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‘A Ressurreição de Cristo’: Sequência de ‘A Paixão de Cristo’ será lançada em DUAS partes e terá ator finlandês como Jesus

A aguardada sequência de A Paixão de Cristo, dirigida por Mel Gibson e intitulada A Ressurreição de Cristo, será dividida em duas partes.

A produção será dividida em duas partes: a primeira está programada para a Sexta-feira Santa, 26 de março de 2027, enquanto a segunda será no Dia da Ascensão, que cai em 6 de maio de 2027.

A Ressurreição de Cristo – Parte 1‘ mergulha nos três dias mais misteriosos e espiritualmente intensos da história cristã — o intervalo entre a crucificação e a ressurreição de Jesus Cristo. Dando continuidade direta aos eventos de ‘A Paixão de Cristo‘ (2004), o longa abandona o foco exclusivo no sofrimento físico para explorar um território mais sombrio, metafísico e profundamente simbólico. Enquanto o corpo de Jesus jaz no sepulcro, o mundo visível e o invisível entram em ebulição. A narrativa alterna entre diferentes planos de existência: na Terra, os discípulos vivem o luto, o medo e a incerteza, escondidos e questionando tudo o que acreditavam; Maria enfrenta a dor da perda com uma fé inabalável; e as autoridades tentam controlar rumores de que algo extraordinário está prestes a acontecer.

Mas é no plano espiritual que o filme promete sua abordagem mais ousada. Acompanhamos a descida de Cristo ao reino dos mortos, onde Ele confronta forças ancestrais, rompe as correntes da morte e leva esperança às almas perdidas — incluindo figuras históricas e bíblicas que aguardavam redenção. Nesse limbo entre a vida e a eternidade, o embate entre luz e trevas ganha proporções épicas e filosóficas.

A Ressurreição de Cristo – Parte 1

Segundo o World of Reel, o novo filme de Gibson adotará uma abordagem diferente do longa original: os diálogos serão em inglês, ao contrário da primeira produção, que utilizava hebraico, aramaico e latim. As filmagens tiveram início em outubro de 2025 e, segundo a reportagem, devem ser concluídas em junho de 2026.

O próprio Mel Gibson já descreveu o projeto como “superambicioso”, chegando a compará-lo a uma “viagem de ácido”, já que a narrativa irá explorar reinos espirituais, incluindo batalhas épicas entre anjos e demônios e a descida de Cristo ao inferno.

A Ressurreição de Cristo – Parte 2

O ator finlandês Jaakko Ohtonen (‘The Last Kingdom’) será o protagonista da aguardada sequência e interpretará Jesus Cristo, substituindo Jim Caviezel (‘Som da Liberdade’), do longa original de 2004.

O elenco ainda contará com Mariela Garriga como Maria Madalena; Kasia Smutniak como Maria; Pier Luigi Pasino como Pedro; Riccardo Scamarcio como Pôncio Pilatos; e Rupert Everett foi escalado em um papel desconhecido.

Jaakko Ohtonen
Jaakko Ohtonen

Os dois longas seguirão os eventos após A Paixão de Cristo. Gibson está produzindo o ambicioso projeto com seu parceiro na Icon Productions, Bruce Davey.

A Ressurreição de Cristo está em desenvolvimento há quase uma década.

A Paixão de Cristo’ está disponível na Netflix.

a paixão de cristo

A Ressurreição de Cristo – Parte 1

(The Resurrection of the Christ: Part One)

Elenco:

Mariela Garriga
Rupert Everett
Jaakko Ohtonen
Riccardo Scamarcio

Direção: Mel Gibson

Gênero: Drama, Épico

Duração: — min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 25 de Março de 2027

Sinopse: 

A Ressurreição de Cristo – Parte 1‘, novo épico dirigido por Mel Gibson, mergulha nos três dias mais misteriosos e espiritualmente intensos da história cristã — o intervalo entre a crucificação e a ressurreição de Jesus Cristo.

Dando continuidade direta aos eventos de ‘A Paixão de Cristo‘ (2004), o longa abandona o foco exclusivo no sofrimento físico para explorar um território mais sombrio, metafísico e profundamente simbólico. Enquanto o corpo de Jesus jaz no sepulcro, o mundo visível e o invisível entram em ebulição.

A narrativa alterna entre diferentes planos de existência: na Terra, os discípulos vivem o luto, o medo e a incerteza, escondidos e questionando tudo o que acreditavam; Maria enfrenta a dor da perda com uma fé inabalável; e as autoridades tentam controlar rumores de que algo extraordinário está prestes a acontecer.

Mas é no plano espiritual que o filme promete sua abordagem mais ousada. Acompanhamos a descida de Cristo ao reino dos mortos, onde Ele confronta forças ancestrais, rompe as correntes da morte e leva esperança às almas perdidas — incluindo figuras históricas e bíblicas que aguardavam redenção. Nesse limbo entre a vida e a eternidade, o embate entre luz e trevas ganha proporções épicas e filosóficas.

Curiosidades: 

» Segundo informações da Variety, o cineasta Mel Gibson está consultando o excomungado arcebispo Carlo Maria Viganò para o desenvolvimento do longa. Mesmo afastado de suas funções clericais oficiais, Viganò esteve presente no set de filmagens em locações ao sul de Roma. Viganò, que já serviu como embaixador do Vaticano nos Estados Unidos, foi oficialmente excomungado em 2024 após se recusar a reconhecer a autoridade do Papa Francisco e rejeitar as reformas do Concílio Vaticano II.

»  O histórico de Viganò é marcado por declarações extremas, tendo se referido repetidamente ao Papa Francisco como um “servo de Satanás” e um “falso profeta”.

»  Além de sua postura de ruptura com a Igreja moderna, o arcebispo é conhecido por ser um fervoroso apoiador de Donald Trump, crítico ferrenho dos direitos LGBTQ+ e defensor de teorias antivacina.

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

‘A Paixão de Cristo’ faz sucesso na Netflix; Confira detalhes da sequência ‘A Ressurreição de Cristo’, que estreia em 2027!

O épicoA Paixão de Cristo, de 2004, está fazendo sucesso na Netflix e é o 4º filme mais visto do catálogo nesse dia 04/04.

Confira:

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Dirigido por Mel Gibson, A Paixão de Cristo é um retrato intenso e realista das últimas 12 horas da vida de Jesus Cristo, começando com a agonia no Jardim das Oliveiras, passando pela traição, julgamento, tortura e culminando na crucificação e ressurreição

O filme vai ganhar uma sequência chamada A Ressurreição de Cristo’.

Segundo informações da Variety, o cineasta Mel Gibson está consultando o excomungado arcebispo Carlo Maria Viganò para o desenvolvimento do longa. Mesmo afastado de suas funções clericais oficiais, Viganò esteve presente no set de filmagens em locações ao sul de Roma.

Viganò, que já serviu como embaixador do Vaticano nos Estados Unidos, foi oficialmente excomungado em 2024 após se recusar a reconhecer a autoridade do Papa Francisco e rejeitar as reformas do Concílio Vaticano II.

O histórico de Viganò é marcado por declarações extremas, tendo se referido repetidamente ao Papa Francisco como um “servo de Satanás” e um “falso profeta”.

