Em um recente vídeo postado na plataforma TikTok, Charisma Carpenter, conhecida por seu papel como Cordelia Chase na popular série ‘Buffy, a Caça-Vampiros’, revelou se retornará como a personagem no já confirmado reboot.
Apesar dos rumores, Carpenter desbancou qualquer possibilidade de participar da nova série.
“Me perguntam isso muito: ‘você vai estar no reboot?’. E eu resolvi falar sobre isso”, ela disse, em resposta a um dos comentários. “Eu não estou no reboot. Não estou no [episódio] piloto. Eu nem sequer sei se a série teve sua temporada encomendada. Acredito que sim”.
Carpenter, então, comentou sobre seu novo podcast intitulado The Bitch Is Back, nome que vários fãs associaram a ‘Buffy’.
“Não era para parecer codificado de maneira alguma, aludindo ao fato de que eu participaria do reboot”, ela explicou. “As pessoas também estavam comentando: ‘ah, quer dizer que…’, como se fosse um easter egg no estilo Taylor Swift. De maneira alguma”.
A atriz conclui: “não tive uma conversa sequer com os ‘poderes’ que poderiam incluir Cordelia [no show]”.
A nova série será intitulada ‘Buffy – The Vampire Slayer: New Sunnydale‘ (Buffy, a Caça-Vampiros: Nova Sunnydale, em tradução livre).
O reboot é estrelado por Ryan Kiera Armstrong (‘Chamas da Vingança’), que dará vida à Nova, uma jovem caçadora. Sarah Michelle Gellar, que estrelou a clássica série dos anos 1990, retorna como Buffy Summers e entra como produtora executiva.
As gravações da aguardada série-reboot de ‘Harry Potter’, inspirada na popular saga de fantasia de J.K. Rowling, continuam a todo vapor na Inglaterra – e, dia após dia, novos materiais de bastidores são divulgados nas redes sociais.
Os dois vídeos mais recentes trazem Dominic McLaughlin como o protagonista titular e Nick Frost como o meio-gigante Rúbeo Hagrid em uma Londres dos anos 1990, época em que a saga de Harry se inicia.
Como visto abaixo, a dupla anda pela cidade em direção a, como podemos imaginar, a entrada do Beco Diagonal, que é feita através de paredes de tijolos de uma taverna conhecida como O Caldeirão Furado.
Confira:
Here’s a better look at Nick Frost’s double (Hagrid) and Dominic McLaughlin (Harry Potter), filming for the upcoming Harry Potter series on HBO Max.
Em um dos episódios mais recentes do popular programa Konbini, o aclamado realizador Tim Burton mergulhou de cabeça nos filmes que o moldaram como cineasta e que têm um lugar especial em seu coração.
Durante a breve entrevista, Burton nomeou o recente ‘O Farol’, de Robert Eggers, como um de seus favoritos da contemporaneidade.
Lançado em 2019, o longa-metragem foi ovacionado pela crítica especializada, conquistando sólidos 90% de aprovação, cimentando a carreira de Eggers como um dos principais nomes do terror e do suspense atuais – além de contar com atuações fabulosas de Robert Pattinson e Willem Dafoe.
“Adorei a qualidade onírica. Adorei as atuações. Adorei a vibe”, ele disse. “Fazia tempo que não via um filme que me fizesse pensar, mas esse aqui ressoou. Ficou comigo por muito tempo. É raro para mim e é bom quando acontece. Você sabe que tocou algo dentro de você”.
Lembrando que o filme está disponível no Prime Video.
Dirigido e co-roteirizado por Robert Eggers(‘A Bruxa‘), o longa se passa no início do século XX. Thomas Wake, responsável pelo farol de uma ilha isolada, contrata o jovem Ephraim Winslow para substituir o ajudante anterior e colaborar nas tarefas diárias. No entanto, o acesso ao farol é mantido fechado ao novato, que se torna cada vez mais curioso com este espaço privado. Enquanto os dois homens se conhecem e se provocam, Ephraim fica obcecado em descobrir o que acontece naquele espaço fechado, ao mesmo tempo em que fenômenos estranhos começam a acontecer ao seu redor.
Russell Crowe tornou-se mundialmente famoso após estrelar o clássico longa-metragem ‘Gladiador’, em 1999.
Dirigido por Ridley Scott, a performance de Crowe como Maximus lhe rendeu o cobiçado Oscar de Melhor Ator – mas parece que o significativo prestígio não foi o suficiente para impedir o astro de romper laços com a produção da vindoura sequência ‘Gladiador 2’.
Segundo a InTouch Weekly, uma fonte próxima a Crowe revelou que o ator ficou extremamente chateado por não ter sido incluído na continuação e, por essa razão, resolveu se afastar dos laços de amizade de longa data que possuía com Scott e com Denzel Washington (que interpreta Macrinus no novo capítulo).
Vale lembrar que, em junho deste ano, Crowe comentou que se sentia desconfortável em não regressar ao universo de ‘Gladiador’, ainda mais considerando que o arco de seu personagem tinha sido finalizado no filme original.
Anteriormente, conversando com o Screen Rant, Scott explicou os motivos da ausência do ator na sequência.
Embora o diretor tenha ressaltado sua admiração pelo ator, a morte de seu personagem, Maximus, torna impossível sua volta.
