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‘Bosch: Start of Watch’: Pré-sequência de ‘Bosch’ escala TRÊS novos membros ao elenco

De acordo com o Deadline, a MGM+ escalou três novos atores ao elenco de ‘Bosch: Start of Watch‘, série derivada de Bosch.

Azita Ghanizada (‘Suits L.A.’), William Fichtner (‘Armageddon’) e Kathleen Wilhoite (‘Matador de Aluguel’) foram contratados para o spin-off.

Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

O trio se junta a Cameron Monaghan (‘Shameless’), que será protagonista do projeto. O ator dará vida a uma versão mais jovem do personagem titular – que foi interpretado originalmente por Titus Welliver –, e acompanhará Harry Bosch como um policial novato em Los Angeles, nos anos 90.

Omari Hardwick (‘Power’) também estrelará como um policial veterano chamado Eli Bridges.

A nova série promete explorar uma cidade à beira do abismo, repleta de tensão racial, violência de gangues e uma polícia fragmentada. Em meio a ligações de rotina e crescente agitação, Bosch se vê envolvido em um assalto de alto nível e em uma rede de corrupção criminosa que testará sua lealdade ao distintivo e moldará seu futuro como o detetive que vive pelo código: ‘Todos contam ou ninguém conta’.

“Estamos animados em expandir o universo ‘Bosch’ com esta história de origem envolvente que mostra como um dos detetives mais amados da televisão se tornou o homem que conhecemos atualmente,” declarou Michael Wright, chefe da MGM+, em comunicado oficial. “Com Cameron Monaghan e Omari Hardwick dando vida a esses personagens complexos, e a visão criativa de Michael Connelly e nossos talentosos produtores executivos, ‘Bosch: Start of Watch’ promete entregar uma narrativa corajosa e autêntica que honra o legado da franquia, ao mesmo tempo em que começa um novo capítulo emocionante.”

O cocriador Tom Bernardo servirá como showrunner.

As filmagens estão programadas para 2026, em Los Angeles.

A série original rendeu sete temporadas no Prime Video, e sua história ganhou continuidade no spin-off ‘Bosch: Legacy‘, que durou por três temporadas. Recentemente, o serviço de streaming lançou um novo derivado, ‘Ballard‘, estrelado por Maggie Q (‘Duro de Matar 4.0’).

Primeiras Impressões | Steve Carell navega por conflitos intergeracionais na comédia ‘Rooster’, da HBO

O texto a seguir discorre sobre o primeiro episódio da série.

Os conflitos intergeracionais sempre foram alvo de apreço pela indústria do audiovisual, já tendo aparecendo de diversas maneiras através de incontáveis gêneros artísticos e narrativos – e transformando-se em um arquétipo que constantemente revoluciona a si próprio, mas que não perde a atemporalidade. Apenas nos últimos anos, tivemos a elogiada animação ‘Red – Crescer é uma Fera’, que se apropriou dos elementos culturais dos anos 2000 para uma história entre mãe e filha; a subestimada tragicomédia ‘Álbum de Família’, estrelada por Meryl Streep e Julia Roberts; e a divertida fantasia ‘Sexta-Feira Muito Louca’, com Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan.

Agora, a HBO resolve nos apresentar a mais uma produção centrada nesse tema: ‘Rooster’. A comédia, estrelada por Steve Carell, é centrada em um popular autor chamado Greg Russo, que é chamado para palestrar na universidade em que a filha Katie (Charly Clive), com quem tem um relacionamento complicado, trabalha. Enfrentando um forte encontro ideológico de gerações e percebendo que está numa corda-bamba que a qualquer momento pode romper, Greg é arrastado para um escândalo passional envolvendo Katie e o agora ex-marido Archie (Phil Dunster), que a deixou por causa de uma aluna, Sunny (Lauren Tsai).

A partir daí, o protagonista se vê em uma jornada de amadurecimento tardia em que é forçado a confrontar o passado, o presente e o prospecto de um futuro que será ditado por uma nova geração que definitivamente desconhece, visto que até mesmo sua abordagem para com a filha escorrega aqui e ali. E, nos infundido em um profundo estudo de personagens que começa a explorar seu potencial completo logo de cara, a nova série de uma das emissoras mais bem-sucedidas da atualidade é prática e funcional em sua completude, reduzindo o escopo cênico para dar atenção máxima a complexos e falhos personagens.

Carell tem uma expressiva carreira tanto no cinema quanto na televisão – e, no circuito seriado, migrou do drama para o suspense para a comédia com títulos recentes como ‘The Morning Show’, ‘O Paciente’ e ‘As Quatro Estações’. Agora, ele permanece com seu apreço imortal pela comédia ao eternizar Greg Russo com uma identidade que apenas ele poderia nos fornecer, transformando-o em um anti-herói confuso e descompensado que, frustrado com o rumo que sua vida tem tomado há algumas décadas, parece ter sido arremessado a uma sucessão de tropeços e impulsões que lhe dão profundidade e dialogismo o suficiente para nos envolver com seu carisma peculiar.

O projeto é encabeçado por Bill Lawrence, um veterano do gênero responsável por trazer à vida obras como ‘Scrubs’ e ‘Cougar Town’ – e, aqui, aliando-se a Matt Tarses, encontra o que podemos encarar como um de suas melhores incursões. É claro que alguns deslizes ocorrem aqui e ali, mas precisamos nos lembrar de que este é apenas o primeiro episódio e, dessa forma, o trabalho da dupla de nos apresentar à narrativa principal encontra formidável terreno para ser cultivado. E, à medida que ramificações são criadas, o fio condutor permanece no conflito explosivo entre a Geração Z, os millenials e os baby boomers, que se espalham em situações hilárias e, ao mesmo tempo, centradas em uma verossimilhança assustadora que finca a série em um ácido comentário sobre o hoje.

