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Assassinato em Gosford Park | Há 25 anos, nascia uma das melhores sátiras de mistério do século

O cenário cinematográfico britânico tem uma afeição notável por produções voltadas para o gênero de mistério – como é o caso de diversos clássicos aclamados pela crítica e pelo público, incluindo o irretocável ‘Desejo e Reparação’, além das duas versões da conhecida história ‘Assassinato no Expresso do Oriente’, da Dama do Crime Agatha Christie. Em 2001, Robert Altman resolveu mergulhar nesse mesmo espectro ao encabeçar o ambicioso mistério satírico Assassinato em Gosford Park – mal sabendo, à época, que estaria construindo um clássico instantâneo que se tornaria um dos longas mais elogiados e prestigiados do ano.

Inspirando no clássico francês ‘A Regra do Jogo’, de Jean Renoir, Altman nos levou para o efervescente e arbitrário panorama aristocrático inglês dos anos 1920, onde a guerra cultural entre Inglaterra e Estados Unidos continuava a crescer, principalmente no âmbito artístico. Bombardeados pela popularização do jazz e do cinema hollywoodiano, os membros de uma respeitada família se reúnem em meio às hipocrisias de tradições banais e supérfluas para um fim de semana de caça na propriedade do patriarca Sir William McCordle (Michael Gambon), um poderoso, abastado e sórdido industrialista que menospreza basicamente qualquer um que cruze seu caminho. Casado com Sylvia (Kristin Scott Thomas), filha do Conde de Carton e irmã de Louisa (Geraldine Somerville), William atraiu certos inimigos, olhares de reprovações e vendetas pessoais em virtude de sua personalidade dura e resoluta.

Vivendo na suntuosa mansão, estão as dezenas de serviçais a mando de Sir William e Lady Sylvia, incluindo a criada, Srta. Wilson (Helen Mirren), a cozinheira, Srta. Croft (Eileen Atkins), o mordomo, Sr. Jennings (Alan Bates), a governanta, Elsie (Emily Watson) e muitos outros. A iminente reunião anuncia a chegada dos outros membros da extensa família de William, como a Condessa Viúva de Trentham, Constance (Maggie Smith) e sua dama de companhia Mary Maceachran (Kelly Macdonald); o primo de Sir William, o astro de cinema Ivor Novello (Jeremy Northam), ao lado do produtor Morris Weissman (Bob Balaban) e do valet Henry Denton (Ryan Phillippe); Lorde Stockbridge (Charles Dance), cunhado de Lady Sylvia e esposo de Louisa, bem como seu manobrista e serviçal Robert Parks (Clive Owen); e muitos outros.

Como podemos ver, o cenário do longa-metragem é próprio para uma divertida tragicomédia de erros que explora as controversas atitudes da aristocracia britânica – e não apenas faz isso de maneira maravilhosamente sarcástica e pungente, como abre espaço para uma meticulosa artimanha que culmina no assassinato de Sir William, atacado com uma faca no centro do coração. A partir daí, cabe ao público, acompanhado da presença quase absurdista do Inspetor Thompson (Stephen Fry) e do Policial Dexter (Ron Webster), que interrogam os principais suspeitos do homicídio à medida que desenrolam, em segundo plano, um caso impossível de vingança, amor familiar e justiça.

Toda a ambientação do longa parte de um princípio muito claro de resgatar as atemporais histórias de mistério britânicas e whodunnit que continuam com popularidade enorme, vide o legado que tais narrativas deixaram no cenário do entretenimento, literário e audiovisual. Todavia, Altman não deseja construir uma mera emulação de tantas outras produções similares, e sim nos guiar por um enredo que destina-se a um poderoso e dramático anticlímax que nos deixa em êxtase justamente por não seguir o caminho mais óbvio. E, nessa questão, os comentários críticos deixados pelo roteiro de Julian Fellowes seguem os passos de Renoir no filme de 1939 e irrompem em uma epifania comovente e memorável.

É notável a influência que o filme teve em produções subsequentes, ampliando a noção de ensemble de maneira exponencial e inspirando nomes como Kenneth Branagh e Rian Johnson a encabeçarem franquias que reviveriam o mistério mais uma vez no cinema e nos streamings, com ‘Assassinato no Expresso do Oriente’ e ‘Entre Facas e Segredos’, por exemplo. E, dentro do espectro de ‘Gosford Park’, o estelar elenco rende-se a performances incríveis, desde veteranos da indústria como Gambon, Smith, Thomas e Dance, até jovens talentos que explodem em trabalhos impecáveis na tela, como Watson, Phillippe e Owen. Cada um deles tem o seu momento de brilhar, envolvidos em intrincados arcos que tornam todos suspeitos e com motivos bem claros para se livrarem de Sir William.

O cuidado técnico e artístico do longa não se resume apenas à sólida direção de Carnahan ou ao comprometimento dos atores e atrizes, mas a um conjunto de aspectos calcados em atenção máxima aos detalhes. A fotografia de Andrew Dunn, por exemplo, navega entre a disparidade social que separa os aristocratas dos serviçais, colocando-os em núcleos muito bem estruturados que os isolam em convicções irredutíveis antes de reuni-los em algo em comum que balança as estruturas outrora engessadas dessas engrenagens; a trilha sonora, por sua vez, coloca as habilidosas mãos de Patrick Doyle para reger uma orquestra melodramática e suntuosa que, mais uma vez, reitera o espectro ambíguo do projeto.

Vinte e cinco anos depois de chegar aos cinemas e ser banhado com elogios intermináveis, Assassinato em Gosford Park continua como uma das melhores produções do gênero de mistério do século, aliando-se a um caráter satírico e crítico genial e diabolicamente divertido.

Lembrando que o filme está disponível no Prime Video.

OS MAIORES! Comédia com Fernanda Torres e Wagner Moura vira destaque nos streamings; Saiba onde assistir!

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Fernanda Torres e Wagner Moura são dois dos atores mais prestigiados do cenário do entretenimento brasileiro – e, agora, dominaram o circuito cinematográfico internacional com produções premiadas e que os colocaram no centro dos holofotes. Torres, por exemplo, foi estrela do vencedor do Oscar Ainda Estou Aqui, que se tornou o primeiro longa de produção 100% brasileira a conquistar a estatueta de Melhor Filme Internacional, enquanto a atriz fez história ao ser condecorada com o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Filme de Drama. Moura, por sua vez, recebeu inúmeros aplausos após a estreia de O Agente Secreto, drama de Kleber Mendonça Filho que levou dois prêmios do Festival de Cannes e do Globo de Ouro para casa, ambos incluindo Melhor Ator.

Com o sucesso dos dois, um filme estrelado pela dupla ganhou destaque em dois streamings.

