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Documentário sobre Cássia Eller será RELANÇADO nos cinemas

Os discos jogados num quarto repleto de quadros e violões, ah… e aquele all star azul ao lado do de cano alto. Como um furacão de emoções, dramas e muita verdade, que promete emocionar a todos, chega aos cinemas brasileiros nesta semana o espetacular documentário Cássia Eller – que será RELANÇADO nos cinemas nacionais no dia 4 de Dezembro pela H2O Filmes, em comemoração aos 10 anos do seu lançamento original.

Assista ao trailer:

Dirigido pelo excelente diretor Paulo Henrique Fontenelle, que vem brindando os cinéfilos com trabalhos fabulosos (como foi em Dossiê Jango), tentamos decifrar os segredos e a timidez de uma artista que marcou seu nome na história não só pela música mas nas conquistas importantes que conquistou, também quando se foi. O filme é pura emoção e bate aquela vontade de bater palmas de pé quando já emocionados vemos as letrinhas dos créditos subirem.

Nesse projeto 100% nacional, acompanhamos em pouco mais de 110 minutos de fita, toda a história que cercou o nascimento de uma lenda da música popular brasileira. Filha de um paraquedista e uma dona de casa, Cássia usava a música como uma intensa fuga para sua timidez. Com um alcance vocal único e com uma força enorme quando estava no palco, a protagonista deste documentário, que não deixa de ser uma linda homenagem a essa baita mulher, aos poucos foi se tornando uma bomba relógio de emoções.

Como todo bom documentário, todas as verdades são ditas e apresentadas, deixando o próprio público tirar suas conclusões sobre os fatos. Os vícios de drogas também não são escondidos, acompanhamos todos os dramas por conta de tratamentos, problemas amorosos, estresses e abstinências. Cássia teve uma vida intensa, não temos dúvida. Com o sucesso batendo na porta a todo instante, seu jeito simples e a falta de estrutura emoção para lidar com a fama aos poucos vão incomodando a cantora que sempre contava com todos os amigos nessa hora.

A amizade entre Cassia e Nando Reis gera os mais emocionantes depoimentos que vemos na tela. É como se a menina tímida ainda estivesse aqui entre nós, tamanha a força que marcou sua presença durante suas décadas neste país. Percebemos o carinho que todos que conheciam Cássia tinham por ela. Sua relação com a eterna Maria Eugênia e com o filho Chicão mostram um lado doce que transformam o furacão Cássia em uma ventania poética de felicidade. E sobre sua família, falamos da conquista que conseguiu quando seu filho teve a guarda dada a mulher que sempre amou. Uma vitória inédita para o amor.

De Nirvana à Piaf. De Buarque ao blues. Um alcance vocal único. Um ícone da música brasileira. Música é uma coisa bela que toca lá dentro. E não temos dúvidas de que Cássia cumpriu seu objetivo, tocou profundamente e se tornou inesquecível em nossos corações.

 

‘Chefe de Guerra’: Assista aos créditos de abertura do ÉPICO histórico estrelado por Jason Momoa

Chefe de Guerra, drama épico-histórico estrelado, roteirizado e com produção executiva de Jason Momoa (‘Aquaman’), já está disponível no catálogo da Apple TV+ e, agora, a plataforma de streaming divulgou os créditos de abertura da atração.

Ambientada no belo cenário das ilhas do Havaí, a série de nove episódios, baseada em eventos reais, acompanha o guerreiro Ka’iana (Momoa) enquanto ele tenta unificar as ilhas antes da colonização ocidental no final do século XVIII.

Confira, junto ao trailer:

A série foi criada por Momoa e Thomas Pa’a Sibbett.

Com um elenco predominantemente polinésio liderado por Momoa, Chefe de Guerra acompanha a unificação e colonização do Havaí de um ponto de vista indígena. Momoa retrata o guerreiro Ka’iana, enquanto ele tenta unificar as ilhas antes da colonização ocidental no final do século XVIII.

O compositor Hans Zimmer (‘O Rei Leão‘, ‘Duna‘), vencedor do Grammy e do Oscar, escreveu a música tema e coproduziu a trilha sonora de todos os nove episódios com o compositor James Everingham (‘Virdee‘, ‘Planeta Gelado II‘,’Robin and the Hood‘), durante seu período na Bleeding Fingers Music, o coletivo de compositores multipremiado com o Emmy e indicado ao BAFTA, cofundado por Zimmer em 2013.

Luciane Buchanan, Temuera Morrison, Te Ao o Hinepehinga, Cliff Curtis, newcomer Kaina Makua, Moses Goods, Siua Ikale’o, Brandon Finn, James Udom, Mainei Kinimaka e Te Kohe Tuhaka também integram o elenco.

‘Wandinha’: 2ª temporada chega ESTA SEMANA ao streaming!

A 2ª temporada de Wandinha, série estrelada por Jenna Ortega, estreia esta semana no catálogo da Netflix.

A primeira leva de episódios do novo ciclo chega à plataforma de streaming nesta próxima quarta-feira, 6 de agosto. A segunda parte, por sua vez, tem lançamento agendado para 5 de setembro.

Relebre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais. 

O elenco também conta com Catherine Zeta-JonesLuís GuzmánIsaac OrdonezEmma MyersHunter DoohanPercy Hynes White e outros.

Alison Brie fará estreia na direção com filme de TERROR feminino

GLOW

Após inúmeros trabalhos como atriz, Alison Brie está se preparando para ficar atrás das câmeras em seu próximo projeto (via Deadline).

