‘Depois da Caçada‘ (After the Hunt), polêmico filme do diretor Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo seu Nome’), já está disponível no streaming.
O longa-metragem, que dividiu a crítica e o público ao redor do planeta, chegou ao catálogo do Prime Video no último dia 21 de novembro.
Na trama…
Uma professora universitária se encontra em uma encruzilhada pessoal e profissional quando um aluno estrela faz uma acusação contra um de seus colegas, ameaçando expor um segredo sombrio de seu próprio passado.
O longa-metragem, estrelado por Julia Roberts (‘O Mundo Depois de Nós’), Andrew Garfield (‘Todo Tempo que Temos’) e Ayo Edebiri (‘O Urso’), explora as consequências e o caos em uma faculdade quando uma aluna acusa uma professora de agressão sexual.
A Academia Internacional de Artes e Ciências Televisivas anunciou recentementes os vencedores do Emmy Internacional 2025 – que visa premiar o melhor da televisão e do streaming ao redor do planeta.
Na lista, o Brasil apareceu em diversas categorias, incluindo Melhor Telenovela para ‘Mania de Você’, da Globo, Melhor Programa de Atualidades para ‘Repórter Record Investigação: Desaparecidos Forçados’, da Record, e Melhor Animação Infantil para ‘Lupi e Baduki’.
Confira os ganhadores:
MELHOR PROGRAMA ARTÍSTICO Art Matters with Melvyn Bragg (Reino Unido) DJ Mehdi: Made In France (França) Herchcovitch; Exposto (Brasil) Ryuichi Sakamoto: Last Days (Japão) (VENCEDOR)
MELHOR ATOR
Diljit Dosanjh, Amar Singh Chamkila (Índia)
David Mitchell, Ludwig (Reino Unido) Oriol Pla, Yo, Adicto (Espanha) (VENCEDOR)
Diego Vasquez, Cem Anos de Solidão (Colômbia)
MELHOR ATRIZ
Charlotte Hope, Catch me a Killer (África do Sul) Anna Maxwell Martin, Until I Kill You (Reino Unido) (VENCEDORA)
Carolina Miranda, Mujeres Asesinas (México)
Maria Sid, Smärtpunkten (Suécia)
MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA Chicken Nugget (Coreia do Sul) Iris (França) Ludwig (Reino Unido) (VENCEDORA) Y Llegaron de Noche (México)
MELHOR DOCUMENTÁRIO Hell Jumper (Reino Unido) (VENCEDOR) King of Kings: Chasing Edward Jones (França) O Prazer é Meu (Brasil) School Ties (África do Sul)
MELHOR SÉRIE DRAMÁTICA La Azules (México) Bad Boy (Israel) Koek (África do Sul) Rivals (Reino Unido) (VENCEDORA)
MELHOR PROGRAMA DE ENTRETNIMENTO NÃO ROTEIRIZADO Big Brother: Canadá Love is Blind: Habibi (Emirados Árabes Unidos) ¿Quién Es La Máscara? (México) Shaolin Heroes (Dinamarca) (VENCEDOR)
MELHOR SÉRIE DE CURTA DURAÇÃO Beyond Dancing (Hong Kong/China) La Médiatrice (Canadá) (VENCEDORA) My Dead Mom (Canadá) Todo se Transforma (Argentina)
MELHOR DOCUMENTÁRIO ESPORTIVO Argentina ’78 (Argentina) Chasing the Sun 2 (África do Sul) #SeAcabó: Diario de las campeonas (Espanha) (VENCEDOR) Sven (Reino Unido)
MELHOR TELENOVELA Deha (Turquia) (VENCEDORA) Mania de Você (Brasil) Regreso a Las Sabinas (Espanha) Valle Salvaje (Espanha)
MELHOR FILME PARA TV OU MINISSÉRIE Amar Singh Chamkila (Índia) Herrhausen: The Banker and the Bomb (Alemanha) Lost Boys and Fairies (Reino Unido) (VENCEDOR) Vencer o Morir (Chile)
MELHOR PROGRAMA FACTUAL OU DE ENTRETENIMENTO INFANTIL Auf Fritzis Spuren – Wie war das so in der DDR? (Alemanha) (VENCEDOR) Bora, O Pódio é Nosso (Brasil) Kids Like Us (Reino Unido) Playroom Live (África do Sul)
MELHOR FILME OU SÉRIE LIVE-ACTION INFANTIL Fallen (Reino Unido) (VENCEDORA) Luz (Brasil) Prefects (Quenia) Shut UP (Noruega)
MELHOR NOTICIÁRIO Fantástico: El Salvador: o lado sombrio da segurança (Brasil) The Gangs of Haiti (Reino Unido) Gaza, Search for Life (Catar) (VENCEDOR) Syria – The Truth Coming Out (Suécia)
MELHOR PROGRAMA DE ATUALIDADES Dispatch: Kill Zone: Inside Gaza (Reino Unido) (VENCEDOR) Philippines: Diving for Gold (França) Repórter Record Investigação: Desaparecidos Forçados (Brasil) Walk the Line (Singapura)
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
A história conquistou fãs pelo Brasil afora ao abordar temas como o amor entre dois garotos, a descoberta da sexualidade, a deficiência visual e várias questões da adolescência de forma natural e delicada, rompendo com estereótipos.
