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Brasil terá uma nova MAJOR: Amazon MGM Studios abrirá um escritório de distribuição no Brasil

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A Amazon MGM Studios confirmou que abrirá um escritório de distribuição no Brasil e, a partir de 2026, passará a distribuir diretamente seus filmes no território nacional.

A informação foi revelada com exclusividade ao Portal Exibidor pelo executivo Caio Meira, que assume o cargo de Head of Brazil Theatrical Distribution e será responsável por conduzir a implantação e expansão das operações da companhia no país.

A decisão ocorre quase quatro anos após a aquisição da MGM pela Amazon, concluída em fevereiro de 2022. Para liderar o novo braço de distribuição, a empresa escolheu Meira, profissional com trajetória consolidada no mercado audiovisual. Ele iniciou a carreira na Cinemark, atuou por quase dez anos como diretor de vendas da Paramount no Brasil e, mais recentemente, estava no México como diretor de distribuição e vendas da Universal — onde também liderava os lançamentos da Warner, já que, no mercado mexicano, a Universal é responsável pela distribuição dos títulos do estúdio.

“Feliz em poder voltar a trabalhar no Brasil, assumindo o desafio de coordenar a abertura da operação de cinema dessa importante companhia que é a Amazon MGM Studios. A experiência de trabalhar por quatro anos e meio em um mercado de destaque mundial, como o mexicano, distribuindo conteúdos de dois grandes estúdios, como Universal e Warner, foi extremamente enriquecedora”, comemora Caio Meira. 

O executivo chega ao Brasil no fim de novembro para iniciar os trabalhos preliminares. A formação da equipe nacional está prevista para começar em janeiro, enquanto o escritório deve ser inaugurado entre janeiro e abril — período que também marca o início da distribuição própria no país.

Até lá, a Sony Pictures continuará responsável pelos lançamentos da Amazon MGM, conforme acordo firmado recentemente entre as empresas. Com o fim do contrato com a Sony, a Amazon MGM assumirá integralmente a distribuição de seus filmes no Brasil. Produções nacionais que venham a ser desenvolvidas pelo estúdio, como ocorreu com ‘Perrengue Fashion‘, realizado em parceria com a Paris Filmes, também passarão a ficar sob a gestão de Caio Meira.

‘Terror em Silent Hill: Regresso’ ganha novo trailer; Confira!

‘Terror em Silent Hill: Regresso’, adaptação do jogoSilent Hill 2”, ganhou seu mais novo trailer, levando-nos novamente à assombrada cidade marcada pela presença do aterrorizante Pyramid Head.

A Paris Filmes agendou o lançamento para 12 de março, nos cinemas.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Hannah Emily AndersonEvie Templeton também integram o elenco como Mary e Laura, respectivamente.

‘Silent Hill’: Astro do novo filme da franquia revela que foi EXAUSTIVO participar do projeto

Na trama, James é um homem quebrado após ter sido separado do seu grande amor. Quando uma carta misteriosa o chama de volta a Silent Hill em busca dela, ele percebe que a cidade foi transformada por um mal desconhecido.

Enquanto James se aventura cada mais vez na escuridão, ele encontra figuras aterrorizantes, tanto familiares quanto novas, e começa a questionar sua própria sanidade enquanto ele luta para manter o senso da realidade por tempo suficiente para salvar seu amor perdido.

Dirigido por Christophe Gans – que comandou a adaptação ‘Terror em Silent Hill‘, de 2006 –, o filme é baseado em ‘Silent Hill 2, o segundo e mais popular jogo da série de videogames de sucesso da Konami.

Lançado em 2006, ‘Terror em Silent Hill‘ arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente. A sequência, ‘Silent Hill: Revelação‘, fracassou nas bilheterias com apenas US$ 55.3 milhões arrecadados mundialmente, além de ter sido massacrada pelos críticos.

‘Os Normais’, com Fernanda Torres, e as Famosas Séries Brasileiras que Ganharam Filmes para o Cinema!

As Famosas Séries Brasileiras que Ganharam Filmes para o Cinema… A conexão entre o cinema e a TV é forte, e data de muito tempo. Podemos dizer, desde os primórdios do conteúdo televisivo. Essa ligação audiovisual ocorre pelo mundo, incluindo aqui no Brasil. Isso explica, por exemplo, o sucesso dos filmes dos Trapalhões na década de 1980 – quando os longas do quarteto batiam produções Hollywoodianas nas bilheterias de nosso país. Eles eram o verdadeiro fenômeno de público. Saídos, é claro, de seu próprio programa de TV, em especial o mais famoso deles na rede Globo. O mesmo se aplica à rainha dos baixinhos, Xuxa, outra personalidade que emplacou nas telonas, depois do sucesso nas telinhas.

Mas não foram apenas Os Trapalhões e a Xuxa que emplacaram nos cinemas após o sucesso na TV. Personalidades como Sérgio Mallandro, Faustão, Angélica, entre outros, também obtiveram a cereja do bolo de suas carreiras nas telonas. Aqui iremos listar algumas famosas séries brasileiras e programas de TV que migraram das telinhas para as telonas. Relembre as séries brasileiras que ganharam filmes para o cinema.

Os Normais (2003)

Um dos programas de maior sucesso da TV brasileira na década de 2000, ‘Os Normais’ foi criado e escrito pela saudosa Fernanda Young, uma das vozes mais originais de nossa dramaturgia. A proposta era falar de forma “nua e crua” sobre o relacionamento de um casal (Fernanda Torres e Luiz Fernando Guimarães), abordando questões modernas para a época. A série durou três temporadas, de 2000 a 2003. No mesmo ano do término do programa, foi lançado o primeiro longa-metragem para o cinema. Seis anos depois, ganhávamos também uma sequência do filme, com ‘Os Normais 2 – A Noite Mais Maluca de Todas’.

A Grande Família (2007)

Aqui temos um caso curioso. Acontece que, embora a grande maioria conheça ‘A Grande Família’ em sua versão de 2001 – com Marco Nanini, Marieta Severo e Pedro Cardoso (imortalizado como Agostinho Carrara) -, o programa na verdade se trata de um remake de uma série brasileira da década de 1970, que trazia nomes como Jorge Dória, Eloísa Mafalda e Osmar Prado no elenco, e que marcou toda uma geração (seus pais ou avós certamente falam dela ainda hoje). É inegável também, por mais sucesso que a original tenha feito, a reimaginação a superou em todos os sentidos, ainda mais na popularidade. A prova disso foram as 14 temporadas que durou. Enquanto o programa ainda estava no ar, tivemos um filme para fazer companhia, que foi lançado nos cinemas em 2007.

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A Taça do Mundo é Nossa (2003)

Com esse título enaltecendo a paixão nacional, o futebol, a trupe do Casseta & Planeta estreava seu primeiro filme nas telonas em 2003. O ‘Casseta & Planeta’ começou nas páginas de revistas e tabloides ainda em 1986. Em 1992, o grupo de humoristas ganhava seu primeiro programa na TV. Dono de um humor escrachado e incorreto, o programa casou bem com a época e foi um enorme sucesso. Formado por esquetes, ‘Casseta & Planeta Urgente’ durou até 2012. O primeiro filme, ao contrário, teve um enredo passado na década de 1970, no qual um grupo de delinquentes tenta roubar a taça Jules Rimet. O grupo ainda estrelaria ‘Seus Problemas Acabaram’ (2006) e ‘As Aventuras de Agamenon – O Repórter’ (2012).

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Sai de Baixo (2019)

Não dá para entender como algumas coisas demoram tanto a acontecer. Esse foi o caso com a versão para o cinema de um dos programas mais populares da TV brasileira. ‘Sai de Baixo’ reinou nas noites de domingo, em meados dos anos 90. A família disfuncional do bairro do Arouche, em São Paulo, encabeçado pelo rouba cenas Miguel Falabella como Caco Antibes (ao lado de Agostinho Carrara, os dois mau-caráter mais carismáticos e engraçados do Brasil). ‘Sai de Baixo’ ficou no ar de 1996 a 2013, mas no cinema, o filme só rolou quanto o hype já havia passado há muito tempo, em 2019.

