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‘Dead by Daylight’ lançará nova DLC baseada em ‘The Walking Dead’; Confira o anúncio!

A Behaviour Interactive anunciou oficialmente que a próxima DLC do jogo ‘Dead By Daylight‘ será baseada na popular série ‘The Walking Dead‘.

O novo capítulo trará dois novos sobreviventes da adaptação da AMC. Apesar de não ter sido confirmado, rumores apontam para Rick Grimes e Michonne.

Novas informações serão reveladas amanhã (7).

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Dead by Daylight‘ é um jogo de terror multiplayer assimétrico, onde um jogador assume o papel do assassino, e os outros quatro jogadores jogam como sobreviventes. O objetivo dos sobreviventes é tentar escapar, reparando cinco geradores e abrindo os portões de saída para evitarem serem capturados, enganchados e sacrificados.

Evanescence lança clipe oficial de “Fight Like a Girl”, música original do filme ‘Bailarina’

A icônica banda de rock Evanescence lançou hoje (7) o clipe oficial de “Fight Like a Girl”, colaboração ao lado de K. Flay que foi lançada para o filme Bailarina.

spin-off da aclamada saga de ação John Wick também trouxe Amy Lee, vocalista do grupo, em parceria com Halsey para a faixa “Hand That Feeds”.

O clipe foi dirigido por Chad Stahelski, que comandou a franquia original estrelada por Keanu Reeves.

Confira:

Com direção de Len Wiseman (‘Anjos da Noite‘; ‘O Vingador do Futuro‘), o filme se passa durante os eventos de ‘John Wick 3: Parabellum‘ e acompanha Eve Macarro, que está começando seu treinamento nas tradições da organização Ruska Roma para se tornar uma assassina.

O longa ainda conta com Anjelica Huston, Gabriel Byrne, Lance Reddick, Catalina Sandino Moreno e Norman Reedus no elenco, com participações de Ian McShane e Keanu Reeves.

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A trama deBailarina acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina em busca de vingança pela morte de seu pai. Enquanto a franquia já explorou o universo de John Wick com a série The Continental, ‘Bailarina será o primeiro longa-metragem derivado, expandindo ainda mais o universo já estabelecido.

Em uma conversa com o Collider, Ana de Armas explicou as diferenças entre sua personagem e o icônico John Wick, afirmando que, apesar de o filme manter algumas marcas registradas, sua personagem será original.

“Eu acho que existem algumas marcas registradas no estilo das lutas em ‘John Wick e coisas que ele faz que são muito particulares dele. Mas porque, neste filme, estamos vendo pelos olhos de Eve o passado desse treinamento que John teve, e como esses assassinos e bailarinas, como essas pessoas se tornam assassinos, há alguns pequenos detalhes que são os mesmos, mas Eve Macarro é Eve Macarro. Ela não é John Wick, ela disse.

Dave Franco e Alison Brie estão bizarramente CONECTADOS no novo teaser do terror ‘Juntos’; Confira!

O aclamado terror ‘Juntos‘, que alcançou impressionantes 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ganhou um novo teaser oficial.

A trama dá destaque aos atores Alison BrieDave Franco, que estrelam o filme cujos temas incluem “terror corporal” e “codependência”.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de agosto.

Na trama, com uma mudança para o campo já testando os limites do relacionamento de um casal, um encontro sobrenatural inicia uma transformação extrema de seu amor, de suas vidas e de sua carne.

Entre Facas e Segredos | Como a franquia de Rian Johnson apresentou um novo lado dos filmes de mistério

É incrível como a sétima arte como um todo tem um apreço significativo por histórias de mistério – e, quando benfeitas, a reação causada nos espectadores é simplesmente maravilhosa. Não é à toa que adaptações dos escritos de Sir Arthur Conan Doyle e Agatha Christie tenham um espaço especial no coração dos cinéfilos, além de produções que misturam tais narrativas com espionagem, comédia e ação. E, na atualidade, há um poderoso nome que se apropriou do gênero e mostrou que a originalidade cinemática ainda não está morta: Rian Johnson.

Após ganhar destaque inegável com ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’, que se tornou um sucesso de crítica e de bilheteria, Johnson foi contratado pela Netflix para encabeçar um ambicioso projeto inspirado nas clássicas incursões whodunnit, cujo termo se popularizou a partir dos anos 1940 com incursões fílmicas cujo ponto principal é descobrir o assassino. Aqui, Johnson fica responsável também pelo roteiro e traz os melhores elementos de enredos do tipo: um detetive mundialmente famoso, um crime estrondoso e estranho, um grupo de suspeitos (cada qual com um idiossincrático motivo para ter matado a vítima) e uma jocosidade ácida que fornece ritmo e nos envolve do começo ao fim.

Tal projeto ficou conhecido como Entre Facas e Segredos, trazendo ninguém menos que o icônico Daniel Craig como Benoit Blanc, um famoso detetive que estampou capas de revista e manchetes ao redor do planeta por suas habilidades únicas de resolver crimes insolucionáveis – uma clara homenagem a nomes como Miss Marple, Sherlock Holmes e Hercule Poirot. Recebendo aclame por sua performance, Craig protagonizou não apenas um irretocável capítulo inicial de uma inesperada franquia, como reprisou com ainda mais fervor o papel com a sequência ‘Glass Onion’, que foi lançada igualmente pela plataforma de streaming. E, segurando as rédeas de uma magnífica narrativa, ambos os longas-metragens foram eternizados como dois dos melhores dentro do gênero em questão do século.

A primeira história traz Benoit como um inesperado convidado para examinar a morte de Harlan Thrombey (Christopher Plummer), um autor best-seller de livros de mistério que, em seu aniversário de 85 anos, cortou a própria garganta em seus aposentos privados. Dono de um império multimilionário e cobiçado pelos filhos e enteados, o escritor também era acompanhado de uma enfermeira de tempo integral chamada Marta Cabrera (Ana de Armas), que se tornou uma amiga próxima e conhecedora de todos os seus segredos – e os segredos envolvendo outros membros da família. Por essa razão, Marta chama a atenção de Benoit, que a torna assistente oficial. O problema é que a jovem foi responsável por inadvertidamente envenenar Harlan ao trocar os frascos de seu remédio, levando-o a se matar para impedir que ela fosse presa e sofresse com um erro honesto.

