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Chris Lee é PROMOVIDO ao elenco regular da série ‘Tracker’

Segundo o Deadline, Chris Lee foi promovido ao elenco da regular da série ‘Tracker’, durante a exibição dos episódios da 3ª temporada (que estreou em outubro do ano passado).

Lee interpreta Randy, um mago da tecnologia e amigo de Colter Shaw (Justin Hartley).

O astro terá um peso maior na já confirmada quarta iteração, que contará também com a adição de  Kathleen Robertson (‘Swimming with Sharks’) e Mark Engelhardt (‘American Horror Story: Asylum’).

A próxima temporada ainda não tem previsão de estreia.

Baseada no livro ‘The Never Game‘, escrito por Jeffery Deaver, a trama segue Colter Shaw (Hartley), um sobrevivente que percorre o país como um “caçador de recompensas”, usando suas habilidades de rastreamento para ajudar cidadãos comuns e policiais a resolver todos os tipos de mistérios – tudo isso enquanto luta com sua própria família fragmentada.

O elenco ainda conta com Mary McDonnell, Robin Weigert, Abby McEnany, Eric Graise e Fiona Rene.

Além de estrelar, Hartley entra como produtor executivo ao lado de Ken Olin e Ben H. Winters.

Crítica | Ruas da Glória – Amor Obsessivo e Solidão Embalam Sensual Romance Gay

Cada cidade tem histórias intrínsecas em suas ruas, suas esquinas, suas paredes. No Rio de Janeiro, há bairros que possuem séculos de histórias, permeando importantes personalidades e épocas da história do país, como é o caso do bairro da Glória, importante ponto de abastecimento de tropeiros, próximo ao antigo palácio da república e de muitos ministérios, na frente do bairro da Lapa e todos os cortiços onde muitos famosos artistas alugaram quartos. Mas há ali também uma vida noturna intensa, que só quem vive nos arredores conhece. É essa história, de quando o sol se põe e os personagens da noite surgem, que permeia o longa brasileiro ‘Ruas da Glória’, que chega aos cinemas no próximo dia 2 de abril.

Crédito: Ira Barillo
Crédito: Ira Barillo

Gabriel (Caio Macedo, de ‘Prédio Vazio’) acaba de se mudar para o Rio de Janeiro após o falecimento de sua vó. Longe de casa e da família, ele tenta respirar e ser quem é pela primeira vez na vida. Na nova cidade, aluga um apartamento no bairro da Glória, onde descobre uma intensa vida noturna nos bares gays das redondezas. É ali que conhece Adriano (Alejandro Claveaux, de ‘Rensga Hits!’), um sedutor garoto de programa que encanta a todos os frequentadores. Quando finalmente consegue ficar com Adriano, rapidamente o envolvimento amoroso se desenvolve em um relacionamento mais intenso, diário e ritmando pelo sexo. Mas, tudo que vem de forma intensa na vida, pede seu preço, por isso, nessa nova vida, Gabriel será obrigado a fazer importantes escolhas, e todas terão consequências.

Escrito e dirigido por Felipe Sholl (que colaborou no roteiro de vários sucessos) e baseado em experiências pessoais do próprio, ‘Ruas da Glória’ é um filme intenso, passional e bastante carnal. É tanto sentimento envolvido na trama que pulsa na tela, envolve o espectador e nos faz entrar naquela história, respirar aqueles cheiros, sentir aqueles bafos. Essa sensação é fruto não apenas da boa história do enredo mas, também (ou talvez acima de tudo) pela comunhão do excelente trabalho do diretor de fotografia Leo Bittencourt (que operou a câmera em ‘Os Outros) que leva sua câmera para perto da relação dos protagonistas, por entre as ruas do bairro, para o fundo do poço onde muitos dos personagens se encontram. Ótimos ângulos, ótimas escolhas de posicionamento de câmera favorecidas por uma iluminação bem natural. Como se vê, um acerto inteligentíssimo do produtor Daniel Hoogstraten, da Syndrome Films, que reuniu uma equipe competente e acreditou na potência dessa história.

Fator impressionante também é a química entre o casal protagonista, Gabriel e Adriano – aquele, um jovem tímido, fragilizado, confuso e sozinho; este um imigrante igualmente sozinho, sobrevivente, com camadas e mais camadas para se proteger nesse mundo selvagem. Do encontro de dois personagens tão dicotômicos, nasce um amor carnal, emotivo, intenso, pulsante. O famoso “amor de p!c@, quando bate, fica”. É nesse ponto que Gabriel, o frágil, se torna Gabriel, o obcecado, e sua história se transforma numa urgência de viver que bebe em fontes de grandes mestres da literatura homoerótica, como Oscar Wilde e Baudelaire. Adriano, esse dândi, esse flaneur uruguaio que se escorrega pelos becos da cidade pousando de quarto em quarto apresenta o cenário grotesco e hipnotizante dos garotos de programa que batem ponto nas ‘Ruas da Glória’ e da Cinelândia. Um retrato de uma cidade que, também neste quesito, está mudando.

Quem nunca passou por uma rejeição e deu uma obcecada numa outra pessoa? É neste sentimento comum a todos nós que ‘Ruas da Glória’ encontra diálogo com o grande público, para além do público queer. Porque o filme pode ter ganhado os Prêmios Redentor de Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Atriz Coadjuvante no Festival do Rio e ter sido exibido em tantos outros festivais, mas ‘Ruas da Glória’ é uma história de amor e obsessão, de luxúria e desespero, de vida e solidão – sentimentos comuns a todos nós, pessoas que se entregam de corpo e alma a uma relação. Filmaço para ser experenciado na tela grande.

Vincent D’Onofrio revela a CONDIÇÃO para interpretar o Rei do Crime nos filmes do ‘Homem-Aranha’

O astro Vincent D’Onofrio, que interpreta o temível Wilson Fisk (o Rei do Crime) no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), explicou recentemente por que seu personagem ainda não cruzou o caminho do Homem-Aranha nos cinemas. O ator fez um apelo para que a Marvel Studios e a Sony Pictures resolvam as questões contratuais para viabilizar esse encontro.

Conforme reportado pela Variety, D’Onofrio respondeu a um fã nas redes sociais que pedia um confronto em live-action entre o herói e o vilão: “Se a Sony e a Marvel um dia resolverem essa bagunça, talvez. É uma questão complicada de direitos. Espero que sim”.

Para quem não sabe, embora o ator integre o universo da Disney e da Marvel, a Sony detém os direitos cinematográficos do Homem-Aranha, “emprestando” o personagem para que ele apareça em grandes produções como Vingadores: Guerra Infinita.

Vale lembrar que Vincent D’Onofrio retornou recentemente como Wilson Fisk na segunda temporada deDemolidor: Renascido.