Fernanda Torres CELEBRA vitória histórica de Wagner Moura no Globo de Ouro

Saneamento Básico está disponível tanto na Netflix, quanto na HBO Max. O filme reúne Torres e Moura em uma tragicomédia divertida e crítica que ainda conta com nomes como Camila Pitanga, Bruno Garcia, Tonico Pereira, Paulo José e Lázaro Ramos. Indicado a diversos prêmios, o longa é uma jocosa narrativa focada numa comunidade de descendentes de italianos que une forças para dar vida a um projeto fílmico a fim de conseguir a verba necessária para construir uma fossa e repaginar o fraco saneamento básico que continua a perturbar os moradores.

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Assista ao trailer:

Dirigido por Jorge Furtado, que também fica responsável pelo roteiro, o enredo é centrado em Marina (Torres) e Joaquim (Moura), casal que mora na cidade fictícia de Linha Cristal, na Serra Gaúcha, e que reúne os representantes locais para discutir sobre a falta de saneamento básico no lugar e o mal cheiro que impregna o lugar em virtude da falta de um local propício para o descarte de lixo. Todavia, a prefeitura não dispõe de verba para arcar com os custos do projeto – mas a responsável os aconselha a participar de um edital que promove a produção de um curta-metragem de baixo orçamento. Caso selecionado, eles conseguirão a verba necessária para dar início à implementação das reformas e garantir uma melhor vivência dos habitantes.

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A produção esconde críticas sociopolíticas por trás de uma máscara despojada e cômica, como já mencionado nos parágrafos acima. Porém, à medida que Marina e Joaquim percebem que produzir um filme não é uma coisa fácil, certas incursões sobre a necessidade do fomento à cultura e a produções nacionais – algo que, à época, não era um assunto tão comentado quanto nos dias de hoje – despontam em comentários tecidos como um reflexo anacrônico ao que artistas brasileiros enfrentam. Afinal, com a ascensão da extrema-direita no nosso país após o governo Jair Bolsonaro, diversas pessoas tornaram-se explicitamente contra a arte nacional, com frases de efeito vencidas e argumentos falhos que deixam de lado a importância da preservação e do investimento culturais.

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A princípio, o casal protagonista deseja apenas construir uma história simples para conseguir a verba. Todavia, sendo obrigados a seguir uma cartilha de exigências – que obriga o projeto a ser ficcional, e não documental -, eles pedem a ajuda da jovem sedutora Silene (Pitanga), irmã de Marina, e de seu parceiro, Fabrício (Garcia), este possuindo uma filmadora que virá muito bem a calhar. O problema é que nenhum deles tem qualquer experiência na área cinematográfica, movendo céus e terras para garantir que tudo “entre nos conformes” e que o gasto com o curta-metragem não seja tão grande a ponto de tornar as obras de melhoria obsoletas e inviáveis.

O elenco como um todo faz um trabalho memorável, com destaques claros aos atores supracitados e à presença de Paulo José como o pai de Marina, Otaviano, um descrente do sistema político brasileiro que, já em sua terceira idade, se isola num ímpeto de contentamento mandatório que só deixa de existir quando ele participa do filme; e Tonico Pereira como Antônio, amigo de longa data de Otaviano e um orgulhoso descendente de italianos que deseja apenas o que é de melhor para a cidade. E, singrando em uma narrativa que, de maneira suntuosa, comporta inflexões metalinguísticas sobre a sétima arte, cada um deles tem seu momento de brilhar e nos agraciar em uma hilária e irretocável condução.

Talvez o aspecto de maior sucesso da obra seja o fato de orbitar em meio a temas complexos sem se deixar levar por panfletarismos forçados ou metáforas vencidas. Em outras palavras, as explorações estão bem à frente do nosso nariz e cumprem com aquilo que prometem, expandindo para um cuidado técnico que inclui a montagem, a fotografia e a trilha sonora – cada elemento pensado com cautela para manter o ritmo ao passo que a narrativa se desenvolve.

 

Crítica | Matt Damon e Ben Affleck firmam nova parceria com o ótimo suspense criminal ‘Dinheiro Suspeito’

Matt Damon e Ben Affleck configuram uma das duplas de maior sucesso do cinema contemporâneo e, para além de suas prolíficas carreiras solo, já colaboraram em nada menos que 15 longas-metragens. Desde o memorável drama ‘Gênio Indomável’, que garantiu aos dois o Oscar de Melhor Roteiro Original, passando pela sátira religiosa ‘Dogma’ e culminando no drama de época ‘O Último Duelo’, a parceria de Damon e Affleck é sempre algo que nos chama a atenção – e, agora, eles estão de volta com o suspense criminal Dinheiro Suspeito, que chegou no último dia 16 de janeiro ao catálogo da Netflix.

O ambicioso longa-metragem se inicia com o assassinato da Capitã Jackie Velez (Lina Esco), do Departamento de Polícia de Miami, pelas mãos de dois homens mascarados. Após o brutal homicídio, as suspeitas começam a recair sobe membros da própria unidade de força comandada por Velez, o Time Tático de Narcóticos, ainda mais quando os rumores de que policiais corruptos estariam roubando casas de tráfico. As coisas ficam mais complicadas quando o Detetive Sargento JD Byrne (Affleck), ao lado de seu companheiro de longa data Tenente Dane Dumars (Damon) e de um time composto pelos detetives Mike Ro (Steven Yeun), Numa Baptiste (Teyana Taylor) e Lolo Salazar (Catalina Sandino Moreno), recebem uma dica anônima de um local que estava servindo para esconder o dinheiro do tráfico – no valor de US$300 mil, como informado por Dumars a JD.

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Ao chegarem lá, o time confronta a moradora Desi Molina (Sasha Calle), que revela que foi instruída a estocar o dinheiro, cujo expressivo valor é muito maior do que imaginavam, levando JD a começar a suspeitas das verdadeiras intenções de Dumars em relação à quantia. Avaliada em US$20 milhões e escondida em barris escondidos dentro das paredes do sótão, a fortuna começa a levantar suspeitas e a colocar em xeque a confiança que cada membro do time tem no outro, principalmente quando JD se vê em um conflito moral que o desampara em uma espiral de ódio e frustração – principalmente pelo fato do assassinato de Velez estar relacionado com o roubo do dinheiro.

O projeto é comandado por Joe Carnahan, um diretor veterano dentro do gênero de ação e suspense, que já comandou incontáveis produções similares – como o recente ‘Mate ou Morra’, estrelado por Frank Grillo e Mel Gibson, e pelo thriller de sobrevivência ‘A Perseguição’, com Liam Neeson. Também marcando presença na televisão com ‘The Blacklist’, Carnahan dá vida a um de seus projetos mais sólidos e bem estruturados com Dinheiro Suspeito, não apenas ao construir uma narrativa familiar e carregada com os conhecidos tropos dos suspenses criminais, mas ao colocar uma identidade quase mística que nos envolve em uma labiríntica e angustiante rede de artimanhas.

