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Crítica | ‘Chefes de Estado’ – Com doses de DEBOCHE e CENAS EXPLOSIVAS, novo filme do PRIME VIDEO encontra na comédia um refúgio certeiro

Colocando no centro do palco o espinhoso universo da geopolítica mundial — desta vez focando em duas superpotências — o longa-metragem Chefes de Estado mistura comédia e ação em uma narrativa explosiva, onde o sarcasmo afiado e o deboche funcionam como combustíveis para situações tão absurdas quanto divertidas.

É um filme em que o impossível se torna possível, sempre com uma boa dose de irreverência. Dirigido pelo cineasta russo Ilya Naishuller (diretor do excelente Anônimo), o projeto, mesmo seguindo a famosa, e por vezes sonolenta, receita de bolo de muitos filmes de ação, consegue encontrar na comédia um abrigo.

Will Derringer (John Cena) é um ex-ator de filmes populares que vira presidente dos Estados Unidos. Nos seus primeiros meses de governo, ao fazer uma visita à terra da rainha, precisa dialogar com o primeiro ministro britânico Sam Clarke (Idris Elba). A questão é que os dois não se entendem já faz um tempo. Quando resolvem embarcar juntos no Air Force One rumo a uma reunião importante da OTAN, são alvos de um terrorista implacável. Assim, as duas autoridades precisarão unir forças, para desmembrar uma conspiração que coloca o mundo próximo de mais conflitos.

Para quem dá o play esperando um filme de ação exagerado e descompromissado, não está exatamente errado — essa é, sim, uma forma de enxergar o projeto. A aposta no trio clássico ‘tiro, porrada e bomba’ é evidente desde o trailer, deixando claro que o foco está na ação explosiva. O lado positivo é que essas cenas são muito bem executadas, com direção competente e ritmo envolvente. Naishuller já havia mostrado sua competência no universo da ação com o ótimo filme Anônimo.

O que pode diferenciar esse de outros projetos é exatamente o uso de um sarcasmo que traça paralelos hilários com o mundo real. John Cena se destaca em muitos momentos como um presidente que assume todas as facetas do homem mais poderoso do mundo. Mas quando tenta ingressar em assuntos da geopolítica, o roteiro derrapa nos exageros deixando as reflexões em segundo plano. A narrativa se projeta para gerar cenas de ação constantes mas o que brilha mesmo é a comédia aos moldes pastelão – um surpreendente trunfo – além da ótima harmonia entre Cena e Elba.

Com filmagens na França e na Itália, Chefes de Estado estreou neste início de julho no Prime Video. É aquele passatempo que passa na média. Não é uma obra-prima, logo vamos esquecê-lo mas diverte, e isso é o que importa quando queremos apenas relaxar. Dê o play e tire suas próprias conclusões.

 

Kenneth Colley, o Almirante Piett de ‘Star Wars’, morre aos 87 anos

Kenneth Colley, o astro britânico conhecido por interpretar o Almirante Piett na trilogia original de Star Wars, faleceu no último 30 de junho, aos 87 anos.

Segundo o Deadline, o ator morreu após contrair Covid-19 e desenvolver pneumonia. Sua morte foi anunciada por seu agente, Julian Owen, em um comunicado oficial.

“Ken Colley foi um dos nossos melhores atores de personagem, com uma carreira que se estendeu por 60 anos”, disse Owen no comunicado. “Ken trabalhou continuamente no teatro, no cinema e na televisão, interpretando uma vasta gama de personagens — desde Jesus em ‘A Vida de Brian’, do Monty Python, até figuras malignas e excêntricas em filmes de Ken Russell, além do Duque de Viena em ‘Medida por Medida’, de Shakespeare, para a BBC”.

Colley foi inicialmente internado no hospital após cair e machucar o braço, mas acabou contraindo Covid-19, que evoluiu para pneumonia.

Outros trabalhos notáveis incluem ‘Firefox – Raposa de Fogo’, de Clint Eastwood; A Vida de Brian, de Aki Kaurismäki.

O agente de Colley acrescentou: “O papel favorito de Ken foi interpretar Estragon na montagem teatral do clássico ‘Esperando Godot’, de Beckett, no Cockpit Theatre, em Londres, em 2014”.

Victoria Mahoney, diretora de ‘The Old Guard 2’, revela desejo de comandar um projeto “DC Dark”

A cineasta Victoria Mahoney, responsável por ‘The Old Guard 2’, falou recentemente sobre seus planos para o futuro, após o lançamento da sequência, revelando seu desejo de trabalhar em um projeto da DC.

Segundo o ComicBook, a diretora confirmou que já apresentou uma ideia para um projeto “DC Dark” a executivos da Warner Bros.

“Tenho um carinho especial pela DC Dark”, disse Mahoney. “Quero fazer parte desse universo. O pessoal da DC Dark sabe disso. O Peter Safran sabe, a Pam Abdy também, não é segredo que quero entrar na DC Dark. Eu amo esse lado sombrio da DC e amo um bom anti-herói. Gosto daquele personagem que, no primeiro contato, você pensa: ‘Você não deveria estar fazendo isso, não sei se isso é ético’. Depois você descobre que ele passou por uma dor imensa, que ainda o consome. Ele tenta fazer o bem, mas está quebrado, não sabe como se encaixar no mundo, não quer machucar ninguém, mas não sabe conviver com os outros, mesmo assim, está fazendo o bem. Esses personagens me empolgam. E eu vou dar vida a isso”.

O termo “DC Dark” era originalmente uma proposta de selo para filmes fora da continuidade principal do Universo DC, voltados para narrativas mais maduras, independentes e com forte assinatura autoral.

Embora a cineasta não tenha revelado qual herói ela gostaria de trabalhar, a descrição se encaixa em personagens como John Constantine, Questão e Etrigan.

Apesar de seu foco atual estar em ‘The Old Guard 2’ e no futuro com a DC, Mahoney também revelou que quase dirigiu uma grande adaptação de quadrinhos no passado, projeto esse que a levou a fazer um “mini-filme” em sua própria casa.

