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Julia Garner é atacada em clipe PERTURBADOR de ‘A Hora do Mal’, novo terror do diretor de ‘Noites Brutais’

O aguardado terror ‘A Hora do Mal‘ (Weapons), próximo filme do aclamado cineasta Zach Cregger (‘Noites Brutais’), ganhou um novo clipe perturbador.

Na cena, Julia Garner está sendo confrontada por Josh Brolin quando é atacada e perseguida por um descontrolado Benedict Wong.

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Sucesso entre os críticos, o longa abriu com 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. O consenso geral elogia as reviravoltas da narrativa e a evolução na direção de Cregger, considerando-o um dos melhores filmes do gênero neste ano.

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘A Hora do Mal’ é chocante, satisfatório e certamente surpreenderá até os fãs de terror mais experientes.” (Dread Central)

“A ousadia de Zach Cregger faz este filme valer a pena. Ele é um cineasta em ascensão e extremamente promissor, mas pode deixar muitos espectadores tão frustrados e divididos quanto os personagens do seu filme.” (Next Best Picture)

“Um mistério constantemente surpreendente e assustador que mistura drama e sustos de uma forma que cria algo verdadeiramente especial.” (io9.com)

“‘A Hora do Mal’ é um avanço notável para Zach Cregger como cineasta. Parece que ele pegou o que funcionou em ‘Noites Brutais’ e aprimorou o que não deu certo.” (CG Magazine)

“Uma mistura maravilhosa de clima atmosférico e diversão macabra, ‘A Hora do Mal’ é um dos melhores filmes de terror do ano.” (Slashfilm)

“Apesar de ainda ser tão assustador e cativante quanto ‘Noites Brutais’, este filme consegue ser completamente diferente.” (The Mary Sue)

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 07 de agosto.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A trama está sendo descrita como “uma história épica de terror centrado em bruxaria e crianças desaparecidas, com uma vibe similar que ‘Magnólia‘, filme aclamado de 1999, dirigido por Paul Thomas Anderson“.

Josh Brolin (‘Sicario: Terra de Ninguém’) estrela a produção – substituindo o ator Pedro Pascal (‘The Last of Us’), que teve que abandonar o projeto por causa de conflitos em sua agenda.

O elenco ainda conta com Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’), Alden Ehrenreich (‘O Urso do Pó Branco’), Julia Garner (‘Inventando Anna’), Benedict Wong (‘Doutor Estranho’), Amy Madigan (‘Espíritos Obscuros’), Austin Abrams (‘Euphoria’) e Cary Christopher (‘Days of Our Lives’).

New Line Cinema será responsável pela produção do projeto.

O diretor também servirá como produtor ao lado da equipe que trabalhou anteriormente em ‘Noites Brutais‘, como Roy Lee, JD Lifshitz, Raphael Margules e Miri Yoon.

Dean Cain abre o jogo: apoio a Trump, críticas ao “Superman woke” e bastidores de sua trajetória como o Homem de Aço

Com a estreia do novo filme ‘Superman‘, dirigido por James Gunn, reacendendo discussões sobre a representação do herói nos tempos atuais, o nome de Dean Cain volta aos holofotes. Famoso por interpretar Clark Kent em ‘Lois & Clark: As Novas Aventuras do Superman‘ (1993–1997), o ator concedeu uma entrevista à Variety onde fala sem filtros sobre política, Hollywood e sua vivência nos bastidores da cultura pop.

Hoje com 58 anos, Cain vive em Las Vegas, longe da agitação de Los Angeles. Após vender sua casa em Malibu, ele construiu uma vida com menos tapetes vermelhos e mais espaço para projetos autorais — muitos deles com temáticas cristãs e conservadoras. Além de atuar, ele dirige e escreve seus próprios filmes, como o recente Little Angels e o futuro ‘Holy One‘, que será filmado em Vegas ao lado de Kevin Sorbo.

Mas apesar de estar distante dos grandes estúdios, Cain segue sendo uma voz presente no debate cultural, especialmente por seu apoio público ao ex-presidente Donald Trump e suas críticas à “agenda woke” de Hollywood. Ele, inclusive, participou do programa Piers Morgan Uncensored para opinar sobre o novo ‘Superman‘ da Warner Bros., mesmo sem ter assistido ao filme.

“Viu o Krypto no trailer? Me deu arrepios. Ele salva uma garota. Ele salva um esquilo. Eu respeito isso”, comentou Cain, destacando um lado mais emocional e nostálgico do personagem.

Ao comentar o novo longa de James Gunn, Cain não economizou críticas:

“Não tentem transformar tudo em algo woke e maluco”, disse durante o programa de Piers Morgan, se referindo à ambientação mais politizada do novo filme, que alguns conservadores consideram uma crítica velada a estados republicanos ou até a Israel, com a criação do país fictício Boravia.

Apesar de não ter visto o filme, Cain acredita que a indústria tem promovido mudanças forçadas em ícones da cultura pop:

“Hollywood está tentando moldar tudo para uma única visão política”, criticou.

Entre super-herói e pai solo
Cain também falou sobre o lado pessoal de sua trajetória. No auge da fama com ‘Lois & Clark‘, chegou a ser um dos atores mais bem pagos da televisão. Mas decidiu se afastar do circuito tradicional para criar sozinho seu filho, hoje com 25 anos.

“Essa foi a decisão mais importante da minha vida. Se isso me custou papeis em grandes estúdios, não me arrependo.”

Mesmo com um histórico conservador, o ator também teve seus momentos progressistas. Foi dirigido por Greg Berlanti em ‘O Clube dos Corações Partidos‘, interpretando um personagem gay com naturalidade — experiência que ele lembra com carinho:

“Ele abraçou o papel, o processo e todo o elenco, sem preconceitos”, lembrou Berlanti.

Fora do set, Cain exibe um perfil multifacetado: é formado em História por Princeton, amigo de líderes internacionais como o rei Abdullah II da Jordânia e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, e já visitou 56 países.

