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Crítica | ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ expande a mitologia de Pandora com um ÉPICO de quase três horas e meia

Desde sua concepção em meados dos anos 1990 até sua estreia em 2009, a franquia Avatar tornou-se um fenômeno cinematográfico – um tour-de-force revolucionário da visionária mente de James Cameron. O realizador, conhecido por suas inovações tecnológicas que pincelaram projetos como ‘Aliens, o Resgate’, ‘O Exterminador do Futuro’ e ‘Titanic’, construiu uma mitologia inédita e apoiada nas clássicas incursões da Jornada do Herói, de Joseph Campbell, para nos convidar ao vibrante e expansivo universo de Pandora, conquistando a crítica e o público tanto com o primeiro quanto com o segundo capítulos.

Agora, somos chamados de volta a esse explosivo mundo com o antecipado e ambicioso Avatar: Fogo e Cinzas’: o terceiro capítulo da saga sci-fi de aventura, que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 18 de dezembro, segue os passos dos capítulos predecessores ao abrir espaço para novos personagens, expandindo esse macrocosmos com fidelidade imprescindível e, ainda que derrapando em certos equívocos cometidos nos projetos anteriores, alcançando um nível de espetáculo visual que consegue ofuscar os deslizes e trazer alguns elementos originais e mais dramáticos que permeiam os arcos dos personagens que aprendemos a amar com o passar dos anos.

Após os derradeiros eventos de ‘O Caminho da Água’, Cameron se mostra disposto a focar em um lado mais introspectivo dos protagonistas e coadjuvantes, aliando tais incursões a uma preciosidade cinemática que já nos é revelado na primeira sequência. Afinal, o diretor resolveu rodar o longa-metragem em 48 frames-por-segundo, afastando-se do comodismo costumeiro dos 30fps para garantir uma imersão total dos espectadores à Pandora e aos cenários que nos serão introduzidos através de uma epopeia ambientalista e bélica de quase três horas e meia. E, reiterando seu importante status no cenário contemporâneo da sétima arte, o diretor causa um estranhamento proposital que logo dá espaço a uma fluidez artística que irrompe das telonas em um comprometimento inegável e muito envolvente.

Na trama, Jake Sully (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldaña) ainda lidam com a perda do filho mais velho, Neteyam, que foi assassinado pelos humanos em uma poderosa batalha pelo futuro de Pandora. Neytiri, em seu período de luto, canaliza sua frustração e sua crescente raiva para o jovem Spider (Jack Champion), que foi “adotado” por Jake mesmo a contragosto da esposa, por representar toda a destruição e tudo o que os “caras rosadas” representam desde que chegaram para colonizar o planeta; Jake, por sua vez, canaliza seus pesares para seu segundo filho, o impetuoso Lo’ak (Britain Dalton), um jovem guerreiro que também se sente culpado pela morte do irmão e tenta, incansavelmente, provar seu valor para o pai.

Porém, as coisas saem do controle quando a versão avatar do perigoso Coronel Miles Quaritch (Stephen Lang) revela não estar morto, aliando-se às forças humanas para encontrar Jake, derrotá-lo e garantir que os humanos finalmente subjuguem Pandora a seu bel-prazer. E tudo ganha uma dimensão ainda mais problemática quando Kiri (Sigourney Weaver), de alguma forma, se conecta em um âmbito muito mais profundo às forças invisíveis que regem Pandora, transformando Spider em uma espécie de híbrido entre humano e Na’vi que consegue respirar sem o uso de máscaras através de um processo endossimbiótico – que, é claro, chama a atenção de Miles e seus asseclas a fim de recriar essa tecnologia natural no combate contra os nativos.

Como podemos imaginar, Cameron não se desvencilha por completo da narrativa conhecida do universo Avatar para dar continuidade à história, apostando em conflitos internos, intergeracionais e interraciais como um reflexo da sociedade em polvorosa que se mostra mais dividida dia após dia. E, em meio a metáforas claras e quase didáticas, as originalidades vêm com a forma em que o realizador, também responsável pelo roteiro, monta as tramas que se seguirão – com destaque às fortes atuações de um elenco que conta com a presença de Kate Winslet, Bailey Bass e Oona Chaplin (esta encarnando a melhor vilã da franquia até agora, a psicótica Varang, líder do clã vulcânico dos Mangkwan que se alia a Miles para alcançar seus condenáveis objetivos).

Um dos aspectos mais interessantes do filme, para além da cuidadosa e detalhista estética artística, destina-se ao roteiro. Cameron assina a história ao lado de Rick Jaffa e Amanda Silver e, pela primeira vez em quase quinze anos, mostra-se disposto o suficiente para sacrificar personagens em prol de dar continuidade à mitologia e de mostrar que as expectativas estão mais altas do que nunca – recusando-se a fazer isso apenas por comodismo e criando pequenas joias cinematográficas que tornam essas despedidas ainda mais emocionantes. É claro que alguns excessos poderiam ser podados, mas os fãs inveterados dessa franquia irão se divertir com a entrada mais instigante até o momento.

Avatar: Fogo e Cinzas’ é um espetáculo visual sem precedentes e ousa onde consegue, mesmo não conseguindo apostar fichas em uma narrativa totalmente sólida e original que reitere os próximos dois capítulos da saga. Contando com ótimos antagonistas que encontram mais profundidade em seus arcos e com personagens que retornam para uma guerra que se torna cada vez mais sangrenta, a nova iteração é um deleite festivo que cumpre com o que promete.

‘Avatar: Fogo e Cinzas’ estreia com a MENOR aprovação da franquia no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Avatar: Fogo e Cinzas’ é o terceiro da elogiada franquia sci-fi criada por James Cameron – e as primeiras críticas já foram disponibilizadas.

No Rotten Tomatoes, o longa-metragem estreou com 70% de aprovação dos especialistas internacionais, representando a menor porcentagem da saga. A encargo de comparação, o primeiro filme possui 81% de aprovação, enquanto o segundo possui 76%.

Confira os principais comentários:

“Não é ofensivo. Não é a pior coisa que você verá o ano todo. O que é, é chato. Chato de um jeito que dá sono. Chato o suficiente para te fazer cochilar na cadeira. Chato o suficiente para você pensar na sua lista de compras do supermercado.” – The Nightly

“A atenção aos detalhes é impressionante… Eu me peguei pensando: como eles fazem isso? Mas eu não deveria ter me perguntado isso. Eu deveria ter me perguntado o que aconteceria a seguir”Arizona Republic.

‘Fogo e Cinzas’ é som e fúria, sem significado algum. Ou pelo menos nada de novo e empolgante”THR.

Avatar: Fogo e Cinzas’ termina com algumas pontas soltas na narrativa, mas também em um ponto em que, caso não alcance os bilhões de bilheteria de seus antecessores, há um desfecho suficiente para que a saga chegue ao fim”SciFiNow.

“[O filme] é tão visualmente extraordinário quanto seus antecessores e, embora o filme contenha algumas das fraquezas das produções anteriores, essas deficiências começam a parecer peculiaridades encantadoras em uma série que, de resto, é fascinante”Screen International.

“São ocasiões raras, visto que foram lançados em 2009, 2022 e 2025. E com tanta coisa para lembrar da última vez, eles deveriam mesmo seguir o exemplo das séries policiais e anunciar: ‘anteriormente em Avatar” – Original Cin.

Vale lembrar que ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ estreia nas telonas brasileiras no dia 18 de dezembro.

Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.

O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.

