Que Série podi essa nova série documental "Medo Real" da netflix, Nem da medo e parece uma grande fic mal feita. Até aqueles documentários antigos todo cagado eram mais bem produzidos que isso.
tô vendo medo real na Netflix, isso de ouvir uma pessoa chamando o nome no pé do ouvido. Me acontecia muito quando eu morava com a minha tia na ilha , nos duas sozinhas , eu era criança. Desde lá só durmo tapando o ouvido
— Isadora David #ACANCELADA (@david_isadora) October 9, 2025
Gente, esse menino do primeiro caso da série Medo Real da Netflix não ficaria assombrado um dia sequer na terra de Zé Pilintra. Isso aí se resolvia em uma gira de esquerda. Os EUA falham até no básico da espiritualidade
Adorei os 2 casos abordados na nova série da Netflix, True Haunting (Medo Real), é difícil acreditar numa coisa quando não é algo que ocorreu conosco, só quem viveu uma experiência sabe… A produção da série é muito boa!! Que tenha mais temporadas.
Contar uma história por meio de uma narrativa cinematográfica não é algo fácil. Não é à toa que centenas de filmes são lançados pelo mundo a cada ano e somente alguns conseguem realmente fazer sucesso. Pensando em filmes que buscam o brilhantismo pelos caminhos das surpresas levando ao público para diversos campos de reflexões, separamos abaixo uma lista muito interessante com 10 ótimos filmes que escondem muito bem suas tramas:
Na trama, conhecemos Joana (Letícia Kacperski), uma jovem, filha de pais separados, descendente de alemães que mora em uma casa na beira da estrada, numa pequena cidade, onde todos se conhecem. Após o falecimento da sua tia-avó, algo desperta nela, fazendo com que se coloque em enfrentamentos nos longos debates que tem com a sua família. Ao mesmo tempo, sua amiga Carolina (Isabela Bressane) se envolve em um boato que a faz refletir sobre sexualidade.
O Acidente
Na trama, conhecemos Joana (Carol Martins), uma jovem que trabalha como tradutora e está grávida do primeiro filho com a namorada, Cecília (Carina Sehn). Certo dia, durante um trajeto ao trabalho de bicicleta, acaba se envolvendo em uma ríspida situação no trânsito, inclusive sendo atropelada. Ela resolve deixar pra lá, não que dar queixa, mas um vídeo da situação é publicado na internet fazendo a mudar de ideia e acaba entrando na vida da família que causou o acidente. Durante esse período, busca entender os personagens dessa história, principalmente o filho da mulher que a atropelou.
Na trama, conhecemos Henry (Austin Abrams) um jovem tranquilo, focado, que está prestes a ser o editor-chefe do jornal do colégio. Ele está entrando no último ano do colégio e logo nos primeiros dias conhece a recém transferida Grace (Lili Reinhart), uma jovem super inteligente mas cheia de inseguranças que se esconde do seu presente por um forte trauma no passado. Uma amizade logo cresce entre os dois e logo a paixão acontece mas ambos precisarão buscar entender um ao outro mas nada será tão simples.
Na trama, conhecemos Tom (Viggo Mortensen), um pacato dono de uma cafeteria que vive feliz com sua esposa Edie (Maria Bello) e seus dois filhos em uma cidadezinha no interior dos Estados Unidos. Um dia, uma dupla de criminosos resolvem entrar na cafeteria de Tom nas últimas horas de uma noite, gerando o caos no lugar e Tom acaba, de forma surpreendente para todos no local, matando os criminosos. Ele logo vira celebridade na cidade, aparece na televisão, e tem a vida completamente mudada quando dias depois chega na cidade um homem dizendo que Tom na verdade é um violento membro de uma organização criminosa. Assim, aos poucos vamos entendendo melhor as lacunas dessa surpreendente história.
Na trama, conhecemos três adolescentes britânicas que já pensando no futuro após a conclusão do ensino médio embarcam em uma viagem para Mália, na Grécia, um lugar paradisíaco de aventuras, bebedeira, possibilidades de relações. Só que uma delas, Tara (Mia McKenna-Bruce), começa aos poucos a perceber que a alegria e descobertas que esperava se transforma num enorme pesadelo com abalos traumáticos que levará por toda a vida.
Na trama, vamos vendo um interrogatório de um sobrevivente, criminoso, aleijado, de uma ação em um navio que deixou quase três dezenas de mortos questionado duramente por uma autoridade federal e também um outro sobrevivente numa cama de hospital, com o corpo tomado de queimaduras fazendo o retrato falado de quem seria o grande responsável pelo ocorrido. Assim, conhecemos a história de um grupo de experientes criminosos que são levados por autoridades policiais até uma sala de suspeitos da polícia de nova Iorque questionados por serem responsáveis por um suposto roubo de um caminhão com uma carga valiosa. Após esse encontro, eles planejam um outro crime, fato que os leva a cruzar o caminho de um alguém muito poderoso e temido, os levando para o protagonismo em um trabalho suicida à mando de um temível psicopata de quem ninguém nunca viu o rosto, conhecido por histórias de violência por todos os lados, uma espécie de bicho papão da criminalidade, Keyser Soze. Durante o interrogatório mencionado, as verdades vão começando a aparecer.
Na trama, conhecemos o esforçado Mehmet (Çagatay Ulusoy), um administrador de um depósito de resíduos sólidos em um bairro de classe média baixa em Istambul. Sua rotina é ajudar pessoas desabrigadas e dar um trabalho como catadores de papeis e outros objetos em determinadas zonas da cidade. Mas ele não anda bem de saúde, na fila do serviço público de saúde na espera de um transplante de rim passa seus dias em uma agonia sem fim. Certo dia, um menino chamado Ali aparece de surpresa no local de trabalho de Mehmet sem ter para onde ir. Mehmet então resolve ajudar o garoto e acaba entrando em uma jornada de autodescoberta.
