‘Star Wars: Starfighter’ supostamente se passa cerca de cinco anos após os eventos de ‘A Ascensão Skywalker’, o que significa que finalmente veremos como está esse icônico universo intergaláctico se parece após a derrota do Imperador Palpatine e da Primeira Ordem.
Porém, o longa-metragem segue envolto em segredos e em teorias de fãs que despontam nas redes sociais dia após dia. E, agora, o diretor Shawn Levy aproveitou as expectativas para o projeto para confirmar que ele funcionará como um “filme solo” em vez de uma sequência ou de uma pré-sequência.
“Bem, para começar, [o filme] é diferente porque é uma aventura totalmente nova, sem ser uma sequência ou prelúdio. São novos personagens, uma nova linha do tempo. Herda temas clássicos, mas está realmente tentando oferecer aos fãs de Star Wars — e ao público em geral — algo novo, algo fresco. E com um espírito de brincadeira e aventura emocionante, com momentos de leveza genuína que, francamente, ‘Uma Nova Esperança’ teve de uma forma revolucionária”, disse o diretor ao Collider.
“Estamos realmente tentando adotar esse tom como uma bússola todos os dias. Minha equipe, meu diretor de fotografia, Claudio Miranda, e [o astro Ryan]Gosling, que é meu principal colaborador no papel principal, certamente têm sido a realização de um sonho. Meu eu de 10 anos está no set comigo todos os dias. Aliás, ele vai pegar um voo hoje à noite para voltar ao set e continuar filmando na segunda-feira. Mas é uma oportunidade enorme e revigorante, porque a Lucasfilm tem me incentivado muito a fazer algo novo. Não há pressão para ser derivativo ou limitado por uma obrigação com o que veio antes. Há apenas amor pelo que veio antes”.
Allison Mack vem sido título de manchetes ao redor do mundo não por sua inegável fama como Chloe Sullivan na popular série ‘Smallville’, mas por ter participado de um condenável e controverso culto sexual conhecido como NXIVM – que culminou em sua prisão numa cela federal por quase dois anos.
Agora, ela contou sua versão da história em um podcast de sete episódios intitulado “Allison After NXIVM”, parte do programa CBC’s Uncover (via CBM).
No primeiro episódio, Mack admite ter ignorado propositalmente grande parte do que acontecia na NXIVM, dizendo: “eu me mantive deliberadamente longe de coisas que me deixariam desconfortável”.
Acreditando que o líder do culto, Keith Raniere, a estava manipulando e aliciando, assim como fazia com as outras mulheres do culto, ela explica: “se eu tivesse reconhecido que Keith estava nos manipulando a todas, e que essa era uma estratégia para sua própria perversão, eu teria que admitir a minha escolha e que eu havia magoado pessoas”.
Raniere está cumprindo uma sentença de 120 anos por tráfico sexual, extorsão, fraude e outros crimes. Apresentado como um grupo de autoaperfeiçoamento, o culto escondia seu verdadeiro intuito e trazia Mack como um dos “mestres”, encarregada de recrutar escravas sexuais e entregá-las a Raniere (que frequentemente as marcava a ferro e abusava sexualmente delas).
Quando foi revelado que Raniere explorava garotas menores de idade — um ano depois da primeira acusação contra Mack — a atriz se declarou culpada de extorsão e se voltou contra seu antigo líder. Ela se lembra de ter pensado: “não sei como isso é possível, mas vou me declarar culpada, porque sou culpada. E acredito que seja verdade. E confio que farei terapia por anos depois disso e descobrirei como tudo aconteceu”.
Mack descreve como Raniere a aprisionou, manipulou e fez com que ela sofresse abuso psicológico, e revela que sofreu exploração sexual na infância, tanto dentro quanto fora dos sets de filmagem. Quando contou ao líder da NXIVM, ele teria dito que poderia ajudá-la através de um método “fisicamente íntimo”.
Apesar de oferecer diversas justificativas (ou desculpas) para suas ações, Mack admite ter vitimizado outras mulheres e se descreve abertamente como “emocionalmente agressiva” e “insensível”.
“Eu era a intermediária entre ele e essa pessoa”, diz a atriz sobre uma das vítimas de Raniere. “Meu trabalho era transmitir a ela o que fazer com ele para o seu próprio desenvolvimento. Quanto mais ela dizia: ‘estou com medo, não quero fazer isso’, mais eu dizia: ‘Você precisa fazer, e quanto mais você esperar, piores serão as consequências’. A coerção começou, e a pressão, a pressão e a pressão. E então foi como um estupro”.