Mesmo assim, ainda é alvo de críticas por seu posicionamento político — algo que, segundo ele, nunca o impediu de seguir trabalhando.

“Meu pai me disse para não expor minhas opiniões políticas… acho que não escutei”, brinca.

Um legado contraditório
Dean Cain pode não ser unanimidade em Hollywood, mas continua sendo uma figura importante na história do Superman. É até hoje o único ator não branco a viver o herói em produções live-action — embora essa característica raramente seja destacada. Também foi o mais “romântico” Superman da TV, protagonizando cenas ousadas com Teri Hatcher, sua Lois Lane.

“Teri e eu vivíamos nos beijando, meio vestidos, meio despidos…”, lembra, sobre o tom mais ousado da série nos anos 90.

Seja como defensor de valores conservadores, pai dedicado ou eterno Clark Kent da TV, Dean Cain permanece no imaginário cultural — e, ao que tudo indica, não pretende abandonar o papel de voz crítica no multiverso dos super-heróis.

Lembrando que o novoSuperman’ esta em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘O Problema dos 3 Corpos’: Atriz de ‘The Boys’ se junta ao elenco da 2ª temporada

De acordo com o Deadline, Claudia Doumit (‘The Boys’) foi anunciada no elenco da 2ª temporada de ‘O Problema dos 3 Corpos‘ (3 Body Problem).

Em caráter regular, a atriz interpretará a Capitã Van Rijn.

Ellie De Lange (‘O Tatuador de Auschwitz’) também foi confirmada no elenco do próximo ciclo.

Na nova temporada, enquanto a invasão alienígena se aproxima, a humanidade de prepara para contra-atacar – no planeta Terra e em outro lugar.

Sucesso no serviço de streaming, a primeira temporada passou três semanas no topo das produções mais assistidas da plataforma, além de ter alcançado o TOP 10 em 93 países.

Baseada na saga literária do autor chinês Cixin Liu, a produção foi adaptada por David Benioff, D.B. Weiss e Alexander Woo.

Vale lembrar que a 3ª temporada já foi confirmada pela Netflix.

 

“Sou um ator sério”: Frank Grillo quase recusou dançar na abertura de ‘Pacificador’

O ator Frank Grillo, que se juntou ao elenco da segunda temporada dePacificador, revelou recentemente que não estava nada empolgado com a ideia de dançar na famosa sequência de abertura da série do DCU.

Segundo o Entertainment Weekly, durante a Comic-Con, Grillo e o cineasta James Gunn brincaram sobre a coreografia. “Ele é um péssimo dançarino. Mas foi um guerreiro”.

Grillo, por sua vez, fez piada sobre sua hesitação ao assinar para a série: “Eu estava totalmente contra, porque sou um ator sério. Fui relutante. Mas, pouco a pouco, me tornei o melhor dançarino de todos”.

O restante do elenco rapidamente discordou da afirmação, levando Grillo a brincar: “Bom, eu achei que sim! Mas me diverti muito vendo o Tim Meadows sofrer”.

E sofrer, Tim Meadows realmente sofreu. O ator confessou: “Eu fui horrível. Todo mundo esperava que eu fosse bom, e não quero dizer o porquê, mas fui péssimo”.

Questionado sobre quem realmente se destacou na coreografia, Gunn não hesitou em apontar Jennifer Holland, Freddie Stroma e, claro, o adorável Eagly.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 21 de agosto.

“Nos novos episódios, o Pacificador descobre um mundo alternativo onde a vida é tudo o que ele deseja. Mas essa descoberta também o força a encarar seu passado traumático e tomar o futuro em suas próprias mãos.”

Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).

Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.

Matthew McConaughey enfrenta incêndio MORTAL no trailer de ‘O Ônibus Perdido’; Confira!

Apple TV+ divulgou o trailer dublado de ‘O Ônibus Perdido‘ (The Lost Bus), drama de sobrevivência estrelado por Matthew McConaughey (‘Clube de Compras Dallas’).

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O longa será lançado no serviço de streaming no dia 3 de outubro.

Paul Greengrass é responsável pela direção. Ele também assina o roteiro ao lado de Brad Ingelsby.

A trama acompanha um motorista de ônibus que é obrigado a conduzir um ônibus cheio de crianças para um local seguro durante o incêndio Camp Fire de 2018, que se tornou o incêndio mais mortal da história da Califórnia ao queimar mais de 150 mil acres e causar 86 fatalidades.

America FerreraYul VazquezAshlie AtkinsonSpencer WatsonDanny McCarthy completam o elenco.

O longa é baseado no romance de não-ficção ‘Paradise: One Town’s Struggle to Survive an American Wildfire’, de Lizzie Johnson.

Assista aos 5 primeiros minutos de ‘Extermínio: A Evolução’

Para promover o lançamento em VOD, a Sony Pictures divulgou um clipe inédito com os cinco primeiros minutos da sequência ‘Extermínio: A Evolução‘.

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Sucesso nos cinemas, o longa conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais.

Os números representam quase três vezes o valor de seu orçamento – que girou em torno de US$ 60 milhões.

Além de ter entrado para o TOP 15 das maiores arrecadações do ano, o filme também subiu para o TOP 4 das maiores bilheterias do gênero em 2025 – atrás apenas de ‘Jurassic World: Recomeço‘ (US$718.3M), ‘Pecadores‘ (US$365.8M) e ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ (US$150M).

Além disso, o novo longa já conseguiu superar a bilheteria total do primeiro filme (US$74.9M) – tornando-se a maior arrecadação da história da franquia.

Vale lembrar que o longa foi desenvolvido como a primeira parte de uma trilogia e as filmagens do próximo filme – intitulado ‘Extermínio: O Templo dos Ossos‘ – já foram finalizadas. O lançamento nos cinemas nacionais está programado para o dia 15 de janeiro de 2026.

