Steele estreou na segunda temporada da série original como Marissa Gold, filha única de Eli Gold (Alan Cumming) e que ajudou Peter Florick (Chris Noth) durante diversas controvérsias, tanto políticas quanto de outros tipos. Marissa recebeu um foco maior em ‘The Good Fight’, com Steele assumindo um papel regular na série dramática como a investigadora particular da empresa.
Mais detalhes sobre seu retorno como a personagem não foram divulgados.
O próximo ciclo tem estreia marcada para o dia 12 de outubro.
A série serve como uma extensão de ‘The Good Wife’ e foca na talentosa advogada Elsbeth Tascioni, vivida por Carrie Preston.
Após uma carreira de sucesso em Chicago, a história seguirá a astuta (mas não convencional) advogada enquanto ela utiliza seu ponto de vista singular para fazer observações únicas e pegar criminosos brilhantes ao lado do NYPD.
Wendell Pierce (‘Jack Ryan’) também faz parte do elenco.
Vale lembrar que Preston participou de 14 episódios de ‘The Good Wife‘ – que lhe rendeu um Emmy como Melhor Atriz Convidada –, e 5 episódios de ‘The Good Fight‘.
A atriz interpretará Nicky, a gerente do Silverstrand Club, um ponto de encontro para mafiosos em busca de suborno. Motivada por seus próprios interesses secretos, Nicky e Angelo se envolvem em um romance perigoso.
O seriado é inspirado pelo filme bélgico De Zaak Alzheimer (La Memoire Du Tueur), de 2003. O longa ganhou um remake hollywoodiano, ‘Assassino Sem Rastro‘, quase duas décadas depois.
Na trama…
Angelo Ledda (Dempsey) vive duas vidas completamente separadas — um temível assassino de aluguel de Nova York e um sonolento vendedor de fotocopiadoras e pai de família de Cooperstown. Ambos se sentem ameaçados quando ele é diagnosticado com Alzheimer, doença para a qual já perdeu seu irmão mais velho.
Para complicar ainda mais as coisas, ele descobre que a morte recente de sua esposa pode não ter sido um acidente. Quando alguém vai atrás de sua filha — que está grávida — fica claro que o muro entre suas vidas foi rompido. Angelo precisa deter quem quer que esteja atrás de sua família, vasculhando seus antigos casos em busca de pistas, e a lista é muito longa…
“Na veia de ’24 Horas’ e ‘House’, estamos introduzindo uma nova série com um complicado anti-herói que precisa enfrentar uma ameaça inimaginável,” declarou Michael Thorn, presidente da Fox Television Network.
Imperioli interpretará Dutch, um talentoso chef italiano dono de um restaurante no Bronx, um estabelecimento respeitável que também serve de fachada para as atividades menos sociáveis , como administrar uma organização criminosa. Tão implacável e inconstante quanto afável, Dutch é o amigo mais antigo de Angelo, além de seu empregador — fornecendo a ele os alvos para seus ataques. Em um negócio tão perigoso quanto o deles, Angelo precisa confiar em Dutch. Mas ser confiável não é uma das qualidades mais confiáveis do chef.
Harmon dará vida a Joe, um assassino profissional em ascensão que trabalha para Angelo (Dempsey) e Dutch em seus negócios clandestinos. Joe fica preso ao trabalho pesado – reunindo informações e organizando planos de fuga –, mas isso o coloca em posição privilegiada para testemunhar o declínio do Alzheimer de Angelo. Joe sabe que pode fazer ou destruir Angelo, mas também sabe que essa escolha pode lhe custar tudo.
Rush interpretará Maria, filha de Angelo. Casada jovem e grávida, parece ter escolhido uma vida tranquila. Mas algo desperta nela – um anseio por aventura. Será que ela é uma cópia do antigo bloco de assassinos de aluguel? Angelo é tudo para Maria, então, quando sua mente começa a vacilar, ela está ao seu lado para cuidar dele. À medida que se aproxima cada vez mais do pai, ela descobrirá que estar perto de Angelo é uma situação perigosa.