Crítica 2 | Avatar: Fogo e Cinzas — Um mundo em expansão, um drama em repetição

Com um espetáculo visual inebriante, Avatar: Fogo e Cinzas (Avatar: Fire and Ash), terceiro capítulo da franquia iniciada em 2009, aprofunda — mas também repete — conflitos já conhecidos. Assinado pelo diretor James Cameron ao lado de Rick Jaffa e Amanda Silver, o roteiro aposta novamente em uma estrutura circular que provoca uma sensação constante de déjà-vu, adicionando poucos elementos novos e demonstrando escassa ousadia.

Marcados pela morte do filho mais velho Neteyam (Jamie Flatters) em Avatar: O Caminho da Água (2022), Jake Sully (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldaña) lidam com o luto cada um à sua maneira, ele se prepara para o combate iminente, enquanto ela mergulha em uma dor atravessada por raiva, culpa e desejo de vingança — sentimentos que impactam diretamente sua relação com Spider (Jack Champion), o humano criado entre eles e filho genético do capitão Quaritch (Stephen Lang).

Além dessa hostilidade familiar, o novo eixo de conflito surge com a introdução dos ash people, o povo do fogo e cinzas que dá nome ao filme. Diferentemente dos amigáveis Metkayina, habitantes da água, liderados por Tonowari (Cliff Curtis) e por Ronal (Kate Winslet), os povos das cinzas são retratados como saqueadores e incendiários: avançam sobre territórios alheios, tomam riquezas pela força e deixam destruição por onde passam. 

Liderados pela implacável Varang (Oona Chaplin), eles não coexistem, eles dominam. Varang não apenas se torna inimiga dos Na’vi, como também estabelece uma aliança estratégica com o capitão Quaritch, criando uma simbiose perigosa entre tecnologia militar humana e os conhecimentos tribais, além de poder voar pelos céus de Pandora. Essa aliança oferece vantagem tática clara no embate e desloca Quaritch para além do arquétipo do vilão puramente militar, colocando-o como um ser desejante, seja paternal, seja apenas o carnal, dentro desse ecossistema de guerra.

Assim como Jake no primeiro Avatar (2009), o filme explora a rejeição que Spider sofre por conta do seu lugar ambíguo entre dois mundos. Sua condição humana — dependente de uma máscara de oxigênio para sobreviver em Pandora — é apresentada como um elemento central de tensão nos primeiros minutos de Avatar: Fogo e Cinzas

Essa dualidade constrói um peso emocional mais consistente quando entrelaçada ao arco de Kiri (Sigourney Weaver), pois o seu vínculo emocional com o rapaz une a sua busca de conexão espiritual com Eywa, a deusa da natureza. O envolvimento fraternal toma novos contornos e culmina em uma das surpresas do filme. Esse gesto representa um novo ponto de ruptura dentro da família de Jake, o eterno estrangeiro em Pandora. 

A partir dessa nova aliança, Kiri passa a ocupar uma posição quase messiânica — evocando uma espiritualidade próxima de um monoteísmo naturalista. Em contraponto, os povos das cinzas possuem crenças próprias, rituais e práticas espirituais desacreditadas como “bruxaria”. Varang, inclusive, domina formas de transe, hipnose e manipulação mental, o que reforça o choque simbólico entre uma fé monoteísta dominante em Pandora, e espiritualidades marginalizadas. É um embate religioso potente, mas que o filme prefere sugerir em vez de desenvolver plenamente.

As reviravoltas prometidas pelo roteiro, no entanto, ficam majoritariamente restritas ao núcleo militar e sua lógica predatória de exploração, mas é nessa parte que o filme enfraquece. Os conflitos com os soldados humanos lembram filmes da Sessão da Tarde, nos quais crianças ou grupos claramente em desvantagem conseguem vencer forças armadas muito mais bem equipadas simplesmente porque o roteiro exige.

Visualmente, Avatar: Fogo e Cinzas continua sendo um espetáculo incontestável. A introdução do elemento fogo, combinada à terra em constante transformação, amplia o vocabulário visual da franquia e reforça a ambição de James Cameron de explorar todos os elementos naturais ao longo dos cinco filmes prometidos. O uso de altas taxas de quadros segue criando uma sensação física e imersiva, ainda que essa inovação já não provoque o mesmo impacto revolucionário de 2009.

O problema central permanece sendo o roteiro com personagens unidimensionais e conexões, por vezes, caricatos. Com 3 horas e 20 minutos, o longa se estende em situações repetitivas: capturas, resgates, ameaças que retornam sempre ao mesmo ponto. Os diálogos continuam frágeis e pouco sofisticados, e o humor tenta compensar a falta de densidade dramática em meio ao excesso de estímulos visuais.

Em 2009, Avatar foi uma ruptura estética. Em 2022, ainda havia curiosidade tecnológica e uma nova audiência a conquistar passado o boom das produções em 3D. Em 2025, o espetáculo já não surpreende — embora ainda impressione — e parte do público chega desconfiada após um segundo filme de narrativa irregular. 

Avatar: Fogo e Cinzas é uma experiência imersiva enquanto dura. Ao final, porém, seus personagens se apagam rapidamente da memória, deixando claro que, em Pandora, o espetáculo continua crescendo, mas os conflitos permanecem superficiais. O filme expande territórios, tribos e efeitos visuais, mas evita aprofundar o luto, a violência e as contradições políticas que ele mesmo introduz. Pandora cresce em escala, mas permanece emocionalmente estagnada.

‘A Empregada’: Suspense com Sydney Sweeney e Amanda Seyfried abre com 73% de aprovação no RT!

A Empregada‘ (The Housemaid), adaptação do romance homônimo de Freida McFadden, chega aos cinemas muito em breve – e parece ter conquistado a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, o longa-metragem abriu com sólidos 73% de aprovação, com base em 33 postagens até o momento. Os especialistas elogiaram as atuações de Sydney SweeneyAmanda Seyfried, bem como a despojada atmosfera de suspense.

Confira os principais comentários:

“Uma experiência gloriosa, raivosa, hilária e de roer as unhas, vinda de um diretor, roteirista e elenco que sabem exatamente o que estão fazendo e se deleitam com o fato de praticamente saírem impunes de qualquer crime” – The Wrap.

“As reviravoltas picantes do grande sucesso de McFadden são levadas a um nível deliciosamente insano, resultando em um thriller psicológico extremamente divertido que permite que Amanda Seyfried e Sydney Sweeney se soltem de maneiras cômicas e violentas” – Bloody Disgusting.

“É um filme sobre acontecimentos diabólicos, e é isso que o torna cativante. Isso, e a atuação hilária de Elizabeth Perkins como uma sogra típica da alta sociedade americana” – Variety.

“A direção de [Paul Feig] também conduz este filme firmemente para um tom divertido e exagerado, mas ele certamente conta com a ajuda da atuação verdadeiramente magistral de Seyfried como a Nina, de olhos arregalados, inquieta e aparentemente estranha” – Looper.com.

“Um thriller sensual com uma pitada de humor característico do gênero, mas que ainda assim cumpre o que promete” – United Press International.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de janeiro, pela Paris Filmes.

Na trama…

“Millie (Sydney Sweeney) é uma jovem mulher batalhadora que fica aliviada por ter um novo começo como empregada doméstica de Nina (Amanda Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar), um casal rico. No entanto, ela logo descobre segredos familiares mais perigosos do que os seus próprios.”

Michele Morrone (‘365 Dias’) completa o elenco.

Paul Feig (‘Um Pequeno Favor’) será responsável pela direção.

Rebecca Sonnenshine assina o roteiro.

