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Sophie Turner defende cena polêmica de ‘Game of Thrones’: “Estávamos fazendo justiça às mulheres”

Sophie Turner, conhecida mundialmente por interpretar Sansa Stark em Game of Thrones, falou recentemente sobre a cena mais polêmica da série, o momento em que sua personagem é violentada pelo sádico Ramsay Bolton (Iwan Rheon).

Segundo o ComicBook, Turner afirmou que, apesar de compreender as reações negativas, ainda considera a cena relevante:

“Eu realmente sentia, e ainda sinto, que Game of Thrones lançou luz sobre temas que muitas pessoas consideram tabu, com aquele pensamento de ‘Meu Deus, isso não pode ser mostrado’. Eu entendo, pode ser algo difícil de assistir. Compreendo totalmente esse ponto de vista”, disse a atriz.

“Mas também senti que estávamos fazendo justiça às mulheres e à luta que elas enfrentam há centenas de milhares de anos: contra o patriarcado, contra a objetificação e a violência sexual. Eu não conheço uma única mulher que não tenha passado por alguma forma disso”, completou.

Turner ainda destacou que o tema segue cercado por desinformação, justamente por não ser discutido com a frequência e a seriedade necessárias:

Ela também refletiu sobre como a série seria recebida nos dias de hoje:

“Se Game of Thrones fosse lançada hoje, com certeza teríamos avisos de gatilho. Mas me orgulho de ter participado de uma produção que não teve medo de retratar as atrocidades cometidas contra mulheres naquele período. Me orgulho de ter feito parte dessa conversa”, destacou.

Além disso, a atriz revelou que pretende seguir se desafiando em seus futuros projetos — especialmente aqueles com abordagens sociais ousadas: “Gosto de fazer coisas que façam o público refletir, que inspirem mudança ou ação. Quero trabalhar em histórias mais inusitadas, projetos no estilo A24, bem únicos e de nicho”.

Vale lembrar que, em breve, a HBO lançaráA Knight of the Seven Kingdoms, outro spin-off deGame of Thrones.

o cavaleiro dos sete reinos 02 (1)
o cavaleiro dos sete reinos 02 (1)

A primeira temporada terá seis episódios e será baseada em ‘The Hedge Knight‘ (O Cavaleiro dos Sete Reinos, no Brasil), primeira das três obras. Segundo o próprio George R.R. Martin, que deu seu aval ao projeto, trata-se de uma narrativa mais íntima e focada — algo confirmado também por Francesca Orsi, chefe de séries dramáticas da HBO.

“Vocês vão se impressionar com Peter Claffey e Dexter Sol Ansell como Dunk e Egg, os dois protagonistas”, afirmou Orsi em entrevista anterior ao Deadline. “Já estamos pensando em como estruturar a história em três temporadas. Ainda não oficializamos, mas tudo indica que teremos um arco completo”.

A série promete um tom distinto dos outros títulos do universo criado por Martin, como ‘A Casa do Dragão‘ (House of the Dragon), apostando menos em batalhas épicas e mais no vínculo entre os personagens centrais: Ser Duncan, o Alto (Dunk), um cavaleiro errante de grande coração e pouca sofisticação, e seu escudeiro Egg — futuro rei Aegon V Targaryen.

Com o adiamento, ‘A Knight of the Seven Kingdoms‘ se junta a uma lista de lançamentos aguardados da HBO para 2026, consolidando a aposta do estúdio em expandir com cuidado o universo de ‘Game of Thrones‘ e garantir longevidade ao seu catálogo de fantasia épica.

Confira a sinopse:

“Um século antes dos eventos de ‘Game of Thrones, dois improváveis heróis vagaram por Westeros: um cavaleiro jovem e ingênuo, mas corajoso, Sor Duncan, o Alto, e seu escudeiro baixinho, Egg. Em uma época em que a linhagem Targaryen ainda detinha o Trono de Ferro e a memória do último dragão ainda não havia se extinguido, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses improváveis e incomparáveis amigos.”

Martin e Ira Parker serão responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtores executivos do derivado.

Confira o trailer SINISTRO da série de suspense baseada nos crimes REAIS do serial killer John Wayne Gacy

O Peacock divulgou o trailer completo da minissérie ‘Devil in Disguise: John Wayne Gacy‘, baseada nos assassinatos reais do infame serial killer titular.

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A produção estreará oficialmente no dia 16 de outubro.

De 1972 a 1978, trinta e três jovens foram sequestrados, assassinados e enterrados em um porão sob a casa de seu assassino. E ninguém percebeu. Não por todos esses anos. Por quê? Ele era charmoso e engraçado. Tinha um bom emprego, típico dos americanos. Era um líder comunitário. Ele até se ofereceu para entreter crianças doentes… enquanto estava vestido de palhaço. A trama descasca as camadas distorcidas da vida de Gacy enquanto tece histórias comoventes de suas vítimas; explorando a dor, a culpa e o trauma de suas famílias e amigos; e expondo as falhas sistêmicas, oportunidades perdidas e preconceitos sociais que alimentaram seu reinado de terror.

John Wayne Gacy foi sentenciado à pena de morte no dia 13 de março de 1980. Ele foi executado por injeção letal em 10 de maio de 1994.

Patrick Macmanus (‘Dr. Morte’) é responsável pela série.

O elenco conta com Michael ChernusGabriel Luna, James Badge DaleMichael AngaranoChris Sullivan e Marin Ireland.

‘Caught Stealing’: Diretor explica escolha de Austin Butler para protagonizar o longa

O cineasta Darren Aronofsky, conhecido por filmes como ‘Cisne Negro’ e ‘A Baleia’, explicou recentemente sua decisão de escalar Austin Butler como protagonista deCaught Stealing, novo longa em tom de comédia criminal ambientado na Nova York dos anos 1990.

