‘Impuros’, icônica série nacional do Disney+, divulgou a data de estreia da 6ª temporada. A produção retorna este ano, ambientada no Rio de Janeiro dos anos 1990.
A nova temporada estreia em 1º de maio de 2026 no Disney+.
“No Rio de Janeiro dos anos 1990, em um território marcado por conflitos sociais e onde a tentação do crime é constante, Evandro enfrenta as complexidades do mundo do tráfico e a relação complicada com a própria mãe”, diz a sinopse.
Além do retorno de personagens clássicos, Bruno Gagliasso se junta à produção do Disney+ na nova temporada. Ele viverá Playboy, um violento e novo líder do Comando, que se torna rival de Evandro (Raphael Logam) dentro da trama.
Agora, a sequência acaba de ser oficialmente confirmada pelo streaming.
A continuação marca o primeiro projeto do acordo exclusivo, de longo prazo, para roteiro e direção em animação.
Maggie Kang e Chris Appelhans retornam como roteiristas e diretores.
Maggie Kang: “Sinto um orgulho imenso, como cineasta coreana, pelo fato de o público querer mais dessa história coreana e dos nossos personagens coreanos. Há muito mais nesse mundo que construímos e estou empolgada para mostrar a vocês. Isso é só o começo.”
Chris Appelhans: “Esses personagens são como família para nós, o mundo deles se tornou nossa segunda casa. Estamos animados para escrever o próximo capítulo, desafiá-los e vê-los evoluir — e continuar a expandir os limites de como música, animação e narrativa podem se unir.”
Bela Bajaria, Chefe de Conteúdo Global da Netflix: “Com Guerreiras do K-Pop, Maggie e Chris não apenas alcançaram audiências, eles despertaram um fandom global que atravessou idiomas, gerações e gêneros. Estamos extremamente orgulhosos de aprofundar nossa parceria com eles e, junto com nossos parceiros da Sony Pictures Animation, construir esse universo de maneiras que vão surpreender e encantar fãs ao redor do mundo.”
Dan Lin, Chefe de Filmes da Netflix: “Maggie e Chris tiveram a coragem de dar um passo criativo ousado ao contar uma história que era profundamente pessoal e, ao mesmo tempo, quebrou barreiras culturais. Na Netflix, nosso objetivo é sempre fazer o filme favorito de alguém — e eles fizeram isso ao criar o filme mais popular da história da Netflix! Há muito mais história para contar, e mal podemos esperar para levar mais HUNTR/X para fãs em toda parte.”
Kristine Belson e Damien de Froberville, Presidentes da Sony Pictures Animation: “Defender as visões criativas ousadas dos nossos cineastas está no centro de tudo o que fazemos na Sony Pictures Animation. Maggie e Chris trouxeram perspectivas incrivelmente únicas para este filme, contando uma história que o público abraçou ao redor do mundo. Estamos empolgados em trabalhar com eles para expandir essa visão nesse próximo capítulo.”
Vale lembrar que ‘Guerreiras do K-Pop 2’ pode estrear apenas em 2029, indicando que o público ainda terá que esperar alguns anos pelo retorno das personagens.
Além do sucesso de público, o longa também conquistou reconhecimento da crítica e foi indicado ao Oscar nas categorias de Melhor Animação e Melhor Canção Original, com a música “Golden”, consolidando-se como um dos grandes destaques da temporada.
No longa, quando não estão lotando estádios, as estrelas do K-pop Rumi, Mira e Zoey usam seus poderes secretos para proteger os fãs contra ameaças sobrenaturais.
Além de se tornar um fenômeno no serviço de streaming, o longa alcançou 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, além de ter arrecadado quase US$ 25 milhões nas bilheterias norte-americanas.
Contando com seis episódios, o ciclo de estreia traz Michelle Pfeiffer e Kurt Russell no elenco protagonista e explora “o luto e a conexão humana que acompanha uma família de Nova York no vale do rio Madison, no centro de Montana”.
A Apple TV+ divulgou o trailer dublado de ‘Margo Está em Apuros‘ (Margo’s Got Money Troubles), série estrelada pela Elle Fanning (‘Predador: Terras Selvagens’).
Na trama, Fanning estrela como Margo Millet, filha de uma garçonete do Hooters (Michelle Pfeiffer) e de um ex-lutador profissional, que sempre soube que teria que sobreviver sozinha. Então, ela se matricula na faculdade local, embora não consiga imaginar como conseguirá ganhar a vida. Ela ainda está descobrindo as coisas e nunca planejou ter um caso com seu professor de inglês – e embora o caso seja breve, não é breve o suficiente para impedi-la de engravidar. Apesar dos conselhos de todos, ela decide ficar com o bebê, principalmente por ingenuidade e anseio por algo maior.
