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‘Sr. & Sra. Smith’ muda produção da 2ª temporada para Los Angeles, estratégicamente impulsionada por incentivos fiscais

A série ‘Sr. & Sra. Smith‘, do Prime Video, está fazendo as malas e trocando Nova York por Los Angeles. A segunda temporada da produção estrelada por Donald Glover será filmada no condado de Los Angeles, marcando um retorno importante para a indústria cinematográfica californiana, conforme revelou o governador Gavin Newsom na última quarta-feira (02).

O anúncio foi feito no contexto da aprovação de um novo pacote de US$ 750 milhões em incentivos fiscais para a indústria do entretenimento no estado da Califórnia. Embora o projeto não esteja oficialmente listado na relação pública da California Film Commission — o que é comum em produções de alto perfil, muitas vezes registradas sob nomes alternativos — fontes confirmaram ao Deadline que a mudança de locação já é certa.

A primeira temporada de ‘Sr. & Sra. Smith‘, baseada no filme homônimo de 2005, foi gravada majoritariamente em Nova York, com cenas adicionais na Itália, incluindo as regiões deslumbrantes do Lago de Como e das Dolomitas.

A mudança é interpretada como uma vitória para o estado da Califórnia, que vem enfrentando concorrência crescente de outros polos de produção, como o estado de Nova York — que também aumentou seus subsídios — além de países com políticas agressivas de incentivo fiscal.

Segundo Newsom, trazer séries de grande orçamento de volta para o estado é uma prioridade:

“Quando oferecemos os incentivos certos, as produções voltam. Isso movimenta nossa economia, gera empregos e fortalece o que a Califórnia sempre foi: o coração da indústria audiovisual.”

Sr. & Sra. Smith‘ se junta a outras produções de peso como ‘Fallout‘, também da Amazon, que recentemente transferiram suas gravações para a Califórnia.

A série agora faz parte de uma crescente lista de produções que estão apostando no estado para suas próximas temporadas, incluindo ‘The Pitt‘ (HBO Max), ‘Paradise‘ (Hulu) e ‘NCIS: Origins‘ (CBS).

Ainda não há previsão oficial de estreia para a segunda temporada.

Na trama, um casal entediado apresenta uma surpresa que seu cônjuge desconhece, ao saberem que ambos são assassinos contratados por agências competindo para matar uns aos outros.

Francesca Sloane é cocriadora da série ao lado de Glover.

Relembre o trailer da 1ª temporada:

‘Jurassic World: Recomeço’ ruge ALTO com US$ 28 milhões na quarta e mira estreia de US$ 128 milhões em cinco dias

Jurassic World: Recomeço‘ começou sua jornada nos cinemas com força total, arrecadando sólidos US$ 28 milhões em sua pré-estreia na última quarta-feira (02), mesmo sem sessões prévias na terça, segundo estimativas iniciais.

Segundo o Deadline, a nova aposta da Universal Pictures e da Amblin Entertainment — dirigida por Gareth Edwards — pode alcançar até US$ 127,5 milhões no acumulado de cinco dias, consolidando-se como mais um sucesso da franquia pré-histórica.

O desempenho coloca o filme levemente acima do que ‘Meu Malvado Favorito 4‘ conquistou no mesmo feriado no ano passado (US$ 27,2 milhões), e sinaliza um potencial de US$ 77,5 milhões em três que englobam o fim de semana. No entanto, os analistas alertam que feriados como o 4 de julho — que este ano caiu em uma sexta-feira — são imprevisíveis e podem impactar o rendimento dos próximos dias.

Entre as estreias de quarta-feira na franquia ‘Jurassic‘, ‘Recomeço‘ já é a maior. No geral, é a quarta maior abertura da série, atrás apenas de:

Jurassic World (2015) – US$ 81,9M (sexta)

Domínio (2022) – US$ 59,5M (sexta)

Reino Ameaçad0 (2018) – US$ 58,5M (sexta)

Apesar das críticas mornas (54% de aprovação no Rotten Tomatoes, um avanço em relação aos 29% de Domínio), o engajamento nas redes sociais indica apetite do público. Segundo a RelishMix, a campanha digital da Universal impulsionou ‘Recomeço‘ a 921 milhões de seguidores combinados nas plataformas sociais, com um desempenho 206% acima da média para filmes do gênero ação/aventura/sci-fi.

Entre os destaques da divulgação está o ator Jonathan Bailey, com seus 5,4 milhões de seguidores no Instagram. Enquanto isso, co-estrelas como Scarlett Johansson e Mahershala Ali optaram por manter discrição online.

O filme está em cartaz em 4.308 salas nos EUA, com reforço de salas premium (PLF), e segue como forte candidato ao maior lançamento de julho — e um alívio para os cinemas em um ano de retomada lenta.

O longa chega aos cinemas nacionais nesta quinta-feira, dia 3 de julho.

Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise e David Iacono.

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Crítica de Temporada | ‘Coração de Ferro’ mostra que, às vezes, jogar seguro é a melhor escolha

Cuidado: spoilers sobre a trama à frente.

Ambientada na efervescente cidade de Chicago, Coração de Ferro reintroduz Dominique Thorne como a jovem gênia da tecnologia Riri Williams, que fez sua estreia oficial no Universo Cinemático Marvel em Pantera Negra: Wakanda para Sempre’, sendo uma aliada extremamente importante de Shuri e seus guerreiros na proteção de Wakanda e de seus recursos naturais. Ganhando sua própria minissérie, Riri é centro de uma sutil e despojada narrativa que, injustamente, sofreu ataques racistas e misóginos por internautas, com comentários destinados a desmoralizar uma personagem feminina e negra que merece mais reconhecimento, mesmo nos quadrinhos originais da Marvel.

Ao longo de seis episódios, acompanhamos o arco da protagonista, desde sua expulsão do MIT, seu retorno para casa e o desenvolvimento de uma poderosa armadura à la Homem de Ferro que chama a atenção do mortal Parker (Anthony Ramos) e seus inteligentes e perigosos asseclas. Lidando com os traumas após o assassinato do padrasto e da melhor amiga, Natalie (Lyric Ross), ela se vê escondendo segredos de uma das pessoas que mais ama, sua mãe Ronnie (Anji White), e enfrentando os próprios problemas quando a inteligência artificial de seu impressionante traje assume a forma de Natalie para ajudá-la a recuperar a vontade de fazer do mundo um lugar melhor – ainda que a trajetória até alcançar o objetivo seja árdua e frustrante.