Conforme divulgado pela Variety, Aronofsky destacou que Butler foi sua escolha principal por sua entrega intensa e fiel ao personagem:

“Austin vai muito fundo. Muitas vezes eu pedia que ele diminuísse um pouco o ritmo e relaxasse um pouco, porque eu queria uma folga”, disse o diretor.

Para Aronofsky, a figura de Hank, vivido por Butler, é essencialmente heroica, sem exageros: “Queria fazer um filme sobre alguém com quem as pessoas pudessem se identificar. Hank é um cara muito bom, que não machuca ninguém. Ele é só um garoto de cidade pequena perdido numa cidade grande engrossando o caldo do caos ao seu redor. É bom ter um herói que não usa capa e é humano”.

Do ponto de vista de Austin Butler, parte do desafio era evitar julgamentos morais precipitados ao interpretar Hank: “Às vezes eu pensava: ‘Queria gostar mais do Hank’. Queria que ele optasse por decisões melhores. Sentia que começava a agir julgado pelo personagem, e isso é perigoso. Por isso precisei me afastar desse olhar crítico. Então, encontrei o coração bom dele”.

Aronofsky também comentou sobre a ambientação nostálgica do filme: “Há muita falta de comunicação envolvida na história. E isso é difícil se considerando que vivemos numa era em que todo mundo está online e conectado o tempo todo”.

Para ele, revisitar os anos 1990 tem seu apelo: “Havia algo muito divertido naquela década. A música era incrível, a União Soviética havia desmoronado e tudo o que as pessoas temiam era o bug do milênio. A maior controvérsia foi o escândalo extraconjugal de um presidente. Espero que o público goste de revisitar isso, secretárias eletrônicas, telefones públicos…”.

Confira:

O longa será lançado no circuito norte-americano no dia 29 de agosto, data que anteriormente havia sido dada a ‘Sobrenatural 6’.

Além de Butler, o elenco conta com D’Pharaoh Woon-A-Tai, Vincent D’Onofrio, Zoë Kravitz, Regina King, Matt Smith, Liev Schreiber, Will Brill, Bad BunnyGriffin Dunne.

 O longa é baseado no livro homônimo de Charlie Huston, que também assinará o roteiro da adaptação.

Na trama…

“Hank Thompson é um ex-jogador de beisebol esgotado, que involuntariamente se envolve em uma luta selvagem pela sobrevivência no submundo do crime no centro da cidade de Nova York dos anos 90.”

Sony Pictures é o estúdio por trás do projeto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Modern Family’: Jesse Tyler Ferguson desabafa sobre pressão no papel; “Era impossível agradar a todos”

O ator Jesse Tyler Ferguson relembrou recentemente seu papel como Mitchell Pritchett em Modern Family, revelando como está, finalmente, deixando para trás a pressão de interpretar um personagem queer em uma das séries de maior sucesso da TV.

Segundo o Deadline, o astro contou que “sentia uma responsabilidade” com a comunidade LGBTQ+ de representar com autenticidade e respeito o advogado gay da série da ABC.

“Eu estava na linha de frente da luta pela igualdade no casamento, e me sentia muito sortudo por fazer parte de um marco da cultura pop que também abordava essa questão”, disse Ferguson.

O ator ainda explicou os desafios por trás do papel: “Foi complicado, porque eu precisava ignorar a pressão de parte da comunidade que queria que eu fizesse tudo da forma mais cuidadosa possível. Mas, ao mesmo tempo, eu queria trazer nuance, profundidade e emoção ao personagem. Eu sentia que era impossível agradar a todos”.

Com o tempo, ele disse ter encontrado outra perspectiva como ator: “Hoje, me sinto mais atraído por personagens com falhas, mais bagunçados, e isso é o que os torna interessantes. E, sinceramente, é isso que prende a atenção do público”.

Ferguson também relembrou que o papel de Mitchell o ajudou a lidar com situações difíceis fora das telas: “A série me deu uma certa proteção por interpretar um personagem que o público amava, até mesmo diante de fãs homofóbicos”.

Modern Family’ está disponível no catálogo do Disney+.

Gavin Casalegno comenta ataques por papel em ‘O Verão Que Mudou Minha Vida’: “Não sou eu”

O ator Gavin Casalegno, que dá vida a Jeremiah na série O Verão Que Mudou Minha Vida, desabafou recentemente sobre os ataques que vem recebendo nas redes sociais por conta do seu personagem.

Segundo o Deadline, o ator explicou que a hostilidade vem não só de fãs da série, mas também de perfis de marcas que publicamente se declaram como parte do “Time Conrad”.

“As pessoas tendem a não gostar dele, sim. Eu nem entro mais no Instagram, então realmente não vejo tanto ódio”, disse Casalegno. “A única coisa que vejo são os memes que minha irmã me manda, e que são bem engraçados. Acho importante lembrar que essa é uma história fictícia, e que também não sou eu”.

O ator também refletiu sobre o impacto emocional desse tipo de rejeição: “Não acho que exista uma pessoa no mundo capaz de suportar tanta negatividade emocional. E é por isso que a Amazon fez bem em intervir e dizer: ‘Ei, sem bullying’. Embora isso ainda não esteja funcionando tão bem”.

Vale lembrar que, antes da estreia da 3ª temporada, a conta oficial da série publicou um vídeo de utilidade pública (PSA) pedindo que as discussões sobre a trama fossem mantidas com respeito, reforçando uma política de tolerância zero a discursos de ódio, bullying e ataques ao elenco.

Mesmo com esse apelo, Casalegno revelou que já foi abordado por pessoas pessoalmente apenas para dizer que odeiam seu personagem:

“É até engraçado”, contou, com bom humor.

