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‘De Volta para o Futuro’ que nada! Saiba quais foram os filmes mais caros de 40 anos atrás no cinema!

De Volta para o Futuro’ não foi apenas a maior bilheteria de 40 anos atrás, como é também um dos maiores sucessos de crítica e público dos anos 80 e da história do cinema. Mas e se eu te dissesse que, com US$19 milhões de seu orçamento, o clássico não está sequer entre os 20 filmes mais caros de seu respectivo ano de lançamento, há 40 anos. Pois é, o fato só demonstra que um filme caro não significa necessariamente um filme rentável. O que se traduz em criatividade acima do custo.

Os Goonies’, ‘Comando para Matar’ e ‘Mad Max Além da Cúpula do Trovão’ são outros filmes nos quais pensamos quando falamos em superproduções de 40 anos atrás – porém, igualmente nenhum deles se classificaria entre os filmes mais caros da época. Abaixo mataremos a sua curiosidade, revelando quais de fato foram os filmes mais caros do cinema há 40 anos – em 1985. Confira.

10 | Rambo 2 – A Missão

Essa é fácil, já que ‘Rambo 2’ não foi apenas um filme e sim um evento que ficou conhecido como a “Rambo-mania” no Brasil e no mundo. O herói de guerra de Sylvester Stallone estava em todos os lugares graças a esta continuação, maior e mais barulhenta do que o original. De desenhos animados, videogames e todo tipo de merchandising, a sequência foi um verdadeiro fenômeno. Na verdade, até achávamos que ficaria mais alto na lista, mas ele chega em décima posição, com um orçamento explosivo de US$25.5 milhões.

09 | Silverado

Você já havia ouvido falar em ‘Silverado’? Bem, alguns com certeza, já que o filme está no acervo da Netflix atualmente, onde pode ser redescoberto por toda uma nova geração. Mas a verdade é que mesmo com um orçamento maior que o do fenômeno ‘Rambo 2’, este faroeste não se tornou um grande sucesso, sendo redescoberto depois nas locadoras. A direção é de Lawrence Kasdan, o mesmo responsável pelos roteiros de ‘O Império Contra-Ataca’, ‘O Retorno de Jedi’ e ‘Indiana Jones’. Na trama, quatro pistoleiros, vividos por Kevin Costner, Kevin Kline, Danny Glover e Scott Glenn enfrentam as tiranias de um xerife no velho oeste. O longa custou US$26 milhões para ser produzido.

08 | Chorus Line – Em Busca da Fama

Em tempos de ‘Wicked’, este filme pode vir bem a calhar para os fãs de musicais no cinema. Assim como a pré-sequência de ‘O Mágico de Oz’, ‘Chorus Line’ também é baseado em um famoso musical da Broadway, que havia estreado dez anos antes. Mas não apenas isso, ‘Chorus Line’ também brinca com a metalinguagem, já que sua história fala justamente sobre o processo de seleção de dançarinos para peças musicais na Broadway. Ou seja, é musical da Broadway sobre… musicais da Broadway. Embora desconhecido do grande público na atualidade, ‘Em Busca da Fama’ foi indicado a três Oscar, teve o mesmo diretor de ‘Gandhi’ e ‘Chaplin’ e quem estrela é Michael Douglas como o diretor do espetáculo, que seleciona os artistas. O filme custou US$27 milhões em sua produção.

07 | Revolução

Se comparados com os valores dos orçamentos inflados dos filmes de hoje, os de 40 anos atrás podem parecer baixos. Mas é preciso levar em conta o reajuste da inflação durante estas quatro décadas, e perceber que para a época eram valores significativos. Aqui temos um épico sobre a revolução norte-americana, conhecida como a sua independência da Inglaterra em 1776, estrelada por ninguém menos que Al Pacino. O mesmo tema foi abordado no mais recente ‘O Patriota’ (2000), com Mel Gibson e Heath Ledger. Assim como no citado, Pacino vive um homem arrastado para lutar na revolução contra sua vontade. A direção é de Hugh Hudson, o mesmo de ‘Carruagens de Fogo’ e ‘Greystoke – A Lenda de Tarzan’. Justamente por todos estes atrativos, o longa custou US$28 milhões aos estúdios da Warner, mas não se tornaria um sucesso.

06 | Rocky IV

Acredite se quiser, mas ‘Rambo 2’, mesmo com todas as suas explosões, cenas de ação, helicópteros e tiros, custou menos do que o outro filme de Sylvester Stallone daquele ano: ‘Rocky IV’. Acontece que àquela altura, ‘Rocky’ já era uma franquia estabelecida e de muito sucesso, indo para o seu quarto longa. Podemos dizer também que ‘Rocky IV’ foi o auge da franquia, e Stallone pôde pedir um orçamento mais largo para os seus produtores, no caso aqui, de US$30 milhões. Já o primeiro ‘Rambo’ havia sido um sucesso modesto. É claro que ‘Rambo 2’ elevaria o jogo para o terceiro – mas isso é assunto para outra hora. O que importa é que ‘Rocky IV’ valeu cada centavo, já que foi um dos maiores sucessos daquele ano, e entrou para a história do cinema.

05 | 007 – Na Mira dos Assassinos

É claro que as produções de 007 sempre foram sinônimo de blockbuster, independente da década nas quais foram produzidos. Mas aqui na verdade temos um empate técnico. ‘Rocky IV’ custou o mesmo valor de ‘Na Mira dos Assassinos’ para ser produzido, os mesmos US$30 milhões. É claro que a ação de um filme de 007 é muito mais sentida, já que os longas da franquia fazem uso de muitos efeitos especiais e cenas de ação das mais eletrizantes. Aqui temos a despedida de Roger Moore do papel, aos 58 anos de idade, e após sete filmes no personagem. O filme é considerado um dos mais fracos da era Moore, mas traz vilões marcantes interpretados por Christopher Walken e Grace Jones.

