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Robert Downey Jr. voltará como Tony Stark em ‘Viúva Negra’

De acordo com o Deadline, Robert Downey Jr. voltará como Tony Stark em ‘Viúva Negra‘, filme estrelado por Scarlett Johansson que se passa entre os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘ e ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

Robert Downey Jr. e Scarlett Johansson foram vistos pela última vez em ‘Vingadores: Ultimato’, quando seus personagens se sacrificaram para derrubar Thanos e suas forças.

Detalhes completos da trama de Viúva Negra estão atualmente em sigilo, mas sabe-se que Nathasha Romanoff enfrentará o vilão Taskmaster. O filme também marcará a estreia na Marvel de Yelena Belova, a segunda personagem da era moderna a usar o título de Viúva Negra nos quadrinhos.

Dirigido por Cate Shortland (‘A Síndrome de Berlin‘), Viúva Negra estreia em 01 de maio de 2020.

Além de Scralett Johansson e Rachel Weisz, o elenco conta com David Harbour e O-T Fagbenle.

 

Diretor do ‘Esquadrão Suicida’ original afirma estar ansioso pelo novo filme

Através de seu Twitter, David Ayer, o diretor do primeiro ‘Esquadrão Suicida‘, revelou estar ansioso para o novo filme comandado por James Gunn.

“Eu mal posso esperar para ver esse filme.”

Escrito e dirigido por James Gunn (‘Guardiões da Galáxia‘), o longa será uma espécie de reboot do primeiro filme.

O elenco completo inclui David Dastmalchian, John Cena, Jai Courtney, Joaquín Cosío, Nathan Fillion, Joel Kinnaman, Mayling Ng, Flula Borg, Sean Gunn, Juan Diego Botto, Storm Reid, Pete Davidson, Taika WaititiAlice BragaSteve Agee, Tinashe Kajese, Daniela Melchior, Peter Capaldi, Julio RuizJennifer Holland, Viola Davis, Idris Elba, Margot Robbie e Michael Rooker.

O Esquadrão Suicida‘ será lançado nos cinemas no dia 6 de agosto de 2021.

Apesar de ter sido massacrado pelos críticos, ‘Esquadrão Suicida‘ foi um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 746.8 milhões mundialmente.

Reboot de ‘Blade’ deve estrear apenas em 2023

De acordo com uma publicação no Reddit, o reboot de ‘Blade‘ será lançado apenas em 2023, e considerando que o filme não fará parte da Fase 4 do MCU, a informação faz sentido.

Mesmo sendo confirmado pela Marvel Studios, o elenco e o diretor do reboot ainda não foram anunciados oficialmente.

Lembrando que fontes do We Got This Covered revelaram que o estúdio está procurando por um diretor negro para adaptar o novo filme.

A lista de candidatos inclui Spike Lee como a escolha número um, mas Lee Daniels, Steve McQueen, e Nia DaCosta também estão sendo considerados.

Por enquanto, Mahershala Ali é o único nome confirmado, e espera-se que novos detalhes sejam divulgados pelos próximos meses.

‘The Walking Dead’: Heróis e vilões estampam cartazes individuais da 10ª temporada

The Walking Dead retorna para a 10ª temporada em 06 de outubro, e a AMC divulgou os novos cartazes individuais destacando os dois lados da guerra entre os sobreviventes.

Confira:

Também foram revelados os títulos dos oito primeiros episódios da temporada, junto com uma breve sinopse para cinco deles.

Confira:

  • 10×01: Lines We Cross – O grupo Oceanside continua a trainar caso os Sussurradores retornem.
  • 10×02: We are the end of the World – A origem do relacionamento entre Alpha e Beta é revelado, e os Sussurradores se reúnem para a batalha.
  • 10×03: Ghosts – A ameaça do retorno dos Sussuradores traz paranoia à Alexandra.
  • 10×04: Silence the Whisperers – Os paranoicos alexandrinos ficam irritados com os Sussurradores e descontam seu medo em Negan.
  • 10×05: What it Always is – Suprimentos somem de Hilltop; Negan é idolatrado por um alexandrino; Ezekiel guarda um segredo obscuro.
  • 10×06: Bonds
  • 10×07: Open your Eyes
  • 10×08: The World Before

O elenco conta com Norman ReedusDanai GuriraMelissa McBrideJosh McDermitt, Seth Gilliam, Ross MarquandJeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.

