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HBO irá corrigir GAFE do 3º episódio de ‘A Casa do Dragão’

Depois dos fãs pontuarem que o último episódio exibido de A Casa do Dragão trouxe um visível erro de efeitos visuais, a HBO anunciou que irá corrigir a gafe e relançar o capítulo na plataforma da HBO Max com o CGI arrumado (via ComicBook.com).

Para aqueles que não perceberam, o capítulo, intitulado “Second of His Name”, mostrou o Rei Viserys I (Paddy Considine) usando uma luva feita com tela verde que serviria para remover digitalmente os dedos do personagem.

É bem provável que o episódio corrigido seja disponibilizado antes da exibição da próxima iteração, “King of the Narrow Sea”, em 11 de setembro.

A série é baseada no romance ‘Fogo & Sangue‘, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

A trama se passa 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones’, e 172 anos antes do nascimento de Daenerys Targaryen, focando nos conflitos e na queda da Casa Targaryen.

O elenco conta com Paddy Considine, Matt Smith, Emma D’Arcy, Milly Alcock, Olivia Cooke, Emily Carey, Rhys Ifans, Steve Toussaint, Eve Best, Sonoya Mizuno, Fabien Frankel e Graham McTavish.

Atriz de ‘Batgirl’ rasga ELOGIOS para Brendan Fraser: “Um dos artistas mais gentis que já conheci”

Brendan Fraser foi aplaudido durante seis minutos depois da exibição de A Baleia no Festival de Veneza, tornando-se um dos favoritos para a próxima temporada de premiações.

Agora, uma das atrizes da adaptação cancelada de BatgirlIvory Aquino, aproveitou os bons frutos que seu ex-colega de cena vem colhendo para lhe desejar os parabéns e rasgar elogios para o ator.

No Twitter, Aquino, que interpretaria Alysia Yeoh, escreveu: “muito feliz por você, Brendan. Um dos atores mais gentis que já conheci”.

Confira:

Fraser, que iria interpretar o vilão Vagalume, foi questionado sobre qual é sua maior tristeza em relação ao cancelamento da produção. Ele lamentou que os fãs não conhecerão a ‘Batgirl‘ de Leslie Grace.

“Leslie Grace é o nome. Ela é dinâmica, entregou uma ótima atuação e friamente profissional. Vocês verão mais sobre ela, e estou ansioso por isso”, disse o ator.

Vale destacar ‘Batgirl‘ foi cancelado sem a divulgação oficial do visual do Vagalume de Brendan Fraser.

Além de Grace, Fraser e Aquino, o elenco ainda contaria com Michael Keaton (Batman), J. K. Simmons (James Gordon), Jacob Scipio (Anthony Bressi), Rebecca Front, Corey Johnson e Ethan Kai.

Christina Hodson ficaria responsável pelo roteiro, enquanto Adil El Arbi e Billal Fallah (‘Bad Boys para Sempre’) assumiriam a cadeira de direção.

Tom Hanks revela que conversas sobre ‘Forrest Gump 2’ morreram em menos de uma hora

O amado e clássico vencedor do Oscar ‘Forrest Gump – O Contador de Histórias‘ é uma das produções mais adoradas de todos os tempos – e, há alguns anos, os fãs se perguntam se a história irá ganhar uma sequência.

Apesar de boa parte do público querer revisitar o incrível mundo criado por Robert Zemeckis, o astro Tom Hanks, que interpretou o personagem titular, revelou que as discussões sobre uma possível sequência morreram na praia em menos de uma hora.

“Eu direi que, depois de um longo tempo, nós demos uma chance para falar sobre outro Forrest Gump, que durou quarenta minutos, no máximo”, ele disse em entrevista ao podcast Happy Sad Confused“E então nós nunca… nós falamos: ‘gente, por favor'”.

E você? Gostaria de ver uma sequência do filme.

Na trama, Hanks entrega uma belíssima performance como Forrest, um homem comum cuja simplicidade e inocência personificam uma geração. Ao lado de sua mãe, seu melhor amigo Bubba e sua favorita Jenny, Forrest tem lugar privilegiado nos mais memoráveis acontecimentos da segunda metade do século 20.

Zemeckis fica responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Eric Roth.

Relembre o trailer:

Robin Wright, Gary Sinise, Mykelti Williamson e Sally Field completam o elenco.

Além das críticas bastante positivas, Forrest Gump fez um sucesso comercial gigantesco, arrecadando quase US$680 milhões mundialmente.

‘BASTARD‼’: Segunda parte do anime ganha trailer OFICIAL; Confira!

Netflix divulgou hoje, 08 de setembro, o trailer oficial da 2ª parte do anime ‘Bastard!!’.

Os novos episódios chegam à plataforma de streaming no próximo dia 15 de setembro.

Confira:

Confira a sinopse oficial:

“400 anos depois do colapso da civilização moderna, o mundo está dominado pelo caos em meio a espadas e feitiçaria.