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Vai que Cola (2015)

Casseta & Planeta’, ‘Sai de Baixo’, ‘Os Normais’ e ‘A Grande Família’ são séries icônicas da TV brasileira, e serão para sempre lembrados como algumas das melhores de nossa dramaturgia de todos os tempos. Mas isso não significa que nosso país não siga criando programas populares muito queridos. Um que segue se reinventando e ainda está no ar depois de 10 temporadas é ‘Vai que Cola’. A estreia da série foi em 2013, e dois anos depois, o programa ganhava um filme para chamar de seu, igualmente estrelado pelo saudoso Paulo Gustavo no papel de Valdomiro, um golpista que precisa se refugiar em uma pensão no Méier, no Rio de Janeiro. Apesar do sucesso, uma sequência do filme só seria lançada em 2019, na forma de ume prequel, uma história passada antes inclusive da série, que mostra como tudo começou.

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Tô de Graça (2024)

Outro programa que fez e ainda faz muito sucesso na TV a cabo é ‘Tô de Graça’, estrelado por Rodrigo Sant’Anna no papel da humilde e desbocada Maria da Graça. A série estreou em 2017, e durou seis temporadas até 2022. É claro que o sucesso merecia uma adaptação cinematográfica, que estreou nas telonas este ano, em junho.

Os Caras de Pau (2014)

Um dos maiores humoristas do Brasil, o astro Leandro Hassum começou a fazer sucesso na comédia quase infantil ‘Os Caras de Pau’, que era exibido na TV Globo nos domingos pela tardinha. O programa estreou em 2010 e durou até 2013. Hassum fazia par com Marcius Melhem, como uma espécie de ‘Gordo e Magro’ modernos e tupiniquins. Hassum deslanchou no cinema em filmes próprios, mas fez questão de estrelar ao lado do amigo uma versão de ‘Os Caras de Pau’ para as telonas, que estreou em 2014.

Os Suburbanos (2022)

Rodrigo Sant’Anna é um dos novos reis do humor brasileiro. Além de ‘Tô de Graça’, o comediante emplacou também em outra série do canal Multishow da TV a cabo: ‘Os Suburbanos’, programa que estreou em 2015, e tem seis temporadas, com 150 episódios. A ideia, baseada em uma peça de autoria de Sant’Anna (de 2005), é retratar a vida dos subúrbios do Rio de Janeiro, tendo como protagonista Jefinho do Pagode, um aspirante a cantor da música popular brasileira. A versão para o cinema estreou em 2022. O curioso é que Sant’Anna já havia feito um filme de título e premissa similar, com ‘Um Suburbano Sortudo’, de 2016.

Novelas

Tieta do Agreste (1996)

Tieta’ é a segunda novela mais vista na história da rede Globo. Exibida originalmente em 1989, o folhetim irá ser reprisada novamente em breve (enquanto não ganha o tão esperado reboot). Baseada na obra de Jorge Amado, a ideia foi levada para o cinema, com o título original do livro ‘Tieta do Agreste’, em 1996, onde Tieta era vivida por Sônia Braga (substituindo Betty Faria).

O Bem-Amado (2010)

Novela clássica de 1973, sobre um político corrupto, mas carismático, de uma pequena cidade do interior, baseada na peça de Dias Gomes, que também escreveu o texto da novela. A versão para o cinema estreou em 2010, trazendo Marco Nanini como Odorico Paraguaçu, o saudoso José Wilker como Zeca Diabo, e Matheus Nachtergaele como Dirceu Borboleta. Dirigido por Guel Arraes, o longa tentou repetir o clima e o sucesso de ‘O Auto da Compadecida’ e ‘Lisbela e o Prisioneiro’.

Giovanni Improtta (2013)

Uma outra tendência na década passada no cinema nacional era spin-offs de personagens que se destacavam em novelas – ao invés de versão para o cinema das próprias novelas. Por exemplo, ao invés de uma adaptação para o cinema da popular ‘Senhora do Destino’ (já pensou ver a vilã Nazaré Tedesco nas telonas, chamando a protagonista Maria do Carmo de “anta nordestina”?), a opção foi levar apenas um de seus personagens mais divertidos e carismáticos, o ex-bicheiro Giovanni Improtta, vivido pelo saudoso José Wilker, sozinho para o cinema, em um filme próprio.

Crô (2013)

O mesmo ocorreu com ‘Crô – O Filme’. Assim como Giovanni Improtta, Crô (papel de Marcelo Serrado) era um personagem secundário da novela ‘Fina Estampa’ (outra novela do horário nobre da rede Globo, as 21horas). O curioso é que Crô era o aliado da vilã da novela, Tereza Cristina, papel de Christiane Torloni – uma espécie de secretário / mordomo. Logo no ano seguinte após o término da novela, Crô ganharia seu próprio filme. Mas não apenas isso. O sucesso foi tanto que cinco anos depois seria lançado a sequência ‘Crô em Família’.

Manifesto

(Manifesto)

 

Elenco:

Cate Blanchett
Erika Bauer
Ruby Bustamante

Diretor: Julian Rosefeldt

Gênero: Drama

Duração: 89 min.

Distribuidora: Mares Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 26 de Outubro de 2017

Sinopse: 

Os históricos manifestos de arte podem ser aplicados à sociedade contemporânea? Uma homenagem às declarações artísticas e inovadoras do século XX, dos futuristas e dadaístas ao Pop Art, Fluxus, Lars von Trier e Jim Jarmusch, esta série de reencenações interpretadas por Cate Blanchett explora os componentes performativos e o significado político dessas declarações.

Curiosidades: 

» O filme foi exibido no TRIBECA FILM FESTIVAL, FESTIVAL DE SUNDANCE e FESTIVAL DE ROTERDÃ 2017.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

James Cameron revela juramento de sangue para fazer sequência de ‘Alita: Anjo de Combate’: “Estamos fazendo progresso”

O cineasta James Cameron, que atuou na produção e roteiro da adaptação para os cinemas de Alita: Anjo de Combate, falou recentemente sobre a aguardada possibilidade de uma sequência da obra.

Segundo o AnimeMojo, Cameron destacou o forte desejo de dar continuidade ao longa de 2019:

“Eu aprecio a lealdade dos fãs de Alita. Robert Rodriguez e eu fizemos um juramento de sangue para fazer pelo menos mais um filme de Alita. Na verdade, estamos pensando em uma arquitetura que possa conectar a um terceiro filme, mas ficaremos satisfeitos se conseguirmos fazer apenas mais um. E estamos fazendo progressos nesse sentido”, afirmou.

Alita: Anjo de Combate é baseado na popular série de mangás de Yukito Kishiro.

O primeiro longa arrecadou US$ 404.9 milhões nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de US$ 170 milhões.

Alita: Anjo de Combate’ está disponível para streaming no Disney+.

Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.

Executivo da HBO confirma discussões sobre 2ª temporada de ‘Pinguim’

pinguim

Casey Bloys, chefe de conteúdo da HBO Max, falou recentemente sobre o futuro de ‘Pinguim’, a série derivada de sucesso de ‘The Batman’.

Embora ainda não haja uma confirmação oficial, o executivo revelou que o estúdio tem grande interesse em continuar a produção.

“Estamos conversando com a equipe da DC sobre como poderia ser uma segunda temporada de The Penguin”, afirmou Bloys, conforme o ComicBookMovie.

A série, estrelada por Colin Farrell, acompanhou a jornada de ascensão do vilão Pinguim até que ele conseguisse dominar Gotham. A produção foi um sucesso tanto de crítica quanto de público.

Vale lembrar que o ator Colin Farrell está confirmado para retornar como o icônico vilão no filme ‘The Batman: Parte II’, a sequência do épico dirigido por Matt Reeves.

