Ryan Murphy, o renomado showrunner por trás de sucessos como ‘American Horror Story’ e ‘Monstros’, divulgou o primeiro pôster oficial de sua nova série, intitulada ‘The Beauty’. A produção será transmitida pelas plataformas Hulu e Disney+.
Na trama dos quadrinhos, uma DST transforma os afetados em belos, mas a doença, apelidada de “a Beleza”, acaba matando seus hospedeiros como parte de um suspeito plano sinistro do governo.
Rumores indicam que Peters interpretará um detetive que investiga casos relacionados a essa “beleza”, enquanto Kutcher dará vida a um bilionário da tecnologia.
Novos rumores sobre ‘Doutor Estranho 3’ foram divulgados, indicando que a Marvel Studios já começou a desenvolver o próximo longa-metragem focado no Mago Supremo.
De acordo com o ComicBookMovie, o diretor de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, Sam Raimi, não deve retornar para o terceiro filme, apesar de relatos anteriores sugerirem que ele estaria “praticamente fechando um acordo”para comandar a produção.
A reportagem destaca que o astro Benedict Cumberbatch terá um papel mais ativo nos bastidores desta vez, estando envolvido na busca por um novo roteirista e diretor.
Os boatos mais recentes apontam que Cumberbatch estaria interessado em trazer Sam Mendes (‘1917’) para o projeto. No entanto, essa possibilidade parece improvável, visto que Mendes está atualmente envolvido na produção de quatro cinebiografias dos ‘Beatles’.
Embora detalhes da trama ainda não tenham sido revelados, espera-se que o longa explore mais a personagem Clea, interpretada por Charlize Theron, que fez sua aparição na cena pós-créditos de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.
É IMPORTANTE DESTACAR QUE, ATÉ O MOMENTO, ESSAS INFORMAÇÕES NÃO PASSAM DE RUMORES.
Vale lembrar que a próxima aparição do Doutor Estranho está confirmada para o filme ‘Vingadores: Apocalipse’.
‘Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 17 de Dezembro de 2026, um dia antes da estreia norte-americana. ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.
‘Bruna Surfistinha 2‘ foi anunciado quando ninguém esperava uma sequência para o filme. Quase quinze anos depois de interpretar Brune, Deborah Secco volta ao set de filmagem como Bruna Surfistinha — a garota de programa que se tornou celebridade depois que escreveu sobre sua história.
Mas qual vai ser a história do filme?
A trama de ‘Bruna Surfistinha 2‘ acompanha a jornada de autoconhecimento e reinvenção, em que Bruna Surfistinha ressurge como um símbolo que ainda reverbera no inconsciente coletivo. O filme vai mostrar o que a fama fez com Bruna, codinome de Raquel Pacheco, e como ela lidou com as consequências de ser conhecida.
O filme original levou 2,2 milhões de pessoas aos cinemas em 2011 e consolidou a personagem no imaginário popular.
As filmagens de ‘Bruna Surfistinha 2‘ começaram no dia 9 de novembro e seguem até 22 de dezembro com produção da TvZERO e lançamento previsto para o fim de 2026.
Confira a primeira foto:
Deborah Secco afirma que interpretar Bruna foi uma experiência transformadora em sua trajetória. Para ela, o primeiro filme representou um dos mergulhos mais intensos de sua carreira, e ainda há muito a ser explorado nessa mulher cuja força e complexidade continuam em sintonia com o presente.
O primeiro filme, lançado em 2011, foi baseado em “O Doce Veneno do Escorpião: O Diário de uma Garota de Programa”, escrito pela própria Raquel.
‘Truque de Mestre 4’ (Now You See Me 4) já foi CONFIRMADO e tem diretor contratado.
Ruben Fleischer , que dirigiu o segundo e terceiro filme, retorna para a direção.
Durante o painel da Lionsgate na CinemaCon, Adam Fogelson, presidente do estúdio, comemorou a continuidade da amada franquia – cujo primeiro filme fora lançado em 2013.
“Ficamos tão felizes com a versão do diretor para Truque de Mestre 3, que já estamos desenvolvendo o próximo filme. Estamos emocionados que ele fará ainda mais mágica conosco com Truque de Mestre 4”.
