O Deadlinedivulgou, com exclusividade, as primeiras imagens oficiais do thriller psicológico ‘Girl Taken’ (anteriormente conhecido como ‘Baby Doll’), da Paramount+.
A trama acompanha a história das irmãs gêmeas Lily e Abby, cujas vidas são destruídas quando Lily é sequestrada de sua pacata cidadezinha rural inglesa por Rick Hansen, um professor muito querido na região. Após anos de abusos em cativeiro, ela consegue escapar, apenas para descobrir que a liberdade traz seus próprios desafios.
A próxima temporada irá introduzir um novo grupo de homens, compartilhando histórias sobre sua sexualidade enquanto vivem em uma casa chama O Quarto Verde. Em cada episódio, um homem é selecionado para comandar um food truck. Ele deve selecionar outro participante para ajudá-lo, e eles passam o dia se conhecendo melhor.
Sucesso no serviço de streaming, a primeira temporada passou seis semanas entre as produções mais populares do serviço de streaming em seu país de origem.
O Studiocanal ainda afirmou que a versão de Cavayé irá abraçar o “clássico atemporal” de Hugo enquanto “transportará o público em um evento cinemático moderno em 2026”.
Mais detalhes não foram revelados.
“O filme manterá o lado literário e dramático, a profundidade dos personagens e as questões sociais que estão no cerne da história, o que infelizmente continua cada vez mais relevante hoje em dia. Mas há um aspecto do romance que, em última análise, o torna uma história de aventura, ainda que com profundidade”, disse Cavayé em uma entrevista ao Deadline. “Quero intensificar isso de uma forma que nunca foi realmente destacada em outras adaptações. O filme permanecerá fiel ao romance de Victor Hugo, ao mesmo tempo em que introduz códigos e dinâmicas de suspense, como a cena de perseguição em que Valjean rouba o pão”.
Na trama…
Na França do século XIX, o ex-prisioneiro Jean Valjean, perseguido ao longo de décadas pelo impiedoso investigador Javert por ter violado sua liberdade condicional, busca redenção pelo seu passado e decide acolher a filha da prostituta Fantine.
A Netflix divulgou o trailer oficial de ‘The Fakenapping’, sua mais nova comédia original árabe.
A produção chega à plataforma de streaming no próximo dia 11 de dezembro.
Confira:
Amine Lakhnech assume a cadeira de direção, enquanto Ahmed Amer e Abdulaziz Alessa assinam o roteiro.
A trama é centrada em Sattam (Mohammed AlDokhei) – um empresário fracassado e pai de família que elabora um plano absurdo para pagar suas dívidas: sequestrar o próprio pai. Mas quando seus amigos, igualmente sem esperança, se envolvem e um agiota começa a pressioná-lo, o plano rapidamente se transforma em uma tempestade de azar, mentiras ainda maiores e decisões ainda piores.
Mohamad Aldokhei, Yazid Almajyul, Abdulaziz Al Sokayreen, Saeed Al-Owairan, Abdallah Aldrees, Khaled Hweijan, Abrar Faisal e Ali Mofrah integram o elenco.
A trama nos leva ao final do século XIX, durante o período Meiji, 292 guerreiros, incluindo Shujiro Saga (Junichi Okada), se reúnem no Templo Tenryuji, em Kyoto, ao cair da noite, atraídos pela promessa de um enorme prêmio em dinheiro. Cada um recebe uma etiqueta de madeira e participa de um jogo vicioso no qual devem roubar as etiquetas dos outros participantes e chegar a Tóquio para ganhar o prêmio em dinheiro. Sob o véu da noite, o recinto do templo se enche de inquietação e da presença de guerreiros sanguinários. Quando o sinal para o início do jogo é dado, os combatentes iniciam sua implacável batalha pela sobrevivência.
Em 2023, a Blumhouse adquiriu os direitos intelectuais da popular franquia de games‘Five Nights at Freddy’s’, criada por Scott Cawthon, e transformou essa saga do terror em um longa-metragem estrelado por Josh Hutcherson e Elizabeth Lail. Apesar das críticas mistas, o filme se tornou um sucesso de bilheteria e logo impulsionou o produtor Jason Blum a desenvolver uma sequência. Dois anos mais tarde, ‘Five Nights at Freddy’s 2’ está prestes a chegar aos cinemas nacionais – com estreia agendada para hoje, 4 de dezembro -, expandindo a mitologia de Cawthon em um divertido, ainda que falho longa-metragem.