Na nova temporada, Belly conclui o terceiro ano da faculdade e volta ansiosa para mais um verão em Cousins Beach ao lado de Jeremiah, com quem vive um relacionamento aparentemente estável. Mas a tranquilidade logo é abalada quando Conrad, seu primeiro amor, retorna inesperadamente, forçando-a a confrontar velhos sentimentos e a tomar decisões que podem mudar tudo. Em meio à transição para a vida adulta, ela terá que encarar a pergunta que assombra os fãs desde o início: qual dos irmãos realmente tem seu coração?

O elenco conta com Lola Tung, Christopher Briney, Gavin CasalegnoRachel Blanchard e Jackie Chung.

Isabella Briggs e Kristen Connolly farão parte do ciclo de encerramento, enquanto Sofia Bryant, Lily Donoghue, Zoé de Grand’Maison, Emma Ishta e Tanner Zagarino se juntam ao time em participações recorrentes.

‘O Verão que Mudou a Minha Vida’ foi lançado originalmente em 2009. Seu sucesso rendeu nada menos que duas sequências: Sem Você Não é Verão, publicada em 2010; e Sempre Teremos o Verão, de 2011.

Mark Wahlberg planeja roubo PERIGOSO no trailer de ‘Jogo Sujo’, novo thriller da Prime Video

O Prime Video divulgou o trailer dublado de ‘Jogo Sujo‘ (Play Dirty), thriller de ação estrelado por Mark Wahlberg (‘Uncharted: Fora do Mapa’).

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O longa será lançado no serviço de streaming no dia 1º de outubro.

Após ter sido traído e deixado para morrer, Parker, um ladrão profissional, percebe que sua busca por vingança também pode trazer a maior oportunidade de sua carreira. Porém, até mesmo com a ajuda do seu parceiro, o artista trapaceiro Grofield, ele ainda precisará enganar um ditador da América do Sul, a máfia de Nova York e o mundo mais rico do mundo para se manter vivo.

O elenco ainda conta com LaKeith Stanfield, Rosa Salazar, Keegan-Michael Key, Chukwudi Iwuji, Nat Wolff, Thomas Jane e Tony Shalhoub.

Shane Black (‘O Predador’) será responsável pela direção.

O longa é baseado na saga literária de Donald E. Westlake, lançada sob o pseudônimo de Richard Stark.

Charles Mondry e Anthony Bagarozzi assinam o roteiro da adaptação ao lado de Black.

Jessica Chastain investiga ataques terroristas no trailer de ‘A Especialista’, nova série de SUSPENSE da Apple TV+

Apple TV+ divulgou o primeiro trailer de ‘A Especialista‘ (The Savant), nova minissérie de suspense estrelada pela vencedora do Oscar Jessica Chastain (‘Os Olhos de Tammy Faye’).

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A produção será lançada no serviço de streaming no dia 26 de setembro.

A série foi criada e escrita por Melissa James Gibson.

A trama acompanha uma investigadora disfarçada conhecida como A Especialista (Chastain), que se infiltra em grupos de ódio nas redes sociais para deter extremistas domésticos antes que eles ajam.

Contando com oito episódios, a minissérie é inspirada por uma história real que foi publicada pela revista Cosmopolitan em 2019, por Andrea Stanley.

Nnamdi AsomughaCole DomanJordana SpiroTrinity Lee ShirleyToussaint François BattistePablo SchreiberJames Badge Dale também integram o elenco.

‘Coração de Lutador’: Dwayne Johnson ficou três horas na maquiagem para viver lutador em cinebiografia da A24

O astro Dwayne Johnson, mais conhecido como The Rock, compartilhou recentemente detalhes sobre seu processo de transformação física e uso de maquiagem para interpretar o lutador Mark Kerr em ‘Coração de Lutador’ (The Smashing Machine), novo longa-metragem da A24.

Segundo a Variety, Johnson revelou que passava “três a quatro horas” diárias na cadeira de maquiagem durante as filmagens, utilizando até 14 próteses diferentes para compor o visual do personagem.

“Foi algo muito real. Eu não sentia isso havia muito, muito, muito tempo, aquele medo genuíno, pensando: ‘Não sei se consigo fazer isso. Será que sou capaz?'”, contou Johnson.
“Percebi que talvez essas oportunidades não estivessem vindo até mim porque eu estava com medo de explorá-las. Eu estava faminto por algo cru, intenso, que me obrigasse a me despir emocionalmente. E então, Coração de Lutador apareceu”.

Sobre a transformação física, Johnson explicou: “Sentava em frente ao espelho por três ou quatro horas e via tudo se transformar. Eram 13 ou 14 próteses, discretas, mas muito impactantes. Quando eu chegava ao set, já era o Mark Kerr. Sentia isso na forma como ele andava, falava, e até via o mundo. Se eu e Emily não fôssemos tão próximos, talvez não conseguíssemos chegar aos lugares emocionais que chegamos. Essa confiança nos permitiu vulnerabilidade, e isso nos deu liberdade para explorar tudo”.

Emily Blunt descreveu a performance de Johnson como uma “imersão sem esforço”, afirmando que desde o primeiro dia de filmagem ele parecia ter deixado The Rock para trás.

“Foi quase assustador. Desde o começo, ele já não estava mais ali. Ele absorveu e testemunhou tanto da história de Mark que foi emocionante ver alguém abandonar completamente a imagem que o consagrou e se despedaçar por um papel”, acrescentou.

Johnson finalizou refletindo sobre o processo: “Você precisa estar disposto a acessar tudo o que já viveu, e isso era algo que eu nunca tinha explorado, nem em cena, nem fora dela.
Não sou muito de terapia, embora apoie qualquer método que funcione para a pessoa. Achei esse processo assustador, mas também profundamente nutritivo e libertador. Eu me abri completamente”.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de outubro.

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O filme, que é um original da A24, mergulha na trajetória física e emocional de Kerr. No auge da fama e consagrado como um dos maiores nomes do esporte nos anos 1990 e 2000, o atleta enfrentava batalhas pessoais intensas fora do octógono.