Ambientado em Phoenix, no Arizona, na trama, num primeiro momento, acompanhamos a história de Marion (Janet Leigh) uma secretária que foge com uma alta quantia de dinheiro que pertence a um cliente da empresa que trabalha e segue sem rumo por uma estrada até resolver parar em um hotel perto da estrada onde encontraria um fatídico destino. Num segundo momento, vamos conhecendo a tenebrosa história de Norman Bates (Anthony Perkins) que a atende nesse hotel e as verdades de uma família.
Na trama, conhecemos o casal Rachel (Teresa Palmer) e Anthony (Steven Cree) que após uma trágico acidente de carro, onde perdem um dos filhos gêmeos, resolvem se mudar para Finlândia, numa casa isolada que servia como uma espécie de paróquia do lugar. Anthony que é escritor finlandês, conhece mais a região do que a esposa. No início buscam se familiar com tradições locais em uma região que insiste em falar a língua local mesmo sabendo o inglês. Não conseguindo de adaptar, seu cotidiano é repleto de sonhos estranhos e a desconfiança em relação a tudo e a todos começa a ser algo presente.
Na trama, conhecemos um jovem (Lucas Limeira) cineasta que após longos anos volta para o lugar onde nasceu e morou para apresentar o seu mais recente trabalho em um Festival de Cinema. Com a pandemia da Covid batendo na porta, ele busca se encontrar com seu pai (Carlos Francisco) com quem não fala faz mais de uma década. Após uma tentativa quase frustrada, já que o pai se tornou uma pessoa cada vez mais reclusa, algumas situações peculiares começam a atingir seu caminho.
Jim Caviezel (‘Som da Liberdade’) não retornará como Jesus, nem Monica Bellucci (‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice’) estará de volta como a Maria Madalena.
“Atualmente, estão fazendo testes com atores em Roma. Eles teriam muito trabalho ao trazer os atores originais de volta, o que incluiria efeitos digitais e comprometimentos por conta da agenda deles,” declarou uma fonte ao site.
A produção será dividida em duas partes: a primeira está programada para a Sexta-feira Santa, 26 de março de 2027, enquanto a segunda será no Dia da Ascensão, que cai em 6 de maio de 2027.
No Brasil, ainda não tem confirmação de estreia.
Os dois longas seguirão os eventos após ‘A Paixão de Cristo’. Gibson está produzindo o ambicioso projeto com seu parceiro na Icon Productions, Bruce Davey.
‘A Ressurreição de Cristo’ está em desenvolvimento há quase uma década, e Gibson já afirmou em entrevistas que pretende que Jim Caviezel retorne ao papel de Jesus. A produção deve começar no final do verão de 2026, em locações na Europa.
“Para muitas pessoas ao redor do mundo, ‘A Ressurreição de Cristo’ é o evento cinematográfico mais aguardado de uma geração. É também um filme épico, espetacular e impressionante, que deixará o público ao redor do mundo sem fôlego”, disse Adam Fogelson, presidente do Lionsgate Motion Picture Group, ao anunciar em maio que a Lionsgate faria parte do projeto.
“Mel é um dos maiores diretores de nosso tempo, e este projeto é profundamente pessoal para ele, além de ser uma vitrine perfeita para seu talento como cineasta. Minha relação com Mel e Bruce já tem 30 anos, e estou empolgado por me juntar a eles mais uma vez nesse evento histórico para o público”, concluiu.
O ator Jacob Elordi revelou detalhes sobre sua intensa transformação para interpretar o icônico monstro no novo filme de Guillermo del Toro,‘Frankenstein’. O processo de maquiagem protética, supervisionado por Mike Hill, leva o ator a passar horas na cadeira.
Em entrevista ao Deadline, Elordi descreveu o longo processo como uma forma de “alívio” para incorporar o personagem:
“Foram 10 horas para meio que me entregar e me tornar essa coisa que é o outro, o que foi um grande alívio, na verdade”, disse Elordi, referindo-se ao trabalho do chefe de efeitos de maquiagem protética, Mike Hill.
Mike Hill explicou que a equipe evitou inspirações cinematográficas, focando nas fontes originais para o design da Criatura.
“Foi muito difícil, originalmente, e muito assustador criar um novo design para a criatura de Frankenstein, mas não estávamos olhando para filmes, estávamos olhando para as versões literárias dessa criatura”, disse Hill. “E além disso, a versão literária de Guillermo”.
Com o crescimento da IA em Hollywood, Hill ressaltou que a Criatura precisa permanecer “fundamentada”na realidade para preservar seu lado humano, exigindo o mínimo de CGI:
“A Criatura é tão realista. Você precisa fazer a Criatura parecer real. Se você a tornar muito fantástica, sai do filme. Então, o lado fantástico dela é que sabemos que ela foi montada a partir dos mortos e trazida de volta à vida. Sabemos que ela foi costurada e montada em partes; isso fala por si só. Portanto, não precisa de brilho, glamour ou CGI para ajudar nisso. Tem que continuar fundamentada”, acrescentou.
Hill detalhou as escolhas que visam o realismo da Criatura: “Por isso, por exemplo, escolhemos o cabelo castanho em vez de preto. É muito óbvio fazer um personagem com cabelo preto azeviche, então queríamos que ele fosse um pouco mais ‘terreno’, para que você sentisse que ele não era nada alienígena, ele era um de nós”.
“Na trama, o brilhante e egoísta cientista Victor Frankenstein dá vida a uma criatura em um experimento monstruoso que, no fim das contas, leva à ruína tanto do criador quanto de sua trágica criação”, diz a sinopse.
A produção é baseada no romance homônimo de Mary Shelley.
O filme, que teve um orçamento estimado em US$ 120 milhões.
Oscar Isaac interpretará Victor Frankenstein, enquanto Jacob Elordi dará vida ao seu monstro. O elenco ainda contará com Mia Goth e Christoph Waltz como Elizabeth e Dr. Pretorius, respectivamente.
