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‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Fan art imagina Peter Parker com traje do simbionte; Confira!

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ chega aos cinemas no ano que vem, marcando a nova aventura de Peter Parker (Tom Holland). Embora os detalhes da trama ainda não tenham sido revelados, fãs ansiosos especulam que a história possa envolver o simbionte, introduzido no Universo Cinematográfico da Marvel na cena pós-créditos de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’.

Pensando nessa possibilidade, o perfil de fãs We Love Marvel compartilhou uma fan art que imagina o herói vestindo o icônico traje preto do simbionte, em uma versão mais sombria e intensa do Amigão da Vizinhança.

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Até o momento, o elenco de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ conta com:

A direção do filme ficará a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’.

A estreia está agendada para 30 de julho de 2026.

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A aventura mais recente do herói, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, arrecadou US$ 1.9 bilhão mundialmente – tornando-se a sétima maior bilheteria da história do cinema.

Após dois anos de espera, estreia da nova temporada de ‘South Park’ é ADIADA novamente

Após dois anos de espera, nova temporada de South Park é adiada novamente, para a frustração dos fãs. Segundo o Deadline, a estreia no Comedy Central, inicialmente marcada para 9 de julho, foi remarcada para 23 de julho.

O canal divulgou um novo pôster da próxima temporada, destacando o retorno de Stan, Kyle, Cartman, Kenny e outros personagens populares, incluindo Jesus.

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Vale ressaltar que o adiamento ocorre em meio a tensões — incluindo ameaças legais — sobre os lucrativos direitos de streaming de South Park, devido a recente, aquisição da Paramount Global (dona do Comedy Central) pela Skydance.

Após o anúncio da nova data de retorno da série, os criadores Trey Parker e Matt Stone, criticaram duramente a situação: “Essa fusão é uma zona e está ferrando com South Park. Estamos no estúdio trabalhando nos novos episódios e esperamos que os fãs consigam assisti-los de alguma forma”.

O acordo de licenciamento exclusivo de South Park com o Max, no valor de US$ 500 milhões, expirou há uma semana e ainda não foi substituído por um novo contrato, seja ele exclusivo ou múltiplos acordos não-exclusivos.

Lembrando que a Paramount Global já havia indicado seu desejo de ter a série exclusivamente em sua plataforma de streaming, o Paramount+.

Em maio, o co-CEO da Paramount, Chris McCarthy, afirmou a investidores durante uma teleconferência de resultados que “a partir de julho, [South Park] estará disponível no Paramount+ nos EUA”.

Ao mesmo tempo, os direitos de streaming da série, que agora parecem ser não-exclusivos, foram oferecidos a outras plataformas, com a Warner Bros. Discovery (dona do Max) e a Netflix apresentando propostas.

Já no Brasil, a animação está disponível no Prime Video.

Stevie Wonder produzirá documentário sobre sua luta pela criação do feriado de Martin Luther King Jr.

Stevie Wonder está pronto para contar uma das histórias mais impactantes — e pouco conhecidas — de sua trajetória como ativista: a batalha para transformar o aniversário de Martin Luther King Jr. em feriado nacional nos Estados Unidos.

Em parceria com a Time Studios, a produtora do artista, Eyes ‘n’ Sound, está desenvolvendo um documentário ainda sem título que irá revelar os bastidores políticos, culturais e musicais por trás dessa conquista histórica, assinada pelo presidente Ronald Reagan em 1983.

A direção ficará por conta da indicada ao Oscar Traci Curry (Attica, Hurricane Katrina: Race Against Time), conhecida por seu trabalho sensível e rigoroso em narrativas de justiça social.

O longa vai explorar, entre outros momentos-chave, a criação da icônica canção “Happy Birthday”, composta por Stevie Wonder e lançada em seu álbum Hotter Than July (1980). Hoje amplamente usada em aniversários pelo mundo, a música foi originalmente escrita como um hino da campanha pela oficialização do Martin Luther King Jr. Day — algo que muitos desconhecem.

O filme contará com imagens inéditas de arquivo, além da participação direta de Stevie Wonder, que oferecerá reflexões pessoais sobre o movimento e os bastidores da campanha que mobilizou líderes, artistas, ativistas e milhões de cidadãos ao longo de anos.

“Estou animado para contar a história da criação do feriado em homenagem a Martin Luther King Jr.”, disse Wonder em comunicado. “Mais importante ainda, quero que aprendamos e relembremos essa história com os olhos de hoje. Se realmente entendermos como essa lei foi conquistada, vamos apreciar profundamente o poder do povo.”

A co-presidente da Time, Lynne Benioff, que atua como produtora executiva, destacou a relevância do projeto: “É uma honra trazer esse capítulo fundamental da história à luz e trabalhar com Stevie Wonder para contar como sua arte e ativismo ajudaram a moldar um movimento nacional. Acreditamos que esse filme vai inspirar conversas importantes sobre o impacto que uma única voz pode ter na cultura e no mundo.”

A produção do documentário é assinada por Wonder e Theresa Cropper, pela Eyes ‘n’ Sound LLC, em colaboração com a Time Studios.

A estreia ainda não tem data definida, mas o projeto promete ser um poderoso lembrete do papel da música na transformação social — e do legado vivo de Martin Luther King Jr., impulsionado por um dos maiores artistas da história.

‘Emily em Paris’: Bryan Greenberg e Michèle Laroque se juntam ao elenco da 5ª temporada

A quinta temporada de ‘Emily em Paris‘ está se aproximando — e com ela, chegam novas caras e reencontros que prometem agitar a vida da protagonista vivida por Lily Collins.

A comédia romântica da Netflix adicionou dois nomes de peso ao seu elenco recorrente. O primeiro deles é Bryan Greenberg (Suits LA, One Tree Hill), que interpretará Jake, um americano expatriado que vive em Paris e cruza o caminho de Emily.

Já a atriz francesa Michèle Laroque (Better Days) dará vida à Yvette, uma antiga amiga de Sylvie (Philippine Leroy-Beaulieu). Ambos são personagens inéditos na série, que já havia anunciado recentemente a chegada da Princesa Jane, interpretada por Minnie Driver.

Além dos novos rostos, a temporada também trará de volta personagens importantes: Paul Forman retorna como Nico, empresário e ex-namorado de Mindy (Ashley Park), cuja dolorosa separação marcou o fim da última temporada.

Arnaud Binard estará novamente no papel de Laurent G., marido de Sylvie, com quem a personagem precisará lidar após um reencontro amoroso durante a viagem a Roma.

A trama da 5ª temporada também contará com o retorno de Thalia Besson (Geneviève).

Com as filmagens atualmente em andamento em Paris — após quatro semanas em Roma —, a nova temporada está programada para estrear globalmente na Netflix em 2025.

“Temos uma temporada realmente incrível a caminho”, garantiu o criador da série Darren Star em entrevista recente ao Deadline.

Com dramas amorosos, novas amizades e o charme irresistível de Paris, tudo indica que Emily e companhia ainda têm muito a oferecer.

Confira o anúncio do início das gravações, compartilhado no mês de maio pela Netflix:

Vale destacar que, no final do quarto ciclo, Emily acabou trocando os cenários parisienses pela Itália. No último episódio, Emily fez uma viagem romântica com o Marcello em Roma, onde acabou conquistando uma grande vitória para sua carreira profissional.

Criada por Darren Star (‘Younger‘, ‘Sex and the City‘), a produção originalmente havia sido programada para ser lançada pela Paramount Network, mas teve seus direitos comprados pela gigante do streaming.