O tom da série pode soar despojado demais para parte do público, mas cumpre com o objetivo de enfatizar as dinâmicas entre os protagonistas e coadjuvantes. Mais do que isso, ajuda a trazer um dinamismo que, em tantas outros produções similares, às vezes está ausente – e a explosiva química do elenco, que ainda inclui Danielle Deadwyler como a contundente professora Dylan Shepard, ajuda a manter o ótimo ritmo da narrativa. Todavia, não se enganem com a leveza estética que se desenrola em breves trinta minutos, pois Lawrence e Tarses sabem como dosar a despreocupação com um ótimo e emocionante drama que deve ser esquadrinhado nas próximas semanas.

Apesar dos convencionalismos e de algumas escolhas óbvias que aparecem no episódio piloto, ‘Rooster’ é uma boa adição ao extenso e expansivo catálogo da HBO, reunindo ótimos atores e atrizes que têm momento de sobra para brilhar – com destaque à magnética e certeira presença de Carell em um de seus papéis mais honestos e bem estruturados.

Lembrando que o próximo episódio vai ao ar no dia 15 de março.

Crítica | ‘Sr. e Sra. Assassinato’ – True Crime no Disney Plus revela as marcas da maldade humana

Os True Crimes se amontoam nos catálogos dos streamings, trazendo fatos chocantes de histórias onde a crueldade é o traço mais marcante. Esse gênero narrativo, que vem chamando a atenção em todas as plataformas, é a mola propulsora de mais uma produção: a minissérie Sr. e Sra. Assassinato, que chegou no Disney Plus.

Ao longo de quatro episódios, com ótimos cliffhangers ao final dos três primeiros, percorremos os detalhes minuciosamente apresentados de uma história macabra que envolve dois casais amigos, que veem seus laços entrarem em ruptura após o sumiço de um homem em um famoso lago do sudeste dos Estados Unidos.

Crítica | ‘O Assassino do TikTok’ – Mais um macabro TRUE CRIME na NETFLIX

A vida de Kathy e Brian passou por inúmeras fases, com altos e baixos, e, na maior parte do tempo, eles dividiam momentos de lazer com o casal Mike e Denise, amigos de longa data na cidade de Tallahassee, na Flórida. Quando Mike desaparece – a princípio dado como desaparecido em um dia que saiu para caçar patos -, o que viria a se construir no futuro, com a inacreditável união entre Brian e Denise, se tornaria a chave de uma investigação que atravessaria duas décadas até a verdade.

Por meio de depoimentos chocantes de pessoas atualizadas sobre esse caso, vamos avançando na narrativa por meio de uma espécie de análise psicológica dos envolvidos, que logo esbarra em conduções sobre a investigação, além da dor do luto por parte dos que conviviam com a vítima, culminando em julgamentos que esclarecem as motivações para um crime tão sombrio.

Crítica | ‘Um Amigo, Um Assassino’ – True Crime da Netflix de deixar o cabelo em pé!

A cada episódio (um melhor que o outro), mergulhamos em detalhes contundentes que envolvem traição, uma herança milionária, criação religiosa, um amor sufocante e um senso de justiça que percorre a dor, a obsessão e a ganância. A forma como essa história é contada se torna logo envolvente, com ganchos precisos que deixam a curiosidade bater à porta dos espectadores a cada fim de episódio.

Crítica | ‘Número Desconhecido: Catfishing na Escola’ – Novo TRUE CRIME da NETFLIX apresenta uma história chocante envolvendo cyberbullying

Sr. e Sra. Assassinato é um dos projetos true crime recentes mais precisos em termos narrativos, sem acionar desvios que não contribuem para o tema central. Cada peça apresentada, contribui para um desenvolvimento de uma trama impactante, que nos mostra a marca da maldade detalhe por detalhe.

 

Atriz de ‘Pretty Little Liars’ se junta ao elenco do reboot de ‘Baywatch: S.O.S. Malibu’

De acordo com o Deadline, Shay Mitchell (‘Pretty Little Liars’) foi confirmado no elenco do reboot de ‘Baywatch: S.O.S. Malibu‘, que está sendo desenvolvido pela FOX.

A atriz interpretará Trina, uma ex-advogada que abandonou um escritório de advocacia de prestígio para se tornar salva-vidas em tempo integral. Segunda a descrição da personagem, “Trina é a mente mais brilhante de Baywatch. Apaixonada e dedicada, ela tende a seguir seu coração… mesmo que muitas vezes use sua considerável inteligência para duvidar de si mesma.”

Stephen Amell (‘Arrow’) estrelará como a versão adulta de Hobie Buchannon.

O elenco ainda contará com Jessica Belkin (Charlie Vale), Hassie Harrison (Nat), Thaddeus LaGrone (Brad), Noah Beck (‘O Bad Boy e Eu’), Brooks Nader (Selene) e David Chokachi, que reprisará seu papel como Cody Madison da série original.

Na trama…

O rebelde Hobie Buchannon agora é capitão da Baywatch, seguindo os passos de seu lendário pai, Mitch (interpretado na série original por David Hasselhoff). O mundo de Hobie vira de cabeça para baixo quando Charlie, a filha que ele nunca conheceu, aparece à sua porta, ansiosa para dar continuidade ao legado da família Buchannon e se tornar salva-vidas da Baywatch ao lado do pai.

Matt Nix será responsável pela nova versão. Ele também atuará como produtor executivo e showrunner.

“Desde nosso primeiro encontro, Stephen Amell apresentou exatamente o que este novo capítulo de ‘Baywatch’ exige: coração, intensidade e a inegável energia de herói. Ele é o tipo de protagonista que consegue correr para o perigo, carregar o peso emocional e ainda criar um clima divertido. Estamos ansiosos para começarmos,” declarou Nix.