Agora, aos vinte anos, Margo está sozinha com um filho, desempregada e à beira do despejo. Ela precisa de uma grande quantidade de dinheiro – e rápido. Quando seu pai distante, Jinx (Nick Offerman), aparece em sua porta e pede para morar com ela, ela concorda em troca de ajuda para cuidar dos filhos. Então Margo começa a traçar um plano: ela iniciará um OnlyFans como um experimento e logo se verá adaptando alguns dos conselhos de Jinx do mundo da luta livre. Será esta a resposta para todos os problemas de Margo ou a fama na Internet tem um preço muito alto?
O atorMickey Rourke, estrela do filme ‘O Lutador’, manifestou-se recentemente sobre sua expulsão de um apartamento em Los Angeles por falta de pagamento. Após o despejo, o artista explicou que a interrupção dos repasses do aluguel foi motivada por uma grave infestação de ratos e pela precariedade do imóvel.
Em entrevista ao portal TMZ, Rourke afirmou que a decisão não foi tomada de forma leviana.
“A razão pela qual parei de pagar o aluguel foi porque as condições de vida no apartamento se tornaram inaceitáveis”, declarou o ator, acrescentando que problemas sérios persistiram por meses, apesar de seus esforços para que fossem solucionados pela administração.
Ele continuou: “Havia problemas contínuos com roedores que exigiam várias visitas, mas nunca foram completamente resolvidos, e o banheiro e a parte hidráulica frequentemente não funcionavam”.
Mickey explicou que fez pedidos repetidos de reparos, mas os problemas persistiram e a manutenção básica nunca foi realizada adequadamente.
Apesar das alegações do ator, documentos judiciais obtidos pelo TMZ revelam que um juiz deu ganho de causa ao proprietário, ordenando a desocupação oficial do imóvel, embora Rourke já tivesse saído voluntariamente.
O ator ainda disse: “Deixar de pagar o aluguel não foi uma decisão que tomei levianamente. Eu simplesmente não podia continuar pagando por um apartamento em condições tão ruins depois de tantas tentativas de corrigir esses problemas”.
Timpano interpretará Jamie, o irmão mais novo de Malcolm, enquanto Murrae dará vida a Kelly, outro irmão. Karsten interpretará Leah, a filha de Malcolm.
A nova versão será supervisionada pelo criador original da série, Linwood Boomer.
De acordo com a sinopse oficial, “Malcolm (Muniz) e sua filha se veem envolvidos no caos da família quando Hal (Cranston) e Lois (Kaczmarek) exigem sua presença para a festa de 40 anos de casamento deles”.
A série original teve sete temporadas e 151 episódios, de 2000 a 2006, e está disponível no Disney+.
O fenômeno mundial ‘Uma Família da Pesada’ (Family Guy) ganhará um novo derivado focado no bebê gênio e vilão favorito do público, Stewie Griffin. Segundo o Deadline, a nova animação será ambientada em um universo próprio, garantindo que as aventuras não interfiram na linha do tempo principal da série original.
Na nova série, após ser expulso de sua antiga escola, Stewie é matriculado em uma instituição de nível duvidoso. Lá, ele convive com crianças desconhecidas e uma tartaruga de 75 anos com teorias da conspiração sobre absolutamente tudo. Para escapar do tédio e da miséria do novo ambiente, Stewie decide usar sua coleção de dispositivos tecnológicos para levar seus novos colegas em aventuras insanas através do tempo e do espaço.
O projeto é uma criação de Seth MacFarlane, que continuará dublando o protagonista, em parceria com o roteirista veteranoKirker Butler, que atuará como showrunner.
O projeto é uma encomenda conjunta da Fox e do Hulu, com estreia prevista para a temporada 2027–2028 e lançamento internacional garantido pelo Disney+. O pedido inicial de duas temporadas alinha a nova animação ao catálogo de sucessos da 20th Television Animation, como ‘Os Simpsons’ e ‘American Dad!’, cujos contratos foram recentemente estendidos até 2029.
Fiel ao seu humor ácido, Seth MacFarlane comentou o anúncio: “Gostaria de agradecer à Fox por esta oportunidade incrível e estou animado para começar a fingir que estou colaborando de perto com eles na série”.
Já Kirker Butler brincou sobre a longa parceria com o criador: “Conheço Seth há mais de duas décadas e espero que este seja o momento em que ele finalmente aprenda meu nome”.
O astro brasileiro Wagner Moura continua consolidando seu prestígio internacional. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou que o ator será um dos apresentadores da 98ª edição do Oscar, que acontece neste domingo (15), em Hollywood.
