Há quatro anos, Finn matou seu sequestrador e escapou, tornando-se o único sobrevivente de O Pegador. Mas o verdadeiro mal transcende a morte… e o telefone voltou a tocar. Enquanto Finn, agora com 17 anos, tenta lidar com a vida após o cativeiro, sua irmã Gwen começa a receber ligações em seus sonhos através do telefone preto — e a ter visões perturbadoras de três garotos sendo perseguidos em um acampamento de inverno. Decidida a resolver o mistério e acabar com o tormento que aflige a ela e seu irmão, Gwen convence Finn a visitar o acampamento durante uma tempestade de inverno. Lá, ela descobre uma ligação devastadora entre O Pegador e a própria história de sua família. Juntos, Gwen e Finn terão que enfrentar um assassino que se tornou ainda mais poderoso após a morte — e mais ligado a eles do que jamais poderiam imaginar.
‘Marvel Zombies’, spin-off da aclamada série ‘What If…?’, estreia em breve no Disney+, e o estúdio acaba de divulgar a nova coleção de Funko Pop!, revelando o visual inédito de Blade/Cavaleiro da Lua, personagem interpretado por Mahershala Ali.
Essa será a primeira aparição oficial de Mahershala Ali como Blade no MCU, desde o anúncio de sua escalação na San Diego Comic-Con e sua breve participação por voz na cena pós-créditos de ‘Eternos’ (2021).
Vale lembrar que o desenvolvimento do filme solo de Blade tem enfrentado inúmeros atrasos e mudanças criativas nos bastidores, mantendo o projeto envolto em incertezas.
Apesar de Ali ter gravado as falas para essa variante do Cavaleiro da Lua, a intenção original da Marvel era que o público já tivesse sido apresentado ao personagem oficialmente antes da estreia de ‘Marvel Zombies’.
Lembrando que, de acordo com a Rolling Stone, a série chega ao catálogo da plataforma no dia 03 de outubro de 2025.
A produção será composta por apenas 4 episódios.
Hudson Thames (Homem- Aranha)se junta a um elenco que também conta com Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Awkwafina (Katy), David Harbour (Guardião Vermelho), Simu Liu (Shang-Chi), Randall Park (Jimmy Woo), Florence Pugh (Yelena Belova), Hailee Steinfeld (Kate Bishop), Dominique Thorne (Coração de Ferro), Iman Vellani (Ms. Marvel) e Todd Williams em um papel ainda não revelado.
O consenso geral elogia a performance cômica de suas protagonistas, além de destacar que o novo filme é divertido e fofo – ainda que não reinvente a fórmula.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Este novo filme ainda é fofo, ainda é divertido, ainda é bizarro e ainda é sexta-feira. Graças a Deus.” (TheWrap)
“Esta sequência é uma ode sincera ao fortalecimento e à construção de laços, ao poder do amor profundo e incondicional, e ao calor e à segurança da família escolhida, principalmente quando ela está em seu momento mais louco.” (Entertainment Weekly)
“O comprometimento de Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan naturalmente nos rende alguns momentos de comédia física estonteante.” (IndieWire)
“No final, senti falta da honestidade narrativa e da dinâmica mãe-filha do original.” (The Times UK)
“‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca’, dirigido por Nisha Ganatra, desafiou as probabilidades. É uma sequência encantadora e genuinamente doce, e me fez rir e chorar. Só isso já é uma vitória.” (Bloomberg News)
“Não há nada de novo nesta sequência, mas a produção é fofa o suficiente para compensar por sua estrutura rasa e performances irregulares.” (The Daily Beast)
A sequência será lançada nos cinemas nacionais na próxima quinta-feira (7).
A trama do novo filme será ambientada décadas após Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsay Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.
Segundo o Deadline, o novo filme está em fase inicial e, até o momento, não há confirmação sobre o retorno do elenco principal, incluindo Chris Sanders (voz do Stitch), Maia Kealoha (Lilo) ou do diretor Dean Fleischer Camp.
A versão live-action do clássico animado de 2002 já ultrapassou a marca de US$ 923 milhões em bilheteria mundial, tornando-se o segundo filme mais lucrativo do ano entre os estúdios da MPA.
Ele fica atrás apenas de ‘Minecraft – O Filme’, da Warner Bros/Legendary, que já soma mais de US$ 954 milhões.
Para contextualizar, o filme original de ‘Lilo & Stitch’ arrecadou US$ 274,7 milhões nos cinemas ao redor do mundo.
