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‘Juntos’: Alison Brie e Dave Franco dizem que novo filme é uma espécie de terapia para casais

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Alison Brie e Dave Franco estão levando o conceito de “casal grudado” a um novo patamar — literalmente. Em entrevista à Variety durante a Comic-Con, o casal falou sobre seu novo projeto ‘Juntos‘, um filme que mistura horror corporal com drama romântico, e que eles esperam que funcione como uma espécie de terapia para o público.

No longa dirigido por Michael Shanks, Brie e Franco interpretam Millie e Tim, um casal à beira de uma crise que, após um evento sobrenatural, acaba fisicamente colado um ao outro — forçados a enfrentar seus conflitos mais íntimos enquanto lidam com seus corpos se fundindo.

Shanks revelou que a inspiração veio de sua própria relação de 16 anos, observando como ele e sua parceira passaram a compartilhar tudo — gostos, amigos, ar, manias — e como isso podia ser tanto reconfortante quanto sufocante. O resultado foi um filme que explora a linha tênue entre intimidade e codependência.

Brie destacou a química natural que ela e Franco — casados há mais de 13 anos — trouxeram para a tela, o que facilitou as cenas mais desafiadoras fisicamente. “Houve dias em que ficamos literalmente presos pelo braço durante 10 horas. Íamos ao banheiro juntos”, contou ela, rindo. “Nossa comunicação não verbal ajudou muito”. 

Apesar do tom de horror corporal e os efeitos especiais intensos, o trio quer que o filme atinja emocionalmente o público.

“Já tivemos casais que disseram que o filme ajudou em discussões que estavam tendo. Teve um cara que veio falar comigo após a sessão dizendo que achava que o filme era sobre ele e a esposa — e que não sabia se iam continuar juntos”, contou Shanks.

Franco reforçou a intenção do projeto: “Se um casal assiste e termina depois, é porque não era pra ser. Talvez o filme só tenha mostrado o que já estava ali.”

No Brasil, o longa será lançado pela Diamond Films.

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O longa chega aos cinemas brasileiros em 14 de agosto.

Na trama, com uma mudança para o campo já testando os limites do relacionamento de um casal, um encontro sobrenatural inicia uma transformação extrema de seu amor, de suas vidas e de sua carne.

‘A Idade Dourada’ bate NOVO RECORDE de audiência pela terceira semana consecutiva com 3ª Temporada

A ascensão de ‘A Idade Dourada continua firme. Pela terceira semana consecutiva, a série de época da HBO alcançou um novo pico de audiência, consolidando sua força entre o público.

O sexto episódio da terceira temporada atraiu 4,5 milhões de espectadores em multiplataformas em apenas três dias após sua estreia, superando os 4 milhões registrados pelo episódio anterior no mesmo período. Segundo a HBO, a terceira temporada já apresenta uma média 25% superior em relação à segunda — e cada novo episódio trouxe crescimento de audiência desde a estreia.

Com o final da temporada programado para o dia 10 de agosto, a emissora também confirmou recentemente a renovação da série para uma quarta temporada, celebrando o sucesso consistente e o crescente interesse do público.

Francesca Orsi, vice-presidente executiva de Programação da HBO e chefe de Séries Dramáticas e Filmes da HBO, expressou o orgulho da emissora pelos resultados alcançados.

”Não poderíamos estar mais orgulhosos dos inegáveis picos de audiência que ‘A Idade Dourada’ alcançou nesta temporada”, afirmou Orsi.

Ela destacou a capacidade da série de transportar o público para a Nova York da década de 1880, elogiando Julian Fellowes, criador da série, e o elenco e equipe “enormemente talentosos” por criarem uma “experiência de entretenimento imperdível semana após semana”. Orsi concluiu, expressando a satisfação em continuar explorando as “grandes ambições” dos personagens em uma “emocionante quarta temporada”.

Os números de audiência corroboram o entusiasmo da HBO. A visualização da noite de estreia da terceira temporada cresceu por cinco semanas consecutivas. A série registrou um aumento de 20% na audiência em comparação com a temporada anterior e atingiu recordes de público por duas semanas consecutivas, solidificando sua posição como um dos grandes sucessos da emissora.

Erin Underhill, presidente da Universal Television, coprodutora da série, também celebrou a renovação.

“Graças a Julian e ao elenco e equipe fenomenalmente talentosos, cada temporada de ‘A Idade Dourada’ entrega tramas ricas em drama e história, performances estelares e um valor de produção deslumbrante”, disse Underhill.

Ela ressaltou o aprofundamento do carinho pela série a cada momento passado nesse universo e com esses personagens, e expressou a alegria de ver que os parceiros da HBO e o público em todo o mundo estão “clamando por mais”.

Vale lembrar que o episódio de abertura, exibido em 22 de junho, atraiu 2,7 milhões de espectadores nos Estados Unidos nos primeiros três dias, segundo dados divulgados pela própria HBO.

O número representa um crescimento significativo de audiência: +27% em relação à estreia da 2ª temporada (2,1 milhões); +30% em relação à 1ª temporada (2 milhões).

Lançada discretamente em janeiro de 2022, numa modesta faixa de segunda-feira, ‘A Idade Dourada‘ ganhou força graças ao boca a boca e ao apoio fiel da comunidade LGBTQIA+, como destacou a própria protagonista Carrie Coon: “Os gays salvaram a série”.

A produção passou a ocupar o cobiçado horário nobre de domingo, às 21h, e ganhou status de série prestigiada da HBO, com presença frequente em premiações.

Com produção refinada, figurinos suntuosos e intrigas em meio à elite nova-iorquina do século XIX, ‘A Idade Dourada‘ consolida sua posição como uma das séries dramáticas mais fortes da HBO na atualidade.

Relembre o trailer da 3ª temporada e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi criada por Julian Fellowes (‘Downton Abbey’).

