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“Estava em lágrimas”, diz Noah Schnapp sobre cena épica de Will em ‘Stranger Things’ [SPOILERS]

[AVISO DE SPOILERS]

Os novos episódios de Stranger Things já chegaram à Netflix e um dos momentos mais aguardados da trama finalmente aconteceu: Will Byers assumiu sua sexualidade para seus amigos e familiares.

Em entrevista à Variety, o ator Noah Schnapp revelou que a expectativa pelo roteiro foi longa e a leitura, arrebatadora.

“Você sabe que isso está por vir. Lemos os seis primeiros episódios juntos e eu pensei: ‘Ok, ainda não aconteceu, então será no 7 ou no 8’. Durante as filmagens, eu mandava mensagens constantes para os irmãos Duffer perguntando se já estava pronto”, relembrou o ator. “Quando finalmente li, em agosto, eu estava em lágrimas. Foi perfeito”.

Noah confessou que o dia da gravação foi um dos mais estressantes de sua carreira, especialmente por ter que realizar uma cena tão pessoal diante de todos os seus colegas de elenco.

“Eu estava tão envolvido nas minhas emoções que meio que bloqueei tudo ao redor. Era estressante saber que todo o elenco estava lá me observando. Eu tinha a Winona [Ryder] ao meu lado, os meninos e a Maya [Hawke] em volta. Tudo era um borrão; eu nem lembro da reação deles na hora, mas ao assistir depois, percebi que parecia muito genuíno”, destacou.

‘Stranger Things’: Criadores comentam sobre a cena decisiva de Will [SPOILERS]

A cena, descrita por Noah como um monólogo exaustivo, exigiu um esforço monumental da equipe. Foram 12 horas de gravação em um dia, seguidas por mais 12 horas na semana seguinte para refilmagens e ajustes. Para dar conta do volume de texto, o ator contou com a ajuda de Maya Hawke.

“A Maya fala muito rápido e tem muitas falas, então perguntei como ela decorava tudo sem parecer mecânico. Ela me disse: ‘Não é sobre o quanto você sabe, é sobre há quanto tempo você sabe. Prepare-se por meses antes’. Eu passei meses repetindo as falas de manhã e à noite, sem emoção, apenas para fixá-las na mente. No dia da gravação, eu estava livre para explorar os sentimentos”, afirmou.

Por fim, Noah fez questão de exaltar a generosidade de seus colegas de elenco, que permaneceram no set durante todo o processo para apoiá-lo.

“Eles foram muito respeitosos. Tiveram que ficar ali a noite inteira apenas me ouvindo falar. Poderiam ter ido descansar ou se distrair no Video Village, mas todos ficaram em seus lugares o dia todo, mesmo nos ângulos em que nem apareciam na câmera. Foi realmente especial e eu nunca vou esquecer o quanto eles foram solidários”, concluiu.

‘Stranger Things’: Noah Schnapp recorda ter sido pressionado a se assumir LGBT

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O episódio final de ‘Stranger Things’ estreia no dia 31 de dezembro na Netflix.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

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Noah Schnapp celebra parceria com Winona Ryder em ‘Stranger Things’: “Foi realmente especial”

Os novos episódios deStranger Things já estão disponíveis na Netflix, e o ator Noah Schnapp aproveitou o lançamento para refletir sobre a experiência de rodar a temporada final.

Em entrevista à Variety, ele detalhou a conexão profunda com Winona Ryder e como foi compartilhar o set com novos talentos.

Após passar as temporadas 3 e 4 com núcleos separados, Schnapp celebrou o retorno da parceria com Ryder, que interpreta sua mãe, Joyce Byers.

“Foi realmente especial. Fiquei triste nas temporadas passadas por ter me separado dela e senti muita falta de trabalhar ao seu lado”, confessou o ator. “Ela é uma das minhas parceiras de cena favoritas e foi ótimo estarmos juntos na maior parte desta temporada. Sinto-me muito à vontade perto dela e foi difícil me despedir. Não esperava ter tanta dificuldade no último dia; percebi que ela realmente se tornou uma figura materna para mim ao longo destes 10 anos”.

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Noah também revelou que a temporada final permitiu uma aproximação inédita com Maya Hawke (Robin).

“Nós definitivamente nos aproximamos. Eu mal havia conversado com a Maya antes disso; acho que nem éramos amigos de verdade. Agora, passamos a temporada inteira juntos e ela faz parte da minha pequena ‘família Stranger Things'”, acrescentou.

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Por fim, ao contracenar com os novos integrantes mirins do elenco, Noah percebeu o quanto o tempo passou. Ele descreveu a experiência como um choque de realidade sobre sua própria trajetória.

“Isso me fez perceber: ‘Uau, chegamos tão longe. Não somos mais crianças’. Eles olham para nós como veteranos”, refletiu. “Sempre sentimos que ainda temos muito a aprender, mas trabalhar com eles nos faz notar que acumulamos 10 anos de experiência aqui. Eles trouxeram uma energia infantil que nos lembrou de quando começamos. Eu fazia apertos de mão com eles e me sentia com 12 anos de novo. Foi muito divertido”, concluiu.

O episódio final de ‘Stranger Things’ estreia no dia 31 de dezembro na Netflix.

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Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

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‘Stranger Things’: Criadores falam sobre desfecho da série; “Não é Game of Thrones”

Os novos episódios deStranger Things já estão disponíveis na Netflix, elevando o hype dos fãs para o grande desfecho da série, que estreia no final deste ano.

Conforme o ComicBookMovie, os criadores Matt e Ross Duffer detalharam o processo para manter o final em segredo e o que o público pode esperar do encerramento.

“Não filmamos finais alternativos. Não teríamos tempo para algo assim só para despistar as pessoas. Mas tivemos uma equipe de segurança muito boa para manter os paparazzi afastados. O roteiro do último episódio foi impresso em papel vermelho [que dificulta a cópia e leitura em fotos], mas apenas o do final, porque é irritante receber roteiros vermelhos o tempo todo”, afirmou Matt.

‘Stranger Things’: Criadores comentam sobre a cena decisiva de Will [SPOILERS]

Até o momento, a nova leva de episódios não apresentou mortes definitivas no elenco principal, embora o clima de tensão sugira que ninguém está totalmente a salvo. Matt fez questão de diferenciar o tom deStranger Things de outras obras conhecidas por mortes brutais:

“Não é Game of Thrones. Não estamos em Westeros. Eu adoro a série, mas são propostas diferentes. Não haverá uma situação de ‘Casamento Vermelho’. Algumas coisas no final serão muito surpreendentes, mas não estamos tentando chocar ou aborrecer ninguém”, afirmou.

Ross Duffer complementou que o objetivo é entregar uma conclusão coerente: “Espero que as pessoas sintam que o que acontece é inevitável. Que não pareça apenas doloroso, mas sim satisfatório”.

David Harbour, astro de ‘Stranger Things’, é acusado de roubar um boné em um bar

Uma das maiores preocupações dos fãs é o destino de Steve Harrington, um dos personagens mais queridos do público. Questionado se o herói sobreviverá, Matt brincou com o histórico de ferimentos do personagem:

“Quanto ao destino do Steve… não posso dizer. Mas seria o próximo passo lógico, não é? Ele continua se machucando cada vez mais a cada temporada. A única forma de levar isso adiante seria a morte”, concluiu o roteirista, entre risos.

