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Jennifer Lopez solta a voz no trailer do REMAKE de ‘O Beijo da Mulher Aranha’; Confira!

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O remake de ‘O Beijo da Mulher Aranha‘, estrelado por Jennifer Lopez, ganhou seu primeiro trailer completo.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 10 de outubro.

Lançada no Festival de Sundance 2025 e financiada de forma independente, a nova versão contou com um orçamento de cerca de US$ 30 milhões.

O longa, que ainda conta com Diego Luna no elenco, teve uma estreia positiva no Rotten Tomatoes, conquistando 83% de aprovação com base em 29 análises.

Os críticos, de maneira geral, elogiaram a adaptação, especialmente a performance de Tonatiuh, embora tenham apontado que o filme falha em alguns momentos.

Veja os principais comentários:

“Em essência, o diretor filmou um drama de prisão intenso combinado com o glamour e a grandiosidade em technicolor de um musical da MGM dos anos 40 e 50. É uma mudança inspirada e dá ainda mais razão para esta abordagem existir como uma peça cinematográfica”, disse Pete Hammond do Deadline.

“É o relativamente novo Tonatiuh quem rouba a cena, encontrando tanto força quanto vulnerabilidade em um personagem que parece menos fútil a cada cena que passa”, disse Peter Debruge da Variety.

Bill Condon se impõe uma tarefa difícil ao tentar transformar o material complexo em um grande musical cinematográfico, mas, graças em parte ao trabalho louvável de seus três protagonistas, ele consegue chegar perto em alguns momentos”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“‘O Beijo da Mulher Aranha’ é mais uma adaptação decente, mas nem mesmo o estilo visual e a grandiosidade de Condon conseguem elevar essa história à grandeza”, disse Ross Bonaime do Collider.

“Tonatiuh faz uma performance sinceramente capaz de fazê-lo brilhar como o extravagante e sonhador Luis… Mas o que é uma performance de estrela quando o pacote ao redor do ator é, de outra forma, tão ordinário e desprovido de qualquer brilho cósmico?”, disse Ryan Lattanzio do IndieWire.

“Números de dança emocionantes e afiados, fantasias cintilantes e diálogos exagerados se unem para criar um musical deslumbrante que nem sempre se encaixa perfeitamente”, disse Mae Abdulbaki do Screen Rant.

“‘O Beijo da Mulher Aranha’ é uma mistura de acertos e erros. Os números musicais são um pouco irregulares, a história tem um ritmo um tanto lento, e J-Lo e Diego Luna acabam deixando a desejar. No entanto, este musical vale o preço do ingresso apenas pela performance de Tonatiuh”, disse Sean Boelman do FandomWire

“A direção de Condon de toda a produção é tecnicamente competente… deslumbrante, até, em algumas partes. Mas toda essa ostentação não é forte o suficiente para esconder a lacuna entre a melodia que ela canta e a rotina que dança”, disse Marshall Shaffer do The Playlist.

John Kander Fred Ebb são responsáveis pelas canções.

Barry JosephsonTom KirdahyGreg YolenMatt Geller entram como produtores. Lopez, Elaine Goldsmith-ThomasBenny Medina são os produtores executivos.

Hayley Atwell e Rupert Everett entram para o elenco da 2ª temporada de ‘Rivais’, série do Disney+

As gravações da 2ª temporada de ‘Rivais’, uma das séries mais recentes do Disney+, seguem a todo vapor – e, agora, novos nomes foram escalados ao elenco do próximo ciclo.

Segundo o DeadlineHayley Atwell (‘Missão: Impossível’) foi escalada como Helen Gordon, ex-esposa de Rupert Campbell-Black (Alex Hassell) e mãe de dois filho, Marcus e Tabitha. Além disso, Rupert Everett (‘O Casamento do Meu Melhor Amigo’) dará vida ao marido atual de Helen, Malise Gordon.

Maxim Ays (‘Boarders’), Holly Cattle (‘Young Sherlock’), Oliver Dench (‘Hotel Portofino’), Amanda Lawrence (‘Malory Towers’), Bobby Lockwood (‘Wolfblood’), Eliot Salt (‘Slow Horses’) e Jonny Weldon (‘One Day’) também integram o segundo ciclo.

Detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

A série foi escrita por Dominic Treadwell-CollinsLaura Wade, com direção de Elliot Hegarty.

Tendo como pano de fundo as elites sociais sedentas por poder, Rivalsmergulha de cabeça no mundo implacável da televisão independente em 1986, onde os penteados são grandes e as ambições são ainda maiores. Os negócios são feitos nas salas de reuniões e também nos quartos. Ninguém pode ter certeza de quem sairá vencedor. Com cada homem e mulher pensando apenas em si mesmos, o amor verdadeiro pode realmente florescer?

A produção é baseada no romance homônimo de Jilly Cooper e é estrelada por David TennantKatherine Parkinson, Aidan Turner, Victoria Smurfit, Lisa McGrillis, Alex Hassell, Emily Atack e Danny Dyer e outros no elenco.

Florence and the Machine lançará música inédita HOJE!

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O popular ato musical conhecido como Florence and the Machine, formado pela vocalista Florence Welch e pelos membros Isabella SummersRob AcroydChristopher Lloyd HaydenTom Monger, está pronto para voltar ao mundo da música.

O grupo anunciou recentemente seu sexto álbum de estúdio: intitulado ‘Everybody Screams’, o compilado de originais tem lançamento agendado para o dia 31 de outubro deste ano (a tempo da comemoração de Halloween).