O Exército Rebelde das Trevas, liderado pelos Quatro Deuses Divinos, planeja ressuscitar a deusa da destruição Anthrasax e expandir seus poderes para tentar dominar o mundo. O reino de Metalicana (localizado na área central do continente de Metallion) sofre um ataque do Exército Rebelde das Trevas, que é liderado por um feiticeiro.

Para salvar o reino, a filha do sacerdote Tia Noto Yoko precisa decidir se deve ou não ressuscitar o antigo e grandioso mago que, no passado, tentou dominar o mundo e agora está preso no corpo de Lucien Renren, seu amigo de infância. A única coisa que pode libertá-lo é o beijo de uma virgem.

De cara com o perigo, Yoko encosta seus lábios nos de Lucien. Naquele momento, o ar se enche de uma energia sombria e poderosa. O mago Dark Schneider, o protagonista mais forte e selvagem, enfim está de volta à vida!”

A Warner Bros. Japan assina a produção do anime.

O elenco de vozes originais é composto por Kishō Taniyama, Tomori Kusunoki, Hiroki Yasumoto e Yōko Hikasa.

Opinião | Por que ‘Coraline e o Mundo Secreto’ é a melhor escolha para o mês do Halloween

Quando uma história é bem contada, é muito difícil esquecê-la. Normalmente, anos podem se passar e memórias da narrativa, por mais fragmentadas que estejam, ainda perambulam nossa mente e nos transportam a um momento nostálgico em que nada mais existia a não ser a pura envolvência entre o espectador e o filme: é por essas e outras razões que Coraline e o Mundo Secreto permanece como uma das melhores e mais sombrias animações já feitas, cuja amplitude de alcance não se restringe apenas a uma parcela da audiência, mas esgarça suas inúmeras ramificações e encanta qualquer um que ouse lhe assistir.

A trama gira em torno de uma jovem garota de doze anos que se muda para uma nova casa, no meio do campo, a qual compartilha com outros três moradores excêntricos e alguns vizinhos nada além de estranhos e perturbadores. Sentindo-se sozinha e abandonada pelos pais, cujas carreiras parecem ser mais importante que nutrir a natural carência da filha, ela encontra refúgio em um mundo secreto, escondido atrás de uma pequena porta na sala de estar, povoado por seres com olhos de botão que guardam consigo um terrível segredo. Em se tratando de uma obra de animação, é costumeiro cairmos na ideia de que tais filmes são destinados a criança; porém, devemos levar em conta que a história foi arquitetada por ninguém menos que Neil Gaiman, cujo tato para distorção e enriquecimento metafísico da mais simples das narrativas é inegavelmente assustador.

Em outras palavras, estamos lidando com algo muito mais profundo do que aparenta, a começar pela estética: realizado inteiramente em stop-motion, o diretor Henry Selick mergulha fundo nas estéticas expressionistas e impressionistas para dar vida às páginas de Gaiman, optando por duas paletas de cores contraditórias entre si e que refletem a atmosfera principal de cada uma das dimensões: Coraline Jones (Dakota Fanning) permanece em um estado de melancolia constante, vagando pelos corredores caindo aos pedaços do casarão e explorando o que for possível para se manter ocupada. Entretanto, seus reais desejos de passar mais tempo com a família e até mesmo cuidar do decadente jardim à frente da mansão são ofuscados pelos próprios mais, Mel (Teri Hatcher) e Charlie (John Hodgman), os quais tentam empurrá-la para outros afazeres.

A nossa heroína, com seu cabelo azul-escuro chamativo e sua capa de chuva amarelo-ovo, desde o princípio se mostra com uma personalidade irreverente e afrontosa: não é à toa que sua caracterização entra em conflito com as cores neutras do mundo real (cinza-claro, branco, preto, marrom e até mesmo uma tendência para o rosa desbotado); ela é uma forasteira e ninguém a compreende, nem mesmo seu vizinho de mesma idade, Wyborne “Wybie” Lovat (Robert Bailey Jr.), com quem tenta criar uma relação, mas acaba servindo apenas para irritá-la ainda mais perante todos os problemas que já têm que enfrentar.

Não é nenhuma surpresa que a descoberta desse novo universo, uma ramificação mais didática e compreensível das teorias do mundo invertido e da multidimensionalidade do cosmos, a conquiste logo de cara. É claro, partindo do complexo da onipotência endeusada, a Outra Mãe (também dublada por Hatcher, que faz um incrível trabalho e consegue criar dois personagens totalmente diferentes) arquiteta-o à imagem e semelhança do que Coraline já conhece: os jardins, os outros moradores, tudo embebido na mais pura magia – que, aqui, serve como um escape viciante do estresse e cruel realidade. Apesar dos incômodos botões no lugar dos olhos, assustadores desde a primeira vez que o público se depara com eles, quem não se apaixonaria por um lugar em que todos os sonhos se tornam realidade? E, além disso, devemos nos lembrar do fato da personagem principal é uma criança desamparada pelos pais a qual encontra, de repente, todo o carinho que sempre desejou.

