‘Stranger Things’ caminha para sua última temporada – e é claro que a Netflix não pouparia esforços para promover o ciclo de encerramento.
Pouco depois de revelar um grande evento para os fãs da série, que ocorrerá em várias cidades do mundo, a gigante do streaming trouxe detalhes sobre como o especial irá acontecer em solo brasileiro.
Através das redes sociais, a plataforma revelou que, no dia 6 de novembro, irá divulgar novas fotos e detalhes inéditos sobre a temporada final, além de realizar um tapete vermelho da estreia mundial dos próximos episódios – com transmissão ao vivo no site Tudum. Para completar, os cinco primeiros minutos do ciclo de encerramento serão exibidos para o público.
Já o mega evento para os fãs também tem data para acontecer: 23 de novembro. Infelizmente, mais informações não foram divulgadas.
Alerta vermelho, NERDS! Pré-estreias, exibições, eventos para fãs e MUITO MAIS enquanto embarcamos em uma última aventura. ♂️ pic.twitter.com/41UgqfH9wL
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
Lembrando que o ciclo de encerramento será dividido em três partes:
Volume 1: 26 de novembro, às 22h Volume 2: 25 de dezembro, às 22h Episódio final: 31 de dezembro, às 22h
O ator Wilson Bethel, intérprete de Benjamin “Dex” Poindexter, o Mercenário (Bullseye), em ‘Demolidor: Renascido’ (Daredevil: Born Again), falou recentemente sobre a jornada de seu personagem na série, destacando a exploração de sua complexa psique e uma sequência de ação inédita.
Segundo o ComicBookMovie, Bethel deu detalhes sobre a continuação da história do vilão:
“Há novas facetas da psique complexa e perturbada de Dex que teremos a chance de explorar, e há coisas realmente, realmente divertidas a caminho para o Mercenário e para o Dex”, afirmou.
O ator também elevou as expectativas para a ação: “Acho que a sequência de luta mais incrível do Mercenário que ainda não vimos na série faz parte da [segunda temporada]. É uma cena que é, literalmente, incrível”.
Bethel também confirmou o futuro do personagem além da segunda temporada. Comentando sobre o anúncio de mais episódios, ele revelou:
“Como alguns de vocês já devem saber, fomos renovados para mais uma nova temporada, que começaremos a filmar no próximo ano. Teremos mais Mercenário, Rei do Crime e todo o resto”, concluiu.
‘Demolidor: Renascido’ está disponível no Disney+.
Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.
A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.
O elenco conta com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).
‘Marvel Zumbis‘, animação derivada de ‘What If…?‘, estreou há pouco tempo no catálogo do Disney+ e deixou os fãs ansiando por mais após uma inesperada “conclusão” que abre portas para mais histórias serem exploradas.
Vários executivos e artistas envolvidos com a produção comentaram sobre a possibilidade de uma 2ª temporada e, agora, o famoso jornalista Daniel Richtman trouxe uma atualização promissora sobre os novos episódios.
O insider revelou recentemente que o time por trás da animação está, de fato, seguindo em frente com um segundo ciclo. Todavia, ele não divulgou mais informações – seja em relação à história, seja em relação a uma possível data de estreia.
Vale lembrar que os quatro episódios da temporada de estreia já estão disponíveis no Disney+.
O elenco conta com David Harbour (Guardião Vermelho), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Florence Pugh (Yelena), Simu Liu (Shang Chi), Iman Vellani (Ms. Marvel), Awkwafina (Katy Chen), Randall Park (Agente Jimmy Woo), Dominique Thorne (Coração de Ferro) e Hailee Steinfeld (Kate Bishop), reprisando seu papéis do MCU.
“Após os Vingadores serem tomados por uma praga zumbi, um grupo desesperado de sobreviventes descobre a chave para acabar com os mortos-vivos superpoderosos. Eles embarcam numa jornada por uma paisagem distópica, arriscando tudo para salvar o mundo”.
Em menos de duas semanas, a sequência ‘O Telefone Preto 2‘ (The Black Phone 2) conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 80 milhões nas bilheterias mundiais.
O valor representa mais do que o dobro do valor de seu orçamento – que girou em torno de US$ 30 milhões.
Nos EUA, o longa soma US$ 49 milhões. No mercado internacional, foram US$ 31.3 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o México (US$7.8M), Reino Unido (US$3.1M), Brasil (US$2.2M), Austrália (US$1.8M) e França (US$1.3M).