Na trama…
As férias do Leo são sempre assim: nada muito empolgante acontece. Ele passa os dias curtindo a piscina com sua melhor amiga, Giovana, imaginando quando finalmente vão ser protagonistas de alguma aventura. Enquanto ela torce para viver um grande amor, Leo pensa em fazer intercâmbio. Só que, para um adolescente cego, viajar sozinho para outro país parece quase impossível…
Com a volta às aulas, retornam também velhos desafios: a mãe superprotetora, os colegas maldosos, a sensação de não se encaixar em lugar nenhum. Mas dessa vez tem uma novidade — Gabriel, o aluno novo da escola. Entre risadas, passeios de bicicleta e idas ao cinema, Leo sente que, pela primeira vez, está sendo reconhecido por inteiro, para além de suas limitações.
Nesta história doce e sensível que conquistou milhares de fãs nos cinemas, acompanhamos Leo em busca de seu lugar no mundo — e descobrimos com ele que ser amado nada mais é do que ser visto.
Em UMA SEMANA, a ameaça de Bokushi chega às telonas.
Em #SoldadoDeChumbo, Nash precisa encarar o que deixou para trás. Para deter Bokushi e seu exército, ele e o agente Ashburn entram em uma missão onde cada passo pode ser o último.
Estreia dia 4 de dezembro, somente nos cinemas. pic.twitter.com/ZVhoTXTlXT
Na trama, o ex-agente das forças especiais Nash Cavanaugh é recrutado pelo governo e forçado a confrontar o passado. Anos depois de abandonar um culto liderado pelo perigoso Bokushi, Nash precisa voltar à fortaleza onde ex-companheiros de guerra se transformaram em soldados de uma causa cruel. Ao lado do agente Emmanuel Ashburn, ele embarca em uma missão repleta de ação e vingança em um confronto explosivo.
As gravações do novo filme criminal ‘Redemption’ já estão a todo vapor – e o elenco protagonista do projeto foi oficialmente confirmado (via Deadline).
Jon Lemmon (‘Coração de Campeão’), Billy Zane (‘Titanic’), Jon Lovitz (‘Uma Equipe Muito Especial’), Jaime King (‘Sin City: A Cidade do Pecado’), Frank Stallone (‘Rocky’), Weston Cage Coppola (‘Boneyard’), Nicholas Petroccione (‘The Offer’) e Robert Davi (‘007 – Permissã para Matar’) estrelam o longa-metragem.
O filme acompanha a jornada de Leo Russo (Lemmon), um jovem que se vê no fogo cruzado de um sindicato do crime organizado em Cleveland e Las Vegas durante a década de 1980. Quando Leo e seu melhor amigo, Jonathan (Petroccione), são atraídos para o submundo do crime, ambos se veem envolvidos em um jogo perigoso que envolve mafiosos, assassinos, traição e violência.
‘Redemption’ é escrito e dirigido por Asif Akbar e ainda não tem data de estreia confirmada.
O projeto marca a estreia diretorial de Dempsey Bryk, que também fica responsável pelo roteiro.
O filme é descrito como uma história coming-of-age com humor ácido sobre um grupo de dublês amadores de uma pequena cidade, cujos dias giram em torno de beber, antagonizar a comunidade e filmar acrobacias grosseiras ao estilo Jackass.
A história foi desenvolvida por Bryk e seu colaborador de longa data, Ben Snider-McGrath.
O elenco ainda conta com Abby Quinn (‘Estou Pensando em Acabar com Tudo’), Billy Bryk (‘Friendship’) e Noah Parker (‘Who By Fire’).
O ator e produtor Caio Mutai vive um momento decisivo no audiovisual brasileiro, celebrando uma fase de afirmação artística e expansão profissional. Com o curta ‘Nesta Data Querida’ e a série ‘Ayô’ tendo sido selecionados para o 33º Festival MixBrasil de Cinema e Cultura da Diversidade, que terminou no último dia 23 de novembro, ele reforça sua busca por narrativas plurais que não dependam de estereótipos ou exotização.