“Estive bem perto de um filme de quadrinhos, por coincidência”, contou. “Tirei meu nome da corrida para poder fazer esse outro filme, só pra você saber. Era um projeto enorme. Gravei um vídeo em casa, contratei um ator jovem, e fiz tudo lá, tenho esse vídeo. Estou pensando se posso divulgá-lo. Se puder, te envio, e você vai dizer: ‘Caramba!’. É algo que filmei com uma camerazinha na minha sala. É cru, despojado, mas é meu pitch. É muito legal, e tem a ver com o quanto eu amava quadrinhos quando era criança”.

‘The Old Guard 2’ esta disponível na Netflix.

Crítica | ‘The Old Guard 2’ é uma sequência DECEPCIONANTE que desperdiça o próprio potencial

Ryan Coogler não sabe quando ‘Coração de Ferro’ retornará ao MCU: “Não faço ideia”

A nova série da Marvel,Coração de Ferro, chegou ao fim, e com isso, os fãs têm se questionado quando veremos a heroína Riri Williams novamente, especialmente porque a temporada terminou com um gancho para novas histórias.

Segundo o ComicBook, o produtor Ryan Coogler (que atua como produtor executivo em Coração de Ferro) revelou que não faz ideia de quando a personagem retornará.

“Eu não sei porcaria nenhuma”, disse Coogler, brincando em seguida: “Acabei de passar a noite inteira escrevendo Arquivo X”.

Coogler também indicou que essa decisão está nas mãos da showrunner Chinaka Hodge e do produtor-chefe do MCU, Kevin Feige“Estou dentro para o que quer que a Chinaka vá trazer para a gente; o que quer que o Kevin vá trazer, sabe como é. Acho que o público vai reagir a esse final, e mal posso esperar para ver esses personagens novamente”.

‘Coração de Ferro’: Showrunner comenta chegada aguardada de [SPOILER] ao UCM

Todos os seis episódios de ‘Coração de Ferro‘ já estão disponíveis no Disney+.

Crítica | ‘Coração de Ferro’ é uma boa série da Marvel, mesmo com seus problemas

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Anthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes, Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash, Cree Summer e Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.

Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.

Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

coração de ferro poster

Will Smith celebra 26 anos de ‘As Loucas Aventuras de James West’ com foto inusitada; Confira!

O ator Will Smith usou as redes sociais para celebrar os 26 anos do lançamento deAs Loucas Aventuras de James West, um dos filmes mais notórios de sua carreira, mesmo sendo considerado um grande fracasso.

Segundo o ComicBook, o faroeste ocupa a quarta pior posição entre os filmes do ator no Rotten Tomatoes. No entanto, apesar disso, Smith decidiu celebrar o longa, compartilhando uma imagem praticamente nu nas redes sociais.

“‘As Loucas Aventuras de James West’ saiu há 26 anos hoje – desculpe, esta é a única foto que consegui encontrar”, escreveu o ator.

Situado na década de 1870, o faroeste sci-fi As Loucas Aventuras de James West estrelava Smith como o Capitão James “Jim” West e arrecadou consideráveis US$ 222 milhões nas bilheterias quando foi lançado no verão de 1999.

Infelizmente, o filme foi amplamente criticado e tem apenas 16% de aprovação no Tomatômetro dos críticos e 28% entre o público.

A sinopse do filme descreve: “Quando o presidente Ulysses S. Grant fica sabendo que o diabólico inventor Arliss Loveless planeja assassiná-lo e conquistar os Estados Unidos com suas máquinas modernas, ele encarrega James West, o herói da Guerra Civil americana, e o militar Artemus Gordon de capturá-lo. A personalidade dos dois nem sempre combina, mas a dupla consegue trabalhar junto. Com a ajuda de uma mulher misteriosa, West e Gordon chegam a Loveless”.

As Loucas Aventuras de James West’ está disponível no Apple TV.

as loucas aventuras de james west (1)
as loucas aventuras de james west (1)

‘Coração de Ferro’: Fan art impressiona ao mostrar [SPOILER] em forma sombria

[Texto contém spoilers]

A sérieCoração de Ferro, nova produção da Marvel Studios, chegou ao fim de forma épica ao apresentar um dos vilões mais aguardados pelos fãs: o temido Mefisto.

Para demonstrar a empolgação com a estreia do personagem no MCU, os fãs compartilharam uma fan art épica apresentando o terrível demônio em sua forma mais clássica.

A imagem foi criada e publicada pelo perfil WeLoveMarvel.

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Todos os seis episódios de ‘Coração de Ferro‘ já estão disponíveis no Disney+.

Crítica | ‘Coração de Ferro’ é uma boa série da Marvel, mesmo com seus problemas

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Anthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes, Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash, Cree Summer e Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.

Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.

Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

coração de ferro poster

‘Superman’: David Corenswet revela desejo de ver o herói em produção para maiores de 18 anos

Superman chega em breve aos cinemas, e agora o astro David Corenswet, que interpreta Clark Kent no novo reboot da DC, revelou que adoraria ver sua versão do personagem em uma história mais voltada ao público adulto.

“Eu adoraria ver este Superman em um projeto +18… algo como ‘Lanterns’, que tem aquele clima de ‘True Detective’. Apesar dessa versão ser mais leve e divertida, acho que há espaço para flexibilidade”, disse o ator conforme o ComicBookMovie.

Vale ressaltar que o herói é um dos poucos que os fãs geralmente não possuem o apelo para ver em uma história mais violenta ou pesada.

Superman’ tem estreia marcada nos cinemas para 10 de julho de 2025.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Ari Aster expressa grande medo sobre o avanço da IA em Hollywood: “Estamos em uma corrida agora”

Ari Aster, cineasta conhecido por seus aclamados trabalhos em ‘Midsommar – O Mal Não Espera a Noite’ e Hereditário, revelou um de seus maiores medos atuais envolvendo a indústria de Hollywood: o avanço da inteligência artificial.

Segundo o Deadline, o cineasta admitiu sentir “muito medo” em relação ao uso crescente da tecnologia no setor. Ele observa como muitos já a tratam “como um deus”, mesmo sabendo que “não temos voz” sobre como ela será implementada à medida que evolui.

“Obviamente, já é tarde demais. Estamos em uma corrida agora”, disse Aster. “É assim que a história da inovação tecnológica sempre funcionou: se podemos, vamos fazer. Tenho perguntas maiores, sabe? O que o Marshall McLuhan dizia? ‘O homem é o órgão sexual do mundo das máquinas’, certo? Essa tecnologia é uma extensão nossa? Ou nós somos extensões dela? Ou estamos aqui apenas para trazê-la à existência?”.