Vale lembrar que o longa arrecadou US$ 26.5 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA – superando a estreia do longa original, que abriu com US$ 23.6 milhões no país.
Além disso, a sequência se tornou o maior lançamento doméstico do ano para a Blumhouse, facilmente superando ‘Lobisomem‘ (US$10.8M), ‘M3GAN 2.0‘ (US$10.2M), ‘A Mulher no Jardim‘ (US$9.3M) e ‘Drop: Ameaça Anônima‘ (US$7.3M).
Com 74% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a avaliação ficou levemente abaixo do longa original (B+).
A série ‘IT: Bem-Vindos a Derry‘, pré-sequência da franquia ‘It: A Coisa‘, já estreou seu primeiro capítulo na plataforma da HBO Max e na HBO – e, agora, foi divulgado um vídeo inédito nos levando aos bastidores da atração.
Lembrando que o próximo capítulo, intitulado “The Thing on the Dark”, vai ao ar dia 31 de outubro.
Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas bizarras. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. Ele mesmo. O Pennywise.
Após desvendarem o maior caso da história de Zootopia, os policiais novatos Judy Hopps (Ginnifer Goodwin) e Nick Wilde (Jason Bateman) descobrem que sua parceria não é tão sólida quanto imaginavam quando o Chefe Bogo (Idris Elba) os ordena a se juntarem ao programa de aconselhamento Parceiros em Crise.
Mas não demora muito para que a parceria seja posta à prova quando eles se veem na trilha sinuosa de um mistério ligado à chegada de uma cobra venenosa à metrópole animal.
A Disney recentemente anunciou a escalação de diversos atores de peso para o elenco do filme, que já conta com o retorno de vozes originais. Andy Samberg,David Strathairn, Macaulay Culkin e Brenda Song foram confirmados no elenco. Eles darão voz à família Lynxley, uma antiga e influente família de Zootopia, conhecida por construir as barreiras climáticas que mantêm os diferentes biomas da cidade funcionando corretamente.
Confira os personagens
Andy Samberg será Pawbert Lynxley, o caçula descontraído.
David Strathairn interpreta Milton Lynxley, um respeitado empresário e patriarca da família.
Macaulay Culkin será Cattrick Lynxley, o ambicioso filho mais velho.
Brenda Song vive Kitty Lynxley, a filha de língua afiada.
Jared Bush entra como diretor e roteirista da sequência.
Vale lembrar que o filme chega aos cinemas nacionais em 27 de novembro e ainda conta com Ke Huy Quan (Gary De’Snake), Fortune Feimster (Nibbles) e Quinta Brunson (Dra. Fuzzby) no elenco de voz.
O filme chega aos cinemas nacionais no dia 27 de novembro de 2025.
O aguardado ‘Supergirl’, novo longa do universo cinematográfico da DC (DCU), teve suas filmagens finalizadas há alguns meses – mas, como é de costume, o projeto irá passar por regravações.
De acordo com o famoso jornalista Daniel Richtman, as câmeras já estão rodando mais uma vez por duas semanas de gravações adicionais – e o insider acredita que isso está acontecendo para incluir cenas da heroína ao lado de seu primo, Superman (David Corenswet).
O rumor explica o motivo do figurino do Homem de Aço, que estava em exibição na Warner Bros. Studios Tours, ter sido removido e substituído com o seguinte bilhete: “o traje do Superman está sendo usado em produção”.
A direção do filme fica por conta de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’. O roteiro é assinado por Ana Nogueira, e a estreia está prevista para 2026 nos cinemas.
A protagonista será interpretada porMilly Alcock (‘House of the Dragon’), e o elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).
Anteriormente, James Gunn, cofundador do DCU, falou recentemente sobre ‘Supergirl’, detalhando a versão da heroína que chegará aos cinemas em breve.
Segundo o ComicBookMovie, Gunn explicou que a heroína será um pouco “bagunçada” devido ao fato de ter crescido em um ambiente muito menos estável que Clark Kent.
“Quando assumi esse cargo, ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ [a graphic novel que inspirou o filme de 2026] foi, tipo, a prioridade número um para mim entre as coisas que eu sabia que queria fazer. Ana Nogueira mandou muito bem no roteiro desde o começo, e enxergou o mesmo que eu vi sobre como a HQ poderia ser adaptada para o cinema, onde a Supergirl é ainda mais dura no filme do que na própria HQ, eu diria”, afirmou.