Além de sua postura de ruptura com a Igreja moderna, o arcebispo é conhecido por ser um fervoroso apoiador de Donald Trump, crítico ferrenho dos direitos LGBTQ+ e defensor de teorias antivacina.

Mel Gibson, que defendeu publicamente Viganò na época de sua excomunhão, tem recebido contribuições diretas do religioso no roteiro e na visão de A Ressurreição de Cristo’.

Jaakko Ohtonen (‘The Last Kingdom’) será o protagonista da aguardada sequência. O ator finlandês interpretará Jesus Cristo, substituindo Jim Caviezel (‘Som da Liberdade’) do longa original de 2004.

O elenco ainda contará com Mariela Garriga como Maria Madalena; Kasia Smutniak como Maria; Pier Luigi Pasino como Pedro; Riccardo Scamarcio como Pôncio Pilatos; e Rupert Everett foi escalado em um papel desconhecido.

Jaakko Ohtonen

Mel Gibson retornará à direção.

A produção será dividida em duas partes: a primeira está programada para a Sexta-feira Santa, 26 de março de 2027, enquanto a segunda será no Dia da Ascensão, que cai em 6 de maio de 2027. No Brasil, ainda não tem data de estreia.

Os dois longas seguirão os eventos após A Paixão de Cristo. Gibson está produzindo o ambicioso projeto com seu parceiro na Icon Productions, Bruce Davey.

A Ressurreição de Cristo está em desenvolvimento há quase uma década, e Gibson já afirmou em entrevistas que pretende que Jim Caviezel retorne ao papel de Jesus. A produção deve começar no final do verão de 2026, em locações na Europa.

“Para muitas pessoas ao redor do mundo, ‘A Ressurreição de Cristo’ é o evento cinematográfico mais aguardado de uma geração. É também um filme épico, espetacular e impressionante, que deixará o público ao redor do mundo sem fôlego”, disse Adam Fogelson, presidente do Lionsgate Motion Picture Group, ao anunciar em maio que a Lionsgate faria parte do projeto.

“Mel é um dos maiores diretores de nosso tempo, e este projeto é profundamente pessoal para ele, além de ser uma vitrine perfeita para seu talento como cineasta. Minha relação com Mel e Bruce já tem 30 anos, e estou empolgado por me juntar a eles mais uma vez nesse evento histórico para o público”, concluiu.

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‘Bruna Surfistinha 2’ não vai mais chegar nos cinemas no Reveillon de 2026; Confira a nova data!

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A Imagem Filmes adiou a aguardada sequência ‘Bruna Surfistinha 2‘, que seria lançada nos cinemas no dia 31 de dezembro de 2026.

O filme agora chega aos cinemas em 14 de Janeiro de 2027. Além disso, o primeiro filme de 2011 volta aos cinemas em 15 de Outubro.

A trama da sequência acompanhará a jornada de autoconhecimento e reinvenção, em que Bruna Surfistinha ressurge como um símbolo que ainda reverbera no inconsciente coletivo. O filme vai mostrar o que a fama fez com Bruna, codinome de Raquel Pacheco, e como ela lidou com as consequências de ser conhecida.

Deborah Secco reprisará o papel titular.

O elenco ainda contará com o retorno de Drica Moraes como Larissa, a cafetina que viu o despertar de Bruna Surfistinha; Cássio Gabus Mendes como Huldson, um dos pares românticos da protagonista; e Fabiula Nascimento como Janine, a antagonista que se torna sua grande amiga

Confira a primeira foto e siga o CinePOP no Youtube:

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Marcus Baldini retornará à direção, a partir de um roteiro assinado por Mariana Bardan e Eduardo Melo.

O primeiro filme, lançado em 2011, levou 2.2 milhões de pessoas aos cinemas e foi baseado em “O Doce Veneno do Escorpião: O Diário de uma Garota de Programa”, escrito pela própria Raquel Pacheco.

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‘O Exorcista’: Reboot com Scarlett Johansson dirigido por Mike Flanagan estreia no Brasil em 2027; Confira a data!

O reboot de ‘O Exorcista‘ já tem data de estreia nos cinemas nacionais. A Universal Pictures lança o filme por aqui no dia 11 de março de 2027.

Escrito, dirigido e produzido por Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), o novo filme está sendo descrito como uma “radical nova visão para saga” – e não dará continuidade ao filme anterior, ‘O Exorcista: O Devoto‘, que foi concebido como o primeiro de uma fracassada trilogia.

Scarlett Johansson (‘Jurassic World: Recomeço’) estrela e foi fotografada no set com um visual totalmente diferente.

Confira a publicação e siga o CinePOP no Youtube:

O reboot será estrelado por Jacobi Jupe (‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’), Diane Lane (‘Infidelidade’), Chiwetel Ejiofor (’12 Anos de Escravidão’), John Leguizamo (‘O Menu’), Sasha Calle (‘The Flash’) e Laurence Fishburne (‘John Wick’).

O elenco ainda contará Rahul Kohli, Hamish Linklater, Gil Bellows, Carl Lumbly, Robert Longstreet, Matt Biedel, Samantha Sloyan, Kate Siegel, John Gallagher Jr., Benjamin Pajak e Carla Gugino.

Anteriormente, Flanagan havia revelado que pretende criar o filme mais assustador de sua carreira, com foco em trazer algo novo para a franquia ao invés de se apoiar na nostalgia dos capítulos anteriores.

“Não estamos em uma missão fácil, mas sempre senti que não há sentido em entrar em uma franquia consolidada sem trazer algo novo. Eu quis dirigir um novo filme da saga ‘O Exorcista’ porque estava convencido de que poderia adicionar algo significativo.”

Ele completa: “essa é a oportunidade de fazer algo que nunca foi feito anteriormente na franquia – algo que honre o legado dos filmes anteriores, mas que não se apoie em nostalgia. Eu apenas vi a oportunidade de fazer o meu filme mais assustador. Sei que as expectativas são altas. Ninguém está mais intimidado do que eu.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Minha Vida com Shurastey’: Filme com Nicolas Prattes vivendo brasileiro que rodou a América com seu cachorro ganha data de estreia

Homem elegante, viajante alegre com cachorro em calçadão
minha vida com shurastey

Minha Vida com Shurastey‘, filme com dirigido por Afonso Poyart (“Mais Forte Que o Mundo – A História de José Aldo”) e roteiro de Ana Reber (“Depois Do Universo”), ganhou data de estreia.

A Paris Filmes lança o filme nos cinemas dia 7 de Janeiro de 2027.

Dono de uma longa trajetória no cinema e na televisão, o ator Nicolas Prattes será o protagonista do longa-metragem.

o filme conta a história real do influenciador digital Jesse Koz, interpretado por Prattes, que embarcou em uma jornada pelas Américas ao lado de seu cachorro, Shurastey, da raça golden retriever, em um Fusca 1978. A distribuição é da Paris Filmes.

Morador de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, Jesse Koz decidiu deixar para trás o trabalho em um shopping center da cidade e desbravar as estradas ao lado de Shurastey, seu fiel companheiro, em 2017.