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O episódio final de ‘Stranger Things’ estreia no dia 31 de dezembro na Netflix.

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Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

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‘Stranger Things’: Criadores comentam sobre a cena decisiva de Will [SPOILERS]

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[AVISO DE SPOILERS]

Os novos episódios da 5ª temporada de Stranger Things já chegaram à Netflix. Um dos momentos mais marcantes do Volume 2 ocorre quando Will Byers assume sua sexualidade para seus amigos e familiares.

Em entrevista ao ComicBookMovie, os criadores da série, Matt e Ross Duffer, revelaram que a construção desse momento foi um desafio longo e cuidadoso.

Segundo Matt Duffer, o roteiro passou por várias mudanças até chegar ao formato final. “Demorou uma eternidade para escrever. Originalmente, ele se assumiria apenas para a mãe, mas sentimos que precisava ser algo maior; precisava envolver seus amigos. Tentamos focar apenas em Joyce [Winona Ryder] por um tempo, mas não parecia certo. Quando incluímos o grupo, tudo fez mais sentido”, afirmou.

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Os produtores admitiram nervosismo ao apresentar o roteiro para Noah Schnapp, já que o ator também se assumiu publicamente em 2023.

“Estávamos nervosos ao mostrar para o Noah, porque grande parte da cena é próxima do que ele mesmo vivenciou. Ao mesmo tempo, ele conhece o Will como ninguém. Tinha que ser verdadeiro para ele em dois níveis. O fato de ter ressoado com ele foi um grande alívio; a pressão acabou passando para a atuação do Noah”, explicou Matt.

O episódio final de ‘Stranger Things’ estreia no dia 31 de dezembro na Netflix.

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‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

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Mark Hamill, o eterno Luke Skywalker, comenta sobre o crescimento da IA em Hollywood

Mark Hamill, o eterno Luke Skywalker, comentou recentemente sobre a nova parceria entre a Disney e a OpenAI, que permite a criação de conteúdos baseados em produções do estúdio através de inteligência artificial.

Em entrevista à Variety, o ator expressou um misto de fascínio e preocupação com os rumos dessa tecnologia, citando inclusive o caso da influenciadora digital gerada por IA, Tilly Norwood.

“É fascinante ver isso se desenvolver, mas também fico apreensivo sobre como será usado”, admitiu Hamill. “A história da atriz gerada por IA que foi contratada por uma grande agência é de deixar a mente atordoada. Ela vai continuar com a mesma idade para sempre? É difícil prever o futuro, mas precisarei conversar com minha família sobre se eles desejam que eu apareça em um filme de Star Wars daqui a 30 anos, quando eu não estiver mais aqui”.

Mark Hamill, o eterno Luke Skywalker, comenta sobre Tilly Norwood, a primeira atriz criada por IA

Ao ser questionado sobre um vídeo viral criado por fãs usando IA, no qual seu personagem conversa com o Fantasma da Força de Obi-Wan Kenobi, Hamill revelou que ainda não assistiu à produção e explicou sua perspectiva:

“Existe uma desconexão entre o mundo dos fãs e eu. Todo ator faz o trabalho e, quando termina, segue para o próximo projeto. Nós não ficamos presos a isso”, explicou.

Sindicato dos roteiristas condena acordo de licenciamento entre Disney e OpenAI

Apesar das discussões sobre tecnologia, Hamill demonstrou gratidão e desprendimento em relação à franquia que o consagrou. Para ele, a Disney tem feito um excelente trabalho ao expandir o universo para novas direções.

Star Wars é uma franquia vital e contínua. Eles estão se saindo muito bem e produziram muito material desde a minha saída. Eu tive o meu momento”, afirmou com humildade. “Agora, sou apenas um fã. Adoro Rogue One, The Mandalorian e Andor. Eles estão indo muito bem sem mim”.

Todas as produções da saga ‘Star Wars’ estão disponíveis no Disney+.

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‘Heated Rivalry’: Criador detalha planos para a 2ª temporada; “Estou muito animado para retornar”

Jacob Tierney, o criador por trás do sucesso canadense Heated Rivalry, compartilhou recentemente suas expectativas para a aguardada segunda temporada da série. Em entrevista ao Deadline, o roteirista brincou com o sigilo da produção antes de falar sério sobre o futuro do romance.

“Vai ser tudo debaixo d’água. Se passa na cidade perdida de Atlântida, não, brincadeira”, divertiu-se Tierney.

O criador confirmou que a nova fase será inspirada no livro “The Long Game”, de Rachel Reid, mas admitiu que o processo criativo ainda está no início:

“A segunda temporada será baseada em The Long Game. Ainda não comecei a escrever, então não estou tentando ser evasivo; eu realmente ainda não sei os detalhes. Tenho muita sorte de ter todo um universo de livros de onde posso extrair elementos, adicionar cor, contexto e história. Estou muito animado para retornar a esse mundo com os personagens”, afirmou.

‘Heated Rivalry’: Ator revela se acredita que Kip Grady e Scott Hunter podem se tornar um casal

Embora novos horizontes estejam sendo considerados, Tierney garantiu que o coração da série permanece o mesmo.

“O que posso dizer é que Heated Rivalry sempre será centrada em Shane e Ilya. Mas, como temos um universo inteiro à disposição, há muitas outras coisas que estamos começando a levar mais a sério agora que sabemos que existe um público fiel. É muito empolgante e estou ansioso para me aprofundar nesse mundo”, concluiu.

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Astro de ‘Heated Rivalry’, Robbie G.K. celebra representatividade na série: “Tocante e muito bonito”

A série foi criada por Jacob Tierney, baseando-se no segundo romance da saga literária homônima de Rachel Reid.

Na trama…

Duas estrelas rivais do hóquei no auge de suas carreiras enfrentam o desafio inesperado de se apaixonar, o que complica suas carreiras e as expectativas do esporte.

Hudson Williams estrela como Shane Hollander, enquanto Connor Storrie dá vida a Ilya Rozanov. O elenco ainda conta com François ArnaudRobbie G.K.Christina ChangDylan WalshSophie NélisseKsenia Daniela Kharlamova.

Pat Finn, astro de ‘The Middle’ e ‘Friends’, morre aos 60 anos

O ator Pat Finn, amplamente conhecido por seu papel como o carismático vizinho Bill Norwood na série The Middle, faleceu na última segunda-feira, 22 de dezembro. Finn morreu em sua residência em Los Angeles, aos 60 anos, após uma corajosa batalha de três anos contra o câncer.

Conforme o Deadline, a família expressou seu pesar: “Depois de uma vida bonita, repleta de risadas, amor, família e amigos, compartilhamos a notícia devastadora da morte de Pat Finn”.

Sua empresária, Andrea Pett-Joseph, reforçou a homenagem, descrevendo-o como “a pessoa mais gentil e alegre em qualquer ambiente”.

Diagnosticado com câncer de bexiga em 2022, Finn chegou a ver a doença entrar em remissão, mas o quadro retornou recentemente de forma agressiva. Nos meses finais, uma campanha no GoFundMe organizada por amigos arrecadou mais de US$ 118 mil para auxiliar a família com os custos médicos, demonstrando o carinho da comunidade artística pelo ator.