04 | Entre Dois Amores

E se ‘Revolução’ com Al Pacino foi considerado um fracasso para a Warner naquele ano, aqui temos outro épico que foi um grande sucesso para a Universal Pictures. Com quase 3 horas de duração, ‘Entre Dois Amores’ traz um romance icônico vivido entre Meryl Streep e Robert Redford no coração da savana africana. Baseado em uma história real, Streep interpreta a corajosa e empoderada Karen Blixen, uma burguesa que larga sua vida de luxo para se dedicar a uma plantação de café no Quênia. Redford é um rústico caçador que irá conquistar o coração desta mulher. O longa foi o grande sucesso no Oscar daquele ano, papando nada menos que sete estatuetas, entre elas as de filme, diretor e roteiro. É claro que um épico assim custaria caro, e o longa teve US$31 milhões de orçamento.

03 | Inimigo Meu

Agora damos um pulo considerável no valor dos orçamentos de 40 anos atrás nos três primeiros colocados. Em terceira posição, está a ficção científica e fantasia de ação e drama. Quem cresceu nos anos 80 e 90 certamente lembra das reprises deste filme na Sessão da Tarde, mas talvez não soubesse que se trata de um dos filmes mais caros da época. Produção da extinta Fox, a história traz uma aventura espacial que visava pegar os fãs de ‘Star Wars’, com criaturas estranhas, naves espaciais, armas laser, alienígenas e outros planetas. Na verdade, a trama é quase um ‘Náufrago’ no espaço, com dois seres de espécies diferentes perdidos sem poder sair de um planeta inóspito. Dennis Quaid vive um soldado humano, combatendo e depois se aliando a um ser de uma raça extraterrestre, vivido por Louis Gossett Jr. (que havia acabado de ganhar um Oscar). Apesar de seu envelope estiloso, o filme é uma bela história de amizade, aceitação, superação e amor. Repleto de efeitos especiais e uma maquiagem fantástica, o longa custou US$40 milhões. Porém, só ficaria famoso graças às locadoras e as exibições na TV aberta, ressurgindo como cult.

02 | O Caldeirão Mágico

Infelizmente, há 40 anos no passado, os maiores orçamentos não refletiram as maiores bilheterias. Pelo contrário, àquele ano ficaria conhecido por fracassos retumbantes de grandes orçamentos. Em segunda posição temos um que quase faliu um estúdio. Pois é, querido leitor, saiba que há quatro décadas no passado, os estúdios Disney, ou ao menos sua divisão de animações, quase fechou as portas graças ao fracasso de ‘O Caldeirão Mágico’. Isso significaria nada de ‘Toy Story’, ‘Moana’, ‘Frozen’ ou ‘Divertida Mente’. Já pensou? Isso porque naquela época, o estúdio resolveu apostar em uma animação sombria, com temas pesados para a criançada. Na época aventuras medievais de fantasia estavam no auge. Só para ter uma ideia, no mesmo ano tivemos ‘A Lenda’, com Tom Cruise, e ‘O Feitiço de Áquila’, com Michelle Pfeiffer. Nos mesmos moldes surgia essa aventura, que custou US$44 milhões ao estúdio e praticamente enterrou o subgênero – que voltaria com força total em 2001, com ‘Harry Potter’ e ‘O Senhor dos Anéis’. O estúdio se recuperaria quatro anos depois com ‘A Pequena Sereia’ e  ‘A Bela e a Fera’.

01 | A Verdadeira História de Papai Noel

O filme mais caro de 40 anos atrás foi uma aventura estrelada pelo Papai Noel que quase ninguém lembra ou conhece. Surreal? Pode ter certeza. A Columbia Pictures (hoje Sony) apostava todas as fichas nessa história, que seria a definitiva sobre o Bom Velhinho, com direito a grandes cenários, efeitos especiais de primeira (para a época), animatrônicos e um elenco que incluía Dudley Moore, John Lithgow e Burgess Meredith. Tudo isso pela bagatela de US$50 milhões, fazendo dele o filme mais caro de 40 anos atrás no cinema. Acontece que esta é uma produção de Alexander e Ilya Salkind, dupla de pai e filho produtores poloneses que haviam tirado do papel ‘Superman – O Filme’ em 1978, fazendo o mundo acreditar que um homem podia voar. Então, por que não fazer o mesmo com o mito de Papai Noel? Sim, esta superprodução é o ‘Superman’ dos filmes de Papai Noel. Para a direção, a dupla contratou o francês Jeannot Szwarc, que no ano anterior havia confeccionado para eles o filme da ‘Supergirl’. Porém, quando o resultado de tal filme saiu, ele já estava concluindo este. E sua investida no ‘Papai Noel’ igualmente não funcionou. Mas bem que poderia ressurgir na época de Natal caso algum streaming o coloque em sua plataforma, de preferência a Netflix.

Steven DeKnight revela frustrações com limites impostos em ‘Demolidor’: “Tínhamos algemas”

O showrunner Steven S. DeKnight (responsável pela primeira temporada da série Demolidor original da Netflix) falou recentemente sobre Demolidor: Renascido’, revelando que gostou da produção e revela frustrações com série original.

Conforme o ComicBookMovieDeKnight expressou seu apoio ao novo projeto e ao elenco: “Eu realmente gostei de Demolidor: Renascido. Olha, admito que sou completamente parcial, porque amo os atores. Charlie Cox é uma das pessoas mais puras e gentis do mundo, e Vincent D’Onofrio também. Eu tomaria uma bala por aqueles caras”.