A dupla seguiu um roteiro de viagem saindo de Ushuaia, no extremo sul da Argentina, até o estado do Alasca, nos Estados Unidos, em um projeto chamado “Shurastey or Shuraigow?“, título inspirado na música “Should I Stay or Should I Go“, da banda britânica The Clash.

Depois de passarem por 17 países e conquistarem mais de um milhão de seguidores nas redes sociais, o brasileiro e seu cachorro faleceram em um trágico acidente de trânsito, em maio de 2022.

Minha Vida com Shurastey

Antes de ‘Bruna Surfistinha 2’, primeiro filme será RELANÇADO nos cinemas

Antes de ‘Bruna Surfistinha 2‘ chegar nos cinemas em 14 de Janeiro de 2027, o primeiro filme será RELANÇADO nos cinemas.

Segundo o FilmeB, o primeiro filme de 2011 volta aos cinemas em 15 de Outubro.

Na trama, Raquel é uma típica menina da classe média paulistana que decide ser garota de programa, usando o nome Bruna Surfistinha.

A atriz Deborah Secco desabafou recentemente sobre as críticas direcionadas ao seu retorno ao papel de Bruna Surfistinha (Raquel Pacheco) na sequência do filme de 2011. Em defesa do novo projeto, a atriz destacou a importância e a relevância da história a ser contada.

Em conversa com a Quem, Deborah revelou detalhes sobre o início das filmagens:

“A gente não dá muitos spoilers, mas começamos a filmar agora. Foi um mês e meio, dias intensos, de preparação. Muita expectativa. É uma personagem que eu nunca pensei que fosse voltar a fazer. Mas estou muito feliz com a história que a gente vai contar. Acho que é uma história muito emocionante. Estou muito animada”, revelou Deborah.

Qual vai ser a história de ‘Bruna Surfistinha 2’?

A atriz afirmou que o entusiasmo pela sequência supera as críticas. Ela também refletiu sobre a crueldade dos julgamentos e a necessidade de abordar o tema:

“Tem muito mais pessoas ansiosas por esse retorno. Pessoas que amam o filme e que sabem as falas de cor. Elas estão loucas para ver o que a gente vai inventar nesse 2”, afirmou.

“O hate existe, mas acho muito cruel um ser humano se sentir superior ao outro. Acho que essa história precisa mesmo ser contada. A gente precisa mesmo falar sobre isso. Somos todos iguais, apesar dos nossos acertos e erros”, concluiu a atriz.

Bruna Surfistinha 2’ iria estrear no Reveillon de 2026, e foi adiado para 14 de Janeiro de 2027.

Confira a primeira foto:

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A nova trama acompanha a jornada de autoconhecimento e reinvenção, em que Bruna Surfistinha ressurge como um símbolo que ainda reverbera no inconsciente coletivo.

Uma das atrizes mais conhecidas e talentosas da TV e do cinema brasileiros, Deborah Secco, afirma que interpretar Bruna foi uma experiência transformadora em sua trajetória. Para ela, o primeiro filme representou um dos mergulhos mais intensos de sua carreira, e ainda há muito a ser explorado nessa mulher cuja força e complexidade continuam em sintonia com o presente.

O primeiro filme, lançado em 2011, foi baseado em “O Doce Veneno do Escorpião: O Diário de uma Garota de Programa”, escrito pela própria Raquel.

Para o diretor Marcus Baldini, o longa original continua vivo na memória do público:

“É impressionante ver como o primeiro Bruna é um filme que permanece vivo e continua atraindo atenção dos espectadores. Olhando para o mundo de hoje, muito diferente do que era 15 anos atrás (data do início das filmagens), vejo como vai ser um desafio grande dar continuidade a essa história. Ao mesmo tempo, me parece uma grande oportunidade visitar de novo essa personagem junto com a Deborah. Agora, de um ponto de vista mais maduro tanto do lado pessoal como profissional”.

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‘Resident Evil’ foi descrito como uma versão de terror de ‘Mad Max: Estrada da Fúria’, com 90 minutos de tensão

Após o sucesso de ‘Noites Brutais‘ e ‘A Hora do Mal‘, Zach Cregger dirigiu um reboot de ‘Resident Evil‘. A Sony pagou a ele US$ 20 milhões para comandar este reboot e deu-lhe total liberdade para fazer o que bem entendesse com a franquia.

E, segundo o Worldofreel, houve uma exibição teste e foi um sucesso, com reações extremamente positivas.

Os primeiros comentários indicam que Cregger não fez apenas mais uma adaptação de videogame — ele entregou algo enxuto, impactante e muito confiante. A duração é de apenas 90 minutos e, aparentemente, é pura adrenalina, sem freios.

Dizem que o filme é construído quase inteiramente em torno da tensão. Um dos presentes na sessão o descreveu como uma versão de terror de ‘Mad Max: Estrada da Fúria’.

Segundo o insider Daniel RPK, o longa foi classificado como simplesmente “ótimo” pelos espectadores presentes na sessão confidencial, algo que rapidamente elevou o hype entre os fãs.

E não para por aí. O jornalista Gene Park, conhecido por seus bastidores ligados ao mundo dos games, reforçou o coro positivo ao afirmar: “Também ouvi coisas boas a respeito.” Ou seja, mesmo vindo de fontes diferentes, o burburinho parece consistente — pelo menos por enquanto.

A história acompanha Bryan, interpretado por Austin Abrams, um entregador encarregado de transportar uma misteriosa maleta para o Hospital de Raccoon City durante um surto de um vírus mortal. Abrams basicamente interpreta o mesmo tipo de personagem que fez em ‘A Hora do Mal‘ — um sujeito meio excêntrico, meio viciado em drogas, que se vê envolvido no caos. Não se trata de uma atuação profunda, e essa é a intenção. O personagem funciona mais como um avatar do jogador, simplesmente transitando de um cenário de pesadelo para o próximo.

Agora resta esperar para ver se o hype vai sobreviver até a estreia — ou se estamos diante de mais um falso alarme em Raccoon City.

Em entrevista ao The New York Times, Cregger voltou a comentar sobre sua aguardada adaptação de ‘Resident Evil‘.

O cineasta acredita alguns fãs irão “crucificá-lo” por causa das liberdades criativas, mas promete que a produção canalizará o “espírito” dos jogos.

“Eu amo a ideia de ser jogado em um universo que está determinado a aniquilar você. É um conceito apenas divertido, e eu ainda não vi um filme que oferece este tipo de experiência.”

Ele completa, “Eu definitivamente não estou tentando ser completamente obediente à mitologia dos jogos. Estou tentando contar uma história que pareça autêntica à experiência que você sente ao jogar os jogos.”

O novo reboot chegará aos cinemas nacionais no dia 17 de Setembro, mesmo dia em que estreia ‘Da Magia à Sedução 2‘.

Zach Cregger, diretor dos aclamados ‘Noites Brutais‘ e ‘A Hora do Mal‘, comanda a produção.

Ele também assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

Rumores indicam que o filme terá uma história inédita, focada em Bryan (Austin Abrams), um entregador que atropela uma mulher misteriosa numa estrada nevada perto de Raccoon City, envolvendo-se em um surto de mutações com tentáculos, resgatando o terror original e se passando entre os eventos de RE2 e RE3, sem personagens clássicos, prometendo voltar às raízes de terror com mais fidelidade aos jogos.