“A trama, francamente, estava bem diante dos nossos olhos. Acho que estava tão próxima que pensamos que era simples demais. Acho que ele ainda é um dos melhores atores do mundo e espero que nossa relação continue boa. Espero que sim. Desde que ele não comece a reclamar por não ter sido consultado. Por que eu faria isso? Ele está morto!”, ele afirmou. Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:
Vinte anos depois da estreia do primeiro capítulo, a franquia ‘Jogos Mortais’ permanece mais viva do que nunca – e teve seus direitos adquiridos pela Blumhous.
Em uma recente entrevista à People, o diretor e idealizador James Wan foi questionado sobre qual a sua armadilha favorita da saga – e sua resposta foi bastante icônica e nostálgica.
“É realmente a Armadilha de Urso Reversa. Quer dizer, ela se tornou muito icônica. Obviamente, acabou aparecendo no pôster, então essa é a mais […] essa provavelmente tem maior significado mais para mim”, ele afirmou.
A armadilha em questão fez sua “estreia” no curta-metragem original de 2003, aparecendo no primeiro capítulo da franquia em 2004 e em quase todos os filmes subsequentes.
Lembrando que o 11º filme da saga já está em desenvolvimento – e trará ninguém menos que Tobin Bell de volta como o icônico serial killer John Kramer/Jigsaw.
Em uma recente entrevista ao The Los Angeles Times, Bell revelou que a história do protagonista ainda não terminou e que ele irá regressar para o novo longa.
“Estou muito animado em continuar a desenvolvê-lo”, ele disse. “John Kramer ainda não acabou. Há mais a se aprender”.
Bell continua, dizendo que reconhece que pode começar a ser rotulado por interpretá-lo por tanto tempo, mas que aproveita a oportunidade para criar uma “rica experiência de atuação”:
“Se, sendo rotulado, eu puder criar uma rica experiência de atuação – e foi por isso que me tornei ator – faça isso, vá em frente. É responsabilidade de todo artista criar a partir de tudo o que lhe é dado; e é meu trabalho mudar a percepção que você tem de mim. Se você quiser me perceber de uma certa maneira, talvez me veja de forma diferente quando assistir ao próximo filme”.
As filmagens de ‘Vingadores: Doomsday‘ estão em andamento no Reino Unido desde abril, mas, apesar do silêncio nas últimas semanas — especialmente após as gravações migrarem para ambientes internos, dificultando o vazamento de fotos de bastidores —, rumores indicam que nem tudo está indo conforme o planejado.
Durante o podcast The Hot Mic desta semana, o jornalista Jeff Sneider revelou algumas informações de bastidores que vêm circulando sobre a produção, com destaque para o envolvimento deRobert Downey Jr. e o motivo por trás da decisão da Marvel/Disney de agendar três semanas adicionais de refilmagens.
Segundo Sneider, a ideia original era utilizar dublês corporais e faciais para várias das cenas de Downey. O ator interpretaria seu personagem à distância, lendo as falas fora do enquadramento. No entanto, após algumas semanas de testes, Downey Jr. teria decidido que isso simplesmente não funcionava.
“Eles tinham um dublê de corpo e um dublê de rosto, e o Robert ficava fora da cena lendo as falas. Mas depois de duas ou três semanas, ele falou: ‘Isso não está funcionando. Quero gravar tudo com o traje, pessoalmente’”, revelou Sneider.
Essa mudança de postura levou a uma reestruturação do cronograma, com novas filmagens sendo marcadas para acomodar a presença completa do ator — o que mostra o peso que sua opinião ainda tem dentro do universo Marvel.
Além disso, Sneider comentou que o clima nos bastidores está longe de ser tranquilo. Segundo ele, os bastidores estariam sendo marcado por “muito ego e muita testosterona”, o que teria gerado conflitos entre membros do elenco.
“A disfunção no set de Doomsday só perde para a dos filmes Velozes e Furiosos. A gente comentou sobre um incidente nos bastidores no início do ano, que não quis entrar em detalhes na época. Talvez tenham exagerado um pouco, mas, sim… tem muito ego ali. Muita gente achando que sabe o melhor caminho. No fim das contas, o único caminho que importa é o do Robert Downey Jr.”, disse ele.
Conflitos internos fazem parte de muitas grandes produções, especialmente quando lidamos com estrelas de alto calibre. Porém, fontes próximas à produção indicam que um desentendimento específico entre dois atores foi tão intenso que algumas cenas precisaram ser reescritas — ou completamente cortadas do roteiro.
Apesar dos desafios, os diretores Joe e Anthony Russo seguem à frente da produção. Eles retornam ao MCU após dirigirem sucessos como Capitão América: O Soldado Invernal, Capitão América: Guerra Civil, Vingadores: Guerra Infinita e Vingadores: Ultimato.
Ainda sem todos os nomes confirmados oficialmente, o elenco promete reunir um verdadeiro “dream team” do MCU, incluindo o retorno de personagens clássicos e a introdução de novos heróis e vilões. Robert Downey Jr., como sempre, será peça central — e agora, literalmente vestindo a armadura.
O astro Ryan Reynolds, que dá vida ao icônico mercenário tagarela Deadpool, também foi confirmado oficialmente no elenco, e retornará ao papel no épico longa-metragem, mas não irá se juntar oficialmente aos Heróis Mais Poderosos da Terra.
A notícia empolgou os fãs, que rapidamente começaram a especular sobre o papel de Wade Wilson na trama. Vale lembrar que rumores anteriores já indicavam que o longa reunirá diversas equipes do UCM, incluindo: os Vingadores de Sam Wilson, os Novos Vingadores (antigos Thunderbolts), os X-Men, o Quarteto Fantástico, a Equipe do Loki e um grupo de vilões liderado pelo Doutor Destino.