O sucesso estético dá-se por uma junção de inúmeras referências em uma mesma atmosfera, apostando fichas em ágeis sequências de conflitos físicos, que incluem uma ótima sequência de tiroteio e uma rendição espetacular de Damon como o ambíguo e controverso Dumars; na estética enevoada, sombria e atípica das fórmulas expressionistas e neo-noirs; e em um ácido comentário político sobre a falência estrutural das esferas da sociedade, transferindo foco para a corrupção sistêmica das forças policiais frente ao caráter predatório do dinheiro. Responsável também pelo roteiro, Carnahan encontra a dosagem certa para garantir um máximo aproveitamento do ensemble que domina as telas – com destaque claro à química entre Damon e Affleck.

Ainda que a trama parta de uma premissa um tanto quanto familiar e previsível, o cineasta faz o possível para nos levar a caminhos enigmáticos que nos colocam em uma certa perspectiva, apenas para se destituir das falsas pistas e nos arremessar às reviravoltas. E isso não seria possível sem o incrível elenco que nos guia durante quase duas horas: além da dupla protagonista, Taylor, Yeun e Moreno compõe as complexas personalidades de seus respectivos personagens para alimentar a ambientação conspiratória e traiçoeira da narrativa. Calle, por sua vez, brilha em um espectro diferente ao navegar por uma vida dupla que continua a colocá-la em situações semelhantes – rendendo-se a uma ótima atuação.

O sólido trabalho não se limita apenas aos aspectos da direção, do roteiro e da atuação, mas estendem-se para uma preocupação clara com outros elementos de suma importância para o cosmos apresentado: a fotografia assinada por Juan Miguel Azpiroz se desvia das inúmeras repetições de tramas envolvendo tráfico e corrupção, preferindo mergulhar em uma sombria e agourenta escolha de enquadramentos que torna cada uma das personalidades vítima de suas próprias ambições – e nos deixando em uma suspensão de descrença que os transforma em deturpados anti-heróis. A trilha sonora de Clinton Shorter irrompe em um tétrico arranjo de cordas dissonantes que corrobora a atmosfera já mencionada, contando com crescendos certeiros e saltos frenéticos que nunca deixam de nos instigar.

Por mais que conte com alguns óbvios erros, Dinheiro Suspeito mostra que a parceria Damon-Affleck ainda tem cartas na manga, envolvendo-nos com um interessante e dinâmico suspense criminal que brilha com performances aplaudíveis e um retorno à forma de Joe Carnahan.

Crítica | Davi: Nasce um Rei – Animação Conta História Épica de Personagem Cristão para Crianças

A Bíblia é o livro mais lido do mundo inteiro. Recheado de histórias de superação, exemplos e inspiradoras, é através dos mitos que ecoam pelas páginas desse livro que muitos católicos e cristãos em todo o globo terrestre buscam e encontram conforto, segurança, consolo, forças, sendo a mais popular das histórias a que conta a jornada de Jesus Cristo. Porém, há tantas e tantas outras nas centenas de páginas que preenchem a Bíblia, e há tempos a sétima arte anda buscando trazer essas narrativas para o audiovisual. É assim que chegamos ao longa de animação ‘Davi: Nasce um Rei’, desenho animado que estreou essa semana no circuito nacional prometendo reunir a família brasileira nos cinemas.

Quando ainda era uma criança, Davi (na voz original de Brandon Engman) recebeu a visita do Profeta, que ungiu sua cabeça com óleo, escolhendo-o para ser o próximo rei de Israel. Mesmo a contragosto, afinal, tudo que Davi gostava era de pastorear, o jovem aceita seu destino, porém, os rumores percorrem o território e o rei Saul (Adam Michael Gold) manda buscá-lo. Porém, Davi (já na voz de Phil Wickham) tem um jeitinho especial de encantar as pessoas, e, aos poucos, cai no gosto do rei Saul, e acaba ficando no reino, onde cresce e exerce grande influência nos cidadãos. Entretanto, com o passar do tempo, aos poucos vai ficando cada vez mais claro o verdadeiro destino de Davi e o fim do reinado de Saul.

Com quase uma hora e cinquenta de duração, é justamente a extensão do filme que acaba prejudicando um pouco a retenção e o ritmo de ‘Davi: Nasce um Rei. Mesmo se tratando de uma animação – e recheada de canções originais, o que é um prato cheio para a garotada -, um filme com quase duas horas de duração é um pouco demais, mesmo para a criança mais atenta.

A qualidade técnica empregada para criar tecitura e relevância aos detalhes impressionam em ‘Davi: Nasce um Rei’. Há uma cena, logo no início, em que um close no rosto do jovem Davi é tão perfeito que nos faz duvidar se é ainda animação ou se foi utilizado imagens reais como base para a fluidez e detalhamento da cena. Além disso, é um grande acerto que a estética escolhida na caracterização dos personagens não só seja atenta aos detalhes físicos daqueles oriundos da região do Oriente Médio, como também se assemelha a personagens contemporâneos de outras animações famosas (como as da Disney), o que favorece no reconhecimento visual da criançada àquilo que está assistindo.

Para contar a história épica de Davi, os roteiristas Brent Dawes, Kyle Portbury e Sam Wilson pincelam a vida do jovem rapaz até ele efetivamente ser abraçado pelo povo de Israel. Um dos momentos mais curiosos é a inserção de leve humor durante um dos maiores desafios da vida de Davi: quando ele enfrentou o gigante Golias e o derrotou. De uma maneira engraçada, o filme transforma o evento como que uma brincadeira de criança.

Recheado de músicas inspiradoras, ‘Davi: Nasce um Rei’ traz a épica história de um dos personagens mais conhecidos da Bíblia para o público cristão que também quer ver suas histórias refletidas dos cinemas. Bem realizada pelos diretores Phil Cunningham e Brent Dawes, ‘Davi: Nasce um Rei é um filme iluminador para todos os público interessados nesta vertente do cinema cristão.

‘O Exorcista’: Reboot de Mike Flanagan deve contar sobre caso de garoto possuído que inspirou filme original

Ontem, o reboot de ‘O Exorcista‘ foi adiado em um ano pela Universal Pictures. Ao invés de março de 2026, o filme agora chegará aos cinemas no dia 12 de março de 2027.

Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) está escrevendo, dirigindo e produzindo o reboot para a Universal e a Blumhouse-Atomic Monster. Não há muitos detalhes sobre o enredo, mas foi descrito como uma “nova visão radical” do clássico cult.

Rumores indicam que Flanagan vai mostrar a história original que inspirou o primeiro ‘O Exorcista‘ (1973). O filme foi baseado no exorcismo de um menino, conhecido por pseudônimos como “Roland Doe” ou “Robbie”, em Maryland e St. Louis, ocorrido em 1949.