Nascido em Evanston, Illinois, em 1965, Finn deu seus primeiros passos na comédia nos lendários grupos Second City e iO, em Chicago, onde se tornou amigo próximo de Chris Farley.

Sua trajetória na televisão foi marcada por versatilidade e presença em produções icônicas:

  • Seinfeld: Interpretou o inesquecível Joe Mayo no episódio “The Reverse Peephole”.
  • The Middle: Consolidou-se como o vizinho favorito dos Heck durante várias temporadas.

Outras participações: Atuou em sucessos comoFriends, That ’70s Show, Curb Your Enthusiasm,The Goldbergs e Os Feiticeiros de Waverly Place.

No cinema, marcou presença em comédias como ‘Cara, Cadê Meu Carro?’ e Simplesmente Complicado, ao lado de Meryl Streep.

Mesmo nos momentos finais, Pat manteve sua paixão pela vida e pelos esportes.

“Nos últimos dias, ele demonstrava sinais de empolgação sempre que os Chicago Bears marcavam um touchdown. Sem pressão, Bears, só dizendo, façam isso pelo Pat”, relembrou.

Pat Finn deixa sua esposa, Donna, e seus três filhos, Cassidy, Caitlin e Ryan. Nas redes sociais, colegas como Jeff Dye prestaram tributos: “Um dos melhores caras que conheci, com um senso de humor perfeito”.

CLÁSSICO faz sucesso na Netflix – Sigourney Weaver e Holly Hunter caçam um serial killer no thriller que faz 30 anos

Nos anos 1990, Hollywood viveu uma verdadeira febre de thrillers psicológicos com assassinos em série: ‘O Silêncio dos Inocentes, ‘Seven, ‘O Colecionador de Ossos… e no meio desse panteão sangrento surgiu uma joia tensa e elegante chamada ‘Copycat – A Vida Imita a Morte, lançada em 1995, cheia de suspense, paranoia e… enciclopédias sobre crimes reais. O filme completa 30 anos de seu lançamento e está fazendo sucesso atualmente na Netflix.

A ideia para o filme partiu do roteirista Ann Biderman, que viria a criar anos depois a aclamada série ‘Ray Donovan. O conceito era intrigante: um assassino começa a cometer crimes inspirados em outros famosos serial killers da história, como Jack, o Estripador, e Ted Bundy. Um caso para especialistas, com certeza — e foi justamente isso que tornou o projeto tão atraente para os estúdios na época.

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Mas havia um diferencial aqui: o centro da trama seria ocupado por duas mulheres. Nada de detetive homem durão fumando no canto. A protagonista era uma psicóloga criminal reclusa e agorafóbica, e sua aliada, uma detetive durona e sem papas na língua. Bingo! Um thriller policial que quebrava o molde e colocava duas atrizes de peso para sustentar a tensão.

Com o roteiro em mãos, a produção caiu no colo da Regency Enterprises, com distribuição da Warner Bros., em plena fase de ouro do gênero suspense. Quem assumiu a direção foi Jon Amiel, um cineasta britânico que já tinha no currículo o elogiado ‘Sommersby: O Retorno de um Estranho (com Jodie Foster e Richard Gere).

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Amiel queria que o filme tivesse uma abordagem mais cerebral do que sanguinolenta. Em vez de cenas gratuitas de violência, o diretor preferiu focar na psicologia dos personagens e em como o medo pode paralisar, tanto literal quanto emocionalmente. A atmosfera do longa é sufocante, densa, mas com um visual elegante — quase como uma versão noir high-tech dos anos 90.

O diretor também se preocupou em criar um vilão que fosse mais do que apenas um psicopata: alguém que acreditava ter um propósito, ainda que distorcido. O resultado é um jogo de gato e rato tenso, onde a única constante é o medo.

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A estrela do filme é ninguém menos que Sigourney Weaver, num dos papeis mais complexos de sua carreira. Ela interpreta a Dra. Helen Hudson, uma renomada psicóloga criminal que, após ser atacada por um ex-paciente, desenvolve um quadro severo de agorafobia e passa a viver trancada em seu apartamento, cercada por tecnologia, livros e ansiedade.

Do outro lado da história, temos a excelente Holly Hunter, no papel da detetive M.J. Monahan — uma policial durona, sarcástica e altamente competente. A dinâmica entre as duas atrizes é o coração do filme: Helen é o cérebro, M.J. é a ação. Ambas são feridas, mas determinadas.

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O vilão é interpretado por William McNamara, que entrega um desempenho perturbador como o jovem Peter Foley, um assassino com fascínio por serial killers clássicos. E não dá pra esquecer do sempre eficiente Dermot Mulroney, como o parceiro de M.J., e do inquietante Harry Connick Jr., que interpreta Daryll Lee Cullum, o maníaco preso que já tentou matar Helen e ainda assombra sua mente com telefonemas e citações assustadoras.

A história de ‘Copycat gira em torno da Dra. Helen Hudson, que após sobreviver ao ataque de um serial killer, decide nunca mais sair de casa. Sua vida se resume a janelas fechadas, encontros virtuais e palestras online — lembrando que isso era 1995, muito antes do Zoom virar moda.

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Mas sua reclusão é abalada quando um novo assassino começa a atacar vítimas seguindo padrões de famosos serial killers da história. Os crimes são meticulosamente copiados: as poses, os métodos, até os locais. A polícia percebe que não está lidando com um assassino comum, e M.J. recorre à única especialista capaz de identificar o padrão — Helen.

Juntas, Helen e M.J. tentam decifrar a identidade do assassino, num jogo de tempo e mente. O problema é que o assassino também está observando Helen, e sabe exatamente como fazê-la quebrar. O suspense cresce em ritmo acelerado, culminando num terceiro ato cheio de tensão, tiroteios e uma das melhores reviravoltas do gênero.

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Lançado no final de outubro de 1995, ‘Copycat foi bem recebido pela crítica, embora tenha sido um pouco ofuscado por outros thrillers da década. A direção segura de Amiel e o roteiro bem estruturado foram elogiados, mas o que realmente conquistou os críticos foram as atuações centrais.

Sigourney Weaver foi amplamente aclamada por sua interpretação vulnerável, mas afiada, de uma mulher traumatizada tentando superar seus medos. Holly Hunter, por sua vez, brilhou com uma personagem carismática, firme e completamente diferente de seus papeis anteriores.

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A crítica também destacou o roteiro inteligente e a abordagem mais contida da violência, com suspense mais psicológico do que explícito. Alguns críticos compararam o filme com ‘O Silêncio dos Inocentes, apontando que, embora não tivesse o mesmo impacto cultural, ‘Copycat era mais realista em sua abordagem do medo e da obsessão.

Copycat‘ estreou no fim de semana do dia 27 de outubro de 1995. Nessa época, outro filme de serial killer dominava as bilheterias: ‘Seven‘, de David Fincher, lançado no final de setembro, o longa permaneceu em primeiro lugar das bilheterias por quatro finais de semana. Quando ‘Copycat‘ estreou, ‘Seven‘ já havia caído para sexta posição, e o topo da bilheteria era dominado pela comédia ‘O Nome do Jogo‘, com John Travolta e Gene Hackman, que também permaneceu bastante tempo como número 1 – por três semanas.