“Este filme tem estado na minha mente desde que eu era criança. Tenho tentado dirigi-lo por mais de 20 anos. Algumas pessoas acham que eu sou um pouco obcecado com ‘Frankenstein’, e eles provavelmente estão certos. Com o passar das décadas, o personagem se fundiu com a minha mente que sua história é basicamente uma autobigrafia. Não há nada mais pessoal do que isso,” declarou o diretor.
‘O Bom Bandido’ talvez seja uma das surpresas mais inesperadas do ano. Inspirada na nada convencional história deJeffrey Manchester, a história é centrada no criminoso que ficou conhecido como O Ladrão do Telhado, visto que ele costumava abrir buracos nos telhados de seus estabelecimentos-alvo para roubar cofres para sustentar sua família e ficar ao lado dos filhos. Agindo de maneira gentil e garantindo que nenhum de seus prováveis reféns se machucasse, Jeffrey ganhou as manchetes nos Estados Unidos e, até hoje, permanece preso – com possibilidade de condicional daqui onze anos. Agora, sua vida é levada aos cinemas com um ótimo longa-metragem estrelado por Channing Tatum.
Conhecido por seu trabalho em produções como ‘Se Ela Dança, Eu Danço’, ‘Magic Mike’ e, mais recentemente, ‘Pisque Duas Vezes’ e ‘Deadpool e Wolverine’, Tatum entrega o que apenas podemos caracterizar com a performance de sua carreira ao interpretar o criminoso. Após ser descoberto pela polícia e condenado a 45 anos de prisão, ele descobre um jeito de escapar, escondendo-se em um ponto cego de uma loja Toys “R” Us na cidade de Charlotte, Carolina do Norte, e tentando seguir em frente ao se apaixonar por Leigh (Kirsten Dunst), mãe solteira de duas filhas e funcionária do estabelecimento. E, como podemos imaginar, sua vida sai dos eixos em uma batalha moral entre fazer o que é mais fácil e o que é o certo.
Tatum mergulha de cabeça em um papel que parece ter nascido para interpretar, ainda mais considerando seu inegável charme. É notável como a complexidade do personagem ressoa em sua atuação, nos arrebatando em um emocionante tour-de-force que singra entre a comédia e o drama com facilidade invejável e encantadora. E, se o astro consegue nos entreter com um sólido trabalho, ele por vezes divide os holofotes com a presença rompante de Dunst em mais um papel recheado de camadas. Ora, não é exagero dizer que a atriz é uma das melhores não apenas de sua geração, mas das últimas décadas – e reafirmar sua aplaudível versatilidade nunca é um trabalho cansativo.
A dupla protagonista rende-se a interpretações fantásticas e garantem nosso total envolvimento no enredo, que estende-se por pouco mais de duas gloriosas horas. Mas eles não estão sozinhos e são acompanhados de perto por presenças que incluem Peter Dinklage como Mitch, o odioso chefe de Leigh; Ben Mendelsohn e Uzo Aduba interpretando Ron e Eileen respectivamente, membros da igreja que Leigh frequenta e que automaticamente gostam da personalidade caridosa de Jeffrey (agora adotando o alterego de John); e as jovens Lily Collias e Kennedy Moyer como as filhas de Leigh, que nutrem de uma relação um tanto quanto conturbada até a chegada de Jeffrey na vida da família.
Uma das gratas surpresas do longa-metragem é, sem sombra de dúvida, a forma como o diretor Derek Cianfrance. O cineasta, conhecido por seu trabalho em produções como ‘I Know This Much Is True’ e ‘A Luz Entre Oceanos’, tem uma capacidade incrível de encontrar honestidade e emoção mesmo nos lugares mais inesperados, ainda que utilize alguns convencionalismos para alcançar o que deseja. E, com seu novo projeto, Cianfrance escolhe o momento certo para nos fisgar em arcos mais profundos do que aparentam, garantindo que a química entre os personagens e a coerência dentro da jornada de libertação e redenção de Jeffrey persistam até os créditos de encerramento.
Responsável pelo roteiro ao lado de Kirt Gunn, o realizador une vários gêneros sob uma mesma ótica, esquadrinhando pequenos territórios de originalidade em meio a tropos que sabe orquestrar em uma prática e envolvente narrativa. Trazendo pontuais incursões fabulescas que trazem dinamismo a um enredo que, em outro contexto, poderia ceder à monotonia excessiva, Cianfrance acerta em cheio ao não levar o filme a sério demais e a se deixar guiar por um simbiótico encontro de engrenagens que se completam sem muito esforço.
Como já mencionado no parágrafo de abertura deste texto, ‘O Bom Bandido’ talvez seja uma das maiores surpresas de 2025, trazendo uma divertida e espirituosa história às telonas enquanto explora as habilidades de um ótimo elenco. Chegando aos cinemas nacionais no próximo dia 16 de outubro, esse grato e simples projeto supera nossas expectativas e se vale do brilho inescapável de Tatum e Dunst em cena.
Qualquer filme que aborde os horrores do período de ditadura no Brasil já é, por si só, chocante. Tendo isso em mente, iniciamos as reflexões sobre mais uma obra que volta ao tema e, de maneira inquietante, nos leva até a história de um pai e líder estudantil que desapareceu nas mãos dos militares. Honestino, novo trabalho do cineasta amazonense Aurélio Michiles, mistura documentário e ficção em uma obra visceral que escancara verdades de quem sempre esteve do lado certo da história.
Com uma prévia contextualização de um dos momentos mais tristes da história brasileira – a ditadura militar – por meio de poemas, depoimentos, imagens de arquivos, chegamos até o início da década de 1970, quando o líder estudantil Honestino Guimarães desapareceu.
Valente na sua luta em busca da restauração da democracia, o estudante de geologia goiano viveu anos complicados, sendo alvo frequente de perseguição militar e chegando a ser preso diversas vezes na década anterior ao seu desaparecimento. Por necessidade de viver escondido, longe dos holofotes e da família, mudou para alguns estados vivendo em meio a solidão. Nesse documentário, vemos um recorte dessa trajetória ser contada, algo que vai de encontro a momentos de ebulição em nosso país.