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‘Frankenstein’: Guillermo del Toro revela desafios após saída de Andrew Garfield

O aclamado cineasta Guillermo del Toro (‘A Forma da Água’) recentemente abriu o jogo sobre os desafios de reescalar o protagonista de seu próximo filme,Frankenstein, após a saída inesperada de Andrew Garfield. O papel do icônico monstro acabou ficando com Jacob Elordi.

Durante uma entrevista à Variety, del Toro explicou que teve apenas nove semanas para transformar Jacob Elordi na criatura, devido aos conflitos de agenda que impossibilitaram a permanência de Andrew Garfield no projeto.

Andrew Garfield saiu e o Jacob entrou. Quero dizer, o Jacob é o ator mais perfeito para interpretar a criatura”, contou del Toro. “Nós temos uma conexão sobrenatural. Quase não precisamos falar. Poucas palavras bastam, e ele simplesmente faz. Reescalamos o papel e tivemos nove semanas para finalizar o visual. Não dá pra estar sob mais pressão do que isso”.

O maquiador Mike Hill ainda detalhou o processo de adaptação do visual do monstro a Elordi: “O que me atraiu foi o jeito desengonçado dele, os pulsos, essa leveza nos movimentos. Ele tem momentos realmente sombrios em que te observa com muita sutileza, as pálpebras meio caídas, cílios longos — como o Karloff [ator original do monstro]. Eu pensei: ‘Não sei quem mais teria essa fisicalidade’. Ele tem uma postura inocente, mas tudo isso num corpo de quase dois metros. Esse cara poderia causar muitos danos se quisesse ser um vilão”. 

Andrew Garfield, por sua vez, já havia expressado ao Deadline sua decepção por ter que deixar Frankenstein. No entanto, após conhecer Jacob Elordi, ele teve uma nova perspectiva sobre a situação:

“Foi decepcionante, mas conhecer o Jacob pareceu algo providencial. Consegui enxergar e ouvir claramente que talvez ele precisasse mais dessa experiência do que eu. Isso foi legal, perceber que ele teve um tempo espetacular nesse trabalho”, explicou.

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Na trama, o brilhante e egoísta cientista Victor Frankenstein dá vida a uma criatura em um experimento monstruoso que, no fim das contas, leva à ruína tanto do criador quanto de sua trágica criação.

Sem data de estreia, o filme está programado para novembro de 2025.

A produção é baseada no romance homônimo de Mary Shelley.

Oscar Isaac interpretará Victor Frankenstein, enquanto Jacob Elordi dará vida ao seu monstro. O elenco ainda contará com Mia GothChristoph Waltz como Elizabeth e Dr. Pretorius, respectivamente.

“Este filme tem estado na minha mente desde que eu era criança. Tenho tentado dirigi-lo por mais de 20 anos. Algumas pessoas acham que eu sou um pouco obcecado com ‘Frankenstein’, e eles provavelmente estão certos. Com o passar das décadas, o personagem se fundiu com a minha mente que sua história é basicamente uma autobigrafia. Não há nada mais pessoal do que isso,” declarou o diretor.

Scott MacArthur entra para o elenco de nova comédia universitária da HBO estrelada por Steve Carell

O ator Scott MacArthur foi confirmado no elenco da nova série de comédia da HBO estrelada por Steve Carell. A informação foi divulgada com exclusividade pela Variety. MacArthur terá um papel recorrente como convidado no projeto, que ainda está sem título oficial.

A série, descrita como uma comédia ambientada em um campus universitário, gira em torno da relação complicada entre um autor (interpretado por Carell) e sua filha (vivida por Charly Clive).

O elenco já conta com nomes como Danielle Deadwyler, Phil Dunster, John C. McGinley e Lauren Tsai. As gravações já estão em andamento.

MacArthur é conhecido atualmente por estrelar a série de comédia ‘A Dona da Bola‘, da Netflix, que foi renovada para uma segunda temporada. Ele também ficou conhecido por seu papel em ‘The Mick(Fox) e por participações em produções como ‘The Righteous Gemstones‘, ‘Killing It‘, ‘History of the World Part II‘ e ‘Physical‘.

Como roteirista, contribuiu para ‘The Mick‘ e ‘Righteous Gemstones‘.

No cinema, esteve presente em ‘Halloween Kills‘, ‘Que Horas eu Te Pego?‘ e ‘El Camino: A Breaking Bad Movie‘. Em breve, ele também poderá ser visto na série ‘Homem-Aranha Noir‘, da Amazon/MGM+, ao lado de Nicolas Cage.

Bastidores de peso
A série é criação de Bill Lawrence (Ted Lasso, Scrubs) e Matt Tarses (The Goldbergs, Scrubs), que também atuam como produtores executivos. Lawrence assina pela Doozer Productions, junto com Jeff Ingold e Liza Katzer. Carell também é produtor executivo.

Jonathan Krisel (Portlandia) dirige e produz, ao lado de nomes como Barbie Adler, Annie Mebane, David Stassen e Anthony King. A produção é da Warner Bros. Television, estúdio onde tanto a Doozer quanto Tarses mantêm acordos globais.

Ainda sem previsão de estreia, a comédia promete unir o humor ácido de Lawrence com o carisma de Carell — agora com o reforço de MacArthur para somar ao talento cômico do elenco.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’: Vanessa Kirby revela cena deletada de Sue Storm

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ já está em cartaz, e a estrela Vanessa Kirby, que interpreta a Mulher Invisível, recentemente compartilhou detalhes sobre uma cena de seu personagem que foi cortada do filme.

Segundo o ComicBookMovie, Kirby revelou que a versão inicial do longa contaria com um diálogo intrigante entre a Mulher Invisível e o vilão Toupeira.

“Havia uma fala dentro de uma cena que não está mais lá com o Toupeira, que eu absolutamente amo”, contou Kirby. “Estou muito animada com a possibilidade de fazermos mais com ele, caso haja uma continuação, porque o Paul [Walter Hauser, ator que interpreta Toupeira] é incrível. Mas nessa cena, ela dizia algo como: ‘Eu poderia te causar um aneurisma em dois segundos, se quisesse.’”

