A Paramount Pictures divulgou novos teaser internacionais de ‘Pânico 7‘, revelando cenas inéditas do novo capítulo da franquia.
As novas cenas destacam o ataque à personagem de Celeste O’Connor no bar, um possível confronto entre a Mckenna Grace e o Ghostface, e a introdução do namorado da filha da Sidney, interpretado por Sam Rechner.
Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
A comédia sombria ‘A Morte de um Unicórnio’ (Death of a Unicorn), estrelada por Paul Rudd (‘Homem-Formiga’) e Jenna Ortega (‘Wandinha’), alcançou 52% de aprovação da crítica especializada no Rotten Tomatoes, com base em 223 avaliações, além de 76% de aprovação do público.
O filme dividiu opiniões: enquanto alguns críticos consideraram o longa divertido, outros foram mais duros nas avaliações, apontando que o terror se perde ao tentar equilibrar violência gráfica e humor, sem encontrar um tom consistente.
“Ortega, que está melhor do que o papel exigiria aqui, dá à história coração suficiente para investir nela um toque de emoção, enquanto o restante do elenco vai, de forma progressiva e exuberante, enlouquecendo”, disse Manohla Dargis do New York Times.
“Embora o filme aborde algumas questões sérias por meio de uma lente bem-humorada, como dependência, aumento abusivo de preços e negacionismo científico, a mensagem soa irregular, escondida sob uma comédia de terror que tem dificuldade em se firmar, apesar de seu elenco estrelado”, disse Glenn Garner do Deadline.
“A Morte de um Unicórnio é consideravelmente mais ambicioso e imaginativo do que grande parte do que os estúdios aprovam hoje em dia, o que ajuda bastante a relevar alguns de seus defeitos”, disse Peter Debruge da Variety.
“Quer colocar a elite americana na berlinda? Vá em frente! Mas, para acertar um alvo, é preciso ao menos uma boa pontaria, e essa mistura de sátira com violência gráfica explícita não consegue parar de se debater tempo suficiente para firmar a mão”, disse David Fear do Rolling Stone.
“Rudd e Ortega acrescentam uma doçura discreta ao filme de Scharfman… É dentro da relação entre os dois que A Morte de um Unicórnio encontra seu equilíbrio e oferece uma abordagem mais singular para uma história já conhecida”, disse Lovia Gyarkye do The Hollywood Reporter.
“Para ser justo, é tentador relevar o absurdo da premissa e a narrativa excessivamente inflada quando estamos na companhia de um elenco tão vibrante, claramente se divertindo”, disse Terry Staunton do Radio Times.
“Um terror razoavelmente divertido, mas a abordagem de nota única da sátira deixa bastante a desejar”, disse Trace Thurman do Horror Queers.
“As risadas são afiadas e abundantes, e o gore é repulsivo e habilidoso, muitas vezes coincidindo nas mesmas cenas”, disse Nick Venable do CinemaBlend.
‘A Morte de um Unicórnio’ chega ao Prime Video no dia 04 de fevereiro.
Na trama, um pai e uma filha acidentalmente atropelam e matam um unicórnio enquanto viajam para um retiro de final de semana, onde seu chefe bilionário busca explorar as milagrosas propriedades curativas da criatura.
Com produção de Ari Aster (‘Hereditário’), o longa é escrito e dirigido por Alex Scharfman.
O mestre John Carpenter (‘O Enigma de Outro Mundo’) fica responsável pela trilha sonora ao lado de Cody Carpenter e Daniel Davies.
Com um personagem central que percorre seus dias na solidão de pouquíssimas oportunidades, a bordo de um carro de quase 20 anos equipado com som de proibidões nas alturas e preso à roleta russa do destino, o curta-metragemGrão, vencedor do Prêmio Canal Brasil de Curtas na 29ª edição da Mostra de Cinema de Tiradentes, aborda, em sua essência, o trabalho informal e as desilusões do buscar a sobrevivência à margem da sociedade.