Desesperada com a situação e tentando se esquivar da investigação do detetive – ou ao menos atrapalhá-la -, Marta se vê em uma situação ainda mais complicada quando, durante a leitura do testamento, toda a fortuna de Harlan é deixada para a enfermeira, atraindo comentários de indignação, raiva e consternação da família Thrombey. Sem saber o que fazer e esbarrando em um beco sem saída atrás do outro (além do fato de sofrer de um problema de regurgitação toda vez que pensa em mentir, tornando-a peça-chave na jornada de Benoit). E é a partir daí que, minuto a minuto, os eventos escalam a ponto de se transformarem em uma bola de neve – cuja reviravolta inesperada é apenas a cereja de um delicioso bolo.

Entre Facas e Segredos carrega consigo óbvias referências de clássicos do gênero, mas não funciona como um filme de mistério convencional, como podemos ver: afinal, a realidade por trás do que aconteceu nos é apresentado logo de cara, e somos arremessados a uma espécie de “paródia” feita com um vibrante capricho e que acrescenta incursões despojadas, apostando em construções de tipos sociais que fazem total sentido dentro dessa atmosfera. Jamie Lee Curtis interpreta Linda, filha de Harlan, que nutre de uma paixão inegável pelo pai e pelos filhos, mas mostra-se inescrupulosa em meio a uma independência conquistada com muito trabalho – voltando-se até mesmo contra Marta quando a ela é dada a fortuna do pai; Michael Shannon vive o filho mais novo de Harlan, perdido ao não entender o legado deixado pelo pai e tratado como um “zé-ninguém”; Toni Collette rende-se a uma interpretação magnífica como Joni Thrombey, nora de Harlan e viúva de Neil, que esconde suas verdadeiras intenções em meio a uma máscara “descolada”; e Chris Evans como o neto rebelde do escritor, Ransom, cuja vida desleixada e falta de prospecto o tiram do testamento e o levam a um caminho de pura descrença e letargia.

Cada membro do elenco é de extrema importância e fornece um twist interessante aos costumeiros arquétipos que encontramos em obras de mistério – e o mesmo acontece em ‘Glass Onion’: com um time de atores reduzido que inclui Janelle Monáe, Kate Hudson, Dave Bautista, Kathryn Hahn, Leslie Odom Jr. e Edward Norton, Benoit se vê no centro de uma ardilosa artimanha que o leva para a ilha particular de um gênio da tecnologia chamado Miles Bron, que convida amigos próximos para um fim de semana em que eles deverão descobrir quem foi responsável por sua morte – isso é, até um corpo aparecer logo após o jantar.

O segundo capítulo da franquia se afasta do cenário urbano-campestre que une discussões sobre imigração e classismo e nos leva para uma idílica paisagem mediterrânea que abre espaço para delineações sobre corrupção, capitalismo predatório e o controverso conceito sobre o limite entre liberdade de expressão e crimes de ódio (algo que estava em voga no auge da pandemia de COVID-19 e que ganhou palanque inexplicável nas redes sociais). De maneira similar ao primeiro filme, somos apresentados a uma história que, a priori, nos leva a tentar descobrir quem matou Duke (Bautista), que parece ter sido envenenado no lugar de Miles – e que atrai atenção para Andi (Monáe), que foi enganada por seus colegas e perdeu sua parte de uma companhia high-tech após um julgamento comprado (impulsionando Miles a investir em um combustível extremamente volátil e perigoso que precisa de apoio incondicional, mesmo sem os testes terem sido feitos).

Retornando para a cadeira de direção e ficando responsável pelo roteiro, Johnson mantém-se fiel à identidade explorada em Entre Facas e Segredos e mostra que consegue se superar – além de ter uma intuição sobrenatural para escalar as pessoas certas aos papéis que constrói, como se fossem escritos diretamente para determinado ator. É por essa razão que o trabalho de Armas, Monáe, Hahn, Curtis, Plummer e, obviamente, Craig, explode nas telas do começo ao fim e nos deixa ansiosos para o que virá a seguir.

Vale lembrar que o terceiro filme da franquia, ‘Wake Up Dead Man’, chega à Netflix no dia 12 de dezembro de 2025.

Diretor de ‘Up: Altas Aventuras’ DESCARTA possibilidade de live-action; Entenda o motivo!

Em entrevista ao podcast do Mike Birbiglia, o diretor Pete Docter (‘Divertida Mente’) comentou sobre a possibilidade de um live-action baseado na animação clássica ‘Up: Altas Aventuras‘.

O cineasta descartou o interesse em uma nova versão, explicando que a produção não se traduziria positivamente nas telas fora do universo da animação.

“Me pergunto se algumas das coisas que acho divertidas em filmes animados, como o velho rabugento Carl Fredricksen [em ‘Up: Altas Aventuras’], se manteriam engraçadas em live-action. Acredito que os espectadores ficariam tipo: ‘Ah, eu o odeio’.” 

Anteriormente, ele já havia se mostrado contrário à ideia de live-action de produções da Pixar: “Os universos que construímos não se adaptam muito bem em live-action.”

Com 98% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Up: Altas Aventuras‘ arrecadou impressionantes US$ 735.1 milhões nas bilheterias mundiais.

Na trama, Carl Fredricksen é um vendedor de balões que, aos 78 anos, está prestes a perder a casa em que sempre viveu com sua esposa, a falecida Ellie. Após um incidente, Carl é considerado uma ameaça pública e forçado a ser internado. Para evitar que isto aconteça, ele põe balões em sua casa, fazendo com que ela levante voo. Carl quer viajar para uma floresta na América do Sul, onde ele e Ellie sempre desejaram morar, mas descobre que um problema embarcou junto: Russell, um menino de 8 anos.

Assassino ataca em imagem inédita de ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’; Confira!

O próximo filme da franquia ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ ganhou uma imagem inédita, destacando o assassino prestes a fazer uma nova vítima.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a diretora Jennifer Kaytin Robinson revelou que adoraria fazer um crossover com a franquia Pânico’, que ganhará seu sétimo filme em 26 de Fevereiro de 2026.

