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Ryan Coogler explica por que fez ‘Pecadores’: “Não queria me esconder atrás de todas essas franquias”

O cineasta Ryan Coogler, conhecido por dirigir ‘Pantera Negra’, explicou recentemente o que o motivou a fazer o filme de terror original Pecadores em vez de se dedicar imediatamente a uma nova sequência em suas franquias de sucesso.

Em entrevista ao Deadline, Coogler destacou seu profundo apreço pelo público e pela experiência cinematográfica:

“Eu acho que foi porque, sinceramente, o público global que vai ao cinema me deu tanto”, explicou Coogler. “Sinto-me muito abençoado porque, na minha idade, cada filme que escrevi indiretamente foi lançado nos cinemas, foi lançado em algum nível internacionalmente. E eu não tomo isso como garantido, porque foi sentado no cinema que me apaixonei por filmes”.

Ele enfatizou o impacto pessoal que o cinema teve em sua vida: “Essa forma de arte mudou a minha vida, mudou a vida da minha família, me permitiu viajar pelo mundo. Eu consegui meu primeiro passaporte porque um filme que fiz na escola de cinema foi aceito em um festival no exterior. O cinema literalmente mudou o rumo da minha vida”.

Diante das incertezas do setor e das mudanças nos hábitos de consumo, o diretor percebeu que precisava criar uma obra inteiramente sua: “Havia muita ansiedade sobre o setor, sobre se ele iria desaparecer ou não devido aos hábitos de consumo que estavam mudando”.

“E eu percebi que, se os filmes parassem, eu nunca teria feito algo que fosse verdadeiramente e totalmente meu e isso me deixou triste”, acrescentou.

Coogler revelou que essa decisão foi uma forma de coragem artística:

“Foi realmente algo em que eu não queria ser covarde”, explicou Coogler. “Eu não queria me esconder atrás de todas essas franquias… e nunca realmente mostrar tudo de mim em um contexto cinematográfico. Eu cresci amando filmes estranhos, cinema e literatura de terror. Eu não tinha feito nada nesse espaço, e sentia que não havia criado momentos suficientes que fossem surpreendentes”.

Outro fator crucial foi o desejo de trabalhar novamente com colaboradores de longa data antes que as oportunidades se tornassem mais raras:

“Estamos ficando mais velhos. Quero dizer, estamos comprando minivans e tal”, brincou o cineasta. “Agora consigo ver nossas vidas. Consigo ver que estava se tornando cada vez menos provável que, se eu pegasse o telefone e ligasse para eles dizendo: ‘Ei, me encontrem em Nova Orleans por quatro meses’, eles aceitariam. Então ficou muito claro que a hora era agora ou nunca”.

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Lembrando que a produção, que se tornou uma das mais elogiadas de 2025 e promete ser uma das grandes apostas do Oscar 2026, está disponível no catálogo da Max.

Jordan interpreta os irmãos gêmeos Smoke e Stack e o elenco do longa ainda conta com Hailee Steinfeld no papel de Mary, bem como Jayme Lawson, Delroy Lindo, Wunmi Mosaku, Omar Miller, Li Jun Li, Jack O’Connell, Miles Caton e Christian Robinson,

Na trama, os irmãos gêmeos retornam à sua cidade natal tentando fugir de vidas marcadas por violência e arrependimento. Mas o refúgio rapidamente se transforma em pesadelo quando eles descobrem uma ameaça ainda maior — e sobrenatural — à espreita.

Com elementos de terror psicológico, drama familiar e vampirismo, ‘Pecadores‘ foi aclamado pela crítica e pelo público desde sua estreia nos cinemas, sendo elogiado por sua abordagem visceral e socialmente carregada, marca registrada do diretor de ‘Pantera Negra‘ e ‘Creed‘.

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Simu Liu rebate críticas ao gênero de super-heróis: “Está meio que na moda agora odiar isso”

Simu Liu, o ator que interpreta o icônico herói Shang-Chi no Universo Cinematográfico Marvel (UCM), comentou recentemente sobre as críticas crescentes ao gênero de super-heróis e aproveitou para falar sobre o aguardado Vingadores: Apocalipse.

Em entrevista à Variety, Liu admitiu que criticar o gênero se tornou uma tendência atual, mas questionou a validade desse ataque generalizado.

“Está meio que na moda agora odiar isso”, afirmou. “Acho que há críticas válidas à forma como os filmes são feitos, à forma como os orçamentos de produção são gerenciados, acho que há muitas coisas válidas a dizer, mas essa ideia de criticar filmes de super-heróis como gênero, eu não sei. Não sei, porque falo como alguém que simplesmente adorava assistir quando criança”.

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O ator também compartilhou seu entusiasmo ao gravarVingadores: Apocalipse, o próximo épico da Marvel: “Foi realmente incrível, empolgante. Tantos atores que eu cresci assistindo, e poder meio que brincar naquele espaço com eles… É a realização de um sonho”.

Simu Liu finalizou ressaltando o valor e o poder de representação que esses filmes têm para ele:

“Cresci assistindo filmes de super-heróis e querendo acreditar que os excluídos, nerds e esquisitos poderiam encontrar em si mesmos a capacidade de ter superpoderes e salvar o dia. Era nisso que eu de 12 anos me agarrava. Ainda acredito, para o bem ou para o mal, no poder do que esses filmes representam hoje”, concluiu o ator.

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Vale lembrar que o próximo grande capítulo do UCM será ‘Vingadores: Apocalipse’.

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

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Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

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Diretor de ‘Piratas do Caribe’ critica uso da IA no cinema: “Tem sido mal direcionada”

O cineasta Gore Verbinski, conhecido por dirigir a franquiaPiratas do Caribe, recentemente compartilhou sua visão crítica sobre o crescente uso da Inteligência Artificial (IA) na indústria de Hollywood.

Durante uma entrevista ao portal Dexerto, Verbinski foi direto ao expressar seu incômodo: “Só me incomoda o fato de que a promessa da IA tem sido mal direcionada”.

“Em vez de tentar resolver o câncer ou nos levar a Marte, ou essas coisas que poderiam solucionar problemas reais, ela está indo atrás da narrativa, está indo atrás das ilustrações, vai compor sua música para você. É como dizer que ela vai respirar por você, vai transar por você. Ela vai tirar coisas de você”, argumentou.

Verbinski questionou a escolha de focar a IA nas artes, que ele considera o cerne da humanidade:

“Existem certas coisas que precisamos fazer como seres humanos, como sentar ao redor de uma fogueira e contar histórias uns aos outros. Por que está tirando justamente as coisas que nos tornam fundamentalmente humanos? Por que não ir atrás dos trabalhos que não queremos fazer?”, afirmou.