Aster ainda comentou que muitos dos profissionais envolvidos no desenvolvimento da IA “não falam sobre ela como uma nova mídia ou tecnologia”.

“Eles falam sobre isso como se fosse um deus. Falam como discípulos. Eles são extremamente devotos a essa coisa. O espaço que existia entre a nossa realidade vivida e essa realidade imaginária está desaparecendo — estamos nos fundindo. E isso é muito assustador”, destacou.

Essa preocupação revisita no momento em que o Senado dos EUA retirou de um projeto de lei proposto por Donald Trump uma cláusula que proibiria os estados de regulamentar a IA pelos próximos dez anos. Enquanto isso, algumas partes da indústria do entretenimento estão abraçando a tecnologia e tentando estabelecer padrões éticos para o que chamam de “IA limpa”.

Mesmo assim, Aster considera a tecnologia desconcertante — não por parecer artificial, mas justamente por parecer natural demais.

“O mais perturbador na IA é que ela é menos perturbadora do que eu gostaria que fosse”, afirmou. “Vejo vídeos gerados por IA que parecem a vida real. Simplesmente parecem reais. Isso nos leva à nossa incrível capacidade de adaptação. Quanto mais estranhas as coisas ficam, e quanto mais tempo vivemos com elas, mais normais elas se tornam. Mas algo muito grande está acontecendo agora, e não temos controle nenhum sobre isso”.

E ele finaliza: “Vamos lá. Não posso acreditar que vamos realmente viver isso e ver no que vai dar. Santo Deus”.

‘The Chosen’: Atriz revela qual cena da série foi a mais impactante de gravar

Durante suas cinco — e prestes a se tornarem seis — temporadas em ‘The Chosen‘, a atriz Elizabeth Tabish mergulhou fundo na construção de sua personagem em uma entrevista ao Collider. Sua interpretação sensível e intensa de Maria Madalena permitiu que a atriz explorasse uma rica jornada emocional, conduzindo o público pela mão em uma caminhada de fé cheia de dores, redenções e descobertas.

Embora o foco da série recaia sobre Jesus (interpretado por Jonathan Roumie), ‘The Chosen‘ dedica atenção especial aos discípulos que o acompanham, dando voz às suas histórias únicas. No caso de Tabish, isso significou desbravar diferentes fases de Maria Madalena, revelando seu crescimento não apenas como seguidora de Cristo, mas como ser humano.

Em uma conversa por e-mail, Tabish compartilhou ao Collider qual parte de sua personagem mais a tocou — e sua resposta remete a um momento marcante da terceira temporada:

“Eu realmente amo a trama entre Maria e Tamar (Amber Shana Williams) na 3ª temporada. São duas mulheres de origens completamente diferentes, com personalidades, sensibilidades e valores distintos, e vemos elas entrarem em conflito diversas vezes. Mal-entendidos, julgamentos precipitados e interpretações equivocadas vão se acumulando até culminarem numa cena linda no Episódio 5, quando finalmente confrontam uma à outra. Foi maravilhoso gravar essa cena com a Amber, e o resultado foi algo profundamente curativo. É um lembrete para lutar pelas amizades, enfrentar o desconforto da honestidade, atravessar os mal-entendidos e abrir espaço para a vulnerabilidade do outro.”

Além de ‘The Chosen‘, Tabish também apareceu em outras produções como ‘The Best Christmas Pageant Ever‘, adaptação de Dallas Jenkins do clássico infantil, e ‘Between Borders‘, de Mark Freiburger. Fora das câmeras, a artista também se destaca como roteirista e diretora — talentos que ela pretende expandir em novos projetos.

“Estou trabalhando em vários roteiros no momento, vamos ver qual deles ganha asas. Também estou desenvolvendo um conto que escrevi, transformando-o em romance e roteiro. Esse conto venceu o Grand Prize Award da competição ScreenCraft Cinematic Prose deste ano, e estou muito animada para mergulhar novamente nessa história”, compartilhou.

Relembre o trailer da 5ª temporada:

Confira nossa entrevista com o criador da série:

Vale lembrar que todas as temporadas de ‘The Chosen‘ permaneceram disponíveis tanto na Netflix, bem como na Prime Video.

Em se tratando da próxima temporada, ‘The Chosen: Última Ceia‘, contará com oito episódios que detalham a semana mais decisiva da História, acompanhando os dias que precedem a crucificação e ressureição de Jesus Cristo. Os vindouros capítulos foram rodados com qualidade cinematográfica, para se adequar aos padrões das telas de cinema.

‘Round 6’: Ator revela interesse em derivado focado no vilão Front Man

Após três temporadas assombrando os bastidores da competição mortal de ‘Round 6‘, o homem por trás da máscara finalmente quebrou o silêncio — e ele não descarta voltar para um derivado. O ator Lee Byung-hun, de 54 anos, intérprete do enigmático e implacável Front Man, revelou em entrevista ao The Hollywood Reporter que está mais do que pronto para explorar as camadas psicológicas do personagem… caso a Netflix esteja disposta.

“Claro que eu toparia estrelar [um spin-off]”, disse Lee. “O personagem já foi construído e desenhado, e eu sou muito compelido por ele. Assim como os fãs estão curiosos para saber mais sobre ele, eu também estou. Essa é uma história que eu adoraria contar.”

É a indicação mais clara até agora de que um derivado ou prequela centrado no misterioso ex-policial que se tornou executor do Jogo pode estar em desenvolvimento. Lee revelou que ele e o criador da série, Hwang Dong-hyuk, chegaram até a brincar com essa possibilidade nos bastidores:

“Nós dois pensamos que o Front Man — ou o recrutador — poderiam render histórias interessantes, porque ainda não exploramos esses personagens por completo.”

Após o explosivo final da terceira temporada, lançado na última sexta-feira, os fãs estão mais famintos do que nunca por respostas. O episódio derradeiro revelou parte da psique do Front Man em cenas amplamente debatidas, incluindo um confronto com Gi-hun (Lee Jung-jae), uma visita enigmática à filha de Gi-hun e uma revelação chocante envolvendo Cate Blanchett, no papel de uma recrutadora atuando nos Estados Unidos.