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Funcionando como uma série voltada para o estilo urban e que pega elementos de diversos dramas e comédias similares, Coração de Ferro pode até ter começado de maneira trôpega nos três primeiros episódios liberados pelo Disney+ na semana passada, mas reencontrou o ritmo e o frenesi necessários com os capítulos de encerramento que, de maneira irrefreável, mergulham em uma reviravolta atrás da outra para conquistar o público a que é destinado – uma audiência mais jovem e ática que tem tudo para se divertir em meio a episódios bem estruturados e a uma narrativa familiar e prática.

A produção ganha pontos por não funcionar exatamente como uma história de origem, mas uma continuação de um ponto de partida que, eventualmente, não precisou nos ser apresentado da maneira convencional. Riri, após entrar para o grupo criminoso de Parker, percebe que as coisas são mais complexas do que aparentavam – impulsionando-a a se interessar pelo misterioso manto que veste e que lhe dá seu alter-ego, Capuz. Em meio a uma missão que inclui aterrorizar um magnata multimilionário e dono de uma poderosa empresa de tecnologia, Riri coloca as mãos em um pedaço da capa para analisá-la e, com sorte, encontrar a resposta que precisa para transformar o traje robótico em uma máquina sem erros e sem desestabilizações. Porém, ao se tornar responsável pela morte do braço-direito de Parker, John (Manny Montana), e ao perceber o poder que se esconde na roupa de seu “chefe”, ela se envolve em um vórtice de mentiras e armadilhas que a tornam alvo – e que ameaçam todas as pessoas que ela ama.

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É notável a clara divisão artística que se estende pelos primeiros episódios e a que se forma nos últimos: a princípio, somos arremessados em uma repetitiva narrativa que foca nos corolários do luto e da perda que não foram enfrentados de maneira saudável por Riri, desencadeando constantes ataques de pânico que a colocam em xeque com sua própria crença – e que afastam aqueles à sua volta. Logo depois, a protagonista percebe que precisa se impor e atacar de volta, deixando que a racionalização excessiva e as emoções que insistem em explodir de seu peito se unam em uma força-motriz imprescindível para o desenrolar do enredo e para uma recuperação rítmica que resgata nosso interesse e que fornece mais complexidade a cada uma das personas (incluindo Alden Ehrenreich como Ezekiel Stane, que parecia apagado apenas para ganhar um momento fugaz de destaque).

A ideia da criadora e showrunner Chinaka Hodge é clara desde o princípio e mantém-se fiel ao objetivo a que almeja por toda a história: há uma mistura de incursões melodramáticas que se aglutinam a acuidades cômicas e a uma tensão típico de produções super-heroicas e de ação que funcionam em quase sua completude – principalmente quando percebemos que a ideia por trás do projeto é um entretenimento pincelado com temáticas como luto, solidão, racismo e aceitação (de maneira superficial, como é de se esperar, mas sem o propósito de delinear discussões sociais importantes). Nesse meio-tempo, o elenco, que ainda conta com nomes como Shea Coulée, Matthew Elam, Zoe Terakes, Shakira Barrera, nos presenteia com sólidas atuações, com destaque à personalidade controversa de Riri re-imortalizada por Thorne, e a ótima presença de Ross como Natalie.

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Coração de Ferro finaliza a Fase 5 do MCU de maneira interessante e bem construída, remando contra as nossas expectativas e servindo como um “tapa na cara” nos descrentes de que a série se mostraria competente o bastante para nos envolver. Mais do que isso, a obra mostra que, às vezes, voltar às origens e jogar seguro é uma alternativa muito melhor do que se lançar a ambições impossíveis de se alcançar, sobretudo quando pensamos nesse crescente panteão cinematográfico.

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‘The Old Guard 2’, com Charlize Theron, conquista apenas 27% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira a crítica!

‘The Old Guard 2’ já está disponível na Netflix, mas, apesar da empolgação pela sequência com Charlize Theron, o filme amargou apenas 27% de aprovação no Rotten Tomatoes, 41 dos críticos e 44% do público.

Para efeito de comparação, o primeiro longa conquistou 80% de aprovação, baseado em 286 análises, e 71% de aprovação do público.

De forma geral, os críticos consideraram ‘The Old Guard 2’ simplista, monótono e mal-executado.

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“O filme, dirigido por Victoria Mahoney, é uma aventura firme e confiante que aumenta a tensão, principalmente ao apresentar um elenco maior e expandir o universo da série original de quadrinhos”, disse Brandon Yu do New York Times.

“Preguiçoso e monótono, The Old Guard 2 continua desperdiçando nosso tempo de várias formas”, disse M.N. Miller do FandomWire.

“Embora ainda haja história a ser explorada, não me parece que a tentativa de preparar uma continuação justifique o desperdício do tempo valioso que The Old Guard 2 exige do espectador”, disse Mae Abdulbaki do Screen Rant.

“The Old Guard 2 é um preenchimento que não nos dá muitos motivos para nos importarmos com o filme. É todo feito de sinopse, não é uma obra que se sustenta por si só. O tema é o tempo e seu impacto, mas o filme desperdiça demais do próprio”, disse Shawn Van Horn do Collider.

“Esses filmes acima da média, mas um tanto esquecíveis, podem não durar para sempre, mas a atitude imbatível de Theron, sim”, disse William Bibbiani do TheWrap.

“Apesar do elenco de peso, da performance marcante de Ngô e das presenças de Thurman e Golding, a química nunca chega a realmente brilhar”, disse David Reddish da CBR.

“Theron comanda o filme com sua intensidade característica e uma química impressionante com todo o elenco, mas a presença de um vilão fraco e mal desenvolvido impede que esse retorno triunfante alcance todo o seu potencial”, disse Lyvie Scott do Inverse.

“Em seus melhores momentos, o filme traduz com beleza o estilo visual da obra original; e, mesmo em seus piores, ainda conta com um elenco carismático e comprometido com o material, por mais absurdo que tudo possa parecer quando descrito em detalhes”, disse Liam Gaughan do Paste Magazine.

Crítica | ‘The Old Guard 2’ é uma sequência DECEPCIONANTE que desperdiça o próprio potencial

‘The Old Guard 2’ esta disponível na Netflix.