A trama é ambientado nos Estados Unidos, em 1882. A jovem Marian Brook é a filha órfã de um general do sul que se muda para a casa de suas tias rígidas e tradicionais, na cidade de Nova York. Acompanhada pela misteriosa Peggy Scott, ela se envolve na vida deslumbrante dos novos vizinhos, todos estupendamente ricos. Será que Marian seguirá as novas regras sociais ou traçará um caminho próprio?

O elenco conta com Carrie Coon, Morgan Spector, Louisa Jacobson, Denée Benton, Taissa Farmiga, Blake Ritson, Thomas Cocquerel, Simon Jones, Jack Gilpin, Cynthia Nixon e Christine Baranski.

Lili Reinhart, de ‘Riverdale’, explora o lado SOMBRIO da internet no trailer de ‘American Sweatshop’; Confira!

O suspense ‘American Sweatshop‘, estrelado por Lili Reinhart (‘Riverdale’), ganhou o primeiro trailer.

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Uta Briesewitz (‘Stranger Things’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Matthew Nemeth (‘City on a Hill’).

Na trama, uma moderadora de mídia social, encarregada de eliminar conteúdos ofensivos da internet, acredita ter encontrado um vídeo registrando um crime. Logo, ela é atraída para longe da segurança de seu teclado e para um mundo perigoso, enquanto busca obsessivamente responsabilizar alguém.

O elenco ainda conta com Daniela Melchior, Jeremy Ang JonesJosh WhitehouseTim PlesterChristiane PaulJoel Fry.

O suspense será lançado em VOD no dia 19 de setembro.

Remake de ‘Witchboard: Espírito Assassino’ ganha novo trailer para MAIORES; Confira!

O terror ‘Witchboard‘, remake do clássico ‘Espírito Assassino‘, ganhou um novo trailer para maiores – com cenas inéditas e sangrentas.

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Chuck Russell (‘A Bolha Assassina’, ‘O Máskara’) é responsável pela direção.

Emily (Madison Iseman) e seu noivo Christian (Aaron Dominguez) descobrem um misterioso artefato wiccaniano, um pêndulo, enquanto se preparam para abrir um bistrô em um Bairro Francês de Nova Orleans. Uma escuridão descende sobre Emily quando ela fica obcecada com o poder de adivinhação do tabuleiro e a habilidade de invocar espíritos. Desesperado para ajudar sua noiva, Christian busca o conselho do especialista em ocultismo Alexander Babiaste (Jamie Campbell Bower). Mas Babiaste tem seus próprios segredos, incluindo uma conexão com um coven moderno de bruxas. Logo, um jogo perigoso começa quando cada balanço do pêndulo coloca a alma de Emily em risco.

Antonia Desplat (‘Operação Final’) e Charlie Tahan (‘Ozark’) completam o elenco.

Russell e Greg McKay escreveram o roteiro e estão produzindo com Kade Vu e Bernie Gewissler, em uma produção da A-Nation Media.

A nova versão estreará nos cinemas norte-americanos no dia 15 de agosto.

Paul Giamatti estrelará série baseada no terror ‘O Albergue’

De acordo com o Variety, a série baseada no terrorO Albergue‘ (Hostel) finalmente encontrou seu lar.

A produção será lançada através do serviço de streaming do Peacock.

Além disso, foi confirmado que Paul Giamatti (‘Billions’) será o protagonista.

Eli Roth irá escrever, dirigir e produzir o seriado – o que marca seu retorno à franquia quase 20 anos após o lançamento do segundo filme.

Chris Briggs e Mike Fleiss, produtores de todos os filmes da saga, servirão como produtores executivos.

Detalhes sobre a trama não foram revelados, mas o projeto está sendo descrito como “uma adaptação moderna” que servirá como a reinvenção da saga.

Novos detalhes devem ser divulgados em breve.

Anteriormente, em entrevista exclusiva ao CinePOP, Roth havia revelado que adoraria dirigir um novo capítulo da fraquia: “‘Em O Albergue‘ há muito mais o que fazer. Eu adoraria voltar ao Albergue em algum momento e a Cabana também. Eles são parte de mim. Eles são como meus filhos e sinto que os ignorei por muito tempo e eu adoraria voltar para eles. Eu tenho ideias. Eu vou dirigir, não quero nas mãos de ninguém.”

No primeiro filme, os melhores amigos Josh e Paxton decidem passar um verão viajando como mochileiros pela Europa. Em Amsterdã, eles conhecem Oli, um viajante da Islândia. Os três decidem investigar um boato sobre um albergue na Eslováquia repleto de mulheres sensuais e acabam sendo envolvidos em um jogo mortal.

O Albergue‘ (Hostel) arrecadou 80 milhões de dólares mundialmente em 2005.

Oscar Isaac sugere que ‘Cavaleiro da Lua’ pode retornar nos cinemas

Oscar Isaac, o ator que deu vida ao icônico herói Marc Spector, o Cavaleiro da Lua, levantou a expectativa dos fãs ao sugerir que o personagem pode em breve aparecer nas telonas.

Segundo o ComicBookMovie, durante uma convenção recente, ao ser questionado sobre uma possível segunda temporada da série do Disney+, Isaac respondeu de forma enigmática: “Veremos, talvez um dia, ou em um filme… veremos ele [voltar]”.

Considerando que ‘Vingadores: Apocalipse’ e ‘Vingadores: Guerras Secretas’ abordarão a guerra multiversal no MCU, não seria nada impossível o retorno do herói, desta vez, nas telonas.

Já em relação às séries, rumores sobre uma segunda temporada de ‘Cavaleiro da Lua’ circulam há anos. Em 2022, logo após o final da primeira temporada, Isaac já havia dado a entender que conversas sobre o retorno da série estavam acontecendo.

No entanto, no início deste ano, Brad Winderbaum, da Marvel Television, compartilhou uma atualização que parecia pouco animadora para uma nova temporada na TV:

“Eu acho que a Marvel Television passou por ondas, e Cavaleiro da Lua aconteceu em uma dessas ondas de séries que introduziriam personagens que se conectariam ao futuro. Mas, daqui para frente, nossas prioridades mudaram. Estamos fazendo séries que possam existir como lançamentos anuais, mais no estilo da televisão tradicional”, afirmou.