Kerr foi duas vezes campeão do Torneio de Pesos Pesados do UFC e vencedor do Campeonato Mundial de Vale Tudo. Ao longo de sua carreira, ele conquistou mais de duas dúzias de títulos de MMA.

O longa é dirigido por Benny Safdie (‘Bom Comportamento’). Emily Blunt (‘Oppenheimer’) co-estrela o filme como Dawn Staples, esposa de Kerr.

O roteiro é assinado por Safdie, em parceria com o próprio Mark Kerr.

Channing Tatum vive ladrão carismático no trailer LEGENDADO de ‘O Bom Bandido’, filme baseado em história REAL

Diamond Films divulgou o trailer legendado de ‘O Bom Bandido‘ (Roofman), drama criminal estrelado por Channing Tatum (‘Pisque Duas Vezes’).

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de outubro.

Derek Cianfrance (‘Namorados Para Sempre’) é responsável pela direção.

Baseada na história real de Jeffrey Manchester, a trama acompanha um pai em dificuldades que se dedica a roubar restaurantes McDonald’s abrindo buracos nos telhados, o que lhe rendeu o apelido de ‘Roofman’ (Homem do Telhado). Após escapar da prisão, ele vive secretamente dentro de uma loja de brinquedos por seis meses, sobrevivendo sem ser notado enquanto planeja seu próximo passo. Mas quando se apaixona por Leigh, uma mãe divorciada atraída por seu charme inegável, sua vida dupla começa a se desfazer, desencadeando um jogo de gato e rato envolvente e cheio de suspense, à medida que seu passado se aproxima.

O elenco ainda conta com Kirsten DunstPeter Dinklage, Juno Temple, LaKeith Stanfield e Ben Mendelsohn.

10 séries que valem cada segundo!

É tão bom quando encontramos em nossas pesquisas séries que realmente prendem a atenção! E o melhor disso tudo é que alguns projetos são atemporais, percebemos reflexões sociais importantes que se encaixam até nos dias atuais. Pensando em algumas séries que conseguem prender a nossa atenção – e só queremos saber do próximo episódio -, segue abaixo uma lista poderosa para você conferir:

 

Pssica (Netflix)

Tudo começa quando Janalice (Domithila Cattete), após uma situação que leva seus pais a deixá-la na casa da tia (Fátima Macedo), em Belém, é sequestrada por um grupo criminoso ligado ao tráfico de mulheres. Paralelamente, conhecemos outros personagens: um ex-policial em busca da afilhada; Preá (Lucas Galvino), um bandido que se apaixona e vê sua bolha ligada à crimes desmoronar; e Mariangel (Marleyda Soto), uma ex-militar colombiana que vê sua família despedaçar e parte em busca de vingança. Ao longo da trama, esses caminhos se cruzam, nos conduzindo a um desfecho imprevisível.

 

O Repórter do Poder (Globoplay)

Com um contexto repleto de fatos históricos do cenário político brasileiro, ao longo de quatro episódios, vamos conhecendo recortes da vida e do trabalho de um jornalista que marcou seu nome na história, Jorge Bastos Moreno.

 

Vale o Escrito – A Guerra do Jogo do Bicho (Globoplay)

Uma impactante série documental, de tremendo sucesso, que mostra toda a história do jogo do bicho no Rio de Janeiro, do seu início até os tempos atuais.

 

The Killing (Disney Plus)

Remake do seriado dinamarquês Forbrydelsen, The Killing acompanha as investigações de um misterioso caso que mudam para sempre a rotina de dois detetives. Protagonizada por Mireille Enos e Joel Kinnaman.

 

Seus Amigos e Vizinhos (Apple Tv Plus)

Nessa hilária série, também cheia de camadas de crises existenciais, acompanhamos um homem bem sucedido que passa a viver um verdadeiro inferno astral ao pegar a esposa o traindo, e tempos depois ser demitido. Sem direção do que fazer, resolve roubar seus amigos e vizinhos ricos para não quebrar.

 

Daisy Jones & the Six (Prime Video)

Na trama, conhecemos os integrantes da Daisy Jones & the Six um ex-famoso grupo musical que vendeu milhões de cópias mas ficou marcado também por um último show feito no final da década de 70 em Chicago. Anos depois, os integrantes se reúnem por meio de depoimentos isolados para contar o que houve naquele dia e as razões da banda nunca mais se reunir novamente. Assim, por flashbacks, acompanhamos um pouco sobre a criação da banda e tudo de importante que houve no tempo que faziam sua primeira e única turnê pelos Estados Unidos, com uma lupa maior para os líderes da banda Billy Dunne (Sam Claflin) e Daisy Jones (Riley Keough), duas almas em conflitos permanentes que vão desde o forte interesse amoroso que possuem um pelo outro até os caminhos quase sem volta de vícios.

 

O Falso Sheik (Prime Video)

Reflexões sobre as linhas tênues entre jornalismo e crime. Na década 1990, tablóides sensacionalistas dominam as rodas de conversa de uma sociedade sedenta pela informação e ainda longe dos avanços das redes sociais que se tornaram uma certeza nos tempos atuais. Nesse período, no Reino Unido, um introspectivo e reservado repórter buscava seu espaço Ilustrando situações e transformando em interesse público, inclusive se passando por um falso sheik. Série documental de três episódios disponível na Prime Video, O Falso Sheik busca a reflexão ampla sobre o jornalismo e seus limites dentro da defesa de muitos do que seria liberdade de expressão.