A teoria mais provável é que Deadpool se alinhe com os X-Men, já que ele é um mutante — e, possivelmente, fará dupla com o Wolverine de Hugh Jackman, que também deve retornar no filme.
No entanto, com Deadpool, tudo é possível… inclusive ele agir por conta própria ou até se aliar a personagens inesperados.
‘Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.
A vigésima sétima temporada de ‘South Park’ segue sendo um verdadeiro sucesso. No entanto, devido a diversos problemas nos bastidores, muitos fãs têm demonstrado receio quanto ao possível cancelamento da série.
Por isso, o ComicBook resgatou uma antiga entrevista com os criadores sobre como eles imaginavam o final da série.
Em 2015, Trey Parker comentou que acreditava que a série da Comedy Central terminaria de forma discreta:
“Eu acho que vai acabar com um ‘acabar de forma fraca’, com certeza. Acho que vai terminar com algum fracasso, e vamos pensar: ‘Que se dane, cara’, e vamos embora. Pensamos isso por 18 anos. É tipo: ‘Ok, eles vão nos cancelar, com certeza!’ Estamos esperando sermos cancelados há 18 anos”, disse ao IGN.
Ao lado de Parker, Matt Stone brincou: “Algum tipo de gemido. Ou largamos o microfone, somos processados, somos tirados da TV, algo assim. Não vamos parar até sermos cancelados. Continuamos renovando. Eles têm que nos cancelar, maldição!”.
A nova temporada começou cercada de polêmicas ao fazer críticas diretas ao então presidente dos EUA, Donald Trump, o que gerou receios sobre o futuro da produção.
No entanto, o atual CEO da Paramount, David Ellison, demonstrou apoio aos criadores. No início deste mês, Ellison afirmou: “Matt e Trey são incrivelmente talentosos. Eles ofendem de forma igualitária e sempre foram assim. Não quero politizar nossa empresa de nenhuma maneira, forma ou jeito”.
Você piscou e agosto já está na metade. E parece que os streamings guardaram o melhor para essa reta final do mês, porque houve uma porção de boas adições aos catálogos das principais plataformas nesta semana.
Para te ajudar a escolher o que assistir neste fim de semana, o CinePOP listou cinco produções recém-chegadas aos principais streamings do país, com filmes e séries de suspense, aventura e comédia. Confira!
Chega a soar irônico começar as indicações de “novidades” com uma série da década de 1970, mas é que depois de quatro anos com esse material embarreirado no mundo inteiro por batalhas judiciais, é recompensador para os fãs perceber que Chaves nunca esteve tão acessível quanto hoje. Além do retorno à TV aberta, a série agora está disponível em três plataformas diferentes. Na trama, Chaves é um menino órfão que mora em uma vila comum no México. Seus dias se resumem a brincar com seus amigos e aprontar com os vizinhos, enquanto ele sonha com sanduíches de presunto e aprende sobre como ser uma boa pessoa. É um conteúdo fantástico para todas as idades.
Os dois primeiros episódios de Alien: Earth já estão disponíveis. A trama é ambientada dois anos antes do primeiro filme da franquia e aborda mais da sociedade terráquea enquanto Ripley e sua tripulação estavam no espaço. Nesse contexto, a produção acompanha um projeto das grandes corporações para transferir as consciências de crianças em estágio terminal para corpos robóticos, enquanto o terrível Alien chega à Terra para tocar o terror nesse ecossistema ainda não explorado por ele. Os novos episódios são lançados semanalmente, então é uma boa oportunidade para começar a assistir e acompanhar os lançamentos.
Estreia deDev Patel na direção, Fúria Primitiva é uma filmaço de ação. Ele conta a história de um garoto que sofreu diversos tipos de abusos vindos da tirania da elite da Índia, que o transformam no maior lutador underground do país. Porém, agora adulto, ele tem a oportunidade de se vingar daqueles que destruíram sua infância, dando início a uma trama sangrenta e cheia de ódio reprimido que acaba fazendo analogia a uma lenda ancestral hindu sobre um deus macaco, que é justamente a máscara que o protagonista usa durante suas lutas. É uma mistura de ação com aventura e suspense que vai certinho ao encontro do que os fãs de filmes comoJohn Wick procuram.
Inspirada no podcast de Chico Felitti, que viralizou em 2022, esta série documental é a grande aposta do True Crime neste mês. A trama acompanha o caso de Margarida Bonetti, uma idosa que mora em um casarão em Higienópolis, São Paulo, que foi alvo de investigações do poder público por suspeita de abandono. Porém, além de descobrirem que ela estava sendo corretamente assistida, também descobriram que ela era alvo de um julgamento nos EUA por manter uma funcionária em situação de escravidão por 20 anos. Nesta produção, além de desenrolar as denúncias do podcast, eles conseguiram o depoimento inédito de Hilda Rosa dos Santos, a vítima.
Adaptando o livro homônimo de Willy Vlautin, esse suspense acompanha uma mãe desesperada. Ela é a chefe da família, mas se vê em uma situação complicada. Ela está prestes a perder a casa, onde mora com a mãe e o irmão deficiente, então precisa arrecadar 25 mil dólares para conseguir pagar um empréstimo. Então, ela sai com seu carro para cobrar todo mundo que deve dinheiro a ela, independentemente do quão barra pesada seja essa galera. Isso leva a coitado ao submundo do crime de Portland, nos EUA, que vai colocar a moça em conflito direto com suas questões morais.