A duas vezes indicada ao Globo de Ouro revelou recentemente que fará sua estreia diretorial com uma história de terror que coescreveu com Alice Stanley Jr. (‘Busy Tonight’), descrito como “feminino” e com “uma energia muito divertida”.

“Enquanto escrevíamos, senti como se estivesse escrevendo para dirigir”, disse ela à revista Marie Claire. “Eu conseguia visualizar cada cena na minha cabeça”.

Brie acrescentou: “acho que as mulheres carregam muitas dúvidas sobre si mesmas e temos o desejo de fazer tudo perfeito antes de tentar algo, ou de aprender tudo o que podemos aprender. Você quer realmente verificar os requisitos e pensar: estou preparada para isso? E chega um ponto em que você precisa simplesmente dar o salto e acreditar em si mesma”.

Infelizmente, qualquer detalhe sobre o projeto não foi revelado.

Vale lembrar que o projeto mais recente de Brie veio ao lado de seu marido Dave Franco na forma do terror corporal Juntos, que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 14 de agosto.

Na trama, com uma mudança para o campo já testando os limites do relacionamento de um casal, um encontro sobrenatural inicia uma transformação extrema de seu amor, de suas vidas e de sua carne.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Prime Video adquire os direitos de exibição do drama histórico ‘King & Conqueror’ nos EUA

Em uma das mais recentes disputas por direitos de exibição, o Prime Video se saiu vitorioso na compra de King & Conqueror, novo drama histórico épico estrelado por Nikolaj Coster-Waldau (‘Game of Thrones’) e James Norton (‘Happy Valley’).

Segundo o Deadline, a plataforma de streaming ficará responsável por lançar a produção nos Estados Unidos, enquanto a HBO Max comprou os direitos para mercados internacionais como Hong Kong, Sudeste Asiático, Países Baixos e a Ibéria.

A produção não tem data de estreia confirmada, mas deve ser lançada ainda este ano.

Confira o trailer:

A série foi criada por Michael Robert JohnsonBaltasar Kormákur assume a cadeira de direção.

King & Conqueror narra a história de um confronto que definiu o futuro de um país — e de um continente — por mil anos, cujas raízes remontam a décadas e se estendem por duas dinastias familiares interconectadas, lutando pelo poder em dois países e um mar revolto.

Clémence PoésyEmily BeechamLuther FordIngvar SigurdssonEddie MarsanJuliet StevensonJean-Marc BarrGeoff Bell e outros também fazem parte do elenco.

A primeira temporada conta com oito episódios.

Soulja Boy é PRESO por porte ilegal de arma durante abordagem policial em Los Angeles

O rapper Soulja Boy, cujo nome verdadeiro é DeAndre Cortez Way, foi preso na madrugada deste domingo (03) em Melrose, Los Angeles, sob suspeita de porte ilegal de arma de fogo, segundo reportagens de veículos como a NBC Los Angeles e Deadline.

A polícia local (LAPD) informou que o artista era passageiro de um carro parado por volta das 2h30 durante uma abordagem de trânsito. Ao revistar o veículo, os oficiais teriam avistado uma arma, o que levou à prisão do rapper sob a acusação de ser um criminoso reincidente em posse de arma de fogo — o que configura crime federal.

Ainda não há informações detalhadas sobre o motivo inicial da abordagem, e representantes de Soulja Boy e da LAPD não responderam imediatamente aos pedidos de comentário da imprensa.

Horas antes da prisão, Soulja Boy havia comemorado seu aniversário de 34 anos na casa noturna Poppy, em West Hollywood, conforme publicações em suas redes sociais.

Soulja Boy alcançou o estrelato em 2007 com o hit “Crank That (Soulja Boy)”, que lhe rendeu uma indicação ao Grammy. Entre outros sucessos, estão “Turn My Swag On” e “Kiss Me Thru the Phone”. No entanto, sua carreira tem sido marcada por diversas controvérsias e problemas legais.

Em abril deste ano, ele foi condenado por um júri de Los Angeles a pagar US$ 4 milhões a uma mulher que o acusou de agressão sexual e física durante dois anos de relacionamento.

Além disso, em 2023, esteve entre os artistas acusados pela SEC de promover criptomoedas sem declarar o recebimento de pagamentos — caso em que ele se recusou a firmar acordo com as autoridades, diferentemente de outras celebridades como Lindsay Lohan e Lil Yachty.

Soulja Boy permanece detido até o momento, aguardando a definição de sua situação judicial.

‘F1’ se torna o MAIOR sucesso global da carreira de Brad Pitt

O novo filme de corrida ‘F1‘, estrelado por Brad Pitt e dirigido por Joseph Kosinski (Top Gun: Maverick), acaba de ultrapassar uma marca histórica: com US$ 545,6 milhões arrecadados mundialmente, o longa se tornou o maior sucesso global da carreira do astro, superando ‘Guerra Mundial Z‘ (2013).

Produzido pela Apple Original Films e distribuído internacionalmente pela Warner Bros., ‘F1‘ continua a surpreender nos mercados internacionais, mesmo após semanas de exibição. Na Coreia do Sul, por exemplo, o filme cresceu impressionantes 36% em sua sexta semana em cartaz — algo raro para blockbusters com tantas semanas de bilheteria.