A chegada dessas produções a um dos festivais mais importantes do país simboliza, na visão do artista, um amadurecimento do mercado, que começa a abrir espaço para histórias que historicamente foram invisibilizadas. Ao observar como seus personagens são retratados, Mutai identifica uma mudança fundamental: a representatividade surge quando pessoas fora do padrão estabelecido simplesmente existem na tela, vivendo suas vidas sem que sua identidade precise justificar cada ação. Ele acredita que esse movimento é uma forma honesta de ampliar o olhar do público sobre quem compõe o Brasil contemporâneo.
Esse pensamento se reflete diretamente em seus novos trabalhos. Em ‘Neste Data Querida’, dirigido por Vitor Rocha e estrelado também por Lucas Drummond, Letícia Helena e com participação de Claudia Raia, o ator participa de uma narrativa íntima sobre amadurecimento e sobre a vontade de interromper o tempo diante das mudanças da vida adulta. Já ‘Ayô’, que passou também pelo Festival do Rio, apresenta a trajetória de um jovem ator tentando se afirmar na metrópole, enfrentando desigualdades sociais e profissionais. Nessas histórias, a diversidade aparece como parte natural da experiência humana, e não como um conflito isolado.
Ao mesmo tempo em que avança em trabalhos de grande circulação, Mutai vê sua trajetória ganhar novas camadas. Ele reconhece que está colhendo resultados das escolhas conscientes que fez nos últimos anos, priorizando obras alinhadas à sua visão de mundo e ao compromisso com uma representatividade efetiva. Se no início da carreira faltavam referências asiáticas para se inspirar, hoje ele se entende como um desses rostos que podem alimentar o imaginário e o sonho de quem está começando.
A ascensão de Caio no audiovisual se soma ao sucesso recente no teatro, com o espetáculo ‘Passos’, do Coletivo Oriente-se, grupo formado inteiramente por artistas asiáticos. O trabalho reforçou sua atuação também nos bastidores, fortalecendo uma presença profissional que ultrapassa o palco e se aproxima da criação e da produção artística. No cinema, ele aguarda pelo lançamento do terror gótico ‘Furnas Fundas’, de Beto Marquez, interpretando um vampiro em um papel que exigiu preparação física e emocional intensa, marcando sua volta ao gênero após ‘O Mestre da Fumaça’, de Andre Sigwalt e Augusto Soares.
Os próximos passos confirmam que essa é apenas uma etapa de um percurso em expansão. Para 2026, o ator está envolvido em uma nova série original da Globoplay — onde também pode ser visto na segunda temporada de ‘As Five’ —, já em fase de gravação, e se prepara ainda para protagonizar uma adaptação de ‘Hamlet’, ambientada no Japão Feudal e formada exclusivamente por artistas amarelos. Paralelamente, desenvolve um musical em que deve atuar e assinar a produção, fortalecendo a ponte entre arte, representatividade e empreendedorismo criativo.
No momento em que a presença asiática no audiovisual brasileiro começa a conquistar novas telas e narrativas, Mutai surge como uma das vozes que impulsionam essa transformação. Seu trabalho no MixBrasil não representa apenas conquistas individuais, mas ajuda a abrir caminhos para que mais artistas possam existir em cena com liberdade, naturalidade e potência.
O próximo ciclo estreará no serviço de streaming no dia 16 de novembro.
Estrelada por BillyBobThornton, ‘Landman‘ se tornou uma das 10 séries mais vistas do segmento streaming durante o quarto trimestre de 2024. A produção ainda manteve uma audiência sólida no início de 2025, acumulando quase 9.7 bilhões de minutos de visualização ao longo de 11 semanas, no ranking TOP 10 de Streaming da Nielsen.
‘Landman‘ é baseada no podcast ‘Boomtown‘ e é descrita como uma série de altos e baixos sobre magnatas e bilionários selvagens alimentando um boom tão grande que está remodelando nosso clima, nossa economia e nossa geopolítica.
[ATENÇÃO: CONTÉM SPOILERS DO FINAL DE ‘WICKED: PARTE 2’]
O musical ‘Wicked: Parte 2’ continua em cartaz nos cinemas nacionais e a roteirista Winnie Holzman falou sobre o processo criativo das novas músicas escritas para o filme.
Em entrevista à Variety, Holzman detalhou a criação de duas canções inéditas: “There’s No Place Like Home” (para Elphaba) e “Girl in the Bubble” (para Glinda).