Uma armadilha, por assim dizer, é o que se depreende conforme a narrativa vai se seguindo: nem tudo são maravilhas; Gaiman, com seu extenso background criativo, sabe muito bem que os contos de fada e suas lições de moral trazem ensinamentos contundentes com a realidade que enfrentamos – não aceite nada de estranhos, não converse com desconhecidos, não siga a trilha da floresta – e traz os tons fabulescos para uma mistura de ficção fantástica e drama, travestida da mais pura jornada do herói. Coraline é seduzida e depois percebe as consequências de seus atos. Ela confia em quem não deveria – e até a mãe e o pai verdadeiros chegam a pagar o preço, colocando-o em uma última investida para salvá-los e destruir os domínios da Outra Mãe, também conhecida como a Bela Dama.

O longa é uma mistura de Chapeuzinho Vermelho’ com João e Maria’, perscrutado com modernizações e ironias ácidas próprias de Gaiman. Apesar do revestimento infantil e que ameniza um pouco os eventos decorridos, a força-motriz da narrativa é o suspense, reafirmado até mesmo pela estética do stop-motion. Tudo é construído com curvas suntuosas, ângulos estranhos, seguindo uma dialética essencialmente catártica: a fluidez do movimento das personagens é óbvio, mas nenhuma dessas conexões entre público-filme seriam possíveis sem o belíssimo trabalho fotográfico e cênico, que preza por ângulos holandeses propositais e recorrentes e técnicas que nos remontam aos terrores clássicos de Alfred Hitchcock.

Selick também assina o roteiro e faz questão de dar o foco necessário a cada um dos personagens, incluindo os incríveis coadjuvantes. Seja na forçada dramaticidade das irmãs Spink e Forcible (dubladas por Jennifer Saunders e Dawn French, respectivamente), ou na circense e paradoxal presença do Sr. Bobinsky (Ian McShane se entregando de corpo e alma a um dos personagens mais memoráveis de sua carreira), cada um é de extrema importância para respaldar o desenvolvimento e o amadurecimento da protagonista, a qual, no final das contas, percebe como eles estavam apenas tentando ajudá-la a encontrar seu propósito.

Coraline e o Mundo Secreto é uma animação inesquecível que foge de quaisquer convencionalismos de gênero e definitivamente não se restringe apenas ao público infantil. E, como se não bastasse, a mente conturbada e genial de Gaiman não apenas nos permite se apaixonar por sua obra, como também nos lança em um constante looping de plot twists, ação, drama e a mais ácida das comédias.

‘Thor: Amor e Trovão’ já está disponível no Disney+!

A sequência ‘Thor: Amor e Trovão‘ finalmente chegou ao catálogo do Disney+.

A produção foi lançada hoje, 08 de setembro, na plataforma de streaming.

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

Artigo | Os 5 anos de ‘O Destino de uma Nação’, estrelado por Gary Oldman

Há um estigma acerca de celebridades e figuras de grande importância para a História mundial que é o da desumanização. Seja nos livros ou em sua retratação midiática, nomes como Rainha Elizabeth II, Margaret Thatcher e semelhantes sempre foram enxergadas como representações inalcançáveis e imateriais de ideais político-ideológicos. E é claro que tal estigma normalmente converse com o extenso e constante reconhecimento que o núcleo governamental do Reino Unido tem desde seus primórdios – não sendo nenhuma surpresa que, na última década, haja uma tentativa de levar suas reais narrativas para um público que se torna cada vez mais mainstream. 

Se Meryl Streep conseguiu nos encantar com seu retrato da única primeira-ministra do parlamento inglês em A Dama de Ferro’, e Claire Foy roubou a cena em sua rendição como a contraditória governanta real na série The Crown’, o fato de que Joe Wright tenha resolvido investir seus esforços para um relato mais poético e abrandado do legado de Winston Churchill também não emerge com grande euforia, mas deixa uma certa expectativa no ar, principalmente se levarmos em consideração sua filmografia que inclui obras-primas como Orgulho e Preconceito’ e Desejo e Reparação’, ambas adaptações cinematográficas de romances atemporais. Aqui, o diretor resgata mais uma vez todos os seus maneirismos e propõe ao público mergulhar de cabeça em uma jornada através de um dos momentos mais tensos da sociedade moderna – o conflito entre Inglaterra e Alemanha durante a II Guerra Mundial.

Baseada na biografia assinada por Anthony McCarten, a narrativa inicia-se no ano de 1940, momento de grande desestabilização política dentro da câmara britânica pelo fato do atual primeiro-ministro, Neville Chamberlain (Ronald Pickup) não ter o necessário para conduzir a nação em meio ao crescente avanço de Adolf Hitler pela Europa, cuja dominação já havia subjugado, à época, países como Holanda e Bélgica. Logo nos primeiros minutos, sentimo-nos em um ambiente familiar com o incrível plano-sequência proposto por Wright em colaboração com Bruno Delbonnel. Através de uma composição clássica e que preza pelo plongée absoluto, a câmera centralizada desliza de modo simétrico em meio ao debate caótico entre as duas partes do parlamento, mediadas sem sucesso por um juiz sem poder e por ataques entre os dois líderes. 