Winderbaum, contudo, acrescentou uma ressalva importante: “Há planos para Cavaleiro da Lua no futuro”.

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Lembrando que todos os episódios de ‘Cavaleiro da Lua’ estão disponíveis no catálogo da Disney+.

A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.

Relembre o trailer:

O elenco também conta com Ethan Hawke (‘A Entidade’) e May Calamawy (‘Ramy’).

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

Audiência de ‘Jeffrey Epstein: Poder e Perversão’ DISPARA 430% na Netflix, após pressão sobre governo Trump por arquivos do caso

O interesse público pelo caso Jeffrey Epstein voltou a crescer de forma explosiva. A série documental ‘Jeffrey Epstein: Poder e Perversão‘, lançada pela Netflix em 2020, registrou um aumento de 430% na audiência durante a semana de 18 a 24 de julho, atingindo 73,1 milhões de minutos assistidos, segundo dados da Luminate. Na semana anterior, o total havia sido de apenas 13,6 milhões.

O salto de interesse coincide com a pressão crescente sobre o governo Trump para divulgar mais documentos relacionados ao caso Epstein. No início do mês, o Departamento de Justiça anunciou o encerramento da revisão do caso, alegando não haver evidências para novas acusações e negando a existência de uma “lista de clientes” — o que gerou indignação entre apoiadores do presidente, muitos dos quais alimentam teorias de que figuras democratas de alto escalão estariam envolvidas em uma rede de tráfico sexual ligada a Epstein.

Vale lembrar que o Wall Street Journal revelou que Trump foi informado em maio de que seu nome constava entre os arquivos analisados, algo que o presidente nega veementemente.

A série documental da Netflix não acusa diretamente Trump, Bill Clinton ou o príncipe Andrew de envolvimento nos crimes, mas destaca a proximidade de Epstein com essas figuras poderosas.

O foco principal está nos relatos das vítimas e na forma como o abusador condenado conseguiu escapar da justiça por tanto tempo, incluindo o controverso acordo de 2008 negociado por Alex Acosta — então promotor da Flórida e posteriormente secretário do Trabalho na gestão Trump.

O acordo concedeu imunidade federal a Epstein, permitindo que ele se declarasse culpado de acusações estaduais mais brandas e cumprisse apenas 11 meses de prisão com direito a saídas diárias para “trabalho externo”.

Com a pressão política crescendo e o debate público reacendido, o documentário voltou a ser uma das principais fontes de informação para quem busca entender a extensão dos abusos cometidos por Epstein — e os mecanismos de poder que o protegeram por tanto tempo.

A produção esmiuça o magnata, condenado por pedofilia e tráfico de mulheres, que tem como grandes amigos figuras públicas de alto escalão.

A minissérie traz detalhes de terríveis casos de abuso sexual e pedofilia cometidos por ele, à medida que explora e investiga a possível conexão de Clinton e o membro da Família Real Britânica, que também são acusados de serem cúmplices dos crimes e de até mesmo terem participações nas práticas abusivas.

Confira o trailer:

A minissérie é dirigida por Lisa Bryant e conta com quatro episódios.

POLÊMICO comercial de Sydney Sweeney vira debate político e Casa Branca chama reação da esquerda de “imbecil”

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O comercial da American Eagle estrelado por Sydney Sweeney, que faz um trocadilho com “genes” e “jeans”, ultrapassou os limites da publicidade e foi parar no centro de um embate político-cultural nos Estados Unidos. Após críticas de vozes progressistas que apontaram a campanha como uma celebração da supremacia branca e de um padrão corporal excludente, a Casa Branca não ficou em silêncio.

Steven Cheung, gerente de comunicações do governo, reagiu duramente em uma publicação na rede X (Twitter), chamando a indignação da esquerda de “estúpida” e representativa de por que “os americanos votaram como votaram em 2024”.

Ele escreveu: “Cancelamento descontrolado. Esse pensamento liberal distorcido, imbecil e denso é um dos grandes motivos pelos quais os americanos estão cansados dessa besteira”.

O comercial, que mostra Sweeney falando sobre genética de forma bem-humorada — “Genes são passados de pais para filhos, determinando coisas como cor dos olhos ou cabelo. Meus jeans são azuis.” — fez alguns críticos acusarem a marca de reforçar ideais eurocêntricos e de beleza excludente, por escolher uma mulher branca, magra e loira como símbolo dos “melhores genes da América”.

Confira o comercial:

A apresentadora conservadora Megyn Kelly também se pronunciou, defendendo Sweeney e criticando o que chamou de “a loucura da esquerda”:

“Ela está sendo chamada de supremacista branca porque fez um comercial de calça jeans. Isso é uma propaganda de jeans, não supremacia branca. Eles estão revoltados porque querem decidir quem pode ou não ser o rosto dos ‘melhores genes’ da América”, declarou em seu programa.

Kelly argumentou que o anúncio claramente se refere ao corpo de Sweeney — algo que a atriz já tornou marca registrada em campanhas anteriores — e que as reações mostram uma intolerância da esquerda em aceitar qualquer representação que não esteja alinhada a suas pautas.

Enquanto o comercial continua circulando com alto engajamento nas redes sociais, o debate reacende uma velha polarização cultural entre representatividade, padrões de beleza e liberdade de criação na publicidade. E agora, com a Casa Branca e comentaristas políticos entrando na discussão, a campanha da American Eagle acabou se tornando um inesperado símbolo da guerra cultural americana.

Confira o trailer de ‘A História Distorcida De Amanda Knox’, minissérie baseada em um CRIME REAL

O Disney+ divulgou o trailer de ‘A História Distorcida De Amanda Knox‘, minissérie baseada na história real de uma jovem que foi erroneamente condenada pelo assassinato de sua melhor amiga.

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A produção será lançada no serviço de streaming no dia 20 de agosto.

Grace Van Patten (‘Me Conte Mentiras’) estrela a produção.

O projeto é baseado na história real de Amanda Knox, que foi erroneamente condenada pelo assassinato de sua colega de quarto, Meredith Kercher, e sua luta pela liberdade que durou 16 anos.