 

‘Superman’: James Gunn explica por que escolheu David Corenswet em vez de Nicholas Hoult para o papel principal

Superman, novo filme dirigido por James Gunn, chega em breve aos cinemas, marcando o início oficial do novo Universo DC (DCU). Em entrevista recente, o cineasta revelou detalhes sobre o processo de escolha do elenco e explicou por que David Corenswet foi selecionado para viver o Homem de Aço, mesmo após testes com Nicholas Hoult, conhecido por seu trabalho em ‘X-Men’.

“Muitas vezes, escalar um elenco é sobre encontrar a pessoa certa para o papel certo”, disse Gunn, conforme a Variety. “A maioria das pessoas que fez teste para Superman não fez nada de errado, elas apenas não se encaixavam na minha visão para o personagem. Nicholas Hoult é um grande ator. Alguns podem até dizer que ele é melhor que o David em certos aspectos, mas ele simplesmente não combinava com esse Superman. Por isso, não ficou com o papel”.

Gunn também destacou a importância da química entre os atores durante as audições. Segundo ele, foi essencial testar combinações entre Lois Lane e Clark Kent:

“Nicholas é um ator mais controlado. Quando fizemos os testes, ele teve ótima química com uma atriz que interpretava uma Lois mais impulsiva, eles se equilibravam como opostos. Já o David teve mais química com a Rachel [Brosnahan], que é uma atriz bastante controlada. O David é mais espontâneo, e essa combinação criou uma dinâmica interessante em cena”, concluiu.

Essa dinâmica, segundo o diretor, foi determinante para a escolha do elenco. Enquanto Corenswet assumiu o papel de Clark Kent/Superman, Hoult acabou escalado como o icônico vilão Lex Luthor.

Superman’ estreia nos cinemas em 10 de julho.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘O Mundo Perdido: Jurassic Park’ (1997) – Revisitando a continuação mais desnecessária do cinema, mas que rendeu uma das maiores franquias

Jurassic World: Recomeço’, o sétimo filme de uma das maiores franquias do cinema, estreia mundialmente neste primeiro fim de semana de julho (no Brasil hoje), aquecendo os motores para o que promete ser o mês mais movimentado do ano para as grandes produções. Estrelado pela duas vezes indicada ao Oscar Scarlett Johansson e pelo duas vezes vencedor do Oscar Mahershala Ali, o longa promete ser o reinício de uma nova saga jurássica nas telonas – e oferece para toda uma nova audiência a maravilha de ter dinossauros realistas nas telonas.

E quando falamos em dinossauros realistas precisamos voltar ao filme onde tudo começou: o ‘Jurassic Park’ original, de 1993. Nada jamais poderá ser comparado ao que foi ter pela primeira vez os dinossauros “vivos” de novo no cinema. Um verdadeiro divisor de águas, que só quem estava vivo na época pôde experienciar. Para irmos aquecendo os motores para o novo ‘Jurassic World’, continuaremos com nossa série de matérias revisitando todos os filmes da saga. Confira agora a primeira sequência de ‘Jurassic Park‘, que chegou quarto anos depois, com ‘O Mundo Perdido: Jurassic Park‘ (1997).

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A ideia para O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997) surgiu logo após o enorme sucesso do primeiro filme, dirigido por Steven Spielberg e baseado no livro de Michael Crichton. Spielberg e os produtores queriam continuar explorando o fascinante universo dos dinossauros ressuscitados, aproveitando o impacto revolucionário dos efeitos visuais e animatrônicos que haviam encantado o público.

Michael Crichton, autor do romance original, já havia escrito uma sequência para seu livro — The Lost World (1995) — que serviu de base para o roteiro do segundo filme. O enredo foi expandido para mostrar um segundo parque, em uma ilha diferente, onde os dinossauros vivem soltos, criando uma atmosfera mais selvagem e perigosa. Spielberg buscava um tom mais intenso e aventureiro, explorando temas como o risco da intervenção humana na natureza e as consequências imprevisíveis da ciência.

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Além disso, o sucesso comercial do primeiro filme e o avanço tecnológico em efeitos especiais e CGI permitiram aos criadores imaginar cenas ainda mais grandiosas e emocionantes, justificando a continuação da franquia. Assim, O Mundo Perdido: Jurassic Park nasceu da combinação entre a vontade de dar continuidade à história, o material literário da sequência original e a ambição de elevar o espetáculo visual para novos patamares.

O Mundo Perdido: Jurassic Park‘ (1997) é a sequência direta de ‘Jurassic Park‘ e se passa quatro anos após os eventos do primeiro filme. A trama revela que a InGen, empresa responsável pelos experimentos genéticos, criou os dinossauros em uma segunda ilha, a Isla Sorna, onde os animais vivem soltos, sem cercas ou supervisão humana. John Hammond, agora afastado do controle da InGen, convoca o matemático Ian Malcolm para liderar uma expedição de pesquisa com o objetivo de documentar os dinossauros e proteger o ecossistema da exploração comercial.

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Malcolm, inicialmente relutante, aceita a missão ao descobrir que sua namorada, Sarah Harding, já está na ilha como parte da equipe de campo. A situação se agrava com a chegada de um segundo grupo, liderado por caçadores mercenários contratados pelo novo chefe da InGen, Peter Ludlow, que planeja capturar dinossauros para exibição em um parque temático em San Diego. O conflito entre os cientistas e os caçadores gera uma série de confrontos emocionantes com várias espécies de dinossauros, incluindo os temidos Velociraptores e um casal de Tiranossauros Rex, que protagonizam algumas das cenas mais memoráveis do filme.

O ápice do filme, no terceiro ato, mostra um dos Tiranossauros, que é levado para os Estados Unidos, causando caos ao escapar no centro de San Diego durante a noite, em uma sequência inspirada nos clássicos filmes de monstros. Ian e Sarah precisam correr contra o tempo para capturar o animal e devolvê-lo à ilha antes que a situação saia totalmente do controle. ‘O Mundo Perdido termina com Hammond fazendo um apelo público pela preservação da Isla Sorna, destacando que a natureza deve seguir seu curso sem mais intervenções humanas.

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Uma das primeiras propostas de roteiro envolvia os personagens voltando à Isla Nublar (ilha do primeiro filme), para explorar os destroços do antigo parque, com dinossauros agora soltos e mais selvagens. A trama envolveria equipes diferentes explorando os laboratórios abandonados e tentando resgatar material genético antes que os dinossauros destruíssem tudo.