Na trama, Lily Collins vive Emily, uma jovem ambiciosa que trabalha como executiva de marketing em Chicago e que acaba sendo transferida inesperadamente para Paris. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes.

O elenco também conta com Philippine Leroy Beaulieu (‘Call My Agent!’), Lucas Bravo (‘Smartass’), Samuel Arnold (‘Antony & Cleopatra), Camille Razat (’15h17 – Trem Para Paris’) e Bruno Gouery (Doc Martin).

‘Superman’: Skyler Gisondo revela que achou que interpretaria o Homem de Aço no novo filme

O ator Skyler Gisondo, que em breve interpretará Jimmy Olsen emSuperman, falou recentemente sobre a experiência de viver o icônico fotógrafo, revelando que inicialmente acreditava que teria um papel muito maior no lançamento do Universo DC.

Durante uma entrevista ao ComicBook, Gisondo contou a história com autodepreciação, mas brincou dizendo que sua mãe ainda acredita que ele deveria ter o papel principal.

“Eu achei que estava fazendo teste para o Superman, porque geralmente nesses filmes grandes e importantes, eles mandam roteiros falsos. Então dizia ‘Jimmy’, mas na minha cabeça…”, disse Gisondo, antes de continuar: “Além disso, eu leio e-mails por cima. Eu realmente deveria prestar mais atenção, mas na minha cabeça eu pensei: ‘Quer dizer, não seria minha primeira escolha, mas o James [Gunn] sempre faz coisas fora da caixa. Entendi. É um Superman mais cotidiano, meio descolado’. E depois eu rapidamente fiquei tipo: ‘Na verdade, consigo ver isso totalmente'”.

“Eu mandei uma fita, e meus agentes ligaram dizendo: ‘Eles querem que você volte'”, continuou Gisondo. “E eu falei: ‘Ótimo. Só para esclarecer, eu sei que são roteiros falsos. É para o Superman, né?’ E o telefone ficou em silêncio. E então um deles disse: ‘Não… por quê? Por que seria? Não eram roteiros falsos. Estava escrito Jimmy’. E eu fiquei tipo: ‘Claro, claro’. E acho que eles também pensaram: ‘Como é que você conseguiu ser chamado de volta se nem sabia para que papel estava fazendo teste?'”.

“Não sei como, mas deu certo”, disse o ator. “O James adorou essa história. Ajuda quando eu conto para todo mundo, mas lembro que contei, o que não devia ter feito, contei para a minha mãe. Teve um momento em que eu disse: ‘Acho que estou fazendo teste para o Superman. Eles querem que eu volte’. E até hoje, minha mãe diz: ‘Eu vejo totalmente você no papel'”.

Superman’ tem estreia marcada para 10 de julho.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Pecados do passado ASSOMBRAM no novo teaser do terror ‘Hell House LLC’; Confira!

O quinto filme da franquia ‘Hell House LLC‘, intitulado ‘Hell House LLC: Lineage‘, ganhou um novo teaser.

Abandonando o estilo found footage, este será o primeiro capítulo da saga filmado de forma tradicional.

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Na trama, assombrada por visões e pesadelos recorrentes anos após uma experiência de quase morte, Vanessa Shepard se encontra vivendo na cidade de Abaddon, incapaz de se libertar do seu domínio inexplicável. Quando as pessoas ao seu redor começam a morrer repentina e inexplicavelmente, ela logo descobre sua terrível conexão com o Hotel Abaddon, a Mansão Carmichael e os misteriosos assassinatos que vêm ocorrendo há décadas.

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 20 de agosto.

hell house

Stephen Cognetti retorna como diretor e roteirista.

O novo capítulo “voltará a explorar diversos personagens já conhecidos da franquia, além de introduzir novas narrativas”.

Terror Films Releasing é responsável pela produção, com Joe Dain e Jim Klock servindo como produtores executivos.

Elle Fanning interpretará DUAS personagens em ‘Predador: Terras Selvagens’

Em entrevista ao Empire Magazine, Dan Trachtenberg (‘Rua Cloverfield, 10’) confirmou que a Elle Fanning (‘Malévola’) interpretará duas personagens no próximo capítulo da franquia ‘Predador‘, intitulado ‘Predador: Terras Selvagens‘.

No primeiro trailer, foi revelado que a atriz dará vida à Thia, uma androide da empresa Weyland-Yutani – da franquia ‘Alien‘. No entanto, ainda não há detalhes sobre o seu segundo papel, e o diretor faz mistério…

“Apesar de me inspirar por filmes, minha inspiração [para ‘Predador: Terras Selvagens’] veio de jogos como ‘Shadow of the Colossus’, em que o protagonista é pareado com alguém que lhe dá cor e conexão. Há algo com um cavalo em ‘Shadow of the Colossus’ que é devastador quando você joga o jogo.”

Ele completa, “Além disso, o filme foi inspirado pelo meu desejo de ver o Predador interagir com alguém diferente. Ele é muito calado, enquanto [a personagem da Elle Fanning] não é. Ela tem capacidades que ele não tem. Fisicamente, ela tem algo que estou muito ansioso para que vocês possam conferir.”

Sobre a segunda personagem da atriz, o cineasta faz mistério – mas indica que ela não deve aparecer como humana: “Eu sempre quis fazer um filme sem humanos, então pensei que seria divertido acompanhar a história de um predador com um robô. E eu pensei: ‘Conheço uma companhia que cria robôs…’.”

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de novembro.

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Dan Trachtenberg, de ‘O Predador: A Caçada‘, retorna à direção.

O roteiro foi assinado por Patrick Aison.

Ambientada em um planeta remoto, a trama segue um jovem Predador, excluído de seu clã, que encontra uma aliada improvável em Thia e embarca em uma jornada traiçoeira em busca do adversário supremo.

Elle Fanning (‘Malévola’) e Dimitrius Schuster-Koloamatangi estrelam.

Vale lembrar que ‘O Predador: A Caçada‘ está disponível no Disney+.

Margot Robbie – 35 Anos | Os melhores papéis da ACLAMADA atriz indicada ao Oscar

Margot Robbie ascendeu a uma carreira espetacular e se tornou uma das atrizes mais versáteis na indústria do entretenimento.

Nascida na Austrália, Robbie já eternizou no cenário cinematográfico diversos papéis memoráveis, desde Arlequina nas duas versões de ‘O Esquadrão Suicida e no subestimado Aves de Rapina, passando pela patinadora Tonya Harding, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz, e para seu ilustre trabalho no live-action Barbie, que também lhe concedeu a cadeira de produtora.

No dia de hoje, 02 de julho, a atriz completa 35 anos de idade – e para celebrar seu aniversário, montamos uma breve matéria elencando seus cinco melhores papéis.

Confira:

5. SHARON TATE (2019)

Filme: Era Uma Vez em… Hollywood

Em ‘Era Uma Vez em… Hollywood’, Robbie foi escalada para interpretar uma versão diferente de Sharon Tate. Trabalhando com o diretor Quentin Tarantino e com os astros DiCaprio e Brad Pitt (este último conquistando o Oscar por sua interpretação), a atriz interpretou Tate, uma das vítimas de Charles Manson, que ascendeu ao estrelato nos anos 1960. Entretanto, aqui, ela é centro de uma releitura dos eventos originais, em que consegue viver e se construir uma amizade com Cliff Booth (DiCaprio). Novamente, a rendição de Robbie foi extremamente elogiada, apesar do pouco tempo de cena que ela desfruta na produção.