O cineasta especulou que o foco da IA nas artes decorre de seu desenvolvimento:

“Suponho que isso aconteça porque é um modelo de linguagem e porque seus estágios iniciais nasceram de estudar a nós mesmos: ‘Qual é o nosso perfil de usuário? O que compramos? Do que gostamos? Como consumimos? O que odiamos? O que nos mantém engajados?'”, destacou.

“Acho que o fato de que isso tudo foi usado antes de se tornar senciente, em tantos desses aspectos, significa que tudo isso será escrito no código-fonte, é fundamental. Provavelmente é por isso que está sendo direcionado às artes”, comentou.

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Questionado sobre como enxerga o futuro, Verbinski previu um cenário de criação instantânea, mas com um custo:

“Acho que não há dúvida de que você vai poder dizer: ‘Quero assistir a um filme, me surpreenda. Quero ver um filme que seja, sei lá, O Poderoso Chefão com sapos falantes’, e ele vai existir, vai ser bom, sem dúvida. Mas o que isso acabou de tirar de nós?”, destacou.

Ele comparou a situação ao hobby de criar: “Não existe algo em nós que nos faz querer criar aquilo que amamos? Você ama pesca com mosca, e ele vai pescar com mosca por você. ‘Não, quero dizer que EU quero ir pescar com mosca!’ Acho estranho tirar aquilo que nos faz humanos”.

Para Verbinski, o uso acelerado da IA pode levar a um ciclo vicioso de conteúdo: “Acho que talvez algo muito interessante vá acontecer, porque ele ingeriu tanto da internet e está devolvendo tanta coisa, tão rápido, de volta para a internet, que está começando a beber o próprio mijo, e acho que vamos ver esse pequeno desvio de dois graus. Vai ficar bem surreal, muito rápido”.

Ele finalizou com um tom nostálgico e de alerta: “Quero comprar uma Encyclopaedia Britannica pré-IA, só para ter. Tipo: nós costumávamos saber essas porcarias!”.

‘Tremembé’: Roteirista revela que foi processado por Suzane von Richthofen

Suzane von Richthofen, uma das criminosas mais notórias do Brasil, moveu diversos processos judiciais contra Ullisses Campbell, o roteirista da série ‘Tremembé‘. Contudo, o jornalista afirmou que Suzane perdeu todas as ações.

Segundo reportagem do Metrópoles, a informação foi revelada pelo próprio jornalista e roteirista, Ullisses Campbell, que destacou que Suzane tentou barrar suas publicações nos tribunais.

“Ela fica naquela: ‘eu odeio’, mas ao mesmo tempo ‘consigo faturar com isso'”, declarou Campbell. Ele ressaltou que acredita que esse comportamento se enquadra em um padrão narcisista.

O roteirista ainda salientou que, apesar da suposta revolta, Suzane acaba lucrando com a repercussão gerada pela produção audiovisual.

“Ela tinha 50 mil seguidores, dobrou esse número. Agora vende muito mais aquelas ‘bugigangas’ dela do que vendia antes, graças a essa visibilidade [da série]”, afirmou Campbell.

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Suzane von Richthofen foi presa e condenada pelo assassinato dos próprios pais, Manfred e Marísia von Richthofen, ocorrido em 2002. O crime contou com a participação de seu então namorado, Daniel Cravinhos, e do cunhado, Cristian Cravinhos, que foram os executores.

‘Tremembé’ está disponível no Prime Video.

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A produção acompanha o cotidiano do presídio Tremembé II, no interior de São Paulo, conhecido por abrigar condenados de alta notoriedade. A série é inspirada nos livros “Elize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido” e “Suzane: Assassina e Manipuladora”, ambos do jornalista Ulisses Campbell.

O elenco conta ainda com Carol Garcia, Letícia Rodrigues, Bianca Comparato, Felipe Simas, Kelner Macêdo, Anselmo Vasconcelos e Lucas Oradovschi.

O roteiro é assinado por Ulisses Campbell, Vera Egito, Juliana Rosenthal, Thays Berbe e Maria Isabel Iorio. A direção-geral é de Vera Egito, com direção episódica de Daniel Lieff.

PRIMEIRA MÃO: Criador de ‘Palm Royale’ revela que adoraria comandar um spin-off focado em [SPOILER]

Após um ótimo primeiro ano, ‘Palm Royale’ retornou com sua aguardada 2ª temporada, que chegou recentemente ao catálogo da Apple TV.

Estrelada por Kristen WiigLaura Dern, a trama nos leva para a idílica e intocável high society de Palm Beach, na Flórida, no final dos anos 1960 – e acompanha a forasteira Maxine Dellacorte-Simmons (Kristen Wiig), que luta para conquistar um lugar em meio a um seleto grupo através do clube de campo mais exclusivo da cidade, o Palm Royale, aprendendo no processo o que ela fará e o que não fará para alcançar seu objetivo. E, após um bombástico season finale, as expectativas para as desventuras de Maxine estão mais altas do que nunca.

Recentemente, o CinePOP teve a oportunidade de participar de uma coletiva de imprensa com o criador da série, Abe Sylvia, que nos disse como foi regressar a esse colorido, vibrante e perigoso mundo – e até mesmo revelou que tem planos de construir um spin-off focado em uma das personagens principais.

Confira:

Como foi retornar a esse universo e explorar as complexidades da alta sociedade de Palm Beach?

Bem, nós definitivamente queríamos começar com Maxine em um lugar onde o mundo inteiro estivesse contra ela. Nós a encontramos literalmente em uma camisa de força, e sabemos que essa é uma mulher ambiciosa, com uma noção de sua própria glória pessoal, e literalmente o mundo a aprisionou, assim como Linda, e essas mulheres estão literalmente presas. É algo que realmente aconteceu em Palm Beach naquela época. Nós não inventamos isso.

Se uma esposa se tornasse muito rebelde, diziam que a internariam. A chamariam de louca. Quero dizer, isso acontecia repetidamente na alta sociedade, e não era só isso, mesmo que a gente trate o assunto com um toque de humor.

Isso era algo muito real que acontecia com as mulheres em Palm Beach naquela época. Então, sabe, é incrível, não é só uma metáfora, é uma realidade. […] Tudo gira em torno de como essas pessoas marginalizadas tiveram que se virar quando o mundo estava literalmente tentando mantê-las em cativeiro.

Há uma constante de reinvenções que acompanha cada um dos personagens. O que “reinvenção” significa para você dentro desse universo?

Bem, eu adoro essa pergunta porque é um dos maiores temas da série e é como nós sobrevivemos na vida.