A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produz o reboot junto com a PlayStation Productions.

Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.

Resident Evil Bem Vindo a Raccoon City

Estamos voltando à Lua: 10 filmes imperdíveis sobre exploração espacial

A Artemis II decolou rumo à lua, uma viagem que não acontecia há décadas. Essa missão terá como objetivo coletar informações para uma provável nova ida ao satélite natural da Terra onde, desta vez, pousaremos novamente lá.

O universo da exploração espacial é algo fascinante e, no cinema, algumas obras já nos apresentaram histórias sobre esse tema. Para você que gosta do assunto, segue abaixo uma lista de filmes como sugestões:

 

Devoradores de Estrelas (Em cartaz nos cinemas)

Nesse filme fantástico, acompanhamos a saga do professor e cientista Ryland Grace (Ryan Gosling), que, após acordar em uma nave em pleno espaço, precisa encontrar uma solução para um problema que em breve ameaçará nosso planeta e poderá acabar com a vida humana. Entre memórias perdidas, um encontro com um ser de outro planeta e diversos obstáculos, esse herói da ciência buscará soluções mesmo nas situações mais adversas.

 

Sally (Disney Plus)

Apresentando uma história real, marcante e cheia de camadas, o documentário Sally nos conduz pela trajetória pessoal e profissional de Sally Ride, a primeira astronauta norte-americana a viajar para o espaço.

 

Perdido em Marte (Disney Plus)

Na trama, conhecemos a tripulação da Ares, uma equipe de astronautas que faz uma expedição no planeta Marte. Após serem surpreendidos por uma tempestade violenta, um dos astronautas, Mark Watney (Matt Damon), é dado como morto. Para surpresa de todos, e com a tripulação restante já fora de Marte, o astronauta em questão acaba sobrevivendo e agora vai precisar de toda sua inteligência para tentar sobreviver até um improvável, mas possível, resgate.

 

Em um Piscar de Olhos (Disney Plus)

A trama apresenta trajetórias de algumas fases de nosso planeta. No final da era neandertal, uma família liderada por Thorn (Jorge Vargas) busca sobreviver em um mundo ainda cheio de limitações, mas onde o amor já começa a prevalecer. Em 2025, Claire (Rashida Jones), uma pesquisadora e antropóloga com dificuldades no relacionamento com Greg (Daveed Diggs) e problemas em sua vida pessoal, tenta construir sua vida. No futuro, mais especificamente em 2417, a inteligência artificial Coakley (Kate McKinnon) descobre as emoções humanas durante uma viagem com o objetivo de uma colonização espacial.

Crítica | ‘Em Um Piscar de Olhos’ – Um fascinante passeio pela antropologia filosófica, cheio de lições

 

Spacewalker – Rumo ao Desconhecido (Prime Video)

Esse filme europeu, que mistura drama e aventura rumo ao desconhecido universo da física gravitacional – em uma época onde a corrida espacial era questão de ordem nacional – é uma grata surpresa. Baseado em fatos reais, Vremya Pervykh (Spacewalker – Rumo ao Desconhecido), conta a versão russa sobre o primeiro homem a ‘caminhar no espaço’.

 

Apollo 13 (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, acompanhamos três astronautas que tinham como missão inicial ir à lua mas acabam sofrendo uma pane elétrica na nave em que estão, fazendo com que eles precisem de muita criatividade para poder voltar para a Terra. A obra também mostra a questão da imprensa nessa história, sem repercussão nenhuma no lançamento do foguete, mas com cobertura massiva quando o desastre vira triunfo.

 

A Milhões de Quilômetros (Prime Video)

Dirigido pela cineasta Alejandra Márquez Abella, esse ótimo filme nos conduz à história marcante do descendente de mexicanos José Hernández, destacando sua luta e perseverança para viajar ao espaço.

 

A Jornada (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, conhecemos a astronauta francesa Sarah Loreau (Eva Green), que consegue a chance que tanto queria: fará parte da equipe que viajará para a estação espacial. Para tal, precisará ficar 1 ano no espaço e longe de sua filha.

 

Apollo 13: Sobrevivendo no Espaço (Netflix)

Este poderoso documentário apresenta, através de imagens originais e algumas entrevistas, os detalhes da conhecida missão Apollo 13.

 

Interestelar (HBO MAX)

Na trama, somos jogados a um futuro em que a Terra vem consumindo boa parte de suas reservas naturais, deixando o planeta em uma situação extrema. Assim, um grupo de astronautas, liderados pelo ex-engenheiro e piloto espacial Cooper (Matthew McConaughey), que precisou abandonar sua família para seguir nessa viagem, recebe a missão de verificar possíveis planetas capazes de abrigar a população mundial, possibilitando a continuação da espécie. Paralelo a isso, ainda na Terra, sua filha Murph, embarca em sua própria jornada na tentativa de ajudar a humanidade.

Crítica | ‘Pai Mãe Irmã Irmão’ é uma singela análise sobre família e tempo

Jim Jarmusch não se tornou um dos emblemas do cinema independente contemporâneo por qualquer motivo: através de uma visão única e sempre dotada de comentários cômicos e dramáticos sobre o cotidiano, o diretor e roteirista encontrou sucesso em oferecer uma perspectiva diferenciada sobre o banal, transformando o ordinário em instigantes estudos de personagens que, no geral, são universalizados em um nível dialógico considerável com qualquer um. E, depois de ter comandado obras como ‘Estranhos no Paraíso’ e ‘Amantes Eternos’, ele retorna aos holofotes com o denso e propositalmente incômodo Pai Mãe Irmã Irmão.

O longa, que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 9 de abril, divide-se em um singular tríptico narrativo que nos apresenta a núcleos estruturalmente diferentes, mas tematicamente congruentes. O primeiro deles é centrado em Jeff (Adam Driver) e Emily (Mayim Bialik), dois irmãos que estão a caminho da casa do Pai (Tom Waits). Vivendo sozinho no interior dos Estados Unidos, o Pai vive em solidão após a morte de sua querida esposa e, por alguma razão, os três acabaram se afastando uns dos outros para seguir suas próprias vidas, convergindo para um estranho reencontro que se estende por longos silêncios e alguns comentários controversos que mostram que o trio parece não saber se comportar em uma situação corriqueira – uma breve reunião de família na gélida brisa do inverno.

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O segundo núcleo nos leva para um subúrbio irlandês e nos mergulha na imponente casa da Mãe (Charlotte Rampling), que se prepara para um elegante chá da tarde ao lado das filhas – a rebelde e sonhadora Lilith (Vicky Krieps) e a metódica e polida Timothea (Cate Blanchett). Logo de cara, é notável como a relação entre o trio parte de um ponto em comum com a história anterior – o constrangimento e o silêncio em virtude de uma preponderante falta de assunto. Lily e Tim nutrem de um respeito inegável pela Mãe, que é uma famosa e introspectiva romancista que não costuma discutir seus intrigantes pensamentos com os outros, mas ao mesmo tempo sentem um distanciamento e uma necessidade de aprovação que divide-se em dois lados de uma mesma moeda: a rebeldia e a restrição.