‘Truque de Mestre – O 3º Ato’ (Now You See Me: Now You Don’t) chegou aos cinemas brasileiros e estreou com desempenho superior ao dos dois filmes anteriores.
Enquanto, no primeiro dia, ‘Truque de Mestre‘ (2013) vendeu 55 mil ingressos e ‘Truque de Mestre – O 2º Ato‘ (2016) alcançou 61 mil, ‘Truque de Mestre – O 3º Ato’ superou essas marcas e reforçou a popularidade da franquia, somando 66 mil ingressos vendidos na estreia.
‘Truque de Mestre – O 3º Ato’ conquistou uma aprovação positiva no Rotten Tomatoes, com 61% de aprovação baseado em 28 avaliações.
Para efeito de comparação, o filme original, ‘Truque de Mestre’, obteve 51% de aprovação com 171 avaliações, enquanto a sequência ‘Truque de Mestre: O Segundo Ato’ amargou 34%, com base em 197 avaliações.
Os Quatro Cavaleiros retornam com uma nova geração de ilusionistas realizando reviravoltas, surpresas e mágicas alucinantes, diferentes de tudo já capturado em filme.
O trailer alcançou 185 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas, tornando-se o segundo trailer mais visto do ano até agora.
O trailer mais visto do ano até agora foi de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, que acumulou 202 milhões de visualizações no mesmo período de lançamento.
O sucesso foi massivo nas plataformas sociais, com ‘O Diabo Veste Prada 2’ registrando recordes específicos:
Instagram: Tornou-se o trailer mais visto do ano até agora na plataforma, com 79 milhões de visualizações.
TikTok: Conquistou 60 milhões de visualizações.
As reações ao trailer foram amplamente positivas. Conforme a reportagem, o público celebrou especialmente o retorno aos icônicos escritórios da revista Runway. Além disso, o trailer foi elogiado por acertar o tom, revelando o suficiente para inflamar a nostalgia e deixar os fãs ansiosos por mais.
A estreia do novo filme está prevista para 1º de maio de 2026.
No novo capítulo da franquia, a poderosa editora Miranda Priestly enfrenta o desafio da decadência da mídia impressa em meio à ascensão das plataformas digitais. Sua ex-assistente Emily Charlton tornou-se uma executiva influente no mundo da moda, e agora as duas disputam ferozmente pela atenção, e pelos investimentos, das maiores marcas de luxo.
Novato na franquia, o ator é conhecido por estrelar a série ‘Gen V‘.
“Acho que o que mais me deixou empolgado em fazer parte de ‘Pânico 7’ foi o Kevin Williamson. Este é o primeiro filme da franquia dirigido por ele. Kevin, criador de ‘Pânico’, ‘Dawson’s Creek’, ‘The Vampire Diaries’, Segundas Intenções’ e tantos outros, é um cara incrível. Ser escalado para este projeto foi uma das coisas mais legais da minha vida. Acho que as pessoas vão adorar o filme. Acho que as pessoas vão ficar muito, muito impressionadas com a estreia do Kevin na direção de ‘Pânico’. Ele é um gênio.”
Sobre dividir a tela com os veteranos da franquia, o ator declarou:
“Courteney [Cox] é incrível; ‘Friends’ é uma série maravilhosa. E a Neve [Campbell] é uma das pessoas mais legais que existem. Mason Gooding é alguém que eu já conhecia e é um grande amigo meu, assim como a Jasmin [Savoy Brown], o Sam Rechner, que é um cara novo, e a Isabel May. A lista é enorme. Celeste O’Connor, Joel McHale.”
‘Pânico 7‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro de 2026.
Quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
Às vésperas da estreia da 5ª e última temporada de ‘Stranger Things’, a atriz Millie Bobby Brown enfrentou um novo incidente com paparazzi, desta vez gerando críticas nas redes sociais à reação de seu marido, Jake Bongiovi.
No vídeo que circula online, a atriz é vista saindo de um carro, segurando seu filho recém-nascido no colo, acompanhada por Jake Bongiovi e seu melhor amigo, Noah Schnapp (Will Byers na série).
A atriz, visivelmente nervosa, dirige-se ao prédio quando é abordada por um paparazzo insistente. Em um momento de tensão, ela responde rapidamente, tentando se afastar: “Estou com meu bebê!”.