Baseado nos livros de Diana Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743.
O elenco também conta com Richard Rankin, Sophie Skelton, John Bell, César Domboy, Lauren Lyle, Caitlin O’Ryan, Mark Lewis Jones, Jessica Reynolds e Alexander Vlahos.
Depois do teaser trailer, a Netflix divulgou quatro novas imagens da 4ª temporada de ‘The Witcher’.
As imagens dão destaque aos protagonistas Liam Hemsworth, Anya Chalotra e Freya Allan.
Lembrando que o próximo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 30 de outubro.
Confira:
Anteriormente, Hemsworth falou, em entrevista ao Collider, sobre assumir o papel de protagonista da série.
“Esta foi uma situação realmente única que não acho que muitos atores já enfrentaram, exceto talvez as pessoas que interpretaram personagens de ‘Doctor Who’ ao longo dos anos, porque predominantemente o restante do elenco permaneceu o mesmo, mas o ator principal mudou. Para mim, parecia que eu estava entrando e começando o ensino médio, quando todos os outros já eram amigos e tinham relacionamentos entre si, e estavam lá desde o começo. Às vezes, você se sente um pouco como um estranho, e não é nada como o elenco ou a equipe me trataram dessa maneira. Todos foram nada além de acolhedores e extremamente conscientes do que é a situação.”
Vale lembrar que os atores Clive Russell (‘Game of Thrones’), Serrana Su-Ling Bliss (‘Enola Holmes 2’) e Linden Porco (‘O Beco do Pesadelo’) também são novidades no elenco.
Russell dará vida a Stribog, um contador de histórias que se apresenta como um mendigo e vagueia pelo continente enquanto troca histórias por comida e abrigo.
Bliss foi identificada apenas como uma personagem chamada Nimue, enquanto Porco será Percival.
Segundo o Deadline, a A24 está produzindo uma nova comédia intitulada ‘Jonty’, estrelada pelo indicado ao Oscar Jesse Plemons (‘Bugonia’) e pelo vencedor do Tony Cole Escola (‘Oh, Mary!’).
Detalhes sobre a trama e sobre seus papéis não foram divulgados.
Lorene Scafaria (‘As Golpistas’) assume a cadeira de direção. Ela também fica responsável pelo roteiro ao lado do vencedor do Emmy Jesse Armstrong (‘Succession’) e do vencedor do BAFTA Sam Bain (‘Peep Show’).
Ari Aster e Lars Knudsen entram como produtores ao lado de Lorne Michaels e Erin David. Emily Hildner e Micah Frank serão os produtores executivos juntamente a Plemons, Armstrong e Bain.
Plemons conquistou uma indicação ao Oscar por seu trabalho em ‘Ataque dos Cães’, dirigido por Jane Campion, e participou recentemente de ‘Tipos de Gentileza’ e ‘Bugonia’, ambos de Yorgos Lanthimos. Ele também estrelou a minissérie de suspense político ‘Dia Zero’, da Netflix, e reprisou seu papel como Robert Daly em um dos episódios da 7ª temporada de ‘Black Mirror’, no episódio “USS Callister: Into Infinity”. Seu próximo projeto é ‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’, onde dará vida a uma versão mais jovem de Plutarch Heavensbee.
Escola, por sua vez, se tornou finalista do Prêmio Pulitzer e conquistou o Tony Award de Melhor Ator em Peça de Teatro por seu incrível trabalho em ‘Oh, Mary!’, popular sucesso da Broadway que quebrou recordes de bilheteria e conquistou elogios por parte das críticas. Seus outros créditos incluem ‘Fantasmas’, ‘Mozart in the Jungle’ e ‘Search Party’.
No mais recente episódio do podcast How Rude, Tanneritos!, as estrelas Andrea Barber e Jodie Sweetin se recordaram do quão “impossível” era trabalhar com os comediantes Bob Saget e Dave Coulier na sitcom ‘Três É Demais’ (via EW).