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Copycat‘ estreou em quarta posição do ranking, com US$5.1 milhões. Como dito, o primeiro lugar pertencia a ‘O Nome do Jogo‘, mas outras duas estreias foram melhores que a do thriller. Em segunda posição, o drama sobrenatural ‘Energia Pura‘, com Jeff Goldblum. Pouco mencionado hoje em dia, na época o longa fez certo sucesso, e abriu com US$7.1 milhões. Em terceira posição, o “terror” de Eddie Murphy, ‘Um Vampiro no Brooklyn‘, que abriu com US$7 milhões.

Com um orçamento estimado em US$ 20 milhões, ‘Copycat teve um desempenho razoável nas bilheteiras: faturou cerca de US$32 milhões nos Estados Unidos, e um total global de mais de US$60 milhões. Não foi um blockbuster, mas também não foi um fracasso — foi o típico “thriller de respeito”, que encontrou seu público aos poucos.

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O filme se destacou especialmente no mercado de home video e nas locadoras, onde virou presença constante nas prateleiras de suspense. Muita gente descobriu o longa por acaso em VHS ou DVD, o que ajudou a construir seu status de cult ao longo dos anos.

Além disso, o timing atual ajudou: com o crescimento do interesse por true crime e serial killers, ‘Copycat ganhou um novo fôlego ao ser constantemente citado em listas do tipo “thrillers esquecidos que valem a pena”.

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Em 2025, três décadas depois de sua estreia, ‘Copycat – A Vida Imita a Morte se mantém como um dos thrillers mais subestimados dos anos 1990. Em tempos de podcasts sobre crimes reais, séries como ‘Mindhunter‘, documentários da Netflix sobre serial killers e até comédias como ‘Only Murders in the Building‘, o filme parece até mais relevante hoje do que em sua época.

A dinâmica entre Sigourney Weaver e Holly Hunter envelheceu como vinho, e o enredo que gira em torno do medo, do trauma e da obsessão permanece assustadoramente atual. O filme também é celebrado por ser um dos poucos thrillers do gênero com duas protagonistas femininas fortes — sem precisar sexualizar ou forçar estereótipos.

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Reassistido hoje, ‘Copycat é uma aula de suspense elegante: silencioso, calculado, cheio de tensão e sem perder o apelo pop. Seu vilão não é só assustador — ele é plausível. E isso é o que torna o filme ainda mais eficaz.

Copycat pode não ter ganhado o Oscar ou virado uma franquia milionária, mas deixou sua marca como um dos thrillers mais inteligentes e bem construídos da década de 90. E cá entre nós: poucos filmes conseguem fazer você olhar por cima do ombro depois de desligar a TV.

Os Beatles

(The Beatles)

Elenco:

Paul Mescal
Harris Dickinson
Joseph Quinn
Barry Keoghan
Direção: Sam Mendes

Gênero: Cinebiografia

Duração: — min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 150 milhões

Estreia: 06 de Abril de 2028

Sinopse: 

Os Beatles terá Joseph Quinn como George Harrison, Paul Mescal como Paul McCartney, Barry Keoghan como Ringo Starr e Harris Dickinson como o John Lennon. Segundo a sinopse oficial, “cada homem tem sua própria história, mas juntos eles são lendários”. 

“[Os Beatles] redefiniram a cultura e permaneceram com vocês pela vida toda”, Mendes disse, durante o evento, caracterizando o grupo de rock como “a banda mais significativa de todos os tempos”. 

Curiosidades: 

» As filmagens estão marcadas para julho de 2025 em Londres, e o trabalho de preparação já está em andamento, embora o elenco ainda não tenha sido anunciado.

» Vale lembrar que cada filme apresentará o ponto de vista de um dos membros da banda, formando uma narrativa interconectada.

» Os quatro longas serão produzidos pela Sony Pictures em parceria com a Apple Corps Ltd, juntamente com McCartney, Starr e as famílias de Lennon e Harrison, que concederam todos os direitos de história de vida e música para um filme roteirizado.

Trailer: 


Cartazes: 

Fotos: 

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A Empregada

(Housemaid)

Elenco:

Sydney Sweeney
Amanda Seyfried
Brandon Sklenar
Michele Morrone

 

Direção: Paul Feig

Gênero: Suspense

Duração: 131 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 35 milhões

Estreia: Sessões Antecipadas Pagas: 19 de Dezembro – Estreia Oficial – 1º de Janeiro de 2026

Sinopse: 

Em A EMPREGADA, Millie é uma jovem mulher batalhadora que fica aliviada por ter um novo começo como empregada doméstica de Nina e Andrew, um casal rico. No entanto, ela logo descobre segredos familiares mais perigosos do que os seus próprios.

Crítica: 

Crítica | Amanda Seyfried e Sydney Sweeney brilham na deliciosa e despojada adaptação de ‘A Empregada’

Curiosidades: 

Primeiras Impressões | Amanda Seyfried e Sydney Sweeney brilham na deliciosa e escapista adaptação de ‘A Empregada’

Amanda Seyfried e Sydney Sweeney falam sobre possíveis sequências do SUSPENSE ‘A Empregada’: “Teremos que esperar para ver”

Diretor de ‘A Empregada’ acreditava que Taylor Swift NUNCA liberaria uma de suas músicas mais famosas para o filme

‘A Empregada’: Suspense com Sydney Sweeney e Amanda Seyfried abre com 73% de aprovação no RT!

» Baseado no romance homônimo da autora Freida McFadden — que já vendeu milhões de cópias no mundo todo — a adaptação para o cinema reúne um time de peso: as atrizes Sydney Sweeney e Amanda Seyfried não só atuam, como também assinam como produtoras executivas, junto com a própria autora e a produtora executiva Alex Young.

» Para dar vida à mansão rica e misteriosa onde se desenrola a trama, as filmagens usaram uma propriedade histórica de alto padrão em Nova Jersey — uma mansão construída em 1909, com seis quartos e 6,5 banheiros. Esse cenário foi escolhido para dar realismo e atmosfera ao luxo (aparente) da casa dos Winchester.

» Rebecca Sonnenshine, de ‘Diários de um Vampiro‘, assina o roteiro da adaptação;

» A própria autora manifestou empolgação com o filme: após assistir a uma prévia, ela declarou nas redes sociais que adorou a adaptação — chegando a dizer que achou o filme “melhor do que o livro”. Isso costuma gerar bastante expectativa entre leitores e fãs da obra original.

» O livro permaneceu na lista de best-sellers do New York Times por nada menos que 75 semanas, tendo vendido mais de 3.6 milhões de cópias e sendo traduzido para 40 línguas;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

A Empregada

A Empregada

Avatar – Fogo e Cinzas

(Avatar: Fire and Ash)

 

Elenco:

Sam Worthington
Zoe Saldana
Sigourney Weaver
Lola Herrera
Joel David Moore
Giovanni Ribisi

Direção: James Cameron

Gênero: Ação

Duração:  195 min.

Orçamento: US$ 300 milhões

Distribuidora: 20th Century Studios

Estreia: 18 de Dezembro de 2025

Sinopse: 

AVATAR – FOGO E CINZAS‘ é a terceira sequência de Avatar, a icônica ficção científica de 2009 dirigida por James Cameron. A trama levará o público de volta a Pandora, onde irão embarcar em uma nova e empolgante aventura com a família Sully.