Usuários nas redes sociais detonaram a atitude do marido deMillie Bobby Brown, destacando que ele não interveio para impedir que o paparazzo se aproximasse.
Muitos ressaltaram que o amigo, Noah Schnapp, estava sendo mais prestativo do que o próprio marido, pois ele aparecia carregando a bolsa da atriz e a acompanhando de perto.
Este incidente soma-se a uma série de episódios conturbados que têm envolvido a produção e o elenco nas vésperas do lançamento da temporada final, marcando um período tenso para o sucesso da Netflix.
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
Truque de Mestre – O 3° Ato desafia os ilusionistas em um truque que vai envolver a joia mais valiosa do mundo. Os Quatro Cavaleiros, interpretados por Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Dave Franco e Isla Fisher, estão de volta com uma nova geração de ilusionistas e uma história cheia de reviravoltas, mágicas e surpresas.
» ‘Truque de Mestre – O 3º Ato’ conquistou uma aprovação positiva no Rotten Tomatoes, com 61% de aprovação baseado em 28 avaliações. Para efeito de comparação, o filme original, ‘Truque de Mestre’, obteve 51% de aprovação com 171 avaliações, enquanto a sequência ‘Truque de Mestre: O Segundo Ato’ amargou 34%, com base em 197 avaliações. No geral, os críticos consideraram o filme divertido, apesar de problemas no roteiro e na direção.
» Juntos, os dois primeiros filmes arrecadaram US$ 686.5 milhões mundialmente. Apesar do sucesso nas bilheterias, ambos dividiram a opinião dos críticos, com 51% e 33% de aprovação no Rotten Tomatoes, respectivamente;
Em O BAD BOY E EU, Dallas sonha em entrar para a melhor escola de dança do país e honrar a memória de sua mãe. Tudo parecia sob controle… até Drayton Lahey, o bad boy mais popular do colégio, cruzar seu caminho. Entre passos de dança, provocações e segredos que ninguém imagina, os dois vão descobrir que às vezes o amor chega justamente quando você menos espera, e que alguns encontros podem mudar tudo.
Em CORAÇÕES JOVENS, Elias desenvolve sentimentos por seu novo vizinho. Ele logo percebe que está se apaixonando pela primeira vez, mas as interações com seus amigos e familiares trazem mais perguntas do que respostas. Confuso com seus sentimentos, Elias tenta resolver o caos interior para provar que merece o coração de Alexander.
Com 90% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa foi aclamadíssimo.
Na trama, Elias desenvolve sentimentos por seu novo vizinho. Ele logo percebe que está se apaixonando pela primeira vez, mas as interações com seus amigos e familiares trazem mais perguntas do que respostas. Confuso com seus sentimentos, Elias tenta resolver o caos interior para provar que merece o coração de Alexander.
A trama de EDDINGTON segue um impasse entre um xerife e um prefeito de uma pequena cidade gera polêmica, com vizinhos se enfrentando em Eddington, Novo México.
Onde a intolerância entre os extremos políticos pode nos levar? Ari Aster responde com sarcasmo e desespero em Eddington, seu quarto longa-metragem, que abandona o horror psicológico literal para mergulhar no terror social contemporâneo. Em uma tragicomédia rocambolesca — tão absurda que parece familiar — o diretor norte-americano constroi uma paródia dos tempos atuais, em que a polarização virou estilo de vida. Armentistas versus identitaristas: duas caricaturas que as redes sociais insistem em apresentar como espectros reais da política. Aster não está interessado na precisão ideológica, mas sim no espetáculo da ignorância.
Inspirado pelo caos de maio de 2020, Eddington recria uma cidade fictícia no Novo México que se transforma em palco daquilo que se tornou o nosso cotidiano: disputas discursivas entre ciência e negacionismo, paranoia e bom senso, sanidade e desinformação. É um microcosmo de uma decadência global, onde a pandemia da Covid-19 serve menos como pano de fundo e mais como lente de aumento para o colapso da convivência.
Joaquin Phoenix interpreta o xerife Joe Cross, um homem consumido pela retórica do ressentimento e das meias-verdades, cuja cruzada pessoal é derrotar o prefeito Alex Garcia (Pedro Pascal), um político latino que tenta manter a ordem e promover medidas básicas de saúde pública. Entre os dois, há uma terceira protagonista: as redes sociais. Ou melhor, a rede social — um organismo onipresente e mutante que define o que é real, quem é vilão e como manipular a percepção coletiva.