4. KAYLA POSPISIL (2019)

Filme: O Escândalo

Na cinebiografia O Escândalo, Robbie interpreta Kayla Pospisil, uma das várias vítimas do CEO Roger Ailes, da rede de emissoras da FOX, que é alvo de assédio sexual enquanto trabalhava lá. Diferente de suas colegas de cena, Charlize TheronNicole Kidman, a atriz não interpretou uma personagem real, e sim uma versão ficcionalizada das várias funcionárias que foram abusadas por Ailes. Sua impressionante performance não apenas foi elogiada pelo público e pelos especialistas, como lhe rendeu mais uma indicação ao Oscar, dessa vez na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante.

3. ARLEQUINA (2016, 2019, 2021)

Filmes: Esquadrão Suicida, Aves de Rapina, O Esquadrão Suicida

Uma das personagens mais icônicas do panteão DC é a psicótica e tresloucada Arlequina. Alter-ego da Dra. Harley Quinzel, a psicóloga cedeu aos encantos do Coringa e logo se transformou em uma poderosa máquina de combate que ganhou inúmeras iterações com o passar dos anos – mas nenhuma delas conseguiu eternizar com tamanha destreza quanto Robbie. Fazendo sua estreia em Esquadrão Suicida e reprisando seu papel mais duas vezes, incluindo em um subestimado filme-solo, Robbie garantiu aplausos por sua performance e transformou a personagem em uma complexa análise da mente humana através de ácidas falas e um comprometimento apaixonante.

2. BARBIE (2023)

Filme: Barbie

Desde seu anúncio, o live-action da famosa e prestigidada marca Barbie nos chamou a atenção e, é claro, nos deixou com um pé atrás – considerando as adaptações desse estilo que haviam saído nos anos anteriores. Todavia, ao aliar-se com Greta Gerwig, Robbie fez mágica ao encarnar a personagem titular do longa-metragem, materializando trejeitos abstratos em uma poderosa atuação que transformou a icônica boneca da Mattel em uma das construções mais complexas da atualidade. Navegando pelo drama, pela comédia e pela aventura com uma paixão invejável, a atriz reiterou seu status performático no cenário do entretenimento e, até hoje, não entendemos como ela não conquistou uma indicação ao Oscar por seu primoroso trabalho.

1. TONYA HARDING (2017)

Filme: Eu, Tonya

Robbie parou o mundo ao interpretar Tonya Harding, a estrela da patinação artística que também ficou conhecida por seu temperamento explosivo nas competições – conquistando uma merecida indicação ao Oscar de Melhor Atriz. Na trama, Tonya cresce se destacando no esporte e aguentando maus-tratos e humilhações por parte da agressiva mãe (Allison Janney). Entre altos e baixos na carreira e idas e vindas num relacionamento abusivo com Jeff Gillooly (Sebastian Stan), a atleta acaba envolvida num plano bizarro durante a preparação para os Jogos Olímpicos de Inverno de 1994.

‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ será para MAIORES por “violência sangrenta”

O próximo filme da franquia ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta, linguagem, conteúdo sexual e breve uso de drogas”.

Para termos de comparação, os dois primeiros filmes da saga também receberam na mesma classificação – então não é uma surpresa que o novo capítulo, descrito como um dos brutais da franquia, mantenha a tradição.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.

Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. retornam como Julie James e Ray Bronson, respectivamente.

O elenco ainda conta com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

No filme, quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências. Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar. À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.

 

 

Sean ‘Diddy’ Combs é ABSOLVIDO por tráfico sexual, mas CONDENADO por acusações mais leves

O magnata da música Sean “Diddy” Combs foi oficialmente condenado por duas acusações de transporte com o objetivo de prostituição. No entanto, ele foi considerado inocente de três acusações mais graves: duas de tráfico sexual e uma de associação criminosa, conforme a Variety.

Diddy pode enfrentar até 10 anos de prisão por cada uma das duas condenações.

Apesar de ainda poder passar décadas atrás das grades, o clima entre sua equipe de defesa era de comemoração. Após o júri anunciar o veredito dividido, Combs ergueu o punho e sussurrou “obrigado” aos jurados.

A reportagem destaca que ele aparentava estar aliviado e eufórico, apertando a mão de seus advogados, voltando-se para a família e iniciando uma salva de palmas. Quando o júri leu o primeiro veredito de “inocente”, houve suspiros na sala do tribunal. Familiares de Combs e sua equipe jurídica começaram a chorar.

Cerca de uma hora depois, ao deixarem o tribunal e entrarem em uma van Sprinter, os filhos e filhas de Combs esboçaram sorrisos contidos enquanto uma multidão erguia câmeras sobre suas cabeças e gritava: “Liberdade! Liberdade!”.

sean combs

A defesa está atualmente pedindo que Combs seja liberado antes da data da sentença, propondo uma fiança de US$ 1 milhão. Os promotores federais disseram que os advogados de Combs estão minimizando a gravidade da condenação e que existe um “risco real” em deixá-lo em liberdade.

O juiz afirmou que irá considerar a lei antes de tomar uma decisão.

O júri chegou ao veredito após um julgamento exaustivo de oito semanas, no qual 34 testemunhas prestaram depoimentos contra o magnata do hip-hop e fundador da gravadora Bad Boy Records.

sean diddy combs rapper

Combs, outrora um titã das indústrias da música e da moda, foi acusado de coagir várias mulheres a participarem de “freak-offs”, maratonas sexuais de vários dias com uso de drogas e acompanhantes masculinos que ele levava de um estado a outro.

A defesa argumentou que Combs pagava aos homens pelo seu “tempo” e que os encontros sexuais aconteciam naturalmente entre três adultos consentindo. Enquanto a acusação rebateu dizendo que a ideia de que os acompanhantes não eram pagos por sexo “não passa nem no teste do riso” e que, quando Combs entregava maços de dinheiro ao fim dos encontros, não era pela “conversa brilhante” deles.

A defesa considera a absolvição de Combs nas acusações de tráfico sexual e associação criminosa uma grande vitória.

ENTENDA O CASO

Crítica | ‘The Old Guard 2’ é uma sequência DECEPCIONANTE que desperdiça o próprio potencial

Em 2020, a Netflix trazia a seus assinantes a ambiciosa adaptação de ‘The Old Guard’, longa-metragem inspirado nos quadrinhos homônimos de Greg Sucka. Apesar do conhecido histórico de produções originais da gigante do streaming, o projeto encabeçado por Gina Prince-Bythewood encantou os espectadores não apenas pelo trabalho impecável de um elenco liderado por Charlize Theron, mas pela inesperada profundidade da narrativa e por se manter fiel ao material original – estendendo-se ao longo de duas horas e sagrando-se um ótimo épico de ação que clamava por uma sequência.

Cinco anos mais tarde, somos convidados a retornar para esse glorioso universo com o lançamento de ‘The Old Guard 2’, que chegou ao serviço hoje, 2 de julho. Comandado pela novata Victoria Mahoney, que fez sua estreia em 2021 com o drama ‘Yelling to the Sky’, a história da sequência se desenrola assim que os eventos do primeiro capítulo terminam – com Andrômaca de Cítia (Theron), também conhecida como Andy, lidando com o fim de sua imortalidade e protegendo-se ainda mais de ataques externos. Acompanhada da recém-chegada Nile (KiKi Layne), que se tornou a mais nova imortal e integrante do grupo de soldados, além de Joe (Marwan Kenzari), Nicky (Luca Marinelli) e James (Chiwetel Ejiofor), Andy e seus aliados percebem que o perigo é constante – e se veem na mira de duas antagonistas movidas por um desejo irrefreável de vingança e poder.