Se sustentando da venda ilegal de soja, recolhendo grãos encontrados entre produtos que se extraviam com o vai e vem dos transportes, o protagonista é um jovem invisibilizado por sua condição, bem distante de qualquer sonho que persegue seu pensar, estagnado na solidão de encontrar soluções para sobreviver. Vivendo no sul do Brasil, uma das principais regiões produtoras do produto mencionado, o personagem começa a perceber que precisa encontrar novas soluções para continuar sobrevivendo.
Dirigido por Gianluca Cozza e Leonardo da Rosa, o interessante projeto – com cerca de 20 minutos – coloca em evidência um drama pessoal e a relação com um dos principais produtos que está no epicentro da economia agrícola do nosso país, uma junção que logo chega em reflexões sobre nossa sociedade. As críticas que chegam pelas entrelinhas juntam as peças para expor a escassez de oportunidade e a luta para existir dentro de um cenário de total exclusão.
Grão, em sua narrativa fluida, não dificulta a compreensão, situa o público sobre seu discurso e apresenta, através de uma única perspectiva, um contexto importante para levantar questionamentos sobre as formas de exclusão de afetam muitas pessoas.
O cineasta holandês Tom Fassaert divulgou recentemente o primeiro trailer de seu novo documentário, ‘Between Brothers’. A obra marca o retorno de Fassaert às produções de cunho pessoal, mergulhando mais uma vez na história de sua própria família.
O longa acompanha Fassaert enquanto ele observa a complexa relação entre seu pai, Rob, e seu tio, René, ambos na casa dos 70 anos. O que começa como um relato tradicional do passado, apoiado por um vasto e rico material de arquivo.
A trama ganha força quando os dois irmãos decidem viajar para desvendar mistérios sobre suas origens e o período em que viveram em um orfanato durante a infância.
Em entrevista à Variety, o cineasta confessou estar “bastante nervoso” com a estreia do documentário em festivais, relembrando o impacto de suas obras anteriores:
“Já fiz um filme pessoal antes e não estava preparado para o impacto emocional que senti quando ele ganhou o mundo. Eu estava tão focado em construir a narrativa e lidar com os problemas da edição que não percebi como aquilo ainda iria ressoar em mim depois. Acho que agora está acontecendo a mesma coisa”, afirmou.
‘Between Brothers’ é uma coprodução entre a Een van de Jongens e a Clin d’Oeil Films. Os direitos de distribuição na Holanda pertencem à Bantam Film, enquanto a Film Harbour é a responsável pelas vendas internacionais.
A bandaRed Hot Chili Peppers anunciou recentemente a produção de um documentário da Netflix. O longa foca na criação da banda, dando um destaque especial ao guitarrista e membro fundador Hillel Slovak (1962 – 1988).
Intitulado de ‘The Rise of the Red Hot Chili Peppers’, o longa estreia na plataforma no próximo dia 20 de março, conforme a Variety.
Apesar da expectativa dos fãs, os integrantes da banda utilizaram o Instagram para esclarecer que a obra não é uma biografia oficial do grupo. Em nota, afirmaram:
“Caras pessoas do universo, há cerca de um ano fomos convidados para dar entrevistas para um documentário sobre Hillel Slovak. Ele foi um membro fundador da banda, um grande guitarrista e um amigo. Concordamos em participar por amor e respeito a Hillel e à sua memória.
No entanto, esse documentário está sendo divulgado como um documentário do Red Hot Chili Peppers, o que não é verdade. Não tivemos qualquer envolvimento criativo com o projeto. Ainda não fizemos um documentário oficial da banda. O tema central deste especial da Netflix é Hillel Slovak, e esperamos que ele desperte interesse em sua história e em seu trabalho”.
O Red Hot Chili Peppers surgiu no final de 1982, originalmente sob o nome Tony Flow and the Miraculously Majestic Masters of Mayhem. A formação clássica contava com Anthony Kiedis (vocais), Hillel Slovak (guitarra), Flea (baixo) e Jack Irons (bateria).
