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‘A Grande Inundação’: Assinantes da Netflix ficam CONFUSOS com o filme que dividiu opiniões; Veja as reações!

O filme coreano ‘A Grande Inundação‘ está fazendo o maior sucesso no catálogo da Netflix, mas deixou os assinantes confusos e dividiu opiniões.

Na trama, com o grande avanço de uma inundação, mãe e filho se apegam a uma chance remota de resgate, que também pode ser a salvação da humanidade.

Alguns amaram o filme e outros acharam confuso demais, mas o consenso foi o ódio generalizado pela criança do filme.

Confira as reações, o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Kim Byung-woo (‘Zona Desmilitarizada’) é responsável pela direção.

Kim Da-mi (‘Nosso Eterno Verão’) e Park Hae-soo (‘Round 6’) estrelam a produção.

Sabrina Carpenter nos leva aos bastidores de “Manchild”, lead single do álbum ‘Man’s Best Friend’; Confira!

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A aclamada artista Sabrina Carpenter, uma das vozes mais populares da nova geração da música, divulgou ao lado da VEVO um novo vídeo de bastidores de “Manchild”lead single do elogiado álbum ‘Man’s Best Friend’.

Confira:

Vale lembrar que Carpenter concorre em seis categorias da próxima edição do Grammy Awards, incluindo Álbum do Ano por ‘Man’s Best Friend’Música e Gravação do Ano por “Manchild”.

Os vencedores serão revelados no dia 1º de fevereiro.

Relembre a tracklist do álbum.

1. Manchild
2. Tears
3. My Man on Willpower
4. Sugar Talking
5. We Almost Broke Up Again Last Night
6. Nobody’s Son
7. Never Getting Laid
8. When Did You Get Hot?
9. Go Go Juice
10. Don’t Worry I’ll Make You Worry
11. House Tour
12. Goodbye

Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com ‘Eyes Wide Open’, em 2015, ascendendo a uma carreira meteórica nos últimos anos – principalmente depois de ter lançado o aclamado ‘emails i can’t send’ e sua subsequente versão deluxe.

Em 2023 e 2024, a cantora, compositora e atriz também foi chamada por Taylor Swift como um dos atos de abertura da ‘The Eras Tour’, apresentando-se, inclusive, no Brasil. Em 2023, ela também lançou o elogiado ‘Short N’ Sweet’, que lhe rendeu duas estatuetas do Grammy – Melhor Álbum Pop Vocal pelo disco e Melhor Performance Pop Solo pelo single “Espresso”.

De ‘Pecadores’ a ‘Superman’ | Onde assistir os maiores sucessos da Warner de 2025?

Envolvida em uma polêmica negociação de venda, a Warner está vivendo um ano mágico em 2025. Com praticamente uma produção espetacular chegando aos cinemas a cada dois meses, o estúdio enfileirou sucessos nesse ano.

Com o ano chegando ao fim, os principais lançamentos do estúdio em 2025 já estão disponíveis nos streamings. Pensando nisso, o CinePOP indicou onde eles podem ser assistidos. Confira!

Pecadores

Pecadores abriu o ano de ouro da Warner apostando na dobradinha de sucesso de Ryan Coogler e Michael B. Jordan para fazer um dos grandes fenômenos do terror de 2025. Ambientado no velho oeste, o longa acompanha as desventuras de gêmeos (Michael B. Jordan) que voltam para o lar após um período de assaltos pelo país. Por lá, eles planejam abrir um bar só para pessoas negras. Porém, a habilidade ancestral da música do primo deles acaba chamando a atenção de vampiros demoníacos, que vão fazer de tudo para tentarem entrar no recinto e massacrar todos lá dentro. Dono de uma trilha musical original espetacular, o longa conquistou o coração dos fãs e pode aparecer até mesmo dentre os indicados ao Oscar na próxima temporada de premiações.

Onde assistir: HBO Max.

Uma Batalha Após a Outra

Obra sensacional de Paul Thomas Anderson, o filme se passa nos Estados Unidos, onde um grupo de revolucionários enfrenta o governo totalitário com ações terroristas coordenadas. Porém, após um membro do grupo se envolver com um militar de alto escalão, a situação sai de controle e eles precisam se dispersar. Como dois dos principais nomes dessa resistência descobrem que estão esperando um bebê, decidem viver no anonimato para criar a filha. Porém, com o passar dos anos, esse militar vai voltar para aparar pontas soltas do passado, colocando em risco a vida da filha do casal, que terá de fugir para sobreviver, enquanto o pai (Leonardo DiCaprio), viciado em drogas, tenta se reconectar com a resistência para conseguir ajudar a filha. É um dos melhores filmes de ação e comédia do ano, e tem fortíssimas chances de pintar nas indicações a melhor filme na temporada de premiações.

Onde assistir: HBO Max.

F1: O Filme

Um dos filmes de ação mais espetaculares dos últimos anos enfim chegou ao streaming. Lançado no começo de 2025, F1: O Filme conta a história de Sonny Hayes (Brad Pitt), um piloto de Fórmula 1 que surgiu na categoria durante a década de 1990, mas teve a carreira encerrada por um grave acidente. Apaixonado por velocidade, ele passou a transitar pelas diferentes categorias do automobilismo até que, ao chegar nos 50 anos, um velho amigo ressurge com a oportunidade dele voltar a correr na F1. O amigo virou dono de uma escuderia que não está indo bem no campeonato e precisa de ao menos uma vitória para não ser vendida. Então, Sonny chega para tentar apoiar o grande nome da equipe a conquistar o tão sonhado pódio. Mas as coisas não serão tão fáceis quanto ele pensava. Produzido pela detentora da F1, o longa teve cenas filmadas durante o GP de Silverstone e colocou os atores para pilotarem de verdade um carro de Fórmula 2 adaptado. É ação à moda antiga para encantar e divertir até os mais carrancudos.

Onde assistir: Apple TV+

Superman

Grande fenômeno dos filmes de heróis deste ano, Superman chegou arrebatador aos cinemas para mostrar novamente ao mundo que vale a pena ser uma boa pessoa, mesmo que todo o resto do planeta esteja vivendo o puro caos. A trama mostra o heróis minutos após ser derrotado pela primeira vez. Lidando com os efeitos dessa novidade em sua vida, Clark Kent (David Corenswet) tenta administrar sua vida pessoal como repórter do Planeta Diário com as controvérsias que sua contraparte heroica se envolveu ao interferir diretamente em uma guerra histórica entre nações. Junto a isso, ele enfrenta as maldades do bilionário Lex Luthor e convive com a pitoresca Gangue da Justiça. Tudo isso com aquele toque de humor típico do diretor James Gunn.

Onde assistir: HBO Max.

Premonição 6: Laços de Sangue

Grande sucesso comercial do ano e maior bilheteria da saga icônica dos anos 2000, Premonição 6 mostra a origem da perseguição da morte aos pobres coitados que tentam apenas levar a vida após evitarem acidentes terríveis. Desta vez, porém, é revelado que a morte está indo atrás dos membros de uma família em específico, cuja matriarca evitou uma tragédia sem precedentes nos anos 60. Agora, seus descendentes, que não deveriam existir, vão morrer um por um – daquela forma sádica que só a morte dessa franquia sabe fazer.

Onde assistir: HBO Max.

A Hora do Mal

Principal “terror pop” do ano, A Hora do Mal mistura suspense com comédia para contar uma história extremamente inusitada. Na trama, uma cidadezinha é aterrorizada por um evento inexplicável: durante uma madrugada qualquer, praticamente todas as crianças de uma turma escolar saíram de casa ao mesmo tempo, correndo em direção à mata. Menos um menino, que não foi afetado. Diante disso, a professora da turma se torna a principal suspeita. Contada de forma não linear, o longa vai construindo essa narrativa pela ótica de diversos envolvidos nessa trama aterrorizante e engraçada.

Onde assistir: HBO Max.

 

‘Boca de Fumo’: Thriller de AÇÃO com Dave Bautista ganha trailer e data de estreia no Prime Video!

Prime Video Brasil divulgou o trailer oficial de Boca de Fumo (‘Trap House’), novo thriller de ação estrelado por Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’, ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out’).

O longa, que dividiu a crítica internacional com 59% de aprovação no Rotten Tomatoes, chega à plataforma de streaming no dia 31 de dezembro.