E o primeiro single promocional, que empresta seu nome ao título do projeto, será lançado hoje, 20 de agosto, às 13h (horário de Brasília).

Confira o teaser:

Everybody Scream, que contará com múltiplas versões, já está disponível em pré-venda no site oficial do grupo.

Vale lembrar que o compilado marca o primeiro lançamento de Florence and the Machine desde 2022, com ‘Dance Fever’.

High School Musical 2 | Relembrando a POPULAR sequência musical do Disney Channel

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Após o tremendo sucesso de ‘High School Musical’, a Disney percebeu que estava com uma mina de ouro nas mãos – e aproveitou para expandir o panteão musical de East High para um segundo longa-metragem. Dito e feito, ‘High School Musical 2’ estreou no Disney Channel em 2007 e não apenas conseguiu repetir o feito ao conquistar o público, como superou o capítulo original com investidas mais ousadas e uma narrativa bem construída que eternizou ainda mais os personagens que aprendemos a amar.

Após meses bastante corridos, os alunos de East High se veem prontos para as férias de verão – e resolvem aceitar empregos temporários em um imponente clube privado no interior chamado Lava Springs. O grupo de amigos vê uma oportunidade de estreitar mais os laços que forjaram durante o ano letivo, principalmente Troy Bolton (Zac Efron) e Gabriella Montez (Vanessa Hudgens), que firmaram relacionamento e são acompanhados pelos respectivos melhores amigos Chad Danforth (Corbin Bleu) e Taylor McKessie (Monique Coleman). Porém, as coisas começam a escalar a um nível de tensão considerável quando Sharpay Evans (Ashley Tisdale) resolve chamar Troy para participar do show de talentos local que está produzindo ao lado do irmão, Ryan Evans (Lucas Grabeel).

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Visto que os personagens principais já nos foram apresentados e estabelecidos, o diretor Kenny Ortega vê espaço de sobra para arquitetar tramas um pouco mais complexas e que, de certa forma, antecipam um terceiro capítulo dessa franquia que chegaria aos cinemas em 2008. Dessa maneira, o cineasta, retornando às rédeas de mais um divertido e despretensioso projeto, alia-se ao roteiro de Peter Barsocchini para pincelar os arcos outrora arquetípicos com mais drama, mais humor e mais músicas. O resultado, como mencionado nos parágrafos acima, superou nossas expectativas ao se comprometer de maneira concisa com o que foi prometido – e que refletiu nos inúmeros recordes quebrados pelo longa-metragem.

É notável como o escopo do projeto passa por uma mudança significativa, migrando dos corredores de East High para um suntuoso clube recheado de atividades recreativas e de gente com muito dinheiro. E, assim, um dos jogos cênicos que toma conta dos holofotes é o contínuo embate entre a ambiciosa Sharpay, que permanece com um certo ressentimento pelo que aconteceu durante o musical da primavera, e a ingenuidade de Troy, Gabriella e os outros. Afinal, como fica bem claro, Sharpay tem uma quedinha amorosa por Troy e sente que precisa vencer ao menos uma vez, minando a confiança e o relacionamento dos dois – chegando, inclusive, a proibir que os funcionários participassem do show de talentos.

Ao contrário do que imaginamos, não existe uma batalha entre o bem e o mal a ser travada na narrativa; na verdade, Ortega, mesmo exagerando em alguns momentos e beirando um non-sense que logo se justifica, brinca com as atribulações da adolescência e os erros que cometemos durante nosso processo de amadurecimento. E, como fica bem claro, Sharpay não é a única a cometer erros, visto que cada um deles pisa na bola e mostra que está passível de decepcionar as pessoas – trazendo eventuais mensagens de confiança, perdão e amizade que, como bem sabemos, são marcas registradas da Casa Mouse.

Barsocchini e Ortega aparam algumas pontas soltas do filme anterior e garantem que outros personagens tenham seu momento de brilhar além do sexteto protagonista. Nomes como Olesya Rulin e Kaycee Stroh recebem mais espaço ao retornarem como Kelsi Nielsen e Martha Cox, respectivamente, enquanto Chris Warren Jr. e Ryne Sanborn reprisam seus papéis como Zeke Baylor e Jason Cross. Mark L. Taylor, reunindo alguns trejeitos dos clássicos antagonistas de comédias românticas dos anos 1990, encarna Thomas Fulton, gerente do Lava Springs e uma espécie de “assecla” dos caprichos de Sharpay. E, obviamente, nosso corpo de atores e atrizes principal é o ponto de foco e a força-motriz que nos guia por mais uma humilde e honesta aventura musical.

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E, falando em canções, não podemos deixar de mencionar a incrível trilha sonora que nos encanta do começo ao fim – desde a explosiva celebração pop de “What Time Is It?”, passando por cândidas baladas como “You Are the Music in Me” e “Gotta Go My Own Way”, e culminando no antêmico dueto de “Everyday”. É claro que algumas escolhas são duvidosas e não fazem muito sentido dentro do que nos é mostrado, mas os pontos positivos são maiores que os negativos – com destaque merecido para “Fabulous”, a melhor música original do longa-metragem que traz todos os exagerados elementos sonoros e orquestrais que ressoam “Sharpay Evans” e cuja sequência presta homenagem à icônica Esther Williams.