O showrunner destacou que a nova série está se beneficiando de um orçamento muito maior do que o disponível para a produção da Netflix:

“Eu adorei o fato de Demolidor estar sendo ressuscitado, e com um orçamento maior do que o nosso, com certeza. Lembro quando o Demolidor apareceu em She-Hulk e fez um monte de acrobacias, e as pessoas me perguntavam: ‘O que você acha daquelas acrobacias?’ Eu dizia nas redes sociais: ‘Se eu tivesse dinheiro, era exatamente isso que ele faria.’ Nós não tínhamos orçamento para isso”, acrescentou.

Quando questionado sobre o que ele mudaria na série original se pudesse, DeKnight indicou o desejo por uma classificação etária mais alta:

“Eu queria algo mais 18, para maiores. Eles [a nova produção] puderam ir além, enquanto eu tinha as algemas PG-16, em que eu só podia avançar até certo ponto. E como você pode ver em Spartacus: House of Ashur, eu gosto de ir bem longe. Então, realmente apreciei que a Marvel e o Disney+ estivessem dispostos a seguir esse caminho. Isso honestamente me surpreendeu e me deixou muito feliz”, concluiu.

Demolidor: Renascido’ está disponível no Disney+.

Primeiras Impressões | ‘Demolidor: Renascido’ traz o melhor da Marvel Studios à tona

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta contará com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

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‘Cara-de-Barro’: CEO da DC Studios diz estar “realmente animado” com o filme

O filme focado no vilão Cara-de-Barro (Clayface), que integrará oficialmente o novo Universo DC (DCU), foi confirmado como uma produção classificada para maiores de idade (+18), explorando o gênero de terror.

Em entrevista ao CBR, o co-CEO da DC Studios, Peter Safran, destacou a natureza única do projeto:

“Cara-de-Barro é totalmente original. Ninguém está esperando por isso. (Eu vi) o corte do diretor em janeiro. Estive muito no set, e acho que James Watkins é um dos melhores cineastas de terror hoje. Não Fale o Mal, a forma como ele aumenta a tensão? É incrível. Mas ninguém… quero dizer, um verdadeiro filme de terror corporal para maiores de idade vindo de uma empresa de quadrinhos? E é um grande vilão. É a história de origem de um grande vilão do Batman. Então, estou realmente animado com isso”, afirmou.

O outro co-CEO, James Gunn, já havia explicado que o objetivo do DCU é permitir diferentes estilos cinematográficos, o que justifica a abordagem de terror para o filme do Cara-de-Barro:

“Embora esteja no mesmo universo, é um filme de terror completo”, disse Gunn. “Não há um estilo de estúdio. Não é como se todo filme fosse ser como Superman. Os artistas, diretores e roteiristas envolvidos vão trazer sua própria visão para cada projeto”.

Safran já havia aumentado a expectativa ao afirmar que o filme é “um incrível terror corporal que revela uma origem envolvente de um clássico vilão do Batman”.

O longa e chega aos cinemas em 11 de setembro de 2026.

cara de barro. 02
cara de barro. 02

Taz Skylar compartilha vídeo de treinos para viver Sanji no live-action de ‘One Piece’

A 2ª temporada do live-action de One Piece estreia em breve, e agora o ator Taz Skylar compartilhou um vídeo de seu treinamento para dar vida ao Sanji, o “Perna Negra”.

Nas redes sociais, o ator exibiu o físico em ótima forma e mostrou trechos intensos da preparação para as cenas de luta.

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Lembrando que a 2ª temporada chega à plataforma de streaming em 10 de março de 2026.

Live-action de ‘One Piece’ ganha novo vídeo com cenas INÉDITAS da 2ª temporada; Confira!

‘One Piece’: Showrunner deixa live-action da Netflix para “cuidar da saúde mental”

Vale lembrar que o novo ano da série adaptará os arcos Loguetown, Laboon, Whisky Peak, Little Garden e Ilha Drum.

‘One Piece’: Eiichiro Oda comenta versão live-action de Tony Tony Chopper

Iñaki GodoyEmily RuddMackenyuJacob Romero GibsonTaz Skylar estrelam a produção que adapta o manga de mesmo nome.

Em One Piece: A Série’, os mangás mais vendidos do Japão ganham vida no live-action da Netflix. Na série, Monkey D. Luffy (Godoy) é um garoto de espírito livre que tem energia e coragem de sobra. Seu maior sonho é se tornar o Rei dos Piratas e conquistar os mares e, para isso, ele tem como missão encontrar o legado de Gold Roger. O One Piece é o maior tesouro escondido pelo pirata e achá-lo é a única forma de chegar ao seu objetivo. Para essa arriscada missão, Luffy reúne uma tripulação habilidosa e pronta para enfrentar perigosos rivais e explorar ilhas misteriosas.

‘Avengers: Doomsday’ deve se chamar ‘Vingadores – Destino’ aqui no Brasil

A Disney mandou o primeiro trailer de ‘Avengers: Doomsday‘ para ser avaliado pelo órgão que determina a classificação indicativa e colocou o título do filme como ‘Vingadores – Destino‘ aqui no Brasil.

O que você achou do título?

A produção de ‘Vingadores – Destino’ continua a todo vapor, e novas imagens de bastidores trouxeram à tona os locais práticos das filmagens.

O longa-metragem abordará o épico clímax da Guerra Multiversal e contará com o retorno de Robert Downey Jr., que surpreendentemente interpretará o icônico vilão Doutor Destino (Victor von Doom), em um papel inédito no MCU.

O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

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Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Jennifer Garner indica possível RETORNO como Elektra em ‘Vingadores: Doomsday’

‘Cyclone’: “Parece que estamos rodando em círculos…”, diz Luiza Mariani sobre os direitos femininos

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou a atriz Luiza Mariani (‘Todas as Canções de Amor’), que estrela Cyclone’.

Ela vive Daise, uma operária que divide seu tempo entre o trabalho em uma gráfica, onde garante seu sustento, e sua paixão pela dramaturgia. Quando ganha uma bolsa para estudar teatro em Paris, logo descobre que o maior obstáculo para realizar seus sonhos é ter nascido em um mundo onde as mulheres sequer são donas do próprio corpo.