“Eu adoraria ver um crossover com Pânico. Isso seria muito icônico. Já imaginou o fisherman e o Ghostface? Ainda mais que o Kevin Williamson está de volta, com certeza eu gostaria de ver isso.”, ela afirmou.

Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. retornam como Julie James e Ray Bronson, respectivamente.

O elenco ainda conta com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

No filme, quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências. Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar. À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.

 

 

‘A Vida de Chuck’: Adaptação de Mike Flanagan ganha trailer inédito; Confira dublado e legendado!

A Diamond Films divulgou o novo trailer nacional da adaptação de ‘A Vida de Chuck‘, dirigida pelo aclamado realizador Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’).

Baseado no romance de Stephen King, o longa alcançou 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, e o novo vídeo destaca a recepção positiva dos especialistas.

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O longa chega aos cinemas nacionais em 28 de agosto, e apresenta a extraordinária história de um homem comum, conforme explora os altos e baixos da existência humana.

A trama gira em torno de Charles ‘Chuck’ Krantz, começando pelo final, desde sua trágica morte aos 39 anos causada por um tumor cerebral, até sua infância, crescendo em uma casa amaldiçoada.

Esta será a terceira adaptação de King pelo o cineasta após os incríveis ‘Jogo Perigoso‘ e ‘Doutor Sono‘.

Tom Hiddleston (‘Loki’) estrela a adaptação. O elenco ainda conta com Chiwetel EjioforKaren Gillan, Jacob Tremblay, Mark Hamill, Matthew LillardHeather Langenkamp.

Diretor confirma versão SEM CORTES com cenas inéditas de ‘M3GAN 2.0’

Em entrevista ao Discussing Film, o diretor Gerard Johnstone (‘Housebound’) revelou que a sequência ‘M3GAN 2.0‘ ganhará uma nova versão sem cortes e com cenas inéditas.

O cineasta afirmou que muitas cenas tiveram que ser cortadas para manter o longa abaixo de duas horas de duração.

“Haverá uma versão sem cortes com algumas cenas inéditas. Deixamos muita coisa de fora. Eu entendo, seria um longo tempo para ficar sentado no cinema. Então, nós realmente queríamos que a versão das telonas tivesse menos de duas horas. No entanto, na versão sem cortes, você verá algumas cenas que não conseguimos incluir no corte final.”

Ele completa, “Além disso, há diversas falas nos trailers que ajudam a contar a história, mas a M3GAN nunca as diz no filme em si. O estúdio precisava de material promocional. Às vezes, o trailer é editado antes que possamos nos decidir se certa cena se manterá no corte final.”

Vale lembrar que a continuação fracassou em sua estreia nos cinemas, arrecadando apenas US$ 10.2 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA – o que representa um terço do lançamento do longa original.

Em entrevista ao podcast The Town, o produtor Jason Blum comentou sobre o resultado decepcionante: “Todos nós pensamos que M3GAN fosse como o Superman. Que nós poderíamos fazer qualquer coisa com ela. Poderíamos trocar de gêneros. Poderíamos lançá-la durante o verão [norte-americano]. Poderíamos deixá-la diferente. Poderíamos torná-la uma heroína. Nós realmente pensamos que a atração dos espectadores girava em torno dela.”

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

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‘G20’ se torna um dos 10 filmes de ação mais assistidos do Prime Video

O suspense de ação ‘G20‘, estrelado por Viola Davis, já ultrapassou a marca de 50 milhões de espectadores globais no Prime Video desde sua estreia em 10 de abril. Segundo informações confirmadas ao Deadline, o longa se consolidou como um dos 10 filmes de ação mais assistidos de todos os tempos da Amazon MGM Studios na plataforma.

O sucesso da produção também se reflete nos números da Nielsen, que apontou ‘G20‘ como o filme mais visto na semana de estreia, com 516 milhões de minutos assistidos apenas nos Estados Unidos.

Dirigido por Patricia Riggen, ‘G20‘ se destacou por atrair fortemente o público feminino, segundo dados da própria Amazon. A estratégia da empresa em investir em produções lideradas por mulheres tem se mostrado acertada, com outros títulos como ‘Maintenance Required‘ (com Madelaine Petsch), ‘The Map That Leads to You‘ (com Madelyn Cline e KJ Apa) e ‘Mentirosos‘ (com Emily Alyn Lind) também ganhando força no streaming. Além disso, a aguardada terceira e última temporada de ‘O Verão que Mudou Minha Vida‘ estreia no próximo dia 16 de julho.

Na trama, a Presidente dos EUA, Taylor Sutton, deve defender a sua família, os seus colegas líderes e o mundo quando a cúpula do G20 na Cidade do Cabo, na África do Sul, é invadida por terroristas.

Com audiência massiva, reconhecimento da crítica e uma protagonista de peso, ‘G20‘ se consolida como mais um acerto de Davis e uma aposta certeira da Amazon em entretenimento de ação liderado por mulheres.

Relembre o trailer:

Caitlin ParrishErica WeissLogan MillerNoah Miller assinam o roteiro.

Anthony AndersonMarsai MartinRamón RodriguezAntony StarrDouglas HodgeElizabeth MarvelSabrina ImpacciatoreGideon Emery e outros completam o elenco.

‘Best Medicine’: Abigail Spencer entra para o elenco de nova série médica de comédia

A atriz Abigail Spencer, conhecida por papéis marcantes em ‘Suits‘ e ‘How I Met Your Mother‘, foi confirmada como protagonista ao lado de Josh Charles na nova comédia médica da Fox, ‘Best Medicine‘. A novidade foi divulgada pelo Deadline.

A série é baseada na aclamada produção britânica ‘Doc Martin‘, e terá suas gravações iniciadas neste verão no estado de Nova York.

Spencer viverá Louisa Glasson, uma professora local carismática e calorosa, que desde o primeiro contato entra em atrito com o novo médico. No entanto, mesmo com os conflitos iniciais, ela se vê intrigada pela personalidade complexa de Martin.

Criada por Liz Tuccillo (‘Sex and the City‘) e produzida pela Propagate Content, ‘Best Medicine‘ está prevista para estrear na temporada 2025-2026. O projeto vinha sendo tratado como um dos favoritos da emissora na última temporada de desenvolvimento, e a confirmação de Charles no elenco foi o último passo necessário para a encomenda oficial da série.