‘High School Musical 2’ chegou aos cinemas mundiais quase duas décadas atrás e, estendendo o legado deixado pelo capítulo anterior, superou nossas expectativas e se sagrou como um dos melhores DCOMs de todos os tempos – nos engolfando em uma ótima jornada de amadurecimento e amizade cuja revisitação é sempre bem-vinda.

High School Musical | As 10 Melhores Músicas da Trilogia do Disney Channel

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A franquia High School Musical é uma das mais populares dos anos 2000 e se tornou emblema dos Disney Channel Original Movies, também conhecidos como DCOMs. Através de três filmes que apresentaram o cotidiano de um grupo de estudantes do Colégio East High, a divertida e despretensiosa narrativa quebrou recordes de exibição e conquistou os fãs ao redor do mundo, dando início a uma mania que perdura até os dias de hoje – e que inspirou uma saga multimidiática que sempre é revisitada pelo público.

Dirigida por Kenny Ortega, o lendário coreógrafo de Michael Jackson e conhecido por seu trabalho no clássico cult ‘Abracadabra’, o enredo é centrado em Troy Bolton (Zac Efron), estrela do time de basquete do colégio que vê sua vida mudar com a chegada da tímida e inteligente Gabriella Montez (Vanessa Hudgens), cuja aptidão acadêmica logo chama a atenção dos professores e dos colegas. Porém, ambos encontram um ponto em comum pela música, atraindo a ira de Sharpay Evans (Ashley Tisdale), presidente do grupo de teatro e a garota mais popular da escola, e de seu irmão, Ryan (Lucas Grabeel).

Capítulo a capítulo, a trilogia navega pelas atribulações da adolescência, desde a necessidade de pertencer a algum lugar até a pressão externa e interna de decidir o que fazer com o próprio futuro – e é claro que esses temas não poderiam deixar de trazer incríveis canções que caíram no gosto dos ouvintes.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando as dez melhores músicas da trilogia ‘High School Musical.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

10. “GOTTA GO MY OWN WAY”

Uma das reviravoltas mais dramáticas de High School Musical 2’ envolve Troy e Gabriella: machucada pelo fato de Sharpay ter impedido que os funcionários participassem do show de talentos do clube de campo Lava Springs e decepcionada com a falta de iniciativa de seu par romântico, Gabriella decide focar em si mesma e trilhar seu próprio caminho. Dessa forma, Vanessa Hudgens solta a voz com a cândida balada “Gotta Go My Own Way”, que surfou na popularidade da conterrânea “Leave (Get Out)”, de JoJo.

9. “WHAT I’VE BEEN LOOKING FOR”

Seja na versão performada por Vanessa Hudgens e Zac Efron ou na versão de Ashley Tisdale e Lucas Grabeel, “What I’ve Been Looking For” é uma assinatura da identidade eternizada pela franquia High School Musical e permanece no imaginário popular mesmo vinte anos depois de sua estreia oficial. Migrando entre um bubblegum pop marcado por batidas ressonantes e uma pop ballad romântica, cada uma das versões nos encanta da mesma maneira.

8. “I WANT IT ALL”

Após dois arcos em que foi transformada em vilã, Sharpay Evans encontrou uma espécie de redenção com High School Musical 3’, mostrando que estava pronta para dominar os palcos da Broadway e se lançar como a verdadeira estrela que é. E tais ambições, estendidas a seu irmão Ryan, ganharam vida através da épica e impecável pop perfection de “I Want It All”, que reúne o melhor do gênero em um delicioso banquete sonoro – cortesia não apenas das performances de Ashley Tisdale e Lucas Grabeel, mas pela magnífica produção de Matthew Gerrard.

7. “CAN I HAVE THIS DANCE?”

Zac Efron e Vanessa Hudgens têm vários momentos juntos na trilogia, abrindo o primeiro capítulo com a apaixonante “Start of Something New”, passando pelos duetos de “Breaking Free” e “Everyday”, até culminar na ótima “Right Here, Right Now”. Porém, os dois atores explodem em uma química envolvente e apaixonante com a irretocável “Can I Have This Dance?”, que reitera o poder performático da dupla e conta com uma das coreografias mais difíceis da franquia.

6. “STICK TO THE STATUS QUO”

Talvez uma das músicas mais inteligentes de toda a Casa Mouse, “Stick to the Status Quo” é uma poderosa e antêmica construção pop (com algumas inflexões do pop-rock) que fala sobre a falida hierarquia do East High, que impede os estudantes de serem quem são, conformados a um determinado grupo social. Contando com a participação de outros membros do elenco, a cereja do bolo vem com a presença autoritária de Ashley Tisdale como Sharpay Evans, discorrendo sobre como não quer que as coisas mudem e que seu império de popularidade seja ameaçado.

5. “NOW OR NEVER”

Quando pensamos em filmes musicais, sabemos que o primeiro trabalho de uma produção de gênero é construir um ato inicial que nos impulsione a continuar assistindo. E High School Musical 3’ talvez tenha uma das melhores aberturas de um filme Disney Channel: “Now or Never”, acompanhando o último jogo dos Wildcats antes da formatura, traz Zac Efron nas rédeas de uma potente construção dance-pop que nos tira o fôlego e que conta com um suntuoso e glorioso refrão.

