Em entrevista ao People, Sigourney Weaver, intérprete da lendária Ripley na franquia ‘Alien‘, não poupou elogios à série ‘Alien: Earth‘.
A atriz elogiou a riqueza e complexidade do universo estabelecido pela produção, destacando a introdução das novas criaturas aterrorizantes.
“Eu estou adorando a série ‘Alien: Earth’. O que eu mais admiro é o fato dela ser mais profunda do que apenas um filme da franquia ‘Alien’. A trama gira em torno do nosso mundo e o que está dominando o planeta daqui a 100 anos, e acredito que eles foram muito precisos. Achei tudo muito impressionante e eles continuam construindo e construindo [este universo].”
Ela completa, “Os monstros que [o Noah Hawley] introduz na série são aterrorizantes. É como se não tivéssemos problemas suficientes apenas com o Alien, precisamos de mais cinquenta outros.”
No Brasil, ‘Alien: Earth‘ está disponível através do Disney+.
A produção será ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.
Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.
Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.
Segundo informações da Variety, o acordo com Caine ainda não foi finalizado, mas a expectativa é de que ele reprisará seu papel como Dolan, o padre que auxilia Kaulder (Vin Diesel) em sua missão de impedir que uma praga devastadora, lançada por uma rainha bruxa, destrua a humanidade.
Se confirmado, este será o primeiro filme de Michael Caine desde que anunciou sua aposentadoria em 2023, aos 90 anos. Na época, o ator britânico afirmou que estava pronto para“se afastar das câmeras”após uma carreira de mais de sete décadas.
De acordo com o Deadline, o novo filme contará com o retorno de Vin Diesel como Kaulder, o caçador titular.
Apesar de ter arrecadado apenas US$ 130 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento em torno de US$ 90 milhões –, o longa original alcançou um grande sucesso no serviço de streaming da Netflix, entrando para o TOP 5 dos filmes mais assistidos na plataforma.
“‘O Último Caçador de Bruxas’ cresceu desde o seu lançamento original nos cinemas, tornando-se uma sensação global que o público segue descobrindo e reassistindo através de diversas plataformas na última década,” declarou Adam Fogelson, chefão da Lionsgate.
Na trama, Kaulder é um caçador de bruxas amaldiçoado a viver eternamente. Um dia, uma nova ameaça surge e coloca a humanidade em risco. Agora, ele precisa contar com a ajuda da jovem bruxa Chloe para enfrentar o mal.
A atriz Kate Mara revelou que, apesar da experiência “caótica” e “traumática” de filmar ‘Quarteto Fantástico’ de 2015, algo positivo surgiu do projeto: seu relacionamento com o ator Jamie Bell, que interpretou o Coisa.
Em entrevista ao ComicBookMovie, Mara recordou o período difícil das gravações e como a convivência se tornou a base para o romance.
“[Jamie Bell e eu] éramos amigos, mas não muito; não nos conhecíamos de verdade”, contou Mara. “Então fizemos o filme do Quarteto Fantástico juntos, o que foi uma experiência bem… interessante. Foi difícil, não foi uma boa experiência”.
Mara acrescentou: “Foi um caos. Uma experiência bagunçada. Mas foi ali que nos conhecemos de verdade. E eu pensei: ‘Nossa, ele é incrível. É o melhor cara.’ Ele estava solteiro, e eu pensava: ‘Como é que alguém assim ainda está solteiro? Deveria estar com alguém incrível.’ Mal sabia eu que essa pessoa era eu mesma”.
O relacionamento floresceu durante a turnê de divulgação do filme: “Acho que, como éramos amigos há tanto tempo, ficamos presos na ideia de que aquela era apenas uma amizade. Mas acabamos nos apaixonando durante a turnê de divulgação do filme. Foi como um ‘trauma compartilhado’. Pensamos: ‘Ok, isso vai ser pra sempre. Maravilhoso.’ E aqui estamos, com filhos, e é o melhor de tudo”.
Kate Mara e Jamie Bell se casaram em 2017 e hoje têm dois filhos. Nenhum dos dois voltou a atuar em produções baseadas em quadrinhos desde então.
Enquanto isso, a Marvel Studios lançou em ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, remake do longa, dessa vez no MCU.
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
Conhecido pelos fãs do gênero, o cineasta já comandou sucessos como ‘Quando as Luzes se Apagam‘, ‘Annabelle 2: A Origem do Mal‘ e ‘Until Dawn: Noite de Terror‘.
O roteiro do novo capítulo ficará a cargo de Ian Goldberg & Richard Naing (‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual’ e ‘A Autópsia’).
Além de dirigir, Sandberg também servirá como produtor ao lado de Peter Safran, John Rickard e Lotta Losten.
Novos detalhes devem ser divulgados em breve.
A franquia conhecida como ‘Horror em Amityville‘ teve início em 1979 com ‘A Cidade do Horror‘ e se tornou famosa por nunca conseguir entregar uma história que conseguisse traduzir a icônica e arrepiante lenda sobre o local.
Com fraca recepção crítica e uma baixa bilheteria, a saga entregou seu mais recente capítulo em 2017 com ‘Amityville: O Despertar‘, estrelado por Bella Thorne e Jennifer Jason Leigh.