Detalhes da trama ainda não foram revelados, e não se sabe se o longa vai adaptar a sequência animada ‘Lilo & Stitch 2 – Stitch Deu Defeito’ ou se seguirá uma história original.
“Lilo & Stitch” está em cartaz nos cinemas nacionais.
A nova versão é dirigida pelo vencedor do OscarDean Fleischer Camp (‘Marcel The Shell With Shoes On‘).
‘Lilo & Stitch’ conta a história de Lilo, uma menina que adota um alienígena chamado Stitch, que fugiu de um planeta alienígena. Lilo não sabe que Stitch é uma perigosa experimentação genética. Juntos, eles descobrem o significado de família.
Dan Lin eJonathan Eirich, que trabalharam no remake de ‘Aladdin‘, entram como produtores. Chris Kekaniokalani Bright assina o roteiro.
‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, já disponível no Disney+, passou por extensas refilmagens que resultaram em cortes significativos de cenas e tramas que não se encaixavam na visão final do filme. Entre as mudanças, uma das mais notáveis foi a remoção da Sociedade da Serpente, um grupo de vilões com superpoderes.
Recentemente, uma arte conceitual foi divulgada, mostrando Sam Wilson/Capitão América em combate direto com a Sociedade da Serpente, dando aos fãs um vislumbre do que poderia ter sido.
“A seguir… Capitão América Bravo Novo Mundo. No desenvolvimento inicial, imaginámos como seria ver o Cap a lutar contra a Sociedade da Serpente. Tantas ideias legais para eles que não entraram no filme final”, afirmou.
No início deste ano, o diretorJulius Onah comentou que as refilmagens transformaram ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ de algo “exagerado”para algo “mais pé no chão”, citando a remoção da Sociedade da Serpente como um exemplo dessa transição.
“Acho um pouco enganoso dizer que ‘um personagem totalmente novo foi adicionado'”, disse ele sobre o personagem de Giancarlo Esposito.“Porque a Sociedade da Serpente sempre fez parte da história, então a função narrativa que eles cumprem no filme nunca mudou… Provavelmente estávamos nos desviando demais do tom mais realista que queríamos para o filme com a forma como criamos a Sociedade da Serpente inicialmente”.
Onah continuou: “Eles são pessoas vestidas como cobras nos quadrinhos, com poderes relacionados a cobras e outras coisas bem exageradas, e queríamos um ator que nos ajudasse a flertar com o fantástico, mas sem perder esse senso de realismo. Então, não é que a Sociedade da Serpente ou o personagem tenham mudado. Foi mais sobre introduzir uma versão deles que se encaixasse no tom do filme”.
Com 48% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa contou com um orçamento de US$ 180 milhões, e arrecadou US$415,1 milhões mundialmente.
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa serve como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, é o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
Sam se vê no meio de um incidente internacional após se encontrar com o Presidente Thaddeus Ross. Ele precisa descobrir a razão por trás de um nefasto complô global antes que o verdadeiro mentor faça o mundo inteiro ver vermelho.
‘Sexta-Feira Muito Louca’ é um dos filmes mais conhecidos e populares da Walt Disney Studios e, mesmo depois de duas décadas desde seu lançamento, continua sendo revisitado ou redescoberto – posando como um título que reitera seu impacto na cultura pop de maneira admirável. Não é surpresa, pois, que a onda de remakes e reboots tenha caído sobre o longa-metragem e, em poucos dias, os espectadores poderão ir ao cinema para conferir a antecipadíssima sequência ‘Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda’, que traz Lindsay Lohan e Jamie Lee Curtis de volta a uma aventura apaixonante e muito divertida.
Partindo da premissa do filme original – que, por sua vez, funciona como uma adaptação livre do clássico estrelado por Jodie Foster -, a diretora Nisha Ganatra, que ganhou reconhecimento por seus trabalhos em produções como ‘Late Night’ e ‘Transparent’, apresenta uma narrativa que traz Tess (Curtis) e Anna Coleman (Lohan) em mais uma “troca de corpos” que não apenas as envolve, mas que se estende para uma nova geração. Afinal, acompanhando o amplo tempo que se passou desde a história anterior, Tess enfrenta os dilemas da terceira idade e tenta se provar útil para a filha, que, por sua vez, lida com o fato de ser uma mãe solteira que deixou seu sonho de se tornar uma estrela da música de lado para cuidar da jovem Harper Coleman (Julia Butters) e gerenciar sua carreira como assessora e produtora musical.