As atrizes trocaram histórias do set de gravações da produção, com Sweetin afirmando que algumas cenas “saíam do controle” por causa de Saget e Coulier (que interpretaram seu pai e seu tio fictícios na série, respectivamente).
“Eles ficavam se provocando”, Barber concordou. “Eles tentavam, tipo, ver quem era mais engraçado e quem fazia a piada mais divertida”.
Sweetin se recordou de quando Coulier começava uma piada e Saget fazia algo igualmente impensável para chamar a atenção dele: “a partir daí, tudo escalava”.
No começo desse ano, em entrevista ao Screen Rant, as atrizes revelaram que gostariam que a série tivesse abordado de maneira diferente a morte de Pam Tanner, mãe das crianças.
“Não precisa ser mórbido ou triste. Seria algo natural, com o tempo, quando você pode contar histórias engraçadas sobre alguém. Eu adoraria ter ouvido mais histórias sobre a Pam com as crianças ou algo que ela fez com o Danny, porque é isso que você faz quando alguém falece. Você mantém a pessoa viva com as histórias, e sinto que a Pam acabou meio que… Foi como, você morreu, tchau. Sabe?… Acho que não dá para se aprofundar muito em uma sitcom, mas penso que, com o tempo, poderia ter sido feito de outra forma, e não seria mais triste”, disse Sweetin.
“Sim. Não precisa ser meloso, com violinos e choros”, acrescentou Barber.
“Tipo, não. Você poderia simplesmente fazer uma menção casual nas temporadas mais avançadas”, completou Sweetin.
Vale lembrar que a série original se estendeu por oito temporadas e deu origem ao spin-off ‘Fuller House’, disponível na Netflix.
Segundo o Deadline, Chris Parnell (‘Saturday Night Live’), Katelyn Tarver (‘Ballers’) e David Hornsby (‘Mythic Quest’) foram escalados para o elenco da nova série de comédia da Netflix, centrada no universo do golfe.
O trio se junta aos previamente confirmados Will Ferrell, em seu primeiro papel como protagonista em uma produção do gênero, e Molly Shannon.
A comédia, ainda sem título oficial, terá 10 episódios e traz o veterano da comédia no papel de Lonnie “The Hawk” Hawkins, uma lenda fictícia do golfe. Shannon interpretará Stacy, sua ex-esposa de língua afiada e personalidade explosiva.
Inicialmente, a série seria co-criada e estrelada por Ramy Youssef (Ramy), ao lado de Ferrell e dos roteiristas Josh Rabinowitz e Andy Campagna, da produtora Cairo Cowboy. No entanto, os três deixaram o projeto em 2024 por diferenças criativas.
Com a saída da equipe original, Ferrell convocou colaboradores de longa data, como: Chris Henchy (parceiro em várias produções de Ferrell), Harper Steele (que atuou com Ferrell no documentário Will & Harper), David Gordon Green (Halloween Ends) e Andrew Guest (Brooklyn Nine-Nine, Community)
‘Pacificador’ (‘Peacemaker’), elogiada série estrelada por John Cena, é lar de alguns dos personagens mais adorados pelos fãs de quadrinhos – e uma das melhores performances da série vem de Dee Bradley Baker.
Apesar de não dar as caras na produção, Baker foi escalado como Eagly, a leal águia que funcona como animal de estimação do protagonista titular.
“Toda vez que você ouve Eagly na 1ª ou na 2ª temporadas, não é um som de pássaro de verdade. É um cavalheiro que vai pelo nome de Dee Bradley Baker”, contou o criador da atração, James Gunn, em aparição ao Peacemaker: The Official Podcast. “Se você quer ver vídeos engraçados, veja vídeos dele fazendo sons de pássaro”.
Ainda que Baker não seja tão popular quanto Cena e outros atores, ele já participou de projetos bastante conhecidos da cultura pop, incluindo ‘Bob Esponja: Calça Quadrada’, ‘Os Padrinhos Mágicos’ e ‘Star Wars: The Clone Wars’.