‘Next Goal Wins’: Michael Fassbender está em negociações para estrelar novo filme de Taika Waititi

Michael Fassbender está em negociações finais para estrelar a nova dramédia de Taika WaititiNext Goal Wins. As informações são da Variety.

Waititi também fica responsável pelo roteiro ao lado de Iain Morris.

O filme é baseado no documentário homônimo lançado em 2015, que conta a história real de um treinador holandês chamado Thomas Rongen, cujo objetivo impossível é transformar o time de jogadores de futebol samoenses em vencedores.

Fox Searchlight fica responsável pela distribuição.

As filmagens devem ocorrer antes de Waititi retornar para a direção de ‘Thor: Amor e Trovão’, que deve começar a ser rodado em 2020.

Fassbender, por sua vez, reprisou seu papel como Magneto na conclusão X-Men: Fênix Negra. Ele também é conhecido por ter vivido Steve Jobs no longa de mesmo nome de Danny Boyle e o personagem-titular de Macbeth: Ambição & Guerra.

‘O Esquadrão Suicida’: Fãs estão decepcionados com a ausência de Jared Leto no elenco

O Coringa de Jared Leto em ‘Esquadrão Suicida‘ foi completamente bombardeado pelos fãs e pela crítica especializada, que rotulou a presença do personagem como ‘desnecessária’.

Agora que o elenco de ‘O Esquadrão Suicida‘ foi anunciado oficialmente, os fãs de Leto estão reclamando de sua ausência na adaptação dirigida por James Gunn.

Confira:

“Podemos esperar que Jared Leto reprise o papel como Coringa? Eu adoraria ver sua visão sobre o relacionamento entre ele e Harley Quinn. Ou vê-lo bem feito dessa vez, pelo menos! Tenho certeza que você não pode falar sobre isso, mesmo que ele tenha uma pequena participação especial.”

‘Mas e o Jared Leto?”

“Cadê o Jared Leto?”

 

“Cadê Will Smith e Jared Leto?”

 

“Cadê o Jared Leto?”

Lembrando que ‘O Esquadrão Suicida estreia apenas em 06 de agosto de 2021, então ainda pode haver esperança para adicionar Leto ao elenco.

 

Crítica TIFF | História de um Casamento – A chance de Scarlett Johansson no Oscar 2020

Filme Assistido durante o Festival de Toronto 2019

Desavenças, desequilíbrio e uma inquietude gritante que resulta na clássica incompatibilidade de genes. A vida a dois talvez seja uma das coisas mais difíceis no que tange às relações humanas. Entre mudanças de humor e de comportamentos, existem duas percepções distintas da vida e um compilado de maneirismos, tradições, backgrounds familiares e até mesmo traumas. E o divórcio, fruto dessa explosiva colisão, se transforma em um doloroso processo de ruptura, gerando novas visões, defeitos, passados e traumas, em uma espiral em pleno declínio. Em Marriage Story, nova produção da Netflix, Scarlett Johansson e Adam Driver vivem as etapas desse desamor, quando seu inesperado casamento chega ao fim, dividindo bens, coisas e – acima de tudo – a atenção de um filho pequeno.

Percorrendo as veredas familiares de maneira confortável, Noah Baumbach é um cineasta capaz de alcançar os lugares mais escusos de lares e de famílias, trazendo relatos realmente identificáveis e francos. Deixando de fora todo o processo de se apaixonar, ele conta aqui uma narrativa relacional a partir do desamor, pincelando brevemente nos aspectos que fizeram de Nicole (Scarlett Johansson) e Charlie (Adam Drive) um casal feliz por muito tempo, apenas para capturar nossos corações, a fim de nos fazer sentir o penoso processo de separação, como se fôssemos aquela criança que testemunha tudo de perto, sendo também um fruto desse divórcio.