Demolidor: Renascido’ está disponível no catálogo do Disney+.

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, luta por justiça enquanto tenta equilibrar sua vida profissional. Ao mesmo tempo, o ex-chefe da máfia Wilson Fisk segue sua própria trajetória política em Nova York. Quando seus passados começam a vir à tona, os dois entram em uma rota de colisão inevitável.

A produção marca o retorno de Charlie Cox como o herói titular, após suas aparições em ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ e ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’.

Crítica | ‘Lindas e Letais’ – Thriller com bailarinas do Prime Video é um desconjuntado suspense que não faz o MENOR sentido

Em Lindas e Letais, novo thriller do Prime Video, somos convidados a acompanhar uma trupe disfuncional de bailarinas profissionais que, viajando para se apresentarem em uma competição prestigiada em Budapeste, se veem obrigadas a encontrar abrigo em um hotel isolado após o ônibus que as levava até o destino quebrar. Apesar de serem bem recebidas, elas logo percebem que estão no centro de uma perigosa artimanha recheada de mafiosos e criminosos armados que a compelem a usar todo o treinamento no ballet para enfrentarem seus algozes e, com sorte, saírem vivas de lá.

Como bem sabemos, o catálogo da gigante do streaming tem um apreço significativo por produções do gênero – como é o caso das franquias ‘Citadel’ e ‘A Lista Terminal’, ou até mesmo a aclamada série pós-apocalíptica ‘Fallout’, que se tornou um dos títulos favoritos dos assinantes e encantou tanto a crítica quanto o público. Porém, é notável como a quantidade exacerbada de obras desse tipo implica na qualidade duvidosa de algumas delas; infelizmente, esse é o caso do longa-metragem dirigido por Vicky Jewson, que foi disponibilizado na grade de programação no último dia 25 de março. Afinal, apesar da interessante premissa, nenhuma das partes se encaixa e somos deixados em meio a um cenário caótico que não sabe em que direção seguir e que nos deixa mais frustrados do que entretidos.

O primeiro ato da produção é sólido o suficiente para nos fazer engajar nessa sangrenta jornada e nos apresenta às cinco protagonistas da narrativa: Bones (Maddie Ziegler), Princess (Lana Condor), Zoe (Iris Apatow), Chloe (Millicent Simmonds) e Grace (Avantika), cada uma nutrindo de uma certa rixa com a outra, colocando em voga as disputas de ego que acontecem nos bastidores do mundo da dança. Acompanhadas pela professora Thorna Davenport (Lydia Leonard), o quinteto percebe que está em um beco sem saída quando Devora Kasimer (Uma Thurman), uma lendária dançarina que agora é dona do Hotel Teremok e que, escondido dos olhos de todos, lidera uma organização criminosa baseada em ameaças e no pânico.

Quando um dos associados de Devora mata Thorna com um tiro na cabeça, as bailarinas são mantidas em cativeiro até que a antagonista decida o que fazer com elas e como proceder – o que não é nada surpreendente, considerando que Devora precisa manter as aparências e se livrar de quaisquer provas. O que ela não esperava é que Bones, movida por uma sede de vingança e de ódio, se uniria às suas colegas e utilizaria todo o treinamento clássico para destruir os vilões e colocar um ponto final no reino de caos que a ex-bailarina instaurou no inóspito interior da capital húngara.

Toda a estética propositalmente exagerada e que bebe de produções como ‘Abigail’, ‘John Wick’ e ‘Maus Momentos no El Royale’ se esvai pouco a pouco quando percebemos que o roteiro assinado por Kate Freund não possui força para se sustentar e sequer acredita nas hipérboles que constrói. Em outras palavras, a trama criada por Freund é vazia do começo ao fim e parece servir mais como uma frágil base para cenas de ação desconjuntadas e para uma inesperada e nada prática união entre suspense, lutas e dança. De fato, o trabalho corporal das atrizes é algo a ser exaltado – mas os equívocos são tamanhos que a tarefa de ignorá-los fica mais difícil sequência a sequência.

Se o bloco de abertura é bem estruturado o bastante para deixar que o elenco brilhe, as duas partes subsequentes do longa-metragem soam como um projeto diferente: Ziegler e Condor, funcionando como o principal fio condutor das disputas internas da trupe de bailarinas, são infundidas em diálogos ridículos e risíveis que não as ajudam em suas performances, enquanto Simmonds, Avantika e Apatow são imbuídas com pulsões cômicas que não tem espaço para serem trabalhadas como deveriam, quebrando a frenética atmosfera do enredo e desmantelando um caótico ritmo que transforma breves 90 minutos em um exaustivo jogo de gato e rato.

O que resta é uma tentativa falha de Jewson e Freund em apresentar algo novo a uma esfera que já contou todas as histórias possíveis – e nem mesmo o caráter recreativo é arquitetado com esmero. Thurman, que já imortalizou diversos personagens icônicos da cultura pop, é desperdiçada como uma vilã novelesca dos anos 1990 que, guiada por uma tênue backstory e por uma fraca motivação, não tem quaisquer chances de demonstrar seu talento e rende-se a mais do mesmo, a uma regurgitação de incontáveis antagonistas que convergiram para a personalidade de Devora.

Lindas e Letais já pode ser considerado um dos piores filmes do ano por não acreditar em si mesmo e não ter a mínima ideia de qual trajeto quer seguir, preferindo atirar profusamente para todos os lados em vez de “jogar no seguro” e entregar um filme despretensioso e, eventualmente, divertido.

Lembrando que o filme está disponível no Prime Video.

Meryl Streep revela que ficou “nervosa” com repercussão das filmagens de ‘O Diabo Veste Prada 2’ em Nova York

A estrela Meryl Streep falou recentemente sobre a sequência do clássicoO Diabo Veste Prada, revelando que, apesar do sucesso estrondoso do primeiro filme, ficou impressionada com o nível de interesse do público durante as gravações da continuação.

Em entrevista ao Deadline, Streep comentou que as filmagens em Nova York geraram uma mobilização massiva de fãs ansiosos para ver o reencontro de Miranda Priestly e Andy Sachs.

“Mesmo sabendo do impacto do primeiro filme há duas décadas, acho que nenhum de nós estava preparado para a enxurrada de boa vontade e a atenção intensa que nos cercou”, afirmou a atriz. “Precisamos de barreiras policiais e controle de multidão. Ônibus de fãs apareceram e paparazzi cercaram o local, chegando a interromper as filmagens. Annie [Hathaway] manteve a calma, mas eu confesso que fiquei nervosa”.

Baseado em elementos da obra “A Vingança Veste Prada”, o novo longa reencontra Andy Sachs (Anne Hathaway) vinte anos após sua saída da revista Runway. Agora uma jornalista investigativa respeitada, Andy vê seu passado retornar quando Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.

Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela crise das mídias impressas. O embate coloca Andy novamente em contato com sua antiga mentora e com Emily (Emily Blunt), que agora ocupa uma posição de poder no mercado. Stanley Tucci também está confirmado, reprisando seu papel como o icônico Nigel.

Com direção de David Frankel e um orçamento estimado em US$ 100 milhões, a sequência explora as transformações drásticas no mundo da moda e da comunicação.

“É um filme sobre uma mulher na casa dos 40 anos fazendo as pazes com o mundo como ele é agora”, definiu o diretor.

O Diabo Veste Prada 2’ tem estreia prevista para o dia 1º de maio de 2026.

Gillian Anderson comenta possível RETORNO como a Agente Scully no reboot de ‘Arquivo X’

O aclamado diretor Ryan Coogler (‘Pecadores’, ‘Pantera Negra’) abraçou um dos projetos mais ambiciosos de sua carreira – o reboot da clássica e adorada série Arquivo X.

A nova versão traz a indicada ao Oscar Danielle Deadwyler (‘Till – A Busca por Justiça’) no papel principal, além de Jennifer Yale (‘The Copenhagen Test’) assumirá como showrunner.

A produção original focou nos Agentes Dana Scully (Gillian Anderson) e Fox Mulder (David Duchovny), ambos trabalhando na divisão paranormal do FBI e investigando ocorrências inexplicáveis no planeta. E, agora, Anderson comentou sobre o vindouro reboot de Coogler, não poupando elogios para o realizador.

“Ele é um cara muito legal e muito talentoso”, disse Anderson sobre o diretor durante a Awesome Con (via SFFGazette.com)

A atriz, também conhecida por seu trabalho em ‘Sex Education’ e ‘American Gods’, confirmou que leu o roteiro do piloto e que ele é “muito bom”. E, instigando um possível retorno como a Agente Scully, Anderson insinuou que ela e o cineasta já tiveram “algumas conversas”.

“Eu diria, tenham a mente aberta e deem uma chance porque vai ser legal para c******. É algo diferente. É diferente e especial, então deem uma chance”.

O episódio piloto, que será escrito e dirigido por Coogler, já recebeu sinal verde do Hulu.

Na trama…

“Dois agentes do FBI altamente condecorados, mas muito diferentes entre si — um deles interpretado por Deadwyler — formam um laço improvável quando são designados para uma divisão há muito desativada, dedicada a casos envolvendo fenômenos inexplicáveis.”

Anteriormente, Coogler havia revelado que a nova versão terá uma estrutura semelhante à da série original: “Pretendemos ter tanto os monstros da semana quanto a conspiração principal. Estou incrivelmente empolgado com este projeto há muito tempo e ansioso para retomar o trabalho. Se fizermos nosso trabalho corretamente, alguns desses episódios serão genuinamente aterrorizantes. Nosso objetivo é criar algo verdadeiramente extraordinário, algo que ressoe com os verdadeiros fãs de ‘Arquivo X’ e, quem sabe, conquiste uma nova legião de admiradores”.

A série original durou entre 1993 e 2002, ganhando uma breve continuação em 2016, que acabou sendo cancelada.

Ryan Gosling afirma que NÃO é responsabilidade do público manter os cinemas abertos

O astro Ryan Gosling (‘Barbie’, ‘La La Land’) comentou recentemente sobre a atual crise das bilheterias, afirmando que, embora o público seja o coração das salas de cinema, a responsabilidade de mantê-las vivas em meio à era do streaming é da própria indústria.

Conforme reportado pela Variety, o ator fez uma aparição surpresa em um cinema de Nova York na noite de estreia de seu mais novo longa, Devoradores de Estrelas (Project Hail Mary).

“Recebi o manuscrito há seis anos”, revelou Gosling. “É o projeto mais ambicioso que já fiz; parecia impossível, mas era bom demais para não tentar. Seis anos depois, conseguimos. Aqui estamos, todos de volta aos cinemas. Não é trabalho de vocês mantê-los abertos, é nosso trabalho criar coisas que façam valer a pena sair de casa”.

Hollywood tem monitorado com preocupação a saúde das salas de cinema desde a pandemia, já que a indústria ainda não retomou o pico pré-COVID de US$ 11 bilhões em bilheteria doméstica anual.

Antes de deixar a sala, Gosling empolgou os presentes: “Vocês estão prestes a viajar para outra galáxia, fazer um amigo alienígena e salvar as estrelas. Este filme é para vocês. Aproveitem a viagem!”. 

‘Devoradores de Estrelas’ se torna o longa mais BEM AVALIADO da carreira de Ryan Gosling no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Devoradores de Estrelas’ já está em cartaz nos cinemas.

A trama acompanha o professor de ciências Ryland Grace, que acorda em uma nave espacial sem memória de sua identidade ou missão. À medida que suas lembranças retornam, ele descobre que é a última esperança da humanidade para resolver o enigma de uma substância misteriosa que está apagando o Sol.

Matthew Lillard revela que acha o terror ’13 Fantasmas’ um “filme terrível”

O astro Matthew Lillard, de ‘Pânico‘ e ‘Scooby-Doo‘, disse ao programa do Kevin McCarthy que acha o terror clássico ‘13 Fantasmas‘ (2001) um “filme terrível”.

“É uma casa de vidro e um portal para o inferno… é um pouco hilário.”, ele afirmou.

Lançado em 2001, ‘13 Fantasmas‘ (Thir13en Ghosts) chegou aos cinemas cercado de expectativa por ser mais um remake produzido pela Dark Castle, estúdio criado para revitalizar clássicos do terror de William Castle. Na época, porém, a recepção da crítica foi tudo menos calorosa. Muitos veículos classificaram o longa como um espetáculo visual barulhento e vazio, criticando o roteiro confuso e a falta de desenvolvimento dos personagens. O filme acabou se tornando um daqueles casos curiosos em que a imprensa torceu o nariz, mas o público — especialmente os fãs de terror — manteve o título vivo ao longo dos anos, transformando-o em um cult inesperado.

Na bilheteria, o desempenho foi modesto, mas longe de ser um desastre. Com um orçamento estimado em cerca de 42 milhões de dólares, o longa arrecadou pouco mais de 68 milhões mundialmente. Não foi um grande sucesso, mas também não representou prejuízo para o estúdio, o que já era considerado um resultado aceitável para um terror classificado para maiores e com uma estética tão específica. O filme teve um desempenho particularmente sólido no mercado doméstico, sustentado por um público jovem atraído pela violência gráfica e pelo visual estilizado que era marca registrada do terror da virada dos anos 2000.