O ator Alan Ritchson, conhecido por interpretar o Aquaman na série ‘Smallville’, tem sido o centro de especulações sobre um possível retorno à DC, desta vez no novo universo cinematográfico liderado porJames Gunn e Peter Safran.
Recentemente, em uma entrevista ao ComicBookMovie, Ritchson foi questionado se consideraria reviver o papel de Aquaman.
“Não, eu nunca tiraria isso de [Jason Momoa]. Eu tenho muito respeito”, disse Ritchson. “Eu definitivamente gostaria de explorar novos horizontes, e tenho a sensação de que podemos. Veremos”.
Quando perguntado se interpretaria o herói boxeador Pantera, o ator reconheceu que seria um papel “divertido”.
Ritchson já havia abordado os rumores de que ele poderia ser o novo Batman. O ator afirmou que, apesar de ter tido conversas com James Gunn sobre o assunto, não acredita que o Cavaleiro das Trevas esteja em seu futuro.
“Não é um boato que James Gunn é fã [de mim]. Ele mesmo disse isso. E eu sou fã do James Gunn? Com certeza”, disse Ritchson. “Não quero enganar ninguém. Houve conversas sobre o Batman. Mas eu realmente não acho que o Batman esteja no meu futuro. Acredito que há algo no meu futuro com a DC. E espero que isso se concretize”.
A produção mais recente do novo DCU, a série ‘Pacificador’, está disponível na Max.
Após rumores de uma pré-sequência, a Varietyrevelou o desenvolvimento de uma série de ‘Invocação do Mal‘ na HBO Max.
Nancy Won foi abordada para roteirizar e servir como produtora executiva e showrunner. Além disso, Peter Cameron e Cameron Squires também devem roteirizar o projeto. A Hbo Max não se posicionou sobre o assunto.
A série foi anunciada em 2023 e desde então nenhuma novidade foi anunciada. Peter Safran será produtor executivo, junto com a produtora Atomic Monster, de James Wan.
‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ conseguiu arrecadar impressionantes US$ 187 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais. No último filme, vimos os personagens na juventude sendo interpretados por Madison Lawlor e Orion Smith.
Internacionalmente, ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ soma US$ 104 milhões através de 66 mercados – o que representa o maior lançamento internacional da história do gênero.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com México (US$13.3M), Reino Unido (US$8.8M), Brasil (US$7.7M), Índia (US$6.7M) e Indonésia (US$5.6M).
Nos EUA, o terror abriu com US$ 83 milhões, tornando-se a terceira maior estreia doméstica da história do gênero, atrás apenas de ‘It: A Coisa‘ (US$123M) e ‘It: Capítulo 2‘ (US$91M).
Com o sucesso, a Warner Bros. conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 3.7 bilhões mundialmente em 2025. Vale lembrar que o estúdio tem dominado o gênero terror neste ano, após ‘Pecadores‘, ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ e ‘A Hora do Mal‘.
O atorAlan Cumming confirmou seu retorno ao icônico papel do mutante Kurt Wagner, o Noturno, no aguardado filme da Marvel‘Vingadores: Apocalipse’. Em uma entrevista recente à Variety, Cumming revelou que já finalizou suas filmagens.
“Bem, eu já fiz. Já terminei”, disse o ator, que interpretou o personagem pela última vez em 2002. Ele também comentou sobre a preparação intensa para o papel: “Fiz muito trabalho de dublê e treinamento. Foi incrível”.
Cumming brincou sobre a surpresa da equipe com sua performance: “Os dublês não acreditavam que eu conseguia sequer me levantar, quanto mais pular por aí, fazer boxe e esse tipo de treinamento”.
O ator admitiu que esqueceu de rever seu primeiro filme no papel de Noturno, mas acredita que isso foi uma vantagem: “Acho que isso ajudou bastante, porque este novo filme é super intenso e tem muita coisa acontecendo ao mesmo tempo”.
Lembrando que em outra ocasião, Cumming falou sobre os avanços tecnológicos que facilitaram a sua transformação. Se antes a maquiagem para viver o personagem levava até cinco horas, agora o processo é de apenas 90 minutos.
“A questão da tela verde, CGI e substituição facial é que tudo é muito detalhado. Então senti que tive mesmo a chance de interpretar o personagem de forma adequada novamente”, concluiu.
‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 17 de Dezembro de 2026, um dia antes da estreia norte-americana. ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.
A atriz Scarlett Johansson, conhecida por seu papel como ‘Viúva Negra’ no Universo Cinematográfico da Marvel, resolveu recentemente a disputa judicial que travava com a Disney. A ação, movida em 2021, foi motivada pela forma como a empresa lançou o filme ‘Viúva Negra’.
“Essa era realmente uma questão de negócios e foi resolvida”, disse ela, conforme a Variety. “Espero que seja melhor para todos por causa disso. Então, isso é uma coisa boa. … Tratava-se apenas do amor por filmes que são retratos de pessoas complicadas dirigidos por personagens”.
Na época, Johansson processou a Disney por quebra de contrato. O acordo da atriz previa que seu salário dependia, em parte, da bilheteria do filme. No entanto, a Disney optou por um lançamento simultâneo nos cinemas e em seu serviço de streaming, o Disney+, afetando os ganhos esperados por Scarlett.