De maneira a homenagear ainda mais o clássico encabeçado por Mark Waters, Ganatra se alia ao roteiro de Jordan Weiss para apresentar uma terceira trama envolvendo Harper: a adolescente, ainda tentando descobrir seu lugar no mundo, é apaixonado por surfe e lida com a presença de uma aluna britânica chamada Lily (Sophia Hammons), que se torna sua nêmesis. Porém, a vida da garota vira de cabeça para baixo quando Anna se apaixona por Eric (Manny Jacinto), pai de Lily, e os dois resolvem se casar e dar início a um capítulo novo – e que transforma as jovens em meias-irmãs que se detestam. E isso não é tudo: em mais uma profética “renovação”, por assim dizer, as quatro trocam de corpos e dão início a uma corrida para se colocarem uma no lugar da outra e entender que o conceito de família é muito mais complexo do que imaginamos.
Dizer que o filme perde pontos por repetir a fórmula do original é patético – porque, desde o princípio, sabemos que a sequência faria isso. Todavia, Ganatra, por mais que pegue páginas emprestadas de Waters, deixa sua marca ao modernizar tropos que já foram utilizados inúmeras vezes no cenário do entretenimento. Temos três gerações diferentes que se aglutinam em um constante coming-of-age e que, de maneira circular e muito bem delineada, passam por transformações muito íntimas que recuperam uma harmonia perdida – e que trazem as conhecidas mensagens de bonança da Casa Mouse para uma ótica leve, meiga e satisfatória do começo ao fim.
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As adições ao elenco estão formidáveis, com óbvio destaque a Butters e Hammons, que trabalham muito bem em cena e trazem um frescor performático que faz menções às incursões de 2003 e que apresentam uma contemporaneidade marcante e condizente à Gen-Z. Jacinto, conhecido por estrelar a comédia ‘The Good Place’, se desvencilha do papel que definiu sua carreira e transforma-se em um inesperado galã que domina as cenas em um magnetismo inescapável e que parece se apoiar na atuação de Mark Harmon em ‘Sexta-Feira Muito Louca’ (que, inclusive, retorna como Ryan, marido de Tess).
Mas o destaque, mais uma vez, destina-se às atuações irretocáveis e aplaudíveis das nossas amadas protagonistas. Lohan, que firmou parceria com a Netflix e vinha trilhando seu comeback ao cenário do entretenimento passo a passo, mostra que ainda está em seu auge artístico ao retornar de maneira gloriosa como Anna, mantendo resquícios da rebelde personalidade da outrora adolescente em sua faceta como mãe, empresária e mulher independente – e que assume o lugar da mãe na complexa relação com Harper (a qual passa a interpretar quando a troca de corpos acontece). Curtis, por sua vez, faz um espetáculo à parte não só como Tess, mas entregando-se de corpo e alma ao viver Lily, além de reiterar-se como uma das maiores atrizes da história do cinema. Quando juntas, a dupla cria mágica, navegando por uma comédia física on point e hilária.
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Ganatra não só toma as rédeas do projeto com comprometimento e abrindo espaço para que suas estrelas brilhem, como se beneficia do status inegável da obra predecessora e de sua expansiva popularidade. A diretora promove incursões que nos levam de volta ao passado, convidando-nos a um túnel do tempo nostálgico que se transforma em um inebriante e honesto mergulho nas atribulações da vida e das pessoas que passam por ela. E é claro que, para corroborar o intuito de uma produção tão franca quanto essa, easter eggs são espalhados pela estrutura técnica e artística da produção, seja na trilha sonora assinada por Amie Doherty, seja na fotografia suburbana estilizada por Matthew Clark.
‘Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda’ é a sequência que não sabíamos de que precisávamos, mas que todos queríamos há mais de vinte anos. Cada elemento do longa-metragem é tratado com uma preciosidade apaixonante, garantindo uma ponta entre passado e presente que é construída com esmero e encanto.
Audrey Chon (‘The Twilight Zone’), Amy Kaufman (‘Olhos que Condenam’) e Elisa Ellis entram como produtores executivos ao lado de Andrew Baldwin (‘The Outsider’), que também é responsável pelo roteiro.
Os novos episódios chegam à grade de programação do streaming no dia 28 de agosto.
Confira, junto às imagens promocionais:
Após fugir de Silver Falls no fim da 1ª temporada e passar o verão em Nova York, Jackie está de volta ao Colorado — mas sua reintegração à família Walter e à vida no interior não será nada fácil.
“Determinada a fazer as pazes com Alex e estabelecer limites com Cole, Jackie tenta encontrar seu lugar dentro da família Walter novamente”, diz a sinopse oficial.
