: Matias Bize

Gênero: Drama

Duração: 86 min.

Distribuidora: Filmes do Estação

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 11 de Dezembro de 2025

Sinopse: 

Em O CASTIGO, Ana dirige séria e irritada. Mateo, seu marido, pede que ela dê a volta, retornando ao lugar na floresta onde abandonaram o filho desobediente de 7 anos, Lucas. Apenas dois minutos se passaram, mas o menino desapareceu.

Curiosidades: 

» Coral Cruz, de ‘Verônica: Jogo Sobrenatural‘, assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

el castigo poster

Fotos: 

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10 filmes envolventes para você que passou o dia inteiro rolando feed

A internet pode ser algo viciante, por isso, sempre é bom deixar o telefone de lado por algum tempo, chamar a família e embarcar em ótimas histórias que o cinema pode proporcionar. Para você que está procurando o que assistir nos streamings, segue abaixo algumas ótimas opções de filmes envolventes:

 

Inteligência Humana (Netflix)

Jo (Zo In-sung) é um oficial de alta patente da inteligência sul-coreana que vai para Vladivostok investigar algumas pessoas suspeitas de tráfico humano envolvendo integrantes da força policial norte-coreano e a máfia russa. Logo, seu caminho se cruza com Chae Seon-hwa (Shin Sae-Kyeong), que vira sua informante. Mas, quando descobrem esse fato, surge na trama Park Geon (Park Jeong-min), um oficial norte-coreano que teve uma relação próxima de Chae Seon-hwa no passado.

Crítica | ‘Inteligência Humana’ – Interessante filme de espionagem que coloca em evidência os conflitos morais

 

Depois do Fogo (Netflix)

Dusty (Josh O’Connor) está passando por um caos em sua vida. Após perder tudo o que tinha em um incêndio florestal, ele precisa reunir forças para encarar um recomeço. Ele se instala em um acampamento ligado à Agência Federal de Gestão de Emergências dos EUA (FEMA) e, nesse lugar, conhece outras pessoas na mesma situação, como Mila (Kali Reis). Ao mesmo tempo que precisa saber o que fazer da vida, Dusty começa a se reconectar com a filha Callie-Rose (Lily LaTorre), ajudado pela ex-namorada Ruby (Meghann Fahy) e a mãe dela, Bess (Amy Madigan).

Crítica | ‘Depois do Fogo’ – As cicatrizes de uma tragédia e a beleza do recomeçar

 

Caminhos do Crime (Prime Video)

Um ladrão de joias, um policial e uma corretora de seguros tem seus caminhos cruzados em um filme onde a ação e o drama se intercalam.

 

O Preço da Verdade (Mercado Play)

Dark Waters conta a saga de um promissor advogado de defesa corporativa chamado Rob Bilott (Mark Ruffalo) que, após ser procurado por moradores de uma comunidade onde passou bons tempos quando criança, inicia uma batalha jurídica de anos para expor uma empresa química acusada de destruir muitas vidas.

 

Mamonas – Eu Te Ai Lóve Iú (Globoplay)

https://youtu.be/7t_P6wIocUQ?si=p_ZPfCrhXC9TouAL

Em mais um projeto audiovisual que relembra a trajetória desse grupo, o média-metragem Mamonas – Eu Te Ai Lóve Iú, disponível no globoplay, percorre rapidamente por toda a história desses jovens de Guarulhos, focando nos momentos-chaves – do período em que eram desconhecidos até virarem aos rostos mais famosos do Brasil na época. Com depoimentos de familiares, do famoso produtor Rick Bonadio (empresário da banda) e imagens de arquivo, a acertada narrativa se consolida como um sopro sobre o legado deixado pela banda e toda força que tem até hoje.

 

Sangue e Ouro (Netflix)

Na trama, ambientada na primavera de 1945, conhecemos Heinrich (Robert Maaser), um soldado alemão que acabara de desertar e logo é sentenciado à morte. Só que o destino lhe ajuda e coloca em seu caminho a humilde fazendeira Elsa (Marie Hacke) que o salva e cuida do seus ferimentos na casa onde mora com o irmão. Os nazistas que sentenciaram Heinrich estão na cidade em busca de ouro deixado para trás por judeus em fuga, fato que todos ali naquela região parecem conhecer. Logo, uma imensa batalha é vista, com vários lados em busca de seus objetivos.