“Tenho que assistir a ele quando o estou dirigindo pelo Zoom, e eu desligo meu microfone porque não consigo parar de rir com o quão ridículo ele fica fazendo esses barulhos”, Gunn se recorda. “Você nunca imagina que é um ser humano por trás do pássaro”.
Vale lembrar que a 2ª temporada está em exibição na HBO Max.
Com 34 reviews publicadas até o momento, a segunda iteração abriu com impressionantes 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral destaca o tom divertido da produção – que segue afiada, violenta e com sinais de amadurecimento.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Ancorada pelo ótimo trabalho de John Cena, a segunda temporada de ‘Pacificador’ eleva seu já alto padrão com uma mistura bem calculada de coração, loucura e uma águia briguenta.” (Empire Magazine)
“Enquanto ‘Pacificador’ continua sendo um destaque do gênero nas telinhas, esta série de super-heróis não se afasta de suas origens humildes.” (RogerEbert.com)
“As piadas e a violência continuam abundantes, mas não são os temas dominantes desta temporada. James Gunn encontra ressonância emocional no conceito de multiverso — algo que a Marvel, apesar de todos os seus esforços nessa dimensão, até agora não conseguiu mostrar.” (TheWrap)
“As cenas de luta continuam criativas, enquanto todos trabalham com um orçamento bem mais modesto do que o de Gunn em seus filmes. E o elenco ainda tem uma boa química. Mas definitivamente há uma mudança de tom.” (Rolling Stone)
“Tudo funciona bem suficiente para provar que Gunn é capaz de operar em tons diferentes dentro do mesmo universo. E, independentemente do ângulo, ele prioriza a diversão dos quadrinhos — um verdadeiro alívio.” (Consequence)
“A segunda temporada de ‘Pacificador’ aborda a transição do DCEU para o DCU de forma brilhante, mas ainda garante a mesma vibração maluca e emocional.” (Moviefone)
Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).
Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.
Cardi B fez sua estreia oficial em 2018 com o lançamento do aclamado ‘Invasion of Privacy’, que estreou diretamente no topo das paradas mundiais e a sagrou como a primeira rapper a conquistar o prêmio de Melhor Álbum de Rap no Grammy Awards. Conhecida por músicas como “Bodak Yellow”, “I Like It” e “Girls Like You”, a artista foi elogiada por inúmeras revistas internacionais, figurando entre as maiores rappers da história.
Há alguns dias, uma arte exibida no Walt Disney Marketing Expo em Xangai, China, apresentou o visual completo de Robert Downey Jr. como Victor von Doom/Doutor Destino, antagonista principal de ‘Vingadores: Doomsday’.
Junto ao banner, que você confere abaixo, foi revelada a sinopse preliminar do longa-metragem dirigido pelos Irmãos Russo, trazendo alguns detalhes a mais sobre a missão do vilão no filme (via CBM).
A logline diz:
“Doutor Destino oficialmente chegou ao MCU. Esse vilão, um mestre da ciência e da magia, irá desencadear uma crise através de todo o universo”.
Anteriormente, o perfil insider@MyTimeToShineH trouxe mais um rumor envolvendo Victor, revelando a possível missão antagonista: caçar Steve Rogers/Capitão América (Chris Evans) e corrigir a incursão que o herói criou ao voltar no tempo para ficar com Peggy Carter (Hayley Atwell).
“A volta de Steve no tempo para ficar com Peggy criou as Incursões que mataram a família do Doutor Destino”, afirma o insider. “Agora, Destino está caçando Steve para matá-lo pelo que ele fez, manipulando todos em seu caminho para alcançar seu objetivo”.
Enquanto nada é confirmado oficialmente pela Marvel Studios, trate tudo como meros boatos.
Lembrando que ‘Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026, enquanto a sequência ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.
A edição conta com duas faixas inéditas: o single“Secrets”, parceria com a prestigiada banda inglesa Fleetwood Mac; e a faixa “Lockdown”, colaboração com David Byrne.