Mas as coisas mudaram. Alex está focado em treinar para um evento de rodeio perigoso e não está muito interessado em reatar a conexão com Jackie. Já Cole, tentando lidar com o vazio deixado pela ausência do futebol americano, mergulha em velhos hábitos que podem causar ainda mais drama.
Enquanto tenta equilibrar sua identidade como Howard com a nova vida em Silver Falls, Jackie enfrentará uma decisão que pode colocar tudo a perder.
‘Minha Vida com a Família Walter‘ acompanha Jackie Howard, interpretada por Nikki Rodriguez, uma adolescente que, após a morte da mãe, se muda para a casa da melhor amiga dela, Katherine (vivida por Sarah Rafferty), que por sua vez tem dez filhos e uma filha. Entre eles estão os irmãos Cole e Alex Walter, com quem Jackie desenvolve uma tensão romântica, formando o clássico triângulo amoroso que também está presente na obra original.
Embora Ali Novak tenha lançado recentemente uma sequência literária intitulada ‘My Return to the Walter Boys’, a obra não influenciou diretamente os rumos da segunda temporada da série.
O aguardado filme da Disney, ‘Tron: Ares’, que explora a ascensão da inteligência artificial e suas implicações no mundo real, quase utilizou a própria IA em sua produção.
De acordo com fontes do Wall Street Journal (via Deadline), “executivos sugeriram a ideia de incorporar IA em um dos personagens da sequência do sucesso dos anos 1980, Tron, como uma estratégia de marketing chamativa”.
O personagem em questão seria um assistente do personagem deJeff Bridges, mas a ideia foi descartada. A razão? “Os executivos foram informados internamente de que a empresa não poderia correr o risco de uma má repercussão”.
O longa-metragem tem lançamento agendado para o dia 10 de outubro de 2025.
Na trama, Leto (‘Morbius’) interpreta Ares, a manifestação do programa Tron.
O elenco ainda conta com Evan Peters (‘Dahmer: Um Canibal Americano’), Greta Lee (‘The Morning Show’), Jodie Turner-Smith (‘Mistério em Paris’), Cameron Monaghan(‘Gotham’) e Jeff Bridges (‘The Old Man’).
Intitulado ‘Jay Kelly‘, o filme dirigido por Noah Baumbach terá estreia nos cinemas no dia 14 de novembro, durante o competitivo período de lançamentos da temporada de premiações. A produção chegará ao catálogo da plataforma de streaming três semanas depois, em 5 de dezembro.
Confira:
Baumbach, conhecido por ‘História de um Casamento‘ e ‘Frances Ha‘, dirige a produção a partir de um roteiro coescrito com Emily Mortimer, que também integra o elenco.
A Netflix se referiu ao projeto como uma “comédia de partir o coração”, embora pouco se saiba sobre ele além disso. Segundo a sinopse, “todo mundo conhece Jay Kelly… mas Jay Kelly não conhece a si mesmo”.
Com um elenco estelar e lançamento posicionado estrategicamente, o longa desponta como uma das principais apostas da Netflix para a temporada de prêmios 2024/2025.
A produção do live-action de ‘Moana’ segue a todo vapor, com Dwayne “The Rock” Johnson reprisando seu papel como Maui. No entanto, a participação do astro no filme quase tomou um rumo inesperado, envolvendo o uso de inteligência artificial (IA).
A The Walt Disney Company, segundo relatos, considerou e depois descartou a ideia de criar um clone digital de Johnson, utilizando um dublê de corpo para algumas cenas.
De acordo com o Wall Street Journal (via Deadline), “o plano da Disney era trabalhar com a empresa de IA Metaphysic para criar deepfakes do rosto de Johnson que seriam sobrepostos à performance de Reed (dublê de corpo) nas filmagens, criando um ‘dublê digital’ que, na prática, permitiria que Johnson estivesse em dois lugares ao mesmo tempo”.
Apesar de Johnson ter supostamente aprovado a ideia, o estúdio “ficou preocupado” que “não poderia, em última instância, reivindicar a propriedade de todos os elementos do filme se partes fossem geradas por IA”.
O impasse entre o estúdio e a empresa de IA resultou no abandono da proposta.
Johnson também irá produzir o filme por meio de sua empresa, Seven Bucks Productions, em parceria com Dany Garcia e Hiram Garcia. Beau Flynn, da Flynn Picture Co., também estará envolvido na produção.
Jared Bush, responsável pelo roteiro do filme original, roteiriza o remake juntamente com Dana Ledoux Miller.