Aster não tem pudor em ridicularizar os vícios da comunicação contemporânea: o discurso inflamado, a construção de narrativas sem base factual, a fabricação de inimigos e a espetacularização da tragédia. Em uma das cenas mais marcantes, Joe grava um vídeo acusando Garcia de crimes contra sua esposa (Emma Stone) e outras atrocidades — não porque acredita nisso, mas porque é estratégico.
Duas vezes ganhadora do Oscar, Stone parece fazer uma participação especial como a esposa depressiva, confinada durante a pandemia e devastada por uma tragédia pessoal. Ela encontra acolhimento, no entanto, na figura de um guru espiritual (interpretado por Austin Butler), que encarna com precisão os falastrões da fé — com discursos religiosos inflamados e promessas de um único caminho para a salvação.
(Foto de Antonin THUILLIER / AFP)
Mais do que uma crítica à direita ou à esquerda, Eddington é um retrato da falência do debate público — da substituição da política por um reality show onde os participantes não querem governar, apenas vencer. Aster dirige com precisão cirúrgica, alternando o grotesco com o patético, a sátira com o horror, o cômico com o trágico. O riso, aqui, é sempre desconfortável, pois estamos a um passo da realidade de Guerra Civil, de Alex Garland.
No fim das contas, o que começa como uma disputa discursiva — ainda que repleta de fake news, deboche e cinismo — deságua numa reviravolta explosiva. O embate entre Joe Cross e Alex Garcia abandona qualquer verniz de civilidade e escala para uma violência desmesurada, num terceiro ato que transforma Eddington num faroeste moderno — ou melhor, num anti-faroeste, onde já não há diferença entre mocinhos e vilões. Todos estão armados, todos estão certos, todos têm um celular em punho.
Aster filma esse colapso como se fosse o último ato de uma peça ridícula que esqueceu de ser tragicômica e passou direto para o grotesco. Tiros são disparados com a mesma facilidade com que se compartilha uma teoria conspiratória. Grupos se organizam como milícias digitais que saíram da tela direto para as ruas. O velho espírito do Velho Oeste ressurge não como nostalgia, mas como distopia: um território onde a lei é a opinião pessoal e a verdade, um detalhe opcional.
Embora a narrativa nos apresenta um grande ganhador corportivo no ato final, na verdade, não há herois em Eddington. Nem vilões absolutos. O que existe é um amontoado de personagens cegos por suas certezas, dispostos a tudo — literalmente tudo — para vencer. O xerife e o prefeito tornam-se versões um do outro, espelhando-se num autoritarismo disfarçado de “salvação”. No duelo final, quem vence é a verdadeira protagonista: a máquina que pouco se importa se o discurso da vez é de direita ou de esquerda — o que importa é fazer as engrenagens girarem e gerar riqueza para poucos, sob o verniz de progresso para todos.
Com seu humor mórbido até o último minuto, Aster não nos escandaliza, surpreende ou aterroriza — ele escala verdades. A violência em Eddington cresce tanto que os tiros sobre tiros fazem o filme perder parte da graça, embora ganhe em ação. Para alguns, esse clímax pode parecer uma ruptura do tom; para outros, é coerente com o espiral de loucura. Ainda assim, temos alusões às comédias de erros no estilo de Fargo, dos irmãos Coen, sempre com um desfecho irônico, onde a tragédia vira espetáculo.
Em SOMBRAS NO DESERTO, uma família escondida no Egito Romano. O filho conhecido como ‘o Menino’ duvida do guardião ‘o Carpinteiro’, rebelando-se com poderes misteriosos. Conforme ele usa suas habilidades, eles enfrentam horrores naturais e divinos.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Lotfy Nathan também assina o roteiro do longa;
» A produção é inspirada em Evangelho Pseudo-Tomé, um evangelho apócrifo sobre a infância de Jesus. A escritura detalha o uso de poderes miraculosos por Jesus durante sua infância;
O filme conquistou o melhor lançamento de um filme de língua não-inglesa na plataforma ao abarcar 41 milhões de visualizações em seus primeiros cinco dias.