KJ Steinberg (‘This is Us’) serve como roteirista e produtor executivo.

A história de Knox já foi contada diversas vezes nas telas. Além de reportagens e documentários, a Lifetime também lançou o filme original ‘Amanda Knox: Murder on Trial in Italy‘, em 2011. O filme ‘Stillwater‘, estrelado por Matt Damon, Abigail Breslin e Camille Cottin, e alegadamente inspirado no caso, estreou em 2021.

‘Sandman’: Showrunner explica decisão de incluir cena pós-créditos no final da série

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Allan Heinberg, o showrunner deSandman, a aclamada série da Netflix que adapta a obra de Neil Gaiman, falou recentemente sobre a decisão de incluir uma cena pós-créditos na segunda e última temporada.

Em entrevista à Entertainment Weekly, Heinberg explicou a complexidade por trás da escolha: “Nos quadrinhos, essa cena ocorre no final de As Bondosas (nona coletânea), antes do velório e de todas as histórias que vêm depois. Eu amava essa cena e decidi movê-la para o final, depois do velório. Naquela cena final em que Daniel encontra sua família pela primeira vez, e Lucien vê um sorriso em seu rosto e entende que tudo ficará bem, cortar direto para as Parcas parecia diminuir esse momento”.

Ele também detalhou as discussões internas e a colaboração com a Netflix:

Discutimos até se deveríamos eliminá-la completamente. No fim, eu realmente queria mantê-la, porque sou um grande fã. Acho que não mudei nada do que foi escrito no quadrinho. A Netflix foi muito generosa e concordou em transformá-la em uma cena pós-créditos, mesmo com o relacionamento complicado da plataforma com os créditos, e o fato de que muitos espectadores os ignoram. Não foi algo simples, mas eles fizeram”, afirmou.

Vale lembrar que ‘Sandman’ divulgou recentemente um episódio especial focado na Morte, a irmã de Sonho.

A nova temporada introduz Orfeu (Ruairi O’Connor), filho de Morfeu (Tom Sturridge), e os deuses nórdicos Odin (Clive Russell), Thor (Laurence O’Fuarain), Loki (Freddie Fox), além de Adrian Lester (Destino), Esmé Creed-Miles (Delírio) e Barry Sloane (Pródigo).

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente as HQs entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

Crítica | ‘A Guerra dos Mundos’ é uma deplorável adaptação do clássico de H.G. Wells

H.G. Wells é um importante nome da literatura de terror, cujas obras influenciaram e continuam influenciando gerações de romancistas, contistas, cineastas e até mesmo dramaturgos. O escritor britânico foi um dos responsáveis por cimentar o gênero da ficção científica nos vários âmbitos artísticos e sagrou-se como um inovador lendário que deu vida a títulos como ‘O Homem Invisível’, ‘A Ilha do Dr. Moreau’, ‘A Máquina do Tempo’ e inúmeros outros. E, dentre uma gama prolífica de extremo valor, uma de suas incursões mais famosas e prestigiadas é o clássico ‘A Guerra dos Mundos.

Nome por trás das infinitas narrativas extraterrestres que povoam o imaginário popular, Wells foi homenageado diversas vezes com adaptações de seus escritos, incluindo um drama radiofônico encabeçado por Orson Welles – que causou pânico entre os ouvintes, visto que eles não sabiam que tudo era mera ficção – e uma releitura cinematográfica guiada por Steven Spielberg e estrelada por Tom Cruise. Agora, somos convidados a mais uma recriação dessa atemporal história com ‘A Guerra dos Mundos, recém-chegado ao catálogo do Prime Video e que traz uma configuração estética diferente das iterações predecessoras.

A trama é centrada em Will Radford (Ice Cube), especialista em vigilância e avaliação de ameaças do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos. Sofrendo com um trauma profundo que se manteve após a morte da esposa, Will também é um pai superprotetor movido pela necessidade incontrolável de proteger constantemente os filhos, Dave (Henry Hunter Hall) e Faith (Iman Benson), por mais que eles já saibam cuidar de si próprios. Crente de que está fazendo a coisa certa, o especialista em tecnologia vê tudo se desmantelar quando uma estranha chuva de meteoros cai sobre o planeta inteiro, apenas para revelar um ataque em massa de trípodes high-tech alienígenas que desejam alguma coisa.

Não demora muito até que Will, cuja missão anterior incluía encontrar um poderoso hacker conhecido como Disruptor (que havia colocado as mãos em documentos sigilosos do governo), perceba que segredos estão sendo mantidos a sete chaves e que seu chefe, Donald Briggs (Clark Gregg), Diretor do Departamento de Segurança, pode estar conectado com o massacre promovido por extraterrestres poderosos e imparáveis. Munido da ajuda de sua amiga, a Dra. Sandra Salas (Eva Longoria) à medida que é forçado a enfrentar uma dura realidade em relação aos filhos, Will faz de tudo para se tornar um improvável herói e salvar o mundo da extinção iminente.

O revival, como podemos caracterizar o projeto, marca a estreia diretorial de Rich Lee, conhecido por seu trabalho em videoclipes musicais de artistas como Lana Del Rey e Billie Eilish. E, por mais belas que as intenções do cineasta sejam, o resultado é muito aquém do esperado e transforma um projeto que tinha tudo para dar certo em um dos piores longas-metragens da década. Lee não apenas denota sua falta de preparo para comandar uma produção fílmica, como comete deslizes tão amadores que não podemos deixar de imaginar o que teria sido caso o longa tivesse caído nas mãos corretas.

O realizador pega páginas emprestadas de produções como ‘Amizade Desfeita’, ‘Buscando…’ e ‘Host’, filmes de terror e suspense que apresentaram uma nova vertente do found footage ao levar os espectadores para as telas de aparelhos tecnológicos – computadores, tablets, celulares e afins. A estética apresentada em ‘A Guerra dos Mundos já nos instiga a querer saber de que maneira o enredo tomará forma, visto que o épico cenário de fundo denota uma expansão imagética. E, enquanto o primeiro ato serve para apresentar os personagens e as subtramas que os unirão, os atos seguintes escalam a uma sucessão de erros crassos e indesculpáveis que se estendem para cada um de seus elementos.