No total, ‘F1‘ arrecadou mais US$ 17,2 milhões em 78 mercados estrangeiros neste último fim de semana, acumulando US$ 372,3 milhões fora dos EUA. Com o mercado doméstico somando o restante, o total global chega a US$ 545,6 milhões.

Além de marcar um novo recorde na carreira de Brad Pitt, o sucesso de ‘F1‘ reforça o apelo global de histórias centradas em velocidade, drama e carisma.

O filme, que mescla ação de alto nível com bastidores intensos do mundo da Fórmula 1, ainda tem fôlego para crescer nas próximas semanas — especialmente com estreias tardias em mercados estratégicos e possíveis indicações a prêmios no radar.

Vale lembrar que o filme registrou US$ 144 milhões em sua estreia global, tornando-se o maior lançamento da história para uma produção da Apple Original Films.

Apesar de ter contado com um orçamento gigantesco em torno de US$ 250 milhões, a Variety destaca que a Apple não depende do retorno nas bilheterias como os estúdios tradicionais. Suas produções são usadas como marketing para seu serviço de streaming, a Apple TV+.

Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma excelente nota A do público no CinemaScore.

Relembre o trailer:

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

Artigo | ‘Não Olhe para Cima’ e o discurso sarcástico de Adam McKay sobre a atualidade

Em 2021, Adam McKay viria a lançar o que apenas podemos considerar como o filme mais popular de sua carreira – Não Olhe para Cima. O diretor, que já havia trabalhado no excelente A Grande Aposta e comandado a cinebiografia Vice, resolveu manter-se fiel à identidade trabalhada em seus projetos anteriores para mergulhar numa comédia político-satírica que serviu como reflexo de uma fervilhante realidade enfrentada pelos Estados Unidos, em que a ascensão da extrema-direita e a derrota de Donald Trump em sua tentativa de reeleição transformou o país em palco para teorias conspiratórias, disseminação de fake news e até mesmo o negacionismo científico em meio à pandemia de COVID-19.

O complexo panorama em questão foi traduzido por McKay nessa épica ironia cinematográfica que contou com um elenco de peso e uma predileção por criticar absurdidades inacreditáveis através de uma alegoria que, apesar de ter sido explicada pelo realizador como metáfora para as mudanças climáticas, consegue servir de instrumento de análise para inúmeras vertentes. A trama gira em torno do Dr. Randall Mindy (Leonardo DiCaprio) e sua aluna de mestrado Kate Dibiasky (Jennifer Lawrence), que descobrem que um meteoro conhecido como “assassino de planetas” está a caminho do planeta Terra e irá exterminar a raça humana caso o governo dos Estados Unidos não mobilize forças para impedir o impacto.

Com a ajuda do Dr. Teddy Oglethorpe (Rob Morgan), chefe do Departamento de Coordenação de Defesa Planetária, os astrônomos são convocados até a Casa Branca para explicar à presidente Janie Orlean (Meryl Streep) a necessidade de garantir que o Cometa Dibiasky, como fica conhecido, seja destruído. Porém, a urgência da situação é tratada sem muito interesse e importância por Janie e por seus assessores, que incluem o estranho filho Jason (Jonah Hill). Dessa forma, Randall e Kate tentam chamar a atenção da mídia para convencer os outros de pressionar as autoridades para tomarem uma atitude contra a mortal ameaça – incluindo o programa dos supercarismáticos e condescendentes apresentadores Brie Evantee (Cate Blanchett) e Jack Bremmer (Tyler Perry). Todavia, tudo o que conseguem é se tornarem piadas mundiais, levando-os em uma espiral de descrença na falta de atenção de todos.

Não demora muito até que a presidente resolva chamá-los de volta para a Casa Branca em meio a uma crise de imagem que, magicamente, a compele a recuperar sua aprovação em meio ao próprio partido e aos olhos dos eleitores. Assim, ela destina um orçamento de emergência e esquadrinha um plano de enviar uma frota de ônibus espaciais desativados e ogivas nucleares para destruir o corpo celeste e salvar o mundo. E é claro que as coisas não saem como o planejado: os planos mudam quando o magnata da tecnologia Peter Isherwell (Mark Rylance) descobre que o cometa está recheado de minérios imprescindíveis para o país e que tirariam o monopólio de outras grandes economias, reafirmando a onipresença estadunidense. Logo, ele e Janie firmam parceria para implodir o assassino de planetas pouco antes dele adentrar a atmosfera terrestre – levando Randall e Kate a uma luta para trazer a verdade à tona.

DON’T LOOK UP, MERYL STREEP as PRESIDENT JANIE ORLEAN. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021

McKay constrói uma narrativa que, como percebemos, é fácil de ser acompanhada e faz um ótimo uso de sarcasmos inteligentes e propositalmente exagerados para garantir que as mensagens sejam transmitidas com clareza ao público. Em meio à simplicidade do enredo, erros técnicos são cometidos em uma constância maior do que poderíamos imaginar – mas ao menos os temas analisados carregam uma importância que, ano a ano desde seu lançamento, continuam atuais. Percebemos como uma das principais incursões exploradas é o negacionismo: afinal, desde a falta de aceitação da presidente frente a ameaça do cometa até a crescente aderência de grupos à defesa do que o governo deseja fazer, há uma onda que renega fatos científicos em prol de teorias conspiratórias que servem apenas como bode expiatório de um problema muito maior.