Temos que nos transformar, especialmente se não planejamos viver uma vida estática. Então, na primeira temporada, Maxine pensava: “OK, se eu fizer todas essas coisas e me comportar como essas mulheres, posso ser uma espécie de rainha da cidade”. E o que ela aprende é que, assim como todos os personagens, não existe apenas uma identidade, não existe uma única versão pessoal, a melhor versão de si mesmo. Você vai ser 50 ou 60 pessoas diferentes até o fim da vida, se quiser continuar no jogo.

A personagem de Vicky Lawrence, em um dos episódios, diz que se você viver o suficiente como mulher, você será muitas pessoas e todas elas serão você. E esse é um dos maiores temas da temporada.

As mulheres nesta história – especialmente Maxine, Evelyn e Norma – realmente quebram as regras de poder dos anos 1970. O que o levou a adotar essa perspectiva?

Ser criado por uma feminista, por uma mãe iconoclasta que, durante as décadas de 60 e 70, não seguia as regras dos outros e dizia que o segredo da vida é viver com integridade, mesmo enquanto você está em busca de seus próprios sonhos e objetivos, especialmente se esses objetivos… Sabe, se não houver um caminho para você, você precisa criar o seu próprio. Então, fui criado por alguém que me transmitiu isso e foi um ótimo exemplo.

O que você pode nos contar sobre o que a 2ª temporada irá explorar?

Bem, acho que elevamos o nível em relação à primeira temporada. Acho que a série está mais maluca.

Acho que é mais engraçado. Acho que as situações são mais extremas. Acho que o que nos permitimos fazer foi, depois de ver como foi a primeira temporada, dizer que o céu é o limite para onde podemos levar essas mulheres, e temos talento suficiente no nosso elenco para ir a qualquer lugar.

‘Palm Royale’ é uma sátira pungente sobre a alta sociedade – mas também fala sobre solidão e ambição. O que o inspirou a usar o glamour de Palm Beach como um retrato da natureza humana?

Essa é uma pergunta incrivelmente perspicaz e instigante. Sabe, quando comecei, eu me inspirava apenas em imaginar como provavelmente seria a vida das mulheres nas fotografias de Aaron. Mas agora, depois de três ou quatro anos trabalhando na exposição, vimos como Palm Beach se tornou um verdadeiro centro cultural e de poder nos Estados Unidos e no mundo.

Então, sabe, ninguém poderia ter previsto. Eu mesmo não poderia ter previsto como escritor, que todas as figuras poderosas do mundo estariam indo para Mar-a-Lago para bajular o presidente. Eu não sabia disso oito anos atrás. Mas aqui estamos. É uma espécie de feliz coincidência que agora tenhamos este palco para contar esta história que, embora se passe em 1969, é incrivelmente relevante.

Você consideraria desenvolver um spin-off focado em um dos personagens?

Sim, e nós conversamos muito sobre isso na sala dos roteiristas. Nós inventamos algumas ideias, e certamente nenhuma delas foi sequer escrita. Mas nós meio que pensamos: “nossa, não seria divertido se um dos personagens falasse sobre essa época da vida dele, tipo uma série sobre essa época?”. Estávamos brincando, uma das nossas séries favoritas, que provavelmente nunca vamos conseguir fazer, é uma série fictícia chamada Dinah of Park Avenue.

E é sobre o primeiro casamento d[a personagem de] Leslie Bibb, quando ela morava em Nova York. Então, enquanto exploramos as histórias de fundo de nossos personagens, às vezes elas se transformam em séries em nossas próprias mentes. Mas sim, temos essa série divertida chamada Dinah of Park Avenue’, onde tentamos imaginar ela, seu primeiro marido e seu primeiro casamento, e como era para Dinah ser uma mulher da alta sociedade nova-iorquina. Então, Apple, se vocês estiverem ouvindo, poderíamos fazer ‘Dinah of Park Avenue’ em seguida.

‘Street Fighter’: Diretor celebra TÉRMINO das filmagens do live-action

Kitao Sakurai, diretor da aguardada adaptação do popular jogo Street Fighter, revelou que as gravações do live-action foram oficialmente finalizadas.

As boas novas foram reveladas através de uma postagem em seu Instagram.

Confira:

A estreia está marcada para o dia 16 de outubro de 2026.

Dalan Musson assina o roteiro, baseando-se no icônico game da Capcom.

“Ambientado em 1993, a trama acompanha os lendários lutadores Ryu e Ken Masters, que são arrastados de volta ao combate quando a enigmática Chun-Li os recruta para o próximo World Warrior Tournament, um torneio brutal que envolve punhos, destino e fúria.
Porém, por trás dessa batalha intensa, esconde-se uma conspiração mortal que pode forçá-los a lutar entre si — e contra os demônios de seu passado. Se falharem… é fim de jogo”, diz a sinopse.

Confira o elenco:

Noah Centineo – Ken Masters

Andrew Koji – Ryu

Callina Liang – Chun-Li

Cody Rhodes – Guile

Orville Peck – Vega

Curtis “50 Cent” Jackson – Balrog

Jason Momoa – Blanka

Vidyut Jammwal – Dhalsim

Olivier Richters – Zangief

Hirooki Goto – E. Honda

David Dastmalchian – M. Bison

Joe “Roman Reigns” Anoa’i – Akuma

Andrew Schulz – Dan Hibiki

Eric André – Don Sauvage

Mel Jarnson – Cammy

Rayna Vallandingham – Juli

Alexander Volkanovski – Joe

Live-action de ‘Street Fighter’ contrata novo diretor

Com mais de 55 milhões de unidades vendidas no mundo, Street Fighter é uma das franquias de games mais lucrativas e amadas da história. A nova adaptação promete combinar ação intensa com visual moderno e personagens fiéis aos jogos que conquistaram gerações.

Connie Nielsen revela o que a fez se apaixonar pela nova versão de ‘Robin Hood’ [EXCLUSIVO]

Robin Hood é a mais nova e épica série da MGM+ e oferece uma versão mais sombria, sangrenta e sedutora da clássica lenda do “ladrão honrado”.

A produção funciona como uma adaptação moderna do conto clássico sobre o fora da lei que rouba dos ricos e dá aos pobres, interpretado por Jack Patten, e sua épica história de amor com a corajosa Marian, vivida por Lauren McQueen. Na trama, após a invasão normanda da Inglaterra, Rob, filho de um guarda florestal saxão, e Marian, filha de um lorde normando, se apaixonam e decidem lutar juntos por justiça e liberdade. Enquanto Rob ascende como líder de um bando de bandidos rebeldes, Marian se infiltra no poder da corte. Juntos, eles farão de tudo para frustrar a corrupção real e trazer paz à terra.