O núcleo de encerramento nos apresenta a Skye (Indya Moore) e Billy (Luka Sabbat), gêmeos que retornam para a capital francesa após a precoce morte dos pais, que abalou os irmãos. Navegando pelas amontoadas ruas parisienses, eles se dirigem para o antigo apartamento dos pais, agora vazio e ecoante em meio aos infinitos corredores, e começam a se relembrar de suas personalidades inconsequentes e irrequietas – e de que forma eles ecoam nos fortes laços entre Skye e Billy. Dessa maneira, após toda a memória física ter sido encaixotada e compartimentada, a saudade e a nostalgia ganham espaço em uma memorabília abstrata que os acompanhará eternamente.

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Jarmusch constrói uma das narrativas mais sutis de sua carreira até agora ao investir fortemente no silêncio como personagem ativo da trama: nos três segmentos, há uma inescapável celebração da quietude, ramificando-se para o constrangimento, a complacência e a reflexão, como já mostrado nos parágrafos anteriores. De um lado, o realizador se apoia nos laços familiares e na efemeridade do tempo para construir um drama intergeracional com breves e pungentes comentários ácidos que se escondem por trás de uma robusta condução artística.

Optando pelo exuberante conflito entre imagem e história, Jarmusch presta homenagens a outras entradas de sua carreira ao fincar os dentes numa simetria despojada e enganosa; afinal, por mais que as estruturas pareçam firmes e sem muito espaço para ruírem, obstáculos invisíveis posam entre os personagens, impedindo-os de se aproximar como deveriam e tecendo uma breve análise sobre as complexas relações entre pais e filhos e de que forma a universalidade e a particularidade temáticas singram pelo mesmo caminho, como se separadas pela tênue linha do pragmatismo social. Não é surpresa que, assim como suas incursões predecessoras, nos vemos numa representação contundente ao longo de quase duas horas de duração.

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O singelo cuidado com os elementos técnicos e artísticos ganha ainda mais beleza e reafirma nossa atenção com o trabalho do formidável elenco: enquanto cada um tem o seu momento de brilhar, alguns destaques merecem menção, incluindo Waits em uma espetacular e precavida rendição como o Pai; Blanchett em uma metamorfose performática completa que nos presenteia com uma das melhores cenas do longa; Rampling encarnando a suntuosa e um tanto quanto intimidadora presença da Mãe; e a sólida e apaixonante química que Moore e Sabbat imprimem em uma história que encerra não apenas o segmento que estrelam, mas os outros também.

Com Pai Mãe Irmã Irmão, Jarmusch nos apresenta a um de seus projetos mais honestos e, em última instância, mostra que nunca devemos tomar as coisas como garantido, principalmente quando pensamos na multiplicidade dos laços familiares e como, no final das contas, não somos tão diferentes assim uns dos outros.

Série da Prime Video do mesmo criador de ‘Outer Banks’ é CANCELADA após 1 temporada

Não haverá uma segunda temporada de ‘Os Runarounds: Música e Sonhos’, pois o Prime Video optou por não renovar a série para jovens adultos.

A notícia não é surpreendente, já que se passaram sete meses desde o lançamento da primeira temporada da série musical dramática, composta por oito episódios, em 1º de setembro. Segundo fontes, a série foi cancelada discretamente há alguns meses. Sua protagonista, Lilah Pate, recentemente conseguiu um papel fixo em outra série, ‘Frisco King‘, spin-off de Tulsa King criada por Taylor Sheridan para o Paramount+.

Embora a série tenha chegando ao fim, a banda de rock homônima, que era o centro da trama, continuará na ativa por um futuro previsível. O grupo, formado pelos astros da série e músicos da vida real William Lipton, Axel Ellis, Jeremy Yun, Zendé Murdock e Jesse Golliher, está em turnê até o final de junho.

Do mesmo criador do sucesso Outer Banks‘, da Netflix, a produção acompanhava os dissabores de um verão marcado por memórias, músicas chiclete e romances que afloram em meio a um complexo processo de amadurecimento juvenil e busca por identidade.

Confira o trailer:

Criado por Jonas Pate, a nova série acompanha um grupo de recém-formados do Ensino Médio, de Washington, que decide formar uma banda na esperança de construir um futuro sólido diferentes dos planos idealizados por seus pais. Mas à medida em que eles vão avançando nessa jornada, maiores serão os desafios de viver da música.

Lilah Pate, Kelley Pereira, Brooklyn Decker, Maximo Salas, Marley Aliah, Hayes MacArthur, Mark Wystrach e Shea Pritchard completam o elenco.

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Após fracassar nos cinemas, quarto ‘Extermínio’ estreia no streaming! Saiba aonde assistir…

Após fracassar nos cinemas, sequência ‘Extermínio: O Templo dos Ossos‘ já está disponível no streaming da HBO Max.

Expandindo o universo criado por Danny Boyle e Alex Garland em Extermínio: A Evolução – e virando esse mundo de cabeça para baixo – Nia DaCosta dirige Extermínio: O Templo dos Ossos. Na continuação dessa história épica, Dr. Kelson (Ralph Fiennes) se encontra em uma nova e chocante relação – com consequências que poderiam mudar o mundo como eles o conhecem – e o encontro de Spike (Alfie Williams) e Jimmy Crystal (Jack O’Connell) se torna um pesadelo do qual ele não consegue escapar. No universo de O Templo dos Ossos, os infectados não são mais a maior ameaça para a sobrevivência – a desumanidade dos sobreviventes se torna mais aterrorizante.

Nos Estados Unidos, o longa teve uma estreia considerada decepcionante, arrecadando cerca de US$ 15 milhões em seu primeiro fim de semana, ficando atrás de produções menores e longe de ameaçar o topo das bilheteiras. Para um filme que carrega o peso de uma marca tão respeitada no gênero, o número acendeu um sinal de alerta imediato em Hollywood.

O cenário global também não ajudou muito. Mesmo com lançamento em diversos mercados importantes, O Templo dos Ossos não conseguiu embalar e somou pouco mais de US$ 53 milhões mundialmente — um resultado modesto, especialmente considerando o crescimento do mercado internacional nos últimos anos.

Apesar do lançamento morno, o novo filme recebeu uma nota A- do público no CinemaScore – uma média de aprovação muito acima de ‘Extermínio: A Evolução‘ (B) –, e tem chances de manter uma boa estabilidade nas telonas nas próximas semanas.

Os críticos também ficaram impressionados com a nova iteração, que recebeu sólidos 93% de aprovação no Rotten Tomatoes – o que representa a maior média de aprovação da história da saga.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Polêmica! Revista usa IA para “entrevistar” ator de ‘One Piece’: “Tivemos que ser criativos”

Enquanto a segunda temporada do live-action deOne Piece já movimenta o catálogo da Netflix, o ator Mackenyu, intérprete do espadachim Roronoa Zoro, viu seu nome envolvido em uma situação no mínimo inusitada e controversa. A edição da revista Esquire Singapore do mês passado publicou uma “entrevista” com o astro nipo-americano que, na realidade, foi inteiramente concebida por ferramentas de Inteligência Artificial (IA).