Na trama, Charles interpreta Martin Best, um renomado cirurgião que abandona repentinamente sua prestigiada carreira em Boston para assumir o posto de clínico geral em uma pitoresca vila de pescadores na costa leste dos EUA — local onde passou os verões de sua infância. No entanto, seu comportamento direto e por vezes rude acaba afastando os excêntricos e carentes moradores, apesar de ele ser a única opção médica disponível.

Apesar de sua genialidade médica, Martin luta com uma fobia debilitante e questões psicológicas profundas que o impedem de manter relações íntimas. Em meio a uma comunidade persistente e cheia de peculiaridades, ele se vê constantemente envolvido nos dramas locais — mesmo tentando, desesperadamente, manter distância. Aos poucos, porém, esses mesmos moradores podem se revelar a cura que ele nem sabia que precisava.

Além de Tuccillo, também assinam a produção executiva Ben Silverman, Rodney Ferrell (Stick), Mark Crowdy e Philippa Braithwaite — estes dois últimos responsáveis pela versão original britânica.

Lançada em 2004 pela ITV, ‘Doc Martin‘ se tornou um fenômeno internacional ao longo de suas 10 temporadas, transformando a vila de Port Isaac, em Cornwall, em destino turístico. A série original, criada por Dominic Minghella, já inspirou versões em países como França, Alemanha e Espanha, com os direitos de formato sob responsabilidade da All3Media International.

Com ‘Best Medicine‘, a Fox reafirma sua aposta em séries de humor e emoção com apelo popular — e promete trazer uma nova leitura, ao mesmo tempo irreverente e sensível, de um personagem já consagrado na TV mundial.

‘Alice in Borderland’: 3ª temporada teaser INSTIGANTE e data de estreia na Netflix!

A Netflix divulgou o primeiro teaser oficial da 3ª temporada de ‘Alice in Borderland‘.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 25 de setembro.

Confira:

Na trama, acompanhamos Ryohei Arisu, um jovem desempregado e vidrado em videogames, que se vê transportado para uma versão alternativa de Tóquio, onde ele e seus amigos são forçados a participar de jogos mortais para sobreviver.

A série é baseada no mangá homônimo criado por Haro Aso.

Kento Yamazaki e Tao Tsuchiya estrelam a produção.

‘Superman III’ (1983) – Richard Pryor, Videogame e Mulher-Robô nesta continuação que é “puro suco” dos anos 80

Superman, o maior super-herói de todos os tempos, ganhará um novo filme nas telonas este ano. É claro que você já deve estar cansado de saber. O filme, aliás, estreia agora em julho, no segundo fim de semana do mês – dia 10 no Brasil. Esse, no entanto, não é apenas mais um filme do Homem de Aço, e sim o reinício de todo um universo nos cinemas – o universo dos personagens da DC na Warner, agora debaixo do selo de qualidade do diretor e produtor James Gunn (o homem que entregou a emocionante trilogia dos ‘Guardiões da Galáxia’).

Como forma de irmos aquecendo os motores para este que é o filme mais aguardado do ano para muitos, resolvemos revisitar desta vez o terceiro longa para o cinema do Super-Homem, filme que começou a levar a franquia por caminhos irreversíveis, demonstrando que já não se sabia mais o que fazer com o Super-Homem nas telonas.

Leia também: Zod, Lex Luthor e Beijo do Esquecimento – Revisitando o clássico ‘Superman II: A Aventura Continua’ (1980)

Depois de dois filmes grandiosos, cheios de ação, romance, vilões icônicos e trilhas inesquecíveis, o que poderia dar errado com ‘Superman III?’ A resposta é: praticamente tudo. Ou, ao menos, quase tudo que envolve tom, direção, roteiro e decisões criativas. Lançado em 1983, o terceiro filme do Azulão tentou unir o gênero de super-heróis com comédia pastelão, ficção científica e… Richard Pryor. O resultado? Uma mistura tão improvável quanto os tons dos filmes de Zack Snyder e James Gunn. Ou seja, uma verdadeira montanha-russa sem cinto.

Após o sucesso comercial (e relativo sucesso crítico) de ‘Superman II, a Warner e os produtores Alexander e Ilya Salkind queriam manter a franquia viva. Mas, ao invés de seguir o tom mais épico do primeiro ou o equilíbrio entre ação e drama do segundo, decidiram apostar em algo diferente: uma comédia de super-herói.

Leia também: ‘Superman: O Filme’ (1978) – Revisitando o PRIMEIRO super-herói do cinema e (para muitos) ainda o melhor!

O problema é que a linha entre o ousado e o desastroso é muito fina, e ‘Superman III atravessou essa linha voando. O roteirista David Newman, que havia trabalhado nos dois primeiros filmes, propôs uma história mais leve, centrada em Gus Gorman, um programador de computadores atrapalhado vivido por Richard Pryor, o rei da comédia nos anos 1980. A ideia era misturar humor físico com ficção científica, tecnologia fora de controle e um Superman… bêbado. Literalmente.

O diretor Richard Lester, que já havia assumido a franquia a partir do segundo filme, voltou com liberdade total — e dobrou a aposta no humor, nas gags visuais e no pastelão. O resultado foi um filme que parece uma paródia de Superman, mas levado a “sério”.

Christopher Reeve, nosso eterno Homem de Aço, só aceitou voltar com muitas condições: salário mais alto, aprovação de roteiro e menos piadas bobas (ok, ele conseguiu… parcialmente). Margot Kidder, a Lois Lane de todos os dias, teve sua participação reduzida a duas cenas e uma viagem ao exterior, tudo porque criticou abertamente os Salkind na imprensa. Resultado? Lois é enviada de férias no início do filme e só reaparece no final com um bronzeado e dois minutos de tela.

Para ocupar o lugar de interesse romântico, entra Annette O’Toole como Lana Lang, a antiga paixão de Clark Kent dos tempos de Smallville. Curiosamente, O’Toole voltaria anos depois ao universo Superman como Martha Kent na série ‘Smallville — provando que o tempo voa, mas o elenco gira em órbita.

