Pedro Pascal, o ator que atualmente interpreta Reed Richards (Sr. Fantástico) no Universo Cinematográfico Marvel (UCM), encerrou recentemente suas gravações para o aguardado filme ‘Vingadores: Apocalipse’.
Segundo o Deadline, Pascal finalizou sua participação na produção que tem estreia prevista para 2026.
No mesmo ano, o ator também retornará ao seu papel como Din Djarin na série ‘Star Wars: The Mandalorian e Grogu’, consolidando sua presença em duas das maiores franquias da cultura pop.
‘Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.
Sam Nivola, que interpretou o complexo adolescente Lochlan Ratliff na aclamada série ‘The White Lotus’, recentemente revelou como a polêmica trama de incesto vivida por seu personagem impactou sua vida pessoal, incluindo o recebimento de mensagens desconfortáveis.
Em entrevista à Variety, sobre as gravações da série, o ator comentou a intensidade de se entregar ao papel: “Sempre fui o ator que diz: ‘Se você se perde demais no personagem? Vai se f***, isso é bobagem.’ Às vezes, eu realmente não era eu mesmo. Foi aí que entendi o que significa se perder no personagem”.
Nivola descreveu o desconforto com a repercussão da cena em que Lochlan beija o irmão e o estimula sexualmente.“Foi doloroso em certos momentos. É difícil quando as pessoas veem seu personagem como um monstro ou pervertido”.
A cena em que Lochlan beija o irmão e, posteriormente, o estimula sexualmente foi amplamente criticada, sendo considerada “chocante”, “nojenta” e “desnecessária”por muitos.
Nas redes sociais, Lochlan foi rotulado de “estranho”e “doente”, e uma revista chegou a questionar: “Está errado pensar que a cena era quente?”. O ator revelou ter recebido até mensagens diretas de homens mais velhos.
“Dói sentir que as pessoas perderam empatia por esse cara em que vivi. Eu fiquei meio na defensiva”, disse ele. “Você precisa amar seu personagem, senão está f****. Meu personagem fez algo ruim com Patrick. Não gosto disso. Mas tento não julgar”.
O sucesso da série trouxe uma mudança radical para a vida de Nivola, que descreveu a intensidade da fama: “Mudou totalmente minha vida e o rumo da minha carreira. Quando ‘The White Lotus’ estava no auge, eu realmente não conseguia andar pelas ruas do Brooklyn, minha cidade natal, sem ser cercado”.
A fama chegou a um ponto em que, em busca de um lugar tranquilo para escapar da atenção, Nivola e seus amigos recorreram à inteligência artificial. Eles perguntaram ao ChatGPT: “Qual é o pior bar do East Village?”.
A resposta foi um bar onde falar é estritamente proibido. “A gente gritava, ‘Esse lugar é f***** incrível!’ e todo mundo respondia, ‘Shhh!’”, relembra Nivola, com um sorriso e o indicador nos lábios.
Após o sucesso em ‘The White Lotus’, Nivola confessa que a série influenciou os convites que tem recebido: “Recebi vários convites para papéis parecidos, garotos socialmente estranhos, virgens, meio esquisitos. Começo a me sentir preso nos papéis que fiz na carreira”.
“Mas, finalmente, estou recebendo convites para ser mais adulto. Tomara que o próximo seja diferente”, concluiu Nivola, esperançoso por novos desafios em sua promissora carreira.
A terceira temporada de ‘The White Lotus’ está disponível no catálogo da Max.
Ambientada na Tailândia, a terceira temporada foca em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.
Neste domingo, 10 de outubro, celebramos o Dia dos Pais – uma data especial que nos convida a refletir sobre a importância dessas pessoas que, de alguma forma, nos guiaram pelos caminhos da vida. Se você estiver ao lado do seu pai, ou mesmo recordando dele neste dia, que tal dar play em alguns desses filmes e criar mais uma lembrança inesquecível? Feliz Dia dos Pais a todos os papais incríveis que fazem a diferença por aí!
Na trama, conhecemos um jovem (Lucas Limeira) cineasta que após longos anos volta para o lugar onde nasceu e morou para apresentar o seu mais recente trabalho em um Festival de Cinema. Com a pandemia da Covid batendo na porta, ele busca se encontrar com seu pai (Carlos Francisco) com quem não fala faz mais de uma década. Após uma tentativa quase frustrada, já que o pai se tornou uma pessoa cada vez mais reclusa, algumas situações peculiares começam a atingir seu caminho.
Jesús (Héctor Medina) é um jovem que ganha a vida como cabeleireiro e sonha se tornar uma grande estrela do show de transformistas de um clube de Havana comandado por Mama (interpretado pelo excelente Luis Alberto García). Certo dia, após conseguir sua chance depois de uma audição, durante seu primeiro show, é agredido por um homem bem mais velho que se revela seu pai, de quem não tem notícias desde os 3 anos de idade. A partir desse inusitado encontro, ambos precisarão equilibrar suas diferenças e tentar ter uma relação verdadeira de pai e filho.
No início dos anos 1980, tudo ia bem na vida dos jovens apaixonados Johanna (Sallie Harmsen) e Lucas (Reinout Scholten van Aschat) que estão à bordo de um cativante navio viajando por lugares lindos junto de seu filho, Kai. Certa hora, em pleno alto-mar, eles percebem que a criança sumiu e aos poucos o desespero daquela situação viraria uma página triste na história deles. Décadas mais tarde, eles se reencontram e muito do não dito vem à tona.
Na trama, conhecemos Leone (Francesco Gheghi), um jovem estudante do ensino médio que resolve fazer um documentário caseiro sobre a relação dos seus pais Paolo (Filippo Timi) e Simone (Francesco Scianna). Só que paralelo a isso, diversas coisas acontecem, como: ele se apaixona, os pais rumam ao divórcio, questões que levam o protagonista para um pensar mais reflexivo sobre toda sua vida.
Antoine (Thomas Blanchard) é um jovem que teve escolhas difíceis no passado. Ele retorna para a cidade onde nasceu e foi criado logo procurando Camile (Judith Chemla), sua ex-namorada e sua filha, a pequena Elsa que nunca conheceu. Quando Camille resolve deixar Elsa com Antoine, o protagonista embarca em uma jornada de descobertas sobre o valor de ser um pai presente.
Anthony (Anthony Hopkins) é um homem já no terço final de sua vida, perto dos 80 anos, que vive seus dias em um apartamento confortável em Londres onde recebe a visita constante de sua filha Anne (Olivia Colman). Quando essa última conta para ele que está indo morar em Paris, situações diferentes começam a aparecer nos seus dias, até mesmo personagens diferentes mas que significam algo ao redor da vida dele, e assim conflitos familiares são trazidos à tona. Alucinações? Lembranças? Quais peças não estão lugar?
Na trama, conhecemos um pai (Ricardo Darín) advogado e uma mãe trabalhadora (Cecilia Roth) que do dia pra noite se veem em incertezas e decepções após os militares darem o golpe pelo poder na Argentina em meados da década de 70. Tendo que fugir do lar onde moram, por conta de estarem em uma lista que são contrários ao regime que agora domina o país, vão enfrentar muitas dificuldades para contar aos filhos pequenos sobre o porquê precisam ir morar em outro lugar e viverem longe dos amigos. Assim, tentam seguir em frente, com novas identidades, à bordo de um carro amarelo, olhando as estrelas cadentes e vivendo momentos que podem ser último como família unida.