Recentemente, tivemos a oportunidade de conversar com Connie Nielsen, que interpreta a Rainha Eleanor de Aquitânia no projeto – e ela nos contou o que a fez se apaixonar pelo projeto.

Confira nossa entrevista na íntegra:

A série foi criada por Jonathan English, produtor executivo de ‘Librarians: The Next Chapter‘. John Glenn (‘SEAL Team’) servirá como showrunner.

Jack Patten, Lauren McQueen, Sean BeanConnie Nielsen estrelam. O elenco ainda conta com Richard Lintern (‘Silent Witness’), Erica Ford (‘The Nevers’), Ryan Gage (‘Escolha ou Morra’), Oscar Salem (‘Vigil’), Miloš Timotijević (‘Na Terra de Amor e Ódio’) e Tamara Radovanović (‘The Arc’), Lydia Peckham (‘Planeta dos Macacos: O Reinado’), Steven Waddington (‘The Trap’), Marcus Fraser (‘Fundação’), Angus Castle-Doughty (‘Sombra e Ossos’) e Henry Rowley.

‘Predador: Terras Selvagens’ supera US$ 130 milhões e se torna a 3ª MAIOR arrecadação da franquia

Em menos de duas semanas, o aclamado ‘Predador: Terras Selvagens‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 130 milhões nas bilheterias mundiais.

Para termos de comparação, o novo longa já se tornou a terceira maior arrecadação da história da franquia – atrás apenas de ‘Alien vs. Predador‘ (US$177.4M) e ‘O Predador‘ (US$160.5M).

Nos EUA, o filme soma US$ 66.3 milhões. No mercado internacional, foram US$ 70 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 136.3 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com a China (US$12.7M), Reino Unido (US$5.6M), México (US$4M), França (US$3.7M) e Japão (US$3.3M).

Crítica | Predador: Terras Selvagens transforma o vilão em HERÓI em ficção científica divertida e estonteante

Vale lembrar que ‘Terras Selvagens‘ abriu com US$ 40 milhões nos EUA, tornando-se a maior estreia doméstica da história da franquia, facilmente superando ‘Predadores‘ (US$24.7M) e ‘O Predador‘ (US$24.6M).

Com 85% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o novo longa recebeu uma nota A- do público no CinemaScoreEssa é a maior média de aprovação da história da saga.

Predador: Terras Selvagens’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

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Elle Fanning (‘Malévola’) e Dimitrius Schuster-Koloamatangi estrelam a produção.

A trama conta a história de um jovem Predador rejeitado por seu clã, que se une a uma humana chamada Thia em um planeta remoto. Eles embarcam em uma jornada traiçoeira para encontrar o adversário supremo, buscando vingança e tentando restaurar o respeito de seu povo.

Dan Trachtenberg, de ‘O Predador: A Caçada‘, retorna à direção.

O roteiro foi assinado por Patrick Aison.

Vale lembrar que ‘O Predador: A Caçada‘ está disponível no Disney+.

‘O Telefone Preto 2’ já arrecadou mais de QUATRO VEZES o valor do seu orçamento

Sucesso! A sequência ‘O Telefone Preto 2‘ (The Black Phone 2) já arrecadou quase US$ 130 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor representa mais de quatro vezes do valor de seu orçamento – que girou em torno de US$ 30 milhões.

Nos EUA, o longa soma US$ 74.6 milhões. No mercado internacional, foram US$ 53 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 127.7 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o México (US$11.2M), Reino Unido (US$4.8M), Brasil (US$3.5M), Austrália (US$2.7M) e Espanha (US$2.3M).

Crítica | Scott Derrickson constrói um épico invernal slasher com o ótimo ‘O Telefone Preto 2’

Vale lembrar que o longa arrecadou US$ 26.5 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA – superando a estreia do longa original, que abriu com US$ 23.6 milhões no país.

Além disso, a sequência se tornou o maior lançamento doméstico do ano para a Blumhouse, facilmente superando ‘Lobisomem‘ (US$10.8M), ‘M3GAN 2.0‘ (US$10.2M), ‘A Mulher no Jardim‘ (US$9.3M) e ‘Drop: Ameaça Anônima‘ (US$7.3M).

Com 74% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a avaliação ficou levemente abaixo do longa original (B+).

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Scott Derrickson (‘A Entidade’) retorna à direção.

O elenco conta com o retorno de Ethan Hawke, Mason Thames, Madeleine McGraw, Jeremy Davies e Miguel Mora, além de introduzir Demián BichirArianna Rivas e Anna Lore.

Prime Video disponibiliza primeiro episódio de ‘The Mighty Nein’ de forma GRATUITA; Assista!

Prime Video acaba de disponibilizar de forma gratuita e na íntegra o primeiro episódio de The Mighty Nein, animação de fantasia adulta baseada na segunda campanha do popular programa Critical Role (um jogo profissional do clássico ‘Dungeons & Dragons’) e spin-off da aclamada A Lenda de Vox Machina.

A produção tem estreia marcada para o dia 19 de novembro na plataforma de streaming.

Confira, junto ao trailer:

https://www.youtube.com/watch?v=Mvht2clqats

A produção foi criada pelo time do Critical Role ao lado das companhias MetapigeonTitmouseAmazon MGM Studios.

A trama acompanha um grupo de desajustados com passados ​​e segredos conturbados que se veem unidos pelas circunstâncias. Eles se envolvem em um conflito maior e precisam trabalhar juntos para salvar o reino depois que uma poderosa relíquia arcana conhecida como O Farol cai em mãos perigosas.

Ambietando no mundo fictício de Exandria, a trama se passa vinte anos depois dos eventos de ‘Vox Machina’.

Laura BaileyMarisha RayTaliesin JaffeAshley JohnsonLiam O’BrienTravis WillinghamSam RiegelMatthew Mercer integram o elenco de voz.

Halle Bailey e Regé-Jean Page estrelam a comédia romântica ‘You, Me & Tuscany’; Trailer será lançado AMANHÃ!

Foi divulgado o primeiro vídeo promocional de ‘You, Me & Tuscany’, comédia romântica estrelada por Halle Bailey (‘A Pequena Sereia’) e Regé-Jean Page (‘Bridgerton’).

O material apresenta as primeiras cenas do projeto, cujo trailer será lançado amanhã, 17 de novembro.

Confira:

O longa tem estreia marcada para 10 de abril de 2026 e será lançado pela Universal Pictures.

Kat Coiro (‘Case Comigo’) assume a cadeira de direção, enquanto Ryan Engle assina o roteiro.