“Já começamos as filmagens de Sob as Águas do Sena 2. No entanto, não se trata de uma simples sequência, mas sim de um novo filme, completamente diferente… com a presença de um tubarão”, revelou.
Em entrevista à Variety, o diretor Xavier Gens revelou que a obra foi recusada por estúdios franceses antes da Netflix comprar os direitos de exibição.
“As pessoas na França não ousaram tocar [o projeto]”, ele conta. “É um filme que não pôde ser produzido e financiado no circuito tradicional, porque as pessoas assumiam que filmes de tubarão só poderiam ser feitos por estadunidenses ou coreanos”.
Com 63% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Sob as Águas do Sena‘ já está disponível no catálogo da plataforma de streaming.
Uma bióloga marinha Sophia descobre que um tubarão gigante invadiu o rio Sena pouco antes da realização de um triatlo internacional. Embora as autoridades relutem em acreditar nela, Sophia deve se unir a um policial e uma ativista climática para impedir um literal banho de sangue.
‘Truque de Mestre – O 3º Ato’ (Now You See Me: Now You Don’t), novo lançamento da Paris Filmes que chegou aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, dia 13, estreou com desempenho superior ao dos dois filmes anteriores.
Enquanto, no primeiro dia, ‘Truque de Mestre‘ (2013) vendeu 55 mil ingressos e ‘Truque de Mestre – O 2º Ato‘ (2016) alcançou 61 mil, ‘Truque de Mestre – O 3º Ato’ superou essas marcas e reforçou a popularidade da franquia, somando 66 mil ingressos vendidos na estreia.
Nos EUA, o reboot de ‘O Sobrevivente‘ e a sequência ‘Truque de Mestre: O 3° Ato‘ irão brigar pelo topo das bilheterias nos EUA.
Projeções recentes indicam que ambos filmes devem abrir acima de US$ 20 milhões no país.
Na última quinta-feira (13), o terceiro filme da franquia ‘Truque de Mestre‘ levou a melhor, somando US$ 2.1 milhões contra US$ 1.9 milhões arrecadados pelo reboot estrelado por Glen Powell (‘Todos Menos Você’).
‘Truque de Mestre – O 3º Ato’ conquistou uma aprovação positiva no Rotten Tomatoes, com 61% de aprovação baseado em 28 avaliações.
Para efeito de comparação, o filme original, ‘Truque de Mestre’, obteve 51% de aprovação com 171 avaliações, enquanto a sequência ‘Truque de Mestre: O Segundo Ato’ amargou 34%, com base em 197 avaliações.
Os Quatro Cavaleiros retornam com uma nova geração de ilusionistas realizando reviravoltas, surpresas e mágicas alucinantes, diferentes de tudo já capturado em filme.
O produtor executivo Dallas Jenkins, conhecido pelo sucesso de ‘The Chosen’, trouxe uma notícia sobre seu novo projeto bíblico, ‘José do Egito’, que adapta a história de José contada na Bíblia.
Conforme o Collider, Jenkins revelou que a produção terá apenas uma temporada, desapontando os fãs:
“Estamos fazendo como uma minissérie, não como uma série com várias temporadas. Sentimos que era uma boa história para encaixar entre outras que estamos contando”, afirmou.
Embora não esteja diretamente conectada, a produção está sendo vista como uma pré-sequência da série ‘The Chosen’, também criada por Jenkins.
Jenkins explicou o motivo de ter decidido contar a história de José, destacando sua relevância teológica e sua conexão com narrativas posteriores:
“Existem muitos paralelos com a história de Jesus. A história de José é o que leva à criação da Lei. Ainda não há estrutura, então as pessoas estão apenas experimentando sua humanidade e resolvendo os problemas da pior forma possível”, afirmou.
O produtor continuou, ligando a história de José à de Moisés: “Moisés é, de muitas formas, uma resposta à história de José. É José quem leva o povo ao Egito, o que acaba preparando o cenário para a experiência de opressão de Moisés no Egito”.
‘José do Egito’ conta a história do Antigo Testamento sobre José, que, traído por irmãos invejosos, desafia todas as expectativas e ascende a um poder incrível no Egito, perdendo apenas para o Faraó. Mas quando seu passado o alcança, ele se depara com um complexo teste final.