‘Pinguim’: Colin Farrell fala sobre possível 2ª temporada; “Teria que ser algo realmente incrível”

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A sequência do aclamado filme dirigido por Matt Reeves já tem data marcada: ‘The Batman – Parte II’ estreia nos cinemas em 1º de outubro de 2027.

Segundo Reeves, as filmagens estão previstas para começar entre o fim de abril e o início de maio de 2026.

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Lembrando que o primeiro filme está disponível na Max.

Crítica | Homo Argentum – Guillermo Francella Abrilhanta Compilado de Crônicas do Homem Contemporâneo

Existem três nomes argentinos que, se colocados lado a lado numa produção, é certeza de qualidade: Guillermo Francella, Mariano Cohn e Gastón Duprat. A dupla de roteiristas e diretores, indicados ao Oscar por ‘O Cidadão Ilustre’, tem como assinatura criar histórias que observam o cotidiano e o contemporâneo, acentuados por uma forte crítica social, principalmente sobre o próprio país, Argentina. E desde que Francella começou a estrelar seus filmes, o trio conquistou não só o público argentino, mas o latino-americano, principalmente o brasileiro. Por essas e outras que ‘Homo Argentum’, novo projeto dos três, teve pré-estreia no Festival do Rio 2025, com a presença de Mariano Cohn apresentando-o ao público presente.

Em um compilado que totaliza uma hora e cinquenta, ‘Homo Argentum’ traz dezesseis histórias que duram entre um e vinte minutos mais ou menos. Todas são estreladas por Guillermo Francella, que se caracteriza de forma diferente para cada uma delas. Algumas histórias possuem mais personagens e diálogos, outras, são tão rápida como um mero episódio da vida cotidiana. O projeto, é verdade, poderia ser uma série de mini histórias, como o ‘What If’ da Marvel, mas o fato de terem optado pelo formato de longa-metragem não só emprega um quê de ousadia no projeto como também aposta na sua projeção: ver a essas dezesseis histórias no cinema faz tem muito mais impacto pela experiência coletiva de reagir às tramas juntos, ao invés de sozinho em casa.

Das histórias, vale separar a primeira (não à toa, o carro chefe da produção), em que Francella vive um homem de classe média alta debatendo a migração compulsória dos jovens para a Europa, e, em seguida, vai à varanda fumar um cigarro e um acidente acontece. A maestria com que o semblante do personagem muda no acidente e momentos após é fabulosa, e comprova porque é um dos maiores atores da atualidade.

Em outro momento, Francella é um pai cuja esposa morreu há um tempo e cujos filhos se reúnem para falar da herança, após o pai anunciar estar namorando a governanta da casa. Outra história sensacional aborda um homem rico que é abordado por um rapaz que vende doces; compadecido com a situação do rapaz, o homem oferece um almoço, depois um banho de loja, um aparelho de celular… tudo realizado com o maior desprendimento.

Situações como essas são recorrentes em ‘Homo Argentum’, que uma vez mais evidencia o olhar extremamente crítico dos roteiristas e diretores em ver o homem contemporâneo em todas as suas camadas, tirando-lhe as máscaras e revelando-o tal como é. Aqui, tendo o dinheiro e a posse como fio condutor, os diretores convidam o espectador a refletir sobre as situações e personagens apresentados, sempre através do viés do humor, do cinismo e da conveniência, afinal, tanto as situações quanto os personagens parecem com algo pelo qual passamos ou alguém que conhecemos. Como diz a ironia do título, é um exercício de observação da evolução humana – se é que se pode usar essa palavra para caracterizar o homem de hoje.

Altamente irônico e sem medo de colocar uma lente na sujeira debaixo do tapete da classe média, ‘Homo Argentum’ é um exercício ótimo sobre até onde vai a hipocrisia social em prol do benefício próprio.

O filme chega dia 20 de novembro na DisneyPlus.

Desabafo de um crítico nostálgico: Por que os filmes não são tão bons como antigamente?

Será que vai existir um novo ‘Esqueceram de Mim‘? Essa dúvida veio na minha cabeça depois que eu assisti ‘Um Natal Ex-Pecial‘ na Netflix. O streaming arrasou em trazer a minha eterna musa da adolescência Alicia Silverstone de volta em um filme de Natal, que é uma farofinha gostosa, mas não tem o impacto que os filmes antigos tinham. É um clichê bem executado. Estamos vivendo em um momento à base da nostalgia: reciclar o que funcionou e adicionar elementos que nos lembrem do passado. Os anos 80 e 90 nunca estiveram tão na moda quanto hoje em dia. Temos até a volta do chocolate Surpresa. Mas me indaga a pensar o que nos faz se apegar tanto às décadas passadas.

Os filmes traziam histórias inovadoras e desbravadoras, como ‘Jurassic Park‘ e ‘ET‘, e elas continuam sendo revividas nos cinemas com sequências e derivados, mas não possuem o mesmo impacto narrativo que tiveram outrora. E isso me faz pensar no que consumimos e no que queremos consumir. Ficou muito mais fácil reviver histórias antigas do que iniciar novas. Quais filmes modernos viraram franquias? Em que momento paramos de idealizar novas histórias para viver apenas de histórias que já conhecemos e que nos trazem conforto?

É muito difícil achar um filme atual bom, seja nos streamings ou nos cinemas, mas também quando eles chegam poucas pessoas tem acesso ou interesse. As histórias mais interessantes acabam chegando em poucas salas de cinemas, passando batido, e quem sabe uma hora encontramos em algum streaming. Eu pude ver alguns filmes muito interessantes em festivais de cinema. ‘Baby‘ foi um deles.

Baby

E aí começa um novo problema, de como você pode acessar novas histórias. Indiquei o filme para um amigo, mas não estava nos streamings que ele assinava. E ele já assinava vários. Não dá para assinar mais um streaming só pra ver um filme que não está no seu streaming. Antes você ia na locadora e escolhia um filme. Pronto. Simples. Agora, são dezenas de streamings a rodo. Muito conteúdo, mais do mesmo. E quando você quer indicar um filme, não está no streaming que a pessoa assina. E cá estou de novo em um retrato nostálgico sentindo saudade das velhas locadoras. “É só comprar o filme no streaming, uai”. Fato. Mas de repente voltamos na era da TV a cabo. O filme que quero sempre parece estar no streaming que não assino. E quantos streamings…

Ficar zapeando e procurando um título bom pra assistir, horas e horas. Uma busca solitária. Sem a interação das videolocadoras e sem o charme de pedir ajuda para o atendente. Quem sabe até descolar o VHS lançamento que está escondido embaixo do balcão para os clientes VIPs? Ou se deparar com a fita de Faces da Morte e ficar morrendo de medo? Ou dar uma envergadinha para a sessão adulta com medo de ser descoberto? Ah, que saudade das videolocadoras.

Videolocadoras e a quantidade de opções

Me faz pensar que nossos sentimentos ao assistir a um filme não estavam só no produto em si, mas em toda a jornada para descobri-lo. A magia dos filmes antigos talvez estava na história que nos levou a eles. Hoje temos muitas ofertas, mas tudo parece mais do mesmo. Antes, blockbusters eram raros e preciosos. Quando um blockbuster ia ser lançado, tinhamos meses de preparação. Lembro de ir comprar a revista SET para saber como o Stephen Sommers conseguiu transformar o The Rock em um Escorpião na sequência do maravilhoso ‘A Múmia‘. Que filme delicioso. Hoje vejo quão porco foi o CGI, mas na época eu não me importava. Foram meses me preparando para aquele lançamento, com filas no cinema. 1999 foi o melhor ano da história do cinema. E ‘Independence Day‘? E o que foi o fuá em torno de ‘A Bruxa de Blair‘? Eu nunca sai tão aterrorizado do cinema em imaginar que sim, aquilo podia ter sido verdade e foi vendido como. Que marketing genial, meu Deus. E nem vou falar de ‘Matrix‘ por que esse merece uma matéria só pra ele. Quando teremos algo parecido? O Bug do Milênio nos bugou? A internet nos deixou muito acelerados? Sem paciência?