Confira:

O filme é dirigido por Michael Dowse, com roteiro assinado por Gary Scott ThompsonTom O’Connor.

Na trama…

Um agente disfarçado da DEA e seu parceiro embarcam em um jogo de gato e rato com um audacioso e surpreendente grupo de ladrões – seus próprios filhos adolescentes rebeldes, que começaram a roubar um perigoso cartel, usando as táticas e informações secretas de seus pais.

Jack Champion, Sophia Lillis, Whitney Peak, Kate Del Castillo e Bobby Cannavale completam o elenco.

‘Positano’: Matthew McConaughey e Zoe Saldaña irão estrelar nova comédia romântica da Netflix

Segundo o Deadline, os vencedores do Oscar Matthew McConaughey (‘Clube de Compras Dallas’) e Zoe Saldaña (‘Emilia Pérez’) estão em negociações para estrelar no novo romance da Netflix‘Positano’.

O longa-metragem traz Daniel Roher (‘Tuner’) na cadeira de direção, enquanto Alessandro TanakaBrian Gatewood assinam o roteiro.

Eric FellnerTim Bevan, da Working Title, entram como produtores.

Sabe-se que o projeto funcionará como uma comédia romântica na cidade italiana que empresta o nome ao filme. Mais detalhes não foram divulgados.

Amelia Granger entra como produtora executiva ao lado de Tanaka e Gatewood.

Após dar uma pausa da atuação nos últimos anos, McConaughey fez um sólido retorno ao mundo do entretenimento com o aclamado suspense ‘O Ônibus Perdido’, que chegou recentemente ao catálogo da Apple TV. Saldaña, por sua vez, estrelou o musical ‘Emilia Pérez’, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, e retornou como Neytiri para o terceiro capítulo da franquia ‘Avatar’, de James Cameron.

Asa Branca – A Voz da Arena

(Asa Branca – A Voz da Arena)

 

Elenco:

Felipe Simas
Lara Tremouroux
Ravel Andrade

 

Direção: Guga Sander

Gênero: Biografia

Duração: 109 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 18 de Dezembro de 2025

Sinopse: 

ASA BRANCA – A VOZ DA ARENA apresenta a história de vida e o legado do locutor desde sua origem humilde em Turiúba, no interior de São Paulo, passando pela ascensão meteórica ao estrelato na década de 90 até sua derrocada no início dos anos 2000, por causa do álcool e das drogas. Asa, que revolucionou os rodeios – que depois dele nunca mais seriam os mesmos -, é interpretado pelo ator Felipe Simas.

O filme conta como o peão de rodeio Asa Branca sofreu um grave acidente na arena de Fernandópolis (SP), quando ainda atuava como competidor. Em uma das montarias, ele foi pisoteado por um touro, o que resultou em um pulmão perfurado. Durante sua recuperação, passa o tempo ouvindo a narração do dia de seu acidente e de outras locuções tradicionais, e começa a brincar de narrar rodeios. Quando surge a oportunidade de assumir um microfone, cria um formato único de fazer o público sentir com mais intensidade a emoção da montaria. Asa se lança, ao longo da carreira, numa jornada sem volta em busca da máxima adrenalina nas arenas e na vida. Microfone sem fio, rock pesado, fogos de artifício e até a chegada triunfante em um helicóptero são marcas deixadas por ele nos rodeios pelo interior do país.

Curiosidades: 

» O longa é uma cinebiografia baseada na vida do Asa Branca, icônico locutor profissional de rodeios e cantor brasileiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘The Surrogate Mother’: THRILLER da autora de ‘A Empregada’ ganhará adaptação para os cinemas

Sony Pictures adquiriu os direitos intelectuais do romance ‘The Surrogate Mother’thriller psicológico da autora Freida McFadden (‘A Empregada’) (via Deadline).

A roteirista Anna Klassen (‘The Last Sunrise’) irá assinar a adaptação cinematográfica, enquanto Marc Evans (‘The Old Guard’) assume a função de produtor.

Centrada em Abby, uma mulher que luta há anos contra tratamentos de infertilidade e tentativas frustradas de adoção, a história apresenta a maternidade como algo fora do alcance da protagonista, até que sua assistente pessoal, Monica, lhe faz uma proposta muito generosa que pode transformar esse sonho em realidade.

O livro ‘The Surrogate Mother’ foi autopublicado por McFadden em 10 de outubro de 2018 e relançado em brochura pela editora Poisoned Pen, da Sourcebooks, em 19 de agosto de 2025. O romance voltou a figurar em diversas listas de best-sellers nos últimos meses, estreando em 1º lugar na lista do The New York Times, em 1º lugar na lista do Sunday Times do Reino Unido e em 1º lugar na lista do Globe and Mail do Canadá.

As boas novas vêm pouco depois de A Empregada, outro best-seller de McFadden, ter ganhado uma adaptação cinematográfica estrelada por Sydney SweeneyAmanda SeyfriedBrandon Sklenar, e dirigida por Paul Feig (‘A Espiã que Sabia de Menos’).

Mais detalhes não foram divulgados.

Águias de República

(Eagles of the Republic)

 

Elenco:

Fares Fares
Lyna Khoudri
Cherien Dabis

 

Direção: Tarik Saleh

Gênero: Suspense

Duração: 129 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 8 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

Em ÁGUIAS DA REPÚBLICA, George Fahmy, o ator mais adorado do Egito, é forçado a aceitar um papel em um filme encomendado pelas mais altas autoridades do país. Ele se vê mergulhado no círculo restrito do poder e, como uma mariposa atraída pela luz, inicia um caso com a misteriosa esposa do general que supervisiona a produção.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Tarik Saleh também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Astro de ‘O Simpatizante’ entra para o novo filme de GUERRA produzido por Stallone

Segundo o DeadlineHoa Xuande (‘O Simpatizante’) foi escalado para a nova cinebiografia de guerra da Amazon MGM Studios (ainda sem título oficial).

O astro se junta aos previamente confirmados Alan RitchsonJoe Cole. Detalhes sobre seu papel não foram revelados.

O projeto marca a nova colaboração entre o Ritchson e o diretor Patrick Hughes. Ambos trabalharam juntos na aventura sci-fi ‘War Machine’, que recentemente teve suas filmagens finalizadas e será lançada pela Netflix.

O longa é centrado no oficial da marinha Mike Thornton durante os últimos dias da Guerra do Vietnã, à medida que lidera uma última e desesperada resistência após cinco homens ficarem presos atrás das linhas inimigas.

Enfrentando um exército de 150 soldados, o grupo abre fogo contra o inimigo antes de realizar uma retirada angustiante para o Mar da China Meridional. Com um tenente gravemente ferido e um colega amarrados a ele, Thornton nada por horas em águas hostis para chegar a um lugar seguro – um ato de bravura que lhe rendeu a Medalha de Honra do Congresso.

Sylvester Stallone fica responsável pela produção da biopic através da Balboa ProductionsTodd LiebermanAlex Young, Ritchson e Alan Rautbort completam o time de produtores.

Ritchson também coassina o roteiro ao lado de Mark SemosJason Hall (‘Sniper Americano’).

Mais informações não foram reveladas.

‘RuPaul’s Drag Race’: Competidoras revisitam suas primeiras vezes montadas em novo vídeo da 18ª temporada; Confira!

A WOWPresents um novo vídeo promocional da 18ª temporada do reality de competição ‘RuPaul’s Drag Race‘.

No material, as competidoras do novo ciclo revisitam suas primeiras vezes montadas como drag queens, reagindo às primeiras selfies que tiraram.

Confira:

Lembrando que o próximo ciclo tem estreia marcada para o dia 2 de janeiro na plataforma e no catálogo da Paramount+.

As 14 queens selecionadas para o próximo ciclo são Athena DionBriar BlushCiara MystDarlene MitchellDD FuegoDiscord AddamsJane Don’tJuice Love DionKenya PleaserMandy MangoMia StarrMyki MeeksNini Coco Vita VonTesse Starr.

As participantes irão competir pelo título da Próxima Drag Superstar da América, levando para casa um cetro e uma coroa estilizados, bem como o montante de US$200 mil.

No episódio de estreia, as competidoras deverão mostrar seus carisma, singularidade, ousadia e talento no desafio “Reclaim! Renew! Rejoice!”, que presta tributo às queens que vieram antes delas ao utilizar sobras de materiais para criar um visual que melhor as represente.