Ouça:
Vale lembrar que a versão original do álbum conta com os singles“End of the World”, “More to Lose” e “Easy Lover”.
O compilado também vem acompanhado de um filme visual dirigido por Cyrus, Jacob Bixenman e Brendan Walter, com fotografia de Debie, e que terá estreia mundial no Festival de Tribeca.
O disco conta com treze faixas inéditas e funcionará como uma experiência visual única que inclui nomes importantes do mundo da moda: Thierry Mugler, Jean Paul Gaultier, Alexander McQueen e Alaïa.
Na trama dos novos episódios, segredos antigos vêm à tona e inimigos forçam as protagonistas Sophie (Snow) e Margo (Åkerman) a se unirem mais uma vez. À medida que se envolvem com um perigoso jogo, dúvidas começam a surgir. Elas são caçadoras ou são a caça?
‘The Hunting Wives’ é um drama picante que acompanha a novata Sophie O’Neil (Brittany Snow) enquanto ela se encanta por Margo Banks (Malin Åkerman), uma socialite sedutora, e seu círculo exclusivo de amigas ricas, conhecidas como as Hunting Wives, em uma pequena cidade do leste do Texas. Por trás do charme sulista, esconde-se um mundo de tentações e relacionamentos perigosos. O charme magnético de Margo e o fascínio inebriante do grupo despertam as paixões adormecidas de Sophie, levando-a por um caminho traiçoeiro, repleto de ciúmes, suspeitas mortais e assassinato.
O universo ‘Game of Thrones’ continua em constante expansão – e o aclamado e premiado spin-off‘A Casa do Dragão’ já tem previsão de retornar para a HBO e a HBO Max.
Em uma recente declaração oficial (via SFF Gazette), o presidente e CEO de Conteúdo da HBO e Max Casey Bloys confirmou que a janela de estreia do próximo ciclo está centrada em junho de 2026.
“Acho que será um pouco fora [da janela de egilibilidade ao Emmy 2026]”, ele afirmou, referindo-se à data máxima de submissão ao prêmio, 31 de maio de 2026. Vale lembrar que, em janeiro do ano que vem, uma outra produção derivada chegará às telinhas dos fãs: ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’.
A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance ‘Fogo & Sangue’, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.
O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei;Steve Toussainté Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly Alcock e Emily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.
A história é centrada em um temido escritório do DMV, acompanhando funcionários excêntricos que recebem salário mínimo e fazem o melhor que podem para lidar com clientes irritados, encontrando consolo na companhia uns dos outros.
O Halloween Horror Nights chega à sua 34ª edição neste ano e não poderia estar mais assustador e divertido. Desta vez, temos dez casas do terror e três labirintos, com uma produção extremamente caprichada.
As datas do Halloween Horror Nights deste ano são em noites selecionadas de 29 de agosto a 2 de novembro. O valor do ingresso varia do dia, começando em cerca de US$ 85 até valores mais altos dependendo a demanda e o dia da semana.
Existem também tours mais personalizados, como o do Express Pass e também o tour VIP – aonde você e um grupo de pessoas terão acesso antecipado e sem filas em casa uma das atrações.
Rankeamos as Casas do Terror desse ano, e foi uma tarefa bem difícil: todas as casas tem o seu charme… e o seu terror.
Casas Assombradas de Franquias (Universal Orlando):
10. Fallout (série do Prime Video)
A casa é um mergulho no universo da série do Prime Vídeo, aonde você participa de set pieces com atores que parecem os protagonistas da série e encontra vários monstros deformados pela radiação.
9. Hatchet and Chains: Demon Bounty Hunters
Em uma cidade do Velho Oeste você encontra demônios de lava incandescente que atacam tudo pelo caminho e ainda precisa sobreviver a obsessões.
8. Dolls: Let’s Play Dead
Essa é uma das casas mais assustadoras para quem tem medo de bonecas, pois você encontra bonecas queimadas, costuradas e extremamente assustadoras que vão te aterrorizar.