“Sim, eu estava embriagada com o poder que sentia ao ter essas mulheres jovens e bonitas olhando para mim e me ouvindo”, continua Mack. “E sim, a sexualidade de tudo isso era excitante.”.
A organização do Critics Choice Awards revelou neste último dia 9 de novembro os vencedores da 10ª edição do Critics Choice Documentary Awards, que celebra a importância e o impacto dos melhores documentários do circuito cinematográfico de 2024-2025.
Confira a lista completa abaixo:
MELHOR DOCUMENTÁRIO
“2000 Meters to Andriivka” (Frontline Features / The Associated Press)
“The Alabama Solution” (HBO Max)
“Apocalipse nos Trópicos” (Netflix)
“Cover-Up” (Netflix)
“O Presidente Surdo” (Apple TV)
“Orwell: 2+2=5” (Neon)
“Pee-wee as Himself” (HBO Max) “A Vizinha Perfeita” (Netflix) (VENCEDOR)
“Riefenstahl” (Kino Lorber)
“The Tale of Silyan” (National Geographic)
MELHOR DIREÇÃO
Mstyslav Chernov – “2000 Meters to Andriivka” (Frontline Features / The Associated Press)
Petra Costa – “Apocalipse nos Trópicos” (Netflix)
Nyle DiMarco & Davis Guggenheim – “O Presidente Surdo” (Apple TV) Geeta Gandbhir – “A Vizinha Perfeita” (Netflix) (VENCEDORA)
Andrew Jarecki & Charlotte Kaufman – “The Alabama Solution” (HBO Max)
Raoul Peck – “Orwell: 2+2=5” (Neon)
MELHOR DOCUMENTÁRIO DE ESTREIA
“Art for Everybody” (Tremolo Productions)
“Grand Theft Hamlet” (Mubi) “My Mom Jayne: A Film by Mariska Hargitay” (HBO Max) (VENCEDOR)
“Seeds” (Interior Films)
“Stiller & Meara: Nothing Is Lost” (Apple TV)
“Strange Journey: The Story of Rocky Horror” (Margot Station)
MELHOR FOTOGRAFIA
Ben Bernard – “Architecton” (A24)
Jean Dakar – “The Tale of Silyan” (National Geographic)
Elizabeth Lo – “Mistress Dispeller” (Oscilloscope)
Lars Erlend Tubaas Øymo & Tor Edvin Eliassen – “Folktales” (Magnolia Pictures)
Brittany Shyne – “Seeds” (Interior Films) Toby Strong, Doug Anderson (Fotografia Subaquática) – “Ocean with David Attenborough” (National Geographic) (VENCEDORES)
MELHOR MONTAGEM
Michael Harte – “O Presidente Surdo” (Apple TV)
James Lester & Oz Rodríguez, John MacDonald (Montagem Musical) – “Ladies & Gentlemen… 50 Years of SNL Music” (NBC) Viridiana Lieberman – “A Vizinha Perfeita” (Netflix) (VENCEDORA)
Page Marsella – “The Alabama Solution” (HBO Max)
Michelle Mizner – “2000 Meters to Andriivka” (Frontline Features / The Associated Press)
Alexandra Strauss – “Orwell: 2+2=5” (Neon)
MELHOR TRILHA SONORA Alexei Aigui – “Orwell: 2+2=5” (Neon) (VENCEDOR)
Kris Bowers – “The Eyes of Ghana” (Breakwater Studios / Higher Ground Media)
Laura Heinzinger – “The Perfect Neighbor” (Netflix)
Claudia Sarne – “Love + War” (National Geographic)
Sam Slater – “2000 Meters to Andriivka” (Frontline Features / The Associated Press)
Paweł Szymański – “Trains” (EPF Media / Drygas Film Production)
MELHOR NARRAÇÃO
“2000 Meters to Andriivka” (Frontline Features / The Associated Press) — Escrito por Mstyslav Chernov, Performado por Mstyslav Chernov
“The American Revolution” (PBS) — Escrito por Geoffrey C. Ward, Performado por Peter Coyote
“The Americas” (NBC) — Roteiristas TBD, Performed by Tom Hanks
“Apocalipse nos Trópicos” (Netflix) — Escrito por Petra Costa, Performado por Petra Costa
“Octopus!” (Prime Video) —Escrito por Gabriel Bisset-Smith, Performado por Phoebe Waller-Bridge “Orwell: 2+2=5” (Neon) — Escrito por George Orwell, Adaptado por Raoul Peck, Performado por Damian Lewis (VENCEDOR)
MELHOR DOCUMENTÁRIO DE ARQUIVO
“One to One: John & Yoko” (Magnolia Pictures)