Alison Brie, indicada duas vezes ao Globo de Ouro e conhecida por interpretar a assessora Rebecca Walters, participou do podcast Shut Up Evan e criticou o ‘Pânico 5 e 6‘.
Ela não gostou do excesso de sobreviventes na nova fase da franquia, que mantém vivos os chamados “core four”: Sam Carpenter (Melissa Barrera), Tara Carpenter (Jenna Ortega), Chad Meeks-Martin (Mason Gooding) e Mindy Meeks-Martin (Jasmin Savoy Brown).
“O problema da era atual é que muita gente sobrevive. O ‘core four’ precisa morrer. Em Pânico 2 matamos Randy Meeks (Jamie Kennedy). Já em Pânico 7 deveríamos estar com, no máximo, dois do grupo original ainda vivos”.
A atriz também lamentou a criticada morte de Dewey Riley (Arquette) em Pânico (2022):
“Foi muito triste. Acho que foi um erro. Devíamos manter os três principais.”
Mesmo após a morte brutal de sua personagem em ‘Pânico 4‘ Brie acredita que há espaço para um retorno inesperado no próximo filme da franquia e brincou sobre um possível “renascimento” no sétimo filme.
“Com as novas regras de Pânico, mesmo eu morrendo brutalmente, acho que poderiam me trazer de volta”,disse Brie, após Franco comentar que “ela era famosa em Pânico 4 e merece retornar”.
O comentário vem após a confirmação de que David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley — todos mortos em filmes anteriores — irão reprisar seus papéis em ‘Pânico 7‘, seguindo o exemplo de Skeet Ulrich, que já retornou nos dois últimos longas.
‘Pânico 7‘ marcará o retorno deNeve Campbellcomo Sidney Prescott, ao lado de Courteney Cox, Arquette, Foley, Lillard, Gooding e Brown.
Embora existam informações contraditórias circulando sobre o retorno de Ryan Reynolds como Deadpool em ‘Vingadores: Doomsday‘, tudo indica que o Mercenário Tagarela estará presente não só nesse filme, mas também em ‘Vingadores: Guerras Secretas‘.
Com vários integrantes do elenco original de X-Men já confirmados em Doomsday, os indícios apontam para um retorno à Terra-10005 — o universo dos filmes dos X-Men da Fox, onde vivem Deadpool e Wolverine. É provável que essa seja também a realidade paralela em que Monica Rambeau ficou presa ao final de ‘As Marvels‘.
Esse cenário prepara o terreno para um embate épico entre os Heróis Mais Poderosos da Terra da linha principal da Marvel (Terra-616), os X-Men e possivelmente o Quarteto Fantástico — formando um verdadeiro choque de mundos. Mas onde exatamente Deadpool entra nessa equação?
Segundo o conhecido vazador de informações @Cryptic4KQual, que costuma acertar detalhes como a duração dos filmes, Deadpool já estaria liderando sua própria equipe:
“[Deadpool] agora tem seu próprio time, e provavelmente ainda vai se juntar a um grupo maior. Dane-se os Vingadores.”
A grande dúvida agora é: quem faz parte do time de Wade Wilson?
Rumores sugerem que ele poderá se unir a nomes como Wolverine, X-23, Blade, Elektra e Gambit — formando uma espécie de “Resistência“, em continuação ao grupo que será apresentado em Deadpool & Wolverine. Essa formação improvável traria um tom mais caótico e violento à luta entre as realidades, contrastando com o estilo mais tradicional dos Vingadores.
Embora nada tenha sido oficialmente confirmado pela Marvel Studios, a expectativa em torno de Doomsday e Guerras Secretas cresce a cada nova informação — especialmente com personagens de diferentes universos se cruzando e alianças inusitadas se formando.
‘Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.
Antes de se tornar mundialmente conhecida por suas investidas solo tanto no cenário fonográfico quanto no audiovisual, Selena Gomez era uma das figuras mais emblemáticas do escopo infanto-juvenil, tendo se eternizado como Alex Russo na adorada série ‘Os Feiticeiros de Waverly Place’. E, acompanhando tantos outros nomes que também integraram a família Disney Channel, não demorou muito até que Gomez se lançasse à carreira musical – fazendo sua estreia como parte do ato Selena Gomez & the Scene. Em 2008, o grupo fez seu début oficial com o contagiante álbum ‘Kiss & Tell’, que, quase vinte anos mais tarde, permanece como uma das obras mais subestimadas dos anos 2000.
À época de seu lançamento, o compilado de originais teve uma recepção mista por parte dos especialistas, ainda que tenha feito um moderado sucesso comercial. Porém, quando resolvemos revisitar o disco, percebemos que, talvez, os comentários negativos tenham sido um tanto quanto exagerados: afinal, as treze faixas originais que compõe essa respeitável peça musical partem de um princípio bem interessante e que se concretiza de maneira sólida, apostando fichas em um reavivamento do pop-rock e do electro-rock para a nova geração. Afinal, os anos anteriores e subsequentes à estreia de ‘Kiss & Tell’ seriam regadas pelo pop mainstream e pelos subgêneros que o compõe, destacando Gomez e seus companheiros – o baterista Greg Garman, o baixista Joey Clement, o tecladista Dane Forrest e o guitarrista Drew Taubenfield.