RuPaul retorna como apresentador. Michelle VisageCarson KressleyLaw RoachTs MadisonRoss Matthews fazem parte do time de jurados.

Fantasmas do passado vêm à tona no trailer da série de ação ‘The Nowhere Man’; Confira!

STARZ divulgou o trailer oficial de ‘The Nowhere Man’, série de ação sul-africana estrelada por Bonko Khoz (‘A Mulher Rei’).

A atração tem estreia marcada para o dia 16 de janeiro nos Estados Unidos, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

Fred WolmaransGareth Crocker assume a cadeira de direção, com Crocker também entrando como showrunner.

Na trama…

O atormentado ex-mercenário Lukas (Khoza) virou as costas para seu passado violento e trabalha como catador de lixo nas ruas de Joanesburgo. Mas quando presencia uma invasão domiciliar e intervém, ele é arrastado de volta para o mundo do qual passou anos tentando escapar.

Greg KriekNathan CastleDineo RasedileNaturi NaughtonMoopi MothibeliAndreas DammHlomla Dandala e outros completam o elenco.

‘The Nowhere Man’ conta com seis episódios.

‘A Última Fronteira’: Série de suspense com Jason Clarke é CANCELADA pela Apple TV

A Última Fronteira‘ (Last Frontier), série estrelada por Jason Clarke (‘A Hora Mais Escura’), infelizmente não seguirá com novos episódios na Apple TV.

A plataforma de streaming cancelou o suspense após uma breve temporada, que chegou à grade de programação em outubro deste ano (via Deadline).

A trama trouxe Clarke como Frank Remnick, o único delegado federal encarregado das áreas remotas e tranquilas do Alasca. A jurisdição de Remnick é virada de cabeça para baixo quando um avião de transporte de prisioneiros cai na área, libertando dezenas de detentos violentos. Encarregado de proteger a cidade que jurou manter segura, ele começa a suspeitar que o acidente não foi um acaso, mas o primeiro passo de um plano bem elaborado com implicações de longo alcance e devastadoras.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda contou com Dominic Cooper (‘Preacher’), Haley Bennett (‘Sete Homens e um Destino’), Simone Kessell (‘Yellowjackets’), Dallas Goldtooth (‘Reservation Dogs’), Tait Blum (‘For All Mankind’) e Alfre Woodard (‘Clemência’).

Jon Bokenkamp e Richard D’Ovidio ficaram responsáveis pela série.

Sam Hargrave, conhecido por seu trabalho no recente filme de ação ‘Resgate‘, comandou a produção.

Os perigos AUMENTAM no trailer dos próximos episódios da 2ª temporada de ‘Fallout’; Confira!

A 2ª temporada de Fallout, adaptação pós-apocalíptica da aclamada franquia homônima de games, já estreou no Prime Video – nos prometendo uma incrível narrativa que se desenrolará nas próximas semanas.

Agora, foi divulgado a prévia dos próximos episódios do novo ciclo.

Confira:

 

No Rotten Tomatoes, a nova iteração conquistou impressionantes 98% de aprovação, com base em 42 reviews até o momento. A encargo de comparação, a temporada de estreia teve 93% de aprovação entre a crítica internacional.

Confira alguns comentários abaixo:

“Quando se trata de dois atores humanos trocando insultos, Fallout– com crânios explodindo e tudo mais – se destaca muito acima da maioria das adaptações de videogames” – Daily Telegraph (UK).

Fallout nunca peca por falta de confiança, mas sofre de uma dispersão conceitual semelhante, já que os personagens são separados e enviados em arcos que parecem nunca se cruzar” – RogerEbert.com.

“Sombria, ousada e diabolicamente divertida, a segunda temporada de Falloutdá continuidade ao sucesso da adaptação do videogame com mais emoção, mais comédia e mais cabeças explodindo” – Loud and Clear Reviews.

“O que Falloutpode não ter em conteúdo, compensa de sobra em escopo, estilo e espetáculo, continuando a cumprir seu propósito como uma aventura de ficção científica subversiva e uma série digna do nome Fallout” – Nerdspin.

“A segunda temporada de Falloutse baseia na sólida fundação da primeira iteração, com novos locais empolgantes e temas fortes – mas tem dificuldades em equilibrar tudo isso” – Discussing Film.

“Como adaptar de forma eficaz um mundo tão rico e variado e condensá-lo em apenas oito horas de televisão? Falloutquase conseguiu” – That Hashtag Show.

Falloutretorna com uma segunda temporada explosiva e extremamente divertida, que entrega ainda mais daquilo que tornou a primeira temporada tão agradável” – Black Girl Nerds.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

Jonathan Nolan, cocriador de ‘Westworld‘, é responsável pela adaptação.

A trama dos jogos se passa em uma realidade alternativa durante o século XXII, nos EUA, após uma guerra nuclear. Os sobreviventes da guerra vivem em abrigos subterrâneos conhecidos como Cofres. A franquia é conhecida pelo seu estilo futurista, humor negro e violência extrema.

O elenco conta com Ella Purnell (‘Yellowjackets’), Walton Goggins (‘Os Oito Odiados’), Xelia Mendes-JonesAaron MotenKyla MacLachlan (‘Twin Peaks’).

Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’) servem como showrunners.

Lançado em 1997, a primeira iteração teve aclame universal por parte da crítica especializada. O sucesso de público rendeu outras três sequências, bem como cinco games derivados.

10 séries pra maratonar e fingir que sua vida não é tão dramática quanto Grey’s Anatomy

Uma das coisas mais divertidas quando assistimos a uma série é logo perceber uma forte identificação, seja por uma situação ou mesmo pelas ações de personagens. Alguns projetos, deixando aquele gostinho de quero mais, nos conduzem para jornadas interessantes que nos levam a reflexões sobre nossas próprias vidas. Abaixo, segue uma lista bem legal para você que ama refletir sobre a vida a partir de uma boa série:

 

Os Ladrões de Diamante (Netflix)

Com um roteiro bem bolado que explora uma tentativa de roubo cinematográfico, chegou sem muito ‘oba oba’ na Netflix uma intrigante minissérie policial de apenas três capítulos que consegue jogar uma lupa para um amplo contexto de uma Inglaterra no início dos anos 2000. Produzido por Guy Ritchie e tendo no centro dos holofotes os pontos de vistas ladrões, polícia e imprensa, Os Ladrões de Diamante é um prato cheio pra quem curte true crime!

 

O Monstro em Mim (Netflix)

Aggie (Claire Danes) é uma escritora de sucesso que, após a morte do único filho, vê sua vida desmoronar. Sentindo-se culpada e não se desprendendo de procurar culpados para a tragédia, destrói seu casamento e passa a viver reclusa. Um dia, muda-se para sua vizinhança o polêmico e ambíguo empresário Nile (Matthew Rhys), acusado anos atrás de assassinar a própria esposa. Ao se aproximar dele, começa a desconfiar de algumas ações e resolve escrever um livro sobre ele, ao mesmo tempo que busca informações sobre se ele matou ou não a ex-esposa.

 

Cortina de Fumaça (Apple Tv plus)

No centro desse tabuleiro está o investigador de incêndios criminosos Dave (Taron Egerton), um homem que leva uma rotina comum, casado, bem-visto no trabalho, que se vê de frente com dois incendiários tocando o terror pela cidade. Sem conseguir avançar nas investigações, é designado para ajudá-lo a policial Michelle (Jurnee Smollett), uma mulher com traumas no passado. Essa dupla precisará encontrar o caminhos para chegar até aos criminosos. Só que há um detalhe, no final de um dos primeiros capítulos, nossos olhos se voltam para verdades inesperadas e passamos a acompanhar os desenrolares de outras perspectivas.

 

Jogo Cruzado (Disney Plus)

https://youtu.be/k1dlbjUmqxg?si=MO2_TwcVbI9jTr5e

Matheus (José Loreto) é o craque de um time que busca sempre os títulos mais importantes. Elisa (Carol Castro) é uma jornalista fiel aos princípios da profissão que escolheu em busca de novos desafios na carreira. Eles nunca se deram bem. Quando Matheus precisa parar com o futebol por ordem médica, seu destino volta a se cruzar com o de Elisa, e juntos são convidados a apresentar um programa esportivo que promete chocar o mundo do jornalismo esportivo.