O romance está na lista de best-sellers do New York Times por nada menos que 75 semanas, tendo vendido mais de 3.6 milhões de cópias e sendo traduzido para 40 línguas.

Crítica com Spoilers | Episódio final de ‘IT: Bem-Vindos a Derry’ aposta no fabulesco e prepara terreno para a 2ª temporada

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Andy Muschietti parece ter encontrado uma mina de ouro após ter encabeçado a mais recente adaptação de ‘IT: A Coisa’, de Stephen King. Depois de ter lançado dois ótimos longas-metragens que se tornaram sucessos de crítica e de público – ainda que a parte dois tenha seus críticos mais contundentes -, o realizador resolveu expandir a mitologia do mestre do horror para uma série pré-sequência intitulada ‘IT: Bem-Vindos a Derry’, nos levando para o início dos anos 1960 e explorando as origens da temível entidade conhecida como Pennywise.

E, desde sua estreia no final de outubro, o spin-off mostrou não apenas manter a qualidade da duologia cinematográfica, mas um desejo de superar o projeto original com mais ousadia e muito mais sangue do que poderíamos imaginar. Através de oito capítulos sólidos e sem medo de se arriscar para expandir esse icônico universo do terror, a produção encabeçada por Muschietti chegou ao fim recentemente com uma conclusão que não só amarra as pontas soltas das múltiplas tramas exploradas, como prepara terreno para uma 2ª temporada que promete ser tão incrível quanto a primeira.

Para aqueles que não se recordam, a semana anterior colocou a cidade de Derry em xeque total com a própria sobrevivência quando a horda de militares liderada por Francis Shaw (James Remar) retirou um dos pilares que mantinha Pennywise em seu cativeiro, abrindo as portas para que a demoníaca criatura subjugasse o mundo a seu bel-prazer. Porém, as coisas não saíram como o planejado: a entidade foi acordada de sua hibernação, lançando-a a uma sedenta busca por almas e corpos para se alimentar, atacando Will (Blake Cameron), os estudantes locais e qualquer um que se colocasse em seu caminho.

Não demora muito até que Marge (Matilda Lawler), Lilly (Clara Stack) e Ronnie (Amanda Christine) se tornassem o último fio de esperança para impedir que Pennywise desse continuidade a seu maligno plano, munindo-se da mística adaga para impedi-lo. Enfrentando demônios interiores e o poder inimaginável do objeto, elas eventualmente encontram a trilha de corpos flutuantes que acompanha a criatura em suas andanças pelo caos e pela destruição – reunindo-se com Leroy (Jovan Adepo), Charlotte (Taylour Paige), Hank (Stephen Rider), Hallorann (Chris Chalk) e Rose (Kimberly Guerrero) e enfrentando a ação invasiva e inconsequente dos militares, que ainda tentam controlar a Coisa.

Seguindo os passos de incontáveis histórias fabulescas, o capítulo de encerramento se encerra com um toque simultâneo de melancolia e esperança, da mesma maneira que Muschietti trabalhou no primeiro capítulo da duologia fílmica. Em outras palavras, nossos heróis-mirins conseguem colocar Pennywise de volta em seu cárcere, obrigando-o a hibernar por 27 anos antes de atacar novamente – período em que ‘IT: A Coisa’ se passa. Entretanto, a momentânea derrota da entidade é precedida por uma revelação interessante e que rema contra o que esperávamos de um season finale: enquanto enfrentam a entidade, Marge é isolada pela entidade, que lhe afirma que sua mera existência será o início de seu fim – visto que a jovem será mãe de Richie Tozier, um dos membros do Clube dos Otários responsável por destruí-la.

Pouco depois, Marge se reúne com Lilly para lhe dizer que, talvez, Pennywise exista fora da cronologia como a conhecemos, exilada em um confinamento de tempo e espaço que foge do comum e que o permite ver passado, presente e futuro – com uma provável habilidade de viajar entre épocas. É com esse breve diálogo que Muschietti e Jason Fuchs, este responsável pelo roteiro, já nos dão o tom da próxima temporada, supostamente nos levando ainda mais no passado para uma investida da impiedosa criatura em interromper sua inescapável ruína – apostando fichas em uma relação intergeracional que têm muitos frutos a serem colhidos.

O diretor resolve nos colocar em um panorama inóspito, marcado por uma densa névoa que logo se transforma em uma turbulenta tempestade de neve, construindo uma atmosfera derradeira e que antecipa o enfrentamento final dos nossos protagonistas contra a Coisa. Isolados ou reunidos, a decisão de colocar tantos núcleos diferentes em um mesmo ponto de convergência serve para reiterar o poder cósmico e divino de Pennywise, transformando-o em uma figura mítica que, como todas as outras, é brevemente contida, e não derrotada. Garantindo-nos um aprazível espetáculo performático, Muschietti se vale do talento do elenco para finalizar a temporada de estreia com chave de ouro.

‘IT: Bem-Vindos a Derry’ chega ao fim com um sólido e memorável finale, abraçando algumas fórmulas do gênero sem se deixar levar pelos convencionalismos em excesso – ao mesmo tempo que explora aspectos diferentes para assegurar uma experiência completa ao público e deixá-lo ansioso para o que o futuro aguarda.

Trailer de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ vaza e traz Sadie Sink, Bruce Banner e Justiceiro; Confira!

Homem-Aranha: Um Novo Dia - Uniforme

Após vazar o primeiro trailer de ‘Vingadores – Destino‘, o trailer de Homem-Aranha: Um Novo Dia’ supostamente também vazou em baixa qualidade.

O vídeo indica que Sadie Sink deve interpretar a antagonista da história, surgindo para alertar Peter Parker a não se envolver com um problema.

O herói aparece enfrentando dificuldades para dominar suas habilidades, inclusive em uma cena em que desperta aprisionado em algo parecido com um casulo de teias.

Tom Holland narra as cenas borradas, dizendo: “Oi, meu nome é Peter Parker. Vocês não se lembram de mim, mas nós nos conhecíamos. Algo ruim ia acontecer, e a única maneira de impedir… era fazer com que todos se esquecessem de mim.”

Ele acrescenta: “Porque eu não sou apenas Peter Parker, eu sou o Homem-Aranha. E às vezes, o Homem-Aranha tem que fazer coisas difíceis, mesmo que isso parta o coração de Peter Parker.”

As imagens ainda revelam a presença de vários Ninjas Vermelhos, do vilão Bumerangue, participações de Bruce Banner e do Justiceiro, além de um vislumbre do Escorpião usando o traje de presidiário.

Assista:

O filme chega aos cinemas no ano que vem, trazendo a nova jornada do Amigão da Vizinhança interpretado por Tom Holland e com direção de Destin Daniel Cretton.

Com a estreia se aproximando, a conta britânica do Twitter da Sony Pictures publicou um GIF de Peter Parker de um dos primeiros filmes do Homem-Aranha, acrescentando: “Tudo o que queremos para o Natal é Tom Holland”, com alguns emojis reveladores.

O primeiro trailer de ‘Vingadores – Destino‘ será lançado no dia 19, mas será que teremos um trailer de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ no Natal?

Confira:

 

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ será o quarto filme solo do Homem-Aranha no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), resultado da parceria entre Sony e Disney.

O novo longa é baseado no arco homônimo dos quadrinhos. Na história original, Peter Parker faz um pacto com o demônio Mephisto para que o mundo esqueça sua identidade como Homem-Aranha e para salvar a vida de Tia May. No entanto, o feitiço essencialmente reinicia sua realidade, apagando até mesmo seu casamento com MJ.