Roland Doe

Scarlett Johansson (‘Jurassic World: O Recomeço’) deve viver a mãe do garoto. Jacobi Jupe (‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’) será o protagonista.

O autor William Peter Blatty tomou conhecimento do caso enquanto estudava na Universidade de Georgetown. Embora o romance tenha ficcionalizado o caso como sendo de uma jovem chamada Regan MacNeil, a realidade envolveu intensa atividade poltergeist, explosões violentas, vozes guturais e estranhas marcas no corpo do menino, levando padres católicos a realizarem múltiplos exorcismos.

O original de 1973 ainda é amplamente considerado um dos melhores filmes de terror de todos os tempos. Com direção de William Friedkin e roteiro de William Peter Blatty, o filme estrelou Ellen Burstyn, Max von Sydow, Jason Miller e Linda Blair. A trama acompanha a possessão demoníaca de uma jovem, Reagan MacNeil, e a tentativa de resgatá-la por meio de um exorcismo realizado por dois padres católicos.

O Exorcista‘ foi produzido com um orçamento de US$ 12 milhões e arrecadou 428,8 milhões de dólares em todo o mundo, segundo o site The Numbers. Ganhou dois Oscars, nas categorias de Melhor Roteiro Original e Melhor Som, além de oito outras indicações.

O novo filme não dará continuidade ao filme anterior, ‘O Exorcista: O Devoto‘, que foi concebido como o primeiro de uma fracassada trilogia.

Anteriormente, Flanagan havia revelado que pretende criar o filme mais assustador de sua carreira, com foco em trazer algo novo para a franquia ao invés de se apoiar na nostalgia dos capítulos anteriores.

“Não estamos em uma missão fácil, mas sempre senti que não há sentido em entrar em uma franquia consolidada sem trazer algo novo. Eu quis dirigir um novo filme da saga ‘O Exorcista’ porque estava convencido de que poderia adicionar algo significativo.”

Ele completa: “essa é a oportunidade de fazer algo que nunca foi feito anteriormente na franquia – algo que honre o legado dos filmes anteriores, mas que não se apoie em nostalgia. Eu apenas vi a oportunidade de fazer o meu filme mais assustador. Sei que as expectativas são altas. Ninguém está mais intimidado do que eu.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Extermínio 4: O Templo de Ossos

(28 Years Later: The Bone Temple)

 

Elenco:

Cillian Murphy – Jim
Ralph Fiennes – Dr Ian Kelson
Aaron Taylor-Johnson – Jamie
Emma Laird – Jimmima
Erin Kellyman – Jimmy Ink
Chi Lewis-Parry – Alpha Samson
Jack O’Connell – Jimmy Crystal

 

Direção: Nia DaCosta

Gênero: Terror

Duração: 109 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 75 milhões

Estreia: 15 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

Em EXTERMÍNIO 4: O TEMPLO DE OSSOS, décadas após um vírus ter devastado a humanidade, um grupo de sobreviventes tenta escapar não apenas dos infectados, como também de uma ameaça ainda maior.

Curiosidades: 

» Este será o segundo capítulo da planejada trilogia;

» O filme é o segundo capítulo da nova trilogia iniciada com ‘Extermínio: A Evolução‘ (2025). As três partes foram planejadas desde cedo, e O Templo de Ossos foi rodado logo após o primeiro.

» Enquanto ‘Extermínio: A Evolução‘ teve direção de Danny Boyle, O Templo de Ossos é dirigido por Nia DaCosta, conhecida por Candyman e As Marvels.
Wikipedia

» Alex Garland — que escreveu o Extermínio original — retornou como roteirista e produtor, conectando fortemente os novos filmes ao tom e mitologia da franquia.

» O elenco inclui Ralph Fiennes (Dr. Ian Kelson), Jack O’Connell (Sir Jimmy Crystal), Alfie Williams (Spike), além de Erin Kellyman e Chi Lewis-Parry.

» Cillian Murphy — protagonista do Extermínio original — terá participação no filme, o que é um grande chamariz para os fãs da saga clássica.

» O título e a localização central referem-se a um monumento feito de ossos construído por Dr. Kelson — uma espécie de memorial às vidas perdidas e um símbolo memento mori (lembre-se de que morrerás).

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

O Beijo da Mulher Aranha

(Kiss of the Spider Woman)

 

Elenco:

Diego Luna
Jennifer Lopez
Tonatiuh

 

Direção: Bill Condon

Gênero: Musical

Duração: 128 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: 15 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

O BEIJO DA MULHER ARANHA é ambientado em uma prisão argentina em 1983, durante a ditadura militar, Luis Molina, um cabeleireiro gay, cumpre uma pena de oito anos por supostamente corromper um menor. Para escapar dos horrores de sua prisão, Molina imagina filmes estrelados por uma atriz clássica do cinema chamada Ingrid Luna, incluindo o papel da Mulher-Aranha, que mata sua presa com um beijo. A vida de Molina é virada de cabeça para baixo quando um marxista, Valentin Arregui Paz, é levado para sua cela, e os dois formam um vínculo improvável.

Curiosidades: 

» ‘O Beijo da Mulher Aranha’: Remake estrelado por Jennifer Lopez conquista 83% de APROVAÇÃO no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

» ‘O Beijo da Mulher-Aranha’: Jennifer Lopez destaca importância do remake; “Para nos salvar”

» O longa é um remake do clássico homônimo de 1985;

» Lançada no Festival de Sundance 2025 e financiada de forma independente (com orçamento em torno de US$ 30 milhões), a nova versão conquistou 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomates;

» Jennifer Lopez interpreta Ingrid Luna/Aurora/A Mulher-Aranha, papel glamouroso que mistura fantasia e cinema dentro do filme — uma “estrela de Hollywood” que existe na imaginação de outro personagem. Diego Luna vive Valentín Arregui, um prisioneiro político. Tonatiuh Elizarraraz interpreta Molina, seu companheiro de cela, cuja mente cria o universo musical com a Spider Woman.

» O filme destaca forte componente queer, mostrando o relacionamento entre Molina e Valentín de maneira mais aberta do que versões anteriores da história.

» A narrativa combina realidade dura da prisão com os números musicais fantasiosos — um contraste que explora o escapismo como forma de sobrevivência emocional.

» J.Lo diz que era “o papel que esperava a vida inteira” — ela sempre quis fazer um grande musical no estilo clássico de Hollywood.

» Para uma das cenas, Jennifer Lopez usou um vestido de 23 quilos, que ela descreveu como um “pesadelo” por ser pesado demais durante as danças.