A trama é ambientada pouco tempo depois dos terríveis acontecimentos do filme anterior, em que Mike (Hutcherson), Vanessa (Lail) e Abby (Piper Rubio) enfrentaram o perigoso William (Matthew Lillard) com a ajuda das crianças fantasmas que o serial killer sequestrou e que habitavam os trajes animatrônicos da Pizzaria Fazbear. Iniciando-se com uma chocante sequência em outro estabelecimento da hamburgueria, o pesaroso e tenso tom da narrativa já nos é entregue ao mostrar que o reino de caos e terror de William era muito maior do que esperávamos – e que, agora, cai no radar dos nossos protagonistas através de uma trama complexa e recheada de reviravoltas.
Abby, sentindo muita falta de seus amigos (no caso, Chica, Freddy, Foxy e Bonnie), descobre que talvez eles não tenham desaparecido e a abandonado: ao colocar as mãos em uma espécie de dispositivo que reproduz, em tempo real, as falas dos animatrônicos, a jovem garota é convocada por Chica para visitar uma nova pizzaria – sendo arrastada para uma artimanha que envolve Charlotte (Audrey Lynn-Marie), uma menina que foi assassinada por William, perecendo sem a ajuda de qualquer adulto ou responsável que estava presente naquele fatídico dia. Jurando vingança, sua alma ficou presta a um animatrônico único, feito especialmente para o estabelecimento em questão: Marionette. Apoderando-se da amedrontadora estrutura robótica, ela faz de tudo para sair de seu confinamento, atraindo não apenas Abby, mas uma velha conhecida que possui a chave para libertá-la – Vanessa.
A partir daí, o trio se vê numa corrida contra o tempo para impedir que Charlotte dê continuidade ao seu plano, visto que Marionette pode ativar os animatrônicos de maneira remota – e seu alvo se resume a praticamente todos os pais da cidade, encarando-os como negligentes e responsáveis por sua morte. E, apoiando-se em diversas referências aos jogos originais, Cawthon, responsável pelo roteiro, esquadrinha ainda mais elementos do universo que imortalizou sem deixar de lado o entretenimento e se valendo de fórmulas óbvias para alcançar o que deseja (que funcionam em certos momentos e deixam a desejar em outros).
O roteiro de Cawthon é abraçado pela diretora Emma Tammi, que retomas as rédeas após ter encabeçado o primeiro capítulo da franquia. Veterana nesse sangrento cosmos, Tammi reproduz diversas incursões que explorou no longa anterior, seja nas cenas de jumpscare, seja explorando o relacionamento entre Mike e Abby e entre Mike e Vanessa. Em outras palavras, a realizadora emula diversos clássicos do gênero, ousando aqui e ali com alguns planos holandeses para denotar a angústia das vítimas da antagonista, e o conhecido Efeito Hitchcock que reitera a atmosfera explorada. É claro que, num âmbito mais artístico, não há nada de novo para ser visto – mas essa não é a ideia do projeto.
Centrado essencialmente no escapismo cinematográfico e no mais puro entretenimento, o resultado do longa é mais positivo que o predecessor, podendo abranger outras camadas que não podiam ser exploradas em virtude da costumeira apresentação dos personagens. E, por mais que Mike não trabalhe mais como segurança noturno da pizzaria, ele é colocado como um fio condutor que mantém-se fiel ao âmago da saga de games – principalmente em uma divertida cena que é uma carta de amor direta ao primeiro jogo. Dessa forma, Tammi e Cawthon conseguem criar três núcleos diferentes que caminham para uma reviravolta final que, mesmo previsível, nos prepara para um provável terceiro capítulo.
O elenco faz um bom trabalho, com destaque a Lail como uma versão mais traumatizada e mais carregada de segredos, cujas escolhas falhas entram em conflito direto com Mike, Abby e todos que conhece. Lidando com alucinações de seu psicótico pai, ela tenta se desvencilhar dos comentários sobre sua sanidade mental à medida que procura consertar o que fez – e Lail, dessa maneira, consegue trazer mais profundidade à personagem que encarna. Como se não bastasse, temos a presença de nomes como Skeet Ulrich e Mckenna Grace em papéis recorrentes que ajudam a trazer dinamismo para a história, ainda que soem descartáveis quando colocados no panorama geral.