O reboot promete resgates cheios de adrenalina, relacionamentos complicados, química complexa e heroísmo à beira-mar, características marcantes da série original — agora com um elenco totalmente novo vestindo os icônicos maiôs vermelhos, elementos contemporâneos, tensões e desafios, e uma missão renovada para proteger o litoral do sul da Califórnia.

Doze episódios foram encomendados para a primeira temporada.

As filmagens estão programadas para meados deste ano, em Venice Beach e nos estúdios da Fox em Century City.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Yorgos Lanthimos e outros cineastas assinam carta aberta contra a guerra no Irã: “Nenhuma liberdade foi conquistada por meio de mísseis”

O agravamento do conflito entre Estados Unidos e Irã tem gerado manifestações globais. Recentemente, os cineastas Yorgos Lanthimos, Mike Figgis e Ben Rivers uniram-se a dezenas de artistas e acadêmicos em uma carta aberta que condena a guerra e enfatiza o direito inalienável do povo iraniano à autodeterminação.

Segundo informações do Deadline, o documento circula entre profissionais da cultura em ambos os lados do Atlântico.

“Nós, um coletivo de artistas, profissionais da cultura e cineastas, emitimos esta declaração com plena consciência de nossa responsabilidade histórica e ética de condenar de forma inequívoca a guerra, a violência militar e todas as formas de intervenção política e militar”, afirma o coletivo.

A carta continua: “Declaramos de forma clara e sem ambiguidade que o destino, o futuro e a determinação política do Irã pertencem exclusivamente ao povo iraniano. Nenhuma potência estrangeira, nenhum governo e nenhuma coalizão militar possui legitimidade para determinar a trajetória política, social ou histórica desta terra. O direito à autodeterminação é um princípio fundamental e inalienável que surge apenas da vontade livre e consciente de um povo”.

O documento também pede “a cessação imediata dos ataques militares e das políticas de escalada contra o Irã e toda a região; o respeito incondicional ao direito do povo iraniano à autodeterminação; a priorização da diplomacia, do diálogo e do cumprimento do direito internacional; a proteção de civis e de infraestruturas essenciais; e a rejeição de qualquer política que trate a guerra como um meio legítimo de mudança política”.

A publicação ocorre no 11º dia da campanha militar liderada pelos Estados Unidos e Israel. Desde o início da operação, em 28 de fevereiro, o presidente Donald Trump declarou que os objetivos incluem a neutralização do programa nuclear e a mudança de governo.

Relatos apontam que o conflito já causou a morte de lideranças iranianas, incluindo o líder supremo Ali Khamenei, e vitimou ao menos 1.255 pessoas, segundo o Ministério da Saúde local.

Entre os demais signatários estão o diretor e artista multimídia americano Jem Cohen, a cineasta britânica Andrea Zimmerman, o diretor tailandês Thunska Pansittivorakul, a diretora da Viennale Eva Sangiorgi, o cineasta experimental e professor John Smith e o acadêmico Eyal Weizman, fundador do Centre for Research Architecture da Goldsmiths, University of London.

Os signatários da carta rejeitaram categoricamente o uso da intervenção militar.

“Condenamos firmemente os ataques militares realizados pelos governos dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã e seu território, que resultaram na morte e no ferimento de civis inocentes. Também rejeitamos as políticas belicistas do presidente Donald Trump, que contribuíram para a escalada das tensões e o aprofundamento da instabilidade regional”, acrescentou

O ainda destaca: “A história, tanto moderna quanto antiga, demonstra que nenhuma paz duradoura jamais surgiu de bombardeios ou ameaças militares. Nenhuma liberdade foi conquistada por meio de mísseis, sanções ou ocupação. A guerra, mesmo quando iniciada sob a retórica da ‘libertação’, inevitavelmente leva à destruição da infraestrutura civil, à fragmentação do tecido social, ao aumento da pobreza e à perpetuação da violência. Rejeitamos categoricamente qualquer narrativa política que apresente a guerra como um instrumento legítimo para alcançar a liberdade”.

“Acreditamos que o futuro do Irã e da região não será construído à sombra de ameaças e bombardeios, mas sim pela vontade dos povos, pela justiça, pela convivência e por uma paz justa e duradoura. Neste momento histórico crítico, estamos ao lado do povo do Irã e de todos os povos da região ao pedir uma paz justa, sustentável e humana. A paz é uma escolha ética e uma necessidade histórica, e nenhuma liberdade jamais nascerá da guerra”, concluiu.

Nicole Kidman rompe o silêncio sobre divórcio de Keith Urban: “Eu estava no meu casulo”

A estrela Nicole Kidman comentou recentemente sobre o fim de seu casamento com o cantor country Keith Urban, após 19 anos de união. Em entrevista à Variety, a vencedora do Oscar admitiu que o processo de divórcio, iniciado em setembro de 2025, a levou a um período de reclusão para preservar sua saúde mental e sua família.

“No ano passado, eu fiquei quieta. Eu tinha outras coisas acontecendo. Eu estava no meu casulo”, disse.

Kidman enfatizou que sua prioridade absoluta são as filhas do casal, Sunday (17) e Faith (15).

“Eu sempre vou me mover em direção ao que é bom. Sou grata pela minha família e por mantê-la como está enquanto seguimos em frente. É isso. O resto eu não discuto por respeito. Eu continuo no lugar de: ‘Nós somos uma família’, e é isso que continuaremos sendo. Minhas lindas meninas, minhas queridas, que de repente já são mulheres”, acrescentou.

O casal, que se conheceu em 2005 e era considerado um dos mais sólidos de Hollywood, enfrentou altos e baixos publicamente, incluindo a luta de Urban contra o vício logo no início do matrimônio. Na época, Kidman foi peça-chave na recuperação do músico.