O filme original acompanha uma adolescente polinésia de 16 anos (dublada por Cravalho), que se aventura pelo Oceano Pacífico para desvendar o mistério que envolve seus ancestrais. Durante sua incrível jornada, ela encontra o poderoso semideus Maui (Johnson) e, juntos, eles atravessam o mar aberto em uma viagem cheia de ação, enfrentando criaturas ferozes, com momentos de muita diversão e aventura.
‘Os Pestes’ (Wildwood), a nova animação da Laika, ganhou data de estreia na Netflix.
O longa, que é produzido pela LAIKA (‘Coraline e o Mundo Secreto’, ‘ParaNorman’ e ‘Kubo e as Cordas Mágicas’), chega à plataforma de streaming no dia 17 de outubro.
A produção é baseada na saga fantástica infantil homônima assinada por Colin Meloy e ilustrada por Carson Ellis.
A história acompanha duas crianças, Prue e Curtis, que descobrem uma floresta mágica enquanto estão em uma missão para salvar um bebê, Mac, que viram ser raptados por uma revoada de corvos.
O indicado ao Oscar Chris Butler, que escreveu os filmes ‘ParaNorman’, ‘Kubo e as Cordas Mágicas’ e ‘Link Perdido’ para a companhia, fica responsável pelo roteiro. Travis Knight entra como diretor.
“Morgan se tornou mãe bem nova, colocando seus próprios sonhos de lado para criar Clara. Enquanto Clara cresce e se torna uma adolescente, o relacionamento entre elas se torna complicado, especialmente após o trágico acidente que custou a vida de Chris, marido de Morgan e pai da Clara”.
Franco irá interpretar Jonah, novo interesse amoroso da Morgan após a perda do seu marido. Os detalhes dos demais personagens ainda não foram divulgados.
O sucesso recente de produções religiosas como ‘The Chosen‘ e ‘Som da Liberdade‘ tem mostrado que histórias de fé continuam atraindo multidões — e os estúdios estão atentos.
Agora, em mais uma parceria com aAngel Studios, o diretor Alejandro Monteverde se prepara para lançar ‘Zero A.D.‘, um épico bíblico que promete recontar o nascimento de Jesus com dramaticidade, profundidade e um elenco de peso.
A estreia está marcada para 19 de dezembro, pouco antes do Natal, e os primeiros cartazes foram divulgados com exclusividade pelo Collider.
Além do visual marcante e figurinos autênticos da época, os pôsteres destacam a dualidade que o filme deve explorar: a santidade do nascimento de Cristo e o terror da perseguição liderada por Herodes para tentar impedir que o Messias sobreviva.
Confira:
Apesar da história do nascimento de Jesus ser amplamente conhecida — Maria, uma jovem virgem, dá à luz em um estábulo, visitada por pastores e reis magos — ‘Zero A.D.‘ se propõe a ir além do tradicional tom de celebração natalina.
O longa abordará o lado sombrio e frequentemente ignorado da narrativa: a caçada sangrenta de Herodes, determinada a eliminar qualquer ameaça ao seu trono, culminando no episódio bíblico conhecido como o Massacre dos Inocentes, quando crianças de Belém foram assassinadas.
Mais de três décadas após o lançamento de ‘Instinto Selvagem‘ (1992), Sharon Stone voltou a comentar os bastidores do filme que a transformou em estrela global — e dessa vez, com detalhes inéditos sobre sua relação com Michael Douglas.
Em entrevista recente ao Business Insider, a atriz revelou que um desentendimento acalorado com Douglas, durante o Festival de Cannes, fez com que ele recusasse fazer testes de cena com ela antes das filmagens.
“Michael Douglas não queria mostrar a bunda dele na tela ao lado de uma desconhecida”, afirmou Stone. “E eu entendi isso. Ele nem sequer quis fazer um teste comigo. Mas também havia outro motivo: nós havíamos brigado antes”.
A discussão, segundo Stone, aconteceu publicamente em Cannes, quando Douglas fez um comentário sobre alguém e seus filhos. “Eu conhecia muito bem essa pessoa sobre quem ele falava. Então eu disse algo, e ele respondeu: ‘O que diabos você sabe?’. Aquilo claramente o tocou em algum ponto sensível”. A atriz conta que não se intimidou com a explosão do astro: “Empurrei minha cadeira para trás e disse: ‘Vamos resolver isso lá fora'”.
Do lado de fora, Stone explicou sua ligação com a família em questão. Apesar da tensão inicial, os dois encerraram o episódio de forma civilizada. Mas, ao chegarem às negociações para ‘Instinto Selvagem‘, a atriz acredita que Douglas ainda preferia outra atriz como parceira de cena.