7. Grave of Flesh
A sensação de passar por essa casa é arrepiante. Você assiste seu próprio funeral antes de ser arrastado para o submundo e caçado por demônios.
6. Galkn: Monsters of the North
Um ser maligno ressuscita dos mortos e libera uma horda de monstros do norte, e você precisa escapar das entranhas desse monstro assustador.
5. WWE Presents: The Horrors of The Wyatt Sicks
Uma das grandes surpresas para mim: Você entra na mente maníacas dos Wyatt Sicks e vive experiências perturbadoras com um dos grupos mais sombrios da história da WWE.
4. Five Nights at Freddy’s
Os fãs do filme e do game vão VIBRAR com essa casa que te leva diretamente para a Freddy Fazbear’s Pizzeria aonde você vai encontrar animatrônicos assustadores e enfrentar o mundo sobrenatural passando por corredores escuros e alucinantes.
3. Jason Universe
A franquia ‘Sexta-feira 13’ é recriada aqui com um acampamento de verão que você vê a imprudência de jovens que logo são atacados pelo icônico Jason, que também está perseguindo você.
2. Terrifier: Art the Clown
O palhaço Art toca o terror nessa casa que passa pelas mortes mais icônicas da franquia ‘Terrifier‘, principalmente do segundo filme da saga. São dezenas de palhaços Art que brotam da parece, usam serra elétrica e estão dispostos a te aterrorizar. Nessa casa você ainda tem dois caminhos, pode sair “molhado” ou “seco”.
1 . El Artista: A Spanish Haunting
A casa mais querida também foi a maior surpresa para mim. Uma casa inteiramente construída em espanhol e ambientada na Espanha do século 19, que simula uma mansão mal assombrada. Você vai passando por quadros de família, e pelas criações de um artista e logo vê que algo de muito ruim aconteceu com essas pessoas quando começa a ser perseguido por entidades assustadoras.
Miley Cyrus sempre foi uma artista única e nunca teve medo de se arriscar: não é surpresa que, ao longo da sua carreira, tenha explorado o EDM com ‘Can’t Be Tamed’, o synth-pop com ‘Bangerz’, o rock com ‘Plastic Hearts’ e, mais recentemente, um vanguardismo nostálgico que navegou entre o disco, o funk e o dance ao ambicioso ‘Something Beautiful’.
E, se Cyrus tem um apreço inegável por riscos, ela sabe que quedas são inevitáveis – e que o importante é saber se levantar. Por essa razão, a já vencedora de três estatuetas do Grammy Awards sempre consegue nos encantar com eras inesperadas e incursões inéditas que a reiteram como uma das grandes camaleoas do cenário fonográfico atual. Para além de um obstinado e meticuloso olhar artístico que a permite singrar entre as várias áreas da criação artística, a cantora, compositora e multi-instrumentista sabe do lugar que merecidamente conquistou na cultura pop e tem plena ciência do controle que tem sobre sua própria carreira.
‘Something Beautiful’, o compilado mais recente de Cyrus, representa um dos momentos que dividem sua carreira. Seguindo de perto o estrondoso sucesso crítico e comercial de ‘Endless Summer Vacation’, o álbum emergiu como um projeto experimental, nos convidando a uma jornada imersiva entre a música e o cinema – que, navegando aos trancos e barrancos, mostrou ser bastante competente e arrancou algumas das canções mais bem produzidas da carreira da performer. E, diferente do que imaginávamos, a era não chegou ao fim – e Miley nos agraciou com a inédita “Secrets”, da versão deluxe do compilado, nesta sexta-feira, 19 de setembro.
A faixa funciona como colaboração entre Cyrus e os icônicos Mick Fleetwood e Lindsey Buckingham, conhecidos por integrarem a prestigiada banda de rockFleetwood Mac – e essa união de forças já prenuncia os principais elementos da canção. Os elementos convergem para uma balada rock-pop que nos convida a uma atmosfera setentista eximiamente bem executada por nomes como Shawn Everett e Michael Pollack; a música, por sua vez, é um trabalho confessional que não apenas denota o claro amadurecimento lírico e identitário da artista, mas uma predileção por incursões que singram entre o intimismo narrativo e a explosão instrumental.