O protagonista é um jovem de cerca de 30 anos, de origem e família na Estônia, que não sabe direito o que fazer da vida profissional e trabalha em obras na Finlândia. Completamente confuso e sem saber o que fazer após a notícia de que é pai, embarca em uma jornada de paternidade e os cuidados da recém-nascida sozinho já que a mãe não a quis assumir naquele momento.
Nascida para Você (Belas Artes à La Carte)
Na trama conhecemos Luca (Pierluigi Gigante), um homem solteiro, homossexual, que trabalha fazendo um lindo trabalho em uma ONG para pessoas especiais. Ele tem o sonho de ser pai e quando é selecionado para tentar a adoção de uma recém-nascida com síndrome de Down, rejeitada por vinte famílias, enfrenta uma dolorosa batalha com o sistema judiciário de Nápoles.
Maestro (s) (Looke)
Denis (Yvan Attal) é um maestro em total ascensão na carreira após vencer um cobiçado prêmio. Ele possui uma trajetória de repleta tensão com seu pai François (Pierre Arditi), esse também maestro. Um dia, após um bizarro erro de comunicação a partir um inesperado convite para assumir uma prestigiada orquestra na Itália, Denis precisará lidar com uma situação que logo se torna um problema de família.
Apesar de partir de uma premissa aparentemente frágil — uma mãe solteira que descobre nunca ter tido um irmão — o longa holandês Sombras do Passado ultrapassa as camadas superficiais dos conflitos para nos conduzir a um drama intenso, marcado por uma reviravolta surpreendente. Embora exija um pouco de paciência no início, o filme aos poucos conquista o espectador.
Sob a direção de Diederik Van Rooijen, a obra combina elementos de thriller jurídico com descobertas comoventes, mantendo o suspense sempre presente. Além disso, aborda temas profundos e relevantes, como autismo, maternidade, bullying e as complexas surpresas que permeiam os laços familiares.
Iris (Angela Schijf) é uma advogada e mãe de um filho autista que, inesperadamente, descobre a existência de um irmão (Fedja van Huêt) até então desconhecido — e, para sua surpresa, ele está preso, acusado de assassinato. Movida pela urgência de entender essa história, ela se lança em uma corrida contra o tempo, desvendando segredos profundos ligados ao crime e, sobretudo, à sua própria família.
Com o autismo como tema central, acompanhamos duas gerações de mães e suas distintas percepções sobre o assunto. Nesse cenário, a narrativa mergulha no suspense, onde cada nova descoberta da protagonista revela uma peça fundamental de um complexo tabuleiro emocional, marcado pelas consequências dos atos do passado. No embate entre presente e passado, dilemas e surpresas surgem constantemente, mantendo a tensão viva. A excelente fotografia intensifica e reflete essas emoções profundas, potencializando ainda mais a experiência do espectador.
Uma das grandes sacadas deste filme é direcionar a trama para um plot twist totalmente inesperado, sem oferecer nenhuma pista antecipada. Prepare-se para ficar de queixo caído! É aquele tipo de obra que merece sua atenção até os últimos segundos, pois a surpresa está garantida. Embora apresente momentos que beiram clichês já conhecidos, a história se mantém firme graças às atuações sólidas e a um roteiro habilidoso na dosagem dos mistérios.
Perdido no catálogo do Prime Video, esse longa-metragem de 2013 é atemporal! Vale a pena dar uma conferida!
Bob Iger, CEO da Disney, abordou recentemente os planos do estúdio para seus próximos lançamentos, garantindo que, apesar da grande quantidade de sequências, a empresa continuará focando no desenvolvimento de filmes originais.
Segundo a Variety, durante uma conferência, Iger reforçou o compromisso com a criação de novas propriedades intelectuais. “Continuamos focados em criar novas propriedades intelectuais (IP). Obviamente, isso tem um grande valor para nós no longo prazo”.
Ele explicou que a estratégia da Disney é balanceada, aproveitando o apelo das franquias existentes ao mesmo tempo em que investe em novidades. “Mas também sabemos que a popularidade de nossas IPs mais antigas continua significativa, e as oportunidades de produzir sequências ou converter o que antes era animação em live-action — como estamos fazendo com ‘Moana’, em 2026, são apenas uma grande oportunidade para a empresa e fortalecem nossas franquias”.
Iger enfatizou que não há uma prioridade exclusiva. “Então, eu não diria que temos uma prioridade para um lado ou para o outro. Nossa prioridade é lançar grandes filmes que, no final das contas, ressoem com os consumidores”, afirmou.
O CEO também destacou a importância de cultivar narrativas inéditas. “Quanto mais pudermos encontrar e desenvolver propriedades originais, melhor”, continuou Iger.
Ele mencionou os selos 20th Century e Searchlight como fontes de conteúdo original. “E veja, você poderia até argumentar que a Marvel continua a explorar sua biblioteca de personagens como propriedade original. Mesmo que, por exemplo, já tenham existido filmes do Quarteto Fantástico antes, meio que consideramos o que fizemos como uma propriedade original em muitos aspectos, porque estamos apresentando esses personagens para pessoas que não os conheciam”.
Mais de 25 anos depois, Macaulay Culkin revelou que quase trabalhou com Wes Anderson em ‘Três é Demais‘ (Rushmore, 1998), mas deixou escapar a oportunidade durante sua pausa na carreira após o sucesso em ‘Riquinho‘ (Richie Rich, 1994).
Em entrevista ao programa Hot Ones, o indicado ao Globo de Ouro contou que, na época, recebia e lia diversos roteiros, mas alguns acabaram passando despercebidos.
“Eu era bom em ler, devorava os roteiros, mas alguns escaparam. Lembro que, uns dois anos depois, estava limpando a casa, jogando fora roteiros antigos, e vi um que eu não tinha lido: Rushmore. Pensei: ‘Ah, droga’. Eu provavelmente poderia ter feito esse”.
Culkin reconheceu que não consegue imaginar outro ator que não Jason Schwartzman no papel principal, mas ainda assim sente que teria sido divertido.
“Ao mesmo tempo, penso: ‘Cara, teria sido uma bola e um biscoito, esse aí’.”
Em ‘Três é Demais‘, Schwartzman fez sua estreia no cinema como Max Fischer, um adolescente ambicioso que busca conselhos com Herman Blume (Bill Murray) para conquistar a nova professora Rosemary Cross (Olivia Williams). O problema é que seu mentor acaba se apaixonando pela mesma mulher.
O longa marcou o início de uma parceria duradoura entre Schwartzman e Anderson, que já trabalharam juntos em filmes como Viagem a Darjeeling (2007), O Fantástico Sr. Raposo (2009), Moonrise Kingdom (2012), O Grande Hotel Budapeste (2014), Ilha dos Cachorros (2018), A Crônica Francesa (2021) e Asteroid City (2023).
Mesmo após a morte brutal de sua personagem em ‘Pânico 4‘, Alison Brie acredita que há espaço para um retorno inesperado no próximo filme da franquia.
A atriz, indicada duas vezes ao Globo de Ouro e conhecida por interpretar a publicista Rebecca Walters, participou do podcast Shut Up Evan ao lado do marido, Dave Franco, e brincou sobre um possível “renascimento” no sétimo filme.
“Com as novas regras de Pânico, mesmo eu morrendo brutalmente, acho que poderiam me trazer de volta”,disse Brie, após Franco comentar que “ela era famosa em Pânico 4 e merece retornar”.