Outra ideia descartada previa que, logo no início da trama, alguns dinossauros já estariam soltos em território continental (na Costa Oeste dos EUA), com a história mostrando uma caçada urbana desde o começo, não apenas no final. Spielberg gostou desse conceito, mas optou por usá-lo apenas no terceiro ato (com o T-Rex em San Diego).

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Havia também um esboço centrado em crianças presas na ilha, sobrevivendo sozinhas aos ataques dos dinossauros. Spielberg considerou a ideia porque queria manter um apelo para o público mais jovem, mas acabou preferindo incluir a personagem Kelly, filha de Malcolm, como a representante juvenil do elenco – e utilizando parte dessa narrativa para o terceiro filme apenas.

Outra versão inicial explorava uma guerra de bastidores entre corporações rivais tentando roubar o segredo da clonagem genética da InGen. Esse conceito mais conspiratório acabou sendo deixado de lado, mas alguns elementos desse tipo só foram reaproveitados em filmes posteriores da franquia.

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Spielberg também queria ampliar a escala dos dinossauros e chegou a considerar uma sequência focada em uma caçada prolongada com múltiplos Tiranossauros Rex, incluindo perseguições de longo alcance, o que inspirou as cenas do casal de T-Rex no filme final.

No fim, Spielberg optou por uma combinação de elementos do livro de Crichton com algumas dessas ideias iniciais, focando na exploração de uma nova ilha (Isla Sorna), com mais dinossauros, caçadores humanos e o grande clímax urbano com o T-Rex em San Diego.

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Em ‘O Mundo Perdido: Jurassic Park(1997), vários dinossauros fizeram sua estreia nas telas da franquia, aparecendo pela primeira vez, já que haviam ficado de fora do filme original de 1993. Entre os principais estão o Estegossauro, uma das adições mais marcantes, ele aparece em uma das primeiras cenas, quando Sarah Harding observa um grupo com filhotes. Foi um dos dinossauros mais pedidos pelos fãs após o primeiro filme.

O Pachycephalosaurus é conhecido por sua cabeça em formato de cúpula óssea, esse dinossauro protagoniza uma cena de ataque contra os caçadores da InGen, usando sua força para derrubar veículos. O Compsognathus, ou Compy, são pequenos e aparentemente inofensivos, esses dinossauros aparecem em grupo e atacam de forma coordenada. Têm destaque em cenas de suspense, inclusive na abertura do filme. O Mamenchisaurus é um dinossauro de pescoço extremamente longo, que aparece brevemente em uma cena de observação na ilha, impressionando os personagens por seu tamanho. E o Parasaurolophus, que embora tivesse sido apenas mencionado visualmente no primeiro filme em uma cena distante, só em ‘O Mundo Perdido ele tem participação mais evidente, sendo capturado pelos caçadores. Esses dinossauros ajudaram a ampliar a diversidade de espécies no universo da franquia, oferecendo novas possibilidades de ação e suspense para a sequência.

A principal diferença entre ‘Jurassic Park e ‘O Mundo Perdido: Jurassic Park está no tom e na ambientação. Enquanto o primeiro filme tem uma estrutura mais contida, com suspense e clima de descoberta dentro de um parque controlado, o segundo é mais focado na ação, com um cenário de floresta selvagem na Isla Sorna, onde os dinossauros vivem livres. O primeiro destaca o terror da tecnologia descontrolada, enquanto o segundo aborda a exploração e caça predatória dos animais. Além disso, o primeiro tem um elenco mais científico e familiar, enquanto o segundo inclui caçadores e mercenários. Por fim, o segundo filme tem um terceiro ato urbano, com o T-Rex invadindo San Diego, algo ausente no original.

A mudança de elenco em ‘O Mundo Perdido: Jurassic Park refletiu a nova direção que Steven Spielberg quis dar à sequência. Dos personagens principais do primeiro filme, apenas Ian Malcolm (Jeff Goldblum) retornou com papel de destaque, enquanto os protagonistas anteriores, como Alan Grant (Sam Neill) e Ellie Sattler (Laura Dern), ficaram de fora. Spielberg queria focar mais em Malcolm e explorar o personagem além de seu papel cômico anterior. Para contracenar com ele, foi criada a personagem Sarah Harding, uma paleontóloga comportamental.

Para o papel de Sarah, várias atrizes foram consideradas. Entre os nomes cogitados estiveram Juliette Binoche, que recusou para fazer ‘O Paciente Inglês, e Helen Hunt, que estava em alta após o sucesso de ‘Twister‘ (1996). Spielberg também chegou a considerar atrizes como Jodie Foster e Gillian Anderson, mas acabou escolhendo Julianne Moore, que vinha se destacando em filmes independentes. Moore trouxe à personagem uma combinação de força, inteligência e vulnerabilidade, ajudando a criar uma figura feminina mais ativa e aventureira em meio ao caos dos dinossauros.

Na época de seu lançamento em maio de 1997, ‘O Mundo Perdido: Jurassic Park recebeu uma recepção crítica mista, com opiniões divididas. Muitos elogiaram os efeitos visuais avançados, a ação intensa e as sequências grandiosas com os dinossauros, destacando principalmente o realismo das criaturas e a tensão das cenas na floresta. No entanto, a maioria dos críticos considerou que o filme não tinha o mesmo frescor, magia e senso de descoberta do original de 1993.

O tom mais sombrio e violento, aliado a um roteiro considerado menos coeso e com personagens menos carismáticos, gerou críticas sobre o desenvolvimento da história e o excesso de ação em detrimento da narrativa. O terceiro ato, com o T-Rex solto em San Diego, também foi alvo de opiniões divergentes: alguns o viram como um divertido tributo aos filmes de monstros clássicos, enquanto outros o acharam deslocado e exagerado. No geral, a crítica reconheceu o apuro técnico, mas apontou o filme como uma continuação inferior ao clássico original.

O Mundo Perdido: Jurassic Park estreou nos Estados Unidos em 23 de maio de 1997, com uma abertura histórica de US$ 72,1 milhões, quebrando o recorde de maior estreia da época. O filme liderou com ampla vantagem o ranking de bilheteria, superando produções ainda em cartaz como ‘O Quinto Elemento e ‘Volcano: A Fúria, e ofuscando a estreia de ‘A Lente do Amor, comédia romântica com Meg Ryan. No total, o filme arrecadou cerca de US$ 618 milhões mundialmente, consolidando-se como uma das maiores bilheterias de 1997, atrás apenas de fenômenos como ‘Titanic.