É dessa maneira que o realizador parte para outra exploração: o capitalismo predatório. Afinal, é notável como há um embate claro que satiriza de maneira jocosa e bastante ácida a mentalidade adotada pela extrema-direita de maximização dos lucros em detrimento do ser humano em si – e que, como podemos ver, compele Janie, uma clara representação caricata de Trump e de seus aliados republicanos, a apenas adotar medidas drásticas quando sua reputação está em jogo. E isso não é isso: no momento em que percebe que pode ultrapassar seus principais “inimigos” socioeconômicos (no caso, a China), ela volta atrás em sua decisão e visa a um acúmulo de riquezas que ultrapassa a questão máxima da sobrevivência, defendida pela presença categórica de Kate e de Randall (ainda que este tenha se rendido por um tempo às falsas promessas da fama e do reconhecimento).

As investidas sobre negacionismo, ultraindividualismo e ufanismo exacerbados partem de um princípio consciente de absurdez, como já mencionado alguns parágrafos acima, e remodela a estética non-sense para um equilíbrio entre comentários ao mesmo tempo autocríticos e alheios a como a realidade, de fato, é. Temos a descrença promovida por uma mídia sensacionalista e a preocupação dos grandes veículos em focar em uma política informativa à la “pão e circo” que promove cortinas de fumaça e uma supressão do que realmente deve ser defendido. E, à medida que o cometa se aproxima e o fim parece inevitável, há inclusive retaliações bélicas promovidas pelos apoiadores de Janie para impedir que os outros países tentem destruir o corpo celeste antes que ele extermine a Terra.

Por mais que não funcione o tempo todo, o irônico e despojado discurso promovido por McKay funcione em vários âmbitos e, mesmo quatro anos depois de seu lançamento, permanece com explorações que refletem a complexa e melancólica realidade em que nos encontramos.

Não Olhe para Cima’ está disponível no catálogo da Netflix.

Amores Materialistas

(Materialists)

 

Elenco:

Dakota Johnson
Chris Evans
Pedro Pascal

 

Direção: Celine Song

Gênero: Comédia romântica

Duração: 109 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: 31 de Julho de 2025

Sinopse: 

Em AMORES MATERIALISTAS, os negócios de uma casamenteira de Nova York se complicam quando ela se envolve em um triângulo amoroso com seu ex-namorado ator, que ganha a vida como garçom, e um novo pretendente ricaço.

Crítica: 

Crítica | Amores Materialistas – Celine Song apresenta um roteiro afiado, mas um romance SEM FAÍSCAS

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Celine Song também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Família à Prova de Balas

(Guns Up)

 

Elenco:

Kevin James
Christina Ricci
Luis Guzmán

 

Direção: Edward Drake

Gênero: Ação

Duração: 92 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 12 milhões

Estreia: 31 de Julho de 2025

Sinopse: 

Em FAMÍLIA À PROVA DE BALAS, após se dar mal em uma missão, um ex-policial que atua como capanga de mafiosos tem apenas uma noite para tirar sua família da cidade e escapar da fúria dos inimigos.
Curiosidades: 

» Além de dirigir, Edward Drake também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

familia a prova de balas poster

Fotos: 

O Ritual

(The Ritual)

 

Elenco:

Dan Stevens
Al Pacino
Ashley Greene

 

Direção: David Midell

Gênero: Terror

Duração: 98 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 31 de Julho de 2025

Sinopse: 

Em O RITUAL, dirigido por David Midell, acompanha dois padres – um deles em crise com sua fé e o outro confrontando um passado turbulento – que precisam superar suas diferenças para realizar um exorcismo arriscado. O roteiro é assinado por David Midell e Enrico Natale.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, David Midell também assina o roteiro ao lado de Enrico Natale;

CRÍTICA EM VÍDEO:

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

A Morte de um Unicórnio

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(Death of a Unicorn)

Elenco:

Paul Rudd
Jenna Ortega
Will Poulter

Direção: Alex Scharfman

Gênero: Comédia

Duração: 107 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 15 milhões

Estreia: 31 de Julho de 2025

Sinopse: 

Em A MORTE DE UM UNICÓRNIO, um pai e uma filha acidentalmente atropelam e matam um unicórnio enquanto viajam para um retiro de final de semana, onde seu chefe bilionário busca explorar as milagrosas propriedades curativas da criatura.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Alex Scharfman também assina o roteiro do longa;

» O mestre John Carpenter (‘O Enigma de Outro Mundo’) fica responsável pela trilha sonora ao lado de Cody CarpenterDaniel Davies;

Trailer:

Cartazes: 

death of a unicorn

Fotos: 

‘Man’s Best Friend’, novo álbum de Sabrina Carpenter, contará com DOZE faixas; Confira a tracklist!

sabrina carpenter 2

Nos últimos dias, a vencedora do Grammy Sabrina Carpenter, uma das vozes mais populares da nova geração da música, revelou a tracklist oficial de seu próximo álbum de estúdio com a ajuda dos fãs.

O compilado de originais é intitulado ‘Man’s Best Friend’ e conta com doze faixas inéditas, incluindo o lead single “Manchild”.

Confira:

1. Manchild
2. Tears
3. My Man on Willpower
4. Sugar Talking
5. We Almost Broke Up Again Last Night
6. Nobody’s Son
7. Never Getting Laid
8. When Did You Get Hot?
9. Go Go Juice
10. Don’t Worry I’ll Make You Worry
11. House Tour
12. Goodbye

O lançamento do álbum está agendado para o dia 29 de agosto.