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Hamnet: A Vida Antes de Hamlet

(Hamnet)

 

Elenco:

Jessie Buckley
Paul Mescal
Emily Watson

 

Direção: Chloé Zhao

Gênero: Drama

Duração: 125 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: 29 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

A trama de HAMNET: A VIDA ANTES DE HAMLET gira em torno de Agnes – a esposa do escritor mais famoso do mundo, William Shakespeare – enquanto ela luta para aceitar a perda de seu único filho, Hamnet.

Crítica: 

Crítica | ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’ é uma OBRA-PRIMA de Chloé Zhao

Curiosidades: 

» A produção traça as consequências emocionais, familiares e artísticas da perda, trazendo à vida uma história humana e emocionante como pano de fundo para a criação da peça mais famosa de Shakespeare, ‘Hamlet‘;

Com roteiro assinado por Chloé Zhao, o longa é baseado no romance homônimo de Maggie O’Farrell;

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O Diário de Pilar na Amazônia

(O Diário de Pilar na Amazônia)

 

Elenco:

Lina Flor
Sophia Ataíde
Miguel Soares

 

Direção: Eduardo Vaisman, Rodrigo Van Der Put

Gênero: Aventura

Duração: 90 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 15 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

Em O DIÁRIO DE PILAR NA AMAZÔNIA, Pilar é uma menina curiosa que viaja para a Amazônia com uma rede mágica e conhece Maiara, uma ribeirinha cuja comunidade foi destruída. Com a ajuda de seres folclóricos, Pilar e seus amigos embarcam na aventura de reencontrar a família de Maiara e impedir o desmatamento da floresta.

Curiosidades: 

» O longa é baseado na popular saga literária escrita por Flávia Lins e Silva;

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Davi: Nasce um Rei

(David)

 

Elenco:

Brandon Engman
Phil Wickham
Asim Chaudhry

 

Direção: Brent Dawes, Phil Cunningham

Gênero: Animação

Duração: 109 min.

Distribuidora: Heaven Content

Orçamento: US$ 60 milhões

Estreia: 15 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

Em DAVI: NASCE UM REI, um reino dilacerado pelo medo e pela corrupção, um menino pastor é chamado para enfrentar um gigante e a escuridão atrás dele. Com nada além de fé, coragem e uma funda, ele desafia um império e desperta o coração de uma nação. Das colinas tranquilas de Belém ao rugido do campo de batalha, sua jornada moldará reis, testará corações e revelará que a maior força é encontrada na confiança, não no poder.

Curiosidades:

» Para quem não conhece, Davi é um dos personagens mais emblemáticos da Bíblia. Ainda jovem, enfrentou e derrotou o gigante Golias, tornando-se símbolo de fé e coragem. Além disso, é creditado como autor de diversos Salmos e é lembrado como o mais famoso rei de Israel;

» A produção de ‘DAVI: NASCE UM REI‘ é a mais recente empreitada da Angel Studios, que se consolidou no mercado com produções aclamadas e de grande impacto como ‘The Chosen‘ (série sobre a vida de Jesus), ‘Som da Liberdade‘ e ‘Som da Esperança – A História de Possum Trot‘;

Trailer:

Cartazes: 

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Matt Damon critica impacto dos celulares no roteiro dos filmes: “Precisamos repetir a trama várias vezes”

O ator Matt Damon expressou recentemente sua frustração com as mudanças na narrativa cinematográfica causadas pela falta de atenção do público moderno.

Conforme o DiscussingFilm, Damon revelou que trabalhar em longas atuais, especialmente para plataformas de streaming como a Netflix, tornou-se um processo cansativo devido à necessidade constante de redundância.

Segundo o ator, os roteiros agora precisam “reiterar a trama de três a quatro vezes nos diálogos porque as pessoas estão no celular” enquanto assistem. Damon explica que a estrutura clássica do cinema de ação foi alterada: se antes o filme construía o ritmo gradualmente até as grandes explosões, agora a exigência é imediata.

“A pergunta agora é: ‘Podemos ter uma grande cena de ação nos primeiros cinco minutos?’. Eles querem que as pessoas fiquem ligadas a qualquer custo”, afirmou o ator, destacando a pressão para evitar que o espectador se disperse com outras telas.

Vale lembrar que seu trabalho mais recente é ‘Dinheiro Suspeito’.

‘Dinheiro Suspeito’: Filme com Matt Damon e Ben Affleck conquista 84% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Dinheiro Suspeito’ está disponível na Netflix.

Na trama, um grupo de policiais de Miami descobre um esconderijo de milhões em dinheiro, o que gera desconfiança quando pessoas de fora descobrem a grande apreensão e se perguntam em quem confiar.

O filme é dirigido por Joe Carnahan (‘Mate ou Morra’).

Steven YeunTeyana TaylorSasha CalleNéstor CarbonellCatalina Sandino MorenoScott AdkinsLina Esco completam o elenco.

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‘Marty Supreme’: Josh Safdie revela participação secreta de Robert Pattinson no filme

A cinebiografia ‘Marty Supreme’, estrelada por Timothée Chalamet, já está em cartaz nos cinemas nacionais. Agora, finalmente, foi revelado o papel secreto de Robert Pattinson no longa.

De acordo com a Variety, o cineasta Josh Safdie, responsável pelo filme, revelou que Pattinson fez uma participação como voz no drama de pingue-pongue estrelado por Chalamet.

“Ninguém sabe disso, mas aquela voz, do comentarista, do árbitro, é do Pattinson. É como um pequeno easter egg. Ninguém sabe sobre isso… Ele veio assistir algumas cenas e eu pensei: ‘Não conheço nenhum britânico’. Então ele acabou sendo o árbitro”, afirmou Safdie.

Pattinson pode ser ouvido como narrador durante a cena das semifinais do British Open, no início do filme da A24, enquanto Marty Mauser (Chalamet) enfrenta o campeão húngaro Bela Kletzki (Géza Röhrig).

‘Marty Supreme’ já está em cartaz nos cinemas nacionais.

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Além de Chalamet, o longa será estrelado por Gwyneth Paltrow, Odessa A’zion, Penn Jillette, Kevin O’LearyTyler the Creator e Abel Ferrara.

‘Marty Supreme’ é baseado na autobiografia Marty Reisman, que foi lançada em 1974. A trama abordará as façanhas do ex-jogador, enquanto se aprofunda no mundo do Ping Pong e na vida de Reisman.

O roteiro do longa é coassinado por Josh Safdie e Ronald Bronstein. Safdie também entra como diretor.

Johnny Knoxville revela se fará cenas de ação em ‘Jackass 5’ após acidente no filme anterior

Johnny Knoxville, o rosto por trás da franquiaJackass’, comentou recentemente sobre a possibilidade de um quinto filme e seu retorno às manobras arriscadas. Após o grave acidente com um touro emJackass Forever’ (2022), o ator revelou que sua abordagem nas cenas de ação mudou drasticamente.