O Mundo Perdido: Jurassic Park ficou marcado por sua importância como uma das primeiras grandes sequências de um blockbuster da era moderna dos efeitos visuais digitais. Embora não tenha alcançado o mesmo prestígio crítico do original, o filme consolidou a franquia ‘Jurassic Park como uma marca de sucesso global, abrindo caminho para novas continuações e produtos licenciados. A sequência trouxe inovações técnicas em CGI e animatrônicos, com destaque para as cenas de ação mais ousadas e para a emblemática sequência do T-Rex em San Diego, que virou referência em filmes de monstros urbanos. Outra cena de destaque ocorreu com o ataque ao trailer, que fica pendurado no penhasco, e o momento que o precede com os vidros rachando.

Além disso, o filme ajudou a estabelecer Jeff Goldblum como um ícone pop, tornando Ian Malcolm um dos personagens mais lembrados da série. A produção também reforçou o debate sobre os limites da intervenção humana na natureza, um tema que continuaria sendo explorado nos filmes seguintes da franquia. Mesmo com suas críticas, ‘O Mundo Perdido mantém até hoje uma base sólida de fãs e é frequentemente reassistido por sua ação intensa e pelo aumento da escala de perigo que trouxe para o universo dos dinossauros no cinema.

‘People We Meet on Vacation’: Netflix anuncia adaptação estrelada por Tom Blyth e Emily Bader

O aclamado livro People We Meet on Vacation ganhará uma adaptação cinematográfica pela Netflix, em parceria com a Temple Hill e a 3000 Pictures. O filme tem estreia global marcada para 9 de janeiro de 2026 na plataforma, conforme noticiado pelo Deadline.

A direção do longa-metragem fica por conta de Brett Haley (I’ll See You in My Dreams), Tom Blyth (‘Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’)
e Emily Bader (‘Minha Lady Jane’) vão liderar o longa.

“A comédia romântica acompanha a história de Poppy, uma jovem espontânea e aventureira, e Alex, um homem metódico e apegado à rotina. Apesar das personalidades contrastantes, eles são melhores amigos há uma década, mantendo a tradição de passar as férias de verão juntos todos os anos, mesmo morando em cidades diferentes. Contudo, a delicada dinâmica dessa amizade é posta à prova quando ambos começam a questionar o que todos ao seu redor já perceberam: seriam eles, na verdade, o par romântico ideal?”, diz a sinopse.

O roteiro foi assinado por Yulin Kuang, em colaboração com Amos Vernon e Nunzio Randazzo. Esta produção faz parte de um acordo no qual a Sony Pictures concede à Netflix prioridade para desenvolver filmes voltados ao streaming.

O elenco do filme ainda inclui nomes como Sarah Catherine Hook, Lucien Laviscount, Miles Heizer, Jameela Jamil, Tommy Do, Lukas Gage, Alice Lee, Molly Shannon e Alan Ruck.

Peter-Henry Schroeder, ator de ‘Jornada nas Estrelas: Enterprise’, morre aos 90 anos

O ator Peter-Henry Schroeder, conhecido por seus trabalhos emArgo e ‘Jornada nas Estrelas: Enterprise’, faleceu pacificamente aos 90 anos no dia 7 de junho, no Lake City VA Medical Center, na Flórida, cercado por sua família. A notícia foi confirmada pelo Deadline.

Em Hollywood, Schroeder fundou sua própria produtora, a PHS Productions, para desenvolver projetos pessoais. Ele também atuou como professor convidado na American Academy of Dramatic Arts e, em 1979, criou o Actor/Artist Group Workshop.

No mesmo ano de 1979, Schroeder atuou ao lado de Meryl Streep e Alan Alda no filme The Seduction of Joe Tynan. Em 2001, interpretou o Chanceler Klingon em dois episódios de ‘Jornada nas Estrelas: Enterprise’. Mais recentemente, teve um papel como produtor no premiado Argo.

Mesmo nos últimos dias de vida, no centro médico de veteranos da Flórida, Schroeder mantinha seu espírito ativo, costumando dizer: “Quando vocês vão me tirar daqui? Preciso voltar para Los Angeles [para trabalhar]”.

Seu corpo será levado de volta a Los Angeles para ser sepultado com honras militares no VA National Cemetery. A data da cerimônia será anunciada futuramente.

Peter-Henry Schroeder deixa sua filha, Valerie Lynn Schroeder, seu filho Peter Henry Schroeder II e a nora Felicia Cristiani Bass, além de dois netos: Peter Henry Schroeder III e Jarrid Michael Schroeder.

‘Nosferatu’: Aclamado terror de Robert Eggers será lançado na Prime Video; Saiba quando!

O aclamado remake de ‘Nosferatu‘, dirigido por Robert Eggers (‘A Bruxa’) será lançado na Prime Video.

A produção chega à grade de programação do streaming no dia 11 de julho.

Sucesso entre os críticos – com 91% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa recebeu uma nota B- do público no CinemaScore, que é considerada uma avaliação aceitável para o gênero.

A trama é um conto gótico de obsessão entre uma jovem assombrada na Alemanha do século XIX e o antigo vampiro da Transilvânia que a persegue, trazendo consigo um horror incalculável.

Crítica | Robert Eggers cria uma carta de amor ao terror gótico com o estupendo ‘Nosferatu’

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O filme recebeu uma classificação etária alta (R), o que significa que só poderá ser assistido por maiores de 18 anos ou menores acompanhados de um responsável, devido a “violência sangrenta, nudez gráfica e conteúdo sexual”.

O elenco conta com Bill Skarsgard (It: A Coisa) Lily Rose Depp (‘The Idol’), Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Willem Dafoe (‘Pobres Criaturas’), Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) e Emma Corrin (‘Deadpool 3’).

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‘O Vingador Tóxico’ retorna em novo cartaz do remake; Confira!

O remake de ‘O Vingador Tóxico‘, estrelado por Peter Dinklage (‘Game of Thrones’), ganhou um novo cartaz.

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O longa recebeu 92% de aprovação dos críticos, e chega aos cinemas estadunidenses em 29 de agosto – ainda sem confirmação de estreia no Brasil.

Na trama, Dinklage estrela como o zelador oprimido Winston Gooze que, depois de cair em um tanque de lixo tóxico, se torna ninguém menos que o Vingador Tóxico. Esta reimaginação oportuna está à altura de seus olhos em temas ambientais, enquanto Winston enfrenta as forças malignas da ganância e da corrupção para salvar seu filho, seus amigos e sua comunidade. Mesmo que esta história exista em seus próprios termos, o espírito, sem dúvida, permanece conectado ao original. 