4. “A NIGHT TO REMEMBER”

High School Musical 3’ serviu como uma emblemática conclusão da franquia Disney Channel e foi o único longa-metragem a chegar aos cinemas – demonstrando um aumento considerável no escopo da produção e o impacto que o musical causara desde seu lançamento. E, em meio a várias canções marcantes, “A Night to Remember” desponta como uma divertida mistura de teen-pop e dance-pop que reúne o elenco completo para um pot-pourri vibrante e envolvente.

3. “SCREAM”

Como é de costume, protagonistas de musicais têm seu momento de brilhar – e isso acontece a Troy e a Gabriella em cada um dos filmes. Em High School Musical 3’, Zac Efron se rendeu de corpo e alma a uma incrível performance de “Scream”, faixa que resume o epítome da angústia adolescente entre um jovem amor que pode se perder e o futuro que nos aguarda na vida após o colégio. Contando com versos muito bem escritos e um apreço pelo power-pop, a música realmente é um dos ápices da discografia da franquia.

2. “FABULOUS”

Ashley Tisdale eternizou Sharpay Evans da melhor maneira possível na trilogia – logo, não é nenhuma surpresa que a “antagonista” desse musical cinematográfico tenha sido presenteada com algumas das músicas mais icônicas. “Fabulous”, uma das iterações mais populares de High School Musical 2’, é um desses exemplos: mergulhando de cabeça no diva-pop e prestando homenagens às clássicas mean girls dos anos 1990 e à lendária Esther Williams, Tisdale se diverte em uma simples narrativa que celebra a ostentação e o prazer.

1. “WE’RE ALL IN THIS TOGETHER”

A música mais famosa da trilogia High School Musical merece seu lugar no topo da nossa lista: “We’re All in This Together” resume a principal mensagem criada por Ortega ao longo dos três filmes, ressaltando o poder e a importância de apoiar uns aos outros e de celebrar os laços de amizade que irão perdurar. Aqui, temos as clássicas investidas antêmicas de um power pop movido a mensagens de bonança e a investidas de baterias de “torcida organizada” que contam com um memorável refrão e até mesmo uma versão pop-gospel em High School Musical 3’.

‘A Longa Marcha: Caminhe ou Morra’: Adaptação do romance de Stephen King ganha novo clipe TENSO; Assista!

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A aguardada adaptação A Longa Marcha: Caminhe ou Morra’ (The Long Walk), baseada no romance homônimo do mestre do terror Stephen King, acaba de ganhar um novo clipe oficial, divulgado com exclusividade pela IGN.

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Na trama, um evento anual brutal reúne milhares de espectadores para acompanhar uma competição extrema: cem adolescentes são forçados a caminhar por estradas dos Estados Unidos sem jamais parar ou diminuir o ritmo abaixo de um limite mínimo. Cada violação das regras resulta em advertências — e três advertências significam a morte. Apenas um sairá vivo.

A Longa Marcha: Caminhe ou Morra’ estreia nos cinemas brasileiros em 11 de setembro.

O filme recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos pela MPAA, devido a violência forte e sangrenta, imagens perturbadoras, suicídio, linguagem imprópria e referências sexuais.

Cooper Hoffman e David Jonsson estrelam.

O elenco ainda conta com Ben WangRoman Griffin DavisGarrett WareingTut NyuotCharlie PlummerJordan Gonzalez, Judy Greer, Mark HamillJoshua Odjick.

Francis Lawrence (‘Jogos Vorazes’) é responsável pela direção do longa. O cineasta substitui André Øvredal, que deixou o projeto em agosto do ano passado.

O roteiro da adaptação é assinado JT Mollner (‘Criminosos e Anjos’).

Desenvolvido pela Lionsgate, o projeto conta com Roy Lee (‘It: A Coisa’) como produtor.

Assinada sob o pseudônimo Richard Bachman, a história de King se passa no futuro, no qual cem garotos adolescentes embarcam numa viagem competitiva conhecida como A Longa Marcha.

As regras são simples: manter uma velocidade acima de 6 quilômetros por hora. Receba três avisos e você é assassinado com um tiro. O último a sobreviver ganha o que quiser pelo resto da vida. Sob essas circunstâncias, os garotos desenvolvem amizades muito profundas apesar de saber que, eventualmente, apenas um irá ganhar.

Florence and the Machine anuncia novo álbum de estúdio, ‘Everybody Scream’

Florence and the machine everybody scream

O popular ato musical conhecido como Florence and the Machine, formado pela vocalista Florence Welch e pelos membros Isabella SummersRob AcroydChristopher Lloyd HaydenTom Monger, está pronto para voltar ao mundo da música.

O grupo anunciou recentemente seu sexto álbum de estúdio: intitulado ‘Everybody Screams’, o compilado de originais tem lançamento agendado para o dia 31 de outubro deste ano (a tempo da comemoração de Halloween).

A revelação veio acompanhada da capa oficial do disco, que você confere abaixo:

E isso não é tudo: o lead single da produção, que empresta seu nome ao título do álbum, será lançado hoje, 20 de agosto, às 13h (horário de Brasília).

Confira um trecho da canção e do videoclipe:

Everybody Scream, que contará com múltiplas versões, já está disponível em pré-venda no site oficial do grupo.

Vale lembrar que o compilado marca o primeiro lançamento de Florence and the Machine desde 2022, com ‘Dance Fever’.