O comentário vem após a confirmação de que David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley — todos mortos em filmes anteriores — irão reprisar seus papéis em ‘Pânico 7‘, seguindo o exemplo de Skeet Ulrich, que já retornou nos dois últimos longas.
Brie aproveitou para criticar o excesso de sobreviventes na nova fase da franquia, que mantém vivos os chamados “core four”: Sam Carpenter (Melissa Barrera), Tara Carpenter (Jenna Ortega), Chad Meeks-Martin (Mason Gooding) e Mindy Meeks-Martin (Jasmin Savoy Brown).
“O problema da era atual é que muita gente sobrevive. O ‘core four’ precisa morrer. Em Pânico 2 matamos Randy Meeks (Jamie Kennedy). Já em Pânico 7 deveríamos estar com, no máximo, dois do grupo original ainda vivos”.
A atriz também lamentou a morte de Dewey Riley (Arquette) em Pânico (2022):
“Foi muito triste. Acho que foi um erro. Devíamos manter os três principais.”
‘Pânico 7‘ marcará o retorno de Neve Campbell como Sidney Prescott, ao lado de Courteney Cox, Arquette, Foley, Lillard, Gooding e Brown.
Chelsea Simmons (Sidney Prescott) deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.
A nova série ‘Anna Pigeon‘, do USA Network, ganhou três reforços no elenco recorrente: Jordan Sledz (Heartland), Crystle Lightning (Ghosts) e Nikki Hallow (High School). As gravações estão acontecendo em Calgary, Alberta, no Canadá. A novidade foi divulgada com exclusividade pelo Deadline.
Eles se juntam à protagonista já anunciada Tracy Spiridakos (Chicago P.D.) e ao ator Ronnie Rowe Jr. (Star Trek: Discovery), que integra o elenco fixo.
Baseada nos romances de Nevada Barr, a trama acompanha Anna Pigeon (Spiridakos), uma ex-moradora da cidade que se tornou guarda florestal após uma perda devastadora mudar completamente o rumo de sua vida. Enquanto tenta escapar de seus traumas, ela passa a se dedicar a resolver crimes que ocorrem dentro dos parques nacionais — custe o que custar.
Jordan Sledz será Zach Redhill, um ator clássico e antigo interesse amoroso de Anna. Crystle Lightning viverá Frieda Dierkz, a despachante e “coluna vertebral” do parque, que sabe tudo sobre todos.
Nikki Hallow interpretará Christina Clark, administradora do parque e mãe solteira em meio a um divórcio difícil, que tem um carinho especial pelos guardas florestais.
A primeira temporada terá 10 episódios e é dirigida e produzida por Lea Thompson (De Volta para o Futuro).
A produção é da Cineflix Studios, December Films e Seven24 Films, com distribuição mundial exclusiva da Cineflix Rights. No Canadá, a série marca a primeira coprodução da Bell Media com o USA Network.
Ainda não há data de estreia confirmada para ‘Anna Pigeon‘.
No próximo dia 10 de agosto, comemora-se o Dia dos Pais – e nada melhor que celebrar esse momento com algumas das pérolas da indústria fonográfica.
De Stevie Wondera Eric Clapton, preparamos uma lista separando dez músicas para ouvir no dia de hoje e junto de uma das pessoas mais importantes da nossa vida.
Confira abaixo:
“BUTTERFLY KISSES”, Bob Carlisle
Em 1997, Bob Carlisle e Randy Thomas uniram forças para construir a ótima e pouco conhecida “Butterfly Kisses” – que, diferente das canções que podemos encontrar nessa lista, traz a perspectiva de um pai proferindo seu amor pela filha. Integrando o compilado de originais ‘Butterfly Kisses (Shades of Grace’), a cândida faixa celebra o 16º aniversário de Brooke, filha de Carlisle, e ganhou inúmeras versões pelas vozes de Raybon Brothers, Jeff Carson, Westlife e Cliff Richard.
Bruce Springsteen é, sem sombra de dúvida, um dos nomes mais importantes da música e, mesmo nos dias de hoje, permanece trabalhando em conteúdos novos e que encantam seus fãs ao redor do mundo. Entretanto, foi em 1982 que Springsteen demonstrou uma vulnerabilidade apaixonante com o lançamento do aclamado álbum ‘Nebraska’ – cuja estrutura inclui a tocante “My Father’s House”. A balada folk, pincelada por vocais dilacerantes e pelas notas do violão e da gaita, fala sobre suas memórias com o pai, que sofreu com problemas mentais e que é homenageado em uma trágica e emocionante narrativa.
Ainda que “The Greatest Man I Never Knew” tenha sido eternizada pela voz de Reba McEntire, a canção country parte da experiência de Richard Leigh para tomar forma. Assinando os versos ao lado de Layng Martine, Leigh construiu uma narrativa inspirada na vivência com o próprio pai, que aprecia a presença dessa figura mesmo em meio às imperfeições e aos erros e que funciona como quarto e último single do álbum ‘For My Broken Heart’ – alcançando o primeiro lugar das paradas canadenses e fazendo um comedido sucesso nos charts dos EUA.
Pertencente ao álbum ‘True Blue’, “Papa Don’t Preach” é uma das melhores e mais conhecidas músicas da rainha do popMadonna. Lançada em 1986, a canção gira em torno de uma jovem garota que engravida e que se recusa a abortar, tendo uma conversa franca com o próprio pai e reconhecendo que precisa dele para dar continuidade à escolha que tomou. A canção é pincelada com inúmeras referências à música latina, que viriam a acompanhar Madonna em vários momentos de sua carreira, e mergulha em um espetacular dance-pop que permanece na memória popular até os dias de hoje.
“MY OLD MAN”, Zac Brown Band
Zac Brown Band pode não ser um nome muito conhecido, mas certamente lançou uma das melhores baladas de 2017 com a cândida e intimista música “My Old Man”. Apoiando-se nos clássicos tropos do country, a narrativa é autobiográfica e fala sobre o pai de Zac Brown e os exemplos de estilo de vida que ele deixou. A canção nos chama a atenção pelos os vocais harmônicos do grupo, que impulsionam um arranjo mais leve de guitarra acústica, violino e cordas leves. Logo no primeiro verso, o narrador reflete sobre sua própria infância, enquanto o segundo se concentra em sua vida adulta, e o terceiro se recorda com melancolia e saudades a memória do pai.
“My Father’s Eyes” configura-se como uma das faixas mais tocantes da carreira de Eric Clapton. Assinada pelo próprio artista, que também ficou responsável pela produção ao lado de Simon Climie, a história é inspirada pelo fato de Clapton nunca ter conhecido o pais – visto que ele morreu de leucemia em 1985. Em sua autobiografia, ‘Eric Clapton: The Autobiography’, o performer diz que, “na canção, tentei descreve o paralelo entre olhar nos olhos do meu filho e os olhos do meu pai, que eu nunca conheci, através do nosso parentesco sanguíneo”. A faixa foi condecorada com o prêmio de Melhor Performance Vocal Pop Masculina no Grammy Awards.
Assim como “Butterfly Kisses”, “Isn’t She Lovely” é uma confessional obra-prima que fala do amor de um pai pela filha. Estendendo-se por nada menos que seis minutos e meio, a faixa foi eternizada por ninguém menos que o lendário Stevie Wonder em celebração ao nascimento da filha, Aisha Morris, ficando responsável também pelos versos e pela ótima produção – que mistura incursões do soul e do pop, e que integrou um dos álbuns mais aclamados da história da música, ‘Songs in the Key of Life’.