O roteiro assinado por Kenneth A. Golde e Marc Hyman é uma regurgitação sem fim de explicações condescendentes que duvidam da inteligência do público em acompanhar uma trama simplória e batida. Os diálogos sem vida são redundantes e se afogam em uma falsa sensação de sagacidade que não tem consciência da própria estupidez – e que se valem de repetições sem fim e uma imposição mercadológica inexplicável e hilária (por todos os motivos errados). O fato de o elenco estar totalmente desconexo do que se apresenta não ajuda muito: Cube parece congelado em uma expressão ranzinza e exagerada do estereótipo do “paizão”, enquanto Benson e Hall mostram estar cansados demais para ao menos tentar; Longoria, por sua vez, é a única que traz um pouco de ritmo à história ao abraçar Sandra.

Um dos principais problemas do longa emerge por não prestar atenção numa inverossimilhança gritante que aparece tanto nas ocasionalidades irrefreáveis e numa cronologia sem sentido que nem ao menos se vale de recursos óbvios para situar o espectador do que está acontecendo. Os convencionalismos bradam sequência a sequência, tentando resgatar uma gota sequer de originalidade com reviravoltas tão previsíveis quanto seus personagens.

A verdade é que ‘A Guerra dos Mundos não justifica sua existência e mais passa a ideia de um grande comercial satírico da Amazon Prime do que um filme. Não há qualquer esforço por parte da equipe criativa e técnica em ao menos construir uma carta de amor a H.G. Wells ou ao sci-fi – e sim um péssimo projeto que não deveria ter recebido sinal verde.

Justin Timberlake revela diagnóstico de Lyme e diz que enfrentou dores intensas e fadiga durante turnê

Justin Timberlake surpreendeu os fãs ao revelar, através de seu Instagram, que foi diagnosticado com a doença de Lyme — uma condição infecciosa causada por picadas de carrapato que pode gerar sintomas físicos e mentais debilitantes.

O anúncio veio após o encerramento da turnê Forget Tomorrow World Tour, que percorreu o mundo ao longo de mais de um ano.

Nos stories publicados, Timberlake compartilhou que vinha lidando com dores nos nervos, fadiga extrema e outros sintomas enquanto realizava os shows, mas optou por seguir em frente, mesmo diante do desafio.

“Não digo isso para que sintam pena de mim, mas para lançar luz sobre o que estive enfrentando nos bastidores. Se você já teve essa doença ou conhece alguém que teve, sabe o quanto pode ser debilitante – tanto física quanto mentalmente”, refletiu.

O cantor explicou que chegou a considerar interromper a turnê ao receber o diagnóstico, mas escolheu seguir por causa do amor que sente pela música e pelo palco.

“Quando fui diagnosticado, fiquei chocado. Mas pelo menos passei a entender por que estava sentindo tanta dor ou exaustão em cima do palco. Fui confrontado com uma decisão pessoal: parar a turnê ou continuar e encontrar uma forma de lidar. Decidi continuar.”

Para Timberlake, a decisão valeu a pena. “Não só provei a mim mesmo minha força mental, como também criei tantos momentos especiais com vocês que jamais esquecerei. Fui criado para guardar esse tipo de coisa para mim, mas estou tentando ser mais transparente sobre minhas lutas, para que não sejam mal interpretadas.”

A doença de Lyme é uma infecção bacteriana que pode afetar múltiplos sistemas do corpo, causando dores articulares, problemas neurológicos, fadiga e dificuldades cognitivas. O tratamento geralmente envolve antibióticos, mas os sintomas podem persistir por longos períodos, especialmente em casos avançados.

A turnê Forget Tomorrow teve início em abril de 2024, em Vancouver, e passou por cidades dos Estados Unidos, Europa, México e América do Sul, encerrando-se em Istambul, Turquia, em 30 de julho de 2025. Ela promoveu o sexto álbum de estúdio do artista, Everything I Thought It Was.

Timberlake concluiu agradecendo aos fãs e reforçando o desejo de contribuir com a conscientização sobre a doença:

“Compartilho tudo isso com a esperança de que possamos nos conectar mais uns com os outros. Quero fazer a minha parte para ajudar quem também passa por isso”.

‘A Rede Social 2’: Jeremy Strong é cotado para viver Mark Zuckerberg em sequência

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O vencedor do Emmy, Jeremy Strong (Succession), está no topo da lista para interpretar o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, na sequência de ‘A Rede Social‘.

Segundo o Deadline, fontes próximas à produção revelaram que ele é o principal nome considerado para o papel, embora ainda não tenha recebido uma proposta oficial.

A Sony e os representantes do ator preferiram não comentar o assunto.

Vale lembrar também que a vencedora do Oscar Mikey Madison (‘Anora’, ‘Pânico’) e o vencedor do Emmy Jeremy Allen White (‘O Urso’) também estão sendo cotados para o longa, em papéis não revelados.

O projeto, que vem sendo desenvolvido com discrição, marca o retorno de Aaron Sorkin ao universo do Facebook. Depois de anos avaliando o melhor ângulo para continuar a história, o roteirista decidiu não apenas escrever, mas também dirigir a continuação — conforme reportado originalmente pela Deadline em junho.

Fontes próximas ao projeto afirmam que, embora esteja sendo chamada de “parte dois”, não se trata exatamente de uma continuação direta, mas sim de uma espécie de acompanhamento do filme original, que explorou as origens da maior plataforma de mídia social do mundo.

O novo projeto está em desenvolvimento com produção de Todd Black, Peter Rice, Sorkin e Stuart Besser.

Desde o lançamento do primeiro filme, Sorkin demonstrou diversas vezes o desejo de fazer uma continuação, mas dizia não ter encontrado o “ângulo certo”. Após os eventos de 6 de janeiro de 2020, quando o Capitólio dos EUA foi atacado, ele encontrou nova inspiração, afirmando em uma entrevista no ano passado que acreditava que o Facebook teve participação nos acontecimentos.