Moura integra a seleta lista de artistas convidados para subir ao palco e anunciar os vencedores da noite. Embora a Academia ainda não tenha revelado qual categoria será entregue pelo brasileiro, ele dividirá o palco com grandes nomes de Hollywood, como Nicole Kidman, Pedro Pascal, Rose Byrne, Ewan McGregor e Jimmy Kimmel.
Esta será apenas a segunda vez na história que um artista brasileiro apresenta uma categoria na premiação. O precedente foi aberto em 1987, quando Sônia Braga apresentou o Oscar de Melhor Curta-Metragem em Live Action.
No entanto, o protagonismo de Wagner Moura em 2026 vai além: ele também concorre à estatueta de Melhor Ator por sua atuação em ‘O Agente Secreto’. O filme, um marco para a produção nacional, ainda disputa as categorias de Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Elenco.
A apresentação do evento ficará a cargo do humorista Conan O’Brien, que assume o comando da festa pelo segundo ano consecutivo.
No Brasil, a cerimônia será transmitida ao vivo pela Rede Globo neste domingo, 15 de março, a partir das 21h (horário de Brasília), logo após o Fantástico. A cobertura na TV aberta será comandada por Maria Beltrão, com os comentários especializados deWaldemar Dalenogare e a participação da atriz Dira Paes.
As polêmicas em torno de Timothée Chalamet continuam repercutindo. Desta vez, a lenda da ópera Andrea Bocelli manifestou-se sobre as recentes declarações do ator, que sugeriu que o balé e a ópera seriam formas de arte sem apelo popular na atualidade.
Conforme relatado pelo Deadline, Bocelli comentou a controvérsia com serenidade, defendendo a relevância do gênero clássico: “Acredito que muitas vezes tendemos a manter distância daquilo que ainda não conhecemos verdadeiramente. A ópera e o balé são formas de arte que atravessaram séculos e continuam falando ao coração humano, pois respondem a uma necessidade profunda de beleza, verdade e emoção. Não são artes do passado, mas linguagens vivas que ainda nos emocionam e unem gerações”.
O tenor, que também possui indicações ao Oscar, adotou um tom conciliador e fez um convite direto ao jovem astro: “Estou convencido de que um intérprete sensível como Timothée, que entende o poder das emoções, pode um dia descobrir que a ópera e a dança vêm dessa mesma fonte. Se ele tiver curiosidade, ficarei feliz em recebê-lo em um dos meus concertos.”
A controvérsia teve origem durante um evento de perguntas e respostas (town hall) ao lado de Matthew McConaughey. Na ocasião, Chalamet questionou o esforço do setor erudito para permanecer relevante, afirmando:
“Não quero trabalhar com balé ou ópera, ou coisas em que a mentalidade é: ‘Ei, vamos manter isso vivo’, quando, na verdade, ninguém mais se importa. Com todo respeito às pessoas do balé e da ópera”, declarou o ator, sob risos de McConaughey e da plateia.
Ao notar a repercussão negativa imediata, o protagonista de ‘Duna’ tentou minimizar a situação com ironia, afirmando que as críticas o teriam feito perder apenas “14 centavos de audiência”.
De acordo com o Deadline, Hamish Linklater (‘Missa da Meia-Noite’) foi escalado para a 2ª temporada de ‘Ballard’, série derivada de ‘Bosch’.
O astro interpretará Chris Alexander, uma figura ambiciosa e magnética cuja sinceridade juvenil e intelecto aguçado o tornam imediatamente cativante. Por trás de sua aparência carismática, esconde-se uma mente calculista e um forte desejo de controle, o que o torna uma presença formidável nesta temporada.
Linklater se junta aos previamente confirmados Rosanna Arquette (‘Pulp Fiction’), que será Jenny, mãe distante da Renée Ballard (Maggie Q), e Benjamin Bratt (‘A Mãe da Noiva’).
Sem data de estreia, o próximo ciclo deve estrear ainda em 2026.
A trama acompanha a Detetive Renée Ballard, que tem a missão de comandar a divisão de casos arquivados do Departamento de Polícia de Los Angeles – uma unidade com pouco investimento, formada apenas por voluntários e com o maior número de casos da cidade. Ballard aborda os arquivos com empatia e determinação. Quando ela descobre uma conspiração maior durante as investigações, ela contará com a ajuda de seu aliado aposentado, Harry Bosch, para navegar pelos perigos que ameaçam sua unidade e sua vida.
Lynch dá vida a Thomas Laffont, um policial aposentado que volta à ativa para ajudar Ballard a supervisionar o departamento. Taylor, por sua vez, interpreta Samira Parker (um dos membros da equipe de Ballard).
Finneas O’Connell comporá a trilha sonora da segunda temporada da série antológica ‘Treta’, da parceria entre a Netflix e a A24 (via Deadline).