“Orwell: 2+2=5” (Neon) “A Vizinha Perfeita” (Netflix) (VENCEDOR)
“Riefenstahl” (Kino Lorber)
“Trains” (EPF Media / Drygas Film Production)
“WTO/99” (Foghorn Features)
MELHOR DOCUMENTÁRIO HISTÓRICO “The American Revolution” (PBS) (VENCEDOR – EMPATE)
“Cover-Up” (Netflix)
“Eyes on the Prize III: We Who Believe in Freedom Cannot Rest 1977–2015” (HBO Max) “Hurricane Katrina: Race Against Time” (National Geographic) (VENCEDOR – EMPATE)
“Number One on the Call Sheet” (Apple TV)
“Riefenstahl” (Kino Lorber)
MELHOR DOCUMENTÁRIO BIOGRÁFICO
“John Candy: I Like Me” (Prime Video)
“Love + War” (National Geographic) “Mr. Scorsese” (Apple TV) (VENCEDOR)
“My Mom Jayne: A Film by Mariska Hargitay” (HBO Max)
“Pee-wee as Himself” (HBO Max)
“Stiller & Meara: Nothing Is Lost” (Apple TV)
MELHOR DOCUMENTÁRIO MUSICAL “Becoming Led Zeppelin” (Sony Pictures Classics) (VENCEDOR – EMPATE)
“Billy Joel: And So It Goes” (HBO Max)
“Bono: Stories of Surrender” (Apple TV)
“It’s Never Over, Jeff Buckley” (Magnolia Pictures)
“Ladies & Gentlemen… 50 Years of SNL Music” (NBC) “Sly Lives! (aka The Burden of Black Genius)” (Hulu) (VENCEDOR – EMPATE)
MELHOR DOCUMENTÁRIO POLÍTICO “The Alabama Solution” (HBO Max) (VENCEDOR)
“Apocalipse nos Trópicos” (Netflix)
“O Presidente Surdo” (Apple TV)
“The Librarians” (Independent Lens)
“My Undesirable Friends: Part I – Last Air in Moscow” (Marminchilla)
“Orwell: 2+2=5” (Neon)
MELHOR DOCUMENTÁRIO CIENTÍFICO/NATURAL
“The Americas” (NBC)
“Checkpoint Zoo” (Abramorama)
“The Last Rhinos: A New Hope” (National Geographic) “Ocean with David Attenborough” (National Geographic) (VENCEDOR)
“Octopus!” (Prime Video)
“Pangolin: Kulu’s Journey” (Netflix)
MELHOR DOCUMENTÁRIO ESPORTIVO “America’s Sweethearts: Dallas Cowboys Cheerleaders” (Netflix) (VENCEDOR)
“America’s Team: The Gambler and His Cowboys” (Netflix)
“Big Dreams: Little League World Series 2024” (ESPN Films)
“Full Court Press” (ESPN+)
“Southpaw: The Life and Legacy of Jim Abbott” (ESPN)
“We Beat the Dream Team” (HBO Max)
MELHOR DOCUMENTÁRIO TRUE CRIME
“The Alabama Solution” (HBO Max)
“Gone Girls: The Long Island Serial Killer” (Netflix) “A Vizinha Perfeita” (Netflix) (VENCEDOR)
“Predators” (MTV Documentary Films / Paramount+)
“Unknown Number: The High School Catfish” (Netflix)
“The Yogurt Shop Murders” (HBO Max)
MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM
“All the Empty Rooms” (Netflix)
“Classroom 4” (PBS)
“The Devil Is Busy” (HBO Max)
“Exodus” (Park County)
“Fiddler on the Moon: Judaism in Space” (Ironbound Films)
“Sallie’s Ashes” (Robi Creative) “Saving Superman” (Switchboard) (VENCEDOR)
“Shanti Rides Shotgun” (Voyager)
MELHOR SÉRIE DOCUMENTAL LIMITADA “The American Revolution” (PBS)
“Eyes on the Prize III: We Who Believe in Freedom Cannot Rest 1977–2015” (HBO Max)
“Gone Girls: The Long Island Serial Killer” (Netflix)
“Hurricane Katrina: Race Against Time” (National Geographic)
“Magic City: An American Fantasy” (Starz) “Mr. Scorsese” (Apple TV) (VENCEDORA)
“SNL50: Beyond Saturday Night” (Peacock)
“The Yogurt Shop Murders” (HBO Max)
MELHOR SÉRIE DOCUMENTAL CONTÍNUA
“30 for 30” (ESPN Films) (VENCEDORA)
“American Masters” (PBS)
“The Reluctant Traveler” (Apple TV)
“Solo Traveling with Tracee Ellis Ross” (Roku Channel)
“Trafficked with Mariana van Zeller” (National Geographic)
“Trainwreck” (Netflix)
‘The Wizard of the Kremlin’, longa estrelado por Paul Dano e Jude Law, teve seu trailer divulgado com exclusividade pelo Deadline.