A história acompanha Arthur Kriticos, um viúvo que herda de seu misterioso tio uma mansão futurista feita quase inteiramente de vidro. O que parecia uma herança milagrosa rapidamente se revela um pesadelo: a casa é, na verdade, uma prisão sobrenatural que mantém 12 espíritos extremamente perigosos sob contenção. Quando os mecanismos de segurança falham, Arthur e seus filhos ficam presos no interior do local, enquanto a construção começa a se transformar em uma gigantesca máquina ocultista capaz de abrir um portal para outra dimensão. Essa mistura de casa mal-assombrada com ficção científica e ocultismo foi um dos elementos que mais dividiram opiniões na época, mas que hoje é visto como um dos grandes diferenciais do filme.

O elenco reuniu nomes conhecidos do público. Tony Shalhoub, famoso por papéis mais dramáticos e televisivos, assumiu o protagonismo como o desesperado Arthur, enquanto Matthew Lillard roubou várias cenas como o médium histérico Dennis Rafkin, em uma atuação exagerada que acabou se tornando uma das favoritas dos fãs. O elenco ainda contava com Embeth Davidtz, Shannon Elizabeth e F. Murray Abraham, que interpretou o excêntrico e manipulador Cyrus Kriticos, figura central para a mitologia sombria por trás da casa e dos fantasmas.

Apesar das críticas negativas, um dos aspectos que sempre recebeu elogios foi o visual. Cada um dos 12 fantasmas possui um design único e perturbador, com maquiagens e efeitos práticos que ainda impressionam duas décadas depois. A produção criou uma mitologia própria chamada de “Zodíaco Negro”, dando a cada espírito uma história trágica e violenta — detalhes que nem chegaram a ser totalmente explorados no filme, mas que foram revelados em materiais extras e ajudaram a expandir o interesse dos fãs pela obra.

Outro ponto curioso é que grande parte da casa foi construída de forma prática em estúdio, com painéis de vidro gravados com símbolos ocultistas e mecanismos reais que se moviam durante as filmagens. Isso deu ao filme uma aparência muito mais tangível do que outros terrores da época, que já começavam a depender excessivamente de efeitos digitais. Esse cuidado com a direção de arte é, até hoje, um dos elementos mais lembrados por quem revisita o longa.

Com o passar dos anos, ‘13 Fantasmas‘ passou por uma reavaliação silenciosa. O que antes era visto como um terror confuso e estiloso demais começou a ser apreciado por sua criatividade visual, pelo design das criaturas e pela tentativa de construir uma mitologia própria dentro de um remake. Hoje, o filme é frequentemente lembrado em listas de terrores subestimados dos anos 2000 e segue conquistando novas gerações de fãs que descobrem a produção nas plataformas de streaming ou em reprises na TV

Diretor RECUSOU sequência de ‘A Morte do Demônio: A Ascensão’ para comandar ‘Maldição da Múmia’

Em entrevista ao GamesRadar, o diretor Lee Cronin declarou ter recusado comandar uma sequência do aclamado terror ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘.

O cineasta confessou que queria apostar em algo novo e arriscado – o que o levou à reimaginação de ‘A Múmia‘, intitulada no Brasil como ‘Maldição da Múmia‘.

“Eu arrisquei não fazer uma sequência do meu último filme [‘A Morte do Demônio: A Ascensão’], porque isso seria muito fácil. Eu recusei retornar para uma sequência porque queria fazer algo diferente, e eu gosto de riscos.”

Ele completa, “Outro risco a ser considerado é que há ótimos filmes intitulados ‘A Múmia’, mas eles existem desde os anos 30. Não é apenas sobre Brendan Fraser, há 25 anos, mas há um risco porque a cultura moderna provavelmente já têm uma visão específica deste título. Talvez o reboot com o Tom Cruise não tenha sido bem recebido, apesar de eu ter gostado daquele filme, mas o risco, para mim, era quebrar essa expectativa do público.”

A nova versão será lançada nos cinemas nacionais no dia 16 de abril.

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Na trama, uma jovem reaparece de forma misteriosa para sua família após desaparecer no deserto há oito anos. No entanto, o reencontro rapidamente se transforma em um verdadeiro pesadelo, revelando que algo profundamente errado voltou junto com ela.

O elenco conta com Jack ReynorLaia CostaVeronica FalcónMay Calamawy, May ElghetyNatalie Grace, Shylo MolinaBillie Roy.

James Wan, Jason Blum e John Keville são os produtores. Michael Clear, Judson Scott e Macdara Kelleher assinam como produtores executivos. Alayna Glasthal está supervisionando o projeto pela Atomic Monster.

Lena Headey, de ‘Game of Thrones’, busca VINGANÇA no trailer do suspense ‘Ballistic’; Confira!

O thriller de ação ‘Ballistic‘, estrelado por Lena Headey (‘Game of Thrones’), ganhou o primeiro trailer.

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Chad Faust (‘A Vingadora’) é responsável pela direção e roteiro.

“Uma mãe que trabalha para uma empresa de fabricação de munição fica arrasada quando seu filho que serve no Afeganistão é assassinado. O desespero dá lugar à raiva e ao desejo de vingança quando ela descobre que foi uma bala de sua fábrica a responsável pela morte de seu filho.”

O elenco ainda conta com Hamza Haq (‘Transplante’), Amybeth McNulty (‘Stranger Things’), Jordan Kronis (‘Chucky’), Amanda Brugel (‘Jason X’) e Enrico Colantoni (‘Heróis Fora de Órbita’).

O suspense será lançado em VOD no dia 17 de abril.

Ryan Gosling estrelará novo filme dos diretores de ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’

De acordo com o Deadline, Ryan Gosling (‘Barbie’) será o protagonista do próximo filme de Daniel Kwan e Daniel Scheinert – diretores do aclamado ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘.

Ainda sem título, este será o primeiro projeto da dupla após a vencer 3 Oscars por Melhor Direção, Melhor Roteiro Original e Melhor Filme.

Detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas o site afirma que as filmagens devem começar no segundo semestre de 2026, em Los Angeles.

A notícia chega apenas alguns dias após a nova ficção científica estrelada por Gosling, ‘Devoradores de Estrelas‘ (Project Hail Mary), ter quebrado recordes e arrecadado impressionantes US$ 80.6 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

O valor representa não apenas a maior estreia doméstica do ano, como também a maior abertura da história para um filme da Amazon MGM Studios – facilmente superando ‘Creed III‘ (US$58.3M).

Além disso, esta é a segunda maior abertura da história para um filme não vinculado a uma franquia – atrás apenas de ‘Oppenheimer‘ (US$82.4M) –, e a maior estreia doméstica para o mês de março nestas mesmas condições – superando ‘Nós‘ (US$71M).