Gunn diferenciou o tom de ‘Supergirl’ do de ‘Superman’: “Lembre-se: esse é um filme diferente de ‘Superman’. ‘Supergirl’ é um filme muito mais rock & roll. É um pouco mais cru, de certa forma. Ela é uma personagem mais durona. Ela não é o Superman, nem de longe. Então, não é a mesma coisa. Este filme (‘Superman’) realmente é para todo mundo. E Supergirl também é, mas tem um pouco mais de atitude, digamos assim”.
O cineasta também expressou sua empolgação com o progresso do filme: “Só para constar, eu vi todos os diários de filmagem, mas ainda não vi o corte final. Acho que vou ver na semana que vem. Estou bem empolgado com isso”.
A Netflix divulgou o trailer oficial da 4ª temporada de ‘Orange County à Venda’ (Selling the OC), spin-off de ‘Sunset – Milha de Ouro’, popular e elogiado reality show que gira em torno de um grupo de agentes imobiliárias de luxo.
O novo ciclo tem estreia agendada para o dia 12 de novembro na plataforma de streaming.
Em uma declaração oficial, o criador Adam DiVello disse:
“Muita coisa mudou nas vidas desses agentes desde a 3ª temporada, então é animador retornar”. Ele também afirmou que o próximo ciclo trará “muitos rostos novos”.
Confira:
A série derivada acompanha Jason Oppenheim, um dos fundadores da Oppenheim Group, se mudando para Orange County, na Califórnia, e deixando o escritório principal da franquia imobiliária em West Hollywood nas mãos da corretora Mary Fitzgerald.
A faixa é intitulada “Sympathy Magic” e veio acompanhada de um videoclipe oficial.
Confira:
O álbum conta com outras 11 faixas inéditas, incluindo os singles“One of the Greats” e a faixa-título, e tem lançamento agendado para 31 de outubro.
Relembre a tracklist:
1. Everybody Scream
2. One of the Greats
3. Witch Dance
4. Sympathy Magic
5. Perfume and Milk
6. Buckle
7. Kraken
8. The Old Religion
9. Drink Deep
10. Music by Men
11. You Can Have It All
12. And Love
‘Alien: Earth’ se tornou uma das séries mais populares do Disney+ esse ano e, enquanto esperamos a confirmação de uma segunda temporada, o criador e showrunnerNoah Hawley (‘Legion’, ‘Fargo’) já tem ideias do que explorar nos próximos episódios.
O episódio final do ciclo de estreia, “The Real Monsters”, concluiu com Wendy, Hermit e os outros híbridos – juntamente com um par de xenomorfos – assumindo o controle do centro de pesquisa Prodigy e aprisionando Boy Kavalier, Kirsh, Dame Sylvia, Atom Eins e Morrow. Uma vitória, é claro, mas possivelmente de curta duração.
“Aquele momento de ‘agora nós mandamos’ é muito emocionante para o público. E aí a pergunta é… Bem, foi um momento emocionante quando Dustin Hoffman saiu correndo da igreja e eles entraram no ônibus [em ‘A Primeira Noite de um Homem’]. Mas o que vem depois?”, Hawley disse em entrevista à Empire.“As naves [Weyland-Yutani] estão chegando e tudo o que eles têm são problemas”.
Além de se concentrar nas consequências imediatas do golpe dos híbridos, Hawley espera poder explorar mais do planeta governado por corporações.
“Estou interessado em explorar a política corporativa disso”, ele acrescenta. “Como vimos, há uma atração gravitacional irresistível em direção ao monopólio que as corporações e os bilionários exercem. Há um pouco de ‘Game of Thrones’ no mundo corporativo que me parece interessante. Acho que essa história da autonomia dessas crianças continua sendo o cerne da série, mas ‘Alien’ é sempre sobre níveis de contenção”.
Hawley conclui:
“A ilha é um nível de contenção, e o que acontece quando você expande além desse nível? No fim das contas, a série se chama ‘Alien: Earth’. Sei que, dado o cânone, não posso explodir a Terra, mas acho que essa contenção será muito difícil de manter.
Por ser uma história sobre a humanidade presa entre a natureza que está tentando nos matar e a tecnologia que criamos, que também parece estar tentando nos matar, isso se parece muito com o mundo em que vivo – e então sinto que há muito com o que realmente lidar”.