Antes da Marvel Studios sagrar o Universo Cinemático Marvel como uma das franquias mais bem-sucedidas da história do cinema – elevando a qualidade das adaptações de quadrinhos a níveis estrondosos -, coube à extinta 20th Century Fox começar dar as cartas do jogo com o longa-metragem ‘X-Men’. Lançado em 2000, o filme deu início a uma franquia de enorme sucesso financeiro e crítico (com altos e baixos no meio do caminho), e foi responsável por possibilitar que realizadores tomassem riscos mais ousados para produções do gênero – em relação a termos narrativos, estéticos e temáticos.
A franquia original, lançada entre os anos de 2000 e 2006 com três títulos, é uma das representações máximas das adaptações de HQs para o cenário fílmico – acompanhando o grupo titular, liderado pelo Professor Charles Xavier (Patrick Stewart), enquanto enfrenta inúmeros inimigos ao redor do planeta: de um lado, humanos que querem exterminar os mutantes por considerá-los aberrações e desvios da natureza; de outro, um clã intitulado Irmandade dos Mutantes comandado por Magneto (Ian McKellen), cujo intuito de proteger seus semelhantes o transformou em um misantropo sem limites que fará de tudo para mostrar que o próximo passo da evolução reside com os mutantes.
A premissa estende-se para a trilogia como um todo, sofrendo alterações à medida que esse cosmos se torna mais denso e mais complexo. No primeiro capítulo, por exemplo, Magneto quer transformar os humanos em mutantes a fim de acabar com a divisão que existe entre os dois grupos – tendo como alvo a poderosa Vampira (Anna Paquin) para alcançar seu objetivo; no segundo, o psicótico William Stryker (Brian Cox) utiliza o que tem a seu alcance para colocar as mãos no Cérebro, uma das invenções mais poderosas de Charles Xavier e Magneto, e usá-lo para exterminar os mutantes; no terceiro, ambas as tramas colidem conforme os X-Men enfrentam a descoberta da cura do gene-X e o retorno de Jean Grey (Famke Janssen) como a perigosa Fênix Negra (o próximo estágio de evolução).
À medida que os anos se passam, é notável como o legado da saga permanece mais vivo do que nunca. Seja por conseguir manejar um ensemble estelar que ajudou a repopularizar inúmeros personagens, incluindo Wolverine (Hugh Jackman), Ciclope (James Marsen), Tempestade (Halle Berry) e Mística (Rebecca Romijn), seja por promover revoluções a enredos desse tipo, revisitar os filmes nunca é uma ideia ruim – ainda mais se considerarmos a pré-sequência que se originou alguns anos depois, com o lançamento de ‘X-Men: Primeira Classe’. Percebemos, também, que a audácia mencionada refere-se ao fato de usar os personagens como sacrifícios para o andamento da narrativa ou para reviravoltas significativas (por exemplo, em ‘X-Men: O Confronto Final’, vemos Mística protegendo Magneto e perdendo seus poderes no processo; ou até mesmo Ciclope e Professor Xavier sendo derrotados por Jean em sua forma como Fênix).
Tal qualidade inegável é cortesia de Bryan Singer, que dirigiu os dois primeiros longas, e de Brett Ratner, responsável pelo encerramento da trilogia. Desde a primeira iteração, o público percebe que a atmosfera não se restringe apenas a incursões familiares, expandindo-se para cenas mais ardentes, com diálogos mais obtusos e integrando inúmeros suis-generis. Há diversas tiradas inteligentes entre Wolverine e Ciclope no primeiro filme, enquanto o segundo aposta fichas em uma violência mais explícita; o terceiro, supervisionado por Ratner, dividiu o público e a crítica, mas apresentou um thriller psicológico que arrancou a melhor performance de Janssen como uma personagem dupla e extremamente perigosa.
Esses elementos podem ser vistos em produções subsequentes, como ‘Homem-Aranha’ (que, de forma irônica, seguiu os mesmos passos), ‘Quarteto Fantástico’ e ‘V de Vingança’; dentro do MCU, escolhas narrativas e técnicas similares apareceram em ‘Homem de Ferro’, ‘Pantera Negra’ e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ – e, mais recente, no divertido ‘Deadpool e Wolverine’ (apenas para citar alguns). Ora, até mesmo o aclamado ‘Logan’ bebeu das páginas de ‘X-Men’ para ampliar a mitologia da franquia.