De acordo com o Deadline, o longa ainda se tornou o maior lançamento da carreira dos diretores Phil Lord e Christopher Miller, e o segundo maior lançamento da carreira do astro Ryan Gosling – atrás apenas de ‘Barbie‘ (US$162M).

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 60.4 milhões através de 82 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 140.9 milhões.

Crítica | Devoradores de Estrelas – Ryan Gosling alça voo no tocante e EMOCIONANTE drama épico sci-fi

Com 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota A do público no CinemaScore.

Devoradores de Estrelas‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

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Dirigido por Phil Lord e Christopher Miller (‘Uma Aventura LEGO’), o filme é baseado no romance homônimo de Andy Weir.

Ambientada em um futuro próximo, a trama acompanha Ryland Grace, um professor do ensino fundamental que se tornou astronauta e acorda de um coma sofrendo de amnésia. Aos poucos, ele se lembra de que foi enviado para o sistema solar Tau Ceti, a 12 anos-luz da Terra, para encontrar uma forma de reverter um evento de escurecimento solar que poderia causar a extinção da humanidade.

‘Devoradores de Estrelas’ é produzido por Amy Pascal, responsável pelos filmes do universo do ‘Homem-Aranha’, como ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ e ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’.

Aditya Sood também assina a produção ao lado de Pascal.

Xochitl Gomez enfrenta ameaça INFERNAL no trailer do terror ‘Hive’; Confira!

O terror ‘Hive‘, estrelado pela Xochitl Gomez (‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’), ganhou o primeiro trailer.

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Felipe Vargas é responsável pela direção e roteiro, baseando-se em seu próprio curta-metragem homônimo.

“Uma adolescente rigorosa e ansiosa (Gomez) perde a criança que está cuidando e precisa enfrentar uma força sinistra que se esconde à vista de todos entre as crianças no parquinho. Conforme seu mundo desmorona e sua percepção da realidade começa a se esvair, ela precisa ser mais esperta que as pessoas em um mundo onde nada é o que parece, para conseguir sair viva.”

Aaron Dominguez (‘Only Murder in the Building’) também estrela a produção. O elenco ainda conta com Zenobia Kloppers, Victoria Firsova, Tanya van Graan, Jenny le Roux e Thulani Nzonzo.

O terror será lançado pelo Tubi no dia 17 de abril.

‘Um Drink no Inferno’ – O “Pecadores” dos anos 90 completa 30 anos

Dois irmãos criminosos. Um pastor e seu filho. Um bar no meio do nada. Uma festa com música, dança e bebidas. E… vampiros! Bem, vampiros que só aparecem na segunda metade do filme. Você pode achar que eu estou descrevendo o filme indicado ao Oscar 2026 ‘Pecadores’ – que bateu o recorde de mais indicações de todos os tempos no Oscar (com 16). E não estaria de todo errado. Mas na verdade, o filme ao qual me refiro é ‘Um Drink no Inferno’, longa escrito e estrelado por Quentin Tarantino e dirigido pelo amigo Robert Rodriguez. Esse cult máximo completa nada menos que três décadas de seu lançamento em 2026. Abaixo iremos conhecer um pouco mais deste novo-clássico.

Assim como no recente ‘Pecadores’, este clássico moderno tem como protagonistas dois irmãos criminosos, mas aqui eles não são gêmeos. Seth (George Clooney) é o mais ponderado da dupla, enquanto Richard (Quentin Tarantino) é o fio desencapado, um psicopata que sempre coloca tudo a perder. A diferença é que ‘Um Drink no Inferno’ se trata de um road movie – com os irmãos em fuga pelas estradas da Califórnia até chegar na fronteira do México, onde em um bar de beira de estrada ocorrerá um encontro para os colocar em liberdade. No caminho, eles terminam fazendo uma família de refém – formada pelo patriarca, um ex-pastor (vivido por Harvey Keitel), sua filha (Juliette Lewis) e seu filho (Ernest Liu).

Como trata-se de um roteiro escrito por Tarantino, esperamos diálogos afiados sobre o universo de criminosos. Mas o que nos pega de surpresa – assim como a todos na época – é que quando a dupla e seus reféns finalmente chegam ao planejado ponto de encontro, o bar de stripper Titty Twister, ele está repleto de vampiros. As criaturas monstruosas são na realidade os funcionários do local, os músicos, os barman, os garçons e as dançarinas. Assim começa uma luta por sobrevivência.

Roteiro

O roteiro de ‘Um Drink no Inferno’ foi escrito com o costumeiro brilhantismo de Quentin Tarantino, mas existem algumas divergências sobrea a ordem cronológica de sua autoria. Algumas fontes afirmam que este foi o primeiro roteiro escrito pelo cineasta, que teria recebido US$1.5 mil pelo texto. Outra versão afirma que Tarantino escreveu a história de seu filme de vampiros após a vitória no Oscar por ‘Pulp Fiction: Tempo de Violência’, que tomou o mundo de assalto em 1994. Essa versão faz mais sentido, uma vez que o diretor já tinha alguns textos em seu currículo, vide ‘Cães de Aluguel’, ‘Amor à Queima-Roupa’ e ‘Assassinos por Natureza’.

Referências

Quentin Tarantino é um dos maiores cinéfilos que existem, e seus filmes são repletos de referências ao cinema. Em ‘Um Drink no Inferno’ não é diferente. O título do filme, por exemplo, “From Dusk till Dawn” (no original) – algo como “do anoitecer até o amanhecer” – é uma referência aos antigos drive-inns, que usavam esta frase em placas espalhadas pelo local. Acontece que era comum nos EUA os drive-inns exibirem maratonas de filmes (a maioria produções B do cinema), onde os adolescentes chegavam em seus carros e só saíam de manhã. Tudo uma desculpa para namorar.

Uma das personagens mais marcantes de ‘Um Drink no Inferno’ é a dançarina erótica interpretada pela mexicana Salma Hayek em uma participação especial. O nome de sua personagem é Satânico Pandemonium, mas por pouco não foi chamada de “Blonde Death”, ou “morte loira”. Seria interessante saber que atriz Tarantino usaria nesta outra versão. É claro que o nome mudou uma vez que o cineasta optou por usar uma atriz latina/ mexicana para a personagem. Aliás, esse nome é tirado de um filme homônimo de 1975, uma produção B mexicana, bastante sangrenta, que Tarantino conhecia da época em que trabalhou em uma locadora de vídeo.