Após a devastadora guerra contra a RDA e a perda de seu filho mais velho, Jake Sully (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldana) terão que enfrentar uma nova ameaça em Pandora: o Povo das Cinzas, uma tribo Na’vi conhecida pela violência extrema e por sua crescente sede de poder, liderada pelo implacável Varang (Oona Chaplin).

Diante desse desafio iminente, a família de Jake será forçada a lutar por sua sobrevivência e pelo futuro de Pandora, se quiserem retomar a vida que conheciam. Essa jornada os levará ao limite, tanto emocional quanto fisicamente.

Crítica:

Crítica | ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ expande a mitologia de Pandora com um ÉPICO de quase três horas e meia 

Curiosidades:

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Quanto custou ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ e quanto o filme precisa arrecadar para se pagar?

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‘Avatar: O Caminho da Água’ retorna aos cinemas com prévia exclusiva de ‘Fogo e Cinzas’

» Zoe Saldaña comenta sobre a franquia ‘Avatar’: “Comecei com 28 anos e devo terminar com 54”

» ‘Avatar‘ tem a maior bilheteria da história do cinema: US$ 2,8 bilhões. Custou absurdos US$ 500 milhões, entre orçamento do longa as ações de marketing. O valor é, de longe, o mais alto do cinema hollywoodiano.

» O papel do protagonista Jack Sully chegou a ser oferecido a Matt Damon (‘O Ultimato Bourne’) e Jake Gyllenhaal (‘Principe da Pérsia’) e ambos recusaram.

» James Cameron, que sempre considerou ‘Avatar‘ a criação de um mundo novo e de uma nova mitologia, começará a trabalhar nos roteiros no início de 2011, com planos de iniciar a produção no final do ano.

» “No segundo e no terceiro filmes, cada um com início, meio e fim, mas contribuindo para o desenvolvimento, a evolução da história como um todo, não vamos diminuir o ritmo das inovações visuais nem a intensidade emocional de AVATAR, e continuaremos a explorar seus temas e personagens, que tocaram os corações do público de todas as culturas do mundo. Não vejo a hora de voltar a Pandora, um mundo onde podemos deixar nossa imaginação correr solta”, disse Cameron.

Trailer:

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Anaconda

(Anaconda)

 

Elenco:

Jack Black
Paul Rudd
Selton Mello
Thandiwe Newton
Steve Zahn

 

Direção: Tom Gormican

Gênero: Aventura

Duração: 120 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 60 milhões

Estreia: 25 de Dezembro de 2025

Sinopse: 

ANACONDA envolve um grupo de amigos enfrentando crises de meia-idade que estão refazendo seu filme favorito da juventude. Eles vão para a floresta tropical, apenas para se encontrarem em uma luta por suas vidas contra desastres naturais, cobras gigantes e criminosos violentos.

Black interpretará um antigo diretor, um homem preso em seu trabalho como cinegrafista de casamentos, enquanto Rudd interpretará um ator que fez uma participação em um programa policial, mas vê seus sonhos de Hollywood se distanciarem cada vez mais.

Newton e Zahn são outros amigos de infância que se juntam aos dois na aventura malfadada, enquanto Mello interpretará um domador de animais brasileiro. Skye interpretará a esposa de Black.

Crítica | Paul Rudd e Jack Black estrelam o divertido e despretensioso meta-reboot de ‘Anaconda’

Curiosidades: 

» Selton Mello COMEMORA sua estreia em Hollywood com o reboot de ‘Anaconda’: “Avisa que o Brasil tá on!”

» É DO BRASIL! Selton Mello se junta a Jack Black e Paul Rudd no elenco de ‘Anaconda’

» Reboot cômico do terror ‘Anaconda‘, de 1997;

» Além de dirigir, Tom Gormican também assina o roteiro da nova versão ao lado de Kevin Etten;

» A franquia original rendeu quatro filmes (mas apenas os dois primeiros foram lançados nos cinemas) e um crossover com ‘Pânico no Lago‘. Ao todo, os dois primeiros filmes arrecadaram US$ 207.7 milhões mundialmente;

» O filme não reconta a história original de 1997, mas acompanha personagens que tentam refazer o filme clássico e acabam sendo caçados por uma anaconda gigante de verdade — uma ideia auto-referencial e bem humorada.

» O longa é estrelado por Paul Rudd e Jack Black, que trazem um tom mais cômico e descontraído à história, junto com Thandiwe Newton, Steve Zahn, Daniela Melchior e o brasileiro Selton Mello.

» Selton Mello interpreta um especialista/domador de animais e é um dos destaques para o público brasileiro, marcando seu retorno a uma grande produção internacional.

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Cartazes: 

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Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul

(Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul)

Elenco:

Direção: Alê Camargo

Gênero: Animação

Duração: 88 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 25 de Dezembro de 2025

Sinopse: 

Em Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul, a indiazinha Tainá vai conhecer seus amigos inseparáveis: Catu, um macaquinho encrenqueiro; Pepe, o sábio urubu-rei; e a charmosa ouricinha Suri. Juntos, eles se tornarão os “Guardiões da Amazônia”, ajudando os animais, protegendo e cuidando da floresta. Tão diferentes uns dos outros, eles terão que aprender a vencer as diferenças e a valorizar a amizade para formar uma equipe e cumprir a missão: encontrar a Flecha Azul — uma antiga flecha mágica, que guia aqueles que têm o destino de serem os Guardiões da Amazônia — e impedir que um grande mal queime a floresta e destrua todo o ecossistema amazônico. Dessa vez todos os bichos estão em perigo! Cru-cru!

Crítica: 

Crítica | ‘Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul’ – Animação brasileira é um verdadeiro show de como tocar o coração das novas gerações [Bonito CineSur]

Curiosidades: 

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» Gustavo Colombo, de ‘Detetives do Prédio Azul‘, assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

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Crítica | ‘Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul’ – Animação brasileira é um verdadeiro show de como tocar o coração das novas gerações

Uma verdadeira aula de como transmitir mensagens positivas e inspiradoras para as novas gerações. Estreando mundialmente no Bonito CineSur 2025, o longa-metragem de aventura e musical Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul conduz o público por uma narrativa leve, acessível e cheia de carisma, enquanto reforça, com sensibilidade e eficiência, a importância de cultivar a esperança nas novas gerações em relação ao meio ambiente. E que ninguém se engane: embora fale diretamente com o público infantojuvenil, essa é uma obra feita para encantar toda a família.

Virginia Limberger (Produtora do filme) e Jordan Nugem (um dos diretores do filme) na abertura da sessão de Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul’, no Bonito CineSur. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Virginia Limberger (Produtora do filme) e Jordan Nugem (um dos diretores do filme) na abertura da sessão de Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul’, no Bonito CineSur. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Tendo a exuberante Amazônia como pano de fundo, a encantadora animação nos apresenta Tainá (Juliana Nascimento), uma jovem em constante preparação para se tornar a próxima Guardiã da floresta, guiada pelos ensinamentos da sábia Mestra Aí (Fafá de Belém). Quando um antigo artefato desaparece misteriosamente, Tainá embarca em uma jornada para recuperá-lo. Pelo caminho, conhece novos aliados — Catu (Caio Guarnieri), Pepe (Yuri Chesman) e Suri (Laura Chasseraux) — formando um grupo unido pelo amor à natureza. Juntos, enfrentarão desafios, dilemas e descobertas em uma aventura repleta de coragem e amizade.