Na entrevista, Luiza falou sobre os direitos femininos e como parece que estamos sempre andando em círculos:

 

O longa é inspirado na história de Maria de Lourdes Castro Pontes, figura apelidada como Miss Cyclone pelos Modernistas, a partir de uma perspectiva contemporânea, feminina e feminista. Diante dos poucos registros sobre a CYCLONE da vida real, a roteirista Rita Pfiffer preenche as lacunas da sua trajetória e cria uma personagem original, capaz de honrar a memória da única mulher a participar do “O Perfeito Cozinheiro das Almas Deste Mundo”, de Oswald de Andrade, na mesma medida que reflete os dilemas das mulheres modernas.

O longa é um projeto pessoal de Mariani, que interpretou a protagonista no teatro e há 20 anos trabalha para levá-lo para as telonas. Não à toa, além de estrelar o filme, ela também assina a produção ao lado de Joana Mariani e Eliane Ferreira, e colabora no roteiro de Piffer.

O elenco de CYCLONE ainda conta com Eduardo Moscovis (“Ela e Eu”), Karine Teles (“Benzinho”), Luciana Paes (“Sinfonia da Necrópole”), Magali Biff (“Pela Janela”), Rogerio Brito (“Um Ano Inesquecível – Primavera”) e Ricardo Teodoro (“Baby”).

Sindicato dos roteiristas condena acordo de licenciamento entre Disney e OpenAI

O Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA) condenou veementemente o recente acordo de licenciamento entre a Disney e a OpenAI, que autoriza o uso dos personagens e da propriedade intelectual da Casa do Mickey Mouse pela gigante de Inteligência Artificial.

Em uma mensagem enviada aos seus membros nesta quinta-feira (conforme reportado pela Variety), o WGA expressou sua indignação:

“O anúncio da Disney com a OpenAI parece sancionar o roubo do nosso trabalho e ceder o valor do que criamos a uma empresa de tecnologia que construiu seu negócio às nossas custas. Continuaremos lutando para proteger os interesses criativos e econômicos de nossos membros no contexto da tecnologia de IA”, destacou.

O sindicato também afirmou que irá “investigar os termos desse acordo, incluindo até que ponto vídeos gerados por usuários utilizam o trabalho de roteiristas do WGA”.

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O acordo de três anos permite que a OpenAI utilize o modelo de geração de vídeo Sora para criar conteúdo a partir de prompts de usuários, baseado em mais de 200 personagens, criaturas e figuras animadas ou mascaradas da Disney, Marvel, Pixar e Star Wars.

O Sora e o ChatGPT Images devem começar a gerar vídeos “inspirados pelos fãs” com personagens licenciados da Disney no início de 2026.

Como parte do pacto, a Disney fará um investimento de US$ 1 bilhão em ações da OpenAI.

A Disney ressaltou que o acordo não inclui o uso de semelhanças ou vozes de talentos (atores) e não permite que a OpenAI utilize a propriedade intelectual da Disney para treinar seus modelos de IA.

A mensagem do WGA aos membros destacou a natureza da preocupação do sindicato com a IA:

“Empresas como a OpenAI roubaram vastas bibliotecas de obras pertencentes aos estúdios e criadas por roteiristas do WGA e trabalhadores de Hollywood para treinar seus sistemas de inteligência artificial. Repetidamente pedimos que os estúdios tomem medidas legais para defender a valiosa propriedade intelectual que ajudamos a criar”, afirmou.

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Questionada sobre a objeção do WGA, um representante da OpenAI defendeu a parceria: “Este é um acordo histórico porque mostra como empresas de IA e a indústria criativa podem trabalhar juntas para estabelecer padrões significativos para uma IA responsável no entretenimento”.

O sindicato dos atores, SAG-AFTRA, também emitiu um comunicado cauteloso, afirmando que irá “monitorar de perto” o acordo DisneyOpenAI para garantir que os direitos contratuais de seus membros sejam cumpridos:

“Os membros estão extremamente atentos ao uso crescente de propriedade intelectual e da imagem e voz de indivíduos por ferramentas de IA generativa, e o sindicato permanece vigilante quanto a esses usos”, acrescentou.

O SAG-AFTRA adicionou que tem mantido meses de “discussões francas” com a OpenAI sobre a proteção de artistas, indicando um “compromisso significativo” em considerar as preocupações dos membros.

Primeiro Encontro

(Follemente)

 

Elenco:

Edoardo Leo
Pilar Fogliati
Vittoria Puccini

 

Direção: Paolo Genovese

Gênero: Comédia romântica

Duração: 97 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 11 de Dezembro de 2025

Sinopse: 

PRIMEIRO ENCONTRO traz uma jornada que mergulha os espectadores nas mentes de Piero e Lara durante um primeiro encontro, revelando os pensamentos ocultos e conflitos internos que influenciam suas escolhas.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Paolo Genovese também assina o roteiro ao lado de Isabella Aguilar, Lucia Calamaro, Paolo Costella e Flaminia Gressi;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | Sorry, Baby – Eva Victor assina um dos filmes mais honestos e sensíveis sobre trauma

Tudo começa com um reencontro de amigas. Moradora de Nova York, Lydie (Naomi Ackie) retorna para visitar Agnes (Eva Victor) na casa em que moraram juntas, numa cidadezinha próxima à universidade onde cursaram o doutorado. Ali percebemos que Lydie amadureceu, está casada e volta a esse ambiente bucólico para reencontrar a amiga, que permanece na mesma rotina. A preocupação dela é evidente: será que a vida de Agnes parou depois do trauma que sofreu três anos antes? Mas esse “começo” é, na verdade, o antepenúltimo capítulo de uma narrativa em quatro movimentos, que alterna passado, presente e futuro. 