“Dance with My Father” é uma das canções mais tocantes do século e traz o melhor de Luther Vandross à tona – aliás, o próprio Vandross já considerou a faixa como a mais bem escrita e produzida da carreira. Assinada também por Richard Marx, a música é baseada em uma experiência pessoal e presta homenagem ao pai, que morreu em virtude de complicações com diabetes, quando Luther tinha apenas oito anos. Na trama discorrida, o cantor e compositor de recorda do fato de que o pai adorava dançar com a mãe – e, como reconhecimento, a iteração levou para casa os prêmios de Música do Ano e Melhor Performance Vocal R&B Masculina no Grammy Awards.
Em 1991, através da mágica da edição digital, Natalie Cole conseguiu o impossível: realizar um “dueto virtual” com o pai, o lendário musicista de jazzNat King Cole, para uma colaboração da icônica canção “Unforgettable”. A versão foi elogiada pelos críticos especializados e pelo público, funcionando como uma união de duas gerações diferentes sob uma perspectiva de celebração memorialística que nos conquista desde os primeiros segundos – e que se vale da química de pai e filha de forma esplêndida e fabulosa.
“DADDY LESSONS”, Beyoncé
Beyoncé consagra-se como uma das maiores artistas de todos os tempos do cenário fonográfico – e, apesar de já ter composto uma canção para o pai em seu álbum de estreia, não foi até ‘Lemonade’ que esse relacionamento foi explorado mais a fundo. Com “Daddy Lessons”, Queen B eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como preconiza o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.
Lançado em 2006, À Procura da Felicidade é um drama biográfico que recebeu avaliações mornas da crítica especializada, mas virou um clássico para o público. Para parte da imprensa, o filme foi considerado apelativo demais. No entanto, algo que foi amplamente reconhecido foi a atuação de Will Smith, que seria indicado ao Oscar de Melhor Ator e ao Globo de Ouro na categoria de Melhor Ator Dramático.
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Inspirado em uma história real, o longa acompanha um homem que passou de morador de rua a multimilionário por meio do trabalho duro e da persistência. É uma jornada de humilhações que mexem com o coração de qualquer ser humano. E como todo filmaço, À Procura da Felicidade esconde algumas curiosidades interessantes de bastidores. Pensando nisso, o CinePOP selecionou 10 casos que você talvez não conheça. Confira!
Estreia
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Um dos grandes chamarizes do filme foi a estreia de Jaden Smith nos cinemas. Ele estrelaria o longa ao lado do pai, Will Smith, o que deu ao projeto um tom bastante familiar e pessoalmente dramático para Will, que teve de viver várias situações bastante complexas ao lado do pimpolho. Jaden foi muito elogiado por sua atuação e ganhou o prêmio de Melhor Performance Revelação no MTV Movie Awards de 2007.
De uma vez só
A cena mais memorável do filme certamente é a sequência em que Chris Gardner e o filho acabam passando a noite no chão do banheiro do metrô. Ela é o ponto mais baixo e mais humilhante da vida do rapaz, fazendo até mesmo o mais turrão se debulhar em lágrimas. Essa passagem foi tão intensa e exigiu tanta concentração do elenco e da equipe de filmagem que eles conseguiram gravar tudo em uma única tomada. Nenhuma dessas cenas precisou ser feita mais de uma vez. Ficaram perfeitas “de primeira”.
Intensidade
Essa sequência do banheiro foi especialmente dolorosa para Will Smith, que estava completamente imerso no papel. Mais do que isso, ele teve de passar por essa experiência ao lado do filho, algo que deixou tudo ainda mais difícil. Para deixar tudo ainda mais intenso, durante a filmagem, Will pensou em sua própria infância, que foi marcada por dificuldades, o que refletiu em sua reação genuína enquanto abraça o filho dormindo.
Situação de rua
Uma boa parte das cenas do filme são ambientadas em filas e abrigos para pessoas em situação de rua. Para compor esses momentos, a produção do filme escalou pessoas comuns que estavam realmente vivendo em situação de rua. Pela participação, eles receberam a diária equivalente ao salário mínimo da época e refeições gratuitas. Aquele dinheiro, ainda que pouco, foi o primeiro que muitos deles receberam como remuneração laboral em muito tempo.
O outro lado
A outra parte marcante do longa é quando Chris consegue o treinamento não remunerado na corretora de ações Dean Witters. Assim como na situação dos moradores de rua, o filme apostou no realismo da vida como ela é. Ou seja, eles gravaram no escritório de verdade da corretora, em São Francisco, e a maioria dos funcionários que são vistos trabalhando ao fundo são os trabalhadores de verdade da Dean Witters, que foram orientados pela direção a “trabalharem normalmente”, como se o Will Smith não estivesse ali bem ao lado deles.
Mudanças
Divulgação/ Zade Rosenthal
O longa é inspirado na história real de Chris Gardner, que escreveu um livro de memórias também chamado À Procura da Felicidade, que virou um best seller nos EUA. Porém, como em toda adaptação cinematográfica, o filme realizou algumas mudanças para contar essa história nas telonas. A principal delas é que o Chris Jr. era um bebê na vida real, enquanto a versão dos cinemas o retratou como uma criança pequena. Outra alteração foi a personagem Linda (Thandie Newton). Chris nunca foi casado com a mãe do Chris Jr., então ela não o deixou na vida real.
Linda
Na vida real, a Linda foi inspirada em Sherry, a primeira esposa de Chris na vida real. No entanto, seu período com ela foi consideravelmente mais próspero do que o relacionamento mostrado no filme. Isso porque ela vinha de uma família com dinheiro e era prima de Robert Alexander, um escritor bastante conhecido. Inclusive, foi durante os saraus sociais de Robert que Chris acabou tendo contato com grandes nomes do cinema norte-americano, como Samuel L. Jackson e Danny Glover.
Dean Witters
Dentre as mudanças mais significativas para o filme, o núcleo da Dean Witters foi o mais alterado em relação ao livro. Primeiro que o longa mostra Chris penando para passar no teste de aprovação do treinamento, sendo que a corretora aceitava a inscrição de qualquer um que fosse indicado, independentemente de provas. O que aconteceu, na verdade, é que Chris realizou a prova e teve um aproveitamento altíssimo, o que impressionou os recrutadores. A segunda grande diferença é que o treinamento é retratado como não remunerado. Na vida real, eles pagavam um auxílio. Não era muito, mas era o bastante para pagar o transporte e a alimentação, por exemplo.
Cubo mágico
Um dos momentos mais importantes na virada de chave na vida de Chris é a resolução de um Cubo Mágico de um dos dirigentes da Dean Witters. O curioso é que esse não foi o primeiro personagem de Will Smith que teve a vida mudada pelo brinquedo. Anos antes, em Um Maluco no Pedaço, Will foi aprovado para a universidade de Princeton após resolver o cubo. Na vida real, o ator teve o apoio de três campeões mundiais de montagem de cubo mágico para aprender a resolver o brinquedo em menos de dois minutos. Ele ficou realmente bom nisso.
Homenagem
Por fim, o longa presta uma última grande homenagem a Chris Gardner justamente na cena de conclusão do filme. Nela, o Chris de Will Smith está andando com o Chris Jr., quando um rapaz de terno atravessa a rua logo atrás deles. O homem em questão é o próprio Chris Gardner da vida real.