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Unindo o poder da amizade às primeiras lições sobre rios, represas, fauna e flora, a obra avança gradualmente até temas mais complexos, como as queimadas, o desmatamento e os impactos das ações humanas sobre o meio ambiente. Mesmo em camadas leves e acessíveis, o projeto acerta ao fazer da preservação da floresta seu alicerce principal, estimulando desde cedo o pensamento crítico e o cuidado com a natureza que nos cerca.

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Dirigido por Alê Camargo e Jordan Nugem, e utilizando a animação em 3D com dinamismo, o filme nos conduz por uma jornada de aprendizado sobre a natureza, ancorada na relação entre uma mestra e sua jovem aprendiz. É a partir desse vínculo que o arco inicial se constrói, culminando em uma poderosa mensagem sobre amadurecimento por meio do conhecimento ambiental. Inspirada na personagem-título, que já conquistou mais de 20 milhões de visualizações em sua série animada no YouTube, a trajetória da pequena heroína revela-se rica em ensinamentos, emoções e descobertas.

Virginia Limberger (Produtora do filme) e Jordan Nugem (um dos diretores do filme) na abertura da sessão de Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul’, no Bonito CineSur. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Virginia Limberger (Produtora do filme) e Jordan Nugem (um dos diretores do filme) na abertura da sessão de Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul’, no Bonito CineSur. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Com personagens carismáticos — que arrancam risadas até mesmo dos adultos —, o filme ganha ainda mais força narrativa e transforma seus 70 minutos de exibição em uma experiência leve e envolvente, com gostinho de quero mais. A alegria contagiante e os ensinamentos transmitidos ao longo da história se combinam em uma fórmula certeira de sucesso: uma aventura divertida e muito inteligente. Um ótimo programa para toda a família, especialmente para levar a criançada ao cinema. A partir de 20 de novembro, em cartaz em diversas salas pelo Brasil. Viva a animação brasileira!

Valor Sentimental

(Sentimental Value)

 

Elenco:

Renate Reinsve
Stellan Skarsgård
Elle Fanning

 

Direção: Joachim Trier

Gênero: Drama

Duração: 132 min.

Distribuidora: Retrato Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 25 de Dezembro de 2025

Sinopse: 

Em VALOR SENTIMENTAL, Nora é uma bem-sucedida atriz de teatro cujo pai, diretor de cinema, planeja um grande retorno com um roteiro baseado em sua própria família. Quando Gustav oferece a Nora o papel principal, que ela prontamente recusa, ele volta sua atenção para Rachel Kemp, uma jovem e ambiciosa estrela de Hollywood pronta para sua grande estreia.

Crítica: 

Crítica | Vencedor em Cannes, ‘Valor Sentimental’ é um poderoso ensaio sobre ressentimento, memória e perdão

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Joachim Trier também assina o roteiro ao lado de Eskil Vogt;

Trailer:

Cartazes: 

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Crítica | Vencedor em Cannes, ‘Valor Sentimental’ é um poderoso ensaio sobre ressentimento, memória e perdão

É costumeiro que, ao longo da vida, tenhamos certos objetos, tangíveis ou não, que se tornam parte intrínseca da nossa memória, carregados com um valor sentimental inestimável e, muitas vezes, inexplicável. E é a partir da universalidade desse tema que o diretor Joachim Trier constrói uma nova obra-prima de sua carreira: Valor Sentimental, um dos principais títulos cotados para o Oscar, dá continuidade às explorações existencialistas do cineasta após seu impecável trabalho em ‘A Pior Pessoa do Mundo’, e transforma-se em um clássico dramático instantâneo, nos convidando ao microcosmos turbulento e recheado de ressentimentos de uma família desestruturada.

A trama é centrada em três personagens distintos que pertencem ao mesmo núcleo: Gustav Borg (Stellan Skarsgård), um prestigiado cineasta que abandonou a esposa e as filhas para continuar alcançando um estrelato que jamais o satisfez; Nora Borg (Renate Reinsve), a filha mais velha da família que seguiu a carreira artística no teatro e que nutre de uma crescente e inescapável frustração pela total falta de responsabilidade o pai; e Agnes Borg Pettersen (Inga Ibsdotter Lilleaas), irmã de Nora e filha de Gustav que, de certa maneira, funciona como uma mediadora entre duas partes que estão em constante conflito.

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As coisas tomam um rumo ainda mais tenso e burocrático quando Gustav resolve fazer um projeto pessoal inspirado na história da própria família, tentando escalar Nora como a protagonista e eventualmente contratando a popular atriz Rachel Kemp (Elle Fanning) para encabeçar o longa-metragem. Remexendo em feridas ainda abertas e que não foram curadas com o tempo, o desenvolvimento do filme começa a refletir nas relações intergeracionais dos Borg de maneira impactante e profunda, reacendendo discussões que precisam ser finalizadas para que cada um siga em frente e enterre fantasmas de um passado não muito distante que insistem em assombrá-los, engolfando-os em um enfrentamento poderoso e pungente do que significa amar e perdoar.

Trier, assinando o roteiro ao lado de Eskil Vogt, arquiteta um profundo ensaio sobre a condição humana, restringindo-o a uma determinada análise que serve como ponto de encontro entre os diversos lados da complexidade do indivíduo: de um lado, a figura de Nora cai nas graças do público através de uma magnética performance e Reinsve, que revela um novo lado de sua versatilidade performática que caminhar entre a decepção, a felicidade e a frustração com destreza extrema; de outro, a delineação de Gustav explode em conflito quase beligerante, tentando se reaproximar das filhas após a morte da ex-esposa, mas recusando-se a tomar qualquer responsabilidade por sua vida sem escrúpulos e em detrimento daqueles que deixou para trás – tudo condensado pela presença memorável de Skarsgård em uma de suas atuações mais potentes.

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Gustav é a personificação máxima de um individualismo que beira a autodestruição, colocando em xeque os fracos laços parentais que possui com Nora e Agnes para caprichos que se excedem e que o cega para uma realidade brutal e doentia. Ora, Gustav vê em Rachel uma extensão do que passou quando criança e dos traumas que carregou para a vida adulta, enxergando o projeto como uma terapia nada convencional que o isenta de quaisquer diálogos com quem realmente machucou e continua a machucar. Compondo essa derradeira atmosfera, Skarsgård e Reinsve são acompanhados por Lilleaas e Fanning em um trabalho ao mesmo tempo contraditório e complementar que irrompe das telonas com um comprometimento dramático inenarrável.

O diretor alcança uma sólida maturidade com seu mais novo projeto, retomando as incursões técnicas e artísticas de seu filme anterior e explorando ainda mais as questões existencialistas que trouxe para ‘A Pior Pessoa do Mundo’. É claro que boa parte das escolhas se afasta do que já foi explorado, mas há um emblemático fio condutor que desponta na belíssima e poética construção cênica, reiterada pela atmosférica melancolia que se apodera de quase todas as sequências, marcado pelo contraste entre um opressivo e complacente filtro azul que é pincelado por breves irrupções do vermelho e do verde. Dessa forma, Trier engendra um movimento de expansão e contração que coloca os personagens em um ciclo sem fim.