 

Encontros e Despedidas (Netflix)

Baby (Maricel Soriano) é daquelas mãezonas que gostam de ter toda sua família por perto. Mas isso raramente é possível, pois seu primeiro filho se distanciou de todos – inclusive deixando a filha para Baby criar. Quando seu negócio chega à beira da falência, Tupe (Piolo Pascual) volta para casa em busca da ajuda da mãe, mas descobre que ela está com uma doença cruel, já em estágio bem avançado. Precisando se entender com toda a família, que sempre joga um olhar desconfiado a ele, todos percebem que precisam se unir novamente para realizar o último desejo da mãe: conhecer um astro coreano.

 

Luta de Classes (Apple Tv)

Inspirado em Céu e Inferno, de Akira Kurosawa, o novo trabalho da dupla Spike Lee e Denzel Washington apresenta a história de um empresário bem-sucedido do ramo musical que se vê diante de um dilema quando o filho de um grande amigo é sequestrado.

 

Querida Zoe (Prime Video)

Tess (Sadie Sink) é uma jovem que passa por um momento difícil após uma tragédia e se distanciar da mãe, Elly (Jessica Capshaw). Sem saber o que fazer, resolve ir morar com o pai Nick (Theo Rossi). Nesse período, busca entender a vida sob novas perspectivas.

 

O Que Te Faz Mais Forte (Lionsgate+)

O Que Te Faz Mais Forte, dirigido pelo ótimo cineasta norte-americano David Gordon Green, mostra a reconstrução na vida de homem após uma tragédia que aterrorizou os Estados Unidos.

 

Dica da Semana | ‘A Autópsia’, um dos filmes de terror mais subestimados da década passada

O terror é um dos gêneros mais populares entre os cinéfilos e está intrinsicamente atado ao surgimento do cinema. Afinal, se pensarmos nos primórdios da sétima arte, títulos como ‘Nosferatu’ e ‘Fausto’, ambos de F.W. Murnau, ‘M, o Vampiro de Dusseldorf’, de Fritz Lang, e ‘O Gabinete do Doutor Caligari’, de Robert Wiene, se tornaram emblemas desse tipo de narrativa e introduziram tropos que seriam remodelados e emulados mais de um século depois de terem chegado às telonas. E um dos incontáveis realizadores que se apropriaram desse expansivo universo foi André Øvredal.

O diretor norueguês, que tornou-se conhecido por seu trabalho em ‘A Última Viagem do Deméter’ e na elogiada adaptação ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro’, fez sua estreia oficial na sétima arte em 1997, com o longa independente ‘Future Murder’, migrando para o mainstream quase uma década e meia mais tarde com ‘Trollhunters’, que começou a atrair atenção midiática ao realizador. Em 2016, Øvredal encontraria um sucesso ainda maior com o atmosférico e subestimado horror sobrenatural de A Autópsia, que chegou sem muito alarde aos cinemas e que, dez anos mais tarde, permanece como uma das peças mais originais do gênero.

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A trama nos leva para o interior da Virgínia e se inicia com uma brutal investigação criminal que revela um estranho corpo enterrado no porão de uma casa, que, por sua vez, foi palco de uma série de homicídios cruéis. O corpo da desconhecida, então, é levado para o legista local, Tommy Tilden (Brian Cox), que administra um necrotério ao lado do filho, Austin (Emile Hirsch). A dupla, então, resolve trabalhar a noite inteira para encontrar a causa da morte da vítima para que os detetives continuem a investigar, mas se deparam com um mistério que se transforma em uma luta pela sobrevivência e que coloca um ponto de interrogação na verdadeira identidade do cadáver que jaz sobre a mesa de necropsia.

Øvredal encontra sucesso em boa parte do filme, principalmente quando pensamos na construção da atmosfera: apoiando-se em um sólido slow burn cujo objetivo principal é nos envolver nessa angustiante jornada contra forças invisíveis, Tommy e Austin se veem no centro de um complexo quebra-cabeça que não faz o menor sentido – e que vem acompanhado de acontecimentos estranhos, desde a constante estática no rádio até as luzes piscando. Conforme realizam o minucioso exame, verdades arrepiantes sobre a desconhecida vêm à tona: desde os pulmões enegrecidos às lacerações no pulso e nos tornozelos, culminando em símbolos que inexplicavelmente foram cravados do lado de dentro de sua pele. E as coisas ficam ainda mais complexas quando eles encontram um pequeno patuá alojado entre seus órgãos.