De maneira simbólica e realista, História de um Casamento percorre todo o processo de divórcio a partir da absorção e percepção de seus protagonistas, salientando de maneira palpável que há sempre um lado mais ferido nessa confusão. Expondo ainda as adversidades de se conciliar a vida a dois – em virtude de sonhos e ambições que parecem caminhar em direções opostas – o drama escrito e dirigido por Baumbach vai a fundo na temática relacional, colocando a audiência em uma posição desconfortável de tentar escolher um lado nessa jornada, mas penando nesse sentido, por compreender que relacionamentos são muito mais complexos e vão além do certo e errado.

Com uma expressividade absurda, seus protagonistas ainda ditam o nível de dramaticidade da produção, além de serem as peças chave que garantem pitadas suaves de humor, conferindo um equilíbrio ideal com leveza e simplicidade. Essa estratégia narrativa ainda se apresenta como uma perspectiva apurada sobre a vida, com Baumbach nos mostrando que entre lágrimas, dor e perda, há sempre um sopro de um riso, que ainda que tenha se perdido em meio à circunstâncias tão delicadas, sempre encontra sua brecha para surgir. E nesse contexto, ScarJo e Driver cativam nossos olhares, hipnotizando-os com sua densidade e entrega aos personagens. Vivendo os dramas e dissabores de Nicole e Charlie, ambos se tornam a combinação perfeita nas telonas, com uma química que extrapola, invadindo a mente da audiência que atenta observa duas pessoas ideais se perderem de si mesmas.

Franco e apaixonante, o filme nos leva a picos emocionais inimagináveis. Sensível, ele ainda se transforma em um porta voz dos filhos do divórcio, além de relatar com precisão as mazelas de duas pessoas que decidiram separar suas vidas terminantemente. Ao mostrar os contrastes que a separação traz na vida, alterando a rotina e as dinâmicas relacionais, a produção nos faz compadecer de seus protagonistas, à medida que mostra o fim do sentimento de pertencimento de um dos seus pares, apresentando-o como aquele que, ainda que tenha um vínculo eterno com a família que um dia foi sua, se vê sendo emocionalmente desligado dela. Emocionante e profundo, História de um Casamento é o passaporte da Netflix para o Oscar, prometendo uma linda jornada que pode (e deve) render indicações a Johansson e Driver.

‘Judy’: Cinebiografia com Renée Zellweger abre com 88% de aprovação no Rotten Tomatoes

A atriz Renée Zellweger voltou com tudo em seu novo longa, a cinebiografia intitulada ‘Judy‘. Dando vida à atriz Judy Garland em sua fase mais madura, ela estreou no Festival de Cinema de Telluride e encantou os críticos com sua incrível atuação.

O filme abriu com 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 6.79/10 baseada em 33 reviews (por enquanto). O consenso geral diz que “liderado por uma performance competente de [Zellweger], Judy captura os dias minguantes de uma amada artista com compaixão cristalina’.

Confira as principais avaliações:

Judy é um filme pequeno com uma grande performance de Zellweger, que não apenas interpreta a atriz de ‘O Mágico de Oz’ no último ano de sua vida, com de fato faz parecer um possessão completa em seu corpo”. – Leah Greenblatt (EW)

“[Judy] contém o que é facilmente o melhor desempenho da carreira de Zellweger. O filme em si funciona melhor como uma vitrine para a virada extraordinária da atriz, quando ela se transforma em Judy Garland, concentrando-se nas últimas performances da carreira de Garland nos meses que antecederam sua trágica morte aos 47 anos. Zellweger sempre foi, boa – provavelmente melhor do que muitos dos papéis que ela recebeu, especialmente aqueles no início de sua carreira. Ela chega ao centro de Garland com a intensidade bruta de uma mulher em espiral…. Zellweger captura o corpo magro e levemente contorcido de Garland, sua voz e até sua maquiagem e maneirismos. Coisas tão sutis como a forma como Garland pronuncia a palavra “maravilhoso” não são deixadas de lado por Zellweger, que trouxe a lenda para uma vida vívida e colorida. Zellweger até navega excepcionalmente bem nas partes cantantes, capturando o espírito de como Garland cantou, mesmo que ela não consiga se igualar à beleza daquela famosa voz. ” – Sasha Stone (The Wrap/Awards Daily)