A trama é ambientada na Costa Amalfitana e acompanha Anna (Bailey), uma jovem cozinheira de espírito livre, cuja decisão impulsiva de se tornar ocupante ilegal em uma vila toscana abandonada, propriedade de um homem que ela mal conhece, a leva a um mundo totalmente novo de aventuras, mentiras e amor.

Marco CalvaniAziza ScottLorenzo de Moor também fazem parte do elenco.

‘Uma Batalha Após a Outra’ ultrapassa US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais

O aclamado ‘Uma Batalha Após a Outra‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o filme soma US$ 70.2 milhões. Internacionalmente, foram US$ 130.1 milhões através de 76 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 200.3 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$13M), França (US$9.2M), Alemanha (US$6.1M), Itália (US$5.1M) e Austrália (US$4.5M).

Crítica | ‘Uma Batalha Após a Outra’ é o MELHOR filme do ano!

Vale lembrar que o filme abriu com US$ 22.4 milhões nos EUA, tornando-se não apenas o maior lançamento da carreira do cineasta Paul Thomas Anderson, como também é o 11º título estrelado pelo Leonardo DiCaprio a superar a marca dos US$ 20 milhões no país.

De acordo com o Deadline, apesar do longa ter contado com um orçamento entre US$ 130-140 milhões, o estúdio está apostando em sua estabilidade nas telonas a longo prazo. Com uma excelente recepção do público e dos críticos, a expectativa é que o filme seja mantido em cartaz o máximo possível para fortalecer sua campanha na temporada de premiações.

Com 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota A dos espectadores no CinemaScore.

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Escrito e dirigido por Paul Thomas Anderson (‘Licorice Pizza’), o filme é baseado no livro Vineland, escrito por Thomas Pynchon.

O elenco ainda conta com Regina Hall, Sean Penn, Alana Haim, Teyana Taylor, Wood Harris e Benicio del Toro.

Reboot de ‘O Sobrevivente’ arrecada US$ 28.2 milhões em estreia GLOBAL

O reboot de ‘O Sobrevivente‘ arrecadou US$ 28.2 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa estrelado por Glen Powell (‘Todos Menos Você’) foi desbancado pela sequência ‘Truque de Mestre: O 3° Ato‘ (US$21M), abrindo no TOP 2 com US$ 17 milhões. O resultado ficou levemente abaixo das projeções, que indicavam uma estreia acima de US$ 20 milhões no país.

Internacionalmente, o filme acrescenta US$ 11.2 milhões através de 58 mercados.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$3.3M), Alemanha (US$1.1M), Austrália (US$1M), México (US$659KM) e Emirados Árabes Unidos (US$391K).

Com 64% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a nova versão recebeu uma nota B+ do público no CinemaScore. Para termos de comparação, essa é a mesma média de aprovação alcançada pela adaptação original de 1987.

Vale lembra que o reboot de ‘O Sobrevivente‘ chegará aos cinemas nacionais apenas no dia 20 de novembro.

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A trama é ambientada em uma América distópica em 2025 e gira em torno de Ben Richards, um homem desesperado que participa de um reality show violento chamado O Sobrevivente, para ganhar dinheiro e salvar sua filha gravemente doente.

‘O Sobrevivente’: Glen Powell revela que precisou da aprovação de Stephen King para protagonizar o filme

A direção fica a cargo de Edgar Wright (‘Baby Driver – Em Ritmo de Fuga’), que escreveu o roteiro em parceria com Michael Bacall, seu colaborador em ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘.

O elenco ainda conta com Josh Brolin, Karl Glusman, Katy O’Brian, Colman Domingo, William H. Macy, Daniel Ezra, Lee Pace, Jayme Lawson, Michael Cera e Emilia Jones.

‘The End of an Era’: Assista ao trailer LEGENDADO da série documental que celebra o fim da The Eras Tour, de Taylor Swift

Disney+ Brasil divulgou o trailer legendado de ‘The End of an Era’, série documental de seis episódios que celebra o fim da aclamada turnê The Eras Tour, da titânica estrela da música Taylor Swift.

A produção tem estreia marcada para o dia 12 de dezembro na plataforma de streaming, ao lado do filme The Eras Tour: The Final Show’.

Confira:

Em uma declaração emocionada, a artista explicou a motivação por trás dos projetos: “Foi o fim de uma era e nós sabíamos disso. Queríamos lembrar de cada momento que levou à culminação do capítulo mais importante e intenso de nossas vidas, então permitimos que cineastas registrassem essa turnê e todas as histórias entrelaçadas nela conforme chegava ao fim. E também filmamos o show final na íntegra”.

Taylor Swift quebra recorde de Adele com o álbum ‘The Life of a Showgirl’

O anúncio acontece logo após o lançamento de seu álbum, “The Life of a Showgirl”, na semana passada, um sucesso estrondoso que já ultrapassou a marca de 4 milhões de unidades equivalentes vendidas apenas nos EUA.

Com o que o Disney+ descreve como “acesso sem precedentes”, a série documental de seis partes mostrará “o desenvolvimento, o impacto e os bastidores que criaram o fenômeno que foi a Eras Tour”. A produção também oferecerá “um olhar íntimo sobre a vida de Taylor enquanto sua turnê ganhava as manchetes e encantava fãs ao redor do mundo”.

Além disso, a série destacará artistas convidados, familiares e amigos, incluindo Gracie Abrams, Sabrina Carpenter, Ed Sheeran e Florence Welch, proporcionando uma visão inédita sobre a criação desse fenômeno global.

10 curiosidades de ‘King Richard – Criando Campeãs’, o filme que deu o Oscar a Will Smith

Lançado em 2021, King Richard – Criando Campeãs definitivamente se tornou o filme da vida de Will Smith. Além de ter dado a ele sua maior glória profissional, ele o levou a um período de afastamento de Hollywood por conta de um evento que mexeu com a internet nos já distantes tempos de pandemia.

A trama, que acompanha a história de luta, sacrifícios, glórias e vitórias da família Williams, que ficou eternizada na história do tênis mundial com as tenistas Serena e Vênus Williams, fez muito sucesso por trazer mensagens de perseverança e trabalho duro. Pensando nisso, o CinePOP separou 10 curiosidades que você talvez não conheça sobre o filme. Confira!

Black List

Apesar do sucesso do filme, King Richard foi uma história que por pouco não viu a luz do dia. Ele foi encontrado na Black List de 2018, uma publicação anual que lista os roteiros considerados promissores que foram oferecidos aos grandes estúdios de Hollywood, mas não atraíram o interesse dos acionistas. É como uma lista de segundas chances. Filmes premiadíssimos, como Argo, Quem Quer Ser um Milionário? e Spotlight – Segredos Revelados, também foram descobertos na Black List.