Na época, Alan Bergman, presidente da Disney Studios, também se manifestou, destacando a importância da colaboração: “Estamos muito satisfeitos por termos chegado a um acordo mútuo com Scarlett Johansson sobre Viúva Negra. Agradecemos suas contribuições para o Universo Cinematográfico da Marvel e esperamos trabalhar juntos em vários projetos futuros, incluindo A Torre do Terror”.
Johansson reforçou o desejo de seguir a parceria: “Estou incrivelmente orgulhosa do trabalho que fizemos juntos ao longo dos anos e apreciei muito meu relacionamento criativo com a equipe”.
O filme ‘Viúva Negra’ está disponível para streaming no Disney+.
‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito’ recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos no Brasil.
Quando um filme é classificado para maiores de 18 anos no Brasil, não é permitida a entrada de menores de 16 anos, mesmo que acompanhados de um responsável.
A restrição para essa faixa etária é absoluta e as leis e políticas de cinemas seguem a legislação brasileira, que proíbe o acesso de menores a conteúdos inadequados para a sua idade
O filme estreia nos cinemas brasileiros em 11 de setembro, com distribuição da Crunchyroll e Sony Pictures Entertainment no Brasil, Canadá e Estados Unidos.
A trama acompanha Tanjiro Kamado, que entra para a Corporação de Caçadores de Demônios após sua família ser massacrada, buscando transformar sua irmã Nezuko de volta em humana. Ao lado de seus companheiros Zenitsu e Inosuke, e dos poderosos Hashira, Tanjiro enfrenta os maiores desafios de sua jornada, culminando no confronto final dentro do misterioso Castelo Infinito.
Atualmente, ‘Castelo Infinito’ já é o terceiro filme japonês de maior bilheteria da história, e isso antes mesmo de estrear fora do Japão. No topo do ranking segue ‘Demon Slayer: Mugen Train – O Filme’, seguido por ‘A Viagem de Chihiro’, do Studio Ghibli.
‘Your Name’, de Makoto Shinkai, que antes ocupava o terceiro lugar, foi superado por ‘Castelo Infinito’.
‘Castelo Infinito‘ é o primeiro filme da trilogia final do aclamado anime shonen produzido pelo estúdio Ufotable, adaptando o arco derradeiro do mangá de Koyoharu Gotouge.
A direção é de Haruo Sotozaki, responsável por todos os arcos animados da série.
Lembrando que a série já foi renovada até a quarta temporada e o spin-off ‘Helluva Boss’ também estreia esse ano.
A história gira em torno de Charlie, a Princesa do Inferno, e sua tentativa quase impossível de transformar seus servos demoníacos em empáticos ajudantes para dar um jeito em seu reino caótico, violento e superpopulado. Com a ajuda de sua devota parceira Vaggie, a atriz Angel Dust e uma poderosa entidade conhecida como Demônio do Rádio, Charlie convida pecadores sinistros de todas as descrições para fazer parte do Hotel Hazbin e, com sorte, migrar para o Paraíso.
‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ conseguiu arrecadar impressionantes US$ 187 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais, o que levanta várias especulações sobre o futuro da franquia.
Segundo o PuckNews, a ideia é desenvolver uma pré-sequência mostrando os primeiros casos desenvolvidos por Ed e Lorraine Warren.
No último filme, vimos os personagens na juventude sendo interpretados por Madison Lawlor e Orion Smith.
Vale lembrar que a informação não é oficial. A franquia iria ganhar uma série de TV, mas nenhuma novidade sobre o projeto foi revelada nos últimos meses.
Internacionalmente, ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ soma US$ 104 milhões através de 66 mercados – o que representa o maior lançamento internacional da história do gênero.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com México (US$13.3M), Reino Unido (US$8.8M), Brasil (US$7.7M), Índia (US$6.7M) e Indonésia (US$5.6M).
Nos EUA, o terror abriu com US$ 83 milhões, tornando-se a terceira maior estreia doméstica da história do gênero, atrás apenas de ‘It: A Coisa‘ (US$123M) e ‘It: Capítulo 2‘ (US$91M).
Com o sucesso, a Warner Bros. conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 3.7 bilhões mundialmente em 2025. Vale lembrar que o estúdio tem dominado o gênero terror neste ano, após ‘Pecadores‘, ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ e ‘A Hora do Mal‘.
‘Jurassic World: Recomeço‘ continua se mostrando um sucesso imbatível ao ter ultrapassado a US$ 850 milhões nas bilheterias mundiais ao longo de suas nove semanas em cartaz.
Com o sucesso, o insider DanielRPK revelou que uma nova sequência já está em desenvolvimento e terá o retorno de Scarlett Johansson como Zora Bennett.
Mais novidades não foram reveladas.
A trama do último filme se passa cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.
‘Recomeço‘ reside com sólidos US$855 milhões no total, com US$338 milhões arrecadados nos Estados Unidos e US$517 milhões nos mercados internacionais.
Atualmente, o filme se encontra no TOP 4 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas do fenômeno chinês ‘Ne Zha 2: O Renascer da Alma‘ (US$1.9B), ‘Lilo & Stitch‘ (US$1B) e ‘Um Filme Minecraft‘ (US$955.1M).