O musicista, duas vezes vencedor do Oscar e onze vezes vencedor do Grammy, revela que dedicou grande parte do último ano ao trabalho na série.
“Passei os últimos doze meses imerso no universo de ‘Treta’. Todos os oito episódios estreiam em 16 de abril, com músicas originais de minha autoria. Sou muito grato a Sonny por me convidar para participar e muito grato pelas performances incríveis de todo o elenco; provavelmente assisti a cada cena 100 vezes enquanto compunha a trilha sonora, e senti a mesma coisa todas as vezes. Sou um verdadeiro fã da série e me sinto muito honrado e orgulhoso de fazer parte dela”, disse ele.
O criador, showrunner, roteirista, diretor e produtor executivo Lee Sung Jin rasgou elogios sobre O’Connell, afirmando: “Finneas é a mente brilhante por trás da maior parte da música que embalou minha vida pessoal na última década, então é uma honra absoluta colaborar com ele na nova temporada. Ele tem uma incrível capacidade de fazer com que as emoções mais sombrias soem tão dolorosamente belas, e mal posso esperar para que todos ouçam o que ele preparou”.
Desta vez, a história deixa de lado o incidente de trânsito da primeira fase para mergulhar no mundo elitista de um clube de campo. A trama acompanha um jovem casal, interpretado por Charles Melton (‘Segredos de um Escândalo’) e Cailee Spaeny (‘Alien: Romulus’), que presencia e grava uma briga alarmante entre seu chefe e a esposa dele.
Esse evento desencadeia uma teia perigosa de chantagens, favores e coerção, envolvendo inclusive uma bilionária coreana, proprietária do exclusivo estabelecimento.
O projeto ‘Desert Warrior’ começou a ser desenvolvido em 2021 como uma das grandes promessas do cenário cinematográfico contemporâneo – e, agora, o filme finalmente ganhou seu trailer oficial e data de estreia no circuito norte-americano.
Contando com Anthony Mackie (‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’) e o vencedor do Oscar Ben Kingsley, o épico histórico de US$150 milhões apresenta uma visão do antigo mundo árabe a uma geração de realizadores locais – que teriam outras fontes de inspiração além da indústria hollywoodiana.
A trama gira em torno de uma batalha pré-islâmica entre tribos árabes e o Império persa-sassânida no que hoje é o sul do Iraque. O enredo acompanha a princesa árabe Hind (Aiysha Hart), que se recusa a se tornar a concubina do vilanesco imperador Kisra (Kingsley). Depois de escapar para o deserto implacável, Hind confia no misterioso Bandido (Mackie) enquanto reúne tribos rebeldes para enfrentar o enorme exército de Kisra.
Confira:
O filme estreia nos Estados Unidos em 24 de abril, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.
Rupert Wyatt, conhecido por seu trabalho na recente franquia ‘Planeta dos Macacos’, assume a cadeira de direção.
CONHEÇA A COMPLEXA HISTÓRIA DE BASTIDORES DO LONGA
Em fevereiro de 2023, a executiva Christina Wayne, da Amazon Studios, havia sido escalada para supervisionar uma das unidades de produção de ‘Desert Warrior’. Sendo escalada um ano depois das filmagens, Wayne aproveitou o embalo para chamar Alexandra Milchan (‘TÁR’) para ajudá-la na tarefa. Completando o time, estavam o CEO da MBC, Sam Barnett; o presidente da MBC, sheikWaleed al-Ibrahim; e o gerente sênior Ali Jaafar (todos envolvidos nos processos criativos e nas decisões finais).
Meses depois, a MBC queria que Wyatt reduzisse o longo tempo do filme (155 minutos) em 20%, para cumprir obrigações contratuais. Desavenças acerca do tom da narrativa também eram constantes, segundo fontes. Wyatt, inclusive, tinha planos de entregar um filme autoral e cheio de nuances, enquanto os executivos da MBC almejavam a uma obra mais semelhante a ‘Coração Valente’ (1995). De acordo com o Deadline, todas as partes envolvidas “as melhores intenções” para o projeto.
Em julho de 2023, uma versão inacabada de ‘Desert Warrior’ passou por uma exibição-teste em Las Vegas. Os responsáveis pela pesquisa de recepção afirmaram que o filme despertou o interesse de apenas 25% dos entrevistados. Os espectadores disseram que o filme se arrastava inúmeras vezes, o ritmo era incômodo e que alguns não conseguiram compreender as motivações dos protagonistas – isso mesmo depois de Wyatt ter rodado cenas extras que explicassem o arco do personagem de Mackie.
“A confusão era grande, não apenas no início, mas mais adiante no filme, esvaziando as respostas gerais à história e a aceitação dos personagens principais”, afirmara a pesquisa, à época.