 

A História da minha Família (Netflix)

Ao longo de seis episódios, essa minissérie – que entrou no catálogo da Netflix nesse início de 2025 – nos apresenta a vida de Fausto (Eduardo Scarpetta) em dois momentos. No primeiro, como um carinhoso pai de família que encontrou o amor de sua vida de forma inusitada, numa cafeteria. Anos mais tarde, já separado e com a ex-esposa Sara (Gaia Weiss) enfrentando graves problemas psicológicos, é diagnosticado com uma doença terminal e precisa arrumar as peças soltas em sua família desestruturada antes de partir.

 

Jerry Springer: Brigas, Câmera, Ação (Netflix)

Tudo – e realmente tudo – pela audiência. Chegou na Netflix no início de 2025, uma minissérie de dois episódios que mostra os bastidores e depoimentos da equipe de um dos mais polêmicos shows televisivos da história da televisão mundial.

 

Belo: Perto Demais da Luz (Globoplay)

Buscando apresentar retratos de uma trajetória com altos e baixos de um dos mais bem sucedidos cantores brasileiros, o documentário Belo: Perto Demais da Luz ao longo de quatro episódios – todos já disponíveis na Globoplay – joga para o público reflexões sobre as polêmicas e o caminho trilhado pelo paulista Marcelo Pires Vieira.

 

Magnatas do Crime (Netflix)

Ação e humor debochado na medida certa. Diretamente da mente criativa do cineasta britânico Guy Ritchie, chegou na Netflix um seriado que possui uma narrativa detalhista, que encontra um ritmo intenso num habilidoso jogo de perspectivas com excêntricos e inconsequentes personagens.

 

O Falso Sheik (Prime Video)

Reflexões sobre as linhas tênues entre jornalismo e crime. Na década de 1990, tabloides sensacionalistas dominam as rodas de conversa de uma sociedade sedenta pela informação – e ainda longe dos avanços das redes sociais. Nesse período, no Reino Unido, um introspectivo e reservado repórter buscava seu espaço ilustrando situações e transformando em interesse público, inclusive se passando por um falso sheik.

 

Amor Platônico (Apple Tv Plus)

A amizade no centro do tabuleiro conturbado da meia idade. Chegou de mansinho, quase desapercebida uma brilhante comédia que gira em torno da crise de meia idade impulsionada pelo realinhamento de uma antiga amizade.

10 FILMES pra ver quando a bad chega sem avisar

Nem tudo é maravilha em nossas vidas; há dias em que o que mais queremos é correr para casa e, quem sabe, ligar a tv e assistir a um bom filme. O cinema nos ajuda a sair um pouco da realidade que muitas vezes pode ser bem intensa. Para você que busca um abrigo na sétima arte após momentos difíceis vividos, separamos abaixo uma lista com sugestões para você conferir:

 

Apollo 10 e meio: Aventura na era Espacial (Netflix)

A criatividade para entender os contextos de uma época que não volta mais. Em Apollo 10 e meio: Aventura na era Espacial, disponível na Netflix, o cineasta texano Richard Linklater volta as suas origens para resgatar memórias dentro de uma fábula impossível sobre a ajuda de um menino na ida do homem à lua.

 

Manga (Netflix)

Lærke (Josephine Park) é uma mulher que busca os próximos passos no ramo hoteleiro. Mãe da jovem Agnes (Josephine Højbjerg), ela nunca consegue arrumar tempo para a filha. Focada em uma nova missão determinada pela chefe, Joan (Paprika Steen), ela parte para Málaga com o objetivo de convencer o viúvo Alex (Dar Salim) a vender suas valiosas terras, que abrigam uma enorme plantação de mangas. Tudo que ela não esperava era se apaixonar por ele.

 

The Lunchbox (MUBI)

Na curiosa história, conhecemos dois personagens que sofrem por amor. Saajan Fernandes é um homem solitário que está prestes a se aposentar. Já Ila (Nimrat Kaur), é uma mulher que se sente muito sozinha, pois, é rejeitada pelo marido que a trai constantemente. Quando um equívoco no sistema de entregas de refeições de Mumbai – os Dabbawallahs – acontece, todo almoço preparado por Ila para seu marido vai para Saajan. Assim, essas duas almas carentes por um grande novo amor, constroem juntos um mundo paralelo de amizade, carinho e afeto.

 

O Ídolo (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Depois de brindar os cinéfilos com excelentes filmes como Omar (2013) e Paradise Now (2005), o cineasta israelense Hany Abu-Assad voltou às telonas dessa vez para contar uma história baseada em fatos reais, repleta de sofrimento e chances de alcançar o tão sonhado sucesso.

 

A Geração do Mal (Prime Video)

Gintas é um delegado de uma pequena cidade na Lituânia que, ao almejar ser o prefeito do lugar, uma enxurrada de situações macabras se juntam à sua própria inconsequência.

 

27 Noites (Netflix)

Leandro (Daniel Hendler) é um perito designado por um tribunal para avaliar Martha (Marilú Marini), uma mulher octagenária, depois que suas filhas a internam, de forma involuntária, em uma clínica, com a justificativa que sofre com demência frontotemporal e vem tomando atitudes suspeitas. Conforme vai se aproximando da mulher, ele acaba entendendo melhor todo o contexto, passando também por uma enorme transformação em sua própria vida.

 

Stans (Paramount Plus)

Chegou de mansinho ao catálogo da Paramount Plus um documentário interessante que parte de uma relação entre um dos maiores rappers da história – ícone de uma geração dos anos 1990/2000 – e seu fandom, abrindo um leque de camadas originais e cheias de intensidade, que vão de encontro a momentos marcantes de sua carreira. Stans é muito mais que um olhar sobre o vínculo entre fã e artista: é uma imersão em sentimentos reais expressos em canções que atingiram em cheio corações pelo mundo – e que, logo, viraram arte.

 

O Ônibus Perdido (Apple Tv Plus)

Kevin (Matthew McConaughey) é um motorista de ônibus escolar, perto dos 40 anos, que voltou para a cidade onde nasceu e tenta se entender com o único filho. Um dia, após um incêndio florestal com alta taxa de propagação, ele fica com a missão de resgatar um grupo de crianças e a professora Mary (America Ferrera), no colégio onde estavam.

 

Paz e Chocolate (Prime Video)

Nessa bela história inspirada em fatos reais, acompanhamos uma família refugiados sírios que chegou ao Canadá e conseguiu criar um negócio lucrativo de chocolates.

 

As primeiras férias não se esquece jamais! (Filmelier Plus)

Ben (Jonathan Cohen) é um empresário hipocondríaco que possui inúmeras manias. Também conhecemos a desbravadora de novas aventuras Marion (Camille Chamoux), uma desenhista de história em quadrinho que mora com dois amigos. Esses dois, até então estranhos, acabam se conhecendo no aplicativo Tinder e logo marcam de se encontrar. Após uma noite muito divertida e especial, combinam de viajarem para um lugar inusitado: a Bulgária!

‘Pânico’ faz 29 Anos – Relembre TODAS as REGRAS dos Filmes de Terror da Franquia!

Quem diria que um pequeno filme slasher, que brincava e homenageava o gênero que reinou nos anos 80, lançado há exatos 29 anos (em dezembro de 1996), viria a se tornar a franquia mais bem-sucedida do gênero – com seis longas em seu acervo, e um sétimo prometido para o próximo ano? Certamente, nem mesmo seus criadores ou elenco.

Pânico’ surgiu no final de 1996 (chegando ao Brasil no início de 1997) e se vendeu muito pelo roteiro espertíssimo escrito por Kevin Williamson. Não podemos deixar de mencionar a direção de Wes Craven, um mestre do gênero, que recobrava a boa forma depois de uma escorregada com ‘Um Vampiro no Brooklyn’ no ano anterior. O sucesso fez de ‘Pânico’ tendência, e logo uma nova enxurrada de filmes do tipo assolava o fim dos anos 90.

Enquanto seus imitadores caíam pelo caminho, ‘Pânico’ se mantinha forte e seguia em frente. Mas seu caminho não foi fácil. A franquia só veria uma nova guinada em popularidade após o falecimento de Craven, ao ser assumida pela dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett em ‘Pânico’ (2022) – o reboot com o novo elenco. A franquia ganhou novo fôlego e irá se tornar uma nova trilogia muito breve, com o lançamento do sétimo filme.