Vale lembrar que seu trabalho mais recente é ‘Scarpetta’, disponível no Prime Vídeo. 

Juliette Binoche ironiza Timothée Chalamet após críticas ao balé e à ópera: “Achei que o cinema fosse uma arte moribunda”

A premiada atriz francesa Juliette Binoche foi a mais recente voz do cinema a comentar a polêmica envolvendo Timothée Chalamet. O ator tem sido alvo de críticas após classificar o balé e a ópera como formas de arte “sem apelo popular” e em declínio.

Conforme a Variety, questionada sobre o assunto durante uma sessão de perguntas e respostas no Thessaloniki International Documentary Festival, a vencedora do Oscar porO Paciente Inglêsrespondeu inicialmente com ironia: “Achei que o cinema fosse uma arte moribunda”.

Apesar da repercussão viral das declarações de Chalamet, que já foram criticadas pela Royal Ballet and Opera, por Misty Copeland e pelas apresentadoras do The View, Binoche preferiu minimizar o peso das palavras do jovem ator.

“Não importa o que ele está dizendo. Não importa. Não transformem isso em algo grande. O que nutre o seu coração e sua alma é o que realmente importa. Você pode assistir a muitos filmes vazios que, no final, não deixam nada. O que conta é aquilo que alimenta sua alma e sua vida”, afirmou.

Timothée Chalamet causa polêmica ao dizer que ninguém mais se importa com ópera e balé

A polêmica começou durante um evento town hall ao lado de Matthew McConaughey. Na ocasião, Chalamet sugeriu que o setor das artes eruditas estaria lutando para permanecer relevante e declarou: “Eu não quero trabalhar em coisas do tipo ‘Ei, vamos manter isso vivo’, mesmo que ninguém mais se importe com isso.”

Ao perceber a repercussão negativa, o ator ainda tentou ironizar a situação, afirmando que teria perdido apenas “14 centavos de audiência”.

Jessica Rothe vive mãe desesperada no teaser do terror ‘Impostores’; Confira!

O terror ‘Impostores‘ (Imposters), estrelado pela Jessica Rothe (‘A Morte te Dá Parabens’), ganhou o primeiro teaser trailer.

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O longa marca a estreia diretorial de Caleb Phillips.

Na trama, um casal vive em luto após seu filho ter sido levado. A mãe desesperada, no entanto, descobre um jeito de trazê-lo de volta, mas seu marido suspeita que o que retornou não é seu filho.

Charlie Barnett (‘Boneca Russa’) também estrela a produção.

O elenco ainda conta com Yul Vazquez, Bates Wilder, Luisina Quarleri, Thomas Parobek, Ian Lyons, Taylor Karin, Lee Bennett e Declan Bennett.

Sem data de estreia, o terror será lançado no festival de SXSW, no Texas.

Jamie Lee Curtis irá produzir novo suspense psicológico estilo ‘Atração Fatal’

De acordo com o The Hollywood Reporter, Jamie Lee Curtis atuará como produtora no suspense psicológico ‘Closed Set‘ (Set Fechado, em tradução livre), através da sua companhia Comet Pictures.

Ainda não se sabe se ela estrelará a produção, mas o projeto marcará a reunião entre a atriz e o diretor Russell Goldman, que já colaboraram no vindouro terror ‘Sender‘.

Na trama, um coordenador de intimidade desenvolve uma obsessão perigosa…

“Será como ‘Atração Fatal’,” declarou a atriz.

Vale lembrar que, com estreia programada no festival SXSW, ‘Sender‘ ganhou sua primeira imagem oficial – e Jamie Lee Curtis (‘Halloween’) surge irreconhecível.

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David Dastmalchian (‘Entrevista com o Demônio‘), Anna Baryshnikov (‘O Amor Sangra‘) e Britt Lower completam o elenco principal.

O filme marca a estreia de Russell Goldman na direção e é baseado em ‘Return to Sender‘, seu premiado curta lançado em 2022, que posteriormente foi adaptado para um roteiro de longa metragem.

Quando encomendas que ela não pediu começam a aparecer na porta de Julia (Britt Lower), elas parecem estar perturbadoramente ligadas ao seu passado. Cada vez mais paranóica, Julia se vê mergulhada num labirinto em busca do remetente.

Curtis assume como produtora pela Comet Pictures, ao lado de Molly Hallam e Jake Katofsky. Akshay Shah, Lower e Goldman são os produtores executivos do projeto, com Thomas Grabinski, Eric Baird, Cesar Vega e Mireia Villanova como coprodutores.

A Verve Ventures representa o filme para as vendas na América do Norte.

Em um comunicado oficial emitido ao Deadline, Curtis comemorou o novo projeto:

“Estou muito orgulhosa de fazer parte do primeiro filme de Russell, o primeiro de muitos. A pequena semente que a Comet Pictures plantou agora cresceu e se tornou um filme repleto de artistas talentosos em torno de um cineasta novo e empolgante.”

Crítica | ‘Relay – Contrato Perigoso’ – Suspense na HBO MAX mergulha em um clima intenso de conspiração, paranoia e espionagem

Chegando sem muito destaque ao streaming da HBO MAX neste início do março, o interessante suspense Relay – Contrato Perigoso nos leva de volta aquele clima envolvente e intenso de conspiração, paranoia e espionagem – muito presente em décadas passadas.

Dirigido por David Mackenzie (dos ótimos A Qualquer Custo e Sentidos do Amor), com roteiro assinado por Justin Piasecki (em seu primeiro roteiro de longa-metragem), a obra prende a atenção do início ao fim – mesmo com um desfecho até certo ponto ambíguo, que pode dar o que falar.