A direção de ‘Um Novo Dia’ está a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’. O filme também promete participações especiais de Jon Bernthal como o Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner, o Hulk.

A estreia do filme segue programada para o dia 31 de julho de 2026.

‘Seven Sisters’: Drama com Elizabeth Olsen e Cristin Milioti ganha sinal verde pela FX

De acordo com o DeadlineSeven Sisters, novo drama estrelado por Elizabeth Olsen (‘WandaVision’) e Cristin Milioti (‘Black Mirror’) ganhou sinal verde oficial pela FX e recebeu encomenda de uma temporada completa.

A trama acompanha uma grande e unida família que começa a se desfazer quando uma das irmãs, Adrienne, (Olsen) começa a se comunicar com uma voz que ninguém mais consegue ouvir, forçando-os a confrontar segredos há muito enterrados.

O elenco ainda contará com Cristin Milioti, Meredith Hagner, Odessa Young, Zoë Winters, Bridget Brown, Carolyn Kettig, Philip Ettinger, Anthony Edwards, Ryan EggoldJ. Smith-Cameron.

O projeto conta com a produção executiva de Will Arbery, que assina o roteiro do episódio piloto.

Sean DurkinGarrett Basch também ficam responsáveis pela produção. Durkin entra como diretor.

Novos detalhes devem ser divulgados em breve.

Astro-mirim de ‘Hamnet’ é escalado para o novo reboot de ‘O Exorcista’ ao lado de Scarlett Johansson

Segundo o DeadlineJacobi Jupe, que conquistou uma indicação ao Critics Choice Awards de Ator Revelação por seu papel em ‘Hamnet’, foi escalado para o vindouro reboot de ‘O Exorcista’, da Blumhouse.

Jupe se junta à previamente confirmada Scarlett Johansson, que será a protagonista. Detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Mike Flanagan (‘A Queda da Casa de Usher’) fica responsável pela direção e pelo roteiro da nova versão.

O diretor revelou que pretende criar o filme mais assustador de sua carreira, com foco em trazer algo novo para a franquia ao invés de se apoiar na nostalgia dos capítulos anteriores.

“Não estamos em uma missão fácil, mas sempre senti que não há sentido em entrar em uma franquia consolidada sem trazer algo novo. Eu quis dirigir um novo filme da saga ‘O Exorcista’ porque estava convencido de que poderia adicionar algo significativo.”

Ele completa: “essa é a oportunidade de fazer algo que nunca foi feito anteriormente na franquia – algo que honre o legado dos filmes anteriores, mas que não se apoie em nostalgia. Eu apenas vi a oportunidade de fazer o meu filme mais assustador. Sei que as expectativas são altas. Ninguém está mais intimidado do que eu.”

O reboot será lançado no dia 13 de março de 2026 e está sendo descrito como uma “radical nova visão para saga”, e não dará continuidade à narrativa de ‘O Exorcista: O Devoto‘ (2023).

Jessie Buckley surge como a “Noiva de Frankenstein” em novas imagens de ‘A Noiva!’; Confira!

A Warner Bros. divulgou novas imagens de A Noiva!’, reboot do clássicoA Noiva de Frankenstein”, estrelado por Christian Bale e Jessie Buckley.

A nova versão tem estreia marcada nos cinemas para 6 de março de 2026.

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Christian Bale interpretará o Frankenstein, enquanto Jessie Buckley viverá sua noiva titular. O elenco ainda contará com Penelope CruzAnnette Bening, Jake Gyllenhaal e John Magaro.

Na trama…

“Na década de 1930, um solitário Frankenstein viaja para Chicago em busca da ajuda do Dr. Euphronius para criação uma companheira. Os dois ressuscitam uma jovem assassinada e, assim, nasce a Noiva. Ela está além do que qualquer um deles pretendia, dando início a um romance explosivo, à atenção da polícia e a um movimento social selvagem e radical.”

Essa nova versão de ‘A Noiva de Frankenstein‘ será uma releitura do filme original lançado em 1935, dirigido por James Whale, que por sua vez era uma sequência do icônico ‘Frankenstein‘ de 1931, ambos considerados clássicos do gênero de monstros.

Guillermo del Toro celebra sucesso de ‘Frankenstein’: “Uma onda gigante de afeto”

O novo filme de Guillermo del Toro (‘A Forma da Água’), Frankenstein, está disponível na Netflix, está se tornando um fenômeno de audiência e crítica, gerando uma reação do público que surpreendeu até o próprio cineasta.

Conforme o The Hollywood ReporterDel Toro revelou que o sucesso do filme, um projeto que ele perseguiu por anos, foi confirmado de uma maneira inusitada:

“Como sou mexicano, tenho o que chamo de teste de imigração. Quando eu passo pela imigração, se eles perguntarem: ‘Em que você está trabalhando?’ Eu digo: ‘Ah, o filme não vai dar certo'”, contou Del Toro. “Mas se eles dizem, ‘Ah, mal posso esperar para ver Frankenstein’, que foi o que começou a acontecer, eu digo, ‘Ah, está acontecendo!'”.

‘Frankenstein’: Adaptação de Guillermo del Toro conquista NOVE indicações ao Critics Choice Awards 2026

O diretor tem repostado fanarts e depoimentos de pessoas que assistiram ao filme repetidamente, expressando seu choque com a magnitude da recepção:

“O que é insano para mim é a forma como o público reagiu. Nunca em 30 anos tive essa reação. É uma onda gigante de afeto”, diz del Toro. “Tenho recebido comunicações públicas e privadas de cineastas que adoro e adoro, que falam sobre o filme com admiração ou grande orgulho”.

O filme já está sendo aclamado por colegas da indústria:

  • Seu amigo de longa data, o cineasta Alfonso Cuarón, comentou em uma exibição recente: “Desde que te conheço, e isso já faz um tempo, você sempre falou em, em algum momento, fazer um Frankenstein. Sua consciência de Frankenstein e do cinema andam juntos”.
  • A estrela Margot Robbie disse em outro evento: “Sinto que, Guillermo, este é seu magnum opus, este é o filme para o qual você nasceu”.

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Oscar Isaac interpreta Victor Frankenstein, enquanto Elordi dá vida ao seu monstro. O elenco ainda conta com Mia Goth e Christoph Waltz como Elizabeth e Dr. Pretorius, respectivamente.

‘Frankenstein’: Jacob Elordi fala sobre o longo processo de maquiagem para viver o monstro

Na trama, o brilhante e egoísta cientista Victor Frankenstein dá vida a uma criatura em um experimento monstruoso que, no fim das contas, leva à ruína tanto do criador quanto de sua trágica criação.

Crítica | Guillermo del Toro orquestra uma ópera gótica com a gloriosa adaptação de ‘Frankenstein’ [Mostra SP]

O filme teve um orçamento estimado em US$ 120 milhões.

“Este filme tem estado na minha mente desde que eu era criança. Tenho tentado dirigi-lo por mais de 20 anos. Algumas pessoas acham que eu sou um pouco obcecado com ‘Frankenstein’, e eles provavelmente estão certos. Com o passar das décadas, o personagem se fundiu com a minha mente que sua história é basicamente uma autobigrafia. Não há nada mais pessoal do que isso,” declarou o diretor.

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‘Terror em Silent Hill: Regresso Para o Inferno’ ganha novo e belíssimo cartaz; Confira!

A Paris Filmes divulgou um novo cartaz da adaptação ‘Terror em Silent Hill: Regresso Para o Inferno’. 

O longa tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 22 de janeiro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Jeremy IrvineHannah Emily AndersonEvie Templeton estrelam como James, Mary e Laura, respectivamente.