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a China (US$79M), Reino Unido (US$47.3M), México (US$36.4M), Alemanha (US$32.6M) e França (US$28.4M).
Vale lembrar que o novo capítulo da franquia registrou uma estreia doméstica de US$ 147.3 milhões no final de semana estendido do Dia da Liberdade.
Segundo o Wall Street Journal, a OpenAI está desenvolvendo uma animação inteiramente feita com inteligência artificial generativa.
Intitulada ‘Critterz‘, a animação acompanha criaturas da floresta que partem em uma aventura depois que sua aldeia é interrompida por um estranho.
Chad Nelson, um especialista criativo da OpenAI, foi o criador da ideia que servirá como base para a criação. Nelson começou a esboçar os personagens há três anos, enquanto tentava fazer um curta-metragem com o que era então a nova ferramenta de geração de imagens DALL-E da OpenAI.
Ele se uniu a empresas de produção em Londres e Los Angeles, com o objetivo de estrear uma versão longa do filme no Festival de Cinema de Cannes em maio. O orçamento será de US$ 30 milhões e o projeto ainda não tem distribuidora.
A equipe está tentando fazer o filme em cerca de nove meses, em vez dos três anos que normalmente levaria, disse James Richardson, cofundador da Vertigo Films.
A iniciativa gera medo nos profissionais da área, que podem ver seus empregos sendo ameaçados pelo futuro das mudanças em relação a criatividade e a geração de conteúdo através da IA.
Recentemente, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas emitiu novas regras afirmando que filmes que usam IA e outros artificios digitais poderão concorrer ao Oscar normalmente.
“O uso de IA não ajudará nem prejudicará as chances de uma produção conquistar uma indicação”, afirmou em comunicado oficial.
No passadom a Inteligência Artificial foi retratada como vilã em Hollywood. Na franquia ‘O Exterminador do Futuro‘ (1984), de James Cameron, a Inteligência Artificial toma a forma de Skynet e decide destruir todas as pessoas do planeta Terra.
Por enquanto, parece que Hollywood está abraçando a nova ferramenta. Como você encherga o futuro com a adição da Inteligência Artificial na arte?
Hailee Steinfeld é provavelmente conhecida por suas incríveis performances no cinema. Afinal, com apenas catorze anos, foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por sua atuação impecável no drama ‘Bravura Indômita’, tornando-se um dos nomes mais jovens da história a ser nomeado na categoria em questão. Logo depois, trilharia um caminho de puro sucesso, estrelando o coming-of-age‘Quase 18’, o spin-off de ‘Transformers’, ‘Bumblebee’, e, recentemente, a irreverente série de época ‘Dickinson’, em que vive a icônica poeta norte-americana Emily Dickinson. Entretanto, para aqueles que ousaram explorar um pouco a vida dessa artista, é de imprescindível necessidade comentar sobre suas investidas musicais – inclusive quando paramos para ouvir o subestimado ‘Half Written Story’.
Já fazia um tempo desde que Steinfeld agraciava os fãs com composições sólidas e dançantes – a última vez, na verdade, havia sido em 2015 com o lançamento de ‘Haiz’, seu miniálbum de estreia que a colocou nos holofotes com a sugestiva “Love Myself”. Vários singles soltos depois, incluindo uma a bem produzida “Afterlife” para o show supracitado, a performer resolveu mostrar que ainda tem muito a nos oferecer. O resultado de seu mais recente projeto, por mais breve que seja, é envolvente e emocionante em cada batida pop e em cada íntimo verso que delineou. As cinco breves faixas, dessa forma, transformam-se em uma jornada na conturbada e traumatizada mente de um eu lírico que não encontra modo melhor de se expressar que pela música.
A obra começa com “I Love You’s”, track lançada em março deste ano, que já nos impacta pelo metafórico liricismo e, além disso, pela homenagem que a cantora faz para a lendária Annie Lennox e sua balada “No More I Love You’s”. Emprestando samples desta, vê-se que a produção opta por uma abordagem contemporânea e prática, mergulhando numa balada desconstruída por um upbeat que é calcado numa fórmula funcional e esplêndida – eventualmente criando um crescendo que restringe-se aos instrumentos, enquanto os vocais irretocáveis permanecem num espectro unidimensional e dramático na medida certa (razão pela qual insurge como uma das melhores canções de 2020).
Steinfeld tem um apreço bastante significativo com construções minimalistas, que refletem-se em três das faixas do EP. “Your Name Hurts” traz uma personagem destruída com uma história escrita pela metade e um término frustrante; no topo disso, temos a entrada de KOZ como o produtor, marcado pelo uso sutil do autotune e dos sintetizadores – que se aproximam tanto das iterações predecessoras da cantora quanto das obras em que ele trabalhou (como ‘MDNA’ e ‘Dua Lipa’). Logo depois, “End this (L.O.V.E.)” ganha espaço; apesar de ser a entrada mais fraca por sua fragmentação excessiva, ela ainda é bem interessante por seu escopo onírico, movido por um tímido synth-pop e por batidas que ressoam na cultura latina (por mais longínquas que sejam). Felizmente, a letra amarra a narrativa que nos é contada, abrindo o capítulo da epifania amorosa de um relacionamento abusivo.