10 Séries na HBO MAX que vão roubar sua noite!

Imagem de 'Relay - Contrato Perigoso'
Imagem de ‘Relay – Contrato Perigoso’

Negociar subornos entre grandes empresas e pessoas que possuem materiais incriminatórios sobre as mesmas é o ganha pão de Ash (Riz Ahmed), um homem introvertido que luta contra o vício em bebidas e vive uma vida solitária na cidade mais famosa do planeta. Um dia, quando seu telefone toca – através de um Dispositivo de Telecomunicações para Surdos -, do outro lado da linha está Sarah (Lily James), uma jovem pesquisadora desesperada para se livrar de um material que roubou da ex-empresa. A partir daí, Ash precisará encarar dilemas conforme vai se aproximando emocionalmente de Sarah.

Imagem de 'Relay - Contrato Perigoso'
Imagem de ‘Relay – Contrato Perigoso’

A narrativa segue os passos dos bons thrillers de décadas atrás (que saudades!): um bom desenvolvimento de seus personagens e suas linhas sobre a moral, intrigas, surpresas, plot twists e espionagem. É uma junção de elementos que funciona de forma eficiente, ganhando nossos olhares atentos a todo instante – mesmo que algumas conveniências do roteiro incomodem um pouco, principalmente no último ato, quando há mais uma virada na trama.

Imagem de 'Relay - Contrato Perigoso'
Imagem de ‘Relay – Contrato Perigoso’

A direção de Mackenzie é conduzida de forma coesa, utilizando todo seu banquete de recursos narrativos para preparar uma virada na história – um clímax que chega com intensidade e muda as percepções do público sobre os personagens. Essa clareza na hora de executar as ideias é fundamental para o discurso do roteiro se mantenha afiado durante as quase duas horas de projeção.

Imagem de 'Relay - Contrato Perigoso'
Imagem de ‘Relay – Contrato Perigoso’

Há um ponto curioso nesse projeto. A Lei dos Americanos com Deficiências permite que as chamadas feitas por uma certa tecnologia analógica não seja gravada e muito menos rastreada. É dessa forma que os protagonistas interagem, fato que deixa boas reflexões sobre o poder tecnológico de hoje em dia e a falta de recursos quando chega uma forma eficiente de outros tempos. Algo que pode ser visto como uma crítica social embutida na trama.

Exibido pela primeira vez no Festival de Cinema de Toronto em 2024 – sem muita repercussão -, Relay – Contrato Perigoso se consolida como um potente thriller de conspiração que liga a paranoia às fraquezas morais através de personagens contraditórios e enigmáticos.

 

Colman Domingo espera que Paris Jackson aprove cinebiografia de Michael Jackson após mal-entendido

O ator Colman Domingo, indicado ao Oscar, comentou recentemente sobre as expectativas para a estreia de Michael, a cinebiografia do Rei do Pop. Domingo, que interpreta o patriarca Joe Jackson, expressou o desejo de que Paris Jackson “eventualmente ame” o longa, apesar das declarações da filha do cantor se distanciando do projeto no ano passado.

Em entrevista à Variety, Domingo explicou que suas falas anteriores sobre o apoio da família Jackson foram tiradas de contexto pela revista People. Na época, Paris reagiu publicamente às declarações do ator, afirmando ter tido “0% de envolvimento” na produção após suas críticas ao roteiro não serem atendidas.

“[Colman], não saia dizendo às pessoas que eu fui ‘útil’ no set de um filme do qual tive 0% de envolvimento, rs. Isso é muito estranho. Eu li um dos primeiros rascunhos do roteiro e dei minhas observações sobre o que era desonesto e o que não me pareceu certo. Quando eles não abordaram isso, segui com a minha vida. Não são meus macacos, não é meu circo. Deus abençoe e boa sorte”, escreveu ela nas redes sociais.

Domingo revelou que, após o incidente, enviou uma mensagem direta a Paris para esclarecer a situação. Segundo ele, a conversa foi positiva.

“Espero que ela eventualmente ame a homenagem que fizemos ao pai dela”, afirmou o ator.

Michael’ estreia no dia 23 de abril nos cinemas nacionais.

A produção conta a história da vida de Michael Jackson além da música, acompanhando sua jornada desde a descoberta de seu talento extraordinário como líder dos Jackson Five, até se tornar o artista visionário cuja ambição criativa impulsionou uma busca incansável para ser o maior artista do mundo. Destacando tanto sua vida fora dos palcos quanto algumas das performances mais icônicas do início de sua carreira solo, o filme oferece ao público um lugar na primeira fila para ver Michael Jackson como nunca antes. É aqui que sua história começa.

Christopher Landon, de ‘A Morte te Dá Parabéns’, comandará novo TERROR sobrenatural

De acordo com o Deadline, Christopher Landon foi contratado para roteirizar e dirigir o terror ‘Final Boarding‘ (Embarque Final, em tradução livre), que está sendo desenvolvido pela Screen Gems.

Conhecido pelos fãs do gênero, ele já comandou filmes como ‘A Morte te dá Parabéns‘, ‘Freaky – No Corpo de um Assassino‘, ‘Atividade Paranormal: Marcados pelo Mal‘, ‘Como Sobreviver a um Ataque Zumbi‘ e ‘Drop: Ameaça Anônima‘.

O longa sobrenatural será baseado no conto homônimo de Clarence Hammond.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.

Além de dirigir, Landon também assinará o roteiro da adaptação – baseando-se tanto no material de origem quanto em um rascunho anterior de Javier Gullón.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Vale lembrar que o filme mais recente do cineasta, ‘Drop: Ameaça Anônima‘, conquistou 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, além de arrecadar quase US$ 30 milhões nas bilheterias mundiais.