Como sabemos da icônica cena pós-créditos do longa predecessor, Booker (Matthias Schoenaerts) foi exilado após trair a confiança do grupo, cruzando caminho com Quỳnh (Vân Veronica Ngô), o antigo amor de Andy que, durante a época da Inquisição e da caça às bruxas, foi confinada em um caixão de ferro e condenada a passar a eternidade no fundo do oceano em um sofrimento eterno. Porém, Quỳnh foi resgatada pela impiedosa Discórdia (Uma Thurman), a imortal mais antiga do planeta que, em meio a contínuas injustiças sofridas por aqueles que não entendem a dádiva que foi dada a esses soldados, ela abandona a esperança de tornar o mundo um lugar melhor e se transforma em uma máquina guiada por uma cega vendeta – e que coloca os outros imortais em perigo inimaginável.

E isso não é tudo: Andy e Quỳnh fizeram um juramento inquebrável antes de serem separadas por seus algozes, impulsionando a protagonista a procurar sua amada e sua amiga por séculos antes de desistir – o que nos leva às vontades da própria Quỳnh de represália, sentindo-se traída por Andy estar em liberdade enquanto ela era torturada sob o frio desconcertante de águas opressoras. Influenciada pelo carisma e pelo discurso de Discórdia, a guerreira se vira contra aquela que um dia jurou apoiar e trilha um caminho de escuridão que também dá base para a história.

uma thurman

Enquanto todos os que acompanharam o primeiro capítulo da saga acreditavam que isso iria acontecer, Mahoney desperdiça o potencial do projeto em meio a cenas que não fazem sentido e que se valem de um mero espetáculo visual (o que não é um problema, considerando que boa parte do nosso envolvimento com o filme anterior se deu pelas espetaculares sequências de ação). Todavia, conforme navega pelas atribulações de laços frágeis e por um barril de pólvora que está prestes a explodir, a realizadora deixa que o roteiro co-assinado por Rucka e Sarah L. Walker se desenrole em meio a sofridos diálogos e a one-liners cansativas que, em vez de fornecerem mais densidade aos personagens, transforma-os em meros arquétipos de tantos produtos similares que acompanhamos nas últimas décadas.

A questão é que o longa de 2020 conquistou o público e a crítica por não se levar a sério e acompanhando a defasagem super-heroica que emergiu na sétima arte com o término de ‘Vingadores: Ultimato’ – além de ter sido lançado no início de uma complicada pandemia de COVID-19 que nos confinou à segurança dos lares. Aqui, o teor do entretenimento e da leveza foram deixados de lado, e mesmo as temáticas sociais exploradas foram varridas para debaixo do tapete em prol de repetições sistemáticas que não aproveitam tudo o que esse cosmos tem a oferecer. E, de fato, o criador da HQ original não conseguir sustentar um roteiro inspirado em sua própria criação é algo a ser levado em consideração – e algo que nos deixa com um pé atrás, considerando o monumental cliffhanger que antecipa os créditos de encerramento.

the old guard 1

O elenco faz um trabalho formidável, com destaque aos membros que retornam e, em especial, Theron em mais uma entrada no circuito de filmes de ação que nos deixa de boca aberta e que traz referências a ‘Atômica’, que protagonizou em 2017. Ngô expande o breve contato que tivemos com Quỳnh e nutre de uma química interessante com Theron, por mais que as delineações não sejam esquadrinhadas como deveriam. Thurman nos agracia ao mergulhar de cabeça nas vilãs que eternizou no show business, mas é desperdiçada em meio a falas mal construídas. E Henry Golding completa o time de estreantes como Tuah, um antigo imortal e amigo de longa data de Andy.

‘The Old Guard 2’ falha por não manter o nível do título anterior e por apostar fichas em uma história metódica, sem inspiração e que se vale mais do espetáculo do que de uma concretude criativa, por assim dizer. Com exceção das atuações e das cenas de combate, o resultado dessa sequência é decepcionante e frustrante – por mais que nos prepare para um terceiro capítulo que pretende concluir essa épica jornada.

‘Coração de Ferro’: Showrunner comenta chegada aguardada de [SPOILER] ao UCM

[Texto contém spoilers]

A nova série da Marvel,Coração de Ferro, chegou oficialmente ao fim e, de forma surpreendente em seus momentos finais, apresentou um dos vilões mais aguardados do MCU: o Mefisto.

Em entrevista à Entertainment Weekly, a showrunner da série, Chinaka Hodge, explicou a decisão de incluir o aguardado vilão.

“Não foi uma decisão só minha. A Marvel me deu liberdade para tomar essa decisão… Eu não sei o que vai acontecer com o personagem ou com o Sacha [Baron Cohen] no MCU. Mas, como fã, espero muito vê-lo fazendo várias aparições”, afirmou.

O final da temporada sugere que Riri Williams (Dominique Thorne) aceitou o pacto com o Mefisto (Sacha Baron Cohen), já que sua melhor amiga Natalie (Lyric Ross), que havia morrido, foi ressuscitada. Além disso, as veias negras, sinal clássico da influência demoníaca, que antes apareciam no corpo de Parker Robbins, começaram a surgir nos braços de Riri.

“Fiquei tão surpresa com o final quanto o público ficará”, disse Hodge sobre a escolha de Riri. “Acho que é um desfecho muito divertido, e estamos preparando a Riri para tomar decisões de gente grande no MCU. Acho que nossos ganchos vão empolgar os fãs e permitir que eles imaginem tudo o que pode acontecer a partir disso”.

Dominique Thorne ficou super animada com o lado sombrio de Riri no final. “Acho maravilhoso que a Riri não precise seguir o caminho tradicional do herói. Ela já ultrapassou alguns limites e decidiu que vai lidar com as consequências depois. Mas qual é o tamanho dessas consequências? Ela vai continuar resistindo? Vai continuar tentando fazer a coisa certa ou vai se render ao outro lado dela?”.

A atriz acrescenta que não se surpreendeu com a decisão de Riri de aceitar a proposta de Mefisto.

“Isso só reforça o que vimos da Riri desde ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’. Ela nunca esteve completamente comprometida com esse papel de super-heroína”, diz Thorne. “Não é algo que ela busca ou sonha ser. É algo que ela precisa raciocinar, entender e tomar decisões conscientes a cada momento decisivo — até descobrir quem ela realmente é, e portanto, quem a Ironheart será. Aquela última cena resume tudo: você tem essa genialidade, esse potencial, e precisa fazer uma escolha”.

A cena pós-créditos mostra Parker Robbins se encontrando com Zelma (Reegan Aliyah). Ele pede por uma “ajudinha nível Supremo”, sugerindo que ainda não desistiu de se envolver com magia para conquistar poder.

“Adoro esse papel e adoraria ter a chance de fazer mais com ele”, disse Anthony Ramos. “Quero explorar mais a relação entre Parker e Mefisto, e como o fracasso o afeta. Mas também… e se a Riri enlouquecer de vez? E, por algum milagre, Parker é quem tem que pará-la? E se ela for consumida pela magia, e ele tiver que dizer: ‘Olha o que isso fez comigo, não deixe isso acontecer com você’? Seria incrível”.

A criadora da série, Chinaka Hodge, expressou seu desejo de que a série seja renovada para mais temporadas.