Os membros da MBC minimizaram os testes como sendo uma ferramenta de rotina para abordar o ritmo e a clareza da narrativa. Fontes próximas ao filme também apontaram que muitos sucessos de bilheteria não tinham repercussão significativa no público nas primeiras pesquisas.
No entanto, o pífio resultado levou alguns a questionar se haveria apetite por uma interpretação ocidental de uma história árabe. O elenco principal apresentava poucos atores árabes, enquanto os membros da equipe afirmaram que o diálogo tinha um estilo quase shakespeariano. A precisão histórica do filme foi discutida entre os executivos da MBC, enquanto os choques culturais ficavam evidentes em alguns momentos.
Wyatt comentou que a versão de ‘Desert Warrior’ exibida no teste em questão não era a sua versão, visto que a MBC havia mudado o corte após sua saída do projeto em abril de 2023; outros afirmaram que quaisquer edições para a exibição foram mínimos. De qualquer forma, Kelley Dixon (‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’) foi impulsionada a reeditar o filme.
Segundo o Deadline, a Netflix e a Alloy Entertainment escalaram seis novos membros ao elenco da comédia romântica natalina ‘In a Holidaze’.
Andrea Anders (‘Ted Lasso’), Gil Bellows (‘Patriot’), Patton Oswalt (‘Ratatouille’), Jackie Sandler (‘Você Não Tá Convidada pro Meu Bat Mitzvá!’), Luke Roessler (‘Cortina de Fumaça’) e Meredith Salenger (‘Star Wars: Lendas do Império’) farão parte do longa.
Em ‘In a Holidaze’, acompanhamos uma jovem de vinte e poucos anos sem rumo que, após cometer um erro amoroso de proporções épicas, se vê presa em um loop temporal de Natal, forçada a reviver o mesmo Natal na cabana de sua família até descobrir o que realmente a faz feliz.
Tiffany Paulsen (‘As Quatro Estações do Amor’) entra como diretora e roteirista. O projeto é baseado no romance homônimo de Christina Lauren.
Em uma declaração oficial, Paulsen disse: “desde o dia em que terminei o livro, eu sabia que este projeto seria algo verdadeiramente especial. Estou extremamente empolgada com este elenco incrível e mal posso esperar para dar vida a ele!”.
A 98ª edição do Oscar acontece neste próximo domingo, 15 de março – e a seleção de indicados para este ano trouxe títulos bem fortes.
Dentre os principais filmes relembrados na cerimônia, tivemos o terror de vampiros ‘Pecadores’, dirigido por Ryan Coogler e estrelado por Michael B. Jordan; o thriller nacional ‘O Agente Secreto’, guiado por uma performance arrebatadora de Wagner Moura; o drama de época ‘Hamnet’, que explorou a vida de William Shakespeare em uma densa e emocionante história; e a tragicomédia ácida ‘Uma Batalha Após a Outra’, comandada pelo prestigiado Paul Thomas Anderson.
E, considerando que estamos a poucos dias do evento, está na hora de relembrar os indicados aos prêmios da Academia. Para tanto, montamos uma lista ranqueando os longas-metragens indicados à categoria de Melhor Filme.
O anúncio de ‘F1’ dentre os indicados a Melhor Filme veio com grande surpresa por basicamente todo mundo – mas acompanha uma tendência recente da Academia em celebrar blockbusters de gêneros variados, como aconteceu com ‘Avatar: O Caminho da Água’ e ‘Top Gun: Maverick’. De fato, o longa de Joseph Kosinski acerta em cheio ao construir uma experiência de ação envolvente que nos arremessa às pistas de automobilismo e que conta com um sólido trabalho do elenco – mas sua presença nesta categoria é um tanto quanto controversa.
Em ‘Sonhos de Trem’, Clint Bentley nos convida a acompanhar a jornada de Robert Grainer, um homem comum que trabalhava como diarista. Em meio ao luto pela perda da família, Grainer precisa se adaptar à vida no Oeste Americano no início do século XX. A releitura cinematográfica do romance homônimo de Denis Johnson é uma análise da efemeridade do agora sob a perspectiva de um comovente e tocante drama interpessoal que ganha profundas camadas psicológicas e emocionais através de Joel Edgerton e Felicity Jones. E, para completar o time, o brasileiro Adolpho Veloso assina uma evocativa e melancólica fotografia que o transformou no favorito para conquistar a estatueta do Oscar.
‘Frankenstein’ é uma das histórias mais conhecidas de todos os tempos e, mais de dois séculos depois de sua publicação pelas mãos da genial Mary Shelley, serve como molde para produções de terror e de ficção científica em diferentes mídias. E, realizando um antigo sonho, Guillermo Del Toro voltou a nos encantar com uma adaptação operística do clássico gótico, escalando Oscar Isaac e Mia Goth para uma jornada perigosa e instigante – e encontrando em Jacob Elordi uma das melhores incursões como o icônico monstro (motivo pelo qual recebeu uma merecida indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante).