Reuniões

Por ter sido idealizado durante a pandemia, King Richard contou com um processo de preparação bem diferente do padrão para a época: as leituras do roteiro com o elenco foram praticamente todas feitas por meio de reuniões via zoom. Apesar da grande química do elenco, ela começou a nascer de forma virtual. Hoje em dia, esse tipo de reunião ficou mais comum.

Divisão

Quando foi contratado para fazer o filme, Will Smith foi seduzido pela possibilidade de interpretar um homem de fé e de crença no trabalho duro como forma de ascensão social, que são filosofias que ele leva na vida, mas também – e principalmente – por um salário equivalente a 40 milhões de dólares. No entanto, por conta da pandemia, a Warner optou por realizar o lançamento híbrido do filme. Ele teria sessões limitadas nos pouquíssimos cinemas abertos pelo mundo, e estrearia simultaneamente no streaming, sem o pagamento de valores adicionais. Essa decisão comprometeu o salário de grande parte dos funcionários da produção, que tinham acordado receber de acordo com o desempenho do filme nas bilheterias. Visando reduzir o prejuízo de seus companheiros de trabalho, Will pegou seu salário e dividiu com a equipe.

Predestinada

Atriz que deu vida a Serena Williams no filme, a jovem Demi Singleton já tinha alguma conhecimento sobre a vida da tenista, já que havia interpretado a jovem Serena no ano de 2019 em um comercial para o aplicativo de namoros Bumble para o intervalo do Super Bowl daquele ano. Além do mais, sua aparência era muito próxima a da jovem Serena, fazendo dela a escolha perfeita para o papel.

Mão trocada

Saniyya Sidney, que deu vida à jovem Vênus Williams, precisou enfrentar um treinamento muito intenso para entrar na personagem. Além dela nunca ter jogado tênis na vida, o que já tomaria bastante tempo para aprender, ela é canhota, enquanto Vênus é destra. Ou seja, ela treinou de segunda a sexta-feira para aprender a jogar tênis com sua mão trocada, além, claro de ter entrado em uma dieta especial para assumir um físico parecido com o da tenista.

Conflito de agenda

Will Smith foi um dos poucos que se salvou no fiasco Esquadrão Suicida (2016). Apesar de ter feito uma boa bilheteria e ter vencido um Oscar de Melhor Maquiagem, o longa foi massacrado pela crítica, tanto que ganhou uma sequência com todo jeitão de reboot. No entanto, quando assumiu o projeto de O Esquadrão Suicida (2021), o diretor e roteirista James Gunn queria contar com o retorno do Pistoleiro de Will. O “problema” é que Smith já estava 100% comprometido com King Richards e não conseguiria deixar as filmagens para gravar na Argentina com o elenco. Por isso, a saída foi trocarem o personagem pelo Sanguinário, de Idris Elba, que tinha um background muito parecido com o Pistoleiro. Pode reparar como eles são praticamente o mesmo personagem.

Caminhos parecidos

Ao contrário de Will, que abriu mão de seu papel na franquia Esquadrão Suicida, Jon Bernthal fez testes para interpretar o papel de Rick Flag no filme de 2016, mas perdeu para Joel Kinnaman. Acabou que a parceria com Smith viria a acontecer anos mais tarde, em King Richard, onde Jon foi o escolhido para dar vida ao treinador Rick Macci.

Transformação

Vindo de projetos em que interpretava militares, Jon Bernthal chegou com um físico atlético impecável. Porém, ele precisou passar por um intenso treinamento para conseguir a aparência correta do personagem. Ele adaptou seu físico e perdeu cerca de 13 kg para ficar com o biotipo de um tenista, além de ter tomado aulas com Kamea Medora, uma das melhores tenistas juvenis do mundo, para entender mais como funcionava o cenário do tênis infantojuvenil e como eram as movimentações e treinamentos corretos.

Oscar

King Richard foi o quarto papel biográfico da carreira de Will Smith nos cinemas. Antes dele, Will havia feito Ali (2001), À Procura da Felicidade (2006) e Um Homem Entre Gigantes (2015). O curioso é que, com exceção do longa de 2015, Will foi indicado ao Oscar na categoria de Melhor Ator em todos os seus papéis biográficos. E antes dele alcançar a glória máxima com seu Oscar em King Richard, Will havia perdido em suas outras indicações para atores negros (Denzel Washington em 2002 e Forest Whitaker em 2007).

Do luxo ao lixo

Infelizmente, a noite mágica de Will acabaria sendo ofuscada por um surto de destempero. Momentos antes de ser anunciado como vencedor do Oscar de Melhor Ator daquele ano, Will Smith subiu ao palco da cerimônia e deu um tapa no apresentador Chris Rock, que havia feito uma piada envolvendo uma doença autoimune com a ex-esposa de Will, Jada Pinkett Smith. O tapa acabou repercutindo mais que a própria vitória naquela noite. Além disso, rendeu a Will um banimento de 10 anos de eventos e cerimônias da Academia.

King Richard – Criando Campeãs está disponível no HBO Max.

‘Truque de Mestre 3’ DESBANCA ‘O Sobrevivente’ e estreia no TOPO das bilheterias dos EUA

Em uma competição direta contra o reboot de ‘O Sobrevivente‘, a sequência ‘Truque de Mestre – O 3º Ato‘ levou a melhor, conquistando o topo das bilheterias dos EUA.

O terceiro filme da saga arrecadou US$ 21 milhões em seu primeiro final de semana no país, contra US$ 17 milhões arrecadados pelo reboot estrelado por Glen Powell (‘Todos Menos Você’).

Crítica | ‘Truque de Mestre – O 3º Ato’ devolve a mágica que a franquia pede em uma aventura deliciosa

Apesar de ter sido a menor abertura da franquia no território norte-americano, o novo filme não está tão distante do desempenho dos capítulos anteriores neste mesmo período. Os dois primeiros filmes estrearam com US$ 29.3 milhões e US$ 22.3 milhões, respectivamente.

Internacionalmente, a produção se saiu ainda melhor com US$ 54.5 milhões (incluindo sólidos US$19.2M da China) – totalizando uma arrecadação global de US$ 75.5 milhões.

Crítica 2 | ‘Truque de Mestre: O 3º Ato’ se mantém fiel à identidade da franquia em uma divertida e despojada aventura

Com 59% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota B+ do público no CinemaScore. Para termos de comparação, essa é a pior média de aprovação da franquia; os dois primeiros filmes receberam uma nota A-.

Vale lembrar que ‘Truque de Mestre 4‘ já foi confirmado! Ruben Fleischer, que dirigiu o segundo e terceiro filme, comandará a nova sequência.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Justice Smith, Rosamund Pike, Dominic Sessa e Ariana Greenblatt.