‘Peaky 1954’: Astro de ‘Peaky Blinders’ comenta possibilidade de reprisar papel na nova série

O universo de Peaky Blinders continua em plena expansão. Paul Anderson, o eterno Arthur Shelby, falou recentemente sobre Peaky 1954 (título provisório), a série derivada que dará continuidade à saga após os eventos do filme ‘O Homem Imortal’. Em entrevista ao ComicBook, o ator comentou a possibilidade de retornar ao papel.

“Eles planejam fazer mais duas temporadas, mas não sei se o criador quer focar em uma geração mais jovem ou em um novo time”, disse Anderson. “O que posso dizer é que o Tommy ainda estará lá e minha memória, caso eu esteja morto, ainda estará presente”.

As filmagens da nova série começaram oficialmente.

Composta por duas temporadas de seis episódios, a história avança para 1953, focando na reconstrução de Birmingham após os bombardeios da Segunda Guerra Mundial. A sinopse descreve um embate brutal pelo controle dos projetos de urbanização da cidade, colocando a nova geração dos Shelby no centro do conflito.

“Em uma cidade que se reconstrói das cinzas com concreto e aço, a corrida pelo controle dos projetos de urbanização torna-se um embate brutal de dimensões míticas. No centro deste cenário de perigos e oportunidades sem precedentes, está a próxima geração da família Shelby, ensanguentada, mas ainda poderosa”, diz a sinopse.

O elenco já conta com nomes confirmados como Cal O’Driscoll, Fintan Shevlin e Jacob Wright.

Netflix inicia filmagens de ‘Peaky 1954’, série derivada de ‘Peaky Blinders’; Confira todos os detalhes!

Com o cronograma de filmagens iniciado em março de 2026, a expectativa é que a primeira temporada de Peaky 1954 chegue ao catálogo da Netflix entre meados e o final de 2027.

Paul Rudd e Nick Jonas criam canção de sucesso no trailer de ‘Hit para Dois’; Confira!

A Lionsgate divulgou o primeiro trailer de ‘Hit para Dois‘ (Power Ballad), comédia estrelada por Paul Rudd (‘Anaconda’) e Nick Jonas (‘Jumanji: Bem-vindo à Selva’).

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de junho, pela Diamond Films.

Na trama, quando Rick (Rudd), um cantor de casamentos, conhece Danny (Jonas), uma estrela em decadência de uma boy band, durante um show, os dois criam um laço através da música e de uma colaboração noturna. Mas quando Danny transforma uma das canções de Rick no sucesso que reacende sua carreira, Rick decide reconquistar o reconhecimento que acredita merecer – mesmo que isso signifique arriscar tudo o que lhe importa.

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John Carney (‘Amor Moderno’) é responsável pela direção.

Ele também assina o roteiro ao lado de Peter Mcdonald.

Bailarina de ‘Marty Supreme’ rebate falas de Timothée Chalamet sobre balé e ópera: “Existe uma razão para que existam há mais de 400 anos”

O astro Timothée Chalamet continua no centro de uma polêmica após classificar o balé e a ópera como formas de arte “sem apelo popular”. Desta vez, a renomada bailarina Misty Copeland, que chegou a participar da campanha de divulgação do novo filme do ator, Marty Supreme, manifestou seu descontentamento com as declarações.

Conforme a Variety, durante um painel da Aveeno, Copeland destacou a ironia da situação, já que o próprio ator a convidou para promover seu projeto em respeito ao seu trabalho.

“Acho importante reconhecer que, sim, esta é uma forma de arte que não é ‘popular’ no sentido da cultura de massa, como os filmes. Mas isso não significa que ela não tenha relevância duradoura”, afirmou a bailarina.

Copeland ainda reforçou a importância histórica das artes clássicas para o cinema moderno: “Chalamet não teria as oportunidades que tem como estrela de cinema se não fosse pela ópera e pelo balé. Existe uma razão para que existam há mais de 400 anos”.

Timothée Chalamet causa polêmica ao dizer que ninguém mais se importa com ópera e balé

A crise começou durante um evento town hall ao lado de Matthew McConaughey. Na ocasião, Chalamet sugeriu que o setor erudito estaria lutando para permanecer relevante e disparou: “Eu não quero trabalhar em coisas do tipo ‘Ei, vamos manter isso vivo’, mesmo que ninguém mais se importe com isso”. Ao perceber a reação negativa, o ator tentou ironizar o impacto, afirmando que teria perdido apenas “14 centavos de audiência”.

9ª temporada de ‘Rick e Morty’ ganha data de estreia; Confira as imagens!

O canal Adult Swim divulgou as primeiras imagens oficiais da 9ª temporada de ‘Rick e Morty‘.

Além disso, foi confirmado que o próximo ciclo estreará no dia 24 de maio.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Dan Harmon e Justin Roiland Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Ian Cardoni, Harry Belden, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

‘O Agente Secreto’ é o Indicado ao Oscar de Melhor Filme com MAIOR bilheteria no Brasil; ‘Pecadores’ está em 3º!

O diretor Kleber Mendonça Filho divulgou em suas redes sociais que ‘O Agente Secreto‘ é o filme Indicado ao Oscar com MAIOR BILHETERIA no Brasil entre os concorrentes na mesma categoria.

O filme ainda está indicado a mais três categorias na premiação, que divulgará seus vencedores nesse domingo, dia 25, em Los Angeles.

A produção estrelada por Wagner Moura ultrapassou a marca histórica de 2,4 milhões de espectadores nas salas brasileiras.

Confira o TOP 8 e siga o CinePOP no Youtube:

1) O Agente Secreto (Vitrine): 2.464.071 ingressos
2) F1 – O filme (Warner) 1.428.094
3) Pecadores (Warner): 866.571
4) Hamnet: A vida antes de Hamlet (Universal): 499.180
5) Marty Supreme (Diamond): 407.091
6) Uma batalha após a outra (Warner): 403.808
7) Valor sentimental (Retrato Filmes): 195.725
8) Bugonia (Universal): 74.216

Vale lembrar que O Agente Secreto disputa em quatro categorias do Oscar: Melhor FilmeMelhor Ator para Moura, Melhor Filme InternacionalMelhor Direção de Elenco.