Segundo Lee, nem ele entendeu o significado do último momento de sua cena à primeira leitura:

“Quando li o roteiro, achei que o Front Man já sabia que outro Jogo estava sendo organizado,” contou o ator. “Mas o diretor me disse: ‘Interprete como se você não soubesse que ela estaria ali.’ Isso me confundiu no começo, mas depois percebi que significava que o Front Man queria acreditar em um novo começo — e então vê aquela recrutadora, e percebe que isso nunca acaba. Vai continuar se repetindo. Esse sentimento de amargura é o que domina ele naquele momento.”

E embora ‘Round 6‘ tenha chegado oficialmente ao fim, a repercussão massiva do desfecho e a abertura deixada pelo roteiro — especialmente com a inserção de novos personagens e regiões — reacendem as especulações de que um universo expandido pode estar nos planos da Netflix.

E, ao que tudo indica, Lee Byung-hun está mais do que pronto para liderar esse novo capítulo:

“Ainda há muito a ser dito sobre ele. E eu adoraria contar essa história”, concluiu.

Enquanto isso, os fãs aguardam por qualquer sinal oficial da plataforma sobre o futuro desse fenômeno global.

Round 6’ está disponível na Netflix

A série foi criada por Hwang Dong-hyuk.

O elenco conta com Lee Jung-jae, Lee Byung-hun, Wi Ha-jun e Gong Yoo.

Round 6 temporada 3, estreia Netflix 2025, pôr do sol.

Entre altos e baixos, Marvel encerra a Fase 5 do MCU com uma notável ausência

Com o lançamento de ‘Coração de Ferro’, a Fase 5 do Universo Cinematográfico Marvel (MCU) chega ao fim. Entre altos e baixos, um ponto se destacou: pela primeira vez, um projeto anunciado não foi lançado como planejado – o filme solo do vampiro Blade.

Segundo o ComicBookMovie, a Marvel, conhecida por sua estrutura organizada e o lançamento pontual de todos os projetos de cada fase, quebrou essa tradição devido a uma série de atrasos envolvendo o longa.

A Fase 5 teve seus altos e baixos, com destaques positivos como ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ e o recém-lançado ‘Deadpool & Wolverine’.

No entanto, filmes como ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ e ‘Thunderbolts*’ não performaram tão bem, enquanto ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ e ‘As Marvels’ foram considerados verdadeiros fracassos para o estúdio.

Nas séries, produções como ‘Invasão Secreta’, ‘What If…?’, ‘Eco’ e ‘Seu Amigão da Vizinhança Homem-Aranha’ (que não integra o MCU principal) não tiveram o desempenho esperado.

Por outro lado, ‘Loki’, ‘Agatha Desde Sempre’ e ‘Demolidor: Renascido’ conseguiram bons resultados. A animação ‘X-Men ’97’, apesar de não fazer parte do MCU, foi um sucesso estrondoso.

Sobre Blade, os constantes atrasos têm feito surgir diversas teorias de que o filme pode ter sido cancelado pela Marvel.

Scott Free planeja mais séries baseadas em filmes de Ridley e Tony Scott após ‘Alien: Earth’ e ‘Blade Runner 2099’

Com o lançamento iminente de ‘Alien: Earth‘ pela FX em 12 de agosto e a produção de ‘Blade Runner 2099‘ pela Prime Video prevista para o próximo ano, a produtora Scott Free, de Ridley Scott, está oficialmente de olho em transformar outros filmes icônicos dirigidos por Ridley e seu irmão Tony Scott em séries de TV.

Em entrevista à Variety durante o Festival de Televisão de Monte-Carlo, David W. Zucker, diretor criativo da Scott Free, revelou que esses dois projetos são as primeiras adaptações televisivas diretas dos filmes dos irmãos Scott feitas pela produtora nos seus 24 anos de atuação.

Zucker afirma que o mais importante em qualquer adaptação é garantir que ela tenha “uma razão de existir”, ou seja, que não se baseie apenas no valor do IP, mas ofereça uma nova visão ou narrativa relevante.

“Esses títulos sempre pareceram quase intocáveis por muito tempo”, admitiu Zucker. “Por sua ambição, pelo investimento necessário e pela dificuldade de encontrar criadores com visão criativa à altura. São títulos intimidadores por seu status icônico.”

Apesar da complexidade, o sucesso do desenvolvimento de ‘Alien: Earth‘ — liderado por Noah Hawley (Fargo) — deu confiança à produtora para explorar outros clássicos. Zucker comentou que “há alguns títulos sendo avaliados agora” e que, até o fim do verão no hemisfério norte, eles saberão se algum ganhará tração para avançar.

Por que agora?
O cenário mudou, segundo Zucker, graças a dois fatores: a evolução dos efeitos visuais — que se tornaram mais acessíveis — e o aumento do investimento das plataformas de streaming e estúdios em conteúdo premium. A ambição de séries como ‘Shōgun‘, da FX, por exemplo, mostra que o mercado está receptivo a grandes apostas criativas.

“A parceria com Noah e com a FX foi essencial. E contar com o apoio da Disney para um projeto dessa escala fez toda a diferença. ‘Alien: Earth‘ está entre os maiores projetos que a FX já produziu”, diz Zucker.

O apoio internacional também é visto como peça-chave para viabilizar produções de grande escala como essa. O sucesso global de ‘Shōgun‘ é citado como exemplo e inspiração para a estratégia por trás de ‘Alien: Earth‘, que também pretende conquistar audiências fora dos EUA.

E o conteúdo?
Zucker destaca que, para séries como ‘Alien: Earth‘, a narrativa precisa funcionar mesmo que os monstros não estivessem presentes:

“A história da Wendy — esse híbrido entre humano e outra coisa — levanta discussões profundas sobre transumanismo e inteligência artificial. Isso, junto com as críticas ao poder corporativo e à arrogância humana em brincar com forças que não compreende, são elementos centrais e robustos da visão de Noah.”

Ele sugere que ‘Alien: Earth‘ é apenas o começo de um universo narrativo rico que pode se expandir por várias temporadas.