Ambos Quentin Tarantino e o diretor Robert Rodriguez são fãs declarados de John Carpenter, diretor que marcou os anos 80 com alguns dos longas de gênero mais cult do cinema – vide ‘Halloween’, ‘O Enigma de Outro Mundo’, ‘Fuga de Nova York’ e ‘Os Aventureiros do Bairro Proibido’. Carpenter comandou também ‘Assalto à 13ª DP’ em 1976, um de seus primeiros longas, que precede inclusive ‘Halloween’. O personagem Scott, filho do pastor, usa uma camisa na qual está escrito “Precinct 13”, ou “13ª DP”, em referência a este clássico do mestre

Existe ainda uma ligação com o filme anterior de Robert Rodriguez, ‘A Balada do Pistoleiro’ (1995), espécie de remake / continuação de ‘El Mariachi’ (1992), o primeiro filme do diretor. Quentin Tarantino participa como ator em uma ponta no filme de 1995. No longa, Antonio Banderas interpreta um mariachi matador, que carrega um estojo de violão repleto de armas. E dentro dele podemos ver a infame arma que se parece com um pênis. A dupla voltaria a aproveitar a bugiganga para o personagem de Tom Savini em ‘Um Drink no Inferno’, categoricamente chamado Sex Machine.

Todas menos Madonna

Voltando a falar de Salma Hayek e sua Satânico Pandemonium, a icônica cena em que a personagem entra em cena, ela carrega no pescoço uma enorme cobra albina. Acontece que a atriz possui uma grande fobia de cobras, assim como grande parte dos seres humanos. Porém, Robert Rodriguez não podia abrir mão do réptil e queria verdadeiramente Hayek no papel. Então, ele fez o que todo realizador fazia na época: ele mentiu! Rodriguez disse que Madonna queria muito o papel (já que havia trabalhado com a cantora em ‘Grande Hotel’, 1995) e que se Hayek não fizesse, ela ficaria com a personagem. Hayek tratou de fazer terapia por dois meses para conseguir superar seu medo.

Tarantino-verso

Existe uma teoria de que todos os filmes de Quentin Tarantino fazem parte do mesmo universo e estão conectados de alguma forma. E o diretor faz questão de enfatizar isso em alguns easter-eggs de suas produções. Um exemplo disso é a marca de cigarros fictícia “Red Apple”, que só existe nos filmes do diretor. Ele fez até a logo do maço e o desenho de uma maçã com uma minhoca. A marca aparece em grande parte dos seus filmes, como Bastardos Inglórios, Os Oito Odiados e Era uma Vez em Hollywood, por exemplo.

Outro merchandising falso que vira e mexe aparece é o da hambugueria “Big Kahuna”, que fez sucesso em ‘Pulp Fiction’. Ela volta a aparecer aqui em ‘Um Drink no Inferno’, nos fazendo desejar um suculento hamburguer do local.

O comando da obra

Um Drink no Inferno’ é uma colaboração entre Quentin Tarantino e Robert Rodriguez. O primeiro escreveu, o segundo dirigiu e ambos produziram. Porém, é dito que Tarantino também iria dirigir o longa, mas terminou desistindo para se concentrar no roteiro e em sua atuação como Richard Gecko.

Ainda antes da entrada de Rodriguez, Tarantino disse que cineastas como Renny Harlin e Tony Scott haviam demonstrado interesse em comandar a obra. Scott havia dirigido outro texto de Tarantino em ‘Amor à Queima-Roupa’ (1993). Já outra versão diz que Harlin, que ficou conhecido pelos filmes de ação de sucesso ‘Duro de Matar 2’ (1990) e ‘Risco Total’ (1993), recusou a oferta por acreditar que o longa seria um filme B – e o diretor havia deixado para trás seu passado em filmes de terror, vide ‘A Hora do Pesadelo 4’ (1988).

“Eu não, mas minha mulher sim”

Reza a lenda que dentre os atores cogitados para interpretar o protagonista Seth Gecko antes da entrada de George Clooney, estava John Travolta. E aí recaímos na confusa cronologia do roteiro. Pois esta história diz que Tarantino teria oferecido o personagem para Travolta, que recusou, mas demonstrou interesse em participar de ‘Pulp Fiction’. Ou seja, segundo essa narrativa, os dois roteiros estavam rolando na mesma época, com o ator preferindo estrelar o icônico filme de gangster. E ninguém duvida que ele fez a escolha certa, afinal saiu da experiência com uma indicação ao Oscar. E convenhamos, por mais que ‘Um Drink no Inferno’ seja um cult querido, nenhum cinéfilo em sã consciência dirá que é melhor que ‘Pulp Fiction’.

Mas a história não para por aí, já que Travolta não fez o filme, mas fez a ponte para que sua esposa, a saudosa Kelly Preston, aparecesse em uma pontinha no filme de vampiros do colega. Preston faz o papel de um repórter no melhor estilo “piscou, perdeu”.

Nem tudo são flores

No fim das contas, o protagonismo do filme ficou com o então ator de TV George Clooney. Na época, Clooney era conhecido pela série ‘Plantão Médico’, que havia estreado dois anos antes, em 1994. ‘Um Drink no Inferno’ não foi o primeiro filme de George Clooney, mas marcou um divisor de águas em sua carreira, que o levou ao estrelato. Podemos dizer que Clooney só se tornou o que é hoje graças a este filme. Pelo trabalho, o ator recebeu o salário de US$250 mil. E foi graças a este terror que ele foi escolhido como o novo Batman do cinema, após o diretor Joel Schumacher assistir ao longa. E bem, o filme em questão foi o malfadado ‘Batman & Robin’ (1997). Bom, na época não tinha como saber que o blockbuster iria se tornar um dos piores da história.

Filme Oscarizado

Um Drink no Inferno’ é uma obra cult, como dito. Uma aventura repleta de ação e diversão, além de muitos sustos, é claro. Um filme assim tem como objetivo entreter, mas ‘Pecadores’ mostrou que também pode ter o prestígio do Oscar. ‘Um Drink no Inferno’ não foi indicado para nada, com conta com um verdadeiro elenco tarimbado pela Academia. São nada menos que dois vencedores do Oscar (George Clooney e Quentin Tarantino) e quatro indicados ao Oscar (Harvey Keitel, Juliette Lewis, Salma Hayek e John Hawkes – que interpreta o funcionário de um mercadinho sequestrado).

Resultado

Um Drink no Inferno’ estreou no dia 19 de janeiro de 1996 nos EUA, e ficou em primeiro lugar nas bilheterias em seu fim de semana de estreia, com US$10 milhões de abertura. O longa destronou o campeão das duas semanas anteriores, a ficção científica ’12 Macacos’, com Bruce Willis e Brad Pitt. No Brasil, ‘Um Drink no Inferno’ chegaria no dia 26 de abril do mesmo ano. Com orçamento de US$19 milhões, o filme arrecadou US$25 milhões em sua estadia nos EUA. O resultado ficou longe de ser um sucesso, mas logo depois ele seria redescoberto nas locadoras, onde atingiu seu status de cult.