Crédito: Luciana-Melo
Muito próximo do personagem-título – de quem era grande amigo – Michiles costura sua narrativa documental com o impulso da ficção, na qual encontramos uma atuação pulsante de Bruno Gagliasso, representando Honestino em momentos-chaves de reflexão e agonia vividos naquele período. Esse híbrido entre depoimentos de conhecidos e representações de momentos – da luta ao legado – coloca esse projeto em um outro patamar, causando um verdadeiro impacto de emoções.
A estética do filme chama a atenção do público em muitos momentos: do preto e branco ao colorido, das sombras à esperança, somos atingidos por uma onda de reflexões por meio de uma pessoa que nunca será esquecida. A narrativa é de fácil entendimento, pulsa e emociona, apresentando um desfile de imagens e movimentos que realmente comovem, ressaltando a importância desse personagem – tanto como figura importante política e presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes) quanto como pai amoroso que viveu pouco tempo perto da filha.
Crédito: Luciana-Melo
Selecionado para o Festival do Rio 2025, exibido na noite do último dia 09 de outubro – uma data emblemática, já que no dia seguinte (momento em que escrevo estas palavras) completam-se 52 anos do sequestro de Honestino Guimarães – esse documentário é muito mais que um registro importante de uma página sombria de nosso Brasil, é uma enorme exclamação de resistência e memória: Honestino Vive!
A trama de PERRENGUE FASHION acompanha a influenciadora Paula Pratta, que tenta se consolidar como uma referência na criação de conteúdo de moda com a ajuda do amigo e assistente Taylor.
Quando ela recebe um convite para estrelar uma campanha publicitária de Dia das Mães para uma marca renomada, ela sente que chegou a sua grande oportunidade. Porém, seus planos vão por água abaixo quando o filho Cadu desiste de ir até São Paulo e embarca em uma viagem para viver em uma ecovila sustentável na Floresta Amazônica.
Ao lado de Taylor, Paula viaja até o Norte do Brasil para convencer o filho a desistir do ativismo ambiental e ajudá-la no trabalho dos sonhos, porém os dois têm dificuldade em se entender e ficam em um impasse: Cadu não compreende a carreira e os objetivos profissionais da mãe e Paula tem dificuldade em aceitar as escolhas do filho. Apesar das complicações iniciais em se adaptar a uma realidade mais simples e conectada à natureza, ela descobre um novo estilo de vida que irá fazê-la repensar seus valores e sua relação com a família.
Em RUÍDOS, Ju-young, uma jovem com deficiência auditiva, decide investigar o desaparecimento misterioso de sua irmã, vista pela última vez em seu próprio apartamento. À medida que se sente cada vez mais encurralada, ela começa a ouvir sons estranhos e a perceber uma presença maligna ao seu redor.
Em A CASA MÁGICA DA GABBY: O FILME, Gabby parte em uma viagem de carro com sua avó Gigi para a metrópole encantada de Cat Francisco. Mas quando a casa de bonecas da Gabby, seu bem mais precioso, vai parar nas mãos de uma excêntrica senhora dos gatos chamada Vera, a garota embarca em uma aventura pelo mundo real para reunir os Gabby Cats.
Curiosidades:
» O longa é uma adaptação da série homônima da Netflix;
Todo vira-lata merece ser protagonista – não apenas nas telas, mas também na vida de alguém. A Netflix lançou uma campanha de incentivo à adoção responsável de cães inspirada em seu novo filme ‘Caramelo‘, que conta a história de um encontro daqueles que transformam vidas. A iniciativa, em parceria com o Instituto Caramelo, quer ajudar com esse match tão especial!
No site caramelofilme.com/adote, é possível se conectar com cachorrinhos de 12 ONGs em até 15 estados do país e, com muita responsabilidade, adotar um amigo para toda a vida.
Em apoio à causa, os cartazes de outras produções icônicas da Netflix amanheceram diferentes hoje. Mais fofos, digamos assim. No lugar das estrelas de Sintonia, Guerreiras do K-Pop, Outer Banks, Pedaço de Mim, Se a Vida Te Der Tangerinas, De Volta aos 15 e Racionais: Das Ruas de São Paulo Pro Mundo estão alguns dos cãezinhos à procura de um lar no site do projeto.
No site é possível conferir informações e a localização desses e de outros peludinhos, inclusive filtrar por estado. Cada ONG, cuja curadoria foi feita pelo Instituto Caramelo, tem regras e critérios próprios de aprovação dos interessados, além de serem as responsáveis por todo o processo de adoção. A página será atualizada com novos cãezinhos até 14 de novembro. Após esse período, ficará no ar por tempo indefinido centralizando as informações das instituições parceiras.
Em ‘Caramelo‘, Pedro (Rafael Vitti) está prestes a realizar seu sonho de liderar um restaurante quando um diagnóstico inesperado vira tudo de cabeça para baixo. Com a ajuda de um simpático vira-lata caramelo, ele embarca em uma jornada de redescoberta e conexão, encontrando significado e inspiração no agora – além de uma amizade para a vida toda. Produzido pela Migdal Filmes para a Netflix, o roteiro do filme é assinado por Diego Freitas (ideia original), Rod Azevedo e Vitor Brandt, com colaboração de Carolina Castro e consultoria de Marcelo Saback.
‘Caramelo’ está fazendo os assinantes se emocionarem.
Baseado em uma história real, o filme acompanha a história do Pedro, um obstinado chef de cozinha prestes a realizar seu sonho de liderar um restaurante, quando um diagnóstico inesperado transforma sua vida.
Com a ajuda de um adorável vira-lata caramelo, ele embarca em uma emocionante jornada de redescoberta, encontrando significado e inspiração no presente.
“Caramelo”, com o Rafa Vitti e o Amendoim, foi o melhor filme brasileiro que eu assisti nos últimos tempos.
Eu ri, eu chorei, eu vi o sofrimento de uma mãe e um amor nascer no meio de um quadro de câncer.
Assistam e se emocionem.