O primeiro single promocional do álbum já revela o que podemos dessa divertida e despretensiosa jornada: “Falling Down”, uma inteligente faixa coassinada pela prestigiada Gina Schock, é uma pequena joia esquecida do cenário musical e que merecia maior atenção, ainda que tenha sido elogiada por seus versos sagazes e por uma comprometida performance da lead singer – que criam metáforas inesperadas para um vazio e compulsório desejo pelo estrelato e pela fama, contando com uma ótima composição sonora que explode em um vibrante e memorável refrão. Abrindo espaço para certas menções a relacionamento falidos, Gomez se diverte como uma rebelde persona, refletida em frases como “você me deu rosas, mas eram todas feitas de plástico”.
Alguns meses mais tarde, a banda nos presenteou com a antêmica e suntuosa produção pop-dance“Naturally”, cujo sucesso catapultou a faixa para o álbum seguinte, ‘A Year Without Rain’, como entrada bônus. Mergulhando de maneira indesculpável em um enlace romântico cujos sentimentos não são forçados e cuja felicidade é inegável, Gomez demonstrou estar par a par com as tendências mercadológicas, mas sem se afastar da construção de uma crescente identidade sonora e visual – e nos convidando para as pistas de dança através da mistura irretocável de dance, electropop e hi-NRG. De fato, a profusão estilística dos singles poderia ter premeditado um caótico álbum, mas apenas serviram como escolhas certeiras para antecipar os vários capítulos da obra.
‘Kiss & Tell’ sofreu do mal do desdém, visto que uma era com bastante potencial havia sido promovida com o mínimo de apreço. Em outras palavras, é notável como há várias canções que perderam momento e que deveriam ter ganhado mais atenção: temos a semi-balada pop-punk ao estilo Avril Lavigne de “I Won’t Apologize”, uma costumeira declaração de empoderamento que acompanhou a adolescência millenial e que emerge através de uma ótima interpretação de Gomez; “Crush” parte de uma história bastante simples de acompanhar (a ponto de quase se tornar simplória) e que presta homenagem à popularização da banda Paramore de maneira bem clara; “I Don’t Miss You at All”, assinada e produzida por Toby Gad, abraça a irrupção de sintetizadores e de uma admiração pelo EDM para uma história de superação amorosa.
Apesar de ser estruturado de maneira coesa e convincente, alguns erros nos chamam a atenção – como a criatividade cansada de “As a Blonde”, que mais soa como um descarte de canções que partem de premissa similar; a fraca balada “The Way I Loved You”, cuja melancolia soa regurgitada de produções mais inspiradas; e a presença inexplicável de “Tell Me Something I Don’t Know”, música original do filme ‘Outro Conto da Nova Cinderela’ que é escolhida como encerramento do álbum e que não consegue dialogar com praticamente qualquer elemento que apareça nas outras incursões. Todavia, os ápices artísticos falam mais alto em comparação aos deslizes, com menção especial a uma das melhores faixas da carreira de Gomez, “Stop & Erase”, uma carta de amor aos emblemas da raiva e da angústia adolescentes que despontaram no início dos anos 2000 e que transforma meras emulações em uma frenética mistura de pop-rock e pop-punk.
É claro que o teor pouco pessoal das músicas que compõe ‘Kiss & Tell’ pode afastar um pouco a originalidade do álbum, mas não podemos negar que a estreia de Selena Gomez & the Scene no mundo da música merece ser apreciada em sua completude e conta com pequenas gemas do cenário pop que continuam a nos encantar anos mais tarde.
O documentário explora a primeira e única vez que a ‘possessão demoníaca’ foi utilizada como argumento de defesa em um julgamento de assassinato.
Incluindo relatos em primeira mão de uma alegada possessão demoníaca e de um assassinato chocante, esta história extraordinária força a reflexão sobre o nosso medo do desconhecido.
A história foi retratada nos cinemas com ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’.
O documentário é dirigido por Christopher Holt.
O caso se tornou um dos julgamentos mais extraordinários dos anos 1980. Quando Arne Cheyenne Johnson esfaqueou um conhecido até a morte com uma faca de quase treze centímetros, ele apresentou uma defesa inesperada: não culpado por possessão demoníaca. Como a imprensa publicou à época, “o Diabo me fez fazer isso”.
A história de Johnson começou meses antes do ocorrido, quando o irmão de sua namorada, David, encontrou uma figura espectral espreitando ao pé da cama e, pouco depois, começou a demonstrar sinais de possessão demoníaca. David inesperadamente começava a falar em latim, levitava e sofria lesões pelas mãos de uma entidade invisível. Depois de um grupo de padres católicos falhar em exorcizá-lo, o caso foi abraçado por Ed e Lorraine Warren, uma dupla de demonologistas que já havia enfrentado inúmeras situações parecidas e haviam se tornado mundialmente famosos.
Em entrevista repercutida pelo ComicBookMovie, a atriz falou com carinho sobre a experiência: “Eu realmente amei fazer Homem-Aranha. Amei todo mundo com quem trabalhei. Conheci o Andrew [Garfield] lá. Conheci a Sally Field. Marc Webb foi maravilhoso. Foi uma época muito especial na minha vida. Esse é um tema recorrente: as pessoas, mais do que o filme em si, é o que fica comigo por tanto tempo. Só tenho boas lembranças dessa experiência”.
Apesar do carinho, Emma também destacou a parte mais difícil das produções: as longas e exaustivas turnês de divulgação.
“Posso dizer que as turnês de imprensa desses filmes… eu não sei como as pessoas conseguem”, revelou. “Lembro que foram nove países em duas semanas. Você funciona em um estado de jet lag que nunca conheceu antes. Me senti completamente psicótica o tempo inteiro. Meio morta”.