Naquela época, tanto Slovak quanto Kiedis enfrentavam a dependência química de heroína. Após diversas tentativas de sobriedade, Slovak infelizmente sofreu uma overdose fatal no dia 25 de junho de 1988 (encontrado dois dias depois), aos 26 anos.
O cineasta M. Night Shyamalan usou as redes sociais para enaltecer o trabalho do diretor de fotografia brasileiro Adolpho Veloso, indicado ao Oscar por seu trabalho em ‘Sonhos de Trem’.
“Esta é uma foto do meu diretor de fotografia em Remain. Adolpho Veloso foi indicado ao Oscar por seu trabalho maravilhoso em Sonhos de Trem. Adorei trabalhar com o Adolpho e fico muito feliz em ver seu trabalho sendo reconhecido.
Essa foto me fez rir muito. Primeiro porque ninguém está falando com ele na mesa. Segundo porque esse é exatamente o tipo de enquadramento que usaríamos para mostrar um personagem perdido e deslocado. Todo meu amor ao meu BBB (Brilliant Brazilian Brother)”, escreveu.
O brasileiroAdolpho Veloso concorre ao Oscar de Melhor Fotografia e é apontado como um dos favoritos a levar a estatueta.
Os vencedores serão anunciados no dia 15 de março.
Lembrando que o longa já está disponível na Netflix.
O longa é uma adaptação do livro homônimo de Denis Johnson e acompanha a jornada de Robert Grainer, um homem comum que trabalhava como diarista. Em meio ao luto pela perda da família, Grainer precisa se adaptar à vida no Oeste Americano no início do século XX.
Clint Bentley assina a direção do longa e também foi responsável pelo roteiro, ao lado de Greg Kwedar. Os dois cineastas colaboraram recentemente no roteiro indicado ao Oscar por Sing Sing.
Ao subir ao palco da 68ª edição do Grammy Awards para receber a estatueta de Álbum do Ano por ‘Debí Tirar Más Fotos’, o artista porto-riquenho Bad Bunny aproveitou o histórico momento – afinal, essa foi a primeira vez que um álbum em língua espanhola levou para casa o prêmio máximo da noite -, aproveitou o momento para fazer uma poderosa declaração política contra os oficiais da lei dos Estados Unidos. “Fora ICE. Não somos selvagens; não somos animais; não somos forasteiros. Somos humanos e somos americanos”, ele disse, acompanhado de uma enxurrada de palmas e gritos de apoio.
A vitória de Bad Bunny na última edição da maior premiação da música é, sem sombra de dúvida, a mais importante e emblemática da década – e, quiçá, do século. Afinal, o sexto compilado de originais do artista emergiu em um tenso momento político de subjugação e apagamento da cultura latina no território de Porto Rico que, após passar por um destrutivo processo de colonização espanhola entre os século XV e XIX, foi minado pelas políticas neoliberalistas e imperialistas dos Estados Unidos, cujo líder atual, Donald Trump, mostra-se emblema de uma política segregativa e genocida que se utiliza se falsos artifícios e argumentos para diminuir a importância do território.
Em meio a constantes conversas sobre a libertação e a consagração de Porto Rico como território independente, Trump vem se mostrando cada vez mais autoritário em suas políticas anti-imigratórias, reafirmando um senso-comum de que a população branca, tradicionalista e de língua inglesa do país é superior à própria história do território americano como um todo. Trump é o encontro de séculos de exploração e colonização de uma ideologia autoimposta de hegemonia inabalável e inquestionável, fruto apenas de ações que dependem dos países e locais que sujeitam a lhes servir. Não é surpresa, pois, que os membros do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), utilizem-se de uma prerrogativa inexplicável para atacar qualquer um que não se enquadre no seleto grupo defendido pela mentalidade autocrática e tirânica do presidente.
O que Trump e seus apoiadores não esperavam era a presença de Bad Bunny como força contrária.