Desde o princípio, o diretor permite brincar com os aspectos contraditórios que tanto o roteiro quanto a própria História permitem, dentro do escopo em questão. A partir disso, ele utiliza-se de inúmeras técnicas sobre as quais têm bastante domínio para fornecer uma perspectiva mais abrangente e intimista da vida de Churchill, começando com seu retorno para o “alto-escalão” após o desastre do governo anterior – e sua primeira aparição no longa é extremamente significativa: assim que decide-se colocar o homem como responsável pela condução do Reino Unido em meio à guerra, a cena muda da majestuosidade de Windsor para a imponente casa do protagonista, no momento em que uma datilógrafa, Elizabeth Layton (Lily James) é contratada para ajudar-lhe na escritura dos telegramas. Assim que ela entra no quarto, um velho e já exaurido Winston Churchill (Gary Oldman) acende seu charuto, embebido por uma escuridão plena apenas para ter suas feições marcadas pelas faíscas do fósforo (a “luz no fim do túnel”, por assim dizer). 

Fincando-se com exímia cautela nessas concepções imagéticas, Wright explora quase de forma abusiva desses jogos simbólicos através de sua obra, incluindo no repertório o constante uso do zoom e da pragmática centralidade para aumentar a atmosfera de tensão e angústia. É claro que, depois de um tempo, tudo isso se torna repetitivo, mas compreensível, visto que a narrativa funciona basicamente como um ciclo vicioso: ao longo de seus 125 minutos, cada um dos clímaces conversa com os três complexos discursos proferidos pelo primeiro-ministro como forma de desafiar a derrota iminente – traçando paralelos inclusive com os eventos de Dunkirk – e entrar em guerra com o líder nazista, contrariando todas as tentativas de se chegar a um acordo de paz idealizado pela maior parte do parlamento. 

Infelizmente, o longa se torna monótono pelas razões erradas e que poderiam sim ter sido previstas. Primeiro, trata-se de uma história baseada em fatos reais; utilizar-se de elementos verossímeis dentro de uma bolha sócio-política deve ser algo muito bem pensado para que seja compreendida pelo público. Segundo, se pegarmos o âmago do roteiro, as coisas movem-se em uma calmaria quase insuportável – e se você procura por alguma ação, sugiro que vá ver um filme clássico de guerra, levando em conta que tudo é pautado na verborragia extrema. Terceiro, a tão aguardada humanização de Churchill atinge níveis desnecessariamente altos: o protagonista é mais cômico que dramático, e alguns diálogos parecem jogados dentro de uma tentativa mais adocicada de representar tal figura política, em sequências um tanto quanto soltas se analisarmos a completude da obra. Essa mescla de tons narrativos tem potencial, mas ele infelizmente não é explorado com o mesmo apreço que sua composição estética, por exemplo. 

Entretanto, não se pode tirar crédito da incrível e emocionante performance de Oldman. Além de estar irreconhecível em cena, o ator resgata os trejeitos do personagem sem cair na supersaturação ou na artificialidade, incluindo o crispar dos lábios em momentos mais analíticos e frios, bem como seu caminhar corcunda e pensativo. Mas talvez a maior expressividade ainda esteja contida em seus olhos, os quais correspondem exatamente à atmosfera das cenas. 

Há duas sequências que dialogam dentro do filme e que são de imprescindível entendimento para o arco de Churchill e da própria Inglaterra: a primeira traz o primeiro-ministro em seu carro, observando uma paisagem urbana e totalmente tomada por tons mais neutros como o marrom, o cinza e o roxo, numa estética realista-naturalista que se assemelha a uma pintura. Conforme ele observa, seu motorista diz que “as pessoas estão muito calmas. Nem parece que estamos em guerra”. Momentos depois, ao final do segundo ato, temos uma representação muito semelhante da mesma composição, mas dessa vez o cenário é de um dia chuvoso e as pessoas apressam-se para se abrigar, como se previssem a chegada de dias tenebrosos. E é nesse momento que Churchill percebe que, caso queira tomar medidas realmente consideráveis, precisa ouvir daqueles que realmente são as forças-motrizes do governo britânico: o próprio povo. 

A aproximação do protagonista com o público também é reafirmada pela trilha sonora: Dario Marianelli retorna para mais uma colaboração com Wright em sua criação caprichosa e com os mesmos ares de Orgulho e Preconceito’. Toda a suposta alegria contida no piano e nos violinos logo mostra sua verdadeira pretensão ao servir como base para as epifanias de cada um dos personagens – incluindo os despontes de Kristin Scott Thomas como Clementine Churchill.

O Destino de uma Nação é, em sua maior parte, satisfatório. Com o brilho de um elenco incrivelmente confortável dentro do escopo narrativo, Wright consegue mais uma vez firmar seu nome na indústria do entretenimento, ainda que a completude da obra esteja manchada por algumas investidas equivocadas e que se mostram destoantes de sua mensagem final. De qualquer modo, não espere ver toda a visceralidade da II Guerra Mundial aqui, mas sim uma perspectiva infelizmente tragicômica sobre um dos nomes mais controversos de todos os tempos.

‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out‘: Netflix divulga trailer INSTIGANTE da sequência de ‘Entre Facas e Segredos’

‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out, sequência do aclamado ‘Entre Facas e Segredos‘ que chega à Netflix em 23 de dezembro de 2022, ganhou seu instigante trailer.

Confira:

Anteriormente, foram divulgadas as imagens dos principais personagens.

Entre eles, Edward Norton (‘Beleza Oculta’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Kate Hudson (‘Quase Famosos’), Leslie Odom Jr. (‘Hamilton’), Kathryn Hahn (‘WandaVision’) e Janelle Monáe (‘A Escolhida’).

Confira:

Vale lembrar que a Netflix desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir as sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘, que foi uma das grandes surpresas de 2019, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério.

As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.

O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.

‘Pinóquio’: Live-action da Disney amarga 40% de aprovação no RT; Confira as críticas!

Pinóquio‘, novo live-action da Walt Disney Studios, finalmente chegou ao catálogo do Disney+, mas parece não ter encantado a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a produção amargou 40% de aprovação, com nota 5/10 baseada em 10 reviews até o momento. Em compensação, o filme abriu com 71% de aprovação por parte do público.

Confira os principais comentários:

“Mesmo com o sempre confiável Tom Hanks como Geppetto, essa nova versão de Pinóquio ironicamente nunca ganha vida” – Digital Spy.

“Basicamente um remake cena a cena, este filme é legal de se ver, mas os fãs irão ficar frustrados com as mudanças desnecessárias” – Mama’s Geeky.

“Várias cenas nos chamam a atenção, incluindo quando Pinóquio e Geppetto estão presos dentro da baleia, e quanto Pinóquio está na Ilha dos Prazeres” – FlickDirect.

“Uma doce e encantadora adaptação que dá nova vida ao icônico conto e expande sua narrativa” – Dave Lee Down Under.

“Com exceção do espetacular segmento da Ilha dos Prazeres, este é um filme bastante monótono” – ButteredPopcorn.

Relembre o trailer:

O vencedor do Oscar® Robert Zemeckis dirige a versão em live action e CGI que reconta a adorada história do boneco de madeira que embarca em uma aventura eletrizante para se tornar um menino de verdade. Tom Hanks estrela como Gepeto, o carpinteiro que constrói e trata Pinóquio (Benjamin Evan Ainsworth) como filho. Joseph Gordon-Levitt é Grilo Falante, que atua como guia e “consciência” de Pinóquio; Cynthia Erivo, indicada ao Oscar, é Fada Azul; Keegan-Michael Key é João Honesto; Lorraine Bracco, também indicada ao Oscar, interpreta a nova personagem Sofia, e Luke Evans é o Cocheiro.

Robert Zemeckis (‘De Volta para o Futuro’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Tom Hanks, Cynthia ErivoLuke EvansBenjamin Evan AinsworthJoseph Gordon-LevittKeegan-Michael KeyLorraine Bracco.

‘Não Se Preocupe, Querida’: Florence Pugh é destaque no novo cartaz OFICIAL do filme; Confira!

Warner Bros. Pictures Brasil divulgou recentemente um novo cartaz nacional do suspense ‘Não Se Preocupe, Querida’, suspense estrelado por Florence PughHarry Styles.

Confira:

Com 18 críticas publicadas até o momento, o longa foi massacrado pelos críticos, conquistando apenas 39% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que nem mesmo a ótima performance de Pugh consegue salvar a produção de uma história clichê, pouco inventiva e forçada.

Separamos os trechos das principais críticas:

“É uma história simples e clichê sobre escapar do patriarcado – algo que já foi feito antes e já foi feito melhor.” (Little White Lies)

“O maior problema com ‘Não se Preocupe, Querida’ é que termina de forma errada. O filme poderia ter sido um suspense distópico razoavelmente eficaz, mas se torna uma narrativa sobre o triunfo feminista que parece forçado.” (TIME Magazine)

“A maior falha da Olivia Wilde é a sua imaginação. O filme dela tem uma atuação sólida, e é lindamente construído, mas não é tão perturbador quanto almeja ser. Não há nada para se preocupar.” (Los Angeles Times)

“Um suspense com um conceito ambicioso, mas com uma execução pouco satisfatória.” (Hollywood Reporter)

“Se esse filme realmente é sobre o prazer feminino, odiaria ver a interpretação da Olivia [Wilde] sobre dor feminina. Esse filme já doeu o suficiente.” (IndieWire)

“Se você estiver com o humor certo, ‘Não se Preocupe, Querida’ pode ser divertido – apesar do suspense da Olivia Wilde não conseguir reescrever as regras do gênero de nenhuma maneira significativa.” (Deadline)

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de setembro.

Confira o trailer:

Olivia Wilde (‘Fora de Série’) é responsável pela direção.

Na trama, Alice é a dona de casa perfeita, vivendo numa comunidade utópica no deserto da Califórnia, junto com o seu marido Jack. Escondendo suas frustrações, ela acaba fazendo uma descoberta perturbadora que a faz questionar sua realidade “impecável“.