A atriz aprofundou a explicação sobre o poder letal de sua personagem, fazendo um paralelo com os quadrinhos: “Nos quadrinhos, a Sue faz esse tipo de ameaça com frequência: ‘Eu poderia colocar um campo de força no seu cérebro e te dar um aneurisma. Poderia prender uma bolha de ar dentro de você e te matar instantaneamente.’ Esses poderes são extremamente letais e perigosos. Mas os quatro escolheram se unir para ajudar a comunidade global e serem uma força do bem”.

Kirby ainda acrescentou que essa dualidade de poder a atraiu no personagem: “Ela tomou essa decisão, mas, com o poder que tem nas mãos, poderia ser mortal. Isso me pareceu muito real, o fato de alguém que tenta fazer o bem também ter dentro de si o potencial, como todos nós temos, tanto para a luz quanto para a escuridão”.

Em outra entrevista, a atriz detalhou mais a cena.

“Eu tinha uma cena com o Toupeira descendo para [Subterrânea] logo no começo do filme”, contou Kirby. “A Sue vai até lá e meio que relaxa e toma uma bebida com ele. Bom, ela não pode porque está grávida, então ele serve água para ela, e ela comenta que gostaria que fosse uísque. Eu simplesmente adorei essa cena”.

Ela finalizou descrevendo a experiência de filmagem: “Foi muito divertido filmar. Fomos até minas reais, no norte da Inglaterra, para gravar. A cena representava a rotina de trabalho da Sue e o fato de que ela interage com todos esses supervilões… e ainda assim é emocionalmente sintonizada com eles”.

De acordo com o Variety, ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ arrecadou US$ 118 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA – ficando acima das projeções que indicavam uma abertura em torno de US$ 100-110 milhões no país.

O valor representa a quarta maior estreia doméstica do ano, atrás apenas de ‘Um Filme Minecraft‘ (US$162M), ‘Lilo & Stitch‘ (US$146M) e ‘Superman‘ (US$125M).

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 100 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 218 milhões.

Vale lembrar que ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

Novo diretor de ‘X-Men’ confirma: reboot da Marvel Será “reconhecidamente diferente” das versões anteriores

O reboot de ‘X-Men‘ no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) está oficialmente em andamento — e promete uma abordagem inédita.

Jake Schreier, diretor de ‘Thunderbolts*‘, foi confirmado por Kevin Feige como o responsável por comandar o novo longa dos mutantes e, segundo o próprio Schreier, os fãs podem esperar algo totalmente distinto da franquia anterior estrelada por Hugh Jackman.

Em entrevista ao The Playlist, Schreier afirmou que é “justo dizer” que a nova versão será visivelmente diferente:

“Sim, acho que é justo dizer isso. Existe uma pontaria vermelha em mim agora [risos], mas poder explorar todas as ideias contidas nesse material original tão rico — e fazer isso na escala que ele merece — é uma oportunidade rara e empolgante.”

Schreier destacou que os temas centrais dos ‘X-Men‘, como identidade, exclusão social e conflitos internos, estarão no centro da nova narrativa:

“A essência do que são os ‘X-Men‘ é cheia de complexidade. São personagens profundamente interessantes, todos lutando com sua identidade e seu lugar no mundo. Isso é algo intrinsecamente poderoso de se explorar.”

Feige complementou dizendo que o reboot terá um foco juvenil, o que pode se refletir tanto no casting dos mutantes quanto na perspectiva da história:

Jake vai fazer um reboot com foco em juventude. Isso vai se refletir nas escolhas de elenco e, principalmente, no tom do filme,” disse o presidente da Marvel Studios.

Vale lembrar que os ‘X-Men’ farão sua estreia no MCU em ‘Vingadores: Apocalipse’. No entanto, o filme trará de volta os astros que viveram os mutantes nos longas das décadas de 2000 e 2010, incluindo Patrick Stewart, Ian McKellen, Alan Cumming, Rebecca Romijn, James Marsden e Kelsey Grammer.

‘Vingadores: Apocalipse’ tem estreia marcada para o dia 18 de dezembro de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem lançamento agendado para 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

Christopher Nolan é acusado de APOIAR repressão ao filmar ‘A Odisseia’ no Saara Ocidental ocupado

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O aclamado diretor britânico Christopher Nolan enfrenta duras críticas por filmar partes de seu novo épico, ‘A Odisseia‘, em Dakhla — uma área do Saara Ocidental ocupada pelo Marrocos e classificada pela ONU, desde 1963, como “território não autônomo”.

A cidade costeira tem se tornado um destino comum para grandes produções cinematográficas, como a série ‘A Roda do Tempo‘, da Amazon. No entanto, ativistas alertam que filmar nessa região ajuda a legitimar uma ocupação militar criticada internacionalmente por violações de direitos humanos contra a população indígena saharauí.

O Festival Internacional de Cinema do Saara Ocidental (FiSahara), que ocorre nos campos de refugiados saharauís na Argélia, emitiu uma nota pública pedindo que Nolan interrompa imediatamente as filmagens na região. Segundo o comunicado, “Dakhla não é apenas um cenário de dunas cinematográficas. É, antes de tudo, uma cidade ocupada e militarizada, onde a população saharauí sofre repressão brutal pelas forças de ocupação marroquinas.”

A organização acusou Nolan e sua equipe de estarem “contribuindo — ainda que involuntariamente — para a repressão do povo saharauí” ao filmarem em um território onde jornalistas e cineastas locais são perseguidos por tentarem contar suas próprias histórias. “Acreditamos que, se soubessem plenamente as implicações de filmar um longa-metragem de alto perfil em uma região onde os povos indígenas não podem fazer seus próprios filmes, Nolan e sua equipe ficariam horrorizados.”