O maior problema vem com o ato de encerramento – repetindo o erro crasso do filme de 2023. Os dois blocos iniciais se mostram pragmáticos o suficiente para se correlacionar com a ambientação do original, apenas para abrir margem para um anticlímax frustrante que vem com uma “batalha final” efêmera demais para ser levada a sério e uma “resolução” que apenas emerge como fanservice, ou seja, aberta demais para concretizar o que queria. Alguns diálogos também fogem de uma preocupação estilística, valendo-se de tantas outras obras para se compor.
Caso seja possível deixar os amadores equívocos de lado, ‘Five Nights at Freddy’s 2’ é um bom entretenimento que se desenrola como o previsto e que se vale da química do elenco para encontrar sucesso. Todavia, não espere uma obra-prima do terror, principalmente porque o objetivo do filme não é esse – e sim divertir os espectadores como pode e dentro de uma estrutura limitada, mas funcional.
Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas bizarras. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. Ele mesmo. O Pennywise.
Com o retorno da franquia Pânico aos holofotes, muitos fãs têm debatido sobre os caminhos criativos que a saga poderia seguir. Um dos conceitos mais intrigantes seria um final dePânico 7que não revelasse todos os Ghostfaces — uma jogada ousada que manteria o mistério vivo e prepararia terreno para o próximo capítulo. Curiosamente, essa ideia não é nova: o roteirista Kevin Williamson já havia pensado em algo semelhante para o final original dePânico 4.
O final alternativo de Pânico 4 que nunca vimos
Dylan Minnette (“Wes”), Jack Quaid (“Richie”), Melissa Barrera (“Sam”) and David Arquette (“Dewey Riley”) star in Paramount Pictures and Spyglass Media Group’s “Scream.”
No roteiro inicial de Williamson, Pânico 4 terminaria de maneira muito diferente do que foi exibido nos cinemas. Jill Roberts (Emma Roberts) conseguiria se safar dos assassinatos e sair como a única sobrevivente do massacre, aclamada como heroína — sem que ninguém soubesse que ela era, na verdade, a assassina por trás da máscara.
O plano do roteirista era continuar a história emPânico 5 com Jill vivendo normalmente, enquanto Sidney Prescott, que teria sobrevivido mas perdido parte da memória, assumiria uma nova vida como professora universitária. Aos poucos, flashes e traumas fariam Sidney lembrar da verdade — e assim começaria uma nova trilogia.
Infelizmente, após divergências criativas e a saída de Williamson da produção, esse arco foi descartado. O estúdio optou por um final mais tradicional, em que Jill é desmascarada e morta, encerrando seu possível retorno.
E se Pânico 7 fizesse o mesmo?
Pânico 7 poderia resgatar essa abordagem, subvertendo as expectativas e encerrando o filme com um mistério em aberto — sem revelar um dos Ghostfaces. Seria uma reviravolta rara em uma franquia marcada por finais que sempre expõem os assassinos em monólogos sangrentos.
Manter um Ghostface desconhecido até o próximo filme criaria uma tensão inédita: o público e os personagens ficariam constantemente desconfiados de todos, e o suspense se estenderia para além de um único longa.
Imagina ainda se esse Ghostface fosse alguém do passado, como diz no trailer: “Você escolheu uma cidade para viver parecida com a que crescemos juntos”. Mais um irmão depois do Roman seria um exagero, mas quem sabe o Stu Macher realmente está vivo? Ou então finalmente descobrirmos os laços de Sidney com a mãe das irmãs Carpenter, afinal elas dividiram o mesmo namorado psicopata. Não seria genial?
Além disso, essa estratégia permitiria um desenvolvimento mais profundo dos personagens e um tom mais sombrio e psicológico. Seria uma forma de homenagear as ideias originais de Williamson, enquanto renovaria a estrutura narrativa da franquia — algo que Pânico 7 precisa para continuar relevante.
Deem o foco para a Gale
Em sua nova trilogia, Kevin Williamson sempre teve apreço pelo casal formado por Gale e Dewey, e imaginava que ‘Pânico 6‘ seria um filme que explorasse o relacionamento dos dois fora do contexto tradicional da saga — algo mais intimista, mas ainda dentro do gênero do terror e da metalinguagem que caracterizam Pânico. Está na hora de Gale também ter seu holofote, afinal, ela quem iniciou toda a franquia ao publicar seus livros.