O elenco ainda conta com Chris Pine, Gemma Chan, KiKi Layne, Nick Kroll, Sydney Chandler e Kate Berlant.

‘The Fabelmans’: Cinebiografia de Steven Spielberg ganha cartaz OFICIAL; Confira!

Steven Spielberg está pronto para levar sua própria vida às telonas com o ambicioso projeto semi-autobiográfico ‘The Fabelmans’ – e, agora, foi divulgado o primeiro cartaz oficial do longa-metragem.

Confira:

Além de fazer sua estreia mundial no Festival de Toronto, a obra irá encerrar o Festival AFI em Los Angeles, no TCL Chinese Theater, em 06 de novembro (via THR).

O elenco é formado por Sam Rechner, que dará vida a um colega de classe de Spielberg quando mais novo; Julia Butters, que será uma das irmãs do realizador; Seth Rogen como o tio favorito do diretor; e Michelle Williams, que será uma versão figurativa de sua mãe.

O lendário cineasta David Lynch também aparecerá no longa-metragem.

A produção da Amblin Entertainment marca a primeira vez que Spielberg atua como roteirista desde o ‘A.I. – Inteligência Artificial’ (2001).

O cineasta assume a função em parceria com Tony Kushner, que colaborou com ele escrevendo o roteiro da cinebiografia ‘Lincoln‘ (2012).

Ambos também vão atuar como produtores junto com Kristie Macosko Krieger.

John Williams, conhecido por seu trabalho em obras como ‘Star Wars’‘Harry Potter’‘Indiana Jones’, ficará responsável pela trilha (uma de suas últimas ao lado de ‘Indiana Jones 5’ antes de se aposentar).

‘Carros na Estrada’: Série animada já está disponível no Disney+!

Carros na Estrada‘, série animada baseada no filme ‘Carros‘, da Pixar, já estreou no Disney+.

A produção chegou à plataforma de streaming hoje, dia 8 de setembro, e traz curtas originais com o retorno dos personagens clássicos da franquia.

Relembre o trailer:

A dublagem original contará com o retorno de Owen Wilson e Larry the Cable Guy como Relâmpago McQueen e Mate, respectivamente.

Produzida por Marc Sondheimer, o roteiro da série é assinado por Steve Purcell.

A saga de Relâmpago McQueen começou em 2006 e estendeu-se ao longo de uma trilogia, dois spin-offs e vários curtas-metragens. Apesar de não ser uma das produções favoritas dos críticos, o panteão arrecadou mais de US$1.7 bilhão e está em décimo lugar na lista das maiores bilheterias de franquias da história.

‘Pinóquio’: Live-action com Tom Hanks estreia no Disney+!

Pinóquio‘, novo live-action da Walt Disney Studios, finalmente chegou ao catálogo do Disney+.

A produção foi lançada hoje, 08 de setembro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

O vencedor do Oscar® Robert Zemeckis dirige a versão em live action e CGI que reconta a adorada história do boneco de madeira que embarca em uma aventura eletrizante para se tornar um menino de verdade. Tom Hanks estrela como Gepeto, o carpinteiro que constrói e trata Pinóquio (Benjamin Evan Ainsworth) como filho. Joseph Gordon-Levitt é Grilo Falante, que atua como guia e “consciência” de Pinóquio; Cynthia Erivo, indicada ao Oscar, é Fada Azul; Keegan-Michael Key é João Honesto; Lorraine Bracco, também indicada ao Oscar, interpreta a nova personagem Sofia, e Luke Evans é o Cocheiro.

Robert Zemeckis (‘De Volta para o Futuro’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Tom Hanks, Cynthia ErivoLuke EvansBenjamin Evan AinsworthJoseph Gordon-LevittKeegan-Michael KeyLorraine Bracco.

‘Hellraiser’: Nova imagem revela mais detalhes do visual de Jamie Clayton como o Pinhead no reboot

O site USA Today divulgou uma nova imagem do reboot de ‘Hellraiser‘, destacando a caracterização da atriz Jamie Clayton (‘Sense8’) como o novo Pinhead.

A imagem mostra o novo design dos pregos em sua cabeça, além de revelar as detalhadas e bizarras “esculturas” criadas na pele da Cenobita.

Confira, com as imagens anteriores:

Dirigido por David Bruckner (‘O Ritual’), o longa irá estrear no serviço de streaming do Hulu no dia 7 de outubro.

Na trama, uma jovem lutando contra seu vício toma posse de uma antiga caixa, sem saber que o objetivo tem o poder de invocar os Cenobitas, um grupo de seres sobrenaturais e sádicos de outra dimensão.

Vale lembrar que o reboot recebeu alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPA por “violência extrema, cenas sangrentas, linguagem, conteúdo sexual e breve nudez gráfica”.

Jamie Clayton (‘Sense8’) estrelará como a Sacerdotisa do Inferno – versão feminina do vilão Pinhead.

O elenco ainda contará com Odessa A’zion (‘Nashville’), Brandon Flynn (’13 Reasons Why’), Goran Visnjic (‘The Boys’), Drew Starkey (‘Outer Banks’), Adam Faison (‘Into the Dark’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Hiam Abbass (‘Succession’).