O FiSahara também destacou que o Marrocos utiliza a produção cultural no Saara Ocidental como ferramenta política. “Criaram um festival de cinema em Dakhla para competir com o nosso, e promovem filmes caros que retratam o território como parte integral do Marrocos — enquanto cineastas saharauís são forçados a trabalhar na clandestinidade, sob grave risco.”

Até o momento, nem Christopher Nolan nem a Universal Pictures se pronunciaram sobre as acusações.

O FiSahara tem recebido apoio de figuras influentes do cinema internacional, como os atores Javier Bardem e Penélope Cruz, que anteriormente já denunciaram a situação do Saara Ocidental. A polêmica levanta discussões urgentes sobre a responsabilidade ética de grandes produções ao escolherem locações em áreas de conflito e ocupação.

O filme estreia por aqui no dia 16 de Julho de 2026, um dia antes da estreia norte-americana.

Confira a sinopse oficial:

Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda. Para contar essa história grandiosa, a produção reúne um elenco estelar ao lado de Damon, entre os nomes confirmados estão Anne Hathaway, Tom Holland, Zendaya e Lupita Nyong’o.

“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.

O elenco conta com nomes como Matt Damon, Tom Holland, Charlize TheronRobert PattinsonJon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill IrwinSamantha MortonZendaya e outros.

A aposta é alta: com um orçamento de US$ 250 milhões, ‘A Odisseia‘ será o filme mais caro da carreira de Nolan.

Nolan começou a escrever o filme em março. Donna Langley, presidente da Universal Pictures, é a única pessoa que já leu o roteiro.

O trailer está atualmente sendo exibido nos cinemas.

Confira o cartaz:

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Live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’ SUPERA arrecadação internacional de ‘O Exterminador do Futuro 5’

A nova versão de ‘Como Treinar o Seu Dragão‘ está prestes a ultrapassar a marca US$600 milhões nas bilheterias mundiais – mas já superou a arrecadação internacional de um infame filme lançado em 2015.

O elogiado remake em live-action está a dias de alcançar a sólida marca, que inclui mais de US$343 milhões fora dos Estados Unidos. A encargo de comparação, o montante já ultrapassou os US$342 milhões arrecadados nos mercados internacionais por ‘O Exterminador do Futuro: Gênesis’sci-fi de ação estrelado por Arnold Schwarzenegger.

Atualmente, o live-action de Como Treinar o Seu Dragão se encontra no TOP 6 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Ne Zha 2‘ (US$1.9B), ‘Lilo & Stitch‘ (US$1B), ‘Um Filme Minecraft‘ (US$955.1M), ‘Jurassic World: Recomeço‘ (US$647.9M)  e ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ (US$588.8M).

Com 76% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a nova versão também agradou aos espectadores ao receber uma nota A no CinemaScore.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Mason ThamesNico Parker estrelam como Soluço e Astrid, respectivamente.

Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisa seu papel na adaptação.

Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn JamesHarry TrevaldwynRuth Codd também estrelam.

Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.

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‘Superman’: Novo longa de James Gunn ULTRAPASSA ‘O Homem de Aço’ nas bilheteiras dos EUA

Sucesso! Superman, longa de James Gunn, continua voando alto nas bilheteiras e acaba de ultrapassar ‘O Homem de Aço’, de Zack Snyder, nas bilheteiras dos EUA.

Segundo o ComicBook,Superman já arrecadou US$ 292 milhões nos EUA, superando oficialmente os US$ 291 milhões que ‘O Homem de Aço’ faturou ao longo de toda a sua exibição nos cinemas norte-americanos.

Vale destacar, no entanto, que a jornada ainda não terminou: no total global, o filme de Zack Snyder alcançou US$ 670 milhões, e o Superman de Gunn ultrapassou recentemente a marca dos US$ 500 milhões mundiais após apenas 18 dias em cartaz.

Com 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa conquistou uma nota A- do público no CinemaScore. Enquanto esta é a mesma média alcançada por ‘O Homem de Aço‘, a aprovação dos espectadores ficou acima de ‘Superman: O Retorno‘ (B+).

Lembrando que ‘Superman’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Olhos de Wakanda’: Criador revela que derivado pode ter participações especiais do UCM

A aguardada sérieOlhos de Wakanda, um derivado do universo de Pantera Negra, está prestes a chegar ao Disney+, prometendo expandir ainda mais o universo da secreta nação africana. O criador da série, Todd Harris, compartilhou novidades empolgantes sobre a produção.

De acordo com o ComicBook, Harris revelou que a série pode contar com a participação de rostos conhecidos do Universo Cinematográfico Marvel (MCU). “Definitivamente haverá alguma familiaridade”, afirmou Harris, deixando os fãs curiosos sobre possíveis retornos.

No entanto, Harris fez questão de destacar que Olhos de Wakanda possui um escopo único e ambicioso: “A série trata de como os wakandanos se cruzaram com a história, esses africanos futuristas, ao nível de Star Trek, que viajam no tempo”.

Complementando esse pano de fundo histórico, Harris também explicou a influência do diretor Ryan Coogler na série, um grupo de marinheiros inspirados em grupos da Idade do Bronze do mundo real.

Eles eram “saqueadores que pilhavam o Mediterrâneo. O que nos deu liberdade criativa para construir um mundo baseado em circunstâncias vagas, mas dramaticamente interessantes”.

Anteriormente programada para o dia 27 de agosto, a produção agora será lançada em 1 de agosto na plataforma de streaming, com a exibição dos quatro episódios.

Na trama, os Hatut Zaraze, guerreiros de Wakanda, realizam missões perigosas ao redor do mundo para recuperar artefatos de vibranium ao longo da história.

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A série foi criada por Todd Harris.

Libby Boyce, mãe de Cameron Boyce, agradece Adam Sandler por homenagem ao filho em ‘Um Maluco no Golfe 2’

Libby Boyce, mãe do ator Cameron Boyce (1999-2019), usou as redes sociais para agradecer publicamente a Adam Sandler pela homenagem feita ao filho no filme Um Maluco no Golfe 2’ (Happy Gilmore 2).