“[O diretor Rupert] Goold é conhecido principalmente como diretor de teatro; ele foi indicado ao Tony este ano por sua direção de Ink, uma peça sobre a ascensão de Rupert Murdoch e sobre o jornalismo de tabloide. Às vezes, ele se esforça demais para tornar o material cinematográfico, mas certamente trabalha lindamente com Zellweger, que apresenta uma performance de bravura que até a Garland, notoriamente perspicaz, teria aplaudido. ” – Stephen Farber (O Repórter de Hollywood)

“Uma performance climática de ‘Over the Rainbow’ é soberbamente interpretada por Zellweger como parte confessional do fluxo de consciência, parte redefinição de retorno à inocência; raramente desde a sua encarnação original do ‘O Mágico de Oz’, a clássica canção tem sido usada com tanto brilhantismo na tela. Mesmo na época em que ela estava caminhando em direção a uma indicação ao Oscar em Chicago – e com certeza você consegue traçar uma linha irregular da voraz Zellweger apresentada lá para a treinada nos holofotes e carente de amor Garland – seria quase impossível imaginar a atriz nesse papel. Quase duas décadas depois, o elenco faz um agridoce sentido: Uma queridinha da América que optou por abdicar do pesado título, ela interpreta Garland, com carinho e sentimento palpáveis, como alguém que já esteve além do arco-íris e voltou ”. – Guy Lodge (Variety)

“[Judy é] a performance mais descontraída e pessoal que vimos de Zellweger há algum tempo…. Zellweger enfrenta resolutamente o desafio de interpretar Judy no palco e fora dele: seus olhos se enrugam com um beicinho trêmulo quando seus sentimentos são machucados, e às vezes quando são o oposto de machucar, embora ela seja talvez menos convincente…. Zellweger nos dá uma homenagem ao talento de Judy Garland e ao espírito de que o show tem que continuar, ainda que seja um fardo e uma força motriz”. – Peter Bradshaw (The Guardian)

Ouça a versão da atriz para o clássico hino ‘Somewhere Over The Rainbow’:

O filme é dirigido por Rupert Goold, aclamado diretor de teatro.

Confira a sinopse oficial:

Inverno de 1968. A lenda do show business Judy Garland chega a Swinging London para performar durante cinco semanas. Já faz 30 semanas desde que a atriz ficou mundialmente conhecida por interpretar Dorothy em O Mágico de Oz; e, se sua voz sofreu com o tempo, sua intensidade dramática aumentou exponencialmente. Conforme se prepara para o show, ela lida com seu gerente, com músicos charmosos e reminiscências de seus amigos e fãs.

Jessie BuckleyFinn WittrockRufus SewellMichael Gambom completam o elenco.

Judy tem estreia marcada para o dia 27 de setembro.

Crítica TIFF | Meu Nome é Dolemite – A redenção de Eddie Murphy

Filme Assistido durante o Festival de Toronto 2019

Irreverência, carisma e improviso sempre foram algumas das mais fortes características de Eddie Murphy. De raciocínio rápido, ele percorre por frases de efeito cômicas como quem se sente à vontade, como quem absorve o mundo ao seu redor e sabe transformá-lo em uma boa piada. Sua percepção caricata do mundo nos presenteou com clássicos modernos como Um Tira da Pesada e Um Príncipe em Nova York. Sua postura unapologetic o consagrou como um dos ícones do humor oitentista.

E mais de 30 anos depois da sua fagulha instantânea de encanto com o público ele está de volta, rompendo com o silêncio de pouco mais de uma década de fracas performances, nos lembrando o porquê nos apaixonamos por ele no auge de sua juventude. Saindo de um hiato em direção à pré-lista de indicados às grandes premiações de 2020, Murphy faz de Meu Nome é Dolemite a redenção de um gênio que jamais deveria ter se afastado de sua primorosa essência.