O filme teve sua estreia oficial no Festival de Veneza, onde teve recepção mista pela crítica e amargou 43% de aprovação no Rotten Tomatoes, e chega em breve aos cinemas mundiais.
A trama acompanha Vadim Baranov (Dano), um jovem artista que se torna um produtor de TV de sucesso e, posteriormente, o assessor de imprensa do presidente russo Vladimir Putin (Law). Baranov precisa lidar com os bastidores perigosos da política russa, manipulando mídia e opinião pública com sua inteligência e carisma.
O filme ‘Superman’ (2025), dirigido por James Gunn e que marca o início do novo DCU (Universo Cinematográfico da DC), gerou um lucro significativo para a Warner Bros. Discovery, apesar de ter sido considerado decepcionante em termos de bilheteria por parte do público e da mídia especializada.
De acordo com a Forbes, embora o desempenho nas bilheterias tenha sido considerado aquém do esperado para um filme de sua escala, o longa-metragem gerou mais de US$ 100 milhões em lucro líquido para o estúdio.
O filme, estrelado porDavid Corenswet, alcançou uma bilheteria global de pouco mais de US$ 614 milhões, sendo a maior arrecadação de um filme de heróis daquele ano.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
O diretor Ruben Fleischer, responsável pelo primeiro filme de ‘Venom’ (2018), relembrou recentemente o início da produção do longa-metragem focado no vilão do Homem-Aranha, recordando as dificuldades criativas em construir uma história de origem para o personagem sem fazer menção direta ao herói.
Em entrevista ao The Playlist, Fleischer admitiu que trazer o personagem para o cinema sem sua história de origem clássica, e, consequentemente, sem o icônico símbolo de aranha no peito, foi um grande desafio na época.
“Foi o primeiro grande filme afiliado ao universo do Homem-Aranha”, lembrou Fleischer. “Estávamos tentando descobrir exatamente o que ele queria ser. Venom sempre foi definido pelo Homem-Aranha, e o nosso filme não podia contar com ele. Então isso criou um desafio interessante”.
O cineasta ainda explicou que o longa nunca foi planejado com um crossover imediato em mente:
“Pelo que me lembro, e já faz um tempo, sempre quisemos que fosse algo distinto do Homem-Aranha. Talvez houvesse a possibilidade de eles se encontrarem no futuro, mas a ideia central era que o nosso Venom não poderia ser definido por essa conexão”, acrescentou.
Fleischer também comentou a notável ausência do símbolo da aranha no traje do personagem:
“É curioso, porque nos quadrinhos o Venom tem uma aranha no peito, já que ele se origina do Homem-Aranha. Tivemos que criar uma história de origem completamente nova e desenvolver um padrão diferente no peito, exclusivo para o filme. Não faria sentido ele ter uma aranha se não tivesse nenhuma ligação com o Homem-Aranha. No fim das contas, tudo deu certo como deveria”, concluiu.
EmVenom: A Última Rodada,Tom Hardy retorna ao papel de Venom, um dos maiores e mais complexos personagens da Marvel, para o filme final da trilogia. Eddie e Venom estão fugindo. Perseguidos pelos dois mundos, a dupla é forçada a tomar uma decisão devastadora que vai fechar as cortinas da última rodada de Venom e Eddie.
Kelly Marcel, roteirista dos filmes anteriores, assume a direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Hardy.
O elenco ainda conta com Chiwetel Ejiofor, Juno Temple, Rhys Ifans, Peggy Lu, Alanna Ubach e Stephen Graham.
A atriz Myra Ruiz, conhecida por interpretar Elphaba no musical “Wicked” e por dublar a personagem na versão cinematográfica da peça, usou as redes sociais para enviar um recado aos fãs, pedindo calma e solicitando que não ataquem as atrizes envolvidas na polêmica recente.