E isso não é tudo: a trilogia foi uma das primeiras a trazer temas importantes ao cenário mainstream, principalmente no tocante às minorias sociais. Se os quadrinhos da Marvel Comics já se mostravam à frente do seu tempo ao abrir discussões importantes, as adaptações cinematográficas estamparam nas telonas uma espécie de espelho a conversas que se estenderiam aos dias de hoje: por exemplo, é notável como o discurso utilizado pelos humanos em relação aos mutantes, diminuindo-os e considerando-os “aberrações”, ou até mesmo projetando a necessidade de uma cura a algo que não é uma doença, relaciona-se nas mais diversas camadas à comunidade LGBTQIA+ e à forma como é vista por tradicionalistas retrógrados. Em ‘X2’, os pais de Bobby (Shawn Ashmore) perguntam a ele se já tentou “não ser mutante”, enquanto Tempestade afirma que “eles não podem nos curar. Porque não há nada para ser curado” em ‘O Confronto Final’ – e esse é um discurso a que qualquer jovem não-heteronormativo pode se identificar.
‘X-Men’ ditou o futuro das adaptações de quadrinhos sem ao menos ter isso em mente à época que foi lançado – e, no final das contas, não podemos diminuir o impacto da trilogia original nesse gênero da sétima arte. Afinal, o próprio MCU não existiria sem o caminho aberto por nossos adorados mutantes.
Fazer os outros rirem é algo muito difícil – poucas pessoas conseguem. E transformar isso em profissão, menos ainda. Expressando-se de várias formas e se tornando um grande observador que nunca para de criar, o ator Eddie Murphy marcou seu nome na cultura pop mundial com seu jeito irreverente, sorriso marcante e uma habilidade impressionante de atrair a atenção para seu talento.
Para contar um pouco de sua trajetória, chegou à Netflix nesse finalzinho de 2025, o documentário Eu, Eddie que revisita parte da carreira do artista – fã de Richard Pryor e Muhammad Ali – desde os inesquecíveis shows de Stand-Up Comedy até o sucesso em Hollywood, lotando cinemas e teatros. Hoje, o nova-iorquino de 64 anos não está tão em evidência como em outros tempos, mas sua filmografia, espalhada pelos streamings, segue conquistando os amantes da comédia.
Nascido no Brooklyn, em abril de 1961, logo no início da fase adulta causava burburinhos com o sucesso de suas apresentações em bares badalados de humor. Notado, conseguiu uma vaga no Saturday Night Live – programa de televisão ligado à comédia que era sensação da época – no início dos anos 1980, após parte do elenco original já ter se despedido do show. Esse foi o primeiro passo de uma carreira que, logo depois, chegaria ao cinema e viria a ser uma das mais bem-sucedidas entre os artistas daquela época.
Dirigido pelo duas vezes vencedor do Oscar de Edição, Angus Wall, o projeto procura não se aprofundar, passando rapidamente por momentos marcantes de sua vida profissional e pessoal. Guiado pelo próprio depoimento de Murphy – gravado em sua linda mansão na Califórnia – temas como sua infância, a relação com a família, a chegada da fama através do primeiros sucessos na tela grande e um pouco do seu processo criativo não são esquecidos. Em complemento, a visão de amigos próximos e de nomes importantes do cenário da comédia norte-americana, como Dave Chappelle, Chris Rock, Jerry Seinfelde Kevin Hart, enriquece a obra.
Com quase cinco décadas de uma carreira vitoriosa, é impossível não lembrar de 48 Horas, Um Tira da Pesada, Um Príncipe em Nova Iorque, Professor Aloprado e até sua chegada a indicação ao Oscar por Dreamgirls – Em Busca de um Sonho – que veio ao mesmo tempo do fracasso Norbit. Trechos desses filmes são mostrados, algo que ativa memórias de todos nós, cinéfilos que acompanhamos de perto sua carreira. Com dezenas de personagens marcantes e um sucesso estrondoso, Eddie Murphyabriu portas para que artistas negros virassem protagonistas de blockbusters, tornando-se referência para muitos talentos que foram surgindo ao longo do tempo.
Mesmo em um mergulho superficial, Eu, Eddie, consegue chegar em boas reflexões sobre a vida e carreira de um dos rostos mais conhecidos de Hollywood – um artista completo que ainda tem muito a oferecer.