“Obrigada, [Adam Sandler], por homenagear o legado do Cam em Happy Gilmore 2”, escreveu ela em uma publicação no Instagram.

No domingo, Libby também compartilhou um artigo sobre a homenagem e revelou detalhes da relação próxima entre seu filho e o ator.

“Adam e Cameron conversaram bastante nos dias que antecederam sua morte”, escreveu ela. “Cameron estava escalado para O Halloween do Hubie e os dois estavam planejando juntos. Acho que eles tinham uma conexão especial por serem autênticos, engraçados e verdadeiros. Adam sempre encontra uma maneira de manter viva a memória do Cam, o que aquece nossos corações”.

No filme, fãs atentos perceberam um tributo discreto, mas tocante: em uma cena, uma televisão ao fundo exibe um episódio da série ‘Jessie’, do Disney Channel, estrelada por Cameron Boyce. A imagem foi compartilhada nas redes sociais por um espectador emocionado com a homenagem.

Confira:

“Adam colocou uma homenagem ao Cameron Boyce (que interpretou seu filho em Gente Grande) em Happy Gilmore 2. Com licença enquanto eu choro.”

Boyce contracenou com Sandler nos filmes ‘Gente Grande‘ (2010) e ‘Gente Grande 2‘ (2013), interpretando Keithie Feder, filho do comediante. A relação entre os dois extrapolava as telas, com Sandler frequentemente mencionando o carinho e admiração que sentia por Boyce.

Essa não é a primeira vez que Sandler presta tributo ao ator. Em ‘O Halloween do Hubie‘ (2020), lançado um ano após a morte de Boyce, o longa trazia a seguinte dedicatória ao final:

“Em memória amorosa de CAMERON BOYCE.
Partiu cedo demais e foi um dos garotos mais gentis, legais, engraçados e talentosos que conhecemos. Você viverá para sempre em nossos corações e faz falta todos os dias.”

Relembrando Cameron Boyce
Cameron Boyce faleceu enquanto dormia em 6 de julho de 2019, aos 20 anos. A causa da morte foi uma convulsão resultante de epilepsia, uma condição médica que ele tratava há algum tempo. Conhecido por seu carisma e talento precoce, Boyce conquistou o público com papéis marcantes em ‘Descendentes‘, ‘Jessie‘ e ‘Mrs. Fletcher‘, além de seu trabalho com Adam Sandler.

Um Maluco no Golfe 2’ já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix.

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Crítica | ‘Redención’ – Um mar de situações mal desenvolvidas que afasta o espectador a cada minuto [Bonito CineSur]

Sendo bem direto: Redención propõe o choque entre dois mundos ao retratar os dilemas de um casal evangélico incapaz de ter filhos. O longa-metragem peruano constrói seu drama familiar a partir de conflitos que tensionam valores morais e revelam camadas controversas. Lendo isso, parece interessante, não é? Desde o início, aposta em uma narrativa que cresce em intensidade até atingir um ponto de ebulição, onde múltiplas interpretações se abrem. A sugestão, mais do que a explicação, torna-se o fio condutor — mas essa escolha acaba por comprometer a coesão da narrativa, gerando uma sensação de desarmonia.

Escrito e dirigido por Miguel Barreda-Delgado, o filme nos conduz à tragédia por meio da rotina de um humilde vendedor de sanduíches, casado com uma enfermeira. Devotos fervorosos, o casal leva uma vida simples, pautada pela fé, até que tudo começa a desmoronar com a chegada de uma jovem grávida, que vive com a tia surda. O que parece ser um gesto de acolhimento logo revela seu lado sombrio: a jovem foi, na verdade, violentada pelo próprio trabalhador que agora a abriga — ponto de virada que acende os conflitos centrais da trama.

Logo em seu início, o longa-metragem revela certo potencial, estabelecendo os conflitos a partir de um evento que, à primeira vista, parece um gesto de compaixão, mas rapidamente se revela uma agressão covarde. Esse ponto de partida abre espaço para o desenvolvimento dos personagens. No entanto, ao tentar abordar o comportamento humano sob a lente da fé, o filme se apoia em uma crítica tímida, que evita tocar nas feridas mais profundas. Assim, acaba estagnado em conflitos superficiais, apostando apenas no imprevisível como trunfo narrativo.

Dentro do triângulo proposto, que inclui ainda um pastor intrometido, revolta, esperança, violência e desejo se misturam de forma confusa, prejudicado também por escolhas pouco acertadas na composição das cenas. Diálogos mal construídos e ações que se sobrepõem a explicações apenas sugeridas geram uma narrativa truncada, afastando-se progressivamente de um discurso que, inicialmente, parecia mais consistente e sólido.

Redención foi selecionado para a Mostra Competitiva Sul-americana de Longas-Metragens do Bonito CineSur 2025. Um filme que prometia mas se perde em um mar de situações mal desenvolvidas que distancia o espectador a cada minuto que passa. Uma pena.

Artigo | 3 anos de ‘Renaissance’, um dos álbuns mais IMPORTANTES da carreira de Beyoncé

Beyoncé Knowles-Carter começou sua carreira nos anos 1990 como parte do icônico grupo musical Destiny’s Child – e, após entrar na carreira solo em 2003 com o lançamento de ‘Dangerously in Love’, a performer não tinha qualquer ideia do impacto que causaria no cenário do entretenimento como um todo.

Desde o momento em que parou o mundo com a estreia de “Crazy In Love” ao lado do atual marido Jay-Z, passando por reinvenções constantes até atingir um ápice artístico inimaginável e que permanece mesmo nos dias de hoje. Não é surpresa que, era após era, Beyoncé reafirme seu inegável status como uma das lendas do escopo fonográfico, tendo influenciado na indústria com o lançamento-surpresa de seu álbum homônimo em 2013, promovido uma análise sociorracial da história negra com o irretocável ‘Lemonade’ e, no ano passado, tendo resgatado as origens afro-americanas do country com ‘Cowboy Carter’. Porém, foi em 2022 que a cantora, compositora e produtora nos presenteou com uma de suas obras mais memoráveis: Renaissance.