Desde sua estreia no cenário fonográfico, o artista nunca deixou de lado sua herança porto-riquenha, celebrando, inclusive, a diversidade latina que lá se encontra. O território caribenho é lar não apenas de nativo, mas de dominicanos, cubanos, venezuelanos, haitianos e tantos outras nacionalidades que migram para lá em busca de melhores oportunidades e o “sonho americano” – a cruel e ardilosa máxima que vem sido defendida pela mentalidade estadunidense desde as políticas de aproximação do século passado. Dessa maneira, podemos encarar Porto Rico como a expressão máxima da defesa pela diversidade e de que maneira os líderes supremacistas e de extrema-direita se recusam a aceitar um simples fato histórico: a América, como um todo, é formada por imigrantes; os nativo-americanos, por sua vez, passaram por contínuos processos de extermínio que encontraram seu ápice nas investidas ultramarinas europeias do século XV e que, de maneira apologética, foram resgatadas nesses últimos anos.
À medida que constrói uma mistura explosiva de plena, jíbaro, salsa, bomba, reggaeton e house, Bad Bunny esquadrinha sua merecida plataforma para arquitetar textos críticos que são remodelados com produções instrumentais irretocáveis e uma paixão inegável e irrefreável da arte como ferramenta política. A própria direção artística do álbum funciona como uma memorabília poderosa e um exercício mnemônico de junção entre passado e presente: ao colocar duas cadeiras de plástico brancas em um cenário natural, Benito eterniza um elo entre todas as comunidades latinas em uma aproximação histórica, uma celebração cultural de poder inefável que é uma afronta deliciosa e muito bem-vinda ao neocolonialismo estadunidense.
Mais do que isso, utilizar esse ponto como alimento de união e fortificação é um passo importante para mostrar, com todas as letras, que, se existe uma cultura estadunidense, ela é fruto de uma usurpação constante de que foi subjugado pelo ímpeto imperialista que encontrou um novo símbolo com Trump. E, a partir daí, o performer se lança a uma série de narrativas líricas pungentes que singram pela nostalgia melancólica da efemeridade do tempo, como é o caso do lead single“DtMF”, e por sua preocupação com o futuro de Porto Rico como subsídio dos EUA e enfrentando os defensores estadistas com uma densa comparação talhada por “Lo Que Pasó a Hawaii”.
É claro que, se pensarmos em anos recentes, tivemos outras vitórias merecidas na maior categoria do Grammy, como ocorrido no ano passado: Beyoncé, através de um extenso projeto que caminha para seu terceiro capítulo, resgatou a memória afro-americana ao alfinetar a dominação branca no country com ‘Cowboy Carter’, que lhe rendeu a estatueta de Álbum do Ano; porém, é notável como a vitória veio acompanhada de uma exaltação de seu impecável corpo de trabalho, ainda mais quando ‘Lemonade’ trouxe, em 2016, uma análise sociopolítica muito mais importante e crucial em meio à situação dos EUA (e que foi subestimado pela Academia Fonográfica à época).
A vitória de Bad Bunny, por sua vez, carrega marcas centenárias que continuam a ressoar no tratamento dos porto-riquenhos, dos latinos e dos imigrantes que compõe a parcela mais imprescindível de um país de caráter cada vez mais opressor e defensor da demagogia política. Receber o gramofone dourado sendo quem é, Benito se vê dividido entre o amargor do que ele e seu povo carregam e um reconhecimento merecido que serve de combustível para incendiar um levante fundamental – navegando por um misto de orgulho e tristeza generalizados que se concentrou em um dos artistas mais vibrantes e incríveis da atualidade.
‘Pânico 7’ ganhou um novo comercial de TV e um cartaz, que faz homenagem à arte do primeiro filme estampada por Drew Barrymore.
Como parte da revelação de hoje, o estúdio também anunciou que haverá uma exibição especial para fãs norte-americanos na noite de estreia, dia 26 de fevereiro, a partir das 18h, incluindo sessões em cinemas IMAX participantes — uma novidade para a franquia.
Nenhum filme anterior havia sido lançado em IMAX.
No Brasil, não foi revelado se o filme será lançado no formato.
O filme também será lançado em Dolby Cinema, 4DX, ScreenX, MX4D e Cinemark XD, entre outros formatos de tela grande.