Para todo amante de séries de ficção científica, Lost e Arquivo X estão em um patamar raramente alcançado por alguma outra produção. Mas não é por isso que não conseguimos encontrar outros belos projetos que nos fazem querer ver um episódio atrás outro. Pensando nisso – para você que gosta de obras com muitas reflexões – segue abaixo uma lista que você precisa conferir:
Nessa nova série do criador de Breaking Bad, acompanhamos uma escritora de relevante sucesso que, durante uma noite, começa a perceber algo estranho acontecendo pelo mundo e precisa se adaptar a esse novo cenário.
Ao longo dos episódios, de quase uma hora de duração e com ótimos diretores assinando cada um deles, vamos conhecendo uma pequena cidade norte-americana e seus habitantes que, de alguma forma, acabam sendo envolvidos pelo The Loop: um experimento que fica debaixo da terra e possui o objetivo de desvendar alguns dos mais complexos mistérios do universo.
Sempre renovando uma amizade de quase 40 anos, quatro amigos se reúnem toda sexta-feira para jogar truco. Num desses dias, algo estranho acontece. Ao perceberem estar sob uma misteriosa e mortal nevasca, Juan Salvo (Ricardo Darín) e o restante do grupo precisarão encontrar soluções para sobreviver quando os perigos se mostram presentes. Conforme os dias passam, começam a entender que uma invasão aconteceu – e nada será como antes.
Ficção científica lançada na Apple Tv Plus, Silonos leva para uma reflexão sobre a sobrevivência em um futuro distópico, onde pessoas vivem em um lugar controlado por regras e repleto de restrições. Baseado na obra do escritor norte-americano Hugh Howey.
Uma das mais consagradas séries de ficção científica da atualidade, For All Mankind nos apresenta a inusitada situação: imagina que a União Soviética chegou primeiro à lua na frente dos Estados Unidos? Seguindo nessa realidade paralela, acompanhamos as disputas em uma corrida espacial que nunca acaba.
Na trama, acompanhamos um pacato professor formado em física que, certo dia, se vê de frente com uma situação inusitada, sendo apresentado a uma versão alternativa da própria vida. Ao longo do tempo, muitas surpresas vão estar pelo caminho e escolhas precisarão ser feitas.
Jim (Eion Bailey), um engenheiro que constrói atrações de parques de diversões, e sua esposa Tabitha (Catalina Sandino Moreno), são um casal em crise, perto de assinar o divórcio. Eles resolvem fazer uma última viagem juntos de trailer com os dois filhos após uma tragédia. Durante o caminho, são surpreendidos por uma árvore que impede de continuarem, regressando para uma outra parte da estrada onde se veem presos em uma cidade. O ótimo episódio piloto prende a atenção, sem deixar de esconder os principais mistérios e nos contextualizar de boa parte do que seria a jornada dali pra frente.
Submetida a experimentos por um cientista que a roubou de sua mãe, Eleven tem super poderes e pode controlar objetos com a mente. Ao longo das temporadas de Stranger Things vamos conhecendo melhor sua trajetória no passado, já rumando para um presente onde seus amigos precisarão de seus poderes para vencer o mal.
O tempo sendo associado ao ato de amar em tempos em que o esquecimento é o grande vilão da nossa realidade. Criado pelo cineasta suíço Baran bo Odar e pela cineasta alemã Jantje Friese, Dark chegou ao catálogo do poderoso streaming Netflix, tempos atrás, e sem muito ‘oba oba’. Muito bem amarrada, com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos e uma montagem de elenco espetacular, a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo.
Mark (Adam Scott) é funcionário de uma misteriosa empresa chamada Lumen e acaba de ser colocado como líder de uma equipe de funcionários que aceitou ser submetidos a uma situação onde suas memórias foram divididas entre o seu trabalho e sua vida fora dele. Basicamente, quando eles estão no trabalho, não lembram de nada do mundo fora dali; e quando estão em suas respectivas casas, não lembram de nada do trabalho. Até que um dia um ex-colega deles de trabalho, que conseguiu sair dessa situação, acaba fazendo contato com o Mark de fora do trabalho. A partir disso, o drama vira um misterioso labirinto de descobertas convergindo das duas realidades.