Lembrando que a 1ª temporada completa já está disponível no Disney+.
A produção é ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.
Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.
Os filmes de Zumbis – inclusive os com seres mortos que voltam à vida corredores, como é o caso – existem aos montes por aí. A questão está sempre em como vai ser desenvolvido o contexto, que pode (ou não) ajudar a contar uma história fugindo da mesmice. O novo filme da Netflix, O Elixir, que logo alcançou o Top 10 da plataforma aqui no Brasil, parte de uma dinâmica familiar com atritos, no estilo ‘novelão’ – tudo se desenrolando em torno de um conflito central – para então chegar à sua ação sangrenta, com os iminentes sacrifícios e dilemas, dentro de uma fórmula que segue à risca a cartilha dos filmes de sobrevivência.
Com uma boa direção de Kimo Stamboel – que vem de uma longa leva de filmes de terror no currículo –, esta produção indonésia não apresenta nada revolucionário em sua construção narrativa. Mesmo com certa criatividade, parte logo para uma ação desenfreada, que se passa em alguns ambientes, trazendo perspectivas variadas. Como já mencionado, a modalidade zumbi aplicada aqui é a dos ‘corredores’ – e, no centro dos holofotes, estão os figurantes, em atuações que devem ter sido bem divertidas serem gravadas.
Um bem-sucedido empresário do ramo de produtos de origem vegetais (Donny Damara) se vê em uma tempestade de conflitos na sua família após se casar com a melhor amiga da filha (Eva Celia Latjuba). Além disso, está disposto a continuar com a sua empresa, mesmo com ofertas generosas de terceiros, fato que não é bem aceito por outros integrantes. Durante uma reunião familiar, ele toma um novo composto que o faz rejuvenescer quase instantaneamente, mas logo acaba vindo os efeitos colaterais, propagando um surto zumbi na região onde mora.
A trama busca até se desprender do ‘mais do mesmo’ trazendo a busca pela juventude como uma rasa crítica social – algo que encosta, em escalas bem menores, na premissa de A Substância. Mas o desenvolvimento dos personagens logo se perde no espaçamento do núcleo. Com sangue pra todo lado, acompanhamos uma mãe em busca de encontrar o filho, a redenção de uma amizade, um jovem casal que está prestes a oficializar uma união e o filho deixado de lado por conta da imaturidade com que enxerga a vida. É como se estivéssemos jogando um videogame, onde temos que escolher nosso herói ou heroína e seguindo o seu ponto de vista.
O Elixirnão perde tempo em apresentar o caótico quando se propaga uma substância transformando humanos em zumbis. A tensão é alcançada, trazendo o medo como uma ferramenta de confronto. Nessa sucessão caótica de eventos, prazeroso pra quem curte filmes do gênero, mas nada além de um entretenimento raso, provocando poucas reflexões.
Na trama, Maika Monroe interpreta a aparentemente doce Polly, contratada pelo casal suburbano Claire e Michael Bartel (Mary Elizabeth Winstead e Raúl Castillo) para cuidar de seu bebê. Mas as verdadeiras motivações de Polly têm pouco a ver com cantar canções de ninar — para horror da família.
Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas bizarras. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. Ele mesmo. O Pennywise.
A produção será lançada no serviço de streaming no dia 13 de novembro.
No final do século XIX, durante o período Meiji, 292 guerreiros, incluindo Shujiro Saga (Junichi Okada), se reúnem no Templo Tenryuji, em Kyoto, ao cair da noite, atraídos pela promessa de um enorme prêmio em dinheiro. Cada um recebe uma etiqueta de madeira e participa de um jogo vicioso no qual devem roubar as etiquetas dos outros participantes e chegar a Tóquio para ganhar o prêmio em dinheiro. Sob o véu da noite, o recinto do templo se enche de inquietação e da presença de guerreiros sanguinários. Quando o sinal para o início do jogo é dado, os combatentes iniciam sua implacável batalha pela sobrevivência.
O seriado é baseado no mangá homônimo de Shogo Imamura.
Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas bizarras. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. Ele mesmo. O Pennywise.