Um legado de reinvenção
Desde 1996, Pânico é conhecido por brincar com as regras do terror. Talvez o próximo passo natural seja justamente quebrar uma das maiores: a necessidade de sempre revelar quem está por trás da máscara. Se Kevin Williamson quase conseguiu fazer isso em Pânico 4, talvez seja hora de a franquia finalmente ter coragem de seguir por esse caminho — e deixar o público em suspense por mais um filme.
O cineasta Kleber Mendonça Filho falou recentemente sobre o impacto disruptivo da “cultura do streaming” no hábito de ir ao cinema, destacando a necessidade de Hollywood reavaliar suas regras de lançamento.
Durante uma entrevista à Variety, Mendonça Filho enfatizou que a mudança de comportamento do público, acelerada pela pandemia, é o cerne da crise das salas de cinema.
“Estamos passando por uma crise em relação ao ato de ir ao cinema, mas acho que, com a cultura do streaming e também com a pandemia, as regras mudaram”, afirmou.
Ele continuou: “Sempre foi muito claro que, para ver um filme, você iria ao cinema (…). Bem, isso já não é tão claro. Acho que isso está afastando muitas pessoas da experiência de ir ao cinema”.
O diretor acrescentou ainda que “a indústria, particularmente em Hollywood, realmente precisa estabelecer um limite se quiser manter viva a ida ao cinema”.
Segundo ele, Hollywood deveria adotar como regra lançar filmes no streaming apenas após três ou quatro meses da estreia nos cinemas.
Mendonça ressaltou que a cultura cinematográfica brasileira e a bilheteria nacional se mantêm fortes justamente por causa das janelas de exibição mais longas.
“Agora que ‘O Agente Secreto’ está em cartaz no Brasil, deixamos muito claro que o filme ficará exclusivamente nos cinemas por meses e só depois, em algum momento, chegará ao streaming. Se você passa essa mensagem, se deixa isso claro, o público vem, e é exatamente o que está acontecendo no Brasil”, destacou.
O cineasta também afirmou que não gostaria de fazer um filme sabendo que ele seria lançado apenas em streaming, embora não veja problema em disponibilizá-lo nessas plataformas após o período nos cinemas.
“As pessoas dizem ‘nunca diga nunca’, mas eu não me vejo fazendo um filme só para streaming. Não acho que eu conseguiria me concentrar no que preciso fazer sabendo que a primeira exibição seria numa plataforma”, explicou.
Mendonça brincou ao dizer que já ouviu relatos de pessoas que assistiram ao seu filme ‘O Som ao Redor’ (2012) em 17 partes ao longo de duas semanas.
“Tudo bem assistir em 17 partes, mas eu sei que o melhor lugar para aquele filme viver foi no cinema”, concluiu.
Além deWagner Moura, o elenco conta com grandes nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Alice Carvalho, Roberto Diogenes e Hermila Guedes.
O longa, que estreou com grande destaque em festivais internacionais, já acumula importantes prêmios, incluindo o FIPRESCI (Prêmio da Crítica Internacional) de Melhor Filme, o Prix des Cinémas Art et Essai – AFCAE (Prêmio de Cinema de Arte), além de troféus de Melhor Direção para Kleber Mendonça Filho e Melhor Ator paraWagner Moura.
Na estreia mundial, o filme foi aplaudido de pé por 13 minutos, consolidando-se como um dos grandes destaques da temporada.
O renomado cineastaJames Cameron, criador do épico ‘Avatar’, revelou que ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ será a culminação da saga que começou em 2009 e ‘Avatar 4‘ vai iniciar uma nova saga.
Cameron esclareceu que os três primeiros filmes formam uma única saga, e os dois filmes subsequentes (o quarto e o quinto) representarão uma nova e separada parte da história.
Cameron explicou por que prefere o termo “saga” a “sequência”:
“Eu acho que tenho um pouquinho de experiência com sequências e sobre como você precisa entregar mais do que o público espera, levando-os do familiar ao novo a cada vez. Eu não considero Fogo e Cinzas uma sequência. Eu penso nele como a culminação de uma saga. Gosto mais de ‘saga’ do que ‘sequela’, porque grande parte do que queríamos contar já estava na arquitetura original da história. Então, se você pensar nisso como o terceiro ato, é mais saudável”, afirmou ao Gizmodo.