Curiosamente, foi essa mesma tensão que ajudou a construir a química explosiva entre os personagens de Catherine Tramell e o detetive Nick Curran.
“Funcionou muito bem, porque eu não ficava abalada se ele gritava comigo. Isso era interessante para os personagens, já que Michael tem um temperamento forte, e eu não me importava. Essa dinâmica funcionou perfeitamente. No fim das contas, nos tornamos grandes amigos. Admiro ele imensamente”, explicou Stone.
O filme, dirigido por Paul Verhoeven, se tornou um marco do cinema erótico dos anos 90, mas também foi palco de controvérsias. Em sua autobiografia de 2021, ‘The Beauty of Living Twice‘, Stone revelou que foi enganada em relação à famosa cena do interrogatório, onde aparece sem roupas íntimas. A atriz contou que só descobriu que sua genitália era visível ao assistir ao corte final do filme ao lado de agentes e advogados.
“Foi assim que vi pela primeira vez a cena da minha vagina, muito tempo depois de me dizerem: ‘Não dá para ver nada — só preciso que você tire a calcinha porque o branco está refletindo a luz’”, relatou. “Mas ali estava eu, meus órgãos na tela. E eu precisava tomar decisões.”
Após a exibição, Stone teria ido até a cabine de projeção e esbofeteado Verhoeven.
Mesmo com as controvérsias, ‘Instinto Selvagem‘ consolidou Sharon Stone como um ícone de Hollywood. A atriz reprisou o papel em ‘Instinto Selvagem 2‘, de 2006, que foi um fracasso de crítica.
Agora, com os direitos da franquia adquiridos pela Amazon MGM Studios e Scott Stuber, e o roteirista original Joe Eszterhas envolvido, um reboot está em desenvolvimento. Ainda não há confirmação sobre a participação de Stone.
O Festival de Cinema de San Sebastián revelou sua aguardada seleção da mostra New Directors, voltada a cineastas emergentes ao redor do mundo.
Entre os destaques está o longa ‘Bad Apples‘, protagonizado porSaoirse Ronan, que abrirá a seção competitiva voltada à primeiras e segundas obras de diretores e concorrerá ao Prêmio Kutxabank-New Directors.
Descrito como uma sátira mordaz com toques de thriller, ‘Bad Apples‘ é dirigido por Jonatan Etzler, que ganhou reconhecimento por seu curta premiado Swimmer e dirigiu o longa ‘One More Time‘ (2023).
A trama acompanha uma professora que precisa lidar com um aluno de 11 anos considerado altamente problemático. A produção é britânica e marca o segundo longa do diretor sueco.
A mostra reúne cineastas de países como China, Turquia, Dinamarca, Índia, Costa Rica, Espanha, Suécia e Reino Unido, consolidando San Sebastián como uma vitrine global para novos talentos do cinema.
Fechando a programação está ‘White Flowers‘ and ‘Fruits‘, estreia da diretora japonesa Yukari Sakamoto. Ambientado em um internato cristão para meninas, o filme parte da morte por suicídio de uma aluna popular, evento que impacta profundamente uma novata com a habilidade de ver fantasmas.
Entre os outros filmes selecionados estão ‘The Son and the Sea‘, primeiro longa da britânica Stroma Cairns (da série Mood), que coescreveu o roteiro com sua mãe. O filme narra a jornada de dois amigos pela costa nordeste da Escócia e a conexão silenciosa que surge entre eles.
‘As We Breathe‘, estreia do cineasta curdo-turco Seyhmus Altun, é uma coprodução entre Turquia e Dinamarca. A narrativa acompanha as transformações de uma família em uma pequena cidade da Anatólia durante um devastador incêndio florestal.
‘Couture‘, novo longa de Winocour estrelado por Angelina Jolie e Louis Garrel, ambientado no mundo da moda, foi anunciado como um dos fortes candidatos ao prêmio máximo do festival.
Aline Brosh McKenna, roteirista de ‘O Diabo Veste Prada 2‘, comentou com entusiasmo o frenesi em torno das primeiras imagens do set de gravações do aguardado filme.
Em entrevista ao IndieWire, McKenna disse que a equipe já esperava que o retorno dos icônicos personagens chamasse atenção, especialmente por se tratar de um longa centrado no mundo da moda.