Conforme à Variety, Knoxville foi enfático: “Não posso fazer nada em que eu possa levar outra concussão. Já ultrapassei muito o meu limite de concussões. Não me importo com o resto, só não posso mais levar um golpe na cabeça, mas os outros caras podem”.

Mesmo com as limitações físicas, Knoxville demonstrou entusiasmo com o futuro da franquia, brincando que os filmes são “um inferno para o elenco, mas muito divertidos para mim”.

Ele acrescentou que, apesar do caos, todos estão animados com a perspectiva de um novo longa.

Vale lembrar que, durante as filmagens deJackass Forever’, Knoxville sofreu uma hemorragia cerebral, uma concussão severa, além de fraturas no pulso e nas costelas após ser atingido e arremessado por um touro.

Lembrando que através do seu Instagram, o astro Johnny Knoxville (‘Vovô Sem Vergonha’) finalmente anunciou quando o próximo filme da franquia ‘Jackass‘ será lançado.

O longa está programado para estrear no dia 26 de junho.

“Bem, caramba, estamos começando o ano com tudo! Queríamos avisar que ‘Jackass’ estará de volta neste verão!! Nos vemos nos cinemas no dia 26 de junho. Mais novidades serão divulgadas em breve, mas queríamos que vocês soubessem por nós primeiro,” declarou o ator.

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‘Pânico 7’ deve abrir com US$ 28 a 32 milhões nas bilheterias dos EUA, diz analista

O anúncio de ‘Pânico 7’ reacendeu uma discussão intensa entre fãs e analistas de mercado, devido às circunstâncias. De um lado, o retorno de Neve Campbell como Sidney Prescott, a maior personagem da história da franquia. Do outro, a saída de Melissa Barrera e Jenna Ortega, que haviam sido fundamentais para a revitalização recente da saga. A grande pergunta é inevitável: esse novo capítulo conseguirá repetir — ou ao menos se aproximar — do sucesso comercial de ‘Pânico’ (2022) e ‘Pânico 6’ (2023)?

Segundo o analista de bilheterias BoxOfficeTheory, a franquia está surfando uma onda de sucesso graças aos filmes de 2022 e 2024, que revitalizaram a marca. Ele projeta que o filme deve abrir com US$ 28 a 32 milhões nos EUA.

Pânico 6‘ teve a maior estreia da franquia nos EUA, com US$ 44.5 milhões arrecadados durante o primeiro final de semana – ultrapassando a estreia de ‘Pânico 3‘ (US$34.7M).

O quinto filme estreou arrecadando US$ 30,6 milhões nos EUA.

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Confira o novo cartaz, um comercial e siga o CinePOP no YouTube:

Pânico 7‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro.

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Vem assistir ao trailer de ‘Pânico 7’ comentado por Renato Marafon

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

Sasha Calle revela que é grata por ter interpretado a Supergirl em ‘The Flash’

Sasha Calle, que interpretou a Supergirl emThe Flash, comentou recentemente sobre sua experiência dando vida à heroína no filme. De acordo com o ComicBookMovie, Calle relembrou seu breve período no DCU de forma otimista.

“Sou muito grata. Alguém mencionou hoje o vídeo em que Andy Muschietti me liga para me dizer que eu tinha conseguido o papel. E eu ainda lembro, a sensação era tão surreal, sabe? E isso me levou a um lugar onde agora posso trabalhar com Ben e Matt [Damon], Teyana [Taylor], Catalina [Sandino Moreno], Steven [Yeun], Kyle [Chandler]”, afirmou.

“Sou tão, tão, tão imensamente grata por isso ter me levado a esse mundo onde posso criar arte. Eu amei”, continuou Calle, acrescentando que está aberta a voltar a um projeto de super-herói caso surja a oportunidade. “Não sei, depende. Se eu receber um telefonema, estou aberta a recebê-lo, sabe?”.

Na época, Sasha Calle estava escalada para ser a heroína do DCU, com planos para protagonizar seu próprio filme solo após sua participação emThe Flash. No entanto, quando James Gunn assumiu a liderança do DCU, ele decidiu reiniciar o universo, reescalando o papel da personagem.

Assista à nossa entrevista com o diretor Andy Muschietti, diretor deThe Flash, e siga o CinePOP no YouTube:

The Flash, filme da DC lançado em 2023, está disponível na Max e no Prime Video.

Confira:

Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey Clemons Antje Traue completam o elenco.

 

Defesa de Nick Reiner deve focar em histórico psiquiátrico em caso de homicídio de Rob e Michele Reiner

A defesa de Nick Reiner, acusado de homicídio em primeiro grau com “circunstâncias especiais” pelas mortes de seus pais, Rob e Michele Reiner, deve focar em seu histórico psiquiátrico.

O Deadline confirmou que Nick esteve sob uma tutela judicial de saúde mental (conhecida como tutela L.P.S.) entre 2020 e 2021.

Diferente do caso amplamente divulgado de Britney Spears, focado em controle financeiro, a tutela de Nick foi solicitada por médicos e era estritamente voltada ao tratamento psiquiátrico e administração de medicamentos. Especialistas afirmam que esse histórico facilita uma possível tese de “insanidade mental” pela Defensoria Pública.

As mortes ocorreram em dezembro, na casa da família em Brentwood, por múltiplos ferimentos por objeto cortante. Atualmente defendido pela advogada Kimberly Greene, Nick aguarda a audiência de 23 de fevereiro, onde deve apresentar sua declaração de culpa ou inocência.

Embora o promotor Nathan Hochman afirme ter provas para uma condenação “além de qualquer dúvida razoável”, a família Reiner já sinalizou ao Ministério Público que é contrária à pena de morte.

Filho de Rob Reiner pode enfrentar PENA DE MORTE pela morte do pai

Os corpos do casal foram encontrados por volta das 15h30 (horário do Pacífico) pela filha do casal, acompanhada de outra pessoa.

Em comunicado, a polícia confirmou: “A investigação revelou que Nick Reiner, filho de Robert e Michele Reiner, de 32 anos, foi o responsável pelas mortes. Ele foi localizado e preso por volta das 21h15, indiciado por homicídio e permanece sob custódia”.

Nick Reiner é um dos três filhos do casal e havia se mudado recentemente de volta para a casa dos pais. Ele também tem uma meia-irmã adotiva, fruto do casamento anterior de Rob Reiner com Penny Marshall.

Caso seja condenado pelas acusações, Nick Reiner poderá enfrentar a pena de prisão perpétua ou, eventualmente, a pena de morte.