O filme da Dimension/Spyglass Media trazNeve Campbell de volta à cena, e revela que um novo assassino Ghostface surgiu na pacata cidade onde Sidney Prescott (Campbell) construiu uma nova vida, e o alvo do assassino é sua filha (Isabel May).
“Olá, Sydney”, diz a voz familiar ao telefone no comercial de 60 segundos. “Vou fazer todos que você ama sofrerem — enquanto você assiste.”
Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro.
Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
A sequência ‘Os Estranhos: Capítulo 3‘, que agora se chama ‘Os Estranhos: Capítulo FINAL‘, teve seus primeiros cinco minutos divulgados.
O filme que marcará o desfecho da trilogia estreia por aqui dia 9 de Abril.
No capítulo final, Maya enfrenta os assassinos mascarados pela última vez em um brutal acerto de contas, mas antes ela precisa se juntar a eles para conseguir escapar de uma vez por todas.
Sucesso nos cinemas, o primeiro capítulo arrecadou US$ 48.1 milhões mundialmente, o que representa quase seis vezes o valor do seu orçamento – que ficou em torno de US$ 8.5 milhões. Já o segundo fez apenas US$ 21,9 milhões mundialmente…
Os novos rostos se juntam à icônica equipe de Runway, em um enredo que promete colocar seus conhecimentos de moda à prova — e certamente desafiar os padrões da indústria mais uma vez.
Além disso, dois personagens do filme original estarão de volta: Tracie Thoms, que interpretou Lily, a melhor amiga fashionista de Andy Sachs, e Tibor Feldman, o temido Irv Ravitz, presidente da Elias-Clark, empresa-mãe da Runway. Eles se unirão à atriz Simone Ashley.
No novo capítulo da franquia, a poderosa editora Miranda Priestly enfrenta o desafio da decadência da mídia impressa em meio à ascensão das plataformas digitais. Sua ex-assistente Emily Charlton tornou-se uma executiva influente no mundo da moda, e agora as duas disputam ferozmente pela atenção, e pelos investimentos, das maiores marcas de luxo.
O documentário ‘Melania‘, sobre a primeira-dama dos Estados Unidos, surpreendeu nas bilheterias norte-americanas e arrecadou US$ 7 milhões no fim de semana.
Trata-se da melhor estreia de um documentário, sem contar dos docs baseados em shows, em 14 anos. As projeções iniciais variavam entre US$ 3 milhões e US$ 5 milhões.
Dirigido por Brett Ratner, conhecido por blockbusters como ‘A Hora do Rush‘, o filme acompanha a rotina de Melania Trump nos dias que antecederam a posse de Donald Trump em seu segundo mandato, em 2025.
O objetivo é mostrar o lado pessoal e profissional da primeira-dama — mas, se você acha que vai ver apenas tapetes vermelhos e festas, se prepara: o documentário já começou a gerar debates quentes.
O documentário gerou burburinho antes mesmo da estreia por causa do investimento milionário da Amazon MGM Studios: cerca de US$ 75 milhões entre compra dos direitos e marketing. Para muita gente, o longa parece mais um projeto de relações públicas do que um documentário investigativo.
Vale lembrar que o documentário abriu com apenas 7% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. Das 15 críticas, 14 foram negativas e 1 positiva.
Confira as principais criticas:
William Bibbiani TheWrap
“Não faço ideia de por que ela concordou com o lançamento desse filme, porque Brett Ratner não conseguiu encontrar humanidade nem em um funeral. Literalmente.””
Jesse Hassenger Decisor
“Melania confunde a fama da protagonista com o brilho de uma estrela, e uma vida de lazer com uma vida de realizações e importância, forçando Ratner a criar um filme que é uma colcha de retalhos preguiçosa.”
Adam Olinger Adam Faz Filmes (YouTube)
“Eu preferiria rever o episódio de 6 de janeiro.”
Karl Quinn The Age (Austrália)
“…é impossível não sentir que o verdadeiro propósito deste retrato não é o de fornecer informações, mas sim o de distrair da crueldade e da corrupção do regime de seu marido.”