O elenco ainda conta com Jacob Tremblay (‘O Predador’), Kevin Bacon (‘O Ataque dos Vermes Malditos’), Elijah Wood (‘Maníaco’), Julia Davis (‘Trama Fantasma’), Sarah Niles (‘I May Destroy You’), Jonny Coyne (‘A Voz Suprema do Blues’) e Taylour Paige (‘A Voz Suprema do Blues’).

O remake é escrito e dirigido por Macon Blair, que ganhou o aval de Lloyd Kaufman, o criador do clássico.

Brad Pitt surpreende ao aconselhar jovens atores a evitarem filmes de super-heróis: “Eles vão morrer”

Brad Pitt, renomado ator de filmes comoClube da Luta, compartilhou recentemente um conselho valioso para as novas gerações de atores em ascensão em Hollywood, expressando preocupação com as pressões da indústria atual.

De acordo com a Variety, Pitt revelou que gosta de acompanhar o surgimento de novos talentos, embora não tenha citado nomes específicos. Ele fez um alerta para que esses jovens não cedam às armadilhas de certos projetos.

“Gosto de ver o que a nova geração está trazendo”, disse Pitt. “Gosto de observar os desafios que enfrentam e a forma como lidam com isso. Eles se divertem mais. Nós éramos mais rígidos, tudo tinha que ser sobre atuação… tipo, você não podia se vender, não podia ‘se vender’. Mas agora é como: ‘Podemos ser artistas em várias áreas, então vamos fazer isso e curtir’. Mas também se prendem à ideia de que ‘precisam de uma franquia’ ou ‘precisam de um super-herói’. E eu continuo dizendo: ‘Não façam isso! Não! Eles vão morrer'”.

Quando os irmãos Kelce comentaram que entrar nesse tipo de projeto, especialmente franquias ou filmes de super-heróis, pode levar ao esgotamento, Pitt concordou e afirmou que realmente pode ser “mortal” para os jovens atores.

2ª temporada de ‘Dan Da Dan’ estreia na Netflix; Confira a abertura!

A 2ª temporada do anime ‘Dan Da Dan‘ já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix.

Na trama, após ganharem poderes sobrenaturais, Okarun e Momo se deparam com alienígenas, fantasmas e vários tipos de criaturas paranormais.

Para promover o lançamento, o serviço de streaming compartilhou a sequência de abertura do novo ciclo.

Confira, com o trailer:

Esta é uma história sobre Momo, uma garota do ensino médio que vem de uma família de médiuns espirituais, e seu colega de classe Okarun, um garoto fanático pelo ocultismo. Depois que Momo resgata Okarun de uns valentões, eles se tornam amigos. No entanto, suas visões de mundo distintas os levarão a um dilema: Será mesmo que aliens e fantasmas existem?

Visando provar que o que acreditam é real, Momo vai a um hospital abandonado onde um OVNI foi avistado, enquanto Okarun vai a um túnel que dizem ser assombrado. Para surpresa deles, cada um se depara com atividades paranormais avassaladoras que transcendem a compreensão. Em meio a isso tudo, Momo desperta seu lado oculto e Okarun ganha o poder de uma maldição para superar esses novos perigos! Será que o amor deles destinado também começará aqui?

Hiroshi Seko assina a criação da série.

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‘DNA do Crime’: Série brasileira de ação da Netflix é RENOVADA para a 3ª temporada

A Netflix bateu o martelo: ‘DNA do Crime‘, aclamado drama policial brasileiro, foi oficialmente renovado para a 3ª temporada — exatamente um mês após a estreia do segundo ano na plataforma. A novidade foi divulgada pelo Deadline.

Produzida pela Paranoïd, produtora do cineasta Heitor Dhalia com sede em São Paulo, a série continua conquistando o público global. A segunda temporada alcançou o top 10 da Netflix não só no Brasil, mas também em diversos outros países, como Argentina, Portugal e Nigéria — um feito que reforça a força internacional da produção.

O sucesso da primeira temporada já havia chamado atenção, e a renovação rápida da nova leva de episódios comprova a fidelidade da audiência mundial.

Ambientada na região da Tríplice Fronteira — onde se encontram Argentina, Brasil e Paraguai —, ‘DNA do Crime‘ foi inspirada em um roubo real. A segunda temporada elevou ainda mais o nível de tensão ao focar em uma fuga de prisão e nas operações ousadas da temida Gangue Fantasma, que segue sendo caçada implacavelmente pelas autoridades.

Ainda sem data de estreia, a terceira temporada promete continuar a mistura de ação, investigação e tensão que a colocou entre os grandes dramas policiais da Netflix — e, agora, com respaldo global.

Relembre o trailer da 2ª temporada e siga o CinePOP no Youtube:

A primeira temporada de ‘DNA do Crime‘ conquistou o Brasil e o mundo com sua trama investigativa intrincada e cenas explosivas de ação. Logo na semana de estreia, em 2023, a série alcançou o topo do ranking global das produções não faladas em inglês da Netflix, acumulando mais de 6 milhões de visualizações.

Nesse mesmo período, foi a série mais vista em 22 países e entrou no top 10 de 71 países, incluindo Estados Unidos, Canadá, Itália, Espanha e Portugal. No Brasil, destacou-se como a série nacional mais assistida no segundo semestre de 2023 e seguiu ainda como uma das produções mais vistas em 2024.

Nos novos episódios, após ajudar o Embaixador a escapar da prisão, Isaac e sua Quadrilha Fantasma se tornam os principais alvos da Polícia Federal. Com roubos ainda mais elaborados, eles acabam se tornando lendas do crime – e perseguir essas mentes criminosas exigirá tudo dos agentes. Durante a difícil investigação, Suellen terá que provar suas habilidades de liderança, enquanto Benício entra em crise após perder mais um amigo e descobrir que Sem Alma escapou da prisão.

A produção conta com criação e direção geral de Heitor Dhalia, direção de episódios de Pedro Morelli e Felipe Vellas, e produção de Manoel Rangel e Egisto Betti.

O elenco conta com Maeve Jinkings, Alex Nader, Rômulo Braga e Thomás Aquino.