“Sabíamos que haveria muito interesse. As pessoas ficam do lado de fora só para ver um vislumbre desses atores e personagens que tanto amam. Ver os figurinos empolgou o público, principalmente porque é um filme de moda. Nunca tinha experimentado esse nível de gente indo até o set, mas é o mundo em que vivemos. Em muitos sentidos, estamos falando com um público diferente do de 2006”, disse a roteirista.
Ela ainda completou: “Vem de um desejo legítimo de rever esses personagens. Enquanto todos estiverem seguros, que honra é ver que ainda há tanto interesse”.
A sequência do clássico de 2006 ganhou sua primeira imagem oficial em julho, divulgada pela 20th Century Studios, comAnne Hathaway caracterizada novamente como Andy Sachs. Desde então, fãs e fotógrafos têm se aglomerado em frente à lojas de grife para tentar acompanhar de perto as filmagens.
As filmagens de ‘O Diabo Veste Prada 2’ seguem a todo vapor e diversas imagens divulgadas estão circulando nas redes sociais, trazendo Miranda Priestly (Meryl Streep) e Andy Sachs (Anne Hathaway) em destaque.
Os novos rostos se juntam à icônica equipe de Runway, em um enredo que promete colocar seus conhecimentos de moda à prova — e certamente desafiar os padrões da indústria mais uma vez.
Além disso, dois personagens do filme original estarão de volta: Tracie Thoms, que interpretou Lily, a melhor amiga fashionista de Andy Sachs, e Tibor Feldman, o temido Irv Ravitz, presidente da Elias-Clark, empresa-mãe da Runway. Eles se unirão à atriz Simone Ashley.
A estreia do novo filme está prevista para 1º de maio de 2026.
No novo capítulo da franquia, a poderosa editora Miranda Priestly enfrenta o desafio da decadência da mídia impressa em meio à ascensão das plataformas digitais. Sua ex-assistente Emily Charlton tornou-se uma executiva influente no mundo da moda, e agora as duas disputam ferozmente pela atenção, e pelos investimentos, das maiores marcas de luxo.
Aline Brosh McKenna, que assinou o roteiro do filme de 2006, retorna para escrever a história do projeto.
Lembrando que o filme original está disponível no Disney+.
‘O Diabo Veste Prada’, lançado em 2006, foi dirigido por David Frankel e tornou-se um sucesso de bilheteria e de crítica, faturando quase US$328 milhões ao redor do mundo, bem como duas indicações ao Oscar, cinco ao BAFTA e três ao Globo de Ouro.
Andy, uma moça recém-formada e com grandes sonhos, vai trabalhar na conceituada revista de moda Runway; sua função é ser assistente da diabólica Miranda Priestly. Andy, que não se sente bem no ambiente tenso de trabalho, questiona sua habilidade em continuar como assistente de Miranda.
O presidente Donald Trump comentou com entusiasmo a recente controvérsia envolvendo a atriz Sydney Sweeney e sua campanha para a American Eagle, após descobrir que a estrela de ‘Euphoria‘ e ‘The White Lotus‘ é supostamente registrada como republicana no estado da Flórida.
“Ela é republicana registrada? Ah, agora eu adoro o anúncio!”, declarou Trump a jornalistas no dia 3 de agosto, ao embarcar no Air Force One em Allentown, Pensilvânia. “Você ficaria surpreso com a quantidade de pessoas que são republicanas. Eu não saberia disso, mas fico feliz que tenham me contado. Se Sydney Sweeney é republicana, então acho o anúncio fantástico!”
O anúncio em questão é a polêmica campanha “Sydney Sweeney Has Great Jeans” da American Eagle, que tem gerado críticas e debates nas redes sociais. A peça publicitária utiliza um trocadilho entre “jeans” (calças) e “genes” (genética), destacando Sweeney como símbolo da marca.
A estratégia, porém, provocou indignação em alguns setores, que acusaram a campanha de exaltar atributos ligados à “branquitude” e padrões de beleza eurocêntricos, com alguns usuários nas redes até comparando a estética à propaganda nazista.
Apesar da reação negativa de parte do público, a American Eagle defendeu firmemente a campanha em comunicado oficial:
“‘Sydney Sweeney Has Great Jeans’ sempre foi — e continua sendo — sobre os jeans. Os jeans dela. A história dela. Continuaremos celebrando como todos usam seus AE jeans com confiança, à sua maneira. Grandes jeans ficam bons em todo mundo.”
A controvérsia ganhou ainda mais atenção com os relatos recentes de que Sweeney registrou-se como eleitora republicana em junho de 2024, pouco antes da eleição presidencial que culminou na vitória de Trump sobre Kamala Harris.