“Sendo bem honesta, estou torcendo por trabalho para todos em Hollywood agora”, brinca Hodge. “Sim, segunda temporada, terceira, quarta, sim, por favor!”.

Sobre o que abordaria uma possível segunda temporada, Hodge prefere manter o mistério: “Estou ansiosa para responder essa pergunta com uma equipe de roteiristas ao meu lado”.

Todos os seis episódios de ‘Coração de Ferro‘ já estão disponíveis no Disney+.

Crítica | ‘Coração de Ferro’ é uma boa série da Marvel, mesmo com seus problemas

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Anthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes, Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash, Cree Summer e Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.

Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.

Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

coração de ferro poster

‘Buffy’: Atriz que denunciou Joss Whedon espera que sua personagem VOLTE para o reboot

Apesar do lamentável falecimento de Cordelia Chase no spin-off de Buffy’, ‘Angel’, Charisma Carpenter está disposta a reviver a personagem no já confirmado reboot da atração.

Carpenter foi uma personagem regular em Buffy’ até a terceira temporada. Depois, ela migrou para a série derivada, mas após várias temporadas, ela foi descartada da narrativa e encontrou seu fim em uma breve participação especial na quinta iteração.

Em entrevista ao IGN, a atriz sugeriu o retorno de Cordelia à série, dizendo que isso seria “poético” após o fim “injusto” da personagem.

“Não sei bem o que fazer com isso”, disse ela, referindo-se ao fato de sua personagem agora ser elegível para um retorno. “Tenho certeza de que há ressalvas — Cordelia morreu em Angel’, não em Buffy’. Não sei o que isso significa para Cordelia especificamente, mas tenho esperança de que [o reboot] a inclua, obviamente. Seria um sonho ser incluída, e seria tão poético que isso acontecesse, e que acontecesse com este grupo”.

Ela continua: “esses roteiristas são extremamente criativos. Tenho certeza de que conseguiriam se quisessem, se fosse algo dos fãs, se houvesse sede, desejo ou necessidade de que Cordelia estivesse lá. Tenho certeza de que, com uma equipe criativa incrível liderando a sala de roteiristas, seria possível”.

Carpenter acrescenta: “[Cordelia] era tão grande, ela tinha crescido tanto, ela tinha passado por uma jornada extraordinária, e para ela sair daquele jeito soou muito injusto”.

Vale lembrar que a atriz foi uma das principais responsáveis em trazer à tona os abusos cometidos pelo criador da série, Joss Whedon, chegando a dizer que ele era “casualmente cruel”.

Há algum tempo, em entrevista à Vanity Fair, Sarah Michelle Gellar, que interpretou a personagem titular em ‘Buffy’ e retorna como produtora executiva do reboot, revelou que adoraria trazer de volta todos os personagens que já morreram na série original, mas destaca é necessário haver um equilíbrio com a nova geração.

[A nova série] será mais leve do que as últimas temporadas do seriado original. Nós tentaremos encontrar o equilíbrio entre personagens novos e veteranos. Meu sonho é trazer todos os que morreram de volta, mas precisamos de espaço para contar novas histórias.”

Ela completa: “estamos tentando modernizar os temas da série, especialmente sobre o que significa ser uma pessoa isolada em um mundo dominado pelas redes sociais. Queremos explorar as barreiras que afetam a sociedade atual.”

Ryan Kiera Armstrong será a nova caçadora protagonista.

Vale lembrar que a série original está disponível no Disney+.

Paramount pagará US$16 MILHÕES ao presidente Donald Trump para encerrar processo contra o programa ’60 Minutes’

O grupo Paramount Global optou por emitir um cheque de US$16 milhões para o presidente dos Estados Unidos Donald Trump em vez de lutar contra o que chamou de um processo “sem mérito” (via Variety).

Nesta última terça-feira à noite (1), a empresa disse que pagará o montante em questão a Trump para resolver um processo judicial vinculado ao programa 60 Minutes, acreditando que o pagamento ajudará a companhia e acelerará um acordo planejado com a Skydance Media, mesmo que isso corra o risco de manchar uma das marcas mais históricas da CBS.

A Paramount revelou em um comunicado que concordou em pagar os US$16 milhões a Trump para encerrar o processo aberto pelo próprio presidente que acusou o programa supracitado de editar enganosamente uma entrevista com a então candidata presidencial Kamala Harris e enganar os eleitores dos EUA, embora tanto a empresa quanto especialistas jurídicos tenham dito que a posição de Trump sobre o assunto era fraca.

O episódio de 60 Minutes em questão foi ao ar em outubro de 2024 e ocorreu entreo correspondente Bill Whitaker e Harris, do Partido Democrata dos EUA, apresentada em uma edição especial do programa quatro semanas antes da eleição para presidente.

O processo movido por Trump, aberto em um tribunal federal no Distrito Norte do Texas em novembro, alegava que o programa tentou enganar os eleitores ao exibir duas edições diferentes de comentários feitos na entrevista com Harris, então rival de Trump na disputa pela Casa Branca.

A CBS havia buscado o arquivamento do caso. Entretanto, a Comissão Federal de Comunicações (FCC) posteriormente abriu uma investigação sobre o assunto, e a CBS e os advogados de Trump contrataram um mediador. A Paramount agendou uma reunião corporativa anual com investidores para hoje (2), onde se espera eleger três novos diretores.

O coautor de Trump no caso era Ronny Jackson, um deputado conservador do Partido Republicano cuja presença permitiu ao presidente encaminhar o caso a um juiz federal receptivo em Amarillo, Texas: o Juiz Distrital Matthew J. Kacsmaryk. A ação foi movida cinco dias antes de Trump vencer a eleição presidencial de 2024, que o levou de volta à Casa Branca apenas quatro anos após sua derrota para o democrata Joe Biden.

A cruzada de Trump contra a CBS e o programa 60 Minutes representou uma extraordinária e perturbadora demonstração de poder político por parte de um presidente em exercício.

‘A Odisseia’: Após trailer VAZAR, épico de Chris Nolan ganha novo cartaz

O primeiro teaser trailer do filme ‘A Odisseia‘, ambiciosa adaptação de Chris Nolan para o poema épico grego de Homero, vazou online ontem nas redes sociais.

O vídeo está sendo exibido exclusivamente nos cinemas dos EUA, mas alguém ficou e disponibilizou na internet. Em consideração à Universal Pictures, não vamos embedar o teaser no site enquanto não for divulgado oficialmente. Você pode conferir o que acontece neste link.

Agora, o filme ganhou um novo cartaz:

odisseia2

Informações inéditas sobre o projeto estão viralizando nas redes sociais.

Segundo o famoso perfil insider @MyTimeToShineH, o longa-metragem terá classificação indicativa para maiores de 18 anos (rated-R) – o que vem com surpresa, considerando que a Universal Pictures normalmente aposta fichas em produções PG-13 para maximizar o público e os lucros.

Todavia, nada ainda foi confirmado pelo estúdio.

Lembrando que o filme segue envolto em mistério, com poucos detalhes revelados até o momento.

“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez. A estreia nos cinemas acontece mundialmente em 17 de julho de 2026.”

O elenco conta com nomes como Robert PattinsonJon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill IrwinSamantha MortonZendaya e outros.

Nolan começou a escrever o filme em março. Donna Langley, presidente da Universal Pictures, é a única pessoa que já leu o roteiro.