Nas redes sociais, Myra escreveu: “Tô sendo marcada em um monte de post aqui. Gente, pelo amor kkkk. Cynthia e Ariana são deusas que admiro profundamente. Não sei nada confirmado sobre o assunto além dos fatos que rolaram comigo e contei pra alguns”.
“Um combinado profissional proposto pelo ‘contratante’, com roteiro e… tudo que não foi cumprido e por isso o constrangimento. Não me acho maior que ninguém, eu sei o que disse e não adianta distorcer. Não pirem, não joguem hate nelas por nós e não percam tempo com quem faz rage bait. Obrigada sempre pelo carinho”, pediu.
A polêmica começou após Ariana Grande cancelar sua participação em um evento de lançamento de ‘Wicked: Parte 2’ em São Paulo. Além disso, durante a ocasião, Fabi Bang teria sido impedida de participar da foto com o elenco, e Myra Ruiz revelou que não pôde permanecer no mesmo ambiente que os atores do filme.
Com estreia marcada para 20 de novembro, a sequência dá continuidade ao sucesso global de 2024, que se consolidou como a maior adaptação cinematográfica da Broadway de todos os tempos.
A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda). O longa recebeu 10 indicações ao Oscar (incluindo Melhor Filme, e venceu as categorias de Melhor Figurino e Melhor Design de Produção) é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, por “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”, Jonathan Bailey, de “Jurassic World: Recomeço”, Jeff Goldblum, entre outros no elenco.
A atriz Famke Janssen, que interpretou Jean Grey/Fênix Negra na franquia original dos ‘X-Men’, voltou a comentar sobre a possibilidade de reprisar seu papel em ‘Vingadores: Apocalipse’, o épico da Marvel que vai apresentar a guerra multiversal.
Segundo o ComicBookMovie, Janssen negou novamente sua aparição no filme, explicando que atualmente busca projetos que lhe ofereçam maior controle criativo.
“Sabe, eu não costumo olhar para trás em nada do que já fiz. Sempre olho para frente. E a posição em que estou agora, com todo o aprendizado que tive em Amsterdam Empire [da Netflix], onde fui produtora executiva e desenhei meus figurinos, além de fazer um videoclipe em que canto e danço… Tudo isso me trouxe novas dimensões criativas”, afirmou a atriz.
Ela destacou que, após anos de carreira, sua prioridade mudou:
“É difícil agora olhar para trás e pensar em aceitar um papel com apenas algumas falas. Isso simplesmente não me interessa. Estou em outro momento, e conquistei o direito de estar aqui. Já fiz 80 filmes, paguei o meu preço. Agora posso sentar à mesa e dizer: ‘Sou produtora executiva, tenho voz nisso. Acho que isso precisa mudar, que precisa haver mais diversidade, que o roteiro precisa ser fortalecido’. Isso é incrível!”, destacou.
Segundo Janssen, essa necessidade de ter participação e controle criativo provavelmente a torna incompatível com o tipo de produção que a Marvel Studios busca no momento:
“Eu não seria chamada para Doomsday [Apocalipse], ou qualquer outro projeto, com esse tipo de participação criativa. Não é isso que eles querem de mim”, acrescentou.
Ela, no entanto, esclareceu que não é totalmente contra participar do MCU (Universo Cinematográfico Marvel):
“Não sou contra fazer parte de algo, desde que seja uma participação divertida ou em grupo. Mas, neste momento, acabei de terminar um filme na Bulgária, One Second After, em que também desenhei minhas roupas. É muito legal poder agregar esse tipo de criação ao meu trabalho, porque eu amo o processo criativo. Estou sempre buscando criar”, concluiu.
A especulação em torno de Famke Janssen ganhou força devido ao anúncio de que ‘Vingadores: Doomsday’, trará de volta diversos atores da antiga franquia ‘X-Men’ da Fox, em função da temática de guerra multiversal do filme.
Entre os nomes já confirmados para reprisar seus papéis estão:
Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas bizarras. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. Ele mesmo. O Pennywise.
‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ chegou aos cinemas em julho deste ano e se sagrou um dos filmes mais curtos da Marvel Studios – o que nos leva a lembrar que boa parte do corte original foi deixado de fora da versão que vimos nas telonas, incluindo uma batalha inicial com o Fantasma Vermelho e o romance entre o Coisa e Rachel Rozman.
De qualquer maneira, o filme, apesar de ter arrecadado pouco mais de meio bilhão nas bilheterias, conquistou o público e a crítica com ótimos comentários e começando a colocar o Universo Cinemático Marvel de volta nos eixos.