Matéria de O Retorno da Múmia na revista SET

Isso me leva a pensar que hoje estamos pecando pelo excesso. Temos um blockbuster chegando por fim de semana nos cinemas, um filme imperdível. Você precisa ver. “Não perca, hein?”. As vezes até dois blockbusters no mesmo fim de semana, como o fenômeno ‘Barbenheimer‘. Mas as histórias não parecem mais tão atrativas, e bora rebuscar o passado pra reviver uma história confortante. Amo. ‘Pânico 7‘, ‘Eu Sei o Que vocês Fizeram no Verão Passado‘ (dessa vez eu preferia não ter sabido), a estafa dos super-heróis. Muitas sequências. Poucas histórias inéditas. Nos apegamos ao passado e às franquias. Salvo algumas excessões, como ‘Pecadores‘, ‘Faça Ela Voltar‘ e ‘O Agente Secreto‘. E de repente, ‘Harry Potter e o Cálice de Fogo‘ volta aos cinemas e estreia em segundo lugar nas bilheterias. Levou 373 MIL pessoas aos cinemas. Em um dia. Um filme lançado há 20 anos. Estamos relançando filmes antigos. Acho que não sou só eu que estou nostálgico.

Sem entrar no tabu da qualidade do conteúdo ofertado hoje em dia tanto nos cinemas quanto nos streamings, que me faz ter saudades imensas de passar as manhãs assistindo os mesmo episódios de ‘A Caverna do Dragão‘ no Xou da Xuxa. Eram episódios repetidos que pareciam novos, tamanha a complexidade. Falando nisso, quando conseguir, assista ao fofo filme nacional ‘O Último Episódio‘, de Maurílio Martins. Um coming of age delicioso que se passa nos anos 90 e aborda toda essa nostalgia. O filme saiu em poucas salas de cinema, e em breve deve chegar ao streaming. Espero que seja em um streaming que você assine. Risos.

Mas eu queria saber de você. Por que estamos tão apegados às histórias do passado e por que não nos interessamos pelas histórias novas? O que falta? Qualidade? Conteúdo?

Jay Kelly

(Jay Kelly)

 

Elenco:

George Clooney
Adam Sandler
Laura Dern

 

Direção: Noah Baumbach

Gênero: Drama

Duração: 132 min.

Distribuidora: O2 Play

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: 20 de Novembro de 2025 (Nos Cinemas) – 5 de Dezembro de 2025 (Netflix)

Sinopse: 

O astro do cinema JAY KELLY confronta seu passado e seu presente em uma jornada caótica pela Europa com seu dedicado agente.

Ao longo do caminho, os dois precisam confrontar os relacionamentos com pessoas queridas e o legado que vão deixar.

Crítica: 

Crítica | George Clooney comanda a honesta e inofensiva dramédia ‘Jay Kelly’, de Noah Baumbach

Curiosidades: 

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Noah Baumbach revela processo de criação de ‘Jay Kelly’: “Não sabia exatamente o que era”

» Além de dirigir, Noah Baumbach também assina o roteiro ao lado de Emily Mortimer;

» Após uma passagem limitada pelos cinemas, o longa chegará ao serviço de streaming da Netflix no dia 5 de dezembro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | George Clooney comanda a honesta e inofensiva dramédia ‘Jay Kelly’, de Noah Baumbach

Noah Baumbach tem uma visão bastante singular sobre o mundo – e utiliza a complexidade do ser humano como força-motriz de histórias de amadurecimento e de perseverança, por mais minimalistas que sejam. Responsável por produções como ‘Margot e o Casamento’, ‘Frances Ha’, ‘Ruído Branco’ e ‘História de um Casamento’, Baumbach frequentemente trabalha com a esposa, Greta Gerwig, e une comédia e drama para retratar os altos e baixos da própria existência. Agora, o cineasta está de volta com um ambicioso projeto intitulado Jay Kelly – uma dramédia estrelada por George Clooney e Adam Sandler que aposta na metalinguagem para pontuações filosóficas e sociais.

Na trama, Clooney interpreta o popular ator titular, Jay Kelly, que ascendeu ao estrelato de maneira meteórica e é conhecido mundo afora. Após terminar as filmagens de seu último projeto, Jay começa a refletir sobre a vida e sobre seu relacionamento com as filhas, acreditando ter perdido boa parte da infância e da adolescência das meninas em prol das burocracias e dos comprometimentos exigidos pela vida hollywoodiana. E, nas duas semanas de folga que conseguiu antes de rodar o próximo longa, Jay decide deixar tudo para trás para encontrar a caçula, Daisy (Grace Edwards), em sua viagem para a Europa ao lado dos amigos, levando sua equipe em uma inofensiva jornada de redescoberta.

Em mais de duas horas, Baumbach navega por sátiras sutis que não criticam apenas a predatória atmosfera da indústria cinematográfica, mas a impalpabilidade da fama em detrimento da humanidade. Responsável pelo roteiro ao lado de Emily Mortimer, que interpreta Candy no projeto, o realizador transforma Jay Kelly em um encontro entre as icônicas e inalcançáveis estrelas de cinema da Era de Ouro de Hollywood, como Clark Gable e Humphrey Bogart, mas nos convida aos bastidores das manchetes e dos holofotes ao levar o protagonista em uma tentativa de recuperar as glórias de um passado no anonimato – colocando-o em xeque constante com as escolhas que fez e os arrependimentos que carrega.

De certa maneira, a ambientação do filme é carregada com uma melancolia permanente que guia não só Jay, mas os outros personagens – afinal, cada um é engolfado nesse impulso existencial que cruza os oceanos. Temos Ron (Adam Sandler), assessor de Jay, que tenta convencê-lo a focar em suas responsabilidades, mas cede aos caprichos do cliente e procura encontrar um meio-termo entre seus desejos e o que é imprescindível; Liz (Laura Dern), publicista do astro e movida por um senso corporativista metódico que entra em conflito com questões não resolvidas com seu ex-noivo, Ron, que abandonou aos pés da Torre Eiffel; e até mesmo Daisy, que se sente invadida pelo comportamento impetuoso do pai, que a encontra através de faturas de cartão de crédito.

O tema principal do filme, e que reflete o apreço de Baumbach por questões existencialistas, já nos é apresentada no letreiro que precede a primeira cena do projeto – uma frase de Sylvia Plath que discorre sobre o desafio de interpretar a si mesmo. Jay funciona como materialização dessa declaração ao não saber mais quem é, deixando se levar pela necessidade de provar e de imortalizar personagens, que o vão destituindo de sua própria essência até o epifânico momento em que decide ir atrás da filha. Destrinchando-se nas subtramas que acompanham os coadjuvantes, os aspectos filosóficos ganham espaço de forma singela e, apesar de se manterem numa superficialidade cômoda, funcional.

Enquanto a relação entre sua vida pessoal e profissional se torna mais intrincada, seja pela fotografia ambígua de Linus Sandgren ou pela cândida trilha sonora de Nicholas Britell, o destaque destina-se aos atores: Clooney diverte-se ao interpretar Jay Kelly, talvez trazendo experiências próprias para compor o arco tour-de-force que o acompanha até o encerramento do longa; Sandler volta a nos encantar com seus meandros dramáticos, entregando um dos papéis mais sólidos de sua carreira; e Dern retoma colaboração com Baumbach em uma rendição que ecoa seu trabalho em ‘História de um Casamento’. Billy Crudup também dá as caras como Tim, ex-colega de Jay que acusa o astro de ter usurpado tudo o que deveria ter ao roubar um importante papel – e que dá início à jornada de rendição do protagonista.

Ainda que Jay Kelly seja um dos filmes mais honestos de Noah Baumbach, ele não é livre de erros – e, em determinado momento, percebemos que a longa duração do projeto não é justificada, valendo-se de limitações impostas pela narrativa em si e por repetições que tentam ser mascaradas pela mesma sutileza empregada na construção dos personagens. Entretanto, o resultado é aprazível o suficiente para nos comover e para nos satisfazer em sua completude – deixando que o elenco brilhe e nos guie nessa trajetória.