Quando pensamos em Yorgos Lanthimos, pensamos em excentricidade – e isso fica, filme a filme, mais claro. Desde a obra-prima ‘Pobres Criaturas’, Lanthimos vem retomando sua parceria com a vencedora do OscarEmma Stone e, ainda trazendo Jesse Plemons em um dos melhores papéis da carreira, traçou ácidos comentários sobre a estupidez humana ao unir drama, comédia e suspense sob o espectro inexplicável de ‘Bugonia’ – que mergulha nas infundadas teorias da conspiração para delinear uma narrativa excepcional e anticlimática na medida certa.
Quatro anos depois de ter nos arrebatado com uma obra-prima cinematográfica, Joachim Trier retornou com um projeto igualmente impecável, que navega por um realismo poético de tirar o fôlego. O dilacerante drama ‘Valor Sentimental’ – talvez o rival mais forte de ‘O Agente Secreto’ na corrida pela estatueta de Melhor Filme Internacional – transforma arquétipos cotidianas em estudos criativos e filosóficos que merecem ser apreciados em sua completude. Facilmente um dos melhores títulos do gênero dos últimos anos, Trier se alia a Renate Reinsve, Stellan Skarsgard, Elle Fanning e Inga Ibsdotter Lilleaas em ponto de encontro entre o particular e o universal.
Em ‘Marty Supreme’, Timothée Chalamet continua a explorar uma versatilidade artística invejável ao interpretar o tenista de mesa Marty Mauser, em uma espécie de cinebiografia às avessas mergulhada em uma frenética e incansável estrutura fílmica. Comandado por Josh Safdie, o longa é um dos melhores da década e carrega elementos tão propositalmente exagerados quanto os vistos em ‘Joias Brutas’ (codirigido por Josh e pelo irmão, Benny Safdie), preocupando-se em criar um universo idiossincrático e movido por explorações sobre a pequenez do ser humano e o caráter falho de um indivíduo sedento pelo estrelato e pela validação.
Já ficou muito claro que Chloé Zhao tem uma visão bastante particular acerca do mundo e das histórias que o compõe – tendo feito isso com o vencedor do Oscar‘Nomadland’ e o subestimado ‘Eternos’, da Marvel Studios. Em ‘Hamnet’, drama centrado no lendário dramaturgo William Shakespeare e em sua família, a realizadora delineia um profundo estudo humano e de personagens que nos comove do começo ao fim em uma epopeia dramática de tirar o fôlego – e que conta com rendições primorosas de Jessie Buckley e Paul Mescal.
3. UMA BATALHA APÓS A OUTRA
Paul Thomas Anderson é um dos autores mais prestigiados do cinema contemporâneo e a mente responsável por títulos como ‘Boogie Nights’, ‘Magnólia’ e ‘Trama Fantasma’. Com ‘Uma Batalha Após a Outra’, Anderson se aliou ao talento nato de Leonardo DiCaprio, Chase Infiniti, Teyana Taylor e vários outros para reafirmar seu inquestionável status no escopo do entretenimento, arquitetando um espetáculo visual, narrativo e performático que encontra sucesso em cada um de seus detalhes e se sagra como um triunfo da sétima arte.
Um ano depois de termos feito história com ‘Ainda Estou Aqui’, o Brasil retorna para mais uma temporada de premiações regada a ovações e a um merecido reconhecimento. E o título da vez foi o impecável ‘O Agente Secreto’, que trouxe o melhor do diretor Kleber Mendonça Filho e do astro Wagner Moura às telonas. Disputando nada menos que quatro estatuetas do maior evento da sétima arte, o filme é um fabuloso thriller nacional que tem como escopo a Ditadura Militar que manchou a história do nosso país – e que nos engolfa em uma épica jornada de expressivas duas horas e meia.
Ryan Coogler ganhou destaque imensurável após comandar o aclamado indicado ao Oscar‘Pantera Negra’ para a Marvel Studios. E, no ano passado, o realizador encabeçou um dos melhores filmes de terror da década: o potente e impactante ‘Pecadores’. Estrelado por Michael B. Jordan no melhor papel de sua carreira (e em dose dupla!), a produção não apenas se apropria da mitologia fantasiosa dos vampiros para remodelar os tropos em críticas incursões sociais, como discorre sobre o dêitico poder da música – trazendo ainda nomes como Miles Catton, Wunmi Mosaku, Delroy Lindo e Hailee Steinfeld para uma narrativa irretocável e memorável.