Netinha você arrasou mais uma vez
O filme “Caramelo” é um dos filmes que mais me puxa pro emocional possível, mesmo o roteiro sendo meio pobre, a atuação do Rafa é espetacular, sinceramente filmes como esse arrancam o que a de melhor por aqui.
6.7/10
— viniCEC – Just i expected – (@vinicoisalinda) October 9, 2025
Já assistiram caramelo? recomendo, filme sensacional, muito emocionante. Todo brasileiro precisa assistir, é um exemplo de superação, companheirismo e amor️!
Com estreia marcada para 20 de novembro, a sequência dá continuidade ao sucesso global de 2024, que se consolidou como a maior adaptação cinematográfica da Broadway de todos os tempos.
A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda). O longa recebeu 10 indicações ao Oscar (incluindo Melhor Filme, e venceu as categorias de Melhor Figurino e Melhor Design de Produção) é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, por “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”, Jonathan Bailey, de “Jurassic World: Recomeço”, Jeff Goldblum, entre outros no elenco.
O domingo sempre chega, e pra renovar nossas energias para mais uma semana, nada melhor que assistir a um filme bem legal e começar com o pé direito mais uma leva de dias! Para você que está em busca de uma obra interessante pra assistir, segue abaixo algumas boas sugestões:
A incessante busca pelos aplausos. Com o enorme desafio de contar em cerca de duas horas momentos marcantes de um dos mais populares e longevos cantores franceses da história, a dupla Mehdi Idir e Grand Corps Malade opta pelas pinceladas em atos bem divididos trazendo ao público fragmentos da vida de Shahnour Vaghinagh Aznavourian, também conhecido como Charles Aznavour.
Johanne (Ella Øverbye) é uma jovem estudante do ensino médio que após a chegada da nova professora de francês Johanna (Selome Emnetu) começa a desenvolver uma intensa paixão por ela. Buscando uma solução para entender melhor toda essa bomba de emoções que está vivendo, resolve escrever todos seus sentimentos e experiências em um diário. Até que um dia convida sua avó Karin (Anne Marit Jacobsen) e sua mãe Kristin (Ane Dahl Torp) para ler todas as páginas desse amor proibido, causando um choque entre as três gerações.
Tinha tudo para ser mais um dia calmo e tranquilo para Kazuya Takaichi (Tsuyoshi Kusanagi), o responsável por um moderno trem que faz um longo percurso com destino final na capital japonesa, Tóquio. A questão é que logo nos primeiros minutos de viagem acaba sendo avisado pelo centro de controle que há várias bombas instaladas ao longo da composição. Correndo contra o tempo em busca de soluções, Kazuya e outros personagens importantes farão de tudo para salvar os passageiros.
Noel Rosa, um Espírito Circulante (Tem para aluguel em algumas plataformas)
Quem nasce lá na Vila, nem sequer vacila! Exibido na Mostra Retratos da última edição do Festival do Rio, o documentário Noel Rosa, um Espírito Circulante busca decifrar curiosidades e histórias desse importante personagem da nossa cultura. Através da sua conhecida vida boêmia, da importância e relevância de muitas das suas mais de 200 canções até hoje e da forte ligação que tinha com um famoso bairro da zona norte do Rio de Janeiro, o trabalho da diretora e roteirista Joana Nin nos leva para um encontro animado entre o antes e o depois.
Emilie (Ada Eide) é uma mãe solteira, com péssima relação com o pai da filha, que está completamente perdida sobre o que fazer da vida. Certo dia, após se encontrar com o seu único irmão, Gjermund (Trond Fausa), resolve se inscrever numa famosa competição de esqui cross-country, um árduo evento com o objetivo de percorrer 54 km na neve. Ao longo de todo o processo de preparação começa a perceber novos olhares para o futuro.
A vida do veterinário Martin (Marian Mitas) passou por uma enorme transformação após um acidente de trabalho, fato esse que o deixou em uma situação estável mas bastante limitada, sem falar e com sérios problemas. Para cuidar dele, a esposa Erika (Jana Plodková) entra logo num embate com a sogra Dana (Milena Steinmasslová), com quem nunca teve boa relação. Com a chegada de uma outra mulher nessa história, segredos do passado vai sendo passados a limpo culminando em uma série de situações surpreendentes.
No primeiro ano que os jogadores da NBA puderam disputar as olimpíadas, um verdadeiro time dos sonhos foi enviado até a Espanha para vencer com autoridade o evento no verão de 1992 em Barcelona. Durante os treinamentos, oito jovens astros do basquete universitário foram chamados para um jogo treino. Eles venceram o Dream Team.
Um reencontro aguardado, uma viagem emocionante, um filme com mensagens lindas tendo a amizade como força. Chegou ao catálogo da Netflix um documentário interessantíssimo. Rodado em 16 dias pelas estradas norte-americanas nos mostra uma viagem de carro para relembrar uma amizade quando Will Ferrell fica sabendo que Harper se assumiu como uma mulher trans.
Ao se mudar para uma nova cidade, o agente do FBI Terry Husk (Jude Law) logo se depara com surgimento – e logo ascensão – de um grupo de supremacistas brancos que levantam dinheiro através de roubo a banco e falsificação de cédulas. Seu líder é Bob Mathews (Nicholas Houht), um homem impiedoso e metódico que a cada hora se torna mais poderoso. Buscando fechar o cerco contra o grupo, Husk se une ao policial Jamie (Tye Sheridan) para uma caçada sangrenta e com algumas reviravoltas.
Ao longo de um dia vamos conhecendo um pouco da chegada de Paula (Thalita Carauta) a uma casa isolada no interior que pertence ao amigo de infância Marcelo (Pierre Santos). Chegando nesse lugar, se depara com as histórias de dois casais, além de sentir na pele o assédio e o machismo descarado conforme o tempo passa.