Continuação

Um Drink no Inferno’ chegou a ganhar uma continuação, embora nem todos saibam. A verdade é que apenas o primeiro conta de verdade. O que acontece é que a sequência do filme é uma produção lançada direto em vídeo em 1999, numa época em que o termo “lançado direto em vídeo” era o que se imaginava dele. Ou seja, uma produção que não foi digna dos cinemas. Com Robert Patrick protagonizando, o longa ainda teve produção de Tarantino e Robert Rodriguez. Mas não apenas isso, como também teve um terceiro filme, novamente lançado direto em vídeo (no mesmo ano de 1999), com a nossa Sonia Braga no elenco. O legado da obra gerou ainda uma série de TV, que reconta a história do primeiro filme, lançada em 2014 – que durou três temporadas. Nessa nova roupagem, a sedutora Satanico Pandemonium foi interpretada por outra atriz mexicana, Eiza González, que está em todo lugar atualmente.

Por um tempo, ao que tudo indica, o plano era levar a sequência de ‘Um Drink no Inferno’ para os cinemas. Reza a lenda que Michael Hutchence, o saudoso vocalista da banda INXS, teria recebido o roteiro para estrelar a continuação do longa. É o que afirma sua agente Martha Troup, em entrevista para a revista Details em julho de 1998. Infelizmente, o cantor viria a falecer pouco tempo depois de ter recebido tal roteiro, em novembro de 1997. Ou seja, sua morte talvez tenha mudado os planos de uma sequência para o cinema.

Ator de ‘TENET’ estrelará o reboot de ‘Arquivo X’, do diretor de ‘Pecadores’

De acordo com o Deadline, Himesh Patel (‘TENET’) será o protagonista do reboot de ‘Arquivo X‘, que está sendo desenvolvido por Ryan Coogler – diretor de ‘Pecadores‘ e ‘Pantera Negra‘.

Danielle Deadwyler (‘Till – A Busca por Justiça’) também estrelará a nova versão.

A dupla interpretará dois agentes do FBI altamente condecorados, mas muito diferentes entre si, que formam um laço improvável quando são designados para uma divisão há muito desativada dedicada a casos envolvendo fenômenos inexplicáveis.

Jennifer Yale (‘The Copenhagen Test’) assumirá como showrunner.

O episódio piloto, que será escrito e dirigido por Coogler, já recebeu sinal verde do Hulu.

Anteriormente, Coogler havia revelado que a nova versão terá uma estrutura semelhante à da série original: “Pretendemos ter tanto os monstros da semana quanto a conspiração principal. Estou incrivelmente empolgado com este projeto há muito tempo e ansioso para retomar o trabalho. Se fizermos nosso trabalho corretamente, alguns desses episódios serão genuinamente aterrorizantes. Nosso objetivo é criar algo verdadeiramente extraordinário, algo que ressoe com os verdadeiros fãs de ‘Arquivo X’ e, quem sabe, conquiste uma nova legião de admiradores”.

A série original durou entre 1993 e 2002, ganhando uma breve continuação em 2016, que acabou sendo cancelada.

‘Gundam’: Atriz de ‘Heartbreak High’ se junta ao elenco do live-action da Netflix

De acordo com o Deadline, Gemma Chua-Tran (‘Heartbreak High’) foi confirmada no elenco do live-action de ‘Gundam‘, que está sendo desenvolvido pela Netflix.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram divulgados.

Ela se junta aos atores Sydney Sweeney (‘A Empregada’), Noah Centineo (‘Adão Negro’), Jason Clarke (‘O Exterminador do Futuro: Gênesis’), Shioli Kutsuna (‘Deadpool 2’) e Michael Mando (‘Spider-Man: De Volta ao Lar’), previamente anunciados.

O projeto é uma coprodução da Bandai Namco Filmworks, da Legendary e da Netflix.

Jim Mickle (‘Sweet Tooth’) fica responsável por escrever e dirigir o longa-metragem, substituindo Jordan Vogt-Roberts (‘Kong: A Ilha da Caveira’).

Mickel também entra como produtor ao lado de sua parceria Linda Moran e através de sua companhia, Nightshade.

A produção é baseada em ‘Mobile Suit Gundam‘, série animada japonesa lançada em 1979, criada por Yoshiyuki Tomino. Com o passar dos anos, a saga rendeu diversos filmes, séries, jogos e spin-offs.

Na trama original…

“Na guerra entre a Federação Terrestre e Zeon, uma jovem e inexperiente tripulação se encontra em uma nova nave espacial. Sua melhor esperança de sobreviver ao conflito é o Gundam, um robô humanoide gigante e seu talentoso piloto adolescente.”

A maioria dos Gundams são veículos humanoides grandes, bípedes, controlados de uma cabine por um piloto humano. A cabine está localizada no torso, enquanto a cabeça funciona como uma câmera para transmitir imagens de volta para o piloto. A maioria dos protagonistas da série são Newtypes, humanos geneticamente avançados adaptados para o espaço. Newtypes têm habilidades psíquicas que os permitem sentir uns aos outros através do espaço e usar roupas móveis especiais.

Oscar será transferido do Dolby Theatre para o Peacock Theater a partir de 2029

A cerimônia do Oscar passará por transformações significativas em 2029. Além de marcar a 101ª edição da premiação, o evento deixará o Dolby Theatre para ser sediado no Peacock Theater, onde permanecerá até pelo menos 2039. Outra mudança histórica será na exibição: após décadas na rede ABC, o Oscar passará a ser transmitido globalmente pelo YouTube.

Conforme reportado pela Variety, o Dolby Theatre era a casa oficial da Academia desde 2002 (com exceção de 2021, devido à pandemia). A mudança faz parte de uma nova parceria estratégica entre a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e a AEG, empresa que administra o complexo L.A. Live, onde o Peacock Theater está localizado.

Como parte do acordo, a AEG realizará melhorias abrangentes no teatro, incluindo atualizações de ponta nos sistemas de som, iluminação e palcos, além de reformar áreas de bastidores e halls de entrada. O objetivo é criar elementos de design sob medida para acomodar a magnitude da cerimônia. A praça do L.A. Live, recentemente ampliada, será o novo cenário para o icônico tapete vermelho.

“Estamos empolgados em nos associar a uma potência global como a AEG. O histórico deles na construção e operação de locais de performance tecnologicamente sofisticados é incomparável”, disseram o CEO da Academia, Bill Kramer, e a presidente da Academia, Lynette Howell Taylor. “Para o 101º Oscar e além, a Academia espera colaborar de perto com a AEG para fazer do L.A. Live o cenário perfeito para nossa celebração global do cinema, tanto para o público presente quanto para os fãs de cinema ao redor do mundo”, afirmaram o CEO da Academia, Bill Kramer, e a presidente Lynette Howell Taylor.