Diferente do que se espera de uma produção musical, nenhuma das tracks carrega consigo uma carga mercadológica – pelo menos em primeiro plano. Em um plano oposto ao de “Love Myself”, por exemplo, as construções sonoras não seguem as tendências atuais da indústria fonográficas, recusando-se a olhar para o retorno dos anos 1980 e 1990 para a atualidade (como vários artistas vêm mostrando nos últimos meses). Pelo contrário, Hailee segue o ritmo de seu próprio coração, dando a última palavra sobre o que quer e o que deseja alcançar com mensagens ora explícitas, ora mascaradas por pontuações dúbias. “Man Up” é um dos casos em que o significado não poderia estar mais estampado na casa, regado por um trap-rap primitivo e divertido sobre um interlocutor infantiloide.
Steinfeld volta para as ballads com “Wrong Direction”, o capítulo final de seu livro cheio de idas e vindas, altos e baixos – algo consideravelmente aplaudível, considerando a brevidade da produção em si. Nesta teatral e saudosista conclusão, ela rende-se para suas melhores oscilações performativas, ousando ir uma nota além do que se esperaria em o que apenas encaramos como uma das melhores canções de sua carreira. Mantendo uma progressiva e original identidade, a música é o desfecho perfeito para um EP que apenas falha em não ser mais longo.
‘Only Murders in the Building’ permanece como uma das séries mais populares da atualidade – e não é por qualquer motivo. Desde sua estreia em 2021, a mistura de comédia e mistério liderada pelos incríveis Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez transformou-se em uma das produções mais elogiadas da década, construindo narrativas complexas que conquistaram o público pelas múltiplas reviravoltas e por incursões que exploram a própria essência do ser humano. Pegando páginas emprestadas de nomes como Agatha Christie e Rian Johnson, o projeto alcançou uma popularidade inenarrável que, ano após ano, reitera seu merecido status no cenário do entretenimento.
Agora, está na hora de voltarmos ao Arconia com o lançamento dos três primeiros episódios da aguardada 5ª temporada – divulgados hoje, 9 de setembro, no catálogo do Disney+. A história tem início logo depois do impressionante cliffhanger do ciclo anterior, que mostrou a morte do amado porteiro Lester (Teddy Coluca) e que colocou nossos três detetives amadores e podcasters, Charles, Oliver e Mabel, no radar de uma poderosa e rica mulher chamada Sofia Caccimelio (Téa Leoni), que pede a ajuda deles para encontrar o marido desaparecido, o intrigante e sombrio Nicky (Bobby Cannavale). Aparentemente sem relação um com o outro, ambos os casos são abraçados pelo nosso “trio de ouro”, que descobre que as coisas são bem mais estranhas do que imaginavam – lançando-os em viagem pelo submundo das máfias nova-iorquinas.
Um dos aspectos mais interessantes da série como um todo é a forma como cada enredo busca elementos diferentes que abrangem a multiplicidade do gênero de mistério: aqui, Martin e John Hoffman, cocriadores da atração, resolvem voltar no tempo e trazer as icônicas e lendárias famílias italianas que sagraram seus respectivos grupos mafiosos em Nova York, mergulhando de cabeça em uma estética metalinguística e referencial de diversos nomes que exploraram esses enredos nos anos 1970 e 1980, como Martin Scorsese e Francis Ford Coppola. Alimentando a contínua convergência entre passado e presente que explode nos corredores do Arconia, cada elemento é pensado com maestria e cautela, nos deixando ansiosos e atiçados para o que o próximo capítulo nos aguarda – e, considerando alguns deslizes enfrentados na temporada anterior, esse “retorno à glória” é mais que bem-vindo.
A verdade é que, de maneira inesperada, Lester e Nicky estão conectados por um ardiloso negócio de que ambos participavam e que data da ascensão de Lester como o porteiro do condomínio de luxo. Afinal, Nicky o contratou como braço-direito de uma espécie de organização secreta cujas reuniões ocorrem – ou ao menos ocorriam – num cômodo subterrâneo do edifício conhecido como Sala de Veludo, que funcionava como centro de encontro dos nomes mais importantes e perigosos da cidade. E, quando o corpo do desaparecido é encontrado em uma das lavanderias que pertence ao seu legado, as coisas ficam ainda mais complexas, levando os protagonistas a ir ainda mais além para encontrarem o culpado e provar que nada daquilo é mera coincidência.
Como já é de esperar, o trabalho de Martin, Short e Gomez é o elemento de maior sucesso da obra, colocando o trio como uma força-motriz essencial para que as engrenagens continuem em movimento. Colocando ainda mais aspectos complexos a cada uma das performances, os atores protagonistas são engolfados em um arco narrativo que singra entre a frustração e a complacência consigo mesmos, utilizando esse impressionante e assombroso caso para se manterem vivos e sentirem que estão fazendo algo de importante – Mabel lidando com um “fantasma do passado” que volta sem aviso prévio, Charles voltando a alucinar com pessoas mortas e Oliver percebendo que sua excêntrica e narcisista personalidade pode responder a algumas questões bem óbvias.