Antes mesmo das inúmeras controvérsias e teorias da conspiração envolvendo aparatos tecnológicos atuais ganharem força derradeira nas redes sociais e até mesmo servindo de inspiração para realizadores audiovisuais, houve uma época que causou grande pânico nos Estados Unidos – e cujo emblemático título ficou conhecido como o Bug do Milênio. Para aqueles que não conhecem, o bug em questão premeditava um erro nos computadores e nos arquivos-base de objetos tecnológicos em virtude da utilização de apenas dois números para indicar o ano (o que não diferenciaria, por exemplo, os anos 2000 e os anos 1900). Com potencial destrutivo e quase aniquilador, pessoas começaram a estocar suprimentos em casa com medo de que um apocalipse tecnológico ocorreria com a chegada do novo milênio – o que mostrou não ser verdade.
De qualquer maneira, a lenda urbana permaneceu viva até os dias de hoje e inspirou alguns cineastas a incorporarem a história em seus projetos – como aconteceu com o conhecido astro Kyle Mooney em sua estreia diretorial, ‘Y2K: O Bug do Milênio’. A história, que chegou há pouco tempo ao catálogo do Prime Video, acompanha um grupo de jovens que celebra a última festa do ano 1999 antes da antecipada virada, sem ter qualquer noção de que, à meia-noite, os aparelhos eletrônicos ganhariam vida e dariam início a uma matança desenfreada para reclamar o trono que lhes pertence como donos da humanidade e de quem sempre tentou “escravizá-los”.
A trama bebe da fonte de diversos projetos recentes e clássicos que mergulharam de cabeça na evolução contínua e acelerada das inovações tecnológicas, com o diferencial de nos levar a um nostálgico passado através de escolhas certeiras de figurino, trilha sonora e até mesmo a fotografia, além de contar com um talentoso elenco que se entrega de corpo e alma para uma aventura espirituosa e despojada da A24. Porém, Mooney, que também fica responsável pelo roteiro ao lado de Evan Winter(e faz uma participação como membro do elenco), constrói uma miscelânea tonal e estilística que não sabe em que direção seguir e que, eventualmente, resolve apostar nas fórmulas do gênero para concluir a história.
O filme apresenta Jaeden Martell (‘IT: A Coisa’) e Julian Dennison (‘Como Treinar o Seu Dragão’) como os jovens Eli e Danny, melhores amigos e “zé-ninguéns” do colégio que resolvem abrir um novo capítulo de suas vidas com a virada do ano – decidindo se tornarem populares e conquistar seu espaço em meio à selva adolescente. Dessa forma, a dupla vai até uma festa de Véspera de Ano Novo, com Eli tomando coragem para beijar sua colega de classe, Laura (Rachel Zegler), por quem está apaixonado desde sempre. Todavia, a festa é interrompida quando todos ali percebem que as máquinas se tornaram sencientes, com um desejo psicótico de matar qualquer humano que vejam à sua frente – e compelindo Eli, Danny, Laura e outros sobreviventes a fugirem de lá para entender o que está acontecendo.
Entretanto, em uma tentativa de salvar o grupo, Danny é empalado por um dos robôs-assassinos, deixando Eli solitário e movido por uma vingança pessoal e a determinação inexplicável de destruir o plano maligno das máquinas (que, como descobrimos com o desenrolar da trama, inclui transformar os humanos sobreviventes em escravos subservientes e totalmente lobotomizados). Não demora muito até que Eli e Laura, nutrindo de uma inteligência ímpar, unam forças para criar um código-fonte que irá destruir o algoritmo dos robôs e salvar a realidade como a conhecem.
Como podemos perceber, a narrativa parte de uma ideia que une terror e comédia em um mesmo lugar – e esse prospecto, ao menos a princípio, funciona: seja com bordões da época e até mesmo com a inesperada presença de Fred Durst, vocalista do Limp Bizkit, em uma versão pós-apocalíptica de si mesma, o teor jocoso existe em cada uma das sequências, mas nunca alcança pleno potencial ao se voltar com cansativa constância a aspectos do drama adolescente e do coming-of-age que, em qualquer outra situação, seriam bem-vindos. Visto que somos convidados a um jogo de vida e morte contra máquinas sanguinárias, essas afeições não têm espaço e, no final das contas, existem apenas para manchar o ritmo da produção.
De qualquer maneira, o trabalho do elenco é admirável, com destaque à química entre Martell e Zegler (esta já tendo nos mostrado sua incrível versatilidade artística com produções como ‘Amor, Sublime Amor’ e ‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’), além da presença de Mooney, Lachlan Watson, Mason Gooding e outros em caráter coadjuvante. Mesmo munidos de diálogos falhos e formulaicos, ao menos é notável como cada um dos atores e atrizes se diverte em meio a uma “farofada” recheada de boas intenções e que satisfaz em parte com momentos pontuais de glória. E, é claro, não posso deixar de mencionar o ótimo trabalho dos efeitos práticos para a construção dos robôs – que presta claras homenagens aos anos 1990 e nos encanta com uma nostalgia irretocável.