Para já irmos nos preparando para o que o sétimo filme nos trará – entre outras coisas o retorno de Neve Campbell como Sidney – resolvemos revisar as regras dos filmes de terror mencionadas em todos os filmes da franquia ‘Pânico’. Confira abaixo.

Pânico (1996) – Brincando com os clichês de terror

Em 1996, ‘Pânico’ deu novo sabor aos filmes de terror adolescentes, os chamados slasher, ao, entre outras coisas, brincar com seus padrões e regras, exibindo bastante metalinguagem ao falar sobre suas conveniências. Pela primeira vez, os personagens dentro do filme eram fãs de terror (como qualquer adolescente da época) e sabiam tudo sobre tais obras. O principal “estudioso” destes clichês é Randy (Jamie Kennedy), um nerd cinéfilo que conhece tudo de tais filmes.

Quem não lembra da cena no final de ‘Pânico’ durante uma festa na qual Randy cita as famosas regras? A primeira é que nunca se pode fazer sexo. Essa é a regra básica dos slashers, vide ‘Sexta-Feira 13’ e ‘A Hora do Pesadelo’. Os jovens mais despudorados são sempre os primeiros a morrer, e as heroínas virginais são quem sobrevivem. Outras relacionadas a esta perda da inocência são: “nunca se pode beber ou usar drogas”, o que igualmente recai no fator pecado – como se os assassinos fossem quase uma punição divina. E por fim, é claro, o famoso: sob nenhuma circunstância diga “eu volto já”, porque você não voltará. Outro clichê de filmes do tipo, de personagens que costumam não retornar mais.

Pânico 2 (1997) – A Sequência Precisa ser Sempre Maior e com Mais Mortes

Novamente aqui temos uma trinca de regras, de novo explicadas por Randy, o especialista em terror. E como os realizadores se arrependem de tê-lo matado. Imagine, Randy poderia estar até hoje na franquia. Mas o destino quis que ele fosse eliminado justamente na continuação. O que de certa forma demonstrou, na época, que ninguém estava seguro, nem mesmo personagens queridos. Mas bem, se Stu pode voltar (é o que querem os fãs), por que não Randy?

Ao invés de explicar em uma festa como no original, Randy deixa claro para Dewey (David Arquette) em um restaurante as novas regras. Aqui, a brincadeira era em cima de continuações – mas não apenas de terror. Em uma cena na aula de cinema, os alunos tentam decidir quais são as continuações melhores que seus originais, e para muitos ‘Pânico 2’ se junta a elas. A primeira regra diz respeito ao escopo do filme, que precisa superar em tudo seu original. Em especial, quando falamos em filmes de terror, em relação à contagem de corpos. Ainda dentro desta categoria, as cenas de morte precisam ser mais elaboradas – como uma sofisticação da sequência.

No filme, antes que pudesse mencionar a terceira regra, Randy é interrompido por Dewey – mas sua frase pode ser ouvida por completo no trailer do filme. E o que Randy conclui é: “nunca, sob nenhuma circunstância, presuma que o assassino esteja morto”. Essa é uma regra muito utilizada para os vilões imortais que costumam aparecer nas continuações de filmes de terror, que sempre pulam para um último susto antes do fim. E ‘Pânico’ igualmente soube brincar bem com este clichê, seja no original ou em sua primeira continuação. É bom sempre ter certeza de que o assassino esteja realmente morto antes de dar por terminada a história.

Pânico 3 (2000) – As Regras de uma Trilogia

Após o sucesso do segundo filme, esperava-se um ‘Pânico 3’ logo em 1998 – o que pegaria o hype dos slasher do fim dos anos 90. Mas ele não veio assim tão rápido quanto o segundo. Assim os fãs precisaram esperar angustiantes três anos para mais um episódio, que ao que tudo indicava encerraria a trilogia. E sim, ‘Pânico’ se tornava uma trilogia. Desta forma, as regras agora se aplicavam aos famosos três filmes do cinema, como ‘O Poderoso Chefão’, ‘De Volta para o Futuro’ e por assim vai.

Mesmo morto, quem explica as regras novamente é Randy. O milagre foi que o rapaz, prevendo sua possível derrocada, resolveu se filmar em vídeo explicando como as coisas seguiriam dali para frente. Randy começa dizendo que desta vez o assassino será “super-humano”, o que até flertou com um teor sobrenatural. Quando ‘Sexta-Feira 13’ começou, não se tratava de um slasher sobrenatural, mas se tornou um com o passar dos filmes. Estaria ‘Pânico’ destinado a seguir pelo mesmo caminho? Como sabemos bem, a resposta é não. Mas tentaram nos ludibriar com o colete à prova de balas do assassino desta vez.

A segunda regra foi “que todos, incluindo os personagens principais, desta vez podem morrer”. Afinal, trata-se do encerramento da obra – pelo menos era o que se imaginava na época. Desta forma, após matar Randy no segundo filme, o que esta nova regra afirmava é que Sidney, Gale ou Dewey poderiam morrer. Mas para o bem de todos, ao menos na época, ela não se concretizou. Finalizando a nova trilogia de regras, “o fantasma de Randy” sugeria que “o passado irá voltar para atormentá-los”. Em muitos filmes de terror, o assassino tem ligação com o passado dos protagonistas. E em ‘Pânico 3’, além de Sidney ter visões de sua falecida mãe – todo o backstory da matriarca é revelado, descortinado em Hollywood. É claro, além de uma conexão bem íntima entre a mocinha e o vilão.

Pânico 4 (2011) – Regras de Remakes, Reboots ou Sequências

Curiosamente, Wes Craven e Kevin Williamson, os criadores originais, decidiam tirar ‘Pânico’ da gaveta onze anos após seu suposto encerramento para uma nova trilogia. A dupla previa a era das franquias e filmes como ‘Velozes e Furiosos’, por exemplo, mudavam de marcha rumo ao sucesso. Assim, a brincadeira desta vez era com a onda de remakes que assolava o gênero do terror. ‘Pânico 4’ não era bem uma refilmagem, mas tentava de alguma forma ser um reboot para a franquia. Apesar de ser um dos exemplares mais queridos dos fãs, o resultado nas bilheterias não se tornou um incentivo para novos investimentos nesta linha narrativa.

Sem Randy de vez, afinal ele não poderia aparecer em uma nova fita, quem faz o papel de cicerone das regras é a dupla Robbie (Erik Knudsen) e Charlie (Rory Culkin). Algumas das regras aqui são subversões das regras anteriores, para uma nova geração. Dentre elas: “as virgens podem ser vítimas agora”. Ou seja, nem o pudor típico da geração anos 80 poderá salvar um personagem nos dias de hoje. Outra regra afirma que as mortes precisam ser mais extremas e explícitas – herança dos torture porn, vide ‘Jogos Mortais’ e ‘O Albergue’.

Outras regras mencionadas pela dupla afirmam que o novo filme deve homenagear o original, porém, sem tentar redefini-lo. Assim como também deverá conter uma cena de abertura impactante, que mostrará ao que o filme veio. É claro que o filme contém, de forma metalinguística, uma abertura assim. E por fim, as novas regras afirmam que personagens LGBTQ+ são prováveis de chegaram ao fim do filme vivos – já prevendo uma época mais politicamente correta.

Pânico (2022) – Agora sim um reboot concluído com regras clássicas para uma nova Era

Pânico 5’ conseguiu o que o anterior havia tentado – ser o reinício para uma nova trilogia. E tudo o que bastou foram 10 anos. Quando foi anunciado, agora nas mãos da Paramount e com uma nova equipe atrás e na frente das câmeras, muitos se perguntaram se ‘Pânico’ ainda tinha fôlego. E a resposta veio a galope, sim tinha. Os fãs antigos queriam e toda uma nova geração de amantes de terror embarcou na proposta. Desta vez, mesmo respeitando os personagens-legado, as protagonistas eram as irmãs Carpenter, Melissa Barrera e Jenna Ortega.

No quinto filme, coube ao veterano Dewey ditar as regras para a nova geração. Ele já havia passado quatro vezes por situações do tipo, e aprendido muito bem as regras do gênero. Sendo assim Dewey começa com “Nunca confie em seu interesse amoroso”. Afinal, diversos personagens da franquia perderam suas vidas por fazerem justamente isso. A própria Sidney provou isso em primeira mão. E bem, podemos dizer que essa tal regra serviu também para Sam (Melissa Barrera).