E, seguindo os passos das iterações predecessoras, nossos heróis são acompanhados de um time de atores e atrizes que nos arrebata desde os primeiros segundos de cena – que inclui os previamente mencionados Leoni, Cannavale e Coluca, além de breves aparições, por enquanto, de Logan Lerman, Christoph Waltz, Renée Zellweger, Beanie Feldstein e Keegan-Michael Key (cada um enfeitando as telinhas com o melhor de uma comédia exagerada nas doses corretas, ou com uma presença vilanesca que puxa elementos clássicos de soap operas e filmes neo-noir).
Os três primeiros episódios da 5ª temporada de ‘Only Murders in the Building’ se inicia de maneira sólida, apresentando aos inveterados fãs um dos mistérios mais suculentos e intrincados de toda a série até agora. Dando as cartas do jogo de maneira incisiva e frenética, a fórmula eternizada pela produção pode até ser repetitiva, mas felizmente conta com o comprometimento de uma equipe muito talentosa para mostrar que ainda há história a serem contadas no Arconia.
A franquia ‘Invocação do Mal’ é uma das mais populares do século e se tornou uma das favoritas dos inveterados fãs de terror.
Responsável por reavivar nosso interesse em histórias que misturam o sacro ao sobrenatural, a saga teve seu início em 2013 pelas mãos de ninguém menos que James Wan – que já havia nos conquistado com o gore e o slasher mais de uma década antes com ‘Jogos Mortais’. Aqui, ele aposta fichas no legado deixado pelos demonologistas Ed e Lorraine Warren, que ficaram a encargo de casos assombrosos e que ganharam as manchetes ao redor do mundo – sendo encarnados pelos incríveis Patrick Wilson e Vera Farmiga nos cinemas.
O sucesso crítico e financeiro do universo deu origem a várias produções derivadas, incluindo ‘Annabelle’ e ‘A Freira’. E, com o lançamento do nono e último capítulo da franquia, ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual’, resolvemos preparar o ranking definitivo desse cosmos.
Confira abaixo e conte para nós qual o seu favorito:
Em 2018, a franquia ‘Invocação do Mal’ ganhava mais uma entrada em seu expansivo universo – ‘A Freira’. Servindo como pré-sequência do segundo filme da saga original, a trama nos apresentou às origens do demônio-freira Valak, prometendo ser o capítulo mais assustador de todo esse universo. Porém, mesmo com alguns momentos de sucesso, o resultado foi muito aquém do esperado e denotou um medo de se permitir e de brincar com clichês do gênero que poderiam ser remodelados ou ressignificados.
O tremendo sucesso de ‘Invocação do Mal’ compeliu a Warner Bros. não apenas em dar continuidade à saga de Ed e Lorraine Warren, mas explorar outros territórios dentro do mesmo universo. E o primeiro spin-off dado ao público foi ‘Annabelle’: focado na amedrontadora boneca titular, o longa dirigido por John R. Leonetti falhou em trazer coisas novas ao gênero, mergulhando em uma narrativa cansativa, formulaica e regurgitada de diversas narrativas similares. Porém, mesmo com inúmeras falhas, o projeto chamou a atenção do público e se tornou um sucesso de bilheteria.
7. INVOCAÇÃO DO MAL 3: A ORDEM DO DEMÔNIO (2021)
A primeira investida oficial de Michael Chaves no universo de ‘Invocação do Mal’ foi com o terceiro capítulo da franquia principal, ‘A Ordem do Demônio’. Apesar das boas intenções, o longa-metragem não conseguiu se desvencilhar de deslizes óbvios, ofuscados brevemente pelo comprometimento do elenco protagonista e coadjuvante. Desde uma penosa direção nada inspirada até emulações fracas de elementos cansativos, é complicado chegar ao final dessa “assombrosa” aventura sem ficar imaginando o que aconteceria se as peças se encaixassem com maior fluidez.
‘Annabelle 3: De Volta para Casa’ dá continuidade e encerramento à saga da boneca mais perigosa do planeta e, seguindo os passos do capítulo anterior, é pautado em uma história totalmente fictícia e que, no final das contas, entretém por seu caráter despojado do que pelas tentativas de ser um terror. Trazendo Gary Dauberman em sua estreia diretorial, o longa mais parece um episódio saído da série ‘Scooby-Doo’ do que um capítulo de ‘Invocação do Mal’ – mas se beneficia de um elenco que inclui Mckenna Grace, Madison Iseman e Katie Sarife.
‘A Freira’ pode ter falhado em vários quesitos quando chegou aos cinemas, mas sua sequência se mostrou competente o suficiente para polir os excessos e os erros. Dessa maneira, ‘A Freira 2’ representou uma melhora considerável em relação ao capítulo anterior, mesmo carregado de lugares-comuns e de resoluções ocasionais. Isso não significa que não possamos nos divertir com essa sobrenatural e arrepiante aventura – finalizando um capítulo adorado da franquia e contando com ótimas performances de Taissa Farmiga, Anna Popplewell, Jonas Bloquet e Bonnie Aarons.
4. INVOCAÇÃO DO MAL 4: O ÚLTIMO RITUAL (2025)
O suposto capítulo final de ‘Invocação do Mal’ acabou de chegar aos cinemas, ganhando o título de ‘O Último Ritual’. Apoiando-se no Caso Smurl, que ganhou as manchetes dos Estados Unidos entre os anos 1970 e 1980, o longa-metragem representa um retorno às gloriosas raízes cimentadas por Wan e funciona como uma sólida despedida desse contínuo projeto (ao menos nas telonas). E, para além de um comprometimento inegável do elenco, que conta com o retorno de Vera Farmiga e Patrick Wilson como os protagonistas, é notável como a obra funciona como uma carta de amor ao terror, amalgamando diversas homenagens em sua instigante narrativa.