Os 10 Melhores Filmes de Rob Reiner

‘Game of Thrones’: George R.R. Martin comenta derivado focado em Jon Snow

George R.R. Martin, autor da icônica saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, falou recentemente sobre a possibilidade de séries derivadas que se passariam após os eventos de Game of Thrones, com foco em personagens como Jon Snow e Arya Stark.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Martin comentou sobre uma ideia de continuação centrada em Jon Snow.

“Harington, ao lado de dois roteiristas de sua série dramática Gunpowder, demonstrou interesse em desenvolver uma história que mostrasse Jon Snow vivendo em completo isolamento, como um homem emocionalmente destruído e lidando com transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). Ao se afastar de seu lobo gigante, Fantasma, e abandonar sua espada Longclaw, Jon passaria os dias construindo cabanas apenas para incendiá-las em seguida. Harington também desejava que o personagem morresse, evitando que fosse retratado como um herói”, afirmou.

A HBO, no entanto, teria considerado a premissa “deprimente demais” e acabou descartando o projeto. Agora, o canal teria recorrido ao roteirista Quoc Dang Tran, de Drops of God, para desenvolver uma nova série derivada.

Desta vez, uma das possibilidades seria transferir a narrativa para Essos, uma região com inspiração mediterrânea, e incluir outro personagem extremamente popular da franquia: Arya Stark. Ainda não se sabe se Kit Harington estaria envolvido de alguma forma.

Uma fonte interna afirmou: “Estamos muito interessados e empolgados com a perspectiva de uma sequência, mas também plenamente conscientes de quão alto precisa ser o nível de execução”.

Outras ideias de spin-offs incluem um projeto animado sobre o Serpente do Mar, de ‘A Casa do Dragão’, pensado para reduzir custos, e a história da conquista de Westeros pelo rei Aegon Targaryen, que pode se transformar em um filme “do porte de Duna”.

Sansa Stark de volta? Sophie Turner comenta sobre possível retorno a ‘Game of Thrones’

Game of Thrones’ está disponvivel no HBO Max. 

“Nove famílias nobres lutam pelo controle sobre as terras míticas de Westeros, enquanto um antigo inimigo retorna depois de estar adormecido por milhares de anos”, diz a sinopse.

Tela Brasil | Aplicativo de streaming do Governo Federal está disponível para download

Anunciada no último ano, em meio ao sucesso de Ainda Estou Aqui nos principais festivais de cinema do mundo, a plataforma Tela Brasil foi idealizada para ser a Netflix do cinema nacional”. No anúncio original, a inauguração do aplicativo estava prevista para a reta final de 2025, mas houve um pequeno atraso.

Felizmente, o projeto não foi abandonado ou esquecido e está cada vez mais próximo de seu lançamento oficial. Nesta semana, o aplicativo ficou disponível para download na Play Store, que atende os telefones de sistemas operacionais Android. O catálogo ainda não está completo, mas já conta com curtas, média-metragens e longa-metragens 100% nacionais. Clássicos como A Hora da Estrela também já podem ser conferidos no Tela Brasil.

O conceito do serviço nasceu com foco no público escolar do Brasil, com a ideia de disponibilizar filmes fundamentais da cultura nacional para ser acessado e assistido nas escolas. Porém, com o cinema brasileiro conquistando o mundo novamente, o Governo Federal resolveu expandir a proposta, desenvolvendo esse streaming gratuito para todos.

O Tela Brasil terá um acervo de cerca de 500 filmes, com as produções sendo adicionadas aos poucos. Neste momento, o catálogo ainda não está completo. O aplicativo está sendo desenvolvido em uma parceria do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual, com a Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Para acessar a plataforma, o usuário não terá de pagar nenhum tipo de mensalidade. Basta ter uma conta ativa no site gov.br.

Aplicativo Tela Brasil está sendo desenvolvido em parceria do Ministério da Cultura com a UFAL. Foto: Divulgação.

Para compor o catálogo da plataforma, o Tela Brasil contará com contribuições de instituições fundamentais para a preservação da memória do cinema brasileiro, como a Cinemateca Brasileira, CTAv (Centro Técnico Audiovisual), Funarte e Fundação Cultural Palmares. O investimento estimado no projeto é de R$ 4,4 milhões.

Com isso, a ideia do projeto é valorizar o cinema brasileiro, construir um tipo de linha do tempo para que as pessoas possam assistir, conhecer, estudar e curtir as obras nacionais, e também incentivar a produção de novos projetos, celebrando o passado e motivando produções futuras, além de comemorar a própria brasilidade e destacar diferentes visões artísticas de todo o país.

“Entre os compromissos da Plataforma, destacam-se a representação da pluralidade das identidades de gênero, cultural e étnico-racial; a promoção da diversidade regional brasileira; a preservação da memória audiovisual; e a oferta de obras com relevância educacional, formativas e de impacto social”, informa o Ministério da Cultura.

A versão final do aplicativo será disponibilizada em breve.

10 ICÔNICAS músicas pop que completam 15 anos em 2026

Ainda que os novos nomes do pop venham nos entregando trabalhos consistentes, não podemos deixar de relembrar de um passado não muito distante que era dominado por titãs do cenário fonográfico – como foi o caso de 2011.

Há uma década e meia, Lady Gaga lançava sua magnum opus ‘Born This Way’, nos entregando o maior hino LGBTQIA+ de todos os tempos, além de outras faixas memoráveis que conquistaram a crítica e o público. Adele, por sua vez, quebrava recordes e mais recordes com ’21’ e com canções tão bem construídas que se tornaram clássicos instantâneos. E Beyoncé começava a apresentar mais um lado de sua expressiva e vibrante identidade artística com o ótimo ‘4’.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista separando dez músicas pop que completam 15 anos em 2026 – centrando nosso foco em cinco artistas que definiram o início da década passada.

Confira:

“ROLLING IN THE DEEP”, Adele

Apesar de Adele já ter tido um sucesso considerável com suas primeiras incursões, foi “Rolling in the Deep” que a lançou à fama mundial. O lead single de ’21’, considerado por muitos como o melhor álbum de sua carreira até agora, foi arquitetado minuciosamente ao lado de Paul Epworth (que viria a trabalhar com ela na aclamada “Skyfall”) e levou para casa três estatuetas do Grammy, incluindo Música do AnoGravação do Ano.

“RUMOR HAS IT”, Adele

Assim como todas as artistas femininas que dominam ou já dominaram o cenário mainstream, Adele tornou-se alvo de mentiras de tabloides sensacionalistas e ficou chocada quando percebeu que os próprios amigos acreditavam no que era escrito. É a partir daí que “Rumor Has It”, uma das melhores rendições da carreira da artista, ganhou vida, movida por sarcásticas mensagens mascaradas com uma infusão explosiva e viciante de bluesjazz.