‘Silent Hill’: Astro do novo filme da franquia revela que foi EXAUSTIVO participar do projeto

Na trama, James é um homem quebrado após ter sido separado do seu grande amor. Quando uma carta misteriosa o chama de volta a Silent Hill em busca dela, ele percebe que a cidade foi transformada por um mal desconhecido.

Enquanto James se aventura cada mais vez na escuridão, ele encontra figuras aterrorizantes, tanto familiares quanto novas, e começa a questionar sua própria sanidade enquanto ele luta para manter o senso da realidade por tempo suficiente para salvar seu amor perdido.

Dirigido por Christophe Gans – que comandou a adaptação ‘Terror em Silent Hill‘, de 2006 –, o filme é baseado em ‘Silent Hill 2, o segundo e mais popular jogo da série de videogames de sucesso da Konami.

Lançado em 2006, ‘Terror em Silent Hill‘ arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente. A sequência, ‘Silent Hill: Revelação‘, fracassou nas bilheterias com apenas US$ 55.3 milhões arrecadados mundialmente, além de ter sido massacrada pelos críticos.

Após fracasso de ‘M3GAN 2.0’, spin-off ‘SOULM8TE’ é ADIADO por tempo indeterminado

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Originalmente programado para 9 de janeiro de 2026, o terror ‘SOULM8TE‘ teve sua estreia adiada por tempo indeterminado pela Universal Pictures.

De acordo com o Deadline, o estúdio planeja vender o spin-off de ‘M3GAN‘ para outras plataformas e distribuidoras. A decisão veio após o fracasso da sequência ‘M3GAN 2.0‘ – que falhou em alcançar até mesmo US$ 40 milhões nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.

Para termos de comparação, o primeiro filme arrecadou US$ 180 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de apenas US$ 12 milhões, tornando-se um dos maiores sucessos do gênero em 2022.

Na trama de ‘SOULM8TE‘…

“Um homem (David Rysdahl) adquire uma androide de Inteligência Artificial (Lily Sullivan) para ajudá-lo a lidar com a recente morte de sua esposa. Na tentativa de criar uma parceira verdadeiramente consciente, o homem inadvertidamente transforma um robô amoroso inofensivo em uma alma gêmea mortal.” 

O elenco ainda conta com Claudia Doumit (‘The Boys’), Arty Froushan (‘Demolidor: Renascido’) e Oliver Cooper (‘Projeto X: Uma Festa Fora de Controle’).

Kate Dolan (‘You Are Not My Mother’) é responsável pela direção.

Ela também reescreveu o roteiro original de Rafael Jordan, baseado em uma história de James Wan, Ingrid Bisu e Jordan.

“Fundamentalmente, vejo este filme como uma exploração de relacionamentos e solidão. Apesar dos avanços tecnológicos, há verdades humanas, tensões das quais não podemos escapar, e estou ansiosa para explorar essas profundezas”, declarou a cineasta.

É do Brasil! ‘O Agente Secreto’ entra na lista de finalistas para indicação ao Oscar

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O filme brasileiro O Agente Secreto avançou em sua jornada rumo ao Oscar. Segundo o Deadline, a Academia divulgou uma nova lista de candidatos, e o longa nacional aparece entre os finalistas ao prêmio.

De acordo com a reportagem, a produção brasileira foi apontada como uma das fortes concorrentes na categoria.

Além do título do Brasil, outros filmes também figuram entre os finalistas ao troféu:

É do Brasil! Variety aposta em indicação de ‘O Agente Secreto’ e Wagner Moura ao Oscar!

O Agente Secreto’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Além de Wagner Moura, o elenco conta com grandes nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Alice Carvalho, Roberto Diogenes e Hermila Guedes.  

Crítica | O Agente Secreto – Kleber Mendonça Filho Alcança Seu Melhor em Potente Filme de Roteiro Refinado | CinePOP

O longa, que estreou com grande destaque em festivais internacionais, já acumula importantes prêmios, incluindo o FIPRESCI (Prêmio da Crítica Internacional) de Melhor Filme, o Prix des Cinémas Art et Essai – AFCAE (Prêmio de Cinema de Arte), além de troféus de Melhor Direção para Kleber Mendonça Filho e Melhor Ator para Wagner Moura.

Na estreia mundial, o filme foi aplaudido de pé por 13 minutos, consolidando-se como um dos grandes destaques da temporada.

Madelyn Cline, estrela de ‘Outer Banks’, revela que já cogitou desistir da carreira de atriz

A estrela Madelyn Cline, conhecida por seu trabalho nas séries ‘Outer Banks’ e ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado’, revelou recentemente que já cogitou abertamente abandonar a carreira de atriz.

Conforme o Deadline, Cline comparou a experiência de filmar a um “ritual de tortura”, embora tenha feito questão de enfatizar que é “muito grata” pelas oportunidades.

A atriz descreveu as condições extremas de filmagem que frequentemente enfrenta, especialmente em projetos como ‘Outer Banks’: “Estou muito tempo no set, às vezes nadando com ratos ou ontem… nos colocam em condições extremas. Ontem eu estava encharcada, ventava muito e eu estava com frio”.

Cline expressou o quão desconfortáveis as filmagens podem ser: “Eu estava lá parada como um rato molhado, muito desconfortável. Acho que estou com pé de atleta agora. [Risos] Com certeza peguei uma ameba. Eu só pensava: isso é um ritual de tortura”.

Apesar das queixas, ela fez a ressalva sobre a gratidão pela profissão: “Não estou reclamando. Sou muito grata. Em trabalhos muito físicos, às vezes você precisa se esgotar, e como em qualquer emprego, há dias em que você simplesmente não quer fazer aquilo”.

Vale lembrar que seu trabalho mais recente é o filme “O Mapa Que Me Leva Até Você”, disponível no Prime Video

Baseado no livro homônimo escrito por J.P. Monninger, O Mapa Que Me Leva Até Você‘ acompanha Heather (Madelyn Cline), uma jovem que se aventura pela Europa junto às suas melhores amigas antes de se estabelecer em sua vida perfeitamente planejada.

Quando seu caminho se cruza com o de Jack (KJ Apa), um rapaz carismático e misterioso, uma faísca imediata dá início a uma jornada emocional que nenhum dos dois esperava. À medida que a conexão entre eles se aprofunda, segredos testam a relação — e transformam a vida de Heather de uma forma que ela jamais poderia imaginar.

O filme ainda conta com Madison Thompson, Sofia Wylie, Orlando Norman e Josh Lucas no elenco.

Lasse Hallström (Querido John, Um Porto Seguro) assina a direção. O roteiro é de Vera Herbert e Les Bohem.

A produção é de Martin Bowen, Wyck Godfrey, John Fischer e Isaac Klausner.

‘Deviants’: Zack Snyder desenvolve filme de “ação lésbica quente” com Tig Notaro

O cineasta Zack Snyder, conhecido por sucessos como ‘300’ e ‘Liga da Justiça’, está desenvolvendo seu próximo projeto ao lado da comediante Tig Notaro. O filme está sendo descrito de como “ação lésbica quente” e tem o título provisório de ‘Deviants’.

Conforme o Deadline, Tig Notaro confirmou que o projeto está em estágio de desenvolvimento. A ideia para o filme surgiu após o inesperado destaque sexual de Notaro no filme anterior de Snyder, ‘Army of the Dead’:

“Eu viralizei por ser sexy nesse filme”, explicou a comediante. “E isso foi totalmente inesperado… Fiquei muito confusa. Então liguei para o Zack e disse: ‘Estou ouvindo de homens heterossexuais, homens gays, mulheres gays e mulheres heterossexuais que eles me acham sexy nesse filme'”.