Apesar de ‘Annabelle’ não ter feito o sucesso prometido ao ser lançado em 2014, o segundo longa-metragem da franquia spin-off, intitulado ‘Annabelle 2: A Criação do Mal’, surpreendeu a todos como um dos melhores capítulos da saga, arquitetada sob uma história de origem arrepiante e bem convincente, com pulsões de criatividade que nos deixaram vidrados do começo ao fim. Comandada por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam’), a história acompanha um criador de bonecas e sua esposa que, depois da trágica morte da filha, recebem em casa uma freira e várias meninas de um orfanato que foi fechado. Rapidamente, todos viram alvo de Annabelle, a boneca possuída e uma das criações do anfitrião.
2. INVOCAÇÃO DO MAL (2013)
Mais de dez anos depois de ter chegado aos cinemas, o primeiro capítulo desse memorável e icônico universo continua como um de seus melhores – e é responsável por ter reacendido o interesse do público em obras de terror sobrenatural. Para além de uma ótima e competente narrativa, que nos envolve em uma narcótica e arrepiante jornada, o filme encontra sucesso em um trabalho artístico espetacular, desde a direção de James Wan à química de Vera Farmiga e Patrick Wilson.
1. INVOCAÇÃO DO MAL 2 (2016)
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Em ‘Invocação do Mal 2’, James Wan regressa à cadeira de diretor e não apenas arquiteta um ótimo filme de terror, mas reafirma o potencial do gênero como obra de arte: seja ao aliar-se ao competente roteiro de Chad Hayes e Carey W. Hayes, seja na exímia condução cênica, a primeira sequência da saga emerge como uma profunda exploração sobre a vida e a morte, trazendo tropos conhecidos do terror psicológico e sobrenatural com fundações na sinestesia atmosférica à medida que os remodela em uma declaração de esperança e desespero, de fé e descrença, do bem e do mal. O diretor mostra-se disposto, sem presunção alguma, a homenagear aqueles que o inspiram como realizador cinematográfico, garantindo um encontro entre passado e presente que nos envolve do começo ao fim.
As filmagens de ‘Vingadores: Doomsday’ já estão a todo vapor – e o ambicioso projeto está prestes a começar seu marketing.
Os Irmãos Russo divulgaram uma foto enigmática do filme com a legenda: “DoomsdayIsComing (Doomsday está chegando).”.
Isso indica que o filme está prestes a ganhar seus primeiros materiais promocionais. O filme trará Robert Downey Jr. de volta ao Universo Cinemático Marvel, dessa vez interpretando o vilanesco Victor von Doom/Doutor Destino.
Enquanto detalhes sobre a narrativa não foram divulgadas, um novo rumor parece apontar para a missão principal do antagonista. De acordo com o famoso perfil insider@MyTimeToShineH, Victor von Doom deseja caçar Steve Rogers/Capitão América (Chris Evans) e corrigir a incursão que o herói criou ao voltar no tempo para ficar com Peggy Carter (Hayley Atwell).
“A volta de Steve no tempo para ficar com Peggy criou as Incursões que mataram a família do Doutor Destino”, afirma o insider. “Agora, Destino está caçando Steve para matá-lo pelo que ele fez, manipulando todos em seu caminho para alcançar seu objetivo”.
Enquanto nada é confirmado oficialmente pela Marvel Studios, trate tudo como rumor.
Lembrando que ‘Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026, enquanto a sequência ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.
O astro Ryan Reynolds voltou a falar sobre os rumores de que estará em ‘Vingadores: Apocalipse’ como Deadpool, o icônico mercenário tagarela do MCU. Questionado pelo Collider, Reynolds se esquivou de uma resposta definitiva, mas não descartou a possibilidade.
Vale lembrar que uma postagem de Ryan Reynolds no Instagram, exibindo o logo dos Vingadores, gerou uma onda de teorias entre os fãs sobre sua possível participação em ‘Vingadores: Apocalipse’.
“Aquilo que eu postei nas redes sociais é, na verdade, uma variante da bandeira que usamos em ‘Deadpool & Wolverine’. Era a minha favorita. Por algum motivo, quando você assiste ao filme depois, com tantas versões alternativas e piadas, você pensa: ‘Por que não escolhi aquela? Tinha outras cinco piadas ótimas para usar'”, afirmou.
“É assim que funciona, e aquilo era só uma bandeira. Eu a encontrei e pensei: ‘Ah, eu adorava essa bandeira. A vibe vermelha e preta’. E, claro, sempre há conversas. Estamos tentando descobrir o que vem a seguir nesse universo e blá, blá, blá. Você vai saber primeiro, Steve. Você sempre sabe”, concluiu.
Embora a participação de Deadpool em ‘Vingadores: Apocalipse’ não esteja confirmada, a declaração de Reynolds sugere que a Marvel Studios e a equipe do filme estão explorando as possibilidades.
deadpool e wolverine logan
‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 17 de Dezembro de 2026, um dia antes da estreia norte-americana. ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.