“Para o 101º Oscar e além, a Academia espera colaborar de perto com a AEG para fazer do L.A. Live o cenário perfeito para nossa celebração global do cinema, tanto para o público presente quanto para os fãs de cinema ao redor do mundo”, acrescentou.

Para a AEG, receber o Oscar é o ápice da missão do complexo L.A. Live.

“L.A. Live foi construído para sediar momentos que definem a cultura, e não há palco global maior do que o Oscar, disse Todd Goldstein, Diretor de Receitas da AEG. “Estamos orgulhosos de nos associar à Academia para repensar como o Oscar pode parecer e ser sentido nos próximos anos. Juntos, criaremos um ambiente que celebra a criatividade, honra a excelência e oferece uma experiência inesquecível para os fãs de cinema em todos os lugares”.

Avião cai em águas infestadas de TUBARÕES no trailer do novo terror do diretor de ‘Do Fundo do Mar’

O terror ‘Deep Water‘, próximo filme de tubarão assassino do diretor Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’), ganhou trailer completo.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de julho, pela Diamond Films.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

“Um grupo eclético de passageiros internacionais, cujo voo partiu de Los Angeles e está a caminho de Shanghai, é forçado a fazer um pouso de emergência em águas infestadas por tubarões. Logo, eles terão que trabalhar juntos para superar suas diferenças se eles quiserem escapar do avião que está lentamente afundando e dos predadores famintos atraídos pelos destroços.”

Aaron Eckhart e Ben Kingsley estrelam. O elenco ainda conta com Molly WrightAngus SampsonKelly Gale, Li WenhanNashi.

Este é o primeiro projeto de Simmons/Hamilton Prods, nova produtora criada por Gene SimmonsGary Hamilton.

Dua Lipa entra para o elenco de ‘Peaked’, novo filme da A24

A estrela pop e vencedora do Grammy, Dua Lipa, é a mais nova confirmação no elenco dePeaked, o próximo projeto da aclamada produtora A24. A cantora contracenará com a diretora Molly Gordon e a roteirista Allie Levitan, que também atuam no longa.

Detalhes sobre a personagem de Lipa ainda são mantidos em sigilo.

Conforme reportado pelo Deadline, o elenco de peso já conta com nomes como Emma Mackey, Connor Storrie, Laura Dern, Simone Ashley, Levon Hawke, Mitra Jouhari, Gabby Windey, Amy Sedaris, Owen Thiele, Jaya Harper, Emil Wakim e Alex Consani.

Embora consolidada na música, a trajetória de Dua Lipa nas telas vem crescendo gradualmente. Até o momento, suas participações no cinema incluem papéis em ‘Argylle: O Superespião’ e no fenômenoBarbie, além de performances marcantes no Saturday Night Live, onde atuou tanto como apresentadora quanto como convidada musical.

O Fim da Rua

(The End of Oak Street)

 

Elenco:

Anne Hathaway
Ewan McGregor
Christian Convery

 

Direção: David Robert Mitchell

Gênero: Ficção científica

Duração: — min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 13 de Agosto de 2026

Sinopse: 

Em O FIM DA RUA, após um misterioso evento cósmico abalar o bairro Oak Street e o transportar dos subúrbios para um lugar desconhecido, a família Platt descobre que sua sobrevivência vai depender da união entre todos para enfrentar um ambiente agora irreconhecível.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, David Robert Mitchell também assina o roteiro do longa;

» Pam Abdy e Michael De Luca, chefes da Warner Bros., também descrevem o filme como um “episódio de ‘Além da Imaginação‘;

» A equipe de Mitchell por trás das câmeras inclui o diretor de fotografia Michael Gioulakis, a designer de produção Maya Shimoguchi, o montador John Axelrad, o compositor Michael Giacchino e a figurinista Erin Benach;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Netflix aumenta os preços DE NOVO nos EUA; Saiba quanto ficou!

A Netflix aumentou os preços de seus três planos nos Estados Unidos pela segunda vez em pouco mais de um ano. Os novos preços dos planos da Netflix foram atualizados em seu site na quinta-feira.

Com o aumento de preços, o plano Padrão com anúncios da Netflix agora custará US$ 8,99/mês, um aumento de US$ 1 em relação aos US$ 7,99 anteriores. O plano Padrão (sem anúncios, visualização em até dois dispositivos simultaneamente) terá um aumento de US$ 2, passando de US$ 17,99/mês para US$ 19,99/mês. E o plano Premium (sem anúncios, streaming em até quatro dispositivos simultaneamente, Ultra HD e HDR) terá um aumento de US$ 3 — de US$ 24,99/mês para US$ 26,99/mês.

O aumento de preços demonstra que a Netflix acredita ter “poder de precificação” em relação aos concorrentes, no jargão da indústria. Embora alguns clientes possam cancelar suas assinaturas devido aos valores mais altos, a empresa — a maior provedora de streaming por assinatura do mundo, com mais de 325 milhões de clientes no final de 2025 — provavelmente calculou que o aumento da receita por assinante compensará qualquer cancelamento resultante.

Não foi revelado se o valor no Brasil também vai subir.

Netflix anuncia ‘A Estranha na Cama’, thriller NACIONAL estrelado por Paolla Oliveira, Bella Campos e Emílio Dantas

Charlize Theron luta pela sobrevivência no trailer de ‘O Jogo do Predador’, novo SUSPENSE da Netflix

Vale lembrar que a a Netflix confirmou estar US$ 2,8 bilhões mais rica após receber o pagamento referente à quebra de contrato. A Paramount Skydance oficializou a aquisição da Warner Bros. Discovery (WBD), mas o custo da transação foi além do valor bilionário da compra. Para garantir o negócio, o conglomerado precisou arcar com a multa de rescisão do acordo anterior que a Warner mantinha com a Netflix.

Em documento protocolado na Securities and Exchange Commission (SEC), a Netflix detalhou a movimentação financeira: “Em 27 de fevereiro de 2026, a WBD notificou a Netflix sobre a rescisão do acordo de fusão para firmar um novo plano com a Paramount Skydance (PSKY), referente à Proposta Superior da companhia. Simultaneamente à rescisão, a PSKY, em nome da WBD, realizou o pagamento da taxa de rescisão no valor de US$ 2,8 bilhões devida à Netflix”.

O desfecho encerra uma longa e intensa disputa judicial. Quando a Netflix parecia consolidada como a futura proprietária da Warner, a Paramount lançou uma oferta hostil e, após uma série de manobras de mercado, conseguiu adquirir o estúdio pelo valor total de US$ 110 bilhões.

O pagamento da multa bilionária foi o passo final para destravar o caminho regulatório e permitir que a Skydance assumisse o controle da gigante do entretenimento.