Notaro aproveitou o momento para propor a Snyder um novo projeto que abraçasse essa recepção inesperada: “Eu disse: ‘E se a gente simplesmente abraçasse a ideia e todo mundo fosse uma lésbica gostosa?’. E ele respondeu: ‘Meu Deus, sim, vamos fazer esse filme'”.

A comediante detalhou como vendeu o conceito ao diretor: “Imaginas esse pôster: tem o nome do filme e embaixo escrito ‘Hot Lesbian Action’. Foi assim que eu vendi a ideia pra ele no Zoom”.

Notaro acrescentou que o título provisório do filme é ‘Deviants’ e que a trama se passa em tempos antigos, envolvendo “algo como desviantes enrustidas”.

A parceria entre Notaro e Snyder começou em ‘Army of the Dead’, onde ela assinou para interpretar a piloto de helicóptero Marianne Peters. Notaro substituiu Chris D’Elia, que foi removido do longa em 2020 após acusações de má conduta sexual. A atriz assumiu o papel sem dificuldades, o que cimentou a ideia de trabalharem juntos novamente.

‘Anaconda’: Ator do filme original confirma participação especial no reboot

O reboot deAnaconda está prestes a estrear nas telonas, trazendo grandes nomes como Jack Black e o astro nacional Selton Mello. Além disso, o novo longa contará com o retorno de um dos atores do filme original.

Conforme o Deadline, Ice Cube revelou que fará uma aparição especial, quase 30 anos após interpretar o cinegrafista Danny Rich no filme original de 1997.

“É legal fazer uma participação, meio que fechar o ciclo de certa forma”, disse ele. “Quando me chamaram para participar, e quando soube que tipo de filme eles estavam fazendo, eu aceitei na hora. Pensei: ‘Isso é algo diferente. É legal'”.

Ice Cube acrescentou: “As pessoas provavelmente vão se divertir me vendo aparecer na tela”.

‘Anaconda’ virou ‘Jararaca’! Vem ver o cartaz…

A nova versão deAnaconda recebeu uma baixa classificação etária nos EUA (PG-13), o que significa que poderá ser assistida por menores de idade acompanhados.

A Motion Picture Association (MPAA) classificou o novo filme por: “violência, ação, linguagem forte, uso de drogas e referências sugestivas”.

Apesar de a nova produção ter um tom mais cômico, a classificação é a mesma do longa original de 1997 e da sua sequência, Anaconda 2 – A Caçada Pela Orquídea Sangrenta’. A franquia nunca foi conhecida por cenas excessivamente sangrentas, apesar dos elementos de terror.

A trama acompanha um grupo de amigos que, em meio a crises de meia-idade, decidem refilmar seu filme favorito da juventude. A aventura os leva à floresta tropical, onde se veem em uma luta pela sobrevivência contra desastres naturais, cobras gigantes e criminosos violentos.

O reboot será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de dezembro.

Ice Cube retornará em reboot de ‘Anaconda’, afirma insider

Tom Gormican (‘O Peso do Talento’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Jack Black (‘Jumanji: Bem-vindo à Selva’), Paul Rudd (‘Homem-Formiga’), Steve Zahn (‘Silo’), Thandiwe Newton (‘Westworld’), Selton Mello (‘Ainda Estou Aqui’) e Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’).

O que é o ‘DIA D’ do novo filme de Steven Spielberg?

Dia D‘, nova ficção científica de Steven Spielberg, teve seu trailer divulgado hoje e movimentou a internet. Mas o que diachos é ‘Dia D‘?

Mestre em capturar grandes momentos da história no cinema, Spielberg está prestes a nos levar para um território totalmente diferente.

Com estreia marcada para junho de 2026, seu novo filme Disclosure Day promete transformar o conceito de “Dia D” em algo inesperado: um evento de revelação que pode mudar tudo o que sabemos sobre extraterrestres.

O longa, estrelado por Emily Blunt, Josh O’Connor e Colin Firth, já provoca comparações com clássicos de Spielberg, como ‘Contatos Imediatos de Terceiro Grau‘. Mas, enquanto naquele filme o encontro com o desconhecido tinha um tom quase poético, Disclosure Day parece mais tenso e urgente, como se a humanidade estivesse prestes a ser confrontada com uma verdade impossível de ignorar.

O título do filme, em inglês, sugere exatamente isso: um dia de divulgação — ou “disclosure” — de algo que esteve escondido. Alguns fãs já brincam com a ideia de que Spielberg está traçando um paralelo sutil com o “Dia D” da Segunda Guerra Mundial, só que, desta vez, a batalha não é no campo de guerra, mas na própria percepção do mundo.

Desde o teaser, especulações pipocam:

– Será que governos tentam esconder a existência de alienígenas?

  • O filme mostrará o “primeiro contato” da humanidade com outra forma de vida inteligente?
  • Ou será apenas uma história que mistura conspiração, suspense e o talento de Spielberg para contar grandes eventos de forma emocionante?

Embora os detalhes da trama ainda sejam um mistério, o que fica claro é que Spielberg continua explorando o impacto de momentos decisivos na história — agora não mais militares, mas cósmicos. ‘Dia D‘ promete ser uma experiência intensa, capaz de fazer o público refletir sobre o que realmente sabemos sobre o universo e sobre nós mesmos.

Historicamente, o Dia D foi um dos acontecimentos mais importantes da Segunda Guerra Mundial, e o termo refere-se especificamente ao desembarque das tropas aliadas na Normandia, na França, durante a manhã de 6 de junho de 1944. Esse evento marcou o início da libertação da Europa Ocidental ocupada pelos nazistas.

Uma coisa é certa: assim como o ‘Dia D‘ mudou o rumo da Segunda Guerra, Spielberg sugere que este “Dia D alienígena” pode mudar a forma como enxergamos a realidade.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de junho.

A produção marcará a reunião entre o cineasta e o roteirista David Koepp (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’).

O tópico de alienígenas não é desconhecido para Spielberg, que já comandou clássicos como ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau‘ (1977) e ‘E.T. O Extraterrestre‘ (1982). Recentemente, Spielberg produziu o documentário ‘Encontros Extraterrestres‘ para a Netflix, que explora histórias reais de contatos humanos com fenômenos de outro mundo.

Emily Blunt, Josh O’Connor, Colin Firth, Eve Hewson, Colman Domingo e Wyatt Russell estrelam.

Os 10 Melhores Filmes de Rob Reiner

O mundo ficou em choque ontem com a notícia da morte do cineasta Rob Reiner, aos 78 anos. O diretor foi encontrado morto em sua casa ao lado da esposa, Michele Singer, de 68 anos. A investigação policial das mortes aponta para o assassinato, já que o casal foi encontrado com marcas de ferimentos de faca no corpo. O mais triste e assustador disso tudo não para por aí, pois o principal suspeito do crime neste momento é Nick Reiner, de 32 anos, o filho do casal. Nick tem histórico de problemas com drogas. Ele está detido pela polícia.

Rob Reiner era também ator, e foi assim que começou sua carreira, ainda na década de 1960. Seu papel mais marcante, muitos dirão, foi na série Tudo em Família (All in the Family), que fez sucesso nos lares americanos de 1971 a 1979, com um total de 9 temporadas. No programa, Reiner interpretava o filho, de apelido “Meathead”. Porém, ele encontraria sucesso mesmo ao passar para trás das câmeras e se tornar diretor. Foi neste segundo momento de sua carreira que ele chamaria atenção com trabalhos marcantes em diferentes gêneros. O consenso sobre sua carreira como diretor é que Rob Reiner entregou filmes emblemáticos pela maioria dos gêneros em que se aventurou, como por exemplo thrillers, comédias românticas, filmes de amadurecimento, fantasia e aventura, drama de tribunal, e por aí vai.