Dolemite é uma figura caricata por natureza. Extravagante e bocudo, ele é a personificação hiperbólica da comunidade afro-americana. Com suas frases cheias de palavrões, muita vulgaridade em sua linguagem comunicativa e uma completa sensação de grandiosidade, o personagem é também o retrato humorístico de seu próprio povo e de suas histórias familiares. Representando a negritude com um humor que funciona mesmo, o sketch criado por Rudy Ray Moore se tornou maior que a própria vida, sendo imortalizado como a resposta para a falta de representatividade cultural e artística na indústria cinematográfica no auge dos anos 70. E aqui, na obra dirigida por Craig Brewer, esse sentimento de pertencimento social, racial e cultural são resgatados e abordados, a partir de uma trama inspiradora que apresenta um dos mais emblemáticos personagens do gênero Blaxploitation para gerações que sequer estavam vivas à sua época para desfrutar de seu sucesso e crescimento.

Com uma estética colorida e que explora as padronagens, texturas e tecidos mais comuns da moda setentista, Meu Nome é Dolemite é completo em sua totalidade, apresentando um visual cativante desde seu design de produção aos figurinos, que enaltecem a beleza negra em tons fortes e chamativos. Trazendo Murphy como o frontman de toda essa plasticidade, ele caminha com passos ritmados como se sempre estivesse dançando, usa uma bengala estratégica para garantir o seu mojo e traja chapéus performáticos e que acrescentam um vigor diferente à caricatura de seu personagem.

Visivelmente acima do peso, ele nunca esteve tão confortável em sua própria pele, não tem medo de suas curvas acentuadas e ainda consegue extrair um certo charme de sua barriga saliente, se despindo – literalmente – diante do público, como quem está disposto a encarar toda a irreverência de Dolemite. Com uma postura impecável, sua persona valoriza ainda mais toda a estética da produção, fazendo da comédia original da Netflix um espetáculo que compete em nível de igualdade com tantas outras produções apresentadas no Festival Internacional de Cinema de Toronto de 2019.

Recriando algumas das cenas mais inusitadas do primeiro Dolemite, a cinebiografia é categórica e fez seu dever de casa, copiando quadro a quadro as tomadas, estabelecendo os mesmos figurinos usados na produção, à medida que também mostra os bastidores de um longa de baixíssimo orçamento, onde a falta de estrutura e conhecimento técnico imperavam. Com uma mensagem otimista e inspiradora, Meu Nome é Dolemite ainda instiga os sonhadores peculiares, que almejam carreiras suntuosas de tão difíceis de serem alcançadas. Divertido e envolvente, o longa ainda traz uma série de personagens coadjuvantes que ajudam a ditar o humor e o soul da produção, tornando-a uma bela homenagem ao gênero Blaxploitation, conforme também se torna um deleite ao público negro, que ainda peleja em se ver representado nos cinemas.

Bem dirigido, o filme ainda conta com um roteiro pontual, que aborda apenas o início da jornada de sucesso de Dolemite, instigando a audiência mais alheia à sua história a descobrir a fundo sua extensa trajetória cinematográfica, bem como o que fez com que ele se transformasse em um ícone capaz de conquistar públicos das mais diversas raças.

Roteirizado por Scott Alexander e Larry Karaszewiski (autores de outra produção cultuada no mesmo estilo: Ed Wood, de Tim Burton), Meu Nome é Dolemite segue com uma narrativa linear simples, o que de maneira alguma impacta em seu poder narrativo. Trazendo todos de forma instantânea, o longa nos leva pelo ritmo da belíssima atuação de Eddie Murphy – que retoma sua essência humorística com maestria, fazendo suspirar por seu tão aguardado e caricato retorno. Com uma trilha sonora que vai a fundo na funky music dos anos 70, sob uma plasticidade que explora as cores e estilos vivos do período, Meu Nome é Dolemite ainda promete se destacar nas grandes premiações no ano seguinte, com honrarias dignas. E se ainda assim sua indicação ao Oscar não vier, Murphy pelo menos inicia 2020 com uma bela indicação ao Globo de Ouro. Amém?! Amém baby!