Crítica | ‘Wishbone’ marca o fabuloso amadurecimento artístico de Conan Gray

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Conan Gray fez sua estreia no cenário fonográfico em 2020 com o ótimo álbum ‘Kid Krow’, que o catapultou a um estrelato considerável e o eternizou como uma das vozes da nova geração da música – acompanhado de perto das produções mais minimalistas e intimistas de Olivia Rodrigo e Billie Eilish. Apostando fichas no indie pop e no bedroom pop, Gray suprimiu a demanda de uma presença mais jovem dentro do show business ao lado de suas conterrâneas e, cinco anos mais tarde, retornou com um amadurecido corpo de trabalho que ficaria conhecido como Wishbone – recém-chegado às plataformas de streaming ao redor do planeta.

Através de doze faixas inéditas, Gray se manteve fiel à estética explorada nos primeiros anos de sua fase adulta e, caminhando agora para um novo capítulo, investiu em um amadurecimento lírico e identitário que nos tirou o fôlego e que, contando com pequenas falhas ofuscadas pela sutil grandiosidade das mensagens escondidas, explorou o pop-rock de maneira a acompanhar as pulsões mainstream sem se render a uma mercadologia plena. Dessa maneira, seu quarto compilado de originais sagra-se como um dos melhores do ano e um dos mais coesos de sua carreira, nos deixando muito interessados para ver o que o cantor e compositor tem guardado nas mangas para os anos que virão.

Contando com três singles promocionais, a obra é extremamente pessoal e se segura em um enredo que explora, de maneira menos exacerbada e mais controlada, as angústias juvenis que se integram à Geração Z – e a abertura do disco é simplesmente irretocável. “Actor”, faixa co-assinada por Gray e Dan Nigro (um prestigiado produtor que já trabalhou com Rodrigo e Chappell Roan), esquadrinha as dores de um romance que já encontrou seu fim e que, em meio a altos e baixos, não consegue se diluir em meio a memórias constantes: aqui, as cândidas notas do violão trilham um caminho similar ao explorado por Taylor Swift em suas conhecidas baladas, irrompendo em um orquestral arranjo que garante um caráter quase epopeico a uma das melhores incursões de sua carreira – e que, assim esperamos, não seja desperdiçado como apenas uma track.

De maneira singular, os tropos conhecidos do bedroom pop são reformulados com um equilíbrio invejável de minimalismo e maximalismo, navegando por temas que partem de uma linha pessoal e alcança níveis universais em um dialogismo sincero e sagaz, por mais que algumas repetições existam. “This Love” puxa elementos noventistas calcados por Natalie Imbruglia para construir uma deliciosa história de digna de filmes de romance, enquanto “Romeo” urge “Dan Nigro” em cada uma das batidas, emergindo como uma das melhores iterações do compilado, criando um fio condutor ao irretocável ‘GUTS’, de Rodrigo; “Nauseous” é uma belíssima balada movida pelo violão, pelo piano e pela bateria, fincando os dentes em uma crescente balada power-pop que nos verte no suprassumo jovial do medo de firmar relacionamento pela possibilidade de mágoa.

O álbum tem uma estrutura bastante sólida e que nos encanta faixa a faixa. Como mencionei nos parágrafos acima, os momentâneos deslizes vêm com algumas repetições estilísticas e líricas que, na verdade, podem ser encaradas como uma continuidade de um tour-de-force sentimental e que culmina no mandatório amadurecimento do artista – e, por essa razão, os equívocos são varridos para debaixo do tapete com facilidade inegável. Afinal, na segunda metade do projeto, Gray nos encanta com um dos melhores singles do ano e até mesmo da década, “Caramel”, uma exuberante e vibrante construção electro-rock e pop-rock marcada pela dissonância da guitarra e por uma rendição vocal que nos arremessa para meados dos anos 2000 com uma narcótica e pungente nostalgia.

E, assim como os artistas que o inspiraram em suas aventuras musicais, o performer sabe que a oscilação entre músicas lentas e upbeat é propositalmente caótica – motivo pelo qual, logo depois da faixa supracitada, somos envolvidos com a cândida “Connell”, pela melancolia quase letárgica de “Sunset Tower” (colocando em voga um coração partido que se recusa a seguir em frente de um relacionamento abruptamente finalizado) e pelas ousadias sonoras de “Eleven Eleven”, que se enlaça com as pulsões das primeiras faixas. Finalizando essa gloriosa jornada, “Care” se imortaliza como a chave de ouro do álbum, revisitando os temas de não-superação e de amor que delineou nas tracks anteriores.

Wishbone reitera a fabulosa estética explorada por Conan Gray desde sua estreia no cenário fonográfico – e faz isso com uma paixão criativa invejável e que, de fato, merecia maior reconhecimento. Mais do que isso, esse breve compilado nos envolve em uma experiência de autoconhecimento refletida nas angústias de um jovem musicista que, como podemos ver, ainda tem muito a nos contar através de sua brilhante mente.

Nota por faixa:

1. Actor – 5/5
2. This Song – 4,5/5
3. Vodka Cranberry – 4/5
4. Romeo – 4/5
5. My World – 4,5/5
6. Class Clown – 4,5/5
7. Nauseous – 5/5
8. Caramel – 5/5
9. Connell – 4,5/5
10. Sunset Tower – 5/5
11. Eleven Eleven – 4/5
12. Care – 5/5

2ª temporada de ‘O Casal Perfeito’ perde sua showrunner

O casal perfeito

De acordo com o Deadline, a roteirista e showrunner Joanna Calo (‘O Urso’) deixou o desenvolvimento da 2ª temporada de ‘O Casal Perfeito‘, série estrelada e produzida por Nicole Kidman.