Em Breve! 16 Filmes de TERROR que Chegam ainda na segunda metade de 2025…

Com as estreias de ‘Extermínio: A Evolução’ e ‘M3GAN 2.0’, em cartaz nos cinemas do Brasil e do mundo, resolvemos tirar um tempo para trazer para você quais os outros grandes filmes do gênero terror que ainda chegam aos cinemas (ou streamings) na segunda metade de 2025.

Esse ano foi particularmente bom para o gênero, com a primeira metade de 2025 vendo grandes obras elogiadas, ou de grande hype nas telonas. Filmes como ‘O Macaco’, por exemplo, uma insana incursão pela mente de Stephen King. Ou ‘Acompanhante Perfeita’, mistura de ficção, romance e thriller.

Tivemos também a adaptação dos games ‘Until Dawn’, e o elogiado ‘Premonição 6’, o melhor da franquia na opinião dos críticos.

Mas nada se compara ao sucesso de ‘Pecadores’, filme de vampiro de Ryan Coogler que atualmente se situa no posto como o melhor filme de 2025 na opinião dos críticos e do público. Ou seja, é muito mais do que apenas um filme de vampiros.

O ano ainda trouxe ‘Drop: Ameaça Anônima’, ‘A Mulher no Jardim’ e ‘Lobisomem’, por exemplo. Mas quem pensa que 2025 já extinguiu seu estoque de terror, está redondamente enganado. Abaixo iremos dar uma olhada em 16 filmes de terror que estreiam ainda este ano – nos cinemas e nos streamings. Confira.

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado

Reboot, que também funciona como sequência, do clássico slasher dos anos 1990, dirigido por Jennifer Kaytin Robinson. A nova versão atualiza a trama para a era digital, onde um grupo de jovens é assombrado por um segredo mortal enquanto alguém, que sabe o que eles escondem, os chantageia e os persegue, tentando matá-los. Além de um jovem elenco de nomes como Madelyn Cline e Chase Sui Wonders protagonizando, temos as voltas dos veteranos Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. retornando como Julie James  Ray Bronson. A estreia é no dia 17 de julho nos cinemas.

A Morte de um Unicórnio

Comédia de terror satírica escrita e dirigida por Alex Scharfman, o filme é estrelado por Paul Rudd e Jenna Ortega como pai e filha que atropelam acidentalmente um unicórnio durante uma viagem a um retiro corporativo. O filme se destaca pela crítica afiada ao capitalismo e à ganância dos bilionários — especialmente através da família Leopold, que busca explorar cientificamente o corpo da criatura para obter curas milagrosas — e equilibra humor ácido com reviravoltas violentas e cenas brutais. O filme estreia no dia 31 de julho nos cinemas.

A Hora do Mal

Um épico de terror original escrito e dirigido por Zach Cregger (Noites Brutais), que se desenrola em uma pequena cidade abalada pelo inexplicável desaparecimento de 17 crianças da mesma classe, exceto uma sobrevivente. Estrelado por Josh Brolin como um pai desesperado e Julia Garner no papel da professora Justine, o filme traz uma narrativa em múltiplas histórias interligadas — envolvendo corrupção, trauma geracional, bruxaria e rituais sombrios. A estreia é no dia 7 de agosto nos cinemas.

Juntos

Horror corporal estrelado pelo casal da vida real Alison Brie e Dave Franco, o longa é dirigido por Michael Shanks em sua estreia, e mergulha na codependência conjugal através de uma maldição que literalmente une fisicamente os protagonistas – corpo e mente se distorcem à medida que uma presença sobrenatural os consome. A química real do casal intensifica momentos de humor ácido e tensão visceral, com efeitos práticos e CGI para cenas grotescas. A estreia é no dia 14 de agosto nos cinemas.

Faça Ela Voltar

Dirigido pelos irmãos Danny e Michael Philippou — os mesmos de ‘Fale Comigo —, é um terror psicológico intenso que acompanha Andy e Piper, irmãos adotivos que se mudam para a casa de sua mãe adotiva Laura (interpretada por Sally Hawkins). Lá descobrem um ritual macabro envolvendo demônios e tragédias do passado, com atmosferas de found footage e muito sangue. A estreia ocorre no dia 21 de agosto nos cinemas.

Invocação do Mal 4

Capítulo final da saga dos Warrens, dirigido por Michael Chaves e estrelado por Vera Farmiga e Patrick Wilson como Lorraine e Ed Warren. O filme aborda o real caso de possessão da família Smurl em West Pittston, Pensilvânia, em 1986, sendo descrito como o mais sombrio da franquia – com um demônio guiado por uma vingança pessoal . Estreando em 4 de setembro, promete fechar com chave de ouro a jornada emocional dos protagonistas, agora acompanhados da filha adulta Judy (Mia Tomlinson) e seu namorado Tony (Ben Hardy).

A Longa Marcha: Caminhe ou Morra

Adaptação distópica do livro homônimo de Stephen King — publicado em 1979 sob o pseudônimo Richard Bachman — dirigida por Francis Lawrence. O filme acompanha 100 jovens obrigados a marchar sem parar, mantendo um ritmo cruel (em torno de 4,8 km/h): quem afrouxa encontra a morte até restar apenas um vencedor . Estrelado por Cooper Hoffman, Judy Greer e Mark Hamill num papel autoritário, o longa estreia em 11 de setembro, prometendo tensão psicológica intensa, exaustão real (atores caminharam até 15 milhas/dia) e uma reflexão brutal sobre resistência, sacrifício e camaradagem.

Him

Anteriormente intitulado ‘GOAT, este é um thriller psicológico de terror esportivo produzido por Jordan Peele e dirigido por Justin Tipping. O filme segue Cameron Cade (Tyriq Withers), um promissor quarterback que sofre uma lesão cerebral antes do NFL. Desesperado para retomar sua carreira, ele aceita a oferta de seu ídolo, o lendário quarterback Isaiah White (Marlon Wayans), para treinar em um complexo isolado. À medida que o treinamento avança, Cam percebe que o custo da excelência pode ser mais alto do que imaginava, envolvendo rituais sombrios e pressões psicológicas extremas. A estreia é no dia 18 de setembro.

Animais Perigosos

Dirigido por Sean Byrne, esta produção australiana mistura tensão de um slasher com horror aquático ao seguir Zephyr (Hassie Harrison), surfista sequestrada pelo capitão serial killer Tucker (Jai Courtney), que força suas vítimas a serem devoradas por tubarões num ritual macabro e grava tudo . Com ambiente claustrofóbico de um barco isolado na Grande Barreira de Corais e uma performance aterrorizante de Courtney, o filme alia suspense psicológico ao terror visceral, enquanto Zephyr luta pela própria sobrevivência. A estreia também ocorre no dia 18 de setembro nos cinemas.

Os Estranhos: Capítulo 2

Sequência do reboot da franquia de terror, dirigida por Renny Harlin e estrelada por Madelaine Petsch, que retorna como Maya, a única sobrevivente do ataque brutal de três psicopatas mascarados. O filme retoma a história onde o primeiro capítulo terminou, com Maya fugindo de um hospital e enfrentando novos horrores enquanto é perseguida pelos mesmos assassinos. A trama se passa ao longo de quatro dias, explorando mais profundamente o passado dos antagonistas e expandindo o universo da franquia com novos personagens e ameaças. A estreia é no dia 25 de setembro.