Holzman explicou que o desmembramento do musical em dois filmes abriu espaço para explorar novas canções:
“Sempre soubemos que eles poderiam se encaixar no segundo ato porque havia espaço. Esse é um dos grandes motivos pelos quais todos nos sentimos bem em dizer: ‘Vamos fazer dois filmes.’ Isso eliminou a preocupação de ter que gravar músicas ou músicas do Stephen [Schwartz]”, afirmou.
A roteirista justificou a necessidade da canção de Elphaba: “No caso de Elphaba, ela acaba tendo que deixar Oz para sempre, não por motivos egoístas, mas pelo bem de Oz. E é um sacrifício enorme. Então queríamos fazer esse sacrifício valer ainda mais. Uma forma de fazer isso foi mostrar o quanto Oz significa para ela, e foi aí que tudo começou”.
“Stephen e eu pensamos que seria um ótimo título para uma música ‘No Place Like Home’, porque é uma frase icônica do filme. Obviamente, estamos brincando com o filme e o referenciando de maneiras diferentes e delicadas. Queríamos falar sobre Oz como seu lar, mesmo que ela estivesse sendo caçada e odiada, e isso ia preparar a dor de ter que partir. Ela poderia dizer em voz alta: ‘Nossa, eu realmente amo Oz’, mas não tem o poder emocional da música, seu canto simplesmente transmite automaticamente que ela está sentindo uma emoção profunda”, destacou.
A música de Glinda, “Girl in the Bubble”, acompanha a transformação de sua personagem:
“Com a música da Glinda, é parecido. Glinda tem essa percepção, mudança e transformação. Queríamos entrar nisso e mostrar a mente dela trabalhando naquele ponto da história. Ela não consegue mais fechar os olhos para o que está vendo, e o que isso faz com ela?”, ressaltou.
Holzman concluiu que o conceito da música é ideal para Glinda: “A ideia de cantar sobre estar em uma bolha, é simplesmente perfeita, porque essa bolha é a fraude dela ganhando vida”.
‘Wicked: Parte 2’ está em cartaz nos cinemas nacionais.
Após o final dramático da 4ª temporada, a atriz revelou a garantia dada pelos irmãos Duffer sobre o destino de Max:
“Vai dizer que você está morta por um segundo, mas não se preocupe. Não é esse o caso”, lembra Sink. “Você tem um papel na 5ª temporada”.
Para o choque dos fãs, Max retorna na trama em uma situação inusitada: o cativeiro de Holly Wheeler (agora interpretada por Nell Fisher).
“Tive que fazer testes de química com a Holly”, conta Sink. “Foi a primeira vez que pude ler e eu fiquei tipo: ‘O quê? Eu estou em uma caverna? Como assim?’”.
Na cena, Max explica para a jovem Holly como conseguiu sobreviver. O local do cativeiro, que Holly chama de Camazotz (em referência ao livro Uma Dobra no Tempo), foi uma escolha narrativa dos criadores.
Sadie Sink, que começou como atriz mirim no teatro antes de entrar na série aos 14 anos, ainda refletiu sobre a nova dinâmica ao contracenar com Nell Fisher, que completou 14 anos recentemente:
“Trabalhar com ela me deu perspectiva. Eu tinha essa idade quando comecei no seriado, e aquelas dinâmicas de adolescentes e crianças é o que conhecemos. Ser a mais velha nessa dinâmica foi muito interessante de explorar”, afirmou.
A atriz também discutiu o desafio de interpretar a jornada mental da Max, que atravessa diversos portais e dimensões:
“Eu estava pessoalmente muito animada com isso, porque pensei: ‘Como seria essa versão da Max quando ela é deixada completamente sozinha?'”, reflete Sink. “Ela enlouquecia completamente? Estaria meio que florescendo? Ou pensaria: ‘Ah, tanto faz’?”
Sink acredita que Max é a personagem ideal para enfrentar essa situação:
“Se isso fosse acontecer com qualquer personagem, com certeza seria com a Max”, continua a atriz. “O que eles vão explorar mais adiante na temporada com Max e Holly, e esse relacionamento de encontrarem aliadas uma na outra, foi muito interessante de interpretar, e super inesperado! Mas também muito engraçado ver a Max com uma menina de 12 anos”.
A sutileza é a chave para Max, mesmo em momentos de grande emoção:
“A sutileza é muito importante nesses momentos, porque são coisas grandes de dizer”, afirma Sink. “Para a Max, sempre soa verdadeiro quando é dito de maneira objetiva. […] Quando vemos pequenos vislumbres dela compartilhando isso, não é algo confortável para ela. Por isso, nunca vai ser melodramático. Nunca vamos prolongar demais, porque ela jamais permitiria isso”.