Em sua carreira, Rob Reiner foi indicado ao Oscar apenas uma vez, como produtor de ‘Questão de Honra’, o qual igualmente dirigiu. ‘Questão de Honra’ foi indicado a 4 Oscar, incluindo melhor filme. Em homenagem a este grande artista, resolvemos escolher os 10 melhores filmes de sua carreira como diretor. Confira.

10) Antes de Partir

O que você faria se soubesse que seu tempo aqui na Terra não iria durar muito? Como viveria seus últimos dias? Essa é a proposta deste filme agridoce estrelado pelos monstros Jack Nicholson (um dos últimos de sua carreira) e Morgan Freeman. No filme a dupla interpreta dois idosos, que se conheceram no hospital. O personagem de Nicholson está com uma doença terminal. Assim, resolve fazer uma lista com tudo o que sempre quis realizar, e resolve gastar todo o seu dinheiro para concretizar.

09) O Primeiro Amor

O Primeiro Amor’ foi o filme que Rob Reiner fez a seguir, depois de ‘Antes de Partir’, e significou um divisor de águas em sua carreira ao adentrar uma nova década. Isso porque a partir daqui Reiner realizaria trabalhos menores e mais desconhecidos, que não causariam o mesmo impacto de antes, com muitos deles sendo lançamentos direto no mercado de home vídeo no Brasil. Mas, mesmo assim podermos dizer que ‘O Primeiro Amor’ foi seu último grande filme e o melhor dessa nova fase mais “low profile”. Quando pensamos em filmes “coming of age” na carreira do diretor, é claro que o que vem à mente é ‘Conta Comigo’, porém, ‘O Primeiro Amor’ (Flipped) não deve ser menosprezado. Baseado em um romance, o longa conta sobre o despertar para o amor adolescente entre um rapaz e uma moça na década de 1950.

08) Isto é Spinal Tap

O primeiro trabalho como diretor da carreira de Rob Reiner, ‘Isto é Spinal Tap’ é também sinônimo de “mockumentary” até hoje. Este é o termo usado para aqueles documentários falsos. E inspirou, por exemplo, gente como Taika Waititi, em ‘O que Fazemos nas Sombras’. Icônico e ainda citado até hoje, graças à suas frases emblemáticas, ‘Isto é Spinal Tap’ é sinônimo de comédia cult. A história segue a turnê de uma banda de rock fictícia e os momentos engraçados envolvendo seus integrantes. O filme, no entanto, nunca emplacou aqui no Brasil como lá nos EUA. Seu status de cult fez gerar uma sequência este ano e uma terceira parte estava pronta para o lançamento ano que vem. Ambas ainda dirigidas por Reiner.

07) A Princesa Prometida

Por falar em filmes que cult que fazem muito mais sucesso nos EUA do que no Brasil, temos um dos mais queridos da carreira de Rob Reiner nesta aventura épica de fantasia e comédia. Lançado em 1987, ‘A Princesa Prometida’ foi um destes filmes que não fez o sucesso esperado nas telonas, porém, foi redescoberto no auge das videolocadoras, se tornando um favorito do público na época. Esse mesmo público o passa através de gerações, o tornando um dos mais emblemáticos cult dos anos 80.

Porém, esta paixão pelo longa nunca chegou ao Brasil da mesma forma, e foi só através da era da internet e do mundo digital que muitos o descobriram por estes lados. Seja como for, esta é uma aventura repleta de frases memoráveis, personagens icônicos e participações mais que especiais. Para muitos, a atriz Robin Wright foi descoberta em ‘Forrest Gump’, porém, anos antes ela já havia sido revelada como a princesa Buttercup neste filme. O filme também foi homenageado na edição especial de ‘Deadpool 2’. ‘A Princesa Prometida’ foi indicado ao Oscar de melhor canção original.

06) Meu Querido Presidente

Agora temos uma comédia romântica diferente de tudo o que já foi feito no cinema. Isso porque este é também um filme político, que mostra os bastidores da Casa Branca e da presidência americana – numa época em que isso ainda era algo respeitável. ‘Meu Querido Presidente’ também foi indicado ao Oscar, o de melhor trilha sonora. O filme traz Michael Douglas em um de seus papeis mais marcantes, como o presidente dos EUA Andrew Shepherd, um viúvo que termina se apaixonando e iniciando uma relação com uma lobista ambiental – papel de Annette Bening. ‘Meu Querido Presidente’ está completando 30 anos de sua estreia em 2025, e teve roteiro assinado por ninguém menos que o vencedor do Oscar Aaron Sorkin. Uma curiosidade é que quatro anos depois Sorkin criaria a série ‘The West Wing’, também sobre os bastidores da presidência americana.

05) Fantasmas do Passado

Todos os filmes da carreira de Rob Reiner são bastante diferentes uns dos outros. Mas também possuem um elo que os liga – a alma totalmente humana do diretor. Reiner passeou como poucos por todos os gêneros, mudando a narrativa de suas histórias e inclusive aplicando tons mais leves ou densos. Este, por exemplo, é seu filme mais pesado. Seu segundo drama de tribunal depois do estonteante ‘Questão de Honra’, aqui o cineasta aborda feridas ainda muito abertas no coração do país mais poderoso do mundo.

O longa faz uma boa dobradinha com ‘Tempo de Matar’, de Joel Schumacher, lançado no mesmo ano, por tratarem de assuntos similares: o racismo entranhado no sul dos EUA e os crimes hediondos dos quais os homens são capazes. Este, no entanto, é baseado em uma história real, sobre o assassinato de um homem negro. Whoopi Goldberg vive a viúva do sujeito, Alec Baldwin é o advogado que pretende jogar a luz no caso e James Woods vive o odioso assassino, e pelo papel foi indicado ao Oscar. O filme ainda recebeu uma nomeação de melhor maquiagem.

04) Harry e Sally – Feitos um para o Outro

Embora não tenha tido a fama de grandes nomes do cinema, como Steven Spielberg ou Martin Scorsese, podemos dizer que Rob Reiner fez filmes que se tornaram os favoritos de muita gente dentro de gêneros específicos. Por exemplo, quando falamos no subgênero “mockumentary”, ‘Isto é Spinal Tap’ ainda é referência. Se falamos de aventura e fantasia de capa e espada, ‘A Princesa Prometida’ se encontra no top 5 de muitos ainda. E quando falamos nas melhores comédias românticas da história do cinema, pode ter certeza que ‘Harry e Sally’ entrará na conversa. Enaltecido até hoje como o filme máximo de tal subgênero, a história traz Billy Crystal e Meg Ryan como um casal improvável, amigos que dão o próximo passo em sua relação. Mas será que o sexo pode estragar tudo? O filme tornou Meg Ryan a namoradinha da América e foi indicado a melhor roteiro no Oscar.

03) Conta Comigo

Agora chegamos ao top 3 dos melhores filmes de Rob Reiner, com um que facilmente ficaria no topo de grande parte dos fãs. ‘Conta Comigo’ é considerado uma das melhores adaptações de Stephen King para o cinema, e o mais curioso é que não se trata de um filme de terror, e sim de um drama realista sobre a relação de amadurecimento de quatro amigos adolescentes. Lá em cima eu falei sobre os filmes “coming of age” e como ‘O Primeiro Amor’ também se enquadra nesta categoria. No entanto. ‘Conta Comigo’ é o filme definitivo deste subgênero para grande parte dos fãs.