A partir dessa construção fragmentada, Sorry, Baby se revela como uma doce canção sobre como enfrentar traumas, mas sem suavizar ou iludir a experiência dolorosa. O filme aborda um abuso sexual — um tema espinhoso que exige sensibilidade — e o faz de maneira rara: sem impor certo ou errado, sem simplificar, mas mostrando as camadas humanas que se revelam principalmente na amizade e conexão entre Agnes e Lydie.

“Como um momento de dor pode ressignificar a sua trajetória?” Esta parece ser a grande indagação de Eva Victor em seu filme de estreia como diretora, no qual assume as rédeas de forma brilhante, tanto como roteirista quanto como protagonista. Agnes é uma figura cativante, mas cuja interioridade permanece parcialmente velada — o que nos faz desejar conhecê-la melhor. O brilhantismo desta obra está justamente nessa conexão: no modo como permite ao público preencher as elipses entre os capítulos e construir esse caminho junto à personagem.

Embora o tema envolva um crime, a protagonista não busca uma punição legal; seu objetivo é simplesmente tentar se sentir bem, algo que nem sempre é possível. Em uma das cenas mais contundentes do longa — uma tragicômica seleção de júri dentro do tribunal — Agnes reflete que, se fizer uma denúncia, alguém do outro lado perderá um pai. É um momento de nuance moral que evidencia que a vida não é binária e que experiências traumáticas não têm soluções simples. Em contrapartida, é ao encontrar um gatinho abandonado que ela enxerga um raio de felicidade, direcionando seu carinho a algo mais frágil que ela naquele momento.

Sorry, Baby se constrói na empatia: vemos Agnes como alguém que carrega sofrimento, mas também humanidade e complexidade. Lydie, por sua vez, representa o olhar de quem observa e se preocupa, tentando compreender e apoiar sem invadir ou julgar. Já Gavin (Lucas Hedges), o vizinho que desenvolve uma relação afetiva com Agnes, é retratado com naturalidade e verossimilhança, encarnando formas de afeto contemporâneas sem artifícios. Entre diálogos belos e genuínos, a abordagem desperta identificação sem reduzir ninguém a arquétipos unidimensionais.

A narrativa em quatro capítulos, alternando diferentes momentos do tempo, exige atenção do espectador, mas oferece uma experiência emocional profunda. É um convite à introspecção: a história não termina com os créditos; ela permanece conosco, provocando reflexão sobre amizade, trauma e crescimento. Nesse aspecto, o filme se distancia de outra obra lançada este ano com temática semelhante no ambiente acadêmico — Depois da Caçada, de Luca Guadagnino. Enquanto o diretor italiano se apoia no suspense e no conflito moral, muitas vezes polarizando sobre assédio sexual, Sorry, Baby abraça a complexidade da experiência, construindo empatia e sugerindo um futuro de compreensão e resiliência.

O diálogo final entre Agnes e o bebê da amiga é emblemático, carregado de ternura e humanidade. É uma cena que resume o coração do filme: a vida segue, mesmo diante de traumas, e a amizade e a empatia tornam-se forças vitais. A beleza do filme está justamente na maneira como trata a dor sem reduzir ninguém a rótulos, mostrando que o caminho para lidar com experiências traumáticas é pessoal, multifacetado e cheio de nuances.

Com estreia mundial no Festival de Sundance, passagem pela Semana da Crítica no Festival de Cannes e quatro indicações ao Spirit Award, Sorry, Baby confirma sua importância e impacto no cinema contemporâneo. Eva Victor entrega uma obra autoral, sensível e profundamente humana, que equilibra a dureza da vida com a beleza da amizade e da resiliência. Poucos filmes contemporâneos tratam a dor com tanta honestidade — e, por isso mesmo, Sorry, Baby se torna marcante e uma estreia admirável.

Com distribuição da Mares/Alpha Filmes, Sorry, Baby estreia nos cinemas brasileiros no dia 11 de dezembro

‘Zootopia 2’ ultrapassa US$ 1 BILHÃO nas bilheterias mundiais

De acordo com o Variety, a sequência ‘Zootopia 2‘ ultrapassou US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais – tornando-se o filme de classificação livre que mais rápido conseguiu alcançar a marca na história do cinema.

Este é o terceiro título a superar a marca bilionária em 2025, atrás apenas de ‘Ne Zha 2: O Renascer da Alma‘ e o live-action de ‘Lilo & Stitch‘.

Ao total, apenas treze filmes animados na história conseguiram ultrapassar a marca histórica; dez deles foram lançados pela Disney.

Até ontem (11), o longa já somava US$ 232.7 milhões nos EUA. No mercado internacional, foram US$ 753.4 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 986.1 milhões.

Maior estreia do ANO! Confira todos os RECORDES quebrados por ‘Zootopia 2’

Vale lembrar que a animação abriu com US$ 156 milhões no final de semana estendido de Ação de Graças nos EUA, tornando-se a segunda maior estreia da história do feriado (atrás apenas de ‘Moana 2‘; US$225.4M em cinco dias).

Com 91% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa conquistou uma nota A do público no CinemaScore – a mesma média alcançada pelo filme original.

Zootopia 2‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Jared Bush e Byron Howard (‘Encanto’) são responsáveis pela direção.

Após desvendarem o maior caso da história de Zootopia, os policiais novatos Judy Hopps (Ginnifer Goodwin) e Nick Wilde (Jason Bateman) descobrem que sua parceria não é tão sólida quanto imaginavam quando o Chefe Bogo (Idris Elba) os ordena a se juntarem ao programa de aconselhamento Parceiros em Crise.

Mas não demora muito para que a parceria seja posta à prova quando eles se veem na trilha sinuosa de um mistério ligado à chegada de uma cobra venenosa à metrópole animal.

Prefeito Winddancer é destaque na imagem INÉDITA de ‘Zootopia 2’; Confira!