Por fim, Sink elogiou o colegaCaleb McLaughlin (Lucas) e o restante do elenco por apoiarem seu corpo “completamente mole” nas cenas em que estava inconsciente:
“Estar inconsciente, honestamente, não foi um trabalho ruim no fim do dia”, ela comenta. “Só me senti mal por todo mundo que teve que me carregar. A única coisa que sempre me chamou atenção, até na 4ª temporada, é que não consigo evitar olhar para mim mesma naquele estado hospitalar e rir, porque penso: ‘Claro que foi assim que terminou para a Max.’ Se você me dissesse isso na 2ª temporada, eu não acreditaria”.
Vale lembrar que a 2ª parte será lançada no dia 25 de dezembro, às 22h. O capítulo de conclusão tem transmissão agendada para 31 de dezembro, às 22h.
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de janeiro de 2026.
Na trama…
“Millie (Sydney Sweeney) é uma jovem mulher batalhadora que fica aliviada por ter um novo começo como empregada doméstica de Nina (Amanda Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar), um casal rico. No entanto, ela logo descobre segredos familiares mais perigosos do que os seus próprios.”
Michele Morrone (‘365 Dias’) completa o elenco.
Paul Feig (‘Um Pequeno Favor’) será responsável pela direção.
O romance está na lista de best-sellers do New York Times por nada menos que 75 semanas, tendo vendido mais de 3.6 milhões de cópias e sendo traduzido para 40 línguas.
Em entrevista ao Discussing Film, Ginnifer Goodwin (‘Once Upon a Time’) revelou que o roteiro original de ‘Zootopia 2‘ seria muito diferente da versão lançada nos cinemas.
A atriz confirmou que, originalmente, a continuação começaria anos após os eventos do primeiro filme.
“Eu amei retornar para a sequência. Sinto que estava mais confiante sobre meu trabalho, mas nossos roteiros mudavam bastante. Sempre que chegávamos, a continuação seguiria por um caminho diferente; com novas cenas. Eles decidiram que o segundo filme começaria uma semana após o desfecho do longa original. Originalmente, gravamos uma versão [da sequência] que começava anos depois.”
Ela completa, “[Nesta versão original], a maior parte do crescimento pessoal dos personagens acontecia fora das câmeras. Ao começarmos logo após o fim do primeiro filme, abordamos como minha personagem ficou após salvar a cidade, sentindo que precisava fazer algo mais e provar que eles mereceram. Isso faz com que ela questione seu próprio valor ainda mais. Acho incrível a forma como eles voltaram atrás na passagem de tempo para que os personagens possam crescer e evoluir na presença do público.”
Vale lembrar que ‘Zootopia 2‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!
Jared Bush e Byron Howard (‘Encanto’) são responsáveis pela direção.
Após desvendarem o maior caso da história de Zootopia, os policiais novatos Judy Hopps (Ginnifer Goodwin) e Nick Wilde (Jason Bateman) descobrem que sua parceria não é tão sólida quanto imaginavam quando o Chefe Bogo (Idris Elba) os ordena a se juntarem ao programa de aconselhamento Parceiros em Crise.
Mas não demora muito para que a parceria seja posta à prova quando eles se veem na trilha sinuosa de um mistério ligado à chegada de uma cobra venenosa à metrópole animal.
O astroMatthew Lillard, conhecido por papéis icônicos em franquias como ‘Scooby-Doo’ e ‘Pânico’, revelou recentemente seu grande desejo de integrar uma das maiores sagas do cinema: ‘Star Wars’.
Durante uma entrevista ao GamesRadar+, Lillard foi direto sobre suas ambições:
“Há duas coisas que venho dizendo há anos: eu quero muito fazer parte do universo de Star Wars, desesperadamente, e quero trabalhar novamente com James Gunn. Isso está na minha lista. Sou amigo do James [Gunn]. Não sei por que ele ainda não me ligou”, afirmou.
Ao comentar sobre o nível de envolvimento que aceitaria na galáxia muito, muito distante, ele brincou sobre a possibilidade:
“Se Star Wars ligasse, eu me importaria de ser um Stormtrooper? Não. Quer dizer, eu preferiria ser um Luke Skywalker do que um Stormtrooper, ou um Han Solo. Meu Deus, se eu pudesse ser o Han Solo, isso seria incrível!”, acrescentou.
Lillard, contudo, fez questão de ponderar que a maioria dos atores não tem o poder de escolher seus próximos grandes papéis:
“Esse não é realmente um privilégio… quer dizer, é para algumas pessoas, certo? ‘Eu quero isso e é isso que vou interpretar’. E há 20 pessoas nesta indústria que podem ditar o que fazem a seguir e quando fazem. Eu não sou uma dessas pessoas”, ressaltou.