O compilado de originais, que completa três anos no dia de hoje, é um arauto suntuoso e imponente que deu início a uma trilogia ainda a ser finalizada. Aqui, Beyoncé permanece explorando a necessidade de honrar aqueles que calcaram a música como ela, em seus mais variados gêneros – e, como capítulo de apresentação, ela se une a uma gama de importantes nomes do house, do disco, do funk e do próprio pop (seja com interpolações, seja na produção) para reafirmar uma máxima que certas pessoas parecem esquecer: toda música é negra. Em outras palavras, é notável como nossa Queen B promove um encontro entre passado e presente ao reafirmar, através de dezesseis faixas impecáveis, o essencial trabalho de relembrar aqueles que pavimentaram o caminho.

A construção ideológica por trás da obra tem duas premissas que são exploradas de maneiras diferentes: de um lado, temos o resgate da cultura afro-americana queer dos anos 1970 e 1980 que lutaram contra estigmas inescapáveis em uma época derradeira. Apostando fichas no já mencionado house, Bey demonstra um apreço pela exaltação do Ballroom ao nos transportar para Nova York, para o Studio 54 e para o hedonismo empoderador das Houses que marcaram época e se estendem sua influência mesmo décadas depois: “Break My Soul”, nesse sentido, foi escolhido como lead single para dar um gostinho do que a performer preparava a seus fãs – munida do classicismo da estética dos sintetizadores dos anos 1990 em uma narrativa de libertação e emancipação que conta com a presença de Big Freedia e sua canção, “Explode”.

Pegando páginas emprestadas de Giorgio Moroder, pai do disco que trabalhou ao lado de nomes como Donna Summer, e de artistas como Crystal Waters, Diana Ross, Gloria Gaynor e Nile Rodgers, Renaissance não é apenas um álbum, mas uma declamação vibrante e focada no prazer pelo prazer que veio em boa hora e pouco depois do fim da pandemia de COVID-19 – em que, através de ácidos comentários sobre a sociedade, Beyoncé desejava nos entregar um pouco de alegria em tempos difíceis. Não é surpresa que o compilado funcione como um setlist feito para as pistas de dança, em que a maximização é regente e não temos escolha a não ser se deixar levar por essa incrível e sedutora jornada.

De certa maneira, podemos encarar o disco como um pedaço das minorias sociais enquanto parte de uma sociedade marcada pelo tradicionalismo e pelo retrocesso – em que as diferenças não eram celebradas, e sim encaradas como “inimigos públicos” e um bode expiatório frente a problemas realmente passíveis de discussão. Em “Heated”, uma das tracks mais celebradas, a cantora mergulha de cabeça no afrobeat e no dancehall para uma homenagem direta a seu Tio Johnny, que era gay e que conquistou um agradecimento de Bey durante o Grammy Awards, quando recebeu a estatueta de Melhor Álbum Eletrônico/Dance; “Cozy” funciona como um discurso de autonomia que, normalmente, é destituído das pessoas negras e que aqui lhes é reclamado por direito – além de uma reformulação sagaz e muito original da bandeira LGBTQIA+; “Summer Renaissance e “Pure/Honey” são banhados pela luz dourada da ostentação e do individualismo como plataforma empoderadora; e, é claro, não podemos deixar de lado incursões como “Plastic Off the Sofa” e “Virgo’s Groove”, que apostam na sexualidade e na sensualidade como aspectos inerentes à própria vida.

É difícil mensurar o impacto causado por Renaissance, seja em experiências únicas, seja em um discurso universalizante que une os ouvintes em uma causa comum: afinal, se o álbum funciona como um solilóquio de Beyoncé para si mesma e para o que quer deixar como legado, ele também emerge como um catártico projeto pessoal cuja recepção varia de pessoa a pessoa – e cujo experimentalismo sonoro transforma-se em uma luxuosa e brilhante viagem. Não é surpresa, pois, que o álbum tenha sido um dos responsáveis pela revitalização do house e do disco e (re)apresentado nomes importantes da história da música a uma nova geração.

Crítica | ‘La Falta’ – A dor de quem observa de fora uma tragédia em curso [Bonito CineSur]

Com camadas habilmente construídas e guiado por um sentimento profundo de compaixão, o curta-metragem La Falta expõe, de forma crua e sensível, a dor de quem observa de fora uma tragédia em curso. Através do olhar de profissionais da educação, somos levados a enfrentar uma situação devastadora que marca para sempre a vida de uma aluna. Selecionado para a mostra competitiva de curtas sul-americanos do Bonito CineSur 2025, o filme desponta como um dos fortes candidatos ao troféu Kadiwéu.

Escrito e dirigido por Carmela Sandberg, o curta de apenas oito minutos mergulha o espectador em uma atmosfera densa de tensão e incerteza. Tudo começa quando o diretor de uma escola primária recebe um telefonema devastador: a mãe de Bianca, uma aluna de apenas 9 anos, sofreu um grave acidente a caminho da escola e está entre a vida e a morte no hospital. Diante da tragédia iminente, ele e outros professores se veem diante de um dilema delicado — como comunicar à menina uma notícia que mudará sua vida para sempre.

Esta coprodução entre Argentina e Uruguai lança luz sobre um recorte sensível do sistema educacional, explorando suas nuances a partir de uma tragédia familiar. Ao longo de toda a narrativa — ambientada inteiramente na sala do diretor, espaço que por si só carrega o peso de decisões difíceis —, o lado humano dos educadores se sobrepõe aos protocolos. São suas ações, hesitações e dilemas que conduzem nosso olhar, revelando a complexidade de lidar com o inesperado quando o papel de ensinar se entrelaça com o de cuidar.