Para o sucesso do projeto, uma variedade de talentos foi escalado, incluindo o compositor Michael Giacchino – cujos créditos incluem ‘Homem-Aranha’, ‘Doutor Estranho’ e ‘Lobisomem na Noite’. E, em uma recente entrevista ao Deadline, o musicista trouxe informações bastante interesantes sobre a versão original do longa-metragem.
Durante a conversa, Giacchino revelou que escreveu uma trilha sonora completa para o filme antes do início das gravações, mas que a descartou ao assisti-lo pela primeira vez.
“Na verdade, escrevi uma trilha sonora completamente diferente para este filme, que vocês provavelmente nunca ouvirão”, revelou Giacchino. “Lembro-me de tê-lo visto pela primeira vez com a música e algo não me pareceu certo”.
Giacchino entrou para o projeto inicialmente quando Feige o convidou para compor uma música para o painel de ‘Primeiros Passos’ na San Diego Comic-Con. Os temas que ele compôs antecipadamente para Galactus e a Surfista Prateada acabaram sendo usados no set durante as filmagens.
“O mais divertido foi que o [diretor] Matt [Shakman] levou isso para o set”, lembrou o compositor. “Foi útil para eles entenderem: ‘ah, esse é o filme que estamos fazendo. Esse é o tom’. É muito raro fazer isso. Acho que qualquer pessoa que esteja fazendo filmes deveria contratar o compositor primeiro e depois pedir que ele escreva a trilha sonora, porque assim todos podem estar na mesma página desde o primeiro dia”.
Apesar disso, Giacchino sentiu que algo não estava certo quando viu seu trabalho inicial combinado com o que estava na tela. “Musicalmente, quando estou compondo, gosto de começar do início e ir até o fim”, explicou. “Eu havia construído isso com base em uma versão do filme. Quando assisti àquela música junto com a nova versão do filme, pensei: ‘Meu Deus, isso não está funcionando para mim'”.
“A gente nunca sabe”, disse ele, confirmando que já fez mudanças significativas semelhantes em projetos anteriores do MCU por sua própria iniciativa. “O que fazemos é dar o nosso melhor palpite. Todo mundo está dando o seu melhor palpite em alguma coisa e nem sempre acertamos”.
Lembrando que ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ está disponível no Disney+.
O filme, que arrecadou mais de meio bilhão nas bilheteiras, foi aclamado pela crítica e pelo público ao apresentar uma nova versão da Primeira Família da Marvel.
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
O valor representa mais que quatro vezes do valor de seu orçamento – que girou em torno de US$ 30 milhões.
Nos EUA, o longa soma US$ 70.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 50.3 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 104 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o México (US$7.8M), Reino Unido (US$3.1M), Brasil (US$2.2M), Austrália (US$1.8M) e França (US$1.3M).
Vale lembrar que o longa arrecadou US$ 26.5 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA – superando a estreia do longa original, que abriu com US$ 23.6 milhões no país.
Além disso, a sequência se tornou o maior lançamento doméstico do ano para a Blumhouse, facilmente superando ‘Lobisomem‘ (US$10.8M), ‘M3GAN 2.0‘ (US$10.2M), ‘A Mulher no Jardim‘ (US$9.3M) e ‘Drop: Ameaça Anônima‘ (US$7.3M).
Com 74% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a avaliação ficou levemente abaixo do longa original (B+).
A adaptação de ‘Se Não Fosse Você‘ (Regretting You) conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 70 milhões nas bilheterias mundiais.
O valor representa mais do que o dobro do valor de seu orçamento – que girou em torno de US$ 30 milhões.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 38.6 milhões. Internacionalmente, foram US$ 32.4 milhões através de 57 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 71 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com Reino Unido (US$5.5M), Alemanha (US$3.3M), Austrália (US$2.9M), Brasil (US$1.5M) e México (US$1.5M).
Apesar de ter sido massacrado pelos críticos – alcançando míseros 29% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o romance recebeu uma nota B do público no CinemaScore.
Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
Morgan se tornou mãe bem nova, colocando seus próprios sonhos de lado para criar Clara. Enquanto Clara cresce e se torna uma adolescente, o relacionamento entre elas se torna complicado, especialmente após o trágico acidente que custou a vida de Chris, marido de Morgan e pai da Clara.
O aguardado ‘Predador: Terras Selvagens‘ arrecadou impressionantes US$ 80 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.