O ator finalizou demonstrando gratidão pelas oportunidades: “E, pelo fato de eu esperar com ansiedade que alguém me ofereça outro trabalho, ou pelo privilégio de fazer um teste para outro trabalho e conseguir esse trabalho… essa é a minha jornada. Eu não tenho o poder do ‘sim’ ou ‘não’. Eu só tenho ‘Sim, por favor'”.
Lembrando que a segunda e última temporada de ‘Andor’, a mais recente adição ao universo ‘Star Wars’, já está disponível para streaming no catálogo do Disney+.
Relembre o trailer:
Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård(‘Chernobyl’), eKyle Soller(‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.
O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).
Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’, ‘Vice’, ‘Cruella’ e ‘Não Olhe para Cima’.
A Behaviour Interactive anunciou oficialmente que a próxima DLC do jogo ‘Dead By Daylight‘ será baseada na série ‘Stranger Things‘.
O novo capítulo marcará a segunda colaboração com o seriado da Netflix, e trará o temido Vecna como assassino. O lançamento ainda contará com dois novos sobreviventes, mas ainda não foi confirmado quais personagens serão introduzidos no jogo.
Sem data de estreia, a próxima DLC está programada para janeiro.
‘Dead by Daylight‘ é um jogo de terror multiplayer assimétrico, onde um jogador assume o papel do assassino, e os outros quatro jogadores jogam como sobreviventes. O objetivo dos sobreviventes é tentar escapar, reparando cinco geradores e abrindo os portões de saída para evitarem serem capturados, enganchados e sacrificados.
A Netflix é lar de incontáveis produções que se tornaram sucesso de público e de crítica – desde filmes vencedores do Oscar até séries que angariaram legiões de fãs ao redor do mundo e deram início a movimentos culturais pela popularidade que conquistaram. E, em meio a um extenso e expansivo catálogo, certamente uma das produções mais prestigiadas e adoradas da plataforma é ‘Stranger Things’. A atração, que teve início há quase uma década, transformou-se em uma das assinaturas do streaming e se estendeu através de um legado inegável e incomparável ao misturar terror, aventura e ficção científica em uma carta de amor ao audiovisual e aos clássicos do gênero.
Nove anos depois de ter estreado na Netflix, está na hora de dizer adeus à série com a estreia da quinta e última temporada. Dividida em três partes, a primeira delas chegou ao serviço no último dia 26 de novembro, entregando-nos sólidos quatro episódios que já nos preparam para a batalha final entre os nossos amados protagonistas e o perigoso Vecna (Jamie Campbell-Bower), uma mortal criatura telepática que tem o poder de controlar mentes e que tem um plano maligno que envolve remodelar o mundo como o conhecemos através de receptáculos sequestrados e que servirão de conduítes para algo que precisa ser impedido a qualquer custo.
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A leva inicial de capítulos do ciclo de encerramento divide-se em vários núcleos que seguem os impressionantes eventos da iteração anterior: Eleven (Millie Bobby Brown) se joga de cabeça em um treinamento pesado para o momento em que enfrentará Vecna, sendo acompanhada de perto por Hopper (David Harbour) e Joyce (Winona Ryder); Will (Noah Schnapp), Mike (Finn Wolfhard), Lucas (Caleb McLaughlin) e Dustin (Gaten Matarazzo) seguem arquitetando um plano para interceptar as operações militares no Mundo Invertido para conseguirem qualquer pista que possa derrotar seu nêmesis; e Robin (Maya Hawke), Steve (Joe Keery), Nancy (Natalie Dyer) e Charlie (Jonathan Byers) utilizam suas habilidades para descobrir quando tais operações irão ocorrer, criando códigos para que seus aliados saibam o que fazer.
As expectativas estão lá em cima – e os obstáculos tornam-se mais perigosos minuto a minuto: Hawkins se vê em estado de sítio após o Mundo Invertido se fundir com a realidade que conhecem, compelindo nossos protagonistas a uma batalha contra o tempo para que Vecna não concretize seus planos. O vilão, por sua vez, começa a escolher crianças como alvo, passando-se pelo misterioso e convidativo Sr. Quequeé para contaminar suas vítimas e arrastá-las para seu domínio, forjando os laços psíquicos que culminarão em sua vitória. E, através de reviravoltas constantes e uma preocupação estética inescapável, os Irmãos Duffer acertam onde precisam para garantir um sólido início que, apesar dos empecilhos, entrega o que os fãs queriam em pequenas iterações epopeicas.