Jack Quaid se despede de ‘The Boys’ e celebra nova fase como astro de ação em ‘Chefes de Estado’

Jack Quaid está colhendo os frutos de um ano intenso e versátil em sua carreira. Em 2025, o ator emendou uma sequência de projetos de destaque — do suspense sci-fi ‘Acompanhante Perfeita‘ ao sucesso indie ‘Neighborhood Watch‘, passando pelo elogiado ‘Novocaine‘ e, agora, chegando com força em ‘Chefes de Estado‘, comédia de ação que marca sua colaboração com dois gigantes: Idris Elba e John Cena.

Lançado em 2 de julho no Prime Video, ‘Chefes de Estado‘ foi na verdade o primeiro desses projetos a ser gravado. No longa dirigido por Ilya Naishuller (‘Anônimo‘), Quaid vive Marty Comer, um agente responsável por uma estação da CIA que se vê forçado a proteger o presidente dos EUA (Cena) e o primeiro-ministro do Reino Unido (Elba) em meio a uma série de tentativas de assassinato.

“’Chefes de Estado‘ foi o que me fez pegar o gosto pela ação”, contou Quaid ao The Hollywood Reporter. “Acabei levando esse entusiasmo para outros filmes como ‘Novocaine’. Foi um sonho se realizando.”

Apesar do ritmo acelerado e dos papéis marcantes em 2025, Quaid também se prepara para uma despedida significativa: o encerramento de sua jornada em ‘The Boys‘, série da qual é protagonista desde 2019, interpretando o sensível — e cada vez mais endurecido — Hughie Campbell.

“Eu ainda tenho uns seis dias de filmagem pela frente [em 22 de junho], e está ficando mais e mais surreal saber que vou ter que dizer adeus ao Hughie Campbell”, admitiu. “É muito emocional. É agridoce. Essa série fez tudo por mim. Eu amo isso. Amo as pessoas. Vou sentir falta de todo mundo, e vai ser muito estranho ficar sem isso.”

Apesar da tristeza, Quaid está satisfeito com o encerramento que o criador Eric Kripke escreveu para a série:

“Estou muito orgulhoso do que conquistamos nesta temporada. Acho que é um ótimo final, e isso é difícil de fazer na TV”, afirmou. “Fico feliz que o Eric conseguiu entregar a conclusão que imaginava — e ele fez um trabalho incrível. Mal posso esperar para que todos assistam.”

Durante a entrevista, Quaid também relembrou os bastidores ao lado de Cena e Elba, e contou um momento curioso envolvendo outro astro dos blockbusters. “Descobri certa vez que o Tom Holland é fã de The Boys”, disse rindo. “Foi numa noite, e fiquei em choque. Eu pensei: ‘Caramba, o Homem-Aranha assiste à nossa série!’”

Sobre o futuro, o ator não esconde o entusiasmo de continuar experimentando novos gêneros e formatos. Com a carreira em expansão e prestes a encerrar um capítulo marcante, Jack Quaid está pronto para novos desafios — com ou sem capa.

The Boys’ está disponível no Prime Video.

Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara, Nathan Mitchell e outros fazem parte do elenco.

Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’: Galactus é destaque em novo teaser; Confira!

O aguardado Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ ganhou recentemente um novo teaser que destaca a aparição de Galactus (interpretado por Ralph Ineson), o aterrorizante devorador de mundos e principal vilão do longa.

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O filme tem estreia marcada para o dia 25 de julho de 2025, marcando o início da Fase 6 do MCU.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

O longa é dirigido por Matt Shakman.

‘Free Bert’: Ator de ‘O Urso’ e mais duas atrizes entram para o elenco da nova série de comédia da Netflix

A Netflix confirmou a adição de Chris Witaske (O Urso), Christine Horn (Classified) e Sophia Reid-Gantzert (Death and Other Details) ao elenco recorrente da série de comédia ‘Free Bert‘, criada e protagonizada pelo comediante Bert Kreischer. A novidade foi divulgada pelo portal Deadline

Os atores se juntam à Mandell Maughan, conhecida por seus papéis em ‘Resident Alien‘ e ‘Bajillion Dollar Propertie$‘,

Embora os detalhes sobre os personagens dos novos integrantes ainda estejam sendo mantidos em sigilo, a série promete situações hilárias e inusitadas.

Na trama, o comediante stand-up Bert Kreischer interpreta uma versão ficcional de si mesmo que se vê forçado a “se ajustar” quando suas filhas passam a frequentar uma escola de elite em Beverly Hills. Suas antipáticas e escandalosas trapalhadas o transformam em um pária social — e para reconquistar espaço, ele decide algo inédito: vestir uma camisa. Literalmente e metaforicamente.

O elenco ainda conta com Arden Myrin (The Righteous Gemstones), Ava Ryan (Keeping Up With the Joneses) e Lilou Lang.

️A série de seis episódios foi criada e escrita por Jarrad Paul e Andrew Mogul (Monk), que também atuam como diretores e showrunners. A produção é da Counterpart Studios, com Tony Hernandez, Lilly Burns e Elise Henderson, além da esposa de Bert, LeeAnn Kreischer, e Judi Marmel como produtores.

Com cinco especiais de stand-up já disponíveis na plataforma, incluindo o recente Lucky, Bert é figura cativa na Netflix — que vem investindo pesado em comédia, com nomes como Shane Gillis, Tom Segura, Ali Wong, Kevin Hart e John Mulaney.

Fora dos palcos, Kreischer comanda a produtora Berty Boy Productions, responsável por podcasts como Bertcast, 2 Bears, 1 Cave (com Tom Segura) e pelo festival de humor Fully Loaded Comedy Festival.

Ainda sem data oficial de estreia, ‘Free Bert‘ promete uma sátira divertida sobre identidade, família e o que acontece quando um homem que vive de ser autêntico demais tenta, pela primeira vez, se encaixar.

‘Lilo & Stitch’ supera arrecadação de ‘Minecraft: O Filme’ e deve se tornar primeiro sucesso bilionário de 2025

A nova versão live-action de ‘Lilo & Stitch‘ está fazendo história nos cinemas. O filme da Disney ultrapassou ‘Um Filme Minecraft‘ e se tornou a maior bilheteria mundial de um título da Motion Picture Association (MPA) em 2025, arrecadando impressionantes US$ 957,6 milhões globalmente — sendo US$ 553,9 milhões internacionais e US$ 403,7 milhões nos EUA.