Jay Kelly

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Matthew Lillard revela que as exibições-teste de ‘Pânico 7’ foram um SUCESSO estrondoso: “É Ótimo!”

Kevin Williamson roteirizou o ‘Pânico‘ original de 1996, a sequência e o quarto filme da saga. Agora, ele assume a direção de ‘Pânico 7‘, que está sendo elogiadíssimo nas exibições-teste.

A novidade foi revelada pelo ator Matthew Lillard, que retorna como Stu Macher.

“Os testes iniciais com o público foram incríveis (explodiram), o que é emocionante. O roteiro é ótimo, acho que Wes Craven ficaria muito orgulhoso. É algo mais ou menos na mesma linha do que a franquia costumava ser.”

Assista:

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Pânico 7‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro de 2026.

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

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Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

Wicked – Parte 2

(Wicked For Good)

 

Elenco:

Cynthia Erivo
Ariana Grande
Michelle Yeoh
Jeff Goldblum
Jonathan Bailey

 

Direção: John M. Chu

Gênero: Musical

Duração: 137 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 165 milhões

Estreia: 20 de Novembro de 2025

Sinopse: 

Wicked – Parte 2‘ é liderado pelas superestrelas indicadas ao Oscar, Cynthia Erivo e Ariana Grande, e traz o capítulo final da história não contada das bruxas de Oz. A Parte 2 começa com Elphaba e Glinda separadas, vivendo com as consequências de suas escolhas. Elphaba (Cynthia Erivo), agora demonizada como a Bruxa Má do Oeste, vive no exílio, escondida na floresta de Oz, enquanto continua sua luta pela liberdade dos Animais silenciados e tenta desesperadamente expor a verdade que conhece sobre O Mágico (Jeff Goldblum). 

Enquanto isso, Glinda se tornou o glamouroso símbolo da Bondade para todo o reino de Oz – ela vive no palácio da Cidade das Esmeraldas e desfruta das vantagens da fama e da popularidade. Sob a orientação de Madame Morrible (Michelle Yeoh, vencedora do Oscar), Glinda tem se tornado um conforto efervescente ao povo de Oz ao tranquilizar as massas de que tudo está bem sob o governo do Mágico. 

Quanto mais cresce a fama de Glinda, e se intensificam os preparativos para o seu casamento com o Príncipe Fiyero (Jonathan Bailey, vencedor do Prêmio Olivier e indicado aos prêmios Emmy e SAG) em uma espetacular festa oziana, ela se sente cada vez mais assombrada pela separação de Elphaba. Sua dedicada tentativa, provavelmente frustrada, de intermediar uma reconciliação entre Elphaba e o Mágico podem inclusive afastá-las ainda mais. As consequências disso vão transformar Boq (Ethan Slater, indicado ao Prêmio Tony) e Fiyero para sempre, e ameaçar a segurança da irmã de Elphaba, Nessarose (Marissa Bode), quando uma garota do Kansas invadir a vida de todos eles. 

Enquanto uma multidão enfurecida se ergue contra a Bruxa Má, Glinda e Elphaba vão precisar se unir uma última vez. A singular amizade delas agora assume uma posição determinante no futuro das duas, que vão precisar se olhar e se reconhecer de verdade, uma à outra, com honestidade e empatia, se quiserem mudar a si mesmas — e todo o reino de Oz — para sempre. 

Crítica: 

Crítica | ‘Wicked: Parte II’ é uma épica conclusão para o maior evento musical do século

Crítica em vídeo:

Curiosidades: 

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» O longa é baseado no clássica peça da Broadway, que, por sua vez, é inspirada no romance escrito por Gregory Macguire;

» Sobre dividir a adaptação em duas partes, o diretor Jon M. Chu declarou: “Enquanto desenvolvíamos a adaptação, ficou claro que seria impossível contar a história de ‘Wicked’ em apenas um filme. Enquanto tentávamos cortar personagens e canções, essas decisões começaram a comprometer o material de origem que nos encantou por tantos anos. Então, nós decidimos fazer DOIS filmes! Com mais espaço, nós poderemos contar a história de ‘Wicked’ como deve ser contada, com ainda mais profundidade e surpresas na jornada desses personagens queridos”;

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Trailer:

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Fotos: 

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Crítica | ‘Wicked: Parte II’ é uma épica conclusão para o maior evento musical do século

No final do ano passado, o mundo parava para assistir à primeira parte da adaptação do aclamado e prestigiado musical Wicked. Estrelado por Cynthia Erivo e Ariana Grande, e dirigido por Jon M. Chu, o longa tornou-se um sucesso de crítica e de público, superando todas as expectativas de bilheteria e faturando dez indicações ao Oscar. O impacto causado pelo projeto antecipou o vindouro lançamento da segunda parte desse épico musical – que adapta o ato de encerramento da peça original para as telonas de maneira a expandi-lo e a transformar um dos maiores eventos da década em uma espetacular conclusão que nos envolve através de expressivos 137 minutos.

Tendo início pouco depois dos bombásticos eventos do primeiro capítulo, em que Elphaba (Erivo) foi declarada inimiga pública número 1 de Oz pelas falcatruas do Mágico (Jeff Goldblum) e de Madame Morrible (Michelle Yeoh) – que a acusaram de torturar os animais sentinelas da Cidade das Esmeraldas quando, na verdade, eles a convenceram a lhes dar asas para trabalharem como espiões alados e cortar pela raiz o mal da rebeldia e de seus opositores. Condenada a uma vida isolada e de perseguição, Elphaba se esconde nas florestas de Oz e, quando possível, age às escondidas para livrar os animais presos em cativeiro e impedir que os planos corporativistas e malignos do Mágico se concretizem – enquanto lida com a falta de sua antiga melhor amiga, Glinda (Grande), e de seu amor perdido, Fiyero (Jonathan Bailey).

Não demora muito até que a situação escale a níveis catastróficos quando Elphaba, sendo convocada por Glinda a se juntar ao Mágico – que aparentemente aprendeu com os erros -, descobre que as coisas são mais podres do que aparentam e que ela é a única capaz de reverter Oz a seu estado original de liberdade e paz, jurando para si mesma livrar o mundo do falso feiticeiro que ocupa o trono e levar a verdade ao povo. E, à medida que enfrenta as mentiras espalhadas sobre si própria, Elphaba tenta mostrar a realidade para Glinda, que, por sua vez, se vê num estado de contentamento forçado em que emerge como um símbolo efêmero e frágil de esperança e união – e de reforço ao bode expiatório em que a melhor amiga e confidente foi transformada.

Particularmente, sempre afirmei em minhas críticas que o segundo ato de Wicked era um bom acompanhamento para a ato de abertura do musical – mas não conseguia chegar aos pés da experiência quase epifânica que Stephen Schwartz e os incontáveis diretores que encabeçaram as adaptações constroem até o ápice de “Defying Gravity”. E fico feliz em informar que Chu, cujo trabalho para além da releitura inclui os ótimos ‘Podres de Ricos’ e ‘Em um Bairro de Nova York’, não apenas supera as expectativas, como melhora o material original em um glorioso e vibrante espetáculo que não perde a mão a qualquer momento e que expande essa irretocável mitologia política em uma envolvente epopeia cinematográfica.

Assim que o lançamento da primeira parte se deu nas salas de cinema, vários espectadores comentaram sobre a falta de cor dentro do filme – e não acho que qualquer argumento tenha sido válido. Chu, cujas habilidades de câmera são inegáveis, une fantasia e realidade em um mesmo lugar ao utilizar a “falta” de um exagero de cores para prenunciar a podridão de Oz, escondendo em meio a dessaturações e a tons mais sóbrios o que os personagens escondem em seu âmago – seja o caráter demagogo do Mágico, a superficialidade destrutiva de Glinda e a impetuosidade cega de Elphaba. E, é claro, o diretor guarda os momentos de contemplação, nostalgia e ressentimento para uma construção plástica que dança entre a imaterialidade a palpabilidade – reiterando-se como um dos melhores realizadores da atualidade.