A segunda regra é parecida com a do terceiro, citando que ‘o assassino sempre tem a ver com o passado”. Ou seja, o vilão invariavelmente tem conexão com a vida prévia de uma das vítimas, em especial as heroínas. Por fim, uma nova regra aponta que o círculo de amizades da primeira vítima sempre tem alguma ligação com o assassino. Mais uma vez essa regra serve para tentar descobrir a verdadeira identidade do vilão.

Pânico VI (2023) – As Regras de uma Franquia

Pode parecer curioso, mas foi somente com esse sexto filme que ‘Pânico’ se deu conta que se tratava oficialmente de uma franquia. É que a primeira trilogia era planejada apenas como uma trilogia. O quarto filme tentou se tornar uma franquia sem sucesso. O mesmo foi tentado pelo quinto filme, desta vez com sucesso e sinal verde para mais filmes. O sexto foi a concretização da franquia finalmente. Assim, esperamos o sétimo filme ansiosos.

No anterior eu disse que Dewey havia sido encarregado de explicar as regras. Acontece que desde o episódio passado tínhamos uma legítima herdeira do legado de Randy: sua sobrinha Mindy (Jasmin Savoy Brown), a nova especialista em filmes de terror da série. A primeira regra mencionada por Mindy para a nova investida é “Tudo é maior do que da última vez”. Ou seja, similar à da primeira continuação, levando em conta que o sexto é a primeira continuação do pós-reboot.

A segunda regra é mais interessante, e fala “espere o completo oposto do que o filme anterior ofereceu”. No caso de ‘Pânico VI’, pela primeira vez na franquia, a ação ocorreu em Nova York, ao contrário da cidade mais interiorana de Woodsboro, que dominou quase toda a franquia. Fora isso, essa é a primeira vez que Ghostface usou uma arma de fogo. Finalizando as novas regras de Mindy, “nem mesmo os personagens legado estão salvos e os personagens principais são dispensáveis pelo bem da longevidade da franquia”.

Bem, quanto aos personagens-legado vimos isso no filme anterior com a morte de um protagonista clássico. Mas poderíamos brincar que outra personagem-legado que não esteve salva foi a própria Sidney, ausente do sexto filme por motivo da esnobada que Neve Campbell recebeu dos produtores. Em contrapartida, as personagens principais dispensáveis no sétimo serão mesmo as de Melissa Barrera e Jenna Ortega – uma despedida e a outra tendo pulado fora. A vida segue imitando a arte.

29 anos de PÂNICO | Saiba várias CURIOSIDADES do clássico filme de terror slasher

Pânico (1996), de Wes Craven, se tornou um dos maiores sucessos do terror adolescente no cinema, e um dos filmes mais influentes e revolucionários do gênero. O longa revitalizou o subgênero slasher no fim dos anos 1990, que se encontrava sem fôlego no início da mesma década. O uso de humor, metalinguagem e diálogos espertos – que demonstravam como os jovens realmente interagiam entre si – foram alguns dos segredos do sucesso do filme.

Pânico fez 29 anos de lançamento no dia 18 de Dezembro de 1996 nos EUA, mas só chegou no Brasil no dia 31 de Janeiro de 1997… sim, o tempo passa. E dando continuidade às homenagens desta querida franquia, entregamos agora uma matéria especial sobre curiosidades do filme que deu origem a tudo. Vem conhecer e não esqueça de comentar.

Baseado em uma história REAL

O roteiro de Pânico foi escrito por Kevin Williamson, que se tornou um dos nomes mais quentes da indústria na época, após o sucesso do filme. O roteirista se baseou em partes em um caso verídico para criar a história. O tal caso ocorreu em 1990, em Gainesville, na Flórida, quando o psicopata Danny Harold Rolling, conhecido como o “estripador de Gainesville”, assassinou cinco adolescentes de forma cruel. Ele foi capturado, confessou o crime e foi condenado à morte, depois sendo executado.

O roteiro de Kevin Williamson foi alvo de uma verdadeira guerra de ofertas, como um leilão entre grandes estúdios. Querendo adquirir o texto do escritor estavam a Paramount, a Universal e a produtora Morgan Creek. Os lances finais ficaram entre o diretor Oliver Stone, na época à frente da produtora Cinergi Pictures, e os irmãos Weinstein, da Miramax.

Williamson, inclusive, já havia escrito um tratamento de cinco páginas, que serviu como o esqueleto para Pânico 2, ao final do roteiro original. Após o sucesso do filme, a continuação recebeu sinal verde, e Williamson desenvolveu sua ideia para um roteiro completo. O título original, como muitos podem saber, era Scary Movie – ou “filme assustador”. Quando foi mudado para Scream, ou Grito, o título planejado originalmente foi usado pela paródia Todo Mundo em Pânico (2000).

Para o papel protagonista, o autor do texto escreveu Sidney pensando na ruivinha Molly Ringwald, a rainha dos filmes adolescentes da década de 1980 (vide Gatinhas e Gatões e Clube dos Cinco), e uma das atrizes favoritas do roteirista. Ringwald, por outro lado, apesar de lisonjeada, optou por não interpretar uma colegial no auge de seus 27 anos. Neve Campbell, que viria a interpretar o papel, tinha 23 anos na época.

Assassino Mascarado

A máscara do vilão Ghostface, o assassino da franquia, surgiu por acaso. Enquanto procurava locações para o filme, o diretor Wes Craven estava visitando uma das casas que havia gostado e dentro de um dos quartos ele encontrou a máscara. Assim que bateu os olhos, a enviou para o estúdio, onde os executivos pediram para que uma máscara similar fosse produzida, porém, modificando alguns detalhes – já que não possuíam os direitos autorais da máscara original.

O visual da máscara é baseado em algumas obras pré-existentes. Primeiro, no clássico quadro “Scream”, O Grito, de Edvard Munch. Segundo, no personagem na capa do álbum The Wall, do Pink Floyd. E por último, no personagem fantasmagórico do desenho Betty Boop, de 1930. Segundo a designer da máscara, a artista Brigitte Sleiertin, a imagem que lembra ao mesmo tempo um grito e um choro, retrata diferentes emoções: uma face de horror, uma face de pesar e uma face de frenesi.

Inicialmente, o famoso traje do assassino Ghostface seria branco, para ficar mais semelhante a um fantasma. Porém, a ideia foi descartada devido ao medo dos produtores de que a fantasia ficasse muito semelhante às vestimentas usadas pelo grupo racista Ku Klux Klan.

 

Personagens e Atores

Originalmente, Drew Barrymore havia sido escalada para o papel da protagonista Sidney. Porém, Barrymore sugeriu que ficasse com o papel de Casey – apesar de ser o nome mais conhecido do elenco. Sua teoria era a de que ao viver Casey, o público imaginaria que tudo poderia acontecer no filme, já que a atriz mais famosa morreria logo de início. Drew Barrymore filmou suas cenas em 5 dias. Para manter a atriz assustada e chorando durante a cena de abertura, o diretor Wes Craven contava histórias de crueldade contra animais para ela, uma amante e defensora das causas dos bichinhos.

Com a saída de Barrymore do papel principal, ele foi oferecido a Reese Witherspoon, que o recusou. No mesmo ano, a atriz vencedora do Oscar estrelaria o suspense Medo. Outras que fizeram teste para o papel foram a saudosa Brittany Murphy (As Patricinhas de Beverly Hills) e Melissa Joan Hart (Sabrina – A Aprendiz de Feiticeira). O papel eventualmente ficaria com Neve Campbell, atriz imortalizada pela personagem Sidney. Wes Craven a escolheu devido ao seriado O Quinteto (Party of Five). O diretor achou que Campbell era a mistura perfeita de inocência e força física para se cuidar das ameaças. Porém, a atriz estava relutante em aceitar o papel de início por não querer participar de outro filme de terror seguido, após Jovens Bruxas – lançado no mesmo ano.

Para o papel da repórter Gale Weathers, a icônica Brooke Shields por pouco não foi escalada, após a atriz Janeane Garofalo recusar o personagem. Mostrando como Hollywood pode ser cruel, Elizabeth Berkley fez o teste para o mesmo papel, porém, foi imediatamente recusada após o fracasso de sua atuação e do filme Showgirls (1995). Courteney Cox, que ficaria definitivamente com o trabalho no filme, correu atrás dele com unhas e dentes, e insistiu apesar das recusas dos produtores. Ela estava decidida a mudar a imagem de boazinha, conquistada pelo seriado Friends, e procurava interpretar uma “megera”.