 

Voo 370 – O Avião que Desapareceu (Netflix)

Como é possível com a tecnologia de hoje um avião desaparecer e não ser mais encontrado? Tentando encontrar respostas para algumas perguntas que geram inúmeras interpretações, chegou nesse início de 2023 na Netflix a minissérie documental Voo 370 – O Avião que Desapareceu, dividida em três partes, que nos faz entender alguns pontos sobre uma inacreditável história sem conclusão que começou em um dia de março de 2014, quando, decolando de Kuala Lumpur na Malásia, em direção à Pequim, na China, um avião comercial marcaria para sempre a história da aviação mundial ao sumir menos de uma hora após decolar e nunca mais ser encontrado.

 

The Wire (HBO Max)

Lançada 21 anos atrás e com um total de cinco temporadas, The Wire, que está disponível na HBO Max, é uma das séries mais elogiadas de todos os tempos. Na trama, através de vários pontos de vista, acompanhamos um grupo de policiais da cidade de Baltimore, nos Estados Unidos, que buscam reunir provas contra criminosos.

 

Suits (Netflix)

Na trama, acompanhamos Harvey, um dos mais poderosos advogados de Nova Iorque. Certo dia, vê entrar na sua vida um jovem chamado Mike que tem uma genial memória e acaba sendo contratado para trabalhar no seu escritório, mesmo sem ter diploma.

 

‘Amor Platônico’: Seth Rogen culpa Friends pela expectativa de romance entre os protagonistas

Seth Rogen, astro e produtor de ‘Amor Platônico’, comentou recentemente sobre a série e explicou por que entende o motivo de os espectadores esperarem um romance entre seu personagem e o de Rose Byrne na comédia da Apple TV+.

Segundo o site Deadline, Rogen reconheceu a fixação dos fãs por esse possível casal, atribuindo isso ao “precedente” criado por outras séries, como a icônica ‘Friends’.

“As pessoas estão muito fixadas nessa ideia de que um dia vamos ficar juntos”, disse Rogen. “E eu entendo o motivo, sinceramente. Nós crescemos assistindo a uma série chamada Friends, e todos eles transaram entre si. Todo amigo transou com o outro amigo”.

Rogen ainda brincou: “Nenhum amigo ficou sem transar”.

E concluiu: “Enfim, eu entendo por que as pessoas acham que a gente vai acabar transando, por causa do precedente sexual que Friends estabeleceu”.

A série ‘Amor Platônico’ está disponível no catálogo da Apple TV+.

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A trama gira em torno de dois ex-melhores amigos, que se conheceram na juventude e se reconectam depois de muito tempo, agora como adultos. Na tentativa de reconstruir a antiga amizade e superar os motivos que os levaram a se afastar, eles percebem porque não deu certo à medida em que suas vidas começam a se desgastar, então eles são obrigados a reavaliarem o plano.

O projeto também marca o reencontro entre a dupla e o diretor Nick Stoller, depois que o trio trabalhou junto em ‘Vizinhos‘ (2014).

Além de escrever, Stoller dirige os episódios.

‘Harry Potter’: Novas fotos destacam a Família Weasley; Confira!

harry potter

As gravações da série reboot de Harry Potter seguem o mais rápido possível em Londres e, agora, novas fotos dos bastidores foram divulgadas, revelando a icônica Família Weasley.

As imagens também destacam que a produção da Warner Bros. manteve a ambientação dos anos 1990, aliviando o receio dos fãs de que a série pudesse modernizar a história original.

O elenco também conta com:

Francesca Gardiner entra como roteirista e showrunner.

Sem data de estreia, a primeira e a segunda temporadas devem contar com seis episódios cada, segundo informações recentes.

J.K. Rowling, autora da saga de romances original, assume a cadeira de produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

‘Vingadores: Apocalipse’: Rumores esclarecem suposta briga entre astros nos bastidores

As filmagens de ‘Vingadores: Apocalipse’ continuam e, devido à tensão nos bastidores, rumores sobre um conflito entre os atores têm circulado. Agora, novas informações sobre a suposta briga foram divulgadas.

Segundo o ComicBookMovie, a desavença não envolve Robert Downey Jr. ou Ryan Reynolds.

A reportagem explica que um dos atores teria feito um comentário que irritou profundamente um colega de elenco. A confrontação foi estritamente verbal e a situação se tornou bastante acalorada.

Todavia a Marvel/Disney interveio e chegou a oferecer uma alteração no roteiro para o personagem do ator, mas ele recusou a proposta quando descobriu o alto custo para reescrever e criar um novo enredo. Eventualmente, ambas as partes se reconciliaram.

Embora o conteúdo exato da fala não tenha sido revelado, a matéria ressalta que a “parte ofendida” teve razão em sua reação.

Além disso, o jornalista Rocha compartilhou informações sobre as refilmagens com Robert Downey Jr. Inicialmente, a Marvel utilizou uma máscara em CGI para o vilão Doutor Destino, pois o figurino “não se ajustava bem” a Downey. O ator não queria usar o traje, mas mudou de ideia ao perceber que usar um dublê para as cenas enquanto ele apenas fazia a dublagem não estava funcionando.

Importante destacar que as informações ainda não foram confirmadas oficialmente e devem ser tratadas como rumores.

Lembrando que Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, longa mais recente da marvel, está em cartaz nos cinemas nacionais.

Matt Shakman comanda o projeto.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

‘Pacificador’: Segunda temporada estreia em alta com impulso de ‘Superman’

Pacificador, série de James Gunn, lançou recentemente sua segunda temporada, três anos após a estreia da primeira. Apesar das expectativas iniciais de uma recepção morna, a estreia surpreendeu e registrou um aumento de quase 25% na audiência, segundo o site ComicBookMovie.

De acordo com a reportagem, a segunda temporada de Pacificadorestreou na HBO Max com 22% de avanço nos EUA, sintonizados nos primeiros quatro dias do que o episódio final da primeira temporada, exibido em 2022.