O valor representa a maior abertura global da franquia, superando ‘O Predador‘ (US$73.5M). Além disso, o sucesso do filme fez a Disney ultrapassar a marca dos US$ 4 bilhões em arrecadação global em 2025.
Internacionalmente, o longa soma US$ 40 milhões. O TOP 5 dos maiores mercados conta com a China (US$7.4M), Reino Unido (US$3.2M), México (US$2.3M), França (US$1.8M) e Japão (US$1.7M).
Nos EUA, ‘Terras Selvagens‘ também abriu com US$ 40 milhões, tornando-se a maior estreia da história da franquia, facilmente superando ‘Predadores‘ (US$24.7M) e ‘O Predador‘ (US$24.6M).
Com 85% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o novo longa recebeu uma nota A- do público no CinemaScore. Essa é a maior média de aprovação da história da saga.
Para termos de comparação, o longa original e sua sequência de 1990 receberam uma nota B+ dos espectadores.
Elle Fanning (‘Malévola’) e Dimitrius Schuster-Koloamatangi estrelam a produção.
A trama conta a história de um jovem Predador rejeitado por seu clã, que se une a uma humana chamada Thia em um planeta remoto. Eles embarcam em uma jornada traiçoeira para encontrar o adversário supremo, buscando vingança e tentando restaurar o respeito de seu povo.
‘Pluribus’, nova série de Vince Gilligan (‘Breaking Bad’, ‘Better Call Saul’) e estrelada por Rhea Seehorn, já está disponível no catálogo da Apple TV – e já se tornou uma das produções mais elogiadas do ano.
No Rotten Tomatoes, a obra abriu com nada menos que 100% de aprovação entre a crítica, com base em 66 comentários até o momento. Segundo o consenso geral, a série é “uma obra de ficção científica genuinamente original” que “conduz Rhea Seehorn por um admirável mundo novo com recompensas abundantes”.
Confira os principais comentários:
“É autêntico, não uma mera imitação impressionante. Há uma doçura, uma textura e um sabor no que Gilligan está fazendo aqui que estiveram praticamente ausentes da televisão desde o fim de ‘Better Call Saul’” – Ghost.io
“‘Pluribus’ tem diálogos excelentes e momentos de humor ácido, mas não é uma leitura leve e escapista. É quase tão sombrio quanto a vida real” – Guardian
“O tão aguardado retorno de Vince Gilligan é uma sátira de ficção científica estranhamente cativante, ao estilo ‘Black Mirror’. E há muitas emoções e risadas ao longo do caminho” – Empire
“O resultado é uma série cujo tom é uma mistura sempre mutável de pavor e humor, ficção científica e relatos de viagem peculiares, enquanto Carol viaja pelo mundo em busca de respostas” – Mashable
“É evidente que Carol é uma nova heroína para os nossos tempos: teimosa, impulsiva, irritadiça e de pavio curto, mas também inteligente, engraçada e engenhosa” – io9.com.
Xochitl Gomez (‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, ‘A Casa da Raven’) foi escalada para o elenco de ‘Boston Blue’, spin-off da série policial ‘Blue Bloods’ (via Deadline).
A atriz dará vida a como Penny, uma jovem espirituosa e charmosa com um passado misterioso que entra na vida de Sean, papel interpretado por Mika Amonsen. Gomez faz sua estreia na atração em 21 de novembro.
Relembre o trailer:
A produção derivada traz Donnie Wahlbergde volta como o detetive Danny Reagan, além de nomes como Sonequa Martin-Green (Detetive Lena Silver), Maggie Lawson (Sarah), Ernie Hudson (Reverendo Peters), Gloria Reuben (Mae Silver), Marcus Scribner e outros.
Na trama, o detetive Danny Reagan do Departamento de Polícia de Nova York assume uma posição no Boston PD. Uma vez em Boston, ele é pareado com a detetive Lena Peters, a filha mais velha de uma importante família de policiais.
Chrishell Stause está farta do drama de ‘Sunset – Milha de Ouro’ e não retornará ao reality show da Netflix após a nona temporada, que chegou recentemente ao catálogo da plataforma.
Embora o streaming não tenha renovado a série para o décimo ciclo, caso outra seja filmada, Stause não fará parte dela.
“Já hesitei bastante em relação a essa decisão”, ela disse em entrevista à Bustle sobre sua saída. “Para ser sincera, tendo vindo do nada, é muito difícil recusar uma oportunidade como essa”.