De acordo com informações do portal Kotaku, a publicação decidiu recorrer à tecnologia após Mackenyu apresentar uma agenda incompatível com a realização de um encontro presencial. Em vez de abrir mão da matéria, a revista optou por uma abordagem experimental: utilizaram os modelos Claude e Copilot para simular as respostas do ator.

A jornalista Joy Ling justificou a decisão no próprio corpo do texto, afirmando que a equipe precisou ser “criativa” diante da ausência de disponibilidade do artista.

“Estávamos animados para conversar com o ator nipo-americano, mas sua agenda não permitiu. Com a necessidade de uma matéria, tivemos que ser criativos. Usando nossa licença criativa, pegamos falas dele de entrevistas anteriores e as alimentamos em um programa de IA para gerar novas respostas”, escreveu

Entretanto, o resultado foi recebido com estranheza. A versão digital de Mackenyu forneceu respostas descritas como genéricas e descontextualizadas sobre temas profundos, como pressão estética e desilusões na carreira.

A repercussão negativa atingiu o ápice quando os leitores notaram que a IA foi programada para discorrer sobre o legado de Sonny Chiba, o lendário ator de artes marciais e falecido pai de Mackenyu.

Na simulação, a “IA” afirmava querer “deixar o pai orgulhoso”, um toque que muitos fãs e críticos classificaram como sendo de extremo mau gosto e desrespeitoso à memória da família.

Nas redes sociais, especialmente no X (antigo Twitter), fanpages e entusiastas do ator expressaram indignação: “Estou decepcionado que a Esquire SG tenha escrito uma entrevista inteira com IA para substituir as respostas do Macken. Duvido que isso tenha sido feito com o consentimento dele. Era impossível publicar o ensaio sem entrevista? Lembrem-se: essas respostas não são dele”.

Até o momento, não houve qualquer confirmação de que Mackenyu ou sua equipe tenham autorizado o experimento. Pelo contrário, a própria revista admitiu que o ator não respondeu aos contatos por e-mail, o que sugere que a iniciativa partiu unilateralmente da publicação.

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Apesar do ruído extracampo, o sucesso deOne Piece segue inabalável. A Netflix já deu sinal verde para a 3ª temporada, que terá o desafio de adaptar a épica Saga de Alabasta, um dos arcos mais icônicos da obra original de Eiichiro Oda.

A 2ª temporada, atualmente disponível, pavimenta o caminho para o confronto no deserto, focando na evolução da tripulação dos Piratas do Chapéu de Palha liderada por Monkey D. Luffy.

O elenco principal, composto por Iñaki Godoy, Mackenyu, Emily Rudd, Jacob Romero Gibson e Taz Skylar, retorna para os novos episódios, acompanhado por nomes como Jeff Ward e Morgan Davies.

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‘Euphoria’: HBO libera teaser apresentando os bastidores da 3ª temporada; Confira!

Com a proximidade de um dos retornos mais aguardados da televisão contemporânea, a HBO divulgou um novo teaser focado nos bastidores da terceira temporada deEuphoria. O material oferece um olhar detalhado sobre o processo criativo de Sam Levinson e reforça o status da produção como um dos principais pilares do catálogo da emissora em 2026.

As imagens promocionais recentemente liberadas reafirmam o retorno do elenco principal que transformou a série em um fenômeno global. Estão confirmados para o novo ciclo nomes como a vencedora do Emmy Zendaya, além de Hunter Schafer, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie, Maude Apatow e o veterano Colman Domingo.

A nova fase promete aprofundar os dilemas dos personagens após o hiato prolongado desde a última temporada, mantendo a estética visual característica que se tornou marca registrada da série.

Criada e dirigida por Sam Levinson, baseada na obra israelense homônima de 2012, Euphoria tem sido elogiada por sua crueza e inovação técnica. Para este próximo capítulo, Levinson demonstrou otimismo e buscou tranquilizar a base de fãs sobre o destino da trama:

“Acredito que vocês ficarão muito satisfeitos com esta temporada e com a forma como vamos concluir o arco narrativo de cada personagem”, afirmou o criador em nota oficial.

Criador de ‘Euphoria’ presta homenagem a Eric Dane: “Coração partido”

A narrativa continuará a explorar temas densos e urgentes, como a dependência química, a exploração da identidade na juventude, traumas geracionais, o impacto das redes sociais e a complexidade das relações amorosas contemporâneas.

Como de costume, a jornada será conduzida sob a perspectiva subjetiva de Rue Bennett (Zendaya). A protagonista, uma adolescente de 17 anos que luta contra o vício e as próprias omissões, permanece como o fio condutor emocional de uma geração marcada por excessos e incertezas.

A 3ª temporada de ‘Euphoria’ estreia oficialmente no dia 12 de abril.

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Rua Cloverfield, 10 | Dez anos mais tarde, filme permanece como a MELHOR entrada da franquia ‘Cloverfield’

Em 2008, Matt Reeves encabeçava um dos filmes de terror mais interessantes da década com ‘Cloverfield – Monstro’. O projeto uniu found footage, ficção científica e horror em um mesmo lugar, construindo uma complexa e angustiante jornada pela sobrevivência que colocou humanos e alienígenas em uma batalha épica e muito sangrenta. Apostando em uma atmosfera urbana e caótica, o cineasta construiu uma experiência inédita e que, quase uma década mais tarde, ganhou uma inesperada sequência intitulada ‘Rua Cloverfield, 10’.

Chegando aos cinemas mundiais em 2016, o longa-metragem marcou a estreia diretorial de Dan Trachtenberg da melhor maneira possível: através de uma potente narrativa embebida no suspense psicológico e nos thrillers conspiratórios que expandiu o universo arquitetado por Reeves de forma sólida e instigante. O filme logo conquistou o público e a crítica, angariando sólidos 91% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando quase dez vezes o valor de seu orçamento, além de integrar diversas listas de melhores de ano ao se beneficiar do talento nato de uma equipe criativa de ponta e um elenco estelar que deu destaque a Mary Elizabeth Winstead em um papel definidor de sua carreira, John Goodman e John Gallagher Jr..

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A história é centrada em Michelle (Winstead), uma jovem que abandona tudo que conhece para recomeçar, deixando para trás o noivo, arrumando as malas e apressando-se para seu carro. Em meio a notícias envolvendo estranhos blackouts nas principais cidades do país, ela se envolve em um mortal acidente. Ao acordar, ela se vê acorrentada pelas mãos do bizarro Howard (Goodman), que afirma tê-la resgatado do acidente e salvado sua vida; afinal, o planeta está sendo invadido por alienígenas perigosos que espalham um gás venenoso para exterminar os humanos. É claro que, a princípio, Michelle não acredita em nada do que ele diz, tentando escapar de seu cárcere apenas para se deparar com uma dolorosa compreensão: o bunker, agora, é a sua nova realidade.

À medida que passa seus dias ao lado de Howard e de outro companheiro de abrigo, Emmett (Gallagher Jr.), a jovem começa a desconfiar do que realmente está acontecendo lá fora e, cada vez que enfrenta a “bondade” de seu anfitrião, descobre um lado mais autoritário e gradativamente perigoso que a compele a criar um plano de escape – sejam os gases venenosos reais ou não. Aliando-se a Emmett, Michelle utiliza todas as habilidades como amante da moda e da costura para enganar Howard; porém, como podemos imaginar, as coisas não saem como o planejado e a protagonista precisa correr contra o tempo se pretende ter algum futuro longe do bunker.