Vale lembrar que, nos planos originais da Sony, Gwen Stacy retornaria em O Espetacular Homem-Aranha 3, mesmo após sua morte no segundo filme.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de outubro.
A produção é um remake da comédia de ficção científica sul-coreana ‘Save the Green Planet‘. Na nova versão, dois amigos obcecados por teorias da conspiração sequestram a CEO de uma poderosa corporação, acreditando que ela seja uma alienígena prestes a destruir a Terra.
‘Vingadores: Guerras Secretas’ marcará o fim da fase atual do MCU, e Kevin Feige já revelou que a próxima fase será focada nos icônicos X-Men. Agora, novos rumores começaram a circular, destacando como a nova realidade vai combinar diversos elementos da Terra-616.
Segundo o ComicBookMovie, os rumores explicam que durante Guerras Secretas teremos uma icônica guerra multiversal e, após o conflito, um novo universo surgirá, combinando diferentes realidades que já visitamos (e ainda vamos visitar) para recriar a Terra-616 como ela era “originalmente”.
A reportagem destaca que esses planos são antigos, remontando à época em que Vingadores 5 ainda se chamava ‘A Dinastia Kang’. Um dos grandes mistérios era como a Terra que vimos nos filmes e séries não era a Terra-616, mas sim uma versão criada por Ele Que Permanece, que removeu muitos heróis do que era ORIGINALMENTE a Terra-616. Essa versão teria sido chamada de Terra Prime.
“É por isso que o Doutor Estranho se lembra vagamente do Quarteto Fantástico como uma ‘banda’ que fez sucesso nos anos 60, em vez de serem astronautas mundialmente renomados que ganharam poderes após uma exploração espacial”, explica o texto, “ou por que Erik Lehnsherr nunca se tornou Magneto, ou por que Charles Xavier era apenas um professor universitário”.
“O reset esperado em Vingadores: Guerras Secretas alteraria essa linha do tempo e traria uma Terra que sempre foi destinada a estar repleta de Vingadores, X-Men e Quarteto Fantástico. Basicamente, estaríamos no meio de uma linha do tempo onde todos no mundo pensam que isso sempre foi assim desde o início dos tempos”, conclui.
Importante destacar que as informações ainda não foram confirmadas oficialmente e devem ser tratadas como rumores.
‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.
A atrizAmy Madigan, que dá vida à misteriosa Tia Gladys em ‘A Hora do Mal’, falou recentemente sobre os rumores de um prequel focado na icônica personagem, que abordaria sua origem.
Durante uma entrevista à Entertainment Weekly, Madigan comparou a situação à leitura daqueles textos pedindo sua indicação ao Oscar:
“Não é que eu descarte a ideia, mas neste ramo, nada é real até que seja real. Eu simplesmente me diverti muito trabalhando com o Zach [Cregger] e estando dentro da mente dele. Esse é realmente o presente de como o filme ficou. As outras coisas envolvem todo tipo de conversa à qual eu nunca teria acesso e questões de negócios. Mas, sabe, eu amo a Gladys, então vou deixar por isso mesmo”, afirmou.
A atriz também celebrou o sucesso da personagem, afirmando que espera que os fãs compartilhem fotos online para que ela possa ver quão fielmente recriaram seu visual:
“As pessoas mais vale garantirem essas perucas vermelhas agora. Eu sei que todos querem aqueles óculos. Eu sei que querem”, concluiu.
Segundo o The Hollywood Reporter, a Warner Bros. e a New Line estão em conversas com Cregger para desenvolver uma história de origem de Tia Gladys.
Originalmente, o roteiro de ‘A Hora do Mal’ contava com um capítulo dedicado ao passado de Gladys, mas o trecho acabou cortado por questões de ritmo. Agora, com o longa dominando as bilheterias, a ideia é transformar esse material em um filme completo.
Ainda não há acordos firmados nem cronograma para o prequel, especialmente porque Cregger está em pré-produção de seu ambicioso reboot de ‘Resident Evil’ para a Sony, previsto para setembro de 2026.
Se o projeto for confirmado, será mais um capítulo na parceria entre Cregger e a Warner, que apostou alto em ‘A Hora do Mal’ após receber o roteiro em janeiro de 2023, fechando o contrato poucas horas após ler o material.
A trama está sendo descrita como “uma história épica de terror centrado em bruxaria e crianças desaparecidas, com uma vibe similar que ‘Magnólia‘, filme aclamado de 1999, dirigido por Paul Thomas Anderson“.
Josh Brolin (‘Sicario: Terra de Ninguém’) estrelará a produção – substituindo o ator Pedro Pascal (‘The Last of Us’), que teve que abandonar o projeto por causa de conflitos em sua agenda.
O elenco ainda conta com Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’), Alden Ehrenreich (‘O Urso do Pó Branco’), Julia Garner (‘Inventando Anna’), Benedict Wong (‘Doutor Estranho’), Amy Madigan (‘Espíritos Obscuros’), Austin Abrams (‘Euphoria’) eCary Christopher(‘Days of Our Lives’).
Madonna, alcunhada merecidamente como a rainha do pop, completa 67 anos no dia de hoje, 16 de agosto.
Falar de seu legado é cair na redundância, visto que, desde sua estreia no mundo da música, ainda em 1983, pavimentou o caminho para diversas estrelas da música da contemporaneidade – incluindo Lady Gaga, Britney Spears, Beyoncé, Rihanna e tantas outras. Quebrando tabus acerca de sexo e coletando inúmeros recordes ao longo de sua carreira, que permanece na ativa, conhecer Madonna é conhecer uma parte importante da história do entretenimento.