Pernambuco, 1977. Um homem dirige um carro no interior em direção à capital. É Marcelo (Wagner Moura), que busca abrigo na casa de Sebastiana (Tânia Maria). Uma vez lá, Marcelo encontra trabalho numa repartição que emite carteiras de identidade e ele busca se reaproximar do filho, que ficou morando com os avós enquanto ele estivera ausente. Porém, enquanto Marcelo vai se ambientando na cidade, recebe notícias de que está sendo procurado por dois matadores de aluguel (Augusto [Roney Villela] e Bobbi [Gabriel Leone]). A partir de agora, todo passo seu precisa ser calculado, numa questão de vida e morte.

As mais de duas horas e vinte de duração podem assustar inicialmente, mas, ao final, a sensação que fica é que precisávamos de um pouco mais. Um pouco mais de tempo com aqueles personagens, com aqueles fatos, com aquela cidade, com aquela época. Porque Kleber Mendonça Filho faz de seu filme um recorte de um tempo que é ficção mas também é realidade, e o faz de uma maneira brilhantemente refinada que só os pacientes se dispõem a fazê-lo.

E é aí que vem a grande questão do filme: ele não termina em si mesmo. É preciso ter referências externas (de tempo, de espaço, e, acima de tudo, de Recife), e isso pode ser solucionado caso o espectador conheça e acompanhe o trabalho do diretor ou seja morador local. Do contrário, algumas informações cruciais se perdem no longa, pois elas não são explicadas embora apareçam com recorrência. Exemplo disso é a tal “perna cabeluda” (aliás, utilizada até mesmo no marketing do filme), que não é uma mera notícia de jornal dos anos 70 mas sim uma referência local à forma como episódios de violência policial eram noticiados nos jornais. Algo que provavelmente só sabe quem viveu naquele lugar, naquela época.

 

Crítica | Missão Refúgio – Jason Statham Prova que os Brutos Têm Coração em Novo Filme de Ação

Os astros dos filmes de ação, com o tempo, vêm expandido suas narrativas para muito além de socos e pontapés. Após o fervor juvenil, com o passar do tempo as histórias nos filmes estrelados por grandes nomes do cine-pancadaria começam a buscar mais humanização nesses personagens, mostrando ao público que, por baixo de tantos músculos, bate um coração. Aconteceu com grandes nomes como Arnold Schwarzenegger, Liam Neeson e Daniel Craig, e está acontecendo agora com o ator britânico Jason Statham, que volta aos cinemas essa semana estrelando o longa ‘Missão Refúgio’.

Em uma ilha nos confins da Escócia, um homem misterioso vive há anos em um farol abandonado junto a seu cachorro. Semanalmente ele recebe provisões de uma menina, que deixa tudo à sua porta. Porém, certa vez, ela e o tio são pegos desprevenidos em uma tempestade, que acaba em tragédia. Sem ter pra onde ir, Jessie (Bodhi Rea Breathnach, de ‘Hamnet’) acaba se hospedando na casa do homem misterioso, a quem mais tarde descobre se chamar Mason (Jason Statham). Mais que isso: Jessie descobre que homens malvados do governo estão atrás de Mason, e ela acaba indo numa fuga desesperada pela cidade para tentar salvar a si mesma… e também ao homem misterioso que a acolhera em sua casa.

Para quem curte o cine-brucutu, ‘Missão Refúgio’ oferece mais do que pancadaria: em uma hora e quarenta e sete o filme demonstra que para além de músculos e socos, um bombadão também é capaz de nutrir afeto, mesmo que por uma pessoa desconhecida e mesmo tendo um passado obscuro.

Assim é o roteiro de Ward Parry, que começa deixando tudo muito nebuloso numa ilha cheia de neblina em um recanto qualquer do planeta, onde os personagens não têm nome até que a violência inesperada bate à porta. A partir daí, com a fuga em andamento, as relações vão sendo cativadas: a jovem, que sempre levava suprimentos, acredita que pode amolecer o coração do herói; já ele, sobrevivente de guerra, ensina à adolescente formas e meios de se proteger, afinal, o mundo não é para os fracos. Nessa dinâmica, temos o feliz encontro de dois bons atores que conseguem entregar a medida certa de emoções aos seus personagens, mesmo que ambos não tenha tanta profundidade e vez ou outra disparem uns diálogos mega-clichês. Mas também disso vive o cine-pancadaria.

O diretor Ric Roman Waugh definitivamente valoriza a paisagem e as locações encontrando boas tomadas de modo a tornar o seu ‘Missão Refúgio’ um filme de ação bastante particular, com ares de suspense dramático (por causa da ambientação), uso de drones que favorecem o plano aberto em prol da pequenez humana e as cores naturais (reforçadas na colorização, claro) em contraste nos dois núcleos em que o enredo se desenrola – a cidade e o campo.

Com uma dupla protagonista improvável (uma adolescente e um brucutu), ‘Missão Refúgio’ surpreende por desenvolver uma trama que mistura elementos da paranoia contemporânea (a vigilância pública que armazena dados pessoais) com o cerne clássico de filmes de ação (o heroi ex-combatente que foi traído pela pátria). É pipocão com qualidade.

Crítica | ‘O Assassino do TikTok’ – Mais um macabro TRUE CRIME na NETFLIX

Um perigoso ex-condenado com o poder de um celular nas mãos é o ponto central de uma minissérie documental de apenas dois episódios, que reconstrói um desaparecimento inesperado na Espanha. Essa situação, que logo se transforma em um caso que intrigou a opinião pública e colocou na vitrine as ações das forças policiais. Essa assustadora história, vista em O Assassino do TikTok, é mais um macabro True Crime que chega à Netflix.