“I WAS HERE”, Beyoncé

Em uma de suas várias reinvenções, Beyoncé deu vida a ‘4’, um de seus álbuns mais memoráveis (se bem que é difícil não encarar todos os seus lançamentos como memoráveis). A conclusão dessa aventura sonora vem acompanhada da aplaudível “I Was Here”, facilmente uma das melhores músicas do catálogo da Queen B – cujas mensagens ultrapassam o mero conceito de exaltar quem você é, atravessando uma linha etérea que discorre sobre a própria existência (“eu estava aqui, eu vivi, eu amei, eu estava aqui”) e movendo-se por uma pessoalidade emocionante.

“LOVE ON TOP”, Beyoncé

Em ‘4’, Beyoncé resolveu construir um escopo que abraçava tanto o mainstream quanto as pulsões conceituais que vinham crescendo desde o início da década. E, nesse tropo que se tornara uma marca reconhecida de seus compilados, “Love On Top” nos engolfa em uma exuberância vocal R&B e pop se tirar o fôlego – principalmente quando ela nos dá uma aula de canto ao subir oitavas e mais oitavas na parte final da canção. Não é à toa que diversos especialistas musicais considerem-na uma das mais bem produzidas e escritas da carreira da artista.

“HOLD IT AGAINST ME”, Britney Spears

lead single de ‘Femme Fatale’, sétimo álbum de Britney Spears, ganhou vida através do dance-pop de “Hold It Against Me”. Apesar da multiplicidade gritante de elementos sonoros que se desenrolam pela faixa, tudo é pensado com cautela e, no final das contas, converge para uma significativa mudança de ares para a artista. É claro que o pop chiclete permanece vivo tanto nos drills quanto no refrão e no icônico bridge que nos une a um épico final – exponencialmente alimentado por um belíssimo videoclipe encabeçado por Jonas Åkerlund.

“TILL THE WORLD ENDS”, Britney Spears

“Till the World Ends”, funcionando como uma epígrafe electro-dance, é uma narcótica viagem por um submundo pós-apocalíptico impetuoso, movido pelo desejo incontrolável de dançar e de não se importar com os problemas que nos afetam dia após dia. “Você sabe que posso levar isso ao próximo nível, baby” é um clássico verso arrancado de uma nostalgia que retoma ‘Britney’ e ‘In The Zone’ – mas elevado à décima potência no tocante à contemporaneidade e a uma proposital produção sem limites estéticos.

“BORN THIS WAY”, Lady Gaga

Lady Gaga sempre foi uma defensora de causas sociais, principalmente nos âmbitos da comunidade LGBTQIA+. Desde o início de sua carreira em 2008, a Mother Monster se mostrou uma aliada das minorias – e, em 2011, fez história com o lead single homônimo do álbum ‘Born This Way’. Movido pelo electro-pop e pelo synth-pop, a faixa tornou-se um emblema da resistência e da luta queer ao redor do mundo e foi a primeira a citar diretamente os membros da comunidade em uma canção mainstream – alcançando sucesso e aclame inenarráveis.

“YOÜ & I”, Lady Gaga

Antes de ‘Joanne’, Gaga já havia dado indícios de seu apreço pelo country com a incrível e irretocável “Yoü And I”. Afastando-se completamente do pop e apostando no country-rock, a faixa, uma das últimas promocionais de ‘Born This Way’, a canção também recebeu aplausos dos especialistas internacionais e tornou-se um destaque do álbum por sua competente produção e pela presença de ninguém menos que Brian May na guitarra.

“WE FOUND LOVE”, Rihanna

Em 2011, Rihanna já era um nome estabelecido na indústria, dona de hits atemporais que a catapultaram para um estrelato invejável. Em setembro do mesmo ano, ela retornou ao cenário fonográfico com o lançamento de seu sexto álbum de estúdio, ‘Talk That Talk’, que se tornou um sucesso comercial. O lead single, pautado na repopularização do EDM no cenário mainstream, emergiu pelo nome de “We Found Love” – uma explosiva e vibrante colaboração com o DJ Calvin Harris.

“WHERE HAVE YOU BEEN”, Rihanna

Ainda que tenha sido oficialmente lançado como single em 2012, “Where Have You Been” integra o álbum ‘Talk That Talk’ de maneira a acompanhar as pulsões eletrônicas exploradas por Rihanna. Unindo-se a uma gama de produtores e de compositores, que incluem Cirkut e Dr. Luke, a irruptiva faixa é uma mistura de electro-house, trance­ e techno que interpola Geoff Mack da maneira mais inesperada possível – e que, assim como tantas outras incursões da cantora, encontrou sucesso inestimável que perdura até os dias de hoje.

Jennifer Lawrence afirma que perdeu papel em filme de Tarantino após críticas sobre ela “não ser bonita o suficiente”

A atriz Jennifer Lawrence relembrou recentemente que chegou a ser cotada para estrelar ‘Era Uma Vez em… Hollywood’, mas acabou perdendo o papel por, segundo comentários da internet, “não ser bonita o suficiente”. O papel acabou ficando com Margot Robbie.

De acordo com o Deadline, Lawrence revelou que o diretor Quentin Tarantino “realmente quis” que ela participasse do longa, lançado em 2019, mas acredita que as reações negativas na internet à possível escalação o desanimaram.

“E então todo mundo começou a dizer: ‘Ela não é bonita o suficiente para interpretar Sharon Tate’'” relembrou. “E aí eles desistiram”.

A atriz acrescentou: “Tenho quase certeza de que isso é verdade. Ou é aquela coisa de eu contar essa história desse jeito há tanto tempo que passei a acreditar nela. Mas, sinceramente, acho que isso aconteceu. Ou então ele nunca esteve me considerando para o papel, e a internet simplesmente fez questão de me chamar de feia”.

Ainda sobre sua relação com Tarantino, Lawrence revelou que também lhe foi oferecido o papel de Daisy em ‘Os Oito Odiados’ (2015), que acabou ficando com Jennifer Jason Leigh. “Eu recusei. Não deveria ter feito isso”, admitiu a atriz.

Era uma Vez em Hollywood‘ já disponível no catálogo Paramount+.

Na trama, um ator de televisão e seu dublê embarcam em uma odisseia para se fazer um nome para si na indústria cinematográfica durante os assassinatos de Charles Manson em 1969, na cidade de Los Angeles.

Relembre o trailer:

O elenco grandioso conta com Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Al Pacino, Margot RobbieKurt Russell, Dakota Fanning, James Mardsen, Bruce Dern, Michael Madsen, Tim Roth, Timothy Olyphant, Damian Lewis, Lena Dunham, Emile Hirsch, Luke Perry, Scoot McNairy e James Remar.

O filme conquistou 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, bem como dez indicações ao Oscar e duas vitórias, incluindo Melhor Ator Coadjuvante para Pitt. Além disso, fez um estrondo de bilheteria ao arrecadar US$377,6 milhões ao redor do mundo.