Ainda sem revelar quais filmes estão sendo considerados para adaptações, Zucker deixou claro que a Scott Free está comprometida em desenvolver séries que honrem o legado dos filmes originais ao mesmo tempo que tragam algo novo. Cada projeto exige alinhamento com o estúdio detentor dos direitos, conceito criativo forte e um parceiro estratégico disposto a embarcar nessa jornada de alto risco e grande recompensa.

Confira o trailer de ‘Alien: Earth‘:

10 Filmes que mostram que Scarlett Johansson é INCRÍVEL e DURONA!

Scarlett Johansson é uma das maiores estrelas de Hollywood na atualidade. A jovem atriz de 40 anos começou sua carreira ainda bem jovenzinha aos 9 anos de idade, e já coleciona uma filmografia com 81 trabalhos, entre filmes para o cinema, streaming, e séries de TV. A loira já foi indicada ao Oscar duas vezes e tem no currículo superproduções, filmes mais intimistas de prestígio e algumas das maiores franquias do cinema.

O mais recente trabalho de Scarlett Johansson está atualmente em cartaz nos cinemas, com ‘Jurassic World: Recomeço’, sétimo filme da franquia de dinossauros – uma das mais famosas no mundo. Com o filme, a estrela voltou aos holofotes com força total, e já prepara novos projetos ao lado de gente como Tom Cruise, Miles Teller, Adam Driver e dos diretores James Gray e Christopher McQuarrie. Como forma de homenagear essa grande estrela do cinema e seu novo filme, decidimos dar uma olha em 10 obras de sua carreira que demonstram o quão incrível e bad-ass ela pode ser. Confira.

Jurassic World: Recomeço

Começaremos com o filme que motivou a lista. No mais recente filme da franquia Jurássica, Scarlett Johansson vive Zora Bennett, ex-agente de operações especiais, contratada para uma missão secreta e arriscadíssima na ilha abandonada, porém, repleta de animais pré-históricos prontos a devorá-la. Só mesmo Johansson para encarar os mais ferozes dinossauros e sair ilesa (ou quase). Mais do que isso, ela se torna a primeira protagonista feminina da franquia, e pode vir a encabeçar uma nova trilogia.

Os Vingadores

Aqui caberiam todos os filmes da Marvel que Scarlett Johansson fez no papel da espiã russa Natasha Romanoff, vulgo Viúva Negra, a principal protagonista feminina da multi-franquia que transita por diversos filmes. ‘Os Vingadores’ (2012) não foi o primeiro filme que contou com a atriz no papel, ela havia aparecido antes em ‘Homem de Ferro 2’ (2010). Mas com esta, sua personagem ganhou mais destaque e mostrou verdadeiramente todo o seu potencial. Daí foram mais sete filmes (contando participações especiais não creditadas) e um muito aguardado filme solo para sua personagem ‘Viúva Negra’, em 2021.

Lucy

Quando fez ‘Lucy’, Scarlett Johansson já estava cimentada como a heroína Viúva Negra da Marvel, e já havia aparecido em três filmes, com muitos ainda por vir. Aproveitando seu potencial como atriz de ação, ela disse sim para este projeto ambicioso, dirigido por Luc Besson (‘O Quinto Elemento’), com toques de suspense, ficção científica e, claro, muita ação. No longa, ela vive a personagem título, uma jovem turista americana em Taiwan, que se envolve com as pessoas erradas e acaba de tornando mula para uma droga experimental. O problema é que costuram um saco com o produto dentro de seu corpo. Quando o plástico vaza, ela absorve tudo de uma vez, mas ao invés de morrer com overdose, ela adquire habilidades sobre-humanas.

A Vigilante do Amanhã

Algumas obras geram polêmica, antes mesmo de estarem prontas. E mesmo uma estrela do porte de Scarlett Johansson não conseguiu se livrar delas em sua carreira. Foi o que aconteceu com a adaptação do anime ‘Ghost in the Shell’ (1995), muito querido pelos fãs, que ganhou uma versão americanizada. Na trama, a atriz interpreta a androide Major Mira Killian, uma humana que tem seu cérebro transplantado para uma máquina, como em ‘Robocop’. Ela trabalha como líder de uma força tarefa responsável por cuidar de crimes cibernéticos, em um futuro distópico, dominado pela tecnologia.

Malditas Aranhas!

Com apenas 17 aninhos de idade em um de seus primeiros filmes para o cinema, Scarlett Johansson participou deste “terrir”, no qual aranhas gigantes dominam uma pequena cidade dos EUA. Ela vive Ashley, a típica adolescente rebelde. Sua mãe é a policial da cidade, linha dura. Justamente por isso, ela recebeu todos os ensinamentos para sair das piores situações, seja em relação às criaturas monstruosas, ou de sujeitos ardilosos, que tentam tirar proveito dela.

A Ilha

Na mesma época em que lançou ‘A Ilha’, de Michael Bay, Johansson também estrelou em ‘Match Point’, de Woody Allen, e deu uma entrevista dizendo que a diferença entre atuar nos dois filmes era a mesma de assisti-los. Simples e direta. Aqui, ela vive Jordan Two Delta, moradora de uma cidade distópica do futuro, que se encontra no subterrâneo do planeta após uma devastação. Ao lado de Lincoln Six Echo, papel de Ewan McGregor, ela acredita que ganharam a sorte grande na loteria e serão mandados para um paraíso conhecido como “a ilha”. Porém, descobre da pior maneira possível, que tudo o que conhece como realidade é uma grande mentira, e na verdade ela, ele e todos os habitantes são na realidade clones usados para experimentos.

Sob a Pele

Já vimos acima que Scarlett Johansson interpretou de tudo, desde um robô até um clone, porém, aqui chega outro personagem curioso em sua carreira, uma alienígena para lá de misteriosa. A criatura assume as formas generosas da atriz, que aqui exibe uma cor de cabelo preto, e tem como missão atrair, seduzir e usar sujeitos incautos como combustível, neste intrigante e complexo thriller de horror e ficção científica, que usa uma trama similar a de ‘A Experiência’, porém, se tal filme fosse dirigido por Stanley Kubrick.