 

Impressiona o clima constante de tensão que atravessa o curta do início ao fim, sustentado por uma composição visual precisa e enquadramentos objetivos. A câmera captura com sensibilidade o pulsar emocional dos personagens, revelando um olhar de dentro para fora — uma conexão que se estabelece, sobretudo, nas reações daqueles que recebem a notícia: do diretor à sua equipe, até chegar à própria aluna. Uma dinâmica harmônica que encaixa como uma luva na proposta do filme.

‘Indomável’: Série de suspense com Eric Bana é RENOVADA pela Netflix

indomável

A série ‘Indomável‘, sucesso inesperado da Netflix ambientado no Parque Nacional de Yosemite, foi oficialmente renovada para a segunda temporada. A informação foi confirmada com exclusividade pela Variety nesta terça-feira (29).

Originalmente concebida como uma minissérie, a produção estreou em 17 de julho e rapidamente conquistou o público e a crítica especializada, o que motivou a plataforma de streaming a autorizar novos episódios em tempo recorde.

Descrita como um “thriller de mistério centrado em personagens”, ‘Indomável‘ acompanha o agente especial do Serviço de Parques Nacionais, Kyle Turner (interpretado por Eric Bana), encarregado de fazer cumprir a lei humana no coração da natureza selvagem. A série equilibra dramas pessoais com tensões ambientais, e mergulha o espectador em paisagens deslumbrantes enquanto desenvolve tramas intensas e imprevisíveis.

Além de Bana, o elenco da primeira temporada inclui nomes como Sam Neill, Rosemarie DeWitt, Lily Santiago, Wilson Bethel, Raoul Max Trujillo, William Smillie, Joe Holt e Josh Randall.

Em apenas poucos dias no ar, ‘Indomável‘ estreou diretamente no topo do ranking global da Netflix entre as séries faladas em inglês na semana de 14 a 20 de julho. A produção alcançou impressionantes 24,6 milhões de visualizações, superando com folga seu concorrente mais próximo, ‘Onde Está Amy Bradley?‘, com 12,2 milhões.

A recepção da crítica também foi entusiástica: ‘Indomávelacumula 80% de aprovação no Rotten Tomatoes.

E em resposta à renovação, Eric Bana celebrou por meio de um comunicado oficial:

“Estou absolutamente empolgado por termos a chance de dar vida a mais uma temporada de ‘Indomável‘. A resposta à primeira temporada é um reflexo do incrível trabalho de nossa equipe em entregar algo realmente único. Mal posso esperar para embarcar na próxima jornada de Kyle. Meu muito obrigado à Netflix, à John Wells Productions, à Warner Bros. Television e aos nossos fãs.”

A segunda temporada ainda não tem data de estreia confirmada, mas os roteiros já estão em desenvolvimento. Até lá, a primeira temporada segue disponível na Netflix.

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Mark L. Smith, roteirista de ‘O Regresso‘, criou a série ao lado de sua filha Elle Smith. Eles também servirão como produtores executivos e showrunners.

Na trama, Kyle Turner, um agente especial da Divisão de Serviços Investigativos do Serviço de Parques Nacionais, trabalha para impor a lei humana na vasta natureza selvagem. Mas a investigação de uma morte brutal coloca Turner em rota de colisão com os segredos obscuros do parque e de seu próprio passado.

O elenco ainda conta com Rosemary DeWitt, Lily Santiago e Wilson Bethel.

Thomas Bezucha (‘Fargo’), Neasa Hardiman (‘Jessica Jones’) e Nick Murphy (‘O Despertar’) serão responsáveis pela direção.

Crítica | ‘Rua do Pescador, nº 6’ – Novo trabalho de Bárbara Paz documenta a dor de forma visceral [Bonito CineSur]

As dores de uma tragédia anunciada. Exibido no segundo dia de mostras competitivas do Bonito CineSur 2025, o novo trabalho da diretora e atriz Bárbara Paz, Rua do Pescador, nº 6 apresenta reflexões em meio a destruição e desilusão narrada por quem viveu os fatos de uma das maiores tragédias climáticas de nosso país. Com pausas reflexivas que buscam ganhar fôlego com uma raiz de conexões do discurso que se mostram amplas, o projeto parte de um olhar de uma comunidade ribeirinha gaúcha remetendo ao passado, sem saber sobre o futuro, mesmo do olhar presente.

Pouco tempo atrás, um fato de conhecimento público deixou o Brasil em choque. 478 das 497 cidades do estado do Rio Grande do Sul ficaram completamente inundadas culminando na maior tragédia climática da história da Região. Rua do Pescador, nº 6 se aprofunda na questão, apresenta novos olhares, a partir de uma Ilha de pescadores e seus moradores.

Esse é um longa-metragem que tem vários caminhos de análise. Dentre os elementos que se mostram em total evidência, o uso da versatilidade do P&B do início ao fim propõe uma imersão intensa por dentro das emoções. Com muitas cenas impactantes, dentro daquele chocar com intuito de gerar mais reflexões, nos levam para uma amplitude atemporal onde a fé e um ponto de interrogação sobre o futuro mostram suas facetas. Soma-se a isso algumas entrevistas que ajudam a contar a história.

A posição de observadora de um fato histórico, proposta feita com eficiência pela diretora, encaixa muito bem na condução desse documento histórico. Mesmo com desencontros narrativos, passando por leve redundância, o discurso é traduzido com imagens e movimentos de forma eficaz e que realmente prendem nossa atenção. Mas uma grande questão se apresenta quando reunimos todas as peças dessa crítica social: questionamentos de alguns porquês não encontram muitas camadas chegando apenas até uma crítica superficial.

O papel de todo documentário é registrar e ampliar debates sobre determinado assunto. No caso de Rua do Pescador, nº 6 soma-se o fato de dimensionar o tamanho dessa tragédia. É realmente muito chocante alguém de fora de toda região atingida perceber cada detalhe desse evento catastrófico. Narrador por quem viveu os fatos, o filme impacta, documenta a dor de forma visceral.