Fontes destacam que o novo filme não será “um filme sobre o 6 de janeiro” e que o foco será não apenas a eleição de 2020, mas também os efeitos do Facebook em adolescentes e pré-adolescentes, a violência e o impacto da plataforma em outros países fora dos EUA.

Ainda não há data definida para o início das filmagens, mas fontes dizem que, com vários acordos já fechados, Sorkin agora se concentrará na escolha do elenco.

Falando em Eisenberg, que foi indicado ao Oscar por interpretar o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, ainda não se sabe qual será a participação dele neste novo filme, ou se Sorkin chegou a entrar em contato com ele para reprisar o papel.

Hunter Sansone, de ‘Stargirl’, será protagonista do romance ‘The Heart Brake’

Hunter Sansone, ator conhecido por seu trabalho emStargirl, foi escalado como protagonista de The Heart Brake, um romance cinematográfico dirigido por Lance Smith, com roteiro coescrito por Smith e Chuck Fusca.

Segundo o Deadline, Sansone assumirá o papel principal. Além dele, o elenco também inclui nomes como Brittany Curran, Beverly D’Angelo, Joey Lawrence e Courtney D’Angelo, além de Chuck Fusca e Rachael Thompson em papéis coadjuvantes.

As filmagens estão acontecendo em Nashville, Tennessee.

Baseada em uma ideia original dos produtores executivos Gus e Carrie Romero, a trama gira em torno de Julia Winters. Após sobreviver a uma parada cardíaca súbita, Julia retorna à sua cidade natal no Tennessee, um lugar onde o Natal nunca acaba e feridas antigas ainda doem. Para seguir em frente, ela precisará enfrentar o passado que acreditava ter deixado para trás e o futuro que jamais imaginou.

Hunter Sansone expressou seu entusiasmo com o projeto: “Está sendo incrível mergulhar no universo que Chuck e Lance criaram. O roteiro me deu toda a nostalgia das festas de fim de ano, e estou honrado em fazer parte disso”.

Brian Yuran, da equipe de produção, elogiou a escolha de Sansone: “Hunter é a personificação perfeita de nosso protagonista, Luke. Ele tem o carisma que conquista o público de imediato”.

Ed e Lorraine Warren estão de volta no novo trailer ARREPIANTE de ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual’

O aguardado Invocação do Mal 4: O Último Ritual’, que marcará o encerramento da jornada cinematográfica do icônico casal de investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren, ganhou seu trailer final.

Confira, com o mais recente cartaz:

Invocação do Mal 4: O Último Ritual’ estreia nos cinemas brasileiros em 4 de setembro de 2025, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

Ben Hardy (‘X-Men: Apocalipse’) e Mia Tomlinson (‘The Beast Must Die’) completam o elenco.

A direção ficará a cargo de Michael Chaves, conhecido por seu trabalho em ‘A Maldição da Chorona‘. O cineasta já é uma figura familiar no universo da franquia, tendo dirigido ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ e ‘A Freira 2‘.

O roteiro foi assinado por David Leslie Johnson-McGoldrick, que coescreveu o terceiro filme ao lado de James Wan.

Lembrando que a franquia vai virar uma série de TV na plataforma de streaming Max.

Causa da morte de Hulk Hogan é revelada

O Instituto Médico Legal do Condado de Pinellas divulgou a causa oficial da morte do ícone de luta livre profissional Hulk Hogan, que faleceu aos 71 anos.

O lutador, cujo nome verdadeiro era Terry Bollea, morreu em decorrência de um infarto agudo do miocárdio, popularmente conhecido como ataque cardíaco, conforme o Deadline,

É importante notar que Hogan tinha um histórico de fibrilação atrial (AFib), uma condição cardíaca caracterizada por batimentos irregulares e frequentemente acelerados. Além disso, ele também havia lutado contra a leucemia linfocítica crônica (CLL), um tipo de câncer no sangue em que a medula óssea produz linfócitos em excesso, que se espalham pelo sangue e outras partes do corpo.

Hogan faleceu em 24 de julho, em Clearwater, Flórida. A polícia local informou que ele foi declarado morto ao dar entrada no hospital. Ele tinha 71 anos.

Devido ao seu estrelato na luta livre, Hulk Hogan fez diversas participações em filmes e séries, incluindo S.O.S. Malibu,Duro de Espiar,Herói por Engano, Comando Tático, Muppets no Espaço, e ‘Frango Robô’, entre outros.

Jim Parsons entra para o elenco do suspene baseado em fatos reais ‘The Leader’

tv still _ do not purge _ big bang theory "The Inspiration Deprivation" -- Pictured: Sheldon Cooper (Jim Parsons). The concept of what it would mean for women everywhere if Amy were to win a Nobel Prize causes Amy to have a meltdown. Also, Koothrappali and Wolowitz try to relive the good old days after Wolowitz buys a scooter that looks like the one he had years ago, on THE BIG BANG THEORY, Thursday, April 18 (8:00-8:31 PM, ET/PT) on the CBS Television Network. Oscar-winning actress Regina King returns as Janine. Photo: Michael Yarish/Warner Bros. Entertainment Inc. é 2019 WBEI. All rights reserved.

Jim Parsons, o astro conhecido por seu papel emThe Big Bang Theory, foi recentemente escalado para o filme de terror ‘The Leader’. Este suspense é baseado na chocante história real do grupo religioso Heaven’s Gate.

Segundo o Deadline, as filmagens do longa já estão em andamento. Os detalhes sobre o personagem de Parsons ainda são mantidos em sigilo

Escrito e dirigido por Michael Gallagher, ‘The Leader’ conta a inacreditável história real dos líderes da seita Marshall Herff Applewhite (interpretado por Nelson) e Bonnie Lu Nettles (Farmiga). Eles convenceram centenas de pessoas a abandonar suas famílias, largar a sociedade e se preparar para “evacuar” o planeta Terra.