Enquanto ‘Minecraft‘ ainda detém o posto de maior bilheteria doméstica do ano (US$ 423,9M), ‘Lilo & Stitch‘ se destaca por ser o único título de 2025 atualmente com potencial real de atingir a marca de US$ 1 bilhão. O longa encontra-se em sua sexta semana de exibição, o que reforça sua força e consistência nas bilheteiras mundiais.

A produção dirigida por Dean Fleischer Camp conquistou o público feminino, com 62% da audiência composta por mulheres, repetindo um padrão de grandes sucessos como ‘Moana 2‘ (71%) e ‘Como Treinar o Seu Dragão‘ (50%).

Os mercados internacionais mais fortes até agora incluem:

México: US$ 66,1M; Reino Unido: US$ 47,1M; França: US$ 39,8M; Brasil: US$ 36M; Alemanha: US$ 30,2M; Espanha: US$ 25,9M; China: US$ 25,2M; Itália: US$ 24,5M; Argentina: US$ 19M

O filme já é o maior lançamento do ano em mercados como França, Itália, Espanha, Brasil e México, além de liderar as bilheteiras em toda a América Latina. No México, ‘Lilo & Stitch‘ é também o maior título live-action da Disney de todos os tempos.

Uma franquia revivida com força total
O sucesso nos cinemas é apenas a ponta do iceberg: o personagem Stitch se tornou um verdadeiro fenômeno da cultura pop global. A franquia gerou mais de 579 milhões de horas de exibição no Disney+, com o filme original respondendo por mais de 306 milhões. Em termos de consumo, as vendas no varejo ligadas ao personagem cresceram de US$ 200 milhões em 2019 para US$ 2,6 bilhões em 2024, tornando Stitch uma das 11 franquias “evergreen” da Disney que ultrapassaram US$ 1 bilhão em vendas no ano passado.

Sequência confirmada
Diante do desempenho esmagador, a Disney confirmou que um live-action sequencial já está em desenvolvimento, prometendo expandir ainda mais a franquia. Com isso, Lilo & Stitch se consolida não apenas como uma nostalgia lucrativa, mas também como uma das apostas mais promissoras do estúdio para os próximos anos.

Lilo & Stitch continua em cartaz nos cinemas ao redor do mundo. Um verdadeiro fenômeno cultural — e comercial — em ascensão.

 

 

Com o sucesso, a sequência do live-action já foi confirmada pela Disney.

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Michael Madsen, ator de ‘Cães de Aluguel’ e ‘Kill Bill: Volume 2’, morre aos 67 anos

Michael Madsen, ator conhecido por papéis emCães de Aluguel e Kill Bill: Volume 2, foi encontrado morto em sua casa na manhã de hoje, aos 67 anos.

De acordo com o Deadline, até o momento, não foram divulgadas informações sobre a causa da morte.

Em uma carreira de ator de mais de 40 anos, Madsen também teve destaque em filmes comoDonnie Brasco,Thelma & Louise e Os Oito Odiados.

O ator foi casado três vezes e deixou seis filhos, incluindo o também ator Christian Madsen.

Charlize Theron revela assédio de diretor no início da carreira: “Você sabe que é um canalha”

Charlize Theron, estrela deThe Old Guard 2, recentemente compartilhou detalhes de um incidente perturbador que viveu no início de sua carreira com um diretor, explicando por que optou por não revelar o nome dele publicamente.

De acordo com o Deadline, Theron havia falado sobre o ocorrido pela primeira vez em 2019. Na ocasião, ela relatou que foi à casa de um diretor para uma audição, onde ele supostamente a recebeu de pijama e colocou as mãos sobre seus joelhos. A vencedora do Oscar disse que se levantou e foi embora imediatamente após o incidente.

“Eu não sabia como funcionava o processo de audição”, contou Theron. “Não sabia como era ser atriz… [meu agente] disse que havia um teste para esse filme e que eu teria que ir em um sábado à noite. Era na casa do diretor. A minha intuição claramente dizia: ‘Isso não está certo’. Mas, ao mesmo tempo, outra parte de mim pensava: ‘Bom, talvez esteja certo. Eu não sei'”.

Apesar da gravidade da situação, Charlize escolheu não expor publicamente o nome do diretor. “Eu não quero que a história seja sobre ele. Não é porque estou protegendo ele ou algo do tipo”.

Ela ainda revelou que, após compartilhar a história publicamente, o diretor percebeu que era sobre ele e tentou se justificar. “Ele ficou um pouco nervoso. Ele me ouviu contando a história e sabia que era sobre ele. Então me escreveu uma carta falsa, tentando explicar o comportamento dele e dizendo que eu devia ter interpretado tudo errado, o que é clássico, né? Isso é tão clássico”.

Charlize continuou, com uma postura firme: “Eu nem vou dizer o seu nome, porra, porque você sabe que é você. Você sabe que é um canalha. Se alguém algum dia me perguntar sobre ele, eu vou ser totalmente honesta, e ele sabe disso. E eu meio que gosto de saber que ele está no lugar dele, sob pressão. Ele não sabe quando isso pode vir à tona. E eu gosto disso”.

Por fim, Theron desabafou sobre a experiência: “Eu não deixo nenhum filho da puta mexer comigo em nenhum dia da semana. Mas quando alguém te pega desprevenida assim… eu sabia que não ia conseguir o papel naquela noite. Sabia disso assim que saí de lá. Eu não estava ali porque tinha algo de valor para oferecer ao filme dele. Eu só era valorizada por uma coisa”.

‘Jurassic World: Recomeço’ tem cena pós créditos?

Jurassic World: Recomeço’ estreia hoje, dia 30, nos cinemas, inaugurando um novo capítulo da consagrada franquia jurássica. Como é comum em grandes sagas do cinema atual, muitos fãs esperavam encontrar uma cena pós-créditos, elemento que se tornou marca registrada em franquias de sucesso.

No entanto, segundo o Collider, diferente dos filmes anteriores, Jurassic World: Recomeço’ não conta com nenhuma cena pós-créditos. Isso indica que, pela primeira vez em muito tempo, o futuro da franquia permanece incerto, ao menos até que os resultados de bilheteria determinem os próximos passos da Universal.

Crítica | ‘Jurassic World: Recomeço’ tem erros óbvios, mas vale a pena pela NOSTALGIA e pela aventura

Crítica 2 | ‘Jurassic World: Recomeço’ é uma OFENSA à franquia de Steven Spielberg

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de julho.

Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise e David Iacono.

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