A produção ainda conta com as vozes de Nate Torrence, Ke Huy Quan, Fortune Feimster, Quinta Brunson, Bonnie Hunt, Don Lake, Jenny Slate, Tommy Chong, Raymond S. Persi, Alan Tudyk e Shakira.

Disney acusa Google de “violação massiva” de direitos autorais em modelos de IA

A Disney intensificou sua batalha contra o uso de seu conteúdo em treinamento de Inteligência Artificial, acusando formalmente o Google de violação de direitos autorais em “escala massiva”. A gigante do entretenimento alega que os modelos e serviços de IA generativa do Google estão sendo usados para “explorar comercialmente e distribuir” imagens e vídeos protegidos.

Conforme a Variety, na noite de quarta-feira, advogados da Disney enviaram uma notificação extrajudicial ao Google, exigindo o encerramento imediato da suposta infração em seus sistemas de IA.

A carta, enviada pelo escritório Jenner & Block em nome da Disney, é taxativa: “A Google está infringindo os direitos autorais da Disney em escala massiva, copiando um grande corpo de obras protegidas da Disney sem autorização para treinar e desenvolver modelos e serviços de inteligência artificial generativa, e usando esses modelos e serviços para explorar comercialmente e distribuir cópias de suas obras protegidas aos consumidores…”.

O estúdio compara o Google a uma “máquina de venda automática virtual” capaz de reproduzir sua valiosa biblioteca. A acusação é agravada pelo uso do logo Gemini nas imagens geradas por IA:

“Muitas das imagens infringidas geradas pelos serviços de IA da Google são marcadas com o logotipo Gemini, insinuando falsamente que a exploração da propriedade intelectual da Disney pela Google é autorizada e endossada pela Disney, acrescentou.

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A carta alega que os sistemas de IA do Google infringem personagens de uma vasta gama de franquias, incluindo: Frozen,O Rei Leão, Moana, A Pequena Sereia entre outros.

A carta anexou exemplos, como uma imagem de Darth Vader, gerada por prompts de texto nos aplicativos de IA.

O CEO da Disney, Bob Iger, afirmou em entrevista à CNBC que a empresa foi forçada a agir: “Temos sido agressivos na proteção da nossa propriedade intelectual… As conversas [com o Google] não deram frutos, sentimos que não tivemos escolha senão enviar uma notificação extrajudicial”.

A notificação exige que o Google:

Cesse imediatamente a cópia, exibição, distribuição e criação de obras derivadas dos personagens protegidos da Disney nos outputs dos Serviços de IA, incluindo no aplicativo móvel, Shorts e no próprio YouTube.

Implemente imediatamente medidas tecnológicas eficazes para garantir que nenhuma saída futura infrinja obras da Disney.

A Disney também acusa o Google de promover uma tendência viral de criação de “figurinhas” de IA, citando um post do CEO Sundar Pichai no X (antigo Twitter) que incentivava o uso do Gemini para gerar essas imagens, inclusive de personagens protegidos da Disney.

Michael Caine assina contrato para ter sua voz RECRIADA por inteligência artificial para uso comercial

Um porta-voz do Google respondeu à situação, destacando o relacionamento com a Disney:

“Temos uma relação longa e mutuamente benéfica com a Disney e continuaremos a dialogar com eles. De modo geral, usamos dados públicos da web aberta para construir nossa IA e desenvolvemos controles inovadores de direitos autorais, como o Google-extended e o Content ID do YouTube, que dão aos sites e detentores de direitos controle sobre seu conteúdo”, destacou.

‘Heated Rivalry’: Série de romance LGBTQ+ é RENOVADA para a 2ª temporada

O Crave renovou oficialmente a série de romance LGBTQ+ ‘Heated Rivalry‘ para a 2ª temporada.

Baseada no livro homônimo de Rachel Reid, a produção se tornou o maior lançamento da história do serviço de streaming canadense.

Na trama, dois astros de Hockey guardam um segredo: longe da rivalidade no gelo, eles são amantes secretos que, a princípio, escondem do mundo seu relacionamento confuso e complicado.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Hudson Williams e Connor Storrie estrelam a produção.

O elenco ainda conta com François Arnaud, Robbie GK, Sophie Nélisse, Ksenia Daniela Kharlamova, Dylan Walsh e Christina Chang.

Crítica | Natal Sangrento – Papai Noel Serial Killer Toca o TERROR em Divertida Nova Adaptação

Fim de ano é época de assistir filmes-família, as famosas romcoms açucaradas em que o amor é encontrado às vésperas do Natal. Mas no hemisfério Norte também há a cultura de produzir e assistir a filmes de terror nessa época, por isso, pensando nessa demanda, os distribuidores já fazem suas apostas desde antes. De olho nessa abertura de mercado, os distribuidores brasileiros também começaram a apostar em títulos mais sombrios para as últimas semanas do ano, um nicho que vem crescendo principalmente dentre o público jovem. E o grande lançamento para esse fim de ano para aqueles que curte o gênero é ‘Natal Sangrento’, remake do sucesso homônimo de 1984.

Quando era criança, Billy (Logan Sawyer) viu seu avô ser morto de maneira misteriosa enquanto o visitava em uma casa de repouso. Na saída, já no carro, testemunhou seus pais serem assassinados por um homem vestido de Papai Noel. Anos depois, o hoje adulto Billy Chapman (Rohan Campbell, de ‘Halloween Ends: O Acerto de Contas Final’) não possui nenhum trauma desses eventos trágicos de sua vida, pelo contrário: acredita que, de alguma forma, o legado daquele assassino tenha passado para ele, pois, desde aquele dia Billy acredita ter uma missão de punir as pessoas que se comportam mal o ano inteiro, uma pessoa por dia em dezembro inteiro, tal qual Papai Noel.