Os Quatro Cavaleiros retornam com uma nova geração de ilusionistas realizando reviravoltas, surpresas e mágicas alucinantes, diferentes de tudo já capturado em filme.

Ruben Fleischer, que dirigiu ‘Truque de Mestre 2‘, dirigesequência. O filme é escrito por Seth Grahame-Smith.

Lembrando que Truque de Mestree Truque de Mestre: O Segundo Ato’ estão disponíveis na Netflix

Astro de ‘Loki’ confirma que NÃO irá aparecer em ‘Vingadores: Doomsday’

‘Vingadores: Doomsday’ é um dos lançamentos mais aguardados da Marvel Studios e contará com uma quantidade imensurável de icônicos personagens do Universo Cinemático Marvel que irão unir forças para enfrentar o perigoso Doutor Destino (Robery Downey Jr.).

Porém, um popular personagem da Fase 5 do MCU não foi confirmado, ao menos por enquanto, como membro do projeto: Ouroboros, interpretado pelo vencedor do Oscar Ke Huy Quan na elogiada série ‘Loki’. Ouroboros é engenheiro-chefe da AVT (Autoridade de Variação Temporal) e responsável pela manutenção e pelo conserto da tecnologia da organização.

Em entrevista ao The Direct, Quan foi questionado sobre seu retorno no próximo blockbuster da Marvel e compartilhou uma notícia decepcionante com os fãs.

“Sabe, eu conheço muitos atores da família MCU que recebem essa pergunta com frequência”, ele disse. “Sinceramente, eu diria que sim se soubesse. Não sei, e essa é a resposta sincera. Não estou mentindo. Mas estou muito feliz que Loki esteja no filme e de volta. Torço para que possamos ver mais do Ouroboros em projetos futuros. Mas para ‘Doomsday’, não, ainda não”.

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Lembrando que ‘Doomsday’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

10 curiosidades de ‘Resistência’, uma ficção científica sensacional – e esquecida

Se o debate sobre as inteligências artificiais está em alta hoje em dia, há pouco mais de dois anos, o diretor Gareth Edwards trouxe essa temática para os cinemas em um filme espetacular de ficção científica. No entanto, ele acabou passando meio despercebido pelos cinemas do mundo, não fazendo de Resistência um sucesso de público – apenas de crítica.

Mesmo com o baixo público nos cinemas, quem assistiu ficou encantado. Pensando nisso, o CinePOP reuniu 10 curiosidades que você talvez não conheça. Confira!

O mestre

O filme fala sobre o embate entre a humanidade e as inteligências artificiais. Por isso, a ideia original de Gareth Edwards era brincar com a proposta das IA’s para mexer com o público. Por isso, ele contratou uma empresa focada nas inteligências artificiais para compor uma trilha sonora “original” ao estilo Hans Zimmer. Apesar do resultado ter ficado bastante satisfatório, ele sentiu que faltava alguma coisa. Diante disso, ele acabou sendo afetado pela própria trama do filme e convidou o mestre Hans Zimmer para compor a trilha original.

Filme raiz

Enquanto fazia os preparos para o início das filmagens, Gareth Edwards visitou um estúdio de realidade virtual e ficou completamente surpreso ao se deparar com um pôster exposto na parede que trazia o processo básico de “fazer cinema”. Ele perguntou ao rapaz do estúdio o motivo de um cartaz tão besta, ensinando a fazer o básico, estava preso ali. A resposta mudou de vez os rumos de Resistência. Ele respondeu que aquele pôster tinha mais de 100 anos. Diante dessa percepção secular, Edwards colocou na cabeça que seguiria aquilo à risca. Não usaria telas verdes ou cenários artificiais para fazer o filme. Ele queria um processo “raiz” de filmagem em cenários reais, com câmeras menores e com uso mínimo de computação gráfica.

Câmera

Para as filmagens, o diretor apostou nas câmeras Sony FX3, que são um modelo profissional utilizado muito por diretores iniciantes, não apenas por serem mais leves e mais fáceis de transportar e utilizar, mas principalmente porque têm um custo mais acessível. É um “modelo de entrada”, por assim dizer. E ela foi escolhida justamente por ter um ISO potente, mas ser muito leve e de fácil manipulação, fazendo dela o modelo ideal para gravar as cenas em meio às areias e pântanos das locações.

Locações

Por incrível que pareça, a decisão de Gareth Edwards de apostar em locações reais acabou saindo mais barata do que a decisão original de alugar estúdios e gastar fortunas com equipes de computação gráfica. Isso permitiu que o time viajasse por oito países asiáticos de acordo com as paisagens que fossem necessárias para a trama. “Selecionamos a dedo: os vulcões da Indonésia, templos budistas no Himalaia, ruínas do Camboja e vilarejos flutuantes”, explicou o diretor nos bastidores.

Impressionou

Além de diretor, Edwards também atuou como roteirista do filme. Ele se inspirou em diversas franquias que despertaram sua paixão pelo cinema na infância para escrever essa história. Mas o ponto é que seu protagonista foi escrito pensando justamente no ator John David Washington, após assisti-lo no filme Monstros e Homens (2018), em que ele interpreta um policial negro em meio às tensões raciais que tomam conta dos Estados Unidos. Seu trabalho foi tão visceral que o diretor não via outra opção que não o próprio John para interpretar seu protagonista. Felizmente, eles conseguiram ajustar suas agendas para que o rapaz pudesse protagonizar Resistência.

Escolha certa

Uma das escolhas mais difíceis do elenco foi a da pequena Alphie. Por conta da pandemia, eles realizaram centenas de testes por meio de vídeo. Quando houve a primeira oportunidade de testes presenciais, eles se encantaram com Madeleine Yuna Voyles. A menina emocionou a todos de forma orgânica, a ponto de Gareth Edwards pensar que aquilo era um daqueles momentos “acidentais” e que ela não seria capaz de repeti-lo nas filmagens. Então, ele inventou uma cena nova na hora e pediu para a menina atuar. O resultado foi ainda mais emocionante, tendo arrancado lágrimas de todos na sala. Era ela.

Figurantes

Grande parte dos coadjuvantes e figurantes do longa eram apenas moradores do entorno da região das filmagens, incluindo as crianças. “Algumas das crianças concordaram em raspar a cabeça e brincar de alguns dos monges robôs”, explicou o diretor, que afirmou ainda que: “Foi meio surreal. Todos ficaram muito animados por participar de um filme de Hollywood.”