E então temos ele: Richard Pryor como Gus Gorman, o programador gênio/atrapalhado/vigarista que, com meia dúzia de teclas, consegue hackear satélites, gerar tempestades e… criar Kryptonita sintética. Isso mesmo. Um roteirista de sistemas comediante cria Kryptonita com base na tabela periódica do rótulo. E dá errado, claro.

Gene Hackman não quis saber de voltar como Lex Luthor. No lugar dele, o roteiro criou Ross Webster, um vilão corporativo genérico vivido por Robert Vaughn, que planeja dominar o mercado global de café e petróleo (sim, essa é a trama). Acompanhado de sua irmã maléfica e de uma assistente que parece saída de um programa de auditório, Webster decide enfrentar o Superman com… tecnologia.

Enquanto isso, Gus Gorman é usado como ferramenta para construir um supercomputador capaz de destruir tudo, incluindo o bom senso. No meio disso, temos cenas de esqui indoor, uma piscina com ácido, e uma batalha épica entre Superman e… ele mesmo.

Sim, este é o ponto alto do filme. A Kryptonita “falsificada” criada por Gus transforma o Superman em uma versão malvada, depressiva, mal-humorada e… alcóolatra. Temos cenas de Superman no bar, derrubando bebidas, destruindo garrafas com os olhos e deixando a barba por fazer — é praticamente o John Wick de Krypton (você certamente já viu os memes na internet – sim, são deste filme). Tudo, na realidade, para emular o vilão Bizarro, uma cópia maligna do Superman, sem precisar ter realmente o personagem como antagonista.

O ápice vem quando Clark Kent e o Superman “do mal” brigam em um ferro-velho, num duelo de identidade que é surpreendentemente intenso para um filme que até então levava um tom leve e descompromissado. A sequência é criativa e, para muitos fãs, o único momento realmente memorável do filme. Clark vence, claro, numa metáfora de superação interna que o roteirista provavelmente escreveu no fim de semana anterior à entrega.

A recepção crítica foi… digamos, um voo baixo. ‘Superman III foi considerado uma decepção por muitos veículos, especialmente em comparação com seus antecessores. O New York Times chamou o filme de “infantilóide e incoerente”. A Variety classificou o humor como “fora de tom” e criticou a ausência de um vilão à altura. O Chicago Tribune foi direto ao ponto: “um desperdício de um herói icônico”.

Alguns poucos críticos elogiaram Richard Pryor pela energia e carisma, mas até os fãs dele estranharam a decisão de colocá-lo como coprotagonista de um filme de super-herói. O consenso geral era de que ‘Superman III tentava agradar a todo mundo e acabou agradando a poucos.

Lançado em junho de 1983, ‘Superman III arrecadou cerca de US$ 80 milhões mundialmente — uma queda expressiva em relação aos US$ 190 milhões deSuperman II e aos US$ 300 milhões do primeiro filme. O orçamento foi estimado em US$ 39 milhões, então tecnicamente o filme não deu prejuízo, mas foi considerado uma decepção comercial pelos padrões da época. A Warner começou a repensar a franquia — mas não o suficiente para evitar ‘Superman IV (ainda mais desastroso).

Superman III é, até hoje, um dos exemplos mais citados quando se fala em franquias que perderam o rumo no terceiro ato. Sua tentativa de misturar comédia com ficção científica e dilemas psicológicos resultou num tom desequilibrado e numa história que mais parece um episódio perdido de um desenho animado dos anos 80.

Mas, como toda obra com problemas, ‘Superman III tem seus fãs. A cena da luta entre Clark e o Superman é constantemente lembrada com carinho. E para os fãs de Richard Pryor, o filme é uma oportunidade rara de vê-lo envolvido em explosões e capas — algo que ele mesmo achava estranho. Em entrevistas posteriores, Pryor revelou que só topou o papel porque era fã dos filmes e porque… bem, o cachê era ótimo. Aliás, a ideia para colocá-lo no longa surgiu quando os produtores o viram elogiando os filmes em talk-shows.

Superman III não é um desastre completo — é um filme corajoso que tentou seguir um caminho diferente, mesmo que tenha tropeçado nos próprios cadarços da bota vermelha. É o tipo de sequência que serve mais como curiosidade histórica do que como continuação épica. Ainda assim, Christopher Reeve brilha como sempre, mostrando que mesmo nos roteiros mais confusos, ele era, é e sempre será o Superman definitivo.

E sejamos sinceros: qualquer filme que tenha Superman enfrentando uma mulher transformada em robô (numa cena que parece verdadeiramente saída de um filme de terror), se transformando em videogame, lutando contra si mesmo e contracenando com Richard Pryor merece pelo menos um lugar cativo na estante do caos nostálgico.

‘Blade’: Mahershala Ali se esquiva de pergunta sobre a Marvel em meio a atrasos do longa

Mahershala Ali, escalado para interpretar o vampiro Blade no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), respondeu com bom humor a perguntas sobre o aguardado filme, que tem enfrentado polêmicas e atrasos em sua produção.

Segundo o Deadline, durante uma entrevista ao lado de Jonathan Bailey e Scarlett Johansson, Ali fez uma brincadeira ao ser questionado sobre o número de filmes do MCU que cada um já havia feito.

“Me deixa fora dessa”, disse Ali, rindo. “Essa é uma pergunta para a Scarlett”.

Scarlett Johansson, que interpreta Natasha Romanoff/Viúva Negra, já apareceu em 10 produções do MCU desde ‘Homem de Ferro 2’ (2010).

Ainda que Ali tenha dublado Blade em uma cena pós-créditos de ‘Eternos’ (2021), ele ainda não apareceu fisicamente no MCU. No entanto, Bailey fez uma menção otimista à futura produção solo de Ali: “Bom, tem uma aí que estamos muito empolgados”

‘The Boys’: Jensen Ackles diz que foi “estranho” reencontrar Jared Padalecki e Misha Collins na série

A aguardada quinta e última temporada de The Boys, que chega em breve ao Prime Video, promete um reencontro especial para os fãs de ‘Supernatural’. Além de Jensen Ackles (Soldier Boy), a temporada contará com a participação de seus antigos colegas de elenco, Misha Collins e Jared Padalecki.