Escrito e dirigido por Mike P. Nelson (que também dirigiu ‘Pânico na Floresta: A Fundação’) a nova leitura desse clássico de terror natalino propõe um olhar interessante sobre o original, trazendo um elemento sobrenatural à trama e uma abordagem atualizada para os nossos tempos. Para além do terror slasher que dá a base do longa, Mike P. Nelson também faz bom uso do humor para balancear a paranoia de seu protagonista, ora fazendo-o passar por situações absurdas e hilárias, ora aliviando a tensão da violência com elementos contrastantes.

A dupla protagonista Rohan Campbell e Ruby Modine (de ‘A Morte Te Dá Parabéns 2’) entrega química e sintonia ao construírem uma história de romance natalina bem aos moldes das romcoms dessa época do ano, mas com tons sombrios o suficiente para conduzir o espectador àquele tipo de enganação que a gente adora cair, mesmo que, no fundo, saibamos a verdade. Carismáticos, mesmo fazendo as coisas erradas a gente tende a torcer pelo protagonista e pela mocinha, ainda que saibamos que ela vai se meter numa furada.

Se o romance dá o panorama em ‘Natal Sangrento’, é na parte do terror que o longa se sobressai em criatividade e humor sombrio. Para poder completar seu calendário de tarefas (ou seja, matar uma pessoa por dia) ao longo do mês de dezembro, Billy encontra justificativas das mais surreais para se auto-autorizar à matança – e as cenas em que as vítimas são mortas espalham sangue à altura dos anseios dos fanáticos por terror. Para quem quiser pescar, há até referências a um determinado filme de Quentin Tarantino.

Mesmo em se tratando de uma releitura de uma obra já realizada (e refeita novamente em 2012), a nova versão de ‘Natal Sangrento’ entretém seu público com uma boa dose de diversão para esse fim de ano. Entretanto, para os mais sensíveis a cenas de mortes violentas, fica o aviso. E fica também o anseio para que se torne uma boa franquia de terror.

Perfeitos Desconhecidos

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(Perfeitos Desconhecidos)

 

Elenco:

Sheron Menezzes
Danton Mello
Fabrício Boliveira

 

Direção: Julia Jordão

Gênero: Comédia

Duração: 91 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 11 de Dezembro de 2025

Sinopse: 

Em PERFEITOS DESCONHECIDOS, Carla e Gabriel decidem fazer um churrasco para receber os amigos na sua nova casa. O que eles não imaginam é que este encontro despretensioso irá mudar a vida de todos para sempre. Tudo começa quando a filha do casal, Alice, uma adolescente cheia de opinião e influencer das redes sociais, decide confrontar a mãe, que como de costume tenta bisbilhotar sua vida e, principalmente, o seu celular. Para provar que não tem nada a esconder, Alice propõe um jogo onde todos os presentes devem deixar seus celulares em cima da mesa e ler em voz alta todas as mensagens que chegarem… Assim, começa a brincadeira com os celulares, revelando pouco a pouco os segredos de todos ali na casa, mostrando muito mais do que qualquer um deles estaria disposto a compartilhar.

Curiosidades: 

» O longa é um remake da comédia italiana homônima de 2016;

» Em sua estreia diretorial nos cinemas, Julia Jordão já comandou episódios de diversas séries, incluindo ‘O Negócio‘, ‘Cidade Invisível‘ e ‘O Rei da TV‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

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Entre Penas e Bicadas

(Goldbeak)

Elenco:

David Henrie
Valkyrae

 

Direção: Nigel W. Tierney, Dong Long

Gênero: Animação

Duração: 94 min.

Distribuidora: A2 Filmes

Orçamento: US$ 3milhões

Estreia: 11 de Dezembro de 2025

Sinopse: 

Em ENTRE PENAS E BICADAS, criada entre galinhas e protegido por sua mãe adotiva e sua irmã, a pequena águia Pena Dourada acredita que não pode voar. Determinado a provar seu valor e descobrir a verdade, ele parte com sua irmã para Bird City, onde pretende solucionar o mistério de seu nascimento e enfrenta escolhas que definirão seu futuro e o seu verdadeiro lugar no mundo.

Curiosidades: 

» Robert N. Skir, Jeff Sloniker e Vivian Yoon assinam o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Timothée Chalamet elogia a própria atuação e enaltece trabalho em ‘Marty Supreme’

O ator Timothée Chalamet, uma estrela em ascensão no cinema, recentemente gerou burburinho ao falar sobre sua performance no projeto ‘Marty Supreme’, destacando sua excelência e comprometimento.

Conforme noticiado pelo ComicBookMovie, Chalamet fez a seguinte declaração: “Esta é provavelmente a minha melhor performance, sabe? Já fazem uns sete, oito anos que sinto que venho entregando atuações realmente, realmente comprometidas, de altíssimo nível”.

Ele continuou, enfatizando seu esforço: “E é importante dizer isso em voz alta, porque a disciplina e a ética de trabalho que estou trazendo para esses projetos… eu não quero que as pessoas deem isso como garantido. Eu não quero dar isso como garantido. Isso aqui é material de altíssimo nível”.

A cinebiografia ‘Marty Supreme’, estrelada por Timothée Chalamet, é um dos favoritos para a próxima temporada de premiações – e foi indicado a nada menos que oito categorias do Globo de Ouro 2026.

O longa disputa pela vitória nas categorias de Melhor Roteiro para Ronald BronsteinJosh SafdieMelhor Ator em Comédia ou Musical para Chalamet e Melhor Filme de Comédia ou Musical

Os vencedores serão revelados no dia 11 de janeiro.

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Além de Chalamet, o longa será estrelado por Gwyneth Paltrow, Odessa A’zion, Penn Jillette, Kevin O’LearyTyler the Creator e Abel Ferrara.