O diretor contrastou sua abordagem de planejamento de longo prazo com o modelo típico de Hollywood:
“Ao contrário de uma sequência típica de Hollywood, em que fazem muito dinheiro com um filme e depois dizem: ‘Droga, precisamos correr atrás de um novo roteiro. Talvez não seja tão bom, mas vamos filmar e lançar assim mesmo.’ Isso não é o que estamos fazendo aqui. É um plano de longo prazo. E eu comecei sabendo disso, apostando que o público viria conosco e se importaria com essas pessoas. Porque eles podem ter 3 metros de altura e serem azuis, mas ainda são pessoas”, acrescentou.
Embora ‘Avatar 3’ seja o encerramento da saga inicial, os filmes ‘Avatar 4’ (previsto para 2029) e ‘Avatar 5’ (previsto para 2031) ainda estão programados para chegar aos cinemas.
Cameron demonstrou dúvidas sobre a realização dos filmes futuros nos anos desde o anúncio, mas agora esclarece que, se eles forem feitos, representarão uma nova jornada:
“É uma saga própria. Eles têm começo, meio e fim que se desenrolam nesses dois filmes. Eles são vaporware [conceito sem produto final] por enquanto”, explicou
Apesar da incerteza do cineasta sobre as últimas partes, o elenco mantém a esperança. Jack Champion, que interpreta Spider, reforçou a importância da continuação: “Eu realmente espero que possamos fazer o quatro e o cinco, porque é uma história tão insana e alucinante que eu sinto que precisa ser contada. Vai para outro nível”.
‘Avatar: Fogo e Cinzas’ chega aos cinemas nacionais em 18 de dezembro.
O longa promete ser o mais longo da franquia até hoje, com impressionantes 3 horas e 15 minutos de duração.
Para fins de comparação, a duração dos filmes da franquia ‘Avatar’ tem aumentado progressivamente:
‘Avatar: O Caminho da Água’ (2022): 3 horas e 12 minutos.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de dezembro. Vale lembrar que as sequências ‘Avatar 4‘ e ‘Avatar 5‘ já foram confirmadas, estão programadas para 21 de dezembro de 2029 e 19 de dezembro de 2031, respectivamente.
James Gunn usou as redes sociais para trazer a cronologia do novo DCU, revelando que os primeiros filmes seguirão uma ordem cronológica, com os eventos de uma produção influenciando as seguintes.
Em resposta a um internauta, o cineasta afirmou:
“Todos esses projetos iniciais estão ocorrendo na ordem em que são lançados”.
Dessa forma, esta é a sequência cronológica inicial dos projetos do DCU:
‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ – 26 de junho de 2026
‘Lanternas’ – previsto para algum momento de 2026
O estande de ‘Supergirl’ na CCXP trouxe o logo do filme e o uniforme usado por Milly Alcock no longa.
Confira:
A Variety publicou uma matéria revelando que ‘Superman‘ é considerado um grande sucesso pela Warner Bros. e vai gerar um lucro de US$ 125 milhões para o estúdio.
Com um custo de US$ 200 milhões, o filme já arrecadou 614 milhões mundialmente até o momento e vai começar um novo universo de super-heróis.
O sucesso foi tanto que o co-CEO da DC Studios, James Gunn, confirmou que a sequência ‘Superman: Man of Tomorrow’ (‘Superman: Homem do Amanhã’, em tradução livre’).
As informações indicam que Gunn irá dirigir e escrever o longa (tendo revelado recentemente que já completou o primeiro tratamento do roteiro), entrando também como produtor ao lado de Peter Safran.
Além disso, o site aponta que as gravações irão começar no verão norte-americano de 2026, isto é, entre os meses de junho e agosto. Inúmeros personagens do DCU devem aparecer além de Clark Kent (David Corenswet) e Lex Luthor (Nicholas Hoult), incluindo: Supergirl (Milly Alcock), Lobo (Jason Momoa), Pacificador (John Cena) e Mulher-Gavião (Isabela Merced).
De acordo com o Deadline, Zoë Kravitz NÃO retorna como Selina Kyle em ‘Batman – Parte II‘.
O motivo não foi revelado.
Scarlett Johansson (‘Jurassic World: Recomeço’) está em negociações finais para viver a protagonista feminina, que não será a Mulher-Gato e nem a Hera Venenosa.
Apesar de detalhes sobre sua possível personagem não terem sido revelados, a atriz é um rosto conhecido entre os fãs de super-heróis. Por mais de uma década, ela interpretou a icônica Viúva Negra, da Marvel Studios.