À Procura da Felicidade está disponível no Telecine.
O ator David Dastmalchian, que dará vida ao temível M. Bison, o comandante da Shadaloo, na adaptação cinematográfica do clássico ‘Street Fighter’, compartilhou recentemente seu processo de treinamento para interpretar o vilão nas telonas.
De acordo com o Games Fragger, o ator revelou que tem jogado intensamente o game original como parte de sua preparação.
“Eu não tenho ideia, não tenho expectativas. A única coisa que sei é que me sinto extremamente honrado por o Kitao [Kitao Sakurai, o diretor] ter me escolhido para embarcar nessa jornada com ele e com o restante da equipe. Acho que o projeto está em ótimas mãos”, disse Dastmalchian.
Ele continuou, expressando confiança na produção: “Com a Legendary, eles têm entregado um filme incrível atrás do outro, e se importam muito com propriedades intelectuais, com franquias já existentes… Eu tenho me preparado para o personagem indo ao fliperama e jogando muito Street Fighter 2, e eu nunca perco”.
A direção do longa será assinada por Kitao Sakurai, conhecido pela comédia ‘Bad Trip‘.
Os detalhes da trama seguem em sigilo, mas espera-se que o filme mantenha a essência do clássico jogo de luta da Capcom, centrado em torneios globais e batalhas entre lutadores de diferentes estilos e motivações.
Com mais de 55 milhões de unidades vendidas no mundo,Street Fighter é uma das franquias de games mais lucrativas e amadas da história. A nova adaptação promete combinar ação intensa com visual moderno e personagens fiéis aos jogos que conquistaram gerações.
O longa está programado para estrear no dia 20 de março de 2026.
Além do filme, a Legendary adquiriu também os direitos da franquia de games para a TV. Isso significa que os fãs podem esperar uma série que vai explorar a rica mitologia de ‘Street Fighter‘ e seus personagens icônicos.
Vale lembrar que a franquia já foi adaptada para os cinemas anteriormente, com um filme lançado em 1994, que contava com Jean-Claude Van Damme, Ming-Na Wen e Raul Julia no elenco. No entanto, a adaptação foi recebida com críticas bem negativas e não obteve grande sucesso de bilheteria.
A exposição e a culpa. Chegou ao catálogo do Prime Video um filme profundo que aborda, com sensibilidade, um tema delicado que envolve medicina, ética e opinião pública. A partir de uma operação que se complica após um erro, somos conduzidos por uma narrativa densa que revela uma profissional brilhante vivendo no fio que separa o pragmatismo das emoções. A Mistake, dirigido pela cineasta neozelandesa Christine Jeffs, também encara de frente o sexismo, trazendo reflexões potentes sobre um ponto crucial: o desafio enfrentado por mulheres em ambientes machistas.
Elizabeth (Elizabeth Banks) é uma experiente cirurgiã em um hospital de alta demanda nos Estados Unidos. Durante uma cirurgia de rotina, seu residente, Richard (Richard Crouchley), comete um grave erro sob sua supervisão. No dia seguinte, a paciente morre, e Elizabeth passa a enfrentar embates com a administração do hospital, o machismo escancarado, o sexismo e o peso da opinião pública.
Baseado no romance homônimo de Carl Shuker, o filme coloca em evidência o erro – e, inevitavelmente, a culpa – para explorar as raízes complexas de nossa sociedade. Em uma descida por camadas cada vez mais profundas, acompanhamos os conflitos que se desdobram entre os personagens e os absurdos que, infelizmente, também encontramos na vida real, revelados em comportamentos egoístas que ferem princípios éticos e morais.
Em uma análise densa, que cruza a ética na medicina com as emoções humanas, acompanhamos uma protagonista cuja vida é virada de cabeça para baixo após uma mancha em seu brilhante currículo. O roteiro consegue expandir os debates que surgem, lançando luz sobre uma profissão tão essencial quanto desafiadora: a medicina. Em meio à exposição dos procedimentos cirúrgicos — sustentada pelo ideal de transparência pública, mas incapaz de revelar as complexas variáveis e imprevistos que moldam cada cirurgia —, a narrativa mergulha nas tensões entre dever e julgamento social.
A Mistake também enfrenta de forma direta a questão do sexismo — o preconceito baseado no gênero — no ambiente profissional, trazendo reflexões relevantes e precisas sobre o tema. A habilidade do roteiro em ampliar seu epicentro narrativo para discutir problemas que atravessam nossa sociedade diariamente é um dos grandes méritos desse filme, que merece ser descoberto.
O aclamado musical da Broadway ‘Hamilton’ está prestes a chegar às telonas nos EUA, e a Disney acaba de lançar um novo trailer para divulgar a produção. Estrelado porLin-Manuel Miranda.
A estreia está marcada para 5 de setembro em salas de cinema por todos os Estados Unidos e Porto Rico. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
É importante ressaltar que este lançamento nos cinemas é uma captura ao vivo do espetáculo da Broadway, filmada em 2016 com o elenco original. Não se trata de uma adaptação cinematográfica tradicional, como ‘Em Um Bairro de Nova York’ ou ‘Wicked’.
Com 11 prêmios Tony e um Pulitzer de Drama, ‘Hamilton’ é um verdadeiro fenômeno cultural desde sua estreia em 2015. O musical narra a vida de Alexander Hamilton, um dos pais fundadores dos EUA, utilizando uma fusão inovadora de hip-hop, jazz e R&B que revolucionou o gênero.
Os direitos do filme foram adquiridos pela Disney por US$ 75 milhões, um dos maiores acordos já fechados para uma produção teatral filmada.
O lendário atorTom Hanks usou suas redes sociais para prestar uma tocante homenagem a James A. Lovell Jr., o astronauta que ele interpretou no aclamado filme ‘Apollo 13’, de 1995. Lovell faleceu na última quinta-feira, em Illinois, aos 97 anos.
Além de sua participação na dramática missão Apollo 13, Lovell também foi um veterano de outros três voos espaciais: Gemini VII, Gemini XII e Apollo 8, marcando sua carreira como um dos mais experientes astronautas da NASA.
“Existem pessoas que ousam, que sonham e que lideram outros até lugares onde não iríamos por conta própria. Jim Lovell, que por muito tempo foi o ser humano que mais longe foi no espaço e por mais tempo do que qualquer outro, era esse tipo de pessoa”, escreveu Hanks.
O ator continuou, destacando a motivação de Lovell: “Suas muitas viagens ao redor da Terra e quase até a Lua não foram feitas por riquezas ou celebridade, mas porque desafios como esses são o que alimenta o curso da vida, e quem melhor do que Jim Lovell para enfrentá-los?”.
Finalizando sua homenagem, Hanks se despediu: “Nesta noite de Lua cheia, ele parte — para os céus, para o cosmos, para as estrelas. Boa viagem, Jim Lovell, nesta nova jornada”.
O longa ‘Apollo 13’, dirigido por Ron Howard, teve Hanks no papel de Lovell e dramatizou a tensa missão lunar que enfrentou uma explosão após o lançamento. O incidente forçou os cientistas da NASA a improvisarem soluções complexas para trazer a tripulação de volta em segurança à Terra.
Segundo a Variety, o diretor Ron Howard e o produtor de ‘Apollo 13’,Brian Grazer, também prestaram suas homenagens ao falecido astronauta.