‘Y2K: O Bug do Milênio’ acerta em partes e erra em outras, culminando em um longa-metragem que tinha tudo para dar certo, mas resolve dar um passo maior que a perna e se leva a sério demais à medida que nos aproximamos do final. Ainda que o elenco faça o máximo para nos divertir, o gostinho agridoce de frustração e incompletude nos acompanha à medida que os créditos de encerramento sobem.
O reboot de ‘Corra que a Polícia Vem Aí!‘ (The Naked Gun), estrelado por Liam Neeson e Pamela Anderson, conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.
Nos EUA, o longa soma US$ 52.6 milhões. No mercado internacional, foram US$ 49.5 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 102.1 milhões.
O valor representa mais do que o dobro de seu orçamento – que girou em torno de US$ 42 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$10.2M), Alemanha (US$6.1M), Austrália (US$4M), França (US$2.8M) e Holanda (US$2.6M).
Vale lembrar que a nova versão abriu com US$ 17 milhões no território norte-americano, ficando acima das projeções iniciais, que indicavam uma estreia em torno de US$ 13-15 milhões no país.
Com 90% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o reboot recebeu uma nota A- dos espectadores no CinemaScore – a mesma média alcançada pelo longa original, de 1988.
A adaptação de ‘Se Não Fosse Você‘ (Regretting You), baseada no romance homônimo de Colleen Hoover, arrecadou US$ 22.8 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.
O longa abriu com US$ 12.8 milhões nos EUA, estreando no TOP 3 do país – atrás de ‘Chainsaw Man – O Filme: O Arco da Reze‘ (US$17.3M) e ‘O Telefone Preto 2‘ (US$13M).
Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 10 milhões através de 43 mercados, ficando 23% acima do desempenho de ‘Rivais‘ neste mesmo período.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$1.7M), Alemanha (US$1.6M), Austrália (US$1.4M), México (US$1.3M) e Brasil (US$745K).
Apesar de ter sido massacrado pelos críticos – alcançando míseros 29% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o romance recebeu uma nota B do público no CinemaScore.
Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
Morgan se tornou mãe bem nova, colocando seus próprios sonhos de lado para criar Clara. Enquanto Clara cresce e se torna uma adolescente, o relacionamento entre elas se torna complicado, especialmente após o trágico acidente que custou a vida de Chris, marido de Morgan e pai da Clara.
Park Chan-wook é um nome muito prestigiado e respeitado na sétima arte, tendo explorado temas sociais e políticos através de sátiras sagazes e jocosas. Sendo responsável por misturar comédia e suspense através de obras-primas cinematográficas, Chan-wook é o responsável pelos elogiados longas-metragens ‘Oldboy’ e ‘A Criada’, conseguindo arquitetar épicas joias que não apenas demonstram uma habilidade inerente à sua expressividade artística, mas funcionam como cartas de amor àquilo pelo que é apaixonado.
Em 2025, o cineasta retornou com mais um ambicioso projeto, que foi selecionado para a 49ª Mostra de Cinema de São Paulo. Intitulado ‘No Other Choice’, esse thriller satírico é infundido em uma reflexão pesarosa e iminente sobre o corporativismo predatório e a forma como somos condicionados a um sucesso inalcançável que nos drena de qualquer senso de moral e ética. O filme, carregado de influências de títulos como ‘O Talentoso Sr. Ripley’ e funcionando como uma gloriosa adaptação do romance de Donald E. Westlake, é apenas o que podemos considerar o melhor e mais inesperado suspense do ano, que acerta todas as marcas e tem grandes chances de representar a Coreia do Sul na próxima temporada de premiações.
A trama acompanha Yoo Man-soo (Lee Byung-hun), um homem que devotou sua vida para trabalhar em uma indústria de papel e que acredita ter alcançado o ápice da felicidade não apenas pelo reconhecimento em seu ofício, mas pelos constantes frutos que colhe de seu esforço. Porém, essa tranquilidade se esvai como areia entre os dedos quando a companhia em que é funcionário é comprada por um conglomerado norte-americano, compelindo a uma demissão em massa que o inclui e que ignora quaisquer tentativas de protesto – ainda que Yoo reafirme que se entregou de corpo e alma para o sucesso da empresa.