A comédia ácida ‘Honey, Não!‘, estrelada por Margaret Qualley (‘A Substância’) e Aubrey Plaza (‘Agatha Desde Sempre’), finalmente ganhou data de estreia no Brasil.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de novembro, pela Universal Pictures.
A trama segue Honey O’Donahue, uma detetive particular de uma pequena cidade que investiga uma série de mortes estranhas ligadas a uma igreja misteriosa.
Denzel Washington não é considerado um dos maiores atores de todos os tempos por qualquer motivo – e, ao longo de sua prolífica carreira, alcançou sucesso em diversas áreas da criação artística. Não é surpresa que ele tenha ganhado duas vezes o Oscar de Melhor Ator por suas aclamadas performances nos filmes ‘Tempo de Glória’ e ‘Dia de Treinamento’, além de ter eternizado atuações inenarráveis em ‘Malcolm X’, ‘Um Limite Entre Nós’ e ‘A Tragédia de Macbeth’ (cada projeto revelando ainda mais um lado de sua invejável versatilidade). Agora, Washington está de volta ao cenário cinematográfico com o antecipado ‘Luta de Classes’, que chegou recentemente ao catálogo da Apple TV+.
Reunindo o astro com o prestigiado diretor Spike Lee, com quem já trabalhou em diversos longas-metragens, a trama funciona como um remake modernizado do clássico ‘Céu e Inferno’, de Akira Kurosawa, e traz Washington como David King, um magnata da música que é conhecido no cenário fonográfico pelos “melhores ouvidos da indústria”. Fundador do Stackin’ Hits Records, o império da música que construiu passa por alguns problemas e o compele a fazer o possível para comprar as ações de um dos membros majoritários da companhia, colocando, inclusive, seus ativos próprios como garantia de que o negócio seja fechado. Porém, à medida que tenta salvar o legado que deixou, David se vê no centro de uma perigosa artimanha que envolve o sequestro do filho, Trey (Aubrey Joseph), pelas mãos de um criminoso que exige um alto pagamento em troca da soltura do jovem.
Entretanto, as coisas ficam ainda mais complicadas quando David descobre que Trey havia sido sequestrado ao lado do melhor amigo, Kyle (Elijah Wright), filho do braço-direito e amigo de David, Paul (Jeffrey Wright). Confundindo os dois jovens, Trey é libertado, deixando Kyle à mercê dos terroristas e colocando David em um beco sem saída: de um lado, Paul pede ao magnata que pague o resgate para salvar Kyle; de outro, ele sabe que, se fizer isso, será obrigado a declarar falência de sua produtora, impedindo-o de continuar a dar chances para jovens artistas negros conseguirem seu lugar na indústria fonográfica. A partir daí, ele luta contra o tempo e é forçado a ponderar qual tipo de marca deseja, de fato, deixar no mundo.
Assumindo a cadeira de direção, Lee mantém-se firme a estéticas e a temáticas exploradas em produções anteriores – principalmente no tocante às relações raciais que regem a sociedade -, mas abre espaço para uma mistura entre suspense e drama que aposta mais fichas no entretenimento do que na reflexão discursiva. Em outras palavras, o cineasta deixa de lado a profundidade narrativa que explorou em incursões como ‘Destacamento Blood’ e ‘Infiltrado na Klan’ e abraça convencionalismos do gênero à medida que os rearranja sob uma ótica urbana que esquadrinha lados diferentes da vibrante cidade de Nova York. E, aliando-se ao roteiro de Alan Fox, Lee constrói um sólido projeto que cumpre com o prometido, mesmo que não explore todo o potencial que carrega.
O comando do diretor funciona como uma convergência entre a homenagem estilística ao icônico longa eternizado por Kurosawa e uma análise simplória e mais tradicional sobre a complexidade do show business – arquitetando um universo pautado menos no espetáculo visual e mais nas intrincadas ramificações familiares e intimistas entre os personagens. Dessa maneira, Washington tem liberdade o suficiente para trilhar uma trajetória quase testamentária, trazendo explorações de projetos anteriores, como ‘O Protetor’ e ‘Gladiador II’, para fomentar a controversa e implacável personalidade de David.
A poderosa presença de Washington é o bastante para ofuscar certos deslizes que aparecem e aqui ali, como escolhas de edição que não têm muito propósito e quebram o ritmo da narrativa, e diálogos fracos erguidos em metáforas óbvias. Além disso, o astro é acompanhado de um time de performers que se joga de cabeça em seus respectivos papéis, com destaque aos Wright, a Joseph e a nomes que incluem A$AP Rocky e Ilfenesh Hadera. E, considerando que a base narrativa do filme tem como protagonista a música em si, é necessário mencionar a ótima trilha sonora de Howard Drossin, que cria microcosmos conflitantes ao rearranjar composições orquestrais em uma progressão dissonante e inesperada.
‘Luta de Classes’ pode não ser o melhor filme do ano, mas com certeza acerta nos pontos principais e se beneficia de um comprometimento notável de todas as partes envolvidas. Mais uma vez, a parceria entre Lee e Washington colhe frutos saborosos e que escondem seu trunfo em sutilezas imperceptíveis – por mais que essas sutilezas, às vezes, se levem muito a sério.