É inevitável não relacionar esse sucesso ao impacto positivo de Superman, reboot do Homem de Aço, que arrecadou mais de US$ 600 milhões nas bilheteiras mundiais. Além disso, Gunn lançou o filme na Max estrategicamente para impulsionar o interesse pela série.

Nos novos episódios, o Pacificador descobre um mundo alternativo onde a vida é tudo o que ele deseja. Mas essa descoberta também o força a encarar seu passado traumático e tomar o futuro em suas próprias mãos.

Com 38 reviews publicadas até o momento, a segunda iteração abriu com impressionantes 97% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca o tom divertido da produção – que segue afiada, violenta e com sinais de amadurecimento.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Ancorada pelo ótimo trabalho de John Cena, a segunda temporada de ‘Pacificador’ eleva seu já alto padrão com uma mistura bem calculada de coração, loucura e uma águia briguenta.” (Empire Magazine)

“Enquanto ‘Pacificador’ continua sendo um destaque do gênero nas telinhas, esta série de super-heróis não se afasta de suas origens humildes.” (RogerEbert.com)

“As piadas e a violência continuam abundantes, mas não são os temas dominantes desta temporada. James Gunn encontra ressonância emocional no conceito de multiverso — algo que a Marvel, apesar de todos os seus esforços nessa dimensão, até agora não conseguiu mostrar.” (TheWrap)

“As cenas de luta continuam criativas, enquanto todos trabalham com um orçamento bem mais modesto do que o de Gunn em seus filmes. E o elenco ainda tem uma boa química. Mas definitivamente há uma mudança de tom.” (Rolling Stone)

“Tudo funciona bem suficiente para provar que Gunn é capaz de operar em tons diferentes dentro do mesmo universo. E, independentemente do ângulo, ele prioriza a diversão dos quadrinhos — um verdadeiro alívio.” (Consequence)

“A segunda temporada de ‘Pacificador’ aborda a transição do DCEU para o DCU de forma brilhante, mas ainda garante a mesma vibração maluca e emocional.” (Moviefone)

Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).

Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.

‘Wandinha’: 2ª parte da 2ª temporada ganha prévia INÉDITA; Confira!

Netflix divulgou uma prévia inédita da segunda parte da 2ª temporada de Wandinha, série estrelada por Jenna Ortega.

A nova leva de episódios tem lançamento agendado para 5 de setembro.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais. 

O elenco também conta com Catherine Zeta-JonesLuís GuzmánIsaac OrdonezEmma MyersHunter DoohanPercy Hynes White e outros.

Crítica 2 | ‘Cortina de Fumaça’ – Nova série da Apple TV+ incendeia nossas reflexões com surpresas a todo instante

Desde Sobre Meninos e Lobos, passando por Ilha do Medo, o escritor norte-americano Dennis Lehane vem, cada vez mais, buscando em seus trabalhos um olhar para camadas profundas do ser humano e seus comportamentos em uma sociedade que se transforma e caminha a passos largos ao descontrole. Em Cortina de Fumaça, nova série da Apple TV+, ele retorna a essa análise complexa – e por que não dizer, também fascinante – através de personagens à beira do precipício moral.

Com nove episódios nessa primeira temporada – não sabemos se haverá uma segunda – todos já disponíveis na plataforma mencionada, acompanhamos histórias de pessoas que, de alguma forma, estão nos limites – muitas vezes ambíguos – entre heróis e vilões. Tendo a reviravolta (plot twist) como uma carta na manga, exposta em fragmentos dos primeiros aos últimos episódios, a narrativa mergulha no sombrio da mente humana de forma envolvente.

No centro desse tabuleiro está o investigador de incêndios criminosos Dave (Taron Egerton), um homem que leva uma rotina comum, casado, bem-visto no trabalho, que se vê de frente com dois incendiários tocando o terror pela cidade. Sem conseguir avançar nas investigações, é designado para ajudá-lo a policial Michelle (Jurnee Smollett), uma mulher com traumas no passado. Essa dupla precisará encontrar o caminhos para chegar até aos criminosos. Só que há um detalhe, no final de um dos primeiros capítulos, nossos olhos se voltam para verdades inesperadas e passamos a acompanhar os desenrolares de outras perspectivas.

Seguindo uma estrutura – a mais atraente ao público – de fazer episódios iniciais envolventes entregando prévias de desenvolvimento e indo direto à raiz do seu discurso, Cortina de Fumaça é o fogo fora do controle, em todos os sentidos. Esse preenchimento das lacunas, através de um alicerce contextual e de seus paralelos, nos apresenta ações e inconsequências que vão ao encontro das nossas reflexões sociais. Dos traumas do passado, passando pelo comportamento humano até o distúrbio de personalidade, o roteiro nos fisga a atenção em muitos momentos.

Para onde quer que viremos nossa atenção, encontramos peças de encaixe. O desenvolvimento dos personagens é algo que impressiona: todos tem espaço e se tornam elementos importantes para contar essa história. Partindo de duelos sugeridos, conforme avançamos nos episódios, percebemos respingos também sobre a ética, onde o certo e o errado encontram barreiras de compreensão. A grande graça desse projeto não é saber a identidade dos suspeitos, é muito mais que isso, são os caminhos que levam pessoas a atos no impulso, tendo o desprezo na ponta das atitudes.

Cortina de Fumaça se consolida, nessa primeira temporada, como um das gratas surpresas no universo das séries. Sem muita divulgação desde sua estreia, mal sabe o público o que o espera. É ver e se deliciar!

 

Primeiras Impressões | ‘Outlander: Blood of My Blood’ é um glorioso spin-off que não deve nada à série original

Outlander blood of my blood

Atenção: o texto a seguir aborda os três primeiros episódios da série. Cuidado com spoilers.