Embora a atriz tenha evitado se manifestar diretamente sobre a polêmica, sua suposta filiação política adicionou uma nova camada ao debate cultural que envolve publicidade, política e representação.
A repercussão segue intensa nas redes sociais, com parte do público criticando a exploração estética e simbólica da campanha, enquanto outros defendem Sweeney e a American Eagle pela originalidade da ação.
O comercial, que mostra Sweeney falando sobre genética de forma bem-humorada — “Genes são passados de pais para filhos, determinando coisas como cor dos olhos ou cabelo. Meus jeans são azuis.”— fez alguns críticos acusarem a marca de reforçar ideais de beleza excludente, por escolher uma mulher branca, magra e loira como símbolo dos “melhores genes da América”.
Após dias fora dos holofotes em meio à controvérsia envolvendo sua campanha para a American Eagle, Sydney Sweeney reapareceu publicamente na noite do último domingo (03), durante a estreia do filme ‘Americana‘, em Los Angeles. A produção, gravada em 2022, será lançada oficialmente no dia 15 de agosto nos cinemas norte-americanos.
Sweeney surgiu ao lado dos colegas de elenco Halsey e Simon Rex, marcando sua primeira aparição desde que conservadores e até o vice-presidente dos EUA, JD Vance, passaram a usar a campanha publicitária como símbolo de um embate cultural.
A polêmica surgiu após críticas severas de progressistas à linguagem e à estética da propaganda, que remetem a valores tradicionais americanos — algo que acabou sendo amplificado em debates políticos.
Apesar do burburinho, Sweeney tem evitado comentar diretamente o caso, conforme pontuado pelo Deadline em sua cobertura da pré-estreia. Sua presença discreta no evento pode indicar uma tentativa de focar na divulgação de seus projetos artísticos, evitando alimentar ainda mais a controvérsia.
‘Americana‘ acompanha um grupo de personagens envolvidos em um roubo que dá errado no deserto dos EUA, com tons de faroeste moderno. O longa será disponibilizado em salas selecionadas e plataformas digitais e ainda não possui data de estreia para o Brasil.
Tony Tost (‘Poker Face’) é responsável pela direção e roteiro.
Depois que um artefato valioso cai no mercado negro, uma garçonete tímida e sonhadora (Sweeney) se une a um veterano militar apaixonado (Paul Walter Hauser) para se apossar dele, colocando-os na mira de um criminoso implacável (Eric Dane) que trabalha para um negociante de antiguidades do Velho Oeste (Simon Rex). O derramamento de sangue começa quando outros se juntam à batalha, incluindo o líder de um grupo indígena (Zahn McClarnon) e uma mulher desesperada que foge de seu passado misterioso (Halsey).
O aclamado diretor sul-coreano Lee Chang-dong está de volta à direção após oito anos de hiato, e seu retorno marca também uma aguardada reunião com a premiada atriz Jeon Do-yeon.
O novo projeto, intitulado provisoriamente ‘Possible Love‘, será um longa-metragem original da Netflix e trará o cineasta de ‘Burning‘ e ‘Sol Secreto‘ novamente ao centro da cena cinematográfica internacional.
O filme acompanhará a vida entrelaçada de dois casais casados, cujas rotinas completamente opostas colidem, revelando rachaduras profundas em suas existências aparentemente estáveis.
Jeon Do-yeon, que conquistou o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes em 2007 por ‘Sol Secreto’, dará vida a Mi-ok. Ao seu lado estará Sul Kyung-gu (A Normal Family, Idol), interpretando seu marido, Ho-seok.
O segundo casal será formado por Zo In-sung (Moving, Escape from Mogadishu), no papel de Sang-woo, e Cho Yeo-jeong (Parasita, Hidden Face), como Ye-ji.
O elenco traz uma combinação de nomes consagrados, com histórico de colaborações marcantes: Jeon e Sul já contracenaram juntos em ‘I Wish I Had a Wife‘, ‘Birthday‘ e ‘Kill Boksoon‘. Sul também é um colaborador de longa data de Lee, tendo estrelado ‘Peppermint Candy‘ e ‘Oasis‘.
O roteiro é coassinado por Lee Chang-dong e Oh Jung-mi, sua parceira criativa em ‘Burning‘, reforçando a promessa de um drama profundo e com camadas psicológicas complexas — marca registrada da filmografia do diretor.
A produção ficará por conta da Pinehouse Film, em parceria com a americana Anonymous Content e a coreana NowFilm Co. Pinehouse já havia produzido ‘Burning‘, outro sucesso internacional de Lee.