Vale lembrar que, recentemente, Johansson foi confirmada no elenco do novo filme da franquia ‘O Exorcista‘, que será dirigido pelo Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’).
Após dois anos espreitando as ruas como Batman, Bruce Wayne se encontra nas profundezas mais sombrias de Gotham City. Com poucos aliados confiáveis, o vigilante solitário se estabelece como a personificação da vingança para a população.
A nova temporada terá o retorno de Zendaya, Hunter Schafer, Eric Dane,Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie, Maude Apatow, Martha Kelly, Chloe Cherry e Colman Domingo.
Sobre o futuro da série, o criador Sam Levinson expressou confiança: “Acredito que vocês ficarão muito satisfeitos com esta temporada e com a forma como vamos concluir o arco narrativo de cada personagem”.
Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.
A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.
O Hulu renovou oficialmente a série de comédia ‘Chad Powers: O Quarterback‘ para a 2ª temporada.
Anteriormente, o astro Glen Powell (‘Todos Menos Você’) havia comentado sobre o que podemos esperar do segundo ciclo: “Se formos renovados para uma nova temporada, eu certamente estarei no Texas Longhorns. Meu personagem estará jogando lá na segunda temporada.”
Inspirada em uma paródia do ESPN+ com o quarterback Eli Manning, a trama segue Chad Powers, que, após acabar com sua carreira esportiva na primeira divisão por causa de mau comportamento, se disfarça e entra para um time de futebol em dificuldades em busca de uma segunda chance.
Apesar de ter conquistado a maior parte do público, a produção dividiu a opinião dos críticos – conquistando apenas 57% de aprovação no Rotten Tomatoes.
De acordo com o Deadline, Andrew Scott (‘Fleabag’) foi confirmado no elenco da 3ª temporada da 3ª (e última) temporada da aclamada comédia ‘The Comeback‘.
Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram divulgados.
Lisa Kudrow (‘Friends’) reprisará seu papel como a icônica Valerie Cherish.
Sem data de estreia, o ciclo final está programado para março de 2026.
A série foi criada por Kudrow e Michael Patrick King.
A trama acompanha Valerie Cherish, uma atriz de sitcom em declínio dos anos 90 que tenta reviver sua carreira concordando em estrelar um reality show sobre sua vida, que está sendo filmado enquanto ela também assume um papel coadjuvante em uma nova sitcom.
Sucesso de audiência, o seriado alcançou uma média de 7.6 milhões de espectadores. Para termos de comparação, a produção registrou um aumento de 33% na audiência em comparação à série ‘S.W.A.T.‘ neste mesmo período.
A produção é estrelada pela brasileira Morena Baccarin (‘Deadpool’), que interpreta a xerife Mickey Fox. Na trama, ela investiga atividades criminosas e patrulha as ruas da pequena cidade de Edgewater.
A trama acompanha a xerife Mickey Fox (Morena Baccarin), a meia-irmã da chefe da divisão de Cal Fire, Sharon Leone (Diane Farr), que investiga atividades criminosas patrulhando as ruas da pequena cidade de Edgewater enquanto enfrenta seu pai ex-presidiário e um incidente misterioso envolvendo sua filha rebelde.
De acordo com o Deadline, a HBO engavetou a minissérie baseada na empresa SpaceX, do Elon Musk.
O projeto, que já estava em desenvolvimento há mais de cinco anos, se basearia na biografia Elon Musk: Tesla, SpaceX, and the Quest for a Fantastic Future, escrita por Ashlee Vance.
“Bem, é muito triste, mas o projeto morreu na HBO. Nós estávamos desenvolvendo uma série dramática sobre o Elon Musk e os estágios iniciais da SpaceX. Tínhamos roteiros incríveis. Eram divertidos e inteligentes. Acredito que teria sido um enorme sucesso,” declara o autor.
Ele completa, “Hollywood é difícil. E a HBO passou por muitas mudanças nos bastidores para manter a energia necessária para dar vida ao projeto. As pessoas parecem com medo de fazer algo sobre o Elon. Como resultado, os direitos da minha biografia foram revertidos para mim. Se alguém tiver interesse em fazer algo incrível, minha mente e caixa de mensagens estão abertas.”
Escrita por Doug Jung, a série acompanharia Elon Musk enquanto ele seleciona a dedo uma equipe de engenheiros para trabalhar em uma ilha remota do Pacífico, onde eles constroem e lançam o primeiro foguete tripulado da SpaceX em órbita — o Falcon 9 — em 30 de maio de 2020.