Esse foi também o primeiro grande sucesso da carreira de Rob Reiner e ainda hoje um dos filmes mais queridos dos anos 80. Na trama, quatro amigos, interpretados por Corey Feldman, River Phoenix, Jerry O’Connell e Will Wheaton ficam sabendo que existe um corpo de um menino caído na linha de trem, e decidem embarcar numa jornada a pé para encontra-lo. ‘Conta Comigo’ é considerado um filme que definiu uma geração e foi indicado ao Oscar de melhor roteiro adaptado.

02) Louca Obsessão

Em segunda posição está outra adaptação de Stephen King, que igualmente se encontra entre as mais celebradas. Essa aqui também não é uma obra de terror – bem, isso depende de sua definição de terror, mas podemos dizer que não existe nenhum elemento sobrenatural ou de fantasia – tudo aqui é bem real e justamente por isso, bem mais assustador. King brinca com sua própria persona, utilizando metalinguagem para contar sobre o autor Paul Sheldon, interpretado por James Caan.

O nome do personagem é uma homenagem ao escritor Sidney Sheldon, porém, ele é muito mais baseado no próprio King e em seus fãs fanáticos. Aqui, o protagonista sofre um acidente de carro durante uma nevasca, após se isolar para escrever seu mais recente livro. Ferido e à beira da morte, ele é resgatado pela enfermeira Annie Wilkes (Kathy Bates), que diz ser sua maior fã. Ela o ajuda a se recuperar, mas aos poucos o escritor irá perceber que a mulher não bate bem das ideias e que ele se encontra prisioneiro. Bates levou o Oscar por uma das vilãs mais memoráveis da sétima arte.

01) Questão de Honra

Sem sombra de dúvida, o melhor filme da carreira de Rob Reiner é ‘Questão de Honra’. Aliás, não apenas da carreira do diretor, como também um dos melhores da história do cinema. Novamente escrito por Aaron Sorkin, ‘Questão de Honra’ é um destes filmes perfeitos, redondinhos, nos quais é difícil apresentar qualquer furo. Tudo parece alinhado num destes eventos cósmicos que só ocorrem de tempos em tempos. O filme conta com dois dos maiores astros dos anos 90, Tom Cruise e Demi Moore – e o melhor, evitando o clichê, sua relação não é amorosa, mas sim de respeito mútuo.

Ambos interpretam oficiais advogados da marinha, se deparando com o maior caso de suas carreiras. Moore vive a obstinada Galloway, e Cruise é o bon vivant Kaffee – que passará por uma das mais interessantes jornadas de amadurecimento e evolução de um personagem na dramaturgia. E tudo é sentido nas telas. O tal caso envolve a morte de um soldado em uma base militar em Cuba. Sua morte pode ter sido um homicídio, causado por um trote na própria base.

Ao desvendar tais mistérios, a dupla chegará ao alto escalão militar dos EUA, e irão se deparar com a muralha conhecida como Jack Nicholson, no papel do Coronel Jessep. Nicholson aparece em tela por poucos minutos, no total de três cenas, mas rouba os holofotes e foi indicado ao Oscar. Sua frase: “você não aguenta a verdade” se tornou uma das mais icônicas da história. ‘Questão de Honra’ ainda foi indicado a melhor filme, melhor edição e melhor som.

MGM+ está desenvolvendo série baseada no clássico ‘Sete Homens e Um Destino’

De acordo com o Deadline, a MGM+ deu sinal verde para um remake do filme clássico ‘Sete Homens e Um Destino‘ (The Magnificent Seven).

Tim Kring (‘Heroes’) será responsável pela adaptação.

A nova versão se passará na tumultuada fronteira americana da década de 1880. Após uma pacífica aldeia quaker ser massacrada por mercenários a serviço de um ganancioso e implacável latifundiário que tenta expulsá-los das terras que cobiça, sete mercenários talentosos, porém imperfeitos, são contratados pela comunidade para protegê-los dos pistoleiros.

Mas, à medida que a equipe se integra à comunidade, preparando-se para defendê-la contra forças inimigas em número muito superior, todos são forçados a lidar com uma questão essencial: o uso da violência é aceitável para defender um povo cuja fé se baseia na paz?

Tim Kring é um mestre em contar histórias,” declarou Michael Wright, chefe do MGM+. “Tim, Donald De Line, Larry Mirisch e Bruce Kaufman criaram uma série que transmite a energia de um faroeste clássico, honra o legado do filme original e reafirma seus temas atemporais sobre o poder da união contra a opressão e heróis imperfeitos que encontram a redenção ao ajudar aqueles que não podem se ajudar.”

O filme original, lançado em 1960 e baseado no clássico japonês ‘Os Sete Samurais‘ de Akira Kurosawa, contava com um elenco de peso, incluindo Charles Bronson, Steve McQueen e Eli Wallach. O sucesso do longa gerou mais três sequências e uma série de televisão exibida entre 1998 e 2000.

Um remake de ‘Sete Homens e Um Destino‘, estrelado por Denzel Washington e Chris Pratt, foi lançado em 2016, mas falhou em causar uma impressão duradoura nos críticos e no público.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Ryan Coogler revela a cena mais difícil de gravar em ‘Pecadores’: “Quase enlouqueci”

O cineasta Ryan Coogler (‘Pantera Negra’) falou recentemente sobre a produção de Pecadores (Sinners), relembrando qual foi a cena mais desafiadora de filmar, e, surpreendentemente, não teve a ver com vampiros ou a ambientação de época.

“Cada dia era diferente. Cada cena era diferente. Assistindo ao filme, há certas cenas que você nem imaginaria que foram difíceis”, disse Coogler, conforme o Deadline

A cena mais complexa envolveu os atores dirigindo um carro e interagindo com o ambiente em um timing perfeito:

“Você lembra do dia em que eu quase enlouqueci, quando vocês tinham que dirigir o carro e entrar no mato? Fazer aquela tomada foi insano pra caralho”, revelou o diretor.

“O Mike [Michael B. Jordan] estava dirigindo, e a gente precisava repetir várias vezes o carro subindo e parando, eles saindo do carro no tempo certo e depois interagindo com o mato no tempo exato”, acrescentou.

Coogler observou que o desafio era ampliado pela diferença na forma como os dois atores se moviam: “Dá pra ver a diferença na atuação, mas também, por causa do tempo, eles precisam entrar no mato de um jeito específico”.

Vale lembrar que o filme está disponível no catálogo da HBO Max e é um dos favoritos para aparecer na próxima temporada de premiações.

Na trama, os irmãos gêmeos vividos por Michael B. Jordan retornam à sua cidade natal tentando fugir de vidas marcadas por violência e arrependimento. Mas o refúgio rapidamente se transforma em pesadelo quando eles descobrem uma ameaça ainda maior — e sobrenatural — à espreita.

Com elementos de terror psicológico, drama familiar e vampirismo, ‘Pecadores‘ foi aclamado pela crítica e pelo público desde sua estreia nos cinemas, sendo elogiado por sua abordagem visceral e socialmente carregada, marca registrada do diretor de ‘Pantera Negra‘ e ‘Creed‘.

O elenco do longa ainda conta com Hailee Steinfeld no papel de Mary, bem como Jayme Lawson, Delroy Lindo, Wunmi Mosaku, Omar Miller, Li Jun Li, Jack O’Connell, Miles Caton e Christian Robinson,