Liz Shannon Miller Consequence
“Olha, Leni Riefenstahl era uma pessoa terrível, mas pelo menos tinha estilo. Enquanto isso, Brett Ratner, acusado de assédio sexual e jornalista assediador, registra os acontecimentos com todo o charme de um programa do canal HGTV.”
George Simpson Daily Express (Reino Unido)
“No final, o que se viu foram, em sua maioria, movimentações banais nos bastidores, oferecendo pouca informação nova sobre o mundo privado da Sra. Trump.”
Frank Scheck The Hollywood Reporter
“Dizer que Melania é uma hagiografia seria um insulto às hagiografias. Este é um filme que se derrete tanto pela sua protagonista que você se sente totalmente antipatriótico por não se derreter em elogios.”
Assista ao trailer:
Nas redes, o público também reagiu com críticas pesadas, e até vandalismo em anúncios publicitários foi registrado em cidades como Los Angeles.
A própria Melania descreveu o filme como “bonito, emotivo e na moda”. E se você gosta de polêmicas, vai curtir saber que figuras políticas e jornalistas não pouparam ironias sobre o investimento da Amazon e sobre a própria relevância do projeto.
Melania traça um estudo sobre imagem pública, política e a vida nos bastidores de quem ocupa um dos cargos mais observados do mundo.
Para promover o lançamento do jogo ‘Resident Evil: Requiem‘ – que ocorrerá no dia 27 de fevereiro –, a produção ganhou um novo trailer live-action estrelado pela Maika Monroe (‘Corrente do Mal’).
“Eu amo o quanto [este curta] é emotivo. É devastador ver como a história vai se desenvolvendo. Achei uma ideia muito interessante e um jeito diferente de retratar o jogo que será lançado,” declarou a atriz ao EW.
Rich Lee (‘A Guerra dos Mundos’) é responsável pela direção.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de setembro, pela Imagem Filmes.
O terceiro filme contará com um orçamento maior do que as iterações anteriores, e deve introduzir novos personagens do universo do Ursinho Pooh, como o coelho Abel, os Efalantes e os Woozles.
Richard Stanley (‘A Cor que Caiu do Espaço’) assina o roteiro.
“Estou muito animado em me juntar à equipe criativa como roteirista no terceiro filme desta amada e sangrenta franquia, que ajudou a revitalizar a produção independente de filmes no Reino Unido. O Bosque dos Cem Acres nunca mais será o mesmo,” declarou o roteirista.
Scott Chambers, produtor dos dois primeiros filmes e diretor de ‘Peter Pan: Pesadelo na Terra do Nunca‘, assume o comando do próximo capítulo – substituindo Rhys Frake-Waterfield, que retorna apenas como produtor.
Sucesso! A sequência ‘Zootopia 2‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 630 milhões na China – o que representa o melhor desempenho para um filme hollywoodiano da história do país.
Sobre o sucesso do longa, o CEO Bob Iger e o CFO Hugh Johnston declararam: “O sucesso de bilheteria de nossas propriedades intelectuais também gera valor em todos os nossos negócios interconectados, com sucessos como ‘Zootopia 2’ impulsionando a audiência de títulos relacionados no Disney+ e alimentando o interesse global em nossos parques e produtos de consumo. Essa franquia também é um importante fator de atração para a Disneyland de Xangai, com nossa área temática de Zootopia – uma das áreas mais populares do parque.”
Vale lembrar que a animação já arrecadou mais de US$ 1.7 bilhão nas bilheterias mundiais.
Além representar o maior lançamento hollywoodiano de 2025, o longa superou arrecadação total de ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.6B), subindo para o TOP 2 das maiores animações da história do cinema – atrás apenas de ‘Ne Zha 2: O Renascer da Alma‘ (US$2.2B).
Além disso, o filme também subiu para o TOP 9 das maiores arrecadações globais da história, superando ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘, o live-action de ‘O Rei Leão‘, ‘Os Vingadores‘ e ‘Velozes e Furiosos 7‘.