O grupo Heaven’s Gate, que inspirou o longa, foi responsável pelo maior suicídio em massa da história dos Estados Unidos.

Parsons se junta a um elenco liderado por Tim Blake Nelson e Vera Farmiga.

Simon Rex, Grace Caroline Currey, Matthew Glave, William Mapother, JB Yowell, Kelly Lynn Reiter, Danielle Vasinova, Blake Robbins, Jana Gallagher, Paten Hughes, Molly Robbins e Jill Winternitz, completam o elenco.

O diretor Michael Gallagher comentou sobre a adição de Parsons ao elenco:

“A performance hipnotizante e arrebatadora de Jim Parsons vai deixar o público de queixo caído. Estamos imensamente gratos por tê-lo neste elenco fenomenal, cheio de atores premiados, em um papel dramático tão impressionante”, afirmou.

Cam Gigandet, astro de ‘Crepúsculo’, será protagonista do filme de ação ‘Deadly Games’

Cam Gigandet, ator conhecido por seus papéis emCrepúsculo e Quebrando Regras, foi anunciado recentemente como o protagonista do novo longa-metragem de ação, ‘Deadly Games’.

Segundo o Deadline, Gigandet se junta a um elenco que inclui nomes como Eddie Hall (‘Os Mercenários 4’), Shane McCormick (‘Beneath the Silence’), Hannah James (‘Supergirl’) e Megan Lockhurst (‘O Massacre da Família Manson’).

O filme acompanhará Dax Cage (Gigandet), um ex-campeão invicto de MMA que retorna para casa após passar sete anos na prisão. Ele descobre que sua vida está em ruínas: seu pai está afastado, seu casamento acabou e seu meio-irmão mais novo, Maverick (McCormick), antes uma das maiores promessas do MMA, está lutando para sobreviver, com um bebê a caminho.

Endividado com o agiota mais temido de Londres, Maverick é forçado a participar dos Deadly Games, um torneio clandestino brutal que promete um prêmio de US$ 1 milhão. Na tentativa desesperada de proteger o irmão, Dax volta ao ringue.

Brad Watson assume a direção, enquanto Charley McDougall é o responsável pelo roteiro, a partir de uma história criada por Shane McCormick.

As filmagens estão programadas para começar este ano. McDougall descreve o longa como:

“Uma homenagem aos filmes de luta dos anos 80 e 90, pense em O Grande Dragão Branco com JCVD, misturado com Rocky IV, de Stallone. É um filme de ação cheio de emoção, com lutas brutais, apostas pessoais e muita intensidade. Queremos que o público fique na ponta da cadeira, e sinta cada soco”, afirma.

‘Clube dos Cinco’, ‘Mulher Nota Mil’, ‘Admiradora Secreta’ e as comédias adolescentes que completam 40 anos em 2025

Em 2025, algumas das comédias juvenis mais emblemáticas da história do cinema completam 40 anos de estreia, reafirmando seu lugar no imaginário popular. Produzidas em plena década de 1980, essas obras ajudaram a moldar o gênero teen como conhecemos hoje — combinando humor, drama e rebeldia juvenil em tramas que falavam diretamente com o público jovem da época. Entre festas caóticas, descobertas amorosas e dilemas escolares, esses filmes souberam captar como poucos o espírito e as angústias da adolescência. O resultado foram obras atemporais, que ainda divertem novas gerações e inspiram reboots, homenagens e maratonas nostálgicas.

Quatro décadas depois, é impossível ignorar a influência desses títulos no cinema e na cultura pop. Eles lançaram estrelas, definiram estilos e mostraram que as questões dos adolescentes — por mais simples que pareçam — também merecem destaque na tela grande. Seus diálogos espirituosos, trilhas sonoras marcantes e personagens inesquecíveis continuam a ecoar, seja nas redes sociais ou nas playlists vintage. Relembrar esses clássicos é também revisitar uma era em que o cinema juvenil encontrou sua voz. Em 2025, celebramos não só seus aniversários, mas sua relevância duradoura. Abaixo selecionamos 10 para você viajar quarenta anos no passado. Confira.

Clube dos Cinco

Um marco do cinema dos anos 1980, dirigido por John Hughes, o filme capturou com sensibilidade e humor as tensões e dilemas da adolescência. Reunindo cinco jovens de diferentes grupos sociais em uma detenção escolar, o filme expõe suas vulnerabilidades e preconceitos, criando um retrato atemporal da juventude. Ao longo de 40 anos, sua mensagem sobre identidade, amizade e autoaceitação continua ressoando, influenciando gerações de espectadores e cineastas. É um clássico que transcende o tempo, permanecendo relevante e querido por novos públicos. E quem poderia esquecer o “hino” ‘Don’t You (Forget About Me)‘, da banda Simple Minds.

Mulher Nota Mil

Comédia cult que mistura ficção científica e humor adolescente sob a direção de… John Hughes novamente! Esse, no entanto, é um filme bem diferente do item acima. O longa acompanha dois adolescentes desajeitados que criam uma mulher perfeita usando um computador, gerando situações hilárias e lições sobre confiança e amizade. Com seu tom irreverente e personagens cativantes, marcou a cultura pop dos anos 80 e conquistou fãs ao longo das décadas. Até hoje, ‘Mulher Nota Mil é lembrado como um símbolo divertido da juventude e dos sonhos da época. Seu charme nostálgico continua atraindo novas gerações. Ah sim, e também teve uma canção icônica na trilha, com ‘Weird Science‘, da Oingo Boingo.

Admiradora Secreta

Comédia romântica leve que retrata as confusões e emoções das primeiras paixões adolescentes. A trama gira em torno de cartas anônimas trocadas entre jovens, que desencadeiam mal-entendidos e revelações sobre amor e amizade. O filme conta com um elenco simpático, incluindo o trio formado por C. Thomas Howell, Lori Loughlin e Kelly Preston, que imprimem carisma e química aos personagens, tornando a narrativa ainda mais envolvente. Com seu humor despretensioso e trilha sonora marcante, conquistou o público dos anos 80 e continua sendo apreciado por fãs da época e novas gerações. É um clássico cult que captura o espírito da juventude e seus dilemas românticos.