Outlander tornou-se uma das produções mais adoradas e elogiadas da televisão contemporâneo, apostando fichas em um potente drama romântico de época pincelado com incursões sci-fi que honraram os escritos de Diana Gabaldon. Acompanhando a jornada de Jamie Fraser (Sam Heughan) e Claire Beauchamp (Caitríona Balfe), a trama nos transportou à Escócia do século XVIII em um envolvente e apaixonante enlace romântico que se estendeu por oito temporadas. Agora, somos convidados a revisitar esse universo icônico com a série pré-sequência Outlander: Blood of My Blood’, que chegou recentemente ao catálogo do Disney+.

A trama é dividida em duas e, a princípio, ocupa os dois primeiros capítulos da temporada para se firmar. Logo no piloto, somos transportados ao início dos anos 1700 e acompanhamos os futuros pais de Jamie. De um lado, temos Ellen (Harriet Slater), a única filha do clã MacKenzie, que passa por um profundo luto após a morte do pai, com quem mantinha uma relação bastante próxima. Com os fervores tomando conta da família, seus irmãos disputam para quem ascenderá ao controle das terras – acendendo uma necessidade de poder absurda em Colum (Séamus McLean Ross), irmão mais novo de Ellen que deseja desposá-la com um nobre do clã aliado, Malcolm Grant (Brian McCardie). Porém, o pai jurou que ela não precisaria firmar matrimônio com qualquer homem – e seu crescente amor por Brian Fraser (Jamie Roy) deixa tudo mais complicado, considerando que o melhor amigo do rapaz, Murtagh (Rory Alexander), também está apaixonado pela moça.

Outlander 1

Logo após sermos arremessados ao melodrama romântico envolvendo Ellen e Brian, somos levados para o período próximo ao fim da I Guerra Mundial. Tentando sobreviver nas claustrofóbicas trincheiras, Henry Beauchamp (Jeremy Irvine) percebe que, talvez, viver não valha a pena, confidenciando seus pensamentos a uma carta que, com sorte, cairá nas mãos de alguém. E esse alguém é Julia Moriston (Hermione Corfield): inteligente e versada na escrita e na organização sistemática, a jovem encontra a carta de Henry e começa a se corresponder com ele em um enlace epistolar digno de aplausos e que configura um dos melhores episódios do ano. Eventualmente, os dois se apaixonam e, após se encontrarem, logo se casam e navegam pelos traumas e por um amor verdadeiro incorrigível – isto é, até serem separados em uma viagem de volta no tempo para uma Escócia em polvorosa.

A partir daí, a história dos nossos protagonistas se entrelaça e dá as cartas de um inescapável destino que culminaria na união entre Jamie e Claire – e que expande a mitologia eternizada por Gabaldon de maneira sublime e muito sólida. Apresentando uma releitura convincente de duas épocas distintas entre si que se chocam em um espetacular e envolvente enredo, os três capítulos iniciais desse aguardado spin-off são certeiros em sua completude e nos deixam animados e ansiosos para o que as próximas semanas reservam. Mais do que isso, é notável como a produção reacende o interesse do público em produções de época, mostrando que, às vezes, certos convencionalismos funcionam mais que ambições desmedidas.

Outlander 2

Jamie Payne está às rédeas dessa magnífica tríade televisiva, conduzindo com maestria uma aventura que atravessa séculos e que, de maneira sutil e comedida, explora a inevitabilidade da condição humana. O diretor não é nenhum estranho ao universo Outlander, visto que já comandou outras iterações da série original, e demonstra ter domínio do que se propõe a contar através de uma bem-vinda liberdade criativa. Cada cena preza por uma beleza inexplicável que transmuta os cenários em pinturas épicas e sonhadoras, que reúnem elementos oníricos tanto na Inglaterra quanto na Escócia, em contraposição à árdua jornada a ser enfrentada pelos personagens – e que singra entre prisões sem grades e artimanhas de sobrevivência.

O trabalho do elenco é impecável, com óbvio destaque aos protagonistas. Slater encarna uma complexa jovem que se recusa a seguir os mandamentos do irmão, agora apossado do “trono” do clã e almejando recuperar a glória política e social do império do pai, enquanto Fraser posa como um humilde e ingênuo rapaz que se vê numa corda bamba entre os caprichos do pai e o desejo de trilhar o próprio caminho. Porém, Irvine e Corfield usurpam a atenção dos espectadores através de uma química explosiva e poética, construindo um microcosmos que os envolve em uma epopeica jornada de encontros e desencontros e que nos petrifica do começo ao fim.

Outlander 3

Os três primeiros capítulos de Outlander: Blood of My Blood’ não apenas honram o legado deixado pela série original, como brilha com uma luz única e com uma paixão cinemática de tirar o fôlego – não devendo nada à narrativa de Claire e Jamie e garantindo que cada cena e cada gancho nos deixe ansiosos por mais e nos embebede com uma inebriante dose artística de criatividade e de honestidade.

Lembrando que a série já está disponível no Disney+.

‘Lightyear’: Snoop Dogg detona filme da Pixar por casal LGBTQIA+; “Não vim aqui pra isso”

O rapper Snoop Dogg falou recentemente sobreLightyear, animação da Pixar lançada em 2022, e revelou que ficou “assustado” ao levar seus netos ao cinema. Em entrevista ao podcast It’s Giving, o artista contou que foi pego de surpresa ao ter que lidar com perguntas sobre casais do mesmo sexo durante a sessão.

No filme, há uma breve montagem em que duas mulheres formam uma família e criam um filho juntas, algo que gerou dúvidas imediatas por parte de seu neto.

“Ele disse: ‘Ela teve um bebê, com outra mulher’. No meio do filme, meu neto me perguntou: ‘Vovô Snoop, como ela teve um bebê com uma mulher? Ela também é mulher!'”, contou o rapper, conforme a Variety.

Snoop disse que, naquele momento, pensou: “P*rra, eu não vim aqui pra isso. Só queria assistir ao maldito filme”. 