O álbum mais recente da artista foi o elogiado ‘Short N’ Sweet’, que lhe duas estatuetas do Grammy Awards – Melhor Álbum Pop Vocal pelo disco e Melhor Performance Pop Solo pelo single “Espresso”.

Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com ‘Eyes Wide Open’, em 2015, ascendendo a uma carreira meteórica nos últimos anos – principalmente depois de ter lançado o aclamado ‘emails i can’t send’ e sua subsequente versão deluxe.

Em 2023 e 2024, a cantora, compositora e atriz também foi chamada por Taylor Swift como um dos atos de abertura da ‘The Eras Tour’, apresentando-se, inclusive, no Brasil.

Dentre suas músicas mais famosas, podemos citar “Thumbs”“Paris”“read your mind”“feather”.

‘Confinado’: SUSPENSE com Bill Skarsgård e Anthony Hopkins ganha data de lançamento no Prime Video!

O suspense ‘Confinado‘, estrelado por Bill Skarsgård (‘Contra o Mundo’) e Anthony Hopkins (‘O Silêncio dos Inocentes’), ganhou data de estreia no catálogo do Prime Video.

O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming no próximo dia 8 de agosto.

Confira o novo trailer promocional e siga o CinePOP no Youtube:

David Yarovesky (‘Brightburn: Filho das Trevas’) é responsável pela direção.

Na trama, quando Eddie arromba um carro de luxo, ele cai em uma armadilha mortal preparada por William, um autoproclamado justiceiro que entrega sua própria marca distorcida de justiça. Sem meios de escapar, Eddie deve lutar para sobreviver em uma viagem onde a fuga é uma ilusão, a sobrevivência é um pesadelo e a justiça se encontra em alta velocidade.

O longa é um remake do suspense argentino ‘4X4‘ (2019), que já havia ganhado uma versão brasileira, ‘A Jaula‘ (2022), estrelada por Chay Suede e Alexandre Nero.

‘Um Maluco no Golfe 2’: Vídeo nos leva aos bastidores da nova COMÉDIA de Adam Sandler

A aguardada sequência ‘Um Maluco no Golfe 2‘ chegou recentemente ao catálogo da Netflix e, agora, foi divulgado um vídeo inédito nos levando aos bastidores da produção.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, Happy Gilmore (Adam Sandler) está de volta, desta vez para ajudar a filha a correr atrás dos próprios sonhos (e talvez para mais um momento de glória no golfe).

A sequência ainda contará com o retorno de Julie Bowen, Allen Covert, Dennis Dugan, Christopher McDonald, Ben Stiller e Jake Hoffman, além de introduzir Maxwell Jacob Friedman, Scott Mescudi, Bad Bunny, Margaret Qualley, Benny Safdie e Nick Swardson.

Kyle Newacheck (‘Mistério no Mediterrâneo’) é responsável pela direção. Tim Herlihy e Adam Sandler assinam o roteiro.

Mae Martin e Toni Collette no teaser inédito da nova série de SUSPENSE da Netflix, ‘Wayward’; Confira!

Netflix divulgou um novo teaser oficial de Wayward, minissérie de suspense criada e estrelada por Mae Martin (‘Feel Good’).

A produção também ganhou data de estreia na plataforma de streaming25 de setembro.

Confira:

Martin co-criou a produção ao lado de Ryan Scott. Ela também fica responsável pelo roteiro da atração.

Ambientada em uma cidade bucólica, agradável e sinistra, Wayward é uma série de suspense que explora o insidioso ponto fraco de uma escola nada ortodoxa. Na trama, após uma tentativa de fuga de uma academia para adolescentes problemáticos, dois estudantes unem forças com um policial recém-chegado, desvendando os segredos obscuros e profundamente enraizados da cidade.

Além de Martin, o elenco conta com Brandon Jay McLarenSarah GadonPatrick J. AdamsAlyvia Alyn LindPatrick GallagherSydney TopliffeJoshue CloseToni Collette.

Saiba QUANDO estreia o novo capítulo da franquia ‘Um Lugar Silencioso’

Recentemente, a Paramount Pictures confirmou um novo capítulo da franquia de terror Um Lugar Silencioso.

O terceiro capítulo da saga principal e quarto no geral (incluindo Um Lugar Silencioso: Dia Um’) chega aos cinemas no dia 9 de julho de 2027 e trará John Krasinski de volta à cadeira de direção. Ele também fica responsável pelo roteiro e pela produção do longa-metragem.

Nenhum elenco foi revelado e detalhes sobre a trama seguem sob segredo. Todavia, é provável que Emily BluntMillicent SimmondsNoah Jupe, protagonistas dos longas originais, retornem à nova empreitada.

Krasinski e Allyson Seeger produzem o filme através da Sunday Night Productions, em cooperação com a Platinum Dunes.

A franquia Um Lugar Silencioso arrecadou mais de US$900 milhões no mundo todo com seus três filmes, que incluem Um Lugar Silencioso e Um Lugar Silencioso – Parte II’, ambos dirigidos por Krasinski, e a pré-sequência comandada por Michael Sarnoski, Um Lugar Silencioso: Dia Um’.

‘Irish Blood’: Alicia Silverstone descobre segredos OBSCUROS no trailer do drama criminal; Confira!

Acorn TV divulgou recentemente o trailer oficial de Irish Blood, drama criminal estrelado por Alicia Silverstone (‘As Patricinha de Beverly Hills’).

A produção tem estreia agendada para o dia 11 de agosto, ainda sem previsão de chegar ao Brasil.