Mais uma vez, o elenco se entrega de corpo e alma a atuações fantásticas e que praticamente lhe garantem menções merecidas na próxima temporada de premiações. Erivo e Grande, nossas grandes estrelas, mostram um amadurecimento compulsório pelo qual Elphaba e Glinda passam, arremessando-as no centro de artimanhas políticas que as transformam em peões de tabuleiro de xadrez – mergulhando de cabeça em uma dosagem correta entre drama e comédia que funciona tanto em seus arcos individuais quanto quando dividem as cenas. Desfrutando de uma química e de vocais cristalinos e primorosos, as duas mostram novamente que nasceram para interpretá-las.

A dupla não está sozinha nessa empreitada, sendo acompanhada de perto por uma presença marcante de Bailey como Fiyero, privado de uma vida verdadeira ao lado de Elphaba para se conformar a um papel social mandatório ao lado de Glinda. Yeoh e Goldblum têm espaço de sobra para incrementar a personalidade condenável de Morrible e do Mágico, respectivamente, enquanto Marissa Bode (Nessarose) e Ethan Slater (Boq) constroem mágica através de um relacionamento falido e tóxico que culmina em tragédia e um perigoso desejo de vingança.

Wicked: Parte II’ mantém-se no altíssimo nível do capítulo anterior e supera nossas expectativas com uma gloriosa adaptação que não nos deixa entediados em momento algum. Contando com atuações espetaculares e uma direção que não apenas expande a mitologia de Oz como serve como uma carta de amor aos musicais, o longa é uma conclusão impecável que nos deixa felizes e, ao mesmo tempo, melancólicos por sabermos que está na hora de dizer adeus.

Silvio Santos Vem Aí

Homem sorridente em terno branco estendendo as mãos

(Silvio Santos Vem Aí)

Elenco:

Leandro Hassum
Manu Gavassi
Regiane Alves

 

Direção: Cris D’Amato

Gênero: Biografia

Duração: 91 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 20 de Novembro de 2025

Sinopse: 

Em 1989, Silvio Santos surpreendeu o país ao se candidatar à presidência. A jornalista Marília é designada para investigar sua vida e prever possíveis ataques dos adversários. Embora seja um ícone da TV, Silvio mantém sua vida pessoal reservada. O convívio entre Silvio e Marília gera embates e descobertas. Desse encontro, ambos sairão transformados.

Curiosidades: 

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» ‘Silvio Santos Vem Aí’ traz Leandro Hassum no papel do maior comunicador do Brasil. Protagonizado por Hassum e por Manu Gavassi, o filme – que tem direção de Cris D’Amato e roteiro de Paulo Cursino – revela os bastidores do programa que o consagrou e acompanha Silvio Santos no momento em que decide se lançar como pré-candidato à Presidência da República, em 1989.

» Hassum, que no filme impressiona pela semelhança com o apresentador, conta como foi a construção do personagem: “O Silvio Santos nasceu de mim através da interpretação, tentei pegar o espírito dele, o espírito da animação, do apresentador, e trazer para perto no gestual, no caminhar, na postura. E isso foi me trazendo o Silvio Santos, que acabou ficando, a meu ver — e quem diz isso é sempre o público — uma grande homenagem a ele. De forma muito respeitosa, fui buscando os trejeitos, a forma de andar, de caminhar, de se comportar, do Silvio Santos.

» Silvio Santos Vem Aí‘ mergulha nos bastidores da TV, revelando o momento em que Silvio, aos 58 anos, precisou se dedicar à campanha eleitoral. A partir da relação entre ele e a publicitária Marília (Manu Gavassi), que investiga sua vida para construir a campanha e evitar surpresas de adversários políticos, o filme mostra um lado mais íntimo do apresentador, que sempre foi extremamente reservado fora dos estúdios.

» Marília vai trabalhar com Silvio e fica dividida entre o profissionalismo e o encanto pelo apresentador. Embora a princípio ela fique desconfiada, aos poucos vai sendo conquistada pelo seu carisma. A ideia desse recorte para o filme foi de Paulo Cursino, o roteirista, e a diretora Cris D’Amato comenta a escolha. “Eu conhecia o fato da candidatura do Silvio, mas não a fundo o que havia acontecido. Eu sabia da subida das pesquisas, sabia da controvérsia, mas os detalhes do que havia acontecido eu fui estudar para o filme. O Paulo surgiu com a ideia e eu achei muito boa, é um fato que pouca gente conhece, mas é muito curioso”, diz.

» Vale lembrar que, em 2024, foi lançado o filme ‘Silvio‘, estrelado pelo Rodrigo Faro, que focou no sequestro que marcou o Brasil, e mostrou o apresentador lutando para proteger sua família e seu legado enquanto encara de frente um dos momentos mais desafiadores da sua vida;

» Paulo Cursino, de ‘O Candidato Perfeito‘, assina o roteiro;

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Crítica | ‘O Sobrevivente’ se apoia no CARISMA de Glen Powell para ofuscar as fórmulas e as obviedades

Edgar Wright pode até ter uma carreira irregular no cinema, mas certamente já deixou sua marca como um dos realizadores mais conhecidos da contemporaneidade. Conhecido por seu estilo frenético e dinâmico e por uma edição igualmente explosiva marcada pelo uso de panorâmicas-chicote e transições, o realizador é responsável por títulos como o impecável ‘Scott Pilgrim contra o Mundo’, o envolvente ‘Em Ritmo de Fuga’ e o subestimado ‘Noite Passada em Soho’. Agora, Wright está de volta ao show business com o lançamento do antecipado remake de O Sobrevivente, que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 20 de novembro.

O longa, inspirado no clássico romance homônimo de Stephen King e no filme estrelado por Arnold Schwarzenegger em 1987, nos leva para um futuro distópico em que uma sociedade em frangalhos é forçada à humilhação pública para sobreviver enquanto os ricos se deleitam em um poder inalcançável. Lidando com um temperamento perigoso para comprar remédios para sua filha doente, o impetuoso Ben Richards (Glen Powell) contraria os próprios instintos e se inscreve num mortal reality show chamado The Running Man – onde, competindo ao lado de outras duas pessoas, deve se esconder por 30 dias de uma perigosa milícia cujo objetivo é caçá-los e eliminá-los. Caso algum dos competidores sobreviva até o final, será recompensado com o valor de 1 bilhão de novos dólares, saindo da pobreza e ascendendo a uma condição social muito melhor.

Porém, as coisas, que já não soam fáceis, se veem acompanhadas de uma artimanha para não apenas garantir a eliminação de todos os participantes do reality, mas impedir que uma dura e opressiva verdade venha à tona, colocando em xeque o monopólio aparentemente indestrutível do magnata da mídia Dan Killian (Josh Brolin, produtor do Running Man. Ben, após perceber que cada selecionado está fadado ao fracasso e a se tornar mais um pária para fins de um cruel e sangrento espetáculo, se torna inadvertidamente um símbolo que luta contra o inescapável abismo social em que ele e tantos outros se encontram, enfrentando o status quo enquanto luta pela própria sobrevivência.

Wright não é nenhum estranho a filmes de ação, como bem sabemos, e consegue criar ótimas coreografias de luta e de perseguição que trazem ritmo e dinamismo a uma história um tanto quanto familiar e óbvia. Afinal, desde o início dos anos 2010, o gênero distópico passou por uma revitalização e uma repopularização que levou incontáveis narrativas ao cinema e à televisão, focando em temas sociopolíticos e trazendo como pano de fundo a queda da civilização moderna e a ascensão de regimes ditatoriais e autoritários. O Sobrevivente, cuja primeira versão está em vias de completar quarenta anos, não foge muito dos escopos que imaginaríamos encontrar aqui e, por essa razão, posa como um bom entretenimento.