Em mais um dia de Festival do Rio 2025, encontramos com um filme brasileiro bem peculiar e a mesmo tempo interessante, que revela suas camadas através do desenrolar dos conflitos de três gerações de mulheres de uma mesma família. Dolores, dirigido por Marcelo Gomes e Maria Clara Escobar, investe numa narrativa contemplativa que mergulha nos pensamentos e os sonhos dos personagens, nos levando a sentir os dramas de personagens à beira de mais um importante passo na vida.
https://youtu.be/R8NZQ-MxaAI?si=-x9WljW0Jw0d_DcY
Dolores (Carla Ribas) é uma mulher solteira, já sexagenária, com marcas no passado. Perto de completar mais um aniversário, tem um sonho revelador. Mantém uma relação conflituosa com a filha Deborah (Naruna Costa), que aguarda a libertação do grande amor de sua vida para, enfim, ser feliz. Em contrapartida, Dolores possui uma ótima relação com a neta Duda (Ariane Aparecida), que trabalha numa espécie de clube de tiro e recebe uma oferta de emprego fora do país. Essas três mulheres vão se jogar em uma jornada em busca da realização de seus sonhos.
Crédito: Joana Luz
Esse é um filme de fácil identificação, com temas amplamente debatidos na atualidade e personagens que ilustram realidades vividas por muitas pessoas, especialmente quando pensamos no como lidar com as adversidades. A obra encaixa reflexões imaginativas pelas entrelinhas mas também é possível se guiar pelo concreto da realidade nua e crua que se apresenta.
Crédito: Mujica Saldanha
Ambientado na periferia de São Paulo, a história gira em torno da protagonista que dá nome ao filme – Dolores – uma mulher que encontra no contraditório e na inconsequência um combustível para os próximos passos. Personagem fascinante, ela se torna o elo que conecta com todas as subtramas. Entre elas está Deborah e sua dor pelo amor, que desperta para novas jornadas, levando consigo um conflito não mostrado com a mãe. No outro vértice desse triângulo familiar, Duda representa o novo pensar de uma geração que não quer deixar oportunidades passarem. Sob esses pontos de vistas, percorremos as dificuldades que se mostram presente, a sorte, os sonhos e também as consequências da confiança.
Crédito: Joana Luz
Do literal ao simbólico, o recorte do sonhar permeia a trajetória das personagens, um alvo do discurso que sustenta tudo que acompanhamos. A narrativa, detalhista e de ritmo dosado, busca um ar poético nos dilemas humanos. Assim, o filme se desenvolve através das três realidades que se entrelaçam com questões existenciais – do vício em jogos ao desejo de uma vida melhor. Marcelo Gomes e Maria Clara Escobar desenvolvem um trabalho competente na condução dessa história.
Crédito: Mujica Saldanha
Essa obra é o ponto final de um roteiro deixado pelo cineasta Chico Teixeira, falecido seis anos atrás. Se fecha em Dolores a sua Trilogia dos Afetos, composta por A Casa de Alice (2007) e Ausência (2014).
Crédito: Joana Luz
Exibido na 73a edição do San Sebastian Festival e selecionado para a Première Brasil do Festival do Rio 2025, Dolores deixa marcas profundas em nossa reflexão sobre a existência. Pelos caminhos árduo que percorremos, entre as dores e também os recomeços, é importante não perder de vista as possibilidades de sonhar. É sempre levantar, sacodir a poeira e dar a volta por cima.
A Apple TV+ é, de longe, o streaming que mais oferta um conteúdo de qualidade para seus assinantes – e, em seus poucos anos de existência, já nos entregou obras-primas da televisão contemporânea, como ‘The Morning Show’, ‘O Estúdio’, ‘Slow Horses’ e tantas outras que navegam por uma multiplicidade de gêneros estonteante e vibrante. E, em meio a tantos títulos, alguns passam despercebidos, como é o caso da subestimada comédia ‘Fortuna’.
Estrelada por Maya Rudolph, a trama acompanha Molly Wells, uma bilionária recém-divorciada que resolve mudar de vida e, com sorte, desapegar da luxuosa vida que ostenta sem ao menos perceber para o mundo. Para tanto, ela resolve se tornar membro regular da ONG que financia, conhecendo um grupo de funcionários apaixonado por seus trabalhos e que lidam com seus próprios dilemas: Sofia (Michaela Jaé Rodriguez), Howard (Ron Funches), Arthur (Nat Faxon), Rhonda (Meagen Fay) e Ainsley (Stephanie Styles). Acompanhada de seu fiel escudeiro, Nicholas (Joel Kim Booster), Molly pouco a pouco percebe seus privilégios e navega pelo mundo real após anos em letargia ao lado do ex-marido, John (Adam Scott), procurando se tornar uma pessoa melhor e fazer bom uso de seu exorbitante dinheiro.
Caminhando para a terceira temporada, as expectativas não poderiam estar mais altas, principalmente com os eventos inesperados do ciclo anterior: Molly por fim enfrentou uma verdade que insistia em esconder, arriscando-se ao declarar seu amor por Arthur – mas sem perceber que estava se metendo no meio de um relacionamento. Em um ímpeto, ela e Nicholas partem em uma viagem para qualquer lugar, e é a partir daí que a inédita iteração se inicia. Ao longo de dez incríveis episódios, o time criativo da atração mostra que voltou com força com tiradas sagazes e hilárias, apostando em tramas profundas que convergem para um ponto em comum e irrompem em um glorioso compilado de episódios que merece toda a nossa atenção.
Rudolph está de volta como a cativante e carismática Molly, arriscando-se ao torná-la ainda mais complexa e em um arco de redescobrimento da vida – mostrando que está pronta para recomeçar a vida como uma pessoa que quer fazer o bem e que sempre se levanta após cair, principalmente com a ajuda de sua “família escolhida”. Todavia, a atriz também faz sua estreia como roteirista no programa, assinando a narrativa do primeiro episódio e dando o tom certeiro da temporada com uma acidez envolvente e uma dosagem certeira entre comédia e melodrama.