‘O Quinteto’: Reboot de clássica série dos anos 90 ganha data de estreia

Freeform anunciou que o reboot da clássica série dos anos 1990, O Quinteto, ganhou finalmente sua data de estreia: os episódios estreiam no dia 08 de janeiro de 2020.

A nova versão trará uma abordagem bem pontual, trazendo como protagonistas um grupo de irmãos de descendência latina, cujos pais foram deportados de volta para o México. Sozinhos, eles terão que vencer as adversidades e sobreviver por conta própria.

O reboot foi desenvolvido pela mesma dupla responsável pela produção original, Amy Lippman e Chris Keyser e terá episódios de uma hora de duração. O canal encomendou uma primeira temporada completa, com 10 capítulos.

Na nova trama, o público vai acompanhar os filhos Acosta, que tentam sobreviver a uma sucessão de dificuldades em união, após os seus pais terem sido deportados para o México. O elenco da produção vai contar com Brandon Larracuente como Emilio, Emily Tosta como Lucia, Niko Guardado como Beto e Elle Paris Legaspi como Valentina.

O episódio piloto foi co-escrito por Lippman, Keyser e Michal Zebede.

O Quinteto‘ contou com seis temporadas, exibidas originalmente entre os anos de 1994 e 2000. O elenco contava com nomes que eventualmente se tornaram sucesso, como Matthew Fox (‘Lost‘) e Neve Campbell (‘Pânico‘), acompanhados de Scott Wolf, Lacey Chabert e Andrew e Steven Cavarno.

‘Shameless’: Estreia da 10ª temporada é adiada

Showtime adiou a estreia da 10ª temporada da série Shameless em uma semana: em vez do lançamento no dia 03 de novembro, a produção retorna no domingo, dia 10.

Confira o trailer:

Vale lembrar que Emmy Rossum não retornará para o próximo ano.

A série conta a história dos Gallaghers, uma família pobre da cidade de Chicago que precisa lidar com os altos e baixos de seu relacionamento familiar e situação financeira.

O elenco conta com William H. Macy, Ethan CutkoskyShanola Hampton e Steve Howey.

Ator de ‘Aquaman’ quer participar de ‘O Esquadrão Suicida’

Em seu perfil no Twitter, o ator Yahya Abdul-Mateen II compartilhou a lista de atores no elenco de ‘O Esquadrão Suicida’, dizendo que gostaria de participar do filme.

Mateen foi o intérprete do vilão Arraia Negra em ‘Aquaman‘, e revelou que participou das audições para a adaptação dirigida por James Gunn, mas parece que não teve respostas.

Confira:

“Eu fiz o teste para o filme! Quando divulgaram o elenco? Quem eu vou interpretar?”, escreveu ele.

E aí, você acha que o Arraia Negra seria uma boa adição à equipe?

‘O Esquadrão Suicida será lançado nos cinemas no dia 06 de agosto de 2021.

 

Atriz de ‘Guardiões da Galáxia’ sonhava em participar dos ‘X-Men’

Em entrevista para a Variety, Pom Klementieff disse que antes de assumir o papel de Mantis no MCU, ela sonhava em interpretar um membro dos ‘X-Men’.

“Meu sonho era ser uma mutante dos ‘X-Men‘. Lembro-me de ver a Halle Berry como Tempestade e eu fiquei tipo: ‘É isso que eu quero fazer.’ Eu queria estar nos filmes dos ‘X-Men‘”.

A atriz apareceu no MCU pela primeira vez em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘, e reprisou o papel em Vingadores: Guerra Infinitae ‘Ultimato’.

Lembrando que Mantis irá retornar em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, que deve estrear somente em 2022.

‘Infinite’: Ator de ‘O Menino do Pijama Listrado’ se junta ao elenco da adaptação

De acordo com o The Hollywood Reporter, Rupert Friend está confirmado no elenco de ‘Infinite‘, ficção adaptada do romance ‘The Reincarnations Papers’, escrito por D. Eric Maikranz.

Friend se junta a Mark Wahlberg, Dylan O’Brien, Chiwetel Ejiofor e Sophie Cookson.