O diretor encontra sucesso em focar no talento e no carisma de seu elenco, que traz Powell como carro-chefe. O astro, que ganhou popularidade por produções como ‘Todos Menos Você’, ‘Twisters’ e ‘Assassino por Acaso’, usa e abusa de seu inato magnetismo para nos guiar por essa insana e sangrenta jornada, buscando certos elementos jocosos de trabalhos anteriores para incrustar a terrível backstory de Ben – que faz o que faz para garantir uma vida melhor para a filha e para a esposa. Brolin, emergindo como o antagonista principal, também brilha ao demonstrar sua afeição por papéis vilanescos e construir um emblema noventista que enche as telonas com uma boa performance.

Colman Domingo, Michael Cera, Emilia Jones e William H. Macy também compõe o estelar time de atores que desponta nas telonas e que, através de rendições comprometidas e práticas, ofuscam os deslizes. Se Wright acerta nos quesitos técnicos, ele faz isso em detrimento de modernizar o roteiro, coassinado com Michael Bacall. É claro que, comparado ao longa original, o remake se mostra muito mais bem arquitetado e polido – mas isso não quer dizer que esteja livre de equívocos. A condução narrativa é óbvia desde os primeiros segundos, destrinchando-se em uma fórmula atrás da outra para calcar mensagens simplistas sobre temas que ainda merecem discussão mesmo décadas depois do lançamento do romance de King. Porém, o exagero proposital e as metáforas clichês e autoconscientes sobre massificação e controle transformam esse convite ao debate em mais do mesmo.

A nova versão de O Sobrevivente é mais instigante e melhor que a estrelada por Schwarzenegger e posa como mais uma boa adaptação dos escritos de King. Se conseguirmos deixar os múltiplos obstáculos e as constantes obviedades de lado, o vindouro filme de Edgar Wright cumpre com o que promete: divertir – mesmo não conseguindo justificar a própria existência.

O Sobrevivente

(The Running Man)

 

Elenco:

Glen Powell
Josh Brolin
Karl Glusman
Katy O’Brian

 

Direção: Edgar Wright

Gênero: Ação

Duração: 120 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ 60 milhões

Estreia: 20 de Novembro de 2025

Sinopse: 

Ambientada em uma América distópica, a trama de O SOBREVIVENTE gira em torno de Ben Richards, um homem desesperado que participa de um reality show violento chamado O Sobrevivente, para ganhar dinheiro e salvar sua filha gravemente doente.

Crítica: 

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Curiosidades: 

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» O Sobrevivente foi inicialmente intitulado O Concorrente no Brasil.

» O longa é baseado no livro homônimo de Stephen King, publicado através do pseudônimo Richard Bachman;

» A obra foi adaptada originalmente em 1987, e foi estrelada pelo Arnold Schwarzenegger;

» Além de dirigir, Edgar Wright (‘Em Ritmo de Fuga’) também assina o roteiro em parceria com Michael Bacall, seu colaborador em ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘;

» O elenco ainda contará com William H. Macy, Daniel Ezra, Lee Pace, Jayme Lawson, Michael Cera e Emilia Jones;

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JUJUTSU KAISEN: Execução – Filme

(Jujutsu Kaisen: Execution)

 

Elenco:

Jun’ya Enoki
Subaru Kimura
Yûichi Nakamura

 

Direção: Shouta Goshozono

Gênero: Anime

Duração: 90 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 20 de Novembro de 2025

Sinopse: 

Em JUJUTSU KAISEN: EXECUÇÃO, um véu desce abruptamente sobre a movimentada área de Shibuya em meio à multidão agitada do Halloween, prendendo inúmeros civis lá dentro. Satoru Gojo, o mais forte feiticeiro de jujutsu, entra em meio ao caos. Como consequência, dez colônias em todo o Japão são transformadas em antros de maldições em um plano orquestrado por Kenjaku, o usuário de maldições mais perverso da história. Quando o mortal Jogo da Seleção começa, o feiticeiro de Grau Especial e colega Yuta Okkotsu é designado para executar Yuji por seus supostos crimes.

‘JUJUTSU KAISEN: Execução’ chega AMANHÃ aos cinemas nacionais; Confira o trailer e o cartaz!

JUJUTSU KAISEN: Hidden Inventory/Premature Death – The Movie

Curiosidades: 

» O longa serve como uma recapitulação do arco Incidente em Shibuya, assim como os 2 primeiros episódios da nova temporada, que adapta o arco The Culling Game;

Trailer:

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10 Filmes que são bons de REVER

Rever uma obra cinematográfica é sempre algo positivo muito por conta das novas visões que temos sobre a vida quando ficamos mais velhos. Pensando nisso, listamos abaixo alguns filmes interessantes que são bons de rever:

 

8 e ½

Na trama, conhecemos Guido (Marcello Mastroianni), um diretor de cinema já bem famoso que se encontra no meio da concepção de produção do seu novo e mirabolante longa-metragem. Em paralelo, memórias de toda uma vida e personagens marcantes dela começam a afrontá-lo, num misto de fantasia e realidade, em meio a um bloqueio na imensa criatividade esperada por todos.

 

Ataque dos Cães

Na trama, baseada na obra homônima, lançada de 1967, do romancista norte-americano Thomas Savage conhecemos Phil (Benedict Cumberbatch) e George (Jesse Plemons), os irmãos Burbank, ricos fazendeiros da região de Montana, em 1925, nos Estados unidos. De personalidades completamente diferentes eles sempre buscam o entendimento quando o assunto são os negócios da família. Um dia, quando param em um restaurante de uma cidade, George conhece Rose (Kirsten Dunst) e resolve se casar com ela. Rose e o filho Peter (Kodi Smit-McPhee) vão morar com os irmãos na enorme fazenda dos Burbank. Phil embarca em uma jornada para provocar os novos habitantes da casa.

 

Closer – Perto Demais

Na trama, conhecemos quatro personagens em alguns momentos de suas vidas. Um encontro pelas ruas de uma grande cidade, entre o jornalista que escreve obituários Dan (Jude Law) e uma jovem vinda de outro país, Alice (Natalie Portman), acende uma paixão. O tempo passa, e Dan escreveu um livro sobre Alice e acaba conhecendo e se apaixonando pela fotógrafa Anna (Julia Roberts) com quem mais à frente entrará em um relacionamento com Larry (Clive Owen). Essas quatro vidas vão passar por uma série de situações dolorosas a partir de suas próprias escolhas ligadas ao desejo e o que acham que é amor.

 

O Sexto Sentido

Na trama, ambientada no sul da Filadélfia, conhecemos Malcolm (Bruce Willis) um psicólogo infantil que após um trauma com um antigo paciente vê seu casamento entrar em uma crise profunda, sua esposa nem mais o olha sequer. No outono depois, apresentado a um novo paciente, um jovem com diversos conflitos e repleto de medos de algo que não conta a ninguém e por isso tem um cotidiano conflituoso com a mãe. Aos poucos, paciente e psicólogo vão embarcando em uma jornada onde um ajuda o outro quando as surpresas pelo caminho começam a serem reveladas.

 

Os Outros

Na trama, conhecemos Grace (Nicole Kidman), uma mulher que mora com os dois filhos pequenos em uma enorme casa numa região isolada da ilha britânica de Jersey. Apreciadora do silêncio, numa casa sem eletricidade, essa católica fervorosa, cheia de regras muito por conta dos filhos que tem a rara doença da fotosensibilidade, assim, por exemplo, todas as cortinas da casa devem ser fechadas quando eles passam. Seu marido foi para a guerra e nunca mais voltou, ficando ela e as crianças sozinhas. Certo dia, três pessoas batem em sua porta e logo conseguem empregos para ajudá-la na casa. Ao mesmo tempo, mãe e filhos começam a ouvir vozes em aleatórias horas do dia. Será que eles não estão sozinhos? Se sim, quem são os outros?