Segundo o Deadline, Ackles voltou a falar sobre a reunião com seus amigos: “Nós nos vemos com mais frequência do que você imagina, honestamente, pelo menos uma vez por mês”.

“Foi estranho. Foi como convidar meus amigos para jantar na casa de outra pessoa. Eu disse: ‘Olha, galera, não me façam passar vergonha. Eu preciso continuar aqui’. Eles foram incríveis. Mal posso esperar para falar mais sobre isso, porque foi uma experiência e tanto”, acrescentou.

Vale lembrar que, além de Ackles, Jeffrey Dean Morgan, que interpretou o “pai” dos irmãos Winchester em ‘Supernatural’, já apareceu na 4ª temporada deThe Boys como Joe Kessler, uma figura que surgiu em uma alucinação de Billy Butcher.

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‘F1’ desbanca ‘Napoleão’ e se torna o filme de maior bilheteria da história da Apple

O aguardado filme F1, estrelado por Brad Pitt, está demonstrando ser um verdadeiro sucesso e acaba de alcançar um marco significativo, tornando-se o filme mais assistido da Apple.

De acordo com a Variety, em apenas dez dias de exibição,F1 arrecadou US$ 293 milhões globalmente.

Com esse resultado impressionante, o longa superou a bilheteria total de outras produções da Apple, comoAssassinos da Lua das Flores de Martin Scorsese (US$ 158 milhões) e Napoleão de Ridley Scott (US$ 221 milhões), solidificando-se como o maior sucesso cinematográfico da empresa até o momento.

É importante notar que, embora o recorde seja expressivo, a Apple lançou apenas cinco filmes nos cinemas, e dois deles, Como Vender a Lua (US$ 42 milhões) e ‘Argylle’ (US$ 96 milhões), foram fracassos de bilheteria.

Fora dos Estados Unidos e Canadá, ondeF1 acumulou US$ 109,5 milhões, os principais mercados incluem China (US$ 22 milhões), Reino Unido (US$ 17,3 milhões), México (US$ 12,3 milhões), França (US$ 11,5 milhões) e Austrália (US$ 9,8 milhões).

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

‘Superman’: Nicholas Hoult explica que ódio de Lex Luthor pelo Homem de Aço vai além da simples vilania

Nicholas Hoult, o ator que dará vida ao icônico vilão Lex Luthor emSuperman, revelou recentemente um detalhe crucial sobre a dinâmica entre seu personagem e o Homem de Aço. Segundo o ComicBook, Hoult explicou que, apesar do ódio profundo que Luthor já nutre pelo Superman, os dois ainda não se encontraram pessoalmente.

“Uma das coisas que eu mais gostei no roteiro, quando o li pela primeira vez, é que você é lançado no meio de um mundo e uma história já desenvolvidos, então esses personagens já existem nesse universo”, contou Hoult. “Como espectador, você meio que vai tendo que correr atrás do que é essa mitologia, do que está em jogo. No caso do Lex, ele já criou todos esses planos para derrotar o Superman, e o público vai descobrindo aos poucos o que está acontecendo e como esses planos se desenrolam. É assim que a gente o conhece”.

Apesar de não terem tido um encontro direto, os personagens já estão cientes da existência um do outro, conforme destacou o ator.

“Eles estão cientes da existência um do outro. Mas não acho que tenham se encontrado cara a cara ainda. Uma das coisas que eu realmente gosto nessa versão do Lex é que todas as suas crenças e medos são o que o impulsionam — e, de certo modo, esses impulsos são reais”, destacou.

Hoult aprofundou-se na complexidade das motivações de Lex Luthor, indo além do clichê de vilania:

“O que ele teme, o que o Superman representa, pode sim ser uma ameaça real à humanidade. E isso foi algo que me ajudou a entender o personagem. Quando você interpreta um vilão, é fácil cair no clichê do ‘sou o cara mau’, mas na verdade, se você observar com atenção, o que o move é o amor pela humanidade, a vontade de protegê-la e a crença de que os humanos devem ser senhores do próprio destino”, afirmou.

O ator concluiu, contextualizando a visão de Luthor em um mundo que já abraçou o Superman: “Mas a sociedade, no geral, seguiu por um caminho de confiar no Superman, de acreditar nele, de lhe dar todo esse poder e liberdade. Então Lex se pergunta: onde entra a jurisdição, a lei, a proteção real da humanidade?”.

Superman’ tem estreia marcada nos cinemas para 10 de julho de 2025.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Sandman’: Criador explica decisão de encerrar a série da Netflix após a segunda temporada

A jornada de ‘Sandman‘ chegará ao fim com a segunda temporada. E em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, o showrunner Allan Heinberg revelou os motivos criativos por trás da decisão de encerrar a elogiada adaptação da obra de Neil Gaiman — mesmo após planejar inicialmente uma trilogia de temporadas.

“Quando reduzimos a história aos elementos centrais do arco emocional de Dream, ficou muito claro que se trata de um homem que adquiriu autoconhecimento e consciência dos próprios erros”, disse Heinberg.

A nova leva de episódios, já disponível na Netflix, adapta principalmente os arcos dos quadrinhos Estação das Brumas e Vidas Breves, e aprofunda a transformação de Morpheus (Tom Sturridge), senhor dos sonhos.

A trama mostra Dream enfrentando o peso de suas ações passadas, como a condenação da rainha Nada ao Inferno e o afastamento de seu filho Orfeu. O ponto culminante da temporada é justamente o sacrifício de Dream para atender ao desejo de seu filho de morrer — uma decisão com consequências devastadoras.

“No final do episódio 6, a escolha é: ‘Você sacrificaria sua vida por seu filho?’ E para Dream, não há outra opção”, explicou Heinberg. “É um gesto de honra, mas também uma tentativa de finalmente ser o pai que ele não foi no passado.”

Heinberg ainda explicou que a decisão de encerrar a série na segunda temporada surgiu após um ajuste de foco: concentrar-se exclusivamente em Dream como protagonista. Embora os quadrinhos tenham estrutura mais antológica — com arcos que acompanham personagens diversos, mesmo sem a presença de Dream —, o showrunner percebeu que a audiência da Netflix preferia seguir uma linha narrativa mais coesa.