O policial trapalhão Dewey, vivido por David Arquette, morreria no desfecho original do filme. No entanto, em exibições teste, o público gostou tanto do personagem que Craven decidiu gravar uma cena em que ele sai de ambulância caso mudasse de ideia sobre deixá-lo viver. Outra curiosidade é que inicialmente Dewey seria uma espécie de galã do filme, e Arquette só aceitou interpretá-lo quando o roteiro foi reescrito para que o personagem ganhasse suas características cômicas.

Skeet Ulrich, que ficou com o papel de Billy Loomis, o namorado da protagonista, foi escolhido por sua semelhança física com Johnny Depp. A cena em que o personagem entra pela janela da namorada, é inclusive uma homenagem para A Hora do Pesadelo (1984) – com o próprio Depp realizando a façanha. No entanto, a primeira opção dos produtores para Billy era o então jovem ator Joaquin Phoenix, que recusou a proposta. Já pensaram?

Freddie Prinze Jr. fez o teste para o papel de Stu – que ironicamente ficou com Matthew Lillard, após este ter sido visto, no corredor do prédio onde estavam sendo realizadas as audições, por uma das produtoras de elenco. Lillard estava somente acompanhando sua então namorada para outro teste no mesmo prédio. Prinze viria a participar de outro terror adolescente de sucesso, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, lançado no ano seguinte de Pânico.

Diretor e Produção

Como todos sabem, Pânico se tornou uma franquia de sucesso devido a uma harmoniosa colaboração. Além do roteiro criativo de Kevin Williamson, um dos grandes responsáveis por esta obra icônica foi o diretor Wes Craven, grande nome do gênero. Mas o saudoso cineasta não foi a primeira opção do estúdio, e o longa foi oferecido a outros diretores. Entres eles, George A. Romero (A Noite dos Mortos Vivos), Sam Raimi (A Morte do Demônio), Danny Boyle (Trainspotting) e Robert Rodriguez (Um Drink no Inferno). O roteirista Williamson, no entanto, afirmou que nenhum deles havia entendido a ideia, pois todos acreditavam que se tratava mais de uma comédia do que um terror. Coincidentemente, dois anos depois de Pânico, Rodriguez viria a colaborar com Williamson em Prova Final (1998).

Fora isso, o diretor Wes Craven inicialmente recusou a proposta de dirigir o filme, por considerá-lo muito violento. Ele voltou atrás, pensando em dirigir um novo filme de terror que agradasse aos fãs. Na época, o cineasta estava desenvolvendo um remake de Desafio do Além (1963), que nunca se concretizou. O filme eventualmente seria refilmado em 1999, produzido por Steven Spielberg com o título A Casa Amaldiçoada. O texto também deu origem à elogiadíssima série A Maldição da Residência Hill, da Netflix.

Pânico é a única franquia de terror na qual o mesmo diretor assinou o comando de todos os filmes, com Wes Craven à frente dos quatro longas. Infelizmente, isso mudará com o possível lançamento do quinto filme, já que o saudoso cineasta nos deixou em 2015, antes de realizar seu desejo de Pânico 5.

O produtor Bob Weinstein, irmão de Harvey Weinstein, responsáveis pelo estúdio dono de Pânico, não gostou dos copiões que viu e achou a máscara do assassino, em suas palavras: “idiota”. O mega empresário sugeriu que fossem gravadas cenas com diversas outras máscaras, para depois decidirem pela que seria a definitiva. A equipe protestou e ameaçou parar a produção, pedindo para Weinstein assistir à cena completa do ataque no início do filme. Após atender ao pedido, Bob gostou do que viu e não reclamou mais.

O clímax do filme, a cena da festa, dura 40 minutos. As gravações ocorreram por 21 dias, sempre do momento em que o sol se punha ao nascer dele – durante toda a madrugada. Ao término desta maratona, a equipe mandou fazer camisas com os dizeres: “Eu Sobrevivi à cena 118”. O elenco apelidou a cena como “a noite mais longa na história do terror”.

Pânico foi o primeiro trabalho do compositor Marco Beltrami em uma produção cinematográfica de grande escala. Beltrami depois foi indicado duas vezes ao Oscar, por suas composições em Os Indomáveis (2007) e Guerra ao Terror (2009). Entre suas composições mais recentes estão as dos filmes Ford Vs Ferrari e a franquia Um Lugar Silencioso.

Referências e Homenagens

Pânico é lotado de referências, e algumas delas são ao clássico absoluto de John Carpenter, Halloween – A Noite do Terror (1978), que inclusive aparece numa cena  assistido pelos jovens na festa do final. Na cena de abertura em que o pai de Casey manda a mãe pedir ajuda na casa dos vizinhos, os Mackenzie, é o mesmo diálogo proferido por Laurie (Jamie Lee Curtis) para as crianças no desfecho de Halloween.

Outro clássico de horror que é mencionado no longa é O Exorcista (1973), quando Billy escala a janela do quarto de Sidney. Além desta citação, a própria protagonista Linda Blair, que interpretou a menina Reagan, faz uma ponta em Pânico, no papel de uma repórter.

Além de inúmeros filmes serem citados ao longo da projeção de Pânico, um dos momentos mais curiosos é quando o próprio diretor Wes Craven aparece com as vestimentas de sua outra grande criação, Freddy Krueger, no papel do faxineiro… bem, Freddy.

Recepção do Filme

Pânico é um ótimo exemplo do que a propaganda boca a boca pode fazer para o sucesso de um filme. A ideia dos produtores em lançar o longa em dezembro, época de filmes voltados para o Natal e a família, com o propósito de dar aos fãs de terror algo para assistirem no período, se mostrou um equívoco. Pânico estreou em quarto lugar, com US$6.4 milhões arrecadados. A qualidade do filme, no entanto, evitou o fracasso da decisão dos executivos. Desesperados, os produtores viram o boca a boca positivo elevar a cada semana a arrecadação do filme. Isso é algo que raramente ocorre após a estreia. No final de sua estadia nas telonas, o terror somava mais de US$100 milhões em bilheteria, fazendo dele um blockbuster.

Em matéria de “esta capa foi feita por um estagiário”, um dos cartazes do filme mostra o ator Skeet Ulrich portando bigode e cavanhaque, imagem tirada de sua participação em Melhor é Impossível (1997). Em Pânico, Ulrich está barbeado.

Pânico, infelizmente, ficou marcado por ser o marco zero do movimento Me Too. Foi nesta produção que a atriz Rose McGowan, que vive Tatum, a melhor amiga da protagonista Sidney, conheceu o produtor Harvey Weinstein, responsável por este longa. McGowan foi a primeira mulher a vir a público com denúncias contra o mega executivo do cinema, fazendo acusações de assédio. Ela incentivou outras a seguirem o mesmo caminho, e marcarem nas redes sociais a hashtag (#) Me Too. Assim nasceu o movimento e a queda do poderoso abusivo e tóxico.

10 FILMES PERFEITOS pra zerar a preguiça do fim de semana!

O fim de semana chegou e agora só queremos pipoca, sofá – e filmes bons para conferir! Nesse momento de nossa semana, onde conseguimos relaxar, é aquela hora para atualizarmos sobre bons projetos que estão disponíveis pelos streamings. Pensando nisso, resolvemos criar um lista bem legal com algumas sugestões:

 

Os Belos Dias (Reserva Imovision)

Na história, acompanhamos a dentista Caroline (Fanny Ardant), que, ao aposentar, passa por um processo de mudança e busca por liberdade. Para quebrar sua rotina tediosa, ela se inscreve em um clube cheio de atividades. Assim, redescobre a vida, se sente mais jovem e se envolve com um homem mais novo – seu professor de informática – gerando uma série de acontecimentos culminando em um desfecho emocionante.

 

O Clube do Crime das Quintas-Feiras (Netflix)

Com atuações maravilhosas e um ritmo equilibrado, percorremos a história de um grupo de pessoas na melhor idade que vivem em um enorme lar e se reúnem para refletir sobre crimes. Até que, um dia, um assassinato acontece bem próximo a eles, levando-os a embarcar pelas verdades sobre o ocorrido.