A Noite é Delas

No mesmo ano em que entregou ‘A Vigilante do Amanhã’, Scarlett Johnasson também estrelou sua primeira comédia escrachada da carreira, com censura alta. Aqui, a estrela investia em um humor parecido com o de ‘Se Beber, Não Case’, trazendo protagonismo para um grupo de mulheres, e mostrando que elas podiam ser tão incorretas e sem noção quanto os homens. Ela vive Jess Thayer, jovem política em ascensão, candidata a deputada estadual. Ela também está prestes a se casar, e durante a despedida de solteira com as amigas numa casa em Miami, o stripper termina acidentalmente morrendo. Assim, elas decidem abafar o caso, de maneira desesperada, já que a noite estava repleta de drogas e bebidas.

História de um Casamento

A qualidade bad-ass de uma atriz vai além de suas personagens, e muito além de interpretar apenas agentes secretas, robôs e alienígenas. Pode, por exemplo, ser o fato de receber não apenas uma, mas duas indicações ao Oscar no mesmo ano – em categorias diferentes (atriz principal e coadjuvante), como ocorreu com Scarlett Johansson em 2020. Em ‘História de um Casamento’ ela vive Nicole Barber, uma atriz que resolve dizer chega para o casamento, que não a fazia mais feliz, não a preenchia ou satisfazia. E isso exige ser bastante bad-ass. Pelo longa, a atriz recebeu sua primeira indicação ao Oscar.

Jojo Rabbit

Finalizando, no mesmo ano de ‘História de um Casamento’, Scarlett Johansson receberia ainda uma segunda indicação ao Oscar, por este drama com toques de humor, passado durante a Segunda Guerra Mundial, com direção de Taika Waititi. No filme, ela vive a mãe solteira de um menino na Alemanha nazista. Seu filho é um patriota e deseja servir ao país, sem compreender muito bem as atrocidades cometidas por Adolf Hitler. Já sua mãe, em segredo ajuda judeus, os acolhendo em sua casa – em especial a menina Elsa (Thomasin McKenzie), escondida atrás das paredes da casa. Ou seja, essa talvez seja sua personagem mais corajosa e bad-ass da carreira.

Morre Mark Snow, compositor de ‘Arquivo X’, ‘Smallville’ e ‘Blue Bloods’

Mark Snow, o consagrado compositor de trilhas para a televisão, conhecido mundialmente pelo tema inesquecível de ‘Arquivo X‘ (The X-Files), faleceu na sexta-feira (04) em sua casa, em Connecticut, aos 78 anos. A informação foi confirmada por sua família.

Com uma carreira marcada por inovação e sensibilidade musical, Snow foi indicado 15 vezes ao Emmy e se destacou por criar atmosferas sonoras que moldaram algumas das produções mais emblemáticas da TV americana. Ele compôs mais de 200 episódios de ‘Arquivo X‘ — além dos dois filmes da franquia estrelados por David Duchovny e Gillian Anderson — e foi responsável por trilhas de séries como ‘Hart to Hart‘, ‘T.J. Hooker‘, ‘Smallville‘, ‘Ghost Whisperer‘ e ‘Blue Bloods‘.

Um ícone do som da TV
Treinado na prestigiada Juilliard School, Snow iniciou sua carreira nos anos 1970 compondo para orquestras completas, mas foi um dos primeiros compositores de Hollywood a migrar para a música eletrônica no final dos anos 1980. Em seu estúdio caseiro, criou trilhas complexas usando sintetizadores e samplers — uma abordagem revolucionária para a época. Todas as músicas de ‘Arquivo X‘ foram produzidas dessa forma, muitas vezes com até 40 minutos de composição inédita por episódio.

O tema de abertura da série, com sua melodia assobiada e atmosfera misteriosa, se tornou um verdadeiro fenômeno pop. Em 1996, a música alcançou o Top 10 das paradas no Reino Unido, Irlanda, França e outros países da Europa. “Nada realmente grandioso acontece na música. Ela permanece em ré menor, não tem vocal, bateria nem guitarra — e foi um sucesso estrondoso. Isso é bem louco”, comentou Snow em entrevista.

Legado e influência
Além das seis indicações ao Emmy por ‘Arquivo X‘, Snow foi reconhecido por seu trabalho em telefilmes e minisséries de grande audiência, como ‘Something About Amelia‘, ‘An American Story‘, ‘Oldest Living Confederate Widow Tells All’, ‘Children of the Dust‘ e ‘Helter Skelter‘.

O compositor Sean Callery (24 Horas), que considerava Snow um mentor e amigo próximo, prestou homenagem ao colega:

“Seu talento ilimitado e criatividade eram igualados apenas pela generosidade com que orientava outros compositores. Ele oferecia conselhos inteligentes e inspiradores, incentivando os jovens artistas a confiarem em suas vozes únicas. E fazia isso com um humor e autodepreciação que tornavam sua sabedoria ainda mais cativante.”

Snow também colaborou com o criador de ‘Arquivo X‘, Chris Carter, em outras séries como ‘Millennium‘, ‘Harsh Realm‘ e ‘The Lone Gunmen‘. Em 1996, foi indicado ao Emmy por seu tema para a série ‘Nowhere Man‘.

Mark Snow deixa um legado profundo na música para televisão — um artista cuja assinatura sonora continuará ecoando por décadas em fãs que ainda arrepiam com as primeiras notas do tema de ‘Arquivo X‘.

‘Jurassic World: Recomeço’: Novo longa quase teve um final diferente para [SPOILER], revela diretor

[AVISO DE SPOILERS]

Jurassic World: Recomeço’ já está em cartaz nos cinemas nacionais, e os fãs descobriram que o longa quase teve um desfecho diferente para um de seus personagens principais.

No desfecho do filme, os personagens tentam escapar de barco, mas enfrentam sua ameaça mais assustadora: o Distortus Rex, uma nova criatura que já havia destruído o helicóptero de resgate.

O personagem Duncan (Mahershala Ali) decide se sacrificar para salvar os demais, especialmente as crianças. Ele acende um sinalizador e atrai o D-rex para o mar, até que a luz se apaga.

Porém, momentos depois, um novo sinalizador é lançado ao céu: Duncan sobrevive! Todos são resgatados e retornam para casa com uma nova perspectiva sobre a vida.

Mas esse não era o final original.

“No primeiro rascunho que li, ele morria”, contou o diretor Gareth Edwards à Variety. Na época, Mahershala Ali ainda não havia sido escalado. Quando entrou no projeto, enviou suas observações, e a principal delas foi: “Podemos matar ele?” O diretor concordou.