Em contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2026, a Netflixanunciou o lançamento de três produções documentais brasileiras dedicadas ao futebol. Segundo informações do Deadline, o pacote inclui as obras ‘Ronaldinho: The One and Only’, ‘USA 94: Brazil’s Return to Glory’ e ‘The Root of the Game’.
‘Ronaldinho: The One and Only’
A maratona começa em 16 de abril com a estreia de ‘Ronaldinho: The One and Only’ (Ronaldinho: O Único – tradução livre). Dividida em três partes, a série documental sobre Ronaldinho Gaúcho mescla imagens de arquivo inéditas com acesso exclusivo à vida atual do astro. A produção, assinada pela Canal Azul e Trailer Films, narra a ascensão do garoto de Porto Alegre que conquistou o mundo, venceu a Ballon d’Or e se tornou uma das maiores lendas da história do FC Barcelona.
‘USA 94: Brazil’s Return to Glory’
No mês seguinte, em 7 de maio, estreia ‘USA 94: Brazil’s Return to Glory’ (EUA 94: O Retorno do Brasil à Glória – tradução livre). Com direção deLuis Ara e produção da Trailer Films, o documentário detalha a conquista do tetracampeonato mundial da Seleção Brasileira. O diferencial da obra são os depoimentos de jogadores e rivais da época, além de imagens de bastidores gravadas pelos próprios atletas durante o torneio, revelando a intimidade da equipe que recolocou o Brasil na elite do futebol após um longo jejum.
‘The Root of the Game’
Encerrando o ciclo em 8 de junho, ‘The Root of the Game’ (A Raiz do Jogo – tradução livre) mergulha no universo do futebol de várzea. Ambientada na Super Copa Pioneer, o maior e mais prestigiado torneio amador de São Paulo, a série, produzida pela Ginga Pictures e R21 com direção de Alec Cutter, oferece acesso inédito aos bastidores da competição, acompanhando atletas e treinadores que veem no esporte a chance de transformar suas vidas.
Sobre as estreias, Elisa Chalfon, chefe de produções de não ficção da Netflix Brasil, destacou a importância cultural dessas narrativas: “Este esporte cria uma conexão única com o público. São histórias que nascem nas ruas, nos bairros e dentro das famílias, atravessando gerações e reforçando um sentimento de orgulho. Este é um pilar importante para a Netflix: continuamos comprometidos em investir em produções originais que cativem tanto os fãs fervorosos quanto os novos espectadores”.
A Netflix anunciou recentemente a produção de uma nova série sobre a icônica artista mexicana Frida Kahlo e seu marido, o também artista Diego Rivera. Conforme anunciado pelo Deadline, o drama explorará como o amor do casal, suas traições e o trabalho artístico de ambos foram profundamente moldados pelo clima político e social da época.
A direção será dividida entre Patricia Riggen e Gabriel Ripstein, enquanto a produção ficará a cargo de Mónica Lozano, da Alebrije Producciones.
A obra é uma adaptação do livro da romancista francesa Claire Berest sobre Kahlo, acompanhando sua trajetória pessoal e sua complexa relação com Rivera. María Renée Prudencio assume o posto de roteirista-chefe da produção, que ainda não tem título oficial ou cronograma definido, encontrando-se atualmente em fase de desenvolvimento.
“Conta a história de uma mulher que se recusa a ser apenas uma musa e decide contar sua própria versão da dor, e de um homem que tenta sustentar seu gênio criativo apesar de suas contradições, mostrando como o relacionamento deles se tornou uma força motriz, um campo de batalha e um espetáculo público. A série é a história de uma bomba envolta em seda; uma bomba que são os dois, que é o México e que é, inevitavelmente, o mundo inteiro”, diz a sinopse.
Sobre a proposta, Carolina Leconte, vice-presidente de conteúdo da Netflix no México, afirmou que o projeto é uma abordagem ousada que visa revelar a intimidade de figuras cujas histórias reais muitas vezes acabam obscurecidas pelo mito.
“É uma proposta ousada que nos leva aos espaços mais íntimos de duas figuras que sentimos já terem sido esgotadas pelo mito, mas cuja verdadeira história ainda não tivemos coragem de encarar diretamente”, afirma.
A produção marcará a reunião entre o cineasta e o roteirista David Koepp (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’).
O tópico de alienígenas não é desconhecido para Spielberg, que já comandou clássicos como ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau‘ (1977) e ‘E.T. O Extraterrestre‘ (1982). Recentemente, Spielberg produziu o documentário ‘Encontros Extraterrestres‘ para a Netflix, que explora histórias reais de contatos humanos com fenômenos de outro mundo.