 

O Vale do Amor (Reserva Imovision)

Valley of Love (no original), conta a história de um ex-casal francês que, de forma inesperada, volta a se encontrar após certo tempo, ao receber uma carta do filho falecido. Assim, entre as dores que jamais cicatrizam e sem a menor perspectiva de algum final feliz, a dupla embarca numa jornada melancólica.

 

Doce e Sangrento (Netflix)

Parthiban (Joseph Vijay) é um homem querido por todos, carinhoso, pai de família, dono de um café, que mora numa confortável casa desde que se mudou para uma cidade na Caxemira. Vivendo em paz seus dias, sempre está disposto a ajudar sua comunidade. Certo dia, após alguns criminosos entrarem em seu bar e tacarem o terror, o protagonista consegue combatê-los, virando logo uma celebridade local. Até que logo depois, a notícia chega até uma perigosa gangue que alega: Parthiban na verdade é um ex-membro deles. A partir daí, algumas verdades começam a aparecer.

 

As Quatro Filhas de Olfa (Filmelier Plus)

Ao longo de 107 minutos de projeção, vamos acompanhando recortes nas vidas de Olfa e suas filhas. Desde a infância, o crescimento das meninas, a vivência no período da conhecida Revolução de Jasmim até uma radicalização e sumiço de duas delas que acaba trazendo dor e sofrimento sem fim. Reviver tudo o que passaram se transporta para a tela, com encenações de momentos das duas filhas que ficaram e duas atrizes substituindo as que foram. Memórias se misturam com às incertezas que duram até os dias atuais.

 

O Congresso Futurista (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Escrito e dirigido pelo cineasta Ari Folman, O Congresso Futurista nos mostra a história de uma mulher, muito famosa no passado, que recebe uma inusitada proposta de um grande estúdio para ter sua imagem totalmente digitalizada, desencadeando uma série de conflitos a partir disso.

 

Camponeses (HBO MAX)

Jagna é uma jovem sonhadora e delicada que mora numa pequena aldeia dominada por homens gananciosos. Quando é seduzida por Antek, um homem casado, acaba tendo um casamento arranjado com o pai dele, Boryna, o mais rico homem da região. Levada por uma correnteza de incertezas, com a inveja dos outros integrantes do lugar dando início a fofocas cruéis, aos poucos vai entrando em rota de colisão com todos do lugar.

 

Sem Coração (Netflix)

Tamara (Maya de Vicq) é uma jovem alegre e repleta de amigos que vive seus últimos momentos numa cidade no litoral de Alagoas, onde nasceu e foi criada. Certo dia, ela escuta falar de uma outra jovem, conhecida como ‘sem coração’ (Eduarda Samara), uma menina solitária que ajuda o pai, pescador, nos trabalhos profissionais. Aos poucos, Tamara começa a desenvolver uma atração por essa jovem.

 

Que Mal Eu Fiz a Deus? (Prime Video)

Claude Verneuil (Christian Clavier) é um homem com uma vida boa que vive seu final de vida ao lado da esposa. A pacata vida deste orgulhoso cidadão francês é completamente abalada quando é apresentado aos pretendentes de suas filhas.

 

O Despertar de Motti (Netflix)

Na trama, conhecemos o tímido Motti Wolkenbruch (Joel Basman), um jovem exemplar que se dedica à faculdade de economia de tarde e pela manhã ajuda seu pai na contabilidade da empresa da família. Ele enfrenta o maior obstáculo da vida quando se apaixona por Laura (Noémie Schmidt). Motti, movido por esse sentimento tão grandioso que temos como o amor, quer navegar e ser comandante de seu próprio destino, nada arranjado.

 

 

Crítica | ‘Alvo da Máfia’ – Chegou à Netflix um verdadeiro parque de diversões dos clichês!

Ligamos na Netflix para conferir o atual Top 1 da plataforma, sempre com o coração aberto para nos surpreendemos com boas histórias. Não foi o que aconteceu. Ao tentar abordar uma jornada de redenção e novos olhares sobre uma alma completamente envolvida na violência e desumanidade ao longo da vida, o longa-metragem Alvo da Máfia se revela como um entretenimento rápido e rasteiro que, em menos de 15 minutos, despeja um mar de conflitos mal resolvidos na tela, culminando em um final previsível e com soluções óbvias.

Dirigido pelo cineasta tailandês Wych Kaosayananda, com roteiro assinado por Peter M. Lenkov e Ken Solarz, o filme busca a mesma receita de bolo de muitos outros filmes de ação. Não avança em camadas, deixando o rastro de sangue ditar o ritmo de sua trama. Com a perspectiva centrada em seu fraco protagonista – cuja construção não ganha maiores observações – somos conduzidos para um sonolento parque de diversões dos clichês.

Bang (Jack Kesy) é um assassino de aluguel caladão que trabalha para uma organização criminosa comandada por um inescrupuloso empresário (Peter Weller, aquele mesmo famoso intérprete de Robocop). Após sofrer um atentado e ficar entre a vida e a morte, ele se recupera e passa a enxergar o mundo com outros olhos, embarcando em jornada de redenção ao se aproximar da esposa de seu doador.

Sem a pitada de criatividade que cada vez mais os cinéfilos procuram, e abusando de fórmulas gastas e situações violentas, o projeto avança como um desfile de estereótipos pelas linhas de um roteiro preguiçoso, que busca equilíbrio em uma narrativa marcada por um ritmo acelerado e por personagens na contramão do carisma, carentes de complexidade.

Alvo da Máfia se consolida como mais um filme esquecível disponível pelos streamings neste ano – uma obra sem personalidade, que cata os cacos de estruturas requentadas de um gênero carente de boas histórias para entregar somente o mais do mesmo.

Crítica | ‘A Última Fronteira’ – Entre bons e sonolentos episódios, série da APPLE TV se resume a uma gangorra de emoções apenas satisfatória

A Apple Tv vem trazendo, ao longo de sua ainda curta história, diversas obras de impacto quando o assunto é séries. Você pode perceber isso pelas diversas listas de melhores do ano espalhadas pela internet, nas quais sempre aparece uma série desse poderoso streaming – que talvez ainda não tenha o reconhecimento que merece. A Última Fronteira, criada por Jon Bokenkamp e Richard D’Ovidio, chegou para tentar ser mais um desses competentes títulos: uma trama de espionagem ambientada no frio do Alaska que distribui reflexões sobre moral, família e identidade.

Ao longo dos seus 10 episódios, acompanhamos Frank (Jason Clarke – um dos atores mais subestimados dos últimos anos) um policial federal alocado no Alaska, sua terra natal, com fortes marcas no passado. Ele precisa lidar com a inusitada queda de um avião repleto de prisioneiros perigosos e ir à caça dos sobreviventes. Nessa perigosa caminhada, acaba recebendo a ajuda da misteriosa Sidney (Haley Bennett), uma agente da inteligência norte-americana que parece saber muito mais do que revela.

A narrativa propõe alguns olhares sobre a situação central de sua premissa, oferecendo ao público dois protagonistas, duas perspectivas. Em um primeiro momento – e talvez a base mais sólida dessa história – conhecemos um homem que tenta reestruturar sua família após uma tragédia do passado, algo que estremeceu a relação com a esposa e afastou um pouco o filho. Guiado por princípios e buscando não entrar nos deslizes da hipocrisia, Frank é aquele típico policial boa praça: que todos gostam e defensor da sua comunidade. Esse personagem é muito bem lapidado através de mais uma ótima atuação de Jason Clarke.

Quando entramos nas verdades sobre Sidney e ganhamos a oportunidade de seguir por sua perspectiva, o roteiro busca encontrar rapidamente as peças do quebra-cabeça que se apresenta, embolando explicações. Ao transformar a ambígua agente secreta em uma peça que transita entre o que pode certo ou errado – com contradições e conflitos morais – a narrativa se perde em meio a uma embolada trama de espionagem, que vai perdendo aos poucos o sentido.

De um ponto simples de seu enredo à forma como a história se apresenta (o roteiro), essa série parece não conseguir sustentar todos os elementos de impacto que propõe. Há bons episódios e outros sonolentos, resultando em uma gangorra de emoções apenas satisfatória. A aposta em compor personagens com certo grau de anti-heroísmo, como forma de validar falhas morais evidentes, acaba sendo um tiro no pé de uma narrativa que poderia nos envolver bem mais.