 

Acima de qualquer Suspeita

Na trama, conhecemos Rusty Sabich (Harrison Ford), um prestigiado promotor de um grande centro dos Estados Unidos que vê sua vida dar um verdadeiro nó quando é acusado de matar a ex-amante, a também promotora Carolyn (Greta Scacchi). Esse fato praticamente despedaça seu casamento com a matemática Barbara (Bonnie Bedelia), o faz se afastar do seu emprego, além de ter que provar sua inocência custe o que custar. Ao longo dos intensos 127 minutos de projeção, também por meio de flashbacks, vamos entendendo melhor a relação do promotor com a vítima.

 

Os Suspeitos

Na trama, vamos vendo um interrogatório de um sobrevivente, criminoso, aleijado, de uma ação em um navio que deixou quase três dezenas de mortos questionado duramente por uma autoridade federal e também um outro sobrevivente numa cama de hospital, com o corpo tomado de queimaduras fazendo o retrato falado de quem seria o grande responsável pelo ocorrido. Assim, conhecemos a história de um grupo de experientes criminosos que são levados por autoridades policiais até uma sala de suspeitos da polícia de nova Iorque questionados por serem responsáveis por um suposto roubo de um caminhão com uma carga valiosa. Após esse encontro, eles planejam um outro crime, fato que os leva a cruzar o caminho de um alguém muito poderoso e temido, os levando para o protagonismo em um trabalho suicida à mando de um temível psicopata de quem ninguém nunca viu o rosto, conhecido por histórias de violência por todos os lados, uma espécie de bicho papão da criminalidade, Keyser Soze. Durante o interrogatório mencionado, as verdades vão começando a aparecer.

 

Asas do Desejo

Na trama, conhecemos um anjo chamado Damiel (Bruno Ganz) e outro chamado Cassiel (Otto Sander) que passeiam por uma Berlim do lado ocidental, friorenta, ao lado de outros iguais, observando o cotidiano dos mortais que não podem lhe enxergar. Damiel está no limite, de saco cheio da vida eterna. Seu maior desejo é se tornar um humano mortal algo que só cresce quando se apaixona por uma trapezista de circo chamada Marion (Solveig Dommartin).

 

Um Contratempo

Na trama, acompanhamos Adrián Doria (Mario Casas), um jovem homem de negócios que está na crista da onda profissionalmente falando. Já em sua vida pessoal, há várias contradições. Acusado recentemente de matar sua amante Laura (Bárbara Lennie), em um episódio que ele jura que não é como todos estão pensando, ele tem a decisão dos rumos de sua vida quando chega para entrevistá-lo uma das grandes advogadas de defesa da Espanha. Durante as próximas horas, muitas idas e vindas nas versões do crime cometido são detalhados e uma outra importante subtrama é jogada a limpa na mesa. Certo dia, após passar algumas horas com sua amante em uma casa isolada em uma região distante, acaba se envolvendo em um acidente de carro culminando fatalidade para um outro jovem que estava no outro carro. Assim, aos poucos vamos descobrindo e desmascarando a verdade que é chocante.

 

O Plano Perfeito

Quando pensamos em filmes sobre engenhosos e premeditadas ações criminosas, impossível não pensar nesse filme! Dirigido por Spike Lee e com um elenco maravilhoso, Em O Plano Perfeito um grupo invade um banco em Nova Iorque e confunde a polícia a toda instante sobre qual o objetivo da ação.

 

‘É Assim que Acaba’: Após polêmicas, Colleen Hoover revela que nem consegue mais recomendar o livro

é assim que acaba

A autora best-seller Colleen Hoover, mundialmente conhecida por romances como ‘É Assim que Acaba’, comentou recentemente a polêmica em torno da adaptação cinematográfica e revelou que, depois de toda a experiência, desenvolveu sentimentos conflitantes em relação ao livro, obra inspirada na história de sua mãe.

“O livro foi inspirado na história dela, e agora isso nos dá TEPT só de pensar”, afirmou, conforme a Variety. “Me sinto péssima porque quase sinto que ela passou mais sofrimento com o impacto deste filme, mais dor do que viveu com meu pai, ao ver toda essa feiura”.

Hoover contou ainda que hoje está “quase envergonhada” de mencionar que escreveu ‘É Assim que Acaba’, mas espera que essa sensação mude após o julgamento.

“Eu nem consigo recomendá-lo mais. Sinto que [o processo] ofuscou tudo. Estou quase envergonhada de dizer que escrevi. Quando perguntam o que faço, digo apenas: ‘Sou escritora. Por favor, não pergunte o que escrevi’. É triste, porque eu tinha muito orgulho desse livro, e ainda tenho, mas menos publicamente”, destacou.

Blake Lively exige INDENIZAÇÃO de US$161 milhões devido à campanha difamatória enfrentada por ‘É Assim que Acaba’

Sobre todo o processo, a autora desabafou: “Parece um circo. Há pessoas reais envolvidas, com sentimentos e emoções reais. Isso realmente afetou a carreira de alguns atores de maneiras enormes. E eu acho tudo muito triste”.

Hoover foi produtora executiva do filme e visitou o set, mas afirma ter estado “completamente alheia a qualquer coisa que estivesse acontecendo” entre Lively e Baldoni na época.

Agora, ela se prepara para depor no caso nas próximas semanas e tenta “manter distância da negatividade”.

“Tenho minha própria história que poderia contar, mas não quero chamar atenção para isso, e não quero precisar diminuir alguém para me elevar. Prefiro ignorar e deixar as pessoas pensarem e dizerem o que quiserem. Sinto que tudo ficou tão grande que nada que alguém diga vai mudar a opinião das pessoas, mesmo que ninguém tenha a verdade completa. Nem eu”, concluiu.

‘É Assim que Acaba’: Sony se encontra no CENTRO da polêmica envolvendo Blake Lively e Justin Baldoni

O longa se tornou o centro da controvérsia devido a disputas legais entre as estrelas Blake Lively e Justin Baldoni, que também dirigiu o longa para a Sony Pictures. Meses após o lançamento, Lively entrou com um processo acusando Baldoni e sua produtora, Wayfarer Studios, de assédio sexual e retaliação, alegando que o diretor e os produtores iniciaram uma campanha difamatória contra ela após suas reclamações sobre as condições no set.

O julgamento para o processo de Lively contra Baldoni e a Wayfarer Studios está marcado para março de 2026.

Baldoni negou as acusações e entrou com uma ação de US$ 400 milhões contra Lively.

Apesar da turbulência, ‘É Assim que Acaba’ foi um sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 350 milhões mundialmente.

‘É Assim que Acaba’ está disponível na HBO Max.

Astros do live-action de ‘Peter Pan’ irão se reunir para a comédia romântica ‘Strawberry Roan’

Segundo o DeadlineJeremy SumpterRachel Hurd-Wood irão se reunir mais de duas décadas depois de terem coestrelado o live-action de Peter Pan, de 2003, para a comédai romântica ‘Strawberry Roan’.

O projeto marca a estreia diretorial de Sumpter, que comanda o filme a partir de um roteiro de Courtney Paige (‘Chapel’) e Julia Mulberry.

A trama é inspirada em eventos reais e acompanha “uma apaixonada por cavalos (Hurd-Wood) e um corretor da bolsa fracassado (Sumpter) que gastam suas modestas economias para perseguir um sonho do outro lado da fronteira. Determinados a criar um santuário para cavalos no México, o jovem casal embarca em uma jornada que imaginam que mudará suas vidas para melhor. Mas, à medida que o amor e a ambição se chocam, eles descobrem que a maior recompensa não é o futuro que imaginaram, mas sim a confiança, a coragem e a conexão que redescobrem juntos na estrada”.

O restante do elenco deve ser anunciado em breve.

Paige entra como produtora ao lado de Johnny Remo.

As filmagens devem começar no segundo trimestre de 2026 no Novo México, Estados Unidos. Tony NeumMichelle Neum são os produtores executivos.

Mais detalhes não foram divulgados.