Diferente de tantas outras investidas que se tornaram marca registrada de Miley, o proposital exagero e a preferência pela maximização são deixadas de lado para uma belíssima história que, como aponta o título, fala não apenas sobre segredos, mas sobre a vulnerabilidade como uma espécie de entidade tangível. E tudo fica ainda mais pessoal quando nos recordamos de que a artista deu vida à canção como dedicatória ao pai, Billy Ray Cyrus – garantindo que as batidas certeiras de Fleetwood e as pungentes notas da guitarra de Buckingham entrem como protagonistas tanto quanto seus vocais.
A vencedora do Grammy Miley Cyrusacaba de lançar a inédita “Secrets”, parceria com a popular e aclamada banda inglesa Fleetwood Mac.
A faixa já está disponível nas plataformas de streaming e integra a versão deluxe de ‘Something Beautiful’ ao lado de “Lockdown” (colaboração com David Byrne).
Vale lembrar que a versão original do álbum conta com os singles“End of the World”, “More to Lose” e “Easy Lover”.
O compilado também vem acompanhado de um filme visual dirigido por Cyrus, Jacob Bixenman e Brendan Walter, com fotografia de Debie, e que terá estreia mundial no Festival de Tribeca.
O disco conta com treze faixas inéditas e funcionará como uma experiência visual única que inclui nomes importantes do mundo da moda: Thierry Mugler, Jean Paul Gaultier, Alexander McQueen e Alaïa.
Cardi B fez sua estreia oficial em 2018 com o lançamento do aclamado ‘Invasion of Privacy’, que estreou diretamente no topo das paradas mundiais e a sagrou como a primeira rapper a conquistar o prêmio de Melhor Álbum de Rap no Grammy Awards. Conhecida por músicas como “Bodak Yellow”, “I Like It” e “Girls Like You”, a artista foi elogiada por inúmeras revistas internacionais, figurando entre as maiores rappers da história.
Um casal americano viaja para uma pequena cidade europeia coberta de neve para adotar um bebê. Eles se hospedam em um hotel cavernoso e praticamente deserto, onde encontram um elenco enigmático de personagens, incluindo uma cantora extravagante, um empresário depravado e um curandeiro carismático. Nada é o que parece neste mundo estranho e congelado. À medida que o casal luta para reivindicar seu bebê, menos eles parecem saber sobre si mesmos e sobre a vida que construíram juntos.
Mais detalhes não foram divulgados.
Scorsese e DiCaprio já trabalharam juntos em nada menos que seis longas-metragens, incluindo ‘Gangues de Nova York’, ‘O Lobo de Wall Street’ (que rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator) e, mais recentemente, ‘Assassinos da Lua das Flores’. DiCaprio e Lawrence, por sua vez, estrelaram a recente comédia política de desastre ‘Não Olhe para Cima’.
Lawrence eternizou Katniss Everdeen na franquia ‘Jogos Vorazes’ e conquistou a estatueta de Melhor Atriz por ‘O Lado Bom da Vida’. Ela já foi indicada outras três vezes na premiação e, recentemente, estrelou a dramédia psicológica ‘Morra, Amor’, pela qual foi ovacionada pela crítica.
Se o mundo acreditava que a carreira de Madonna nunca se recuperaria do baque crítico e comercial de ‘American Life’, de fato não conhecia a rainha do pop.
Dois anos depois de ter criticado a cultura da guerra que se alastrava pelos Estados Unidos com a emergência da Guerra do Iraque, a cantora e compositora resolveu se reunir com alguns dos produtores mais prestigiados do cenário pop na indústria fonográfica – incluindo Stuart Price e Mirwais Ahmadzaï – para um dos melhores álbuns de sua carreira e do século: ‘Confessions on a Dance Floor’.