Infelizmente, a Netflix ainda não anunciou quem irá substituí-la, e o motivo de sua saída não foi divulgado.

Vale lembrar que a produção ganhará continuidade em caráter antológico, com o segundo ciclo focando em uma nova narrativa.

A próxima temporada será baseada no livro Swan Song, quarto e último capítulo da popular saga literária de Elin Hilderbrand.

Na trama, uma casa de veraneio de 22 milhões de dólares é comprada pelos misteriosos Richardsons, que dão festas luxuosas, flertam com vários moradores locais, ostentam sua riqueza com dois iates e criam esperanças impossíveis em todos que encontram. Quando sua casa pega fogo e seu funcionário mais essencial desaparece, a ilha inteira fica em pé de guerra.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Conheça ‘Seleção Final’, reality competitivo estilo ‘A Batalha dos 100’ que está fazendo SUCESSO na Netflix

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O programa japonês ‘Seleção Final‘ (Final Draft), reality competitivo na mesma veia de ‘A Batalha dos 100‘, já está disponível na Netflix.

Na produção, ex-atletas experientes vão ao limite físico e mental para reconquistar a glória e faturar um prêmio de 30 milhões de ienes.

Sucesso no serviço de streaming, o seriado conseguiu alcançar o TOP 9 das produções mais assistidas na plataforma brasileira.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dentre os participantes, a produção conta com Yoshio Itoi, Takashi Kurihara, Hozumi Hasegawa, Ryudai Onikura, Yuya Shozui, Katsuma Yonemura, Atsushi Arai, Kazuhiro Goya, entre outros.

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‘Resident Evil: Requiem’ se passará 30 anos APÓS os eventos do 2º jogo; Confira o trailer!

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A Capcom revelou novos detalhes sobre o próximo jogo da franquia ‘Resident Evil‘, intitulado ‘Resident Evil: Requiem‘.

O próximo capítulo será ambientado 30 anos depois do surto original em Raccoon City, apresentado no segundo jogo da saga.

Na trama, Grace, uma jovem analista do FBI, investiga um novo caso e deve retornar à cena do crime e enfrentar suas trágicas memórias.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo jogo será lançado no dia 27 de fevereiro de 2026, e estará disponível na Steam, PlayStation 5 e Xbox Series.

Descrito como “uma nova era de terror de sobrevivência”, o lançamento do nono jogo irá coincidir com o aniversário de 30 anos da saga.

 

Jovem se apaixona por um ‘Gênio dos Desejos’ no teaser do novo dorama da Netflix; Confira!

Gênio dos desejos

A Netflix divulgou o primeiro teaser da série coreana ‘Gênio dos Desejos‘ (Genie, Make a Wish).

A produção estreará no serviço de streaming no dia 3 de outubro.

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A produção segue a história encantadora de Jinn, um gênio que desperta depois de mil anos, e Ka-young, sua nova e inabalável mestra. Nesta comédia romântica, os dois se envolvem em divertidas confusões enquanto tentam lidar com três desejos, em meio a momentos mágicos e emocionantes.

Kim Woo-bin (‘O Agente Faixa-Preta’) e Suzy (‘Wonderland’) são os protagonistas.

Kim Eun-sook (‘A Lição’) é responsável pela série.

Carreira política traz consequências PERIGOSAS no trailer de ‘As Maldições’, nova série da Netflix

As maldições

A Netflix divulgou o primeiro trailer da série argentina ‘As Maldições‘ (Maledictions).

Na trama, durante o momento mais importante da carreira de um governador, a filha dele desaparece. Agora, ele terá que escolher entre a política ou a segurança de sua família.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada na plataforma no dia 12 de setembro.

Daniel Burman é responsável pelo roteiro da série.

O elenco conta com Leonardo Sbaraglia, Gustavo Bassani, Alejandra Flechner, Francesca Varela, Mónica Antonópulos, Emiliano Kaczka, Osmar Núñez, César Bordón, Pablo Isasmendi e Roberto Suarez.

Jasmin Savoy Brown quer o RETORNO de Melissa Barrera e Jenna Ortega na franquia ‘Pânico’

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O livro Your Favorite Scary Movie: How the Scream Films Rewrote the Rules of Horror, que explora dos bastidores da icônica franquia ‘Pânico‘, abordou a chocante demissão da Melissa Barrera do sétimo filme.

Sua colega de elenco, Jasmin Savoy Brown, defendeu a atriz e declarou que ainda espera a reunião de suas personagens no futuro da saga.

“Eu me importo muito com essa personagem, e me importo com as pessoas que se importam com ela. Espero que, algum dia – mesmo que seja daqui a 20 anos –, o Core Four tenha a chance de se reunir nas telonas novamente.”

Ela completa, “[A demissão da Melissa] foi muito triste e estressante. Nos dias atuais, em que tudo se encontra online, todos acham que são especialistas em tudo, o que não é o caso. Acredito que há uma grande diferença entre falar sobre política e defender pessoas que não têm voz. Isso não é sobre política, é sobre a vida humana.”

Pânico 7’ está programado para estrear no dia 27 de fevereiro de 2026.

O novo filme contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown, além de David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley.

Os novatos Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

Chelsea Simmons (Sidney Prescott) deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

Kevin Williamson revela que Neve Campbell pediu para ‘Pânico 7’ ser MENOS SANGRENTO

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Kevin Williamson revelou que a atriz Neve Campbell (‘Jovens Bruxas’) pediu para que a aguardada sequência ‘Pânico 7‘ tivesse menos violência.