‘Marty Supreme’ é baseado na autobiografia Marty Reisman, que foi lançada em 1974. A trama abordará as façanhas do ex-jogador, enquanto se aprofunda no mundo do Ping Pong e na vida de Reisman.

O roteiro do longa é coassinado por Josh Safdie e Ronald Bronstein. Safdie também entra como diretor.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de janeiro de 2026.

‘Alone in the Dark’ ganhará nova adaptação live-action

De acordo com o The Hollywood Reporter, uma nova adaptação live-action do jogo ‘Alone in the Dark‘ está oficialmente em desenvolvimento.

A nova versão, no entanto, contará com o retorno do diretor Uwe Boll (‘BloodRayne’) – que comandou a criticada adaptação de 2005.

O cineasta planeja fazer uma adaptação muito mais fiel do que sua tentativa original, e o novo filme será inspirado pelo jogo mais recente da saga.

“Nós vamos capturar o espírito e a era dos jogos originais, acompanhando a história do novo jogo. Mal podemos esperar para dar um reboot na franquia e escalar nosso novo Edward Carnby,” declarou.

Na trama…

“Emily Hartwood e o detetive Edward Carnby viajam para a Mansão Derceto, um sanatório para doentes mentais, para investigar o desaparecimento do tio de Emily, Jeremy, encontrando horrores sobrenaturais, cultos e uma conspiração ligada ao misterioso Homem das Trevas.”

O site ainda afirma que o diretor também está desenvolvendo uma série baseada no jogo.

Conhecido como um dos “piores diretores de todos os tempos”, Boll já comandou adaptações extremamente criticadas como ‘House of the Dead: O Filme‘, a trilogia ‘BloodRayne‘, ‘Alone in the Dark: O Despertar do Mal‘ e sua sequência, e ‘Far Cry: Fugindo do Inferno‘.

Godzilla retorna em teaser inédito da 2ª temporada de ‘Monarch: Legado de Monstros’; Confira!

Apple TV+ divulgou um novo vídeo promocional com cenas inéditas da 2ª temporada de ‘Monarch: Legado de Monstros‘, série que integra o MonsterVerse.

O teaser destaca o retorno do icônico Godzilla.

No próximo ciclo, o destino da Monarch — e do mundo — está em jogo. Segredos enterrados são revelados, reunindo nossos heróis (e vilões) na Ilha da Caveira e em uma nova e misteriosa vila onde um Titã mítico emerge do mar. Os efeitos do passado reverberam no presente, diluindo os laços entre família, amigos e inimigos — tudo isso sob a ameaça de um evento titânico no horizonte.

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A segunda temporada estreará oficialmente no dia 27 de fevereiro.

Vale lembrar que Amber Midthunder (‘O Predador: A Caçada’) foi escalada para os novos episódios como Isabel, uma empresária inteligente e poderosa.

A produção é estrelada por Kurt Russell e Wyatt Russell.

Após a batalha estrondosa entre Godzilla e os Titãs que arrasou São Francisco e a chocante revelação de que os monstros são reais, ‘Monarch: Legado de Monstros’ acompanha dois irmãos seguindo os passos de seu pai para descobrir a conexão de sua família com a organização secreta conhecida como Monarch. Pistas os levam ao mundo dos monstros e ao oficial do exército Lee Shaw (interpretado por Kurt Russell e Wyatt Russell) em dois períodos: nos anos 1950 e meio século depois, quando Monarch é ameaçada pelo que Shaw sabe. A saga dramática – abrangendo três gerações – revela segredos enterrados e como eventos épicos e destruidores podem repercutir em nossas vidas. 

O elenco ainda conta com Anna Sawai, Ren WatabeKiersey Clemons, Joe Tippett e Elisa Lasowski.

A produção foi criada por Chris BlackMatt Fraction, com Black servindo como showrunner.

O MonsterVerse começou em 2014, com ‘Godzilla‘, e ganhou continuidade com ‘Kong: A Ilha da Caveira‘ (2017), ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ (2019) e ‘Godzilla vs. Kong‘ (2021).

2ª temporada de ‘Devil May Cry’ ganha data de estreia na Netflix

A Netflix finalmente anunciou quando a 2ª temporada da série animada ‘Devil May Cry‘, baseado no popular jogo homônimo da Capcom, será lançada.

O próximo ciclo estreará no serviço de streaming no dia 12 de maio.

Na segunda temporada, uma guerra entre mundos se inicia quando Dante precisa lutar contra a única força que espelha a sua própria: seu irmão gêmeo, Vergil, com quem não tinha contato há anos.

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

 

 

A série foi criada por Adi Shankar, que também servirá como showrunner e produtor executivo.

“Fiquem tranquilos, nós estamos trabalhando muito duro porque amamos a franquia e porque queremos entregar algo ótimo,” declarou o showrunner. “Nosso objetivo não era apenas produzir outra série de animação. Meu objetivo é fazer um dos melhores programas da plataforma Netflix — ponto final.”

O projeto foi desenvolvido em parceria com o Studio Mir, estúdio responsável por ‘A Lenda de Korra‘ e ‘The Witcher: Lenda do Lobo‘.

Após teaser, confira as primeiras imagens da 3ª temporada de ‘Euphoria’

A HBO divulgou as primeiras imagens oficiais da aguardada 3ª temporada de ‘Euphoria‘.

O novo ciclo terá o retorno de Zendaya, Hunter Schafer, Eric Dane, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie, Maude Apatow, Martha Kelly, Chloe Cherry e Colman Domingo.

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Sem data de estreia, o próximo ciclo está programado para abril de 2026.

Sobre o futuro da série, o criador Sam Levinson expressou confiança: “Acredito que vocês ficarão muito satisfeitos com esta temporada e com a forma como vamos concluir o arco narrativo de cada personagem”.

‘Euphoria’: Eric Dane revela que temia que elenco se tornasse insuportável

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.