Stause afirmou que “nem o próprio Jesus Cristo” conseguiria convencê-la a retornar para mais uma temporada do reality, nem mesmo o criador Adam DiVello, que, segundo ela, tem ligado e enviado mensagens “100 vezes por dia”.
A estrela afirma que “chegou a um ponto em que não preciso do programa financeiramente”, acrescentando: “tenho sorte de ter outras formas de trabalho, porque isso não faz mais bem para minha saúde mental”.
Stause foi uma das integrantes originais do elenco do programa, que estreou em 2019. O reality acompanha a corretora de imóveis Oppenheim Group e seus corretores enquanto eles lidam com suas vidas pessoais e profissionais.
Na 9ª temporada, Stause teve dificuldades em seu relacionamento com as colegas de elenco, devido à animosidade entre elas. Ela se desentendeu com Nicole Young, que, logo no início da iteração, a atacou de forma desonesta ao mencionar seus pais falecidos numa tentativa de se eximir da responsabilidade. Stause também se desentendeu com sua melhor amiga,Emma Hernan, depois que o novo namorado dela fez comentários deploráveis sobre a comunidade LGBTQ+.
Lembrando que todas as temporadas estão disponíveis na Netflix.
Apesar das altas expectativas e de uma sólida recepção por parte da crítica internacional ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ não fez o barulho prometido nas bilheterias e, ainda que tenha se sagrado como a maior arrecadação da Marvel Studios do ano, abarcou apenas US$521 milhões ao redor do mundo.
Felizmente, o período de exibição nos cinemas não foi a escolha certa para os heróis, visto que sua recente estreia no Disney+ o transformou em um sucesso imediato: segundo o FlixPatrol, o longa alcançou o primeiro lugar do ranking da plataforma de streaming no dia 6 de novembro – à frente de títulos como ‘Festa no Céu’, ‘Zootopia’ e ‘Ratatouille’.
Analisando mais detalhadamente os números fornecidos pelo site, no dia do lançamento, ‘Primeiros Passos’ foi o filme número um em países como Suíça, Albânia, Alemanha, Finlândia e Itália. Mais impressionante ainda, o longa continuou a fazer sucesso na plataforma de streaming mesmo após o lançamento inicial.
Em 8 de novembro, ‘Quareto Fantástico’ permanecia como o filme número 1 no Disney+, de acordo com informações, e alcançou o primeiro lugar nos Estados Unidos, México, Japão, Espanha e Brasil.
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
O Prime Video deu sinal verde à sua mais nova série de comédia, ‘Escorted’, estrelada por ninguém menos que o vencedor do Emmy Brett Goldstein (‘Ted Lasso’) (via Deadline).
Além de protagonizar, Goldstein entra como roteirista e produtor executivo da atração, que já teve oito episódios encomendados para a primeira temporada.
Na trama…
Um pai divorciado em Manhattan (Goldstein) se torna acidentalmente um acompanhante masculino nesta comédia romântica sobre segundas chances, o caos da criação compartilhada dos filhos e se a verdadeira intimidade pode ser comprada.
Goldstein também assume o cargo de showrunner ao lado de Brian Gallivan (‘Falando a Real’).
Ao se reencontrar com o colega de elenco David Harbour na estreia da 5ª temporada de ‘Stranger Things’, a atriz indicada ao Emmy Millie Bobby Brown afirmou que se sente “muito sortuda”por ter um pai fictício em sua vida há quase uma década – ou seja desde a estreia da série da Netflix.
“Tem sido incrível. Somos muito sortudos por termos um ao outro”, disse Brown ao Extra (via Deadline). “A série significa muito para nós dois e para todos aqui. Estes foram os últimos 10 anos das nossas vidas”.
Apesar de relatos contrários, os dois pareceram se dar muito bem, trocando um abraço e risadas enquanto posavam juntos no tapete vermelho nesta última quinta-feira (6) no TCL Chinese Theatre.
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
Baseada nos populares romances de Anne Rice, o terceiro ciclo tem retorno previsto para 2026.
A adaptação contemporânea do romance gótico acompanha a história de amor e imortalidade de Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson), Lestat de Lioncourt (Sam Reid) e Claudia (Delainey Hayles), contada ao jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian).
Na terceira temporada, o Vampiro Lestat (Reid). conta sua história de uma forma que só ele sabe fazer — formando uma banda e saindo em turnê. Gabrielle, Nicholas, Magnus, Marius, Aqueles Que Devem Ser Preservados. Eles se juntam a Louis, Armand, Molloy, Sam, Raglan e Fareed em uma peregrinação sensual através do espaço, do tempo e do trauma.