A primeira coisa que chama a atenção é o título, deveras sensacionalista, que busca chamar a atenção do público para uma história de crueldade e do comportamento manipulador de um assassino impiedoso. No entanto, a maneira como se conta essa história, sem grande desenvolvimento de suas figuras-chave, deixa muito a desejar. A narrativa atravessa detalhes superficiais em um ritmo lento que mistura as peças do quebra-cabeça de maneira não equilibrada, deixando principalmente a primeira parte do projeto documental confusa em diversos momentos.

Crítica | ‘Investigando Lucy Letby’ – Serial Killer ou vítima? Documentário da NETFLIX coloca em debate um perturbador TRUE CRIME

Sem perder tempo e apresentando a vítima através de depoimentos de familiares e amigos, nessa primeira parte vamos conhecendo Esther Estepa, uma mulher de 42 anos muito amada por seus amigos e pela família. Ela gostava de viajar, mas sempre estava em contato com a mãe. Do dia pra noite, desapareceu cerca de três anos atrás em uma região do litoral espanhol.

A partir de vídeos publicados na internet por um homem mais velho, descobre-se que seu destino se cruzou com o desse nômade que percorria vários lugares da Espanha, postando seus vídeos no TikTok. A questão é que esse homem, José Jurado Montilla (também conhecido como Dinamita Montilla), escondia um passado sombrio, repleto de acusações e condenações, sendo a última pessoa a vê-la com vida. Em uma investigação feita pela própria família, em partes, através dos vídeos disponíveis na rede Tiktok, o suspeito era bastante óbvio desde o início.

Na segunda parte do documentário, as lacunas permanecem com poucos preenchimentos, mas passamos a entender melhor alguns acontecimentos e aspectos sobre a investigação policial que se seguiu. Também cruzamos com o passado criminoso do provável assassino: nos anos 1980, Dinamita Montilla foi condenado a mais de 100 anos de prisão, cumprindo menos de 30, ficando solto e envolvido em mais um assassinato.

Crítica | ‘Um Amigo, Um Assassino’ – True Crime da Netflix de deixar o cabelo em pé!

Nesse ponto, surgem também algumas críticas em relação a como a polícia espanhola conduziu sua investigação, nos levando a crer que, se a família não tivesse se mobilizado para encontrar pistas sobre ocorrido, provavelmente não teria desfecho essa história.

O Assassino do TikTok é mais um caso chocante de feminicídio que coloca em evidência a atuação da investigação policial e a justiça de um dos principais países da Europa. Mas, acima de tudo, mostra como um monstro à solta pode destruir a vida de toda uma família, que nunca mais vai poder abraçar sua ente querida.

‘Alien: Romulus 2’: Diretor de ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um’ deve substituir Fede Alvarez na sequência

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Segundo o Nexus Point, Michael Sarnoski (‘Um Lugar Silencioso: Dia Um’) está em negociações para substituir Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio’) como o diretor da sequência de ‘Alien: Romulus‘.

Mais novidades não foram reveladas.

Alvarez  explicou por que não retornará como diretor na aguardada sequência:

Acho que nunca tive a intenção de dirigir [‘Alien: Romulus 2’]. Quando terminamos nosso trabalho no primeiro filme, nós sempre soubemos que este seria um daqueles casos em que você chega, dirige e vai embora. [James] Cameron, [David] Fischer… todos esses diretores que eu amo dirigiram apenas um [filme da franquia]. Obviamente, Ridley Scott criou este universo, então ele tem o direito de comandar vários filmes.”

Ele completa, “Nós queríamos apenas roteirizar [a sequência]. Nós amamos os personagens que criamos, então queríamos nos certificar de que ninguém os mataria no início do próximo filme. Eles mataram Hicks e Newt desta forma, mas não iríamos deixar isso acontecer. Nós escrevemos a sequência e mantemos aqueles personagens vivos, e agora outra pessoa pode dirigir esta história.”

Ele revelou ao Collider que adoraria comandar um novo filme da franquia ‘Alien vs. Predador‘… e tem uma ideia de como surpreender o público.

“A maneira como eu faria, provavelmente, se pudesse ser feito dessa forma… É mais difícil manter segredos online… O melhor Alien vs Predador será aquele que você não sabe que é Alien vs Predador até que o outro cara apareça. Você acha que está assistindo a um filme do Predador, e então eles pousam em algum lugar e há criaturas, e, porra, é um Xenomorfo. Isso me pegaria. ‘Porra, sim!’ Você ficaria louco. Ou vice-versa, você está em um filme Alien, e de repente uma criatura misteriosa está lá, e você pode ouvir aquele som, e você vê a capa, e você pensa, ‘Isso é um maldito Predador?’ E então acontece que é. Essa seria a maneira de fazer, você não acha? Uma vez que você coloca no título, é como, ‘Alerta de spoiler.’”

O cineasta ainda comentou que adoraria assumir a direção do novo crossover ao lado de Dan Tratchenberg, que comandou o aclamado ‘O Predador: A Caçada‘.

“Talvez [‘Alien vs. Predador’] seja um projeto que eu tenha que dirigir ao lado do meu amigo Dan [Tratchenberg]. Acho que poderíamos fazer algo como o Quentin Tarantino e o Robert Rodriguez fizeram em ‘Um Drink no Inferno’; eu dirijo metade do filme, e ele irá dirigir a outra.” 

Sucesso nos cinemas, ‘Alien: Romulus‘ arrecadou mais de US$ 350 milhões nas bilheterias mundiais, além de alcançar 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Crítica | ‘Alien: Romulus’ é um dos MELHORES capítulos da icônica saga sci-fi

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Ambientada entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), a trama gira em torno de um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada.

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