NOMAD

Parte fundamental da trama, a NOMAD, base militar americana em forma de espaçonave, foi um dos elementos mais desafiadores da produção. Mais do que chegar ao visual, que o próprio diretor definiu como uma “ave de rapina capaz de observar a tudo e todos do céu”, foi muito desafiador encontrar os efeitos sonoros ideais. Segundo Gareth Edwards, foi um processo que tomou sua mente durante todos os lockdown vividos durante a pandemia de Covid-19.

Filme único

Ao contrário de muitos projetos de grandes estúdios, Resistência não foi pensado para virar franquia. “Minha parte favorita de uma história é como ela termina. A melhor parte de uma piada é o gancho da própria piada, sabe? Então, quando tento criar uma história, sempre trabalho de trás para frente, partindo do final para tentar levá-la ao clímax o máximo possível. Tudo meio que leva a esse momento. Então essa história é autossuficiente”, disse.

Mas nunca se sabe

Porém, mesmo com essa ideia de um filme autossuficiente, antes do filme lançar, Edwards se mostrou aberto a fazer uma continuação, caso o longa fosse um sucesso e o estúdio viesse atrás dele por mais capítulos. “Seria um ‘problema’ excelente o estúdio vir até você, dar um tapinha no seu ombro e dizer: ‘Ei, Gareth, você tem que pensar em algo. Precisamos de uma continuação'”, disse. “Mesmo que isso não esteja na minha agenda, vamos torcer”, comentou. Infelizmente, o filme acabou ficando abaixo das projeções de bilheteria e de premiações. O custo estimado, sem incluir o orçamento do marketing, foi de US$ 80 milhões, enquanto a arrecadação ficou na casa dos US$ 100 milhões. Uma pena.

Resistência está disponível no Telecine.

‘Os Goonies 2’: Ke Huy Quan revela entusiasmo com sequência

O ator Ke Huy Quan, astro do filme original Os Goonies (1985), compartilhou uma atualização empolgante sobre a aguardada sequência, Os Goonies 2’, um dos projetos mais esperados pelos fãs.

Durante uma conversa com o ComicBook, Quan, que interpretou o adorável Richard “Data” Wang no longa original, revelou que, embora ainda não tenha lido o roteiro, um segundo rascunho já foi entregue aos produtores e o projeto está causando grande entusiasmo.

“Eu ouvi falar sobre isso pela primeira vez quando encontrei Steven Spielberg em um evento, e ele estava muito animado”, disse Quan.

O ator destacou a dedicação por trás das câmeras: “Estamos tentando fazer acontecer, então vamos manifestar isso. Sei que estamos tentando há 40 anos, mas estou me sentindo bem a respeito. Desta vez, Chris Columbus e [Steven] Spielberg estão desenvolvendo o projeto, temos um roteirista incrível. Li que ele entregou o segundo rascunho e eles estão muito felizes com ele”.

Quan expressou seu desejo de retornar ao papel: “Eu adoraria revisitar esse personagem e viver outra aventura com meus irmãos e irmãs Goonies”.

‘Os Goonies 2’ está na “direção certa”, afirma roteirista

Lançado em 1985, ‘Os Goonies‘ marcou uma legião de fãs ao acompanhar a aventura de um grupo de crianças e adolescentes em busca do tesouro do pirata Willy Caolho para salvar suas famílias da crise financeira.

O elenco original, também incluiu Josh BrolinCorey Feldman e Ke Huy Quan.

Sucesso de crítica e público, o filme original conquistou 76% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou US$ 125 milhões, a partir de um orçamento de apenas US$ 20 milhões.

Na trama, jovens encontram um misterioso mapa do tesouro e começam a seguir as pistas, entrando em um fabuloso mundo subterrâneo de passagens secretas, perigosas armadilhas e um antigo galeão pirata que esconde moedas de ouro.

O filme foi dirigido por Richard Donner, com Steven Spielberg responsável pela história.

Chloé Zhao diz que está orgulhosa de ‘Eternos’, apesar do fracasso nas bilheterias

A cineasta Chloé Zhao, vencedora do Oscar por ‘Nomadland’, abordou recentemente o desempenho de Eternos, o longa-metragem da Marvel que enfrentou um fracasso de crítica e bilheteria, resultando no cancelamento de planos de sequência e deixando a equipe do filme sem um caminho claro no Universo Cinematográfico Marvel (UCM).

Em uma entrevista concedida à Variety, Zhao demonstrou orgulho pelo projeto, apesar de seu resultado comercial.

“Antes de tudo, tenho muito orgulho de Eternos e me diverti muito trabalhando com a Marvel, ponto final. Eu amo a equipe lá, que realmente me apoiou. Acho que os três primeiros filmes mudaram minha vida, esses 10 anos viajando por diferentes lugares da América, conhecendo a América como uma pessoa oriental e chinesa, e entendendo diferentes culturas, modos de vida, espiritualidade e natureza, abriram muitas coisas dentro de mim”, declarou a diretora.

“O que aconteceu foi que, depois de pioneira e coletar tesouros nos últimos 10 anos, fazendo os três primeiros filmes, a ideia borbulhava dentro de mim demais. Foi como um vulcão, e entrou em erupção, e aquela erupção foi Eternos. O motivo pelo qual fui atraído por Eternos é que ele serviu como um recipiente que me permitiu explodir, já que é uma história sobre um panteão de deuses discutindo a natureza da humanidade. Isso me permite digerir tudo o que aprendi com os três primeiros filmes na tela”, acrescentou Zhao.

Por fim, ela concluiu: “Demorei quatro anos desde aquela erupção para conter aquela lava, resfriá-la, aprender muitas ferramentas novas, construir várias estruturas de segurança ao redor dela e ir lá, escavar o que aquele material saiu de mim. Hamnet, eu diria, foi minha primeira tentativa de desmontar um pedaço enorme, esculpi-lo, remodelá-lo e representá-lo para o mundo de uma forma que me permitisse examinar a natureza da humanidade”.

Diretora de ‘Eternos’ comenta INTENSA experiência com o filme da Marvel: “Precisava de uma pausa”

Apesar da presença de um elenco de peso, que incluiu Richard Madden, Gemma Chan, Angelina Jolie e Salma Hayek, e da direção de uma vencedora do Oscar, o desempenho deEternos ficou muito aquém das expectativas.

O filme registrou apenas 47% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou pouco mais de US$402 milhões globalmente, um retorno insatisfatório considerando seu alto orçamento de US$236,2 milhões.

Lembrando que ‘Eternos’ está disponível no Disney+.

Os Eternos são uma raça de seres imortais que viveram durante a antiguidade da Terra, moldando sua história e suas civilizações enquanto batalhavam os malignos Deviantes.