Confira:

Molly McGlynn dirige a atração, enquanto Silverstone entra como produtora executiva.

A advogada de divórcios Fiona Fox (Silverstone) recebe uma mensagem de seu pai distante e embarca em uma jornada para a Irlanda. Ela descobre verdades familiares e o passado sombrio do pai, percebendo que a história de abandono que viveu foi uma mentira protetora.

Jason O’MaraWendy CrewsonDearbhla MolloySimone KirbyRuth CoddLeonardo Taiwo e outros integram o elenco.

‘Atividade Paranormal’, ‘Cloverfield – Monstro’ e os MELHORES filmes found footage do século (até agora)

O gênero do found footage é um dos mais conhecidos no cenário contemporâneo do cinema e encontrou terreno fértil a partir dos anos 1990, com sua popularização através do clássico ‘A Bruxa de Blair’.

Para aqueles não familiarizados, o estilo em questão parte de uma premissa bastante simples: a câmera na mão. Os longas, médias e curtas-metragens realizados dessa forma normalmente partem de um orçamento baixo e apresentam um grupo de personagens que é filmado da maneira mais amadora possível – e um cinegrafista que serve como uma espécie de diretor e montador.

Ainda que não tenha sido o primeiro do gênero, o filme mencionado no primeiro parágrafo abriu portas para inúmeras produções de grande apreço crítico e/ou de público, como Atividade Paranormal‘Cloverfield – Monstro’‘Assim na Terra como no Inferno’. E, enquanto a popularização dessas obras eventualmente culminou em uma quantidade exacerbada de histórias voltadas para o terror e repetições constantes, alguns títulos modernizaram os tropos do found footage com inovações interessantes. Esse foi o caso do subestimado ‘Amizade Desfeita’, do ótimo suspense Buscando…’, o recente thriller sobrenatural Host e até mesmo o inédito ‘Entrevista com o Demônio’.

Pensando nisso e como forma de celebrar o impacto do gênero em questão no cenário do entretenimento, preparamos uma breve lista elencando os melhores filmes found footage do século (até agora).

Confira abaixo as nossas escolhas:

5. HOST (2020)

Host não poderia ter vindo em hora melhor e, certamente, se configurou como uma das melhores produções lançadas durante a pandemia de COVID-19. Modernizando por completo o found footage, a narrativa, que foi aclamada pela crítica especializada, acompanha seis amigas que contratam uma médium para fazer uma sessão através de uma chamada de vídeo – mas elas ganham muito mais do que pediram conforme às coisas começam a dar errado. Quando um espírito maligno invade suas casas, elas percebem que podem não sobreviver.

O filme chama nossa atenção por não se levar a sério e por deixar claro que funciona em virtude do caminho trilhado por outras produções, incluindo ‘Amizade Desfeita’, que começou a popularizar narrativas envolvendo uma reunião virtual de amigos que se vê num jogo de gato e rato impossível de ser vencido. O sucesso vem do ótimo trabalho de Rob Savage, que sagra um subgênero de terror de quarentena ao singrar pela paranoia e pelo horror de maneira sublime.

4. BUSCANDO… (2018)

Se você ainda não assistiu ao suspense Buscando…’, não tem ideia do que está perdendo. Estrelado por John Cho, o elogiado longa-metragem acompanha David Kim, um pai superprotetor que se vê no centro de um mistério inexplicável quando a filha de dezesseis anos desaparece sem mais nem menos. Depois de 37 horas sem receber qualquer atualização das autoridades locais, ele decide invadir o computador de sua filha para procurar pistas que possam levar ao seu paradeiro – e descobre segredos assombrosos.

O filme se beneficia não apenas pela performance espetacular de Cho, que até então não tinha o reconhecimento que merecia no show business, mas por modernizar ainda mais o found footage e construir uma instigante e complexa narrativa movida pelo melhor do suspense. A tensão arquitetada por Aneesh Chaganty é irretocável e se vale de incontáveis reviravoltas que fazem sentido dentro de uma trama engenhosa e que nos envolve desde os primeiros segundos.

3. CLOVERFIELD – MONSTRO (2008)

O subestimado ‘Cloverfield – Monstro’ merece mais atenção que tem, principalmente por se configurar como uma das melhores entradas da carreira de Matt Reeves. Acompanhando o sucesso de Atividade Paranormal, o diretor percebeu que podia dar o primeiro passo a um escopo mais épico e cobiçoso ao trazer os tropos do terror sci-fi para as telonas e construir uma mitologia que se transformaria em uma inesperada franquia.

Na trama, Michael Stahl-David dá vida a Rob Hawkins, um jovem que mora em Nova York e que está está prestes a se mudar para o Japão. Ele reúne os amigos em uma festa de despedida, na qual pretende revelar sentimentos mal resolvidos. Entretanto um forte solavanco assusta os convidados. Todos buscam notícias sobre o ocorrido na TV, que diz que a cidade sofreu um terremoto. Ao chegar ao terraço para ver os estragos o grupo nota uma bola de fogo gigante, seguida pela queda de luz na cidade. O pânico toma conta de todos, o que aumenta ainda mais quando eles enfim conseguem chegar à rua.

2. ATIVIDADE PARANORMAL (2007)

Depois do impacto causado por ‘A Bruxa de Blair’ em 1999, o gênero do found footage caiu em um limbo que durou alguns anos – até Atividade Paranormal retomar as rédeas de uma contínua revolução estética que viria a influenciar uma gama de realizadores. Dirigido por Oren Peli, o impacto causado pelo longa-metragem também se expande para o sucesso financeiro, que o sagrou o filme de maior rentabilidade da história da sétima arte.