“Percebemos que o público precisava de um personagem para acompanhar e torcer do início ao fim. Sempre que desviávamos para outras histórias, o interesse caía.”

A exclusão do arco Um Jogo de Você — centrado na personagem Barbie — foi um divisor de águas. Embora o time de roteiristas tenha tentado por dois meses encontrar um papel relevante para Dream nesse arco, a Netflix sugeriu seguir diretamente de Estação das Brumas para Vidas Breves, o que abriu espaço para adaptar Entes Queridos e os eventos finais dos quadrinhos ainda na segunda temporada.

“Quando tiramos Um Jogo de Você da equação, isso nos deu o espaço necessário para contar Entes Queridos e tudo o que vem depois. Foi um processo orgânico”, explicou o showrunner.

Além dos episódios principais, Heinberg confirmou que haverá um episódio adicional centrado na Morte, interpretada por Kirby Howell-Baptiste. Esse especial servirá como uma despedida simbólica para os fãs da personagem e da série como um todo.

Apesar da comoção dos fãs — que chegaram a especular motivos não criativos para o encerramento —, Heinberg afirma que foi uma decisão pensada e coerente com a estrutura narrativa adotada.

“Sempre imaginei The Sandman como uma série de três temporadas com 11 episódios cada. Mas quando mudamos o foco exclusivamente para Dream, percebemos que podíamos concluir tudo em duas.”

Lembrando que a nova leva de episódios tem estreia marcada para 24 de julho, enquanto o episódio bônus será disponibilizado em 31 de julho.

Assista:

1. Season of Mists
2. The Ruler of Hell
3. More Devils Than Vast Hell Can Hold
4. Brief Lives
5. The Song of Orpheus
6. Family Blood
7. Time and Night
8. Fuel for the Fire
9. The Kindly Ones
10. Long Live the King
11. A Tale of Graceful Ends
12. Death: The High Cost of Living

A nova temporada irá introduzir Orfeu (Ruairi O’Connor), filho de Morfeu (Tom Sturridge), e os deuses nórdicos Odin (Clive Russell), Thor (Laurence O’Fuarain), Loki (Freddie Fox), além de Adrian Lester (Destino), Esmé Creed-Miles (Delírio) e Barry Sloane (Pródigo).

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

10 canções originais de filmes que mereciam mais reconhecimento

O cinema não é conhecido como a sétima arte por qualquer motivo, visto que reúne, em um mesmo espectro, diversas expressões artísticas que foram imortalizadas ao longo da história – incluindo a música.

Dessa maneira, são inúmeros os nomes contratados para não apenas compor trilhas sonoras envolventes e impactantes, mas canções originais que marcam época, ou, em alguns casos, passam longe do radar mainstream e entram para o grupo de músicas subestimadas que mereciam maior reconhecimento.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com dez canções originais em filmes que foram desvalorizadas à época de seu lançamento, e que mereciam atenção do público.

Confira abaixo as nossas escolhas:

“MASTERPIECE”, Madonna (2011)

Filme: W.E. – O Romance do Século

“Masterpiece” é uma das poucas faixas realmente bem produzidas de ‘MDNA’, mas fez parte originalmente do drama histórico ‘W.E.’, dirigido e escrito por Madonna. Transformando a costumeira orquestra das baladas românticas em um folk-pop trabalhado arduamente pela artista e por William Orbit, a música levou para casa o Globo de Ouro de Melhor Canção Original – e continua sem ter os espólios que merecia, mesmo quase uma década e meia depois de seu lançamento.

“ALL IS FOUND”, Frozen 2 (OST) (2019)

Filme: Frozen 2

Seja na voz de Evan Rachel Wood, seja pela melódica rendição de Kacey Musgraves, “All Is Found” deve passar batido pelos fãs de Frozen 2, mas não ficou fora de nossa lista. A cantiga de ninar que abre o longa-metragem é perfeitamente construída, talhada em meio a um ritmo celta que reflete a expansiva mitologia da história – e até mesmo o preciosismo excessivo vai ao encontro do que é proposto.

“ABOUT LOVE”, MARINA (2020)

Filme: Para Todos os Garotos que Já Amei

MARINA emprestou sua conhecida e melódica voz para a sequência do filme Para Todos os Garotos que Já Amei – e o resultado foi o melhor do suis generis das semi-baladas pop. Misturando piano com sintetizadores, a canção é uma análise bastante humana do que significa se apaixonar e do que é o amor.

“DOUBLE TROUBLE”, Will Ferrell, My Marianne, Tiësto (2020)

Filme: Festival Eurovision da Canção

Festival Eurovision da Canção estreou há alguns meses na Netflix e, ainda que não tenha encantado muitos fãs ao redor do mundo, de fato nos entregou algumas das melhores canções do ano. A mais emblemática delas é “Double Trouble”, performada por Will FerrellMy Marianne e porduzida pelo lendário Dj Tiësto em uma carta de amor ao Europop dos anos 1990.

“BOSS BITCH”, Doja Cat (2020)

Filme: Aves de Rapina

A trilha sonora de Aves de Rapina já abre do melhor jeito possível com a incrível proeminência de Doja Cat e a impecável arquitetura de “Boss Bitch”. Apesar de bastante familiar (ainda mais quando pensamos na transição dos anos 2000 para os 2010), a canção transborda com um delicioso rap guiado por sintetizadores do electro e do dance-pop, entregando uma rendição frenética e inebriante ao extremo – sabendo o momento certo de recuar para um instrumental mais densa e de utilizar os familiares moduladores de voz.

“VEGAS”, Doja Cat (2022)

Filme: Elvis

Com “Vegas”, música original da cinebiografia ElvisDoja Cat nos leva para um clube à la Nova Orleans dos anos 1950, misturando passado e presente em uma divertida releitura da carreira de Elvis Presley, o rei do rock. Doja já mostrou que é uma das grandes vozes da atualidade e, continuando a nos encantar com seus versos pungentes, se diverte como nunca.