Mas a curiosidade do neto não parou por aí: “‘Elas disseram que ela e ela tiveram um bebê, as duas são mulheres. Como isso funciona?'”.

“Isso me pegou de jeito”, concluiu Snoop. “Fiquei tipo: tô com medo de ir ao cinema agora. Estão me colocando em situações para as quais eu não tenho resposta. Me pegou de surpresa. Fiquei pensando: ‘Que parte do filme é essa?’ São crianças. Precisamos mostrar isso tão cedo? Eles vão perguntar, e eu não tenho o que responder”.

Lightyear se tornou um marco para a representatividade LGBTQIA+ na Disney e na Pixar, trazendo o primeiro beijo entre pessoas do mesmo sexo em uma animação do estúdio. Inicialmente, a cena chegou a ser cortada, mas foi restaurada após protestos internos de funcionários da Pixar, que acusaram a Disney de censurar demonstrações de afeto LGBTQ+.

Na época, Chris Evans, que dublou o protagonista, comentou: “É ótimo. E maravilhoso, me deixa feliz. Mas é difícil não ficar frustrado por isso ainda ser um tópico de discussão. Que ainda seja considerado ‘notícia’. O ideal é que, um dia, isso seja algo normal. Que representação em todos os níveis faça parte natural da criação de filmes. É uma honra fazer parte de algo que está caminhando nessa direção, mas o objetivo é olhar para trás e se perguntar por que demoramos tanto”.

Lightyear’ está disponível no Disney+.

Crítica | ‘A Mulher da Casa Abandonada’ – Ainda que pela superfície, novo TRUE CRIME do PRIME VIDEO conduz para um recorte sociológico relevante

Um fato jornalístico relevante, trazido através de um podcast, logo se transforma em matéria de diversos jornais, ganhando ampla repercussão. No centro do debate está um caso macabro que envolve um casarão – que parecia abandonado -, uma foragida da justiça norte-americana e uma subtrama que se desenrola entre o Brasil e o Estados Unidos, ao longo de anos. Esses são alguns dos principais elementos da nova minissérie do Prime Video, A Mulher da Casa Abandonada.

Criado pelo jornalista Chico Felitti, o podcast homônimo em que se baseia esse projeto foi um enorme sucesso no ano de 2022, tornando-se um dos mais ouvidos em todo o país. Com a grande divulgação dos fatos apresentados nesse produto digital, um casarão em Higienópolis – um bairro de alto padrão em São Paulo – passou a atrair as atenções de todos. Foi assim que chegamos ao nome de Margarida Bonetti, figura central da trama e moradora da tal casa abandonada.

Com a polícia abrindo investigações a partir de denúncias, novos fatos são revelados, nos levando para uma história aterrorizante que envolve patrões submetendo uma mulher, longe de casa, a condições desumanas. Assim, um elo jurídico é construído entre dois países tendo as mesmas figuras como elementos principais.

Com três episódios, com cerca de 30 minutos de duração, A Mulher da Casa Abandonada, busca, num primeiro momento, relatar os fatos base do caso que chocou o país. Como apoio à narrativa, entrevistas com o jornalista que jogou luz ao caso, com Margarida, com forças policiais que acompanharam o caso – tanto no Brasil, quanto nos Estados Unidos – além de um depoimento exclusivo da vítima dos maus-tratos praticado pelos patrões.

A questão é que, nos episódios que se seguem, com tanto material para ser colocado em evidência – e novas informações surgindo -, o projeto acaba soando como um complemento do podcast. Quando percebemos isso, e pra quem nunca tinha ouvido o que foi esmiuçado pelos aúdios que correram o país, a minissérie parece confusa e com aprofundamento apressado. Algo que limita mas não diminui a importância do registro realizado.

Do subúrbio de Washington a uma área nobre da maior cidade do país, tendo o abuso psicológico e físico como um dos importantes tópicos a serem refletidos, A Mulher da Casa Abandonada busca, ainda que pela superfície, apresentar uma história real: um true crime chocante que envolve muitas variáveis que conduz para um recorte sociológico relevante e que – felizmente – foi registrado, podendo gerar valiosos debates e reflexões sobre nossa sociedade.

James Wan comenta sobre o FUTURO do universo de ‘Invocação do Mal’ e indica 2ª FASE

Em entrevista ao Bloody Disgusting, James Wan (‘Jogos Mortais’) comentou sobre o futuro do universo de ‘Invocação do Mal‘ após o lançamento do 4º filme focado nos investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren.

O cineasta confirmou que o próximo capítulo servirá como um desfecho para a saga, mas indicou que este não será o fim deste popular e aterrorizante universo.

“Não queremos fazer 20 desses filmes e perder o interesse dos espectadores. Amamos a ideia de finalizar a narrativa enquanto todos ainda amam este universo, estes filmes e estes personagens. Parece certo. Já estamos neste universo por mais de uma década, então é legal poder fazer uma pausa.”

Sobre o futuro da saga, ele declara: “Sou um pouco supersticioso e não quero me precipitar, mas se houver uma ‘fase 2’ [para o universo de ‘Invocação do Mal’], não será algo desconexo. Na verdade, sinto que é algo muito orgânico.”

Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de setembro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Ben Hardy (‘X-Men: Apocalipse’) e Mia Tomlinson (‘The Beast Must Die’) completam o elenco.

A direção ficará a cargo de Michael Chaves, conhecido por seu trabalho em ‘A Maldição da Chorona‘. O cineasta já é uma figura familiar no universo da franquia, tendo dirigido ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ e ‘A Freira 2‘.

O roteiro foi assinado por David Leslie Johnson-McGoldrick, que coescreveu o terceiro filme ao lado de James Wan.

Lembrando que a franquia vai virar uma série de TV na plataforma de streaming Max.