O cineasta afirma que a intérprete da Sidney Prescott queria que próximo capítulo focasse no suspense, resgatando o tom de terror do longa original.

“A Neve Campbell queria retornar ao tom do primeiro filme e focar no suspense. Ela queria algo que fosse assustador, não sangrento.”

Sobre o futuro da sobrevivente Sidney na franquia, ele não fez mistério: “Eu deixei bem claro que a Sidney já passou por muita coisa, por muito trauma, e qualquer fim que não fosse feliz seria simplesmente maldoso. Seria um sacrilégio.”

Pânico 7’ está programado para estrear no dia 27 de fevereiro de 2026.

O novo filme contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown, além de David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley.

Os novatos Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

Chelsea Simmons (Sidney Prescott) deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

Ghostface ataca em novo vídeo dos bastidores de ‘Pânico 7’; Confira!

Panico

*SPOILERS ABAIXO*

Com as gravações da aguardada sequência ‘Pânico 7‘ acontecendo atualmente, um vídeo inédito dos bastidores foi divulgado recentemente – e traz uma revelação bastante chocante.

O vídeo revela o ataque de dois Ghotfaces em um bar. Vale lembrar que, em janeiro, foi reportado que Mason Gooding e Celeste O’Connor gravaram cenas na mesma locação. Será que eles serão as possíveis vítimas desta cena?

Confira o vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Pânico 7’ está programado para estrear no dia 27 de fevereiro de 2026.

O novo filme contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown, além de David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley.

Os novatos Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

Chelsea Simmons (Sidney Prescott) deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

Neve Campbell comenta sobre ‘Pânico 6’: “Foi doloroso terem continuado sem mim”

Em uma entrevista recente, Neve Campbell (‘Jovens Bruxas’) quebrou o silêncio sobre ter ficado de fora da sequência ‘Pânico VI‘.

Apesar de originalmente figurar no roteiro do filme, a atriz não chegou a um acordo com os produtores em relação ao seu salário – o que fez sua participação ser removida do longa.

“Foi doloroso terem continuado sem mim. Não vi o filme e nem prestei atenção no desempenho. Amo todos aqueles atores, sem ressentimentos. Fico feliz por eles, mas, no fim das contas, tudo está de volta e eu sou grata por isso.”

Felizmente, apesar dos problemas nos bastidores que resultaram na demissão da Melissa Barrera e na saída da Jenna Ortega, Campbell estará de volta ao sétimo filme – que está programado para estrear no dia 27 de fevereiro de 2026.

O novo filme ainda contará com o retorno dos veteranos Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown, além de David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley.

Os novatos Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

Chelsea Simmons (Sidney Prescott) deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

The Fame | Analisando o impacto do ICÔNICO álbum de estreia de Lady Gaga

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É um fato dizer que o cenário musical pop é marcado por alguns emblemas que revolucionaram e/ou repopularizam o gênero com o passar do tempo: temos, por exemplo, Michael Jackson e Madonna, eternos rei e rainha do pop que, através de hits atemporais e um enfrentamento do status quo (cada qual à sua maneira), pavimentaram o caminho para gerações de artistas que, mesmo nos dias de hoje, permanecem utilizando-os como inspirações máximas e referências diretas. Britney Spears, no final dos anos 1990, sagrou-se como o ícone do teen pop, além de dar os primeiros passos do EDM como subgênero a ser incorporado por diversos performers.

E, nos últimos vinte anos, apenas um outro nome conseguiu trazer um impacto significativo para esse escopo: Lady Gaga. Há dezessete anos, a carinhosamente alcunhada Mother Monster fazia seu début no show business não apenas com um dos álbuns mais bem sucedidos da história, como um dos mais emblemáticos do pop contemporâneo. The Fame, como ficou conhecido, explorou os altos e baixos do estrelato e da maneira como a indústria precisava da presença das superestrelas para sobreviver. E, ao longo de treze faixas, o disco em pouco tempo transformou o cenário e chegou até mesmo a influenciar musicistas veteranas que aproveitaram o embalo de Gaga para se transfigurarem em personas mais ousadas – como foi o caso de Beyoncé, Katy Perry e Nicki Minaj.

Lady gaga 3

Por mais que certos internautas problematizam o verdadeiro impacto do compilado de originais, argumentos insólitos e conjecturas falidas não mudam o que, de fato, aconteceu. Ao trazer o four-on-the-floor de volta aos holofotes e apoiando-se nas estruturas ainda frágeis da revitalização do synth-pop e do EDM, Gaga construiu um império multimidiático que não apenas supriu uma grande necessidade do pop no mercado, mas abriu portas para um encontro performático entre arte visual e sonora em uma épica jornada de hedonismo e sucesso. Em outras palavras, cada memorável faixa dentro desse ambicioso projeto rendeu-se a uma maximização proposital de elementos e de progressões com o objetivo claro de balançar os eixos e dar início a uma nova era do pop.

Ora, ninguém poderia imaginar que, à época, uma estrela estava nascendo: “Just Dance”, primeiro single promocional do disco, entrou na principal parada da Billboard em #76, transformando-se em um sleeper hit sem precedentes e que alcançaria o topo da Hot 100 e de diversos outros charts ao redor do mundo – configurando-se uma magnânima peça de arte que, mesmo em 2025, continua nas playlists dos ouvintes. “Poker Face”, lançada como segundo single, passou por algo parecido ao estrear em #92, alcançando o primeiro lugar nos Estados Unidos semanas depois. E, a partir de então, uma lenda da música nascia e cimentava, dia após dia, seu merecido status no cenário do entretenimento.