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Toda a estrutura do longa é baseada em clássicas e conhecidas histórias de conspirações políticas e extraterrestres que dominam a cultura pop desde que H.G. Wells causou furor e pânico com a transmissão radiofônica de ‘A Guerra dos Mundos’. As tramoias e as artimanhas que permeiam não apenas a construção de Howard mostram que, mesmo numa suposta batalha contra forças alienígenas, o pior antagonista a ser encontrado é a loucura humana – que, a qualquer momento, pode se transformar numa psicopatia inescapável. Não é surpresa que Michelle e Emmett, condenados a uma espécie de pseudoverdade absoluta que é promovida constantemente pela mentalidade de Howard, materializem a angústia de não saber o que, de fato, é real ou não.

Trachtenberg encontra espaço de sobra para construir um epopeico tour-de-force em um confinado espaço que apenas se abre no começo e no final da história. Navegando pelos estreitos corredores do bunker, o diretor sabe como pintá-lo como um aconchegante refúgio com planos mais abertos apenas para transmutá-lo em uma labiríntica prisão da qual não existe escapatória ao optar pelo embate entre os personagens e por enquadramentos que enclausuram a protagonista em combate contra seus próprios medos. Afinal, sua desesperada impulsão pela liberdade de um matrimônio falido é interrompida por outra pessoa que insiste em deixá-la presa (ainda que em circunstâncias bem diferentes).

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John Gallagher Jr. as Emmett, Mary Elizabeth Winstead as Michelle in 10 CLOVERFIELD LANE, by Paramount Pictures

Eventualmente, a ideia de enfrentar o desconhecido é melhor do que se conformar à letargia – e é aí que Winstead brilha em um dos melhores papéis de sua carreira. A atriz já não era nenhuma novata ao mundo do terror, visto que interpretou Wendy no terceiro capítulo da franquia ‘Premonição’; porém, o ousado projeto de Trachtenberg permite que ela singre pelo horror, pela angústia e pelo drama sem que qualquer uma das engrenagens seja comprometida, apoiando-se na presença contundente de Goodman em uma inesperada e densa performance, e de Gallagher Jr. como o lado mais ingênuo da frenética ambientação que os rodeia.

Dez anos depois de seu lançamento nos cinemas, ‘Rua Cloverfield, 10’ permanece como um dos melhores suspenses psicológicos da década passada e como a melhor entrada da franquia ‘Cloverfield’, não apenas expandindo esse expressivo cosmos, como optando por uma estética diferente que transforma essa saga em uma celebração da arte do cinema.

O filme está disponível para aluguel no Prime Video.

‘Pillion’: Cena de nudez de Alexander Skarsgård é CENSURADA no lançamento nos EUA

O drama romântico Pillion’, protagonizado por Harry Melling (no papel do tímido Colin) e Alexander Skarsgård (como o líder de gangue Ray), fez sua estreia recente em plataformas digitais (PVOD e streaming) nos Estados Unidos. No entanto, o lançamento em território americano foi marcado por uma classificação indicativa mais branda, alcançada somente após cortes significativos no conteúdo original.

De acordo com o The Hollywood Reporter, a versão originalmente exibida nos cinemas contava com sequências prolongadas e explícitas para os padrões comerciais, apresentando forte carga sexual e efeitos sonoros intensificados.

Mesmo antes da estreia oficial, o longa já havia passado por edições, incluindo a redução de uma cena envolvendo o personagem de Skarsgård. Entre os cortes confirmados na versão editada, destaca-se a remoção da cena de nudez de Alexander Skarsgård, ator já conhecido por produções como Piscina Infinita, na qual utilizava uma prótese peniana.

Embora circulem rumores sobre uma versão ainda mais ousada exibida antes de festivais como Cannes, fontes ligadas à produção reiteram a existência de apenas duas versões oficiais:

  • Versão “Não Classificada” (Unrated): Exibida em festivais e circuitos selecionados de cinema.
  • Versão “Rated R”: Lançada no digital após ajustes leves em sons e cenas sensíveis.

‘Pillion’: Harry Melling defende cenas de sexo em romance BDSM com Alexander Skarsgård

A situação de Pillion reflete uma tendência crescente na era do streaming. Diferente da década de 1990, onde as variações se limitavam ao cinema, VHS e TV, hoje um único título pode ter dezenas de edições adaptadas para diferentes países, plataformas (como Netflix, Disney+ e Max) e até exibições em aviões.

O próprio Skarsgård já enfrentou cenário semelhante em Piscina Infinita, de Brandon Cronenberg, que também sofreu cortes mínimos para evitar restrições severas de exibição.

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Pillion’ tem previsão de estreia nos cinemas brasileiros para o dia 16 de abril.

No longa, a vida monótona de Colin sofre uma reviravolta ao conhecer Ray. O líder de uma gangue de motoqueiros introduz o protagonista em um relacionamento de submissão, desafiando suas percepções e impulsionando um inesperado crescimento pessoal através dessa dinâmica.

O elenco conta ainda com Douglas Hodge, Lesley Sharp, Jake Shears, Paul Tallis e Anthony Welsh.

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Zendaya revela desejo de trabalhar com diretor de ‘Pantera Negra’: “Sinto isso há anos”

A estrela Zendaya, que consolidou seu nome na indústria com atuações aclamadas emEuphoria e na franquia Duna, compartilhou recentemente suas perspectivas para o futuro da carreira. Conforme o Deadline, a atriz não hesitou ao revelar com qual cineasta ela mais gostaria de colaborar: Ryan Coogler.

O desejo, segundo ela, não é recente. Zendaya revelou que cultiva essa admiração desde 2013, quando assistiu aFruitvale Station: A Última Parada, o impactante filme de estreia de Coogler.

“Eu adoraria trabalhar com Ryan Coogler. Sinto isso há anos, desde Fruitvale Station, porque achei que era um filme lindo e muito poderoso”, afirmou a atriz.

Para além da competência técnica do diretor, Zendaya destacou um laço pessoal que os une: ambos são naturais de Oakland, na Califórnia. Essa origem compartilhada gera uma sensação de familiaridade que a atriz faz questão de ressaltar.

“Eu sempre brinco: ‘Eu sei que não te conheço, mas sinto como se você fosse meu primo’. Ele soa como a minha família. O sotaque dele é tão forte, tão característico de Oakland, e ele entrega trabalhos magníficos”, comentou.

A obra que despertou esse interesse, estrelada por Michael B. Jordan, retrata os eventos reais que levaram à morte de Oscar Grant em 2009.

“Eu lembro quando isso aconteceu, e por isso ele significa muito para o mundo, mas também significa muito para nós. Eu sempre brinco e digo, ‘Eu sei que não te conheço, mas sinto que você é meu primo.’ Ele parece minha família. O sotaque dele é tão forte, tão Oakland, e ele simplesmente faz um trabalho lindo”, completou a atriz.

Enquanto os fãs aguardam uma possível parceria com o diretor de Pantera Negra’, Zendaya se prepara para o lançamento de seu projeto mais recente, o longa O Drama’.