Ele, então, passa por uma espécie de sessão de terapia em que reafirma constantemente que a inevitável demissão não é sua culpa e que, em pouco tempo, ele conseguirá outro trabalho, colocando na cabeça que, em três meses, tudo estará bem. As semanas passam e, pulando de emprego em emprego, Yoo se vê em uma instabilidade condenável, incapaz de prover para a esposa, Lee Mi-Ri (Son Ye-jin), e os filhos – e recorrendo a métodos nada convencionais para superar os obstáculos e recuperar o mínimo de controle que seja sobre sua vida. Afinal, na disputa por uma vaga de emprego, Yoo esquadrinha um plano de literalmente eliminar a concorrência, nem que seja forçado a recorrer ao crime para alcançar seu objetivo.
Como já poderíamos esperar, Chan-wook arquiteta mais uma obra-prima inegável e pungente que acrescenta mais um espetacular capítulo à sua filmografia – e, como mencionado nos parágrafos acima, o cineasta faz isso sem se apoiar em preciosismos exagerados e pedantismos artísticos. Pelo contrário, a estética firmada aqui pode soar teatral e burlesca, mas é um artifício para, com comicidade, retratar uma brutal realidade de qualquer um que não pertence à seleta e impiedosa elite econômica – e o uso incisivo de contra-plongées obtusos reafirma esse prospecto deliberadamente opressivo, acompanhando os ângulos retorcidos e a falsa sensação de dominação que o protagonista insiste em procurar.
Byung-hun, recém-saído de seu elogiado papel na série ‘Round 6’, da Netflix, mergulha em um tour-de-force com toques de absurdez que o transforma no aspecto de maior atenção do longa. O astro, a princípio recoberto pelo apoio incondicional da esposa e pelo prospecto positivo de ter se dedicado tantos anos ao trabalho, navega entre a loucura e o desespero enquanto tenta se sagrar algo que não é e se vê fruto de uma mentalidade corrosiva e intrínseca à necessidade do homem em subjugar o outro. O singular cenário em que singra corresponde a uma inconsciente e complacente servidão eterna a um sistema que, obviamente falho, não tem forças para se estruturar a não ser em detrimento do conceito de humanidade.
As escolhas de Chan-wook são certeiras, desde a construção do suspense até o momento em que o protagonista atinge seu limite – e os elementos cômicos impedem que o filme se transforme em um retrato pessimista e derradeiro da realidade e insurja como um alerta crítico sobre a condição autodestrutiva do individualismo. Yoo é fruto de uma visão corporativista falha e decadente, e sua reação à constante opressão materializada pela máxima da “lei da oferta e da procura” é inexplicavelmente compreensível. O ácido humor que acompanha sua jornada e que concretiza uma ruína há muito premeditada emerge como um escape momentâneo e uma fuga daquilo que o assombra dia após dia.
É incrível o fato de Park Chan-wook se reinventar a cada ousado projeto que toma em mãos, superando a si mesmo filme a filme. Com ‘No Other Choice’, o cineasta assegura seu merecido espaço entre as produções a serem indicadas para o Oscar 2026, além de reiterar a importância fundamental do cinema sul-coreano para a contemporaneidade – e de que maneira uma obra-prima é construída.
Mantendo uma ótima estabilidade nos cinemas, o aclamado ‘Uma Batalha Após a Outra‘ já arrecadou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.
Nos EUA, o filme soma US$ 65.7 milhões. No mercado internacional, foram US$ 114.2 milhões através de 76 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 179.9 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$13M), França (US$9.2M), Alemanha (US$6.1M), Itália (US$5.1M) e Austrália (US$4.5M).
Vale lembrar que o filme abriu com US$ 22.4 milhões nos EUA, tornando-se não apenas o maior lançamento da carreira do cineasta Paul Thomas Anderson, como também é o 11º título estrelado pelo Leonardo DiCaprio a superar a marca dos US$ 20 milhões no país.
De acordo com o Deadline, apesar do longa ter contado com um orçamento entre US$ 130-140 milhões, o estúdio está apostando em sua estabilidade nas telonas a longo prazo. Com uma excelente recepção do público e dos críticos, a expectativa é que o filme seja mantido em cartaz o máximo possível para fortalecer sua campanha na temporada de premiações.