Apesar disso, o estúdio e o público nos testes de exibição decidiram por outro caminho. A reação positiva à sobrevivência de Duncan foi tão forte que o final alternativo se tornou oficial.

Lembrando que até o momento, nenhuma conversa oficial sobre uma sequência foi iniciada.

“Ninguém disse nada, nem o estúdio, nem os produtores, nem o David [Koepp, roteirista], nem o Steven [Spielberg]. Acho que é para não dar azar”, disse Edwards. “Você percebe quando um filme força uma continuação, e não queríamos isso. Mas o que os atores trouxeram é incrível. Acho que tudo vai ficar bem”.

E, com bom humor, o diretor encerra: “Minha namorada me mandou um meme que dizia: ‘Gareth Edwards dirigindo Godzilla, Star Wars e Jurassic é o tipo de ganância contra a qual a Bíblia nos alertou’. Eu me sinto privilegiado demais. Talvez seja hora de deixar alguém mais assumir”.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise e David Iacono.

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‘La Grazia’: Filme de Paolo Sorrentino abrirá o Festival de Veneza 2025

O aclamado diretor italiano Paolo Sorrentino voltará ao Festival de Veneza em grande estilo. Seu novo longa-metragem, ‘La Grazia‘, foi escolhido para abrir a 82ª edição do festival, com estreia mundial marcada para quarta-feira, 27 de agosto, na icônica Sala Grande.

Protagonizado por Toni Servillo e Anna Ferzetti, o filme é descrito como uma obra de grande originalidade e relevância contemporânea. Embora os detalhes da trama ainda estejam sendo mantidos em sigilo, fontes próximas à produção revelaram ao Deadline que ‘La Grazia‘ acompanha os últimos dias de uma fictícia presidência italiana.

Produzido por The Apartment, Numero 10 e PiperFilm, o longa será distribuído na Itália e tem seus direitos globais adquiridos pela Mubi, com exceção do território italiano.

“Estou muito feliz que o 82º Festival Internacional de Cinema de Veneza será aberto com o novo e altamente aguardado filme de Paolo Sorrentino,” declarou Alberto Barbera, diretor do festival. “A carreira de Sorrentino começou justamente em Veneza, em 2001, com seu primeiro longa ‘One Man Up’.”

Barbera também relembrou a sólida parceria entre o cineasta e o festival: ‘The Young Pope‘ (temporadas 1 e 2) teve seus episódios exibidos fora de competição, e ‘A Mão de Deus‘ (The Hand of God) recebeu o Leão de Prata – Grande Prêmio do Júri em 2021.

Nascido em Nápoles, em 1970, Paolo Sorrentino é um dos diretores mais reconhecidos da Itália no cenário internacional. Entre seus principais trabalhos estão ‘As Consequências do Amor‘ e ‘O Amigo da Família‘, ambos selecionados para competir em Cannes nos anos 2000.

Em 2008, ‘Il Divo‘ conquistou o Prêmio do Júri no festival francês, e em 2013, ‘A Grande Beleza‘ levou o Oscar, o Globo de Ouro e o BAFTA de Melhor Filme Estrangeiro.

Seu filme mais recente, ‘Parthenope‘, foi exibido na Competição Oficial de Cannes em 2024. Com ‘La Grazia‘, Sorrentino marca seu retorno à competição em Veneza e promete entregar uma obra com profunda conexão com os dilemas e temas do presente.

A estreia mundial de ‘La Grazia‘ promete ser um dos grandes eventos cinematográficos de 2025.

‘Ginny & Georgia’ lidera ranking de audiência da Nielsen com estreia da 3ª temporada

A nova temporada de ‘Ginny & Georgia‘ chegou com tudo. Com o lançamento da 3ª temporada em 5 de junho, a série da Netflix acumulou impressionantes 2,88 bilhões de minutos assistidos entre os dias 2 e 8 de junho, segundo dados da Nielsen. O desempenho garantiu à produção o primeiro lugar absoluto nas plataformas de streaming durante o período.

Embora a Nielsen não separe os dados por temporada, o relatório destaca que foi a quarta melhor semana de um título em 2025, atrás apenas da estreia da 2ª temporada de ‘Round 6‘ (Squid Game), do retorno de ‘O Agente Noturno‘ e de outro fenômeno pontual.

Em segundo lugar, a surpresa da semana: ‘O Contador 2‘, que após sua breve passagem pelos cinemas, chegou ao Prime Video e acumulou 1,38 bilhão de minutos assistidos. É raro um filme figurar entre os cinco mais assistidos, já que séries naturalmente têm mais conteúdo e tempo total de exibição — o que torna esse feito ainda mais notável.

O sucesso da sequência também impulsionou o original ‘O Contador‘ (2016), que ficou em quinto lugar entre os filmes mais vistos da semana com 308 milhões de minutos somados entre Max e Prime Video.

Outros destaques da semana
Animal Kingdom‘, drama policial da TNT, ficou em terceiro lugar no ranking geral, com 1,1 bilhão de minutos assistidos.

Também da Netflix, as produções ‘Dept. Q‘ e ‘Até a Última Gota‘ ocuparam a quarta e quinta posições, respectivamente.

Love Island USA‘ retornou com tudo na estreia da 7ª temporada, garantindo 772 milhões de minutos assistidos e o oitavo lugar geral. A temporada vem quebrando recordes de audiência da versão americana do reality.

Já ‘Stranger Things‘ provou que ainda tem força: após o anúncio oficial das datas da temporada final, a série retornou ao ranking de originais com 441 milhões de minutos, mostrando o poder duradouro da franquia mesmo com longos hiatos.

Com sua mistura de drama familiar, humor ácido e mistério, Ginny & Georgia parece ter encontrado uma fórmula certeira para manter seu lugar entre os maiores sucessos da Netflix — e os números desta nova temporada só confirmam isso.

No novo ciclo, Georgia luta para provar sua inocência em um tumultuado julgamento que passa pelo escrutínio da mídia. Enquanto isso, Ginny tenta lidar com as consequências do crime cometido pela mãe, à medida em que enfrenta seus próprios traumas e encontra conforto em suas amigas.