O Telefone Preto 2

Aguardada sequência do sucesso de terror de 2022, dirigida por Scott Derrickson e baseada no conto de Joe Hill. A trama segue Finney Shaw (Mason Thames), agora com 17 anos, que tenta superar o trauma de seu sequestro anterior. Sua irmã, Gwen (Madeleine McGraw), começa a ter visões perturbadoras de três garotos sendo perseguidos em um acampamento chamado Alpine Lake. Decidida a desvendar o mistério, ela convence Finney a investigar o local durante uma tempestade de neve, descobrindo uma conexão sinistra com o passado da família e com o assassino conhecido como “O Pegador” (Ethan Hawke), que agora ameaça de além-túmulo. A estreia é no dia 16 de outubro nos cinemas.

Frankenstein

Dirigido por Guillermo del Toro, o longa é uma adaptação sombria, poética e intensamente emocional do clássico de Mary Shelley, que chega à Netflix em novembro. O filme traz Oscar Isaac como Victor Frankenstein e Jacob Elordi como a criatura — retratada com empatia e profundidade, não apenas como um monstro, mas um ser humano trágico cuja existência é marcada por abandono e autoquestionamento. Del Toro amplia elementos originais, incorporando cenas no Ártico e investindo em visuais góticos ricamente desenhados.

Keeper

Osgood Perkins, conhecido por ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘ (2024), já lançou um filme de terror esse ano, com o insano ‘O Macaco‘. Mas o cineasta ainda trará mais uma carta na manga com ‘Keeper‘. Na trama, Tatiana Maslany e Rossif Sutherland viajam até uma cabana isolada no meio da mata para celebrar o aniversário de namoro. O que começa como um fim de semana romântico logo toma um rumo sinistro: Malcolm é forçado a retornar inesperadamente à cidade, deixando Liz sozinha no local. Porém, o que ela imaginava ser apenas um momento de descanso transforma-se em um pesadelo quando uma presença maligna começa a se manifestar. A estreia é no dia 13 de novembro nos cinemas.

Five Nights at Freddy’s 2

Sequência do sucesso de terror baseado na franquia de jogos de Scott Cawthon. Com direção de Emma Tammi e roteiro de Cawthon, o filme retoma a história de Mike Schmidt (Josh Hutcherson), que retorna à Freddy Fazbear’s Pizza para enfrentar novos horrores mecânicos. O elenco conta com Matthew Lillard como o vilão William Afton, Elizabeth Lail como Vanessa e Piper Rubio como Abby Schmidt, irmã de Mike. O filme promete expandir o universo da franquia, introduzindo novos animatrônicos e aprofundando a mitologia estabelecida no primeiro filme. A estreia é no dia 4 de dezembro nos cinemas.

Anaconda

O remake de ‘Anaconda (1997) é dirigido por Tom Gormican, que traz uma abordagem cômica e metalinguística à história original. A trama segue um grupo de amigos enfrentando crises de meia-idade que decidem refazer seu filme favorito da juventude, apenas para se depararem com desastres naturais, cobras gigantes e criminosos violentos na floresta tropical. O elenco é estrelado por Jack Black, Paul Rudd e o nosso Selton Mello. A estreia ocorre no dia de natal, dia 25 de dezembro nos cinemas.

O Vingador Tóxico

Releitura cômica e ultraviolenta do cult dos anos 1980, dirigida por Macon Blair e estrelada por Peter Dinklage. O filme mistura humor negro, ação exagerada e crítica social, mantendo o espírito trash do original, mas com um visual mais moderno. Com participações de Elijah Wood e Kevin Bacon, a produção agradou fãs do gênero por seu tom irreverente e estética grotesca. Exibido em festivais, o longa ganhou data de estreia para agosto nos EUA em circuito, mas no Brasil deverá chegar em algum streaming.

F1

(F1)

Elenco:

Brad Pitt
Damson Idris
Kerry Condon
Javier Bardem

 

Direção: Joseph Kosinski

Gênero: Drama

Duração: 120 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 300 milhões

Estreia: 26 de Junho de 2025

Sinopse: 

Em F1, o lendário piloto Sonny Hayes (Brad Pitt) sai da aposentadoria e volta às pistas com uma nova missão: guiar o promissor novato Joshua Pearce (Damson Idris) rumo ao sucesso na equipe fictícia ApexGP. Produzido por Lewis Hamilton, heptacampeão mundial de Fórmula 1, o filme acompanha o retorno de Sonny ao universo competitivo do automobilismo, onde ele precisa unir experiência e ousadia para transformar a equipe em uma verdadeira potência. Enfrentando desafios dentro e fora das pistas, Sonny conta com o apoio da equipe técnica e de figuras influentes do esporte para provar que vencer exige muito mais do que talento ao volante. Com cenas gravadas durante o Grande Prêmio da Inglaterra e participações especiais de pilotos reais, F1 leva o espectador para o coração da velocidade e da superação.

Crítica | ‘F1’ será o filme favorito do seu pai – e ele estará absolutamente correto nisso

 

Curiosidades: 

» Apple lança novo trailer de ‘F1’, com Brad Pitt, que literalmente faz seu iPhone VIBRAR!

» Orçado em cerca de US$ 300 milhões, o longa é considerado a maior aposta da Apple Studios, até o momento;

» O filme está sendo rodado durante os finais de semana das rodadas do Grande Prêmio da Fórmula 1, com a equipe de produção em competição com os titãs do esporte;

» Stefano Domenicali, presidente da Fórmula 1, comentou sobre a produção: “As filmagens vão acontecer em Silverstone, e esse será a primeira produção de Hollywood a realizar gravações internas durante um evento real”;

» A produção de ‘F1’ foi realizada em colaboração com a Fórmula 1 e a comunidade da Fórmula 1, incluindo as dez equipes em competição e seus pilotos, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e os promotores das corridas. A CEO da Copper, Penni Thow, atua como produtora executiva;

» O elenco ainda conta com Tobias Menzies, vencedor do Emmy e indicado ao Globo de Ouro; Emmy Sarah Niles, indicada ao Emmy; Kim Bodnia; e Samson Kayo;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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MEGAN 2.0

(M3GAN 2.0)
Elenco:

Jenna Davis
Allison Williams
Ivanna Sakhno

 

Direção:  Gerard Johnstone

Gênero: Terror

Duração: — min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: R$ 20 milhões

Estreia: 26 de Junho de 2025

Sinopse: 

Dois anos após MEGAN, uma maravilha da inteligência artificial, sair do controle, iniciar uma matança (impecavelmente coreografada) e ser destruída, sua criadora Gemma (Allison Williams) tornou-se uma renomada autora e defensora da supervisão governamental da IA. Enquanto isso, sua sobrinha Cady (Violet McGraw), agora com 14 anos, transformou-se em uma adolescente que desafia as regras superprotetoras de Gemma. Sem que elas saibam, a tecnologia subjacente de M3GAN foi roubada e usada indevidamente por um poderoso contratante de defesa para criar uma arma de nível militar conhecida como Amelia (Ivanna Sakhno; Ahsoka, Círculo de Fogo: A Revolta), a espiã infiltrada mais letal já concebida. Mas, à medida que a autoconsciência de Amelia cresce, seu interesse em seguir ordens humanas diminui — assim como sua vontade de tê-los por perto.

Com o futuro da humanidade em risco, Gemma percebe que a única solução é trazer M3GAN (Amie Donald, com voz de Jenna Davis na versão original) de volta e aprimorá-la para torná-la mais rápida, mais forte e ainda mais letal. E, quando seus caminhos se cruzam, a IA mais implacável do cinema encontrará sua maior rival.

Crítica | ‘M3GAN 2.0’ é DESPRETENSIOSA comédia que cumpre com o que promete (Nota: 8.0)

Curiosidades: 

» As filmagens ocorreram na Nova Zelândia em 52 dias, com conclusão em setembro de 2024 .