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É interessante ver o modo como o diretor, aliando-se ao roteiro de Ian Goldberg e Richard Naing, transforma o que poderia ser apenas mais um terror de bruxas em um enervante suspense procedural com toques de melancolia – e o escopo restrito permite que outros elementos sejam esquadrinhados a fim de nos manter vidrados do começo ao fim. Os conhecidos jumpscares, dessa forma, são transformados em sequências de antecipação que premeditam o que vai acontecer através de sutilezas visuais e sonoras – fomentando cenas que utilizam jogos simples de luz e sombra para reiterar a inescapável e opressora ambientação do necrotério.

Øvredal demonstra uma incrível habilidade em “desbravar o desconhecido”, por assim dizer – mas não de forma a se apoiar no horror cosmológico. Pelo contrário, ele utiliza o isolamento e o silêncio para colocar os dois protagonistas em um jogo de gato e rato com uma antagonista que nem sequer respira. Ao passo que a força psíquica da protagonista se transmuta em um indelével desejo de vingança, o temor toma conta de um microcosmos que os encarcera entre uma furiosa tempestade e os terrores infernais que os estão caçando. E nada disso seria possível sem o comprometimento exemplar de Cox e Hirsch, que não apenas desfrutam de uma química fabulosa em meio a personalidades distintas e explosivas, como partem em seus próprios miniarcos que indicam uma iminente ruína.

a autopsia 1

Marcando a estreia em língua inglesa do diretor, A Autópsia derrapa ao chegar ao terceiro ato, oferecendo uma saída que, por mais coesa que seja, soa um pouco pensada de última hora e não segue os passos dos dois blocos iniciais do longa. Porém, a construção sensorial que André Øvredal arquiteta ao lado do trabalho incrível de Brian Cox e Hirsch são o suficiente para nos deixar à beira de um colapso nervoso nesse instigante e fantasmagórico mistério de terror.

Lembrando que o filme está disponível no catálogo do Prime Video.

‘Seu Amigão da Vizinhança Homem-Aranha’: Charlie Cox não sabe se Demolidor volta na 2ª temporada

O ator Charlie Cox, que dá vida a Matt Murdock no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), comentou recentemente sobre sua participação na série animada Seu Amigão da Vizinhança Homem-Aranha (Your Friendly Neighborhood Spider-Man). Apesar de ter emprestado sua voz ao “Homem Sem Medo” no primeiro ano da produção, o ator admitiu que o status atual de seu personagem para os novos episódios ainda é um mistério para ele.

Conforme o portal ComicBookMovie, enquanto promovia a nova temporada deDemolidor: Renascido, Cox explicou que o processo de gravação de animações da Marvel é extremamente compartimentado. Segundo o ator, ele ainda não recebeu informações sobre uma possível volta para a segunda temporada.

“Na verdade, não sei se estou [na segunda temporada]. A série é ótima e eu estive no primeiro ano, mas não faço ideia do que vem a seguir”, revelou. “Quando gravei a primeira temporada, não recebi roteiros completos. É tudo muito secreto, então eu recebia apenas as minhas cenas. É divertido, porque sei o que eu digo, mas depois assisto e curto como um espectador comum.”

Questionado sobre quais personagens gostaria de ver interagindo com o Demolidor no futuro do MCU, Cox brincou: “É perigoso responder isso, porque em dez minutos surgem manchetes dizendo que eu quero tal personagem, e as pessoas passam a acreditar nisso”.

Mas não escondeu sua torcida pessoal: “Sempre imaginei que, em um universo tão grande, em algum momento ele faria parceria com o Homem-Aranha”.

‘Seu Amigão da Vizinhança Homem-Aranha’: Criador compartilha atualização promissora sobre a 2ª temporada

Embora detalhes específicos da trama ainda estejam sendo mantidos em segredo, o final da primeira temporada deixou ganchos importantes que devem ser explorados nos novos episódios. Entre eles, está a revelação de que o pai de Peter Parker está vivo e sob custódia.