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Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª temporada!

A série foi criada por Sarah Lampert.

Em busca de um recomeço, a adolescente Ginny e sua mãe Georgia se mudam para uma nova cidade. Mas será que o passado ficará para trás?

O elenco ainda conta com Diesel La Torraca, Jennifer Robertson, Felix Mallard, Sara Waisglass, Scott Porter, Paul Randolph, Raymond Ablack e Mason Temple.

James Gunn confirma projetos do DCU em desenvolvimento no Brasil!

O cineasta James Gunn falou recentemente sobre o futuro do DCU, revelando que possui vários projetos em andamento fora dos EUA, citando inclusive o Brasil como um dos locais.

Segundo o ComicBookMovie, Gunn explicou que o estúdio está atualmente trabalhando em produções na Coreia do Sul, Japão e Brasil.

Detalhes sobre o projeto brasileiro ainda não foram explicados, embora fãs teorizem que talvez seja sobre a Fogo, heroína brasileira da DC. No entanto, a personagem talvez não seja popular o suficiente para liderar um longa.

Já sobre o projeto coreano, acredita-se que seja sobre a Caçadora (Huntress), mencionada pela primeira vez em 2023. Na época, circulou um rumor de que o filme seguiria adiante com o cineasta e roteirista sul-coreano Jung Byung-gil em negociações para dirigir e escrever o longa. Desde então, no entanto, não houve atualizações oficiais.

Quanto aos heróis japoneses, destaca-se a Katana, heroína que já apareceu em ‘Esquadrão Suicida’, embora possivelmente não seja tão popular a ponto de liderar um longa.

Superman’ estreia nos cinemas em 10 de julho.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Jurassic World: Recomeço’ fatura US$ 25,3 milhões na quinta-feira e caminha para US$ 137,5 milhões em fim de semana prolongado

Os dinossauros continuam dominando o verão americano. ‘Jurassic World: Recomeço‘ arrecadou US$ 25,3 milhões em seu segundo dia completo de exibição, elevando seu total doméstico para US$ 55,8 milhões.

Segundo a Variety, a nova aposta da Universal está no caminho para fechar seus primeiros cinco dias com US$ 137,5 milhões, posicionando-se como um dos grandes sucessos comerciais da temporada.

Apesar dos bons números, ‘Recomeço‘ ainda não alcança o patamar das estreias anteriores da franquia. Para comparação:

Jurassic World‘ (2015) abriu com impressionantes US$ 208 milhões em apenas três dias; ‘Reino Ameaçado‘ (2018) fez US$ 148 milhões; ‘Domínio‘ (2022) estreou com US$ 145 milhões.

Esses números tornam evidente que, mesmo com um feriado prolongado de cinco dias, ‘Recomeço‘ terá uma abertura inferior. A expectativa é que o filme feche o fim de semana em si com cerca de US$ 82 milhões.

Com um orçamento de US$ 180 milhões, ‘Jurassic World: Recomeço‘ foi menos custoso que ‘Domínio‘, que ultrapassou os US$ 250 milhões. A Universal vê esse filme como o início de uma nova trilogia para estender a vida útil de uma franquia que já soma 32 anos de história.

Jurassic World: Recomeço‘ chega sem grandes rivais estreando no mesmo fim de semana. Seus principais concorrentes são:

F1‘, da Apple, que arrecadou US$ 6,1 milhões na quinta e soma US$ 83,5 milhões até agora. E o remake live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão‘, da própria Universal, que fez US$ 2,8 milhões na quinta e já acumula US$ 213 milhões nos EUA.

Mesmo abaixo das marcas anteriores, ‘Recomeço‘ já prova seu apelo comercial — e se depender da nostalgia e da paixão do público por dinossauros, pode muito bem garantir seu lugar na lista dos blockbusters do ano.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise e David Iacono.

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‘Pecadores’: Figurinos do filme foram adquiridos do vindouro reboot de ‘Blade’ – que até agora não foi rodado

O sucesso original ‘Pecadores‘, de Ryan Coogler, esconde uma curiosidade digna de crossover com o universo da Marvel: parte dos figurinos do longa vieram diretamente do reboot de ‘Blade‘, que até agora não saiu do papel.

Durante uma entrevista ao ScreenCrush, o produtor Sev Ohanian revelou que a figurinista Ruth E. Carter — vencedora do Oscar por Pantera Negra — havia começado a trabalhar em ‘Blade‘ antes da produção ser paralisada.

Como parte do enredo original envolvia eventos no passado, assim como ‘Pecadores‘, Carter já havia reunido um enorme acervo de roupas de época, que acabou sendo aproveitado pelo filme de Coogler.

“A Ruth Carter estava trabalhando no filme do ‘Blade‘, que acabou não sendo filmado. Em um certo ponto, o filme lidava com o passado — a mesma época de ‘Pecadores‘. Ela já tinha um galpão cheio de roupas de época. E a gente precisava rodar o fulme tipo…pra ontem! A Marvel foi generosa o suficiente para nos permitir comprar tudo a preço de custo,” explicou Ohanian.

O produtor ainda revelou que muitos figurantes de ‘Pecadores‘ usam essas roupas herdadas de ‘Blade‘, enquanto os protagonistas tiveram figurinos originais criados para o longa.

O curioso “easter egg” mostra como os bastidores de Hollywood são repletos de coincidências e reaproveitamentos criativos. E ‘Pecadores‘ — que mistura terror sobrenatural com drama histórico e se tornou uma das maiores surpresas de bilheteria de 2025 com US$ 364 milhões arrecadados — acabou se beneficiando diretamente do atraso de um dos filmes mais esperados da Marvel.

Já ‘Blade‘, estrelado por Mahershala Ali, segue em desenvolvimento indefinido desde seu anúncio em 2019. Durante a estreia de ‘Jurassic World: Recomeço‘, Ali foi questionado sobre o projeto e respondeu com bom humor:

“Liguem para a Marvel. Eu estou pronto. Deixem eles saberem que estou pronto,” disse o ator à Variety.

Enquanto ‘Blade‘ não ganha vida, os fãs de vampiros podem continuar se deliciando com o universo sombrio e estilizado de ‘Pecadores‘ — agora com um gostinho inesperado do MCU.

O longa já está disponível na MAX.

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