O roteiro foi escrito por Ben Collins e Luke Piotrowski, com quem o cineasta já trabalhou no vindouro ‘A Casa Sombria‘.

O projeto está sendo desenvolvido pela produtora Spyglass Media, que também está por trás do novo filme da franquia ‘Pânico‘.

O filme original, lançado em 1987 e dirigido por Clive Barker, girava em torno de uma esposa infiel encontra o zumbi de seu amante morto, que está sendo perseguido por demônios depois que ele escapou de seu inferno sadomasoquista.

Ao total, a franquia original teve 10 filmes, mas apenas os quatro primeiros foram lançados nos cinemas.

‘O Senhor dos Anéis’: Neil Gaiman DETONA Elon Musk após críticas negativas sobre a série

Através do Twitter, Neil Gaiman rebateu as críticas negativas de Elon Musk à série ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘ após o bilionário declarar que o autor J. R. R. Tolkien estaria “se revirando no túmulo” por causa da nova adaptação do Prime Video.

Elon Musk não me pede conselhos sobre como falhar em comprar o Twitter, e eu não o procuro para críticas de cinema, TV ou literatura,” declarou o aclamado criador de ‘Sandman‘.

Além do comentário acima, Elon Musk também acusou a produção de misandria: “Quase todo personagem masculino até aqui é um covarde, um idiota ou ambos. Apenas Galadriel é corajosa, inteligente e simpática.”

O novo drama épico traz às telas pela primeira vez a lendária história da Segunda Era da Terra-média de J.R.R. Tolkien. Começando em uma época de relativa paz, milhares de anos antes dos eventos dos livros O Hobbit e O Senhor dos Anéis de Tolkien, a série segue um elenco de personagens, tanto familiares quanto novos, enquanto eles enfrentam o temido ressurgimento do mal na Terra-média.

“Este é um título que imaginamos que poderia estar na lombada de um livro ao lado de outros clássicos de J.R.R. Tolkien. O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder une todas as principais histórias da Segunda Era da Terra-Média: A forja dos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”, disseram os showrunners JD Payne e Patrick McKay. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel — mas antes que houvesse o Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

Crítica | Cobra Kai se supera com 5ª temporada alucinante e repleta de lutas extraordinárias

Josh Hurwitz conseguiu fazer de um clássico oitentista um surpreendente encontro de gerações, onde passado e presente se enfrentam dentro e fora dos tatames. Cobra Kai se tornou uma raridade em meio a vários remakes, reboots e aguardadas sequências de filmes populares. Resgatando as influências culturais mais poderosas da década de 80, a série trouxe um frescor diferenciado a um ícone que marcou a infância da geração millennial. E mais atual do que nunca, a produção retorna com uma alucinante 5ª temporada, que prova que dessa fonte criativa ainda saem muitas histórias mirabolantes e divertidas.

Se levando a sério, mas não tão a sério assim, a série que originalmente nasceu no falecido streaming YouTube Red (atualmente YouTube Premium) cruza as fronteiras da rixa entre Johnny e Daniel. Agora do mesmo lado da confusão, ambos se unirão a Chozen, outro emblemático personagem da trilogia de Karatê Kid. E aproveitando muito o rico material fonte que os filmes de John G. Avildsen deixaram, Hurwitz e sua equipe criativa revisitam o passado, transformam cenas antigas em flashbacks simbólicos e sensíveis e não têm medo de expandir seu elenco jovem, dando destaque à novas vozes que prometem crescer ainda mais na 6ª temporada (que precisa acontecer!).

Desafiando o nosso próprio entendimento do quão longe Hurwitz conseguiria estender essa narrativa tão enraizada em uma franquia lançada há mais 30 anos, o showrunner prova que possui muitas cartas na manga e um leque vasto de subtramas e plot twists que facilmente podem nos surpreender. E explorando ainda mais a complexa psique do psicopata Terry Silver, Cobra Kai retorna mais madura, um pouco mais densa, mas sem nunca perder a leveza e o bom humor que a tornaram uma das séries mais prazerosas e amadas da atualidade.

Brincando com os contrastes de geração a partir de uma caracterização que segue hilariamente caricata, a série reitera o quanto Johnny Lawrence é de fato o coração da trama. Cheio de conflitos internos e dono de uma sensibilidade maquiada por um jeito de tiozão casca grossa dos anos 80, ele é sempre o destaque em cena e mais do que nunca se torna a metade de Larusso. E quanto mais os vemos em tela juntos, mais nos apaixonamos pela insana jornada que Cobra Kai traçou desde sua temporada.

E com as peças do jogo se movimentando em ritmo acelerado, a 5ª temporada caminha de forma dinâmica, extremamente evolutiva e repleta de cenas de luta muito mais elaboradas e bem cinematográficas. Com coreografias excelentes, os combates corpo-a-corpo ficam ainda mais rápidos e eletrizantes, superando as expectativas da audiência. E com o retorno de um amado e requisitado personagem, a série entrega aos assinantes da Netflix sua melhor temporada.