A Primeira Transa de Jonathan

Um pouco mais picante que as demais na lista, esta comédia adolescente retrata as descobertas e confusões do despertar sexual. Embora seja uma produção dos anos 80, a trama se passa na década de 1950, centrada em Jonathan, um garoto tímido e certinho, e seu amigo Gene. A rotina do tranquilo subúrbio é abalada quando o charmoso e ousado Corey chega à cidade, despertando paixões e ciúmes. Jonathan logo vê no sujeito a possibilidade de ter um mentor para começar a fase de conquistas. O elenco traz Doug McKeon e Chris Nash como os protagonistas masculinos, e as mais famosas Catherine Mary Stewart e a saudosa Kelly Preston também marcam presença como as protagonistas femininas.

Quase Igual aos Outros

Uma comédia adolescente que aborda temas de identidade, gênero e os desafios do ensino médio com humor e sensibilidade. A protagonista, Terry, uma jovem jornalista aspirante, decide se passar por garoto para provar seu talento e superar o preconceito no jornal da escola. Durante essa experiência, ela enfrenta situações engraçadas e descobertas pessoais, enquanto questiona estereótipos e a dinâmica social entre os adolescentes. O elenco conta com Joyce Hyser e Clayton Rohner, além da participação marcante de William Zabka, o Johnny Lawrence de ‘Cobra Kai‘ e ‘Karatê Kid‘, conhecido por seus papéis icônicos em filmes adolescentes dos anos 80.

Academia de Gênios

Estrelada pelo saudoso Val Kilmer ainda bem jovenzinho, esta comédia mistura ciência e aventura, centrada em um grupo de jovens prodígios em uma universidade de elite. O filme acompanha Chris (Kilmer) e seus colegas gênios enquanto enfrentam desafios acadêmicos e descobrem que seus projetos científicos estão sendo usados para fins militares secretos. Com uma mistura divertida de situações engraçadas, tecnologia avançada e espírito de rebeldia juvenil, o filme conquistou fãs ao longo dos anos 80 e continua cultuado como uma obra que celebra a genialidade jovem com leveza e irreverência.

Férias do Barulho

Igualmente picante e repleta de cenas de nudez, a comédia acompanha as confusões de dois jovens em um luxuoso resort à beira-mar. O filme segue a jornada de Ben e Jack, que tentam aproveitar as férias enquanto se metem em trapalhadas, disputas amorosas e encontros inesperados. Com um tom irreverente típico dos anos 80, o filme explora temas de amizade, diversão e as maluquices da juventude. O elenco conta com Rob Morrow e Johnny Depp em uma de suas primeiras atuações, trazendo carisma e energia ao longa. Apesar de não ter sido um grande sucesso comercial na época, ‘Férias do Barulho conquistou fãs e se tornou uma curiosidade cult para os entusiastas do cinema adolescente dos anos 80. Graças às inúmeras reprises no SBT.

Porky’s Contra-Ataca

Você lembra da comédia juvenil extremamente picante chamada ‘Porky’s‘? Pois bem, há 40 anos chegava a terceira parte da famosa franquia adolescente que mistura humor escrachado e situações bastante explícitas, típicas dos anos 80. O filme continua acompanhando as desventuras de um grupo de amigos enquanto enfrentam o infame Porky, em mais uma trama cheia de confusões, brincadeiras irreverentes e muito humor adulto. Com um tom desinibido e exagerado, a produção manteve a fórmula de sucesso que conquistou fãs da primeira vez. Desta vez a turma de Angel Beach precisa encarar a volta de seu antigo inimigo, com seu bar situado em uma casa-barco.

Garota Sinal Verde

Poucos atores adolescentes trabalharam tanto quanto John Cusack na década de 80. E aqui nesta matéria iremos terminar com dois filmes do ator. O primeiro é este que mistura aventura e o charme dos road movies adolescentes. O filme acompanha Walter (Cusack), que embarca em uma viagem para encontrar “a garota certa” — uma aposta quase certeira para seu primeiro grande romance — mas acaba dividindo a jornada com Alison, uma jovem de personalidade forte e opinião própria. A convivência entre os opostos gera situações engraçadas e momentos de crescimento pessoal. A química entre Cusack e Daphne Zuniga é um dos destaques que faz ‘Garota Sinal Verde um clássico cult dos anos 80.

Minha Vida é um Desastre

Finalizando, temos ainda mais uma comédia teen estrelada por John Cusack. O filme acompanha Lane Meyer (Cusack), um jovem que enfrenta o fim do namoro, crises existenciais e as situações típicas da adolescência enquanto tenta reconquistar sua ex. Com uma mistura de surrealismo, personagens excêntricos e situações bizarras — incluindo uma guerra de comidas e esquilos selvagens — o filme cria um universo único e memorável. Além de Cusack, o elenco conta com Amanda Wyss e David Ogden Stiers, que contribuem para o tom excêntrico e divertido da produção.

‘South Park’: Estreia da nova temporada atinge números recordes com episódio sobre Donald Trump

A 27ª temporada de South Park teve uma estreia explosiva, provando a incrível relevância da animação com o público. O episódio de lançamento, que abordou de forma polêmica o presidente dos EUA, Donald Trump, gerou grande repercussão e resultados impressionantes.

Segundo a Variety, a série já acumulou 5,9 milhões de espectadores, somando as plataformas Paramount+ e Comedy Central, apenas nos dias de exibição (24 a 26 de julho). Este número é calculado com base no tempo total de exibição global dividido pela duração do episódio.

Com esses resultados, o episódio marcou a maior estreia da série na TV linear desde 1999 e foi a transmissão de maior audiência da TV a cabo na quarta-feira em que foi ao ar.

Além disso, foi o episódio com maior índice de audiência na faixa etária de 18 a 49 anos desde 2022, registrando 0,996 pontos, um aumento de 15% em relação à estreia da 26ª temporada, que teve 0,866.

South Park’ está disponível no Paramount+.