Vale lembrar que Musk será interpretado pelo comediante Ike Barinholtz (‘O Estúdio’) em ‘Artificial‘, novo filme do cineasta Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo Seu Nome’), que está sendo desenvolvido pela Amazon MGM Studios.
Descrito como uma dramédia ambientada no universo da inteligência artificial, ‘Artificial‘ promete abordar com humor e crítica os bastidores do setor tech, com foco especial em um dos episódios mais turbulentos da recente história da OpenAI: a demissão e subsequente recontratação de Sam Altman, CEO da empresa, em um intervalo de apenas poucos dias no final de 2023.
De acordo com o Deadline, Scarlett Johansson (‘Jurassic World: Recomeço’) está em negociações finais para se juntar ao elenco da sequência ‘Batman – Parte II‘.
Apesar de detalhes sobre sua possível personagem não terem sido revelados, a atriz é um rosto conhecido entre os fãs de super-heróis. Por mais de uma década, ela interpretou a icônica Viúva Negra, da Marvel Studios.
Vale lembrar que, recentemente, Johansson foi confirmada no elenco do novo filme da franquia ‘O Exorcista‘, que será dirigido pelo Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’).
Após dois anos espreitando as ruas como Batman, Bruce Wayne se encontra nas profundezas mais sombrias de Gotham City. Com poucos aliados confiáveis, o vigilante solitário se estabelece como a personificação da vingança para a população.
O estande de ‘Supergirl’ na CCXP trouxe o logo do filme e o uniforme usado por Milly Alcock no longa.
Confira:
Vale lembrar que, recentemente, inúmeros insiders afirmaram que um corte primário foi mostrado aos executivos da Warner Bros. e a algumas pessoas selecionadas.
No X (antigo Twitter), o usuário @BlackMajikMan90 afirmou que “ouvi de múltiplas fontes no Sindicato de Atores que ‘Supergirl’ é incrível”. Em resposta, o famoso insider e jornalista Daniel Richtman disse que ouviu “a mesma coisa, que o filme é muito bom”.
Apoiando esses comentários, o usuário @DeadmanBostonB acrescentou: “conheço alguém que estava em uma exibição-teste, ele disse que [o filme] teve uma recepção muito positiva e prevê que o filme será muito bem recebido”.
I know someone who was at a test screening, he said it had a very positive reception and foresees the movie being very well received.
“Enquanto comemora seu aniversário de 21 anos, Kara Zor-El viaja pela galáxia com seu fiel cão Krypto, até que cruza o caminho da jovem Ruthye Marye Knoll e embarca em uma missão mortal de vingança”.
A direção ficará por conta de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’. O roteiro é assinado por Ana Nogueira, e a estreia está prevista para 2026 nos cinemas.
O elenco também conta com Eve Ridley (Ruthye), Matthias Schoenaerts (Krem), David Krumholtz (Zor-El), Emily Beecham (Alura In-Ze) e Ferdinand Kingsley (Elias Knoll).
Anteriormente, James Gunn, cofundador do DCU, falou sobre ‘Supergirl’, detalhando a versão da heroína que chegará aos cinemas em breve.
“Quando assumi esse cargo, ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ [a graphic novel que inspirou o filme de 2026] foi, tipo, a prioridade número um para mim entre as coisas que eu sabia que queria fazer. Ana Nogueira mandou muito bem no roteiro desde o começo, e enxergou o mesmo que eu vi sobre como a HQ poderia ser adaptada para o cinema, onde a Supergirl é ainda mais dura no filme do que na própria HQ, eu diria”, afirmou.
Gunn diferenciou o tom de ‘Supergirl’ do de ‘Superman’: “Lembre-se: esse é um filme diferente de ‘Superman’. ‘Supergirl’ é um filme muito mais rock & roll. É um pouco mais cru, de certa forma. Ela é uma personagem mais durona. Ela não é o Superman, nem de longe. Então, não é a mesma coisa. Este filme (‘Superman’) realmente é para todo mundo. E Supergirl também é, mas tem um pouco mais de atitude, digamos assim”.
O cineasta também expressou sua empolgação com o progresso do filme: “Só para constar, eu vi todos os diários de filmagem, mas ainda não vi o corte final. Acho que vou ver na semana que vem. Estou bem empolgado com isso”.
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