“Descanse em paz, comandante Lovell. Piloto de testes da Marinha, Gemini 7, Gemini 12, Apollo 8 e, claro, Apollo 13”, escreveu Howard. “Ter conhecido Jim foi uma honra tremenda. Sua combinação de intelecto, coragem e compromisso com o dever fez dele um dos indivíduos mais notáveis que já conheci. Seu apoio ao nosso trabalho cinematográfico inspirou autenticidade e elevou nosso processo de inúmeras formas. Obrigado, senhor, por seu serviço ao nosso país e à humanidade”.
Grazer, por sua vez, destacou o impacto de Lovell: “Jim Lovell foi um verdadeiro herói americano, cuja coragem, inteligência e graça sob pressão inspiraram uma nação. Ele não era apenas uma lenda na exploração espacial, mas também um homem incrivelmente generoso, gentil e inspirador. Obrigado, comandante Lovell, por nos mostrar o melhor do que podemos ser”.
O produtor Todd Garner recentemente deu aos fãs de ‘Mortal Kombat’ um vislumbre empolgante do futuro da franquia. Segundo o Games Fragger, Garner indicou que ‘Mortal Kombat 2’ é apenas o começo de uma visão muito maior para o universo dos filmes.
“Agora, entendam, esperamos que esse não seja o fim da franquia. Não é como se estivéssemos fazendo só esse filme e pronto, acabou, esperamos que não seja assim. Definitivamente temos planos de longo prazo”, afirmou o produtor.
Garner detalhou esses planos, que incluem expansões significativas caso ‘Mortal Kombat 2’ seja bem-sucedido: “Se esse filme tiver um bom desempenho, temos oportunidades para sequências, derivados e uma chance de introduzir novos personagens, enquanto continuamos desenvolvendo aqueles que os fãs já conhecem e amam”.
‘Mortal Kombat 2’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 23 de outubro.
A Netflix está enfrentando problemas em São Paulo devido a uma ação de marketing da segunda temporada de ‘Wandinha’. Um grafite gigante da série em um prédio no centro da cidade, criado para divulgar a Parte 1 da 2ª temporada, que já está disponível na plataforma, violou a Lei Cidade Limpa.
Conforme o UOL Splash, a intervenção artística desrespeitou a legislação municipal, que proíbe intervenções que exibam, direta ou indiretamente, nomes, marcas, logotipos, produtos ou serviços de caráter comercial.
Devido a essa infração, o condomínio do prédio foi multado em R$ 190 mil e tem um prazo de cinco dias para remover a arte. Em caso de descumprimento, novas autuações serão aplicadas a cada 15 dias.
O grafite está localizado em um prédio na Rua Ana Cintra, com vista para o Elevado Presidente João Goulart, mais conhecido como Minhocão. A imagem traz elementos conhecidos da série, apresentando Wandinha (interpretada por Jenna Ortega) e a Mãozinha.
O perfil da Netflix Brasil compartilhou imagens do painel no domingo (3).
“Tão bom ver o humor contagiante da Wandinha tomando as ruas de São Paulo… A parte 1 da 2ª temporada estreia já na quarta-feira, dia 6 de agosto!”, dizia a legenda do post feito no Instagram.
Lembrando que a segunda parte, por sua vez, tem lançamento agendado para 5 de setembro.
A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.
O elenco também conta com Catherine Zeta-Jones, Luís Guzmán, Isaac Ordonez, Emma Myers, Hunter Doohan, Percy Hynes White e outros.
A Disney surpreendeu recentemente ao anunciar que a plataforma de streaming Hulu será descontinuada como aplicativo separado, e todas as suas produções serão integradas ao Disney+.
Segundo a Variety, o novo aplicativo unificado, combinandoDisney+ e Hulu, estará disponível em 2026. No entanto, de acordo com um porta-voz da Disney, os clientes ainda poderão adquirir assinaturas separadas de ambos os serviços.
“Hoje estamos anunciando um passo importante no fortalecimento de nossa oferta de streaming ao integrar totalmente o Hulu ao Disney+”, disseram o CEO Bob Iger e o CFO Hugh Johnston em comentários preparados para os resultados trimestrais da empresa.
“Isso criará um pacote impressionante de entretenimento, combinando as marcas e franquias de mais alto nível, conteúdo geral, programação familiar, notícias e esportes ao vivo líderes do setor em um único aplicativo”, acrescentou.
Segundo Iger, o novo aplicativo único do Disney+ com Hulu proporcionará uma experiência melhor para o consumidor, o que ajudará a reduzir o cancelamento de assinaturas.
“Ao criar uma oferta de streaming realmente diferenciada, ofereceremos aos assinantes uma escolha tremenda, conveniência, qualidade e personalização aprimorada”, disseram os executivos. “Isso aumentará nossa capacidade de crescer em lucratividade e margens em nosso negócio de streaming, graças ao maior engajamento esperado, menor cancelamento e potencial de receita publicitária, além de ganhos operacionais que, ao longo do tempo, poderão gerar economias reinvestidas no negócio”.
A reportagem ainda revela que o Hulu se tornará uma marca global de entretenimento geral: a partir do outono de 2025, ele substituirá o ícone Star noDisney+ internacionalmente.
“Já estamos trabalhando para aprimorar nossa tecnologia e, nos próximos meses, implementaremos várias melhorias no aplicativo do Disney+, incluindo novos recursos empolgantes e uma página inicial mais personalizada”, disseram Iger e Johnston.
A decisão de fundir totalmente Hulu e Disney+ veio após o fechamento do acordo da Disney com a Comcast, depois de dois anos de negociações.
Em junho de 2025, a Disney comprou a participação de um terço da NBCUniversal no Hulu, pagando à Comcast cerca de US$ 9 bilhões no total, sendo US$ 8,61 bilhões em novembro de 2023 e US$ 438,7 milhões em junho passado.
A Comcast buscava mais de US$ 13 bilhões por sua parte de 33%; o valor final foi determinado por arbitragem com um banco independente.
Lenda do samba, Arlindo Cruz faleceu nesta sexta-feira (8) no Rio de Janeiro. A causa da morte não foi divulgada pela família, mas o sambista vivia com sequelas de um AVC sofrido há oito anos. Seu legado para a música e para a cultura brasileira em geral é inestimável, com composições incomparáveis que exaltam a vida no subúrbio carioca e o amor à vida boêmia na Cidade Maravilhosa.
E a história de Arlindo se misturou a um capítulo da centenária trajetória da Disney, que nasceu de um dos capítulos mais polêmicos e interessantes do estúdio e da parceria entre Disney e o Brasil, que, como já contamos algumas vezes aqui no CinePOP, atendeu a interesses políticos dos EUA sobre as potências estratégicas latino-americanas por meio da Política da Boa Vizinhança.
O grande filho desse casamento é o papagaio Zé Carioca, que é amado por uns e considerado estereotipado por outros, mas definitivamente é um dos nomes mais marcantes desses 100 anos. São poucos os países que contam com um representante tão icônico num cenário amplamente dominado por norte-americanos e europeus, como nos filmes da Disney, que historicamente viraram sinônimo de animações de qualidade.
Mais do que o impacto cinematográfico, o Zé Carioca, acompanhado de seu entusiasmo e da forma apaixonada como descrevia e defendia seu tão amado Rio de Janeiro, impactou diretamente na consolidação da Cidade Maravilhosa como parada obrigatória nas rotas do turismo mundial.