Na trama, acompanhamos Katie, que desde criança ouve ruídos estranhos, sussurros e sente sensações inesperadas. Já adulta, ela mora com seu namorado Micah, que, meio cético quanto aos depoimentos, resolve usar uma câmera para gravar tudo o que acontece enquanto eles dormem e vivem dentro da casa. O que era para ser apenas uma forma de esclarecer o mistério torna-se uma experiência intrigante e assustadora.

1. [REC] (2007)

Um dos filmes mais elogiados e conhecidos dos anos 2000, ‘[REC]’ merece o lugar na lista por se comprometer a entregar uma das narrativas mais chocantes e arrepiantes do gênero de terror. Apostando fichas em um escopo ambicioso, o projeto apresenta uma mistura apaixonante de suspense, terror e teorias conspiratórias que explode em cena e que aposta fichas em uma narrativa simples, competente e movida a despretensiosos efeitos práticos.

Na trama, Manuela Velasco interpreta Ángela Vidal, uma jornalista que, juntamente com seu cinegrafista, faz uma reportagem em um quartel do Corpo de Bombeiros, na intenção de mostrar seu cotidiano. Porém o que aparentemente seria uma saída noturna rotineira de resgate logo se transforma em um grande pesadelo. Presos em um edifício, a equipe de filmagens e os bombeiros enfrentam uma situação desconhecida e letal.

10 Filmes que apagamos de nossas mentes por inteiro – e não temos culpa!

Em um mundo saturado de lançamentos constantes e superproduções, alguns filmes simplesmente desaparecem da memória do público, mesmo tendo estreado há menos de uma década. Essas obras, por mais que tenham tido atores conhecidos, orçamentos consideráveis ou grandes campanhas de marketing, acabam caindo no limbo do esquecimento — vítimas de roteiros genéricos, falta de originalidade ou de um apelo que realmente conecte com o espectador. São títulos que, apesar de sua existência, parecem não ter sido assistidos por ninguém, virando quase lendas urbanas do cinema contemporâneo.

Esse fenômeno mostra como a indústria cinematográfica pode ser implacável e como o público, cada vez mais exigente e bombardeado por opções, acaba rejeitando o que não consegue prender sua atenção. Filmes que deveriam ter marcado a década acabam esquecidos, relegados a pastas em serviços de streaming, enquanto a cultura pop segue em frente, sem olhar para trás. Revisitar essas produções é um exercício curioso, que revela tanto as tendências passageiras quanto as armadilhas do mercado audiovisual moderno. Confira abaixo.

Sob o Mesmo Céu

Sob o Mesmo Céu (Aloha) é um daqueles casos curiosos de filmes com tudo para dar certo — grande elenco, diretor prestigiado, cenários paradisíacos — mas que simplesmente não funcionam… e acabam esquecidos. Escrito e dirigido por Cameron Crowe (de ‘Quase Famosos), o longa reunia Bradley Cooper, Emma Stone, Rachel McAdams e até Alec Baldwin em uma trama que mistura romance, drama militar e questões culturais no Havaí. Mas o resultado foi um tanto bagunçado e desajeitado.

O filme foi criticado por sua narrativa confusa, ritmo irregular e principalmente pela escalação de Emma Stone como uma personagem havaiana com ascendência asiática — o que gerou uma grande controvérsia na época. Apesar de todo o brilho de Hollywood envolvido, ‘Sob o Mesmo Céu não encontrou seu tom e tampouco seu público, rapidamente caindo no limbo dos filmes que “existem”, mas ninguém lembra de ter assistido. Hoje, é mais citado como exemplo de casting problemático do que por qualquer valor cinematográfico real.

American Ultra – Armados e Alucinados

Esse filme parecia querer desesperadamente se tornar um cult instantâneo ao misturar ação insana, comédia maconheira e romance improvável, com Jesse Eisenberg como um agente secreto letal que nem sabia que era agente secreto — e Kristen Stewart como sua namorada cúmplice. Mas a mistura não emplacou: o tom irregular, os clichês estilizados e a tentativa forçada de ser “cool” demais afastaram tanto a crítica quanto o público. Mesmo com boas ideias e uma dupla carismática, o filme acabou perdido entre gêneros e hoje é mais lembrado como uma curiosidade de streaming do que como uma produção marcante.

O Franco-Atirador

Calma, não estou falando do clássico da década de 70 com Robert De Niro e Meryl Streep, e sim de seu “imitador de título” em português. The Gunman (no original) foi a tentativa de transformar Sean Penn em um novo herói de ação no estilo “homem maduro e perigoso” que fez sucesso com Liam Neeson em ‘Busca Implacável. Dirigido por Pierre Morel, o mesmo do filme de Neeson citado, este longa tinha tudo para repetir a fórmula: tiroteios internacionais, conspiração geopolítica e um protagonista durão com passado sombrio. Mas o resultado foi genérico, sisudo e pouco empolgante, com um roteiro arrastado e sem o menor traço de carisma. O público não comprou a ideia de Penn como astro de ação, e o filme rapidamente sumiu da memória coletiva.