A nova fase também deve aprofundar a ascensão de Lapide como líder do crime organizado, além de desenvolver ainda mais a relação complexa entre Peter e Harry Osborn, que segue como um dos pilares da história.

A confiança do Marvel Studios no projeto é tamanha que a série já possui renovação garantida para uma terceira temporada, consolidando este universo como um pilar importante das narrativas multiversais.

Outro destaque muito aguardado é a introdução oficial de Gwen Stacy, já confirmada em sua versão heroica como Spider-Gwen

A confiança do estúdio no projeto é tamanha que a série já possui renovação garantida para uma terceira temporada, consolidando este universo como um pilar importante das narrativas multiversais da Marvel.

seu amigao da vizinhanca homem aranha

A primeira temporada de Seu Amigão da Vizinhança Homem-Aranha está disponível integralmente no catálogo do Disney+. A produção é amplamente elogiada pelo estilo visual que remete à era de prata dos quadrinhos e por apresentar uma origem alternativa para o herói aracnídeo.

O elenco de vozes conta com Hudson Thames (Peter Parker), Colman Domingo (Norman Osborn), Zeno Robinson (Harry Osborn), Kari Wahlgren (Tia May), Lyrica Okano (Nico Minoru) e Paul F. Tompkins (Bentley Wittman).

seu amigao da vizinhanca homem aranha

 

Colby Minifie detalha o novo arco de Ashley em ‘The Boys’: “Ela acabou se tornando aquilo que mais temia”

ashley the boys
ashley the boys

A atriz Colby Minifie, que interpreta a tensa e ambiciosa Ashley Barrett emThe Boys, trouxe novos detalhes sobre o destino de sua personagem na aguardada temporada final da série. Após o desfecho chocante do quarto ano, onde Ashley injeta o Composto V em si mesma para sobreviver ao expurgo da Vought, a personagem deixa oficialmente de ser humana para integrar as fileiras dos Supers.

Em entrevista ao ComicBookMovie, Minifie refletiu sobre a trajetória de Ashley, que por muito tempo foi a “humana que mais sobreviveu dentro da Vought”. Com a mudança de status, a atriz acredita que a personagem agora personifica a pergunta central de seu arco: até onde alguém está disposto a ir por poder ou preservação profissional?

“Bom, agora não mais [risos]. O interessante na Ashley é que ela sempre representou essa pergunta: até onde você está disposto a ir pelo seu trabalho ou pelo poder? E isso continua na quinta temporada. Acho que ela não consegue mais se olhar no espelho. Carrega muita culpa pelo que fez por Homelander e pela Vought. Ela acabou se tornando aquilo que mais temia, então essa temporada é sobre lidar com isso”, revelou a atriz.

Minifie também abordou o estado emocional fragilizado de sua personagem. Agora, com poderes ainda não revelados, o foco será a busca por redenção ou coragem.

“Acho que ela vive constantemente em modo de luta ou fuga, mas também fez uma escolha de permanecer ali. Houve uma cena com o A-Train em que ele sugere que eles fujam juntos, e ela decide ficar, porque é o ‘mal conhecido’. Ela escolheu isso, inclusive ao usar o V. Agora está em outra posição. Essa temporada é muito sobre encontrar coragem. Enfrentar aquilo que ela temeu por tanto tempo exige muita coragem, e talvez isso seja algo subestimado hoje. Ashley ainda está lidando com isso”, acrescentou.

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A temporada final promete elevar o caos a níveis globais. Com o mundo sob os caprichos erráticos do Capitão Pátria (Antony Starr), a resistência liderada por Annie (Erin Moriarty) tenta se organizar, mesmo com Hughie, Mother’s Milk e Frenchie confinados em um “Campo da Liberdade” e com o paradeiro de Kimiko sendo um mistério.

O ponto de virada será o retorno de Billy Bruto (Karl Urban), determinado a utilizar um vírus capaz de exterminar todos os Supers, desencadeando eventos que mudarão o destino da humanidade para sempre.

O elenco estelar conta ainda com nomes como Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara e Nathan Mitchell.

A última temporada de ‘The Boys’ estreia mundialmente no Prime Video no dia 8 de abril de 2026.

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