Acompanhando e se tornando peça essencial da repopularização do dance music e das incursões eletrônicas, Madonna construiu um setlist recheado de sabor, vida e cor que reiterou sua incrível capacidade de se reinventar e de manter seu contínuo legado vivo. Contando com hits como “Hung Up” e “Sorry”, o álbum estreou em primeiro lugar em mais de 40 países, vendeu quase 4 milhões de cópias ao redor do planeta apenas na primeira semana e levou para casa a estatueta do Grammy de Melhor Álbum Dance/Eletrônico.
Em 2025, o compilado completa vinte anos desde seu lançamento oficial – e, com o anúncio de uma merecida sequência anunciada pela própria performerhoje, 18 de setembro, revisitá-lo nunca é uma má ideia.
Portanto, preparamos uma breve lista elencando as melhores músicas da produção.
Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua faixa favorita:
7. “JUMP”
“Jump” é uma estonteante e coesa produção que, mesmo com uma lírica unidimensional e clichê, ganha nossos corações por uma atmosfera envolvente ao extremo – ainda mais por ser inspirada pelas incursões oitentistas do synth-pop, do disco e do techno.
6. “FORBIDDEN LOVE”
Em meio a uma predileção significativa pelos singles, algumas gemas de ‘Confessions on a Dance Floor’ passaram despercebidas pelos olhos do público – mas merecem atenção por se sagrarem como algumas das melhores músicas da carreira de Madonna. Esse é o caso com “Forbidden Love”: apesar do idêntico título à faixa de ‘Bedtime Stories’, a minuciosa arquitetura é pensada para nos conduzir em uma jornada sinestésica movida a potentes sintetizadores, ecoantes vocais e uma robótica e impecável produção.
5. “GET TOGETHER”
Inspirada pelo grupo francês Stardust, “Get Together” pode ter caído no esquecimento, mas certamente merece nossa atenção. A amálgama perfeita entre trance, techno e dance serve de base para uma narrativa prática, ainda que formulaica, para o pop : a possibilidade de encontrar amor nas pistas de dança.
4. “FUTURE LOVERS”
Madonna sempre foi uma powerhouse da criação musical – e ‘Confessions on a Dance Floor’ é uma prova incontestável de sua visão revolucionária. Apostando na nostalgia dos anos 1970 e 1980 em uma profusão estilística apaixonante, a cantora e compositora constrói jornadas incríveis que celebram a maximização do hedonismo e da vida. “Future Lovers”, dessa maneira, mergulha no EDM de maneira indesculpável e regada a uma sensual e performática rendição que foge do tempo e do espaço como os conhecemos.
3. “LET IT WILL BE”
É um fato dizer que ‘Confessions on a Dance Floor’ se consagrou como a última grande odisseia de Madonna – e emergiu como um dos pontos definitivos de sua carreira. No álbum, a cantora parece não ter percepção dos cataclismas que cria – e é isso que revela a genialidade da obra. Em “Let It Will Be”, Madonna se volta para o épico orquestral ao deixar violinos e violoncelos guiarem um prólogo evocativo e analítico para uma derradeira rendição ao synth-dance que merecia ter mais reconhecimento.
2. “SORRY”
Madonna explora seu cansaço físico e mental quanto a um relacionamento abusivo com a vibrante “Sorry”. O frenético hino dance estende suas raízes para a nostalgia do nu-disco e foi considerada como uma das faixas mais fortes do 10º álbum de estúdio de Madonna.
1. “HUNG UP”
Depois de um período conturbado, Madonna resgatou o gosto pela música e pelo colorido espectro musical que havia apresentando ao mundo desde o início de sua carreira – e foi assim que o icônico ‘Confessions on a Dance Floor’ nasceu. E que maneira mais estonteante de dar início a essa nova era que com um poderoso lead single? Com “Hung Up”, suprassumo fonográfico que traz o icônico grupo sueco ABBA para a linha de frente, a artista reafirmou seu inegável status no cenário fonográfico, reclamando mais uma vez seu merecido trono como rainha do pop.