A estrela do show é acompanhada de performances inegavelmente fabulosas de um elenco que, episódio a episódio, torna-se mais competente no que faz. Se no ciclo de estreia os atores e atrizes já haviam nos conquistado com seus frementes personagens, aqui se lapidam a ponto de brilharem como uma supernova. Booster rende-se a um inesperado e sólido tour-de-force com Nicholas, mergulhando em um vórtice de frustração por não saber onde pertence e como se sentir completo e tomando decisões que o ajudam a amadurecer; Rodriguez, por sua vez, encanta ao mergulhar de cabeça em um lado de Sofia que não tínhamos visto, explorando uma vulnerabilidade inebriante.
Funches tem seu merecido destaque como um “mediador” entre os personagens, firmando-se como o escape cômico da própria comédia, enquanto Faxon nos diverte com seu despojo performático e sua incrível química com Rudolph – ambos mostrando-se comprometidos o bastante para nos guiar em uma história de amor, de erros e de acertos que nos arrebata a cada minuto. E, contando com presenças ilustres que vão desde o retorno de Scott em mais uma “odiável” rendição até a participação de nomes como D’Arcy Carden e Henry Winkler, os protagonistas e coadjuvantes nos relembram mais uma vez a razão pela qual nos apaixonamos por eles.
Um dos elementos que, na opinião deste que vos escreve, mais atiça a curiosidade do público é o fato de parecer navegar fora do espaço-tempo ao nos guiar por caminhos errôneos antes de uma conclusão (ou quase conclusão) imprevisível – e tudo isso conforme explora temas de importância significativa para discussão, seja no tocante à consciência de classe tardia, à problemática dos bilionários ou à crescente disparidade social que lucra em cima da pobreza sistemática. E, dentro desse espectro, os novos episódios se mostram mais aguçados que nunca, mesmo utilizando alguns conhecidos tropos aqui e ali.
A terceira temporada de ‘Fortuna’ é a melhor da série até o momento, conduzindo-nos com leveza e gargalhadas em sólidos arcos que culminam em um surpreendente finale, deixando-nos ansiosos para o próximo ciclo.
A série retorna com novos episódios no dia 15 de outubro.
A série é estrelada por Aldis Hodge como um detetive e psicólogo forense que é conhecido por sua habilidade de entrar na psique de criminosos e suas vítimas.
A Universal Pictures Brasil divulgou o trailer inédito de ‘Hamnet – A Vida Antes de Hamet’, drama estrelado porPaul Mescal (‘Gladiador II’) e Jessie Buckley(‘Pequenas Cartas Obscenas’).
O filme estreia nos cinemas dos Estados Unidos em circuito limitado no dia 27 de novembro, com lançamento amplo previsto para 12 de dezembro. No Brasil, ainda não há dia confirmado.
O longa é uma adaptação do romance homônimo de Maggie O’Farrell.
Trata-se de uma ficção histórico que gira em torno de Agnes – a esposa do escritor mais famoso do mundo, William Shakespeare – enquanto ela luta para aceitar a perda de seu único filho, Hamnet. O romance traça as consequências emocionais, familiares e artísticas dessa perda, trazendo à vida uma história humana e emocionante como pano de fundo para a criação da peça mais famosa de Shakespeare, ‘Hamlet’.
Além de dirigir, Zhao assina o roteiro junto a O’Farrell.
O suspense sci-fi ‘Justiça Artificial‘, estrelado por Rebecca Ferguson eChris Pratt, teve o seu primeiro trailer divulgado pela Sony Pictures Brasil.
Com estreia programada para 22 de janeiro de 2026, o projeto promete entregar uma premissa inovadora – misturando uma narrativa tradicional com screenlife, técnica que ganhou popularidade através de ‘Amizade Desfeita‘ e ‘Buscando…‘.
Ambientada em um futuro próximo durante um aumento alarmante de pena de morte, a trama acompanha um detetive (Pratt) que é acusado de um crime violento e é forçado a provar sua inocência.
A Apple TV+ divulgou o teaser trailer oficial de ‘Pluribus’, nova série de Vince Gilligan (‘Breaking Bad’, ‘Better Call Saul’) estrelada por Rhea Seehorn.
A série tem estreia marcada para o dia 7 de novembro na plataforma de streaming, com a exibição dos dois primeiros episódios.
Confira:
Gilligan também entra como showrunner.
Ainda sem muitos detalhes revelados, sabe-se que a trama é ambientada na cidade de Albuquerque e acompanha a pessoa mais miserável da Terra, que deve salvar o mundo da felicidade.
Lembrando que o último compilado de originais de Lovato foi o elogiado ‘Holy Fvck’, que conta com os faixas “29”, “Substance” e “Skin of My Teeth”.
Lovato ganhou fama ao participar da mini-franquia ‘Camp Rock’ e a série ‘Sunny Entre Estrelas’, ambas produções originais do Disney Channel. Sua estreia solo no mundo da música se deu com ‘Don’t Forget’, que ajudou em seu caminho ao estrelato.
Em 2018, teve um lapso após seis anos de sobriedade e sofreu uma overdose em virtude de opioides, motivo pelo qual lançou a canção “Sober”, pedindo desculpas aos fãs pela “fraqueza”. Após entrar em uma clínica de reabilitação, agradeceu o apoio dos fãs e comentou que contaria ao mundo pelo que passou quando estivesse bem, criticando aqueles que criavam histórias fantasiosas sobre sua vida.
Vendendo mais de 25 milhões de records apenas nos Estados Unidos, seus principais prêmios incluem um VMA, 14 Teen Choice Awards, cinco People’s Choice Awards, uma entrada no Livro dos Recordes e outra na listagem anual do Time 100 como uma das personalidades mais influentes de 2017.
Lovato também levanta bandeira de inúmeras causas sociais, incluindo a luta pela igualdade da comunidade LGBTQ+ e discussões sobre saúde mental.
A segunda temporada de Pacificador chegou ao fim. Talvez não do jeito que muitos esperavam, é verdade, mas teve um season finale com um James Gunn descontrolado, para o bem e para o mal. Gunn escreveu e dirigiu o episódio de encerramento, repetindo sua tendência de dirigir os pontos-chave desta temporada, que terá forte influência nos próximos filmes da DC nos cinemas.