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De certa maneira, Trier encontra sucesso em esquadrinhamentos que beiram o naturalismo ao transformar o cenário em personagem ativo dos arcos da família e das pessoas que cruzam caminho com ela: o imponente e quimérico casarão dos Borg, marcado por gerações de núcleos que percorreram seus infinitos corredores, é força-motriz para os problemas que precisam ser resolvidos, entremeado com ápices climáticos que colocam em xeque esse exercício mnemônico de algo que não pode ser apagado. E, à medida que as tensões se elevam, a fotografia de Kasper Tuxen faz questão de isolar os protagonistas e coadjuvantes em quadros solitários que culminam em um reencontro pessoal e interpessoal emocionante.

Quatro anos depois de ter nos arrebatado com uma obra-prima cinematográfica, Joachim Trier retorna com um projeto igualmente bem estruturado que navega por um realismo poético de tirar o fôlego, transformando personas cotidianas em estudos criativos e filosóficos que merecem ser apreciados em sua completude. Mais do que isso, Valor Sentimental sagra-se como um dos melhores dramas da década por saber o que está fazendo e garantir que seja um reflexo de uma temática universal que nos aproxima pouco a pouco de cada um dos personagens.

‘Stranger Things’: Noah Schnapp recorda ter sido pressionado a se assumir LGBT

Noah Schnapp, conhecido mundialmente como o Will Byers de Stranger Things, revisitou recentemente o processo de sua própria aceitação e como a pressão da mídia tornou esse caminho traumático.

Conforme o USA Today, o ator relembrou o desconforto de ser questionado sobre sua sexualidade ainda na infância.

Para Schnapp, que se assumiu publicamente em 2023 através de um vídeo no TikTok, lidar com as especulações sobre seu personagem e sua vida pessoal foi um desafio precoce.

“Era estranho ver entrevistadores perguntarem a uma criança de 12 anos: ‘Você acha que o Will é gay? Você se identifica com o personagem? E você, é gay?’. Era algo muito pessoal e invasivo”, recordou o ator, destacando o despreparo da mídia ao abordar o tema com um menor de idade.

David Harbour, astro de ‘Stranger Things’, é acusado de roubar um boné em um bar

Além da questão pessoal, Noah revelou que sua maior preocupação era como a revelação impactaria sua trajetória profissional. Como o sustento de sua vida dependia de sua atuação, o medo de ser limitado a papéis específicos pesou na decisão.

“Eu pensava: ‘Tenho um trabalho em tempo integral que sustenta toda a minha vida. Como isso afetará meu futuro e minha capacidade de ser escalado para papéis que não sejam apenas o do garoto queer?'”, confessou.

Ele destaca que o processo foi além da esfera íntima: “Era estranho não ter essa conversa apenas com amigos e família, mas ter que consultar meu publicitário e meu empresário para saber se estava tudo bem me assumir publicamente ou se eu teria que esconder isso pelo resto da minha carreira”.

‘Stranger Things’: Sadie Sink se derrete por Nell Fisher; “Aprendi muito com ela”

Os fãs já podem se preparar para a despedida: o capítulo final de Stranger Things tem estreia marcada na Netflix para o dia 31 de dezembro, às 22h. 

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

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Vizinhos Bárbaros

(Les barbares)

 

Elenco:

Julie Delpy
Sandrine Kiberlain
Laurent Lafitte

 

Direção: Julie Delpy

Gênero: Comédia

Duração: 101 min.

Distribuidora: Synapse

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 25 de Dezembro de 2025

Sinopse: 

Em VIZINHOS BÁRBAROS, a harmonia reina entre os vizinhos na cidade de Paimpont, na região da Bretanha. Em um ato de solidariedade, a professora Joëlle e outros habitantes aceitam receber refugiados ucranianos, fugindo da Guerra da Rússia contra a Ucrânia, em troca de subsídios do governo. No entanto, para a surpresa geral, os novos moradores são, na verdade, sírios.

Curiosidades: 

» A comédia satiriza a forma com que os refugiados são recebidos na Europa, a partir da história de uma pequena comunidade que precisa lidar com os próprios preconceitos após a chegada de seus novos vizinhos;

Além de dirigir e estrelar, Julie Delpy também assina o roteiro ao lado de Matthieu RumaniNicolas Slomka;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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Artigo | Novo Universo DC está em boas mãos com James Gunn após ‘Superman’

Foto: Jessica Miglio/ © 2025 Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved.

Superman teve uma bela trajetória pelos cinemas, arrecadando algo muito superior a “apenas” bilheteria: críticas positivas. Um dos comentários mais comuns que rondam o filme é aquele que aponta algo como “não gostava do Superman antes, mas agora ele é meu herói favorito”. Isso, por mais simples e bobo que possa parecer, é fundamental para o plano da Warner para o novo Universo DC nos cinemas. E eles não poderiam ter escolhido alguém melhor que James Gunn para liderar essa missão.

Após uma década de produções irregulares no falecido Universo Estendido DC, guiado parcialmente pela visão do diretor Zack Snyder, que sofreu diversas interferências dos acionistas do estúdio, a DC parece ter compreendido a riqueza do próprio universo e ter desistido dessa proposta de seguir uma visão única para todos os personagens. E o primeiro passo para o sucesso é reconhecer os erros. Isso foi reconhecido e vem sendo trabalhado para não se repetir. A centralização dos rumos desse universo nas mãos de Gunn foi o segundo passo. O diretor é um exímio conhecedor das histórias em quadrinhos e já explicitou algumas vezes que o ‘seu’ DCU será marcado pela diversidade. Não é porque Gotham City é sombria e perigosa que Metrópolis também será assim. Ele sabe que existem diferenças e elas podem coexistir neste novo universo.

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Foto: Jessica Miglio © 2025 Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved.

Mais do que isso, James Gunn não está dividindo esse universo em fases definidas previamente. Ele define cerca de três projetos capitais e vai aprovando novos filmes e séries conforme acredita que possam agregar ao imaginário coletivo do público sobre a DC. Esse trabalho é muito mais do que formular um novo universo, ele precisa conseguir apagar a imagem negativa que o DCEU e suas controvérsias deixaram na audiência, algo que a própria Marvel vem enfrentando neste momento. Ele entende que é hora de trazer projetos que façam o público assistir as produções do estúdio e as associem a qualidade. Mesmo que a bilheteria não arrebente a marca do bilhão a cada seis meses, o importante agora é a galera assistir e sair da sala, seja de casa ou do cinema, falando bem do que acabou de ver. É incentivar a propaganda boca-a-boca, criar o burburinho positivo.

É por isso que ele vem trabalhando em três frentes: animações, universo regular e o Elseworlds. A ideia é trazer produções que façam da DC referência de muito mais do que só ‘filmes de heróis’. É por isso, por exemplo, que The Batman 2 segue como uma prioridade do estúdio. Mesmo que o herói de Robert Pattinson não integre o universo regular, o mundo idealizado e trabalhado por Matt Reeves nos cinemas e no streaming tem acumulado avaliações positivas e indicações aos principais prêmios. Pinguim acabou de receber 24 indicações ao Emmy Awards. Mesmo com o filme distante, a série coloca o nome da DC na elite da TV mundial.