Nos EUA, a animação soma US$ 408.9 milhões. No mercado internacional, a produção acumula US$ 1.36 bilhão.
A animação abriu com US$ 156 milhões no final de semana estendido de Ação de Graças nos EUA, tornando-se a segunda maior estreia da história do feriado (atrás apenas de ‘Moana 2‘; US$225.4M em cinco dias).
Com 91% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa conquistou uma nota A do público no CinemaScore – a mesma média alcançada pelo filme original.
‘Zootopia 2‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!
Jared Bush e Byron Howard (‘Encanto’) são responsáveis pela direção.
Após desvendarem o maior caso da história de Zootopia, os policiais novatos Judy Hopps (Ginnifer Goodwin) e Nick Wilde (Jason Bateman) descobrem que sua parceria não é tão sólida quanto imaginavam quando o Chefe Bogo (Idris Elba) os ordena a se juntarem ao programa de aconselhamento Parceiros em Crise.
Mas não demora muito para que a parceria seja posta à prova quando eles se veem na trilha sinuosa de um mistério ligado à chegada de uma cobra venenosa à metrópole animal.
A Apple TV+ renovou oficialmente ‘Seus Amigos e Vizinhos‘ (Your Friends & Neighbors), aclamada série estrelada por Jon Hamm (‘Mad Men’), para a 3ª temporada.
O anúncio chega dois meses antes da estreia do segundo ciclo, que está programado para chegar ao serviço de streaming no dia 3 de abril.
A série foi criada pelo escritor Jonathan Tropper, que atua como showrunner e produtor executivo.
Após ser demitido em meio a um escândalo, Andrew “Coop” Cooper, um gestor de fundos de investimento ainda lidando com seu recente divórcio, começa a furtar a casa de seus vizinhos ricos de Westmont Village. Assim, ele descobre que os segredos e escândalos escondidos por trás dessas fachadas luxuosas podem ser mais perigosos do que ele jamais imaginou.
A ideia do programa é juntar 15 homens e 15 mulheres que se comunicam se ver uns aos outros, conversando através de espécies de cápsulas que se assemelham a salas. No final, os casais que tiveram uma real conexão se unem em matrimônio (e se veem pela primeira vez).
Filho homem mais velho do presidente John F. Kennedy e Jacqueline Bouvier Kennedy, JFK Jr. morreu em 16 de julho de 1999, em um acidente de avião. A pequena aeronave que ele pilotava caiu no Oceano Atlântico, a cerca de 12 km da ilha Martha’s Vineyard, em Massachusetts. Ele estava acompanhado de sua esposa, Carolyn, e de sua cunhada, Lauren, que também morreram na ocasião.
John-John, como era chamado pelos mais próximos, era dono de um carisma enigmático e cativante e tinha apenas 38 anos.
“O que começou como uma bela união de um jovem casal, amplamente considerado como a realeza americana, acabou se desgastando sob o estresse da microscópica e implacável perseguição dos tabloides. As pressões de suas carreiras e rumores de discórdia familiar terminaram com suas trágicas mortes, quando seu avião particular caiu no oceano em uma nebulosa noite de verão na costa de Massachusetts”.
Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de abril.
A produção conta a história da vida deMichael Jackson além da música, acompanhando sua jornada desde a descoberta de seu talento extraordinário como líder dos Jackson Five, até se tornar o artista visionário cuja ambição criativa impulsionou uma busca incansável para ser o maior artista do mundo.
Destacando tanto sua vida fora dos palcos quanto algumas das performances mais icônicas do início de sua carreira solo, o filme oferece ao público um lugar na primeira fila para ver Michael Jackson como nunca antes. É aqui que sua história começa.
O elenco ainda conta com Nia Long (Empire, O Melhor Amigo da Noiva), Laura Harrier (Infiltrado na Klan, Homem-Aranha: De Volta ao Lar), Juliano Krue Valdi (The Loud House, Arco),Miles Teller (Top Gun: Maverick, Whiplash) e o duas vezes indicado ao Oscar® Colman Domingo (Sing Sing, Rustin).