A trama acompanha Evan Michaels (Mark Wahlberg), um homem assombrado por lembranças de suas vidas passadas.

Quando se depara com uma sociedade secreta formada por indivíduos que possuem recordação total de suas vidas passadas, Michaels descobre que eles são responsáveis por mudanças drásticas de períodos históricos.

O longa é dirigido por Antoine Fuqua, e ainda não tem previsão de estreia.

‘El Gato Negro’: Diego Boneta será herói mexicano em série da Apple TV+

De acordo com o The Wrap, o diretor Robert Rodriguez e Diego Boneta estão adaptando os quadrinhos de ‘El Gato Negro‘ para uma série de TV da Apple TV+.

Além de estrelar, Boneta também será o produtor executivo.

A ideia está em pré-desenvolvimento e os episódios serão produzidos pela MGM Television, com roteiro de Eric Carrasco (‘Supergirl‘).

Por enquanto, maiores detalhes não foram informados, e ainda não há previsão de estreia.

Criado por Richard Dominguez, ‘El Gato Negro‘ é ambientado no sul do Texas e acompanha duas gerações de vigilantes mexicanos combatendo o crime: numa delas, um jovem assume o manto de um lendário herói local para vingar a morte de seu melhor amigo. Na outra, seu avô relembra como entrou no ramo de vigilantes décadas atrás.

‘Undone’: Rosa Salazar diz que série a fez questionar a própria realidade; Entenda!

Alma (Rosa Salazar) é uma jovem insatisfeita com a vida, que descobre uma relação única com o espaço e o tempo após sofrer um grave acidente de carro.

Quando visões de seu falecido pai (Bob Odenkirk) começam a atormentá-la, ela viaja através das dimensões para tentar a impedir a morte dele.

Essa é a trama de ‘Undone‘, nova série animada da Amazon Prime.

Durante uma entrevista para o Comic Book, Salazar disse que a produção mudou completamente sua maneira de encarar a realidade.

“Eu estava em um ponto da vida onde eu estava farta da monotonia, da rotina, e dos padrões de vida. Eu estou constantemente procurando algo a mais. Deve haver mais. […] E foi essa série! Eu me identifiquei com a trama e isso me aterrorizou. Quero dizer, eu experimentei uma fração do que Alma vive. Tive um momento em que realmente estava exausta e questionei a natureza da minha realidade. Foi uma fração de segundos, mas foi aterrorizante.”

A série lida com ansiedade, tristeza, amor, relação familiar e crises existenciais com uma facilidade surpreendente.

Tudo isso através de um estilo de animação exclusivo.

Assista ao trailer:

A série traz Raphael Bob-Waksberg (Bojack Horseman) como showrunner.

Segundo o site TVLine, o show é pioneiro dentro da indústria televisiva ao utilizar a técnica da rotoscopia aliada a cenários pintados em óleo para dar vida às animações.

Além de Salazar e Odenkirk, o elenco é formado por Daveed DiggsAngelique CabralConstance MarieSiddarth DhananjayTyler PoseyJon CorbettJeanne TripplehornSheila Vand.

Amanda Seyfried está em negociações para estrelar novo terror da Netflix

De acordo com o The Hollywood Reporter, Amanda Seyfried está em negociações para estrelar ‘Things Heard & Seen‘, novo terror da Netflix escrito e dirigido por Shari Springer Berman e Robert Pulcini.

A história acompanha um jovem casal que se muda para uma fazenda no interior de Nova York, até que começam a suspeitar que o novo lar é amaldiçoado pelo assassinato de seus antigos proprietários.

À medida que os segredos assombrados se revelam, o casamento se transforma num terrível pesadelo.

A trama será adaptada do livro ‘All Things Cease to Appear‘ (Todas as Coisas Acabam de Aparecer), escrito por Elizabeth Brundage.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia.

‘O Beco das Almas Perdidas’: Toni Collette entra para o elenco do suspense de Guillermo del Toro

De acordo com o The Hollywood Reporter, Toni Collette fará parte do elenco de O Beco das Almas Perdidas‘, suspense noir produzido e dirigido por Guillermo del Toro.