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Divulgação/ Warner Bros. Pictures.

É por isso também que filmes como Cara de Barro, que vem sendo descrito como um Body Horror, foi prontamente aprovado. A ideia é expandir o DCU para diferentes gêneros. É para o público assistir uma aventura leve e otimista, como Superman, e pensar na DC. Um suspense cheio de mistérios? DC. Um terror favorito? DC. É limpar a barra do estúdio, da marca, colocando-a no topo em várias frentes, mas sem a necessidade de acompanhar tudo para compreender o universo. Nem tudo precisa estar conectado. A ideia não é precisar ver isso para entender aquilo, mas ver isso e ter vontade de assistir mais aquilo.

Quando esse projeto de excelência estiver abraçado pelo público, aí sim a Warner vai começar a cobrar mais a questão das bilheterias, caso elas mesmas já não estejam falando por si. É uma visão ambiciosa e ousada, mas extremamente lógica.

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Divulgação/ HBO Max.

Mas o que mais me fez acreditar nesse projeto do novo Universo DC, fora o altíssimo nível das produções lançadas até aqui – Comando das Criaturas, Pinguim e Superman –, foi a conversa que tivemos com o próprio James Gunn durante a passagem do diretor pelo Rio de Janeiro. Comentei que Superman havia despertado em mim a sensação de estar vendo a um grande episódio de Liga da Justiça Sem Limites, a espetacular animação que marcou a popularidade da DC junto às gerações dos anos 1990 e 2000. Perguntei se ele havia se inspirado nas animações, e a resposta foi muito animadora.

“Sim! Que ótimo ouvir isso! Eu mergulhei no universo das animações da DC para fazer Superman e há muito material de excelência nas produções animadas da DC. Certamente vamos trabalhar bastante com inspiração nessas obras, porque tem muita coisa boa nesse meio”, disse o CEO.

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Divulgação/ DC Entertainment.

Para quem está chegando agora no meio das adaptações DC, isso pode não significar muita coisa, mas quem viveu os anos 2000 e 2010 do estúdio sabe que os níveis de liberdade e excelência das produções animadas nesse período foram realmente muito acima da média. Tanto que essas animações sustentaram um título de Home Video próprio com excelentes índices de venda. Enquanto a Marvel dominava as telonas, a DC reinava soberana nas telinhas. Eram produções com um senso fantástico de coesão, com histórias muito boas de acompanhar. Sem contar as produções clássicas de Paul Dini e Bruce Timm, como Batman: The Animated Series e a própria Liga da Justiça, que conseguiram respeitar o cânone dos quadrinhos, enquanto adicionavam novidades e trabalhavam diversos personagens com maestria. São referenciais muito promissores.

Enfim, é muito cedo para afirmar que essa proposta dará certo, mas é um projeto extremamente animador para lidar com esse universo. Prezar pela excelência dos projetos com inspiração em obras conhecidas justamente por sua qualidade e liberdade de abordagens é tudo que um universo cinematográfico precisa. Focar individualmente nas produções, pincelando personagens e abrindo portas para novas situações, é um caminho muito seguro a se seguir. Por mais cedo que seja, tudo indica que o novo Universo DC está em boas mãos com James Gunn.

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Divulgação/ Warner Bros. Pictures.

Superman está disponível na HBO Max.

De ‘Mestres do Universo’ a ‘Monster High’, conheça as próximas adaptações da Mattel Studios após sucesso de Barbie

A Mattel, gigante global de brinquedos e entretenimento familiar responsável pelo fenômeno Barbie, está desenvolvendo vários filmes através da recém-criada Mattel Studios, nova divisão que unifica as áreas de cinema e televisão da empresa sob uma liderança única.

Entre os próximos filmes estão:

Mestres do Universo – Filme live-action baseado na franquia He-Man e os Mestres do Universo, dirigido por Travis Knight, com lançamento previsto para 5 de junho de 2026 nos EUA.

Matchbox – Ação com carros inspirada na linha de miniaturas Matchbox, produzido em parceria com Skydance e Apple/Skydance/Mattel, com estreia programada para o fim de 2026.

Monster High – Filme live-action dirigido por Gerard Johnstone (M3GAN 2.0), baseado na franquia de bonecas Monster High, ainda sem data específica de lançamento definida.

Hot Wheels – Filme live-action com direção de Jon M. Chu, baseado na icônica marca de carrinhos Hot Wheels; ainda sem data de estreia anunciada.

Além desses já com mais detalhes, Mattel Studios tem vários outros projetos em desenvolvimento, incluindo filmes baseados em:

View-Master (live-action, roteiro por Phil Johnston)

American Girl

Polly Pocket

Bob the Builder (animação)

UNO

Rock ’Em Sock ’Em Robots (com Vin Diesel envolvido)

Magic 8 Ball

Thomas & Friends

Wishbone

A produtora Robbie Brenner, que presidia a Mattel Films desde 2018, foi promovida a Presidente e Diretora de Conteúdo da nova unidade, com reporte direto ao CEO Ynon Kreiz.

“A nossa visão para a Mattel Studios é colaborar com os melhores criadores para desenvolver conteúdos de qualidade excepcional, baseados em nossas marcas icônicas, que reverberem culturalmente e atraiam públicos globais”, declarou Kreiz em nota oficial. Robbie tem o histórico, os relacionamentos e a expertise necessários para liderar esse processo criativo e fortalecer a posição da Mattel como parceira confiável dos maiores talentos da indústria”.

A movimentação sinaliza a consolidação da Mattel como uma força crescente no mercado de entretenimento, especialmente após o sucesso global de ‘Barbie‘ (2023), indicado ao Oscar de Melhor Filme. A nova divisão estreia com 14 séries e especiais programados para 2025, além de 12 séries em produção e mais de 30 projetos em desenvolvimento.

Para comandar a frente televisiva, a empresa nomeou Jennifer Breslow como Head de Televisão. Ela será responsável pela estratégia, desenvolvimento e distribuição de conteúdo para TV e streaming. Com passagens por Legendary Entertainment, Netflix, A+E, ABC e The CW, Breslow esteve envolvida em sucessos como ‘Fate: The Winx Saga‘, ‘Firefly Lane‘, ‘Scandal‘ e ‘The Vampire Diaries‘.

No cinema, Brenner contará com Darian Lanzetta e Tom McNulty como executivos seniores. Lanzetta, ex-agente da CAA, colaborou diretamente com a Mattel na montagem de sua estratégia de adaptação de franquias como Barney, Monster High, Matchbox, Rock ‘Em Sock ‘Em Robots e Bob o Construtor.

McNulty traz 25 anos de experiência, mais de US$ 2 bilhões em bilheteria global e produções aclamadas como ‘The Spectacular Now‘ e ‘Untold: Crimes and Penalties’.

“Estamos prontos para expandir as histórias dos nossos personagens icônicos para além do cinema, com conteúdo episódico que dialogue com audiências ao redor do mundo”, afirmou Brenner. “Jennifer, Darian e Tom são peças-chave para a próxima fase da nossa jornada no entretenimento”. 

Com a criação da Mattel Studios, a empresa avança em seu objetivo declarado de se tornar um dos principais players do entretenimento baseado em propriedade intelectual — apostando na força nostálgica e cultural de suas marcas para atrair públicos de todas as idades.