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A trama mergulha na complexidade das relações modernas ao apresentar um casal que, em meio aos preparativos finais para o matrimônio, vê a estabilidade do relacionamento ruir após a descoberta de segredos inesperados. O filme propõe uma reflexão profunda sobre o quanto realmente conhecemos aqueles que amamos.

A produção conta com direção de Kristoffer Borgli (‘O Homem dos Sonhos’).

Produção de Ari Aster (‘Midsommar’, ‘Hereditário’)

Além de Zendaya, o filme traz Alana Haim, Mamoudou Athie e Hailey Gates.

O Drama’ tem estreia programada para os cinemas brasileiros em 9 de abril de 2026.

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Título provisório de ‘Batman 2’ pode ter revelado que filme vai introduzir a [SPOILER]

A espera por ‘Batman – Parte II‘ segue cercada de mistério — e agora ganhou mais um detalhe que está deixando os fãs em alerta máximo.

De acordo com uma nova listagem de produção, a sequência dirigida por Matt Reeves deve iniciar suas filmagens no dia 29 de maio, em Londres, e já estaria circulando internamente com um título provisório pra lá de curioso: “Semper Vigilans”.

A expressão em latim pode ser traduzida como “Sempre Vigilante” ou “Sempre Atento” — e, claro, foi o suficiente para a internet entrar em modo teoria. Muitos fãs acreditam que a escolha do nome não é por acaso e pode indicar a introdução da misteriosa Corte das Corujas, uma das organizações mais sinistras dos quadrinhos do DC Comics.

Para quem não está familiarizado, a Corte das Corujas é uma sociedade secreta que atua nas sombras de Gotham há séculos, manipulando os rumos da cidade sem jamais ser detectada. Nos quadrinhos, sua presença é marcada por uma cantiga infantil perturbadora, que basicamente alerta: eles estão sempre observando — seja na sua casa, na sua cama ou em qualquer canto da cidade — e qualquer tentativa de expô-los pode resultar na visita mortal de um Talon, seus assassinos implacáveis.

A possível inclusão desse arco na continuação não só elevaria o nível da ameaça enfrentada pelo Cavaleiro das Trevas, como também ampliaria o tom investigativo e conspiratório que marcou o primeiro filme estrelado por Robert Pattinson.

Claro, vale reforçar: o título “Semper Vigilans” ainda é provisório e essas conexões seguem no campo da especulação. Mas se tem algo que Batman – Parte II está fazendo muito bem até agora, é manter os fãs completamente atentos — e, ao que tudo indica, sendo observados.

Em uma recente entrevista ao DeadlineRobert Pattinson (‘Duna: Parte 3’), que reprisará seu papel como o herói titular, revelou o que os fãs podem esperar da continuação.

“O roteiro é extraordinário”, ele comentou. “Acho que será um filme muito, muito especial e bem diferente. Será interessante vê-lo sendo lançado. Acho que [o longa] irá se arriscar bastante”.

Apesar da presença de um vilão familiar, Duas-Caras, especula-se que Gilda Dent será a principal antagonista do filme. Além disso, Pinguim está confirmado na produção, enquanto Coringa e Charada têm grandes chances de aparecer, considerando o final do primeiro filme – ainda que não tenham pepl importante na narrativa, como apontaram recentes rumores.

‘The Batman – Parte II’ tem estreia prevista para 1º de outubro de 2027, nos cinemas, pela Warner Bros. O primeiro capítulo da franquia estreou em março de 2022 e arrecadou US$ 772 milhões em bilheteria mundial.

Oscar Isaac relembra experiência “excruciante” sob o traje de vilão em ‘X-Men: Apocalipse’

O ator Oscar Isaac voltou a comentar os desafios de interpretar o vilão En Sabah Nur em X-Men: Apocalipse (2016). Em uma reflexão recente, ele detalhou o esforço físico necessário para atuar sob uma fantasia de aproximadamente 18 kg, uma experiência que ele já descreveu anteriormente como “excruciante” devido às limitações de movimento e ao calor extremo.

Um dos maiores atrativos para Isaac aceitar o papel foi a oportunidade de contracenar com um elenco de elite. No entanto, a realidade das gravações foi solitária devido às próteses pesadas:

“Uma das grandes razões pelas quais fiz o trabalho foi como [Michael] Fassbender? Jennifer Lawrence? [James] McAvoy? Todos esses atores incríveis. sim! E depois nunca vi nenhum deles porque estava tão aquecido. E como se eu não pudesse me virar. Então, acabei de ser colocado nessa barraca de resfriamento”, relembrou o ator, conforme o ComicBookMovie.

O isolamento causado pelo figurino era tanto que o ator mal conseguia interagir com os colegas: “Às vezes alguém aparecia e dizia [dando um tapinha nas costas dele], ‘Oi Oscar.’ Eu ficava tipo, ‘Hã?’ E quando me virei, eles já tinham ido embora. Então, foi muito desafiador. Mas sou grato pela tenda de resfriamento”

EmboraX-Men: Apocalipse seja frequentemente apontado como uma decepção comercial e crítica, especialmente por tentar emular a fórmula do MCU após o aclamado ‘Dias de um Futuro Esquecido’, Isaac mantém uma postura diplomática sobre o projeto.

“Eu sei exatamente o que queria fazer e por quê. Havia atores incríveis envolvidos com quem eu realmente queria trabalhar. Eu colecionava X-Men quando era criança e adorava o Apocalipse, achava um personagem estranho e fascinante. Mas quando você chega lá, pensa: ‘Meu Deus, estou cheio de próteses, com um traje, não consigo me mover, não vejo ninguém’. Ainda assim, lembro desse período com carinho. Gostaria que tivesse sido um filme melhor e que tivessem cuidado melhor do personagem, mas esses são os riscos”, concluiu.

X-Men: Apocalipse’ está disponível no catálogo do Disney+.

O longa narra o retorno do primeiro e mais poderoso mutante do mundo, disposto a dizimar a humanidade. Para detê-lo, o Professor Xavier (James McAvoy) precisa unir forças com Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult) e uma nova geração de alunos.

O elenco conta ainda com Sophie Turner, Evan Peters, Olivia Munn, Rose Byrne, Alexandra Shipp e Ben Hardy.

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Tubarão espreita em clipe inédito de ‘Deep Water’, novo terror do diretor de ‘Do Fundo do Mar’

O terror ‘Deep Water‘, próximo filme de tubarão assassino do diretor Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’), ganhou um novo clipe.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de julho, pela Diamond Films.

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“Um grupo eclético de passageiros internacionais, cujo voo partiu de Los Angeles e está a caminho de Shanghai, é forçado a fazer um pouso de emergência em águas infestadas por tubarões. Logo, eles terão que trabalhar juntos para superar suas diferenças se eles quiserem escapar do avião que está lentamente afundando e dos predadores famintos atraídos pelos destroços.”

Aaron Eckhart e Ben Kingsley estrelam. O elenco ainda conta com Molly WrightAngus SampsonKelly Gale, Li WenhanNashi.

Este é o primeiro projeto de Simmons/Hamilton Prods, nova produtora criada por Gene SimmonsGary Hamilton.