E em meio a maneirismos excessivos, caricaturas exageradas e um formato quase novelizado que beira o brega, Hurwitz prova que a original Netflix ainda consegue ser muito mais do que uma alegoria cômica de um clássico dos anos 80. Usando a juventude contemporânea como um catalisador do que há de melhor da cultura POP oitentista, a série é uma das raras ocasiões em que Hollywood realmente acerta ao resgatar uma franquia do passado tão amada e marcada na vida dos cinéfilos. Se comunicando de forma brilhante com gerações que atualmente se digladiam cultural e politicamente, Cobra Kai é um ponto de contato e equilíbrio onde todos conseguem se divertir de forma leve e despretensiosa – à medida em que mantêm aquele apego ideal que nos faz querer voltar a cada nova temporada.

Vídeo nos leva aos bastidores do TERCEIRO episódio de ‘A Casa do Dragão’; Confira!

A Casa do Dragão(‘House of the Dragon’), série derivada da aclamada Game of Thrones, finalmente chegou à HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo levando o público aos bastidores do terceiro episódio.

Lembrando que o próximo capítulo será exibido em 11 de setembro.

Confira:

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Dwayne Johnson surge IMPONENTE no novo cartaz de ‘Adão Negro’; Trailer será lançado amanhã!

A Warner Bros. Pictures Brasil divulgou o novo e incrível cartaz nacional de Adão Negro, adaptação estrelada por Dwayne Johnson.

Além disso, foi revelado que o próximo trailer será divulgado amanhã, 08 de setembro.

Confira:

Lembrando que Adão Negro‘ chega aos cinemas nacionais dia 20 de outubro, um dia antes da estreia nos EUA.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça:  Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas‘), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

‘Entre Facas e Segredos 2’ ganha divertido cartaz animado; Teaser trailer será lançado AMANHÃ!

‘Glass Onion’, sequência do aclamado ‘Entre Facas e Segredos‘ que chega à Netflix em 23 de dezembro de 2022, ganhou um divertido cartaz animado.

O breve vídeo traz uma espécie de quebra-cabeça que revela o título do longa-metragem, além de anunciar o lançamento do teaser trailer para amanhã, 08 de setembro.

Confira:

Anteriormente, foram divulgadas as imagens dos principais personagens.

Entre eles, Edward Norton (‘Beleza Oculta’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Kate Hudson (‘Quase Famosos’), Leslie Odom Jr. (‘Hamilton’), Kathryn Hahn (‘WandaVision’) e Janelle Monáe (‘A Escolhida’).

Confira:

Vale lembrar que a Netflix desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir as sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘, que foi uma das grandes surpresas de 2019, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério.

As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.

O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.

‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’: Quem é o ESTRANHO que cai do céu? Confira!

Após longos anos de espera e expectativa, os fãs finalmente testemunharam a estreia de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘, série que adapta as obras de J. R.R. Tolkien durante a segunda era da Terra-Média.

Ao fim do primeiro episódio, a pé-peludo Nori (Markella Kavenagh) é surpreendida quando um meteorito atinge o solo próximo a ela, revelando um estranho (Daniel Weyman) ser caído na cratera deixada após a queda.

Apesar de ter aparência de humano, obviamente ele não é um homem, já que demonstra ter domínio em magia ao reproduzir uma constelação com a ajuda das luzes de vagalumes, na tentativa de transmitir alguma mensagem à Nori.

Mas quem é ele e o que ele queria dizer com a mensagem?

Como ele caiu do céu e fez referência às estrelas, alguns fãs suspeitam que ele pode ser um mago da mesma ordem de Gandalf, Saruman e Radagast, conhecidos como Maiar, seres divinos enviados pelos deuses para auxiliar os povos do plano terreno.

Os dois primeiros tiveram destaque na trilogia de filmes dirigida por Peter Jackson, enquanto Radagast foi adaptado para as telas em ‘O Hobbit, também dirigido por Jackson.

Nos romances de Tolkien, ainda há mais dois Maiar, chamados de Magos Azuis pelos habitantes da Terra-Média.

Como eles ainda não ganharam versões live-action, é possível que os responsáveis pela série da Amazon queiram aproveitar a oportunidade para adaptá-los em carne e osso… Ou pelo menos um deles.

Agora só nos resta aguardar para descobrimos as respostas.

O novo drama épico traz às telas pela primeira vez a lendária história da Segunda Era da Terra-média de J.R.R. Tolkien. Começando em uma época de relativa paz, milhares de anos antes dos eventos dos livros O Hobbit e O Senhor dos Anéis de Tolkien, a série segue um elenco de personagens, tanto familiares quanto novos, enquanto eles enfrentam o temido ressurgimento do mal na Terra-média.

“Este é um título que imaginamos que poderia estar na lombada de um livro ao lado de outros clássicos de J.R.R. Tolkien. O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder une todas as principais histórias da Segunda Era da Terra-Média: A forja dos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”, disseram os showrunners JD Payne e Patrick McKay. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel — mas antes que houvesse o Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.