No dia de hoje, 16 de agosto, a artista completa 67 anos e, para celebrar seu aniversário, preparamos uma breve lista com dez músicas pouco conhecidas de sua discografia.
Confira:
“DRESS YOU UP”
Álbum: Like a Virgin
“Dress You Up” foi lançado como o single final de ‘Like a Virgin’ e traz inúmeros elementos que se fundem numa coesa redição: coro, guitarras e vocais divertidos – sso sem mencionar a parceria infalível com o icônico Nile Rodgers. A letra, por sua vez, é uma metáfora inteligente para luxúria e fashion, comparando o ato de se vestir com paixão.
“YOU’LL SEE”
Álbum: Something to Remember
“You’ll See” fez parte do grande compilado de baladas de Madonna, com o intuito de atenuar a imagem da artista que vinha constantemente sofrendo ataques e críticas injustificáveis. Funcionando como uma construção acústica pop, a canção traz instrumentais que variam da percussão ao violão e ao piano.
É um fato dizer que ‘Ray of Light’ serviria de base a todas as outras investidas da performer, incluindo ‘Music’ e o recente ‘Madame X’. Madonna, como nenhuma outra artista de sua época, baseava-se bastante em sua história para permanecer viva na cultura mainstream e nunca deixava de mencionar a si mesma em cada construção. Versada numa poesia única que reflete a grandiosidade de peças como a evocativa “Shanti/Ashtangi”, que revela os riscos tomados pela artista ao permitir incursões asiáticas em seu projeto, como a kabbala e o arab pop.
O auge artístico de ‘Bedtime Stories’, um dos álbuns mais populares de Madonna, vem acompanhado da icônica presença de Björk: a excêntrica artista islandesa, conhecida por seu estilo irreverente, acompanha Madonna em “Bedtime Story”. Sua progressão afasta-se da dominação do R&B noventista dos Estados Unidos e abre portas para os sintetizadores abafados do dub inglês, para os versos sem métrica e para o nirvana experimental.
Inspirada pelo grupo francês Stardust, “Get Together” pode ter caído no esquecimento, mas certamente merece nossa atenção. A amálgama perfeita entre trance, techno e dance serve de base para uma narrativa prática, ainda que formulaica, para o pop : a possibilidade de encontrar amor nas pistas de dança.
Pegando elementos já explorados em ‘Music’ e em ‘Hard Candy’ (neste, com especificidade marcante em “Miles Away”), Madonna abraçou a melodia inestimável do violão para “Devil Pray”, uma diabólica, blasfema e irretocável rendição que premeditaria as inflexões ainda mais chocantes de ‘Madame X’. A faixa, apesar de pincelada com o piano e os sintetizadores dos anos 2010, promove uma viagem de volta aos anos 1960, remodelando a memorável “House of the Rising Sun” às modernizações experimentais da atualidade.
Ao longo de uma belíssima e subestimada jornada eternizada por ‘Rebel Heart’, Madonna mostra-se extremamente sagaz ao criar retratos íntimos de sua própria carreira, seja na forma de construções recuadas e movidas pelo classicismo do piano, como a poética e marchante “HeartBreakCity” (que viria a influenciar Mark Ronson anos mais tarde). Talvez como nunca, a cantora e compositora se mostra disposta a falar do lado mais obscuro do sucesso e da solidão, resumidos pela pungente estrofe “você conseguiu o que quis, um pouco de fama e fortuna, e eu não sou mais útil”.
Por incrível que pareça, a faixa-título do álbum foi acrescentada apenas à sua versão deluxe e descartada como um dos singles principais – um erro incorrigível da rainha do pop. Relacionando-se com a própria história de Madonna, a mensagem altiva da canção é incorporado ao teor acústico de sua produção aplaudível.
Provavelmente tendo passado longe do radar, “I Rise” é uma nostálgica performance de Madonna para ‘Madame X’ e uma das únicas inflexões que realmente se encaixam no comodismo do pop. Construindo-se através do mid tempo, os versos delineiam mais uma crítica da cantora para a violência e o porte de armas dos Estados Unidos, além de usar o poderoso discurso da ativista Emma González para guiá-los.
A artista volta a nos surpreender nos momentos mais inimagináveis com o recente ‘Madame X’, e sem sombra de dúvida se afastando por completo de sua zona de conforto: nesse tocante, “Crave”, seu mergulho no trap ao lado de Swae Lee é uma peça animalesca, primitiva, que, como a própria lead repete várias vezes, fala “sem medo” sobre os nossos anseios – isso sem perder sua originalidade e uma sutil sedução.
A atriz culpou o decepcionante desempenho do longa nos cinemas por conta do movimento “anti-Israel” em Hollywood em meio ao conflito contra a Palestina.
Sabe, isso acontece muito em várias indústrias, incluindo Hollywood. Há uma pressão muito grande para as celebridades se pronunciarem contra Israel. Isso aconteceu.”
Ela continua, “Eu sempre tento explicar e dar contexto sobre o que está acontecendo aqui. Eu sempre faço isso. Mas, no final das contas, as pessoas tomam suas próprias decisões. Fiquei decepcionada pelo filme ter sido profundamente afetado por tudo isso e não tenha se saído bem nas bilheterias. Essas coisas acontecem. Você vence algumas vezes, e perde outras.”