Música, Amigos e Festa

Esta produção tentou capturar, sem sucesso, o espírito da juventude moderna, com festas eletrônicas, ambição artística e muita vibe californiana. Zach Efron interpreta um aspirante a DJ tentando “estourar” no mundo da música eletrônica enquanto equilibra amizade, romance e dilemas existenciais. O problema é que o filme soava mais como um videoclipe estendido do que uma narrativa envolvente, com diálogos rasos e personagens pouco carismáticos. Lançado com muita pose de “filme de geração”, acabou falhando tanto de crítica quanto de bilheteria — e hoje é mais lembrado como um meme ou uma piada do que como um retrato legítimo da cena EDM.

Mistress America

Greta Gerwig e Noah Baumbach já fizeram muitos filmes juntos, o mais famoso deles sendo o fenômeno ‘Barbie‘. Porém, um que temos certeza que ninguém lembra é ‘Mistress America‘. Escrito pela dupla, a obra prometia ser uma comédia indie espirituosa e cheia de afeto sobre identidade, ambição e relações femininas pouco convencionais – seguindo os passos do elogiadíssimo ‘Frances Ha‘. Gerwig vive uma nova-iorquina excêntrica e falante que arrasta a jovem meia-irmã por um turbilhão de ideias mirabolantes e devaneios boêmios. Apesar do estilo verborrágico e da energia cativante de Gerwig, o filme acabou sendo celebrado apenas em nichos muito específicos — principalmente o público que já era fã do cinema indie nova iorquino. Fora desse circuito, passou quase despercebido, ficando com cara de “filme alternativo que você nem ouviu falar e muito menos viu”.

Victor Frankenstein

De tempos em tempos Hollywood tira da cartola ideias mirabolantes que tentam reinventar a roda. Quer um exemplo? Que tal modernizar o clássico de Mary Shelley com uma abordagem mais “radical”, cheia de ação e efeitos, centrando a história na perspectiva de Igor, o assistente corcunda do Doutor Victor Frankenstein? Para o papel de Igor, que tal Daniel Radcliffe, enquanto James McAvoy assume o papel do cientista obcecado. A intenção era dar um ar mais pop e empolgante à trama gótica, quase como um Sherlock Holmes steampunk, mas o resultado foi uma mistura desequilibrada de tom e estilo. Nem o talento da dupla principal salvou o roteiro confuso, repleto de excessos e pretensões. Lançado com barulho, acabou não gerando faísca nenhuma — e logo virou só mais uma tentativa esquecida de “reimaginar um monstro famoso”.

Lugares Escuros

Sabe aquela história de tentar capitalizar em cima do time que está ganhando? Pois bem, Lugares Escuros (Dark Places) chegou com pedigree: baseado no livro de Gillian Flynn, autora de Garota Exemplar, e estrelado por Charlize Theron. A premissa era sombria e intrigante, envolvendo uma mulher traumatizada que revisita um massacre familiar décadas depois, em busca da verdade. Mas, ao contrário da adaptação anterior de Flynn, este filme não teve o mesmo impacto. A narrativa morna, o ritmo irregular e a direção sem brilho tornaram o suspense pouco envolvente. Mesmo com um elenco forte, o longa acabou caindo no esquecimento — uma daquelas produções que prometiam muito, mas entregaram pouco e sumiram rápido das conversas.

Cavaleiro de Copas

Terrence Malick não é para todos. Depois de ter voltado aos radares com ‘A Árvore da Vida‘ (2011), o diretor sumiu de novo, e o culpado foi este ‘Cavaleiro de Copas‘. Estrelado por Christian Bale, o longa parecia destinado a ser uma obra poética e contemplativa sobre os vazios da alma em meio ao brilho de Hollywood. E realmente foi — talvez até demais. Com sua narrativa fragmentada, vozes sussurradas, belíssimas imagens e quase nenhum diálogo direto, o filme fascinou alguns poucos fãs de Malick, mas alienou o público geral. Para muitos, foi como assistir a um longo comercial de perfume existencialista. A intenção era profunda, mas a recepção foi morna, e hoje é lembrado mais como uma experiência estética curiosa do que como um drama marcante – pela mesma meia dúzia de fãs do diretor.

Pais e Filhas

Esse é um teste de cinefilia, pois até mesmo os maiores fãs de cinema terão dificuldade de saber que filme é este. Um drama emocional, a produção explora as complexas relações entre pais e filhas através de duas gerações. Com Russell Crowe no papel de um escritor traumatizado que luta para criar sua filha (Amanda Seyfried) após uma tragédia familiar. O filme busca tocar em temas como perda, redenção e os laços profundos da família. Apesar das boas intenções e do elenco talentoso, a narrativa por vezes se torna arrastada e previsível, o que dificultou a conexão com o público. Lançado sem grande alarde, ‘Pais e Filhas acabou ficando esquecido.

Carta Selvagem

Jason Statham possui muitos filmes de ação em seu currículo, alguns muito bons e outros nem tanto. Mas você já tinha ouvido falar nesse ‘Carta Selvagem‘? E o pior, ele foi lançado nos cinemas há 10 anos apenas. O longa trouxe Jason Statham de volta ao universo dos anti-heróis durões, interpretando um guarda-costas com passado turbulento que luta para proteger uma amiga em Las Vegas. O filme apostava em cenas intensas de ação, lutas coreografadas e o estilo típico “tough guy” de Statham para atrair o público fã do gênero. Contudo, apesar da presença carismática do ator, o roteiro genérico e a direção pouco inspirada deixaram o filme morno e previsível. ‘Carta Selvagem acabou não se destacando nem para os fãs do ator, tornando-se mais um título esquecido entre as muitas produções de ação da década passada.