O texto a seguir contém SPOILERS. Siga por sua conta e risco.
E esse compromisso em estabelecer os próximos passos do universo deu uma complicada na vida do diretor, que queria fazer uma conclusão mais intimista, mas se viu na obrigação – estabelecida por ele mesmo – de já inserir ganchos para o que virá por aí. Pois bem, como de costume, o CinePOP selecionou os pontos mais importantes do capítulo para debater. Confira!
Man of Tomorrow está aí. O último episódio traz a A.R.G.U.S. iniciando uma missão de exploração das outras dimensões do portal do Pacificador. O projeto é encabeçado por Rick Flag Sr. (Frank Grillo), que tirou da prisão praticamente todos os capangas de Lex Luthor (Nicholas Hoult), além de já ter começado a trabalhar com o próprio. Ou seja, o que separa Lex do controle da A.R.G.U.S. é apenas a presença de Rick, que é facilmente manipulável, ainda mais quando do outro lado está o maior intelecto desse universo. Esse é o pontapé inicial do próximo filme do Superman, que trará o herói lutando ao lado do vilão contra um inimigo comum.
Esse envolvimento de Rick com Lex é comentado até mesmo pelo Secretário Mori (James Hiroyuki Liao), que fica surpreso em como Flag saiu de um opositor de Lex para um funcionário do governo que efetivamente põe em prática as ideias apresentadas pelo vilão em Superman (2025). Ou seja, a série já começa a tratar Rick Flag Sr. como um vilão que tem o poder da Amanda Waller e a burrice e o emocional do Pacificador, uma combinação perigosíssima.
Musical
O episódio é conduzido com foco em duas sequências musicais que dialogam diretamente com a resolução de conflitos pessoais dos protagonistas. Essa pegada mais intimista, centrada na música definindo momentos-chave das vidas dos personagens, é 100% James Gunn. Chris começa o episódio sendo solto da prisão, já que Adebayo (Danielle Brooks) convence o Vigilante (Freddie Stroma) a usar seu dinheiro tomado da bandidagem para fazer o bem, o que inclui pagar a fiança do amigo. Porém, o Pacificador(John Cena) não quer ficar perto deles, porque teme trazer a morte, assim como ele acha que fez com sua família nas duas Terras em que viveu. Só que a própria Adebayo convence o herói de que ele só atrai desgraça quando tenta ser quem ele não é, mexendo com sua percepção de vida.
Também é revelado que o climão que ficou entre Chris eEmilia Harcourt (Jennifer Holland) aconteceu porque eles tiveram um breve momento de amor durante um show em um barco, enquanto Emilia vivia uma fase de muitas dúvidas. A dificuldade dela se entregar aos sentimentos afeta não só a ela, mas também o Chris, que põe o amor da moça como um dos pilares de sua vida. Paralelamente, Adebayo decide se resolver com sua amada, indo até o apartamento da jovem, onde elas falam com muita sinceridade que se amam de verdade, mas que seus objetivos de vida impedem que elas fiquem juntas. É uma cena muito madura, bem escrita e emocionante. Um dos pontos altos do episódio.
Xeque-Mate
Com muito foco no diálogo, os personagens resolvem seus conflitos pessoais. Junto à jornada de vilanização de Rick Flag Sr., o grupo decide largar a A.R.G.U.S. e, com a fortuna do Vigilante, formar uma agência própria, a Xeque-Mate. E isso é um passo fundamental para o avanço do DCU, já que o grupo existe nos quadrinhos e foi fundado por Amanda Waller, mas também já foi controlado por Max Lord (Sean Gunn) e funciona como uma agência de espionagem de elite, especialista em encontrar e derrotar meta-humanos.
No DCU, ainda não temos noção de como ela será adaptada, mas outra trama introduzida nesse episódio já parece dar uma pequena noção do que virá por aí.
Salvação
Após agentes serem mortos por gnomos tarados, zumbis e caveiras ambulantes, Rick Flag revela qual é o plano que ele bolou em parceria com Lex Luthor. Eles buscavam um planeta habitável para seres humanos, mas não para buscar recursos naturais ou uma nova moradia, no caso daquele mundo deles colapsar. A dupla queria uma Terra para usar como um tipo de prisão para meta-humanos, mais ou menos como Lex tinha feito de forma experimental no filme do Superman (2025).
Eles encontram Salvação, um planeta aparentemente perfeito para isolar e manter os vilões vivos. No entanto, essa Terra alternativa habitável é um dos lugares mais hostis do multiverso. Nos quadrinhos, o arco que tem esse nome traz Waller e Flag convocando o Xeque-Mate e o Esquadrão Suicida para capturarem os principais vilões do Universo DC e jogá-los nesse planeta alternativo. O problema é que esse mundo é utilizado como um tipo de depósito de capangas e criaturas indesejadas de todo o universo, como os Parademônios de Darkseid. É uma pegada que lembra a franquiaPredador.
Furada
Se havia alguma dúvida que o planeta Salvação seria parte importante do futuro do DCU, a sequência pós-créditos do episódio já esclarece que será fundamental para os próximos projetos. Depois de ver o Pacificador se resolver consigo e encontrar o amor de seus amigos em uma função na qual ele poderá fazer o bem, em vez de responder aos interesses escusos do governo americano, ele é capturado por Flag e jogado nesse planeta por vingança pessoal de Rick, que forja documentos para afirmar que o Chris se voluntariou para explorar esse novo mundo.
Agora, o Pacificador ficará sozinho nessa terra hostil, completamente desarmado, precisando encontrar armas e meios de sobreviver às maiores escórias do DCU. Infelizmente,James Gunn já disse que não há planos para fazer uma terceira temporada de Pacificador tão cedo. Então, o público e os fãs vão ter de torcer para que o herói faça uma participação emMan of Tomorrow ou pelo menos sobreviva até lá. Fato é que o Pacificador, Rick Flag Sr. e o Xeque-Mate serão parte importantíssima do futuro desse universo.