“NOBODY LIKE U”, 4*TOWN (2022)

Filme: Red – Crescer é uma Fera

Em 2022, a Pixar lançou a animação ‘Red – Crescer é uma Fera’, cuja história acompanha uma jovem garota apaixonada por uma boyband e com o poder de se transformar em panda quando passa por experiências estressantes. É claro que o filme contaria com uma trilha sonora memorável, incluindo a canção “Nobody Like U”, estruturada pelos múltiplos vencedores do Grammy Billie EilishFinneas O’Connell (e uma das cotadas para a próxima edição do Oscar). A faixa pega elementos do pop dos anos 1990 e faz referências nostálgicas a grupos como N*SYNCBackstreet Boys.

“CAROLINA”, Taylor Swift (2022)

Filme: Um Lugar Bem Longe Daqui

Aliando-se novamente a Aaron Dessner, cujo toque especial na produção transmuta a melodia em uma mística aventura recheada de segredos a serem descobertos, Taylor Swift nos carrega a um caudaloso e narcótico rio do qual não queremos sair com ‘Carolina’, música-tema de Um Lugar Bem Longe Daqui. E, certamente, é a irretocável poética presente na composição, estampada com rimas inteligentes e uma cadência envolvente, que nos relembra do paixão que sentimos por essa artista tão espetacular que conhecemos.

“CAN’T CATCH ME NOW”, Olivia Rodrigo (2023)

Filme: Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes

Olivia Rodrigo vem se consagrando como uma das maiores vozes da nova geração, apresentando uma nova camada do cenário mainstream música após música. Uma das qualidades mais chamativas da performer é sua capacidade de transformar experiências íntimas em reflexões universais – como foi o caso de “Can’t Catch Me Now”, uma irretocável balada folk que escreveu para ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ em uma declamação de empoderamento e de liberdade.

“HOLD ON TIGHT”, aespa (2023)

Filme: Tetris

O filme Tetris estreou em março de 2023 na Apple TV+ e, além da instigante história, veio acompanhado de uma trilha sonora impecável – incluindo a faixa original “Hold on Tight”, do grupo sul-coreano aespa. A faixa explode no melhor do synth-pop dos anos 1980, pincelada com tons que fazem parte do próprio jogo. O resultado é simplesmente espetacular, com todos os elementos que esperaríamos desse grupo e uma infusão dançante e impactante que precisa estar na sua playlist.

Adria Arjona vira Mulher-Maravilha em impressionante fan art; Confira!

A atriz Adria Arjona (‘Star Wars: Andor’ e ‘Assassino por Acaso’) se tornou uma das favoritas dos fãs para viver a icônica Mulher-Maravilha, a clássica heroína da DC. Embora nenhuma escalação oficial tenha sido confirmada, os fãs já estão expressando seu entusiasmo através de artes feitas por admiradores — e uma delas se destacou.

A fan art foi compartilhada pelo perfil do Instagram @70.6ix e apresenta Adria Arjona como uma versão poderosa e majestosa da amazona de Themyscira.

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James Gunn comenta rumores sobre Adria Arjona como Mulher-Maravilha no Universo DC

Adria Arjona responde a rumores de que interpretará Mulher-Maravilha no DCU: “Me ajudem”

Lembrando que em entrevista à EW, Gunn compartilhou as primeiras atualizações do projeto envolvendo a personagem.

Mulher-Maravilha é um projeto à parte: lento, mas está em andamento”, disse o diretor de ‘Superman’. “Estamos trabalhando [no filme]. Mulher-Maravilha está sendo escrito agora”.

Gunn não mencionou quem está responsável pelo roteiro, mas há especulações de que ele mesmo pode estar escrevendo o projeto, ou possivelmente até mesmo planejando apresentar a heroína na continuação de ‘Superman’, que ele já confirmou que não será uma “sequência direta”.

“Acho isso muito legal, por causa do que a personagem representa”, ela havia comentado em entrevista ao site A Shot Magazine. “Espero que, quem quer que consiga o papel, consiga incorporar a essência da personagem, porque acho que esses filmes [de super-heróis], sejam da Marvel ou da DC, têm um alcance enorme. E como os artistas que conseguem esses papéis inevitavelmente conquistam uma base de fãs consolidada e atraem os olhos e os ouvidos de tantas pessoas, acho que seria legal se eles fizessem algo realmente positivo com a influência que têm, para pelo menos serem um bom exemplo do tipo de ser humano que você quer ser no mundo, em vez de usá-la apenas para fins egoístas”.

James Gunn revela três momentos de filmes de super-heróis que ele nunca mais quer ver

James Gunn, o arquiteto por trás do novo Universo DC (DCU), compartilhou recentemente sua visão sobre o futuro dos filmes de super-heróis, indicando três elementos que, em sua opinião, não precisam mais ser revisitados nas telonas.

De acordo com o ComicBook, o diretor afirmou que não há necessidade de recontar as histórias de origem de três dos heróis mais icônicos: Superman, Batman e Homem-Aranha.

“Há três coisas que eu nunca mais preciso ver em um filme de super-herói. Não preciso ver as pérolas caindo no beco quando os pais do Batman são assassinados. Não preciso ver a aranha radioativa picando o Homem-Aranha. E não preciso ver o bebê Kal vindo de Krypton em um foguete”, declarou Gunn.

Ele prosseguiu, argumentando que a familiaridade do público com esses personagens permite pular essas etapas iniciais: “Já vimos milhões de filmes com personagens cuja criação nunca é explicada. Tipo, quando assistimos ‘Boa Noite e Boa Sorte’, não precisamos saber sobre a infância de Edward R. Murrow para entender como ele virou jornalista. Quem se importa?”.

Essa perspectiva justifica a decisão de Gunn de Superman contar uma história que se passa em um mundo onde Kal-El já está estabelecido como herói. O diretor descreve esse período como o “terceiro ano” do Superman, em um universo onde os metahumanos já são conhecidos há mais de 300 anos.

Gunn também já indicou que o futuro filme do Batman no DCU, intitulado ‘The Brave and the Bold’, será centrado em um Cavaleiro das Trevas já experiente.

“A gente começa no meio da ação”, revelou Gunn sobre Superman. “O Superman já existe. Lois e Clark já se conhecem. Lex [Luthor] odeia o Superman desde o início, embora eles ainda não tenham um relacionamento direto. Então começamos direto no meio da ação. A história se passa em um curto período de tempo”.

james gunn superman

Superman’ tem estreia marcada nos cinemas para 10 de julho de 2025.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.