Com apenas US$ 205.6 milhões arrecadados nas bilheterias mundiais – e ter rendido um prejuízo milionário para a Disney –, o live-action de ‘Branca de Neve‘ amargou 38% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
Em entrevista ao ScreenRant, Mylchreest brincou que seria perfeito para o papel e comentou: “Quando perceberam que não poderiam me ter, cancelaram o projeto”.
Ele explicou: “Minha audição não foi muito boa. Depois me disseram que queriam alguém com experiência em canto. Eu nasci para interpretar ele. Acho que perceberam, disseram ‘não, não queremos você’, e então, quando viram que não poderiam me ter, cancelaram o projeto”.
Lançado em 2010, ‘Enrolados’ tornou-se um grande sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 591,7 milhões mundialmente.
Em entrevista ao People, Jesse Metcalfe (‘Todas Contra John’) revelou ter ficado completamente alheio aos dramas, polêmicas e brigas nos conturbados bastidores da série ‘Desperate Housewives‘.
O ator, que estava passando por dificuldades na época, só estava feliz por ter conseguido um emprego regular como ator.
“Eu só estava feliz por ter um emprego. Naquela época, durante a seleção de novos pilotos de séries, eu não tinha sido contratado para nada. Então, eu testei para ‘Desperate Housewives’, para um papel que teve que ser reescalado, e consegui o trabalho.”
Ele completa, “Eu estava apenas contente por estar lá. Tudo estava vindo em minha direção e eu estava apenas curtindo. De fato, há muitas histórias sobre brigas entre as protagonistas nos bastidores da série. E eu não sabia de nada disso. Eu só estava animado por estar na série e estava aproveitando cada momento.”
Vale lembrar que um reboot de ‘Desperate Housewives‘ está oficialmente em desenvolvimento.
Descrita como “uma comédia sombria, misteriosa, divertida e sexy”, a nova versão será intitulada ‘Wisteria Lane‘.
Na trama…
“Um grupo de cinco amigas muito diferentes, e, às vezes, até inimigas, vivem em uma rua sem saída pitoresca chamada Wisteria Lane. Aparentemente, todos os vizinhos de Wisteria vivem um sonho: casas lindas, famílias maravilhosas, carros brilhantes na garagem. Mas, por trás daquelas cercas brancas e postagens sorridentes no Instagram, todos guardam segredos.”
Natalie Chaidez (‘The Flight Attendant’) será responsável pelo roteiro.
Kerry Washington (‘Scandal’) servirá como produtora ao lado da 20th Television e Onyx Collective, mas ainda não foi confirmado se ela estrelará o projeto.
O reboot será lançado pelo Hulu, que já anunciou o desenvolvimento de outros dois reboots de séries clássicas: ‘Buffy: A Caça Vampiros‘ e ‘Prison Break: Em Busca da Verdade‘.
Além de estrelar, roteirizar e produzir a aclamada série médica ‘The Pitt‘, Noah Wyle também irá comandar um episódio da 2ª temporada da produção.
O Variety afirma que o artista irá dirigir o sexto episódio do próximo ciclo.
“Nós acabamos de finalizar o quinto episódio. Vamos começar a gravar o sexto capítulo na terça-feira. Eu me sinto preparado, e é exatamente que você precisa se sentir [para assumir como diretor]. Essa tem sido uma experiência muito incrível para mim,”declarou Wyle.
Anteriormente, o produtor executivo John Wells havia confirmado que os novos episódios irão explorar as consequências diretas dos cortes no Medicaid incluídos no recente projeto de lei sancionado pelo ex-presidente Donald Trump: “Você não precisa tomar uma posição política para discutir o impacto real dessas mudanças. Elas terão consequências imediatas nos prontos-socorros, e isso é consenso entre diferentes espectros políticos.”
Além dos cortes no Medicaid, a nova temporada vai abordar questões como tratamento desigual de pacientes negros, imigrantes e famílias indocumentadas, agravadas por recentes operações do ICE.
Assim como na primeira temporada, os novos episódios retratarão um único turno de 15 horas, acompanhando médicos e equipe em tempo real. A estreia está prevista para janeiro de 2026.
Renovada em fevereiro, ‘The Pitt‘ é hoje o título mais assistido globalmente na HBO Max, segundo a Warner Bros. Television. As filmagens da segunda temporada começaram em junho.
Lembrando que a temporada de estreia se tornou uma das mais elogiadas dos últimos meses e conquistou 13 indicações ao Emmy Awards 2025, incluindo Melhor Série de Drama.
Lembrando que a 2ª temporada tem estreia prevista para janeiro de 2026 e contará com Charles Baker (‘Breaking Bad’), Irene Choi (‘Insaciável’), Laëtitia Hollard (‘Trauma’) e Lucas Iverson (do circuito teatral norte-americano).
Criada por R. Scott Gemmill (ER) e produzida por John Wells (‘Shameless‘, ‘The West Wing‘), ‘The Pitt‘ é uma série médica de formato quase em tempo real, ambientada no fictício Pittsburgh Trauma Medical Center. A narrativa acompanha médicos e enfermeiros lidando com emergências em meio a um sistema de saúde sobrecarregado e à beira do colapso — uma proposta elogiada pela autenticidade e intensidade dramática.
Aclamada em sua estreia, a série venceu prêmios no Gotham TV Awards e está cotada para diversas indicações ao Emmy. Os novos episódios — agora ambientados durante o feriado de 4 de julho — prometem ainda um salto temporal, mudanças hierárquicas no hospital e a chegada desses novos rostos para mexer na dinâmica já estabelecida.