A infância raramente foi retratada com tanta delicadeza no cinema de animação quanto em A Pequena Amélie(Amélie et la Métaphysique des tubes). Depois de uma trajetória promissora no circuito internacional, o filme finalmente chega aos cinemas brasileiros. Lançado no Festival de Cannesno ano passado, vencedor do prêmio do público em Annecy e indicado ao Oscar de Melhor Animação, o filme dirigido por Maïlys Valladee Liane-Cho Han é um daqueles raros projetos que parecem pequenos na concepção, mas são grandes na sensibilidade.
Baseado na novela autobiográfica Metafísica dos Tubos(2000), da escritora belga Amélie Nothomb, o filme acompanha uma versão ficcionalizada da autora quando ainda era uma criança de três anos vivendo em Kobe, no Japão, no final dos anos 1960. Até essa idade, Amélie vivia em um estado quase vegetativo, alheia ao mundo ao redor. Quando finalmente desperta para a realidade, ela passa a encarar a própria consciência com uma mistura de descoberta, estranhamento e certa arrogância infantil.
É nesse instante que surge uma das ideias mais bonitas da narrativa: quando Amélie domina a fala e percebe seu próprio poder de observar e nomear o mundo, ela chega a se definir como uma espécie de “deus”. Não por soberba, mas pela lógica de quem acredita que o universo nasce da própria percepção; ideia que o roteiro abraça com rara delicadeza
O enredo constrói então um retrato muito sensível da infância: frágil, confusa e ao mesmo tempo intensamente poderosa. A pequena Amélie, inicialmente quase selvagem e incompreendida pelos pais e irmãos, encontra laços inesperados com duas figuras fundamentais: a avó Claude, cuja presença desperta nela uma ternura imediata (e que a conquista com um simples pedaço de chocolate branco belga), e a babá japonesa Nishio-san, com quem desenvolve um vínculo profundo e afetuoso.
Essas relações são tratadas com um cuidado emocional raramente visto em animações voltadas ao público familiar. Não há grandes aventuras ou vilões caricatos. O conflito surge em detalhes do cotidiano, em pequenas tensões culturais e históricas, como a antipatia silenciosa da proprietária da casa, que ainda carrega ressentimentos dos bombardeios da Segunda Guerra Mundial contra estrangeiros ocidentais.
Com 77 minutos enxutos, A Pequena Amélie é um pequeno esbanjo de encanto visual. A animação mistura traços europeus com influências japonesas de maneira muito natural, criando imagens coloridas, delicadas e cheias de personalidade. Os cenários da casa e do jardim em Kobe parecem quase memórias pintadas à mão, reforçando a sensação de que estamos vendo o mundo através da lembrança de uma criança.
Há algo profundamente tocante na forma como o filme olha para os primeiros anos da vida: aquele período em que tudo parece absoluto, desde as descobertas e afetos até as despedidas. A sequência final, em que Amélie revisita em memória versões ligeiramente mais jovens de si mesma em diferentes momentos da casa e do jardim, sintetiza bem essa ideia de infância como um território quase mítico carregado para sempre conosco.
Se não fosse o fenômeno popular de Guerreiras do K-POP, A Pequena Amélie seria a escolha certa para a estatueta deste ano, por seu impacto profundo dentro da simplicidade, algo que remete a Flow, de Gints Zilbalodis. Ainda assim, pela delicadeza de sua história e pela beleza de seus traços, é exatamente o tipo de filme que lembra que a verdadeira magia da animação está em ampliar as possibilidades do mundo que já habitamos.
Distribuído pela Mare/Alpha Filmes, A pequena Amélieestreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, dia 12 de março.
A Saga do Multiverso do Universo Cinemático Marvelcaminha para o seu encerramento com os vindouros ‘Vingadores: Doutor Destino’ e ‘Vingadores: Guerras Secretas’ – e, por enquanto, o próximo capítulo do panteão super-heroico segue sob segredo.
Rumores indicam que a Marvel Studios têm planos para um leve reboot na franquia, a fim de colocar os Vingadores, o Quarteto Fantástico, os X-Men e tantos outros personagens na mesma realidade – e já sabemos que Ryan Coogler e Jake Schreier estão dando os primeiros passos para a nova fase.
Enquanto mais detalhes não são divulgados, um novo boato aponta que um conhecido e prestigiado realizador deve integrar a família Marvel na próxima saga.
Willimon ganhou reconhecimento e aclame por seu trabalho no drama político ‘House of Cards’, trabalhando como showrunner, e encontrou ainda mais sucesso com a premiada série ‘Andor’, da saga ‘Star Wars’. Como se não bastasse, ele assinou contrato com a Warner Bros. para assinar um longa-metragem do universo ‘Game of Thrones’, centrado no primeiro Senhor dos Sete Reinos e Rei do Trono de Ferro, Aegon I Targaryen.
Como nada foi oficialmente confirmado, trate as informações com rumores.