Collette dará vida a Zeena, uma mentalista que serve como tutora do protagonista, interpretado por Bradley Cooper.

Por enquanto, o elenco também conta com Rooney Mara e Cate Blanchett.

Além de dirigir e produzir, del Toro assina o roteiro ao lado de Kim Morgan.

Assim como o original, o novo longa será baseado no livro escrito por William Lindsay Gresham.

A primeira adaptação foi lançada em 1947, dirigida por Edmund Goulding. O clássico noir conta a história de um jovem ambicioso que começa a se relacionar com uma psiquiatra ainda mais corrupta do que ele. Os dois se dão bem destruindo a vida das pessoas, mas logo começam uma manipulação entre eles.

‘As Golpistas’ deve se tornar a MAIOR estreia da carreira da Jennifer Lopez

Uau! Parece que o filme ‘As Golpistas‘ (Hustlers) irá surpreender nas bilheterias dos EUA! Depois de superar as projeções da sexta-feira, com ótimos US$ 13.1 milhões, o longa deve fechar o primeiro final de semana com sólidos US$ 32.1 milhões – tornando-se a maior estreia da carreira da Jennifer Lopez.

Vale lembrar que a produção foi aclamada pelos críticos, conquistando incríveis 87% de aprovação no Rotten Tomatoes. Muitos, inclusive, estão apostando em possíveis indicações para a Jennifer Lopez nas principais premiações.

Confira os trechos das críticas:

“Lopez apresenta sua performance mais eletrizante nas telonas desde ‘Irresistível Paixão’, chamando atenção desde o momento em que entra no palco iluminado por neon em uma roupa de strass.” (Los Angeles Times)

“É engraçado, empoderador, sexy, emocionante e um pouco assustador, e muitas dessas qualidades vêm da performance poderosa da Jennifer Lopez, que genuinamente merece atenção das premiações.” (IndieWire)

“Sai da frente ‘O Lobo de Wall Street’, essas mulheres pode ser tão malvadas quanto os caras – definitivamente são mais charmosas – nesse filme com uma performance arrasadora da Jennifer Lopez.” (Splash Report)

“‘As Golpistas’ foca em mulheres de um clube de strip-tease, mas o fogo ruge alto o suficiente para transcender este mundo e acordar o espectador em qualquer outra situação que possa sentir uma raiva semelhante.” (Culture Whisper)

“Um filme extremamente divertido, que é deslumbrante, engraçado e surpreendentemente emocionante.” (The List)

Escrito e dirigido por Lorene Scafaria (‘Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo‘), o longa é inspirado em um artigo feita pela jornalista Jessica Pressler para a New York Magazine, intitulado The Hustlers at Scores.

Na trama, um grupo de ex-strippers se une para roubar seus clientes milionários, mas o plano acaba indo além do esperado. O longa se passará em Nova York e terá como pano de fundo a crise financeira norte-americana, abordando “o dano que isso gerou na subsistência das dançarinas, que dependiam de sua clientela de Wall Street”, em contraste com uma temática com o foco em “identidade, lealdade, sobrevivência e controle”.

O elenco conta com Jennifer Lopez, Constance Wu, Julia Stiles, Keke Palmer, Lili Reinhart, Lizzo e Cardi B.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de dezembro.

‘Watchmen’: Vigilantes buscam justiça em novo trailer LEGENDADO; Assista!

A HBO divulgou o novo trailer legendado da série ‘Watchmen‘.

Confira:

Criada por Damon Lindelof, a série é baseada no quadrinho homônimo escrito por Alan Moore.

A trama toma lugar em uma realidade contemporânea alternativa nos Estados Unidos, em qual super-heróis e vigilantes mascarados estavam fora da lei devido aos seus métodos violentos, mas alguns deles se reúnem em torno para iniciar uma revolução enquanto outros tentam pará-la.

O elenco inclui Regina King, Don Johnson, Tim Blake Nelson, Louis Gossett Jr. e Adelaide Clemens.

A série irá estrear no dia 20 de outubro.