Como imaginávamos, os criadores da série assumem as rédeas dos dois primeiros episódios por completo, garantindo uma simbiose necessária que dá o tom da última temporada. Ora, se os nossos heróis agora estão crescidos e maculados por traumas, ressentimentos e anseios que ainda os acompanham, era apenas natural que os riscos aumentassem – e os Duffer, aliando-se a nomes como Frank Darabont, Paul Dichter e Caitlin Schneiderhan, não poupam esforços para garantir, com todas as letras, que ninguém está a salvo. E isso não é tudo: existe uma emblemática preocupação técnica e estilística que não apenas emula clássicos como ‘Caça-Fantasmas’ e ‘O Enigma de Outro Mundo’, mas que aposta fichas em uma ambição cênica que denota a cautela dos nomes envolvidos na produção, cujas ramificações chegam até mesmo a se apoiar em Alfonso Cuarón e James Cameron.
O trabalho do elenco é o elemento de maior sucesso, com destaque óbvio aos cinco jovens que nos guiaram nessa aventura exemplar e memorável – e com menções às magníficas performances de Hawke, Dyer e Schnapp (este transformando-se no fio condutor que une todos os núcleos em uma catártica guinada na história que amarra as pontas soltas e que não se esquece da própria mitologia criada). Sadie Sink faz um merecido retorno como uma versão quase fantasmagórica de Max, presa na mente de Vecna e tentando escapar de seu cárcere; Nell Fisher, retornando como Holly (irmã mais nova de Mike e Nancy), brilha em uma interpretação fantástica e envolvente; e Linda Hamilton diverte-se como a incisiva e categórica Dra. Kay, cujo objetivo principal é capturar Eleven.
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A temporada se inicia de forma convincente, recheada de ótimas sequências de ação e lutas muito bem coreografadas que trazem ritmo e dinamismo aos dramas pessoais e interpessoais dos personagens – seja na aliança de autoconhecimento e libertação de Robin e Will, nos percalços entre Steve e Dustin, e no relacionamento entre Hopper e Eleven. Entretanto, é preciso comentar que algumas escolhas de roteiro soam “preguiçosas”, por assim dizer, valendo-se de surpresas para mascarar certas repetições cansativas. Ademais, há arcos que não são tão bem desenvolvidos quanto os outros – mas que podem (e devem) ganhar mais complexidade e atenção na próxima leva de episódios.
O ciclo de encerramento de ‘Stranger Things’ começa com o pé direito, mostrando que o longo tempo de espera valeu a pena – mesmo que excessos precisem ser aparados com os vindouros capítulos, cujo lançamento está agendado para o próximo mês. De qualquer maneira, voltar a Hawkins nunca é um erro, e os Irmãos Duffer provaram mais uma vez que sabem como contar uma boa história.
[ATENÇÃO: CONTÉM SPOILERS DO FINAL DE ‘WICKED: PARTE 2’]
O musical ‘Wicked: Parte 2’ continua em cartaz nos cinemas nacionais, e Ariana Grande, que interpreta Glinda, revelou que “certas pessoas” na produção queriam cortar uma das cenas mais emocionantes e elogiadas do filme: o momento da porta.
Na cena em questão, após se despedirem pela última vez, Elphaba e Glinda desabam em lágrimas em lados opostos de uma porta. A imagem rapidamente se tornou uma favorita dos fãs nas redes sociais e é amplamente elogiada como uma das escolhas de direção mais inspiradas de Jon M. Chu.
Em entrevista à Variety, Grande detalhou a tensão nos bastidores sobre a sequência:
“Foi um dia realmente pesado. Na verdade, houve uma conversa sobre… certas pessoas queriam cortar aquela cena”, disse Grande. “Jon disse: ‘Este é o filme. Não há discussão sobre isso.’ Fiquei tão grata por ele defender com tanta firmeza esses momentos honestos. É um dos momentos mais bonitos e conectados em ambos os filmes. Sou muito grata por ele estar lá. É difícil. Foi muito pesado emocionalmente”.
O diretor Jon M. Chu já havia revelado que a cena da porta não estava no roteiro original do filme. Ela foi adicionada após ele perceber Ariana Grande e Cynthia Erivo (Elphaba) improvisando uma despedida entre as personagens durante os ensaios.
Chu contou que as duas atrizes colocaram as mãos contra uma porta imaginária e ele “começou a chorar”, percebendo o poder do momento:
“Foi nos ensaios que encontramos isso”, disse Chu. “Cynthia a pega e diz: ‘Venha aqui’. E eu fiquei pensando, para onde elas estão indo? E elas vão para esse canto, e ela a coloca em uma caixa ou armário”.