Lady gaga 4

A verdade é que, à medida que nos convidamos a revisitar ou até mesmo a conhecer o álbum, percebemos que Gaga não apenas chamou a atenção por sua personalidade excêntrica e por canções feitas para as pistas de dança e movidas pelo apreço dos club-anthems; ela conquistou a mídia e os ouvintes ao reconstruir, à sua maneira, a relação parassocial entre artista e fã, quebrando as paredes hierárquicas que outrora separavam essas duas partes ao convidar sua legião de little monsters a fazer parte ativa de seu amadurecimento pessoal e identitário.

Em meio a homenagens notáveis a suas principais inspirações, que incluíram Michael, Madonna, Britney e David Bowie, Gaga mostrou que o mundo pop tinha muitas histórias a serem contadas – e foi dessa maneira que a musicista construiu, por exemplo, a irretocável infusão de techno e dance-pop de “Paparazzi”, que minou a conduta condenável e destrutiva de fotógrafos de tabloide através de uma narrativa focada em um relacionamento obsessivo e quase tóxico; a excêntrica explosão robótica de “I Like It Rough”, que une o físico, o emocional e o carnal em uma das canções mais subestimadas da carreira da cantora; “Beautiful, Dirty, Rich”, uma ostensiva dance-pop que aposta no prazer absoluto; e a despretensiosa e divertida “Summerboy”, que inclusive passou por uma inesperada ressurgências nas últimas semanas após Gaga incluí-la no setlist de sua turnê.

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Alguns podem encarar o álbum como superficial demais para ser levado a sério, mas as nuances presentes em cada uma das iterações funciona como uma exploração do amor e da ambição nos tempos da fama compulsória e da necessidade de se reafirmar – e uma análise sociológica mascarada por investidas pseudo-simplórias, contando com uma exaltação irrefreável do pop como veículo audiovisual e que, como já prenuncia seu significado, para a aproximação contundente das massas a um universo que lhe é renegado.

Quase vinte anos mais tarde, The Fame permanece como uma das maiores e mais icônicas estreias do mundo da música e do entretenimento como um todo – quiçá o maior début das últimas quatro décadas. Não é surpresa que a atmosfera eternizada por Lady Gaga tenha firmado um caminho de sucesso absoluto e invejável, testamentado, inclusive, em seu recente álbum ‘MAYHEM’.

‘Caramelo’: Longa estrelado por Rafael Vitti ganha data de estreia; Confira!

Caramelo, novo longa nacional da Netflix estrelado por Rafael Vitti, teve sua data de estreia revelada. Para celebrar, a plataforma também divulgou um novo, e belíssimo, cartaz oficial.

O longa estreia na plataforma no dia 08 de outubro.

Confira, junto ao teaser trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

A sinopse revela que “Pedro é um obstinado chef de cozinha prestes a realizar seu sonho de liderar um restaurante, quando um diagnóstico inesperado transforma sua vida. Com a ajuda de um adorável vira-lata caramelo, ele embarca em uma emocionante jornada de redescoberta, encontrando significado e inspiração no presente”.

O filme é produzido pela Migdal Filmes e dirigido por Diego Freitas.

Além de Rafael Vitti, o longa é estrelado por Arianne Botelho (‘Amorteamo’), Noemia Oliveira (‘Um Natal Cheio de Graça’) e Ademara (‘Sem Filtro’).

Ainda não há previsão de estreia paraCaramelo.

caramelo (2)
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‘The Last Photograph’: Zack Snyder retorna ao drama com novo longa

O cineasta Zack Snyder definiu o drama, ‘The Last Photograph’ (A Última Fotografia), como seu próximo filme. Ele escalou Stuart Martin e Fra Fee para os papéis principais.

De acordo com o Deadline, a produção do filme começa ainda neste mês, com as filmagens previstas para ocorrer até novembro, em locações na Islândia, Colômbia e Los Angeles.

Snyder dirigirá o longa a partir de um roteiro de Kurt Johnstad, recebendo crédito pela história.

“A ideia de pegar a câmera na mão e simplesmente fazer um filme de forma íntima é muito atraente para mim”, declarou Snyder. “The Last Photograph é uma meditação sobre a vida e a morte, incorporando algumas das provações que vivi e a exploração dessas ideias através da criação de imagens”.

A trama acompanha um ex-agente da DEA que precisa retornar às montanhas da América do Sul para encontrar sua sobrinha e sobrinho desaparecidos, após o brutal assassinato dos pais diplomatas. Com a ajuda de um fotógrafo de guerra decadente e viciado, a única pessoa que viu o rosto dos assassinos, ele parte determinado a encontrar as crianças e a verdade, mas logo percebe que também terá que enfrentar os fantasmas do seu próprio passado. A jornada rumo ao desconhecido os afasta cada vez mais da civilização, colocando em dúvida tudo que acreditam, enquanto gradualmente dilui a linha entre o real e o surreal.

A produção ficará a cargo de Zack Snyder, Deborah Snyder e Wesley Coller, pela Stone Quarry, que continuam sua parceria criativa com Gianni Nunnari, produtor pela Hollywood Gang Productions, junto da coprodutora Alisha Stickney.