Não é por acaso que o Rio, então capital do Brasil, segue como a principal imagem do país no exterior até os dias de hoje. Foi um processo massivo de propaganda trabalhada entre as nações, que resultaram no Rio de Janeiro como o principal cartão postal brasileiro. E o nascimento do Zé Carioca fez parte ativa disso.
Nos anos seguintes, algumas produções menores foram lançadas nos cinemas, e a Disney passou a concentrar seus esforços para o mercado brasileiro quase que exclusivamente para as histórias em quadrinhos, que passaram a contar com artistas nacionais. Porém, o tema do texto de hoje é talvez o lançamento mais aleatório da história da Disney visando o mercado nacional. É também o último grande produto da empresa com foco no público brasileiro e que, infelizmente, acabou não fazendo tanto sucesso assim: o CD Disney Adventures In Samba.
Lançado em 2010, ele integrou um projeto chamado Disney Adventures que compilava versões de músicas clássicas do estúdio cantadas por grandes artistas de diferentes gêneros musicais. No Brasil, o Adventures In Samba foi encabeçado por Rodrigo Caldas, que chamou o produtor musical e mestre do cavaquinho, Alceu Maia, para transformar essa ideia em realidade. E aí a coisa ficou séria. Foi convocado um verdadeiro Dream Team do Pagode e do Samba para interpretar clássicos Disney e clássicos da música nacional que marcaram época nas animações da casa.
“O interessante desse projeto é a reunião desses sambistas todos, desses cantores todos, em torno de um tema que são os clássicos da Disney. Todo mundo que está sendo convidado para cantar tem uma história para contar e recebeu a ideia de coração aberto. Porque o projeto apesar dessa pluralidade, ele tem uma identidade, uma assinatura no samba muito legal. Ele é cheio de Brasilidade, se é que existe isso, musical na história toda. Acho que todo mundo vai gostar disso aí”, comentou, na época, Alceu Maia.
E quando o assunto é qualidade, a Disney realmente não poupou despesas. A proposta era comemorar essa parceria de sucesso, então eles mesclaram artistas consagrados no samba, principalmente carioca e nordestino, com uma galerinha nova que estava surgindo para o cenário nacional da época.
É realmente um grupo que reunia o que o Brasil tinha de melhor na época, além de contar com uma canção inédita chamada “Pagode na Disney”, composta por Arlindo Cruz exclusivamente para o álbum.
A música propõe ao público imaginar como seria uma roda de samba com os personagens da Disney, com direito ao Mickey tocando guitarra e o Pato Donald arranhando no cavaquinho, sendo a farra comandada obviamente pelo Zé Carioca. A campanha publicitária do álbum foi maciça no Disney Channel, que exibiu clipes do CD e entrevistas com os músicos contando suas experiências pessoais com a Disney.
“É um prazer cantar sobre essa turma da Disney, porque eu, quando garoto, colecionava gibi do Tio Patinhas. Então ficou fácil cantar sobre esse universo que fez parte da minha infância. Esse samba tá arrumadinho, tá animado. Acho que vai dar pagode lá na Disney”, brincou Arlindo Cruz no lançamento.
“Pra mim é uma alegria, um prazer imenso poder participar desse projeto tão bonito, com canções típicas da Disney. Eu sou fanático por todos os desenhos, dos parques da Disney que já tive a oportunidade de conhecer. E ao mesmo tempo, poder cantar um clássico como ‘Aquarela do Brasil’ é, pra mim, uma honra, um prazer. Essa música primeiro se tornou um clássico na voz da Carmen Miranda e eu tô muito feliz de poder participar desse projeto, que tenho certeza que será um grande sucesso”, disse Alexandre Pires.
E o que fascina no álbum é justamente esses encontros inesperados, como o pessoal do Molejo cantando a música dos Sete Anões da Branca de Neve, Alcione cantando A Bela e a Fera com sua sobrinha e um dueto de Péricles e Thiaguinho interpretando O Que Eu Quero Mais É Ser Rei, de O Rei Leão.
O álbum é composto pelas 14 faixas que você pode conferir na imagem ao lado e foi lançado em duas versões. Uma é o CD simples, que conta apenas com as músicas gravadas.
Porém, veio também uma edição especial, um pouco mais difícil de encontrar hoje em dia, que trouxe de brinde um DVD que traz as participações históricas do Zé Carioca nas animações da Disney por meio das músicas. São seis clipes com conteúdos tirados de Alô, Amigos!, Você Já Foi à Bahia? e Tempo de Melodia. E como essas três animações são praticamente curtas compilados em filmes de aproximadamente 1h, o DVD de bônus traz praticamente um resumão de todas as aparições do Zé Carioca na Disney até então.
Além dele, há os videoclipes oficiais da Aquarela do Brasil de Alexandre Pires e de Pagode na Disney, do Arlindo. Encerrando os bônus, um making of do álbum, chamado Um Toque de Magia no Samba, de onde foram tirados os comentários desta matéria. E para quem se interessou pelo álbum, ainda é possível encontrar a versão simples por valores acessíveis em lojas on-line. A versão com o DVD que é realmente mais difícil de achar em loja, até por ser uma edição com 13 anos de idade. Mas se CD não é a sua, a playlist reduzida, distribuída no mercado internacional, está disponível em plataformas on-line de áudio, como o Spotify. Basta clicar aqui.
Por mais estranho que possa parecer, o projeto foi um sopro de criatividade num mercado já cansado da mesmice que era o fonográfico. Além disso, foi uma forma lúdica de aproximar a molecada de músicas e artistas clássicos da música nacional. Foi um projeto realmente interessante que merecia mais atenção do que ganhou.
Nesses 100 anos de Disney, voltar ao tempo em que a empresa lançava essas produções mais voltadas para mercados específicos é uma viagem interessante, porque com essa história de internacionalização das marcas, parece que a empresa está cada vez mais distante desses núcleos.
Alguns filmes têm o poder de nos arrastar para histórias tão intensas que despertam emoções profundas e variadas. Essa conexão acontece quando algum aspecto do enredo nos toca de forma especial, levando-nos a refletir sobre a vida e até sobre nós mesmos. Pensando nessas obras que fazem o coração transbordar, preparamos uma lista para quem gosta de se entregar – e se rasgar – em emoções diante da tela:
O equilíbrio entre a mente e o corpo nos preenchimentos de lacunas ligadas aos limites. Um dos mais impactantes documentários lançados no universo dos streamings em 2023, De Tirar o Fôlego, indicado à cinco prêmios desde seu lançamento, nos mostra o forte elo de dois destinos que se cruzam através dos riscos de um dos esportes mais perigosos do mundo, o mergulho livre. Escrito e dirigido pela cineasta irlandesa Laura McGann, esse projeto tem a maestria de uma narrativa que consegue manter o interesse do espectador do início ao fim onde reviravoltas são vistas aos montes nos levando para enormes caminhos de tensão, angústia e reflexões sobre a vida.
O Campeão
Na trama, conhecemos Billy (Jon Voight), ex-boxeador, perto dos 40 anos, que despencou no auge da carreira, consumido pelos seus conflitos emocionais, dominado pelos vícios em jogos e bebida. Ele é pai do pequeno T.J (Ricky Schroder), um garoto super inteligente de oito anos que busca a atenção de seu pai e o ajuda em todos os momentos. Quando Annie (Faye Dunaway), a mãe do garoto, reaparece na vida dos dois, quase uma década sem entrar em contato, novos conflitos surgem em paralelo a uma nova oportunidade para Billy numa luta que poderá trazer seus dias de glórias de volta.