A cena da porta acontece logo depois que Glinda diz a Elphaba que a ama, uma frase que Chu também precisou lutar para manter no filme.
“Você não pode dizer ‘eu te amo’ em Oz”, disse Chu, citando as regras estritas daquele universo ficcional. “Nada de Deus, nada de ‘ok’, nada de ‘eu te amo’… [mas Ariana dizendo isso] foi tão humano. Ultrapassou uma fronteira de Oz para o nosso mundo”.
‘Wicked: Parte 2’ está em cartaz nos cinemas nacionais.
Com a 2ª temporada do live-action de ‘One Piece’ a caminho e a 3ª temporada já confirmada e em produção, a Netflix anunciou a adição de mais dois atores importantes para o terceiro ano da série.
Conforme o Deadline, os atores Awdo Awdo e Daisy Head foram confirmados no elenco.
Eles darão vida, respectivamente, a Mr. 1 e a Miss Doublefinger. A dupla está atualmente na Cidade do Cabo, onde a produção da nova temporada já está em andamento.
Para quem não conhece, Mr. 1 e Miss Doublefinger fazem parte dos caçadores de recompensa da organização criminosa Baroque Works. Este grupo será composto pelos antagonistas principais da 2ª e da 3ª temporada do live-action.
Lembrando que a 2ª temporada chega à plataforma de streaming em 10 de março de 2026.
Em ‘One Piece: A Série’, os mangás mais vendidos do Japão ganham vida no live-action da Netflix. Na série, Monkey D. Luffy (Godoy) é um garoto de espírito livre que tem energia e coragem de sobra. Seu maior sonho é se tornar o Rei dos Piratas e conquistar os mares e, para isso, ele tem como missão encontrar o legado de Gold Roger. O One Piece é o maior tesouro escondido pelo pirata e achá-lo é a única forma de chegar ao seu objetivo. Para essa arriscada missão, Luffy reúne uma tripulação habilidosa e pronta para enfrentar perigosos rivais e explorar ilhas misteriosas.
‘Truque de Mestre: O 3º Ato’ segue em cartaz nos cinemas, e o cineasta Ruben Fleischer celebrou recentemente ter conseguido reunir as mágicas Henley (Isla Fisher) e Lula (Lizzy Caplan) no novo longa.
Conforme o Deadline, Fleischer elogiou as atrizes: “Porque elas são atrizes incríveis, muito engraçadas e extremamente talentosas”.
Enquanto o retorno de Fisher foi amplamente divulgado no marketing do filme, a participação de Caplan, que entrou para a franquia no segundo filme, foi mantida como uma surpresa para os fãs.
Fleischer comentou o impacto de ter as duas atrizes juntas no elenco:
“Isso realmente chama atenção para o mundo da mágica dominado por homens, mas também dá poder a elas e mostra que têm uma relação independente dos Cavaleiros, algo que ninguém esperava”, concluiu.
‘Truque de Mestre – O 3º Ato’ está em cartaz nos cinemas nacionais.
Os Quatro Cavaleiros retornam com uma nova geração de ilusionistas realizando reviravoltas, surpresas e mágicas alucinantes, diferentes de tudo já capturado em filme.
O fenômeno musical ‘Wicked: Parte 2’ segue em cartaz nos cinemas nacionais, e as estrelas Ariana Grande e Cynthia Erivo usaram as redes sociais para se despedir das suas icônicas personagens, Glinda e Elphaba.
Conforme noticiado pelo Deadline, as atrizes compartilharam homenagens emocionantes que marcam o fim da jornada do filme.
Ariana Grande (Glinda) foi sucinta, mas expressiva, em sua mensagem no Instagram:
“Obrigado minha doce Glinda por tudo. Te amarei sempre… Wicked: Parte 2 já está disponível”, escreveu Grande.
Já Cynthia Erivo (Elphaba) publicou um texto profundo, refletindo sobre o significado da experiência em sua vida:
“Eu poderia escrever um ensaio, um poema, uma prosa shakespeariana para descrever o que essa jornada significou para mim, as lições que esse período me ensinou, me deu. Eu poderia tentar medir o amor que senti e vivi. Poderia quantificar as histórias que ouvi. A verdade é que os números são pequenos demais e as palavras não são suficientes. Então, vou simplesmente dizer isto”, escreveu.
Erivo finalizou com uma citação poética: “‘Pegue minha mão e caminhe comigo até o fim desta estrada pavimentada de ouro e, com sorte, as coisas que encontrei possam encontrar você também’. Obrigada por me deixarem ser sua Elphaba. Com todo o meu amor”.
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