»  O orçamento do filme foi de aproximadamente US$ 12 milhões, similar ao do primeiro filme, que teve um orçamento de US$ 12 milhões e arrecadou US$ 181 milhões .

»  O filme promete expandir o universo da inteligência artificial, explorando temas como os perigos da IA e suas implicações na sociedade moderna .

» O primeiro filme apresentou cenas icônicas de dança de M3GAN, que se tornaram virais nas redes sociais. Espera-se que a sequência traga mais momentos memoráveis .

Entrevistas:

Trailer:

Cartazes: 

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Miley Cyrus: Something Beautiful

(Miley Cyrus: Something Beautiful)

 

Elenco:

Miley Cyrus

 

Direção: Jacob Bixenman, Miley Cyrus, Brendan Walter

Gênero: Show

Duração: 55 min.

Distribuidora: Trafalgar

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 27 de Junho de 2025

Sinopse: 

Uma ópera pop única, movida pela fantasia, com 13 novas músicas originais do álbum visual Something Beautiful, de Miley Cyrus.

Crítica | ‘Something Beautiful’ é o projeto mais AUDACIOSO e experimental de Miley Cyrus

Curiosidades: 

» Something Beautiful é o nono álbum de estúdio da cantora;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | ‘Something Beautiful’ é o projeto mais AUDACIOSO e experimental de Miley Cyrus

Miley Cyrus não conquistou o nome e o legado que carrega nos dias de hoje por qualquer razão: despontando em uma das melhores séries do Disney Channel, ‘Hannah Montana’, e eternizando duas personas que conquistaram o público ao redor do mundo, a cantora e compositora logo deixou os arquétipos da Casa Mouse para trás ao começar a apostar em sua carreira solo – ascendendo a um estrelato invejável que nos rendeu sucessos atemporais como “See You Again”, “We Can’t Stop”, “Wrecking Ball”, “Flowers” e tantos outros. Agora, dois anos depois de ter dominado o planeta com o ótimo ‘Endless Summer Vacation’ (que lhe rendeu duas estatuetas do Grammy) e uma participação no aclamado ‘Cowboy Carter’, de Beyoncé’, ela retornou ao cenário fonográfico com o projeto mais ambicioso de sua discografia.

Something Beautiful, como é intitulado seu nono álbum de estúdio, vem sendo promovido através de inúmeras canções – incluindo a dupla marcada por um profundo poema que antecede a faixa-título, o melancólico lead single “End of the World” e a antêmica e catártica faixa “More To Lose” (que, como explorei em outro texto, configura-se como uma das maiores obras-primas não apenas do ano, mas da carreira da performer). Através de uma identidade amadurecida e despida de quaisquer amarras mainstream, Cyrus mostra que ainda tem muito a nos contar, pouco se importando com números quando o conceito de legado fala muito mais alto a esse ponto. Não é surpresa, pois, que ela também tenha anunciado um longa-metragem que acompanha o disco, com lançamento agendado para o Festival de Tribeca e chegando ao Brasil no dia 27 de junho.

O compilado de originais é uma experiência sinestésica que, volta e meia, escorrega em construções repetitivas e cansativas, mas que, ao mesmo tempo, reitera a apaixonante ousadia que a artista carrega consigo desde sempre. Se em sua investida anterior Cyrus mostrou que poderia acompanhar incursões populares – quebrando recordes de streamings e se apossando dos holofotes -, aqui ela preza pelo experimentalismo e por arranjos não convencionais. À medida que presta homenagens a ídolos que a influenciaram ao longo dos anos, ela explora um novo capítulo de sua apaixonante sonoridade e imagética, construindo uma ponte artística que liga cinema, música e Haute Couture sob uma perspectiva ávida e milimetricamente arquitetada.

É possível encarar o projeto em uma arquitetura tripartida: o ato de abertura comprime as faixas mencionadas alguns parágrafos acima, refletindo e reiterando a beleza que é buscada pelo eu-lírico adotado por Miley: navegando pela iminência do fim do mundo (e, com isso, o fim da beleza em si), complacente com a austeridade inescapável do tempo e lidando com a efemeridade da própria vida, ela se entrega de corpo e alma a narrativas pessoais e declamatórias. Há uma emblemática construção intimista que acompanha tais faixas, seja no encontro entre soul e electro-clash da faixa-título, seja no soft pop-rock explorado no lead single.

A segunda parte, ao menos na opinião deste que vos escreve, é o mais breve e o mais “diferenciado” de todos, por assim dizer: temos as teatrais e inesperadas construções do “Interlude I” e do “Interlude II”, ambos abraçando o mais recente single da era, “Easy Lover”. A sensual e despojada track se afasta da catarse dramática e inclina-se para uma mercadológica e envolvente mistura de R&B, funk e pop-rock que arranca da vocalista versos divertidos. Porém, nesse “caos controlado” de que se dispõe desde a faixa de abertura, ela permanece fiel às mensagens da constante procura da beleza e da exaltação de suas várias formas – por mais que, ao encontrá-la, tenha que lutar para mantê-la e celebrá-la (“qualquer coisa acontece embaixo dos lençóis, mas você não é um amante fácil”).

O ato de encerramento é o mais complexo – para o bem ou para o mal. Integrado pelas faixas de maior duração, Miley se reúne com um competente time de produtores e compositores que a auxiliam nessa conclusão, pecando a mão aqui e ali e manchando o que poderia se tornar uma impecável obra de arte. De um lado, ela une forças com Brittany Howard para a espetacular “Walk of Fame”, trazendo referências do disco e do dance em um épico de seis minutos que faz brincadeiras com a máxima “walk of shame” e que traz certos elementos melancólicos de volta para o refrão; de maneira similar, porém mais vibrante, ela posa ao lado de Naomi Campbell com “Every Girl You’ve Ever Loved”, trazendo o EDM e o synth-pop em uma atemporal libertação artística e pessoal.

Em contraste “Golden Burning Sun” estende-se por um período extenuante de regurgitações esquecíveis e uma falta de originalidade e ousadia que, de fato, não dialoga com a estrutura das outras canções; “Pretend You’re God” sofre de um mal parecido, mas elevado à enésima potência e configurando-se como a track mais fragilizada do álbum. “Reborn” pega as repetições supracitadas e as torna propositais e com um objetivo esclarecedor que faz sentido com as incursões do house – revitalizando os erros das iterações anteriores e nos preparando para um sólido finale com uma das músicas mais bem escritas de Cyrus, “Give Me Love”.

Something Beautiful pode não ser livre de alguns equívocos gritantes; todavia, esse corpo artístico é competente e interessante o bastante para nos manter envolvidos em uma jornada de autodescobrimento e de empoderamento que tenta responder a perguntas milenares feitas pela própria humanidade – e que coloca Miley Cyrus em total e completo controle de sua arte (e mostrando que ainda tem muito para nos contar).

Nota por faixa:

1. Prelude – 4,5/5
2. Something Beautiful – 4,5/5
3. End of the World – 4/5
4. More To Lose – 5/5
5. Interlude I – 4/5
6. Easy Lover – 4/5
7. Interlude II – 4/5
8. Golden Burning Sun – 2/5
9. Walk of Fame, feat. Brittany Howard – 5/5
10. Pretend You’re God – 1/5
11. Every Girl You’ve Ever Loved, feat. Naomi Campbell – 4/5
12. Reborn – 3,5/5
13. Give Me Love – 3,5/5