Indicado para três Oscars em 2022, esse emocionante filme adapta toda a ternura e harmonia do seu original francês. No Ritmo do Coração aborda temas importantes sobre família, inclusão social, desafios no trabalho, as escolhas da vida no choque entre sonhos e realidade.
Na trama, conhecemos Frank (John Hawkes), um vendedor aposentado que passa seus dias de forma pacata ao lado da esposa Anna (Andrea Irvine) no estado do Alabama. Quando ela falece, vítima de câncer, Frank, precisa realizar o último desejo da esposa: uma viagem para a Irlanda junto do filho. A questão é que Sean (Logan Lerman), que acabara de sair da prisão, não se dá bem com o pai. Embarcando nessa viagem, muitas surpresas pelo caminho esperam pai e filho.
Na trama, conhecemos a jovem Beth (Sophia Lillis) que mora no interior dos Estados Unidos e não possui muitos sonhos na vida. Sua grande referência acaba sendo o seu tio Frank (Paul Bettany) um homem inteligente, educado, professor da Universidade de Nova Iorque, distante do resto da família, por motivos que a princípio não sabemos, que a faz entender alguns conceitos básicos para que tenha independência e consiga ser quem ela realmente quiser ser. Os anos se passam e Beth passa para a mesa Universidade que o tio dá aulas e acaba, durante uma festa meio que secreta, descobrindo que ele é gay e vive casado com Wally (Peter Macdissi), um engenheiro aeronáutico, a mais de 10 anos. Dias depois, Frank recebe a notícia que seu pai, avô de Beth, faleceu, e os dois precisam embarcar para a cidade natal deles para o funeral.
Joe (Vince Vaughn), um simpático homem de meia idade que trabalha com consertos automotivos, acaba de perder a mãe. Nesse momento de luto, lembranças das comidas que ela e sua vó faziam dominam suas lembranças. Um dia, com o dinheiro da herança, resolve comprar um restaurante e fazer dele um lugar especial. Para isso, contará com a ajuda de amigos de longa data e quatro mulheres na melhor idade que tem receitas deliciosas para atrair o público.
Na trama, conhecemos Saori (Sakura Andô), uma mãe, viúva, em busca das verdades sobre o recente comportamento do jovem filho Minato (Soya Kurokawa). Ela aciona a escola onde ele está matriculado e seu destino se cruza com o professor Hori (Eita Nagayama) acusado de agredir Minato. Esse é um dos pontos de vistas de uma história que abre seu leque com o olhar de Hori e também o de Minato.
Na trama acompanhamos em algumas passagens de tempo a relação de amizade e quem sabe até mesmo amor entre Nora (Greta Lee) e Hae Sung (Teo Yoo). No início amigos de escola, com a imigração da primeira para um outro país ficam distantes, voltando a se encontrar pela internet mais de uma década depois. Após mais uma pausa, sem conseguirem dar aquele passo necessário na relação, se reencontram mais uma década depois, já adultos e estabelecidos profissionalmente, ela uma escritora em Nova Iorque casada com o também escritor Arthur (John Magaro), ele um engenheiro ainda na Coreia do Sul. Um último encontro pelas ruas da cidade mais famosa do mundo, contemporânea, acontece, onde precisam lidar com o que o tempo e o destino tem para oferecê-los. Será o suficiente?
Na trama, conhecemos Miriam (Adriana Llabres), filha de pais surdos que trabalha como professora de libras em uma escola. Ela vive uma vida feliz ao lado da namorada Lola (Ludwika Paleta) e investe tempo e dedicação na carreira teatral. Às vésperas de interpretar uma personagem de uma peça de Tchekhov, após uma consulta médica, descobre estar ficando totalmente surda, fato esse que mudará para sempre sua trajetória e sonhos.
Nascida para Você
Na trama conhecemos Luca (Pierluigi Gigante), solteiro, homossexual, que trabalha fazendo um lindo trabalho em uma ONG para pessoas especiais. Ele tem o sonho de ser pai e quando é selecionado para tentar a adoção de uma recém-nascida com síndrome de Down, rejeitada por vinte famílias, enfrenta uma dolorosa batalha com o sistema judiciário de Nápoles.
A série médica ‘The Pitt‘, da HBO Max, conhecida por retratar de forma realista os bastidores de um pronto-socorro, promete manter o tom crítico na segunda temporada.
Segundo o elenco e a equipe, os novos episódios irão explorar as consequências diretas dos cortes no Medicaid incluídos no recente projeto de lei sancionado pelo ex-presidente Donald Trump.
A chamada “big, beautiful bill”, assinado em 4 de julho, prorroga cortes de impostos de 2017, amplia verbas para defesa e muro na fronteira, mas inclui US$ 930 bilhões em cortes no Medicaid, além de reduções em programas de assistência alimentar, energia limpa e empréstimos estudantis.
“Você não precisa tomar uma posição política para discutir o impacto real dessas mudanças. Elas terão consequências imediatas nos prontos-socorros, e isso é consenso entre diferentes espectros políticos”, disse o produtor executivoJohn Wells à Variety.
O protagonista e produtorNoah Wyle reforçou que o drama seguirá mostrando múltiplos pontos de vista:
“Não estamos fazendo julgamentos de valor. Pintamos um retrato fiel e o público tira suas próprias conclusões”.
Além dos cortes no Medicaid, a nova temporada vai abordar questões como tratamento desigual de pacientes negros, imigrantes e famílias indocumentadas, agravadas por recentes operações do ICE.
O produtor R. Scott Gemmill destacou que a série pretende alertar para o colapso do sistema:
“Com menos apoio governamental, as pessoas vão recorrer mais ao único lugar onde conseguem atendimento gratuito: a emergência. E ela já está sobrecarregada”.
Assim como na primeira temporada, os novos episódios retratarão um único turno de 15 horas, acompanhando médicos e equipe em tempo real. A estreia está prevista para janeiro de 2026.
Renovada em fevereiro, ‘The Pitt‘ é hoje o título mais assistido globalmente na HBO Max, segundo a Warner Bros. Television. As filmagens da segunda temporada começaram em junho.
Lembrando que a temporada de estreia se tornou uma das mais elogiadas dos últimos meses e conquistou 13 indicações ao Emmy Awards 2025, incluindo Melhor Série de Drama.
Lembrando que a 2ª temporada tem estreia prevista para janeiro de 2026 e contará com Charles Baker (‘Breaking Bad’), Irene Choi (‘Insaciável’), Laëtitia Hollard (‘Trauma’) e Lucas Iverson (do circuito teatral norte-americano).
Criada por R. Scott Gemmill (ER) e produzida por John Wells (‘Shameless‘, ‘The West Wing‘), ‘The Pitt‘ é uma série médica de formato quase em tempo real, ambientada no fictício Pittsburgh Trauma Medical Center. A narrativa acompanha médicos e enfermeiros lidando com emergências em meio a um sistema de saúde sobrecarregado e à beira do colapso — uma proposta elogiada pela autenticidade e intensidade dramática.
Aclamada em sua estreia, a série venceu prêmios no Gotham TV Awards e está cotada para diversas indicações ao Emmy. Os novos episódios — agora ambientados durante o feriado de 4 de julho — prometem ainda um salto temporal, mudanças hierárquicas no hospital e a chegada desses novos rostos para mexer na dinâmica já estabelecida.